segunda-feira, 27 de julho de 2026

Síndrome de lázaro: o que é, como identificar (e possíveis sequelas)

A síndrome de Lázaro é uma situação em que ocorre o retorno espontâneo da circulação sanguínea após a interrupção das manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP), mesmo depois da pessoa ser considerada sem sinais vitais.

Também chamada de fenômeno de Lázaro ou autoresuscitação, a causa ainda não é totalmente conhecida, mas pode estar relacionada com fatores como o efeito tardio de medicamentos usados durante a reanimação, alterações na pressão dentro do tórax e recuperação tardia da função cardíaca.

Apesar de ser muito rara, a síndrome de Lázaro reforça a importância de uma avaliação cuidadosa após a suspensão da reanimação, com monitorização dos sinais vitais durante um período adequado antes da confirmação definitiva da morte.

Imagem ilustrativa número 1

Por que acontece 

A causa exata da síndrome de Lázaro ainda não é totalmente esclarecida, mas existem algumas hipóteses que podem explicar o retorno espontâneo da circulação após a interrupção da reanimação cardiopulmonar. 

Entre os principais mecanismos estão:

  • Efeito tardio dos medicamentos: alguns medicamentos usados na reanimação podem demorar para atuar completamente, contribuindo para o retorno da atividade cardíaca após algum tempo;
  • Alterações na pressão no tórax: o aumento da pressão durante a ventilação ou compressões pode dificultar o retorno do sangue ao coração e, quando reduzida, favorecer a recuperação da circulação;
  • Recuperação gradual do coração: em alguns casos, o coração pode recuperar lentamente a capacidade de contrair após um período sem batimentos eficazes;
  • Hipotermia ou intoxicações: temperaturas muito baixas ou algumas substâncias podem reduzir temporariamente as funções do organismo e atrasar a recuperação dos sinais vitais.

Além disso, alterações no equilíbrio do organismo, como mudanças nos níveis de potássio e oxigênio, podem interferir no funcionamento do coração e, quando corrigidas, favorecer o retorno da circulação sanguínea.

Catalepsia e síndrome de Lázaro

A catalepsia é uma perda súbita e temporária da força muscular, geralmente desencadeada por emoções intensas, como surpresa ou medo. Apesar da respiração lenta, a pessoa permanece consciente e continua com as funções vitais preservadas.

Leia também: Catalepsia: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/catalepsia

Já na síndrome de Lázaro, ocorre o retorno inesperado da circulação após uma parada cardíaca e tentativa de reanimação, mesmo depois da pessoa ter sido considerada sem sinais vitais. Saiba o que são os sinais vitais.

Como identificar

Para identificar um possível caso de síndrome de Lázaro, é feita uma avaliação clínica cuidadosa, que inclui:

  1. Interrupção das manobras de reanimação cardiopulmonar, após a avaliação da equipe médica de que não houve retorno da circulação espontânea durante as tentativas de reanimação;
  2. Ausência inicial de sinais vitais, como ausência de pulso, respiração espontânea e atividade cardíaca identificável;
  3. Período de observação, com monitorização dos sinais vitais para identificar um possível retorno espontâneo da circulação, geralmente nos primeiros minutos após a suspensão das manobras;
  4. Retorno inesperado da circulação sanguínea, identificado por sinais como reaparecimento do pulso, batimentos cardíacos, respiração espontânea ou alterações nos parâmetros monitorados;
  5. Confirmação da autoresuscitação pela equipe médica, com nova avaliação clínica para verificar a recuperação da função cardíaca e respiratória.

É importante destacar que a maioria dos casos descritos ocorre nos primeiros minutos após o fim da reanimação, mas não há um tempo exato que confirme ou descarte a síndrome de Lázaro. 

Quanto tempo dura a síndrome de Lázaro

A síndrome de Lázaro não possui uma duração definida, pois trata-se de um fenômeno raro e imprevisível. 

Em alguns casos, o retorno espontâneo da circulação geralmente acontece nos primeiros minutos após a interrupção da reanimação cardiopulmonar, sendo a maioria dos episódios relatada em até 10 minutos após o fim das manobras.

No entanto, existem casos em que a circulação retornou após períodos mais longos, chegando a cerca de 20 a 30 minutos ou mais após a suspensão da RCP.

Possíveis sequelas

Uma possível consequência após a síndrome de Lázaro é a lesão cerebral por falta de oxigênio, já que a redução temporária do fluxo sanguíneo para o cérebro pode causar danos nos neurônios.

Leia também: Anoxia cerebral: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/anoxia-cerebral

Essa lesão cerebral pode levar a sequelas, como:

  • Alterações de memória e concentração, podendo afetar a capacidade de lembrar informações, manter a atenção e realizar atividades do dia a dia;

  • Alterações motoras, como fraqueza muscular, dificuldade de movimentação ou problemas de coordenação;

  • Alterações na fala e comunicação, podendo afetar a capacidade de falar, compreender ou expressar pensamentos;

  • Dependência para atividades diárias, como se alimentar, vestir-se ou locomover-se, em casos mais graves.

No entanto, as sequelas da síndrome de Lázaro dependem principalmente do tempo em que o cérebro ficou sem receber oxigênio durante a parada cardíaca, da causa da parada e das condições gerais de saúde da pessoa.

Além disso, algumas pessoas podem se recuperar completamente, principalmente quando o retorno da circulação ocorre rapidamente.



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Endometriose: o que é, sintomas, causas e tratamento

Endometriose é o crescimento anormal de células do endométrio fora do útero, causando sintomas como cólica menstrual intensa, menstruação abundante, vontade frequente ou urgência para urinar, ou prisão de ventre com cólicas muito fortes, por exemplo.

A endometriose é mais comum de afetar os ovários ou trompa de Falópio, mas também pode ocorrer dentro ou na superfície da bexiga, ou intestinos, por exemplo, sendo que sua causa não é completamente conhecida, no entanto, sabe-se que depende de estrogênio para crescer.

O tratamento para endometriose deve ser feito de acordo com a orientação do ginecologista e envolve o uso de medicamentos que ajudam a aliviar e controlar os sintomas, além de também poder ser necessário, nos casos mais graves, a realização de cirurgia.

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Sintomas de endometriose

Os principais sintomas de endometriose são:

  • Cólica intensa antes ou durante a menstruação;
  • Dor durante o contato íntimo;
  • Menstruação abundante;
  • Sangramento fora do período menstrual;
  • Dor ao urinar;
  • Prisão de ventre ou diarreia;
  • Dor para evacuar;
  • Inchaço na barriga;
  • Cansaço excessivo.

Além disso, a endometriose pode dificultar a gravidez, sendo muitas vezes diagnosticada durante exames para identificar a causa da infertilidade feminina. Veja os principais exames para identificar a infertilidade.

A intensidade e a frequência dos sintomas da endometriose podem variar a cada mês e de uma mulher para outra, e também varia de acordo com a localização da endometriose.

Leia também: 9 sintomas de endometriose (no intestino, bexiga e ovários) tuasaude.com/sintomas-de-endometriose

Na presença dos sintomas de endometriose, é importante consultar o ginecologista para que sejam realizados exames que ajudem a confirmar o diagnóstico da endometriose e, assim, possa ser iniciado o tratamento mais adequado.

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Endometriose engorda?

A endometriose provoca inchaço abdominal e retenção de líquidos, porque acaba provocando uma inflamação nos órgãos em que se encontra, como ovários, bexiga, intestino ou peritônio. Apesar de não haver um grande aumento de peso na maioria das mulheres, pode-se notar um aumento do volume abdominal, principalmente pélvico nos casos mais severos de endometriose.

Teste online de endometriose

Para saber o risco de ter endometriose, selecione no teste a seguir seus sintomas:

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O teste de sintomas é apenas uma ferramenta de orientação, não servindo como diagnóstico e nem substituindo a consulta com o ginecologista.

Veja com mais detalhes no vídeo a seguir com o Dr Maurício Abrão como identificar a endometriose:

6 sintomas para descobrir ENDOMETRIOSE · com Dr. Mauricio Abrão

14:03 | 22.908 visualizações

Como confirmar o diagnóstico

O diagnóstico da endometriose é feito pelo ginecologista através da avaliação dos sintomas, exame pélvico e exames de imagem, como ultrassom pélvico ou transvaginal, ou ressonância magnética. Veja a lista completa de exames para endometriose.

Além disso, o médico pode solicitar uma videolaparoscopia, que é um procedimento cirúrgico, que permite confirmar a endometriose e verificar a localização, tamanho e quantidade de implantes endometrióticos, que são os focos de endometriose fora do útero. Saiba como é feita a videolaparoscopia.

Endometriose vira câncer?

Não necessariamente, mas uma vez que o tecido encontra-se espalhado por áreas onde ele não deveria estar,provocando inflamação, isso somado a fatores genéticos, poderá facilitar o desenvolvimento de células malignas.

Se a mulher apresentar endometriose, deverá fazer o acompanhamento com o ginecologista, realizando com maior regularidade e deverá seguir o tratamento indicado pelo médico.

Possíveis causas

A endometriose não tem causa muito bem estabelecida, no entanto, algumas teorias explicam o que poderia favorecer o crescimento de tecido endometrial fora do útero.

As duas principais teorias que explicam a endometriose são:

  • Menstruação retrógrada, que é uma situação em que a menstruação não é eliminada corretamente, podendo seguir em direção aos outros órgãos pélvicos. Dessa forma, os fragmentos do endométrio que deveriam ser eliminados na menstruação permanecem nos outros órgãos, dando origem à endometriose e aos sintomas;
  • Fatores ambientais como a presença de poluentes que estão presente na gordura das carnes e refrigerantes poderiam alterar o sistema imune fazendo com que o corpo não reconheça estes tecidos. No entanto mais pesquisas científicas devem ser realizadas para comprovar estas teorias.

Além disso se sabe que mulheres com casos de endometriose na família têm mais chances de desenvolver a doença e por isso fatores genéticos também estariam envolvidos.

Tipos de endometriose

Os principais tipos de endometriose são:

1. Endometriose superficial

A endometriose superficial é o tipo mais comum, também chamada de endometriose peritoneal superficial, caracterizada pela presença de tecido do endométrio no peritôneo, que é uma membrana que recobre a cavidade pélvica e abdominal.

Nesse tipo de endometriose, os focos da endometriose são mais superficiais, com menos de 5 mm de profundidade, e são pequenos, não se infiltrando profundamente no peritôneo ou órgãos pélvicos.

2. Endometriose profunda

A endometriose profunda, também chamada de endometriose infiltrativa profunda, é o tipo mais grave de endometriose, em que os focos de tecido do endométrio afeta órgãos fora da cavidade pélvica, como ovários, bexiga, ureteres, intestinos, reto ou vagina.

Esse tipo de endometriose apresenta lesões mais profundas e mais espessas, e embora seja mais raro, também pode afetar os órgãos torácicos, como pleura nos pulmões ou o pericárdio no coração, causando endometriose torácica, ou até o cérebro.

3. Endometriose na bexiga

A endometriose na bexiga é a implantação do tecido do endométrio dentro ou na superfície da bexiga.

Esse tipo de endometriose pode causar dor na bexiga quando está cheia de urina, além de outros sintomas como irritação na bexiga, vontade frequente ou urgência para urinar, sensação de dor ou ardor ao urinar ou dor pélvica. Veja outros sintomas da endometriose na bexiga.

4. Endometriose intestinal

A endometriose intestinal ocorre quando o tecido do endométrio se infiltra na superfície externa dos intestinos delgado e grosso, causando aderências.

Esse tipo de endometriose pode alterar o funcionamento dos intestinos e causar sintomas como dor ou dificuldade para evacuar, diarreia persistente ou sangue nas fezes, por exemplo.

5. Endometriose ovariana

A endometriose no ovário, também chamada de endometrioma, ocorre devido ao crescimento do tecido do endométrio nos ovários, formando um cisto benigno preenchido com sangue, conhecido como cisto de chocolate.

Esse tipo de endometriose pode causar dor pélvica intensa no lado em que se encontra o cisto, aumento da frequência urinária ou dificuldade para engravidar.

Leia também: Quem tem endometriose pode engravidar? tuasaude.com/quem-tem-endometriose-pode-engravidar

Como é feito o tratamento

O tratamento da endometriose deve ser orientado pelo ginecologista de acordo com os sintomas apresentados pela mulher, idade e gravidade da endometriose.

Assim, os principais tratamentos para endometriose são:

1. Anti-inflamatórios

Os remédios anti-inflamatórios, como ibuprofeno ou ácido mefenâmico, podem ser indicados para aliviar as dores ou a cólica menstrual, porém não reduz os focos de endometriose e nem impedem o desenvolvimento da doença.

Leia também: Remédios para cólica menstrual (e opções naturais) tuasaude.com/remedio-para-colica

2. Anticoncepcionais

Os anticoncepcionais combinados ou apenas de progesterona podem ser indicados para regular e reduzir o fluxo menstrual, diminuir a inflamação no peritôneo, além de provocar atrofia dos focos de endometriose.

Esses anticoncepcionais podem ser usados na forma de ciclos ou tomados de forma contínua, sem pausa, conforme orientação do ginecologista.

Leia também: Pílula anticoncepcional: como funciona, como tomar e dúvidas tuasaude.com/pilula-anticoncepcional

3. DIU para endometriose

O DIU para endometriose que pode ser indicado pelo ginecologista é o DIU hormonal de levonorgestrel, como o Mirena, pode ser indicado para reduzir os sintomas da endometriose, bloquear a ovulação, atrofiar a camada interna do útero e dos focos de endometriose. Entenda como funciona o DIU para endometriose.

4. Remédios anti-hormonais

Os remédios anti-hormonais, como o danazol ou a goserelina, reduzem a produção de estrogênio pelos ovários, bloqueando o ciclo menstrual e impedindo o desenvolvimento da endometriose.

Leia também: 7 dicas para viver melhor com endometriose tuasaude.com/dicas-para-viver-melhor-com-a-endometriose

5. Remédios para engravidar

Os remédios para engravidar, como o clomifeno ou o a gonadotropina, podem ser indicados pelo médico nos casos de infertilidade, pois ajudam os ovários a produzir mais óvulos, aumentando as chances de uma gravidez. Veja os principais remédios para engravidar.

Além disso, se necessário podem ser indicados procedimentos de reprodução assistida, com a fertilização in vitro, por exemplo.

Leia também: Reprodução assistida: o que é, técnicas (e quando fazer) tuasaude.com/reproducao-assistida

6. Cirurgia para endometriose

A cirurgia para endometriose pode ser indicada pelo médico para remover os focos de tecido endometrial do peritôneo o órgãos pélvicos, além de desfazer aderências, preservando o útero e os ovários.

Geralmente, essa cirurgia é feita por videolaparoscopia podendo ser a melhor solução para os casos mais graves, quando o tecido se espalhou por diversas áreas causando dores e aderências. Saiba tudo sobre a cirurgia para endometriose.

Opções de tratamento natural

O tratamento natural para endometriose pode ser feito tomando chás, como o chá de gengibre ou o chá de lavanda, pois possuem propriedades analgésicas e anti-inflamatórias que ajudam a aliviar as cólicas causadas pela endometriose. Veja como preparar e outras opções de remédios caseiros para cólica.

Além disso, é recomendado aumentar o consumo de ômega-3 na alimentação ou através de suplementos alimentares, pois é capaz de diminuir a inflamação e aliviar os sintomas.

É importante ressaltar que o tratamento natural não substitui o tratamento indicado pelo médico, podendo ser usado como um complemento.

Endometriose tem cura?

A endometriose tem cura através da cirurgia para retirar todo o tecido endometrial espalhado na região pélvica, mas também pode ser necessário retirar o útero e os ovários, se a mulher não deseja engravidar.

Existem outras opções como analgésicos e remédios hormonais, que ajudam a controlar a doença e aliviam os sintomas, mas se o tecido estiver espalhado em outras regiões, somente a cirurgia será capaz de fazer a sua remoção completa.

Endometriose na gravidez

A endometriose na gravidez não afeta o desenvolvimento do bebê, podendo a mulher ter uma gestação normal na maioria dos casos.

Raramente, a endometriose na gravidez causa complicações, como parto prematuro ou aborto espontâneo, estando mais relacionados a endometriose profunda e grave. Saiba mais sobre endometriose na gravidez.

Desta forma, o mais importante é fazer o acompanhamento pré-natal com o obstetra, de forma a acompanhar a gestação e detectar precocemente qualquer alteração ou complicação na gravidez.

Endometriose aumenta o risco de aborto?

Normalmente, os sintomas da endometriose melhoram durante a gravidez e as complicações na gestação são muito raras.

Apesar disso, há um risco um pouco maior da mulher ter placenta prévia, o que pode ser observado com ultrassons mais frequentes, solicitados pelo obstetra.



source https://www.tuasaude.com/endometriose/

sexta-feira, 24 de julho de 2026

8 esfoliantes caseiros para o rosto

Os esfoliantes caseiros para o rosto ajudam a desobstruir os poros e a manter uma pele mais saudável e limpa, isso porque os ingredientes usados para fazer os esfoliantes promovem a limpeza dos poros, eliminam as células mortas da pele e estimulam a renovação celular.

Para que os esfoliantes caseiros tenham o efeito desejado é recomendado que a esfoliação seja feita uma a duas vezes por semana, realizando movimentos circulares suaves para não agredir a pele e, em seguida, deve-se lavar o rosto com água fria e secar com uma toalha macia.

Antes de utilizar o esfoliante caseiro no rosto, é indicado fazer um teste de alergia, passando um pouco de esfoliante no dorso da mão e aguardar por 15 minutos. Se a pele ficar vermelha ou irritada, não é indicado o uso do esfoliante caseiro. Além disso, pessoas que têm alergia ao pólen, mel ou própolis, não devem usar os esfoliantes que têm como ingrediente o mel.

Mulher se olhando no espelho enquanto passa esfoliante no rosto

Opções de esfoliantes

Algumas opções de esfoliantes caseiros para o rosto são:

1. Esfoliante de mel e canela

O esfoliante caseiro de mel e canela é uma boa opção de esfoliante caseiro para pele oleosa, pois ajuda a limpar os poros, remover os cravos e o excesso de oleosidade da pele.

Além disso, a canela possui propriedades antibacterianas, antioxidantes e anti-inflamatórias, ajudando a combater as espinhas, sendo uma boa opção de esfoliante caseiro para o rosto oleoso com acne. Esse esfoliante não deve ser usado por pessoas que têm alergia ao pólen, mel ou própolis.

Ingredientes:

  • 3 colheres de sopa de mel orgânico;
  • 1 colher de sopa de canela em pó.

Modo de preparo:

Adicionar os ingredientes em um recipiente limpo e seco e misturar até obter uma pasta lisa e fina. Aplicar no rosto limpo, esfregando suavemente com movimentos circulares, por cerca de 3 minutos.

Em seguida, lavar o rosto com água fria e secar com uma toalha macia. Esse esfoliante pode ser usado 1 vez por semana.

2. Esfoliante de fubá e óleo de coco

O esfoliante de fubá e óleo de coco promovem uma limpeza profunda da pele e ajudam a remover as células mortas, estimular a renovação celular e hidratar a pele, sendo uma boa opção de esfoliante caseiro para pele oleosa.

Ingredientes:

  • 1 colher de sopa de fubá;
  • 1 colher de sopa de óleo de coco.

Modo de preparo:

Misturar todos os ingredientes num recipiente limpo e seco, até formar uma mistura uniforme. Aplicar no rosto, realizando movimentos circulares e, em seguida, lavar o rosto com água morna e secar com uma toalha macia, sem esfregar.

3. Esfoliante de açúcar e iogurte natural

O esfoliante de açúcar e iogurte natural é uma excelente opção de esfoliante caseiro para rosto, pois remove as células mortas e estimula a renovação celular, deixando a pele mais bonita, sedosa e hidratada.

Ingredientes:

  • 3 colheres de chá de açúcar branco refinado;
  • ½ copo de iogurte natural.

Modo de preparo:

Misturar os ingredientes em um recipiente limpo e seco, até obter uma mistura homogênea e deixar agir por 5 minutos. Aplicar o esfoliante no rosto limpo, fazendo movimentos circulares ascendentes, por cerca de 5 a 10 minutos.

Em seguida, lavar o rosto com água fria até retirar todo o resíduo. Esse esfoliante pode ser usado de 1 a 2 vezes por semana e deve ser preparado imediatamente antes de usar. Descartar qualquer porção não utilizada.

4. Esfoliante de aveia e iogurte natural

O esfoliante de aveia e iogurte natural ajuda a promover a limpeza profunda da pele e a remover as células mortas, além de hidratar deixando a pele saudável, sendo uma boa opção de esfoliante caseiro para o rosto para tirar cravos e espinhas, especialmente no caso de pele oleosa.

Ingredientes:

  • 2 colheres sopa de farelo ou farinha de aveia;
  • 3 colheres de sopa de iogurte natural.

Modo de preparo:

Misturar a aveia e o iogurte, em um recipiente limpo e seco, até formar uma pasta. Aplicar essa mistura no rosto limpo e seco, com movimentos leves e circulares e deixar por 10 minutos.

Em seguida, lavar o rosto com água fria e sabonete neutro até eliminar todo o resíduo do esfoliante. Esse esfoliante pode ser usado 1 vez por semana e deve ser preparado imediatamente antes de usar. Descartar qualquer porção não utilizada.

5. Esfoliante de mel e açúcar mascavo

O esfoliante caseiro de mel e açúcar mascavo é uma boa opção de esfoliante para pele oleosa, pois ajuda a remover as células mortas da pele, promovendo a renovação celular, além de limpar os poros e hidratar a pele.

Esse esfoliante não deve ser usado por pessoas que têm alergia ao pólen, mel ou própolis.

Ingredientes:

  • 1 colheres de sopa de mel;
  • 1 colheres de sopa de açúcar mascavo;

Modo de preparo:

Misturar os ingredientes, em um recipiente limpo e seco, até formar uma pasta e passar no rosto delicadamente, fazendo movimentos circulares.

Deixar agir por até 10 minutos e enxaguar com água fria. Esse esfoliante pode ser usado de 1 a 2 vezes por semana. Para pessoas alérgicas ao mel, pólen ou própolis, pode-se substituir o mel por iogurte natural.

6. Esfoliante de açúcar e óleo de jojoba

O esfoliante de açúcar e óleo de jojoba ajuda a remover as células mortas da pele, estimular a renovação celular e prevenir a formação de cravos. Além disso, ajuda a hidratar a pele, sendo uma boa opção de esfoliante caseiro para pele oleosa.

Veja onde comprar óleo de jojoba online - link afiliado da Amazon.

Ingredientes:

  • 3 colheres de sopa de óleo de jojoba;
  • 3 colheres de sopa de açúcar branco refinado.

Modo de preparo:

Misturar o óleo de jojoba e o açúcar até formar uma pasta fina. Aplicar a mistura no rosto limpo e seco, massageando com movimentos leves e circulares e deixar por 10 a 15 minutos.

Lavar o rosto com água fria e sabonete neutro. Para obter melhores resultados, pode-se repetir o uso de 2 a 3 vezes por semana.

7. Esfoliante de argila verde e camomila

Este esfoliante é ideal para hidratar e eliminar células mortas, presentes na primeira camada da pele, devido às propriedades antioxidantes da argila, além de revitalizar e tonificar a pele, provenientes da camomila, dando uma sensação de frescor.

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Ingredientes:

  • 2 colheres de argila;
  • 1 xícara de chá de camomila gelado.

Modo de preparo:

Misturar os ingredientes até obter uma mistura homogênea. Aplicar a máscara em todo o rosto e deixar atuar por cerca de 20 minutos e, depois, retirar com água fria, realizando movimentos circulares com a ponta dos dedos. É indicada a aplicação dessa máscara 1 vez por semana.

8. Esfoliante de café

O café possui propriedades antioxidantes, emolientes e hidratantes, ajudando, portanto, a remover as impurezas da pele e diminuindo a oleosidade. Algumas opções de esfoliantes caseiros com café, que podem ser feitos em casa, são:

Ingredientes:

  • 2 colheres de sopa de água morna;
  • 1 colher de sopa de café em pó ou borra de café.

Modo de preparo:

Misturar os ingredientes até obter uma pasta homogênea e aplicar no rosto, realizando movimentos circulares suaves durante 1 minuto. Em seguida, lavar com água fria ou morna, retirando todo o produto. Veja mais opções de esfoliantes de café.

Cuidados antes e após a esfoliação

Existem alguns cuidados que devem ser tomados antes e após a esfoliação, para manter a pele íntegra e hidratada:

  • Lavar o rosto com água morna e sabonete neutro, antes de aplicar o esfoliante e, após, para retirar todo o resíduo do esfoliante natural;
  • Secar a pele com uma toalha macia e de forma leve, não esfregando o rosto;
  • Usar protetor solar diariamente, para evitar o surgimento de manchas escuras na pele. Confira qual o melhor protetor solar para cada tipo de pele;
  • Realizar movimentos circulares no rosto suavemente, principalmente em regiões mais sensíveis, como próximo aos olhos;
  • Manter a pele hidratada, evitando o uso de cremes que estimulam a formação de novas espinhas, como hidratantes à base de óleos. Uma boa opção é utilizar séruns, pois tem uma maior absorção da pele, deixando um toque mais seco. Conheça 10 opções de hidratantes faciais.

Os esfoliantes naturais são ótimas opções para eliminar as impurezas presentes na primeira camada da pele, estimulando a regeneração e o crescimento de novas células.

Porém, se a pele apresentar alguma irritação ou vermelhidão, ou aumentar a oleosidade da pele, é recomendado procurar um dermatologista, que vai orientar qual o melhor tratamento para cada tipo de pele.



source https://www.tuasaude.com/esfoliante-caseiro-para-pele-oleosa/

Ozempic: o que é, para que serve, como usar e efeitos colaterais

Ozempic é um remédio indicado para o tratamento da diabetes tipo 2 não controlada em adultos, quando não se pode tomar a metformina ou ainda pode ser usada junto com outros medicamentos para equilibrar os níveis de glicose no sangue.

Composto pela substância semaglutida, o Ozempic age diminuindo os níveis de açúcar no sangue por estimular secreção do hormônio insulina e diminuir a de glucagon.

Leia também: Semaglutida: para que serve, como usar e efeitos colaterais tuasaude.com/semaglutida

O Ozempic é encontrado na forma de canetas injetáveis em farmácias e drogarias, sendo vendido por meio da apresentação de receita médica, devendo ser usado com orientação do endocrinologista.

Para saber como a caneta emagrecedora funciona, acompanhe a nova série \"A CANETA\" com um caso real:

POR QUE USAR A CANETA? | A CANETA #1

10:05 | 94.224 visualizações

Para que serve

O Ozempic é indicado para o tratamento da diabetes tipo 2 não controlada com dieta e exercícios, tendo como benefícios:

  • Controlar os níveis de açúcar no sangue;
  • Reduzir o risco de doenças cardiovasculares, como infarto ou AVC.

Geralmente, o Ozempic é indicado quando a pessoa não tolera ou tem contraindicações para o uso da metformina ou pode fazer parte do tratamento da diabetes tipo 2 junto com outros remédios.

Entretanto, o uso do Ozempic deve ser feito sempre junto com uma dieta saudável e a prática regular de exercícios físicos, e com a orientação do endocrinologista.

Para saber como usar o Ozempic, marque uma consulta com o endocrinologista mais perto de você:

[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO]

Como funciona o Ozempic

O Ozempic contém semaglutida, assim como o Rybelsus e Wegovy, uma substância que diminui os níveis de açúcar no sangue em pessoas com diabetes tipo 2, ao promover a secreção do hormônio insulina e diminuir a de glucagon, só quando a glicose está alta.

Leia também: Rybelsus: para que serve, como tomar e efeitos colaterais tuasaude.com/rybelsus

Ozempic precisa de receita?

O Ozempic precisa de receita para ser comprado em farmácias e drogarias.

Desta forma, é necessário apresentar duas vias da receita do Ozempic, sendo que uma via fica retida na farmácia.

O tempo de validade da receita do Ozempic é de 90 dias a partir da data da prescrição assinada pelo médico.

Leia também: Ozempic precisa de receita médica? tuasaude.com/medico-responde/ozempic-precisa-de-receita

Ozempic para emagrecer

Embora não seja indicado para perda de peso, algumas pessoas diabéticas em tratamento com Ozempic podem emagrecer devido ao efeito colateral desse medicamento.

Isso acontece porque o Ozempic reduz a velocidade da digestão dos alimentos, diminuindo o apetite e a preferência por alimentos ricos em gordura e, consequentemente, reduzindo a ingestão de calorias.

No entanto, o Ozempic não deve ser usado para emagrecer, já que não possui autorização da Anvisa para este objetivo.

A semaglutida aprovada pela Anvisa para perda de peso é o Wegovy. Saiba como usar o Wegovy.

Leia também: 19 remédios para emagrecer: de farmácia e naturais tuasaude.com/remedio-para-emagrecer

Como usar

O Ozempic deve ser usado através de aplicação da injeção subcutânea, ou seja, sob a pele da barriga, da coxa ou da parte superior do braço, 1 vez por semana. Veja como aplicar injeção sob a pele corretamente.

A posologia recomendada do Ozempic para adultos é:

Semana de tratamento Dose e posologia
1º mês (semanas 1 a 4) 0,25 mg de Ozempic em dose única, 1 vez por semana.
2º mês (semanas 5 a 8) 0,5 mg de Ozempic em dose única, 1 vez por semana.
3º mês (semana 9 em diante) 1,0 mg de Ozempic em dose única, 1 vez por semana, se for necessário um controle glicêmico adicional.

As injeções de Ozempic devem ser aplicadas no mesmo dia da semana, em qualquer horário do dia, junto ou não de uma refeição.

As mudanças de dose do Ozempic devem sempre ser feitas com orientação do endocrinologista após avaliar a resposta ao tratamento, níveis de glicose no sangue e surgimento de efeitos colaterais.

O que fazer em caso de esquecimento

No caso de esquecer de aplicar a dose semanal do Ozempic no dia e na hora corretos, pode-se aplicá-la imediatamente até no máximo 5 dias de esquecimento.

Após 5 dias de esquecimento, deve-se pular a dose esquecida e continuar o esquema semanal conforme programado.

Leia também: 11 canetas para emagrecer: quais são, como funcionam (e qual a melhor) tuasaude.com/caneta-para-emagrecer

Como aplicar o Ozempic

Para aplicar corretamente o Ozempic, deve-se seguir os seguintes passos:

  1. Retirar a tampa da caneta;
  2. Colocar uma agulha nova, rosqueando-a bem na ponta caneta;
  3. Tirar a tampa interna e externa da agulha;
  4. Girar o topo da caneta selecionando a dosagem recomendada pelo médico;
  5. Inserir a agulha na pele, injeções subcutâneas, sob a pele da coxa, barriga ou parte superior do braço, num ângulo de 90º;
  6. Pressionar o botão da caneta até o marcador de doses apresentar o número 0;
  7. Contar lentamente até 6 com o botão pressionado;
  8. Retirar a agulha da pele e soltar o botão;
  9. Colocar a tampa exterior da agulha e retirar a agulha;
  10. Colocar a tampa da caneta.

Após a aplicação do Ozempic, a agulha utilizada deve ser descartada em recipientes resistentes, como latas ou garrafa pet, por exemplo, e depois levados a postos de coleta de injeções, em farmácias, drogarias ou postos de saúde.

Cuidados ao usar o Ozempic

Ao usar o Ozempic, deve-se ter o cuidado de armazená-lo corretamente, de forma a preservar a semaglutida e o efeito do remédio.

Antes de iniciar o uso da caneta, deve-se armazená-la na geladeira, em temperaturas entre 2º a 8ºC, sendo aconselhado não guardar na porta da geladeira, pois ao abrir e fechar a porta constantemente, pode causar variações de temperatura no Ozempic.

Durante o uso do Ozempic, a caneta pode ser armazenada na geladeira ou fora da geladeira em temperatura menor que 30ºC, longe do calor e da luz.

Além disso, depois de iniciado o uso da caneta de Ozempic, a validade é de 6 semanas, devendo ser descartada após esse prazo.

Não congelar a caneta de Ozempic e não usar se o líquido da caneta estiver congelado.

Possíveis efeitos colaterais

Os possíveis efeitos colaterais mais comuns do Ozempic são sensação de enjoo, vômito, dor de cabeça e diarreia.

O Ozempic também pode causar má digestão, dor de estômago, refluxo ou azia, prisão de ventre, arrotos, tontura, cansaço, perda de apetite, perda de peso, gases intestinais, pedra na vesícula e aumento de enzimas pancreáticas.

Além disso, o Ozempic também pode causar hipoglicemia em pessoas com diabetes, que usam ou não medicamentos contendo sulfonilureia ou insulina.

Os efeitos colaterais menos comuns incluem alteração no gosto de alimentos, batimentos cardíacos acelerados, pancreatite, retinopatia, gastroparesia, obstrução intestinal e reações no local da injeção, como mancha roxa, dor, irritação ou coceira.

Leia também: 17 efeitos colaterais do Ozempic (e o que fazer) tuasaude.com/ozempic-efeitos-colaterais

Cabeça de Ozempic

A \"cabeça de Ozempic\" é um termo popular que surgiu nas redes sociais devido ao tamanho desproporcional da cabeça em relação ao corpo em pessoas que usam esse medicamento.

Entretanto, o Ozempic não causa o aumento da cabeça. Esse resultado pode surgir em pessoas com o rosto ou a cabeça mais robustos ou \"cheinhos\" que, com a perda de peso corporal, mantêm o tamanho da cabeça, provocando essa diferença.

Rosto de Ozempic

Outro termo popular é o \"rosto de Ozempic\", ou \"Ozempic face\", que corresponde ao envelhecimento ou flacidez facial provocado pela perda de peso rápida, devido a perda de gordura e musculatura facial.

Leia também: 11 canetas para emagrecer: quais são, como funcionam (e qual a melhor) tuasaude.com/caneta-para-emagrecer

Ozempic causa efeito rebote?

O Ozempic pode causar efeito rebote, sendo caracterizado pelo ganho do peso perdido ou até mais, após o término do tratamento.

O efeito rebote acontece principalmente em pessoas que mudam a dosagem ou param de usar o remédio sem a orientação do médico.

Leia também: Efeito rebote: o que é, sintomas, causas (e o que fazer) tuasaude.com/efeito-rebote

Quem não pode usar

O Ozempic não pode ser usado por crianças ou adolescentes com menos de 18 anos, pessoas com diabetes tipo 1 ou cetoacidose diabética.

Mulheres grávidas ou amamentando também não devem usar o Ozempic, pois ainda não se sabe se esse medicamento afeta o bebê ou se passa para o leite.

Pessoas que farão uma cirurgia com anestesia, que usam medicamentos fitoterápicos ou remédios, principalmente contendo varfarina ou anticoagulantes, devem falar com o médico antes de usar o Ozempic.

Além disso, se a pessoa ou familiar já teve carcinoma medular de tireoide, ou se a pessoa apresentar neoplasia endócrina múltipla tipo 2, deve conversar com o médico antes de usar o Ozempic.

Dúvidas comuns sobre o Ozempic

Algumas dúvidas comuns sobre o Ozempic são:

1. O que é Ozempic natural?

O \"Ozempic natural\" é um termo popular que surgiu nas redes sociais para indicar possíveis opções naturais, como a berberina, que promovem o mesmo efeito desse medicamento.

Isso acontece porque a berberina pode complementar o tratamento da diabetes, ajudando a controlar os níveis de glicose no sangue, quando usada com orientação médica.

2. O que é super Ozempic?

O \"super Ozempic\" é um novo medicamento chamado VK2735 que pode ajudar no emagrecimento, promovendo a queima de gordura corporal até 5x mais rápido que os medicamentos atuais.

No entanto, esse medicamento ainda está em fase de testes e, por isso, não tem data para ser comercializado.

3. O que é Ozempic manipulado?

O Ozempic manipulado é uma versão do produto original produzido em farmácias de manipulação.

No entanto, a Novo Nordisk, que é a fabricante desse medicamento afirmou que não fornece ou autoriza a semaglutida a nenhuma farmácia de manipulação ou outro fabricante, além de não ser autorizado e regulado pela Anvisa.

Assim, por ser irregular, o Ozempic manipulado não possui garantia de eficácia, segurança e qualidade, podendo causar risco e ameaça à saúde.

4. Ozempic causa depressão?

Até o momento não foi identificado que o Ozempic ou outros medicamentos contendo semaglutida, causem depressão.

No entanto, é importante sempre falar com o médico se apresentar desenvolvimento ou piora da depressão, pensamentos suicidas ou qualquer alteração no humor ou comportamento.

5. O que são seios de ozempic?

Os \"seios de Ozempic\" são sinais de flacidez que podem surgir nas mamas de algumas mulheres como efeito colateral desse medicamento.

Isso acontece porque a perda rápida de peso corporal também provoca uma perda de gordura nos seios, diminuindo o volume e a firmeza.



source https://www.tuasaude.com/ozempic/

quinta-feira, 23 de julho de 2026

Cirurgia íntima: quando é indicada, cuidados e possíveis riscos

A cirurgia íntima é uma cirurgia plástica indicada para mulheres para tratar problemas de saúde, como a bexiga caída, ou para reduzir os pequenos lábios vaginais, por exemplo, como no caso da cirurgia de rejuvenescimento vaginal ou ninfoplastia.

Além disso, a cirurgia plástica na região genital também pode ser indicada para homens, para retirar o acúmulo de gordura na região pubiana, aumentar o tamanho do pênis ou tratar a doença de Peyronie.

A cirurgia íntima é feita por um ginecologista, no caso de mulheres, ou urologista, no caso de homens, especializados em cirurgia plástica íntima, e a recuperação varia de acordo com o tipo de cirurgia realizada.  

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Quando é indicada

A cirurgia íntima pode ser indicada para mulheres ou homens, para correção estética ou para problemas de saúde.

1. Cirurgia íntima feminina

A cirurgia íntima feminina pode ser indicada pelo ginecologista nas seguintes situações:

  • Reduzir o tamanho dos pequenos lábios vaginais (labioplastia ou ninfoplastia);
  • Feridas na região vaginal frequentes, devido à maior fricção entre os lábios;
  • Flacidez ou excesso de pele nos grandes lábios;
  • Reduzir o prepúcio do clitóris (clitoriplastia) para que fique mais exposto e a mulher tenha mais prazer;
  • Branqueamento genital, quando os genitais são muito escuros, causando desconforto estético;
  • Lipoaspiração do monte de Vênus quando a vulva é muito grande, alta ou larga;
  • Reconstrução de hímen, para que a mulher “volte” a ser virgem novamente;
Leia também: Tipos de hímen: como saber, (e quando fazer cirurgia) tuasaude.com/tipos-de-himen

Além disso, a cirurgia íntima pode ser indicada para o tratamento da bexiga caída ou incontinência urinária, devido a partos vaginais ou enfraquecimento ou traumas na musculatura pélvica, sendo essa cirurgia conhecida como perineoplastia.

As cirurgias plásticas estéticas da região íntima feminina só podem ser realizadas após os 18 anos de idade, quando os genitais estão completamente desenvolvidos.

É importante que antes de realizar uma cirurgia de rejuvenescimento vaginal ou reconstrução vaginal, a mulher pense sobre o assunto durante alguns meses, converse com seu parceiro e seu médico de confiança, e esclareça todas as dúvidas quanto à cirurgia, resultados esperados e recuperação. 

2. Cirurgia íntima masculina

A cirurgia íntima masculina normalmente é indicada para:

  • Aumentar o tamanho do pênis;
  • Retirar o acúmulo de gordura na região pubiana, através da lipoaspiração;
  • Combater a lateralização do pênis, em caso de doença de Peyronie; 
  • Fratura peniana;
  • Complicações da circuncisão;
  • Queimaduras no pênis;
  • Malformações congênitas no pênis.

Além disso, a cirurgia íntima masculina, chamada cientificamente de faloplastia, pode ser indicada para criar os genitais masculinos, nos casos de cirurgia de mudança de sexo ou cirurgia de redesignação. Saiba como é feita a cirurgia de redesignação.

Leia também: 7 técnicas para aumentar o pênis (funcionam?) tuasaude.com/como-aumentar-o-penis

Como é feita a cirurgia plástica íntima 

A cirurgia plástica íntima é feita em aproximadamente 2 horas, com anestesia local ou geral, e a pessoa recebe alta hospitalar para ir para casa no dia seguinte, conforme o tipo de cirurgia realizada.

Além disso, a pessoa pode voltar para o trabalho em 2 dias após a cirurgia, se o trabalho não envolver intenso esforço físico.

O médico mais indicado para realizar a cirurgia íntima feminina é o ginecologista especialista em cirurgia plástica, ou o urologista, no caso de homens. 

Não existe um padrão único sobre que tipo de procedimento é mais indicado para cada caso, ficando à critério do médico o tipo de procedimento que será realizado em cada cirurgia. 

Cuidados depois da cirurgia íntima

Alguns cuidados importantes depois da cirurgia íntima são:

  • Não ter contato íntimo durante cerca de 30 a 45 dias;
  • Fazer repouso pelo tempo orientado pelo médico;
  • Não realizar exercícios físicos nas primeiras três semanas;
  • Fazer a higiene íntima normalmente com água morna e sabonete neutro;
  • Usar calcinha ou cueca de algodão;
  • Aplicar compressas frias na região íntima para diminuir o inchaço;
  • Não esfregar a região íntima.

Os cuidados a ter após a cirurgia plástica íntima estão relacionados com o inchaço da região que desaparecem cerca de 4 semanas.

Possíveis complicações da cirurgia

As complicações da cirurgia plástica íntima estão relacionadas com as complicações gerais de qualquer cirurgia, como infecções no local, sangramento e reações à anestesia.

Dessa forma, sempre que surgem sinais de alarme como febre, intensa vermelhidão, dor muito forte ou saída de pus é recomendado ir ao pronto-socorro. 

Ainda existe a possibilidade da pessoa não ficar satisfeita com o resultado da cirurgia, devido a questões psicológicas, como a preocupação com um defeito imaginário ou preocupação excessiva com um defeito mínimo. 

Assim, é recomendado que a pessoa que vai realizar esse tipo de cirurgia seja avaliada por um psicólogo antes e depois do procedimento.



source https://www.tuasaude.com/cirurgia-plastica-intima/

quarta-feira, 22 de julho de 2026

Ciclofosfamida: o que é, para que serve e como usar

A ciclofosfamida é um remédio quimioterápico indicado para tratar diversos tipos de tumores, como câncer de mama, de ovário e de pulmão, leucemias ou linfomas, podendo também ser usado para o tratamento de doenças autoimunes, como nefrite lúpica.

Esse remédio geralmente é usado em hospitais, aplicado diretamente na veia pelo enfermeiro, sob supervisão médica, encontrado com o nome Genuxal. Além disso, pode ser encontrado em farmácias ou drogarias na forma de comprimidos de 50 mg, vendido mediante apresentação de receita médica.

Leia também: Genuxal: para que serve, princípio ativo, como usar (e efeitos colaterais) tuasaude.com/genuxal

A ciclofosfamida deve ser usada somente com indicação do oncologista, hematologista ou reumatologista, com doses individualizadas, calculadas pelo médico de acordo com a superfície corporal e a doença a ser tratada.

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Para que serve

A ciclofosfamida é indicada para o tratamento de:

  • Câncer de mama ou de ovário;
  • Câncer de pulmão de pequenas células;
  • Leucemia mieloide, linfoblástica ou linfocítica;
  • Linfoma de Hodgkin e linfoma não-Hodgkin;
  • Anemia aplásica grave;
  • Mieloma Múltiplo;
  • Neuroblastomas;
  • Plasmacitoma;
  • Retinoblastoma.

A ciclofosfamida age impedindo a multiplicação de células do câncer, sendo geralmente associada a outros remédios quimioterápicos, que variam de acordo com o tipo de câncer a ser tradado e estágio da doença.

Para entender melhor como a Ciclofosfamida funciona, fale com um profissional Rede D\'Or especializado no uso de imunobiológicos.

Além disso, devido sua ação imunossupressora, a ciclofosfamida pode ser usada para o tratamento de doenças autoimunes, como artrite reumatoide, nefrite lúpica, granulomatose de Wegener ou rejeição de órgão transplantado.

Qual médico consultar?

O médico responsável pelo tratamento do câncer é o oncologista, que deve orientar as doses da ciclofosfamida, assim como acompanhar o surgimento de efeitos colaterais.

[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO]

Como usar

A forma de uso da ciclofosfamida varia de acordo com sua apresentação e inclui:

1. Ciclofosfamida injetável

A ciclofosfamida injetável deve ser usada através de injeções diretamente na veia, aplicada pelo enfermeiro, no hospital ou em clínicas especializadas, sob supervisão do oncologista.

A posologia da ciclofosfamida injetável varia de acordo com a superfície corporal da pessoa, calculada pelo médico de acordo com o peso e altura da pessoa, assim como da doença a ser tratada e protocolos de tratamento padronizados.

A aplicação da ciclofosfamida deve ser feita de forma lenta, geralmente de 30 minutos a 2 horas, para reduzir o risco de efeitos colaterais durante sua administração.

2. Ciclofosfamida 50 mg comprimido

Os comprimidos da ciclofosfamida devem ser tomados por via oral, com um copo de água, sem partir ou mastigar, de preferência pela manhã, antes de uma refeição. No entanto, o médico pode recomendar tomar após uma refeição leve para evitar enjoos.

As doses da ciclofosfamida na forma de comprimidos devem ser calculada pelo médico, de acordo com o tipo de doença a ser tratada e superfície corporal da pessoa.

Durante o tratamento, é recomendado aumentar a ingestão de água, para estimular a produção e eliminação da urina, para evitar intoxicação no trato urinário, e surgimento de cistite hemorrágica. Desta forma, é recomendado tomar no mínimo 100 mL de água a cada hora.

Durante o tratamento com a ciclofosfamida, o médico também pode recomendar tomar comprimidos de mesna, que ajuda a proteger o trato urinário, geralmente, tomada 2 horas antes da ciclofosfamida, e 2 e 6 horas após a dose de ciclofosfamida. As doses de mesna devem ser orientadas pelo médico de forma individualizada e de acordo com a dose recomendada da ciclofosfamida.

No caso de esquecer de tomar uma dose, deve-se tomar assim que lembrar. No entanto, se já estiver perto do horário de tomar a próxima dose, pule a dose esquecida e tome a próxima, continuando normalmente o esquema de doses recomendado pelo médico. Neste caso, não se deve tomar o medicamento em dobro para compensar a dose esquecida.

O esquecimento da dose de ciclofosfamida comprimido pode comprometer a eficácia do tratamento.

Possíveis efeitos colaterais

Os efeitos colaterais mais comuns que podem surgir durante o tratamento com a ciclofosfamida são:

  • Náuseas e vômitos;
  • Diarreia;
  • Perda de cabelos;
  • Perda do apetite;
  • Ciclo menstrual irregular;
  • Infecções urinárias;
  • Lacrimejamento, durante a aplicação da injeção.

Além disso, a ciclofosfamida pode diminuir os níveis de células sanguíneas e aumentar o risco de infecções.

Por isso, deve-se comunicar imediatamente ao médico caso surjam sintomas como aftas na boca, febre, calafrios, dor ou ardor ao urinar, urina ou fezes com sangue, sangramentos, pele pálida, tontura ou falta de ar, por exemplo.

Cuidados durante o tratamento

Alguns cuidados são importantes durante o tratamento com a ciclofosfamida, como:

  • Tomar os comprimidos de ciclofosfamida corretamente, seguindo as orientações do médico em relação às doses e duração do tratamento;
  • Fazer os exames de sangue regularmente conforme solicitado pelo médico, como o hemograma, para avaliar as células sanguíneas;
  • Aumentar a ingestão de água durante o tratamento para evitar cistite hemorrágica;
  • Evitar tomar chás, remédios naturais, suco de toranja ou grapefruit durante o tratamento, pois podem interferir na ação da ciclofosfamida;
  • Evitar tomar remédios por conta própria e sem recomendação médica, pois podem interferir no tratamento;
  • Evitar o contato com pessoas que estejam com gripes, resfriados ou outros tipos de infecção, assim como evitar permanecer por muito tempo em ambientes fechados ou com muitas pessoas e com pouca circulação de ar;
  • Evitar tocar em superfícies e levar as mãos nos olhos, boca ou nariz, e lavar as mãos frequentemente;
  • Tomar vacinas somente se recomendado pelo médico, uma vez que algumas vacinas com vírus ativo ou atenuado são contraindicados durante o tratamento;
  • Utilizar métodos contraceptivos seguros e preservativo durante o tratamento com ciclofosfamida e por pelo menos 1 ano após o tratamento, no caso de mulheres, pois a ciclofosfamida pode causar danos no feto;
  • Utilizar método contraceptivo de barreira, no caso de homens, durante o tratamento e por pelo menos 4 meses após a última dose;
  • Conservar os comprimidos da ciclofosfamida na embalagem original, tirando da cartela apenas os comprimidos que irá tomar;
  • Guardar os comprimidos de ciclofosfamida na geladeira, em temperaturas entre 2º a 8ºC, e longe do alcance de crianças. É aconselhado não guardar na porta da geladeira, pois ao abrir e fechar a porta constantemente, pode causar variações de temperatura na ciclofosfamida. Não colocar os comprimidos no congelador.

A ciclofosfamida pode causar infertilidade que, às vezes, pode ser permanente, por isso, é recomendado discutir com o médico a possibilidade de conservação de óvulos ou esperma antes de iniciar o tratamento.

Quem não deve usar

A ciclofosfamida não deve ser usada por mulheres grávidas ou em amamentação, ou por pessoas que tenham infecções ativas, infecção urinária, como cistite, obstrução das vias urinárias, ou comprometimento grave da medula óssea.

Além disso, a ciclofosfamida não deve ser tomada por pessoas que tenham alergia à ciclofosfamida ou qualquer outro componente da fórmula.



source https://www.tuasaude.com/ciclofosfamida/

terça-feira, 21 de julho de 2026

Anafilaxia: o que é, sintomas, causas e tratamento

Anafilaxia é uma reação alérgica grave que se incia imediatamente ou algumas horas após ao contato a alguma substância alergênica, como alimento, medicamento, veneno de inseto ou material, por exemplo.

A anafilaxia é causada por uma reação exagerada do sistema imunológico, resultando em sintomas como dificuldade para respirar, inchaço na boca, língua ou rosto, formação de bolhas na pele ou urticária.

Leia também: Choque anafilático: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/choque-anafilatico

Em caso de suspeita de anafilaxia, também conhecida como choque anafilático, deve-se ir ao pronto-socorro imediatamente pois é uma emergência médica que pode colocar a vida em risco de não tratada rapidamente.

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Sintomas de anafilaxia

Os principais sintomas de anafilaxia são:

  • Inchaço na garganta, lábios, língua e/ olhos;
  • Coceira e vermelhidão na pele;
  • Sensação de bolo na garganta, como se estivesse fechada;
  • Coceira na garganta;
  • Dificuldade para respirar, falta de ar ou sensação sufocamento;
  • Respiração mais ofegante, podendo ser notado chiado ao respirar;
  • Alteração dos batimentos cardíacos e diminuição da pressão;
  • Palidez;
  • Tontura ou desmaio.

Os sintomas da anafilaxia iniciam-se imediatamente após o contato com a substância alergênica, evoluindo rapidamente, geralmente dentro de uma hora.

A primeira hora após o surgimento dos sintomas é fundamental para o tratamento, pois a maioria dos casos de fatalidade ocorre nesse período, se não tiver atendimento médico rápido.

[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO_SINTOMAS]

O que fazer

Ao surgir os sintomas de anafilaxia ou choque anafilático deve-se levar a pessoa ao pronto-socorro imediatamente ou ligar para o SAMU, para que o tratamento seja feito o mais rápido possível.

Caso a pessoa não esteja respirando, deve-se iniciar a massagem cardíaca até que o socorro chegue. Saiba como fazer a massagem cardíaca.

Leia também: Primeiros socorros para choque anafilático (passo a passo) tuasaude.com/primeiros-socorros-para-choque-anafilatico

Como confirmar o diagnóstico

O diagnóstico da anafilaxia é feito no hospital pelo clínico geral através avaliação dos sintomas e do contato com substâncias alergênicas, não sendo necessários exames laboratoriais para confirmar o diagnóstico.

Geralmente, a avaliação da anafilaxia é feita com a técnica ABCDE:

Técnica ABCDE O que avalia
A (airway ou vias aéreas) Verificação de obstrução das vias aéreas.
B (breathing ou respiração) Avaliação se a pessoa está respirando e se apresenta sintomas de estresse respiratório, como suor excessivo, pele e lábios azulados, dificuldade para respirar ou respiração abdominal.
C (circulation ou circulação) Avaliação do sistema circulatório, como pulso, pressão sanguínea, oxigenação e batimentos cardíacos.
D (disability ou incapacidade) Avalia o estado de consciência da pessoa.
E (exposure ou exposição) Avaliação física, verificando todo o corpo e locais que possam ter tido contato com substâncias alergênicas.

Desta forma, o médico deve iniciar o tratamento imediatamente para evitar complicações.

Diferença entre anafilaxia e alergia

Tanto a alergia como a anafilaxia são reações alérgicas que podem surgir ao ter contato com substâncias alergênicas, que são capazes de provocar uma resposta exagerada do sistema imunológico.

No entanto, a alergia costuma afetar partes específicas do corpo, podendo causar coceira e bolinhas elevadas na pele, diarreia, tosse, espirros e coriza, e não colocam a vida em risco.

Já a anafilaxia é uma reação alérgica grave, com sintomas que surgem de repente, de forma intensa e que se não tratada rapidamente pode colocar a vida em risco.

Leia também: Alergia: o que é, tipos, sintomas e tratamento tuasaude.com/alergia

Possíveis causas

A anafilaxia é causada por uma reação exagerada do sistema imunológico, ao ter contato com a substância alergênica.

Na anafilaxia o corpo produz anticorpos e substâncias, como histamina, leucotrienos e prostaglandinas, resultando nos sintomas agudos e intensos, podendo ser fatal se não for tratada rapidamente.

O que leva à anafilaxia?

Algumas substâncias alergênicas que podem levar à anafilaxia são:

  • Alimentos, como ovo, leite, soja, glúten, trigo, amendoim, nozes, peixe, camarão, moluscos, crustáceos e Kiwi;
  • Medicamentos, como antibióticos, dipirona, ácido acetilsalicílico, anti-inflamatórios, anestésicos ou vacinas;
  • Veneno de insetos, como abelhas, formigas, marimbondo ou vespas;
  • Materiais, como látex ou tecidos sintéticos;
  • Metais, como níquel, cobalto, cromo ou prata;
  • Ácaro, mofo, pólen, pelo ou saliva de animais.

Além disso, tintas, esmaltes, plantas, produtos cosméticos, contrastes radiológicos ou produtos medicinais, como iodo ou mercúrio, também podem causar anafilaxia.

Variações de temperatura, como no caso da alergia ao frio também pode resultar em anafilaxia.

Embora seja raro, a anafilaxia também pode ser causada pelo exercício, sendo conhecida como anafilaxia induzida pelo exercício. Saiba identificar o que pode estar na origem da alergia, através de um exame.

Como é feito o tratamento

O tratamento da anafilaxia é feito no hospital, para evitar complicações que podem colocar a vida em risco.

1. Uso de remédios

O uso de remédios para anafilaxia tem como objetivo a desobstrução e redução do inchaço das vias aéreas.

Os principais remédios para anafilaxia são:

  • Adrenalina, aplicada no músculo a cada 5 minutos até um máximo de 3 administrações. Em alguns casos, pode ser aplicada na veia pelo médico e também usada para nebulização;
  • Corticoides, como metilprednisolona ou hidrocortisona, aplicados na veia;
  • Anti-histamínicos, como difenidramina, cimetidina ou ranitidina, aplicados na veia ou no músculo;
  • Broncodilatadores, como salbutamol ou brometo de ipratrópio, na forma de inalação;
  • Vasopressina, quando a pessoa necessita de mais doses de adrenalina ou apresenta dor no peito ou arritmia após sua administração.

Nos casos da pessoa ter o risco de ter reações alérgicas graves, o médico pode receitar injeção de adrenalina para a pessoa ter sempre consigo, e usar em casos de emergência, até que seja atendida no hospital.

Leia também: Epinefrina: para que serve, como aplicar e efeitos colaterais tuasaude.com/epinefrina-adrenalina

2. Aplicação de soro na veia

Para a hipotensão causada pela anafilaxia, pode ser administrado soro fisiológico ou uma solução cristaloide diretamente na veia.

Depois disso, a pessoa fica em observação no hospital, onde são monitorados os seus sinais vitais.

Leia também: Sinais vitais: quais são, tabela (e como medir) tuasaude.com/sinais-vitais

3. Suporte respiratório

O suporte respiratório é feito com o uso de uma máscara com um reservatório de oxigênio para manter os níveis de oxigênio adequados no corpo e alcançar uma saturação de oxigênio entre 94 e 98%.

Caso seja necessário, pode ser feita uma intubação endotraqueal principalmente se a pessoa apresentar insuficiência respiratória com aumento de gás carbônico no sangue arterial, chamada hipercapnia. Entenda o que é hipercapnia.

Leia também: Intubação orotraqueal: o que é, para que serve (e como é feita) tuasaude.com/intubacao-orotraqueal

source https://www.tuasaude.com/o-que-e-anafilaxia/

Síndrome de lázaro: o que é, como identificar (e possíveis sequelas)

A síndrome de Lázaro é uma situação em que ocorre o retorno espontâneo da circulação sanguínea após a interrupção das manobras de reanimação...