Na dengue hemorrágica, o sangramento pode ocorrer de forma visível pelo nariz, gengivas, boca e ouvidos. Além desses locais, o sangue também pode ser notado na urina, nas fezes ou junto com o vômito, sendo um sinal grave de que a coagulação do organismo está afetada.
Também é comum que a hemorragia aconteça debaixo da pele, sem que o sangue "vaze" para fora do corpo. Nesses casos, é possível perceber o aparecimento de pequenos pontos vermelhos, manchas ou marcas roxas na pele. Conheça outros sintomas comuns da dengue hemorrágica.
Em situações de maior gravidade, a dengue hemorrágica pode até causar sangramentos internos que atingem órgãos vitais e até o sistema nervoso central.
Ao notar qualquer sinal de sangramento ou piora do estado geral, é fundamental procurar o pronto-socorro imediatamente para avaliação com um infectologista ou clínico geral. Nunca utilize medicamentos por conta própria, pois a automedicação pode agravar as hemorragias.
Os cereais integrais são grãos que não passam por processos de refinamento, mantendo todas as partes do alimento, como a casca, ou farelo, o endosperma e o gérmen.
Alguns exemplos de cereais integrais incluem o arroz integral, o pão integral, a aveia, o centeio, o arroz negro, o milho, o alpiste, o sorgo, o bulgur e a espelta.
Por serem ricos em fibras, fitonutrientes e minerais, os cereais integrais oferecem muitos benefícios à saúde, como ajudar a controlar o peso, diminuir o risco de câncer e doenças cardíacas e melhorar a saúde intestinal.
Outros cereais integrais incluem alpiste, painço, arroz selvagem, sorgo, teff, bulgur, triticale, farro, fonio, kamut e espelta.
Conforme a Anvisa, no Brasil, os produtos fabricados com cereais só podem ser classificados como integrais se tiverem o mínimo de 30% de cereais integrais e se a quantidade destes cereais for superior à quantidade dos cereais refinados.
Como consumir
Os cereais integrais podem ser consumidos no café da manhã, lanche, almoço e jantar, podendo ser recomendado entre cerca de 5 a 11 porções por dia, conforme a idade e as necessidades nutricionais de cada pessoa.
Os cereais podem ser usados na forma de arroz cozido, macarrão, torrada, mingau, biscoito, bolo e pão, por exemplo.
Cereais integrais para o café da manhã
Alguns cereais integrais que podem ser consumidos no café da manhã incluem a aveia, que pode ser usada em mingaus, ou adicionada a frutas.
Além disso, pães, torradas e bolos feitos com farinha integral, também podem ser consumidos no café da manhã.
Os cereais matinais integrais devem ser evitados, porque são alimentos ultraprocessados que, muitas vezes, contêm açúcar e/ou sal em excesso, além de aditivos químicos, como conservantes, aromatizantes e corantes.
Benefícios dos cereais integrais
Os principais benefícios dos cereais integrais são:
Diminuir o risco de doenças cardíacas, por ajudarem a reduzir a pressão arterial e os níveis sanguíneos de colesterol total e colesterol \"ruim-2, LDL;
Controlar e evitar a diabetes tipo 2, pois as fibras e os fitoquímicos presentes nos cereais integrais podem melhorar a sensibilidade à insulina e o metabolismo da glicose, e prevenir picos de açúcar no sangue;
Manter o peso corporal, pois as fibras aumentam a sensação de saciedade, ajudando a diminuir a ingestão de calorias na dieta;
Manter a saúde intestinal, porque tornam as fezes mais macias e regulares, e favorecem o crescimento de bactérias intestinais benéficas e reduzem o acúmulo de compostos cancerígenos;
Fornecer energia para o corpo e o cérebro, pois os carboidratos dos cereais contêm boas quantidades de calorias. Saiba para que servem os carboidratos;
Os cereais integrais também ajudam a diminuir o risco de câncer em todo o trato digestivo, como câncer de esôfago e colorretal.
Isso porque os fitoquímicos, os minerais e as fibras presentes nos cereais integrais protegem contra o desenvolvimento de células cancerígenas.
Conheça melhor sobre os cereais, assistindo ao vídeo a seguir:
CEREAL COM LEITE NO CAFÉ DA MANHÃ? | Tati Comenta #05
O centeio é um cereal que promove muitos benefícios como melhorar a saúde digestiva, ajudar no controle do peso, reduzir o estresse oxidativo e ajudar a diminuir o risco de doenças crônicas.
Estes benefícios se devem ao fato de este cereal integral ter um alto teor de fibras e compostos bioativos antioxidantes, que contribuem para a saúde digestiva e metabólica.
O centeio é um cereal integral muito usado na alimentação, principalmente na forma de pão e farinha. Entretanto, embora seja um alimento saudável, o centeio contém glúten, portanto não é adequado para pessoas com doença celíaca ou intolerância ao glúten.
Benefícios do centeio
Os principais benefícios do centeio para a saúde são:
1. Melhora a saúde digestiva
O centeio melhora a saúde digestiva, por ser rico em fibras alimentares, especialmente arabinoxilanos, que favorecem o trânsito intestinal e ajudam a manter uma microbiota intestinal saudável.
O consumo centeio pode promover uma maior sensação de saciedade em comparação com grãos refinados. Isso se deve ao alto teor de fibras deste cereal, que ajuda a controlar a ingestão de alimentos e o peso corporal.
A inclusão do centeio em uma dieta saudável, associada à prática de exercícios físicos, também pode promover a redução de peso e gordura corporal em indivíduos com sobrepeso.
3. Pode regular o açúcar no sangue
Devido ao seu alto teor de fibras, o centeio pode melhorar a resposta da glicose e da insulina após as refeições, ajudando a regular os níveis de açúcar no sangue.
Assim, este cereal pode ser benéfico para pessoas com pré-diabetes ou que já possuem diabetes.
4. Reduz o estresse oxidativo
O centeio contém compostos bioativos, como ácidos fenólicos e alquilresorcinóis, que podem contribuir para reduzir o estresse oxidativo.
Esses benefícios estão principalmente relacionados ao consumo do centeio na sua forma integral, que possui mais fibras e compostos bioativos do que as versões refinadas.
A tabela a seguir indica a informação nutricional em cada 100 g de centeio em grão e em farinha:
Componentes
Quantidade em 100g de grão de centeio
Quantidade em 100g de centeio em farinha
Calorias
338 calorias
349 calorias
Proteínas
10,3 g
10,9 g
Gorduras
1,63 g
1,53 g
Carboidratos
75,9 g
75,4 g
Fibras
15,1 g
11,8 g
Ferro
2,63 mg
2,54 mg
Magnésio
110 mg
63 mg
Zinco
2,7 mg
2,17 mg
Para se obter todos os benefícios do centeio, este cereal deve ser incluído em uma dieta variada e equilibrada, associada à prática regular de atividade física.
Como consumir
O centeio é consumido principalmente na forma de produtos processados ou como grão integral.
As formas mais comuns de se consumir o centeio incluem pão de centeio, farinha de centeio, grãos inteiros cozidos, flocos, preparações fermentadas.
O grão de centeio pode ser consumido de diversas maneiras, sendo geralmente usado inteiro, cozido ou como ingrediente em receitas.
Para o preparo, o grão de centeio costuma ser lavado e, em alguns casos, deixado de molho por algumas horas. Em seguida, é cozido em água até ficar macio, o que pode levar de 30 a 60 minutos.
Depois de cozido, este grão pode ser adicionado a saladas, combinado com legumes ou usado em pratos quentes, como sopas e ensopados. Também pode ser usado para substituir outros cereais, como arroz e quinoa.
Quem não deve consumir
Por conter glúten, o centeio não deve ser consumido por pessoas com doença celíaca. Além disso, este cereal também pode causar sintomas em pessoas com sensibilidade ao glúten não celíaca, como inchaço e dor abdominal.
Além disso, algumas pessoas com alergias a cereais ou problemas digestivos específicos podem não tolerar bem o centeio.
Assim, se houver dúvidas ou na presença de sintomas após o consumo do centeio, é aconselhável consultar o nutricionista.
Receitas com centeio
Algumas receitas saudáveis com centeio são:
1. Pão de centeio
Ingredientes:
300ml de água morna;
10g de fermento biológico seco;
10g de sal;
2 colheres de sopa de açúcar mascavo;
2 colheres de sopa de azeite;
600g de farinha de centeio;
Aveia em flocos a gosto
Modo de preparo:
Colocar em uma tigela a água, o fermento, o açúcar, o azeite e parte da farinha de centeio. Misturar os ingredientes e adicionar o restante da farinha aos poucos.
Sovar bem até a massa ficar lisa e elástica, e moldar no formato desejado.
Transferir a massa para uma forma untada com azeite e fazer cortes transversais e pincelar com azeite.
Cobrir a massa e deixar fermentar por 1 hora ou até duplicar o tamanho. Assar em forno preaquecido a 180 ºC por 30 a 35 minutos.
2. Broa de centeio
Ingredientes:
200 g farinha de centeio;
170 g de sêmola de milho;
200 ml de água fervente;
80 g de farinha de trigo;
5 g de farinha de alfarroba;
1 colher de café de açúcar;
10 g de sal;
10 g de fermento biológico fresco;
150 ml de água morna.
Modo de preparo:
Numa tigela, adicionar a água fervente à sêmola de milho e, com uma colher, misturar bem. Deixar descansar por cerca de 1 hora.
Misturar o fermento na água morna e, depois, adicionar à mistura anterior. Acrescentar o sal, a farinha de centeio, o açúcar, a farinha de alfarroba e a farinha de trigo. Envolver bem com as mãos, mas sem amassar.
Transferir a massa para uma bancada polvilhada com farinha de trigo, dividir a massa em porções com o peso que desejar e moldar as broas.
Colocar as broas em um tabuleiro forrado com papel vegetal. Polvilhe as broas com farinha de trigo e deixar fermentar por 1 hora.
Levar ao forno preaquecido a 200º C, com ventilação, e deixar assar por 50 minutos e, depois, desligar o forno e deixar mais 10 minutos, para ficar com uma casca bem crocante.
Se o forno não tiver ventilação, colocar a broa para assar no forno preaquecido a 220º C, durante 1 hora. Por fim, retirar do forno e deixe esfriar sobre uma grelha.
A temperatura corporal do bebê deve ser considerada febre quando passa dos 37,5ºC em uma medição na axila e, na maioria dos casos, esse aumento indica que existe uma infecção, embora algumas vezes possa estar associada ao nascimento de dentes ou reações vacinais.
Dependendo da causa da febre no bebê, além do aumento da temperatura corporal podem estar presentes outros sintomas como diarreia, náusea, vômitos, salivação excessiva ou manchas vermelhas na pele.
Em caso de febre no bebê, especialmente nos primeiros meses de vida ou se existirem outros sintomas, é recomendado consultar um pediatra. Inicialmente, pode-se dar um banho ou colocar uma toalhinha molhada em água fria na testa do bebê para ajudar a baixar a febre.
O que pode causar febre no bebê
As principais causas de febre no bebê são:
1. Nascimento dos dentinhos
O nascimento dos dentinhos, que normalmente se inicia aos 6 meses de vida, parece causar febre baixa em alguns bebês, mas na maioria dos casos a elevação da temperatura corporal não é suficiente para provocar febre.
Em caso de nascimento dos dentinhos, são mais comuns outros sintomas como irritabilidade ou babar muito e, devido ao desconforto na gengiva, é comum o bebê frequentemente levar a mão à boca. Confira os principais sintomas de dentes nascendo no bebê.
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2. Reação após a toma de alguma vacina
A febre no bebê pode ser uma reação vacinal, surgindo algumas horas depois de tomar uma vacina. Neste caso, a febre geralmente é baixa, não está associada a sintomas como tosse ou nariz escorrendo, nem são esperados problemas sérios.
3. Resfriado
A febre no bebê também é um sintoma que pode ser causado por um resfriado. Normalmente, existem também outros sintomas como tosse, espirros ou nariz escorrendo.
A sinusite é uma causa frequente de febre no bebê, sendo comum após um resfriado. Geralmente, é caracterizada pela duração prolongada de sintomas como dor de cabeça, tosse, febre ou nariz escorrendo.
5. Inflamação do ouvido
A inflamação do ouvido também é conhecida como otite e pode causar febre no bebê, além de sintomas como dor no ouvido ou irritabilidade. É comum especialmente durante ou logo após um resfriado.
A febre bebê é um sintoma comum em caso de infecções intestinais. Além da febre, outros sintomas como diarreia, desconforto no abdome, náusea ou vômitos normalmente também estão presentes.
A febre pode ser o único sinal de infecção urinária em crianças com menos de 2 anos. No entanto, outros sintomas que podem estar presentes neste caso incluem vômitos, dor abdominal e perda do apetite, por exemplo.
A dengue é mais comum no verão, especialmente em áreas epidêmicas, e pode causar febre no bebê, além de sintomas como perda do apetite, náusea, vômitos e dor no copo ou de cabeça.
9. Catapora
A catapora também pode causar febre no bebê. Normalmente também está associada ao aparecimento de manchinhas vermelhas, bolinhas e pequenas bolhas na pele que coçam.
A febre no bebê causada pelo sarampo geralmente está associada a sintomas como tosse, nariz escorrendo e conjuntivite, além de manchinhas vermelhas na pele do bebê.
A celulite infecciosa é um tipo de infecção de pele que pode causar febre no bebê, além de sintomas como dor, inchaço e vermelhidão no local afetado.
Como medir a febre no bebê
Para medir a febre no bebê deve-se colocar a ponta metálica do termômetro de vidro ou digital debaixo do braço do bebê, mantendo-o ali por 4 a 5 minutos minutos ou, no caso do termômetro digital, até que ele emita um som que indique ter terminado a verificação.
A temperatura corporal também pode ser medida no reto, boca ou ouvido do bebê, devendo ser usados termômetros apropriados para realizar a medida nessas posições e levar em consideração que as temperaturas obtidas geralmente são diferentes daquelas medidas na axila.
Além disso, também existem termômetros infravermelhos que são capazes de medir a temperatura pelo ouvido ou por aproximação. Estes termômetros devem ser usados de acordo com as orientações do fabricante.
Se acha que o bebê pode estar com febre, por favor indique o valor de temperatura verificada no termômetro na calculadora abaixo:
{CALCULADORA_TEMPERATURA_CORPORAL}
O que fazer
Em caso de suspeita de febre, deve-se verificar a temperatura com um termômetro para confirmá-la, sendo importante que o bebê não esteja excessivamente agasalhado. A temperatura corporal do bebê acima de 37,5ºC, quando medida na axila, normalmente é considerada febre.
Especialmente se o bebê tiver menos de 3 meses de vida ou outros sintomas associados, é recomendado consultar um pediatra para que a causa da febre possa ser identificada e iniciado o tratamento mais adequado.
Dicas para baixar a febre do bebê
O que se aconselha fazer para baixar a febre do bebê é:
Oferecer algo líquido e fresco para o bebê tomar, se ele estiver acordado;
Dar um banho de morno a frio no bebê, evitando a água muito gelada;
Colocar uma toalhinha molhada em água morna a fria na testa do bebê, trocando-a de tempo em tempo.
O uso de medicamentos para febre, como paracetamol ou ibuprofeno, também é uma opção para baixar a febre, devendo ser feito de acordo com a orientação do pediatra.
Associada a sintomas como vômitos frequentes, confusão mental ou sonolência excessiva;
Não é possível alimentar o bebê;
Existe dificuldade para respirar.
Além disso, a febre pode ser considerada grave quando o bebê chora inconsolavelmente ou fica muito tempo parado, sem nenhuma reação aparente, sendo fundamental ir ao pronto socorro mais próximo.
Onde procurar atendimento especializado
Caso a febre do bebê não passe e esteja associado a outros sintomas, como vômitos, sonolência excessiva e dificuldade para respirar, é indicado que o bebê seja avaliado pelo pediatra assim que possível.
O Hospital Vila Nova Star, da Rede D\'Or, em São Paulo, possui pronto socorro pediátrico com equipe médica especializada para avaliar e atender a criança de forma personalizada.
Doenças respiratórias são doenças que podem afetar estruturas do sistema respiratório como boca, nariz, laringe, faringe, traqueia e pulmão, como gripe, rinite, sinusite, COVID-19, bronquite, DPOC, tuberculose e asma, por exemplo.
As doenças respiratórias podem ser desencadeadas pela exposição frequente por agentes poluentes, produtos químicos, cigarro e infecções por vírus, fungos ou bactérias, podendo ser classificadas em agudas ou crônicas dependendo do início e duração dos sintomas.
Algumas pessoas podem nascer com uma doença respiratória crônica, que para além das causas externas, podem ser genéticas, como por exemplo asma. Enquanto que as doenças respiratórias agudas surgem mais frequentemente a partir de infecções do sistema respiratório.
As principais doenças do sistema respiratório são:
1. Gripe
A gripe é um infecção causada pelo vírus Influenza e dura em torno de 7 a 10 dias.
Os sintomas da gripe são conhecidos como a tosse, dor de cabeça, febre e coriza. Geralmente, no inverno, as pessoas ficam em locais aglomerados, por isso os casos de gripe aumentam.
O resfriado é frequentemente confundido com a gripe, mas é provocado por outro tipo de vírus, entenda melhor as diferenças de gripe e resfriado.
O que fazer: na maioria das vezes os sintomas da gripe melhoram com tratamento em casa. Entretanto as crianças, idosos e pessoas com imunidade baixa devem ser acompanhadas por um clínico geral. O tratamento da gripe é baseado no uso de medicamentos para aliviar os sintomas, ingestão de líquidos e repouso.
Atualmente, existe campanhas de vacinação contra a gripe pelo SUS para pessoas com mais riscos de contrair a gripe, mas também está disponível em clínicas particulares. Veja mais sobre a vacina da gripe.
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2. Rinite crônica
A rinite crônica é uma inflamação da parte interna do nariz que em alguns casos é causada por uma alergia a pelo de animais, pólen, mofo ou poeira, sendo conhecida como rinite alérgica.
No entanto, a rinite também pode ser causada por poluição do ambiente, alterações rápidas do clima, estresse emocional, uso excessivo de descongestionantes nasais ou ingestão de alimentos picantes e, nestes casos, é conhecida como rinite crônica não alérgica.
Os sintomas da rinite crônica alérgica e não alérgica são basicamente os mesmos, incluindo espirros, tosse seca, coriza, nariz entupido e até dor de cabeça. A coceira no nariz, olhos e garganta é muito comum quando a rinite crônica é causada por alergia.
O que fazer: deve-se consultar um otorrinolaringologista para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento adequado, que é baseado principalmente no uso de anti-histamínicos e spray nasais. Em alguns casos, o médico pode indicar cirurgia, mas é raro, sendo normalmente indicado quando os outros tratamentos não são mais eficazes.
É recomendado que pessoas que sofrem de rinite crônica alérgica e não alérgica evitem contato com fumaça do cigarro, uso de tapetes e pelúcias, mantenham a casa arejada e limpa, e lavem as roupas de cama com frequência e em água quente. Veja aqui outras formas naturais de aliviar os sintomas de rinite.
3. Sinusite crônica
A sinusite crônica acontece quando os espaços vazios do nariz e da face ficam obstruídos por causa de muco ou inchaço, por mais de 12 semanas e não melhoram mesmo realizando o tratamento.
A pessoa que tem sinusite crônica sente dores na região do rosto, sensibilidade nos olhos, nariz entupido, tosse, mau hálito e dor de garganta.
Pessoas que já trataram de sinusite aguda, que tenham pólipos nasais ou desvio de septo estão mais propensas a desenvolver este tipo de sinusite.
O que fazer: o médico otorrinolaringologista é o mais indicado para acompanhar pessoas que tenham esse tipo de doença. O tratamento para sinusite crônica consiste no uso de remédios como antibióticos, anti-inflamatórios, corticoides e antialérgicos. Saiba mais sobre os tratamentos para sinusite crônica.
4. Faringite
A faringite é uma infecção causada por vírus ou bactérias que atinge uma região do fundo da garganta, também conhecido como faringe. Os sintomas mais comuns da faringite são dor para engolir, garganta com sensação de arranhar e febre.
O que fazer: o tratamento para faringite vai depender se ela for causada por vírus, chamada de faringite viral ou se for causada por bactérias, conhecida como faringite bacteriana.
Se os sintomas continuarem após 1 semana, é importante procurar um clínico geral ou otorrinolaringologista que vai indicar antibióticos se a faringite for bacteriana. No caso da faringite viral, o médico poderá receitar medicamentos para aliviar a dor de garganta.
É sempre importante lembrar que a pessoa com faringite deve manter repouso e ingerir bastante líquido.
5. Pneumonia
A pneumonia é uma infecção que atinge os alvéolos pulmonares que funcionam como sacos de ar., podendo afetar um ou os dois pulmões sendo causada por vírus, bactérias ou fungos.
Os sintomas da pneumonia podem variar de pessoa para pessoa, principalmente se for criança ou idoso, mas em geral são febre alta, dor para respirar, tosse com catarro, calafrios e falta de ar. Confira aqui outros sintomas de pneumonia.
O que fazer: é preciso consultar o clínico geral ou pneumologista, pois a pneumonia pode piorar se não tratada. O médico vai receitar medicamentos que tem função de eliminar a infecção, que podem ser antibióticos, antivirais ou antifúngicos. Além disso, o médico poderá receitar alguns medicamentos para aliviar a dor e reduzir a febre.
Algumas pessoas têm maior riscos de sofrer com a pneumonia como crianças menores de 2 anos, adultos com mais de 65 anos, pessoas com imunidade baixa por alguma doença ou que estejam em tratamento com quimioterapia. Por isso, nestes casos ao surgir os primeiros sintomas de pneumonia é importante procurar atendimento médico o quanto antes.
6. Asma
A asma acontece devido a uma inflamação nas partes internas do pulmão, provocando inchaço e reduzindo a passagem do ar nestas estruturas. Por isso, os principais sintomas da asma são falta de ar, dificuldade para respirar, tosse sem catarro, chiado no peito e fadiga.
A causa da asma é desconhecida, mas sofrer com alergias, ter pai ou mãe com asma, ter tido outras infecções respiratórias e estar exposto a poluição do ar podem estar relacionadas com o surgimento de crises asmáticas.
O que fazer: a asma não tem cura, por isso é importante realizar acompanhamento com pneumologista e utilizar medicamentos indicados, como broncodilatadores, corticoides e anti-inflamatórios.
Fazer exercícios respiratórios com auxílio de fisioterapeuta podem ajudar. É indicado que a pessoa com asma se exponha o menos possível aos produtos que provocam crise asmática. Saiba mais sobre o tratamento da asma.
7. Tuberculose
A tuberculose é uma doença contagiosa causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis, mais popularmente conhecida como bacilo de Koch (BK).
Esta doença afeta os pulmões, mas dependendo do grau, pode afetar outros órgãos do corpo como rins, ossos e coração.
No geral, esta doença causa sintomas como tosse com mais de três semanas, tosse com sangue, dor para respirar, febre, suor noturno, perda de peso e falta de ar. Entretanto, algumas pessoas podem estar infectadas com a bactéria e não apresentar sintomas.
O que fazer: o tratamento para tuberculose é indicado pelo médico pneumologista e é baseado no uso de uma combinação de vários antibióticos. Os remédios receitados pelo médico devem ser tomados conforme orientação e geralmente o tratamento dura por mais de 6 meses. Saiba mais sobre remédios caseiros para tratar os sintomas da tuberculose.
8. COVID-19
A COVID-19 é uma doença respiratória aguda causada pelo vírus SARS-CoV-2, que atinge o sistema respiratório e que pode levar ao aparecimento de sintomas até 14 dias após a infecção.
Inicialmente os sintomas de COVID-19 são semelhantes aos da gripe, no entanto à medida que o vírus multiplica-se no organismo, pode haver perda de olfato e paladar, dor no peito e dificuldade para respirar. Saiba reconhecer os sintomas de COVID-19.
O que fazer: na presença de suspeita de COVID-19, é recomendado fazer isolamento, repouso, aumento da ingestão de líquidos, usar máscara descartável e fazer um teste rápido para confirmar o diagnóstico, além de consultar o clínico geral para uma avaliação e realização de exames, se necessário.
Assim, o médico deve avaliar a necessidade de internamento, o que pode ser recomendado nos casos mais graves de COVID-19. Entenda como é feito o tratamento para COVID.
9. Bronquite aguda
A bronquite aguda acontece quando os tubos que levam ar da traqueia para os pulmões, chamados de brônquios, ficam inflamados.
Esse tipo de bronquite tem duração curta e é causada, geralmente, por vírus.
Muitas vezes, os sintomas de bronquite podem ser confundidos com sintomas de gripe e resfriado, já que são semelhantes, incluindo coriza, tosse, cansaço, chiado no peito, dores nas costas e febre.
O que fazer: a bronquite aguda dura em média de 10 a 15 dias e os sintomas tendem a desaparecer dentro deste prazo, mas o acompanhamento com clínico geral ou pneumologista é importante para que não ocorram complicações.
Se os sintomas permanecerem, principalmente a tosse com catarro e a febre é necessário retornar ao médico. Veja mais sobre remédios para bronquite.
10. DPOC
Doença pulmonar obstrutiva crônica é um conjunto de doenças pulmonares que obstruem a passagem de ar nos pulmões.
As mais comuns são:
Enfisema pulmonar: acontece quando a inflamação obstrui estruturas no pulmão parecidos com sacos de ar, os alvéolos;
Bronquite crônica: ocorre quando a inflamação obstrui os tubos que levam ar para os pulmões, os brônquios.
Pessoas que fumam ou que estão expostas a produtos químicos por muito tempo estão mais propensas a desenvolver este tipos de doenças. Os sintomas mais comuns incluem tosse persistente há mais de três meses, com catarro e falta de ar.
O que fazer: é recomendado procurar atendimento de um médico pneumologista, pois essas doenças não têm cura, mas é possível controlar os sintomas. Alguns medicamentos que poderão ser indicados pelo médico são os broncodilatadores e os corticoides.
Além disso, parar de fumar e reduzir a inalação de agentes químicos evitam que essas doenças piorem. Entenda melhor o que é DPOC, sintomas e o que fazer.
11. Síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA)
A Síndrome do desconforto respiratório agudo acontece quando há acúmulo de líquido nos alvéolos, que são os sacos de ar dentro dos pulmões, o que faz com que não chegue oxigênio em quantidade suficiente no sangue.
Esta síndrome surge geralmente em pessoas que já sofrem com outra doença pulmonar em estado mais avançado ou alguém que sofreu um acidente grave do tipo afogamento, ferimentos na região do tórax, inalação de gases tóxicos.
Outros tipos de doenças graves podem provocar a SDRA, como por exemplo doenças graves do pâncreas e coração. É importante lembrar que a SDRA acontece geralmente em pessoas muito debilitadas e hospitalizadas, exceto no caso de acidentes. Conheça mais sobre a SDRA infantil e como tratar.
O que fazer: a SDRA requer atendimento de emergência, o tratamento é realizado por vários médicos e deve ser feito dentro de uma unidade hospitalar.
A piodermite é uma infecção na pele causada por bactérias e suas toxinas, como Staphylococcus aureus e Streptococcus pyogenes, que podem causar lesões na pele e levar sintomas como feridas, bolhas, vermelhidão, coceira e inchaço no local.
Os principais tipos de piodermite são foliculite, furúnculo, celulite infecciosa, impetigo, erisipela, ectima e a síndrome da pele escaldada, sendo fundamental que o dermatologista ou clínico geral seja consultado para que as lesões sejam avaliadas e seja indicado o melhor tratamento.
O tratamento para a piodermite varia de acordo com o tipo, mas normalmente é feito com o uso de antibióticos por via oral ou em forma de pomada, sendo importante que o tratamento seja feito conforme a orientação do médico para evitar complicações.
Tipos de piodermite
Alguns exemplos de tipos de piodermite são:
1. Foliculite
A foliculite é uma infecção da pele bastante comum devido a obstrução do folículo piloso, por um pelo encravado ou por bactérias.
Principais sintomas: os principais sintomas de foliculite são vermelhidão no local, bolinhas e coceira na região, podendo acontecer nas nádegas, couro cabeludo, barba e virilha.
Como é o tratamento: nos casos mais leves, esfoliar a pele com produtos esfoliantes é suficiente para desobstruir o folículo, mas se houver sinais de inflamação como intensa vermelhidão e inchaço deve-se ir ao médico porque também pode se transformar num furúnculo, sendo necessário usar uma pomada antibiótica, e nos casos mais graves nas lesões maiores, o uso de antibióticos por via oral também pode ser recomendada.
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2. Furúnculo
O furúnculo é a inflamação mais profunda da raiz do pelo, causada pela bacteriana Staphylococcus aureus, podendo acontecer em qualquer parte do corpo.
Principais sintomas: o furúnculo corresponde a uma lesão dolorida e arredondada, com pus e mais sensível ao toque. Além disso, pode haver aumento da temperatura local, coceira e sensação de mal estar.
Como é o tratamento: em caso de furúnculo, é recomendado não espremer, já que pode piorar a lesão. Além disso, pode ser recomendado o uso de pomadas antibióticas, que devem ser aplicadas no local de acordo com a orientação médica. Confira as principais pomadas para furúnculo.
3. Erisipela
A erisipela é uma infecção da pele causada pela bactéria Streptococcus pyogenes e suas toxinas, que entram no corpo através de alguma lesão, resultando nos sintomas característicos da doença.
Principias sintomas: em caso de erisipela, é possível notar extensa vermelhidão em uma região da pele, além de dor de cabeça, febre e dor nas articulações. As áreas mais afetadas são as extremidades da pele e o rosto, e em alguns casos podem se formar bolhas na pele.
Como é o tratamento: nesse caso, é recomendado repouso, uso de analgésicos e antibióticos como penicilina ou procaína, de acordo com a recomendação do médico.
Quando a erisipela não é grave o tratamento pode ser feito em casa, mas existem situações em que é necessário internamento no hospital com aplicação de antibióticos diretamente na veia. Saiba mais sobre o tratamento da erisipela.
4. Celulite infecciosa
A celulite infecciosa é uma doença de pele causada por estafilococos que afetam as camadas mais profundas da pele, principalmente nos membros inferiores.
Principais sintomas: os principais sintomas de celulite infecciosa são vermelhidão intensa, inchaço, pele muito quente e febre alta.
Como é o tratamento: o tratamento para celulite infecciosa deve ser orientado pelo médico, sendo normalmente recomendado o uso de antibióticos, como amoxicilina ou cefalexina, por 10 a 21 dias. Nos casos mais graves, pode ser necessário que o tratamento seja realizado no hospital.
5. Impetigo
O impetigo é uma infecção superficial da pele causada por Streptococcus pyogenes ou Staphylococcus aureus, sendo mais comum de acontecer em crianças devido à imunidade mais frágil.
Principais sintomas: o principal sintoma de impetigo é o aparecimento de pequenas feridas na boca e no nariz que contém pus e formam uma crosta seca cor de mel. Conheça mais sintomas do impetigo.
Como é o tratamento: O médico pode indicar o uso de soro fisiológico para amolecer as crostas e depois aplicar uma pomada antibiótica como neomicina, nebacetin, mupirocina, gentamicina, retapamulina ou cicatrene durante 5 a 7 dias, até que as feridas tenham cicatrizado completamente.
6. Ectima
O ectima é uma infecção que afeta as camadas mais profundas da pele, podendo deixar cicatrizes, podendo acontecer como uma complicação de um impetigo mal tratado. Essa infecção é causada principalmente pela bactéria Streptococcus pyogenes, mas também pode acontecer devido à Staphylococcus aureus.
Principais sintomas: aparecimento de feridas profundas na pele e/ ou bolhas com pus, além de dor na região, ínguas dolorosas próximo ao local afetado, inchaço e vermelhidão em volta da ferida ou das bolhas.
Como é o tratamento: além de manter o local sempre limpo e seco, usando soro fisiológico e loção antisséptica, é preciso usar os antibióticos em forma de pomada, que sejam indicados pelo médico, e se não houver sinais de melhora em 3 dias, o médico pode recomendar o uso de antibióticos por via oral. Confira mais detalhes do tratamento do ectima.
7. Síndrome da pele escaldada
A síndrome da pele escaldada é um doença causada por toxinas liberadas pela bactéria Staphylococcus aureus, que espalham-se rapidamente pela corrente sanguínea, levando ao aparecimento de sintomas na pele.
Principais sintomas: as toxinas liberadas pela bactéria provoca a descamação da pele, deixando-a com aspecto de pele queimada, além de também poder causar febre, aparecimento de bolhas e dor no local. Saiba como reconhecer os sintomas da síndrome da pele escaldada.
Como é o tratamento: o tratamento para a síndrome da pele escaldada deve ser feito no hospital, já que é necessário tomar antibiótico diretamente na veia para controlar a bactéria mais rapidamente e promover a inativação e eliminação das toxinas.
Após o uso de antibióticos de forma intravenosa, é indicado o uso de antibióticos por via oral, além de medicamentos para aliviar os sintomas e hidratante para proteger a pele.
Possíveis complicações
As complicações da piodermite acontecem quando o tratamento não é feito ou as orientações do médico não são seguidas, o que faz com que a bactéria continue se multiplicando e suas toxinas continuem sendo produzidas e espalhadas pelo corpo, aumentando o risco de septicemia, o que pode colocar a vida em risco.
Os sinais de melhora são a diminuição dos sintomas, da vermelhidão, normalização da temperatura, e melhor aparência das feridas. Já os sinais de piora são quando as lesões parecem estar maiores e piores, surgem outros sintomas como febre, aumento das bolhas ou pus, que inicialmente não estavam presentes na avaliação médica.
Para perder barriga em 7 dias é importante fazer uma dieta com poucas calorias, priorizando a ingestão de alimentos fonte de fibras, água e proteínas, como laticínios com pouca gordura, frutas e vegetais frescos, cereais integrais, proteínas magras e leguminosas.
Além disso, praticar diariamente exercícios aeróbicos e de força, como corrida, caminhada, natação, musculação e funcional, também são importantes para acelerar o metabolismo e fortalecer os músculos, facilitando a perda de gordura corporal.
É importante lembrar que as dietas e exercícios físicos devem ser recomendados por um nutricionista e um profissional de educação física, especialmente no caso de pessoas com problemas de saúde, como pressão alta e diabetes, para que seja avaliado o estado geral de saúde, o condicionamento físico e o peso ideal.
Dieta para perder barriga em uma semana
Na dieta para perder barriga em uma semana, é importante priorizar os alimentos naturais e saudáveis, como cereais integrais, frutas e vegetais frescos, proteínas e laticínios com pouca gordura e leguminosas, porque são fontes de fibras, proteínas e água, que promovem a saciedade e diminuem a fome ao longo do dia.
A tabela a seguir contém um exemplo de cardápio de 7 dias da dieta para perder barriga:
Dia
Café da manhã
Almoço
Lanche manhã / tarde
Jantar
Dia 1
1 copo de iogurte natural desnatado com 1 colher de sopa de farelo de aveia + 1 maçã
1 filé de frango grelhado + 1 col. de sopa de arroz integral + 1 prato de sobremesa de salada de alface, cebola e tomate, temperada com vinagre e com 1 col. de sopa de linhaça. 1/2 laranja com bagaço de sobremesa
1 copo de vitamina com 150 ml de bebida de soja, ou leite desnatado, e ¼ de mamão papaia, sem açúcar.
1 prato de sobremesa de cenoura, vagem e chuchu cozidos com ervas naturais e 1 col de sobremesa de azeite + 1 filé médio de peixe grelhado. 1/2 pera de sobremesa
Dia 2
1 xícara de café s/ açúcar + 1 bolacha de arroz com 2 fatias médias de ricota + 1/2 banana
200 g de tofu grelhado + 4 col. de sopa de brócolis e cenoura cozidos, temperados com 1 col. sobremesa de azeite. 1 fatia pequena de melão de sobremesa
200 ml de suco verde feito com couve, limão, pepino e água de coco + 2 castanhas do Pará
1 prato de sopa de legumes, temperada com sal, cebola, alho e um fio de azeite. 6 morangos de sobremesa
Dia 3
1 xícara de café com leite desnatado + 1/2 pão francês integral com uma col de sopa de queijo cottage
1 coxa de frango ensopada com 3 col. sopa de quiabo + 1 batata pequena + 1 prato de salada de de alface, espinafre e rúcula. 1 tangerina de sobremesa
1 maçã cozida com canela + 2 nozes
1 prato de salada de alface, cenoura ralada, pepino, tomate, 2 ovos cozidos picados e abacaxi em cubos, temperada com 1 col de sobremesa de azeite, pimenta do reino e vinagre. 5 uvas de sobremesa
Dia 4
1 copo de vitamina com ¼ de abacate com leite desnatado, ou leite de aveia, sem açúcar
1 posta de peixe cozido com 1 batata pequena e couve, temperado com 1 col. de sobremesa de azeite. 1 fatia pequena de melancia de sobremesa
1 taça de gelatina de morango sem açúcar misturada com 1 copo de iogurte natural desnatado e 1 col. de sobremesa de linhaça
1 prato raso de creme de abóbora temperado com sal, cebola, pimenta, alho e um fio de azeite. 1 pêssego de sobremesa
Dia 5
200 ml de suco de abacaxi, ou laranja, e 2 ovos mexidos
2 col. de sopa de quinoa cozida com cenoura + 3 col de sopa de abobrinha ensopada + 1 bife sem gordura grelhado. 1 maçã de sobremesa
1 copo de vitamina feita com ½ pera e 150 ml de leite de aveia, s/ açúcar
1 prato de canja de galinha, com cenoura, chuchu e tomate. 6 morangos de sobremesa
Dia 6
120g de iogurte integral + 1 col de sopa sementes de girassol + 1 kiwi
1 prato de salada de alface com rúcula, espinafre, coentro picado, 2 col. de sopa de cottage e ½ tomate picado, temperada com vinagre e 1 col. de sobremesa de azeite. 1 fatia pequena de melão de sobremesa.
150 ml de bebida de amêndoa com 4 morangos e 1 col. de sopa de farelo de aveia
1 prato de sopa de ervilha, temperada com 1 fio de azeite, alho e cebola. 1 ameixa fresca de sobremesa
Dia 7
1 xícara de chá de café s/ açúcar + 1 bolacha de milho + 1 col. de sopa de guacamole feito com abacate, tomate, cebola, pimenta do reino, suco de limão e sal
Omelete com 2 ovos, salsinha, cebola e tomate + 3 col. sopa de salada de feijão fradinho. 1 jambo de sobremesa
1 banana picada com 1 col de sopa de farelo de aveia e 1 pitada de canela
4 col. de sopa de salada de berinjela, grão-de-bico e tomate, temperada com 1 col. de sobremesa de azeite, vinagre e pimenta do reino + 1 posta de peixe ensopado. 1 fatia pequena de melancia
Este cardápio é apenas um modelo, que pode variar de acordo com as preferências individuais, o peso atual e o estado de saúde geral. Por serem muito restritas em nutrientes e calorias, as dietas para emagrecer rápido devem ser feitas por pouco tempo e, de preferência, com o acompanhamento de um nutricionista.
Exercícios para perder barriga
A prática regular de atividade física é fundamental para ajudar a perder a barriga, sendo interessante realizar:
Exercícios aeróbicos, como corrida bicicleta, natação, caminhada ou corrida;
Treinos funcionais;
Musculação.
Esses exercícios estimulam o metabolismo, aumentam o gasto calórico, promovem a queima de gordura corporal e favorecem ganho de massa muscular. No entanto, para garantir esses benefícios, é importante que os exercícios seja realizados de forma intensa e regular, sendo interessante seguir as orientações de um profissional de educação física. Confira outros exercícios para perder barriga.
Dicas para ajudar a emagrecer
Algumas dicas para auxiliar no emagrecimento são:
1. Consumir alimentos termogênicos diariamente
Comer diariamente alimentos termogênicos, como canela, cacau, guaraná e cúrcuma, ajuda a acelerar o metabolismo, estimulando a queima de gordura corporal, facilitando, assim, a perda da barriga. Saiba como consumir os alimentos termogênicos para perder a barriga.
Além disso, beber diariamente 3 xícaras de chás termogênicos, como chá verde, chá de gengibre, chá preto e matcha, também ajuda a aumentar o metabolismo, estimulando a quebra de gordura corporal e o emagrecimento.
2. Beber bastante água
A água ocupa um volume no estômago e, por isso, beber de 1,5 a 2 litros de água por dia ajuda a diminuir a sensação de fome. Além disso, a água também ajuda a acelerar o metabolismo e melhorar o rendimento durante o exercício físico, facilitando a perda da barriga. Veja a quantidade de água recomendada para cada pessoa.
3. Ter boas noites de sono
Ter boas noites de sono ajuda a perder a barriga, porque dormir ajuda a regular a produção de hormônios relacionados com a saciedade, como grelina e leptina, controlando a fome ao longo do dia.
Além disso, dormir de 7 a 9 horas por noite também regula a produção de GH, um hormônio que ajuda no emagrecimento.
4. Evitar alimentos ricos em açúcar e gordura
Para perder barriga em uma semana, é fundamental evitar o consumo de alimentos ricos em gordura e açúcar, como sorvete, bolo, biscoito, comidas do tipo fast food, frituras, geleias e salgadinhos, pois esses alimentos contêm alto teor de calorias que dificultam a perda de gordura corporal.
5. Comer devagar
Comer devagar e mastigar bem os alimentos aumenta o tempo das refeições, estimulando o estômago a enviar sinais de que já recebeu comida o suficiente para o cérebro, ajudando no controle da fome e promovendo a perda da barriga.
Para comer devagar, pode-se pousar os talheres no prato entre uma garfada e outra. Além disso, evitar assistir televisão ou mexer no celular também melhoram a atenção durante as refeições, ajudando a mastigar mais devagar.