quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Cansaço mental: sintomas, causas e como combater

Cansaço mental é uma situação em que o cérebro fica sobrecarregado, não tendo energia suficiente para realizar as tarefas do dia a dia.

Também conhecido como esgotamento ou estafa mental, o cansaço mental pode ser identificado através de sintomas como dor no corpo, desânimo, diminuição da produtividade, perda do apetite, falta de energia e dificuldade para se concentrar.

Leia também: Esgotamento mental: o que é, sintomas, causas (e o que fazer) tuasaude.com/esgotamento-mental

Na presença de sinais e sintomas sugestivos de cansaço mental, é importante descansar ou fazer alguma atividade que estimule a sensação de bem-estar, como a prática de atividade física, por exemplo.

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Principais sintomas

Os principais sintomas de cansaço mental são:

  • Falta de concentração e dificuldade de memorização;
  • Cansaço excessivo e falta de energia;
  • Alterações de humor, desânimo e angústia;
  • Dificuldades para realizar tarefas do dia a dia;
  • Diminuição da libido;
  • Perda de apetite;
  • Dificuldade para dormir e insônia;
  • Diminuição da motivação e da produtividade.

A pessoa com cansaço mental também pode apresentar dores pelo corpo e desinteresse por atividades que antes eram consideradas prazerosas.

Os sinais e sintomas de cansaço mental são uma forma de indicar que o corpo está sobrecarregado.

Por isso, na presença desses sintomas, é importante descansar para evitar sobrecarregar ainda mais o cérebro e resultar em enxaqueca e depressão, por exemplo.

Leia também: Saúde mental: o que é, importância (e como cuidar) tuasaude.com/saude-mental

Principais causas

O cansaço mental pode acontecer como consequência de qualquer situação que mantenha o cérebro sempre ativo.

A rotina puxada, preocupações excessivas e o elevado nível de cobrança, tanto a nível pessoal quanto a nível profissional, são causas frequentes de estafa mental.

Além disso, a exposição frequente a diversos estímulos de redes sociais ou de meios de informação, trabalho em excesso sem períodos de férias e alterações psicológicas como depressão ou ansiedade também podem resultar em cansaço mental. Conheça outras causas de cansaço excessivo.

Como combater o cansaço mental

Algumas dicas para combater o cansaço mental são:

1. Descansar

Assim que surgirem os primeiros sinais e sintomas de cansaço mental, é importante que a pessoa pare as atividades que esteja fazendo e descanse.

O descanso pode ser feito através de um cochilo, banho relaxante ou prática de alguma atividade que promova a sensação de bem-estar, como caminhada ao ar livre, ouvir música, assistir a um filme ou série, conviver com amigos ou familiares, ler ou praticar atividade física, por exemplo.

2. Ter uma boa noite de sono

É importante investir em uma boa noite de sono para favorecer a recuperação do corpo e da energia do cérebro.

Assim, é importante criar um ambiente relaxante, evitando o uso de telefone, computador ou televisão no momento de dormir, deixar o ambiente um pouco mais escuro e usar uma roupa confortável. 

Outra dica é controlar a respiração através de exercícios no momento de dormir, respirando mais profundamente, pois isso ajuda o corpo a relaxar e controlar os batimentos cardíacos.

Leia também: 8 passos para dormir mais rápido e melhor tuasaude.com/como-dormir-mais-rapido

3. Praticar atividade física regular

A prática de atividade física regularmente ajuda a relaxar e garantir a sensação de bem estar.

Isso porque os exercícios estimulam a produção e liberação de endorfina, um hormônio que ajuda a promover o bem-estar e diminui a quantidade de cortisol, um hormônio que está em grandes quantidades no sangue em casos de estresse.

Além disso, a prática regular de exercícios aumenta a oxigenação dos tecidos, o que ajuda a aumentar a energia para realizar as atividades do dia a dia. Veja mais benefícios da prática de atividade física.

4. Fazer terapia

A terapia com psicólogo é também uma forma de ajudar a combater o cansaço mental.

Isso porque através das sessões de terapia é possível identificar as principais causas relacionadas com a sobrecarga do cérebro e, assim, elaborar as estratégias que ajudem a evitar essas situações e promover o bem-estar e a qualidade de vida.

5. Ter uma alimentação saudável e equilibrada

É importante ter uma alimentação equilibrada e saudável, rica verduras, legumes e frutas. Alguns alimentos, como banana, abacate, amendoim e mel possuem propriedades que ajudam a combater o cansaço e a melhorar a disposição, aliviando os sintomas do cansaço mental. Veja mais sobre o que comer para combater o cansaço mental.

O uso de suplementos vitamínicos e minerais também é uma opção para combater o cansaço mental, no entanto é importante que os suplementos sejam indicados pelo nutricionista ou pelo médico.

O consumo de estimulantes naturais, como guaraná em pó ou cápsula de guaraná, também é eficaz no estímulo do funcionamento do cérebro, deixando a pessoa mais ativa.

No entanto, o efeito provocado pelo estimulante é passageiro e, por isso, a pessoa pode voltar a sentir-se esgotada mentalmente.

Leia também: 6 remédios caseiros para cansaço físico e mental tuasaude.com/remedio-caseiro-para-o-cansaco

source https://www.tuasaude.com/cansaco-mental-o-que-fazer/

Saúde mental: o que é, importância e como cuidar

A saúde mental é um estado de bem-estar onde a pessoa consegue lidar com o estresse e as tensões da vida, desenvolver habilidades sociais e emocionais e construir relacionamentos e conexões com outras pessoas.

Alguns dos fatores que podem contribuir para a falta de saúde mental incluem abuso de álcool e drogas, isolamento social, sedentarismo, estresse no trabalho e má qualidade do sono, por exemplo.

Ter boas noites de sono, praticar atividades físicas regularmente, fortalecer as conexões sociais e ter uma alimentação saudável, são algumas medidas que ajudam a manter a saúde mental.

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Importância da saúde mental

Manter a saúde mental é importante para:

  • Manter a saúde física;
  • Saber lidar com o estresse e as tensões da vida;
  • Ajudar na tomada de decisões;
  • Favorecer o desenvolvimento de habilidades sociais e emocionais;
  • Manter a capacidade funcional e a qualidade de vida;
  • Facilitar a construção de relacionamentos e a conexão com outras pessoas;

Manter a saúde mental também é fundamental para evitar o suicídio, o abuso de substâncias, como álcool e drogas, e prevenir o agravamento de doenças.

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Teste de saúde mental

Se deseja saber como está sua saúde mental, faça nosso teste, selecionando as opções de resposta que melhor identifica como se sentiu nas últimas duas semanas:

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Este teste não tem o objetivo de dar um diagnóstico e, por isso, não deve substituir a consulta com um psicólogo ou psiquiatra.

Saúde mental no trabalho

A saúde mental no trabalho é caracterizada pelo estado de bem-estar psicológico, emocional e social dos colaboradores, que é influenciado pelas condições, o ambiente e a cultura da empresa.

Priorizar a saúde mental no trabalho promove a confiança, o sentido de realização, a inclusão social e a prevenção de transtornos mentais, como depressão e ansiedade, que podem ser desencadeados por ambientes tóxicos ou estressantes.

Além disso, a saúde mental no trabalho também ajuda a diminuir a tensão e os conflitos, melhorando o desempenho no trabalho e ajudando a manter os funcionários da empresa.

Leia também: Burnout: o que é, sintomas e tratamento (com teste online) tuasaude.com/sintomas-da-sindrome-de-burnout

Como cuidar da saúde mental e emocional

Algumas formas práticas de cuidar da saúde mental e emocional são:

1. Praticar atividades físicas

A prática de atividades físicas regularmente é bom para a saúde mental, pois libera neurotransmissores no cérebro, como serotonina, noradrenalina e dopamina, que ajudam a melhorar o estresse e a ansiedade e o humor geral, e a prevenir o declínio funcional.

O exercício físico age como uma válvula de escape, ajudando a reduzir o estresse acumulado, permitindo o aumento da resiliência contra desafios futuros.

Leia também: 16 benefícios da atividade física (e como começar) tuasaude.com/beneficios-da-atividade-fisica

2. Manter uma alimentação saudável

Manter uma alimentação saudável é importante para a saúde mental, porque uma boa nutrição contribui para melhorar o humor e reduzir a ansiedade. Isso porque a falta de alguns nutrientes, como a vitamina B12, pode estar relacionada à depressão, por exemplo.

Ter uma nutrição saudável nas fases de desenvolvimento é fundamental para o desenvolvimento do cérebro, a regulação emocional e o funcionamento cognitivo.

A alimentação saudável também atua como um organizador comportamental, onde manter uma rotina saudável, que inclui comer bem, ajuda a organizar o dia e a manter o equilíbrio mental.

3. Ter boas noites de sono

Ter boas noites de sono, dormindo entre 7 a 9 horas por noite, é fundamental para a saúde mental.

Isso porque uma boa noite de sono ajuda a \"reiniciar\" o cérebro, permitindo a pessoa a lidar melhor com os sentimentos do dia a dia e tolerar melhor o estresse e à frustração.

Além disso, a falta de sono no longo prazo também pode aumentar o risco do desenvolvimento de depressão, ansiedade, conflitos interpessoais e déficit cognitivo. Confira os efeitos da privação do sono.

4. Fortalecer as conexões sociais

O fortalecimento de conexões sociais é fundamental para a saúde mental, porque os seres humanos são biologicamente programados para a interação.

Assim, manter a conexão com amigos, familiares, vizinhos e colegas de trabalho, por exemplo, ajuda a processar melhor as emoções, promover a sensação de pertencimento e melhorar a qualidade de vida geral.

5. Estabelecer rotinas e propósitos

Estabelecer rotinas e propósitos são fundamentais para a saúde mental, pois oferecem estabilidade e direção, diminuindo a carga mental de ter que tomar decisões a todo momento e promovendo a motivação para seguir em frente.

Algumas dicas para estabelecer rotinas e propósitos são:

  • Ter horários regulares para dormir e acordar;
  • Estabelecer metas realistas;
  • Fazer trabalho voluntário;
  • Fazer algo que gosta, como dançar, ler ou aprender uma nova habilidade.

Além disso, para algumas pessoas, explorar a espiritualidade oferece um caminho para o significado, ou propósito.

Leia também: Ayahuasca: o que é, efeitos no corpo, possíveis benefícios (e riscos) tuasaude.com/ayahuasca

6. Controlar o estresse

O controle do estresse é importante para a saúde mental, porque evita o esgotamento mental e físico, melhora a resiliência e as relações sociais e ajuda a regular o sono, a alimentação e os exercícios, que ajudam no humor.

Além disso, controlar o estresse também reduz o risco de doenças cardíacas e transtornos mentais.

Controlar o estresse também ajuda a evitar a busca por mecanismos de fuga, como uso de substâncias como álcool e drogas, na tentativa de lidar com o estresse.

Leia também: Estresse: o que é, sintomas, tipos, causas e como aliviar tuasaude.com/estresse

7. Buscar ajuda médica

Quando a pessoa está com dificuldades para lidar com as emoções ou frustrações, por exemplo, mesmo com as dicas de autocuidado, é aconselhado buscar ajuda médica.

Isso porque profissionais como psicólogo, clínico geral ou psiquiatra podem diagnosticar condições de saúde mental, avaliar sintomas que afetam o pensamento, o sentimento, o comportamento ou o humor.

Esses profissionais podem ajudar por meio de psicoterapia ou, em alguns casos, a prescrição de medicamentos, por exemplo, que ajudam a recuperar a saúde mental e o bem-estar da pessoa.

O que causa a falta de saúde mental

As principais causas da falta de saúde mental incluem:

  • Histórico familiar de doenças mentais ou desequilíbrios químicos no cérebro;
  • Abuso de álcool e drogas;
  • Presença de doenças crônicas;
  • Isolamento social;
  • Estresse no trabalho;
  • Violência física ou emocional;
  • Alimentação inadequada;
  • Sedentarismo;
  • Má qualidade do sono;
  • Discriminação, estigma e bullying.

Situações de desastres naturais, guerras, deslocamento forçado ou pandemias, também podem promover a falta de saúde mental.

Além disso, grandes fatores de risco para a falta de saúde mental incluem falta de acesso à educação de qualidade, moradia segura, alimentação e oportunidades econômicas.



source https://www.tuasaude.com/saude-mental/

Como escolher um bom médico: 10 características essenciais

Para saber se um médico é bom, esse profissional deve possuir algumas características como ética, capacidade de ouvir, boa comunicação, compaixão e empatia, curiosidade e persistência e trabalho em equipe.

Um excelente médico ajuda a promover um cuidado à saúde do paciente justo e digno, ajudando em diagnósticos corretos e tratamentos adequados e de forma individualizada.

Entretanto, é importante ressaltar que o médico bom para uma pessoa pode não ser o melhor para outra. Isso porque a percepção sobre o médico varia conforme as necessidades individuais, onde algumas pessoas priorizam a comunicação e empatia, enquanto outras focam na capacidade técnica do profissional, por exemplo.

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As principais características de um médico bom incluem:

1. Ética

Um excelente médico é ético, o que inclui características como:

  • Respeitar o sigilo médico;
  • Promove o bem-estar da pessoa;
  • Não causar danos ao paciente;
  • Respeitar a vontade e as decisões da pessoa sobre sua própria saúde;
  • Tratar o paciente de forma equitativa, com honestidade e integridade;
  • Não realizar experimentos ou tratamentos sem o consentimento da pessoa.

A ética médica ajuda a garantir que o cuidado da saúde seja oferecido de maneira justa e digna, por meio de princípios que protegem o ser humano acima de qualquer interesse.

2. Capacidade de ouvir

A característica mais valorizada de médicos considerados excelentes é a capacidade de ouvir o paciente até o fim.

Isso porque, as pessoas que se sentem ouvidas geralmente consideram os médicos mais cuidadosos, honestos e conhecedores.

Além disso, saber escutar atentamente é essencial para que o médico identifique os sintomas mais sutis, ajudando em diagnósticos mais corretos.

Leia também: Inteligência emocional: o que é, como desenvolver, pilares e importância tuasaude.com/inteligencia-emocional

3. Boa comunicação

Um médico bom deve ser um bom comunicador, o que inclui ter uma linguagem clara, explicando as condições médicas sem excesso de termos técnicos.

Além disso, excelentes médicos encorajam o paciente a tirar dúvidas e a participar ativamente das decisões sobre o tratamento das condições.

4. Compaixão e empatia

O excelente médico tem compaixão e empatia, tratando o paciente com dignidade e validando as suas preocupações, pois muitas pessoas se sentem vulneráveis e com dor ao ir a uma consulta médica.

Um médico compassivo e empático ajuda a pessoa a se sentir mais confortável ​​e à vontade, o que é essencial para construir uma relação médico-paciente de confiança.

Algumas formas de atendimento com compaixão e empatia são: permitir que a pessoa conte a sua história, fazendo perguntas para entender como ela se sente e praticar o toque físico, se for culturalmente apropriado, com uma mão gentilmente colocada no braço da pessoa, por exemplo.

Leia também: Emoções: o que são, principais tipos (e como identificar) tuasaude.com/tipos-de-emocoes

5. Curiosidade e persistência

Um médico bom não se contenta com o óbvio e, frente à sintomas confusos, demonstra curiosidade natural para buscar um diagnóstico preciso.

Assim, o médico pode fazer pesquisas extras, consultar colegas ou avaliar um histórico mais detalhado do paciente. Essa curiosidade e persistência são essenciais para evitar diagnósticos incorretos.

6. Visão holística

O excelente médico deve ver o paciente de uma forma holística, como um ser humano completo, e não somente como um número ou uma lista de problemas médicos e medicamentos.

O médico bom deve estar atento às necessidades físicas, emocionais e sociais, muitas vezes integrando conversas sobre a vida pessoal da pessoa, como férias ou família, para avaliar sobre seu bem-estar geral.

7. Organização e atenção aos detalhes

Um médico bom é organizado e tem atenção aos detalhes, devendo ser meticuloso ao interpretar padrões sutis em exames físicos.

O médico também deve garantir que o paciente saia da consulta com um plano de ação claro, que os exames sejam solicitados e que os resultados sejam comunicados e acompanhados de forma adequada.

8. Calma sob pressão

Um excelente médico deve ser o mais calmo da sala, especialmente em situações de emergência. Manter a calma sob pressão permite tomar decisões racionais e claras, e transmite segurança para toda a equipe médica.

9. Defesa do paciente

Um médico bom sempre atua em defesa do paciente dentro do sistema de saúde.

Assim, o médico deve ir além do diagnóstico e ajudar o paciente a navegar pelas burocracias, seja para conseguir um remédio específico e uma consulta urgente com um especialista ou para facilitar o acesso a serviços como fisioterapia e psicoterapia.

10. Trabalho em equipe

O trabalho em equipe é uma das principais características de um médico bom.

O excelente médico reconhece que não trabalha sozinho e possui habilidades interpessoais, atuando junto com enfermeiros, outros médicos e profissionais de saúde, para garantir um cuidado coordenado e eficaz do paciente.

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Tezspire: para que serve, como usar (e dose)

Tezspire é um anticorpo monoclonal indicado como tratamento complementar da asma grave não controlada e rinossinusite crônica grave com pólipo nasal, quando outros tratamentos não foram eficazes.

Essa medicação é encontrada na forma de solução injetável para aplicação subcutânea, ou seja, diretamente sob a pele, por meio de caneta ou seringa preenchida, já pronta para uso, contendo o princípio ativo tezepelumabe.

O Tezspire não substitui medicamentos de resgate durante crises de asma e deve ser usado com orientação do pneumologista ou alergologista, pois pode causar efeitos como reações no local da aplicação, dor de garganta e nas articulações.

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Para que serve

O Tezspire é indicado como tratamento complementar em caso de:

  • Asma grave não controlada, em crianças a partir de 12 anos e adultos;
  • Rinossinusite crônica grave com pólipo nasal, em adultos.

O medicamento é usado quando a asma permanece sem controle mesmo com o uso regular de corticoides inalatório em doses altas e outros tratamentos de manutenção.

Leia também: Asma: o que é, sintomas, causas, tipos e tratamento tuasaude.com/asma

No caso da rinossinusite crônica grave com pólipo nasal, o Tezspire é indicado quando terapias, como corticosteroides ou cirurgia, não foram eficazes, não podem ser utilizadas ou são mal toleradas.

Como funciona

O princípio ativo do Tezspire é o tezepelumabe, um anticorpo monoclonal que atua de forma direcionada no sistema imunológico, bloqueando a TSLP, uma substância envolvida no início da inflamação. 

Com isso, o tezepelumabe reduz a inflamação das vias respiratórias, diminui o risco de crises e ajuda a melhorar a respiração. No entanto, não substitui os remédios usados para alívio imediato durante uma crise de asma. Saiba o que fazer em uma crise de asma.

Para entender melhor como funciona o Tezspire, fale com um profissional Rede D\'Or especializado no uso de imunobiológicos. 

Como usar

O Tezspire é usado na forma de injeção subcutânea, ou seja, aplicada sob a pele, por meio de caneta ou seringa preenchida, já pronta para uso. Para aplicar, é importante seguir os passos abaixo:

  1. Retirar a caneta ou seringa da geladeira e manter em temperatura ambiente por cerca de 60 minutos, sem retirar a tampa ou agitar o produto;
  2. Lavar as mãos com água e sabão e, em seguida, limpar o local escolhido com álcool, geralmente na coxa ou abdômen;
  3. Posicionar a caneta em ângulo de 90° em relação à pele, mantendo-a firme e totalmente encostada no local;
  4. Pressionar a caneta contra a pele até ouvir ou sentir o clique que indica o início da aplicação;
  5. Manter a caneta pressionada contra a pele pelo tempo indicado no visor ou até o segundo clique, que sinaliza o fim da injeção;
  6. Retirar a caneta da pele e verificar se a dose foi totalmente administrada.

A aplicação pode ser feita na parte da frente da coxa, no abdômen, evitando a área próxima ao umbigo, ou na parte superior do braço, quando aplicada por outra pessoa.

É importante alternar os locais de aplicação a cada dose e não aplicar em áreas com pele machucada, vermelha, endurecida ou com hematomas.

A injeção só deve ser feita pela pessoa ou cuidador após receber treinamento adequado do profissional de saúde. 

Dose do Tezspire

A dose recomendada do Tezspire é de 210 mg, equivalente a uma caneta, aplicada uma vez a cada 4 semanas.

Não é necessário ajustar a dose com base no peso corporal em crianças a partir de 12 anos ou em adultos.

A duração do tratamento deve ser definida pelo médico, de acordo com a resposta ao medicamento e o controle da asma durante o acompanhamento.

Possíveis efeitos colaterais

Os efeitos colaterais mais comuns do Tezspire incluem dor de garganta, dor nas articulações e reações no local da aplicação, como vermelhidão, dor ou inchaço.

Efeitos menos frequentes podem incluir dor de cabeça e reações alérgicas leves, como coceira ou erupções na pele.

Em casos raros, podem ocorrer reações alérgicas graves, como a anafilaxia, com sintomas como falta de ar, inchaço no rosto ou garganta e queda da pressão. Nesses casos, é importante procurar atendimento médico imediato. Conheça melhor os sintomas da anafilaxia.

Quando não é indicado

O Tezspire não deve ser usado em casos de:

  • Alergia ao tezepelumabe ou a qualquer componente da fórmula;
  • Menores de 12 anos, gestantes ou mulheres em fase de amamentação, pois a segurança e eficácia não foram estabelecidas nesses grupos;
  • Infecções graves ou ativas, como tuberculose ou infecções bacterianas sistêmicas, sem avaliação médica prévia.

Além disso, o Tezspire deve ser usado com cuidado por pessoas que estejam em crise aguda de asma, já que não substitui os medicamentos de emergência.

Em casos de uso de medicamentos como corticoides em altas doses, imunossupressores ou outros tratamentos biológicos para asma, o Tezspire deve ser avaliado pelo médico, pois pode aumentar o risco de efeitos colaterais ou reduzir sua eficácia.



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Dieta Mediterrânea: o que é, benefícios e como fazer (com cardápio)

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Ibuprofeno: para que serve, como tomar, posologia (e efeitos colaterais)

O ibuprofeno é um anti-inflamatório não esteroide que serve para aliviar a febre e tratar dor de cabeça, muscular e de dente, enxaqueca ou cólica menstrual, por exemplo.

Este medicamento age inibindo a produção de prostaglandinas, que são substâncias que estimulam a inflamação, a dor e a febre no corpo, e tem o início cerca de 15 a 30 minutos após a ingestão e dura entre 4 a 6 horas, podendo chegar a 8 horas.

O ibuprofeno pode ser encontrado em farmácias ou drogarias na forma na forma de comprimidos, cápsulas moles, suspensão oral e gotas, com o nome genérico ou nomes comerciais, como Advil, Alivium, Buscofem e Ibuprotrat. No entanto, este remédio deve ser tomado somente com indicação e orientação de um médico.

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Para que serve

O ibuprofeno serve para ajudar no tratamento de:

  • Febre;
  • Dor de cabeça;
  • Dor de dente;
  • Dor de garganta;
  • Dores associadas a gripes e resfriados;
  • Cólicas menstruais;
  • Dores musculares e na coluna.
  • Dores após cirurgias.

Esse remédio também pode ser indicado para tratar artrite reumatoide, osteoartrite, reumatismo articular, bursite, tendinite, cotovelo de tenista, entorses, contusões e hematomas.

O ibuprofeno de 300 mg também pode ser indicado para o tratamento de dor varicosa, flebites superficiais e inflamações varicosas.

Leia também: Para que serve o ibuprofeno (e como tomar) tuasaude.com/ibuprofeno-para-que-serve

Posologia e como tomar

A posologia e forma de tomar o ibuprofeno variam conforme a idade, a condição a ser tratada e a apresentação deste remédio.

1. Ibuprofeno comprimidos

A posologia normalmente recomendada do ibuprofeno comprimidos inclui:

  • Ibuprofeno comprimido 300 mg (adultos): de 1 comprimido, 2 a 3 vezes ao dia. Se for necessário, pode-se tomar um comprimido adicional ao deitar-se. A dose total diária não pode ultrapassar 2400 mg;
  • Ibuprofeno comprimido revestido 300 mg (adultos e crianças acima de 12 anos): 1 comprimido, 2 a 3 vezes ao dia, não ultrapassando 2400 mg por dia. Na dismenorreia, tomar 1 comprimido, 2 vezes ao dia, até os sintomas sumirem;
  • Ibuprofeno comprimido 400 mg (adultos e crianças acima de 12 anos): para dor, tomar 400 mg a cada 4 a 6 horas. Para cólica menstrual, tomar 400 mg a cada 4 horas. Para artrite reumatoide, osteoartrite e outras doenças crônicas, de 1200 a 3200 mg por dia;
  • Ibuprofeno comprimido revestido 400 mg(adultos e crianças acima de 12 anos): 1 comprimido a cada 6 a 8 horas, não excedendo 2400 mg/dia, podendo chegar ao máximo de 3200 mg/dia, se for indicado pelo médico;
  • Ibuprofeno 600 mg comprimido revestido (adultos): 1 comprimido 3 ou 4 vezes ao dia. A dose pode ser diminuída ou aumentada, conforme a gravidade dos sintomas, não excedendo a dose diária total de 3200mg;

Os comprimidos do ibuprofeno devem ser tomados inteiros, sem partir ou mastigar, com um copo de água e de preferência durante ou após as refeições, ou ainda com leite.

2. Ibuprofeno gotas

As doses normalmente recomendadas do ibuprofeno gotas são:

  • Ibuprofeno gotas 50 mg/mL: de 1 a 2 gotas/Kg de peso corporal, a cada 6 a 8 horas, com o máximo de 40 gotas por dose, para crianças a partir de 6 meses e o total diário não deve passar de 160 gotas. Em adultos, a dose indicada é de 40 a 160 gotas, até 4 vezes por dia, não ultrapassando 640 gotas por dia;
  • Ibuprofeno gotas 100 mg/mL: a dose recomendada para crianças a partir de 6 meses é de 1 gota por Kg de peso, a cada 6 a 8 horas, com a dose máxima para crianças com mais de 30 Kg de 20 gotas e a máxima por dia de 80 gotas. Em adultos, a dose indicada é de 20 a 80 gotas, até 4 vezes ao dia, não ultrapassando 320 gotas por dia;
  • Ibuprofeno gotas 200 mg/mL: para adultos, é indicado de 10 a 40 gotas, até 4 vezes por dia, não passando de 160 gotas por dia. Para crianças a partir de 6 meses, é indicado 1 gota a cada 2 quilos de peso, de 6 a 8 horas ao dia. Crianças com mais de 30Kg não devem tomar mais de 10 gotas por dose e 40 gotas por dia.

O ibuprofeno gotas pode ser usado por crianças com mais de 6 meses de idade, desde que com indicação do pediatra, para calcular a dose para a criança de acordo com o peso e a idade, de forma individualizada.

Antes de usar o ibuprofeno gotas pediátricas é importante agitar o frasco.

Leia também: Ibuprofeno gotas: para que serve, como tomar (e posologia) tuasaude.com/ibuprofeno-gotas

3. Ibuprofeno cápsula em gel

O ibuprofeno em cápsula de gel deve ser tomado com um copo de água, sem partir ou mastigar e de preferência durante ou após as refeições, ou com leite.

A posologia indicada do ibuprofeno em cápsula de 400 mg para adultos e crianças acima de 12 anos é de 1 cápsula, com intervalo mínimo de 4 a 6 horas, não excedendo o total de 3 cápsulas em um período de 24 horas.

Já a cápsula de 600 mg só é indicada para adultos, sendo indicado tomar 1 cápsula 3 ou 4 vezes ao dia. A dose pode ser diminuída ou aumentada, conforme a gravidade dos sintomas, mas não deve exceder a dose diária total de 3200mg.

4. Ibuprofeno suspensão oral

O ibuprofeno suspensão oral de 30 mg/mL deve ser tomado por via oral e a dose deve ser medida com a seringa dosadora fornecida na embalagem. É importante agitar o frasco antes de usar.

A dose indicada para crianças a partir de 6 meses deve ser calculada pelo pediatra de acordo com o peso corporal, não ultrapassando a dose máxima de 7 ml.

Já para adultos a posologia recomendada é de 7mL por dose, até 4 vezes por dia.

Possíveis efeitos colaterais

Os efeitos colaterais mais comuns que podem ocorrer durante o uso do ibuprofeno são náuseas, tontura, sonolência, dor de estômago e lesões na pele, como bolhas ou manchas.

Embora seja menos comum, pode ainda ocorrer má digestão, excesso de gases, prisão de ventre, vômitos, perda de apetite, diarreia, retenção de sódio e água, dor de cabeça, irritabilidade e zumbido no ouvido.

De forma mais rara, o ibuprofeno também pode causar condições graves como:

  • Pele: alergia, dermatite esfoliativa, eritema multiforme, Necrólise Epidérmica Tóxica, Síndrome de Stevens-Johnson, eosinofilia, síndrome de DRESS, pustulose exantemática generalizada aguda, urticária, síndrome lupus-like, manchas roxas e avermelhadas e sensibilidade à luz;
  • Sistema nervoso: formigamento, depressão,ansiedade, meningite asséptica, confusão mental, alucinações, alterações de humor e insônia;
  • Sistema gastrintestinal: pele amarelada, feridas no esôfago, estômago e duodeno, hepatite medicamentosa, inflamação no pâncreas e sangramento digestivo;
  • Sistema geniturinário: insuficiência renal, morte do tecido dos rins, infecção na bexiga, sangue na urina, aumento da frequência e quantidade de urina;
  • Sangue: anemia, anemia hemolítica, pancitopenia, hipoplasia medular, trombocitopenia, leucopenia, agranulocitose e eosinofilia;
  • Visão: visão dupla, redução da capacidade visual, vermelhidão ocular e olho seco;
  • Ouvido, nariz e garganta: diminuição da capacidade de ouvir, inflamação da mucosa nasal, sangramento pelo nariz e boca seca;
  • Sistema cardiovascular: aumento de pressão arterial, infarto, arritmia cardíaca, taquicardia, palpitações, insuficiência cardíaca congestiva, AVC e vasculite;
  • Reações alérgicas graves, com sintomas como inchaço da face e pescoço, dificuldade para respirar e choque anafilático.

A dor no peito pode ser um sinal de uma reação alérgica muito grave, chamada síndrome de Kounis. Neste caso, deve-se informar ao médico e procurar um atendimento médico de emergência.

Na presença de quaisquer outros efeitos colaterais graves, também deve-se suspender imediatamente o uso do ibuprofeno e procurar um médico.

Quem não deve usar

O ibuprofeno não deve ser usado por pessoas com alergia a qualquer componente da fórmula ou a outros anti-inflamatórios não esteroides.

O ibuprofeno também não deve ser usado por pessoas que apresentam asma brônquica, rinite e intolerância ao ácido acetilsalicílico.

Este remédio também não deve ser usado junto com bebidas alcoólicas e por pessoas com úlcera gastroduodenal ou sangramento gastrointestinal ou histórico de hemorragia ou perfuração gastrintestinal relacionada ao uso anterior de anti-inflamatórios.

Além disso, o ibuprofeno é contraindicado em casos de suspeita de dengue, pois pode aumentar o risco de sangramentos.

Mulheres grávidas ou que estejam amamentando só devem tomar o ibuprofeno com indicação e orientação médica. O uso do ibuprofeno em crianças ou idosos só deve ser feito com indicação e orientação médica.

Esse remédio não deve ser usado para dor por mais de 10 dias ou para febre por mais de 3 dias, a não ser que o médico recomende o tratamento por mais tempo. A dose recomendada também não deve ser ultrapassada.



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Bridas intestinais: o que são, sintomas (e tratamento)

Bridas intestinais são como faixas de tecido cicatricial que se formam dentro da cavidade abdominal, ligando partes do intestino entre si ou unindo o intestino à parede abdominal ou a outros órgãos de forma anormal. 

Essas cicatrizes geralmente se formam após cirurgias ou inflamações abdominais e podem causar desconforto durante o contato íntimo, dor abdominal, além de obstrução intestinal ou infertilidade.

O tratamento das bridas intestinais é feito pelo gastroenterologista ou cirurgião, e em muitos casos envolve cirurgia, geralmente por laparoscopia, com o objetivo de localizar e separar ou cortar as bridas para libertar os segmentos do intestino que estão presos.

Imagem ilustrativa número 2

Sintomas de bridas intestinais

Os principais sintomas de bridas intestinais são:

  • Dor abdominal persistente;
  • Sensação de inchaço ou distensão da barriga;
  • Cólicas fortes;
  • Náuseas e vômitos;
  • Alteração do ritmo intestinal e formação de gases.

Em alguns casos, as bridas intestinais podem causar desconforto durante o contato íntimo, afetar a fertilidade ou dificultar a gravidez. 

Além disso, podem provocar obstrução intestinal, bloqueando a passagem normal de alimentos e fezes, o que pode levar ao acúmulo de conteúdo intestinal e risco de complicações graves se não forem tratadas a tempo. Saiba mais sobre os sintomas e como tratar a obstrução intestinal. 

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico de bridas intestinais é feito pelo gastroenterologista ou cirurgião, que considera a história clínica da pessoa, verificando se houve cirurgias abdominais anteriores, inflamações ou infecções.

Além disso, o médico avalia os sintomas apresentados e realiza o exame físico, procurando sinais de desconforto, distensão abdominal ou alterações no trânsito intestinal que possam indicar obstrução.

Em caso de sintomas de bridas intestinais, marque consulta com o gastroenterologista mais próximo de você:

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O médico também pode solicitar exames de imagem, como raio‑X abdominal ou tomografia, que às vezes indicam sinais de obstrução, mas nem sempre mostram as bridas, já que elas se formam entre os órgãos. 

Quando há forte suspeita e outras causas são descartadas, a presença das bridas pode ser confirmada durante uma cirurgia, como a laparoscopia, que permite localizá-las e removê-las.

Causas de bridas intestinais

As bridas intestinais podem surgir principalmente por:

  • Cirurgias abdominais anteriores;
  • Inflamações ou infecções dentro da barriga;
  • Condições como doença de Crohn, diverticulite, endometriose;
  • Peritonite, que é a inflamação da membrana que envolve os órgãos;
  • Traumatismos abdominais, como pancadas em acidentes;
  • Presença de corpos estranhos no abdômen, como fios de sutura;
  • Tratamentos médicos como diálise peritoneal ou radiação.

Apesar das bridas poderem se formar em qualquer pessoa que tenha passado por uma cirurgia abdominal, atualmente esses casos são menos frequentes graças às novas tecnologias cirúrgicas e materiais modernos.

As bridas intestinais surgem quando ocorre uma inflamação ou uma cicatrização irregular dos tecidos dentro da cavidade abdominal, fazendo com que órgãos que normalmente deslizam livremente fiquem presos uns aos outros. 

Em casos raros, as bridas intestinais podem estar presentes desde o nascimento, sem relação com cirurgias ou traumas prévios.

Tratamento para bridas intestinais

O tratamento das bridas intestinais, orientado pelo gastroenterologista, pode envolver:

1. Cirurgia

Quando as bridas causam sintomas intensos ou um quadro de oclusão intestinal, ou quando comprometem o funcionamento de outros órgãos, pode ser indicada a realização da cirurgia, de preferência por laparoscopia. Entenda como é feita e para que serve a cirurgia por laparoscopia.

O procedimento envolve separar ou cortar as bridas para libertar os segmentos do intestino que estão presos. Contudo, a própria cirurgia pode, por si só, gerar novas aderências no futuro, pelo processo natural de cicatrização.

Em casos de obstrução intestinal grave, quando o conteúdo do intestino não consegue passar e há risco de perfuração, a cirurgia se torna necessária de forma urgente.

2. Medicamentos

No tratamento das bridas intestinais, a medicação é geralmente utilizada para aliviar sintomas e controlar complicações, enquanto a pessoa é monitorada e avaliada para possível intervenção cirúrgica. 

Podem ser prescritos pelo médico analgésicos ou anti-inflamatórios para reduzir a dor abdominal e o desconforto, e medicamentos para náuseas e vômitos caso haja obstrução parcial do intestino. 

Em situações de infecção associada ou risco de complicações, antibióticos podem ser administrados.

3. Alimentação

Em casos de obstrução parcial do intestino ou sintomas leves causados por bridas, ajustes na alimentação podem ajudar a aliviar o desconforto e facilitar o trânsito intestinal. 

Geralmente, recomenda-se ingerir pequenas porções de alimentos leves e de fácil digestão, como frutas cozidas e massas bem cozidas, evitando alimentos muito fibrosos ou que causem gases em excesso, como feijão, repolho e brócolis. 

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Entretanto, esses cuidados não eliminam as bridas, mas podem reduzir os sintomas enquanto se observa a evolução e o médico decide sobre intervenções adicionais.



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