quinta-feira, 19 de março de 2026

10 sintomas de epilepsia (e o que fazer)

Os principais sintomas de epilepsia são convulsões, rigidez muscular, salivação excessiva, morder a língua e ranger os dentes ou dificuldade para respirar, que caracterizam a crise convulsiva.

No entanto, a crise de epilepsia, ou crise convulsiva, pode ter diferentes sintomas de acordo com sua fase, podendo surgir confusão mental ou irritabilidade, na fase prodrômica que surge dias ou horas antes da crise, ou tontura, sensação de gosto amargo na boca, náuseas ou dor de estômago, que surge na fase de aura epiléptica, logo antes da crise.

A epilepsia acontece devido a alterações na condução de impulsos nervosos no cérebro, ocorrendo uma atividade elétrica excessiva, podendo causar diferentes sintomas de acordo com o tipo de epilepsia. Conheça mais sobre a epilepsia.

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Sintomas de epilepsia

Os principais sintomas de crise de epilepsia generalizada são:

  1. Convulsões, que são contrações violentas e involuntárias dos músculos;
  2. Rigidez muscular, principalmente dos braços, pernas e tórax;
  3. Salivação excessiva;
  4. Incontinência urinária e/ou fecal;
  5. Confusão mental;
  6. Fala imperceptível;
  7. Morder a língua e ranger os dentes;
  8. Dificuldade para respirar;
  9. Agressividade;
  10. Perda da consciência, de forma que a pessoa pode não lembrar do episódio.

Os sintomas de epilepsia, também conhecido como fase ictal, muitas vezes ocorrem sem aviso e, podem ocorrer de dia ou durante o sono, podendo afetar pessoas de todas as idades, desde bebês até idosos. 

Quando a crise de epilepsia dura mais de 5 minutos deve-se pedir ajuda médica, ligando para o 192, ou levar a vítima imediatamente para o hospital. Veja o que fazer na crise de epilepsia.

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O que a pessoa sente antes de ter uma crise de epilepsia?

Geralmente, antes da pessoa ter uma crise de epilepsia ou crise convulsiva, a pessoa pode apresentar alguns sinais, como confusão mental, ansiedade, irritabilidade, raiva ou medo, dor de cabeça ou tremores, por exemplo.

Esses sintomas, chamada fase prodrômica, podem surgir várias horas ou até dias antes da crise convulsiva.

Já para algumas pessoas, logo antes da crise epiléptica podem surgir sintomas de aura epiléptica.

Leia também: Crise convulsiva: como identificar, causas (e o que fazer) tuasaude.com/crise-convulsiva

Sintomas de aura epiléptica

Os principais sintomas de aura epiléptica são:

  • Sabor amargo ou ácido na boca;
  • Náuseas ou dor de estômago;
  • Tontura ou alucinações;
  • Déja vu, que é a sensação de já ter visto uma pessoa, lugar ou uma cena, sem que isso tenha acontecido;
  • Dor de cabeça, no braço ou perna;
  • Visão trêmula, embaçada ou perda da visão;
  • Dormência, formigamento ou tremores leves nos braços ou pernas.

Além disso, podem surgir sensação de estar fora do corpo, zumbido no ouvido, sensação de cheiros estranhos ou sentimentos de medo, raiva, tristeza ou alegria.

Esses sintomas de aura epiléptica, também chamada de fase ictal inicial, podem não surgir em todas as pessoas, e quando surgem variam de uma pessoa para a outra de acordo com o tipo e gravidade da epilepsia, e da região do cérebro afetada.

Os sintomas da aura epiléptica podem surgir logo antes da crise de epilepsia, que também é conhecida como fase ictal.

Sintomas pós-crise epiléptica

Os principais sintomas após uma crise epiléptica são:

  • Dor no corpo ou mal estar geral;
  • Fraqueza nos braços ou nas pernas;
  • Sonolência;
  • Dor de cabeça, enxaqueca ou confusão mental;
  • Náuseas ou vômitos;
  • Medo, constrangimento ou tristeza;
  • Sede.

Esses sintomas ocorrem na fase de recuperação após a crise convulsiva, também conhecida como fase pós-ictal, e variam de uma pessoa para outra de acordo como o tipo de epilepsia e a gravidade da crise epiléptica.

Algumas pessoas podem se recuperar em alguns minutos após a crise, já outras podem levar horas ou dias para se recuperar.

Sintomas de epilepsia infantil

Os sintomas de epilepsia infantil são os mesmo da epilepsia em adultos ou adolescentes, como convulsões, rigidez muscular ou perda ou perda da consciência.

Além disso, em crianças entre os 3 e 13 anos, é muito comum surgir sintomas de crise de ausência, como permanecer com um olhar vazio, mexer descontroladamente os músculos do rosto ou ausência de reação a estímulos. Saiba identificar todos os sintomas da crise de ausência.

Esses sintomas variam de acordo com a parte do cérebro afetada e o tipo de epilepsia.

Teste online de sintomas

Para saber as chances de ter epilepsia, por favor, selecione os sintomas que apresenta:

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Este teste é uma ferramenta que serve apenas como meio de orientação e, portanto, não tem a finalidade de dar um diagnóstico e nem substituir a consulta com um neurologista ou clínico geral.

O que fazer

Em caso de crise epilética, é recomendado colocar a pessoa que está em crise de lado, com um apoio em baixo da cabeça, desapertar roupas apertadas e não segurar braços e pernas.

Além disso, é indicado não colocar a mão na boca da pessoa e nem dar líquidos ou alimentos durante a crise, sendo recomendado contar o tempo da crise e chamar ajuda médica.

É importante que o neurologista seja consultado para que seja feito o diagnóstico e iniciado o tratamento mais adequado, que normalmente envolve o uso de medicamentos anticonvulsivantes, como carbamazepina, fenitoína ou ácido valproico, por exemplo. Confira mais detalhes do tratamento para epilepsia.

Leia também: Anticonvulsivantes: o que são, para que servem e principais tipos tuasaude.com/anticonvulsivantes

Durante o tratamento, as pessoas com crises de epilepsia devem evitar situações que causem convulsões, tais como ficar muito tempo sem dormir, beber álcool em excesso ou estar em ambientes com muitos estímulos visuais, como é o caso das discotecas.



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quarta-feira, 18 de março de 2026

Clorexidina: o que é, para que serve (e como usar)

A clorexidina é um remédio com ação antimicrobiana, que evita a proliferação de bactérias na pele e nas mucosas, sendo utilizado como antisséptico na desinfecção das mãos e da pele para cirurgias ou na prevenção de infecções de feridas.

Esse remédio está disponível em solução degermante, solução tópica, spray e enxaguante bucal. Cada forma tem modo de aplicação específico, podendo ser aplicado na pele, boca ou em feridas.

A clorexidina deve ser usada somente com orientação do médico ou dentista, pois a forma de aplicação depende da condição a ser tratada e da via de uso, garantindo segurança e evitando efeitos colaterais como irritação, vermelhidão ou coceira.

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Para que serve

A clorexidina pode ser utilizada para:

  • Desinfectar a pele antes de cirurgias e procedimentos invasivos;
  • Limpar e desinfetar as mãos em ambiente clínico;
  • Prevenir infeções em cateteres e outros dispositivos médicos;
  • Limpar e proteger feridas superficiais;
  • Tratar e controlar doença periodontal, como gengivite e periodontite;
  • Reduzir bactérias na boca antes e depois de procedimentos dentários;
  • Ajudar na higiene oral de pessoas hospitalizadas, especialmente em UTI.

A clorexidina é um antisséptico usado para eliminar bactérias, alguns fungos e outros microorganismos presentes na pele e na boca.

Como usar

A clorexidina deve ser usada conforme orientação do médico, podendo incluir:

1. Clorexidina degermante

A clorexidina degermante pode ser encontrada em:

  • Solução alcoólica: aplicada diretamente na pele, mãos e antebraços, esfregando até secar naturalmente. O processo geralmente leva de 20 a 30 segundos e não necessita enxágue;
  • Solução aquosa ou sabonete líquido: com concentrações de 0,5 a 4% de digluconato de clorexidina, deve ser aplicada sobre a pele, mãos e antebraços, massageando por 2 a 3 minutos, seguida de enxágue com água.

A clorexidina degermante já vem pronta para uso e é usada para limpar e desinfetar as mãos de profissionais de saúde e para preparar a pele antes de cirurgias.

2. Clorexidina spray

Clorexidina spray é indicada para limpeza e desinfecção de pequenas feridas na pele. Para aplicar, deve-se posicionar o frasco a cerca de 5 a 10 cm da ferida e pressionar a válvula de 2 a 3 vezes, conforme o tamanho do ferimento. 

A clorexidina spray contém 10 mg de digluconato de clorexidina para cada mL da solução, ou seja, 1% de clorexidina e já vem pronta para uso, sem necessidade de diluição. 

A aplicação deve ser feita conforme orientação do profissional de saúde, evitando contato com olhos, mucosas e feridas profundas.

3. Clorexidina enxaguante bucal

A clorexidina enxaguante bucal deve ser usada em bochechos de 15 mL da solução durante 30 segundos, duas vezes ao dia, após escovar os dentes e usar fio dental, cuspindo a solução em seguida. 

É importante não enxaguar a boca com água após o uso da clorexidina enxaguante bucal para não diminuir a sua eficácia.

Clorexidina enxaguante bucal é usada na odontologia para reduzir bactérias na boca, controlar gengivite e placa bacteriana e melhorar o mau hálito. Confira outras formas de tratamento da inflamação na gengiva

O enxaguante contém digluconato de clorexidina em concentração de 0,12 a 0,2%, e deve ser usado por períodos curtos, conforme orientação do dentista, geralmente de 2 a 4 semanas.

O uso prolongado sem acompanhamento pode causar manchas nos dentes, alteração do paladar ou irritação da mucosa.

4. Clorexidina solução 

A clorexidina solução deve ser aplicada sobre a ferida com gaze, cotonete ou aplicador limpo, descartando após o uso, e pode ser repetida 2 a 4 vezes ao dia conforme orientação médica. Veja como fazer curativo de feridas

Clorexidina solução é usada para limpar e desinfetar feridas superficiais na pele, devendo ser evitada em mucosas, olhos e feridas profundas, e não deve ser diluída em água ou qualquer outro líquido.

Esse produto pode ser encontrado com 10 mg de digluconato de clorexidina para cada mL da solução.

Possíveis efeitos colaterais

Embora seja bem tolerada, a clorexidina pode causar efeitos colaterais como:

  • Irritação ou vermelhidão da pele;
  • Ressecamento ou descamação na pele; 
  • Sensação de queimação intensa ou coceira;
  • Inchaço no local da aplicação.

Além disso, o enxaguante bucal de clorexidina, pode causar irritação na boca, manchas na superfície dos dentes, gosto metálico na boca, sensação de queimação, perda de paladar e descamação da mucosa.

Embora seja raro, a clorexidina também pode causar reação alérgica grave, como dificuldade para respirar, inchaço na boca, língua ou rosto ou sensação de garganta fechada, devendo procurar atendimento médico imediatamente. Saiba identificar os sintomas de reação alérgica grave.

Quem não deve usar

A clorexidina não deve ser usada por mulheres grávidas ou em amamentação, ou por pessoas que tenham alergia à clorexidina ou qualquer outro componente das fórmulas.

Além disso, a clorexidina não deve ser usada nos olhos ou ouvidos, devendo-se ter cuidado ao utilizar próximo dessas regiões. Em caso de contato acidental com os olhos ou ouvidos, deve-se lavar abundantemente com água.



source https://www.tuasaude.com/clorexidina-merthiolate/

Manchas vermelhas na perna: o que pode ser (e o que fazer)

As manchas vermelhas nas pernas são uma alteração comum e podem surgir principalmente devido à condições como picadas de insetos, alergias, micose, má circulação e psoríase, por exemplo.

De acordo com a causa das manchas vermelhas na perna, outros sintomas que também podem surgir incluem dor, coceira intensa, inchaço e queimação local, além de pele ressecada ou rachada.

Leia também: Manchas Vermelhas na Pele: 19 causas, fotos (e o que fazer) tuasaude.com/manchas-vermelhas-na-pele

É importante consultar o clínico geral quando as manchas vermelhas na perna são acompanhadas de dor de cabeça, febre, dor intensa e calor no local, pois podem indicar doenças mais graves, como sarampo ou lúpus. O tratamento varia conforme a causa e pode incluir remédios anti-histamínicos, antifúngicos e cremes anti-inflamatórios, por exemplo.

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Foto de manchas vermelhas na pele

As principais causas de manchas vermelhas na perna são:

1. Picada de insetos

As manchas vermelhas na perna que surgem por causa da picada de insetos geralmente são mais elevadas e coçam.

Essa é a causa mais comum de aparecimento de manchas na perna, por ser a região do corpo de mais fácil acesso para os insetos, como formigas e mosquitos.

O que fazer: é importante evitar coçar, pois isso pode aumentar o risco de infecções.

Assim, é recomendado o uso de repelentes para evitar novas picadas, e o uso de gel, creme ou pomada para aliviar a coceira. Confira algumas pomadas para picada de inseto.

Em alguns casos, o médico pode indicar o uso de anti-histamínicos para aliviar os sintomas mais intensos.

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2. Alergia

A alergia é a segunda causa mais comum de aparecimento de manchas vermelhas ou brancas na perna, que coçam muito e podem conter líquido.

Normalmente, a alergia acontece devido ao contato com plantas, pelos de animais, medicamentos, alimentos ou pólen. Algumas pessoas também podem ter alergia ao tecido da roupa ou aos detergentes usados.

O que fazer: é aconselhado identificar a causa da alergia para que se possa evitar o contato.

Além disso, se for confirmada a alergia, o médico também pode prescrever o uso de pomadas com corticoides ou anti-histamínicos, além de remédios orais e descongestionantes. Saiba como é o tratamento da alergia.

3. Eczema

O eczema pode se manifestar como manchas vermelhas nas pernas e em outras partes do corpo, que coçam muito e podem inchar.

Essa condição geralmente é provocada pelo contato com um objeto ou substância que cause alergia, como tecidos sintéticos, por exemplo.

O que fazer: é recomendado consultar o dermatologista para que se possa iniciar o tratamento adequado, pois o eczema mas os sintomas podem ser controlados.

O tratamento mais indicado pelo médico é o uso de remédios antialérgicos, cremes ou pomadas, como a hidrocortisona, e o uso de antibióticos, caso haja sinais de infecção.

Leia também: Eczema: o que é, sintomas, causas, tipos e tratamento tuasaude.com/eczema

4. Uso de medicamentos

Alguns medicamentos, como cetoprofeno e glucosamina, podem causar o aparecimento de manchas vermelhas na perna e no resto do corpo.

Esses remédios também podem causar dor de garganta, calafrios, febre e sangue na urina.

O que fazer: é importante comunicar rapidamente ao médico sobre o surgimento de efeitos colaterais. Assim, o médico poderá avaliar se o uso do remédio deve ser interrompido ou substituído por outro.

5. Queratose pilar

A queratose pilar é uma condição de pele caracterizada pela produção excessiva de queratina.  Essa condição provoca pequenas manchas vermelhas que se parecem com espinhas nas pernas ou em outras partes do corpo.

A ceratose pilar é mais comum em pessoas com pele seca ou com doenças inflamatórias, como asma ou rinite.

O que fazer: é recomendado ir ao dermatologista para que possa ser iniciado o melhor tratamento.

A queratose não tem cura, porém os sintomas podem ser controlados com o uso de hidratantes ou cremes e pomadas com ácido salicílico, ureia, ácido retinoico, vitamina A ou corticoides, por exemplo, conforme a indicação médica.

6. Micose

A micose é uma doença causada por fungos que pode se manifestar a partir de manchas vermelhas na perna e no o resto do corpo. Essas manchas geralmente coçam e podem descamar e formar bolhas.

O que fazer: o tratamento para micose é normalmente feito com o uso de antifúngicos, como cetoconazol e fluconazol, receitados pelo médico, e que devem ser aplicados diretamente na mancha.

Leia também: Micose: o que é, sintomas, causas, tipos e tratamento tuasaude.com/micose

7. Má circulação

A má circulação acontece quando o sangue não consegue passar corretamente pelas veias e artérias.

Essa condição leva ao aparecimento de manchas vermelhas na perna que coçam, pés frios, sensação de formigamento e pele seca. Saiba reconhecer outros sintomas de má circulação.

O que fazer: é importante seguir as orientações do cardiologista ou clínico geral para restabelecer o fluxo adequado de sangue.

Para aliviar os sintomas, o médico pode recomendar o uso de meias de compressão ou medicamentos que estimulem a circulação.

Além disso, praticar atividades físicas regularmente e ter uma dieta leve, com baixo teor de sódio e rica em vitamina C, também podem ajudar a aliviar os sintomas e evitar o agravamento do quadro.

8. Petéquias ou púrpura

Petéquias ou púrpura são condições que causam pequenas manchas vermelhas ou roxas na perna devido a sangramentos subcutâneos.

Os sintomas comuns incluem grupos de pequenas manchas que não desaparecem ao serem pressionadas, às vezes acompanhadas de hematomas ou sangramento em outras áreas com facilidade.

Como tratar: o tratamento depende da causa dessa condição, onde o médico pode solicitar exames de sangue para verificar os níveis de plaquetas e a função de coagulação.

Assim, o tratamento geralmente envolve o tratamento da condição principal e, em alguns casos, medicamentos específicos para prevenir novos sangramentos.

9. Vasculite

A vasculite ocorre quando os vasos sanguíneos ficam inflamados, o que pode restringir a circulação e causar danos nos tecidos.

Os sintomas da vasculite podem incluir manchas vermelhas ou roxas nas pernas, dor, inchaço e, às vezes, febre ou fadiga.

Como tratar: o tratamento é orientado pelo médico e geralmente envolve o uso de medicamentos corticosteroides ou imunossupressores para reduzir a inflamação dos vasos.

Controlar os fatores causadores da vasculite, como infecções ou doenças autoimunes, também é importante.

10. Eritema nodoso

O eritema nodoso é uma condição que causa nódulos vermelhos nas pernas, geralmente nas canelas. É comumente associado a infecções, doença inflamatória intestinal ou reações a medicamentos.

Outros sintomas do eritema nodoso podem incluir febre, dor nas articulações e cansaço geral.

O que fazer: o tratamento geralmente inclui repouso e o uso de medicamentos anti-inflamatórios, conforme orientação do médico.

Tratar qualquer infecção associada ou suspender o uso de um medicamento que provoque essa condição, também pode ajudar a melhorar os sintomas.

11. Dermopatia diabética

A dermopatia diabética, também chamada de manchas nas canelas, aparece como manchas marrom claras ou vermelhas na parte da frente das pernas.

Essas manchas são comuns em pessoas com diabetes e estão relacionadas a alterações nos pequenos vasos sanguíneos da pele.

Como tratar: não existe um tratamento específico para essa condição, mas um bom controle dos níveis de glicose no sangue pode ajudar a reduzir o risco de agravamento.

Assim, é recomendado o acompanhamento regular com um profissional de saúde para controlar o diabetes e as alterações cutâneas relacionadas.

12. Psoríase

A psoríase é uma doença inflamatória crônica da pele que provoca sintomas como placas ou manchas vermelhas na perna, coceira, queimação e pele ressecada ou rachada.

Essas manchas podem variar de tamanho e também aparecem em outras partes do corpo.

Como tratar: o tratamento deve ser prescrito pelo dermatologista, sendo geralmente feito com o uso de cremes ou pomadas contendo corticosteroides, imunossupressores ou agentes biológicos para controlar os sintomas e diminuir a inflamação.

Leia também: Psoríase: o que é, sintomas, tipos, causas e tratamento tuasaude.com/psoriase

13. Dermatite de contato

A dermatite de contato é um tipo de irritação cutânea que ocorre quando a pele entra em contato direto com uma substância irritante ou alergênica.

Os sintomas da dermatite de contato podem incluir manchas vermelhas nas pernas ou em qualquer outra parte do corpo, coceira, inchaço e, às vezes, bolhas nas áreas afetadas.

Como tratar: para tratar essa condição o médico pode recomendar o uso de cremes calmantes, pomadas com corticosteroides ou anti-histamínicos para aliviar a coceira e a vermelhidão.



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terça-feira, 17 de março de 2026

Posso usar amoxicilina para infecção urinária?

A amoxicilina é um antibiótico que frequentemente é usado para o tratamento de infecções urinárias, como a cistite e, em alguns casos, a pielonefrite. Isso porque, este medicamento atua impedindo que as bactérias que causam a infecção no trato urinário se multipliquem. Por isso, ele é eficaz para eliminar a infecção e aliviar os sintomas de infecção urinária.

A amoxicilina é até considerada uma das opções mais seguras para tratar a infecção urinária durante a gravidez, podendo ser usada em qualquer fase da gestação, sempre sob orientação do obstetra. Em crianças com mais de 2 meses, o pediatra também pode indicar seu uso, muitas vezes na versão combinada com clavulanato.

Apesar disso, é importante lembrar que o tratamento com qualquer tipo de antibiótico deve ser sempre indicado por um médico (urologista, pediatra, ginecologista, ou clínico geral), que avaliará a gravidade dos sintomas e o tipo de bactéria causadora do problema para definir a dosagem e o tempo de uso corretos.



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Dor no estômago: 10 principais causas (e o que fazer)

segunda-feira, 16 de março de 2026

15 tratamentos para lipedema (e quando fazer)

O tratamento para lipedema é feito com alimentação anti-inflamatória, dieta cetogênica ou low carb, aumento da ingestão de líquidos, prática de exercícios físicos, drenagem linfática ou fisioterapia, por exemplo.

O lipedema é o acúmulo excessivo de gordura nas pernas, quadril e tornozelos, podendo afetar também os braços, e geralmente a gordura é resistente à dieta e perda de peso e, por isso, em alguns casos o médico também pode indicar o tratamento com remédios ou lipoaspiração, por exemplo.

Leia também: Lipedema: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/lipedema

O tratamento para lipedema deve ser feito com orientação do cirurgião vascular ou angiologista, de acordo com o grau do lipedema e gravidade dos sintomas, para melhorar a qualidade de vida.

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15 tratamentos para lipedema

Os principais tratamentos para lipedema são:

1. Alimentação anti-inflamatória

A alimentação anti-inflamatória para lipedema é muito importante pois reduz a inflamação do corpo e melhora a função do sistema linfático.

Isso ajuda a reduzir a dor e o desconforto nas pernas causados pelo lipedema. Veja os principais sintomas de lipedema.

Para fazer uma alimentação anti-inflamatória, deve-se consultar o nutricionista que pode indicar os melhores alimentos, assim como as quantidades de forma individualizada.

Alguns alimentos anti-inflamatórios que podem ser indicados são vegetais crucíferos, como rúcula, brócolis ou espinafre e alimentos ricos em ômega-3 como atum, sardinha, salmão, linhaça ou chia, por exemplo.

Leia também: 12 alimentos anti-inflamatórios (para incluir na dieta) tuasaude.com/alimentos-anti-inflamatorios

2. Evitar alimentos industrializados

Os alimentos industrializados ou ultraprocessados podem aumentar a inflamação do corpo e piorar o lipedema.

Dessa forma, deve-se evitar sucos prontos, refrigerantes, enlatados, embutidos e temperos em pó ou na forma de caldo de legumes ou carne, por exemplo. Veja a lista completa de alimentos que devem ser evitados.

Além disso, também é recomendado evitar alimentos remosos, pois têm ação inflamatória e podem provocar retenção de líquidos, piorando os sintomas do lipedema.

Leia também: 16 alimentos remosos: o que são e como ajudar na cicatrização tuasaude.com/alimentos-remosos

3. Dieta cetogênica

A dieta cetogênica também pode ser indicada para o lipedema, pois é capaz de reduzir a inflamação do corpo.

Além disso, essa dieta ajuda a regular os níveis de insulina e estrogênio, que estão relacionados ao desenvolvimento de lipedema.

A dieta cetogênica é feita com eliminação de quase todos os alimentos com carboidratos da alimentação, e deve ser orientada pelo nutricionista.

Leia também: Dieta cetogênica: o que é, como funciona, alimentos (com cardápio) tuasaude.com/dieta-cetogenica

4. Dieta low carb

A dieta low carb é outra opção de tratamento para lipedema, quando a dieta cetogênica não apresenta bons resultados, devendo ser orientada pelo nutricionista.

Essa dieta também ajuda a reduzir a inflamação do corpo aliviando os sintomas do lipedema.

A dieta low carb é feita com a diminuição da ingestão de alimentos ricos em carboidratos e aumento do consumo de proteínas e gorduras de boa qualidade. Entenda o que é e como fazer a dieta low carb.

5. Beber mais líquidos

A ingestão de líquidos durante o dia é muito importante para o tratamento do lipedema, pois evita a retenção de líquidos e melhora a circulação sanguínea e do sistema linfático.

Além disso, beber mais água estimula a produção de urina, o que acaba eliminando o excesso de água e toxinas do organismo.

Por isso, é importante tomar pelo menos 2 a 3 litros de água por dia, mas a quantidade ideal de líquidos por dia pode variar de pessoa para pessoa. Veja como calcular a quantidade de líquidos que deve ser ingerida por dia

6. Atividades físicas de força

As atividades físicas de força, como a musculação, ajuda a aumentar a força e massa muscular.

Isso é importante para o lipedema pois o aumento da força e do tamanho dos músculos, principalmente nas pernas, pode favorecer a melhora da circulação sanguínea e o retorno do sangue para o coração, reduzindo o inchaço nas pernas.

A musculação deve ser feita associada aos exercícios aeróbicos.

Leia também: Musculação: como começar e 8 principais benefícios tuasaude.com/beneficios-da-musculacao

7. Exercícios aeróbicos

Os exercícios aeróbicos de baixo impacto, como a caminhada, também é importante para o tratamento do lipedema.

Isso porque esses exercícios ajudam a melhorar a mobilidade e a circulação sanguínea, aliviando os sintomas do lipedema.

Além disso, atividades físicas na água, como natação, hidroginástica ou ciclismo aquático, também são ótimas opções para o lipedema, pois além de não ter impacto, melhoram a drenagem linfática e a retenção de líquidos nas pernas.

Leia também: 16 benefícios da natação para a saúde (e como começar) tuasaude.com/beneficios-da-natacao

8. Drenagem linfática manual

A drenagem linfática manual para lipedema ajuda a reduzir a inflamação, o inchaço e a fibrose, aliviando os sintomas.

Esse tipo de tratamento para lipedema deve ser feito pelo fisioterapeuta ou um profissional especializado. Veja como fazer a drenagem linfática manual.

9. Fisioterapia

A fisioterapia para lipedema deve ser feita pelo fisioterapeuta e tem como objetivo promover a quebra das células de gordura, reduzir o inchaço e a diminuir a inflamação e a dor.

Assim, além da drenagem linfática manual, o fisioterapeuta pode realizar tratamentos como ultrassom focado ou terapêutico, ou criolipólise, por exemplo.

Leia também: Criolipólise: o que é, quando fazer, como é feita, riscos e cuidados tuasaude.com/criolipolise

10. Meias de compressão

As meias de compressão podem ser indicadas pelo médico para reduzir o inchaço nas pernas, pois melhoram a circulação dos vasos sanguíneos e linfáticos.

O tipo de meia de compressão são feitas com malhas circulares ou planas sem costura e seu uso deve ser orientado pelo médico.

Leia também: Meias de compressão: para que servem e quando não usar tuasaude.com/meias-de-compressao

11. Suplementos alimentares

Os suplementos alimentares para lipedema podem ser indicados pelo médico ou nutricionista para ajudar a reduzir a inflamação do corpo, prevenir a fibrose e aliviar os sintomas do lipedema.

Alguns suplementos que podem ser indicados para lipedema são o ômega-3, cúrcuma, vitamina C, magnésio, selênio ou resveratrol, por exemplo.

Além disso, também podem ser indicados suplementos como o DIM (Di-indolilmetano) para ajudar a regular os níveis de estrogênio, reduzindo a inflamação e o acúmulo de gordura nas pernas.

Leia também: Suplementos alimentares: o que são, para que servem, tipos (e como tomar) tuasaude.com/suplementos-alimentares

12. Uso de remédios

O uso de remédios, como a diosmina hesperidina, podem ser indicados pelo médico para para lipedema pois previne o inchaço nas pernas e a insuficiência venosa.

Além disso, pode ser indicado o uso da metformina, que ajuda a prevenir a fibrose.

Caso a pessoa sofra de obesidade e/ou tenha diabetes, também podem ser indicados remédios agonistas do GPL-1, como semaglutida, tirzepatida ou liraglutida, por exemplo.

13. Lipoaspiração

A lipoaspiração para lipedema pode ser indicada quando os outros tratamentos não foram eficazes para aliviar os sintomas, pois remove o excesso de gordura.

Esse tipo de tratamento pode ser feito pelo médico utilizando diferentes técnicas, como lipoaspiração tumescente, lipoaspiração assistida por água ou lipoaspiração a laser, por exemplo. Entenda como é feita a lipoaspiração a laser.

Leia também: Lipoaspiração: quando fazer, como é feita (e como se preparar) tuasaude.com/lipoaspiracao

14. Cirurgia

A cirurgia para lipedema pode ser indicada nos casos em que a pessoa tem pré-diabetes, diabetes ou risco aumentado de doenças cardiovasculares.

Nesses casos, normalmente, é indicada a cirurgia bariátrica. Veja os principais tipos e como é feita a cirurgia bariátrica.

Leia também: Recuperação pós cirurgia bariátrica (dieta, curativo, atividade física e mais) tuasaude.com/como-e-a-recuperacao-da-cirurgia-bariatrica

15. Psicoterapia

A psicoterapia para lipedema é importante para ajudar a pessoa a entender a doença e a ter suporte emocional e a aumentar a autoestima, uma vez é uma condição crônica.

Além disso, a psicoterapia ajuda a pessoa a melhorar a adesão ao tratamento pois envolve alterações na rotina diária.

Leia também: Psicoterapia: o que é, para que serve, tipos e como é feita tuasaude.com/o-que-e-psicoterapia

Quando fazer o tratamento

O tratamento do lipedema deve ser feito, de preferência, assim que surgem os sintomas, de forma a prevenir a evolução da doença.

Além disso, deve-se fazer o tratamento quando o lipedema afeta a autoestima ou provoca dificuldade para caminhar, sensação de peso nas pernas, inchaço no local ou dor ao toque.

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10 sintomas de epilepsia (e o que fazer)

Os principais sintomas de epilepsia são convulsões, rigidez muscular, salivação excessiva, morder a língua e ranger os dentes ou dificuldade...