segunda-feira, 20 de abril de 2026

Nivolumabe (Opdivo): para que serve e como usar

Nivolumabe é um remédio imunoterápico indicado para o tratamento de alguns tipos de câncer, como câncer de pulmão, melanoma, linfoma de Hodgkin ou câncer renal.

Esse remédio pertence à classe dos anticorpos monoclonais que age aumentando a resposta do sistema imune contra as células do câncer, o que pode levar à uma diminuição do tamanho do câncer ou atrasar o seu crescimento.

Leia também: Imunoterapia: o que é, quando é indicada e como é feita tuasaude.com/como-funciona-a-imunoterapia

O nivolumabe é encontrado somente em hospitais ou clínicas oncológicas, com o nome Opdivo, na forma de injeção para aplicação na veia, com doses indicadas pelo oncologista.

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Para que serve

O nivolumabe é indicado para:

  • Melanoma em estágio avançado;
  • Câncer de pulmão não pequenas células;
  • Câncer de rim ou carcinoma de células renais avançado;
  • Linfoma de Hodgkin clássico em recidiva ou refratário ou em estágio III ou IV;
  • Câncer de bexiga ou carcinoma urotelial;
  • Câncer de fígado ou carcinoma hepatocelular.

Além disso, o nivolumabe também é indicado para câncer de cabeça e pescoço, câncer de esôfago, mesotelioma pleural maligno ou câncer de estômago, por exemplo.

Dependendo do tipo de câncer, o nivolumabe pode ser usado junto com outros anticorpos monoclonais, como ipilimumabe ou cabozantinib, ou quimioterapia.

Leia também: Quimioterapia: o que é, como é feita, efeitos colaterais (e cuidados) tuasaude.com/efeitos-colaterais-da-quimioterapia

Como age o Nivolumabe?

O nivolumabe (Opdivo) é um anticorpo monoclonal que age ligando-se à proteína PD-L1 na superfície de algumas células tumorais.

Isso ajuda o sistema imunológico a melhorar sua ação atacando especificamente as células do câncer, o que pode levar à uma diminuição do tamanho do tumor ou atrasar o seu crescimento.

Leia também: Anticorpos monoclonais: o que são, tipos e para que servem tuasaude.com/anticorpos-monoclonais

Como usar

O nivolumabe deve ser usado através da aplicação na veia por 30 a 60 minutos, pelo enfermeiro, no hospital ou clínica oncológica, sob supervisão do oncologista.

A posologia do nivolumabe para adultos deve ser indicada pelo oncologista e normalmente é:

  • 1 aplicação de nivolumabe 240 mg, a cada 2 semanas; ou
  • 1 aplicação de nivolumabe 480 mg, a cada 4 semanas.

No entanto, dependendo do estágio e do tipo de câncer, as doses do nivolumabe podem ser diferentes, assim como o intervalo de aplicação.

O tempo de tratamento com o nivolumabe deve ser sempre orientado pelo oncologista, assim como a necessidade de adicionar outros imunoterápicos ou quimioterapia ao tratamento.

Leia também: 7 opções de tratamento do câncer de pulmão tuasaude.com/cancer-de-pulmao

Possíveis efeitos colaterais

Os efeitos colaterais mais comuns do nivolumabe são diarreia, prisão de ventre, náusea, vômitos, dor abdominal, infecções respiratórias, diminuição do apetite, dor de cabeça, falta de ar, tosse.

Além disso, também podem surgir vermelhidão ou bolhas nas mãos ou nos pés, bolhas ou coceira na pele, dor muscular ou nas articulações, cansaço ou febre.

O nivolumabe também pode causar reações alérgicas ou anafilaxia durante sua aplicação, que são tratadas imediatamente pela equipe médica.

Toxicidade do nivolumabe

O nivolumabe pode causar toxicidade relacionada à ação do sistema imunológico (imunorrelacionada), como efeito colateral, sendo as principais:

  • Inflamação dos pulmões (pneumonite);
  • Inflamação do intestino ou colite;
  • Hepatite medicamentosa;
  • Nefrite e alteração da função renal;
  • Hipotireoidismo, hipertireoidismo ou inflamação da glândula hipófise;
  • Síndrome de Stevens-Johnson ou necrólise epidérmica tóxica.

Além disso, o nivolumabe também pode causar inflamação do miocárdio, que é o músculo cardíaco, e resultar em miocardite. Saiba identificar os sintomas de miocardite.

Quando ocorrem esses efeitos colaterais, o oncologista pode suspender o tratamento com o nivolumabe até que os sintomas desapareçam ou interromper o tratamento definitivamente.

Leia também: 11 tratamentos para câncer de pele (melanoma e não melanoma) tuasaude.com/tratamento-para-cancer-de-pele

Quem não deve usar

O nivolumabe não deve ser usado por pessoas que tenham alergia a essa substância ou qualquer outro componente da solução.

Além disso, esse imunoterápico não deve ser usado por mulheres grávidas, pois pode causar aborto, morte fetal ou natimorto.

Por isso, é recomendado usar métodos contraceptivos durante o tratamento e até 5 meses após o término do uso do nivolumabe.

Para mulheres em amamentação, o médico pode recomendar interromper a amamentação, pois não se sabe se o nivolumabe passa para o bebe pelo leite materno e os riscos que pode causar no bebê.



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domingo, 19 de abril de 2026

Mão inchada: 9 principais causas (e o que fazer)

A mão inchada pode ser um sinal de má circulação, inflamação ou retenção de líquido, podendo ser causada por situações como atividade física, consumo excessivo de sal, insuficiência cardíaca e renal, por exemplo.

Também conhecida como edema das mãos, as mãos inchadas também podem ser acompanhadas de outros sintomas, como dificuldade de movimentar a articulação, dor, formigamento, pele pálida ou arroxeada e feridas na pele.

Na presença de mão inchada, é aconselhado consultar o clínico geral, para que seja feito o diagnóstico correto e indicado o tratamento, que pode ser feito com o uso de medicamentos, sessões de fisioterapia, mudanças de hábitos e cirurgia.

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As principais causas de mão inchada são:

1. Artrite reumatoide

A mão inchada e vermelha é um dos possíveis sintomas de artrite reumatoide, uma doença inflamatória crônica autoimune que afeta as articulações.

A artrite reumatoide também causa dor, rigidez pela manhã, dificuldade de movimentar a articulação afetada e febre. Confira todos os sintomas de artrite reumatoide.

O que fazer: o tratamento deve ser orientado pelo reumatologista, que pode indicar o uso de remédios, como metotrexato, cloroquina, Ibuprofeno e naproxeno, que ajudam a aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida da pessoa.

O médico também recomenda a realização de sessões de fisioterapia para ativar as articulações, fortalecer a musculatura e aliviar os sintomas.

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2. Síndrome do túnel do carpo

A mão inchada e formigamento são uns dos sintomas de síndrome do túnel do carpo, que é uma compressão de um nervo que passa pelo punho e a palma da mão.

A síndrome do túnel do carpo também pode causar sensação de agulhas no dedo polegar, anelar, indicador ou dedo médio.

O que fazer: na suspeita de síndrome do túnel do carpo, é aconselhado consultar o ortopedista, que poderá indicar o uso de uma munhequeira para imobilizar o pulso, repouso e sessões de fisioterapia.

Além disso, o médico também pode recomendar o uso de remédios analgésicos ou anti-inflamatórios, como ibuprofeno e paracetamol, que reduzem a inflamação local, aliviando a dor.

3. Insuficiência cardíaca

Além de provocar inchaço na barriga, pernas e pés, a insuficiência cardíaca também pode levar ao surgimento da mão inchada em algumas pessoas. Descubra outros sintomas de insuficiência cardíaca.

Isso acontece porque na insuficiência cardíaca o coração não consegue bombear o sangue de forma adequada, aumentando a retenção de líquido no organismo, incluindo as mãos.

O que fazer: para tratar essa condição, o cardiologista pode recomendar o uso de medicamentos vasodilatadores, diuréticos e betabloqueadores.

O médico também pode indicar a colocação de marcapasso ou dispositivos de assistência ventricular ou ainda a realização do transplante de coração.

É aconselhado também manter uma dieta saudável, fazer exercícios regulares e mudar alguns hábitos, como parar de fumar, evitar o consumo de álcool e ter boas noites de sono.

4. Insuficiência renal

A insuficiência renal acontece quando os rins perdem a sua capacidade para filtrar o sangue, causando sintomas como cansaço frequente, inchaço na mão, pernas e pés, coceira na pele e urina com espuma.

O que fazer: o tratamento deve ser orientado pelo nefrologista, podendo envolver a suspensão ou ajuste medicamentos, injeção de soro diretamente na veia, uso de diuréticos, anti-hipertensivos e hipoglicemiantes.

Em alguns casos, o médico pode recomendar o transplante de rim ou fazer hemodiálise, que é um procedimento que faz a filtragem do sangue e remove o excesso de toxinas, sais minerais e líquidos, substituindo o trabalho dos rins.

Leia também: Tratamento da insuficiência renal (aguda e crônica) tuasaude.com/tratamento-da-insuficiencia-renal

5. Má circulação

A má circulação acontece quando algum problema afeta o sistema circulatório, diminuindo o fornecimento de sangue, oxigênio e nutrientes para o corpo, levando, assim, ao surgimento de mãos, pernas, pés e dedos inchados.

Além disso, a má circulação também pode provocar sensação de agulhadas, mãos e pés frios, pele pálida ou arroxeada, dormência e feridas na pele.

O que fazer: o tratamento da má circulação pode ser feito com medidas simples, como manter as pernas elevadas, praticar pelo menos 150 minutos semanais de atividades físicas, beber quantidades adequadas de água e usar meia de compressão.

Já em casos de má circulação causada por doenças, como diabetes, aterosclerose ou pressão alta, por exemplo, o médico poderá indicar o uso de medicamentos diuréticos, como furosemida, estatinas, antiplaquetários e anticoagulantes.

Leia também: Como é feito o tratamento para má circulação tuasaude.com/tratamento-para-ma-circulacao

6. Lesões

Lesões, como pancada, fratura e torção, podem deixar a mão muito inchada e com dor intensa, e também provocar outros sintomas, como dificuldade de mexer a mão, dormência e formigamento.

O que fazer: conforme o tipo e grau de lesão, o ortopedista poderá recomendar a imobilização com gesso ou talas, a realização de uma cirurgia, o uso de medicamentos anti-inflamatórios e o repouso.

Leia também: Fraturas: sintomas, causas, tipos e tratamento tuasaude.com/sintomas-de-fratura

7. Consumo excessivo de sal

A mão inchada pode ser provocada pelo consumo excessivo de sal, porque esse condimento contém muito sódio, um mineral que retém água e, por isso, se tiver em grandes quantidades no corpo, provoca a retenção de líquidos.

O que fazer: para diminuir a retenção de líquido, o médico pode recomendar o uso de medicamentos diuréticos, como furosemida, hidroclorotiazida e aldactone.

Além disso, medidas simples como diminuir o consumo de sal, fazer drenagem linfática, praticar atividades físicas e beber chás diuréticos também podem ajudar a diminuir a retenção de líquidos. Veja como acabar com a retenção de líquido.

8. Atividade física

A mão inchada durante a atividade física é uma condição que pode ser causada por aumento do fluxo do sangue do corpo para o coração, pulmões e músculos.

Com isso, os vasos sanguíneos das mãos podem reagir dilatando mais e provocando, assim, o inchaço.

O que fazer: algumas dicas para aliviar a mão inchada incluem tirar os anéis e afrouxar a pulseira do relógio antes dos exercícios e fazer movimentos circulatórios com os braços para a frente e trás durante os treinos.

Esticar bem os dedos, fechar os punhos e levantar as mãos acima do nível do coração ao longo do exercício e beber bebidas isotônicas também ajudam a aliviar esse sintoma.

9. Dengue

A complicação da dengue pode provocar insuficiência renal aguda e síndrome hemolítico urêmica, condições que causam sintomas como mão inchada, febre, manchas vermelhas e roxas na pele, baixo volume de urina, náuseas, confusão mental e sangue na urina.

O que fazer: o tratamento da síndrome hemolítico urêmica é feito no hospital e geralmente envolve transfusões sanguíneas, remédios para regular a pressão arterial ou diálise, por exemplo.

A doença renal aguda também deve ser tratada no hospital, onde o médico pode recomendar a hidratação pela veia, o uso de remédios ou a hemodiálise.



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sexta-feira, 17 de abril de 2026

Gases vaginais: 5 principais causas (e como tratar)

Os gases vaginais, ou flatos vaginais, podem ser causados por situações simples, como relações sexuais ou exercícios físicos, ou por condições mais importantes como enfraquecimento do assoalho pélvico e fístulas vaginais.

Conforme a causa dessa condição, os gases vaginais também podem ser acompanhados de outros sintomas, como corrimento e xixi com mau cheiro, dor na barriga ou durante as relações sexuais, incontinência urinária e fecal.

Por isso, se gases vaginais forem acompanhados de outros sintomas, é recomendado consultar o ginecologista para fazer uma avaliação completa e indicar o tratamento mais adequado, que pode incluir o uso de medicamentos, os exercícios de kegel, laserterapia ou, em alguns casos, a cirurgia.

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Principais causas

As principais causas de gases vaginais são:

1. Flacidez vaginal

Os gases vaginais podem estar presentes na flacidez vaginal, que é uma condição onde os músculos da vagina perdem o tônus e a força muscular, além de perderem as fibras de colágeno e elastina na mucosa vaginal.

A flacidez vaginal pode ser causada por múltiplas gestações, parto com bebês muito grandes ou partos muito prolongados ou envelhecimento, por exemplo, podendo ser acompanhada de perda de sensibilidade durante a relação sexual, diminuição da libido, perda da autoestima e dificuldade de atingir o orgasmo.

2. Relação sexual

A relação sexual é uma das possíveis causas de gases vaginais, porque a entrada e saída do pênis ou brinquedo sexual, por exemplo, pode empurrar o ar para dentro, que quando são removidos, liberam o ar da vagina.

Durante as relações sexuais, os gases vaginais geralmente acontecem em determinadas posições, como quando a mulher está em quatro apoios, ou quando os joelhos estão dobrados sobre o abdômen, por exemplo. Nestas posições, a musculatura da vagina relaxa um pouco, diminuindo o contato com o pênis e permitindo assim a entrada ou saída de ar.

3. Fístula vaginal

A fístula vaginal é uma abertura entre o canal vaginal e órgãos como bexiga ou intestino, podendo causar a formação de gases vaginais e outros sintomas como corrimento e xixi com mau cheiro, dor na barriga, dor durante as relações sexuais, incontinência urinária e fecal.

A fístula vaginal geralmente é causada por um trauma, como trabalho de parto prolongado, rupturas vaginais durante o parto ou episiotomia, cesarianas, histerectomias, câncer na região pélvica, doenças inflamatórias intestinais, diverticulite ou radioterapia na região pélvica.

4. Exercícios físicos

Alguns exercícios físicos, como ioga, abdominais ou corrida podem causar os gases vaginais, porque a vagina fica levemente aberta durante essas atividades, favorecendo a entrada de ar.

5. Enfraquecimento do assoalho pélvico

O enfraquecimento do assoalho pélvico pode ser causado por situações, como menopausa, envelhecimento, cesarianas, tosse crônica, por exemplo, que favorecem a entrada de ar, provocando os gases vaginais.

Outros sintomas e sinais que também podem surgir com o enfraquecimento do assoalho pélvico são incontinência urinária e fecal, 

Como é feito o tratamento

O tratamento dos gases vaginais varia conforme a causa dessa condição, podendo incluir:

  • Medicamentos, como antibióticos orais, para combater infecções em casos de fístulas vaginais;
  • Cateter urinário, que é um dispositivo indicado para tratar pequenas fístulas entre a vagina e a bexiga;
  • Cirurgia, para fechar a fístula, sendo recomendada para o tratamento dos gases vaginais causados por fístula;
  • Exercícios de kegel, que ajudam a fortalecer os músculos da região pélvica, sendo indicados para tratar o enfraquecimento dessa musculatura;
  • Vaginoplastia, uma cirurgia íntima que ajuda a recuperar o tônus muscular, melhorando a flacidez na vagina;
  • Laser ou radiofrequência, que são tratamentos indicados para flacidez na vagina, pois aquecem os tecidos, estimulando a formação de colágeno.

Já os gases vaginais causados por atividades sexuais ou exercícios físicos, não precisam de tratamento.

Como evitar os gases vaginais

Algumas dicas que podem ajudar a evitar os gases vaginais são evitar algumas posições sexuais, como de quatro apoios ou com os joelhos dobrados sobre o abdômen, e fazer pompoarismo e kegel, exercícios que ajudam a fortalecer os músculos do assoalho pélvico.

Leia também: Exercícios de Kegel: para que servem (e como fazer) tuasaude.com/exercicios-de-kegel

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Dor de gases: como é, onde dói (e como aliviar)

A dor de gases pode ser sentida como uma cãibra, dor aguda e penetrante ou ainda como uma dor forte em qualquer parte da barriga. A pessoa com dor de gases também pode apresentar dor, pressão ou desconforto no peito.

Algumas formas de aliviar a dor de gases incluem tomar chás, fazer massagem na barriga, evitar alimentos que causam gases e tomar remédios, como simeticona e dimeticona.

Entretanto, é importante consultar o clínico geral se a dor de gases durar 3 semanas ou mais e/ou quando este sintoma é acompanhado de febre, perda de peso sem motivo aparente, diarreia , náuseas e vômitos, por exemplo.

Leia também: Gases: o que são, sintomas, causas e como eliminar tuasaude.com/sintomas-de-gases
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Como é a dor de gases

A dor de gases pode ser sentida cãibras ou como uma dor aguda e penetrante, ou ainda como uma dor forte na barriga.

A pessoa com dor de gases também pode apresentar pressão ou desconforto do lado esquerdo ou direito da barriga, além de dor, pressão ou desconforto no peito.

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Dor de gases na barriga

A dor de gases na barriga geralmente é descrita como uma sensação de cãibras abdominais, dor aguda e penetrante ou como uma dor forte.

Esta dor pode surgir em qualquer lugar do abdômen: na parte superior, média inferior ou em toda a barriga.

A dor de gases também pode ser acompanhada por uma sensação de inchaço e pressão, distensão abdominal e ser aliviada com a eliminação de gases.

Dor de gases nas costas

Os gases podem provocar uma sensação de dor, desconforto ou pressão na região superior ou inferior das costas, no lado direito ou esquerdo.

Dor de gases no peito

A dor de gases no peito pode acontecer porque o gás pode se acumular na região de cima do intestino grosso, perto do diafragma.

Assim, o acúmulo de gases na região superior do intestino pode irradiar para o tórax, causando uma dor parecida com a de um ataque cardíaco.

Leia também: Dor no peito: 11 causas, o que fazer (e quando pode ser infarto) tuasaude.com/dor-no-peito

Onde dói a dor de gases

A dor de gases pode surgir em qualquer parte do abdômen, como área superior, média, inferior ou por toda a barriga.

Além disso, a dor de gases também pode surgir no peito e nas costas.

Sintomas de dor de gases

Os sintomas de dor de gases incluem:

  • Dor que varia de leve a intensa;
  • Inchaço abdominal;
  • Distensão abdominal;
  • Flatulência excessiva, que pode ter mau cheiro;
  • Eructação, ou arrotos;
  • Barulhos ou ruídos na barriga;
  • Sensação de pressão no abdômen.

É importante ressaltar que a dor de gases preso geralmente é aliviada por meio do arroto ou flatos, que são os gases intestinais.

Como saber se a dor é de gases

Uma forma de saber se a dor é de gases, é quando esse sintoma é aliviado ou se resolve após a liberação do gás, por meio de arroto ou flatos.

Além disso, a dor de gases pode ser observada após o consumo de alguns alimentos, bebidas, suplementos ou uso de medicamentos, por exemplo.

Como aliviar a dor de gases

Algumas formas de aliviar a dor de gases incluem:

  • Tomar remédios, como simeticona, dimeticona e alfa-D-galactosidase. Veja os remédios indicados para gases;
  • Fazer massagem na barriga, da direita para a esquerda, que pode ajudar a liberar gases presos;
  • Fazer exercícios, como caminhada, ioga e bicicleta, que estimulam a musculatura responsável pelos movimentos intestinais, ajudando na eliminação dos gases;
  • Tomar chás para gases, como de hortelã-pimenta, erva-doce, erva-cidreira e de louro.

Além disso, é importante também identificar os alimentos que causam gases e evitá-los, como leguminosas, como feijão, ervilha e grão-de-bico, couve-flor, brócolis e adoçantes, como sorbitol e xilitol.

Leia também: 8 formas para eliminar gases presos rapidamente tuasaude.com/como-eliminar-gases

Causas de gases

As principais causas de gases incluem Ingestão de ar ao comer rápido, beber, falar ou sorrir, refluxo, prisão de ventre, síndrome do intestino irritável e intolerância à lactose.

Além disso, os gases também podem ser causados pelo consumo de bebidas gaseificadas, como refrigerante, espumante e água com gás. Conheça as principais causas dos gases.

Quando ir ao médico

Embora a dor de gases seja geralmente simples, pode indicar problemas mais sérios.

Assim, é recomendado ir ao médico na presença de sintomas como:

  • Dor, inchaço ou distensão que não melhoram com mudanças na dieta e no estilo de vida;
  • Dor ou inchaço por 3 semanas ou mais;
  • Se os sintomas aumentaram quanto à frequência ou gravidade;
  • Febre;
  • Náuseas e vômitos;
  • Perda de peso sem motivo aparente.

É importante consultar o médico também se apresentar diarreia, sangue nas fezes, dificuldade para evacuar, urinar ou soltar os gases.

Desta forma, o médico poderá fazer uma avaliação completa e indicar o tratamento adequado.



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O bebê mexe mais quando deitamos de barriga pra cima?

Não existem evidências que comprovem que o bebê mexe mais quando a grávida deita de barriga para cima. Embora muitas mulheres tenham essa percepção, não é possível estabelecer uma relação direta entre essa posição e um aumento real na atividade fetal. Na verdade, por volta da 20ª semana de gestação, o bebê já consegue realizar movimentos mais coordenados, como rolar e virar, independentemente da posição da mãe. Entenda quando o bebê começa a mexer.

Durante o terceiro trimestre, deitar de barriga para cima pode até ser bastante desconfortável, pois o peso do útero pode comprimir vasos importantes, causando falta de ar ou mal-estar, por exemplo. Por isso, a recomendação geral é priorizar o repouso deitada de lado, utilizando travesseiros entre as pernas para alinhar a coluna e garantir mais conforto durante o sono. Veja qual a melhor posição para a gestante dormir.

É fundamental manter o acompanhamento regular com o obstetra para esclarecer dúvidas sobre a movimentação fetal e garantir a saúde durante a gestação. Caso tenha outras dúvidas ou note qualquer alteração incomum ou ausência de movimentos por longos períodos, procure orientação médica imediatamente e evite o uso de qualquer medicação sem prescrição.



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quinta-feira, 16 de abril de 2026

7 sintomas de malária (e o que fazer)

Os principais sintomas da malária incluem febre alta, calafrios, suor intenso e tremores, dor de cabeça, náuseas e vômitos, pele amarelada e dores nos músculos e articulações.

Já nos casos mais graves, quando a malária não é tratada rapidamente, a pessoa também pode apresentar cansaço extremo, delírios, confusão mental, convulsões, sonolência excessiva, excitação, rigidez na nuca e coma, por exemplo.

Leia também: Malária: o que é, sintomas, transmissão, ciclo e tratamento tuasaude.com/malaria

Por isso, em casos de suspeita de malária, é fundamental consultar o infectologista ou clínico geral. Assim, o médico poderá confirmar o diagnóstico e recomendar o tratamento adequado, que pode incluir o uso de medicamentos antimaláricos e a internação hospitalar.

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Quais são os sintomas da malária

Os principais sintomas da malária são:

  1. Febre alta, que pode ser contínua no início e, depois, ocorrer como picos a cada três dias;
  2. Calafrios, suor intenso e tremores;
  3. Dor de cabeça;
  4. Náuseas e vômitos;
  5. Dores musculares e nas articulações;
  6. Pele amarelada, ou icterícia;
  7. Batimentos cardíacos acelerados.

Entretanto, se a doença não for tratada rapidamente, pode evoluir para a malária grave, causando complicações e risco de óbito em poucas horas.

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Sintomas graves de malária

Os sintomas graves de malária incluem cansaço extremo e prostração, delírios, confusão mental, desorientação, sonolência excessiva, excitação, perturbações sensoriais, rigidez na nuca e coma.

Outros sintomas da malária grave incluem convulsões frequentes, dificuldade para respirar, hemorragias, urina escura ou com sangue, pressão baixa, estado de choque, anemia severa e falência múltipla de órgãos.

Entretanto, pessoas que vivem em áreas onde a malária é comum desenvolvem uma imunidade parcial à doença, o que reduz o risco de a infecção causar doença grave.

Sintomas da malária em mulheres grávidas

As mulheres grávidas têm um risco mais alto de contrair a malária e de desenvolver complicações graves.

Assim, a mulher grávida pode apresentar em sintomas como:

  • Anemia materna grave;
  • Aborto espontâneo;
  • Nascimento do bebê sem sinais vitais;
  • Morte do bebê durante ou logo após o nascimento;
  • Parto prematuro;
  • Baixo peso do bebê ao nascer.

Além disso, a mulher também pode apresentar os mesmos sintomas da malária grave, como dificuldade para respirar, pressão baixa e convulsões, por exemplo.

O que fazer

Na presença de sintomas que possam indicar a malária, é recomendado procurar um atendimento médico imediato, especialmente se a pessoa esteve recentemente em uma área onde a malária é comum.

Leia também: Especialistas em malária: qual médico consultar? tuasaude.com/especialistas-em-malaria

Assim, o médico poderá confirmar o diagnóstico, por meio de testes rápidos ou exames de sangue no microscópio, para identificar a presença do parasita Plasmodium.

O tratamento indicado pelo médico pode ser feito com o uso de medicamentos antimaláricos, como cloroquina e primaquina, que são fornecidos gratuitamente pelo SUS.

Já em casos graves da doença, a internação hospitalar imediata é indicada. Veja como deve ser o tratamento da malária.



source https://www.tuasaude.com/malaria-sintomas/

quarta-feira, 15 de abril de 2026

Calculadora de beta hCG

O exame de beta hCG é um tipo de exame de sangue que ajuda a confirmar uma possível gravidez, além de orientar para a idade gestacional da mulher, caso a gravidez seja confirmada.

Caso tenha o resultado do seu exame de beta hCG, por favor, preencha com o valor para saber se está grávida e qual a sua possível idade gestacional:

{CALCULADORA_BETA_HCG}

Como entender o resultado da calculadora?

De acordo com o valor de beta hCG inserido, a calculadora irá indicar as possíveis semanas de gestação, tendo por base os intervalos indicados na tabela anterior.

Caso o valor de beta hCG se insira em mais do que uma semana de gestação, a calculadora poderá oferecer múltiplos resultados. Dessa forma, é importante avaliar qual a semana de gestação indicada pela calculadora que parece ser mais fiável, de acordo com o desenvolvimento da gestação.

Por exemplo, uma mulher com valor de beta hCG de 3.800 mlU/ml poderá receber como resultado as semanas 5 e 6, assim como as semanas 25 a 40. Caso a mulher se encontre no início da gestação, significa que deverá estar nas semanas 5 a 6. Porém, se se encontrar numa fase mais avançada da gravidez, é possível que o resultado mais correto seja a idade gestacional de 25 a 40 semanas.

Marque uma consulta com o ginecologista ou obstetra mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para entender melhor o resultado do beta hCG:

[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO]

O que é beta hCG?

Beta hCG é a sigla que designa a gonadotrofina coriônica humana, um tipo de hormônio que apenas é produzido pela mulher durante a gravidez e que é responsável pelo surgimento do sintomas mais comuns de gravidez. Dessa forma, a medição deste hormônio através de um exame de sangue é muito utilizada como forma de confirmar uma possível gravidez.

Esse exame de sangue pode ser solicitado por seu médico de forma quantitativa ou qualitativa. O primeiro trará valores associados ao nível desse hormônio enquanto o segundo terá como resultado: positivo, no caso de uma gravidez, ou negativo.

Saiba mais sobre o beta hCG e o que pode dizer sobre a gravidez.

Como o beta hCG permite saber a idade gestacional?

A produção de beta hCG é iniciada logo após a fecundação do óvulo e, geralmente, seus níveis no sangue vão aumentando gradualmente até à 12º semana de gestação, momento em que estabilizam e voltam a diminuir até ao final da gravidez.

Por esse motivo, saber a quantidade de beta hCG no sangue ajuda o obstetra a entender melhor em que semana gestacional a mulher deverá estar, já que existem intervalos de valores estipulados para a quantidade de beta hCG em cada semana de gravidez:

Idade Gestacional Quantidade de Beta hCG no exame de sangue
Não está grávida - Negativo Inferior a 5 mlU/ml
3 semanas de gestação 5 a 50 mlU/ml
4 semanas de gestação 5 a 426 mlU/ml
5 semanas de gestação 18 a 7.340 mlU/ml
6 semanas de gestação 1.080 a 56.500 mlU/ml
7 a 8 semanas de gestação

7.650 a 229.000 mlU/ml

9 a 12 semanas de gestação 25.700 a 288.000 mlU/ml
13 a 16 semanas de gestação 13.300 a 254.000 mlU/ml
17 a 24 semanas de gestação 4.060 a 165.500 mlU/ml
25 a 40 semanas de gestação 3.640 a 117.000 mlU/ml

Por que o beta hCG não é detectável na 1ª e 2ª semana de gravidez?

O hormônio beta hCG é produzido pelo embrião pouco depois da implantação no útero, o que acontece entra a segunda e terceira semana de gestação. Antes disso, o embrião não está implantado, de forma que não há hormônio suficiente circulante no sangue para ser detectável no exame.



source https://www.tuasaude.com/calculadora/beta-hcg/

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