sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Síncope vasovagal: o que é, sintomas, causas e tratamento

A síncope vasovagal é a perda súbita e transitória da consciência causada por uma diminuição da pressão arterial e dos batimentos cardíacos devido ao estímulo do nervo vago, que pode provocar também outros sintomas como palidez, suor excessivo, náusea e/ou vômitos.

As causas exatas da síncope vasovagal, também chamada de síndrome vasovagal, síncope reflexa, síncope neuromediada ou desmaio comum, ainda não estão bem esclarecidas, mas sabe-se que esta condição é mais frequente em pessoas jovens.

Em caso de suspeita de síncope vasovagal, é recomendado consultar um cardiologista. O tratamento pode envolver medidas para prevenir os desmaios, como evitar estresse excessivo e se manter hidratado, medicamentos e, nos casos mais graves, colocação de um marca-passo cardíaco.

Imagem ilustrativa número 1

Sintomas de síncope vasovagal

Os principais sintomas de síncope vasovagal são:

  • Perda repentina e transitória da consciência;
  • Suor excessivo;
  • Palidez;
  • Sensação de calor, fraqueza e/ou que a cabeça está vazia;
  • Batimentos cardíacos lentos;
  • Náusea e/ou vômitos;
  • Alterações visuais.

A perda da consciência tende a surgir após o aparecimento de outros sintomas como náusea, tontura ou alterações visuais e, quando acontece, a pessoa normalmente desperta espontaneamente após cerca de 30 segundos. 

Embora seja menos comum, algumas vezes a síncope vasovagal também pode causar pequenas contrações musculares repentinas e/ou levar a pessoa a urinar enquanto está desacordada, por exemplo, podendo ser confundida com um crise de epilepsia.

Leia também: 10 sintomas de epilepsia (e o que fazer) tuasaude.com/sintomas-de-epilepsia

Síncope vasovagal é grave?

A síncope vasovagal normalmente não é uma condição grave.

No entanto, como há perda da consciência e desmaio, há maior risco de queda e ferimentos, podendo colocar a vida da pessoa em risco dependendo do que esteja fazendo no momento. Por exemplo: alguém que esteja dirigindo pode bater o carro ou mesmo qualquer queda com uma batida na cabeça.

Como confirmar o diagnóstico

O diagnóstico da síndrome vasovagal é feito pelo cardiologista ou clínico geral baseado nos sintomas e histórico de saúde da pessoa, podendo ser indicados exames, como eletrocardiograma, holter e exames de sangue, para avaliar o coração e confirmar o diagnóstico. Confira outros exames que avaliam a saúde do coração.

Caso deseje marcar uma consulta, é possível encontrar o cardiologista mais próximo de você utilizando a ferramenta abaixo:

[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO]

Especialmente quando os sintomas não são característicos de síncope vasovagal, o médico também pode indicar o tilt test para confirmar o diagnóstico, um exame que avalia a pressão arterial, batimentos cardíacos e o surgimento de sintomas durante mudanças de posição.

Possíveis causas

A síncope vasovagal é causada por um reflexo do organismo que estimula o nervo vago e leva a uma queda da pressão arterial e dos batimentos cardíacos, o que reduz brevemente o fluxo de sangue para o cérebro. 

A causa exata que provoca essa reação ainda não é conhecida, mas algumas das principais situações que desencadeiam a síncope vasovagal são:

  • Ansiedade;
  • Estresse emocional extremo;
  • Medo;
  • Dor;
  • Alterações na temperatura do ambiente;
  • Ficar de pé por muito tempo;
  • Exercícios físicos.

A síncope vasovagal é uma causa comum de desmaio, especialmente em pessoas com menos de 40 anos.

No entanto, o desmaio também pode ser provocado por outras doenças, como arritmias ou epilepsia. Confira as principais causas de desmaio e como evitar

Síncope vasovagal pode levar à a morte?

Na maioria dos casos, a síncope vasovagal é uma condição benigna que não leva à morte, de forma que a pessoa recupera os sentidos logo após o episódio de desmaio.

No entanto, a síncope vasovagal pode ser causada por problemas cerebrais ou cardíacos e, nesses casos, pode causar morte súbita, embora seja muito raro.

Leia também: Morte súbita: o que é, sintomas, causas (e como evitar) tuasaude.com/morte-subita

Como é feito o tratamento

O tratamento da síncope vasovagal é feito com medidas para evitar as situações que provocam as crises, como evitar ficar muito tempo de pé, levantar-se rapidamente, permanecer em ambientes muito quentes ou estresse excessivo.

Também é recomendado ingerir bastantes líquidos para se manter bem hidratado e, caso surjam sintomas que indiquem uma crise, deitar com as pernas elevadas, se possível, para evitar quedas e ferimentos.



source https://www.tuasaude.com/sincope-vasovagal/

Quais os sintomas da fase terminal do lúpus?

O lúpus não tem uma “fase terminal” definida, especialmente porque nem todas as pessoas têm complicações tão graves e existem vários órgãos que podem ser afetados no decorrer da evolução da doença. Ainda assim, alguns sinais de alerta que podem indicar a necessidade de atendimento médico de emergência são: falta de ar intensa, inchaço importante, dor no peito, confusão mental ou febre alta que não melhora.

Dependendo dos órgãos afetados, sintomas mais específicos podem surgir. Quando o lúpus afeta gravemente os rins, por exemplo, podem surgir sinais como inchaço forte nas pernas, pés e ao redor dos olhos, além de cansaço intenso e diminuição da quantidade de urina. Já se estiver afetando o coração ou os pulmões, a pessoa pode sentir falta de ar frequente, dor no peito, cansaço extremo e aumento da barriga ou das pernas. Veja como o lúpus pode afetar diferentes partes do corpo.

O cérebro também pode ser afetado em quadros graves, causando confusão mental, alterações de comportamento, convulsões ou desmaios. Além disso, como o sistema de defesa pode ficar enfraquecido pela própria doença ou pelo tratamento, infecções graves, como pneumonia, podem surgir com febre alta persistente, fraqueza intensa e piora rápida do estado geral.

Pessoas com lúpus devem manter um acompanhamento regular com o reumatologista, que é o especialista indicado para tratar a doença. Evitar a automedicação e fazer consultas periódicas são as melhores formas de prevenir complicações graves e proteger a saúde. Veja também como é feito o tratamento do lúpus e quais medicamentos podem ser indicados.



source https://www.tuasaude.com/medico-responde/sintomas-lupus-fase-terminal/

Câncer de pele no rosto: sintomas, tipos (e tratamento)

O câncer de pele no rosto corresponde ao crescimento anormal de células nessa região, podendo manifestar-se como feridas que não cicatrizam, manchas persistentes ou pintas que apresentam mudanças de cor, forma ou tamanho.

Em geral, o câncer de pele no rosto está associado à exposição excessiva ao sol ao longo da vida. Entre os tipos mais frequentes destacam-se o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma, sendo este último o mais agressivo.

Leia também: Câncer de pele: o que é, sintomas, tipos e tratamento tuasaude.com/cancer-de-pele

O tratamento do câncer de pele no rosto varia conforme o tipo, tamanho e localização da lesão, e pode incluir cirurgia, radioterapia e/ou medicamentos, com o objetivo de eliminar o tumor e preservar a aparência e função do rosto.

Imagem ilustrativa número 1

Sintomas de câncer de pele no rosto

Os sinais de câncer de pele no rosto podem surgir de forma discreta no início, tornando-se mais perceptíveis com o passar do tempo, como:

  • Ferida que não cicatriza ou que sangra com facilidade;
  • Mancha avermelhada ou escamosa que persiste;
  • Caroço brilhante, perolado ou com aspecto transparente;
  • Pinta que muda de cor, formato ou tamanho;
  • Lesão que coça, dói ou forma crostas repetidamente.

Essas alterações geralmente aparecem em áreas mais expostas ao sol, como nariz, testa, bochechas e orelhas.

Leia também: 5 sinais e sintomas de câncer de pele (melanoma e não-melanoma) tuasaude.com/sinais-de-cancer-de-pele

Início dos sintomas

No início, o câncer de pele no rosto pode surgir de maneira discreta, muitas vezes parecendo uma pequena mancha, uma pinta diferente ou uma ferida que demora para cicatrizar. Por serem alterações sutis, é comum que passem despercebidas nas fases iniciais.

Tipos de câncer de pele no rosto

Os principais tipos de câncer de pele no rosto são:

1. Carcinoma basocelular

O carcinoma basocelular é considerado o tipo mais comum de câncer de pele e costuma surgir em áreas muito expostas ao sol, como o nariz, a testa e as bochechas. Entenda melhor o que é o carcinoma basocelular.

Geralmente apresenta crescimento lento e pode aparecer como uma pequena lesão brilhante, perolada ou como uma ferida que não cicatriza. Embora raramente se espalhe para outras partes do corpo, pode causar danos locais se não for tratado.

2. Carcinoma espinocelular

O carcinoma espinocelular é o segundo tipo mais frequente e também está relacionado à exposição solar prolongada ao longo da vida.

Leia também: Carcinoma espinocelular: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/carcinoma-espinocelular

Pode manifestar-se como uma mancha avermelhada, áspera ou uma lesão endurecida que pode formar crostas ou sangrar. 

Em alguns casos, apresenta comportamento mais agressivo do que o carcinoma basocelular, podendo se espalhar se não houver tratamento adequado.

3. Melanoma

O melanoma é considerado o tipo mais agressivo de câncer de pele, embora seja menos comum. Pode surgir a partir de uma pinta já existente ou como uma nova lesão escura na pele, apresentando mudanças de cor, formato ou tamanho. 

Por ter maior risco de disseminação para outros órgãos, o diagnóstico precoce é especialmente importante. Saiba como é feito o diagnóstico e tratamento do melanoma.

Como identificar

O diagnóstico do câncer de pele no rosto geralmente é feito pelo dermatologista, através da avaliação da pele, observando o aspecto, o tamanho, a cor e as características da lesão, podendo utilizar um aparelho chamado dermatoscópio. Veja como é feita a dermatoscopia.

Em caso de sintomas de câncer de pele do rosto, marque uma avaliação com o dermatologista mais próximo de você:

[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO]

Para confirmar o diagnóstico, o médico pode indicar uma biópsia da pele, que consiste na retirada de um pequeno fragmento da lesão para análise em laboratório. Saiba como é feita a biópsia da pele.

Além disso, podem ser solicitados exames de imagem, como tomografia ou ultrassom, para avaliar a extensão da lesão ou a possível disseminação para linfonodos ou outros órgãos.

Após o diagnóstico inicial, a pessoa pode ser encaminhada para um cirurgião dermatológico ou oncologista especializado em pele.

Câncer de pele no rosto é perigoso?

O câncer de pele no rosto pode ser perigoso, principalmente se não for identificado e tratado precocemente. 

Os tipos mais comuns, como o carcinoma basocelular e o espinocelular, costumam crescer devagar e raramente se espalham, mas podem causar danos locais e deformidades se ignorados. 

Já o melanoma, embora menos frequente, é mais agressivo e pode se espalhar para outras partes do corpo, tornando o diagnóstico precoce importante.

O que causa

Entre as possíveis causas de câncer de pele no rosto, estão:

  • Exposição prolongada e intensa ao sol sem proteção adequada;
  • Uso frequente de camas de bronzeamento artificial;
  • Queimaduras solares graves, especialmente na infância ou adolescência;
  • Pele clara que se queima facilmente e tem pouca pigmentação;
  • Histórico familiar de câncer de pele.

Além disso, o câncer de pele no rosto pode estar ligado à imunidade enfraquecida, seja por doenças como HIV, transplantes de órgãos ou uso de medicamentos que reduzem a defesa do organismo, como corticosteroides ou imunossupressores.

Tratamento de câncer de pele no rosto

O tratamento do câncer de pele no rosto depende do tipo, tamanho e profundidade da lesão, podendo combinar mais de uma das seguintes abordagens:

1. Medicamento

Alguns cânceres de pele no rosto superficiais podem ser tratados com cremes ou pomadas que atacam diretamente as células do tumor, como imiquimode e 5-fluorouracil.

Enquanto casos mais avançados ou agressivos podem exigir medicamentos orais ou injetáveis, incluindo imunoterapia com pembrolizumabe e nivolumabe, que ajudam o corpo a reconhecer e combater as células cancerosas.

A medicação oral ou injetável é usada em casos de tumores de difícil acesso no rosto, como nariz, olhos ou boca, em casos avançados ou recorrentes, ou como tratamento adjuvante para reduzir o risco de recidiva em tumores de alto risco.

2. Cirurgia

A cirurgia é o tratamento mais comum e envolve a remoção da lesão cancerosa, geralmente com uma margem de pele saudável ao redor. 

Em alguns casos, técnicas específicas, como a cirurgia de Mohs, são usadas para retirar o tumor camada por camada, preservando o máximo possível de pele saudável, o que é importante no rosto. Conheça outras cirurgias para o tratamento de câncer de pele.

Além disso, quando tumores grandes são removidos, pode ser preciso fazer reconstrução usando enxertos ou retalhos de pele para reduzir cicatrizes e manter a forma e a expressão natural do rosto.

3. Criocirurgia

A criocirurgia consiste em congelar a lesão com nitrogênio líquido, destruindo as células cancerosas. 

Esse método é usado principalmente em casos de carcinomas basocelulares pequenos e superficiais e é rápido, simples e geralmente feito no consultório.

4. Radioterapia

A radioterapia utiliza radiação para destruir células cancerosas e pode ser indicada quando a cirurgia não é possível ou para lesões de difícil acesso. Também pode ser usada como complemento após a cirurgia para reduzir o risco de recidiva.

Leia também: Radioterapia: o que é, para que serve e efeitos colaterais tuasaude.com/radioterapia

5. Quimioterapia

A quimioterapia é menos usada para os tipos mais comuns de câncer de pele, mas pode ser indicada para melanomas avançados ou quando há risco de metástase, ajudando a reduzir ou controlar o tumor. Veja como é feita a quimioterapia.

Como prevenir

Algumas medidas podem ajudar a reduzir o risco de desenvolver câncer de pele no rosto, como:

  • Evitar a exposição direta ao sol, especialmente entre 10h e 16h, quando os raios ultravioleta são mais fortes;
  • Usar protetor solar diariamente, mesmo em dias nublados, reaplicando a cada duas horas ou após suar ou se molhar;
  • Usar chapéus de aba larga, óculos de sol e roupas que protejam a pele do rosto e pescoço;
  • Evitar camas de bronzeamento artificial, que também emitem radiação UV;
  • Observar a pele regularmente, procurando alterações em pintas, manchas ou feridas que não cicatrizam.

Além disso, é indicado consultar o dermatologista periodicamente, principalmente para pessoas com histórico familiar de câncer de pele, pele clara ou com muita exposição solar ao longo da vida.



source https://www.tuasaude.com/cancer-de-pele-no-rosto/

10 doenças do intestino: sintomas e o que fazer

Algumas das doenças intestinais incluem a síndrome do intestino irritável, a gastroenterite, a prisão de ventre, as hemorroidas, a doença de Crohn e a intolerância à lactose, por exemplo.

Dependendo do tipo de doença intestinal, a pessoa pode apresentar sintomas como dor, desconforto ou inchaço no abdome, náusea, vômitos, febre, mudanças na frequência de evacuação, perda de peso, além de sangue e muco nas fezes.

Em caso de suspeita de doenças do intestino, é indicado consultar o gastroenterologista ou proctologista para uma avaliação. O tratamento depende da causa dos sintomas intestinais e pode envolver mudanças na alimentação, uso de medicamentos, cirurgia e quimioterapia, por exemplo.

Imagem ilustrativa número 1

As principais doenças do intestino são:

1. Síndrome do intestino irritável

A síndrome do intestino irritável é uma doença que, embora não tenha uma causa específica, é mais comum em mulheres jovens que tiveram histórico prévio de intolerâncias alimentares, uso de antibióticos e infecções intestinais, por exemplo.

Sintomas: os principais sintomas da síndrome do intestino irritável são dor, inchaço ou desconforto no abdome e alteração da frequência de evacuação, podendo existir períodos de prisão de ventre e diarreia.

O que fazer: em caso de suspeita de síndrome do intestino irritável, é indicado consultar o gastroenterologista.

O tratamento depende dos sintomas presentes e pode envolver alterações na dieta, como aumento da ingestão de alimentos com fibra e água, uso de probióticos, medicamentos antidiarreicos ou antidepressivos e psicoterapia.

[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO_SINTOMAS]

2. Doença de Crohn

A doença de Crohn é uma inflamação crônica que atinge principalmente o intestino delgado, mas que pode comprometer qualquer segmento do tubo digestivo desde a boca até o ânus, sendo caracterizada pela presença de úlceras ou aftas.

Sintomas: essa doença pode dificultar a absorção de nutrientes, além de poder causar diarreia, fezes com sangue e/ou muco, dor abdominal, perda de apetite e de peso e vontade repentina para evacuar. Pode ocorrer também despertar noturno para evacuar.

O que fazer: é aconselhado consultar o gastroenterologista, para que seja feita uma avaliação completa. Caso essa condição seja confirmada, o médico poderá indicar o uso de remédios, como corticoides, imunossupressores, terapia biológica e antibióticos.

Além disso, o nutricionista também pode indicar mudanças na dieta e, em alguns casos, a nutrição enteral ou parenteral.

Leia também: Doença de Crohn: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/doenca-de-crohn

3. Gastroenterite

A gastroenterite é a infecção do estômago e intestino que normalmente é causada por vírus como rotavírus, norovírus e adenovírus ou bactérias como a Escherichia coli, Shigella sp. e Campylobacter sp. 

Sintomas: os principais sintomas causados pela gastroenterite são diarreia, náusea, vômitos, febre, dor no abdome e, algumas vezes, sangue nas fezes.

O que fazer: a gastroenterite normalmente melhora mesmo sem tratamento específico em menos de 1 semana, sendo recomendado ingerir bastantes líquidos neste período para evitar a desidratação, e tentar manter uma dieta leve. Saiba o que comer durante a gastroenterite.

Além disso, o médico também pode indicar o uso do soro de reidratação oral e medicamentos como antieméticos, para aliviar sintomas como náusea ou vômitos, antitérmicos e, em caso de suspeita de infecção bacteriana, antibióticos.

4. Prisão de ventre

A prisão de ventre é uma doença intestinal comum em todas as idades e afeta especialmente pessoas que têm uma alimentação pobre em fibras, como verduras, legumes e frutas, ingerem pouca água e são sedentárias.

Sintomas: a prisão de ventre pode causar sintomas como fezes endurecidas, dor ou dificuldade para evacuar, evacuar menos de 2 vezes na semana, incontinência fecal, desconforto e inchaço no abdome.

O que fazer: a prisão de ventre normalmente melhora com medidas como ingerir mais alimentos com fibra, como frutas, verduras e legumes, beber mais líquidos e praticar atividades físicas regularmente. Veja mais dicas para curar a prisão de ventre.

No entanto, especialmente quando os sintomas não melhoram, o médico pode indicar medicamentos laxantes para permitir que o intestino volte a funcionar normalmente.

5. Hemorroidas

As hemorroidas são veias inchadas que normalmente surgem na região do ânus e são mais frequentes em pessoas mais velhas e em caso de obesidade, prisão de ventre ou esforço excessivo para evacuar. 

Sintomas: os principais sintomas das hemorroidas são sangue vivo nas fezes ou no papel higiênico ao limpar-se, dor, coceira, inchaço ou desconforto na região do ânus. 

O que fazer: em caso de suspeita de hemorroidas, é importante consultar o proctologista para confirmar o diagnóstico.

O tratamento depende da gravidade da hemorroida e pode envolver medidas, como aumentar a quantidade de fibras na alimentação e ingerir mais líquidos, pomadas para hemorroidas e cirurgia. Entenda melhor como é o tratamento das hemorroidas.

6. Intolerância à lactose

A intolerância à lactose é quando o intestino não consegue digerir a lactose adequadamente, uma substância presente em alimentos como leite e seus derivados.

Normalmente, esta intolerância é causada pela deficiência de lactase, a enzima que digere a lactose, sendo mais comum ser identificada a partir da adolescência. No entanto, também pode ser causada por doenças como gastroenterite ou doença Crohn.

Principais sintomas:os principais sintomas da intolerância à lactose são dor e inchaço no abdome, náusea, vômitos, diarreia e excesso de gases, que tendem a surgir de 30 minutos a 2 horas após a ingestão de produtos contendo leite.

O que fazer: se houver a suspeita de intolerância à lactose é recomendado consultar o gastroenterologista para uma avaliação.

O tratamento normalmente é feito evitando ingerir alimentos que contenham lactose, como leite e queijos, e o uso de suplementos com lactase. Saiba como deve ser a dieta para intolerância à lactose.

7. Doença celíaca

A doença celíaca é a intolerância do intestino ao glúten, uma proteína presente em alimentos como centeio, trigo, malte e cevada, provocando a inflamação do intestino e afetando o seu funcionamento quando ingerido.

Sintomas: a doença celíaca pode provocar diarreia, fezes gordurosas, perda de peso, anemia, osteoporose, dor de cabeça e infertilidade, por exemplo, embora algumas vezes nenhum sintoma possa estar presente. 

O que fazer: em caso de suspeita de doença celíaca, é recomendado consultar o gastroenterologista para confirmar o diagnóstico e o tratamento é feito com a retirada de alimentos que contêm glúten da dieta. Conheça os principais alimentos que contém glúten. 

8. Diverticulite

A diverticulite é a inflamação de um divertículo, que é uma alteração na parede do intestino em forma de saco que acontece especialmente em pessoas mais velhas que têm uma alimentação com poucas fibras e excesso de gordura e carnes vermelhas.

Acredita-se que a diverticulite seja causada pela perfuração do divertículo devido ao aumento da pressão na parede do intestino durante a passagem de alimentos.  

Sintomas: a diverticulite pode causar dor no abdome, alteração na frequência de evacuação, náusea, vômitos, febre e, algumas vezes, necessidade frequente de urinar, por exemplo. Confira mais sintomas de diverticulite.

O que fazer: em caso de suspeita de diverticulite, é recomendado procurar uma emergência para uma avaliação. O tratamento normalmente é feito com antibióticos e, nos casos mais graves, pode necessitar ser feito com a pessoa internada no hospital.

9. Câncer no intestino

O câncer no intestino é um tumor maligno que pode se desenvolver principalmente no intestino grosso, como cólon, reto e ânus. Embora seja raro, esse tumor também pode surgir no intestino delgado.

Sintomas: diarreia ou prisão de ventre, sangue nas fezes, dor abdominal, cansaço frequente e perda de peso sem causa aparente são um dos possíveis sintomas.

O que fazer: é aconselhado consultar o proctologista ou gastroenterologista, para que sejam avaliados os sintomas, solicitados exames e, se for necessário, recomendados os tratamentos adequados.

O tratamento pode incluir a realização de uma cirurgia para retirar a porção do intestino afetada e sessões de quimioterapia e/ou radioterapia.

10. Retocolite ulcerativa

A retocolite ulcerativa, também conhecida como colite ulcerativa, é uma doença inflamatória intestinal que provoca a inflamação e ulceração da parede do cólon, sendo mais frequente em pessoas que consomem muitos alimentos gordurosos ou com histórico familiar de colite ulcerativa.

Sintomas: a pessoa com colite ulcerativa pode apresentar diarreia ou prisão de ventre, sangue nas fezes, vontade urgente de evacuar, dor no abdome, perda de peso e febre.

O que fazer: se houver a suspeita de colite ulcerativa, deve-se consultar o gastroenterologista. Desta forma o médico poderá fazer uma avaliação geral e, se houver necessidade, indicar o tratamento adequado.

O tratamento pode ser feito com o uso de medicamentos anti-inflamatórios orais, na forma de supositórios e/ou enemas. Em alguns casos, o médico também pode indicar o uso de corticoides e imunossupressores ou a cirurgia para remover o cólon doente.

Leia também: Colite ulcerativa: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/colite-ulcerativa

source https://www.tuasaude.com/doencas-do-intestino/

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Ora-pro-nóbis: 10 benefícios, chá (e outras receitas)

A ora-pro-nóbis é uma planta comestível que fornece diversos benefícios para a saúde, como prevenção da anemia, melhora do funcionamento do intestino, perda de peso, prevenção do envelhecimento precoce e diminuição do colesterol.

Os benefícios dessa planta alimentícia não convencional (PANC), são devido ao fato da ora-pro-nóbis conter fibras, proteínas, ferro, vitamina A e vitamina B3, que são nutrientes com ação antioxidante, hipolipemiante e laxante.

Leia também: PANCs: o que são, principais plantas e como consumir (com receitas) tuasaude.com/pancs

O nome científico da ora-pro-nóbis é Pereskia aculeata e essa planta pode ser consumida cozida em saladas, sopas ou no arroz, por exemplo. A ora-pro-nóbis pode ser cultivada em casa ou encontrada em feiras de rua e lojas de produtos naturais na forma fresca, desidratada ou em farinha.

Veja uma boa opção de folhas desidratadas de ora-pro-nóbis para fazer chá - link afiliado da Amazon.

Imagem ilustrativa número 1

10 benefícios da ora-pro-nóbis

Os 10 principais benefícios da ora-pro-nóbis para a saúde são:

1. Ajuda no emagrecimento

A ora-pro-nóbis ajuda no emagrecimento, porque é rica em fibras que formam um tipo de gel no estômago, promovendo a saciedade e ajudando a diminuir a ingestão de alimentos.

Além disso, a ora-pro-nóbis é um alimento pobre em calorias, sendo uma boa opção de hortaliça para incluir em dietas de perda de peso.

2. Melhora o funcionamento do intestino

Devido a grande quantidade de fibras que possui, a ora-pro-nóbis ajuda na digestão e melhora o funcionamento do intestino, evitando a prisão de ventre, a formação de pólipos e, até mesmo ajudando a prevenir tumores intestinais.

3. Fortalece o sistema imunológico

Por ser uma planta rica em niacina, uma vitamina que tem ação antioxidante, a ora-pro-nóbis melhora as funções e protege as células de defesa contra os danos causados pelos radicais livres, fortalecendo o sistema imunológico.

4. Previne a anemia

A ora-pro-nóbis possui uma grande quantidade de ferro, um mineral que é necessário para a formação de glóbulos vermelhos saudáveis, ajudando a prevenir a anemia. Confira outros alimentos que também ajudam a prevenir a anemia.

No entanto, para a prevenção da anemia, a ora-pro-nóbis deve ser consumida de junto com alimentos fonte de vitamina C, um nutriente fundamental para a absorção do ferro presente em alimentos de origem vegetal.

5. Mantém a saúde dos olhos

Por ter ótimas quantidades de luteína e zeaxantina, carotenoides que têm ação antioxidante e fotoprotetora, a ora-pro-nóbis protege os olhos contra os danos causados raios ultravioletas do sol e contra a luz azul emitida por computadores e celulares, mantendo a saúde dos olhos e ajudando a prevenir a catarata e a degeneração macular.

6. Evita o envelhecimento precoce

Por ser rica em antioxidantes como vitamina A e betacaroteno, a ora-pro-nóbis ajuda a diminuir os danos causados pelos radicais livres às células saudáveis da pele, evitando o envelhecimento precoce.

7. Previne a diabetes

A ora-pro-nóbis é rica em fibras, um nutriente que controla os níveis de glicose no sangue, por que diminui a velocidade de absorção dos carboidratos, ajudando a prevenir a resistência à insulina e a diabetes.

8. Diminui o colesterol

A ora-pro-nóbis ajuda a diminuir o colesterol por ser uma planta rica em fibras, nutriente que reduzem a absorção de gorduras a nível intestinal, diminuindo o colesterol sanguíneo.

Além disso, a presença de compostos antioxidantes na ora-pro-nóbis, como flavonoides e betacaroteno, também evita a oxidação das células de gordura, controlando os níveis de colesterol e triglicerídeos no sangue e ajudando, assim, a evitar o surgimento de situações como infarto, aterosclerose e derrame.

9. Regular o metabolismo

A ora-pro-nóbis ajuda a regular o metabolismo, porque é rica em niacina, uma vitamina que transforma os carboidratos, as proteínas e as gorduras em energia, promovendo o bom funcionamento das células e dos órgãos do corpo.

Leia também: 15 alimentos ricos em vitamina B3 (niacina) tuasaude.com/alimentos-ricos-em-vitamina-b3

10. Ajuda a evitar o câncer

Sendo uma planta com grande quantidade de flavonoides, luteína e zeaxantina na ora-pro-nóbis, que são compostos bioativos com propriedades antioxidantes, a ora-pro-nóbis diminui o estresse oxidativo e a inflamação, ajudando a evitar o surgimento do câncer.

A ora-pro-nóbis é fonte de proteína?

Embora a ora-pro-nóbis seja popularmente conhecida “carne de pobres”, essa planta contém pouca quantidade de proteínas e por isso, não é considerada uma boa fonte desse nutriente.

Isso porque, para um alimento ser considerado fonte de proteínas, ele precisa fornecer o mínimo de 6 g desse nutriente em cada 100 g de alimento e a ora-pro-nóbis fornece apenas 3g. Confira a quantidade diária recomendada de proteína.

No entanto, a ora-pro-nóbis pode ser usada para complementar a dieta, junto com outras fontes de proteína vegetal, como arroz e feijão, podendo ser indicada para pessoas que seguem estilo de alimentação vegana, flexitariana ou vegetariana, por exemplo.

Leia também: Flexitarianismo: o que é, benefícios e como começar tuasaude.com/flexitarianismo

Tabela de informação nutricional

A tabela a seguir traz a informação nutricional de 100 g, o que corresponde a 7 colheres de sopa, de ora-pro-nóbis cozida:

Componentes 7 colheres de sopa (100 g) de ora-pro-nóbis cozida
Energia 37 calorias
Proteínas 3 g
Carboidratos 3 g
Gorduras 0,3 g
Fibras 5,6 g
Ferro 7 mg
Vitamina A 342 mcg
Betacaroteno 2377 mcg
Luteína 497 mcg
Zeaxantina 532 mcg
Vitamina B3 11,7 mg
Vitamina C 23 mg

É importante mencionar que para obter todos os benefícios da ora-pro-nóbis, essa planta deve fazer parte de uma alimentação equilibrada e saudável, associada à prática de atividade física de forma regulares.

Consulte o nutricionista mais próximo para saber como incluir a ora-pro-nóbis na alimentação do dia a dia:

[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO]

Como consumir

As folhas, frutos e flores de ora-pro-nóbis podem ser consumidas em saladas, omeletes, compotas, tortas, pães, sucos, refogados, molho pesto e massas.

Embora não exista uma quantidade específica indicada para o consumo de ora-pro-nóbis, a recomendação mínima diária de vegetais é entre 2 a 3 porções, o que corresponde entre 160g e 240g por dia.

Essa PANC também pode ser obtida na forma de suplemento alimentar. Entretanto, a Anvisa proibiu recentemente a comercialização de suplementos de ora-pro-nóbis. Isso porque para ser aprovada como suplemento, as empresas precisam comprovar cientificamente que a ora-pro-nóbis é segura e eficaz para ser usada desta forma.

Como fazer o chá de ora-pro-nóbis

O chá de ora-pro-nóbis pode ser feito com folhas frescas ou folhas e caules secos dessa planta, e possui ação antioxidante, diurética e anti-inflamatória.

Ingredientes:

  • 5 folhas frescas picadas ou 1 colher (sopa) de folhas e caules secos de ora-pro-nóbis;
  • 200 ml de água.

Modo de preparo:

Numa panela, colocar a água e levar ao fogo para ferver. Apagar o fogo, adicionar as folhas de ora-pro-nóbis, tampar a panela e deixar repousar por 5 minutos. Coar e beber em seguida.

Se desejado, pode-se fazer esse chá junto com outras ervas, como hortelã, alecrim e camomila, ou acrescentar algumas gostas de limão após o preparo.

Receitas saudáveis com ora-pro-nóbis

Algumas receitas saudáveis e saborosas com ora-pro-nóbis são:

1. Torta salgada

Ingredientes:

  • 4 ovos inteiros;
  • 1 xícara (de chá) de óleo;
  • 2 xícaras (de chá) de leite;
  • 2 xícaras (de chá) de farinha de trigo;
  • ½ xícara (de chá) de cebola picada;
  • 1 colher (de sopa) de fermento em pó;
  • 1 xícara (de chá) de folhas de ora-pro-nóbis picadas;
  • 2 xícaras (de chá) de queijo fresco ralado;
  • 2 latas de sardinha;
  • Orégano e sal a gosto.

Modo de preparo:

Bater todos os ingredientes no liquidificador, exceto a ora-pro-nóbis, o queijo e a sardinha. Untar uma forma com óleo, colocar a metade da massa, a ora-pro-nóbis, o queijo e orégano por cima.

Cobrir com o restante da massa. Bater um ovo inteiro e passar por cima da massa pincelando. Assar em forno médio até ficar dourada.

2. Molho pesto

Ingredientes:

  • 1 xícara (de chá) de folhas de ora-pro-nóbis previamente rasgadas com as mãos;
  • ½ dente de alho;
  • ½ xícara (de chá) de queijo minas curado ralado;
  • 1/3 de xícara (de chá) de castanha do pará;
  • ½ xícara (de chá) de azeite de oliva ou azeite de castanha do pará.

Modo de preparo:

Amassar a ora-pro-nóbis no pilão, acrescentar o alho, a castanha e o queijo. Juntar o azeite aos poucos. Amassar até se transformar em uma pasta homogênea.

3. Suco verde

Ingredientes:

  • 4 maçãs;
  • 200 ml de água;
  • 6 folhas de azedinha;
  • 8 folhas de ora-pro-nóbis;
  • 1 colher (de café) de gengibre fresco picado.

Modo de preparo:

Bater todos os ingredientes no liquidificador até virar um suco bem grosso. Transferir para um copo e beber em seguida, de preferência sem adoçar ou coar.



source https://www.tuasaude.com/ora-pro-nobis/

11 benefícios da semente de abóbora (e como consumir)

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Como tomar a nimesulida (para garganta, dor de dente e outros)

A nimesulida é um remédio anti-inflamatório não esteroide, que pode ser tomado para dor de garganta, dor de dente, dor de cabeça e dor nas articulações, por exemplo.

Este medicamento pode ser indicado na forma de comprimido, suspensão oral e cápsula. Mas também pode ser usado na forma de gel dermatológico, que pode ser aplicado sobre a região afetada, para aliviar a dor em tendões, ligamentos, músculos e articulações.

Leia também: Para que serve a nimesulida (e como usar) tuasaude.com/nimesulida-para-que-serve

A nimesulida é comercializada em drogarias e farmácias, mas só deve ser usada com a indicação e a orientação de um médico, pois este remédio possui contraindicações e pode causar alguns efeitos colaterais.

Imagem ilustrativa número 1

Como tomar a nimesulida

A nimesulida pode ser tomada de acordo com a sua apresentação.

1. Como tomar nimesulida de 100 mg

A nimesulida em comprimido de 100 mg deve ser tomada com meio copo de água após as refeições.

A dosagem geralmente indicada para crianças acima de 12 anos e adultos é de 50 a 100 mg, ou seja, de 1/2 a 1 comprimido de 100 mg duas vezes ao dia.

Em alguns casos, o médico também pode recomendar a dosagem de até 200 mg, ou seja, 2 comprimidos duas vezes ao dia, que deve ser tomada pelo tempo mais breve possível.

Leia também: Nimesulida: para que serve, como tomar, posologia e efeitos colaterais tuasaude.com/nimesulida

2. Como tomar nimesulida para garganta

A nimesulida para garganta pode ser tomada na forma de comprimidos, cápsulas ou gotas, conforme a seguir:

  • Nimesulida comprimidos de 100 mg (crianças acima de 12 anos e adultos): pode-se tomar de 1/2 a 1 comprimido duas vezes ao dia;
  • Nimesulida suspensão oral de 50 mg|mL (crianças acima de 12 anos e adultos): pingar uma gota por cada kg de peso corporal, 2 vezes ao dia, após as refeições;
  • Nimesulida betaciclodextrina 400 mg (adultos): tomar 1 comprimido, 2 vezes ao dia, com um pouco de água e sem mastigar.

Já a nimesulida vendida com o nome comercial Arflex, em cápsulas de 200 mg, pode ser indicada para inflamações das vias aéreas superiores, como a garganta, ou para aliviar a dor pós-operatória como na retirada de amígdalas e adenoide, por exemplo.

A cápsula de Arflex deve ser tomada inteira, com um copo de água. A dose geralmente indicada para crianças acima de 12 anos e adultos é de 1 cápsula ao dia.

3. Como tomar nimesulida para dor de dente

A nimesulida para dor de dente deve ser tomada conforme a orientação médica, podendo ser usada na forma de comprimido, suspensão oral ou cápsula.

Este medicamento pode ser indicado pelo médico principalmente para casos de gengiva inflamada, dor após procedimentos odontológicos ou desconforto causado por dentes inflamados, por exemplo.

Leia também: Tomar nimesulida serve para dor de dente? tuasaude.com/medico-responde/nimesulida-serve-para-dor-de-dente

4. Como tomar nimesulida gotas

A nimesulida gotas, ou suspensão oral de 50 mg/mL deve ser tomada agitando o frasco e pingando o medicamento diretamente na boca ou diluído em um pouco de água com açúcar.

Para adultos e crianças acima de 12 anos, a nimesulida em gotas pode ser tomada na dosagem de uma gota por cada kg de peso corporal, 2 vezes ao dia.

5. Como tomar a nimesulida de 8 em 8 horas

A nimesulida não deve ser tomada de 8 em 8 horas. Isso porque as indicações deste remédio são para se tomar de 12 em 12 horas, na forma de comprimidos ou suspensão oral, ou a cada 24 horas (um dia), na forma de cápsulas, por exemplo.

Leia também: Posso tomar nimesulida de quantas em quantas horas? tuasaude.com/medico-responde/nimesulida-de-quantas-em-quantas-horas

source https://www.tuasaude.com/nimesulida-como-tomar/

Síncope vasovagal: o que é, sintomas, causas e tratamento

A síncope vasovagal é a perda súbita e transitória da consciência causada por uma diminuição da pressão arterial e dos batimentos cardíacos ...