sexta-feira, 19 de junho de 2026

Cirurgião vascular: quem é, o que trata (e quando consultar)

O cirurgião vascular é o médico especialista no diagnóstico, prevenção e tratamento das doenças que afetam os vasos sanguíneos e linfáticos, incluindo artérias, veias e vasos linfáticos. 

Além disso, esse especialista também é capacitado para realizar procedimentos cirúrgicos, como correção de aneurismas, revascularização arterial e procedimentos endovasculares, como angioplastia e colocação de stents, quando necessário.

É indicado consultar um cirurgião vascular em caso de sintomas como dor, inchaço, varizes ou alterações na circulação. A avaliação também pode ser recomendada para pessoas com fatores de risco, como diabetes, hipertensão ou histórico familiar de doenças vasculares.

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O que trata o cirurgião vascular

As principais doenças tratadas pelo cirurgião vascular incluem:

  • Varizes e vasinhos;
  • Trombose venosa profunda;
  • Insuficiência venosa crônica;
  • Doença arterial periférica;
  • Aneurismas arteriais;
  • Pé diabético;
  • Linfedema;
  • Úlceras venosas;
  • Tromboflebite;
  • Estreitamentos ou obstruções das artérias.

Além disso, esse especialista pode acompanhar pessoas com alterações da circulação sanguínea que aumentam o risco de complicações cardiovasculares, como aterosclerose, hipertensão arterial e diabetes mal controlada. Entenda o que causa a aterosclerose.

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Angiologista ou cirurgião vascular

O angiologista é o médico responsável pelo diagnóstico, prevenção e tratamento clínico das doenças que afetam as artérias, veias e vasos linfáticos, geralmente por meio de orientações, medicamentos e mudanças no estilo de vida.

Leia também: Angiologista: o que é, o que cuida e quando consultar tuasaude.com/angiologista

Já o cirurgião vascular possui formação para realizar, além do acompanhamento clínico, procedimentos cirúrgicos e minimamente invasivos, como cirurgia de varizes, angioplastia e correção de aneurismas. 

Na prática, muitos profissionais possuem formação em ambas as áreas e atuam tanto no tratamento clínico quanto cirúrgico das doenças vasculares.

Quando consultar

É recomendado consultar o cirurgião vascular quando surgem sinais ou sintomas que possam indicar problemas na circulação sanguínea ou linfática, como:

  • Dor nas pernas ao caminhar ou em repouso;

  • Inchaço frequente nos pés, tornozelos ou pernas;

  • Sensação de peso ou cansaço nas pernas;

  • Varizes visíveis;

  • Formigamento ou queimação nos membros inferiores;

  • Sensação de frio excessivo nos pés;

  • Vermelhidão ou endurecimento em uma região da perna.

Também é indicado procurar esse especialista para avaliação preventiva em pessoas com histórico familiar de doenças vasculares, diabetes, hipertensão, colesterol elevado ou tabagismo.

No entanto, alguns sintomas podem indicar uma emergência vascular e exigem atendimento médico imediato, como dor intensa e repentina em uma perna, inchaço súbito em um dos membros ou falta de ar associada à dor.

Esses sinais podem estar relacionados a problemas graves, como trombose venosa profunda, embolia pulmonar ou isquemia arterial aguda. Conheça os sintomas da embolia pulmonar.

Principais cirurgias realizadas

Entre as principais cirurgias estão a cirurgia de varizes, indicada para remover ou fechar veias doentes; a correção de aneurismas, que evita o risco de rompimento dos vasos; e a revascularização arterial, realizada para restaurar o fluxo sanguíneo em artérias estreitadas ou obstruídas.

Leia também: Cirurgia de varizes: tipos, como é feita e recuperação tuasaude.com/cirurgia-de-varizes

Além disso, esse especialista também pode realizar procedimentos minimamente invasivos, como angioplastia com colocação de stent, utilizada para desobstruir artérias, e tratamentos endovasculares para aneurismas. Veja como é feita a angioplastia com stent.

A indicação do procedimento varia de acordo com a condição diagnosticada, os sintomas apresentados e o estado geral de saúde da pessoa.



source https://www.tuasaude.com/cirurgiao-vascular/

Especialistas em AVC: qual médico consultar?

O AVC é uma emergência médica e, por isso, em caso haja suspeita, deve‑se chamar uma ambulância ou ir ao hospital mais próximo o mais rápido possível.

Os médicos especialistas no diagnóstico e tratamento do AVC, conforme a ordem de prioridade, são:

1. Neurologista

O neurologista é o principal especialista para diagnosticar o AVC, indicar os tratamentos e orientar o plano de cuidados após a fase aguda.

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Outras condições que também podem ser tratadas pelo neurologista são:

  • Enxaqueca crônica;
  • Epilepsia;
  • Doença de Parkinson;
  • Esclerose múltipla;
  • Neuropatia periférica;
  • Alzheimer;
  • Esclerose lateral amiotrófica;
  • Dor neuropática.

O neurologista também acompanha várias outras alterações que afetam o cérebro, a medula espinhal e os nervos, incluindo tumores cerebrais e traumatismos cranianos.

Leia também: Neurologista: o que é, que doenças cuida (e quando consultar) tuasaude.com/neurologista

2. Clínico geral

O clínico geral é um especialista em AVC que reconhece os primeiros sinais, solicita exames de diagnóstico e encaminha a pessoa ao neurologista.

Após a alta, o clínico geral também ajuda a controlar a pressão alta, o colesterol e a diabetes para prevenir novos eventos de AVC.

3. Neurocirurgião

Em casos de AVC hemorrágico, o especialista em avaliar a necessidade de cirurgia, a retirada de coágulos ou a colocação de cateteres para aliviar a pressão dentro do crânio, é o neurocirurgião.

4. Cardiologista

O cardiologista é o especialista que faz o diagnóstico e indica os tratamentos de doenças cardíacas que podem causar o AVC, ajustando as dosagens dos anticoagulantes e orientando mudanças de estilo de vida.

Leia também: Cardiologista: o que é, o que faz e quando consultar tuasaude.com/quando-ir-no-cardiologista

5. Fisiatra

O fisiatra é o especialista em coordenar o processo de reabilitação, indicando sessões de fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional, para recuperar os movimentos, a fala e as atividades do dia a dia.

Onde procurar atendimento especializado

Ao identificar sinais e sintomas de AVC, como fraqueza ou dormência em um lado do corpo, dificuldade para falar, perda súbita da visão, tontura intensa ou alteração do equilíbrio, é fundamental procurar atendimento médico imediatamente. Dessa forma, é possível diminuir o risco de sequelas e aumentar as chances de recuperação.

Em São Paulo, o Hospital Vila Nova Star, da Rede D\'Or, conta com equipe especializada em neurologia e atendimento de emergência preparada para diagnosticar e tratar o AVC com agilidade, oferecendo o suporte necessário de acordo com as necessidades de cada paciente.

Quando marcar consulta

É importante marcar consulta com o especialista em AVC sempre que surgirem sinais indicativos desta condição, como:

  • Dor de cabeça intensa e repentina sem causa aparente;
  • Fraqueza ou dormência em um lado do rosto, braço ou perna;
  • Dificuldade para falar ou compreender palavras;
  • Visão turva ou perda de visão em um olho;
  • Perda de equilíbrio, tontura ou dificuldade para caminhar.

O diagnóstico do AVC é feito pelo médico por meio do exame físico, exames de imagem, exames de sangue e, em alguns casos, angiografia para avaliar a circulação cerebral.

O tratamento varia de acordo com o tipo de AVC, podendo incluir o uso de medicamentos, cirurgia, sessões de fisioterapia e fonoaudiologia, para melhorar a qualidade de vida e reduzir sequelas.

Leia também: AVC: o que é, sintomas, causas, tipos, tratamento e sequelas tuasaude.com/avc

source https://www.tuasaude.com/especialistas-em-avc/

quinta-feira, 18 de junho de 2026

4 anticoncepcionais para acne (e quando usar)

Alguns anticoncepcionais para acne, como a drospirenona, o dienogeste ou a clormadinona, possuem um efeito antiandrogênico, que ajudam a controlar os níveis hormonais, diminuindo a oleosidade da pele e a formação de espinhas.

Normalmente, esses anticoncepcionais, além da substância antiandrogênica, possuem um estrogênio na sua composição, como o etinilestradiol, sendo o efeito na pele observado entre 3 e 6 meses de uso contínuo da pílula.

O anticoncepcional para espinhas ou acne deve ser indicado pelo ginecologista, de acordo com os níveis hormonais e se existe alguma condição associada, como ovários policísticos que podem estar causando a acne.

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Principais anticoncepcionais para acne

Os principais anticoncepcionais para acne são:

1. Drospirenona 

O anticoncepcional para espinhas ou acne contendo drospirenona, além de prevenir uma gravidez, possui efeito antiandrogênico, reduzindo as lesões de acnes e a produção de sebo, o que reduz a oleosidade da pele e a formação de espinhas.

Esse anticoncepcional pode ser encontrado em embalagens contendo 28 comprimidos, sendo 21 com drospirenona (brancos), e 4 comprimidos inativos (verdes).

Além disso, também pode ser encontrada em pílulas contendo drospirenona + etinilestradiol, contendo 21, 24 ou 28 comprimidos.

Nomes comerciais: a drospirenona sozinha pode ser encontrada com os nomes comerciais Slinda ou Ammy. Já os comprimidos contendo drospirenona + etinilestradiol, podem ser encontrados com os nomes Elani 28, Elani Ciclo,Yaz, Yasmin, Ceci, Iumi, Angeliq ou Niki, por exemplo.

2. Ciproterona

A ciproterona é um progestágeno indicado para o tratamento da acne grave, quando outros tratamentos, como uso de cremes ou pomadas, ou antibióticos, não são adequados, pois reduz os níveis de androgênios no corpo.

Esse anticoncepcional é encontrado contendo acetato de ciproterona + etinilestradiol, sendo indicado apenas para o tratamento dos sintomas de alterações dos hormônios andrógenos em mulheres, e não deve ser usado exclusivamente para prevenir a gravidez. 

No caso de se necessitar de um anticoncepcional apenas para prevenção da gravidez, deve-se consultar o ginecologista para avaliar qual a melhor opção. Veja como escolher o melhor anticoncepcional.

Nomes comerciais: o acetato de ciproterona + etinilestradiol pode se encontrados com os nomes comerciais Selene, Diane 35, Repopil, Diclin, Dunia, Tess, Climene, Arterane, Lydian ou Ferane, por exemplo. Saiba como tomar o Selene e o Diane 35.

3. Dienogeste

O dienogeste + valerato de estradiol é indicado como contraceptivo oral para prevenir a gravidez, possuindo atividade antiandrogênica, e por isso, pode ajudar a reduzir a acne.

Além disso, também pode ser encontrado contendo apenas dienogeste, mas que não tem efeito contraceptivo, sendo indicado apenas para o tratamento da endometriose.

Nomes comerciais: o dienogeste + valerato de estradiol pode ser encontrado com o nome comercial Qlaira. Já os comprimidos contendo apenas dienogeste são encontrados com os nomes comerciais Allurene, Pietra ED, Kalist ou Diost, por exemplo.

4. Clormadinona

A clormadinona combinada com o etinilestradiol é indicado como anticoncepcional oral para prevenir a gravidez e para o tratamento da acne papulopustulosa moderada.

Esse anticoncepcional é encontrado contendo 21 contendo acetato de clormadinona + etinilestradiol, ou 24 comprimidos de acetato de clormadinona + etinilestradiol (rosa) + 4 comprimidos inativos (brancos).

Nomes comerciais: o acetato de clormadinona + etinilestradiol pode ser encontrado com os nomes comerciais Belara, Belarina, Liberfem, Amora, Cherry ou Aixa, por exemplo.

Quando usar anticoncepcional para a acne

Os anticoncepcionais podem ser uma opção para o controle das espinhas em algumas mulheres, especialmente quando:

  • Acne que não melhorou com o uso de produtos tópicos, como ácido retinoico, adapaleno ou peróxido de benzoíla ou antibióticos. Veja quais os remédios mais usados para tratar a acne.;
  • Desejo de usar algum método contraceptivo, além de controlar as espinhas;
  • Espinhas que pioram ou ficam mais inflamadas no período pré-menstrual;
  • Quando a causa da acne é alguma doença que aumenta os níveis de androgênios no organismo, como síndrome dos ovários policísticos.

Como o anticoncepcional modifica os níveis de hormônios no corpo da mulher, deve-se consultar o ginecologista antes de iniciar o seu uso.

Além disso, os anticoncepcionais podem causar alguns efeitos colaterais, como enjoo, dor e sensibilidade nas mamas, ou sangramento fora do período menstrual, devendo-se sempre ter acompanhamento regular do ginecologista. Entenda melhor como funciona o anticoncepcional e tire suas dúvidas sobre como usar.

Marque uma consulta com um ginecologista na região mais próxima:

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Como funcionam

Os anticoncepcionais mais indicados para auxiliar do tratamento da acne, agem diminuindo a produção de sebo pelas glândulas sebáceas, reduzindo a hiperqueratinização folicular e diminuem a proliferação da bactéria que causa a acne, chamada de P. acnes.

Além disso, os anticoncepcionais para acne reduzem a inflamação, melhorando por isso a aparência da pele e diminuindo o aparecimento de novas espinhas.

Parar o anticoncepcional pode causar acne

É muito comum que a mulher que parou de usar anticoncepcional sinta a pele mais oleosa e com surgimento de espinhas, por isso, pode-se usar produtos que limpam a pele do rosto, para controle da oleosidade, como loções ou sabonetes vendidos em farmácias.

Caso os sintomas sejam muito intensos, deve-se ir ao dermatologista para uma avaliação da pele e prescrição de tratamentos mais individualizados. Entenda melhor os tipos de acne, e o melhor tratamento para cada um.  

Quando não se deve usar anticoncepcional

O uso do anticoncepcional combinado é contraindicado nos casos de:

  • Gravidez e amamentação;
  • Crianças;
  • Homens;
  • Tabagismo;
  • Pressão alta;
  • Presença de sangramento vaginal sem explicação;
  • Diabetes descontrolada;
  • História prévia de trombose, ataque cardíaco ou derrame cerebral;
  • História prévia ou familiar de doenças que aumentam a coagulação do sangue;
  • Câncer de mama;
  • Cirrose ou câncer do fígado;
  • Enxaquecas muito fortes.

Além disso, também não deve ser usado em pessoas com hipersensibilidade a qualquer um dos componentes da fórmula do anticoncepcional. Saiba quais são as principais complicações dos anticoncepcionais.



source https://www.tuasaude.com/anticoncepcional-para-acne/

Calculadora de beta hCG: descubra se está grávida

O exame de beta hCG é um tipo de exame de sangue que mede os níveis de gonadotrofina coriônica humana (hCG), um hormônio que é produzido principalmente durante a gravidez e normalmente usado para confirmar uma possível gestação.

Esse hormônio também pode estar elevado em  outras situações, como aborto espontâneo recente, tratamentos de fertilidade com remédios contendo hCG ou em certas complicações da gravidez. Portanto, os resultados devem sempre ser avaliados por um médico.

Caso tenha o resultado do seu exame de beta hCG, por favor, preencha com o valor para obter uma estimativa aproximada de uma possível gravidez e qual a sua possível idade gestacional:

{CALCULADORA_BETA_HCG}

As informações fornecidas por esta calculadora devem ser interpretadas como uma estimativa geral.

Este resultado não deve ser usada como diagnóstico e não substitui a avaliação clínica individual, que deve ser feita por um ginecologista ou obstetra.

Como entender o resultado da calculadora?

Os níveis do hormônio beta hCG flutuam ao longo da gravidez e podem variar entre diferentes semanas de gestação.

Por isso, dependendo do valor inserido na calculadora, o resultado pode indicar mais de uma semana de gravidez.

Por exemplo: uma mulher com um nível de beta hCG de 3.800 mUI/mL pode obter um resultado indicando entre 5 e 6 semanas de gravidez ou entre 17 e 24 semanas.

Se o exame estiver sendo realizado pela primeira vez para confirmar uma gravidez, o resultado provavelmente corresponderá a uma gestação entre 5 a 6 semanas.

No entanto, se a gravidez já estiver mais avançada, esse mesmo valor também pode ficar entre 17 e 24 semanas.

A maneira mais precisa de determinar a idade gestacional é por meio de uma ultrassonografia, pois permite ao médico avaliar diferentes parâmetros do desenvolvimento do bebê para estabelecer com mais precisão as semanas de gravidez.

Marque uma consulta com o ginecologista ou obstetra mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para entender melhor o resultado do beta hCG:

[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO]

O que é beta hCG?

Beta hCG é a sigla para gonadotrofina coriônica humana, um tipo de hormônio produzido principalmente durante a gravidez pelo embrião e, posteriormente, pela placenta.

A dosagem do beta hCG por meio de exames de sangue ou urina é muito usada para confirmar uma possível gravidez.

Além disso, o beta hCG também pode ser utilizado para monitorar algumas doenças trofoblásticas e certos tumores.

Ele também pode fazer parte dos exames de triagem pré-natal realizados durante o primeiro trimestre, para avaliar o risco de certas alterações cromossômicas no bebê.

Beta hCG quantitativo

O beta hCG quantitativo é um exame de sangue que mede a quantidade exata do hormônio hCG presente no organismo, apresentando o resultado como um valor numérico.

Por permitir a medição dos níveis desse hormônio, é frequentemente usado para confirmar e monitorar o progresso da gravidez, avaliar se os valores aumentam de forma adequada, correlacionar os resultados com ultrassonografias e monitorar após um aborto.

Além disso, também pode ser usado como marcador tumoral em algumas doenças, como doenças trofoblásticas e certos tumores testiculares ou ovarianos.

Beta hCG qualitativo

O beta hCG qualitativo é um teste que detecta apenas a presença ou ausência do hormônio hCG no sangue ou na urina, apresentando um resultado positivo ou negativo.

Esse tipo de teste é usado principalmente para confirmar rapidamente uma possível gravidez, sendo o método usado na maioria dos testes de gravidez caseiros.

Leia também: Beta hCG qualitativo: para que serve, como é feito (e resultados) tuasaude.com/beta-hcg-qualitativo

Tabela de valores

Em geral, os valores de referência para o hormônio hCG no sangue durante a gravidez são:

Idade Gestacional Quantidade de Beta hCG no exame de sangue
Não está grávida - Negativo Inferior a 5 mlU/ml
3 semanas de gravidez 5 a 50 mlU/ml
4 semanas de gravidez 5 a 426 mlU/ml
5 semanas de gravidez 18 a 7.340 mlU/ml
6 semanas de gravidez 1.080 a 56.500 mlU/ml
7 a 8 semanas de gravidez

7.650 a 229.000 mlU/ml

9 a 12 semanas de gravidez 25.700 a 288.000 mlU/ml
13 a 16 semanas de gravidez 13.300 a 254.000 mlU/ml
17 a 24 semanas de gravidez 4.060 a 165.500 mlU/ml
25 a 40 semanas de gravidez 3.640 a 117.000 mlU/ml

Esses valores são apenas diretrizes e podem variar muito entre as mulheres.

Os níveis de hCG geralmente aumentam rapidamente durante as primeiras semanas de gravidez, atingem o pico entre a 8ª e a 11ª semana e depois diminuem gradualmente até se estabilizarem.

Níveis de hCG mais baixos ou mais altos do que o esperado para a idade gestacional, também podem estar associados a situações como gravidez múltipla, gravidez ectópica ou aborto espontâneo.

Por que o beta hCG não é detectável na 1ª e 2ª semana de gravidez?

O hormônio beta hCG é produzido pelo embrião pouco depois da implantação no útero, o que acontece entre a segunda e a terceira semana de gestação.

Antes disso, o embrião não está implantado, de forma que não há hormônio suficiente circulante no sangue para ser detectável no exame.

O beta hCG permite determinar a idade gestacional?

O beta hCG não permite determinar com precisão a idade gestacional ou calcular as semanas de gravidez, pois os níveis podem variar consideravelmente entre as mulheres.

Portanto, a interpretação do beta hCG deve ser complementada com outros exames, como a ultrassonografia.

Por isso, organizações como a Associação Americana de Gravidez e o Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas recomendam não utilizá-lo como método único ou definitivo para determinar a idade gestacional.

Hormônio hCG em mulheres não grávidas

As principais causas de aumento do hormônio hCG em mulheres não grávidas incluem:

  • Tratamentos de fertilidade com medicamentos contendo hCG;
  • Aborto espontâneo, aborto induzido ou parto recente, já que este hormônio pode permanecer no corpo por várias semanas;
  • Complicações na gravidez, como gravidez ectópica, gravidez anembrionária ou doença trofoblástica gestacional;
  • Alguns tumores, especialmente tumores ovarianos, que podem produzir esse hormônio;
  • Perimenopausa ou menopausa, quando pequenas quantidades de hCG podem ser produzidas pela glândula hipófise;
  • Resultados falso positivos devido a interferências em testes laboratoriais, uma situação conhecida como \"hCG fantasma\".

Portanto, quando níveis elevados de hCG são detectados sem uma gravidez confirmada, é importante que o resultado seja avaliado por um clínico geral ou ginecologista.



source https://www.tuasaude.com/calculadora/beta-hcg/

Exame PET scan: o que é, para que serve e como é feito

PET scan é um exame de imagem indicado para investigar alguns tipos de câncer, avaliar a presença de metástases, acompanhar o desenvolvimento do tumor e avaliar a resposta ao tratamento.

O exame PET scan é rápido e seguro, sendo feito com o uso de marcadores radioativos, sendo o mais comum a glicose, conhecida como \"FDG\", combinado com o uso de tomografia computadorizada, para avaliar a atividade metabólica das células tumorais.

Leia também: Tomografia computadorizada: o que é, como é feita, tipos (e preparo) tuasaude.com/tomografia-computadorizada

O PET scan é feito pelo radiologista, sendo oferecido gratuitamente pelo SUS ou pode ser feito em clínicas privadas e os resultados devem ser interpretados pelo oncologista. 

Radiologista avaliando imagens do PET scan

Para que serve

O exame PET scan pode ser indicado nas seguintes situações:

  • Investigação e diagnóstico de câncer;
  • Avaliação da extensão do câncer nos diversos órgãos (pesquisa de metástases);
  • Monitoramento da evolução do câncer;
  • Avaliar a existência de recorrência do câncer ou de doença residual;
  • Estadiamento do câncer;
  • Definir prognóstico, ou seja, as chances uma evolução favorável ou não do câncer;
  • Avaliar a resposta ao tratamento do câncer.

O exame PET scan normalmente é indicados nos casos de câncer de mama metastático, pulmão, colorretal, cabeça e pescoço, esôfago, pâncreas, próstata, tireoide e cérebro, além de melanoma e linfomas.

Além disso, o PET scan também pode ser feito para a detecção de problemas neurológicos, como a epilepsia e demências, ou para verificar o fluxo sanguíneo para o coração, avaliar o risco de infarto e a necessidade de angioplastia.

Leia também: Exames de imagem: 11 principais tipos e para que servem tuasaude.com/exames-de-imagem

Qual a diferença entre PET scan e PET-CT?

O PET scan e o PET-CT (tomografia computadorizada por emissão de pósitrons) são o mesmo exame, apenas com nomes diferentes.

Leia também: PET-CT: o que é, para que serve, preparo (e como é feito) tuasaude.com/pet-ct

Os dois exames usam glicose marcada com substância radioativa e tomografia computadorizada para avaliar a atividade metabólica das células tumorais.

Preparo para o PET scan

Para se preparar para o PET scan é recomendado:

  • Não fazer atividades físicas, fumar ou consumir cafeína 24 horas antes do exame;
  • Fazer uma dieta pobre em carboidratos e açúcares, 24 horas antes do exame;
  • Fazer jejum absoluto por no mínimo 6 horas antes do exame, ou conforme orientado pelo médico;
  • Tomar os remédios de uso habitual, com um pouco de água, até 1 hora antes do exame;
  • Tomar os remédios orais para diabetes apenas após o exame. No caso sa insulina, pode-se aplicar até 12 horas antes do PET scan;
  • Informar ao médico se apresenta qualquer tipo de alergia ou se está grávida ou suspeita de gravidez.

Além disso, no dia anterior ao PET scan é recomendado beber pelo menos de 6 a 8 copos de água durante o dia, para manter o corpo hidratado.

Como é feito

O exame de PET scan é rápido e considerado seguro, sendo feito pelo radiologista em clínicas particulares ou no hospital.

Para realizar o exame de PET-CT, o médico deve seguir alguns passos:

  1. Aplicar na veia um traçador, que normalmente é a glicose marcada com uma substância radioativa;
  2. Esperar 1 hora para que o traçador seja absorvido pelo organismo e seja possível realizar o exame;
  3. Solicitar a pessoa para deitar na mesa do tomógrafo, que é deslizado para dentro do tomógrafo;
  4. Fazer a leitura do corpo, capturando a radiação emitida e formando imagens.

As imagens obtidas do PET scan são visualizadas e registradas no computador, permitindo avaliar a atividade metabólica dos tecidos e órgãos, que devem ser interpretadas pelo médico que solicitou o exame.

Como aparece o câncer no PET scan?

Na investigação dos processos tumorais, por exemplo, o consumo de glicose pelas células é muito grande, pois a glicose é a fonte de energia necessária para a diferenciação celular.

Assim, a imagem formada terá pontos mais densos onde houver maior consumo de glicose e, consequentemente, maior emissão de radiação, o que pode caracterizar o tumor.

[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO_EXAMES]

Cuidados após o exame

Após o exame PET scan, deve-se beber água ou outros líquidos, exceto bebidas alcoólicas, e urinar com frequência para que o traçador seja eliminado mais facilmente do corpo.

Além disso, para mulheres em amamentação, pode ser recomendado pelo médico evitar o contato próximo com bebês e grávidas por até 12 horas e interromper a amamentação por cerca de 24 horas após o exame

Possíveis efeitos colaterais

O PET scan é considerado um exame seguro, mas que pode causar sintomas discretos de alergia, como vermelhidão, no local em que foi injetado traçador.

Quem não deve fazer

O exame PET scan tem poucas contraindicações, podendo ser realizado até mesmo nas pessoas que têm diabetes ou problemas renais.

As mulheres grávidas ou que estejam amamentando não podem realizar esse exame diagnóstico, já que é utilizada uma substância radioativa que pode afetar o bebê.



source https://www.tuasaude.com/pet-scan/

quarta-feira, 17 de junho de 2026

23 sintomas de ansiedade: físicos e psicológicos (com teste online)

Os sintomas de ansiedade podem ser físicos, como sensação de aperto no peito e tremores, ou psicológicos como pensamentos negativos, sensação de que algo ruim vai acontecer ou medo, por exemplo.

Geralmente, surgem vários sintomas de ansiedade ao mesmo tempo, sendo normalmente relacionados ao medo e preocupação com eventos futuros ou circunstâncias consideradas pela pessoa como ameaçadoras.

Leia também: Ansiedade: o que é, sintomas, tipos, causas e tratamento tuasaude.com/ansiedade

Quando os sintomas de ansiedade ocorrem diariamente por mais de 6 meses, pode ser que a pessoa esteja sofrendo de ansiedade. Neste caso, deve-se consultar o psiquiatra para uma avaliação e, se necessário, iniciar o tratamento adequado.

Veja o vídeo a seguir e conheça melhor sobre os sintomas de ansiedade:

Ansiedade ou Síndrome do Pânico? Saiba a Diferença

07:35 | 532 visualizações

Sintomas físicos

Os principais sintomas físicos de ansiedade são:

  1. Tremor;
  2. Náuseas ou vômitos;
  3. Dor de estômago ou diarreia;
  4. Falta de ar ou respiração ofegante;
  5. Suor, calafrios ou ondas de calor;
  6. Formigamento ou dormência nos braços ou pernas;
  7. Tensão muscular;
  8. Boca seca;
  9. Irritabilidade e dificuldade para dormir;
  10. Tontura, vertigem ou sensação de desmaio;
  11. Inquietação, irritabilidade ou agitação;
  12. Dificuldade para falar.

Além disso, também podem surgir sintomas como palpitações cardíacas ou dor no peito, podendo ser esses sintomas confundidos com um infarto. Saiba diferenciar entre infarto e ansiedade.

[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO_SINTOMAS]

Sintomas psicológicos

Os principais sintomas psicológicos de ansiedade são:

  1. Medo de perder o controle ou de ferimentos físicos ou morte;
  2. Dificuldade ou falta de concentração;
  3. Sensação de que algo ruim vai acontecer;
  4. Descontrole sobre os próprios pensamentos;
  5. Pensamentos ou memórias assustadoras;
  6. Memória fraca;
  7. Nervosismo;
  8. Medo ser avaliado negativamente por outras pessoas;
  9. Desconexão com a realidade;
  10. Distração ou confusão mental;
  11. Preocupação excessiva.

Normalmente, as pessoas com ansiedade sentem vários sintomas psicológicos e físicos ao mesmo tempo, especialmente em momentos importantes ou quando é necessário se expor a outras pessoas.

Leia também: Crise de ansiedade: sintomas, causas e o que fazer tuasaude.com/crise-de-ansiedade

No caso das crianças que experienciam ansiedade, por vezes, só apresentam um sintoma e não vários como nos adultos, por isso, deve-se consultar o pediatra. Veja como identificar sintomas de ansiedade em crianças

Teste online de ansiedade

Se acha que sofre com ansiedade, selecione como tem se sentido nas últimas 2 semanas:

{TESTE_SINTOMAS_ANSIEDADE}

O teste de sintomas é apenas uma ferramenta de orientação, não servindo como diagnóstico e nem substituindo a consulta com psicólogo ou psiquiatra.

Como saber se você sofre de ansiedade?

A ansiedade é considerada normal quando ocorre de forma ocasional, como uma resposta de luta e fuga a uma situação considerada um perigo iminente.

No entanto, quando os sintomas de ansiedade são frequentes, dificulta a realização das atividades no dia a dia, limita o convívio com outras pessoas ou traz sofrimento físico e psicológico, pode-se tratar de um transtorno de ansiedade.

Nesses casos, é recomendado consultar o psiquiatra ou psicólogo para uma avaliação, confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento mais adequado, se necessário.

O que fazer

Para aliviar os sintomas de ansiedade, é recomendado praticar atividades físicas regularmente, praticar yoga ou tai chi chuan, ou tomar chás relaxantes, por exemplo. Confira os exercícios indicados para ansiedade.

É importante também evitar ingerir bebidas alcoólicas ou fumar, e fazer uma alimentação saudável. 

Leia também: 7 tipos de alimentos que combatem a ansiedade (e 7 que pioram) tuasaude.com/alimentos-contra-a-ansiedade

Outra forma de aliviar os sintomas de ansiedade é controlar a respiração, através da técnica de respiração diafragmática, inspirando lentamente pelo nariz e expirando o ar pela boca. 

Além disso, deve-se fazer o tratamento para ansiedade recomendado pelo psiquiatra, que normalmente envolve psicoterapia e/ou remédios antidepressivos e ansiolíticos.



source https://www.tuasaude.com/sintomas-de-ansiedade/

terça-feira, 16 de junho de 2026

Melatonina em goma: para que serve (e como tomar)

A melatonina em goma é um suplemento mastigável ​​que contém melatonina, um hormônio associado à regulação do ciclo de sono-vigília. Este suplemento pode ajudar a adormecer em situações específicas, como mudanças de horário e alterações do ritmo do sono.

No entanto, a melatonina em goma não deve ser considerada uma solução rápida para qualquer problema de sono, pois a quantidade real deste hormônio pode variar entre os produtos e nem sempre corresponde à quantidade indicada no rótulo.

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O uso da melatonina em gomas deve ser orientado por um médico ou nutricionista, pois este suplemento pode causar efeitos colaterais e é contraindicado em algumas situações. Além disso, problemas persistentes de sono devem ser avaliados pelo médico para identificar a causa e indicar o tratamento adequado.

Imagem ilustrativa número 1

Para que serve a melatonina em goma

A melatonina em goma serve para:

  • Ajudar a adormecer em casos selecionados;
  • Ajudar na adaptação do sono após mudanças de horário;
  • Ajudar em alguns casos de síndrome da fase do sono atrasada;
  • Complementar medidas de higiene do sono, quando estas não forem suficientes;
  • Facilitar o uso por pessoas com dificuldade em engolir comprimidos.

A melatonina em goma serve para ajudar a regular os padrões de sono em algumas pessoas que têm dificuldade para adormecer ou com alterações no ciclo sono-vigília.

A melatonina não é um sedativo comum e não age como uma \"pastilha para dormir\" em todos os casos. O efeito deste suplemento está mais relacionado ao sinal que ajuda o corpo a reconhecer o momento de dormir.

Por isso, a melatonina em goma não deve substituir hábitos como manter horários regulares de sono, evitar o uso de telas antes de dormir, reduzir os estímulos durante a noite e estabelecer uma rotina de sono adequada.

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Melatonina em goma infantil

A melatonina em goma infantil não é recomendada no Brasil, porque não existem testes sobre a segurança e a eficácia deste tipo de suplemento para crianças até 19 anos.

Além disso, a melatonina em goma geralmente possui formas e sabores que as tornam mais doces e atrativas para as crianças, podendo favorecer o seu alto consumo e overdose.

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Como tomar

A melatonina em goma geralmente é usada antes de dormir. Algumas fontes recomendam tomá-la de 1 a 2 horas antes de dormir para adultos, com formulações de liberação prolongada.

No Brasil, a dosagem recomendada e aprovada pela ANVISA dos suplementos de melatonina é de 0,21 mg por dia para adultos com mais de 19 anos.

Entretanto, a quantidade indicada no rótulo da melatonina em goma nem sempre reflete a quantidade real deste hormônio. Por isso, deve-se evitar aumentar a dose sem a orientação do médico ou nutricionista.

Possíveis efeitos colaterais

A melatonina em goma é um suplemento geralmente seguro e bem tolerado quando usado em baixas doses e por pouco tempo.

No entanto, este suplemento pode causar efeitos colaterais como:

  • Sonolência excessiva durante o dia;
  • Dor de cabeça e enxaqueca;
  • Tontura e tremores;
  • Náusea, vômito e dor abdominal;
  • Sonhos ou pesadelos vívidos;
  • Irritabilidade ou alterações de humor;
  • Confusão;
  • Diarreia ou prisão de ventre.

Esses efeitos podem ser mais prováveis ​​quando uma dose alta é ingerida, quando a goma contém mais melatonina do que o alegado ou quando usada junto com medicamentos que também causam sonolência.

Já as crianças, devido à ingestão acidental, podem apresentar dor de cabeça, tontura, agitação, pesadelos, incontinência urinária durante o sono, infecções respiratórias, dor nas costas, irritação na pele e piora de convulsões ou epilepsia, especialmente em crianças com condições neurológicas já existentes.

Quem não pode usar

A melatonina em goma não deve ser usada por mulheres grávidas ou amamentando, bem como por pessoas com menos de 19 anos e pessoas com alergia à melatonina ou a qualquer componente do produto.

Pessoas com epilepsia, asma, doenças inflamatórias ou autoimunes, transtornos de humor ou de personalidade, que tomam anticoagulantes ou que dirigem, operam máquinas ou exercem atividades que exigem atenção contínua, só devem usar a melatonina em goma com orientação do médico ou nutricionista.



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