sexta-feira, 3 de julho de 2026

Creatinofosfoquinase(CPK): o que significa e porque está alta ou baixa

A creatinofosfoquinase, é uma enzima presente nos tecidos musculares, no cérebro e no coração. Na presença de lesão nesses órgãos, essa enzima é liberada na corrente sanguínea, havendo aumento na sua concentração.

Dessa forma, o exame CPK, é indicado para investigar ataque cardíaco, infarto ou lesão muscular, por exemplo.

Apesar da CPK ser útil para identificar alterações, não é específica, já que pode ser classificada em tipos diferentes de acordo com o local de atuação. Por isso, é importante que o resultado da CPK seja avaliado pelo médico juntamente com outros resultados laboratoriais para confirmar o diagnóstico.

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Valores de referência da creatinofosfoquinase

Os valores de referência da creatinofosfoquinase (CPK total) são de 32 e 294 U/L para homens e 33 a 211 U/L para mulheres mas podem variar dependendo do laboratório onde é realizado o exame.

Tipos de CPK

Essa enzima é subdividida em três tipos de acordo com o seu local de atuação:

  • CPK 1 ou BB: Pode ser encontrada nos pulmões e no cérebro, principalmente;
  • CPK 2 ou MB: É encontrada no músculo cardíaco e por isso pode ser utilizada como marcador de infarto, por exemplo;
  • CPK 3 ou MM: Está presente em o tecido muscular e representa 95% de todas as creatinofosfoquinases (BB e MB).

A dosagem de cada tipo de CK é feito por diferentes métodos laboratoriais de acordo com as suas propriedades e de acordo com a indicação médica. Quando é solicitada a dosagem de CPK para avaliar o infarto, por exemplo, é dosada a CK MB além de outros marcadores cardíacos, como a mioglobina e a troponina, principalmente.

É considerado normal o valor de CK MB igual ou inferior a 5 ng/ mL e sua concentração normalmente está elevada em caso de infarto. Os níveis de CK MB costumam aumentar 3 a 5 horas após o infarto, atinge um pico em até 24 horas e o valor volta a ser normalizado entre 48 a 72 horas após o infarto.

Apesar de ser considerado um bom marcador cardíaco, a dosagem de CK MB para diagnóstico do infarto deve ser feita juntamente com a troponina, principalmente, pois os valores de troponina voltam ao normal cerca de 10 dias após o infarto, sendo, portanto, mais específico. Veja para que serve o exame da troponina.

Para que serve o exame

O exame creatinofosfoquinase (CPK) é útil para ajudar no diagnóstico de doenças como infarto, insuficiência renal ou pulmonar, dentre outras.

Como é feito

Para realizar a dosagem de CPK o jejum não é obrigatório, podendo ser recomendado ou não pelo médico. No entanto, é importante evitar realizar exercícios físicos extenuantes pelo menos 2 dias antes de realizar o exame, já que essa enzima pode estar elevada após exercícios devido à sua produção pelos músculos.

É também importante informar ao médico sobre o uso de medicamentos, como a Anfotericina B e o Clofibrato, por exemplo, pois podem interferir no resultado do exame.

Caso o exame seja solicitado com o objetivo de diagnosticar o infarto, é recomendado que seja a avaliada a relação entre CPK MB e CPK através da seguinte fórmula: 100% x (CK MB/ CK total). Caso o resultado dessa relação seja superior a 6%, é indicativo de lesões no músculo cardíaco, porém caso seja inferior a 6%, é sinal de lesões no músculo esquelético, devendo o médico investigar a causa.

O que significa o resultado

De acordo com o resultado do exame, é possível haver:

CPK alto

É preciso ter atenção ao tipo de CPK que está aumentado e o valor de referência indicado no exame, já que pode ser indicativo de diferentes situações.

Assim, de acordo com o tipo indicado no exame, o CPK alto pode ser indicativo de:

O CPK alto pode ser indicativo de diferentes situações de acordo com o tipo indicado no exame:

  • CPK BB: infarto, AVC, tumor no cérebro, convulsões, insuficiência pulmonar;
  • CPK MB: inflamação cardíaca, lesão no peito, choque elétrico, em caso de desfibrilação cardíaca, cirurgia ao coração;
  • CPK MM: lesão por esmagamento, exercício físico intenso, longa imobilização, uso de drogas ilícitas, inflamação no corpo, distrofia muscular, após eletromiografia;
  • CPK total: ingestão exagerada de bebidas alcoólicas, devido ao uso de remédios como anfotericina B, clofibrato, etanol, carbenoxolona, halotano e succinilcolina administrados juntos, intoxicação com barbitúricos

De forma geral, o aumento da concentração de creatinofosfoquinase não causa sintomas e, em muitas situações, é detectada de forma incidental no exame de sangue.

Quando surgem sintomas, estes são consequência da doença ou lesão que provocou o aumento da concentração da enzima, podendo ser notada dor e fraqueza muscular, cãibras, cansaço excessivo, dor no feito, falta de ar, desmaio e urina mais escura, nos casos mais graves.

CPK baixo

O CPK baixo normalmente está relacionado com a diminuição da CPK MM, o que pode ser indicativo de perda de massa muscular, desnutrição e caquexia, que corresponde à perda progressiva da massa muscular, gordura e massa óssea.

A diminuição da concentração dessa enzima pode ser consequência do envelhecimento, diminuição brusca da realização de atividade física, artrite reumatoide e lúpus, por exemplo.



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Óleo de coco: benefícios, para que serve, tipos e como fazer

O óleo de coco é um óleo vegetal que pode oferecer alguns benefícios para a saúde, como manter a pele e os cabelos saudáveis, ajudar a tratar a candidíase e promover a saúde oral.

Existem diferentes tipos de óleo de coco, como extra virgem e refinado. O óleo de coco extra virgem é obtido pela prensagem da polpa do fruto, mantendo os seus nutrientes, sabor e aroma. Já o refinado, é aquecido e filtrado, perdendo o aroma e o sabor.

O óleo de coco é vendido em frasco, sachê, cápsula ou spray, podendo ser usado na alimentação para temperar saladas ou preparar receitas, como suplemento alimentar ou ainda como hidratante para o rosto, a pele e o cabelo.

Conheça mais sobre o óleo de coco assistindo o vídeo a seguir:

Benefícios do ÓLEO DE COCO e como usar

05:50 | 216.968 visualizações

Benefícios e para que serve o óleo de coco

Os principais benefícios e indicações do óleo de coco são:

1. Mantém a pele saudável

O óleo de coco possui propriedade hidratante, diminuindo a perda de água e ajudando a melhorar o aspecto da pele seca e áspera, podendo ser aplicado diretamente na pele na forma de óleo ou creme.

Além disso, por ter ação antimicrobiana e hidratante, o óleo de coco também pode ser indicado para complementar o tratamento da dermatite atópica em bebês.

Leia também: Dermatite atópica em bebê: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/dermatite-atopica-bebe

2. Pode ajudar no emagrecimento

Alguns estudos indicam que o óleo de coco poderia ajudar no emagrecimento, por conter ácidos graxos de cadeia média.

Os ácidos graxos de cadeia média são moléculas de gordura que não são armazenadas no tecido adiposo.

No entanto, ainda são necessários mais estudos para avaliar os efeitos do óleo de coco no emagrecimento, pois as pesquisas científicas atuais ainda são muito limitadas.

3. Cuida do cabelo

O óleo de coco cuida do cabelo, pois parece diminuir a perda de proteínas, quando é usado como um produto de limpeza antes, como pré-poo, ou após a lavagem dos fios.

Isso acontece porque o ácido láurico, que é o principal ácido graxo presente no óleo de coco, tem uma afinidade maior pelas proteínas capilares e uma capacidade de penetrar nos fios de cabelos, promovendo a hidratação.

Leia também: 6 dicas para hidratar o cabelo ressecado tuasaude.com/5-dicas-para-hidratar-o-cabelo

4. Pode ajudar a tratar a candidíase

O óleo de coco contém ácido láurico, um ácido graxo com propriedades antifúngicas e antimicrobianas, que podem diminuir o desenvolvimento e crescimento da Candida sp.

Assim, o óleo de coco poderia ser indicado para complementar o tratamento da candidíase indicado pelo médico.

Entretanto, mais estudos científicos em seres humanos são necessários para avaliar o possível benefício do óleo de coco no combate à candidíase.

5. Mantém a saúde oral

Alguns estudos mostram que o óleo de coco pode ajudar a manter a saúde bucal, por diminuir a quantidade de bactérias na saliva.

Assim, o óleo de coco pode complementar as ações de prevenção, como escovação e uso de fio dental, para manter a saúde e higiene oral.

6. Pode tratar o Alzheimer

O óleo de coco pode ajudar a tratar o Alzheimer. Isso porque acredita-se que o cérebro da pessoa com Alzheimer não use a glicose corretamente.

Assim, os ácidos graxos de cadeia média presentes no óleo de coco poderiam funcionar como uma fonte alternativa de energia para o cérebro, ajudando na função cognitiva.

No entanto, ainda são necessários estudos mais completos e em seres humanos que avaliem a atividade do óleo de coco no Alzheimer.

Tipos de óleo de coco

Os tipos de óleo de coco incluem:

1. Óleo de coco extra virgem

O óleo de coco extra virgem, ou virgem, é obtido a partir da secagem rápida e prensa da polpa fresca e madura do coco, sem a adição de produtos químicos ou uso do calor, preservando os seus nutrientes.

Este tipo de óleo de coco possui um sabor e aroma leves e suaves, e, por ter um ponto de fumaça de cerca de 175 ºC, pode ser usado para refogar ou assar, mas não é indicado para uso em temperaturas muito altas, como em frituras.

2. Óleo de coco sem sabor (refinado)

O óleo de coco sem sabor é um óleo vegetal refinado, sendo obtido por meio da prensa da polpa do fruto. Em seguida, o óleo é vaporizado ou aquecido e filtrado através de argilas para remover impurezas e bactérias.

Em alguns casos, solventes químicos também podem ser usados ​​para retirar o óleo de coco da polpa.

O óleo de coco refinado não tem cheiro nem sabor e tem um ponto de fumaça que varia entre 204 e 232 ºC, podendo ser usado em frituras.

3. Óleo de coco spray

O óleo de coco spray é uma versão mais prática do óleo de coco, indicado para o preparo de refeições do dia a dia.

Para usar esse tipo de óleo de coco, basta borrifar o produto na frigideira, panela ou assadeira e acrescentar os ingredientes, como vegetais, frango, carne e panqueca, por exemplo.

4. Óleo de coco em cápsulas

O óleo de coco em cápsulas é um suplemento obtido através da prensagem da polpa do coco, sendo popularmente usado para ajudar a emagrecer, fortalecer o sistema imune e melhorar a disposição.

Leia também: Óleo de Coco em Cápsulas: para que serve (e como tomar) tuasaude.com/oleo-de-coco-em-capsulas

Como fazer o óleo de coco em casa

Para fazer o óleo de coco em casa é preciso apenas 3 cocos frescos e maduros e 4 xícaras de chá de água de coco.

O passo a passo para fazer o óleo de coco é:

  1. Retirar a pele marrom do coco e cortá-lo em cubos pequenos;
  2. Bater a polpa e a água e o coco no liquidificador até ficar uma mistura bem homogênea;
  3. Coar a mistura com a ajuda de um pano limpo e seco ou um coador de pano;
  4. Colocar a mistura num pote de vidro com tampa e deixar em um local escuro por 48 horas;
  5. Colocar a garrafa em um ambiente fresco, ao abrigo da luz, por mais 6 horas;
  6. Após as 48 horas, pode-se perceber que o óleo de coco está na parte superior e os resíduos na parte de baixo do pote;
  7. Armazenar o pote, em pé, na geladeira até que o óleo de coco endureça;
  8. Descartar a água e retirar o óleo de coco, que estará endurecido;
  9. Armazenar o óleo num recipiente com tampa.

O óleo de coco pode ser armazenado em um local seco e fresco ou na geladeira, podendo ser consumido por até dois anos.

Tabela de informação nutricional

A tabela a seguir traz a informação nutricional de 100 gramas e 1 colher de sopa de óleo de coco:

Componentes

Quantidade em 100 g de óleo de coco

Quantidade em 1 colher de sopa (13,6 g) de óleo de coco

Energia

892 calorias

121 calorias

Gorduras totais

99,1 g

13,5 g

Gordura saturada

82,5 g

11,2 g

Gorduras monoinsaturadas

6,33 g

0,861 g

Gorduras poli-insaturadas

1,7 g

0,231 g

Proteínas

0 g

0 g

Carboidratos

0 g

0 g

Para se obter os benefícios do óleo de coco, é importante consumí-lo em pequenas porções, junto com uma alimentação saudável e a prática regular de atividades físicas.

Como usar o óleo de coco

Algumas das formas de usar o óleo de coco são:

1. Óleo de coco na cozinha

O óleo de coco também pode ser usado na cozinha, como tempero de saladas, para refogados e no preparo de molhos, bolos, pães e tortas, por exemplo.

Entretanto, por ser rico em gordura saturada, o óleo de coco deve ser consumido com moderação.

A Organização Mundial da Saúde recomenda ingerir até 10% do valor calórico total da dieta de gordura saturada por dia. Assim, em uma dieta de 2.000 calorias, é indicado ingerir até 22,2 g de gordura saturada por dia, por exemplo, o que equivale a 2 colheres de sopa de óleo de coco.

2. Óleo de coco na vagina

Conforme a recomendação médica, o óleo de coco pode ser usado na vagina para melhorar a lubrificação em mulheres que possuem atrofia vaginal, também conhecida como síndrome geniturinária da menopausa.

Além disso, o óleo de coco também pode ser usado na vagina, para complementar o tratamento médico da candidíase.

Para isso, pode-se aplicar o óleo de coco puro na região genital ou ainda diluir 2 gotas de óleo essencial de tea tree em 1 colher de sopa de óleo de coco e aplicar na vagina 1 vez ao dia.

3. Óleo de coco no cabelo

O óleo de coco no cabelo pode ser usado das seguintes formas:

  • Pré-poo: para aplicar no comprimento dos fios antes da lavagem usual, que melhora o brilho, reduz o atrito e a perda de proteínas;
  • Umectação diurna: podendo ser aplicado diretamente na raiz e fios de cabelo, massageando e deixando agir por 15 minutos. Em seguida, deve-se lavar os cabelos normalmente, com shampoo e condicionador;
  • Umectação durante a noite: aplicar o óleo de coco nos fios, massagear bem e colocar uma touca ou toalha nos cabelos, e dormir. Na manhã seguinte, lavar os cabelos com shampoo e condicionador de preferência;
  • Máscara de hidratação: misturar o óleo de coco ao creme de hidratação. Para isso, é recomendado lavar os cabelos com o shampoo, aplicar a máscara sobre os cabelos úmidos e massagear bem. Deixar agir por 30 minutos e enxaguar;
  • Finalização: ajuda a diminuir o ressecamento e o frizz e melhorar o brilho. Aplicar uma pequena quantidade nas mãos e aplicar nas pontas dos cabelos limpos, molhados ou secos, massageando bem.

O óleo de coco no cabelo é indicado principalmente para cabelos normais e secos. Em cabelos oleosos, o óleo de coco pode deixar os fios mais oleosos e pesados.

4. Óleo de coco no rosto

Pode-se passar óleo de coco no rosto, podendo ajudar na hidratação em pessoas com pele normal, ressecada ou sensível.

Para isso, pode-se aplicar uma fina camada de óleo de coco na pele limpa e seca. Entretanto, é importante evitar o queixo, o nariz e a testa, por serem regiões com mais oleosidade.

Além disso, o óleo de coco também pode ser usado como hidratante labial.

5. Óleo de coco na pele

Devido às suas propriedades hidratantes, o óleo de coco também pode ser usado para hidratar a pele ressecada, podendo ser aplicado uma pequena quantidade diretamente na pele, massageando até ser totalmente absorvido.

Dúvidas comuns sobre o óleo de coco

Algumas dúvidas comuns sobre o óleo de coco são:

1. Óleo de coco pode ser usado como lubrificante?

Por possuir ação hidratante, o óleo de coco pode ser usado como lubrificante natural. 

Entretanto, o óleo de coco não deve ser usado junto com preservativos, porque pode romper o produto durante a relação sexual, aumentando o risco de infecções sexualmente transmissíveis e gravidez.

Leia também: Lubrificante íntimo: para que serve, tipos (e como usar) tuasaude.com/lubrificante-intimo

2. Óleo de coco faz mal?

Quando consumido em grandes quantidades, o óleo de coco pode fazer mal à saúde.

Isso acontece porque o óleo de coco é rico em gordura saturada, um tipo de ácido graxo que pode aumentar os níveis sanguíneos de colesterol total e colesterol “ruim”, o LDL, aumentando o risco de doenças cardiovasculares, como derrame e aterosclerose.

Leia também: Gordura saturada: o que é, tipos, alimentos e por que faz mal tuasaude.com/gordura-saturada

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quinta-feira, 2 de julho de 2026

10 melhores exercícios de mobilidade (e como fazer)

Os exercícios de mobilidade, como perdigueiro, rotação de tronco e extensão de quadril, aumentam a amplitude das articulações, ajudando a melhorar qualidade de vida, reduzir as dores nos músculos e articulações, melhorar a performance física e evitar lesões.

Os exercícios de mobilidade podem ser feitos em casa ou em academias, como parte do aquecimento antes dos treinos, no dia a dia ou para ajudar na recuperação de lesões, podendo incluir articulações como ombros, pernas, quadril, coluna, punhos e tornozelos.

No entanto, é recomendado que os exercícios de mobilidade sejam feitos com a orientação do educador físico, para que sejam realizados de forma correta, evitando o surgimento ou a piora de lesões.

Veja o vídeo a seguir com a Sabrina e confira outros exercícios de mobilidade:

Exercícios de Mobilidade: Alongamento Antes do Treino

04:40 | 2.951 visualizações

1. Mobilidade de ombro

Imagem ilustrativa número 1

A mobilidade de ombro é um exercício que trabalha o tórax e a parte superior das costas, podendo ser indicado para aquecer as articulações antes dos treinos, além de melhorar a postura. Confira outros exercícios para melhorar a postura.

Como fazer: Ficar de pé com os pés afastados na largura dos ombros e segurar um cabo de vassoura, ou cano de PVC, paralelos ao chão e com os braços mais abertos o possível.

Mantendo os braços esticados, levantar lentamente a vassoura, passando sobre a cabeça.

Levar a vassoura para as costas o máximo que puder. Segurar por 2 segundos e retornar à posição inicial. Fazer esse movimento 10 vezes. Durante a mobilidade, deve-se manter o abdômen contraído para manter uma boa postura e equilíbrio.

2. Agachamento lateral alternado

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O agachamento lateral alternado é um exercício de mobilidade de pernas, que aumenta a amplitude dos quadris e trabalha os músculos adutores, os glúteos, o quadríceps e as panturrilhas.

Como fazer: De pé, afastar bem as pernas além da largura do quadris. Deixar as pontas dos pés levemente apontadas para a diagonal.

Agachar para um dos lados, flexionando bem o joelho e movendo os quadris para trás. Repetir 10 vezes para cada lado. É importante manter o abdômen contraído e os pés bem apoiados no chão durante o exercício.

Leia também: 8 exercícios de mobilidade para treino de pernas (e como fazer) tuasaude.com/mobilidade-para-treino-de-perna

3. Extensão de quadril

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A extensão de quadril é um exercício de mobilidade indicado para aumentar a amplitude das articulações do quadril. Além disso, esse exercício de mobilidade também melhora a  nas articulações dos joelhos e tornozelos.

Como fazer: Com as pernas um pouco afastadas da largura dos quadris, ficar na posição de cócoras, segurando as mãos nas pontas dos pés.

Estender os joelhos, levando o quadril para o alto, sem soltar as mãos dos pés e deixar o topo da cabeça voltado para o chão.Voltar para a posição inicial e repetir esse movimento 10 vezes.

Leia também: 9 exercícios de mobilidade de quadril (e como fazer) tuasaude.com/mobilidade-de-quadril

4. Perdigueiro

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O perdigueiro é um exercícios de mobilidade que ajuda a melhorar a fortalecer as costas, os glúteos e o abdômen, aumentando a resistência e diminuindo as dores na região lombar.

Como fazer: Num colchão, ou tapete, ficar na posição de quatro apoios. Deixar a coluna alinhada, os braços esticados, os punhos alinhados com os ombros e os joelhos com o quadril.

Inspirar e retirar a mão direita e a perna esquerda do chão, esticando-os bem. Expirar, ao mesmo tempo que se encolhe o braço e a perna, aproximando bem o cotovelo do joelho. Fazer esse movimento 10 vezes e, depois, repetir do outro lado.

5. Alongamento gato-vaca

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O alongamento gato-vaca é um exercício de mobilidade que trabalha os músculos e articulações da coluna e dos quadris, sendo uma boa opção para evitar lesões nessas regiões e melhorar a postura.

Como fazer: Ficar na posição de quatro apoios num colchão ou tapete. Deixar os pulsos bem alinhados com os ombros e os joelhos com os quadris. Inspirar, enquanto ao arredondar as costas, separando as escápulas e trazendo o queixo em direção ao peito.

Em seguida, expirar enquanto se arqueia a coluna, olhando para bem cima e levando os glúteos para cima. Pode-se fazer de 10 a 15 repetições desse exercício.

6. Mobilidade de quadril, joelho e tornozelo

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A mobilidade de quadril, joelho e tornozelo é um exercício indicado para trabalhar as articulações do quadril, joelhos e tornozelos, podendo ser feito como aquecimento antes dos treinos ou para melhorar a mobilidade no dia a dia.

Como fazer: Num colchonete, ou tapete, ficar de joelhos, levar uma das pernas à frente, mantendo o joelho flexionado e as mãos apoiadas no chão.

Inspirar e, ao expirar, inclinar o tronco para frente, abaixando bem o quadril. Repetir esse exercícios 10 vezes e, em seguida, fazer do outro lado.

7. Mobilidade de punho

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A mobilidade de punho é um exercício indicado para prevenir lesões e dores nas articulações, e aumentar a mobilidade e flexibilidade dos punhos.

Como fazer: Ficar de pé, colocar os braços à frente do corpo e flexionados a 90º. Juntar as mãos, cruzando os dedos, e girar os punhos para um lado por 10 vezes. Em seguida, repetir e girar os punhos para o outro lado.

8.  Rotação de tronco

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A rotação de tronco é um exercício de mobilidade que ajuda a melhorar a postura e aliviar dores e tensões nos músculos das costas.

Como fazer: Num tapete, ficar na posição de prancha e levar a perna direita à frente, posicionando-a fora da mão direita e deixando o joelho flexionado.

Esticar bem a perna esquerda, inspirar fundo e ao expirar, levar o braço direito em direção estendendo par ao alto, acompanhando com o pescoço e a cabeça, e rotacionando o tronco. Voltar à posição inicial e retomar ao movimento, totalizando 10 repetições. Fazer o mesmo do outro lado.

9. Círculos de pescoço

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Os círculos de pescoço é um exercício de mobilidade indicado para evitar dor e problemas nas articulações e músculos do pescoço e da parte superior das costas.

Como fazer: Ficar de pé e deixar os braços estendidos ao longo do corpo. Inclinar a cabeça para o lado direito até alongar.

Rolar a cabeça para a frente, levando o queixo para junto do peito. Rolar a cabeça para o lado esquerdo até sentir alongar. Repetir esse exercício 5 vezes.

10. Rotação de ombros

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A rotação de ombros é um exercício de mobilidade que melhora a mobilidade das escápulas, dos músculos do peito, da articulação dos ombros e da coluna.

Como fazer: Ficar na posição de quatro apoios, apoiando os antebraços no chão e contraindo bem o abdômen.

Colocar a mão direita na orelha e fazer uma rotação dos ombros para fora e para cima, acompanhando com o pescoço e o olhar. Fazer esse movimento 10 vezes e repetir no lado esquerdo.



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quarta-feira, 1 de julho de 2026

Ondas de calor: o que pode ser (e o que fazer)

As ondas de calor são mais frequentes na menopausa, mas também podem surgir em pessoas com histórico de câncer de mama, na andropausa, na gravidez, ou ser consequência do uso de alguns medicamentos, por exemplo.

Os sintomas de onda de calor são uma sensação repentina de calor a espalhar-se pelo corpo, vermelhidão e manchas na pele, aumento dos batimentos cardíacos e da transpiração e sensação de frio ou arrepios quando a onda de calor passa.

Caso as ondas de calor sejam frequentes, é importante consultar o clínico geral para que seja identificada a causa do sintoma e, assim, seja possível iniciar o tratamento, caso seja necessário.

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As principais causas de ondas de calor são:

1. Menopausa

As ondas de calor são um dos sintomas mais comuns da menopausa, que surgem devido às alterações hormonais que se dão no corpo da mulher.

Essas ondas de calor podem surgir alguns meses antes da mulher entrar na menopausa e manifestar-se repentinamente em vários momentos do dia, variando de intensidade de acordo com cada mulher.

O que fazer: o tratamento vai depender da intensidade dos sintomas e deve ser determinado pelo ginecologista, que pode recomendar terapia de reposição hormonal ou outros medicamentos que ajudam a controlar estes sintomas, suplementos naturais ou mesmo alterações na dieta. Saiba mais sobre como combater as ondas de calor da menopausa.

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2. Andropausa

Os sintomas mais comuns da andropausa são alterações repentinas de humor, cansaço, ondas de calor e diminuição do desejo sexual e da capacidade de ereção, que se deve a uma redução na produção da testosterona, por volta dos 50 anos de idade.

Leia também: 9 sintomas da andropausa (e o que fazer) tuasaude.com/andropausa-sintomas

O que fazer: geralmente, o tratamento consiste no uso de medicamentos que aumentam os níveis de testosterona no sangue, através de comprimidos ou injeções, mas só devem ser usados se forem recomendados pelo urologista ou endocrinologista.

3. História de câncer de mama

Mulheres que tiveram câncer de mama, ou que fizeram tratamentos de quimioterapia que induzem falência do ovário, também podem sofrer de ondas de calor com sintomas semelhantes aos relatados por mulheres que estão a entrar na menopausa.

O que fazer: nestes casos, não é recomendado realizar terapia de reposição hormonal. A pessoa deve falar com o médico que pode recomendar terapias alternativas ou produtos naturais para aliviar os sintomas.

Leia também: Câncer de mama: sintomas, tipos, causas e tratamento (tem cura?) tuasaude.com/cancer-de-mama

4. Remoção dos ovários

A cirurgia de remoção dos ovários pode ser necessária em algumas situações, como em casos de abcesso ovariano, câncer, endometriose ou cistos no ovário.

A remoção dos ovários leva ao surgimento de menopausa precoce, que também provoca sintomas como ondas de calor, já que deixa de haver produção de hormônios por parte dos ovários.

O que fazer: o tratamento depende da idade em que se encontra a pessoa, podendo ser necessário recorrer a terapia de reposição hormonal.

5. Efeitos colaterais de medicamentos

Alguns medicamentos, principalmente aqueles que inibem a liberação de hormônios, também podem causar ondas de calor, como é o caso do acetato de leuprorrelina, que é a substância ativa do medicamento Lupron.

Este é um medicamento indicado para tratar o câncer de próstata, mioma, endometriose, puberdade precoce e câncer de mama avançado.

Este remédio age diminuindo a produção do hormônio gonadotrofina, bloqueando a produção nos ovários e testículos e causando sintomas semelhantes à menopausa.

O que fazer: geralmente, os sintomas desaparecem quando o medicamento é descontinuado, mas isto só deve ser feito quando indicado pelo médico.

6. Terapia para câncer de próstata

A terapia de supressão androgênica é utilizada no tratamento do câncer da próstata e, por reduzirem os hormônios testosterona e dihidrotestosterona no corpo, podem levar ao surgimento de ondas de calor como efeito colateral.

O que fazer: geralmente, os sintomas desaparecem quando se suspende o medicamento, que só deve acontecer quando indicado pelo médico.

7. Hipogonadismo

O hipogonadismo masculino acontece quando os testículos produzem pouca ou nenhuma testosterona, levando ao surgimento de sintomas como impotência, desenvolvimento anormal dos caracteres sexuais masculinos e ondas de calor.

O hipogonadismo feminino ocorre quando os ovários produzem poucos ou nenhum hormônio sexual, como o estrogênio e a progesterona.

O que fazer: este problema não tem cura, mas os sintomas podem ser melhorados através de terapia de reposição hormonal. Veja mais sobre o tratamento do hipogonadismo.

8. Hipertireoidismo

O hipertireoidismo caracteriza-se por uma produção excessiva de hormônios pela tireoide, que pode ser causado por alterações no sistema imunológico, inflamação ou presença de nódulos na tireoide, por exemplo.

Essa condição leva ao surgimento de sintomas, como ansiedade, nervosismo, palpitações, sensação de calor, tremores, suor excessivo ou cansaço frequente, por exemplo.

O que fazer: o tratamento depende da causa que está na origem da doença, da idade da pessoa e dos sintomas apresentados, podendo ser feito com medicamentos, iodo radioativo ou através da remoção cirúrgica da tireoide.

Leia também: Hipertireoidismo: sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/hipertireoidismo

9. Gravidez

A gravidez é uma fase da vida da mulher em que acontecem diversas mudanças hormonais, o que pode provocar aumento da temperatura corporal e, consequentemente, ondas de calor.

As ondas de calor na gravidez podem surgir durante o dia ou a noite, podendo também ser acompanhado por suor noturno e mal-estar.

O que fazer: é recomendado que a mulher beba água durante o dia, use roupas de algodão para deixar a pele respirar, tome banho com água morna e mantenha a casa ventilada.



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Calor excessivo: o que pode causar (e o que fazer para aliviar )

O calor excessivo pode causar insolação, desidratação, exaustão térmica e cãibras, por exemplo, afetando principalmente pessoas mais vulneráveis, como idosos, bebês, mulheres grávidas e pessoas com problemas crônicos de saúde.

O calor excessivo, ou extremo, é caracterizado por temperaturas muito mais altas do que a média para um determinado local numa época do ano, e que pode aumentar a sensação térmica quando os níveis de umidade também estão elevados.

Alguns cuidados que ajudam a se proteger contra o calor excessivo são: beber bastante líquidos, usar roupas leves e largas, aplicar protetor solar regularmente, fazer refeições leves e evitar bebidas alcoólicas.

Senhor bebendo água na garrafa

O que o calor excessivo pode causar

Os principais riscos do calor excessivo para a saúde são:

1. Insolação

A insolação é uma situação que acontece quando as funções do organismo começam a parar de funcionar devido ao calor extremo.

Isso pode acontecer quando se fica muito tempo exposto ao sol, em ambientes muito quentes ou quando se pratica atividades físicas de forma muito intensa.

Alguns sinais e sintomas que podem surgir na insolação são dor de cabeça, pele quente e vermelha, respiração rápida, enjoo e mal-estar geral. Em casos mais graves, a insolação também pode causar desidratação, desmaio, convulsões, danos cerebrais e óbito, por exemplo. Conheça todos os sintomas de insolação.

O que fazer: a insolação é uma emergência, devendo-se, assim, contactar ou ir imediatamente ao hospital para que seja feito tratamento mais adequado.

Além disso, é importante que a pessoa permaneça em um local fresco e sem exposição ao sol. É aconselhado também tomar banho com água fria e cobrir a pessoa com lençóis frios e úmidos, pois ajuda a regular a temperatura do corpo.

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2. Desidratação

O aumento na transpiração, durante o calor excessivo, pode causar a desidratação quando a perda de líquidos corporal não é reposta por uma ingestão suficiente.

A desidratação pode  provocar sintomas como dor de cabeça, cansaço, sede intensa, boca seca, pouca urina, cãibras, tontura, olheiras e olhos fundos, por exemplo.

O que fazer: para adultos e crianças, é aconselhado beber cerca de 2 L de líquidos por dia, incluindo água, chás, água de coco, sucos de frutas, leite e sopa. Também é importante comer vegetais e frutas frescas, como tomate, morango, pepino, alface, nabo e melancia, por exemplo.

Leia também: Desidratação: sintomas, causas, tratamento (e como prevenir) tuasaude.com/desidratacao

3. Exaustão térmica

A exaustão térmica geralmente acontece durante esforços físicos excessivos em locais quentes e úmidos, afetando geralmente pessoas que praticam atividades ou trabalham ao ar livre.

Os sintomas da exaustão térmica são pele fria, úmida e pálida ou avermelhada, náusea, tontura, dor de cabeça, fraqueza e/ou exaustão.

Essa condição é causada por uma perda de fluidos corporais através da transpiração intensa e do fluxo sanguíneo para a pele aumentado, que diminui o fluxo de sangue para os órgãos vitais e provoca um tipo de choque leve.

O que fazer: o tratamento dessa condição é feito descansando-se em uma posição confortável e em local mais fresco, retirando ou afrouxando roupas apertadas e aplicando panos úmidos e frios na pele.

Se a pessoa estiver consciente, deve-se beber lentamente meio copo de água fria ou bebidas esportivas a cada 15 minutos. Caso a pessoa não melhore, é recomendado ligar para um atendimento médico de urgência.

4. Infarto

O calor excessivo aumenta as perdas de líquido corporal, diminuindo a quantidade de água no sangue e forçando o coração a trabalhar mais para equilibrar a pressão arterial.

Assim, o calor excessivo pode causar taquicardia ou até mesmo infarto, principalmente em pessoas que já possuem um problema cardiovascular.

O que fazer: o tratamento do infarto deve ser feito no hospital e inclui o uso de medicamentos anticoagulantes, estatinas, anti-hipertensivos e antiagregantes plaquetários.

Em alguns casos, o tratamento do infarto pode ser realizado apenas com a colocação de um stent para desobstruir as artérias e restabelecer o fluxo de sangue.

Leia também: Infarto: sintomas, causas, tratamento e como evitar tuasaude.com/infarto

5. Cãibras por calor

As cãibras por calor são espasmos musculares provocados por uma grande perda de sal e água do corpo, podendo causar sintomas como suor intenso e espasmos ou dores musculares.

O que fazer: para aliviar essa condição, é aconselhado ir para um lugar fresco e arejado, e beber água, água de coco ou uma bebida esportiva.

Se as cãibras durarem mais de 1 hora ou a pessoa tiver problemas cardiovasculares, deve-se procurar ajuda médica imediatamente.

O calor excessivo pode ser fatal?

O calor excessivo pode ser fatal, pois atrapalha a regulação da temperatura corporal e provoca desidratação, aumentando o trabalho do coração e danificando outros órgãos.

Além disso, o calor excessivo também pode piorar as condições de doenças crônicas já existentes, como diabetes, doenças cardiovasculares, respiratórias e cerebrovasculares.

Pessoas com maior risco de sofrer com o calor excessivo são idosos, crianças, mulheres grávidas, pessoas em situação de sem teto e pessoas com problemas crônicos de saúde.

Essas pessoas têm maior risco de sofrer com o calor, devido a fatores como alterações na percepção da sede e calor, exposição frequente ao sol, uso de alguns medicamentos e incapacidade do corpo de se regular em mudanças bruscas de temperatura.

Como aliviar o calor excessivo

Algumas dicas do que fazer para aliviar o calor excessivo são:

  1. Beber bastante líquidos, como água, água de coco e sucos naturais de frutas, mesmo sem estar com sede, e evitar bebidas alcoólicas, com cafeína e ricas em açúcar;
  2. Usar roupas leves, largas e de cores claras, para ajudar na ventilação e diminuir a retenção de calor;
  3. Evitar atividades ao ar livre em horas mais quentes e secas do dia, principalmente entre 10h e 16h;
  4. Usar protetor solar regularmente, além de chapéus e óculos escuros;
  5. Fazer pequenas refeições leves e frescas, pouco condimentadas e fracionadas ao longo do dia;
  6. Usar persianas ou cortinas, para impedir que o sol reflita diretamente dentro da casa ou escritório, por exemplo;
  7. Usar ar condicionado ou ventilador e/ou abrir as janelas durante a noite;
  8. Ficar o máximo possível em um local com ar condicionado e/ bem ventilado e com sombra;
  9. Manter os ambientes úmidos, com umidificador de ar, toalha molhada ou balde de água, por exemplo;
  10. Tomar banho com água fria, para refrescar o corpo;
  11. Oferecer água para recém-nascidos, crianças, idosos e pessoas doentes, pois eles podem não sentir e/ou dizer que têm sede;
  12. Evitar deixar crianças ou animais de estimação dentro de veículos estacionados, pois os carros podem aquecer rapidamente, mesmo com as janelas abertas.

Além disso, instalar revestimentos refletivos, isolamento, toldos para janelas externas, telas de sombra ou persianas externas e plantar árvores, para fornecer sombra ao redor das casas e prédios, também ajudam a proteger do calor excessivo.

Quando ir ao médico

É recomendado ir ao médico sempre que a pessoa apresentar sintomas como:

  • Confusão mental;
  • Mal-estar geral;
  • Desmaio;
  • Pele fria, úmida e pálida ou avermelhada;
  • Ausência de urina por mais de 8 horas ou urina escura;
  • Batimentos cardíacos e respiração acelerados.

Além disso, deve-se procurar o atendimento médico de urgência sempre que bebês, crianças e adolescentes apresentarem irritabilidade, choro sem lágrimas, vômito ou diarreia ou dor muscular.

Leia também: Urgência e emergência: qual a diferença? (e quando ir ao hospital) tuasaude.com/urgencia-e-emergencia

source https://www.tuasaude.com/calor-excessivo/

terça-feira, 30 de junho de 2026

Faringite estreptocócica: o que é, sintomas, causas e tratamento

A faringite estreptocócica é uma infecção na garganta causada pela bactéria Streptococcus pyogenes, que é facilmente transmissível. Essa infecção, também chamada de faringite bacteriana, causa sintomas como dor de garganta intensa, placas brancas no fundo da boca, dificuldade para engolir, diminuição do apetite e febre.

É importante que a faringite estreptocócica seja identificada e tratada logo no início dos sintomas, assim é possível prevenir complicações, como sinusite, otite, abscessos, alterações no funcionamento dos rins e febre reumática, por exemplo.

Leia também: Faringite: o que é, sintomas, causas, tipos e tratamento tuasaude.com/faringite

O tratamento da faringite bacteriana deve ser orientado pelo otorrinolaringologista ou clínico geral e normalmente é feito com o uso de antibióticos, para combater a infecção, e medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos para aliviar os sintomas.

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Principais sintomas

Os principais sintomas de faringite estreptocócica são:

  • Dor de garganta intensa, que aparece rapidamente;
  • Garganta vermelha com presença de pus, que é percebido por meio do aparecimento de placas brancas no fundo da garganta;
  • Dificuldade e dor para engolir;
  • Amígdalas vermelhas e inchadas;
  • Febre entre 38,5º e 39,5 ºC;
  • Dor de cabeça;
  • Náuseas e vômitos;
  • Dor na barriga e no resto do corpo;
  • Perda de apetite;
  • Erupção cutânea;
  • Ínguas inchadas e sensíveis no pescoço.

Normalmente, pessoas com faringite estreptocócica não apresentam tosse ou coriza, o que ajuda a distinguir os sintomas da gripe comum.

Leia também: 7 sintomas de faringite, como confirmar (e como tratar) tuasaude.com/faringite-sintomas

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Como é feito o diagnóstico

A faringite estreptocócica é diagnosticada pelo otorrinolaringologista ou clínico geral através da avaliação dos sinais e sintomas que a pessoa apresenta, além da realização de uma avaliação física e da garganta.

Além disso, o médico pode solicitar a realização de uma análise de secreção da garganta para confirmar a causa dos sintomas e, assim, iniciar o tratamento mais adequado.

Marque uma consulta com o médico mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para investigar a possibilidade de faringite:

[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO]

Causa da faringite estreptocócica

A faringite estreptocócica é causada pela bactérias Streptococcus pyogenes, também conhecida como estreptococo do grupo A.

Essa bactéria está naturalmente presente na boca, garganta e sistema respiratório, sem causar qualquer sintoma. No entanto, em algumas situações, principalmente quando a imunidade está mais comprometida, pode proliferar e levar ao aparecimento dos sintomas da faringite bacteriana.

Leia também: Streptococcus pyogenes: o que é, sintomas e tratamento tuasaude.com/streptococcus-pyogenes

Como acontece a transmissão

A faringite estreptocócica é facilmente transmitida através das gotículas de saliva. Por esse motivo, é possível pegar a infecção ao:

  • Respirar gotículas infectadas, especialmente após alguém doente tossir ou espirrar;
  • Beber do mesmo copo ou comer do mesmo prato que uma pessoa doente;
  • Tocar em superfícies infectadas e depois mexer no rosto.

Os sintomas geralmente aparecem de forma súbita e intensa, cerca de 2 a 5 dias após contato com o microrganismo infeccioso, podendo desaparecer ao fim de 1 semana, quando a infecção é tratada corretamente.

Como é feito o tratamento

O tratamento para a faringite estreptocócica deve ser feito conforme a recomendação do otorrinolaringologista ou infectologista, podendo ser recomendado:

1. Uso de antibióticos

De forma geral, os principais antibióticos que são indicados são a penicilina ou a amoxicilina, que devem ser usados de acordo com a orientação do médico, mesmo que os sintomas tenham desaparecido antes do fim do tratamento.

Nos casos mais graves, em que o médico identifica outros focos de infecção, pode ser recomendado o tratamento com antibiótico diretamente na veia.

Leia também: Antibióticos: o que são, mais usados e dúvidas comuns tuasaude.com/antibiotico

2. Uso de analgésicos, anti-inflamatórios e antipiréticos

Os medicamentos anti-inflamatórios, analgésicos e/ ou antipiréticos, como o ibuprofenos ou o paracetamol, por exemplo, ajudam a diminuir a inflamação da garganta, aliviar a dor e baixar a febre, podendo ser indicado pelo médico para alívio dos sintomas.

3. Alimentação pastosa

Devido ao fato de normalmente ser difícil de comer por causa da perda do apetite e dor ao engolir, é importante que a pessoa se alimente, de preferência com alimentos pastosos, pois assim evita-se a desnutrição e favorece o combate ao microrganismo, uma vez que os alimentos ajudam a fortalecer o sistema imunológico.

Possíveis complicações

Na maioria dos casos, a faringite consegue ser facilmente tratada e não causa qualquer complicação. No entanto, nos casos mais graves e/ou quando a doença não é tratada rapidamente ou conforme orientação do médico, podem há maior risco da pessoa desenvolver:

  • Sinusite bacteriana;
  • Otite média;
  • Abscesso ao redor das amígdalas ou atrás da garganta;
  • Glomerulonefrite, que pode acontecer quando a bactéria atinge os rins;
  • Febre reumática, que acontece quando a bactéria atinge o coração, sendo esta a complicação mais grave;
  • Artrite reativa, em que há dor e inflamação nas articulações.

Assim, na presença de sinais e sintomas de faringite estreptocócica, é fundamental que o médico seja consultado e o tratamento seja iniciado.



source https://www.tuasaude.com/faringite-estreptococica/

7 sintomas de tétano e o que fazer (com teste online)

Os sintomas de tétano estão principalmente relacionados a alterações no sistema nervoso central, incluindo espasmos e rigidez muscular, dor de cabeça, dificuldade para engolir e respirar, por exemplo.

O tétano é uma doença infecciosa causada pela bactéria Clostridium tetani, que pode ser encontrada no solo, em poeira e nas fezes de animais, pois esse tipo de bactéria habita no seu intestino.

Leia também: Tétano: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/tetano

Na presença de sintomas indicativos de tétano, deve-se consultar o clínico geral ou infectologista, para fazer o diagnóstico correto e indicar o tratamento adequado, que pode incluir a vacina antitetânica, o uso de antibióticos e relaxantes musculares, por exemplo.

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Sintomas de tétano

Os principais sintomas de tétano são:

1. Espasmos musculares

Os espasmos musculares nos músculos da mandíbula, conhecido como trismo, é um dos principais sintomas de tétano, dificultando ou incapacitando a pessoa de abrir a boca, falar e/ou comer.

Os espasmos geralmente são repentinos, potentes e dolorosos, podendo durar vários minutos, e podem ser provocados por estímulos sensoriais, como ruído, luz, toque ou manipulação.

[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO_SINTOMAS]

2. Rigidez muscular

A rigidez muscular é outro sintoma comum do tétano e geralmente começa na mandíbula e no pescoço e, depois, se generaliza.

Assim, a pessoa pode apresentar dificuldade em mover o pescoço, rigidez dos músculos abdominais e da coluna, e contrações prolongadas dos músculos do rosto, que deixam a pessoa com uma expressão similar a um sorriso fixo ou careta.

3. Dor de cabeça

Outro possível sintoma de tétano é a dor de cabeça, que pode surgir como consequência da rigidez dos músculos do rosto e pescoço, e da pressão arterial alta, por exemplo.

4. Dificuldade para engolir

A dificuldade para engolir, conhecida cientificamente como disfagia, pode surgir devido aos espasmos dos músculos da faringe, podendo ser uma queixa inicial.

Leia também: Dificuldade para engolir: o que pode ser (e o que fazer) tuasaude.com/dificuldade-de-engolir

5. Dificuldade para respirar

Devido aos espasmos dos músculos do tórax, laringe e diafragma, outro possível sintoma do tétano é a dificuldade para respirar e até bloqueio das vias aéreas.

6. Febre e sudorese

Outro possível sintoma que a pessoa com tétano pode apresentar é a febre, que muitas vezes é abaixo de 38 ºC, e a sudorese excessiva.

7. Alterações cardiovasculares

Algumas possíveis alterações cardiovasculares que podem surgir são a pressão arterial alta ou flutuante, e a taquicardia, que é a frequência cardíaca rápida ou irregular.

Esses sintomas surgem devido a uma atividade elevada do sistema nervoso autônomo.

Teste online de sintomas

Para saber as chances de estar com tétano, selecione os sintomas apresentados no teste a seguir:

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Este teste é apenas uma ferramenta de orientação e, por isso, não serve como diagnóstico ou deve substituir a consulta com o infectologista ou clínico geral.

O que fazer

Em caso de suspeita de tétano, é recomendado consultar o infectologista ou clínico geral, para que seja feito o diagnóstico e indicado o tratamento adequado.

O tratamento do tétano, indicado pelo médico, pode incluir:

  • Vacina antitetânica, que é recomendada para crianças e adultos, para diminuir o curso e a gravidade da doença;
  • Limpar a ferida, para evitar que a toxina se espalhe;
  • Usar antibióticos, como metronidazol ou penicilina, para combater a bactéria e tratar as feridas;
  • Tomar relaxantes musculares, como diazepam, para aliviar os espasmos musculares.

O médico também pode prescrever o uso de sedativos, como diazepam, para promover o relaxamento muscular e reduzir a ansiedade, diminuindo a frequência e intensidade dos espasmos.

Leia também: Como é feito o tratamento para o tétano tuasaude.com/tratamento-do-paciente-com-tetano

source https://www.tuasaude.com/tetano-sintomas/

Creatinofosfoquinase(CPK): o que significa e porque está alta ou baixa

A creatinofosfoquinase, é uma enzima presente nos tecidos musculares, no cérebro e no coração. Na presença de lesão nesses órgãos, essa enzi...