sexta-feira, 8 de maio de 2026

Tendinite da pata de ganso: o que é, sintomas, causas e tratamento

A tendinite pata de ganso é a inflamação da parte interna do joelho, que é composta por três tendões responsáveis pelo movimento de flexão e pela estabilização do joelho.

A inflamação dessa estrutura pode provocar sintomas como dor na parte interna do joelho, sensibilidade ao toque, rigidez e dificuldade para mover, podendo ser consequência da realização de esforços repetitivos, tensão dos músculos isquiotibiais, pés planos, diabetes, sobrepeso ou artrose no joelho, por exemplo.

Leia também: Dor no joelho: 11 causas comuns (e o que fazer) tuasaude.com/dor-no-joelho

O diagnóstico deve ser feito pelo ortopedista através da avaliação clínica, palpação e realização de manobras para confirmar que a dor é devido à inflamação no joelho. Após confirmação da tendinite da pata de ganso, o médico pode indicar o tratamento mais adequado, que pode incluir repouso, uso de analgésicos e anti-inflamatórios, e realização de fisioterapia.

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Principais sintomas

Os principais sintomas da tendinite da pata de ganso são:

  • Dor aguda e pulsante na parte interna do joelho, que piora ao subir ou descer escadas, levantar de uma cadeira ou sentar com as pernas cruzadas, podendo acontecer no repouso ou durante a noite;
  • Sensibilidade ao tocar na região interna do joelho, que corresponde ao local em que estão os tendões;
  • Inflamação no local, com inchaço que pode aparecer em horas ou dias;
  • Vermelhidão e aumento da temperatura da região;
  • Rigidez e dificuldade para movimentar o joelho normalmente;
  • Sensação de instabilidade, em alguns casos.

Os sintomas da tendinite da pata de ganso surgem principalmente na parte interna do joelho, podendo variar em intensidade e, de forma geral, interferem na mobilidade, dificultando as atividades do dia a dia se não for tratada adequadamente.

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Síndrome da pata de ganso

A síndrome da pata de ganso é uma condição que causa dor e inflamação na parte interna do joelho e que pode afetar tanto os tensões da pata de ganso como a bursa anserina, que é uma pequena bolsa com líquidos localizada abaixo deles.

Quando a inflamação afeta principalmente os tendões, recebe o nome de tendinite, enquanto que quando a afeta a bursa, é chamada de bursite.

Leia também: Bursite no joelho: causas, sintomas, tratamento e exercícios tuasaude.com/bursite-no-joelho

No entanto, como as duas situações provocam sintomas muito parecidos e o tratamento é praticamente o mesmo, os profissionais preferem agrupá-las sob a denominação de síndrome de pata de ganso.

Possíveis causas

As possíveis causas que podem levar ao desenvolvimento da síndrome da pata de ganso são:

1. Sobrecarga na região e traumatismos

Os esforços excessivos e repetitivos ou pancadas diretas sobre o joelho podem danificar a região da pata de ganso, sendo mais frequente de ocorrer em esportes como futebol, basquete ou esportes com raquete, em que há corridas, mudanças repentinas de direção e movimentos laterais.

Também pode surgir devido à má realização de um treino, como não aquecer corretamente ou aumentar repentinamente a intensidade do exercício, bem como pancadas, quedas ou acidentes na parte interna do joelho que podem desencadear inflamação e dar lugar à tendinite.

2. Alterações anatômicas e biomecânicas

As alterações anatômicas e biomecânicas, como a tensão ou rigidez dos músculos isquiotibiais, o joelho valgo ou varo, os pés planos e o uso de calçado inadequado, podem favorecer o desenvolvimento da tendinite da pata de ganso, pois modificam a forma como o joelho suporta e distribui a carga.

Isso pode aumentar o atrito e a pressão na parte interna do joelho, principalmente na região média.

Além disso, os pés planos e o uso de calçado inadequado podem alterar a pisada e aumentar a carga sobre a parte interna do joelho.

3. Doenças articulares e ósseas

As doenças articulares e ósseas também podem desencadear a tendinite na pata de ganso, já que afetam diretamente a estrutura e o funcionamento do joelho.

Entre as alterações mais frequentes está a artrose do joelho, principalmente quando a afeta a parte interna da articulação, assim como lesões próximas, como danos ao menisco ou as distensões de ligamento.

Leia também: Lesão no menisco: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/menisco

Além disso, síndromes como de Osgood-Schlatter ou a irritação da prega suprapatelar podem favorecer a inflamação e, em alguns casos, crescimento ósseos, que podem comprimir a região e aumentar o atrito nos tendões.

4. Fatores metabólicos

Alguns fatores metabólicos que podem favorecer a tendinite da pata de ganso, como o sobrepeso e a obesidade, aumentam a carga e a inflamação no joelho, já que o excesso de peso submete a articulação a um estresse contínuo.

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico da tendinite da pata de ganso é feito pelo ortopedista através, principalmente, de uma avaliação física.

Inicialmente o médico deve questionar os sintomas apresentados e em que situações aparecem e/ ou ficam mais intensos. Em seguida, deve realizar mobilizações e movimentos específicos para confirmar a origem da dor.

Em alguns casos o médico pode indicar exames adicionais, como ecografia ou ressonância para descartar outras lesões, como bursite, lesão no menisco, alterações nos ligamentos do joelho, artrose ou lesões por sobrecarga óssea.

Marque uma consulta com o ortopedista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para que seja feita uma avaliação mais detalhada do joelho:

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Como é feito tratamento

O tratamento da tendinite da pata de ganso deve ser iniciado de forma progressiva com medidas simples, como repouso relativo, em que é indicado evitar as atividades que desencadeiam a dor. Além disso, é importante aplicar gelo, já que ajuda a reduzir a inflamação local e a aliviar a dor ao diminuir o inchaço e a sensibilidade da região afetada.

O médico também pode indicar o uso de analgésicos ou anti-inflamatórios para aliviar a inflamação, corrigir fatores que sobrecarregam o joelho, como o sobrepeso, uso de calçados inadequados ou desalinhamento, podendo também indicar a fisioterapia.

A fisioterapia é uma parte fundamental do tratamento, já que ajuda a diminuir a tensão e melhorar o funcionamento do joelho através da realização de exercícios de alongamento e fortalecimento, além de técnicas como massagem, ultrassom, TENS ou bandagem terapêutica.

Leia também: TENS: o que é, para que serve, como é feito e tipos tuasaude.com/fisioterapia-tens

Nos casos em que não há melhora, pode ser também indicada a realização de infiltrações ou outras terapias avançadas para controlar a dor e favorecer a recuperação. Nas situações mais crônicas ou muito resistentes ao tratamento, pode ser considerada a realização de cirurgia.



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Vitiligo: o que é, sintomas, causas, tipos, tratamento (tem cura?)

Vitiligo é uma alteração da pigmentação da pele que leva ao surgimento de sintomas como manchas brancas pelo corpo, principalmente nos braços, mãos, pés ou em volta dos olhos ou boca.

Essas manchas podem surgir devido à ausência de melanina na pele, devido à destruição ou morte dos melanócitos, que são as células que produzem o pigmento que dá cor à pele. Ainda não se sabe a causa exata do vitiligo mas parece estar associado a fatores genéticos e autoimunes.

O vitiligo não é contagioso e o tratamento é feito pelo dermatologista que pode indicar o uso de pomadas ou comprimidos de corticoides ou imunossupressores, fototerapia, despigmentação da pele, cirurgia ou transplante de melanócitos.

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Sintomas de vitiligo

Os principais sintomas de vitiligo são:

  • Manchas despigmentadas na pele;
  • Manchas brancas, com bordas bem delimitadas;
  • Manchas com formato redondo, oval ou linear;
  • Manchas brancas que podem apresentar alguma pigmentação normal no seu interior; 
  • Pelos ou cabelos brancos na área da mancha da pele;
  • Manchas despigmentadas dentro da boca ou das narinas.

As manchas do vitiligo são mais comuns de surgir no rosto, principalmente em volta dos olhos e boca, dorso das mãos, pescoço, couro cabeludo, tronco ou região genital, como vulva ou pênis.

Além disso, as manchas também podem ocorrer em regiões do corpo que podem sofrer traumas mais facilmente, como cotovelos ou joelhos. Em alguns casos, o vitiligo pode afetar os olhos ou ouvidos.

Dependendo da causa do vitiligo, outros sintomas podem surgir, como bócio, emagrecimento, cabelos grisalhos, alopecia areata, anemia ou fraqueza, por exemplo. Saiba identificar os principais sintomas de vitiligo.

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Vitiligo coça?

O vitiligo não coça e não causa dor, causando apenas a descoloração da pele e o surgimento de manchas brancas. Veja outras causas de manchas brancas na pele.

Como confirmar o diagnóstico

O diagnóstico do vitiligo geralmente é clínico, sendo feito pelo dermatologista através da avaliação das manchas na pele a olho nu, podendo ser usada a lâmpada de Wood que permite observar melhor as manchas da pele.  

Marque uma consulta com um dermatologista na região mais próxima:

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Além disso, caso necessário, o médico pode fazer uma biópsia de pele, para confirmar o diagnóstico e descartar outras condições de saúde, como nevo despigmentoso ou pitiríase alba, por exemplo. Saiba como é feita a biópsia de pele.  

O médico também pode solicitar exames de sangue para identificar a causa do vitiligo.

Vitiligo é contagioso?

O vitiligo não é contagioso, ou seja, não passa de uma pessoa para outra, uma vez que não é causada por infecções por fungos, bactérias ou vírus, por exemplo.

Além disso, o vitiligo não causa prejuízos à saúde, mas pode causar desconforto psicológico na pessoa.

Possíveis causas

A causa exata do vitiligo não é completamente conhecida, mas acredita-se que esteja relacionada a fatores genéticos, autoimunes ou estresse, por exemplo.

Leia também: Vitiligo emocional: o que é, sintomas, causas, e tratamento tuasaude.com/vitiligo-emocional

Esses fatores podem levar à destruição dos melanócitos, que são as células que produzem o pigmento que dá cor à pele, a melanina, resultando nas manchas brancas na pele.

Qual a idade que aparece o vitiligo?

O vitiligo pode surgir em qualquer idade, no entanto, é mais comum de surgir antes dos 20 anos, podendo se manifestar em bebês ou ainda na infância.

Vitiligo em crianças

O vitiligo em crianças se manifesta a partir do aparecimento de manchas brancas na pele que podem ser visíveis após 4 a 6 semanas do início do processo. Essas lesões aparecem com maior frequência no rosto, mãos, pés e áreas expostas a atritos ou ferimentos leves.

O vitiligo nas crianças pode aparecer entre 8 e 12 anos, sendo o tipo mais frequente o vitiligo generalizado (não segmentar), em que as manchas aparecem nos dois lados do corpo de forma simétrica.

Durante a infância também é comum o vitiligo segmentar, que afeta apenas um dos lados e pode estabilizar em 1 a 2 anos.

Tipos de vitiligo

Os principais tipos de vitiligo são:

1. Vitiligo generalizado

O vitiligo generalizado, ou não segmentado, é o tipo mais comum, caracterizado pelo aparecimento das manchas brancas em várias regiões do corpo de forma simétrica, como nas duas mãos ou nos dois lados do rosto, por exemplo.

Esse tipo de vitiligo apresenta evolução rápida, sendo seguido de períodos em que ocorre estagnação das manchas.

2. Vitiligo localizado

O vitiligo localizado caracteriza-se pelo surgimento de manchas brancas localizadas em uma ou algumas regiões do corpo.

3. Vitiligo universal

O vitiligo universal é mais raro e ocorre em quase todas regiões do corpo, sendo que a maior parte da pele apresenta-se despigmentada, e algumas regiões com a pigmentação normal da pele.

4. Vitiligo segmentar

O vitiligo segmentar, também chamado de vitiligo unilateral, afeta apenas um lado do corpo, como apenas um lado do rosto ou uma mão, por exemplo.

Esse tipo de vitiligo não é muito comum, e afeta principalmente pessoas mais jovens, e as manchas normalmente evoluem durante 1 a 2 anos e depois se tornam estáveis, ou seja, não aumentam de tamanho ou não surge nenhuma nova mancha na pele.

Como é feito o tratamento

O tratamento do vitiligo deve ser feito com orientação do dermatologista e varia de acordo com o tipo de vitiligo, tamanho da mancha na pele e sua localização, e tem como objetivo estabilizar o crescimento da mancha ou promover a repigmentação da pele.

Assim, os principais tratamentos que podem ser indicados pelo médico são:

  • Pomadas ou cremes tópicos, como corticoides, tacrolimus, pimecrolimus ou calcipotrieno, que ajudam a diminuir a resposta imunológica na pele;
  • Comprimidos de corticoides ou imunossupressores, indicados principalmente quando o vitiligo está progredindo ou é mais extenso e têm como objetivo interromper a atividade da doença;
  • Fototerapia com luz UVB ou UVA, que também pode ser feita com o uso do psoraleno (PUVA), sendo um dos tratamentos mais indicados para vitiligo generalizado;
  • Laserterapia, para manchas estáveis e limitadas;
  • Enxertos de pele saudável nas áreas com manchas brancas estáveis, no caso do vitiligo segmentar ou localizado;
  • Transplante de melanócitos, feito em manchas estáveis por 1 ano e que não melhoram com outros tratamentos.

Além disso, também pode ser indicado o tratamento de despigmentação da pele, com cremes ou pomadas, no caso do vitiligo generalizado. Veja todas as opções de tratamento para o vitiligo.

Leia também: 8 pomadas para vitiligo (e como usar) tuasaude.com/pomada-para-vitiligo

O vitiligo tem cura?

O vitiligo não tem cura, pois os melanócitos que são as células que produzem a melanina, o pigmento que dá cor à pele, são destruídas, não se regenerando.

No entanto, é possível evitar que a despigmentação da pele evolua, fazendo o tratamento recomendado pelo dermatologista, para repigmentar as manchas brancas.

Leia também: Vitiligo tem cura? (e 9 opções de tratamento) tuasaude.com/vitiligo-tem-cura

Possíveis complicações

As principais complicações do vitiligo são o desconforto estético que pode resultar em estresse mental ou até depressão.

Além disso, quando afeta os olhos, o vitiligo pode causar irite ou uveíte, e no caso de afetar os ouvidos pode resultar em perda da audição.

Outras complicações relacionadas ao vitiligo são o aumento do risco de câncer de pele ou de queimaduras solares, pois a melanina é um fator de proteção natural da pele.

O tratamento com corticoides tópicos também podem causar complicações, como a atrofia da pele.



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Endocrinologista: o que é, o que faz (e quando consultar)

O endocrinologista é o médico que se dedica ao estudo das glândulas do corpo e alterações hormonais, que podem gerar vários tipos de doenças, incluindo diabetes, síndrome dos ovários policísticos e problemas na tireoide.

É recomendado consultar um endocrinologista quando existem sinais que fazem suspeitar de alguma alteração na produção de hormônios, como alterações rápidas do peso, aumento do volume de urina e da sede, excesso de pelos em mulheres ou crescimento das mamas em meninos, por exemplo.

A partir da avaliação clínica e de dosagens hormonais, o endocrinologista consegue identificar a causa dos sintomas e, assim, indicar o tratamento mais adequado.

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Que doenças cuida o endocrinologista

O endocrinologista pode ajudar no tratamento de diversas doenças, incluindo:

  • Distúrbios da tireoide, como hipo e hipertireoidismo, tireoidites, nódulos e câncer;
  • Diabetes ou pré-diabetes;
  • Hirsutismo, que é uma condição que causa o aparecimento de pelo na mulher, em locais tipicamente masculinos;
  • Obesidade;
  • Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP), menopausa e andropausa;
  • Distúrbios ósseos, como osteopenia e osteoporose;
  • Síndrome de Cushing;
  • Acromegalia, que é uma condição caracterizada pelo excesso de hormônio do crescimento.

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Quando marcar consulta

É recomendado consultar o endocrinologista quando forem percebidos sinais ou sintomas que possam ser indicativos de alteração na produção de hormônios, como:

  • Excesso de peso;
  • Aumento rápido de peso;
  • Cansaço excessivo;
  • Alterações no ciclo menstrual;
  • Atraso na puberdade ou puberdade precoce;
  • Aumento da tireoide;
  • Excesso de pelos nas mulheres;
  • Crescimento das mamas nos meninos;
  • Sinais e sintomas de andropausa e menopausa;
  • Presença de sintomas relacionados com a diabetes como sede excessiva e aumento da vontade para urinar, por exemplo.

Na presença deste tipo de sintomas, o endocrinologista irá fazer uma avaliação clínica e poderá indicar a realização de exames de sangue.

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Como é a primeira consulta

Na primeira consulta com o endocrinologista, o médico avalia a história clínica da pessoa através de uma entrevista, em que pergunta o motivo da consulta, ou seja, os sinais e sintomas que a pessoa apresenta.

Além disso, o médico pode questionar a idade, antecedentes de saúde da família e pessoais, hábitos de vida relacionados com a alimentação e a prática de atividade física, uso de medicamentos e alergias.

Em seguida, o endocrinologista pode realizar um exame físico focado na região relacionada com os sinais e sintomas, como pescoço, pele, mãos ou região abdominal, por exemplo.

Também podem ser solicitados exames laboratoriais, como exames de sangue para avaliar os níveis hormonais, exame de urina e exames de imagem, como tomografia ou ressonância magnética.

Endocrinologista para emagrecer

É interessante procurar o endocrinologista quando existe muita dificuldade para perder peso, mesmo seguindo uma alimentação saudável e praticando atividade física regularmente.

Na consulta, o endocrinologista irá avaliar o histórico de saúde, fazer o exame físico e poderá pedir, também, alguns exames complementares, se necessários.

Para saber se você está acima do peso, utilize a nossa calculadora online:

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quinta-feira, 7 de maio de 2026

19 semanas de gestação: desenvolvimento do bebê

Na 19ª semana de gestação, o bebê pesa cerca de 272 e mede aproximadamente 22,5 centímetros.

Nessa fase, há a formação da vernix caseosa, uma camada de gordura branca que cresce sobre a pele do bebê e que serve como proteção e hidratação da pele, além de prevenir infecções e regular a temperatura corporal.

Durante essa semana, os sintomas de azia e sensação de queimação geralmente já estão menos intensos e a mulher pode sentir aumento do apetite. No entanto, a dor de cabeça, tontura, sensibilidade na gengiva e dor pélvica podem continuar, e pode surgir um pouco de dificuldade de concentração.

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Desenvolvimento do bebê

As principais características do desenvolvimento do bebê na 19ª semana da gestação são:

  • Começa a se formar a vérnix caseosa, uma cobertura branca gordurosa que tem a função de prevenir infecções, regular a temperatura corporal, hidratar a pele e proteger a pele do líquido amniótico. Além disso, a vérnix vai atuar como um lubrificante para ajudar o bebê a passar pelo canal vaginal no futuro parto;
  • O bebê tem ciclos de vigília e sono, como um bebê recém-nascido, dormindo cerca de 18 horas por dia e se movimentando nas 6 horas restantes;
  • Os músculos continuam a se desenvolver e por baixo da pele começa a se formar o tecido adiposo que é uma camada de gordura que armazena energia e vai ajudar a controlar a temperatura do corpo do bebê após o nascimento;
  • O cérebro do bebê está formando áreas especializadas separadas que serão responsáveis ​​pelo olfato, paladar, audição, visão e tato. As células nervosas que já existem aumentam de tamanho e formam conexões mais complexas;
  • Como o bebê já reage a sons que vêm de fora da barriga da mulher, pode-se ler ou tocar música para ele, pois ele reconhecerá depois de nascer;
  • Se for uma menina, ela já possui o sistema reprodutivo formado com órgão genital, útero, trompas uterinas e aproximadamente 6 milhões de óvulos primitivos nos ovários. Quando o bebê nascer, esse número será reduzido para 1 milhão e já não produzirá mais óvulos durante toda a vida.

Além disso, nesta fase da gestação, já é possível ver os primeiros fios de cabelo no couro cabeludo do bebê.

Tamanho e peso do bebê

O tamanho do bebê com 19 semanas de gestação é de cerca de 22,8 centímetros, medidos da cabeça aos pés, e cerca de 15,8 centímetros da cabeça ao bumbum, sendo equivalente ao tamanho de uma manga. O peso do bebê nessa semana é cerca de 272 gramas.

Mudanças no corpo da mulher

Na 19ª semana de gravidez, a mulher pode sentir mais apetite e desejo por alguns alimentos pois, geralmente, os sintomas de azia ou sensação de queimação no estômago já podem estar menos intensos. No entanto, os sintomas de tontura, dor de cabeça, dor pélvica e sensibilidade na gengiva podem continuar. Além disso, pode surgir um pouco de dificuldade de concentração que pode ocorrer devido a dificuldade para dormir.

Nesta fase, a mulher pode apresentar a dor pélvica, uma condição que surge devido ao alongamento excessivo do ligamento que liga o útero à região pélvica, devido ao crescimento da barriga, causando dor na parte de baixo da barriga que se estende para a virilha e que dura apenas alguns segundos. A dor no ligamento redondo é considerada uma parte normal da gravidez enquanto o corpo da mulher se prepara para o crescimento do bebê.

Leia também: Dor no pé da barriga na gravidez: o que pode ser (e o que fazer) tuasaude.com/dor-no-pe-da-barriga-gravidez

Além disso, os mamilos ficam mais escuros e é possível que a mulher tenha uma linha escura vertical no centro da barriga, chamada linha nigra, que é normal e ocorre devido às alterações hormonais da gravidez. Além disso, algumas mulheres podem desenvolver estrias na barriga devido ao estiramento da pele da barriga em crescimento.

Cuidados durante a 19ª semana

Na 19ª semana da gestação, alguns cuidados são importantes para ajudar a aliviar os desconfortos que podem surgir como:

  • Aumento do apetite: fazer pequenos lanches saudáveis, incluindo frutas, nozes, queijos e vegetais cortados, que são fáceis de preparar e nutritivos. Além disso, deve-se evitar doces, frituras e fast food pois possuem muitas calorias e não fornecem nutrientes para a mulher e o bebê.
  • Tontura: comer a cada 2 ou 3 horas e beber pelo menos 8 copos de água por dia. Além disso, deve-se evitar longos períodos de pé e levantar lentamente após deitar ou sentar. Se a tontura não melhorar, piorar ou surgirem sintomas de dor abdominal ou sangramento vaginal, deve-se entrar em contato com o médico imediatamente;
  • Dor de cabeça: relaxar em ambientes tranquilos ou colocar uma compressa fria na testa ou na nuca e deitar, podem ajudar a aliviar o desconforto. No entanto, se a dor de cabeça não melhorar ou for constante, deve-se procurar ajuda médica imediatamente, pois pode ser sinal de pressão alta. Saiba mais sobre dor de cabeça na gravidez;
  • Dor pélvica: manter a boa postura, evitando ficar longos períodos em pé ou sentada e mudar de posição ao deitar podem ajudar a aliviar o desconforto. Além disso, fazer alongamentos leves, praticar ioga ou pilates, conforme a indicação do médico, ajudam a fortalecer a musculatura para suportar as mudanças no corpo durante a gravidez. No entanto, se a dor não melhorar, ou se tiver febre, deve-se entrar em contato com o médico imediatamente;
  • Sensibilidade nas gengivas: usar uma escova de dentes com cerdas macias, escovando os dentes de forma suave para não machucar a gengiva e passar o fio dental regularmente. Além disso, é recomendado consultar o dentista para avaliar a saúde da boca e dos dentes;
  • Dificuldade de concentração: dormir um pouco mais, deitar mais cedo, praticar atividades relaxantes como ioga ou alongamentos, ajudam a dormir melhor e a reduzir a dificuldade de concentração. Além disso, é importante fazer uma alimentação rica em peixe, sementes e vegetais, pois possuem gorduras boas essenciais para o bom funcionamento do cérebro. Confira a lista de melhores alimentos para o cérebro.
  • Estrias: passar óleo de amêndoas na barriga ou hidratantes próprios para a gravidez recomendados pelo médico, podem ajudar a aliviar a secura e a coceira associadas à estria.

Durante toda a gestação, é importante seguir as recomendações médicas, realizar as consultas pré-natais, tomar o ácido fólico e/ou outros suplementos e fazer atividades físicas recomendados pelo obstetra, para melhorar a saúde da mulher e do bebê.

Além disso, deve-se fazer uma alimentação saudável e balanceada, incluindo frutas, verduras e legumes frescos, para garantir o fornecimento de nutrientes essenciais para o desenvolvimento do bebê e ajudar a controlar o aumento do peso durante a gravidez. Veja como fazer uma alimentação saudável na gravidez;

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Proteinúria: o que é, exame, causas (e como tratar)

A proteinúria é uma condição caracterizada pela presença anormal de proteínas na urina, podendo estar relacionada com situações simples e transitórias, como febre, desidratação, gravidez, estresse e exercício físico intenso, por exemplo.

Também conhecida como proteína na urina, a proteinúria também pode ser causada por outras condições mais sérias, como pressão alta, doença renal, diabetes mellitus e glomerulonefrite.

Leia também: Proteína na urina (proteinúria): o que pode ser, sintomas e tratamento tuasaude.com/aminoacidos-na-urina

O exame de proteinúria pode ser indicado pelo médico como parte de um check-up regular, nas consultas de pré-natal ou se a pessoa apresentar sintomas sugestivos de inflamação, infecção ou danos nos rins, por exemplo.

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Principais causas e tratamento

As causas da proteinúria variam conforme o tipo dessa condição, incluindo:

1. Proteinúria transitória

A proteinúria transitória é comum e geralmente leve, podendo ser causada por histórico recente de febre, exposição ao frio, desidratação, infecção urinária, gravidez, estresse e exercício físico intenso.

Como tratar: esse tipo de proteinúria geralmente se resolve naturalmente em alguns dias após se eliminar o fator que a causa, sem a necessidade de tratamento específico.

2. Proteinúria ortostática

A proteinúria ortostática acontece quando a pessoa apresenta níveis elevados de proteína na urina após passar longos períodos em pé, mas os níveis voltam ao normal ao deitar.

Essa condição é mais comum em adolescentes e jovens adultos altos e magros, e acredita-se que isso acontece devido a pequenas alterações na dinâmica do fluxo de sangue nos rins durante a posição ereta.

Como tratar: após a confirmação pelo médico desta condição, não é necessário tratá-la, pois este tipo de proteinúria não causa danos à saúde da pessoa.

3. Proteinúria persistente

Este tipo de proteinúria pode indicar condições mais sérias, como:

  • Doença renal;
  • Doença glomerular, como glomerulonefrite;
  • Pressão alta;
  • Doença tubular;
  • Diabetes mellitus;
  • Doenças do tecido conjuntivo.
  • Vasculite;
  • Amiloidose;
  • Mieloma;
  • Insuficiência cardíaca congestiva.

A proteinúria persistente é caracterizada pela presença de proteína na urina em dois ou mais exames.

Entretanto, para confirmar essas condições, o médico também solicita exames complementares, como creatinina sérica, testes imunológicos, ultrassonografia dos rins e biópsia renal, por exemplo.

Como tratar: o tratamento indicado pelo médico varia conforme a doença que causa a proteinúria, podendo incluir o uso de remédios como captopril, espironolactona e semaglutida, e, em alguns casos, a diálise ou o transplante renal.

O médico também pode recomendar restringir a ingestão de sódio, manter uma dieta saudável, interromper o tabagismo, controlar o peso e fazer exercícios físicos.

Leia também: Transplante renal: o que é, como é feito (e recuperação) tuasaude.com/transplante-de-rins

Exame de proteinúria

Os dois principais tipos de exame de proteinúria são:

1. Exame de urina (EAS)

O exame de urina (EAS) é normalmente solicitado pelo médico para identificar alterações no sistema urinário e renal.

Este exame deve ser feito por meio da coleta da primeira urina do dia, que deve ser levada ao laboratório em até 2 horas para que seja analisada.

Se houver a presença de proteínas na urina, o médico poderá então solicitar outros exames complementares, como a proteinúria de 24 h ou a relação proteína/creatinina, por exemplo.

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2. Proteinúria de 24h

A proteinúria de 24 h é um exame tradicional, onde a pessoa coleta a produção total de urina num período de 24 horas.

Para fazer este exame, deve-se desprezar a primeira urina do dia e, em seguida, coletar todas as urinas do dia e da noite, armazenando-a no recipiente fornecido pelo laboratório.

Valores acima de 150 mg em 24 horas geralmente são considerados uma alteração e devem ser avaliados para ajudar a identificar as possíveis causas.

Se o médico também solicitar os níveis da albumina, valores acima de 30 mg em 24 horas também podem indicar alterações.

Leia também: Urina de 24 horas: para que serve, como fazer e resultados tuasaude.com/exame-de-urina-de-24-horas

3. Relação proteína/creatinina

Como alternativa à proteinúria de 24 h, o médico pode indicar a realização do exame de proteína/creatinina.

Neste exame, a pessoa deve colher apenas uma amostra da primeira urina do dia e, em seguida, levar ao laboratório. O laboratório então compara a quantidade de proteína com a quantidade de creatinina.

Uma relação proteína/creatinina de 15 mg/mmol ou menos é considerada normal. Já uma relação de 12 mg/mmol ou mais pode indicar uma perda leve a grave de proteínas.

Níveis de proteinúria

A classificação dos níveis de proteinúria são:

  • Proteinúria normal: menos de 150 mg/24 horas ou 15 mg/mmol;
  • Proteinúria nefrítica: entre 150 a 3000 mg/24 horas ou de 12 a 300 mg/mmol;
  • Proteinúria nefrótica, ou proteinúria: mais de 3500 mg/24 horas ou mais de 350 mg/mmol.

Entretanto, é importante ressaltar que os valores de proteinúria podem variar conforme a hidratação, a dieta, a forma de coleta e as condições de saúde da pessoa, por exemplo.

Por isso, o exame de proteinúria deve sempre ser analisado pelo médico, que irá avaliar se existe a necessidade de outros exames e de tratamento.

Proteinúria em gestante

A proteinúria em gestante pode ser transitória e acontecer devido a condições simples, como adaptação do corpo ao bebê, estresse e desidratação, por exemplo.

Entretanto, essa situação também pode ser causada por situações mais sérias, como pré-eclâmpsia e doença renal crônica.

Por isso, é importante que todos os exames feitos pela mulher durante a gravidez sejam sempre avaliados pelo obstetra. Assim, o médico pode avaliar se existe alguma alteração importante, e, se necessário, indicar o tratamento adequado.

Leia também: Proteína na urina na gravidez: causas (e o que fazer) tuasaude.com/proteina-na-urina-na-gravidez

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quarta-feira, 6 de maio de 2026

Chá de hortelã: 7 benefícios e como fazer (com receitas deliciosas)

O chá de hortelã pode ser usado para fins medicinais, porque possui propriedades antioxidantes, analgésicas, digestivas, descongestionantes, anti-inflamatórias e antiespasmódicas, sendo uma ótima opção para melhorar a digestão e o cansaço, e aliviar as cólicas e a dor de cabeça, por exemplo.

Além disso, o chá de hortelã também tem ação antiparasitária, podendo ajudar a combater a infecção por parasitas, como amebíase e giardíase, por exemplo.

Leia também: Hortelã: para que serve, como usar (e como fazer o chá) tuasaude.com/hortela

O chá de hortelã pode ser preparado com dois tipos diferentes dessa planta, uma conhecida como hortelã comum, que possui o nome científico de Mentha spicata, e outra conhecida como hortelã-pimenta, ou Mentha piperita. Conheça todos os benefícios da hortelã-pimenta.

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Principais benefícios

Os principais benefícios do chá de hortelã são:

1. Tratar problemas digestivos

Por atuar como um relaxante para os músculos do estômago e intestino, o chá de hortelã ajuda a diminuir as contrações que causam dor e mal estar. Esta bebida também ajuda a reduzir náuseas, vômitos, inchaço abdominal e gases.

O chá de hortelã também estimula a secreção de bile, um composto produzido pela vesícula biliar, mantendo o bom funcionamento do fígado e melhorando a digestão dos alimentos.

Além disso, alguns estudos mostram que a hortelã também pode aliviar os sintomas da síndrome do intestino irritável, diminuindo sintomas, como gases, dor abdominal e diarreia.

2. Aliviar a dor de cabeça

O consumo do chá de hortelã é indicado para aliviar dores de cabeça e enxaquecas, pois possui propriedades analgésicas e anti-inflamatórias, que ajudam a diminuir a dor.

Além disso, o chá de hortelã também possui ação relaxante, diminuindo a tensão nervosa e muscular, que podem causar a dor de cabeça.

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3. Ajudar no tratamento de gripes e resfriados

Por possuir propriedades anti-inflamatórias, antivirais, descongestionantes e expectorantes, o chá de hortelã diminui a tosse e a congestão nasal, ajudando a tratar resfriados, gripes e dores de garganta.

4. Aliviar os sintomas da menstruação

O chá de hortelã ajuda a aliviar os sintomas da menstruação, reduzindo a duração e a gravidade das cólicas menstruais, porque possui propriedades relaxantes, analgésicas e anti-inflamatórias.

5. Diminuir o risco de câncer

O chá de hortelã contém antioxidantes, protegendo as células saudáveis contra os radicais livres e ajudando a diminuir o risco do surgimento de alguns tipos de câncer, como de cólon, de mama, de pulmão e leucemia.

6. Melhorar o cansaço mental

Por possuir mentol e mentona, óleos essenciais que atuam como estimulantes leves no sistema nervoso central, o chá de hortelã ajuda a diminuir o cansaço mental e a melhorar o foco em tarefas como estudar e ler.

7. Tratar infecções

O chá de hortelã contém óxido de piperitona, um composto que possui propriedades antiparasitárias, atuando como um complemento no tratamento de infecções causadas por parasitas, como ameba e giárdia.

Além disso, o chá de hortelã também possui ação bactericida e antifúngica, podendo ajudar a complementar os tratamentos de cárie, mau hálito e candidíase oral, por exemplo.

Veja com a nutricionista Tatiana Zanin outros benefícios do chá de hortelã no vídeo a seguir:

HORTELÃ: para que serve e como usar

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Propriedades do chá de hortelã

O chá de hortelã possui propriedades digestivas, analgésicas, imunoestimulantes, antioxidantes, anti-inflamatórias, vasodilatadoras, antibacteriana, antifúngica, antivirais e estimulantes.

Essas propriedades são devido aos compostos ativos presentes na hortelã, como o mentol, mentona e óxido de piperonita, por exemplo.

Como preparar

Para preparar o chá de hortelã, deve-se ferver 150 ml de água, e quando começar a ferver, apagar o fogo. Depois, basta acrescentar 1 colher de sopa de folhas de hortelã, tampar, deixando descansar por 5 a 10 minutos, coar e beber.

Receitas com chá de hortelã

Os chás podem ser preparados com a hortelã comum ou com a hortelã-pimenta.

1. Chá de hortelã para febre

O chá de folhas de hortelã, quando combinado com a laranja amarga, é bom para ajudar no tratamento da febre, porque promove o aumento do suor. Além disso, também é bom para problemas respiratórios, como tosse, asma, gripe, rouquidão, coriza e congestão nasal.

Ingredientes:

  • 15 g de folhas de hortelã;
  • 5 g de laranja amarga;
  • 150 ml de água.

Modo de preparo:

Adicionar 1 colher de sopa da mistura de folhas de hortelã com a laranja amarga na água fervente. Tampar e deixar repousar por 10 minutos e coar.

Este chá pode ser bebido várias vezes por dia, e de preferência antes de deitar para aumentar o suor e diminuir a febre.

2. Chá de hortelã para dor no estômago

O chá de hortelã com raiz de alcaçuz esmagada e flores de camomila, ajuda a tratar inflamações no estômago como, gastrite e úlcera gástrica.

Isso porque a camomila possui propriedades calmantes, ajudando a aliviar os sintomas e ajudando a promover a sensação de bem estar. Conheça outros benefícios do chá de camomila.

Ingredientes:

  • 1 colher de chá de folhas frescas ou secas de hortelã;
  • 1 colher de chá de raiz de alcaçuz esmagada;
  • ½ colher de chá de flores de camomila.

Modo de preparo:

Juntar todas as plantas numa xícara de chá e adicionar 150 ml de água fervente. Tampar, deixar repousar por 5 a 10 minutos e coar. Este chá pode ser tomado de 3 a 4 vezes por dia.

3. Chá de hortelã para cólica ou gases

O chá de hortelã pode ser usado para ajudar a aliviar cólicas menstruais e gases intestinais.

Ingredientes:

  • 2 colheres de chá de folhas secas de hortelã, ou 2 a 3 folhas frescas;
  • 150 ml de água fervente.

Modo de preparo:

Colocar as folhas de hortelã numa xícara de chá com água fervente. Deixar a infusão repousar durante 5 a 10 minutos e coar. Este chá deve ser consumido de 3 a 4 vezes por dia e de preferência após as refeições.

4. Chá de hortelã para melhorar a digestão

O chá de hortelã quando combinado com sementes secas de funcho, ou erva-doce e folhas de erva-cidreira, possui propriedades digestivas e calmantes, promovendo a sensação de bem estar e melhorando a digestão. Veja outras propriedades da erva-cidreira.

Ingredientes:

  • 2 colheres de chá de folhas secas de hortelã-pimenta;
  • 2 colheres de chá de sementes de funcho ou erva-doce;
  • 2 colheres de chá de folha de erva-cidreira.

Modo de preparo:

Colocar 1 colher de sopa da mistura de ervas em uma xícara de chá e encher com 150 ml de água fervente. Deixar a infusão repousar durante 10 minutos e coar. Este chá deve ser bebido ainda quente, de 2 a 3 vezes por dia, entre as refeições.

5. Chá de hortelã e mel para gripes

Este chá é muito bom para ajudar no tratamento de gripes, porque a hortelã ajuda a aliviar a dor. Já o mel possui propriedades antimicrobianas, ajudando a combater infecções respiratórias e diminuindo a irritação na garganta.

Ingredientes:

  • 6 folhas picadas de hortelã;
  • 1 col. de sobremesa de mel;
  • 150 ml de água fervente.

Modo de preparo:

Numa xícara, adicionar a água fervente sobre as folhas de hortelã picadas e amassadas, tampar e deixar repousar por 5 a 10 minutos. Coar, adoçar com o mel e tomar 3 a 4 xícaras por dia.

6. Chá de hortelã com passiflora para ansiedade

O chá hortelã com passiflora ajuda a relaxar o sistema nervoso central, promovendo tranquilidade, bom humor e bem estar geral.

Ingredientes:

  • 2 colheres de sopa de folhas frescas de hortelã;
  • 2 colheres de sopa de folhas secas de passiflora;
  • 150 ml de água fervente.

Modo de preparo:

Adicionar 1 colher da mistura das ervas a hortelã em uma xícara e colocar a água fervente. Tampar e deixar repousar durante 10 minutos. Este chá deve ser tomado preferencialmente à noite.

Quando não é indicado

O chá de hortelã não é indicado para mulheres grávidas ou que estejam amamentando. Esse chá também não é indicado para crianças com menos de 5 anos de idade.

Esse chá é contraindicado para pessoas com refluxo, hérnia de hiato ,pedra nos rins, pedra na vesícula e inflamação da vesícula biliar.



source https://www.tuasaude.com/beneficios-do-cha-de-hortela/

Como montar um kit de primeiros socorros

Para montar o kit de primeiros socorros, deve-se escolher o recipiente adequado que deve ser transparente, fácil de transportar e com tamanho suficiente para todos os materiais. Em seguida, deve-se fazer uma lista dos materiais básicos.

Ter um kit de primeiros socorros é uma ótima forma de garantir que se está preparado para socorrer, rapidamente, vários tipos de acidentes, como picadas, pancadas, quedas, queimaduras e até sangramentos, por exemplo.

Leia também: Primeiros socorros: o que são, para que servem, kit (e principais técnicas) tuasaude.com/primeiros-socorros

O kit de primeiros socorros pode ser comprado pronto em farmácias, mas também pode ser preparado em casa e adaptado às necessidades de cada pessoa, como kit para acidentes domésticos, acidentes de trânsito ou férias, por exemplo.

Veja no vídeo a seguir tudo o que precisa para se ter um kit bem completo:

Como fazer KIT PRIMEIROS SOCORROS

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Lista de materiais necessários

O conteúdo da caixa de primeiros socorros pode ser muito variado, porém, os produtos e materiais básicos incluem:

  • 1 embalagem de soro fisiológico a 0,9%: para limpar o machucado;
  • 1 solução antisséptica para feridas, como álcool iodado ou clorexidina: para desinfectar feridas;
  • Gazes esterilizadas de vários tamanhos: para cobrir feridas;
  • 2 curativos estéreis para os olhos;
  • 3 ataduras e 1 rolo de esparadrapo: ajudam a imobilizar membros ou para segurar compressas no local de uma ferida;
  • Luvas descartáveis, idealmente sem látex: para proteger do contato direto com sangue e outros fluídos corporais;
  • 1 embalagem de algodão: facilita a aplicação de produtos nas bordas da ferida;
  • 1 tesoura sem ponta: para cortar esparadrapo, gazes ou ataduras, por exemplo;
  • Pinças e alfinetes de segurança;
  • 1 embalagem de curativo tipo Band-aid de diferentes tamanhos para cobrir cortes e feridas pequenas;
  • 1 termômetro para medir a temperatura corporal;
  • 1 frasco de colírio lubrificante: permite lavar os olhos em caso de contato com substâncias irritantes, por exemplo;
  • Pomada para queimadura, como Nebacetin ou Bepantol: hidratam a pele enquanto aliviam a queimação da queimadura;
  • Paracetamol, ibuprofeno ou cetirizina: são medicamentos genéricos que podem servir para vários tipos de sintomas e problema comuns.

O kit com estes materiais pode ser utilizado em quase todas as casas, escolas e locais de trabalho, pois contém os materiais necessários para tratar as situações de emergência mais comuns nesses tipos de ambiente. Aprenda o que fazer nos 8 tipos de acidentes domésticos mais comuns.

Porém, o kit pode ainda ser adaptado de acordo com as necessidades de cada situação. Por exemplo, no caso de esportes, como futebol ou corrida, pode-se também adicionar um spray de anti-inflamatório ou de frio para reduzir a inflamação provocada por lesões musculares ou articulares. Veja o que fazer em caso de acidentes no esporte.

Já quando se vai viajar de férias, também é importante incluir uma cartela extra de todos os medicamentos utilizados. Além disso, remédios para diarreia, enjoo ou problemas de estômago, e até uma pomada para picadas de insetos, podem ser úteis.

Como escolher o recipiente

O primeiro passo para preparar o kit de primeiros socorros consiste em escolher corretamente o recipiente que irá conter todo o material.

Idealmente, deve ser grande o suficiente, mas fácil de transportar, transparente e feito de plástico duro, para permitir observar rapidamente o que está em seu interior e também proteger os materiais de danos.

No entanto, pode ser utilizada qualquer bolsa ou caixa, desde que corretamente assinalada no exterior com letras, indicando \\\"Kit de Primeiros Socorros\\\", ou uma cruz vermelha, para que qualquer pessoa possa identificar o recipiente correto durante situações de urgência.

Leia também: Urgência e emergência: qual a diferença? (e quando ir ao hospital) tuasaude.com/urgencia-e-emergencia

Como manter o kit atualizado

Enquanto se coloca todos os materiais no interior do recipiente é aconselhado fazer uma lista com a quantidade e a data de validade de cada componente.

Dessa forma, é mais fácil garantir que todo o material é reposto assim que for utilizado, além de permitir avaliar se existe algum produto que precisa ser substituído por estar fora do prazo.



source https://www.tuasaude.com/kit-de-primeiros-socorros/

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