terça-feira, 26 de maio de 2026

Isotônico: o que é, para que serve e quando tomar

O isotônico é uma bebida desenvolvida para repor os sais minerais e a água perdidos durante exercícios físicos intensos, para fornecer energia, melhorar o desempenho físico e prevenir a desidratação.

Os isotônicos apresentam uma concentração de minerais e açúcares semelhantes à do sangue e, devido às suas propriedades, também são popularmente usadas em caso de diarreia ou vômitos.

Leia também: Como parar a diarreia mais rápido: 8 dicas eficazes (e quando ir ao médico) tuasaude.com/como-parar-a-diarreia-mais-rapido

Entretanto, o consumo excessivo de isotônico pode aumentar o risco de problemas de saúde e, por isso, é aconselhado consultar o nutricionista ou nutrólogo para saber quando e como o seu consumo realmente é indicado.

Uma mulher e homem jovens tomando uma bebida na pausa entre exercícios

Para que serve

Os principais benefícios do isotônico para a saúde são:

1. Aumentar a disposição

É comum o isotônico conter grandes quantidades de açúcares na sua composição e, portanto, ajuda a aumentar a disposição para atividades físicas, fornecendo energia para o seu desempenho. Conheça os principais alimentos que dão energia e melhoram a disposição.

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2. Ajudar a manter o organismo hidratado

O isotônico apresenta concentrações de minerais e açúcares parecidas com a do sangue e, por isso, favorece a absorção de água pelo intestino, podendo ajudar a manter o organismo hidratado. 

As bebidas isotônicas também contêm água e, por isso, podem ajudar a repor a água perdida durante exercícios físicos ou, algumas vezes, devido a sintomas como diarreia e vômitos. Saiba como prevenir a desidratação.

3. Repor minerais no sangue

Acredita-se que o isotônico pode ajudar a repor minerais no sangue que normalmente são perdidos durante atividades físicas pelo suor.

Por isso, o isotônico também pode ser benéfico para condições de saúde que causam diarreia ou vômitos, por exemplo.

Os principais sais minerais presentes no isotônico são sódio e potássio, mas essa bebida também pode conter como cloreto, magnésio ou cálcio na sua composição, conforme o fabricante.

Leia também: Sais minerais: o que são, funções, tipos (e alimentos ricos) tuasaude.com/sais-minerais

4. Contribuir para o desempenho físico

O isotônico pode ajudar a melhorar o desempenho em atividades físicas, porque os minerais presentes nessa bebida, especialmente sódio e potássio, são fundamentais para que a contração muscular seja eficiente. 

Além disso, dependendo do isotônico, a bebida também pode conter vitaminas que são importantes para quem faz exercícios físicos, como vitamina A, C e B12.  

Leia também: Como ganhar massa muscular (rápido): 12 melhores dicas tuasaude.com/8-dicas-para-ganhar-massa-muscular

5. Auxiliar na recuperação após exercícios

Por facilitar a reposição de água e conter minerais e, algumas vezes, vitaminas na sua composição, o isotônico também pode auxiliar na recuperação após o treino.

Os isotônicos também podem ajudar a prevenir a fadiga muscular e as cãibras, por exemplo.

Leia também: O que comer depois do treino (com lanches saudáveis) tuasaude.com/o-que-comer-depois-do-treino

Quando tomar

O consumo de isotônico pode ser indicado em caso de:

  • Exercícios de alta intensidade e/ou que durem mais de uma hora;
  • Suor excessivo, que pode causar perda intensa de água e minerais em alguns casos;
  • Dias muito quentes, que podem favorecer a desidratação;
  • Diarreia ou vômitos, em alguns casos.

No entanto, na maioria dos casos e especialmente para atividades físicas leves a moderadas ou que durem uma hora ou menos, a ingestão de água é suficiente para reidratar o organismo de forma adequada, sendo desnecessário o consumo de isotônicos.

Se deseja saber como incluir o isotônico na sua dieta de forma saudável, marque uma consulta com o nutricionista mais perto de você:

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Como tomar

O isotônico deve ser tomado com moderação, pois o consumo excessivo pode favorecer o ganho de peso e o desenvolvimento ou piora de alguns problemas de saúde, como obesidade, diabetes e doenças cardíacas.

Assim, o consumo de isotônicos não deve substituir a ingestão de água, mesmo em caso atletas. Também é importante que sejam incluídos em uma alimentação saudável e equilibrada, além de se praticar atividades físicas regularmente.

Além disso, o isotônico normalmente não é recomendado para crianças, especialmente devido aos açúcares na sua composição, mesmo em caso de diarreia ou vômitos. Nestes casos, o mais indicado é o soro de reidratação oral. Conheça os sais e soluções para a terapia de reidratação oral.



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segunda-feira, 25 de maio de 2026

Pele ressecada: o que pode ser (e o que fazer)

A pele ressecada normalmente surge quando se fica muito tempo num ambiente muito frio ou muito quente ou quando se toma banho com água quente por muito tempo, por exemplo, pois esses são hábitos que acabam desidratando a pele e deixando-a mais seca.

No entanto, a pele ressecada também pode ser um sinal de alterações na produção do hormônio estrogênio ou ser efeito colateral de alguns remédios diuréticos. Nestes casos, além da pele seca, podem surgir outros sintomas como dor de cabeça, tonturas, boca e olhos secos ou momentos de confusão.

Para identificar a causa correta da pele ressecada é importante consultar um dermatologista de forma a avaliar os sintomas e iniciar o tratamento mais adequado, que pode ser feito usando cremes hidratantes, mantendo uma alimentação saudável e equilibrada ou tomando remédios que reponham hormônios que estejam faltando.

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O que pode ser

As principais causas da pele ressecada são:

1. Mudanças de temperatura

Ficar muito tempo no frio, como acontece no inverno, pode ressecar a pele, porque quando a temperatura ambiente diminui, a pele perde a sua hidratação.

No entanto, o mesmo também pode acontecer no verão, pois devido às temperaturas altas, as glândulas sebáceas e sudoríparas produzem menos óleos e suor, deixando a pele mais seca.

O que fazer: para tratar a pele ressecada é importante usar cremes hidratantes e proteger a pele das regiões que se encontram mais expostas, como as mãos e o rosto, colocando luvas, e mantendo o corpo quente.

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2. Tomar banho com água muito quente

Tomar banho com água muito quente é outra causa muito comum para a pele ressecada pois a temperatura elevada da água remove a gordura natural da pele, deixando-a ressecada.

Além disso, o uso de sabonetes que não foram testados dermatologicamente, ou tenham um ph que não é o adequado, também podem eliminar a camada oleosa da pele, tornando-a mais seca.

O que fazer: é importante tomar um banho, no máximo de 5 minutos, usando água morna e evitando o uso de esponjas porque diminuem a proteção da pele e deixam-na mais sensível. O sabonete deve ser ligeiramente ácido, com um ph entre 5-6, e a pele deve ser hidratada com cremes hidratantes logo após o banho pois os poros encontram-se mais abertos, tornando a hidratação mais eficaz.

3. Não comer frutas e vegetais

Ter uma alimentação pobre em vegetais e frutas pode deixar a pele mais ressecada pois esses alimentos são ricos em vitaminas e minerais que ajudam a proteger as camadas da pele, mantendo-a saudável e bonita.

O que fazer: é importante manter uma alimentação saudável e variada, incluindo frutas, legumes e gorduras boas, que se encontram no peixe, carne ou oleaginosas porque ajudam a manter a oleosidade da pele, evitando que fique ressecada.

4. Beber pouca água

Beber pouca água pode ser um motivo da pele ressecada pois a falta de hidratação torna a pele mais áspera e com menos elasticidade, podendo levar à sua descamação.

O que fazer: é importante beber, pelo menos, 2 litros de água por dia para garantir que o organismo está bem hidratado e a pele se mantém saudável.

5. Praticar natação ou hidroginástica

Os esportes que necessitam do contato frequente da pele com cloro, como acontece na natação ou hidroginástica, podem levar ao ressecamento da pele porque os químicos presentes na água, embora sejam seguros para a saúde, ao longo do tempo podem ir agredindo a pele, deixando-a mais seca.

O que fazer: é recomendado que depois de estar na água da piscina se tome um banho com água morna e se use um sabonete de pH ligeiramente ácido, entre 5-6, para retirar o excesso de cloro e evitar que continue ressecando a pele.

6. Usar roupas de tecido sintético

O uso frequente de roupas de tecido sintético, como poliéster ou elastano, impede que a pele transpire de forma adequada, deixando-a mais áspera e ressecada.

O que fazer: o tecido ideal para a roupa deve ser natural, como algodão, lã ou linho, porque evita o surgimento de alergias e permite que a pele respire, impedindo que fique ressecada.

7. Dermatite atópica

A dermatite atópica é uma doença que dificulta a retenção de água na pele porque impede que a pele produza a gordura necessária para manter a sua hidratação e, por isso, torna-se mais ressecada.

Além disso, podem ainda surgir outros sintomas como coceira e lesões avermelhadas na pele que aparecem, principalmente, nos joelhos, cotovelos, dorso das mãos, pés e região genital.

Esta condição, normalmente, surge na infância e tende a diminuir até à adolescência, podendo aparecer novamente na idade adulta.

O que fazer: é importante manter a hidratação da pele com o uso de cremes hidratantes. Além disso, em alguns casos, pode ser necessário consultar o dermatologista para iniciar um tratamento específico para a dermatite atópica. Saiba como é feito o tratamento para a dermatite atópica.

8. Idade avançada

O envelhecimento é uma das causas naturais da pele ressecada, porque a pele vai ficando com menos elasticidade e vai perdendo a sua oleosidade e hidratação ao longo dos anos. Isso acontece, mais frequentemente, no rosto, mãos, cotovelos e joelhos, embora também possa surgir na restante pele do corpo.

O que fazer: é importante manter cuidados como a hidratação da pele, beber cerca de 2 litros de água por dia e comer alimentos saudáveis pois ajudam a hidratar a pele e fornecem os nutrientes necessários para que se mantenha saudável e mais bonita.

9. Diminuição da produção de estrogênio

Quando os níveis de estrogênio diminuem, o que acontece na menopausa, a pele fica mais ressecada pois a quantidade de água retida na pele diminui, assim como, a sua oleosidade. Conheça outras alterações que acontecem com o corpo na menopausa.

O estrogênio é um hormônio importante na hidratação da pele pois estimula a produção de gordura, através das glândulas sebáceas, mantendo a pele macia e saudável. Além disso, o estrogênio estimula a produção de colágeno, tornando a pele mais elástica e firme.

O que fazer: é importante consultar o dermatologista para indicar o melhor tratamento, que pode ser feito com remédios que aumentem os valores do estrogênio. Além disso, é necessário hidratar a pele com cremes hidratantes porque ajudam a repor a gordura da pele, impedindo que fique ressecada.

10. Diabetes

O ressecamento da pele também pode ser um sinal de diabetes, pois a diabetes pode causar lesões nos nervos que controlam a produção de gordura da pele e de suor, diminuindo a sua oleosidade e hidratação e deixando-a mais ressecada.

Além disso, a diabetes pode provocar um aumento da fome, sede exagerada, boca seca, cansaço fácil e vontade de urinar mais vezes ao dia, fazendo com que o organismo fique com menos quantidade de água e a pele se torne mais seca. Confira outras complicações da diabetes.

O que fazer: é importante manter a hidratação da pele com o uso de cremes hidratantes para evitar que se descame ou que desenvolva feridas, pois estas são mais difíceis de cicatrizar com a diabetes. A alimentação deve ser saudável e orientada pela nutricionista pois permite indicar quais os melhores alimentos para cada pessoa, podendo manter estáveis os níveis de açúcar no sangue.

11. Uso de alguns remédios

O uso de remédios diuréticos, como a furosemida e a hidroclorotiazida, provocam a eliminação excessiva de água do organismo, podendo deixar a pele ressecada.

Além disso, outros medicamentos que também podem levar à desidratação e ressecamento da pele são os remédios para alergia, para a pressão alta e as estatinas usadas no tratamento do colesterol alto.

O que fazer: embora alguns remédios possam provocar ressecamento da pele, não devem ser interrompidos sem indicação do médico. Assim, é importante informar o médico sobre essa alteração, para avaliar a possibilidade de trocar de medicamento ou reajustar a dose.

Sintomas de pele ressecada

Os principais sintomas de pele ressecada são:

  • Pele áspera;
  • Descamação da pele;
  • Coceira excessiva;
  • Linhas finas esbranquiçadas, principalmente nas pernas;
  • Manchas vermelhas na pele;
  • Rachaduras.

Além disso, em alguns casos a pele pode ficar dolorida ou ocorrer sensação de ardor ou queimação no local, ou até o aparecimento de feridas pelo ato de coçar.

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sexta-feira, 22 de maio de 2026

Xerostomia: o que é, sintomas, causas e tratamento

A xerostomia é uma condição que pode causar alguns sintomas como boca seca ou pegajosa, língua seca, mau hálito, lábios rachados e dificuldade para mastigar, engolir, sentir o gosto ou falar.

Popularmente conhecida como boca seca, a xerostomia pode surgir devido aos efeitos colaterais de alguns remédios ou ser causada por situações como desidratação, diabetes mal controlada e síndrome de Sjögren, por exemplo.

Leia também: Boca seca: 7 causas, sintomas (e o que fazer) tuasaude.com/boca-seca

Na presença de xerostomia persistente ou contínua, é recomendado consultar o clínico geral. Assim, o médico pode identificar a causa desta condição e indicar o tratamento, que pode ser feito com ajustes nos remédios usados, autocuidados e o uso de medicamentos.

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Sintomas de xerostomia

Os sintomas de xerostomia são:

  • Boca pegajosa e seca;
  • Língua seca e áspera;
  • Mau hálito;
  • Dificuldade para mastigar, engolir, sentir o gosto ou falar;
  • Alteração do paladar ou intolerância a alimentos ou bebidas picantes, salgados ou ácidos;
  • Sensação de queimação ou coceira na boca ou garganta;
  • Lábios rachados, descamando ou pegajoso.

A pessoa com xerostomia também pode apresentar garganta seca ou dolorida, rouquidão, aftas na boca e infecções recorrentes na boca ou garganta, como candidíase.

Leia também: Garganta seca: 12 principais causas (e o que fazer) tuasaude.com/garganta-seca

Como confirmar o diagnóstico

O diagnóstico da xerostomia é feito pelo clínico geral, através do exame físico, da avaliação dos sintomas apresentados, do histórico de saúde da pessoa e dos remédios em uso.

Se deseja confirmar se tem xerostomia, marque uma consulta com o especialista mais perto de você:

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Para confirmar o diagnóstico, o médico pode solicitar a realização de testes de fluxo salivar, como a sialometria, exames de sangue e sorologia, exames de imagem, como ultrassonografia e, em alguns casos, a biópsia de glândulas salivares.

Possíveis causas

A xerostomia pode ser causada por condições como:

  • Desidratação, devido a baixa ingestão de líquidos, perda de sangue, diarreia crônica;
  • Uso de medicamentos, como antidepressivos, anti-hipertensivos, diuréticos, anti-histamínicos, analgésicos, relaxantes musculares e agentes colinérgicos;
  • Doenças, como diabetes mal controlada, HIV/Aids, cirrose biliar, doenças da tireoide e insuficiência renal;
  • Doenças autoimunes, como síndrome de Sjögren, lúpus eritematoso sistêmico e artrite reumatoide;
  • Condições neurológicas, como lesões na cabeça ou no pescoço e doença de Parkinson;
  • Alterações hormonais, como as presentes na gravidez e menopausa;
  • Tratamentos oncológicos, como radioterapia na região da cabeça e do pescoço, quimioterapia e imunoterapia;

Além disso, situações que também podem causar a xerostomia incluem respirar pela boca, consumo de tabaco, álcool ou cannabis ou a ingestão excessiva de cafeína ou alimentos picantes.

Como é o tratamento da xerostomia

O tratamento da xerostomia varia conforme a causa desta condição e inclui:

1. Ajuste do remédio em uso

Caso a xerostomia seja causada pelo uso de medicamentos, o médico pode avaliar e ajustar a dose, substituir ou ainda mudar o horário da toma do remédio, por exemplo.

2. Lubrificantes e/ou saliva artificial

Para aliviar os sintomas, o médico pode recomendar o uso de lubrificantes labiais, como vaselina ou lanolina, para evitar rachaduras e ressecamento dos lábios.

A saliva artificial, na forma de sprays, géis, colutórios e pastilhas, pode ser prescrita pelo médico. Isso porque contém carboximetilcelulose, glicerina ou mucinas, que aumentam a viscosidade e melhoram a lubrificação da saliva natural.

3. Medicamentos

Quando os estimulantes ou substitutos tópicos da saliva não são suficientes, o médico pode recomendar o uso de medicamentos sistêmicos que estimulam as glândulas salivares, aumentando a saliva e melhorando os sintomas de xerostomia.

O principal medicamento indicado é a pilocarpina, que pode ser administrada em doses que variam entre 5 a 10 mg, entre 3 a 4 x dia por pelo menos 3 meses ou conforme a orientação médica.

4. Autocuidados

Alguns autocuidados que podem ajudar a aliviar a xerostomia são:

  • Beber bastante água, entre 2 a 3 litros por dia;
  • Chupar cubos de gelo ou picolés sem açúcar;
  • Usar um umidificador á noite;
  • Mastigar chicletes sem açúcar ou chupar balas sem açúcar, principalmente as de sabor cítrico, canela ou menta;
  • Tomar pequenos goles de água ou bebidas sem açúcar durante as refeições, para facilitar a mastigação e deglutição;
  • Manter uma higiene oral rigorosa, escovando os dentes pelo menos 2 vezes ao dia e usando fio dental diariamente. Veja como escovar os dentes corretamente.
  • Evitar ou diminuir o consumo de bebidas alcoólicas, tabaco e alimentos duros, secos, picantes, muito salgados ou ácidos, ou ricos em açúcar.

Um enxaguante bucal caseiro, com 1 xícara de água morna com 1/4 de colher de chá de bicarbonato de sódio e 1/8 de colher de chá de sal, bochechar por alguns segundos e enxaguar com água, a cada 3 horas, também ajuda a aliviar a boca seca.

Leia também: Enxaguante bucal: para que serve (e como escolher o melhor) tuasaude.com/enxaguante-bucal

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quinta-feira, 21 de maio de 2026

Azeite extra virgem: benefícios, como usar (e qual o melhor)

O azeite extra virgem é um alimento obtido a partir do suco das azeitonas e que oferece muitos benefícios à saúde, como ajudar a proteger a saúde do coração, evitar a inflamação e controlar a glicose.

Esses benefícios se devem ao alto teor de polifenóis e ácidos graxos monoinsaturados do azeite, que lhe conferem ação antioxidante e anti-inflamatória.

Leia também: Azeite: 14 benefícios, tipos (e como usar) tuasaude.com/beneficios-do-azeite

Embora seja benéfico, o azeite de oliva extra virgem deve ser consumido com moderação devido ao seu alto teor calórico. Também é importante escolher um azeite de boa qualidade e evitar o seu reaquecimento.

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Benefícios do azeite extra virgem

Os benefícios do azeite de extra virgem são:

1. Proteger a saúde do coração

O ácido oleico presente no azeite extra virgem ajuda a reduzir o colesterol \"ruim\", LDL, e a melhorar a função do colesterol \"bom\", HDL.

Os polifenóis do azeite protegem as artérias da formação de placas de gordura, o que ajuda a proteger a saúde do coração e a reduzir o risco de infarto, aterosclerose e acidente vascular cerebral (AVC).

2. Prevenir a inflamação

O azeite de oliva extra virgem contém oleocantal, um composto bioativo que, quando consumido diariamente e com moderação, pode ajudar a prevenir a inflamação, aliviar dores corporais e evitar doenças inflamatórias crônicas, como artrite reumatoide.

Portanto, o azeite extra virgem é um alimento valioso para atletas e idosos que buscam melhorar sua recuperação física.

Entretanto, o oleocantal se perde durante o processo de refinamento químico. Portanto, o azeite \"refinado\" ou o azeite rotulado simplesmente como \"azeite\" não contém esse composto.

3. Controlar a diabetes e a glicose

Substituir gorduras saturadas por azeite de oliva extravirgem melhora a sensibilidade à insulina e ajuda, assim, a regular os níveis de glicose após as refeições.

Alguns estudos indicam que os compostos bioativos do azeite extra virgem podem ajudar a reduzir os níveis de hemoglobina glicada em pessoas com diabetes tipo 2.

Além disso, este alimento também ajuda a retardar a absorção de açúcares e a prevenir os picos de glicose.

4. Prevenir o declínio cognitivo

Os polifenóis e antioxidantes presentes no azeite extra virgem atravessam a barreira protetora do cérebro, ajudando a combater os danos oxidativos e prevenir o declínio cognitivo.

Uma dieta rica em azeite tem sido associada a uma melhor memória e menor risco de desenvolver a doença de Alzheimer.

Esses compostos também ajudam a eliminar as proteínas nocivas que se acumulam nas células cerebrais ao longo do tempo.

5. Melhorar a digestão e a microbiota

O azeite extra virgem atua como um regulador da microbiota intestinal. Este alimento ajuda a aumentar a quantidade de bactérias benéficas no intestino e a reduzir a de microrganismos que podem causar danos.

Além disso, as propriedades antimicrobianas do azeite de oliva extra virgem ajudam a proteger a mucosa gástrica e a controlar as bactérias nocivas, como a Helicobacter pylori.

Qual é o melhor azeite extra virgem?

O melhor azeite extra virgem é aquele com alta concentração de polifenóis, acima de 250 mg/kg, baixa acidez livre, idealmente inferior a 0,8% e embalado em recipientes escuros para proteger da luz.

Para identificar um azeite de boa qualidade, é importante verificar se o rótulo indica extração a frio a temperaturas abaixo de 27 °C, pois isso ajuda a preservar melhor as vitaminas e os compostos antioxidantes.

Além disso, um azeite extra virgem de qualidade deve ter um aroma fresco, com notas herbáceas ou frutadas, e um sabor com um leve amargor e uma sensação picante na garganta.

Essas características sensoriais geralmente indicam que se trata de um azeite rico em antioxidantes.

Leia também: 7 dicas para escolher o melhor azeite tuasaude.com/como-identificar-um-bom-azeite

Tabela de informação nutricional

A tabela a seguir traz a informação nutricional média por 100 gramas do azeite extra virgem:

Componentes Quantidade por 100 g
Energia 899 calorias
Carboidratos 0 g
Gorduras totais 99,9 g
Ácidos graxos saturados 14,4 g
Ácidos graxos monoinsaturados (ácido oleico) 78,6 g
Ácidos graxos poli-insaturados 6,9 g
Ácido linoleico 6,2 g
Vitamina A 18 mcg
Alfa-tocoferol 9,2 mg
Betacarotenos 120 mcg
Vitamina K 57 mcg

Para obter todos os benefícios do azeite extra virgem, este alimento deve ser incorporado a uma dieta variada e equilibrada, junto com atividade física regular e outros hábitos de vida saudáveis.

Como consumir

A quantidade mínima recomendada para se obter os benefícios do azeite extra virgem é de 25 ml por dia, o que equivale cerca de duas colheres de sopa.

No entanto, a quantidade de gorduras na dieta, incluindo o azeite, deve ser ajustada conforme as necessidades nutricionais de cada pessoa.

O azeite extra virgem preserva melhor sua capacidade antioxidante quando consumido cru, como para temperar saladas, legumes cozidos ou torradas, por exemplo.

Além disso, o azeite de oliva extra virgem também pode ser usado para refogados de um modo geral.

Embora o azeite extra virgem possa ser usado para frituras, não é aconselhado. Isso porque a exposição a temperaturas acima de cerca de 85º C reduzem os compostos bioativos do azeite.

Para manter as propriedades do azeite extra virgem, recomenda-se armazená-lo em local fresco e escuro, longe de fontes de calor.

Se deseja saber como consumir o azeite em uma dieta saudável, marque uma consulta com o nutricionista mais perto de você:

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Características do azeite extra virgem

As principais características do azeite extra virgem são:

  • Baixa acidez: o teor de ácidos graxos livres deve ser igual ou inferior a 0,8%, refletindo o cuidado no manuseio da azeitona desde a sua colheita;
  • Extração mecânica: é obtido exclusivamente por meios físicos, sem o uso de solventes químicos ou processos de refino que alterem sua estrutura natural;
  • Rico em polifenóis: contém compostos bioativos, como o hidroxitirosol e o oleocantal, responsáveis ​​pelos efeitos benéficos e o sabor levemente apimentado;
  • Perfil de gorduras saudáveis: é composto principalmente de ácido oleico (ômega 9), uma gordura resistente à oxidação química e térmica;
  • Estabilidade térmica: possui um alto ponto de fumaça, entre 190 °C e 210 °C, tornando-o adequado para a maioria dos métodos de cozimento caseiro;
  • Atributos sensoriais: deve apresentar notas de fruta fresca e não possuir defeitos sensoriais, como odor rançoso ou sabor metálico.

Em conjunto, essas características fazem com que o azeite de oliva extra virgem se destaque como uma das gorduras mais saudáveis ​​e estáveis ​​para o consumo diário.



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Doença da vaca louca: o que é, sintomas e transmissão

A doença da vaca louca em humanos é uma doença rara neurodegenerativa que causa lesões cerebrais graduais e definitivas, provocando sintomas como perda de memória, dificuldade para pensar e tremores, por exemplo.

Conhecida cientificamente como Variante da Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJv), a doença da vaca louca é causada por príons, proteínas anormais que se instalam no cérebro e causam a destruição das células nervosas.

A doença da vaca louca é rara de acontecer em pessoas, no entanto o consumo de carne infectada de bovinos contaminados por príons pode levar ao desenvolvimento da doença em humanos.

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Sintomas de doença da vaca louca

Os principais sintomas da doença da vaca louca são:

  • Perda de memória;
  • Dificuldade para falar ou pensar;
  • Perda da capacidade para fazer movimentos coordenados;
  • Dificuldade para caminhar;
  • Tremores constantes;
  • Visão turva;
  • Insônia;
  • Ansiedade e depressão.

Com a progressão da doença, a pessoa também pode apresentar irritabilidade, alucinações, dificuldades para engolir e cegueira.

Geralmente as pessoas levam muito tempo para ficarem doentes, apresentando os sintomas somente cerca de 10 anos ou mais após a contaminação.

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico da doença da vaca louca é feito pelo neurologista com base nos sintomas apresentados, principalmente quando existem mais casos suspeitos na região da pessoa.

Marque uma consulta com o especialista mais perto de você, se deseja confirmar o risco de doença da vaca louca:

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Além disso, o médico também pode avaliar alterações específicas no cérebro que podem ser indicativas dessa doença, como o sinal pulvinar.

O diagnóstico pode também incluir a realização de eletroencefalograma, a análise do líquido cefalorraquidiano, o teste de príons e exames genéticos, a ressonância magnética.

No entanto, na maioria dos casos, a doença só é confirmada após realização de biópsia do cérebro.

Como acontece a transmissão

A principal forma de transmissão da doença da vaca louca é por meio do consumo de carne bovina contaminada por príons.

Outras possíveis formas de transmissão da doença são:

  • Transplante de córnea ou pele contaminada;
  • Uso de instrumentos contaminados em procedimentos cirúrgicos;
  • Implante inadequado de eletrodos cerebrais;
  • Injeções de hormônios de crescimento contaminados.

Entretanto, estas outras formas de transmissão da doença são muito raras, pois as técnicas modernas reduzem muito o risco de usar tecidos ou materiais contaminados.

Não existem evidências científicas de que a doença da vaca louca possa ser transmitida pelo ar ou ainda pelo uso da mesma roupa, mesmos copos e utensílios de cozinha ou contato íntimo com as pessoas contaminadas.

Possíveis complicações

O desenvolvimento da doença da vaca louca é rápido, uma vez que desde que os sintomas aparecem, a pessoa geralmente vem a óbito entre um período de até um ano.

Isso acontece porque desde o momento da infecção, a função neuronal é prejudicada, causando a perda progressiva das capacidades e maior necessidade da pessoa ficar acamada e dependente para comer e realizar os cuidados de higiene.

Embora ainda não exista tratamento e cura para essa doença, a pessoa deve ser acompanhada por um médico, que poderá indicar remédios, terapia nutricional e psicoterapia, para aliviar os sintomas e manter o bem-estar geral da pessoa.

Como é feito o tratamento

Até o momento, não existe tratamento específico ou cura para essa doença em humanos. É importante que a pessoa seja acompanhada por um médico para que sejam indicadas medidas que ajudem a manter o bem-estar geral e a aliviar os sintomas, como dor, ansiedade, depressão, rigidez muscular e movimentos involuntários.

A terapia nutricional também pode ser indicada, principalmente quando a pessoa possui dificuldade para engolir ou comer.

A psicoterapia e o suporte emocional podem ajudar a pessoa e a família a lidar melhor com o diagnóstico e as mudanças causadas pela doença. Nos casos mais avançados, a pessoa pode precisar de cuidados de enfermagem, em que um profissional ajuda na alimentação, higiene e atividades diárias.



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quarta-feira, 20 de maio de 2026

Endocrinologista: o que é, o que faz (e quando consultar)

O endocrinologista é o médico que se dedica ao estudo das glândulas do corpo e alterações hormonais, que podem gerar vários tipos de doenças, incluindo diabetes, síndrome dos ovários policísticos e problemas na tireoide.

É recomendado consultar um endocrinologista quando existem sinais que fazem suspeitar de alguma alteração na produção de hormônios, como alterações rápidas do peso, aumento do volume de urina e da sede, excesso de pelos em mulheres ou crescimento das mamas em meninos, por exemplo.

A partir da avaliação clínica e de dosagens hormonais, o endocrinologista consegue identificar a causa dos sintomas e, assim, indicar o tratamento mais adequado.

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Que doenças cuida o endocrinologista

O endocrinologista pode ajudar no tratamento de diversas doenças, incluindo:

  • Distúrbios da tireoide, como hipo e hipertireoidismo, tireoidites, nódulos e câncer;
  • Diabetes ou pré-diabetes;
  • Hirsutismo, que é uma condição que causa o aparecimento de pelo na mulher, em locais tipicamente masculinos;
  • Obesidade;
  • Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP), atualmente conhecida como Síndrome Ovariana Metabólica Poliendócrina (SOMP), menopausa e andropausa;
  • Distúrbios ósseos, como osteopenia e osteoporose;
  • Síndrome de Cushing;
  • Acromegalia, que é uma condição caracterizada pelo excesso de hormônio do crescimento.

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Quando marcar consulta

É recomendado consultar o endocrinologista quando forem percebidos sinais ou sintomas que possam ser indicativos de alteração na produção de hormônios, como:

  • Excesso de peso;
  • Aumento rápido de peso;
  • Cansaço excessivo;
  • Alterações no ciclo menstrual;
  • Atraso na puberdade ou puberdade precoce;
  • Aumento da tireoide;
  • Excesso de pelos nas mulheres;
  • Crescimento das mamas nos meninos;
  • Sinais e sintomas de andropausa e menopausa;
  • Presença de sintomas relacionados com a diabetes como sede excessiva e aumento da vontade para urinar, por exemplo.

Na presença deste tipo de sintomas, o endocrinologista irá fazer uma avaliação clínica e poderá indicar a realização de exames de sangue.

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Como é a primeira consulta

Na primeira consulta com o endocrinologista, o médico avalia a história clínica da pessoa através de uma entrevista, em que pergunta o motivo da consulta, ou seja, os sinais e sintomas que a pessoa apresenta.

Além disso, o médico pode questionar a idade, antecedentes de saúde da família e pessoais, hábitos de vida relacionados com a alimentação e a prática de atividade física, uso de medicamentos e alergias.

Em seguida, o endocrinologista pode realizar um exame físico focado na região relacionada com os sinais e sintomas, como pescoço, pele, mãos ou região abdominal, por exemplo.

Também podem ser solicitados exames laboratoriais, como exames de sangue para avaliar os níveis hormonais, exame de urina e exames de imagem, como tomografia ou ressonância magnética.

Endocrinologista para emagrecer

É interessante procurar o endocrinologista quando existe muita dificuldade para perder peso, mesmo seguindo uma alimentação saudável e praticando atividade física regularmente.

Na consulta, o endocrinologista irá avaliar o histórico de saúde, fazer o exame físico e poderá pedir, também, alguns exames complementares, se necessários.

Para saber se você está acima do peso, utilize a nossa calculadora online:

{CALCULADORA_IMC}



source https://www.tuasaude.com/endocrinologista/

terça-feira, 19 de maio de 2026

15 alongamentos para dor nas costas e no pescoço

Os exercícios de alongamento, como dobrar o corpo à frente, esticar a perna, torcer as costas e posição de gato, são boas formas para aliviar e prevenir a dor nas costas e pescoço.

Os alongamentos também ajudam a relaxar e aumentam a amplitude dos movimentos e podem ser feitos em qualquer hora do dia, sendo especialmente úteis para pessoas que passam muito tempo sentadas ou na mesma posição.

Leia também: 8 alongamentos simples para fazer no trabalho tuasaude.com/exercicios-de-alongamento-para-fazer-no-trabalho

Os alongamentos para dor nas costas e pescoço podem ser feitos várias vezes ao dia e melhorar a qualidade do sono, pois ajudam a relaxar o corpo. Para melhorar esse efeito, pode-se tomar um banho quente antes dos exercícios, que ajuda a relaxar os músculos, aumentando a eficácia dos alongamentos.

Principais exercícios

Os principais exercícios de alongamento para dor nas costas e no pescoço são:

1. Dobrar o corpo à frente

Imagem ilustrativa número 1

Com as pernas juntas, dobrar o corpo para frente como mostra a imagem, mantendo os braços e os joelhos esticados.

2. Esticar a perna

Imagem ilustrativa número 2

Sentar no chão e dobrar uma das pernas, até colocar o pé próximo da coxa da perna oposta, e deixar a outra perna bem esticada para a frente.

Dobrar o corpo para frente, tentando encostar a mão no pé, conforme mostra a imagem, e mantendo o joelho esticado. Se não for possível alcançar o pé, chegar até o meio da perna ou tornozelo. Repetir com a outra perna.

3. Tocar o chão

Imagem ilustrativa número 3

Este alongamento é semelhante ao primeiro exercício, mas pode ser feito com mais intensidade. Deve-se esforçar para tentar encostar as mãos no chão, sem dobrar os joelhos. 

4. Esticar o pescoço

Imagem ilustrativa número 4

Inclinar a cabeça para o lado e manter uma mão segurando a cabeça, forçando levemente o alongamento. A outra mão pode estar apoiada no ombro ou ficar ao longo do corpo. Repetir para o outro lado.

5. Inclinar a cabeça para trás

Imagem ilustrativa número 5

Manter a coluna reta e os ombros alinhados e olhar para cima, inclinando a cabeça para trás. Pode-se colocar uma mão na nuca para uma maior conforto, ou não.

6. Inclinar a cabeça para baixo

Imagem ilustrativa número 6

Com a coluna reta, colocar as duas mãos sobrepostas sobre a região posterior da cabeça e inclinar a cabeça para frente, sentindo esticar as costas.

7. Sentar sobre os calcanhares

Imagem ilustrativa número 7

Ficar de joelhos no chão, e depois encostar os glúteos sobre os calcanhares e aproximar o tronco do chão, mantendo as mãos esticadas à frente, como mostra a imagem.

8. Encostar as mãos nas costas

Imagem ilustrativa número 8

Sentar com as pernas dobradas, em posição de borboleta, e com as costas eretas, tentar aproximar as palmas das mãos, como mostra a imagem. 

9. Torcer as costas 

Imagem ilustrativa número 9

Sentar no chão, apoiar uma mão próximo do bumbum e inclinar o tronco para trás. Para ajudar a manter essa posição, pode-se dobrar uma das pernas e usá-la como apoio para o braço, como mostra a imagem. Depois repetir para o outro lado.

10. Pirâmide com a mão no chão

Imagem ilustrativa número 10

Com as pernas afastadas a uma largura maior que a dos quadris, abrir os braços horizontalmente, e inclinar o corpo para frente.

Apoiar uma das mãos no chão, no centro, e virar o corpo para o lado oposto ao da mão, mantendo a outra esticada ao alto. Depois repetir para o outro lado.

11. Joelho no peito

Imagem ilustrativa número 11

Deitar com as costas no chão e os joelhos dobrados. Trazer os joelhos próximos ao peito, podendo ajudar com as mãos.

Ao mesmo tempo, manter os ombros e a cabeça encostados no chão. Em seguida, deve-se trazer a cabeça em direção aos joelhos, fazendo com que a parte superior das costas se estique.

12. Alongamento da parte de baixo das costas

Imagem ilustrativa número 12

Deitar com as costas no chão, os joelhos dobrados e juntos ao peito e os braços estendidos. Deixar os joelhos caírem para o lado esquerdo, fazendo uma pequena rotação na coluna.

A intensidade pode ser aumentada com a ajuda da mão esquerda. A cabeça fica voltada para a direção oposta das pernas, ou seja, para a direita. Em seguida, deve-se repetir o exercício do lado oposto.

13. Posição do gato

Imagem ilustrativa número 13

Para a posição inicial, deve-se ficar na posição de quatro apoios, colocando as mãos e os joelhos na largura do quadril.

Em seguida, deve-se arquear lentamente as costas, como se fosse levar o abdômen para o teto. Manter nessa posição por alguns segundos e depois voltar à posição inicial.

14. Posição da vaca

Imagem ilustrativa número 14

A posição da vaca é o inverso da posição do gato. A posição inicial é também de quatro apoios, com os braços e os joelhos na largura do quadril.

Em seguida, levantar a cabeça e deixar a pélvis cair, dobrando as costas em direção ao chão.

15. Alongamento sentado para frente

Imagem ilustrativa número 15

Sentar no chão com as pernas esticadas para frente e dobrar suavemente os quadris para frente, abaixando a barriga até as coxas, tentando tocar no calcanhar.

Deve-se esticar até sentir uma leve tensão na parte de trás das pernas e na parte inferior das costas.

Como alongar corretamente

Durante o alongamento é normal sentir o músculo esticando, mas é importante não forçar muito para não lesionar a coluna.

Deve-se manter cada posição durante 20 a 30 segundos e repetir o movimento pelo menos 3 vezes, ou manter cada posição durante 1 minuto, seguido.

Na presença de dor ou sensação de formigamento, deve-se consultar o ortopedista ou fisioterapeuta, para que seja avaliada a presença de alguma alteração e sejam indicados exercícios de alongamento específicos.

Veja melhor como fazer os alongamentos para dor nas costas, no vídeo a seguir:

Alongamento para Dor nas Costas e Lombar para fazer em Casa

06:26 | 1.015 visualizações


source https://www.tuasaude.com/exercicios-de-alongamento/

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