A uretrite é uma infecção urinária que provoca a inflamação da uretra e causar sintomas como dor para urinar, desconforto ou queimação na região íntima e corrimento com pus.
A uretrite pode ser causada por bactérias transmitidas durante a relação sexual, como Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis, ou ser consequência do uso de sonda vesical.
Em caso de suspeita de uretrite é importante consultar o urologista, ginecologista ou clínico geral para que seja feito o diagnóstico e iniciado o tratamento mais adequado, que normalmente envolve o uso de antibióticos.
Sintomas de uretrite
Os principais sintomas de uretrite são:
Saída de secreção amarelo-esverdeada, esbranquiçada ou com sangue ou pus pela uretra;
Coceira nas partes íntimas;
Dor para urinar;
Sensação de queimação ou desconforto na região genital;
Vermelhidão na região em torno da uretra;
Surgimento de ínguas na virilha;
Bolhas e feridas na região genital, em alguns casos.
Na uretrite masculina, também pode haver desconforto ou dor ao toque da região dos testículos e vermelhidão na ponta do pênis. Já em mulheres, pode também ser notado sangramento após a relação sexual ou dor durante as relações.
Algumas vezes, os sintomas da uretrite são confundidos com os da síndrome uretral, que é uma inflamação da uretra que causa sintomas como dor abdominal, urgência urinária, dor e irritação ao urinar e sensação de pressão no abdômen.
O diagnóstico da uretrite pode ser feito pelo urologista, ginecologista ou clínico geral levando em consideração os sintomas apresentados, podendo ser também indicada a realização de exame de urina para confirmar o diagnóstico.
Além disso, a análise das secreções da uretra ou urina geralmente é indicada para identificar a causa da uretrite e iniciar o tratamento mais adequado.
Marque uma consulta com o médico mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para confirmar a uretrite e, assim, ser iniciado o tratamento mais adequado:
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Possíveis causas
As principais causas da uretrite são:
Infecção por bactérias, como Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis;
O tratamento da uretrite depende da causa e normalmente envolve o uso de antibiótico de acordo com o tipo de uretrite:
No tratamento da uretrite não-gonocócica, normalmente é utilizado:
Azitromicina: 1g, por via oral em dose única ou;
Doxiciclina: 100 mg, por via oral, 2 vezes ao dia, por 7 dias.
Já para tratar a uretrite gonocócica, geralmente é indicado o uso de:
Ceftriaxona: 250 mg, por injeção intramuscular em dose única e;
Azitromicina: 1g, por via oral em dose única.
Além disso, quando a uretrite é provocada pelo uso de sonda vesical, produtos antissépticos ou atrito, é indicado trocar ou suspender o produto que está causando a irritação, usar roupas mais folgadas ou remover a sonda vesical, por exemplo.
A uretrite cura sozinha?
A uretrite normalmente não se cura sozinha, porque na maioria dos casos acontece devido a infecção por bactérias e o seu tratamento envolve o uso de antibióticos.
No entanto, quando o tratamento é realizado de acordo com a orientação do médico é possível alcançar a cura da uretrite.
A dor no meio das costas geralmente está relacionada com problemas na coluna, podendo ser sinal de má postura, hérnia de disco osteoartrite e até pequenas fraturas.
Em alguns casos, essa dor, que também é conhecida como dorsalgia, também pode acontecer em casos de fibromialgia, escoliose ou ainda quando existe alguma alteração no pulmão, como pneumonia e pleurite, por exemplo.
Se a dor no meio das costas não melhorar, for muito intensa ou acompanhada de sintomas como suor frio, falta de ar ou desmaio, por exemplo é recomendado consultar o clínico geral. Assim, o médico irá identificar a causa da dor e indicar o tratamento adequado.
Principais causas
As principais causas de dor no meio das costas são:
1. Má postura e inatividade
A má postura ao longo do dia ao usar o computador, ou ficar sentado muitas horas no dia, é uma das principais causas de dor no meio das costas e também em outras regiões.
Isso acontece porque, nestas condições, a coluna fica sujeita a uma pressão constante, o que sobrecarrega os músculos e ligamentos das costas, resultando na dor.
O que fazer: é recomendado mudar de posição frequentemente, alternando entre sentar e ficar em pé a cada 30 minutos e levantando por 5 minutos a cada hora, para caminhar um pouco ou alongar.
É importante também fazer exercícios para melhorar a postura, como retração do queixo, alongamento no batente da porta e retração dos ombros, por exemplo. Confira mais dicas de como melhorar a postura.
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2. Lesões e sobrecarga
Outra possível causa da dor forte no meio das costas é a lesão, como entorse ou distensão, provocada por acidentes, técnicas incorretas ao levantar peso e movimentos repetitivos excessivos.
A sobrecarga, ao carregar mochilas ou bolsas muito pesadas, por exemplo, também causa forte tensão nas estruturas da região média e superior das costas, provocando a dor no meio das costas.
O que fazer: caso seja confirmada a lesão ou a sobrecarga, o médico pode indicar o repouso.Também é recomendado fazer a terapia frio-calor, com o uso de compressas frias e quentes, para ajudar a diminuir a inflamação e relaxar a musculatura das costas.
Esta terapia usa compressas de gelo durante as primeiras 48 a 72 horas, aplicada na região dorsal da coluna, deixando agir por 15 a 20 minutos, 2 a 3 vezes por dia.
Após o período inicial, deve-se fazer as compressas com água quente, aplicadas na região dorsal por 20 a 30 minutos, de 2 a 3 vezes por dia.
3. Estresse
O estresse pode levar à tensão muscular, principalmente na parte superior e média das costas, resultando em rigidez, espasmos ou dor no meio das costas.
O que fazer: para aliviar essa dor causada pelo estresse, é aconselhado praticar técnicas de relaxamento, como yoga, respiração diafragmática, caminhadas na natureza, pintura e meditação, e exercícios físicos regulares.
É importante também ter o acompanhamento de um psicólogo ou psiquiatra, para ajudar a identificar e resolver a causa do estresse.
4. Hérnia de disco torácica
A hérnia de disco torácica é uma condição que afeta os discos entre as vértebras da coluna, que quando são pressionados mudam de forma, o que pode pressionar as raízes dos nervos próximos e causar dor no meio das costas.
Além disso, a pessoa também pode apresentar dor das costelas ou sensação de formigamento e/ou perda de força no braço, mãos, pernas ou pés.
O que fazer: se existir suspeita de hérnia de disco, deve-se consultar o ortopedista para fazer uma avaliação completa e prescrever o tratamento adequado.
O tratamento indicado pelo médico pode incluir o uso de remédios analgésicos, corticoides, relaxantes musculares e anti-inflamatórios, exercícios e, em alguns casos, a cirurgia.
5. Osteoartrite
Embora seja mais raro, a osteoartrite na coluna, ou artrose, também pode causar dor forte no meio das costas. Isto porque esta doença causa o desgaste das cartilagens que ficam entre as vértebras.
Quando isso acontece, os ossos acabam raspando um no outro, causando a dor, que vai piorando ao longo do tempo.
O que fazer: é aconselhado ir ao ortopedista para confirmar o diagnóstico e, se for necessário, iniciar o tratamento com o uso de remédios e sessões de fisioterapia.
Caso esse tipo de tratamento não seja suficiente para aliviar a dor, o médico pode indicar a infiltração ou a realização de uma cirurgia.
Traumas e acidentes podem causar fraturas nas vértebras, levando ao surgimento de dor no meio das costas.
Além disso, fraturas por compressão são comuns em adultos mais velhos que sofrem de osteoporose, pois com o avanço da idade os ossos vão ficando mais frágeis.
O que fazer: na suspeita de uma fratura, deve-se evitar fazer muito esforço e consultar o ortopedista.
O tratamento médico pode incluir o uso de colete ortopédico, a realização de fisioterapia, o uso de remédios e, em alguns casos, a realização de cirurgia.
7. Curvaturas anormais da coluna
As curvaturas anormais da coluna, como escoliose e doença de Scheuermann, causam estresse mecânico constante sobre os músculos e os discos da região, causando dor no meio das costas.
O que fazer: é recomendado consultar o ortopedista, para fazer o diagnóstico e indicar o tratamento de acordo com a gravidade da curvatura.
Assim, o tratamento pode ser feito com sessões de fisioterapia, uso de colete, medicamentos analgésicos e, em alguns casos, a cirurgia.
8. Problemas no pulmão
Algumas vezes, a dor nas costas pode surgir quando existem problemas no pulmão, como pneumonia, pleurite ou câncer de pulmão, especialmente ao respirar, tossir ou espirrar.
Nestes casos, a pessoa também pode ter outros sintomas, como falta de ar, tosse persistente, perda de peso sem motivo aparente e rouquidão, por exemplo.
O que fazer: se a dor nas costas estiver associada a outros sinais de problemas no pulmão, deve-se consultar o clínico geral ou pneumologista para fazer o diagnóstico e recomendar o tratamento.
Conforme a causa da dor no meio das costas, o médico pode recomendar o uso de remédios antibióticos, imunossupressores ou anticoagulantes.
Além disso, pode ser indicado o repouso, a fisioterapia respiratória, a quimioterapia e/ou a radioterapia, e a realização de uma cirurgia.
9. Fibromialgia
A fibromialgia é uma condição neurológica crônica caracterizada por dor musculoesquelética generalizada, que também pode causar dor no meio das costas.
Outros sintomas que também podem surgir incluem dor intensa ao toque de pontos específicos no corpo, rigidez muscular e síndrome do intestino irritável.
O que fazer: caso seja confirmada a fibromialgia, o tratamento indicado pelo médico pode ser feito com o uso de remédios, terapia cognitivo comportamental, exercícios físicos, acupuntura e fisioterapia.
A dor no meio das costas que reflete na frente, na região do peito ou abdômen, pode indicar problemas nas costelas, como a costocondrite, uma inflamação das cartilagens que conectam as costelas ao osso do peito.
Esta dor também pode surgir em problemas no esôfago, estômago, pâncreas, vesícula biliar ou rins, que podem causar dores no meio das costas e no tórax ou abdômen.
Se a dor nas costas e no peito for acompanhada de sintomas como falta de ar, suor frio, náusea, tontura ou sensação de aperto e pressão no peito, deve-se chamar o atendimento médico de emergência imediatamente. Pois estes sintomas podem indicar um possível infarto.
Dor no meio das costas na parte de cima
A dor no meio das costas na parte de cima pode ser causada por situações como má postura, sobrecarga muscular, estresse e problemas nas costelas, como costocondrite, escoliose ou hipercifose.
Nestes casos, é recomendado consultar o ortopedista para que seja feita uma avaliação completa e prescrito o tratamento conforme a causa desta dor.
Dor no meio das costas entre os pulmões e a coluna vertebral
A bursite da escápula, a osteoartrite, a pleurisia, e a tensão, são condições que podem causar dor no meio das costas entre os pulmões e a coluna vertebral.
O tratamento para o câncer de próstata pode incluir vigilância ativa, cirurgia, radioterapia, hormonioterapia, quimioterapia, imunoterapia ou terapias-alvo, por exemplo.
A escolha do tratamento é feita pelo urologista ou oncologista de acordo com o estágio do câncer, agressividade do tumor, idade e estado de saúde da pessoa. Em casos de tumores de baixo risco, pode ser indicado apenas o acompanhamento periódico.
Já nos casos mais avançados ou agressivos, pode ser necessária a combinação de diferentes tratamentos, como cirurgia, radioterapia e hormonioterapia, para controlar o crescimento do tumor, aliviar os sintomas e reduzir o risco de progressão.
Os tratamentos de câncer de próstata que podem ser indicadas pelo urologista ou oncologista são:
1. Vigilância ativa
A vigilância ativa é uma estratégia indicada principalmente para homens com câncer de próstata de baixo risco, crescimento lento e sem sintomas.
Nesse caso, o tratamento não é iniciado imediatamente. Em vez disso, o médico acompanha regularmente a evolução da doença por meio de exames, como PSA, toque retal, ressonância magnética e, em alguns casos, novas biópsias. Conheça os exames de próstata.
Se forem identificados sinais de progressão do tumor, o tratamento pode ser iniciado.
2. Cirurgia
A cirurgia, chamada de prostatectomia radical, consiste na retirada completa da próstata e, em alguns casos, dos linfonodos próximos.
Esse tratamento é indicado principalmente para tumores localizados, quando existe possibilidade de cura. A cirurgia pode ser realizada pela técnica aberta, laparoscópica ou robótica. Veja como é feita e os tipos de prostatectomia.
Após o procedimento, algumas pessoas podem apresentar efeitos colaterais, como incontinência urinária e disfunção erétil, que tendem a melhorar com o tempo e podem ser tratados com fisioterapia, medicamentos ou outros procedimentos.
3. Radioterapia
A radioterapia utiliza radiações de alta energia para destruir as células cancerígenas ou impedir seu crescimento.
Pode ser indicada como tratamento principal para tumores localizados, após a cirurgia para reduzir o risco de recorrência ou para aliviar sintomas em casos mais avançados.
Os principais tipos incluem:
Radioterapia externa: utiliza um aparelho que direciona feixes de radiação para a próstata;
Braquiterapia: consiste na implantação de pequenas sementes radioativas diretamente na próstata, que liberam radiação de forma localizada para destruir as células do câncer, causando menor exposição dos tecidos ao redor.
Os efeitos colaterais variam conforme a técnica utilizada e podem incluir irritação urinária, alterações intestinais, fadiga e disfunção erétil.
4. Hormonioterapia
A hormonioterapia, também chamada de terapia de privação androgênica, é um tratamento que reduz a produção ou bloqueia a ação da testosterona, hormônio que favorece o crescimento da maioria dos cânceres de próstata. Com isso, ajuda a retardar a evolução da doença e a controlar o tumor.
Esse tratamento pode ser indicado antes, durante ou após a radioterapia para aumentar sua eficácia. Também é uma das principais opções para tratar o câncer de próstata que se espalhou para outros órgãos ou que está localmente avançado.
A hormonioterapia pode ser feita com medicamentos injetáveis ou comprimidos. Em alguns casos, o médico pode indicar a orquiectomia, cirurgia para retirada dos testículos, que reduz de forma permanente a produção de testosterona. Saiba quando é indicada a orquiectomia.
Entre os possíveis efeitos colaterais estão ondas de calor, diminuição da libido, perda de massa muscular, ganho de gordura corporal e redução da densidade óssea.
5. Terapia ablativa
A terapia ablativa utiliza técnicas que destroem as células do câncer de próstata por meio de calor, frio ou outras formas de energia, sem a necessidade de remover toda a próstata.
Esse tratamento busca eliminar a área onde o tumor está localizado, preservando o máximo possível dos tecidos ao redor.
Entre as principais técnicas estão:
Crioablação, que utiliza temperaturas muito baixas para congelar e destruir as células cancerígenas;
Terapia focal com ultrassom de alta intensidade (HIFU), que utiliza ondas de ultrassom para aquecer e eliminar o tumor.
Esse tratamento pode ser uma opção para alguns homens com câncer de próstata localizado, especialmente quando o tumor é de baixo ou intermediário risco.
6. Quimioterapia
A quimioterapia utiliza medicamentos capazes de destruir as células cancerígenas ou impedir sua multiplicação.
Geralmente é indicada quando o câncer se espalhou para outras partes do corpo ou deixou de responder adequadamente à hormonioterapia.
Os medicamentos são administrados em ciclos, normalmente diretamente na veia, podendo ser associados a outros tratamentos. Entre os mais utilizados estão o docetaxel, mitoxantrona, estramustina, cisplatina e o cabazitaxel.
Os efeitos colaterais dependem do medicamento utilizado e podem incluir queda de cabelo, náuseas, fadiga, diminuição da imunidade e alterações nas células do sangue. Conheça mais sobre os efeitos colaterais da quimioterapia.
7. Imunoterapia
A imunoterapia estimula o próprio sistema imunológico a reconhecer e combater as células do câncer.
Embora não seja indicada para todas as pessoas, pode ser utilizada em casos específicos de câncer de próstata avançado, principalmente quando existem determinadas características moleculares ou após falha de outros tratamentos.
O tipo de imunoterapia mais adequado é definido pelo oncologista após avaliação individual.
8. Terapias-alvo
As terapias-alvo utilizam medicamentos que identificam e atacam características específicas das células do câncer, dificultando seu crescimento e sua multiplicação.
Esse tratamento não é indicado para todos os casos, sendo geralmente recomendado para pessoas com câncer de próstata avançado ou metastático que apresentam determinadas alterações genéticas, como mutações em genes envolvidos no reparo do DNA.
Antes de iniciar a terapia, o médico pode solicitar testes genéticos ou moleculares para identificar essas alterações e avaliar se esse tipo de tratamento pode trazer benefícios para a pessoa.
A batata, conhecida também como batata inglesa, é um tubérculo com boas quantidade de fibras e amido resistente, um carboidrato que age como fibras no organismo, ajudando a prolongar a saciedade e ajudando na perda de peso.
Por conter boas quantidades de polifenóis, flavonoides e antocianinas, que são compostos com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, esse tubérculo também ajuda a diminuir o risco de situações como câncer, diabetes e pressão alta.
Existem diferentes tipos de batata, como lisa, Asterix e bolinha, que variam de acordo com a textura; a cor da polpa, amarela ou branca; e a cor da casca, que pode ser branca, amarela, rosada ou roxa. A batata geralmente é encontrada em feiras e supermercados, podendo ser usada para diversas preparações, como purê, pão, sopa, batata sauté ou gratinada.
Benefícios da batata para a saúde
Os principais benefícios da batata para a saúde são:
1. Ajudar na perda de peso
A batata contém fibras e ótimas quantidades de amido resistente, nutrientes que ajudam a controlar a saciedade e reduzir a vontade de comer entre as refeições, diminuindo a ingestão de alimentos e ajudando na perda de peso.
Além disso, a batata também contém menos calorias que outros tipos de tubérculos, como a batata-doce e a batata-baroa. Por isso, incluir a batata na alimentação pode ser uma boa opção para dietas de emagrecimento, desde que consumida com porções controladas, já que é rica em carboidratos.
2. Melhorar a disposição
Por ser rica em carboidratos, a batata fornece energia para o cérebro, aumentando a disposição.
A batata é um tubérculo que contém potássio, um mineral que ajuda a manter o equilíbrio do sódio no organismo e a favorecer o controle da pressão arterial. Veja como o potássio ajuda no controle da pressão arterial.
Além disso, a batata contém compostos antioxidantes, como as catequinas, epicatequinas e carotenoides, que promovem a saúde das artérias, ajudando a relaxar os vasos sanguíneos e, consequentemente, prevenir a pressão alta.
Consumir a batata com casca também fornece fibras para o organismo, o que pode potencializar os benefícios para a saúde cardiovascular.
4. Favorecer a saúde gastrointestinal
A batata pode trazer benefícios para saúde gastrointestinal porque ajudar a proteger a equilibrar o sistema digestivo.
Quando consumida na forma de suco, por exemplo, fornece compostos com efeito antioxidante e anti-inflamatório que ajudam a proteger a mucosa do estômago, diminuindo a irritação, o que contribui para uma melhor digestão.
A batata também contém amido resistente, um tipo de carboidrato que atua como fibra, já que não consegue ser digerido no intestino delgado.
Assim, o amido serve como alimento para as bactérias benéficas, ajudando a manter a microbiota intestinal equilibrada e favorecendo o bom funcionamento digestivo através dos compostos que são produzidos durante a sua fermentação.
5. Manter a saúde dos olhos
A batata possui ótimas quantidades de luteína e zeaxantina, especialmente na casca e as de polpa com cor amarela ou alaranjada, que são compostos com propriedades antioxidantes que protegem os olhos contra os radicais livres.
Esses nutrientes ajudam a prevenir cataratas e a degeneração macular, uma doença que diminui a capacidade da visão.
Por conter boas quantidades de fibra e amido resistente, a batata ajuda a diminuir a velocidade de absorção dos carboidratos, promovendo o controle dos níveis de insulina e glicose no sangue, ajudando no controle da diabetes.
Como todo tipo de carboidrato, a batata também pode aumentar os níveis de açúcar no sangue. Por isso, é aconselhado ingerir pequenas porções e com casca, para aumentar a quantidade de fibras na dieta e o impacto na resposta glicêmica.
Para potencializar seus benefícios, é recomendado cozinhar a batata e deixar esfriar antes de consumi-la, pois isso ajuda a aumentar a sua quantidade de amido resistente e reduzir seu índice glicêmico.
A batata contém magnésio, vitaminas do complexo B e triptofano, nutrientes que são responsáveis pela manutenção do sistema nervoso e a produção de serotonina, promovendo o funcionamento adequado do organismo.
8. Ajudar diminuir o risco de câncer
Por conter compostos antioxidantes e anti-inflamatórias, como carotenos, flavonoides, ácido fenólicos e antocianinas, a batata ajuda a proteger as células contra os danos causados pelos radicais livres, ajudando a diminuir o risco de câncer.
Alguns estudos sugerem que os compostos presentes na batata, junto com as fibras e os glicoalcaloides, contribuem para a modulação de processos celulares, podendo inibir a proliferação e induzir a morte de células tumorais associadas ao desenvolvimento de certos tipos de câncer, como de cólon, fígado, próstata e estômago.
9. Regular o sistema imunológico
Por conter carotenoides, vitamina C e flavonoides, a batata ajuda regular as funções das células do sistema imunológico, protegendo o organismo contra situações como alergias, resfriados e gripes.
10. Ajudar no controle do colesterol
A batata pode ajudar a controlar os níveis de colesterol no sangue e a saúde do coração, já que seus peptídeos, junto com o amido resistente e a fibra, diminuem a absorção do colesterol no intestino.
Além disso, esses composto também favorecem a eliminação dos ácidos biliares, o que contribui para a diminuição do colesterol total, triglicerídeos e LDL, ao mesmo tempo que contribui para o aumento do colesterol \"bom, HDL.
A batata engorda?
Quando consumida com moderação, incluída em uma alimentação balanceada e variada, associada à práticas regulares de atividades físicas, a batata não engorda.
Isso porque nenhum alimento sozinho é capaz de engordar ou emagrecer. Para engordar, é necessário gastar menos calorias do que se gasta, como aumentar as calorias da dieta ou não praticar atividades físicas, por exemplo.
Tabela de informação nutricional
A tabela a seguir contém a informação nutricional de 140g, o que corresponde a cerca de uma batata média cozida com e sem casca:
Componentes
1 batata cozida com casca (140g)
1 batata cozida sem casca (140g)
Energia
118 calorias
106,62 calorias
Proteína
2,54 g
1,91 g
Carboidratos
27,3 g
24,47 g
Gordura
0,13 g
0,19 g
Fibras
2,45 g
3,5 g
Vitamina C
17,7 mg
17,89 mg
Potássio
515 mg
321,72 mg
Magnésio
29,9 mg
25,21 mg
Fósforo
59,8 mg
44,78 mg
Vitamina B1
0,14 mg
0,08 mg
Vitamina B2
0, 03 mg
0,06 mg
Vitamina B3
1,96 mg
0,75 mg
Para se obter os benefícios da batata, é fundamental também manter uma alimentação variada e saudável, e praticar exercícios físicos regularmente.
Como consumir
A batata pode ser consumida crua, na forma de suco, cozida, assada ou ensopada. Esse tubérculo também pode ser usado em receitas como sopa, purê, pão, batata sauté e batata recheada.
Para aproveitar todos os benefícios da batata, é recomendado consumir a casca também, por ter boas quantidades de fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes. Além disso, é importante priorizar as formas de preparo mais saudáveis, evitando as frituras, por exemplo.
Receitas com a batata
Algumas receitas saborosas e saudáveis com a batata incluem:
1. Purê de batata com ervas
Ingredientes:
1 Kg de batata;
¼ de xícara de chá de azeite;
3 dentes de alho;
¼ de xícara de chá de folhas de coentro;
¼ de xícara de chá de folhas de salsinha;
4 talos de cebolinha;
1 colher de chá de sal;
Pimenta do reino à gosto.
Modo de preparo:
Lavar bem, descascar e cortar as batatas em 4 pedaços. Colocar as batatas em uma panela, cobrir com água e colocar o sal. Ferver as batatas em fogo médio até ficarem bem macias. Reservar 1/2 xícara de chá da água do cozimento e escorrer as batatas.
Transferir as batatas para uma tigela e amassar, ainda quentes, com um garfo. Acrescentar a água do cozimento aos poucos à batata, misturando com uma colher.
Lavar bem, escorrer e picar o coentro, a salsinha e a cebolinha. Descascar e picar o alho. Em uma panela, colocar o azeite e o alho, refogando por 2 minutos. Desligar o fogo e adicionar as ervas picadas, misturando bem. Colocar esse refogado sobre as batatas amassadas, misturando bem, e servir.
2. Batata sauté
Ingredientes:
1Kg de batata bolinha (pequena);
2 colheres de sopa de manteiga;
3 colheres de sopa de salsinha picada;
2 e ½ colheres de café de sal;
Pimenta do reino à gosto.
Modo de preparo:
Lavar bem as batatas. Colocar em uma panela e cobrir com água e 2 colheres de café de sal, deixando cozinhar em fogo médio até as batatas ficarem macias mas firmes. Escorrer as batatas em um escorredor, até secarem bem.
Em uma frigideira antiaderente, derreter a manteiga, adicionar as batatas, o restante do sal e a pimenta, deixando dourar por aproximadamente 10 minutos e mexendo as batatas de vez em quando. Desligar o fogo, adicionar a salsinha picada e servir.
3. Batata recheada com vegetais
Ingredientes:
1 batata grande;
1 colher de sopa de azeite;
2 colheres de sopa de brócolis cozido picado;
1 colher de sopa de cenoura cozida picada;
1 colher de sopa de vagem cozida picada;
1 colher de café de manjericão fresco;
Pimenta do reino à gosto;
3 colheres de sopa de queijo cottage;
1 colher de sopa de queijo parmesão ralado;
1 pitada de sal.
Modo de preparo:
Lavar bem e secar a batata. Fazer furos na batata com um garfo. Colocar a batata em um prato e levar para cozinhar no micro-ondas por 15 minutos, virando na metade do tempo.
Misturar, em um pote, o sal, o manjericão, o queijo cottage e a pimenta do reino.
Após amornar, abrir a batata ao meio no sentido do comprimento e retirar um pouco da polpa com uma colher. Rechear a batata com uma camada do creme de cottage, colocar os legumes cozidos e finalizar com outra camada do creme.
Polvilhar o queijo parmesão sobre a batata, levar para cozinhar no micro-ondas por mais 2 ou 3 minutos e servir.
A lipoproteína (a), também chamada de Lp(a), é uma partícula formada por proteínas e gorduras, que tem a função de transportar o colesterol através da corrente sanguínea para as células do corpo.
A lipoproteína (a) alta pode ser causada principalmente por alteração genética e está relacionada com maior risco de doenças cardíacas e problemas nos vasos sanguíneos, como infarto agudo do miocárdio, doença arterial coronariana, AVC e trombose.
O exame de lipoproteína (a) pode ser solicitado pelo médico para pessoas com histórico pessoal ou familiar de doença cardiovascular prematura, diagnóstico ou suspeita de hipercolesterolemia familiar e parentes de primeiro grau com níveis elevados de Lp(a), por exemplo.
Exame de lipoproteína (a)
De acordo com a Sociedade Brasileira de cardiologia, o exame de lipoproteína (a) deve ser feito em situações como:
População geral: uma vez na vida em todos os adultos, para ajudar a avaliar o risco cardiovascular e/ou no tratamento;
Populações específicas: uma vez na vida, em casos de doença arterial coronariana precoce, estenose aórtica, hipercolesterolemia familiar, história familiar de doença cardiovascular aterosclerótica precoce ou de Lp(a) alta, para ajudar a avaliar o risco e/ou o tratamento;
Pessoas com níveis aumentados de Lp(a) (≥ 50 mg/dL ou ≥ 125 nmol/L): onde a concentração é determinada geneticamente, sendo recomendada a investigação nos familiares para auxiliar na identificação de outros portadores e na avaliação precoce do risco cardiovascular.
É recomendado como método preferencial para medir a Lp(a), a medição em número de partículas por litro (nmol/L). A dosagem por unidade de massa (mg/dL) e o uso de fórmulas matemáticas para conversão entre as unidades devem ser evitados.
Entretanto, a medida da Lp(a) que mede unidades de massa (mg/dL), pode ser usada quando for a única disponível.
Como é feito o exame
O exame de lipoproteína (a) é feito por meio de uma amostra de sangue, que é coletada de uma veia do braço por um profissional de saúde.
Para fazer este exame normalmente não é necessário realizar nenhum preparo ou jejum.
Entretanto, como este exame geralmente é solicitado junto com o lipidograma completo, o laboratório ou o médico pode solicitar que a pessoa faça um jejum de 9 a 12 horas.
O valor de referência do exame de lipoproteína (a), conforme a Sociedade Brasileira de Cardiologia, é de menos de 75 nmol/L, ou menor que 30 mg/dL, em jejum de 12 horas ou sem a realização de jejum.
Lipoproteína (a) alta
A lipoproteína (a) é considerada alta, quando está acima de 75 nmol/L, ou maior que 30 mg/dL, sendo causada principalmente pela genética, sendo herdada dos pais.
Diferentemente de outros tipos de colesterol, as concentrações de Lp(a) não são influenciadas pela dieta, prática de exercícios físicos, idade ou jejum.
Devido à sua ação aterogênica, inflamatória e trombótica, a lipoproteína (a) alta está relacionada com o risco de situações como:
Complicações maternas e neonatais, quando acontece durante a gravidez, como pré-eclâmpsia e parto prematuro.
É importante lembrar que a lipoproteína (a) aumentada é um fator de risco mesmo em pessoas com níveis baixos de LDL.
O que fazer
Quando a lipoproteína (a) está alta em pessoas sem histórico de doença cardíaca, o médico pode recomendar que em casos de Lp(a) igual ou superior a 125 nmol/L modifiquem o estilo de vida e tratem outros fatores de risco.
O médico também pode recomendar para algumas pessoas a realização de exames de imagem vascular, para identificar precocemente a aterosclerose subclínica.
O uso mais precoce de estatina ou outro remédio hipolipemiante, especialmente em pessoas com risco intermediário e/ou de baixo risco com elevações moderadas de LDL, também pode ser indicado.
Já em pessoas com histórico de doença cardiovascular e com a lipoproteína (a) alta, o médico pode intensificar o tratamento para reduzir o colesterol LDL e um controlar ainda mais os outros fatores de risco.
Para que serve a lipoproteína (a)
A lipoproteína (a) serve para transportar o colesterol, por meio da corrente sanguínea, para as células do corpo. Na medicina, a lipoproteína (a) serve como um marcador de risco cardiovascular.
A Lp(a) é uma variante da lipoproteína de baixa densidade (LDL), ou colesterol \"ruim\", e consiste em uma partícula de LDL que contém a apolipoproteína B ligada a uma proteína extra chamada apolipoproteína (a).
A apolipoproteína B, também chamada de ApoB, é uma proteína encontrada em algumas partículas de colesterol e gordura presentes no sangue. Essas partículas podem entrar nas paredes das artérias e contribuir para a formação de placas, o que pode aumentar o risco de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral.
O exame de ApoB mede a quantidade dessas partículas de forma mais direta do que o colesterol LDL isoladamente. Isso pode ser especialmente útil quando o colesterol LDL parece normal, mas o risco de doença cardíaca ainda pode ser alto.
Os níveis de apolipoproteína B podem estar altos em pessoas com triglicerídeos altos, diabetes, obesidade, síndrome metabólica ou algumas doenças hereditárias relacionadas ao colesterol. Estes níveis geralmente podem ser reduzidos com mudanças no estilo de vida e, quando necessário, com medicamentos para baixar o colesterol.
Exame de apolipoproteína B
O exame de apolipoproteína B é feito para compreender melhor o risco de uma pessoa desenvolver doença cardiovascular aterosclerótica. Isso inclui condições causadas pelo acúmulo de placas nas artérias, como doença arterial coronariana, infarto e AVC.
Este teste pode ser especialmente útil quando os exames de colesterol padrão não explicam completamente o risco cardiovascular. Por exemplo, o teste de ApoB pode ser solicitado quando o colesterol LDL está normal, mas os triglicerídeos estão altos, ou quando uma pessoa tem diabetes, obesidade ou síndrome metabólica.
O exame de apolipoproteína B também pode ser útil em pessoas que já têm doença cardíaca e precisam de um acompanhamento mais rigoroso. Este teste pode ajudar a mostrar se o tratamento está reduzindo o número de partículas de colesterol nocivas, e não apenas a quantidade de colesterol dentro delas.
Os médicos também podem considerar este exame quando existe histórico familiar de doença cardíaca precoce ou suspeita de problemas hereditários de colesterol, como hiperlipidemia familiar combinada.
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Para que serve a apolipoproteína B
A apolipoproteína B serve para transportar gorduras, incluindo colesterol e triglicerídeos, através da corrente sanguínea. Ela é encontrada em diversos tipos de lipoproteínas, que são partículas responsáveis pelo transporte de gorduras no sangue.
A principal forma medida em exames de sangue é a ApoB-100. A ApoB-100 é encontrada em LDL, VLDL, IDL e lipoproteína(a), também conhecida como Lp(a). Essas partículas são consideradas aterogênicas, o que significa que podem contribuir para a formação de placas nas artérias.
Cada uma dessas partículas geralmente possui uma molécula de ApoB. Por isso, um exame de apolipoproteína B pode ajudar a estimar a quantidade de partículas transportadoras de colesterol nocivo no sangue.
A ApoB é diferente da ApoA-I, outra apolipoproteína encontrada principalmente no colesterol HDL. O colesterol HDL é frequentemente chamado de colesterol “bom”, porque ajuda a remover o colesterol do sangue e transportá-lo de volta para o fígado.
Valores de referência
Os valores de referência do exame de apolipoproteína B, conforme a Sociedade Brasileira de Cardiologia são:
Valor de ApoB
Categoria de risco cardiovascular
Abaixo de 100 mg/dL
Baixo
Abaixo de 90 mg/dL
Intermediário
Abaixo de 70 mg/dL
Alto
Abaixo de 55 mg/dL
Muito alto
Abaixo de 45 mg/dL
Extremo
Estes valores de referência são metas terapêuticas que variam de acordo com a categoria de risco de doença cardíaca de cada pessoa.
Os resultados da apolipoproteína B não devem ser interpretados isoladamente. Geralmente, são analisados junto com o colesterol LDL, o colesterol HDL, os triglicerídeos, o colesterol não-HDL, a pressão arterial, os níveis de glicose no sangue, o histórico de tabagismo, o histórico familiar e outros fatores de risco para doenças cardíacas.
Apolipoproteína B alta
A Apolipoproteína B alta geralmente indica a presença de muitas partículas aterogênicas no sangue. Essas partículas podem transportar colesterol para as paredes das artérias e aumentar o risco de formação de placas.
As causas comuns e as condições relacionadas a Apolipoproteína B alta são:
Alterações no colesterol e triglicerídeos: A ApoB pode estar alta quando o colesterol LDL ou os triglicerídeos estão altos. Também pode estar elevada quando há muitas partículas pequenas transportadoras de colesterol no sangue, mesmo que o colesterol LDL não pareça muito alto;
Condições metabólicas: A ApoB costuma estar mais alta em pessoas com obesidade, resistência à insulina, síndrome metabólica ou diabetes tipo 2. Essas condições podem alterar a forma como o corpo processa as gorduras e o colesterol;
Problemas hereditários de colesterol: Algumas condições hereditárias, como hiperlipidemia combinada familiar, podem aumentar os níveis de ApoB. Essas condições também podem estar ligadas a um histórico familiar de colesterol alto ou doença cardíaca precoce;
Fatores de estilo de vida: A ApoB pode estar mais alta em pessoas que fazem uma dieta rica em gordura saturada, açúcar adicionado ou excesso de calorias, especialmente quando combinada com baixos níveis de atividade física.
Além disso, pessoas com doença cardiovascular estabelecida podem ter níveis altos de ApoB ou podem precisar de metas mais baixas, pois o risco de um futuro ataque cardíaco ou AVC é maior.
Como baixar a apolipoproteína B
Para baixar a apolipoproteína B, é aconselhado reduzir a quantidade de LDL, VLDL e outras partículas aterogênicas no sangue. Isso pode envolver mudanças no estilo de vida e/ou uso de medicamentos.
1. Mudanças no estilo de vida
As mudanças no estilo de vida podem ajudar a baixar a apolipoproteína B, especialmente quando também melhoram o colesterol LDL, os triglicerídeos, o peso e a resistência à insulina.
Essas mudanças podem incluir a redução do consumo de gordura saturada, encontrada em alimentos como carnes, manteiga, creme de leite e laticínios integrais.
Também pode ser útil limitar o consumo de gorduras trans, alimentos ultraprocessados, açúcar adicionado e carboidratos refinados, principalmente quando os triglicerídeos estão altos.
Uma alimentação saudável para o coração pode incluir mais alimentos ricos em fibras, como vegetais, frutas, feijões, lentilhas, aveia e cereais integrais, bem como gorduras insaturadas, como azeite de oliva, nozes, sementes e peixes.
A prática regular de atividade física, a perda de peso quando apropriada, evitar o tabagismo e limitar o consumo de álcool também podem ajudar a melhorar o risco cardiovascular geral. Esses hábitos podem contribuir para níveis mais saudáveis de colesterol e triglicerídeos ao longo do tempo.
2. Medicamentos
Quando as mudanças no estilo de vida não são suficientes, os medicamentos podem ser recomendados pelo médico para reduzir o risco relacionado à apolipoproteína B.
As estatinas são os remédios mais comumente usados, pois ajudam a reduzir a produção de partículas de LDL e auxiliam o fígado a remover essas partículas do sangue.
Outras opções de tratamento podem incluir ezetimiba, inibidores de PCSK9, sequestrantes de ácidos biliares ou fibratos, especialmente quando os triglicerídeos estão elevados. O melhor tratamento depende do risco cardiovascular geral, dos níveis de colesterol, do histórico médico e da tolerância ao medicamento.
Estudos têm demonstrado que a redução da ApoB por meio de tratamento hipolipemiante está associada a um menor risco cardiovascular.
Apolipoproteína B baixa
A Apolipoproteína B baixa pode estar relacionada com condições como:
Uso de medicamentos hipolipemiantes, como estatinas ou inibidores de PCSK9;
Fatores genéticos, como hipobetalipoproteinemia familiar, que faz com que a pessoa tenha níveis naturalmente muito baixos de colesterol LDL e Apo B;
Condições de saúde, como doenças no fígado e sepse.
Ter um estilo de vida saudável, como fazer uma dieta saudável, manter o peso corporal adequado, praticar atividades físicas regulares e evitar fumar e consumir álcool em excesso, também pode deixar a Apolipoproteína B baixa.
A coceira no clitóris pode ser causada por condições como herpes genital, candidíase, dermatite atópica, vaginose bacteriana e síndrome geniturinária da menopausa, por exemplo.
De acordo com a causa da coceira no clitóris, a mulher também pode apresentar vermelhidão, descamação e dor ou desconforto ao urinar e durante as relações sexuais.
Se este sintoma for persistente e/ou acompanhado de alterações na cor e textura, caroços ou feridas da região ou sangramento fora do período menstrual, é recomendado consultar o ginecologista. Assim, o médico pode identificar a causa e recomendar o tratamento adequado.
As principais causas de coceira no clitóris são:
1. Herpes genital
O herpes genital é uma infecção sexualmente transmissível causada pelo vírus Herpes simplex, que pode ser transmitido pela relação sexual sem camisinha ou pelo contato direto com lesões da região genital.
O principal sinal desta infecção é o surgimento de bolhas e feridas na região genital, que podem causar dor, desconforto e coceira no clitóris e toda região genital, além de vermelhidão e inchaço.
O que fazer: é importante consultar o ginecologista, para fazer uma avaliação dos sintomas apresentados e indicar o tratamento adequado.
O tratamento indicado pelo médico pode incluir o uso de comprimidos antivirais, como aciclovir, fanciclovir e valaciclovir, durante 7 dias ou conforme a orientação médica.
O médico também pode indicar o uso de pomadas, que devem ser aplicadas diretamente nas feridas.
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2. Candidíase
A coceira intensa no clitóris é um possível sintoma de candidíase, que é uma infecção causada pelo fungo Candida albicans, que afeta mais frequentemente a região genital.
Outros sintomas podem incluir vermelhidão e corrimento vaginal de cor branca, tipo leite coalhado e sem cheiro, irritação na vulva e/ou vagina e dor ou desconforto ao urinar.
O que fazer: é aconselhado consultar o ginecologista, para avaliar a causa da coceira no clitóris.
Caso a candidíase seja confirmada, o médico poderá prescrever o uso de remédios antifúngicos na forma de pomadas, cremes, óvulos vaginais ou comprimidos.
3. Vaginose bacteriana
A vaginose bacteriana é a infecção da vagina causada pela multiplicação de bactérias que vivem normalmente na região íntima feminina, como a Gardnerella vaginalis.
Os sintomas da vaginose bacteriana podem incluir coceira no clitóris e em toda a vagina, corrimento branco-acinzentado, odor vaginal fétido, similar a peixe podre e queimação ao urinar.
O que fazer: caso essa condição seja confirmada, o ginecologista pode indicar o uso de antibióticos orais, como metronidazol e tinidazol.
Embora não seja muito comum, a coceira no clitóris também pode ser causada por líquen plano.
Essa condição é uma doença inflamatória da pele e mucosas que também causa pequenas placas vermelhas ou arroxeadas, dor, bolhas ou feridas e inchaço.
O que fazer: é recomendado consultar o ginecologista, para fazer o diagnóstico e prescrever o tratamento adequado.
O tratamento indicado pelo médico pode ser feito com o uso de corticoides ou imunossupressores, de forma individualizada e de acordo com a gravidade dos sintomas.
A coceira no clitóris é um dos sintomas iniciais mais comuns e intensos no líquen escleroso vulvar. Conheça todos os sintomas do líquen escleroso.
O líquen escleroso é uma doença crônica da pele que causa o aparecimento de lesões esbranquiçadas na região genital, além de coceira, dor, irritação e descamação.
O que fazer: se essa doença for confirmada pelo médico, o tratamento que pode ser indicado inclui o uso de pomadas corticoides contendo propionato de clobetasol ou furoato de mometasona.
O médico também recomenda o uso regular de hidratantes emolientes pelo menos duas vezes ao dia, para manter a umidade, proteger a pele e evitar fissuras.
Além disso, deve-se evitar o uso de sabonetes, preferindo a lavagem apenas com água ou substitutos sem sabão, usar roupas íntimas folgadas de algodão ou seda natural.
6. Tricomoníase
A tricomoníase pode causar coceira na região genital, incluindo a vulva e o clitóris, além de corrimento amarelado ou esverdeado e dor e ardor ao urinar.
Essa infecção sexualmente transmissível é transmitida por meio da relação sexual sem preservativo com uma pessoa infectada e pode afetar a vagina, a vulva, o colo do útero ou a uretra.
O que fazer: é importante consultar o ginecologista, para que seja feita uma avaliação completa e confirmado o diagnóstico.
O tratamento indicado pelo médico pode ser feito com o uso de antibióticos, como metronidazol e secnidazol.
É indicado também evitar a relação sexual durante todo o tratamento e até uma semana depois de este terminar.
7. Dermatite atópica
Outra possível causa de coceira no clitóris é a dermatite atópica, que é uma inflamação crônica da pele que pode surgir em qualquer pessoa, sendo mais comum em bebês e crianças com até 5 anos.
Outros sintomas da dermatite atópica são ressecamento, vermelhidão, placas e bolhas com coceira, que podem levar à formação de feridas.
O que fazer: caso essa condição seja confirmada, o ginecologista pode prescrever o uso de cremes ou pomadas corticoides como dexclorfeniramina e dexametasona.
O médico também pode prescrever o uso de antialérgicos ou corticoides em comprimidos, para diminuir as crises de coceira e inflamações graves.
A síndrome geniturinária da menopausa pode causar coceira no clitóris e em toda a região da vulva, além de secura vaginal, dor ou desconforto a relação sexual
O que fazer: o tratamento é feito pelo ginecologista, que pode indicar o uso de hidratantes vaginais, lubrificantes íntimos, fisioterapia, reposição hormonal e laser, por exemplo.
9. Câncer de vulva
O câncer de vulva é um tumor que pode afetar os grandes e pequenos lábios, o clitóris e a região ao redor do orifício vaginal e da uretra.
Além da coceira no clitóris, este tipo de câncer também pode causar vermelhidão, dor ou queimação no local, nódulo ou massa palpável no local e sangramento.
O que fazer: é aconselhado consultar o ginecologista, para fazer a avaliação dos sintomas, o exame físico e o exame de biópsia, que confirma a presença do tumor e identifica seu tipo.
Caso essa condição seja confirmada, o médico pode indicar a realização de uma cirurgia, sessões de radioterapia, quimiorradiação ou terapia sistêmica, por exemplo.