quarta-feira, 13 de maio de 2026

Olho irritado: o que pode ser (e o que fazer)

O olho irritado pode ser causado por diversos fatores, como alergias, conjuntivite, presença de um corpo estranho, uso de lentes de contato ou devido a condições como blefarite ou síndrome do olho seco.

De acordo com a causa dessa condição, a pessoa com o olho irritado também pode apresentar outros sintomas, como vermelhidão, coceira, dor, inchaço, visão turva ou sensação de queimação.

Leia também: Olho vermelho: 13 causas comuns e o que fazer tuasaude.com/olho-vermelho

Na presença de dor, alterações na visão, inchaço nos olhos e/ou dor de cabeça, é indicado consultar o oftalmologista para fazer uma avaliação completa e indicar o tratamento adequado, que pode ser feito com o uso de colírios, pomadas e, em alguns casos, cirurgia.

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O que pode ser o olho irritado

Algumas das possíveis causas de olho irritado são:

1. Conjuntivite

A conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, que é a membrana que reveste a parte branca dos olhos e o interior das pálpebras, causando sintomas como olho irritado e vermelho, coceira, dor, inchaço, excesso de lágrimas ou até pus.

Muitos tipos desta condição podem causar irritação nos olhos, como conjuntivite bacteriana, viral, alérgica ou gonocócica, por exemplo. Conheça melhor sobre os tipos de conjuntivite.

O que fazer: em casos de suspeita de conjuntivite, é recomendado consultar o oftalmologista para fazer o diagnóstico correto.

O tratamento da conjuntivite varia conforme o tipo desta inflamação, podendo incluir a aplicação de compressas frias no local, o uso de colírios ou pomadas contendo antialérgicos, antibióticos ou corticoides, por exemplo.

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2. Corpo estranho

O olho irritado é um dos possíveis sintomas da presença de um corpo estranho ou cisco nos olhos.

O corpo estranho nos olhos, como cisco ou grão de areia, pode também provocar sintomas como olho lacrimejando, vermelhidão, diminuição da visão e dor.

O que fazer: em casos de pequenos corpos estranhos, é aconselhado lavar os olhos com água corrente ou soro fisiológico para ajudar a eliminar o corpo estranho. Deve-se evitar esfregar os olhos ou colocar os dedos no globo ocular, para evitar rasgos ou infecção.

Já se o corpo estranho for grande, de metal ou vidro, por exemplo, é importante procurar um atendimento médico de urgência, onde o tratamento poderá incluir o uso de antibióticos e cirurgia.

3. Lentes de contato

O uso inadequado de lentes de contato pode causar inflamações e infecções, provocando olho irritado, além de vermelhidão, coceira, dor e , em alguns casos, úlcera e ceratite.

O que fazer: é recomendado trocar as lentes e usar um colírio lubrificante, conforme a indicação do oftalmologista, e seguir as recomendações de higiene, tempo máximo de uso das lentes e o prazo de validade do produto.

Se o sintoma persistir, deve-se consultar o oftalmologista para avaliar a possível causa da irritação e indicar o tratamento adequado.

Leia também: Lentes de contato: o que são, para que servem, tipos e como limpar tuasaude.com/lente-de-contato

4. Alergia

O olho irritado é um dos possíveis sintomas de alergia ocular, uma condição que pode surgir devido ao uso de maquiagem fora do prazo de validade, contato com pelo de animais ou poeira, ou exposição à fumaça de cigarro, por exemplo.

A alergia nos olhos também pode causar sintomas como olhos vermelhos, sensação de ardência, coceira, olhos lacrimejando, inchaço, dor nos olhos e maior sensibilidade à luz.

O que fazer: é aconselhado evitar o contato com as substâncias que tenham causado a alergia.

Além disso, o uso de lágrimas artificiais, colírios contendo corticoides, anti-histamínicos e/ou lubrificantes também podem ser indicados pelo médico para aliviar os sintomas.

Aplicar compressas, molhando uma gaze limpa em água fria ou soro fisiológico, e passando no olho, no sentido da parte interna próxima do nariz para fora, também ajuda a aliviar os sintomas.

Leia também: 5 remédios caseiros para irritação nos olhos (e como preparar) tuasaude.com/remedio-caseiro-para-irritacao-nos-olhos

5. Síndrome do olho seco

A síndrome do olho seco é uma deficiência na produção ou evaporação excessiva da lágrima, causando sintomas, como olho irritado e vermelho, coceira intensa e sensação de queimação, picada ou de cisco nos olhos, por exemplo.

O que fazer: na suspeita desta condição, é aconselhado consultar o oftalmologista, que poderá indicar o uso de lágrimas artificiais e/ou colírios, a aplicação de compressas mornas e o uso de suplementos alimentares, como ômega 3 e vitamina A, por exemplo.

Leia também: Síndrome do olho seco: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/sindrome-do-olho-seco

6. Herpes ocular

Uma possível causa do olho irritado é a herpes ocular, ou herpes no olho, uma infecção causada pelo vírus Herpes simplex tipo 1 ou 2, que pode provocar inflamação nas pálpebras, conjuntiva, íris, retina ou córnea.

Outros possíveis sintomas da herpes no olho incluem coceira, inchaço, vermelhidão, lacrimejamento excessivo ou visão embaçada.

O que fazer: após a confirmação do diagnóstico, o oftalmologista pode indicar o uso de colírios ou pomadas contendo antivirais e antibióticos, colírios com corticoides, e comprimidos antivirais, como aciclovir ou valaciclovir.

7. Pomadas modeladoras

As pomadas modeladoras usadas para fixar os cabelos, podem escorrer para a vista, ao molhar os cabelos com suor ou água, por exemplo, causando olho irritado e vermelho, dor, visão turva e cegueira temporária.

Esses sintomas podem surgir principalmente ao usar pomadas contendo metilcloroisotiazolinona e/ou metilisotiazolinona, que são compostos químicos tóxicos para a pele e mucosas.

O que fazer: é importante lavar os olhos com água corrente por pelo menos 15 minutos e, em seguida, procurar um atendimento médico de urgência.

8. Blefarite

A blefarite é a inflamação nas bordas das pálpebras que causa o surgimento de sintomas como olho irritado, remelas, crostas, vermelhidão e pálpebra inchada.

Esta inflamação é comum e pode surgir em pessoas de qualquer idade, devido a uma alteração nas glândulas de Meibomius, que é a responsável por manter o equilíbrio da umidade dos olhos.

O que fazer: na presença de sintomas indicativos de blefarite, é aconselhado consultar o oftalmologista, para fazer o diagnóstico e indicar o tratamento adequado.

O tratamento pode ser feito com massagens nas pálpebras e aplicação de compressas mornas para amolecer os resíduos e promover a dilatação das glândulas de Meibomius.

O médico também pode recomendar o uso de colírios e/ou pomadas com antibiótico ou corticoide, lubrificantes oculares ou lágrimas artificiais e comprimidos antibióticos e antivirais.

9. Extensão de cílios

A extensão de cílios ou cílios postiços pode causar alergia aos materiais usados na técnica ou complicações, como inflamações e traumatismos.

Nestes casos, a pessoa pode apresentar sintomas como olho irritado, vermelhidão, coceira, presença de secreção, sensação de ardência e dor na região, por exemplo.

Já nos casos mais graves, a pessoa pode apresentar úlceras severas, derrame ocular e comprometimento da visão.

O que fazer: é recomendado consultar o oftalmologista para fazer uma avaliação e prescrever o tratamento adequado, que pode incluir a retirada dos cílios e o uso de pomadas e colírios.

Leia também: Extensão de cílios: o que é, como é feita e cuidados tuasaude.com/extensao-de-cilios

Colírio para olho irritado

Alguns colírios que podem ser indicados para o olho irritado são:

  • Colírio lubrificante, ou lágrima artificial, que pode conter carboximetilcelulose, carmelose sódica ou hipromelose;
  • Colírio antibiótico, como sulfato de neomicina, sulfato de polimixina B ou moxifloxacino;
  • Colírio anti-inflamatório, que contém cetorolaco de trometamina, diclofenaco sódico ou nepafenaco, por exemplo;
  • Colírio antialérgico, como cloridrato de epinastina, fumarato de cetotifeno ou alcaftadina.

Outros colírios para olho irritado incluem os com ação anestésica, descongestionante ou para o tratamento de glaucoma.

No entanto, o colírio para olho irritado deve ser feito somente com a indicação do oftalmologista, de acordo com a causa deste sintoma.

Leia também: Tipos de colírio: antialérgicos, lubrificantes, antibióticos (e mais) tuasaude.com/colirio

source https://www.tuasaude.com/olho-irritado/

terça-feira, 12 de maio de 2026

11 dicas naturais para curar aftas mais rápido

Chá preto, compressa de camomila, mel ou extrato de própolis são boas opções para curar aftas mais rápido. No entanto, fazer bochecho com água morna e sal ou mascar um cravo-da-índia, por exemplo, também pode ajudar. Esses remédios caseiros têm ação antisséptica, anti-inflamatória, cicatrizante e analgésica que ajudam a aliviar a dor e ajudam a tratar as aftas.

As aftas são pequenas lesões dolorosas que podem surgir na língua ou nos lábios e que podem ter diversas causas, como consumo de alimentos muito ácidos, deficiências nutricionais, alterações hormonais e/ ou do sistema imunológico.

Leia também: Aftas frequentes: 7 principais causas (e o que fazer) tuasaude.com/entenda-porque-voce-fica-com-afta-frequentemente

Caso as aftas sejam frequentes, é recomendado consultar o clínico geral ou gastroenterologista, para identificar sua causa e realizar o tratamento mais adequado.

Veja o vídeo a seguir e descubra mais sobre as dicas para curar a afta:

Como curar afta na boca: 5 dicas rápidas e eficazes

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O que é bom para curar aftas rápido

As melhores dicas para curar aftas mais rapidamente são:

1. Aplicar chá preto

Aplicar um saquinho de chá preto sobre a afta ajuda a aliviar a dor e o desconforto causado pela afta, pois o chá preto possui taninos, um tipo de substância adstringente que elimina resíduos e sujeira.

Para aplicar o chá preto corretamente deve-se preparar o chá colocando 1 sachê de chá preto numa xícara de água fervente e deixar repousar. Quando estiver morno, deve-se aplicar o sachê diretamente sobre a afta.

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2. Fazer bochecho de água com sal

Fazer bochechos com água morna com sal ajuda a desinfetar a afta e acelerar a sua cicatrização, pois o sal tem potente ação bactericida que elimina as bactérias do local.

Para isso, basta colocar 1 colher de café de sal num copo com água morna e fazer bochechos durante alguns minutos, 2 vezes ao dia.

3. Mascar um cravo-da-índia

Mascar um cravinho-da-índia também ajuda a curar a afta mais rápido e aliviar a dor em poucos minutos.

Isso porque o cravinho possui eugenol na sua composição com propriedades analgésicas e anti-inflamatórias, que são capazes de manter a afta limpa, promovendo a cicatrização, além de aliviar a dor em poucos minutos.

Veja outros remédios caseiros que podem ajudar a tratar a afta.

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4. Gargarejar com leite de magnésia

Gargarejar leite de magnésia permite recobrir e proteger a lesão de bactérias e, por isso, também ajuda a acelerar a cicatrização. Para isso, deve-se misturar 1 colher de leite de magnésia com 1 copo de água de fazer gargarejos a seguir.

5. Comer iogurte natural

Comer 1 potinho de iogurte com bífidos ou com probióticos ajuda a melhorar o intestino e toda a flora do sistema gastrointestinal, fortalecendo as defesas naturais do organismo, sendo também útil para curar as aftas mais rapidamente.

6. Aplicar vinagre de maçã

Alguns estudos indicam que o vinagre de maçã contém propriedades antimicrobianas que podem diminuir o crescimento de bactérias.

Apesar alguns microrganismos poderem ser naturalmente encontrados no corpo, como Candida albicans, Escherichia coli e Staphylococcus aureus, podem proliferar a causar infecção. A presença desses microrganismos na afta pode interferir no processo de cicatrização e piorar os sintomas.

Assim, para aplicar o vinagre de maçã, deve-se diluir uma colher de chá do vinagre de maçã em água e fazer gargarejo. É importante que os dentes sejam escovados cerca de 30 minutos após o gargarejo com o vinagre de maçã, pois assim é possível prevenir a cárie, já que essa substancia é ácida e pode provocar o desgaste do esmalte do tempo ao longo do tempo.

Leia também: Vinagre de maçã: benefícios, como usar (e como tomar) tuasaude.com/beneficios-do-vinagre-de-maca

7. Óleo de coco

O óleo de coco contém propriedade antibacteriana e antifúngica, além de ácidos graxos, como ácido láurico e ácido cáprico.

Esses ácidos graxos podem interferir na formação de membranas por bactérias e fungos, além de diminuir o crescimento desses microrganismos. Assim, pode-se aplicar o óleo de coco diretamente na afta para aliviar o desconforto e prevenir o agravamento.

8. Extrato de própolis

O extrato de própolis é rico em ácidos fenólicos e flavonoides, com propriedades cicatrizantes, anti-inflamatórias, antibacterianas e antivirais, podendo ser usado para tratar, desinfectar e curar as aftas. Além disso, este remédio tem um potente efeito regenerador sobre a pele, ajudando na recuperação dos tecidos.

Para usar o extrato de própolis, deve-se aplicar 1 ou 2 gotas sobre a afta ou ferida na boca, de 4 a 5 vezes por dia. O extrato de própolis não deve ser usado por pessoas que tenham alergia ao própolis, pólen ou mel. Veja outros benefícios do própolis para a saúde.

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9. Solução de água oxigenada

A solução de água oxigenada ajuda a eliminar as bactérias que causam a afta, pois tem ação anti-inflamatória e antisséptica, e desta forma, ajuda a reduzir a dor, vermelhidão e o inchaço causado pelas aftas.

Para preparar a solução de água oxigenada, deve-se adicionar ¼ de xícara de água oxigenada 10 volumes em ½ xícara de água e misturar.

Em seguida, molhar um algodão na solução de água oxigenada e aplicar diretamente sobre a afta. Não é necessário enxaguar a boca com água após usar a solução de água oxigenada, mas se a pessoa não gostar do sabor que fica na boca, poderá fazê-lo.

10. Compressa de camomila

A compressa de camomila, feita com a planta medicinal Matricaria recutita, é rica em azuleno e levomenol, com propriedades anti-inflamatórias, cicatrizantes e antimicrobianas, que ajudam a aliviar a dor e o desconforto causado pela afta, estomatite aftosa ou até mucosite.

Para fazer a compressa, deve-se utilizar um saquinho de chá de camomila em 250 mL de água fervente. Esperar amornar e aplicar o saquinho do chá diretamente sobre a afta por alguns minutos. Jogar o saquinho fora após a aplicação.

Outra opção é bochechar o chá de camomila morno e cuspir em seguida, por 3 a 4 vezes por dia.

11. Mel orgânico

Aplicar uma pequena quantidade do mel de abelhas orgânico diretamente sobre a afta, é uma boa opção para curar a afta mais rápido, especialmente quando causada pela estomatite aftosa, pois o mel tem propriedades antissépticas e hidratantes da mucosa da boca, ajudando a aliviar a dor e o desconforto das aftas.

Além disso, o mel ajuda a prevenir infecções secundárias nas aftas, devido ao seu pH mais ácido e presença de flavonoides, ácido benzoico e ácido cinâmico na sua composição com propriedades antibacterianas.

O mel também possui uma enzima na sua composição, a glicose oxidase, que quando ativa produz pequenas quantidades de peróxido de hidrogênio, que é a mesma composição da água oxigenada, com ação antisséptica e antimicrobiana.

Desta forma, pode-se aplicar o mel de abelhas orgânico várias vezes por dia sempre que sentir desconforto ou achar necessário. O mel não deve ser usado por pessoas que têm alergia ao mel, própolis ou pólen.

Passar bicarbonato na afta ajuda a curar?

Aplicar bicarbonato de sódio diretamente na afta causa intensa dor e ardência no local sendo, portanto, desaconselhado. No entanto, o bicarbonato pode ajudar a curar a afta mais rápido porque aumenta o pH da saliva.

Para isso, ao invés de aplicá-lo diretamente na afta, deve-se diluir 1 colher de café de bicarbonato de sódio num copo de água e fazer bochechos de 2 a 3 vezes ao dia.

Leia também: Bicarbonato de sódio: para que serve e como usar tuasaude.com/para-que-serve-o-bicarbonato-de-sodio

Além disso é importante evitar o uso de enxaguante bucal que contenha álcool porque também pode aumentar a dor e irritar ainda mais a mucosa da boca. Alimentos apimentados também não devem ser consumidos enquanto estiver com afta, assim como alimentos ácidos e bebidas alcoólicas.

No caso das aftas não desaparecem com as dicas ou serem frequentes, é importante consultar o médico para que seja possível identificar a causa das aftas frequentes e, assim, indicar o tratamento mais adequado.



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segunda-feira, 11 de maio de 2026

7 principais sintomas de oxiúrus (com teste online)

Os principais sintomas de oxiúrus são coceira anal, principalmente a noite, presença de sangue no papel higiênico quando se limpa, dor e dificuldade para defecar e presença de pequenos pontos brancos nas fezes.

A coceira intensa à noite acontece porque as fêmeas do verme se dirige até o ânus para colocar seus ovos na região perianal, causando os sintomas e podendo fazer com que a pessoa tenha dificuldade para dormir.

Por isso, na presença de sinais e sintomas de infecção por oxiúrus, é recomendado que o clínico geral ou gastroenterologista seja consultado para que seja feito o diagnóstico e indicado o tratamento mais adequado com antiparasitários.

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Principais sintomas

Os principais sintomas de oxiúrus são:

  1. Presença de sangue no papel higiênico;
  2. Presença de pequenos pontos brancos nas fezes;
  3. Descamação e vermelhidão no ânus;
  4. Dor ou dificuldade para defecar;
  5. Coceira durante ou após o início do uso de antibióticos;
  6. Coceira que surge ou piora após a depilação, uso de algum tipo de roupa íntima, absorvente ou relação sexual anal desprotegida;
  7. Alterações do sono devido à coceira intensa durante a noite.

Além disso, caso exista grande quantidade de parasitas, é possível que surjam outros sintomas, como perda de peso, enjoo, irritabilidade, vômitos e cólicas abdominais. Conheça outros sintomas de vermes.

Nas meninas, a infecção pode causar ainda contaminação vaginal, gerando vaginite e até mesmo infertilidade caso os parasitas multipliquem-se nas trompas e causem o seu bloqueio. No caso do parasita subir pelo intestino, pode chegar ao apêndice e gerar uma apendicite aguda, embora isso não seja muito comum.

Teste online de sintomas

Caso tenha coceira anal, assinale a seguir outros sintomas que possa estar sentindo para saber o risco de ter oxiúrus:

{TESTE_SINTOMAS_COCEIRA_ANUS}

O teste de sintomas é apenas uma ferramenta de orientação, não servindo como diagnóstico e nem substituindo a consulta com o médico.

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico do oxiúrus é feito pelo clínico geral, gastroenterologista ou pediatra a partir da avaliação dos sinais e sintomas apresentados pela pessoa, avaliação da região anal, em que alguns casos é possível observar a presença do verme, e exames de diagnóstico que tem como objetivo identificar ovos do parasita Enterobius vermicularis.

Marque uma consulta com o médico mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para que os sintomas que apresenta sejam avaliados:

[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO]

O exame para oxiúrus é popularmente conhecido como exame da fita-cola, e consiste em colar uma fita adesiva na região perianal, de preferência pela manhã antes da pessoa lavar ou defecar, e depois observá-la microscopicamente, podendo ser visualizado os ovos desse parasita.

Apesar de ser um método muito utilizado, pode estragar os ovos e limitar outros processos laboratoriais. Por isso, a coleta também pode ser realizada utilizando um swab, que depois é passado na lâmina e levado para observação.

Como é feito o tratamento

Caso haja confirmação de oxiúrus, o médico pode recomendar o uso de remédios para vermes como Albendazol ou Mebendazol em dose única para promover a eliminação do vírus. Entenda como deve ser feito o tratamento para oxiúrus.

Quando uma pessoa encontra-se contaminada com este verme, suas roupas e roupas de cama utilizadas podem conter ovos desse parasita e, dessa forma, pode haver o contágio de outras pessoas.

Por isso, é importante que caso seja detectado um caso de oxiúrus na família, que se tenham cuidados de higiene específicos, como lavar as roupas e roupas de cama separadamente em alta temperatura e evitar o compartilhamento de toalhas, por exemplo. Além disso, é recomendado que toda a família realize o tratamento, mesmo que não existam sintomas.

Veja algumas opções de remédios caseiros para vermes, e como se proteger assistindo ao vídeo a seguir:

Sintomas e remédios para acabar com VERMES

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source https://www.tuasaude.com/sintomas-de-oxiurus/

Bolinhas no corpo: 7 principais causas (e o que fazer)

As pequenas bolinhas no corpo, que podem surgir em adultos ou crianças, geralmente não indicam nenhuma doença grave, acontecendo principalmente devido à queratose pilar, espinhas, foliculite ou alergia na pele, por exemplo.

Por outro lado, a presença de bolinhas no corpo pode ser também sinal de intolerância ao glúten, principalmente se for acompanhada por coceira intensa e sintomas gastrointestinais.

Na presença de bolinhas na pele, é importante que o dermatologista seja consultado, pois assim é possível avaliar as características das bolinhas, local em que aparecem e se estão acompanhadas por outros sintomas e, dessa forma, ser possível concluir o diagnóstico e iniciar o tratamento mais adequado.

As principais causas de bolinhas no corpo são:

1. Queratose pilar

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As bolinhas que resultam de queratose pilar, surgem principalmente na parte lateral e parte de trás dos braços ou no bumbum, devido a produção excessiva de queratina pela pele.

Esta alteração é uma característica genética, e por isso não tem cura, mas quando não é devidamente tratada pode inflamar, caso a pessoa fique mexendo com as mãos sujas, e levar ao escurecimento de algumas regiões da pele.

O que fazer: as bolinhas tendem a aparecer com mais frequência no verão, devido ao suor e ao uso de roupas apertadas.

Por isso, recomenda-se usar vestuário fresco, que deixe a pele \"respirar\" e evitar fazer esfoliações, pois elas pode agravar o quadro. É indicado o uso de hidratantes corporais à base de ureia, ácido glicólico ou ácido salicílico para controlar a produção de células mortas e conferir a hidratação necessária. Saiba mais sobre a queratose pilar.

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2. Espinhas ou cravos

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As espinhas e cravos têm a aparência de bolinhas avermelhadas e afetam com mais frequência adolescentes e jovens, especialmente no verão e podem até mesmo causar alguma coceira, principalmente quando o corpo está transpirado.

O que fazer: é aconselhado lavar bem a região e usar produtos adaptados para peles acneicas, como o Acnase ou o Vitanol A, por exemplo, para controlar a produção de sebo e a oleosidade da pele e evitar que as espinhas se tornem maiores e inflamadas.

Em relação aos cravos, deve-se resistir à vontade de espremer, porque esse hábito pode gerar pequenas cicatrizes que depois são difíceis de remover. Saiba as melhores formas de combater cravos e espinhas.

3. Foliculite

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Os pelos encravados são outra causa comum do surgimento de pequenas bolinhas ou carocinhos nos braços, virilhas, pernas e axilas, que normalmente estão relacionadas a depilação com lâmina, mas também pode acontecer quando se usa roupas muito apertadas, que ficam roçando na pele, dificultando o crescimento do pelo.

O que fazer: deve-se esfoliar a pele com frequência, principalmente antes de fazer a depilação e sempre usar roupas mais largas que não fiquem muito justas ao corpo.

Quando existe a suspeita de que o local infeccionou, o dermatologista pode receitar uma pomada antibiótica para aplicar durante 7 a 10 dias. Veja mais sobre a foliculite.

Leia também: Bolinhas nos braços: o que pode ser e o que fazer tuasaude.com/causas-de-bolinhas-no-braco

4. Alergia na pele

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A alergia na pele pode causar intensa coceira, que pode levar até mesmo a formação de pequenas crostas ou ferir a pele. A alergia pode ser causada por alguns alimentos, pelos de animais, tecido da roupa, produtos cosméticos diferentes ou algum bichinho que entrou em contato com a pele, por exemplo.

O que fazer: o dermatologista ou alergologista pode recomendar um tratamento com um antialérgico, como hidroxizina ou cetirizina, por exemplo, e a lavagem da área que foi exposta ao alérgeno, nos casos mais leves. Em casos mais graves é preciso ir a uma urgência, pois pode ser necessário uso de medicamentos injetáveis. Saiba mais exemplos de remédios para alergia.

5. Herpes zóster

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O herpes zóster é uma doença infecciosa causada pelo mesmo vírus da catapora e que tem como principal sintoma o aparecimento de bolinhas vermelhas na pele, principalmente no tórax, costas e barriga, e evoluem para bolhas que coçam e doem bastante. Conheça outros sintomas da herpes zóster.

O que fazer: é importante que o clínico geral, dermatologista ou infectologista seja consultado para que possa ser concluído o diagnóstico e, assim, poder ser indicado o tratamento para aliviar a dor causada pela bolhas e diminuir a atividade do vírus, sendo normalmente indicado o uso de antivirais.

6. Intolerância ao glúten

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A intolerância ao glúten, além dos sintomas gastrointestinais, pode também ter como sintoma a dermatite, que é uma alteração de pele em que podem ser percebidas bolinhas no corpo e que coçam bastante, além de também poder haver sensação de queimação no local das bolhas e descamação local.

O que fazer: o médico pode indicar o uso de pomadas ou cremes no local das bolhas, para aliviar os sintomas, além ser recomendada mudança nos hábitos alimentares, evitando ao máximo alimentos que contenha glúten em sua composição, como trigo, centeio e cevada, por exemplo. Veja como eliminar o glúten da dieta.

7. Dermatite atópica

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A dermatite atópica é uma inflamação crônica da pele que pode causar ressecamento, coceira, vermelhidão e bolinhas na pele, principalmente nas dobras dos braços e joelhos, pescoço, mãos e pés em adultos, ou bochechas e próximo às orelhas em bebês.

O que fazer: o tratamento varia de acordo com a gravidade dos sintomas, podendo ser indicado pelo dermatologista o uso de cremes ou pomadas corticoides ou imunossupressoras, como a betametasona ou tacrolimo, comprimidos corticoides ou antialérgicos, ou injeção de dupilumabe, por exemplo. Veja os principais tratamentos para a dermatite atópica.



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sexta-feira, 8 de maio de 2026

Tendinite da pata de ganso: o que é, sintomas, causas e tratamento

A tendinite pata de ganso é a inflamação da parte interna do joelho, que é composta por três tendões responsáveis pelo movimento de flexão e pela estabilização do joelho.

A inflamação dessa estrutura pode provocar sintomas como dor na parte interna do joelho, sensibilidade ao toque, rigidez e dificuldade para mover, podendo ser consequência da realização de esforços repetitivos, tensão dos músculos isquiotibiais, pés planos, diabetes, sobrepeso ou artrose no joelho, por exemplo.

Leia também: Dor no joelho: 11 causas comuns (e o que fazer) tuasaude.com/dor-no-joelho

O diagnóstico deve ser feito pelo ortopedista através da avaliação clínica, palpação e realização de manobras para confirmar que a dor é devido à inflamação no joelho. Após confirmação da tendinite da pata de ganso, o médico pode indicar o tratamento mais adequado, que pode incluir repouso, uso de analgésicos e anti-inflamatórios, e realização de fisioterapia.

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Principais sintomas

Os principais sintomas da tendinite da pata de ganso são:

  • Dor aguda e pulsante na parte interna do joelho, que piora ao subir ou descer escadas, levantar de uma cadeira ou sentar com as pernas cruzadas, podendo acontecer no repouso ou durante a noite;
  • Sensibilidade ao tocar na região interna do joelho, que corresponde ao local em que estão os tendões;
  • Inflamação no local, com inchaço que pode aparecer em horas ou dias;
  • Vermelhidão e aumento da temperatura da região;
  • Rigidez e dificuldade para movimentar o joelho normalmente;
  • Sensação de instabilidade, em alguns casos.

Os sintomas da tendinite da pata de ganso surgem principalmente na parte interna do joelho, podendo variar em intensidade e, de forma geral, interferem na mobilidade, dificultando as atividades do dia a dia se não for tratada adequadamente.

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Síndrome da pata de ganso

A síndrome da pata de ganso é uma condição que causa dor e inflamação na parte interna do joelho e que pode afetar tanto os tensões da pata de ganso como a bursa anserina, que é uma pequena bolsa com líquidos localizada abaixo deles.

Quando a inflamação afeta principalmente os tendões, recebe o nome de tendinite, enquanto que quando a afeta a bursa, é chamada de bursite.

Leia também: Bursite no joelho: causas, sintomas, tratamento e exercícios tuasaude.com/bursite-no-joelho

No entanto, como as duas situações provocam sintomas muito parecidos e o tratamento é praticamente o mesmo, os profissionais preferem agrupá-las sob a denominação de síndrome de pata de ganso.

Possíveis causas

As possíveis causas que podem levar ao desenvolvimento da síndrome da pata de ganso são:

1. Sobrecarga na região e traumatismos

Os esforços excessivos e repetitivos ou pancadas diretas sobre o joelho podem danificar a região da pata de ganso, sendo mais frequente de ocorrer em esportes como futebol, basquete ou esportes com raquete, em que há corridas, mudanças repentinas de direção e movimentos laterais.

Também pode surgir devido à má realização de um treino, como não aquecer corretamente ou aumentar repentinamente a intensidade do exercício, bem como pancadas, quedas ou acidentes na parte interna do joelho que podem desencadear inflamação e dar lugar à tendinite.

2. Alterações anatômicas e biomecânicas

As alterações anatômicas e biomecânicas, como a tensão ou rigidez dos músculos isquiotibiais, o joelho valgo ou varo, os pés planos e o uso de calçado inadequado, podem favorecer o desenvolvimento da tendinite da pata de ganso, pois modificam a forma como o joelho suporta e distribui a carga.

Isso pode aumentar o atrito e a pressão na parte interna do joelho, principalmente na região média.

Além disso, os pés planos e o uso de calçado inadequado podem alterar a pisada e aumentar a carga sobre a parte interna do joelho.

3. Doenças articulares e ósseas

As doenças articulares e ósseas também podem desencadear a tendinite na pata de ganso, já que afetam diretamente a estrutura e o funcionamento do joelho.

Entre as alterações mais frequentes está a artrose do joelho, principalmente quando a afeta a parte interna da articulação, assim como lesões próximas, como danos ao menisco ou as distensões de ligamento.

Leia também: Lesão no menisco: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/menisco

Além disso, síndromes como de Osgood-Schlatter ou a irritação da prega suprapatelar podem favorecer a inflamação e, em alguns casos, crescimento ósseos, que podem comprimir a região e aumentar o atrito nos tendões.

4. Fatores metabólicos

Alguns fatores metabólicos que podem favorecer a tendinite da pata de ganso, como o sobrepeso e a obesidade, aumentam a carga e a inflamação no joelho, já que o excesso de peso submete a articulação a um estresse contínuo.

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico da tendinite da pata de ganso é feito pelo ortopedista através, principalmente, de uma avaliação física.

Inicialmente o médico deve questionar os sintomas apresentados e em que situações aparecem e/ ou ficam mais intensos. Em seguida, deve realizar mobilizações e movimentos específicos para confirmar a origem da dor.

Em alguns casos o médico pode indicar exames adicionais, como ecografia ou ressonância para descartar outras lesões, como bursite, lesão no menisco, alterações nos ligamentos do joelho, artrose ou lesões por sobrecarga óssea.

Marque uma consulta com o ortopedista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para que seja feita uma avaliação mais detalhada do joelho:

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Como é feito tratamento

O tratamento da tendinite da pata de ganso deve ser iniciado de forma progressiva com medidas simples, como repouso relativo, em que é indicado evitar as atividades que desencadeiam a dor. Além disso, é importante aplicar gelo, já que ajuda a reduzir a inflamação local e a aliviar a dor ao diminuir o inchaço e a sensibilidade da região afetada.

O médico também pode indicar o uso de analgésicos ou anti-inflamatórios para aliviar a inflamação, corrigir fatores que sobrecarregam o joelho, como o sobrepeso, uso de calçados inadequados ou desalinhamento, podendo também indicar a fisioterapia.

A fisioterapia é uma parte fundamental do tratamento, já que ajuda a diminuir a tensão e melhorar o funcionamento do joelho através da realização de exercícios de alongamento e fortalecimento, além de técnicas como massagem, ultrassom, TENS ou bandagem terapêutica.

Leia também: TENS: o que é, para que serve, como é feito e tipos tuasaude.com/fisioterapia-tens

Nos casos em que não há melhora, pode ser também indicada a realização de infiltrações ou outras terapias avançadas para controlar a dor e favorecer a recuperação. Nas situações mais crônicas ou muito resistentes ao tratamento, pode ser considerada a realização de cirurgia.



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Vitiligo: o que é, sintomas, causas, tipos, tratamento (tem cura?)

Vitiligo é uma alteração da pigmentação da pele que leva ao surgimento de sintomas como manchas brancas pelo corpo, principalmente nos braços, mãos, pés ou em volta dos olhos ou boca.

Essas manchas podem surgir devido à ausência de melanina na pele, devido à destruição ou morte dos melanócitos, que são as células que produzem o pigmento que dá cor à pele. Ainda não se sabe a causa exata do vitiligo mas parece estar associado a fatores genéticos e autoimunes.

O vitiligo não é contagioso e o tratamento é feito pelo dermatologista que pode indicar o uso de pomadas ou comprimidos de corticoides ou imunossupressores, fototerapia, despigmentação da pele, cirurgia ou transplante de melanócitos.

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Sintomas de vitiligo

Os principais sintomas de vitiligo são:

  • Manchas despigmentadas na pele;
  • Manchas brancas, com bordas bem delimitadas;
  • Manchas com formato redondo, oval ou linear;
  • Manchas brancas que podem apresentar alguma pigmentação normal no seu interior; 
  • Pelos ou cabelos brancos na área da mancha da pele;
  • Manchas despigmentadas dentro da boca ou das narinas.

As manchas do vitiligo são mais comuns de surgir no rosto, principalmente em volta dos olhos e boca, dorso das mãos, pescoço, couro cabeludo, tronco ou região genital, como vulva ou pênis.

Além disso, as manchas também podem ocorrer em regiões do corpo que podem sofrer traumas mais facilmente, como cotovelos ou joelhos. Em alguns casos, o vitiligo pode afetar os olhos ou ouvidos.

Dependendo da causa do vitiligo, outros sintomas podem surgir, como bócio, emagrecimento, cabelos grisalhos, alopecia areata, anemia ou fraqueza, por exemplo. Saiba identificar os principais sintomas de vitiligo.

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Vitiligo coça?

O vitiligo não coça e não causa dor, causando apenas a descoloração da pele e o surgimento de manchas brancas. Veja outras causas de manchas brancas na pele.

Como confirmar o diagnóstico

O diagnóstico do vitiligo geralmente é clínico, sendo feito pelo dermatologista através da avaliação das manchas na pele a olho nu, podendo ser usada a lâmpada de Wood que permite observar melhor as manchas da pele.  

Marque uma consulta com um dermatologista na região mais próxima:

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Além disso, caso necessário, o médico pode fazer uma biópsia de pele, para confirmar o diagnóstico e descartar outras condições de saúde, como nevo despigmentoso ou pitiríase alba, por exemplo. Saiba como é feita a biópsia de pele.  

O médico também pode solicitar exames de sangue para identificar a causa do vitiligo.

Vitiligo é contagioso?

O vitiligo não é contagioso, ou seja, não passa de uma pessoa para outra, uma vez que não é causada por infecções por fungos, bactérias ou vírus, por exemplo.

Além disso, o vitiligo não causa prejuízos à saúde, mas pode causar desconforto psicológico na pessoa.

Possíveis causas

A causa exata do vitiligo não é completamente conhecida, mas acredita-se que esteja relacionada a fatores genéticos, autoimunes ou estresse, por exemplo.

Leia também: Vitiligo emocional: o que é, sintomas, causas, e tratamento tuasaude.com/vitiligo-emocional

Esses fatores podem levar à destruição dos melanócitos, que são as células que produzem o pigmento que dá cor à pele, a melanina, resultando nas manchas brancas na pele.

Qual a idade que aparece o vitiligo?

O vitiligo pode surgir em qualquer idade, no entanto, é mais comum de surgir antes dos 20 anos, podendo se manifestar em bebês ou ainda na infância.

Vitiligo em crianças

O vitiligo em crianças se manifesta a partir do aparecimento de manchas brancas na pele que podem ser visíveis após 4 a 6 semanas do início do processo. Essas lesões aparecem com maior frequência no rosto, mãos, pés e áreas expostas a atritos ou ferimentos leves.

O vitiligo nas crianças pode aparecer entre 8 e 12 anos, sendo o tipo mais frequente o vitiligo generalizado (não segmentar), em que as manchas aparecem nos dois lados do corpo de forma simétrica.

Durante a infância também é comum o vitiligo segmentar, que afeta apenas um dos lados e pode estabilizar em 1 a 2 anos.

Tipos de vitiligo

Os principais tipos de vitiligo são:

1. Vitiligo generalizado

O vitiligo generalizado, ou não segmentado, é o tipo mais comum, caracterizado pelo aparecimento das manchas brancas em várias regiões do corpo de forma simétrica, como nas duas mãos ou nos dois lados do rosto, por exemplo.

Esse tipo de vitiligo apresenta evolução rápida, sendo seguido de períodos em que ocorre estagnação das manchas.

2. Vitiligo localizado

O vitiligo localizado caracteriza-se pelo surgimento de manchas brancas localizadas em uma ou algumas regiões do corpo.

3. Vitiligo universal

O vitiligo universal é mais raro e ocorre em quase todas regiões do corpo, sendo que a maior parte da pele apresenta-se despigmentada, e algumas regiões com a pigmentação normal da pele.

4. Vitiligo segmentar

O vitiligo segmentar, também chamado de vitiligo unilateral, afeta apenas um lado do corpo, como apenas um lado do rosto ou uma mão, por exemplo.

Esse tipo de vitiligo não é muito comum, e afeta principalmente pessoas mais jovens, e as manchas normalmente evoluem durante 1 a 2 anos e depois se tornam estáveis, ou seja, não aumentam de tamanho ou não surge nenhuma nova mancha na pele.

Como é feito o tratamento

O tratamento do vitiligo deve ser feito com orientação do dermatologista e varia de acordo com o tipo de vitiligo, tamanho da mancha na pele e sua localização, e tem como objetivo estabilizar o crescimento da mancha ou promover a repigmentação da pele.

Assim, os principais tratamentos que podem ser indicados pelo médico são:

  • Pomadas ou cremes tópicos, como corticoides, tacrolimus, pimecrolimus ou calcipotrieno, que ajudam a diminuir a resposta imunológica na pele;
  • Comprimidos de corticoides ou imunossupressores, indicados principalmente quando o vitiligo está progredindo ou é mais extenso e têm como objetivo interromper a atividade da doença;
  • Fototerapia com luz UVB ou UVA, que também pode ser feita com o uso do psoraleno (PUVA), sendo um dos tratamentos mais indicados para vitiligo generalizado;
  • Laserterapia, para manchas estáveis e limitadas;
  • Enxertos de pele saudável nas áreas com manchas brancas estáveis, no caso do vitiligo segmentar ou localizado;
  • Transplante de melanócitos, feito em manchas estáveis por 1 ano e que não melhoram com outros tratamentos.

Além disso, também pode ser indicado o tratamento de despigmentação da pele, com cremes ou pomadas, no caso do vitiligo generalizado. Veja todas as opções de tratamento para o vitiligo.

Leia também: 8 pomadas para vitiligo (e como usar) tuasaude.com/pomada-para-vitiligo

O vitiligo tem cura?

O vitiligo não tem cura, pois os melanócitos que são as células que produzem a melanina, o pigmento que dá cor à pele, são destruídas, não se regenerando.

No entanto, é possível evitar que a despigmentação da pele evolua, fazendo o tratamento recomendado pelo dermatologista, para repigmentar as manchas brancas.

Leia também: Vitiligo tem cura? (e 9 opções de tratamento) tuasaude.com/vitiligo-tem-cura

Possíveis complicações

As principais complicações do vitiligo são o desconforto estético que pode resultar em estresse mental ou até depressão.

Além disso, quando afeta os olhos, o vitiligo pode causar irite ou uveíte, e no caso de afetar os ouvidos pode resultar em perda da audição.

Outras complicações relacionadas ao vitiligo são o aumento do risco de câncer de pele ou de queimaduras solares, pois a melanina é um fator de proteção natural da pele.

O tratamento com corticoides tópicos também podem causar complicações, como a atrofia da pele.



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Endocrinologista: o que é, o que faz (e quando consultar)

O endocrinologista é o médico que se dedica ao estudo das glândulas do corpo e alterações hormonais, que podem gerar vários tipos de doenças, incluindo diabetes, síndrome dos ovários policísticos e problemas na tireoide.

É recomendado consultar um endocrinologista quando existem sinais que fazem suspeitar de alguma alteração na produção de hormônios, como alterações rápidas do peso, aumento do volume de urina e da sede, excesso de pelos em mulheres ou crescimento das mamas em meninos, por exemplo.

A partir da avaliação clínica e de dosagens hormonais, o endocrinologista consegue identificar a causa dos sintomas e, assim, indicar o tratamento mais adequado.

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Que doenças cuida o endocrinologista

O endocrinologista pode ajudar no tratamento de diversas doenças, incluindo:

  • Distúrbios da tireoide, como hipo e hipertireoidismo, tireoidites, nódulos e câncer;
  • Diabetes ou pré-diabetes;
  • Hirsutismo, que é uma condição que causa o aparecimento de pelo na mulher, em locais tipicamente masculinos;
  • Obesidade;
  • Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP), menopausa e andropausa;
  • Distúrbios ósseos, como osteopenia e osteoporose;
  • Síndrome de Cushing;
  • Acromegalia, que é uma condição caracterizada pelo excesso de hormônio do crescimento.

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Quando marcar consulta

É recomendado consultar o endocrinologista quando forem percebidos sinais ou sintomas que possam ser indicativos de alteração na produção de hormônios, como:

  • Excesso de peso;
  • Aumento rápido de peso;
  • Cansaço excessivo;
  • Alterações no ciclo menstrual;
  • Atraso na puberdade ou puberdade precoce;
  • Aumento da tireoide;
  • Excesso de pelos nas mulheres;
  • Crescimento das mamas nos meninos;
  • Sinais e sintomas de andropausa e menopausa;
  • Presença de sintomas relacionados com a diabetes como sede excessiva e aumento da vontade para urinar, por exemplo.

Na presença deste tipo de sintomas, o endocrinologista irá fazer uma avaliação clínica e poderá indicar a realização de exames de sangue.

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Como é a primeira consulta

Na primeira consulta com o endocrinologista, o médico avalia a história clínica da pessoa através de uma entrevista, em que pergunta o motivo da consulta, ou seja, os sinais e sintomas que a pessoa apresenta.

Além disso, o médico pode questionar a idade, antecedentes de saúde da família e pessoais, hábitos de vida relacionados com a alimentação e a prática de atividade física, uso de medicamentos e alergias.

Em seguida, o endocrinologista pode realizar um exame físico focado na região relacionada com os sinais e sintomas, como pescoço, pele, mãos ou região abdominal, por exemplo.

Também podem ser solicitados exames laboratoriais, como exames de sangue para avaliar os níveis hormonais, exame de urina e exames de imagem, como tomografia ou ressonância magnética.

Endocrinologista para emagrecer

É interessante procurar o endocrinologista quando existe muita dificuldade para perder peso, mesmo seguindo uma alimentação saudável e praticando atividade física regularmente.

Na consulta, o endocrinologista irá avaliar o histórico de saúde, fazer o exame físico e poderá pedir, também, alguns exames complementares, se necessários.

Para saber se você está acima do peso, utilize a nossa calculadora online:

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