segunda-feira, 22 de junho de 2026

Leite em pó faz mal? Benefícios e outras dúvidas

O leite em pó é um produto feito a partir da evaporação do leite comum, onde a sua água é retirada e seus nutrientes são preservados, podendo ser reconstituído ao ser diluído em água ou outro líquido.

Por ter a mesma composição nutricional do leite comum, o leite em pó é rico em proteínas e minerais importantes para a prevenção da osteoporose e para promover o ganho de massa muscular, por exemplo. Conheça todos os benefícios do leite.

O leite em pó é comercializado na versão desnatada, semidesnatada ou integral, podendo ser diluído em água ou café ou ainda usado no preparo de vitaminas, bolos, tortas, purês, panquecas e molhos.

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Leite em pó faz mal?

Assim como o leite comum, o leite em pó é um alimento rico em nutrientes importantes para a saúde, como proteínas, cálcio e vitamina A, e, por isso, o consumo desse tipo de leite geralmente não faz mal.

No entanto, o leite em pó pode causar sintomas como dor na barriga, diarreia, excesso de gases ou coceira na pele, por exemplo, em pessoas com síndrome do intestino irritável, intolerância à lactose, ou alergia à proteína do leite.

Entretanto, já existem versões de leite em pó sem lactose, que são seguras para pessoas com intolerância à lactose ou síndrome do intestino irritável.

Leite em pó engorda?

O leite em pó, quando é consumido com moderação e/ou em preparações saudáveis, não engorda.

Já o uso de grandes quantidades de leite em pó, ou ainda o uso desse alimento com açúcar, achocolatado ou em sobremesas, por exemplo, provoca o aumento das calorias da dieta, favorecendo o ganho de peso.

Leite em po faz mal para diabetes?

O leite em pó não faz mal para a diabetes, porque é um alimento de baixo índice glicêmico, equilibrando a glicemia no sangue por mais tempo e sendo, por isso, interessante para ajudar no controle da diabetes. Conheça outros alimentos de baixo índice glicêmico.

Benefícios do leite em pó

Os benefícios do leite em pó para a saúde são:

  • Promover o ganho de massa muscular, por ser rico em proteínas que estimulam o crescimento dos músculos;
  • Fortalecer o sistema imunológico, já que contém boas quantidades de selênio, um mineral que protege e melhora as funções das células do sistema imune;
  • Facilitar a perda de peso, pois as proteínas presentes no leite em pó aumentam o tempo de digestão, controlando a fome;
  • Prevenir a osteoporose, porque possui cálcio e fósforo, que são minerais importantes para fortalecer e manter a saúde dos ossos.

Além disso, o leite em pó também mantém a saúde da pele por conter vitamina A, um nutriente com potente ação antioxidante que ajuda a combater o excesso de radicais livres, que são um dos responsáveis pelos danos à células saudáveis da pele, levando à formação de rugas e flacidez.

Leia também: Leite A2: o que é, para que serve (e como consumir) tuasaude.com/leite-a2

Tabela de informação nutricional

A tabela a seguir contém a informação nutricional de 100 g, o que equivale a cerca de 5 colheres de sopa, de leite em pó integral e desnatado:

Componentes 100g de leite em pó integral 100 g de leite em pó desnatado
Energia 498 calorias 355 calorias
Proteínas 26 g 34,4 g
Gorduras 26,4 g 1,06 g
Carboidratos 39 g 52,1 g
Fibras -- --
Cálcio 886 mg 1364 mg
Fósforo 1237 mg 1674 mg
Selênio 16,2 mcg 16,2 mcg
Vitamina A 329 mcg --

Para se obter todos os benefícios do leite em pó, esse alimento deve fazer parte de uma alimentação saudável e variada, associada às práticas regulares de atividade física.

Marque uma consulta com o nutricionista mais perto de você, para saber como incluir o leite em pó em uma dieta saudável:

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Como consumir

O leite em pó pode ser consumido diluído em água ou café, onde geralmente é recomendado dissolver de 3 a 4 colheres de sopa em 200 a 250 ml de água.

Além disso, o leite em pó também pode ser usado no preparo de receitas como vitamina, bolo, pão, torta, mousse, panqueca, molhos e iogurte caseiro.



source https://www.tuasaude.com/leite-em-po/

Leite A2: o que é, para que serve (e como consumir)

O leite A2 é um tipo de leite de vaca que contém apenas a proteína beta-caseína A2, podendo ser indicado para aliviar desconfortos gástricos em algumas pessoas, após o consumo de leite tradicional, como gases, inchaço e cólicas.

Isso acontece porque alguns estudos sugerem que a digestão da beta-caseína A1 pode formar a BCM-7, um peptídeo que pode estar relacionado com inflamações e desconfortos digestivos.

Entretanto, o leite A2 não deve ser considerado um tratamento para intolerância à lactose e não deve ser consumido por pessoas com alergia às proteínas do leite de vaca. Por isso, pessoas com sintomas persistentes ou dúvidas sobre o consumo de leite A2, devem sempre procurar orientação de um médico ou nutricionista.

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Para que serve o leite A2

As possíveis indicações e benefícios do leite A2 incluem:

  • Aliviar desconfortos gástricos após o consumo de leite tradicional, como gases, inchaço e cólicas;
  • Melhorar a microbiota intestinal, promovendo o aumento de microrganismos protetores;
  • Ter efeito anti-inflamatório, pois pode diminuir marcadores inflamatórios no organismo;
  • Manter a saúde intestinal em idosos, por favorecer a redução de alterações imunológicas e morfológicas associadas ao envelhecimento.

Além disso, o leite A2 também preserva os nutrientes naturalmente presentes no leite de vaca, como proteínas, cálcio, fósforo, vitaminas do complexo B e outros minerais importantes para a saúde.

Algumas pessoas apresentam menos sintomas gastrointestinais ao consumir leite contendo apenas beta-caseína A2 em comparação ao leite convencional. No entanto, os benefícios não acontecem em todas as pessoas e ainda são necessárias mais pesquisas para confirmar os efeitos do leite A2 a longo prazo.

Características do leite A2

O leite A2 é produzido por vacas que possuem uma mutação genética natural relacionada à produção de uma das frações proteicas da caseína, a beta caseína A2.

As vacas usadas para a produção de leite A2 passam por testes genéticos que identificam as que produzem somente a variante A2 da beta-caseína.

Leite A2 zero lactose

O leite A2, em sua forma natural, não é isento de lactose. Entretanto, algumas marcas também comercializam o leite A2 zero lactose. Este tipo de leite, além de não conter a beta-caseína A1 também não possui a lactose.

Assim, o leite A2 zero lactose pode ser consumido por pessoas com intolerância à lactose.

Leia também: Intolerância à lactose: o que é, sintomas, tipos e tratamento tuasaude.com/intolerancia-lactose

Como consumir o leite A2

O leite A2 é encontrado na forma líquida ou em pó, podendo ser consumido como o leite tradicional.

As formas mais comuns de consumo incluem:

  • Puro;
  • Com café;
  • Em vitaminas;
  • Com cereais;
  • Em receitas que usam leite, como bolo, iogurte caseiro, pudim e mousse, por exemplo.

O sabor do leite A2 possui cheiro e sabor similar ao leite convencional.

Pessoas que apresentam sintomas digestivos após consumir o leite comum, devem consumir o leite A2 preferencialmente com a orientação e acompanhamento de um nutricionista ou médico.

Diferença entre o leite comum e o leite A2

O leite comum de vaca contém a beta-caseína do tipo A1 e A2 e também possui lactose, proteínas, cálcio e outros nutrientes.

Leia também: 6 benefícios do leite para a saúde (e quem não pode consumir) tuasaude.com/beneficios-do-leite

Já o leite A2 possui a mesma quantidade de lactose, proteínas e outros nutrientes que o leite comum. No entanto, este tipo contém apenas a beta-caseína A2, sendo totalmente isento da variante A1.

Por isso, alguns estudos sugerem que o leite A2 pode causar menos sintomas digestivos, como gases, inchaço e dor abdominal, em algumas pessoas sensíveis ao leite convencional.

Quem não pode consumir

O leite A2 não pode ser consumido por pessoas com diagnóstico confirmado de alergia à proteína do leite (APLV).

Isso porque pessoas alérgicas normalmente têm sensibilidade a diversas outras proteínas presentes no leite, como alfa-lactoalbumina, beta-lactoglobulina e outras caseínas.

Este leite também é contraindicado para crianças com menos de 1 ano.

Além disso, o leite A2 geralmente contém lactose. Assim, pessoas com intolerância à lactose podem continuar apresentando sintomas, dependendo do grau de intolerância.



source https://www.tuasaude.com/leite-a2/

sexta-feira, 19 de junho de 2026

Cirurgião vascular: quem é, o que trata (e quando consultar)

O cirurgião vascular é o médico especialista no diagnóstico, prevenção e tratamento das doenças que afetam os vasos sanguíneos e linfáticos, incluindo artérias, veias e vasos linfáticos. 

Além disso, esse especialista também é capacitado para realizar procedimentos cirúrgicos, como correção de aneurismas, revascularização arterial e procedimentos endovasculares, como angioplastia e colocação de stents, quando necessário.

É indicado consultar um cirurgião vascular em caso de sintomas como dor, inchaço, varizes ou alterações na circulação. A avaliação também pode ser recomendada para pessoas com fatores de risco, como diabetes, hipertensão ou histórico familiar de doenças vasculares.

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O que trata o cirurgião vascular

As principais doenças tratadas pelo cirurgião vascular incluem:

  • Varizes e vasinhos;
  • Trombose venosa profunda;
  • Insuficiência venosa crônica;
  • Doença arterial periférica;
  • Aneurismas arteriais;
  • Pé diabético;
  • Linfedema;
  • Úlceras venosas;
  • Tromboflebite;
  • Estreitamentos ou obstruções das artérias.

Além disso, esse especialista pode acompanhar pessoas com alterações da circulação sanguínea que aumentam o risco de complicações cardiovasculares, como aterosclerose, hipertensão arterial e diabetes mal controlada. Entenda o que causa a aterosclerose.

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Angiologista ou cirurgião vascular

O angiologista é o médico responsável pelo diagnóstico, prevenção e tratamento clínico das doenças que afetam as artérias, veias e vasos linfáticos, geralmente por meio de orientações, medicamentos e mudanças no estilo de vida.

Leia também: Angiologista: o que é, o que cuida e quando consultar tuasaude.com/angiologista

Já o cirurgião vascular possui formação para realizar, além do acompanhamento clínico, procedimentos cirúrgicos e minimamente invasivos, como cirurgia de varizes, angioplastia e correção de aneurismas. 

Na prática, muitos profissionais possuem formação em ambas as áreas e atuam tanto no tratamento clínico quanto cirúrgico das doenças vasculares.

Quando consultar

É recomendado consultar o cirurgião vascular quando surgem sinais ou sintomas que possam indicar problemas na circulação sanguínea ou linfática, como:

  • Dor nas pernas ao caminhar ou em repouso;

  • Inchaço frequente nos pés, tornozelos ou pernas;

  • Sensação de peso ou cansaço nas pernas;

  • Varizes visíveis;

  • Formigamento ou queimação nos membros inferiores;

  • Sensação de frio excessivo nos pés;

  • Vermelhidão ou endurecimento em uma região da perna.

Também é indicado procurar esse especialista para avaliação preventiva em pessoas com histórico familiar de doenças vasculares, diabetes, hipertensão, colesterol elevado ou tabagismo.

No entanto, alguns sintomas podem indicar uma emergência vascular e exigem atendimento médico imediato, como dor intensa e repentina em uma perna, inchaço súbito em um dos membros ou falta de ar associada à dor.

Esses sinais podem estar relacionados a problemas graves, como trombose venosa profunda, embolia pulmonar ou isquemia arterial aguda. Conheça os sintomas da embolia pulmonar.

Principais cirurgias realizadas

Entre as principais cirurgias estão a cirurgia de varizes, indicada para remover ou fechar veias doentes; a correção de aneurismas, que evita o risco de rompimento dos vasos; e a revascularização arterial, realizada para restaurar o fluxo sanguíneo em artérias estreitadas ou obstruídas.

Leia também: Cirurgia de varizes: tipos, como é feita e recuperação tuasaude.com/cirurgia-de-varizes

Além disso, esse especialista também pode realizar procedimentos minimamente invasivos, como angioplastia com colocação de stent, utilizada para desobstruir artérias, e tratamentos endovasculares para aneurismas. Veja como é feita a angioplastia com stent.

A indicação do procedimento varia de acordo com a condição diagnosticada, os sintomas apresentados e o estado geral de saúde da pessoa.



source https://www.tuasaude.com/cirurgiao-vascular/

Especialistas em AVC: qual médico consultar?

O AVC é uma emergência médica e, por isso, em caso haja suspeita, deve‑se chamar uma ambulância ou ir ao hospital mais próximo o mais rápido possível.

Os médicos especialistas no diagnóstico e tratamento do AVC, conforme a ordem de prioridade, são:

1. Neurologista

O neurologista é o principal especialista para diagnosticar o AVC, indicar os tratamentos e orientar o plano de cuidados após a fase aguda.

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Outras condições que também podem ser tratadas pelo neurologista são:

  • Enxaqueca crônica;
  • Epilepsia;
  • Doença de Parkinson;
  • Esclerose múltipla;
  • Neuropatia periférica;
  • Alzheimer;
  • Esclerose lateral amiotrófica;
  • Dor neuropática.

O neurologista também acompanha várias outras alterações que afetam o cérebro, a medula espinhal e os nervos, incluindo tumores cerebrais e traumatismos cranianos.

Leia também: Neurologista: o que é, que doenças cuida (e quando consultar) tuasaude.com/neurologista

2. Clínico geral

O clínico geral é um especialista em AVC que reconhece os primeiros sinais, solicita exames de diagnóstico e encaminha a pessoa ao neurologista.

Após a alta, o clínico geral também ajuda a controlar a pressão alta, o colesterol e a diabetes para prevenir novos eventos de AVC.

3. Neurocirurgião

Em casos de AVC hemorrágico, o especialista em avaliar a necessidade de cirurgia, a retirada de coágulos ou a colocação de cateteres para aliviar a pressão dentro do crânio, é o neurocirurgião.

4. Cardiologista

O cardiologista é o especialista que faz o diagnóstico e indica os tratamentos de doenças cardíacas que podem causar o AVC, ajustando as dosagens dos anticoagulantes e orientando mudanças de estilo de vida.

Leia também: Cardiologista: o que é, o que faz e quando consultar tuasaude.com/quando-ir-no-cardiologista

5. Fisiatra

O fisiatra é o especialista em coordenar o processo de reabilitação, indicando sessões de fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional, para recuperar os movimentos, a fala e as atividades do dia a dia.

Onde procurar atendimento especializado

Ao identificar sinais e sintomas de AVC, como fraqueza ou dormência em um lado do corpo, dificuldade para falar, perda súbita da visão, tontura intensa ou alteração do equilíbrio, é fundamental procurar atendimento médico imediatamente. Dessa forma, é possível diminuir o risco de sequelas e aumentar as chances de recuperação.

Em São Paulo, o Hospital Vila Nova Star, da Rede D\'Or, conta com equipe especializada em neurologia e atendimento de emergência preparada para diagnosticar e tratar o AVC com agilidade, oferecendo o suporte necessário de acordo com as necessidades de cada paciente.

Quando marcar consulta

É importante marcar consulta com o especialista em AVC sempre que surgirem sinais indicativos desta condição, como:

  • Dor de cabeça intensa e repentina sem causa aparente;
  • Fraqueza ou dormência em um lado do rosto, braço ou perna;
  • Dificuldade para falar ou compreender palavras;
  • Visão turva ou perda de visão em um olho;
  • Perda de equilíbrio, tontura ou dificuldade para caminhar.

O diagnóstico do AVC é feito pelo médico por meio do exame físico, exames de imagem, exames de sangue e, em alguns casos, angiografia para avaliar a circulação cerebral.

O tratamento varia de acordo com o tipo de AVC, podendo incluir o uso de medicamentos, cirurgia, sessões de fisioterapia e fonoaudiologia, para melhorar a qualidade de vida e reduzir sequelas.

Leia também: AVC: o que é, sintomas, causas, tipos, tratamento e sequelas tuasaude.com/avc

source https://www.tuasaude.com/especialistas-em-avc/

quinta-feira, 18 de junho de 2026

4 anticoncepcionais para acne (e quando usar)

Alguns anticoncepcionais para acne, como a drospirenona, o dienogeste ou a clormadinona, possuem um efeito antiandrogênico, que ajudam a controlar os níveis hormonais, diminuindo a oleosidade da pele e a formação de espinhas.

Normalmente, esses anticoncepcionais, além da substância antiandrogênica, possuem um estrogênio na sua composição, como o etinilestradiol, sendo o efeito na pele observado entre 3 e 6 meses de uso contínuo da pílula.

O anticoncepcional para espinhas ou acne deve ser indicado pelo ginecologista, de acordo com os níveis hormonais e se existe alguma condição associada, como ovários policísticos que podem estar causando a acne.

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Principais anticoncepcionais para acne

Os principais anticoncepcionais para acne são:

1. Drospirenona 

O anticoncepcional para espinhas ou acne contendo drospirenona, além de prevenir uma gravidez, possui efeito antiandrogênico, reduzindo as lesões de acnes e a produção de sebo, o que reduz a oleosidade da pele e a formação de espinhas.

Esse anticoncepcional pode ser encontrado em embalagens contendo 28 comprimidos, sendo 21 com drospirenona (brancos), e 4 comprimidos inativos (verdes).

Além disso, também pode ser encontrada em pílulas contendo drospirenona + etinilestradiol, contendo 21, 24 ou 28 comprimidos.

Nomes comerciais: a drospirenona sozinha pode ser encontrada com os nomes comerciais Slinda ou Ammy. Já os comprimidos contendo drospirenona + etinilestradiol, podem ser encontrados com os nomes Elani 28, Elani Ciclo,Yaz, Yasmin, Ceci, Iumi, Angeliq ou Niki, por exemplo.

2. Ciproterona

A ciproterona é um progestágeno indicado para o tratamento da acne grave, quando outros tratamentos, como uso de cremes ou pomadas, ou antibióticos, não são adequados, pois reduz os níveis de androgênios no corpo.

Esse anticoncepcional é encontrado contendo acetato de ciproterona + etinilestradiol, sendo indicado apenas para o tratamento dos sintomas de alterações dos hormônios andrógenos em mulheres, e não deve ser usado exclusivamente para prevenir a gravidez. 

No caso de se necessitar de um anticoncepcional apenas para prevenção da gravidez, deve-se consultar o ginecologista para avaliar qual a melhor opção. Veja como escolher o melhor anticoncepcional.

Nomes comerciais: o acetato de ciproterona + etinilestradiol pode se encontrados com os nomes comerciais Selene, Diane 35, Repopil, Diclin, Dunia, Tess, Climene, Arterane, Lydian ou Ferane, por exemplo. Saiba como tomar o Selene e o Diane 35.

3. Dienogeste

O dienogeste + valerato de estradiol é indicado como contraceptivo oral para prevenir a gravidez, possuindo atividade antiandrogênica, e por isso, pode ajudar a reduzir a acne.

Além disso, também pode ser encontrado contendo apenas dienogeste, mas que não tem efeito contraceptivo, sendo indicado apenas para o tratamento da endometriose.

Nomes comerciais: o dienogeste + valerato de estradiol pode ser encontrado com o nome comercial Qlaira. Já os comprimidos contendo apenas dienogeste são encontrados com os nomes comerciais Allurene, Pietra ED, Kalist ou Diost, por exemplo.

4. Clormadinona

A clormadinona combinada com o etinilestradiol é indicado como anticoncepcional oral para prevenir a gravidez e para o tratamento da acne papulopustulosa moderada.

Esse anticoncepcional é encontrado contendo 21 contendo acetato de clormadinona + etinilestradiol, ou 24 comprimidos de acetato de clormadinona + etinilestradiol (rosa) + 4 comprimidos inativos (brancos).

Nomes comerciais: o acetato de clormadinona + etinilestradiol pode ser encontrado com os nomes comerciais Belara, Belarina, Liberfem, Amora, Cherry ou Aixa, por exemplo.

Quando usar anticoncepcional para a acne

Os anticoncepcionais podem ser uma opção para o controle das espinhas em algumas mulheres, especialmente quando:

  • Acne que não melhorou com o uso de produtos tópicos, como ácido retinoico, adapaleno ou peróxido de benzoíla ou antibióticos. Veja quais os remédios mais usados para tratar a acne.;
  • Desejo de usar algum método contraceptivo, além de controlar as espinhas;
  • Espinhas que pioram ou ficam mais inflamadas no período pré-menstrual;
  • Quando a causa da acne é alguma doença que aumenta os níveis de androgênios no organismo, como síndrome dos ovários policísticos.

Como o anticoncepcional modifica os níveis de hormônios no corpo da mulher, deve-se consultar o ginecologista antes de iniciar o seu uso.

Além disso, os anticoncepcionais podem causar alguns efeitos colaterais, como enjoo, dor e sensibilidade nas mamas, ou sangramento fora do período menstrual, devendo-se sempre ter acompanhamento regular do ginecologista. Entenda melhor como funciona o anticoncepcional e tire suas dúvidas sobre como usar.

Marque uma consulta com um ginecologista na região mais próxima:

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Como funcionam

Os anticoncepcionais mais indicados para auxiliar do tratamento da acne, agem diminuindo a produção de sebo pelas glândulas sebáceas, reduzindo a hiperqueratinização folicular e diminuem a proliferação da bactéria que causa a acne, chamada de P. acnes.

Além disso, os anticoncepcionais para acne reduzem a inflamação, melhorando por isso a aparência da pele e diminuindo o aparecimento de novas espinhas.

Parar o anticoncepcional pode causar acne

É muito comum que a mulher que parou de usar anticoncepcional sinta a pele mais oleosa e com surgimento de espinhas, por isso, pode-se usar produtos que limpam a pele do rosto, para controle da oleosidade, como loções ou sabonetes vendidos em farmácias.

Caso os sintomas sejam muito intensos, deve-se ir ao dermatologista para uma avaliação da pele e prescrição de tratamentos mais individualizados. Entenda melhor os tipos de acne, e o melhor tratamento para cada um.  

Quando não se deve usar anticoncepcional

O uso do anticoncepcional combinado é contraindicado nos casos de:

  • Gravidez e amamentação;
  • Crianças;
  • Homens;
  • Tabagismo;
  • Pressão alta;
  • Presença de sangramento vaginal sem explicação;
  • Diabetes descontrolada;
  • História prévia de trombose, ataque cardíaco ou derrame cerebral;
  • História prévia ou familiar de doenças que aumentam a coagulação do sangue;
  • Câncer de mama;
  • Cirrose ou câncer do fígado;
  • Enxaquecas muito fortes.

Além disso, também não deve ser usado em pessoas com hipersensibilidade a qualquer um dos componentes da fórmula do anticoncepcional. Saiba quais são as principais complicações dos anticoncepcionais.



source https://www.tuasaude.com/anticoncepcional-para-acne/

Calculadora de beta hCG: descubra se está grávida

O exame de beta hCG é um tipo de exame de sangue que mede os níveis de gonadotrofina coriônica humana (hCG), um hormônio que é produzido principalmente durante a gravidez e normalmente usado para confirmar uma possível gestação.

Esse hormônio também pode estar elevado em  outras situações, como aborto espontâneo recente, tratamentos de fertilidade com remédios contendo hCG ou em certas complicações da gravidez. Portanto, os resultados devem sempre ser avaliados por um médico.

Caso tenha o resultado do seu exame de beta hCG, por favor, preencha com o valor para obter uma estimativa aproximada de uma possível gravidez e qual a sua possível idade gestacional:

{CALCULADORA_BETA_HCG}

As informações fornecidas por esta calculadora devem ser interpretadas como uma estimativa geral.

Este resultado não deve ser usada como diagnóstico e não substitui a avaliação clínica individual, que deve ser feita por um ginecologista ou obstetra.

Como entender o resultado da calculadora?

Os níveis do hormônio beta hCG flutuam ao longo da gravidez e podem variar entre diferentes semanas de gestação.

Por isso, dependendo do valor inserido na calculadora, o resultado pode indicar mais de uma semana de gravidez.

Por exemplo: uma mulher com um nível de beta hCG de 3.800 mUI/mL pode obter um resultado indicando entre 5 e 6 semanas de gravidez ou entre 17 e 24 semanas.

Se o exame estiver sendo realizado pela primeira vez para confirmar uma gravidez, o resultado provavelmente corresponderá a uma gestação entre 5 a 6 semanas.

No entanto, se a gravidez já estiver mais avançada, esse mesmo valor também pode ficar entre 17 e 24 semanas.

A maneira mais precisa de determinar a idade gestacional é por meio de uma ultrassonografia, pois permite ao médico avaliar diferentes parâmetros do desenvolvimento do bebê para estabelecer com mais precisão as semanas de gravidez.

Marque uma consulta com o ginecologista ou obstetra mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para entender melhor o resultado do beta hCG:

[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO]

O que é beta hCG?

Beta hCG é a sigla para gonadotrofina coriônica humana, um tipo de hormônio produzido principalmente durante a gravidez pelo embrião e, posteriormente, pela placenta.

A dosagem do beta hCG por meio de exames de sangue ou urina é muito usada para confirmar uma possível gravidez.

Além disso, o beta hCG também pode ser utilizado para monitorar algumas doenças trofoblásticas e certos tumores.

Ele também pode fazer parte dos exames de triagem pré-natal realizados durante o primeiro trimestre, para avaliar o risco de certas alterações cromossômicas no bebê.

Beta hCG quantitativo

O beta hCG quantitativo é um exame de sangue que mede a quantidade exata do hormônio hCG presente no organismo, apresentando o resultado como um valor numérico.

Por permitir a medição dos níveis desse hormônio, é frequentemente usado para confirmar e monitorar o progresso da gravidez, avaliar se os valores aumentam de forma adequada, correlacionar os resultados com ultrassonografias e monitorar após um aborto.

Além disso, também pode ser usado como marcador tumoral em algumas doenças, como doenças trofoblásticas e certos tumores testiculares ou ovarianos.

Beta hCG qualitativo

O beta hCG qualitativo é um teste que detecta apenas a presença ou ausência do hormônio hCG no sangue ou na urina, apresentando um resultado positivo ou negativo.

Esse tipo de teste é usado principalmente para confirmar rapidamente uma possível gravidez, sendo o método usado na maioria dos testes de gravidez caseiros.

Leia também: Beta hCG qualitativo: para que serve, como é feito (e resultados) tuasaude.com/beta-hcg-qualitativo

Tabela de valores

Em geral, os valores de referência para o hormônio hCG no sangue durante a gravidez são:

Idade Gestacional Quantidade de Beta hCG no exame de sangue
Não está grávida - Negativo Inferior a 5 mlU/ml
3 semanas de gravidez 5 a 50 mlU/ml
4 semanas de gravidez 5 a 426 mlU/ml
5 semanas de gravidez 18 a 7.340 mlU/ml
6 semanas de gravidez 1.080 a 56.500 mlU/ml
7 a 8 semanas de gravidez

7.650 a 229.000 mlU/ml

9 a 12 semanas de gravidez 25.700 a 288.000 mlU/ml
13 a 16 semanas de gravidez 13.300 a 254.000 mlU/ml
17 a 24 semanas de gravidez 4.060 a 165.500 mlU/ml
25 a 40 semanas de gravidez 3.640 a 117.000 mlU/ml

Esses valores são apenas diretrizes e podem variar muito entre as mulheres.

Os níveis de hCG geralmente aumentam rapidamente durante as primeiras semanas de gravidez, atingem o pico entre a 8ª e a 11ª semana e depois diminuem gradualmente até se estabilizarem.

Níveis de hCG mais baixos ou mais altos do que o esperado para a idade gestacional, também podem estar associados a situações como gravidez múltipla, gravidez ectópica ou aborto espontâneo.

Por que o beta hCG não é detectável na 1ª e 2ª semana de gravidez?

O hormônio beta hCG é produzido pelo embrião pouco depois da implantação no útero, o que acontece entre a segunda e a terceira semana de gestação.

Antes disso, o embrião não está implantado, de forma que não há hormônio suficiente circulante no sangue para ser detectável no exame.

O beta hCG permite determinar a idade gestacional?

O beta hCG não permite determinar com precisão a idade gestacional ou calcular as semanas de gravidez, pois os níveis podem variar consideravelmente entre as mulheres.

Portanto, a interpretação do beta hCG deve ser complementada com outros exames, como a ultrassonografia.

Por isso, organizações como a Associação Americana de Gravidez e o Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas recomendam não utilizá-lo como método único ou definitivo para determinar a idade gestacional.

Hormônio hCG em mulheres não grávidas

As principais causas de aumento do hormônio hCG em mulheres não grávidas incluem:

  • Tratamentos de fertilidade com medicamentos contendo hCG;
  • Aborto espontâneo, aborto induzido ou parto recente, já que este hormônio pode permanecer no corpo por várias semanas;
  • Complicações na gravidez, como gravidez ectópica, gravidez anembrionária ou doença trofoblástica gestacional;
  • Alguns tumores, especialmente tumores ovarianos, que podem produzir esse hormônio;
  • Perimenopausa ou menopausa, quando pequenas quantidades de hCG podem ser produzidas pela glândula hipófise;
  • Resultados falso positivos devido a interferências em testes laboratoriais, uma situação conhecida como \"hCG fantasma\".

Portanto, quando níveis elevados de hCG são detectados sem uma gravidez confirmada, é importante que o resultado seja avaliado por um clínico geral ou ginecologista.



source https://www.tuasaude.com/calculadora/beta-hcg/

Exame PET scan: o que é, para que serve e como é feito

PET scan é um exame de imagem indicado para investigar alguns tipos de câncer, avaliar a presença de metástases, acompanhar o desenvolvimento do tumor e avaliar a resposta ao tratamento.

O exame PET scan é rápido e seguro, sendo feito com o uso de marcadores radioativos, sendo o mais comum a glicose, conhecida como \"FDG\", combinado com o uso de tomografia computadorizada, para avaliar a atividade metabólica das células tumorais.

Leia também: Tomografia computadorizada: o que é, como é feita, tipos (e preparo) tuasaude.com/tomografia-computadorizada

O PET scan é feito pelo radiologista, sendo oferecido gratuitamente pelo SUS ou pode ser feito em clínicas privadas e os resultados devem ser interpretados pelo oncologista. 

Radiologista avaliando imagens do PET scan

Para que serve

O exame PET scan pode ser indicado nas seguintes situações:

  • Investigação e diagnóstico de câncer;
  • Avaliação da extensão do câncer nos diversos órgãos (pesquisa de metástases);
  • Monitoramento da evolução do câncer;
  • Avaliar a existência de recorrência do câncer ou de doença residual;
  • Estadiamento do câncer;
  • Definir prognóstico, ou seja, as chances uma evolução favorável ou não do câncer;
  • Avaliar a resposta ao tratamento do câncer.

O exame PET scan normalmente é indicados nos casos de câncer de mama metastático, pulmão, colorretal, cabeça e pescoço, esôfago, pâncreas, próstata, tireoide e cérebro, além de melanoma e linfomas.

Além disso, o PET scan também pode ser feito para a detecção de problemas neurológicos, como a epilepsia e demências, ou para verificar o fluxo sanguíneo para o coração, avaliar o risco de infarto e a necessidade de angioplastia.

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Qual a diferença entre PET scan e PET-CT?

O PET scan e o PET-CT (tomografia computadorizada por emissão de pósitrons) são o mesmo exame, apenas com nomes diferentes.

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Os dois exames usam glicose marcada com substância radioativa e tomografia computadorizada para avaliar a atividade metabólica das células tumorais.

Preparo para o PET scan

Para se preparar para o PET scan é recomendado:

  • Não fazer atividades físicas, fumar ou consumir cafeína 24 horas antes do exame;
  • Fazer uma dieta pobre em carboidratos e açúcares, 24 horas antes do exame;
  • Fazer jejum absoluto por no mínimo 6 horas antes do exame, ou conforme orientado pelo médico;
  • Tomar os remédios de uso habitual, com um pouco de água, até 1 hora antes do exame;
  • Tomar os remédios orais para diabetes apenas após o exame. No caso sa insulina, pode-se aplicar até 12 horas antes do PET scan;
  • Informar ao médico se apresenta qualquer tipo de alergia ou se está grávida ou suspeita de gravidez.

Além disso, no dia anterior ao PET scan é recomendado beber pelo menos de 6 a 8 copos de água durante o dia, para manter o corpo hidratado.

Como é feito

O exame de PET scan é rápido e considerado seguro, sendo feito pelo radiologista em clínicas particulares ou no hospital.

Para realizar o exame de PET-CT, o médico deve seguir alguns passos:

  1. Aplicar na veia um traçador, que normalmente é a glicose marcada com uma substância radioativa;
  2. Esperar 1 hora para que o traçador seja absorvido pelo organismo e seja possível realizar o exame;
  3. Solicitar a pessoa para deitar na mesa do tomógrafo, que é deslizado para dentro do tomógrafo;
  4. Fazer a leitura do corpo, capturando a radiação emitida e formando imagens.

As imagens obtidas do PET scan são visualizadas e registradas no computador, permitindo avaliar a atividade metabólica dos tecidos e órgãos, que devem ser interpretadas pelo médico que solicitou o exame.

Como aparece o câncer no PET scan?

Na investigação dos processos tumorais, por exemplo, o consumo de glicose pelas células é muito grande, pois a glicose é a fonte de energia necessária para a diferenciação celular.

Assim, a imagem formada terá pontos mais densos onde houver maior consumo de glicose e, consequentemente, maior emissão de radiação, o que pode caracterizar o tumor.

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Cuidados após o exame

Após o exame PET scan, deve-se beber água ou outros líquidos, exceto bebidas alcoólicas, e urinar com frequência para que o traçador seja eliminado mais facilmente do corpo.

Além disso, para mulheres em amamentação, pode ser recomendado pelo médico evitar o contato próximo com bebês e grávidas por até 12 horas e interromper a amamentação por cerca de 24 horas após o exame

Possíveis efeitos colaterais

O PET scan é considerado um exame seguro, mas que pode causar sintomas discretos de alergia, como vermelhidão, no local em que foi injetado traçador.

Quem não deve fazer

O exame PET scan tem poucas contraindicações, podendo ser realizado até mesmo nas pessoas que têm diabetes ou problemas renais.

As mulheres grávidas ou que estejam amamentando não podem realizar esse exame diagnóstico, já que é utilizada uma substância radioativa que pode afetar o bebê.



source https://www.tuasaude.com/pet-scan/

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