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sexta-feira, 13 de março de 2026
Órgãos do corpo humano: quais são e principais funções
Órgãos do corpo humano, como coração, esôfago, estômago, intestino delgado e grosso, fígado, cérebro, medula espinhal, rins, bexiga, pulmões e gônadas, são responsáveis pelo bom funcionamento do corpo.
Cada órgão possui funções específicas, como participar na digestão de alimentos, absorção de nutrientes, eliminação de toxinas, reprodução e controle e coordenação dos movimentos.
Além disso, de acordo com a sua função, os órgãos do corpo humano podem ser divididos em grupos, chamados de sistemas, como sistema digestório, nervoso, circulatório, respiratório, urinário e reprodutor.

Órgãos do sistema digestório
Os principais órgãos do sistema digestório são:
1. Cavidade oral
A boca é a abertura do trato digestivo e é onde a digestão propriamente dita começa. Os dentes trituram o alimento, e as secreções das glândulas salivares o umedecem e iniciam sua decomposição química, transformando-o em bolo alimentar.
Além disso, a língua presente na boca possui papilas gustativas que possibilitam sentir o sabor dos alimentos. A língua é responsável por empurrar os alimentos até a garganta e um pequeno tecido, chamado de epiglote, se dobra sobre a traqueia para evitar engasgos, permitindo que o alimento passe para o esôfago.
Sintomas de problemas: dor ou queimação que dificultam a mastigação ou outros problemas, como a diminuição do paladar. Esses problemas podem ser causados por aftas, úlceras, alterações na língua, problemas nas papilas gustativas, queilite ou lesões erosivas.
Além disso, idosos que perdem os dentes começam a ter problemas para mastigar os alimentos corretamente e dificuldade na digestão, ou correm o risco de engasgar.
2. Faringe e glândulas salivares
As glândulas salivares, como parótidas, submandibulares e sublinguais, produzem a saliva necessária, que contém enzimas (amilase, lipase lingual, lisozimas e outras) para iniciar a digestão química.
A faringe é uma passagem compartilhada com o sistema respiratório que permite a passagem do bolo alimentar da boca para o esôfago.
Sintomas de problemas: boca seca, inchaço abaixo da mandíbula ou dor na parte superior do pescoço ao engolir.
3. Esôfago
O esôfago é um órgão localizado no pescoço e tórax, que é responsável por conduzir o alimento da boca até o estômago. É formado especialmente por músculos que se contraem ao deglutir o alimento, facilitando o seu transporte.
Sintomas de problemas: dificuldade ou dor para engolir alimentos, sensação de queimação na garganta e engasgos frequentes, podem ser sintomas de problemas no esôfago como acalásia e refluxo gastroesofágico. Confira as causas de dor no esôfago.
4. Estômago
O estômago é um órgão oco que fica na parte superior do abdome e aproximadamente no centro.
Sua principal função é a digestão de alimentos por meio da produção de suco gástrico, que contém enzimas capazes de degradar os alimentos e destruir a maioria dos microrganismos ingeridos.
Sintomas de problemas: queimação no abdome, sensação de barriga cheia ou saciedade rápida, mesmo após pequenas refeições, e arrotos frequentes, podem indicar problemas no estômago, como azia, úlcera gástrica e gastrite.
Leia também: Dor no estômago: 10 principais causas (e o que fazer) tuasaude.com/dor-de-estomago5. Fígado
O fígado está localizado no abdome e sua maior parte fica abaixo das costelas do lado direito. Este órgão tem a função de metabolizar proteínas, carboidratos, hormônios e substâncias estranhas ao organismo e produzir a bile, um líquido que participa na digestão dos alimentos.
O fígado também participa na filtração e armazenamento do sangue, produção de fatores da coagulação, armazenamento de ferro e vitaminas no corpo, por exemplo.
Sintomas de problemas: dor abaixo das costelas do lado direito, pele e olhos amarelados, inchaço no abdome e fezes claras. Conheça mais sintomas de problemas no fígado.
6. Vesícula biliar
A vesícula biliar é um órgão oco que tem o formato semelhante ao de uma pera e está localizada logo abaixo do fígado. A vesícula fica conectada ao fígado, pâncreas e intestino delgado por meio de ductos conhecidos como vias biliares.
A principal função da vesícula biliar é armazenar a bile e liberá-la durante a digestão dos alimentos no intestino delgado. Entenda melhor a função da vesícula biliar.
Sintomas de problemas: náuseas e dor abaixo das costelas do lado direito, especialmente após fazer refeições volumosas e ricas em gordura, por exemplo.
7. Pâncreas
O pâncreas fica no abdome, logo abaixo do estômago, e é uma glândula que é responsável pela secreção do suco pancreático, uma mistura composta por enzimas e bicarbonato de sódio, que é liberada no intestino delgado para a digestão de alimentos.
O pâncreas também produz hormônios, como a insulina e o glucagon, que são liberados no sangue e controlam os níveis de glicose no organismo.
Sintomas de problemas: diarreia, dor na parte superior do abdome que se estende para as costas e alterações dos níveis de glicose no sangue, podem indicar problemas no pâncreas.
Leia também: Pâncreas: o que é, funções e sintomas de problemas tuasaude.com/pancreas8. Intestino delgado e grosso
O intestino delgado é um órgão do abdome dividido em duodeno, jejuno e íleo. Esse órgão recebe os alimentos parcialmente digeridos no estômago, a bile e o suco pancreático para continuar a digestão.
Por outro lado, o intestino grosso está conectado ao intestino delgado e recebe o material restante da digestão. Este órgão é dividido em ceco, cólon (ascendente, transverso, descendente e sigmoide), reto e ânus.
A principal função do intestino delgado é a absorção de nutrientes para a corrente sanguínea, o intestino grosso é responsável especialmente pela absorção dos nutrientes e água restantes da digestão e pela formação das fezes. Entenda melhor as funções do intestino delgado e grosso.
Sintomas de problemas: inchaço no abdome, diarreia, dor que irradia pela barriga, náusea, vômitos, excesso de gases e sangue nas fezes.
Em caso de suspeita de alterações no sistema digestório, é recomendado consultar o gastroenterologista.
Órgãos do sistema respiratório
Os principais órgãos do sistema respiratório são:
1. Nariz e fossas nasais
O nariz e as fossas nasais são a porta de entrada do ar no corpo humano. Suas funções são filtrar as impurezas através dos pelos nasais, e aquecer o ar e umidificá-lo antes de chegar aos pulmões.
Sintomas de problemas: nariz entupido, perda do olfato, sangramentos nasais ou secreção nasal excessiva.
2. Laringe
A laringe é um órgão no pescoço que mede cerca de 5 cm de comprimento e faz parte das vias aéreas, conectando a garganta à traqueia e aos pulmões.
As principais funções da laringe incluem a produção da fala e a prevenção da entrada de alimentos nos pulmões durante a deglutição.
Sintomas de problemas: rouquidão, falta de ar, respiração ruidosa e engasgos são os principais exemplos de sintomas que podem indicar problemas na laringe.
3. Traqueia
A traqueia é um órgão que se estende pelo pescoço e tórax, sendo formado principalmente por cartilagem e que tem o formato de um tubo, conectado a laringe aos pulmões.
Sua principal função é conduzir o ar até os pulmões, que é a parte final das vias aéreas.
Sintomas de problemas: tosse, dificuldade para respirar e respiração ruidosa podem ser indicativos de problemas na traqueia, como traqueíte e obstrução das vias aéreas.
4. Brônquios
Os brônquios são os dois tubos em que a traqueia se divide para entrar nos pulmões. Eles se ramificam em tubos cada vez menores chamados bronquíolos para distribuir o ar.
Sintomas de problemas: tosse com catarro, chiado no peito ao respirar e aperto no peito.
5. Pulmões
O corpo humano possui dois pulmões, que ficam no interior da caixa torácica, um de cada lado do corpo.
Os pulmões são responsáveis por fazer as trocas gasosas, permitindo a absorção do oxigênio e eliminação do gás carbônico pelo organismo.
Sintomas de problemas: tosse, falta de ar, respiração acelerada, chiado no peito e cansaço. Confira mais sintomas de doenças pulmonares.
Em caso de suspeita de alterações no sistema respiratório, é recomendado consultar o pneumologista.
Órgãos do sistema urinário
Os principais órgãos do sistema urinário são:
1. Rins
Existem dois rins, um de cada lado do corpo, localizados na parte inferior do abdome. Estes órgãos são responsáveis por filtrar o sangue, removendo o excesso de água e outras substâncias do corpo pela urina.
Os rins também regulam a pressão arterial e a produção de eritropoietina, um hormônio que estimula a formação de novos glóbulos vermelhos no organismo.
Sintomas de problemas: os principais sintomas de problemas nos rins são excesso ou diminuição da urina, dor nas costas, inchaço no corpo, urina espumosa e cansaço.
Leia também: 11 sintomas de problemas nos rins (com teste online) tuasaude.com/sintomas-de-problemas-nos-rins2. Ureteres e Uretra
Os ureteres são dois tubos finos que transportam a urina dos rins para a bexiga. A uretra é o tubo final que permite a expulsão da urina do corpo.
Sintomas de problemas: dor intensa na lateral que irradia para a virilha (cólica renal), ardência ao urinar ou fluxo urinário fraco.
3. Bexiga
A bexiga é um órgão triangular na parte inferior do abdome, que se liga aos rins por meio dos ureteres.
Este órgão é responsável por receber e armazenar a urina produzida pelos rins e, em seguida, expulsá-la pela uretra.
Sintomas de problemas: dor na parte inferior do abdome, urina com sangue e vontade urgente ou frequente de urinar, são exemplos de sintomas que podem indicar problemas na bexiga.
Em caso de suspeita de alterações no sistema urinário, é recomendado consultar o urologista, e especialmente para problemas renais, consultar o nefrologista.
Órgãos do sistema nervoso
Os principais órgãos do sistema nervoso são:
1. Cérebro
O cérebro é formado por células conhecidas como neurônios e é composto pelos hemisférios cerebrais, cerebelo e tronco encefálico.
Este órgão é responsável por funções como controle dos movimentos do corpo, sentidos, emoções, linguagem, pensamento e memória.
O cérebro também coordena o funcionamento de outros órgãos, regulando a respiração, a digestão e a deglutição, por exemplo, por meio do sistema nervoso autônomo.
Sintomas de problemas: fraqueza muscular, perda da coordenação dos movimentos, confusão mental, tremores e dificuldade de raciocínio ou memória, o que pode ser indicativo de AVC ou Alzheimer, por exemplo.
2. Medula espinhal
A medula espinhal é um órgão que começa na parte inferior do tronco encefálico do cérebro e se estende pelo interior da coluna vertebral.
A sua função é conduzir os impulsos nervosos do cérebro para o resto do corpo, o que é feito por meio de diversos nervos.
Sintomas de problemas: fraqueza muscular, diminuição do tônus e incontinência urinária podem ser indicativos de problemas na medula espinhal.
Em caso de suspeita de alterações no sistema nervoso, é recomendado consultar o neurologista.
Órgãos do sistema circulatório
Os principais órgãos do sistema circulatório são:
1. Coração
O coração é o principal órgão do sistema circulatório, sendo responsável por bombear o sangue pelos vasos sanguíneos. Além disso, o coração também participa na regulação da pressão arterial.
Sintomas de problemas: alterações dos batimentos cardíacos, dor no peito que tende a piorar aos esforços e se espalhar pelo braço, ombro ou pescoço do lado esquerdo e inchaço nas pernas.
Leia também: 11 sintomas de problemas no coração (com teste online) tuasaude.com/12-sinais-que-podem-indicar-problemas-no-coracao2. Vasos sanguíneos
Os vasos sanguíneos formam uma rede por todo o corpo, responsáveis por transportar o sangue bombeado pelo coração para os órgãos, permitindo seu funcionamento, e por transportar o sangue de volta dos órgãos para o coração.
Por meio sangue, nutrientes e oxigênio chegam até os órgãos e as substâncias produzidas pelo metabolismo das células e gás carbônico, são removidas para serem eliminadas pelos rins, fígado e pulmões.
Sintomas de problemas: dependendo dos vasos afetados, podem surgir sintomas como dor no local, cãibras, fadiga muscular e feridas na pele.
Em caso de suspeita de alterações no sistema cardiovascular, é recomendado consultar o cardiologista.
3. Baço
O baço é um órgão localizado na parte superior esquerda do abdômen, atrás do estômago. Sua principal função é filtrar o sangue para remover glóbulos vermelhos velhos ou danificados e atuar como reservatório de sangue e plaquetas.
Ele também desempenha um papel imunológico, produzindo linfócitos para combater infecções.
Sintomas de problemas: dor abaixo das costelas do lado esquerdo, que pode irradiar para o ombro, sensação de saciedade rápida após as refeições, devido ao inchaço do órgão e fraqueza ou tontura, em caso de ruptura ou sangramento.
Órgãos do sistema musculoesquelético
O órgãos do sistema musculoesquelético são:
1. Ossos
Os ossos fornecem ao corpo uma estrutura rígida e protegem os delicados órgãos internos. Eles contêm medula óssea no seu interior, onde as células sanguíneas são formadas. Os ossos também armazenam as reservas de cálcio do corpo.
Eles se conectam uns aos outros e formam articulações, dando ao corpo um esqueleto forte e móvel. A integridade e a função dos ossos e articulações são garantidas pela cartilagem articular, os ligamentos e as bursas.
Sintomas de problemas: dor, fraqueza, fraturas ou deformidades ósseas são alguns dos sintomas de problemas ósseos como osteopenia, osteoporose, doença de Paget, raquitismo, câncer e infecções.
2. Músculos
Existem três tipos de músculos: esquelético e liso, que fazem parte do sistema musculoesquelético, e o músculo cardíaco, que faz parte do sistema circulatório.
O músculo esquelético pode se contrair para mover diferentes partes do corpo, sendo composto por feixes de fibras contráteis. Esses músculos são responsáveis pela postura e movimento, e estão ligados aos ossos e dispostos em grupos opostos ao redor das articulações.
Os músculos lisos controlam funções corporais que não podem ser controladas conscientemente. Eles envolvem muitas artérias e se contraem para regular o fluxo sanguíneo, envolvem os intestinos e se contraem para movimentar alimentos e fezes ao longo do trato digestivo.
Sintomas de problemas: fraqueza, dor, cãibras ou até mesmo paralisia, podem ser causados por lesões, inflamações, problemas nos nervos, distrofia muscular ou certos medicamentos.
Leia também: Sistema muscular: função, classificação e tipos de músculo tuasaude.com/tipos-de-musculo3. Tendões e bursas
Os tendões são faixas fortes de tecido conjuntivo compostas principalmente por uma proteína rígida chamada colágeno. Os tendões fixam firmemente cada extremidade de um músculo a um osso.
As bursas sinoviais são pequenas bolsas cheias de líquido localizadas sob os tendões para amortecer seus movimentos e prevenir lesões. Essas bursas também fornecem amortecimento adicional a estruturas adjacentes, evitando desgaste entre um osso e um ligamento, por exemplo.
Sintomas de problemas: dor, rigidez, inchaço ou sensibilidade nas articulações são alguns dos sintomas que podem estar relacionados à bursite ou tendinite.
4. Ligamentos
Os ligamentos são cordões fibrosos e resistentes, compostos de tecido conjuntivo contendo colágeno e fibras elásticas, o que lhes permite esticar até certo ponto. Os ligamentos envolvem as articulações e as conectam umas às outras.
Os ligamentos ajudam a fortalecer e estabilizar as articulações, permitindo movimentos apenas em determinadas direções. Eles também conectam os ossos uns aos outros, como acontece dentro do joelho, por exemplo.
Sintomas de problemas: incapacidade de continuar a atividade, inchaço, perda de amplitude de movimento e um estalo alto no joelho, podem estar relacionados a lesões ligamentares causadas por rupturas ou entorses, afetando mais frequentemente o ligamento cruzado anterior do joelho.
5. Articulações
Os componentes das articulações promovem estabilidade e reduzem o risco de lesões que podem resultar do seu uso constante.
Em uma articulação, as extremidades dos ossos são revestidas por cartilagem, um tecido protetor liso, resistente e elástico, composto de colágeno, água e proteoglicanos. A cartilagem reduz o atrito durante o movimento articular.
As articulações também contêm tecido sinovial, que produz uma pequena quantidade de líquido transparente chamado líquido sinovial. Esse líquido nutre a cartilagem e reduz ainda mais o atrito, facilitando o movimento.
Sintomas de problemas: dor e inchaço nas articulações, falta de flexibilidade e imobilidade, podem estar associados a doenças como artrite, osteoartrite ou lúpus.
Órgãos do sistema reprodutor
Os principais órgãos do sistema reprodutor são:
1. Gônadas
Enquanto nas mulheres as gônadas são ovários, que são dois e se localizam na pelve. Nos homens, as gônadas correspondem aos testículos, que também são dois e ficam na bolsa escrotal.
Estes órgãos têm a função de produzir hormônios sexuais, como estrogênio, progesterona e testosterona.
Além disso, os ovários contêm os óvulos, e são nos testículos onde os espermatozoides são produzidos.
Sintomas de problemas: infertilidade, atraso do desenvolvimento ou desenvolvimento precoce de características sexuais, como crescimento de pelos e das mamas, irregularidades menstruais e diminuição da libido.
2. Vagina e pênis
A vagina é um órgão do sistema reprodutor feminino, que tem a função de permitir a saída da menstruação e proteger o corpo contra a invasão por microrganismos, além da função reprodutiva.
Já pênis é um órgão do sistema reprodutor masculino com função reprodutiva e para micção.
Sintomas de problemas: feridas, coceira, corrimento amarelado ou dor nos órgãos genitais, dificuldade para urinar e desconforto durante as relações sexuais, podem indicar problemas nos órgãos genitais.
Leia também: Sistema reprodutor feminino (interno e externo): funções e doenças tuasaude.com/sistema-reprodutor-feminino3. Útero
O útero é um órgão feminino que se localiza na pelve e que tem a função de permitir a gravidez.
Este órgão serve como local de implantação do óvulo fecundado, e de proteção do bebê durante o seu desenvolvimento, além de ser responsável pela menstruação.
Sintomas de problemas: sangramento vaginal fora do período menstrual, menstruação prolongada ou intensa, ciclos menstruais muito curtos e dificuldade para engravidar.
Em caso de suspeita de alterações no sistema reprodutor, é recomendado consultar o ginecologista, para as mulheres, ou consultar o urologista, no caso dos homens.
4. Trompas de Falópio
As trompas de Falópio conectam os ovários à cavidade uterina, servindo como via de passagem para o óvulo e local da fertilização.
Sintomas de problemas: dor pélvica aguda, ciclos irregulares ou cistos detectados por ultrassonografia.
5. Próstata e testículos
A próstata produz parte do líquido seminal que protege os espermatozoides, produzidos nos testículos.
Sintomas de problemas: dificuldade para iniciar a urinar, urina frequente à noite ou dor testicular.
Leia também: Próstata: o que é, funções, onde fica (e outras dúvidas) tuasaude.com/a-prostataÓrgãos do sistema tegumentar
O principal órgão do sistema tegumentar é a pele, que é o maior órgão do corpo.
O sistema tegumentar atua como uma barreira protetora contra o ambiente externo, regula a temperatura corporal e possibilita o sentido do tato.
Sintomas de problemas: erupções cutâneas, alterações na cor ou tamanho das pintas, coceira persistente, ressecamento, manchas de cores diferentes, descamação ou feridas que não cicatrizam.
Órgãos do lado esquerdo e direito do corpo humano
Alguns órgãos do corpo humano estão localizados principalmente em um lado do corpo, conforme a tabela a seguir:
| Órgãos do lado esquerdo | Órgãos do lado direito |
|---|---|
| Coração | Fígado |
| Estômago | Vesícula biliar |
| Cauda do pâncreas | Cabeça do pâncreas |
| Rim esquerdo | Rim direito |
| Pulmão esquerdo | Pulmão direito |
| Baço | Apêndice |
| Cólon descendente e sigmoide | Cego e cólon ascendente |
Em caso de desconforto persistente em qualquer um dos lados do corpo, recomenda-se procurar atendimento médico para que seja feita uma avaliação adequada.
source https://www.tuasaude.com/orgaos-do-corpo-humano/
Dor de gases: como é, onde dói e como aliviar
A dor de gases pode ser sentida como uma cãibra, dor aguda e penetrante ou ainda como uma dor forte em qualquer parte da barriga. A pessoa com dor de gases também pode apresentar dor, pressão ou desconforto no peito.
Algumas formas de aliviar a dor de gases incluem tomar chás para gases, fazer massagem na barriga, evitar alimentos que causam gases e tomar remédios, como simeticona e dimeticona.
Entretanto, é importante consultar o clínico geral se a dor de gases durar 3 semanas ou mais e/ou quando este sintoma é acompanhado de febre, perda de peso sem motivo aparente, diarreia , náuseas e vômitos, por exemplo.
Leia também: Gases: o que são, sintomas, causas e como eliminar tuasaude.com/sintomas-de-gases
Como é a dor de gases
A dor de gases pode ser sentida cãibras ou como uma dor aguda e penetrante, ou ainda como uma dor forte na barriga.
A pessoa com dor de gases também pode apresentar pressão ou desconforto do lado esquerdo ou direito da barriga, além de dor, pressão ou desconforto no peito.
[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO_SINTOMAS]
Dor de gases na barriga
A dor de gases na barriga geralmente é descrita como uma sensação de cãibras abdominais, dor aguda e penetrante ou como uma dor forte.
Esta dor pode surgir em qualquer lugar do abdômen: na parte superior, média inferior ou em toda a barriga.
A dor de gases também pode ser acompanhada por sensação de inchaço e pressão, distensão abdominal e ser aliviada com a eliminação de gases.
Dor de gases nas costas
Os gases podem provocar uma sensação de dor, desconforto ou pressão na região superior ou inferior das costas, no lado direito ou esquerdo.
Dor de gases no peito
A dor de gases no peito pode acontecer porque o gás pode se acumular na região de cima do intestino grosso, perto do diafragma.
Assim, o acúmulo de gases na região superior do intestino pode irradiar para o tórax, causando uma dor parecida com a de um ataque cardíaco.
Leia também: Dor no peito: 11 causas, o que fazer (e quando pode ser infarto) tuasaude.com/dor-no-peitoOnde dói a dor de gases
A dor de gases pode surgir em qualquer parte do abdômen, como área superior, média, inferior ou por toda a barriga.
Além disso, a dor de gases também pode surgir no peito e nas costas.
Sintomas de dor de gases
Os sintomas de dor de gases incluem:
- Dor que varia de leve a intensa;
- Inchaço abdominal;
- Distensão abdominal;
- Flatulência excessiva, que pode ter mau cheiro;
- Eructação, ou arrotos;
- Barulhos ou ruídos na barriga;
- Sensação de pressão no abdômen.
É importante ressaltar que a dor de gases preso geralmente é aliviada por meio do arroto ou flatulência.
Como saber se a dor é de gases
Uma forma de saber se a dor é de gases, é quando esse sintoma é aliviado ou se resolve após a liberação do gás, por meio de arroto ou flatos, que são os gases intestinais.
Além disso, a dor de gases pode ser observada após o consumo de alguns alimentos, bebidas, suplementos ou uso de medicamentos, por exemplo.
Como aliviar a dor de gases
Algumas formas de aliviar a dor de gases incluem:
- Tomar remédios, como simeticona, dimeticona e alfa-D-galactosidase. Veja os remédios indicados para gases;
- Fazer massagem na barriga, da direita para a esquerda, pode ajudar a liberar gases presos;
- Fazer exercícios, como caminhada, ioga e bicicleta, que estimulam a musculatura responsável pelos movimentos intestinais, ajudando na eliminação dos gases;
- Tomar chás para gases, como de hortelã-pimenta, erva-doce, erva-cidreira e de louro.
Além disso, é importante também identificar os alimentos que causam gases e evitá-los, como leguminosas, como feijão, ervilha e grão-de-bico, couve-flor, brócolis e adoçantes, como sorbitol e xilitol.
Leia também: 8 formas para eliminar gases presos rapidamente tuasaude.com/como-eliminar-gasesQuando ir ao médico
Embora a dor de gases seja geralmente simples, pode indicar problemas mais sérios.
Assim, é recomendado ir ao médico na presença de sintomas como:
- Dor, inchaço ou distensão que não melhoram com mudanças na dieta e no estilo de vida;
- Dor ou inchaço por 3 semanas ou mais;
- Se os sintomas aumentaram quanto à frequência ou gravidade;
- Febre;
- Náuseas e vômitos;
- Perda de peso sem motivo aparente.
É importante consultar o médico também se apresentar diarreia, sangue nas fezes, dificuldade para evacuar, urinar ou soltar os gases.
Desta forma, o médico poderá fazer uma avaliação completa e indicar o tratamento adequado.
source https://www.tuasaude.com/dor-de-gases/
quinta-feira, 12 de março de 2026
Teplizumabe (Tzield): para que serve, como funciona e possíveis efeitos colaterais
Teplizumabe é um anticorpo monoclonal indicado para retardar o início do diabetes tipo 1 em pessoas com alto risco de desenvolver a doença ou que já apresentam sinais iniciais, como alterações nos exames de glicose e autoanticorpos contra o pâncreas.
O medicamento atua modulando o sistema imunológico, reduzindo a destruição das células beta do pâncreas, responsáveis pela produção de insulina, e ajudando a atrasar o aparecimento do diabetes.
Disponível com o nome comercial Tzield, o teplizumabe é aplicado por infusão intravenosa, ou seja, diluído e administrado na veia, geralmente durante 14 dias consecutivos, sempre em hospital ou centro especializado sob supervisão médica.

Para que serve
O teplizumabe serve para:
- Atrasar o surgimento do diabetes tipo 1;
- Atuar em quem já apresenta sinais de ataque do sistema imunológico ao pâncreas;
- Reduzir a velocidade com que as células do pâncreas que produzem insulina são destruídas.
O Tzield é usado principalmente em pessoas que ainda não têm diabetes, mas que já apresentam sinais de risco de desenvolver a doença.
Como funciona
O teplizumabe é um anticorpo que atua diretamente no sistema imunológico, se ligando a uma proteína presente em células de defesa chamadas linfócitos T.
No diabetes tipo 1, essas células atacam as células beta do pâncreas, que produzem insulina. O Tzield ajuda a modificar essa resposta do sistema imunológico, reduzindo o ataque às células do pâncreas. Entenda melhor o que é a diabetes tipo 1.
Com isso, a destruição dessas células pode acontecer mais lentamente, o que ajuda a atrasar o desenvolvimento do diabetes tipo 1 clínico.
Para entender melhor como funciona o teplizumabe, fale com um profissional Rede D\'Or especializado no uso de imunobiológicos.
Para quem é indicado
O teplizumabe é indicado para adultos e crianças a partir de 8 anos de idade que apresentam risco alto de desenvolver a doença, como aqueles com histórico familiar de diabetes ou alterações genéticas que aumentam a predisposição.
O medicamento também pode ser indicado para pessoas nas fases iniciais da doença, conhecidas como estágio 2.
Nessa fase, já é possível identificar sinais iniciais da doença, tanto em exames de glicose quanto por sintomas, como aumento da sede, perda de peso sem motivo aparente e cansaço constante. Veja os sintomas da diabetes tipo 1.
Como usar
O teplizumabe é aplicado por infusão intravenosa, ou seja, o medicamento é diluído, geralmente em soro, e administrado lentamente diretamente na veia, em hospital ou centro especializado, sob supervisão médica.
O tratamento geralmente é feito uma vez por dia durante 14 dias consecutivos, com aumento progressivo da dose a cada dia. Podendo o esquema de doses incluir:
- Dia 1: 65 mcg/m²;
- Dia 2: 125 mcg/m²;
- Dia 3: 250 mcg/m²;
- Dia 4: 500 mcg/m²;
- Dia 5 ao Dia 14: 1.030 mcg/m².
O valor total da dose é calculado multiplicando a dose diária pela superfície corporal da pessoa, que considera peso e altura, por isso a dose pode variar entre crianças, adolescentes e adultos.
Cada infusão dura cerca de 30 minutos, e durante esse tempo a pessoa é monitorada para acompanhar a pressão arterial, os batimentos do coração e possíveis reações ao medicamento.
Além disso, antes das infusões, pode ser recomendado o uso de medicamentos para prevenir reações, como antialérgicos, analgésicos ou medicamentos para febre.
Possíveis efeitos colaterais
Os efeitos colaterais mais comuns do teplizumabe incluem febre, dor de cabeça, cansaço, náuseas, dor muscular, erupções na pele e redução temporária de alguns tipos de células do sangue, como linfócitos, neutrófilos e plaquetas.
Entre os efeitos menos frequentes podem ocorrer aumento das enzimas do fígado, calafrios, queda de pressão durante a infusão e infecções respiratórias leves.
Em casos raros, podem ocorrer reações graves, como síndrome de liberação de citocinas, infecções sérias ou fortes reações alérgicas, como anafilaxia, que pode causar dificuldade para respirar e inchaço no rosto, exigindo atendimento médico imediato. Saiba o que é anafilaxia.
Quando não é indicado
O teplizumabe não é indicado para pessoas que apresentam:
- Alergia ao teplizumabe ou a qualquer componente da fórmula;
- Infecções graves ou ativas, como pneumonia grave ou tuberculose ativa;
- Alterações importantes nas células do sangue, como anemia grave, baixa contagem de glóbulos brancos ou plaquetas.
O medicamento também pode não ser indicado em situações que aumentam o risco de infecções ou problemas no sistema imunológico, como quimioterapia, transplante, HIV avançado ou doenças autoimunes graves.
O uso durante a gravidez ou amamentação deve ser avaliado pelo médico, já que ainda existem poucos dados sobre segurança nessas situações.
Cuidados durante o uso
Antes de iniciar o tratamento, exames de sangue podem ser solicitados para avaliar a quantidade de células de defesa e a função do fígado. Durante o tratamento, esses exames podem ser repetidos para acompanhar possíveis alterações.
Também é importante ter cuidado ao usar outros medicamentos que afetam o sistema imunológico, como corticoides ou remédios para doenças autoimunes, pois a combinação pode aumentar o risco de infecções.
Além disso, é recomendado informar ao médico caso tenha recebido recentemente ou esteja programada para receber alguma vacina, pois o teplizumabe pode reduzir a eficácia da imunização.
source https://www.tuasaude.com/teplizumabe/
Dor na sola do pé: 8 causas comuns (e o que fazer)
A dor na sola dos pés é muito comum após usar sandálias, chinelos ou ficar muito tempo de pé, por isso, fazer um escalda pés e uma massagem são opções que podem trazer alívio rápido.
No entanto, a dor embaixo do pé também pode ser causada por alguns problemas crônicos, como fascite plantar, estiramento dos tendões ou esporão do calcâneo, por exemplo.
Assim, se a dor na sola do pé não passar, for muito frequentemente ou tão intensa que impeça de caminhar, é importante consultar o ortopedista, para identificar a causa e indicar o tratamento.

Causas de dor na sola do pé
As principais causas de dor na sola do pé são:
1. Esporão do calcâneo
O esporão do calcâneo, ou esporão no calcanhar, é caracterizado pela calcificação do ligamento do calcanhar, causando dor na sola do pé e desconforto, principalmente quando se coloca o pé no chão ou quando se fica muito tempo em pé.
O que fazer: para aliviar do esporão de calcâneo pode ser indicado pelo ortopedista ou pelo fisioterapeuta o uso de palmilhas ortopédicas de silicone, exercícios de alongamento e a realização de massagem nos pés.
Além disso, em alguns casos pode ser indicado também a realização de cirurgia para remover o esporão.
[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO_SINTOMAS]
2. Fascite plantar
A fascite plantar é a inflamação da fáscia, um tecido que reveste os tendões na planta dos pés, e que pode acontecer devido a longas caminhadas, uso de sapatos muito apertados, uso frequente de salto alto ou ser consequência do excesso de peso.
A inflamação da fáscia pode ser percebida por meio de dor na sola do pé, sensação de queimação e desconforto ao caminhar.
O que fazer: o tratamento dessa inflamação é lento e tem como objetivo aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida da pessoa.
Como forma de complementar o tratamento, pode ser indicado o uso de remédios anti-inflamatórios e analgésicos e a realização de sessões de fisioterapia para promover a recuperação mais rápida.
Leia também: Fascite plantar: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/fascite-plantar3. Entorse do pé
A entorse do pé é uma das lesões mais frequentes em atletas, sendo muito comum durante uma corrida, por exemplo.
A entorse é caracterizada pela torção exagerada do tornozelo, esticando excessivamente os ligamentos da região, podendo romper e causar sintomas como dor na sola do pé, inchaço e dificuldade para caminhar.
O que fazer: para aliviar a dor e o inchaço, pode-se colocar uma compressa fria no local por cerca de 20 minutos. No entanto, se os sintomas forem persistentes, é importante ir ao hospital para que o pé seja imobilizado.
4. Excesso de atividade física
O excesso de atividade física também pode causar dor na sola do pé, pois dependendo do exercício pode levar à inflamação dos tecidos e dos tendões do local, resultando na dor e no desconforto.
O que fazer: nesse caso, o melhor a se fazer é descansar com os pés elevados e fazer um escalda pés utilizando água morna ou fria. Além disso, fazer uma massagem nos pés também pode ajudar a aliviar as dores.
5. Pé plano ou torto
Tanto o pé torto quanto o pé chato ou plano, são alterações que podem provocar dor na sola do pé, além de, no caso do pé chato, também pode haver dor no calcanhar ou na coluna, ou problemas na articulação do joelho.
O que fazer: o mais indicado nesses casos é buscar orientação de um ortopedista e um fisioterapeuta para que seja avaliado e possa ser indicado o melhor tratamento.
O tratamento pode ser feito por meio do uso de sapatos ortopédicos, uso de palmilhas especiais, realização de exercícios de fisioterapia ou cirurgia.
Leia também: Pé chato: causas, tratamento e exercícios tuasaude.com/pe-chato6. Forma de pisar errada
Dependendo de como a pessoa pisa no chão, pode provocar sobrecarga em alguma parte do pé, podendo resultar em dor na sola do pé, no calcanhar ou nos dedos.
O que fazer: para aliviar as dores e corrigir a pisada, o médico pode indicar a realização de Reeducação Postural Global (RPG), que através de exercícios além de ajudar a corrigir a pisada, a melhorar a postura e a posição dos joelhos, por exemplo.
Leia também: Reeducação Postural Global (RPG): o que é, benefícios e exercícios tuasaude.com/rpg-reeducacao-postural-global7. Ter uma perna mais curta que a outra
A perna curta pode acontecer quando os ossos da perna são curtos ou quando há desnível do quadril, levando ao aparecimento de alguns sintomas como dor na sola do pé, nas pernas, nas costas, alterações no joelho e dificuldade para caminhar.
O que fazer: é importante ter a orientação de um ortopedista e um fisioterapeuta para evitar as complicações.
O médico pode indicar o uso de palmilhas especiais para igualar o comprimento das pernas, sessões de fisioterapia e cirurgia em alguns casos. Saiba como é feito o tratamento da perna curta.
8. Neuroma de Morton
O neuroma de Morton é uma pequena bolinha que pode aparecer na sola do pé e que causa dor em forma de pontada na sola do pé e dormência.
Esse neuroma surge principalmente pelo uso de sapatos de salto alto, apertados e/ ou pontiagudos, sendo mais comum nas mulheres. Conheça mais sobre o neuroma de Morton.
O que fazer: é importante consultar o ortopedista para que seja realizada uma avaliação que permita identificar o neuroma.
Inicialmente, o médico pode indicar o uso de palmilhas especiais dentro dos sapatos, para permitir que os pés fiquem melhor adaptados, assim como o uso de sapatos confortáveis e adequados para a pisada da pessoa.
Dor na sola do pé parte da frente
A dor na sola do pé na parte da frente, também conhecida como metatarsalgia, pode estar relacionada com o uso de sapatos de bico fino ou salto alto.
O excesso de peso, o neuroma de Morton, a artrite e a artrose também são possíveis causas de dor na sola do pé na parte da frente.
O tratamento indicado pelo médico para essa condição pode ser feito com o uso de remédios anti-inflamatórios, sessões de fisioterapia, uso de palmilhas ortopédicas e, em alguns casos, cirurgia.
Leia também: Metatarsalgia: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/metatarsalgiaDor na sola do pé no calcanhar
A dor na sola do pé no calcanhar pode ser provocada por condições como esporão do calcâneo, fascite plantar, alterações no formato do pé ou ainda traumatismo devido a fortes pancadas, uso de salto alto, ou após uma corrida intensa, por exemplo.
Tratamento caseiro
Um bom exemplo de tratamento caseiro para a dor na sola do pé é retirar o sapato e fazer um simples alongamento.
Para isso, basta posicionar a mão de forma a segurar os dedos dos pés, trazendo-os em direção à barriga. Os dedos devem ficar nesta posição por cerca de 1 minuto e este movimento deve ser repetido, no mínimo, 3 vezes, para ter o efeito esperado.
Fazer uma massagem nos pés é também uma forma rápida e fácil de acabar com a dor no pé. Para realizá-la, basta passar um pouco de creme hidratante nos pés e, com a parte mais fofa da mão e os polegares, ir pressionado um pouco todo o pé, insistindo mais nas regiões mais doloridas.
Como evitar a dor na sola do pé
Para evitar a dor na sola do pé, é importante usar sapatos confortáveis, que sejam leves, acomodem bem os pés, tenham uma sola de borracha e um salto pequeno, tipo Anabela, ou largo o suficiente para não causar desequilíbrio.
Para quem sofre com a dor no pé durante as corridas, é importante usar um tênis próprio para corrida, correr na esteira, na areia ou num bom asfalto, por exemplo.
source https://www.tuasaude.com/dor-na-sola-do-pe/
quarta-feira, 11 de março de 2026
Açafrão: 9 benefícios para a saúde (e como usar)
O açafrão é uma planta medicinal que tem ação anti-inflamatória e antioxidante, oferecendo muitos benefícios à saúde, como aliviar os sintomas de TPM, ajudar no controle da diabetes, ajudar a emagrecer e evitar doenças cardiovasculares, por exemplo.
As principais propriedades do açafrão estão concentradas nos filamentos alaranjados da flor, que são ricos em crocina, crocetina, safranal e canferol. Embora tenham nomes semelhantes, o açafrão (Crocus sativus) é diferente do açafrão-da-terra (Curcuma longa), também conhecido como cúrcuma, embora ambos possam ser usados na culinária.
O açafrão pode ser encontrado em lojas de produtos naturais, farmácias, supermercados ou feiras livres, sendo usado principalmente na culinária e no preparo de chás.

Principais benefícios do açafrão
Os principais benefícios do açafrão são:
1. Combate a depressão
A crocina e o safranal, compostos presentes no açafrão, têm ação semelhante a alguns remédios antidepressivos, como a fluoxetina e imipramina, pois ajudam a inibir a recaptação da dopamina e da noradrenalina, neurotransmissores que regulam o humor.
Desta forma, o açafrão, que também é conhecido como açafrão-verdadeiro, pode auxiliar no tratamento da depressão, da ansiedade e de alterações de humor.
2. Ajuda no controle da diabetes
O açafrão possui propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, que protegem as células do pâncreas e melhoram a produção de insulina, regulando os níveis de glicose no sangue, o que ajuda a controlar a diabetes.
3. Promove o emagrecimento
Alguns estudos mostram que o açafrão pode ajudar no emagrecimento, porque melhora o humor e reduz o apetite, diminuindo a ingestão de calorias durante o dia.
Outro estudo mostrou que o suplemento de açafrão também pode ajudar a diminuir o índice de massa corporal (IMC), a circunferência da cintura e a massa gorda total.
No entanto, é importante lembrar que para promover o emagrecimento, o consumo do açafrão deve ser feito associado a uma dieta saudável e variada e a prática regular de exercícios físicos.
4. Alivia os sintomas da TPM
Devido às suas propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e antidepressivas, o açafrão pode ajudar a aliviar alguns dos sintomas mais comuns da TPM, como irritabilidade, ansiedade, dor de cabeça, cólica e desejo por alimentos doces.
5. Ajuda no tratamento do Alzheimer
O açafrão possui propriedades antioxidantes que diminuem os danos causados pelos radicais livres nos neurônios, além de aumentar os níveis de acetilcolina, um neurotransmissor importante para a memória e que tem seus níveis reduzidos na doença de Alzheimer.
Além disso, o açafrão também tem propriedades anti-inflamatórias que reduzem a produção de substâncias inflamatórias e tóxicas para os neurônios. Entretanto, ainda são necessários mais estudos que comprovem esse benefício.
6. Pode prevenir a doença de Parkinson
O efeito antioxidante e anti-inflamatório da crocetina, presente no açafrão, ajuda a proteger os neurônios, podendo prevenir e ajudar no tratamento da doença de Parkinson, melhorando a falta de coordenação motora.
No entanto, ainda são necessários estudos que comprovem esse benefício.
7. Diminui o risco de doenças cardiovasculares
Por ter ação antioxidante, o açafrão que ajuda a diminuir os níveis de colesterol “ruim”, LDL, no sangue.
Desta forma, essa planta medicinal evita a formação de placas de gordura nas artérias, diminuindo o risco de doenças cardiovasculares como aterosclerose, infarto ou derrame cerebral.
8. Melhora a saúde sexual
O açafrão possui propriedades afrodisíacas que ajudam a aumentar o bem estar, o desejo e a libido, especialmente em pessoas que utilizam antidepressivos, melhorando a disfunção erétil em homens e a lubrificação íntima em mulheres.
Leia também: 13 alimentos afrodisíacos para aumentar a libido (com receitas) tuasaude.com/alimentos-afrodisiacos9. Pode ajudar a tratar o câncer
Estudos feitos em laboratório com células de câncer de pele, intestino, mama, colo do útero, próstata e pulmão mostram que as substâncias antioxidantes presentes no açafrão podem ajudar a diminuir a proliferação ou promover a morte de células desses tipos de câncer.
Além disso, o açafrão pode deixar as células cancerígenas mais sensíveis ao tratamento com quimioterapia. Entretanto, ainda são necessários estudos em humanos que comprovem esse benefício do açafrão.
Cúrcuma e açafrão é a mesma coisa?
A cúrcuma e o açafrão não são a mesma coisa. Conhecida também como açafrão-da-terra, a cúrcuma é um tipo de raiz com coloração amarela. Essa raiz geralmente é usada em pó para temperar alimentos, mas também pode ser usada no preparo de chás e como suplemento.
Leia também: Cúrcuma: benefícios, para que serve e como usar tuasaude.com/curcumaJá o açafrão, conhecido pelo nome científico Crocus sativus ou também chamado de açafrão-verdadeiro, é uma flor com filamentos de coloração vermelha.
Como usar o açafrão
O açafrão é encontrado como especiaria, sendo usado para temperar os alimentos, especialmente as carnes e molhos.
Além disso, também pode ser utilizado como na forma de chás e suplementos.
1. Chá de açafrão
O chá de açafrão deve ser preparado com os filamentos vermelhos presentes no centro das flores, de onde são extraídas as substâncias com propriedades medicinais.
Ingredientes:
- 1 colher (de chá) de filamentos de açafrão;
- 500 mL de água.
Modo de preparo:
Em uma panela, ou chaleira, ferver a água. Após apagar o fogo, adicionar os filamentos do açafrão na água. Tampar e deixar repousar por 5 minutos. Coar, aguardar amornar e beber 1 xícara do chá de açafrão, 1 vez por dia.
Como o chá de açafrão tem um sabor ligeiramente amargo, pode-se adicionar outros ingredientes, como canela, gengibre ou mel, para tornar a bebida mais agradável.
2. Cápsulas de açafrão
Outra forma de usar o açafrão é na forma de suplementos em cápsulas, sendo geralmente recomendado a dose de 20 a 200 mg por dia, por um período de até 3 meses.
No entanto, o tempo e a dosagem do suplemento varia conforme a idade da pessoa e o objetivo a ser tratado, devendo, por isso, ser usado somente sob a orientação de um médico.
Possíveis efeitos colaterais
O açafrão é seguro para a maioria dos adultos quando usado em pequenas quantidades no preparo de alimentos ou consumido por curtos períodos de tempo.
Entretanto, quando o açafrão é usado na forma de chás ou cápsulas, doses acima de 200 mg por dia podem causar efeitos colaterais como sonolência, dor de cabeça, delírios, vertigens, náuseas, alterações do apetite, vômitos ou diarreia.
Além disso, o açafrão também pode aumentar o risco de hipomania bipolar, uma fase da bipolaridade caracterizada por euforia, pensamento acelerado ou agitação. Conheça mais sobre a hipomania bipolar.
O açafrão também pode causar intoxicação, especialmente quando consumido em doses de 5 g ou mais, podendo colocar a vida em risco.
Açafrão faz mal para o fígado?
Estudos feitos principalmente com animais, mostraram que o açafrão pode fazer mal para o fígado quando consumido na forma de suplementos e em doses muito acima das recomendadas.
A ingestão excessiva de açafrão pode aumentar os níveis das enzimas hepáticas ALT, AST, ALP e LDH, que são os principais marcadores de danos no fígado. Assim, a ingestão de altas doses de extrato de açafrão pode causar lesões leves a graves do fígado.
Quem não deve usar
Quando usado em chás ou suplementos, o açafrão não deve ser usado por mulheres em período de amamentação ou grávidas, pois pode promover as contrações do útero, aumentando o risco de aborto ou hemorragia.
Além disso, pessoas com doenças nos rins ou que estejam usando remédios anticoagulantes devem conversar com um médico antes de usarem o açafrão na forma de chás ou suplementos.
Como essa planta pode aumentar o risco de hipomania bipolar, pessoas que sofrem de transtorno bipolar só devem usar o açafrão com a indicação de um médico.
source https://www.tuasaude.com/acafrao/
terça-feira, 10 de março de 2026
Óleo de copaíba: para que serve, como usar e efeitos colaterais
O óleo de copaíba, ou bálsamo de copaíba, é um produto resinoso extraído do tronco da copaibeira, uma árvore da espécie Copaifera officinalis, com propriedades anti-inflamatórias, cicatrizante, analgésicas e expectorantes, sendo indicado para ajudar na cicatrização de feridas, tosse ou para aliviar os sintomas da artrite, por exemplo.
Além disso, o óleo de copaíba também é usado em diversas pomadas e cremes anti-inflamatórios e cicatrizantes, assim como em loções, shampoo anticaspa, produtos para cuidado oral e acne, sabonetes e produtos para higiene íntima.
O óleo de copaíba pode ser encontrado em farmácias ou lojas de produtos naturais na forma de cápsulas ou óleo essencial e seu uso deve ser sempre feito com orientação de um médico ou fitoterapeuta.

Para que serve
O óleo de copaíba é indicado para auxiliar no tratamento de:
- Cicatrização e desinfecção de feridas;
- Tosse, bronquite, gripes e resfriados;
- Diarreia ou hemorroidas;
- Cistite ou infecção nos rins ou uretra;
- Problemas de pele como psoríase, eczema, urticária e micose;
- Gastrite, úlceras gastrointestinais ou infecção por Helicobacter pylori;
- Artrite reumatoide;
- Tendinite.
O óleo de copaíba também pode ser utilizado para combater infecções que podem ser transmitidas por via sexual, principalmente a herpes genital e a sífilis.
Além disso, alguns estudos indicam também que o óleo de copaíba apresenta propriedades que têm demonstrado serem eficazes para auxiliar no tratamento de diferentes tipos de câncer e da tuberculose. No entanto, ainda são necessários mais estudos que confirmem essas propriedades. Conheça mais sobre as propriedades da copaíba.
Embora tenha muitos benefícios para a saúde, o óleo de copaíba não substitui o tratamento médico e deve ser usado com orientação do médico ou de um fitoterapeuta.
Propriedades do óleo de copaíba
O óleo de copaíba tem propriedades cicatrizantes, antissépticas, antibacterianas, diuréticas, anti-inflamatórias, expectorantes, analgésicas, antirreumáticas e antidiarreicas, devido às substâncias presentes na sua composição, como beta-cariofileno e beta-bisaboleno, por exemplo.
Como usar
O óleo de copaíba pode ser usado na forma de óleo essencial ou em cápsulas.
As principais formas de usar o óleo de copaíba são:
1. Óleo de copaíba (para uso oral)
O óleo essencial de copaíba pode ser usado por via oral por adultos para ajudar em problemas digestivos, respiratórios ou fortalecer o sistema imunológico, e deve ser usado apenas com orientação do médico ou fitoterapeuta.
Ingredientes
- 1 gota de óleo essencial de copaíba;
- 1 copo de água, suco ou 1 xícara de chá.
Modo de preparo
Adicionar a gota do óleo no copo com água, suco ou na xícara de chá, e beber 1 vez ao dia.
O óleo essencial de copaíba por via oral deve ser usado somente com indicação médica ou do fitoterapeuta, já que pode causar efeitos colaterais ou intoxicação, ou interferir no efeito de outros remédios.
2. Óleo de copaíba (para uso externo)
O óleo essencial de copaíba pode ser usado para auxiliar no tratamento de problemas de pele, como psoríase, dermatite, desinfecção e cicatrização de feridas ou micoses de pele, por exemplo.
Ingredientes
- 1 ou 2 gotas do óleo essencial de copaíba;
- 1 ou 2 colheres (de sopa) de um óleo carreador, como óleo de amêndoas ou óleo de coco.
Modo de preparo
Em um recipiente limpo e seco, colocar as gotas do óleo essencial de copaíba e do óleo vegetal carreador e misturar. Aplicar a mistura sobre a região da pele a ser tratada, 1 vez por dia, massageando suavemente até que haja a absorção completa do óleo.
Antes de usar o óleo essencial de copaíba, deve-se fazer um teste de alergia, preparando uma mistura contendo 1 gota do óleo essencial em 1 colher (de café) do óleo carreador, e aplicar sobre o dorso da mão ou na dobra do cotovelo.
Aguardar 24 horas e, se durante esse período a pele ficar vermelha ou irritada, não é recomendado o uso do óleo essencial de copaíba.
3. Óleo de copaíba (para inalação)
O óleo essencial de copaíba também pode ser usado para inalação para ajudar a aliviar tosse, bronquite, gripes ou resfriados.
Ingredientes
- 3 a 4 gotas do óleo essencial de copaíba;
- 1 litro de água.
Modo de preparo
Colocar a água para ferver, desligar o fogo, despejar a água fervente em uma bacia e adicionar as gotas de óleo essencial de copaíba.
Em seguida, deve-se cobrir a cabeça com uma toalha aberta, de modo que cubra também o recipiente contendo a solução do óleo essencial de copaíba. Inclinar a cabeça sobre o recipiente e inspirar o vapor o mais profundamente possível por até 10 minutos, a vez por dia.
Esta toalha ajuda a manter o vapor da solução por mais tempo, e deve-se ter o cuidado para não aproximar muito o rosto do vapor de copaíba para evitar queimaduras no rosto.
Ao terminar a inalação, é importante passar uma toalha molhada em água fria no rosto ou lavar o rosto em água corrente.
4. Cápsulas de óleo copaíba
As cápsulas de óleo de copaíba devem ser tomadas por via oral, indicada somente para adultos, para auxiliar no tratamento de doenças respiratórias ou urinárias.
As doses normalmente recomendadas são de 1 cápsula de 250 mg de óleo de copaíba, de 1 a 2 vezes por dia, ou conforme orientação do médico ou do fitoterapeuta.
Possíveis efeitos colaterais
O óleo de copaíba é seguro para a maioria dos adultos quando consumido por via oral ou utilizado sobre a pele nas doses recomendadas.
No entanto, quando consumido ou utilizado em quantidade excessiva, pode causar alguns efeitos colaterais que incluem dor de estômago, náuseas, vômitos, diarreia, tremor, insônia, vermelhidão ou coceira na pele.
Quem não deve usar
O óleo de copaíba não deve ser usado por crianças, mulheres grávidas ou em amamentação.
Além disso, também não deve ser usado sem orientação médica por pessoas que possuem alterações gastrointestinais.
O óleo de copaíba deve ser usado na forma de óleo essencial, contendo apenas a copaíba na sua composição, sendo importante não usar o óleo que contenha aditivos na sua composição.
source https://www.tuasaude.com/oleo-de-copaiba/
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