A hipotermia no bebê é uma situação relativamente comum, principalmente nos bebês prematuros, já que sua superfície corporal em relação ao seu peso é muito maior, facilitando a perda do calor corporal, especialmente quando está em ambientes frios.
É considerada hipotermia no bebê quando a temperatura corporal está abaixo dos 36,5 ºC.
É importante que a hipotermia do bebê seja identificada e tratada de acordo com a orientação do pediatra, pois dessa forma é possível evitar complicações como hipoglicemia, acidez elevada do sangue e alterações respiratórias, o que pode colocar em risco a vida do bebê.
Sintomas de hipotermia no bebê
Os principais sintomas de hipotermia no bebê são:
Pele fria, não somente nas mãos e nos pés, mas também no rosto, braços e pernas;
Mudança na cor da pele do bebê, que pode ficar mais azulada devido à diminuição do calibre dos vasos sanguíneos;
Diminuição dos reflexos;
Vômitos;
Hipoglicemia;
Diminuição da quantidade de urina produzida durante o dia.
Além da observação dos sinais e sintomas de hipotermia, é importante medir a temperatura corporal do bebê utilizando um termômetro que deve ser colocado na axila do bebê.
Caso a hipotermia não seja identificada ou tratada, o bebê pode desenvolver complicações que podem colocar sua vida em risco, como insuficiência respiratória, alteração da frequência cardíaca e aumento da acidez do sangue.
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Quando é hipotermia
É considerada hipotermia temperatura do bebê está abaixo dos 36,5ºC, podendo ser classificada de acordo com a temperatura como:
Hipotermia leve: 36 - 36,4ºC
Hipotermia moderada: 32 - 35,9ºC
Hipotermia grave: abaixo de 32ºC
Assim que for identificada diminuição da temperatura corporal do bebê é importante vestir o bebê com roupa adequada, na tentativa de regular a temperatura corporal.
Onde procurar atendimento especializado
Caso a temperatura do bebê esteja abaixo de 36,5ºC e alguns sintomas de hipotermia estejam presentes, como pele fria e azulada e diminuição da quantidade de urina produzida no dia, é importante que o pediatra seja consultado para que seja feita uma avaliação e, assim, sejam adotadas medidas que possam prevenir complicações.
O Hospital Vila Nova Star, da Rede D\'Or, em São Paulo, possui pronto socorro pediátrico com equipe médica especializada para avaliar e atender o bebê de forma personalizada.
O que fazer
Ao observar que o bebê está com a temperatura abaixo do ideal deve-se buscar estratégias para esquentar a criança, com roupa adequada, gorro e manta. Deve-se levar o bebê ao hospital para iniciar o tratamento o quanto antes, se o bebê não aquecer ou apresentar dificuldade para sugar, diminuição dos movimentos, tremores ou extremidades azuladas.
O pediatra deve avaliar o bebê e identificar a causa da diminuição da temperatura, que pode estar relacionada com ambiente frio e roupa inadequada, hipoglicemia ou outros distúrbios metabólicos, problemas neurológicos ou cardíacos.
O tratamento consiste em esquentar o bebê com roupas adequadas, temperatura ambiente agradável, podendo ser preciso em alguns casos colocar o bebê numa incubadora com luz direta para elevar a temperatura corporal. Quando a baixa temperatura do corpo acontece devido a algum problema de saúde, este deve ser solucionado o quanto antes.
Como vestir o bebê de forma adequada
Para evitar que o bebê fique com hipotermia é recomendado que seja vestido com roupa adequada ao ambiente, mas o bebê recém nascido perde calor muito rapidamente, e por isso deve estar sempre com roupa de manga comprida, calça comprida, gorro e meias.
As luvas são necessárias quando a temperatura ambiente está abaixo de 17ºC, mas deve-se ter cuidado para não colocar roupa demais no bebê e causar sobreaquecimento, que é igualmente perigoso para saúde infantil.
Assim, uma boa forma de descobrir se o bebê está com a roupa adequada é colocar as costas da sua própria mão no pescoço e no peito do bebê. Se houver sinais de suor, pode-se eliminar uma camada de roupa, e se os braços ou pernas estiverem frios, deve-se acrescentar mais uma camada de roupa.
A sinusite crônica é a inflamação da mucosa dos seios da face que acontece devido a infecção por bactérias, vírus ou fungos, alergia, alterações anatômicas, como desvio do septo, uso inadequado ou em excesso de antibióticos, e sistema imunológico mais enfraquecido.
Na sinusite crônica, os sintomas costumam durar mais de 12 semanas, como dor no rosto que piora ou abaixar a cabeça, nariz entupido ou escorrendo, presença de catarro amarelo-esverdeada ou com sangue, ou tosse que piora ao deitar.
O tratamento da sinusite crônica deve ser orientado pelo otorrinolaringologista e, geralmente, envolve a lavagem nasal com soro fisiológico e o uso de remédios, como antibióticos, anti-alérgicos ou corticoides, de acordo com a causa da inflamação. Veja mais detalhes do tratamento para sinusite.
Sintomas de sinusite crônica
Os principais sintomas de sinusite crônica são:
Nariz entupido ou escorrendo, o que dificulta a respiração;
Catarro de cor amarelada ou esverdeada;
Sangramentos pelo nariz;
Tosse crônica, que piora ao deitar;
Gotejamento pós-nasal, que é quando o catarro escorre pela garganta;
Dor no rosto, dor de cabeça e sensação de pressão, que piora ao abaixar a cabeça ou deitar;
Diminuição do olfato e paladar;
Dor de ouvido ou garganta;
Tontura e cansaço excessivo.
Os sintomas da sinusite crônica duram mais do que 12 semanas e podem acontecer após 1 ou vários episódios de sinusite aguda, em que há febre, dor no corpo e intensa secreção nasal.
Além disso, quando a sinusite tem causa alérgica ou acontece em pessoas com histórias de alergia ou rinite, pode haver crises de asma, coceira no nariz e garganta, além de piora dos sintomas quando contato com substâncias como poeira. Veja mais sintomas de sinusite.
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Como confirmar o diagnóstico
O diagnóstico da sinusite crônica é feito pelo otorrinolaringologista e, normalmente, é feito apenas com a avaliação dos sintomas e palpação dos seios nasais para avaliar se existe sensibilidade nessa região.
Além disso, o médico pode solicitar exames para confirmar o diagnóstico, como tomografia computadorizada ou ressonância magnética, que fornecem imagens detalhadas das cavidades e seios nasais, ou a endoscopia nasal, para avaliar interior dos seios nasais e identificar se existem outras causas da sinusite crônica, como pólipos nasais, desvio de septo ou tumores, por exemplo.
Outros exames que podem ser solicitados pelo médico são análise laboratorial das secreções nasais, para avaliar a presença de micro-organismos como bactérias ou vírus, ou o teste de alergia, para identificar uma causa alérgica.
A sinusite crônica é causada por uma inflamação dos seios nasais que dura por mais de 12 semanas, devido a infecções por vírus, fungos ou bactérias, ou alergias.
Alguns fatores podem aumentar o risco de desenvolvimento da sinusite crônica, como:
Tratamento incorreto de outras sinusites agudas;
Uso de antibióticos de forma errada ou desnecessária, repetidas vezes;
Infecções do trato respiratório, como resfriados;
Alterações anatômicas, como desvio de septo, pólipos nasais, hipertrofia dos cornetos nasais;
Asma ou rinite alérgica intensa ou mal controladas;
Refluxo gastroesofágico;
Imunidade enfraquecida, como no caso de infecção pelo HIV, ou pessoas que usam corticoides de forma crônica;
Diabetes descontrolada;
Fibrose cística;
Infecções dentárias;
Otite média;
Exposição frequente à poluentes, como fumaça do cigarro.
Além disso, a disfunção dos cílios nasais, também chamada de discinesia ciliar primária ou síndrome de Kartagener, também pode aumentar o risco de desenvolvimento da sinusite crônica.
Assim, para se evitar um quadro de sinusite crônica ou para que ela seja tratada adequadamente, é muito importante resolver essas situações.
Como é feito o tratamento
Para tratar a sinusite crônica, o otorrino pode indicar o uso de remédios como:
Antibióticos, como amoxicilina/clavulonato, azitromicina ou levofloxacina, por exemplo, somente são usados para casos de infecção bacteriana. Geralmente, são feitos por 2 a 4 semanas, pois, na sinusite crônica, a infecção costuma ser resistente;
Mucolíticos e descongestionantes, como ambroxol, para diminuir a viscosidade das secreções, facilitando sua eliminação;
Anti-inflamatórios ou corticoides, como nimesulida ou prednisona, ajudam a diminuir a inflamação e o inchaço local;
Antialérgicos, como loratadina, mais indicados para casos de sinusite em pessoas com alergia;
Corticoides nasais, como budesonida, fluticasona ou mometasona, ajudam a combater a inflamação e a alergia nas vias respiratórias;
Nebulização com vapor de água ou soro fisiológico para fluidificar as secreções.
Além disso, o uso de descongestionantes nasais que contenham nafazolina ou oximetazolina, por exemplo, pode ser indicado pelo médico em alguns casos, e deve ser feito com cautela, por no máximo 3 a 5 dias de tratamento, pois causam efeito rebote, podendo piorar os sintomas da sinusite crônica.
Quando é indicada a cirurgia?
A cirurgia para a sinusite crônica tem como objetivo ampliar ou desobstruir os canais naturais de drenagem dos seios nasais, que podem estar fechados e impedindo a drenagem da secreção, que fica acumulada e estimula a proliferação de fungos e bactérias.
Além disso, o procedimento também pode ser combinado com a correção de algum defeito na anatomia do nariz, que também pode estar dificultando a cura da infecção, como correção do septo, retirada das adenoides ou redução do tamanho dos cornetos, que são os tecidos esponjosos dentro do nariz.
A sinusite crônica, quando não é devidamente tratada e controlada, pode piorar com o tempo e causar acúmulo de secreção, formando um abscesso, além de a inflamação e infecção poderem atingir órgãos próximos às cavidades nasais, como olhos ou o cérebro.
A infecção também pode desencadear crises de asma, principalmente em crianças, e pneumonias ou, até, atingir a circulação sanguínea e causar uma infecção generalizada.
Cimegripe infantil é um remédio indicado para baixar a febre ou aliviar os sintomas de gripe ou resfriado como dor de cabeça ou dor de garganta.
Esse remédio pode ser encontrado com o nome Cimegripe bebê, contendo apenas paracetamol 32 mg/mL ou 100 mg/mL, ou Cimegripe pediátrico, contendo paracetamol, maleato de clorfeniramina e fenilefrina.
O Cimegripe infantil deve ser usado por via oral, sendo que a suspensão oral do Cimegripe bebê deve ser utilizada medindo a dose na seringa dosadora, indicado para bebês com mais de 3 kg.
Já a dose do Cimegripe criança, na forma de gotas, é indicado para bebês a partir dos 2 anos, podendo-se usar uma colherzinha para adicionar as gotas e dar ao bebê.
Esse remédio deve ser tomado antes ou após a refeição, nos horários e pelo tempo de tratamento orientado pelo pediatra.
Posologia do Cimegripe infantil
A posologia do Cimegripe infantil varia com sua composição e idade, que inclui:
1. Cimegripe bebê (100 mg/mL)
O Cimegripe bebê é uma suspensão oral que contém apenas paracetamol 100 mg/mL, e pode ser utilizado por bebês de com mais de 3 kg de peso corporal.
A dose recomendada do Cimegripe bebê 100 mg/mL varia com o peso do bebê, que inclui:
Peso (Kg)
Dose (mL)
3
0,4 mL
4
0,5 mL
5
0,6 mL
6
0,8 mL
7
0,9 mL
8
1,0 mL
9
1,1 mL
10
1,3 mL
11
1,4 mL
Essas dose podem ser repetidas a cada 4 a 6 horas, até no máximo 5 vezes por dia, conforme orientação do pediatra.
Para dar o Cimegripe bebê deve-se encaixar a seringa dosadora no adaptador do frasco e encher a seringa até o nível que corresponde ao peso do bebê.
Em seguida, colocar o líquido aos poucos dentro da boca do bebê, entre a gengiva e o lado interno da bochecha.
É importante antes de usar o Cimegripe bebê, agitar bem o frasco para misturar os componentes da fórmula.
O Cimegripe criança também é uma suspensão oral pode ser usado em crianças com mais de 11 kg ou 2 anos de idade e contém apenas o paracetamol 32 mg/mL.
A dose recomendada do Cimegripe criança varia de acordo com o peso da criança, que inclui:
Peso (Kg)
Dose (mL)
11 - 15
5 mL
16 - 21
7,5 mL
22 - 26
10 mL
27 - 31
12,5 mL
32 - 43
15 mL
Para dar o Cimegripe criança deve-se utilizar o copo dosador, enchendo até o nível, em mL, que corresponde ao peso da criança.
A dose de Cimegripe criança suspensão oral de 32 mg/mL não deve ultrapassar 5 administrações em um período de 24 horas.
3. Cimegripe gotas
O Cimegripe gotas contém paracetamol 100 mg/mL, maleato de clorfeniramina 2 mg/mL e cloridrato de fenilefrina 2 mg/mL.
As doses do Cimegripe gotas variam de acordo com a idade e incluem:
Crianças de 2 a 4 anos: 20 a 30 gotas, de 3 a 4 vezes por dia, conforme orientação médica;
Crianças de 4 a 6 anos: 30 a 40 gotas, de 3 a 4 vezes por dia, conforme orientação médica.
O Cimegripe gotas não deve ser usado por crianças com menos de 2 anos de idade e o tempo de tratamento depende da avaliação e orientação do pediatra.
Por conter paracetamol, o Cimegripe infantil quando utilizado em doses maiores do que as recomendadas pode causar intoxicação no fígado e hepatite medicamentosa.
No caso de reações alérgicas ou hepatite medicamentosa, seve-se levar o bebê ou a criança ao pronto socorro imediatamente.
O Cimegripe infantil não deve ser usado por bebês ou crianças que têm alergia ao paracetamol, maleato de clorfeniramina ou cloridrato de fenilefrina, ou qualquer outro componente do remédio.
Além disso, não deve ser tomado p or mais de 5 dias para ou ou 3 dias para febre, a não ser que tenha sido indicado pelo pediatra.
Os remédios para coriza, como as soluções salinas, os antialérgicos ou os descongestionantes nasais, podem ser indicados pelo médico para aliviar a congestão nasal, a sensação de nariz escorrendo ou espirros constantes, por exemplo.
A coriza normalmente é causada pela rinite alérgica, que é uma inflamação na mucosa do nariz devido ao contato com substâncias alergênicas, como pólen, poeira ou mofo, por exemplo, mas também pode surgir como consequência pólipos nasais ou infecções por vírus ou bactérias, como gripes, resfriados ou sinusite bacteriana.
Os remédios para coriza devem ser usados com indicação do clínico geral, otorrinolaringologista ou alergologista que podem indicar o melhor remédio de forma individualizada, de acordo com a idade, causas da coriza e gravidade dos sintomas.
Remédios de farmácia para coriza
Os principais remédios para coriza que podem ser indicados pelo médico são:
1. Soluções salinas
As soluções salinas contém cloreto de sódio 0,9% na sua composição, que é um tipo de sal diluído em água estéril, que auxilia na higiene nasal, ajudando a eliminar as substâncias irritantes e os alérgenos da mucosa nasal e a fluidificar a secreção nasal, aliviando a sensação de nariz escorrendo ou entupido.
As soluções salinas podem ser usadas na forma de gotas ou spray nasal, por adultos ou crianças, sendo encontradas em farmácias ou drogarias com os nomes Salsep spray, Rinosoro Jet, Nasonew Aires, Sorine SSP, Sorine Jet Baby ou Maresis Baby, por exemplo, e podem ser comprados sem receita médica.
Outra forma de utilizar as soluções salinas para desentupir o nariz e aliviar os sintomas da coriza, é lavar o nariz com soro fisiológico 0,9% e uma seringa sem agulha, porque através da força da gravidade o soro entra por uma narina e sai pela outra, sem causar dor ou desconforto, eliminando as secreções.
O bálsamo descongestionante, como o Vick Vaporub, pode ser usado para aliviar a coriza e a congestão nasal, pois possui levomentol, cânfora e óleo de eucalipto na sua composição, que melhoram a sensação de nariz entupido ou escorrendo.
O Vick Vaporub pode se usado na forma de pomada ou inalador, e embora possa ser comprado sem receita médica, deve ser usado com orientação do médico, pois é contraindicado para mulheres grávidas ou em amamentação ou pessoas com problemas respiratórios, como asma, por exemplo, pois as vias respiratórias estão mais sensíveis e podem inflamar, dificultando a respiração.
Além disso, o Vick Vaporub por conter cânfora na sua composição, não deve ser usado por crianças com menos de 2 anos. Veja como usar o Vick Vaporub corretamente.
3. Descongestionantes nasais
Os descongestionantes nasais, na forma de spray ou gotas, como a oximetazolina e a fenilefrina, são utilizados localmente, no nariz, pois ajudam a desinchar os tecidos inflamados da mucosa nasal, aliviando a coriza, a congestão nasal, vermelhidão e o excesso de muco.
Esses remédios tem um efeito descongestionante rápido, no entanto, devem ser usado por no máximo 2 a 3 dias, pois o uso constante ou excessivo pode causar congestão nasal rebote, que é quando a mucosa nasal aumenta a produção de muco por perceber que a secreção diminui, e assim, o desconforto da coriza pode piorar.
Além disso, os descongestionantes também podem ser encontrados na forma de comprimidos, como a pseudoefedrina, pois atua causando vasoconstrição e consequente diminuição no fluxo sanguíneo na mucosa nasal, reduzindo a entrada de fluidos no nariz, garganta e seios da face, diminuindo a inflamação das membranas nasais e a produção de muco. Saiba como usar a pseudoefedrina.
Os descongestionantes devem ser usados somente com indicação médica, pois são contraindicados para mulheres grávidas ou em amamentação, ou por pessoas que tenham pressão alta, glaucoma, doenças cardíacas ou da tireoide, diabetes ou aumento do tamanho da próstata, no caso de homens.
Além disso, também não são indicados para pessoas em tratamento com inibidores da monoaminoxidase (IMAO).
Apesar de existirem fórmulas pediátricas para crianças, os descongestionantes nasais para crianças devem ser usados somente com indicação do pediatra.
4. Anti-histamínicos
Os anti-histamínicos, como a dexclorfeniramina, a loratadina ou a fexofenadina, são remédios que ajudam a aliviar os sintomas da coriza, a coceira no nariz ou olhos, ou espirros constantes, causados pela rinite alérgica, pois agem bloqueando a ação da histamina, que é a substância produzida pelo corpo responsável pela resposta alérgica, sendo por isso, chamados de antialérgicos.
Esses remédios pode ser usados na forma de comprimidos, xaropes, solução oral ou gotas, de acordo com a orientação médica. Além disso, os anti-histamínicos também podem ser encontrados na forma de spray nasal, como a azelastina e o maleato de dimetindeno, aplicados na mucosa do nariz, de 2 a 3 vezes ao dia, conforme orientação médica.
Os anti-histamínicos devem ser usados somente com indicação médica, e não devem ser usados por crianças, mulheres grávidas ou em amamentação, a menos que recomendados pelo médico.
Os corticoides na forma de spray nasal, como a beclometasona, fluticasona, mometasona ou budesonida, agem reduzindo a inflamação e o inchaço da mucosa nasal, aliviando os sintomas da coriza, especialmente causada por rinite alérgica, rinite vasomotora ou rinite perene ou sazonal.
Esses remédios aliviam rapidamente os sintomas da rinite e têm poucos efeitos colaterais quando comparados aos corticoides orais, além de serem considerados mais eficazes do que os anti-histamínicos.
Os corticoides só devem ser usados com orientação e indicação médica, com doses bem determinadas e pelo tempo indicado pelo médico, de forma individualizada.
6. Antileucotrienos
Os antileucotrienos, como o montelucaste, podem ser indicados pelo médico para a aliviar a coriza causada pela rinite alérgica, pois agem diminuindo a inflamação da mucosa nasal.
O montelucaste pode ser encontrado com os nomes comerciais Montelair, Ária ou Piemonte, por exemplo, e não deve ser usados na gravidez ou amamentação, a menos que indicado pelo médico.
7. Antibióticos
Os antibióticos, como a amoxicilina ou azitromicina, por exemplo, podem ser receitados pelo médico no caso da coriza ter sido causada por infecções por bactérias, como no caso da sinusite bacteriana.
Esses remédios ajudam a eliminar as bactérias e a aliviar a coriza e outros sintomas da sinusite bacteriana, como sensação de peso ou pressão no rosto, dor de cabeça ou em volta dos olhos, e nariz entupido, e geralmente são usados em associação com outros remédios, como os corticoides, por exemplo. Veja como é feito o tratamento da sinusite.
Remédio para coriza infantil
Os remédios para coriza infantil devem ser indicados pelo pediatra de acordo com a idade da criança, a gravidade dos sintomas e a causa da coriza.
Geralmente, o pediatra indica aumentar a hidratação da criança ou do bebê, e lavar o nariz com soro fisiológico 0,9%, que ajudam a aliviar a coriza e fluidificar o muco, facilitando sua eliminação, aliviando o desconforto. Veja como fazer a limpeza do nariz do bebê corretamente.
Além disso, dependendo da causa da coriza infantil, o pediatra pode indicar o uso de remédios anti-histamínicos na forma de xarope e os descongestionantes em gotas, de acordo com a idade da criança, e devem ser usados somente se prescritos pelo pediatra. As doses dos remédios para coriza infantil devem ser indicadas pelo pediatra, bem como o tempo de tratamento.
Opções de remédios caseiros para coriza
Uma boa forma de complementar o tratamento médico para a coriza, é fazer uma inalação com óleo essencial de eucalipto, pois ajuda a diminuir a inflamação das vias respiratórias, além de fluidificar o muco facilitando sua eliminação, aliviando o desconforto da coriza. Veja como fazer a inalação com eucalipto.
Além disso, outro remédio caseiro para coriza é tomar o suco ou consumir alimentos ricos em vitamina C, pois tem efeito antioxidante que ajuda a fortalecer as defesas naturais do organismo, e a combater gripes ou resfriados. Confira a lista completa de alimentos ricos em vitamina C.
No caso da coriza ter sido causada por rinite alérgica, também é importante limpar o máximo possível o ambiente, fazer a limpeza das narinas e evitar ao máximo o contato com os alérgenos.
É importante ressaltar que o uso destes, ou de qualquer outro remédio natural, não deve substituir os remédios indicados pelo médico, sendo apenas uma forma de ajudar a aliviar mais rapidamente os sintomas.
Acordar cansado é um sintoma que pode estar relacionado com hábitos inadequados ou problemas de saúde, como apneia do sono, ansiedade, depressão, exposição à luz azul, consumo de cafeína e bebidas alcoólicas ou alimentação inadequada.
Conforme a causa dessa condição, além de acordar cansado, a pessoa também pode apresentar outros sintomas, como dor de cabeça, alteração do apetite, dificuldades de concentração, irritação e desconforto nas pernas e pés, por exemplo.
Quando o cansaço ao acordar dura algumas semanas e/ou a pessoa apresenta outros sintomas associados, é recomendado consultar um clínico geral, para fazer uma avaliação completa e indicar o tratamento mais adequado, que pode incluir mudanças no estilo de vida, psicoterapia, o uso de medicamentos ou cirurgia.
As principais causas de acordar cansado são:
1. Apneia do sono
Acordar cansado é um dos sintomas da apneia do sono, pois esse distúrbio provoca a parada momentânea da respiração, causando roncos e dificuldades no sono reparador.
Além disso, a apneia do sono também pode levar ao surgimento de dificuldade de concentração, dor de cabeça e/ou impotência. Conheça melhor os sintomas da apneia do sono.
O que fazer: o tratamento dessa condição varia conforme a causa dessa condição, podendo incluir o uso do CPAP, um aparelho que empurra o ar até os pulmões, permitindo uma respiração normal e um sono mais reparador, o uso de aparelhos intraorais e, em alguns casos, a cirurgia.
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2. Ansiedade e depressão
Acordar cansado é uma das consequências dos sintomas de ansiedade e depressão. Isso acontece porque as pessoas com depressão podem ter dificuldade para pegar no sono e permanecer dormindo durante a noite ou apresentar períodos de sonolência diurna excessiva.
Já pessoas com ansiedade podem acordar cansadas porque o excesso de preocupação e o medo dificultam o ato de adormecer e de continuar dormindo durante a noite.
O que fazer: o tratamento da ansiedade e depressão deve ser feito pelo médico, podendo ser recomendadas sessões de psicoterapia, como a terapia cognitiva comportamental, e remédios para depressão e ansiedade, como fluoxetina, sertralina ou diazepam. Conheça melhor sobre o tratamento para ansiedade e depressão.
3. Exposição à luz azul
A exposição à luz azul à noite, presente em dispositivos eletrônicos como celular, computador, tablet ou televisão, pode causar problemas como acordar cansado e insônia.
Isso porque a exposição à luz azul durante a noite leva o cérebro a pensar que ainda é dia, diminuindo a produção de melatonina, hormônio que provoca o sono, e atrapalhar o adormecer, piorando a qualidade do sono. Conheça todos os riscos da luz azul.
O que fazer: é recomendado evitar o uso de dispositivos eletrônicos uma hora antes de ir para a cama. Outra sugestão, é usar óculos com bloqueio de azul à noite ou um aplicativo que filtre a luz azul se for necessário usar aparelhos eletrônicos à noite.
4. Síndrome da fadiga crônica
A síndrome da fadiga crônica, ou encefalomielite miálgica, é uma doença caracterizada por sintomas como acordar sempre cansado, falta de energia, insônia crônica, sono excessivo durante o dia, e que dura mais de 6 meses.
O que fazer: o tratamento tem o objetivo de diminuir os sintomas, podendo ser recomendado pelo médico a realização de psicoterapia, a prática de exercícios físicos regulares, o uso de remédios antidepressivos e anti-inflamatórios. Entenda melhor como é o tratamento da síndrome da fadiga crônica.
5. Consumo de cafeína e bebidas alcoólicas
O consumo de cafeína antes de dormir, como café, chá verde ou chocolate, é uma das causas do acordar cansado, pois essa substância pode bloquear a adenosina, uma molécula que induz o sono. Assim, a cafeína pode dificultar o início do sono, diminuir o número de horas dormidas ou ainda e deixar o sono menos satisfatório
Por ter efeito sedativo, a ingestão de bebidas alcoólicas ajudam a pegar no sono, mas elas podem diminuir a qualidade geral do sono e causar mais interrupções do sono, principalmente quando consumidas em excesso. Além disso, as bebidas alcoólicas também podem piorar os quadros de apneia do sono, porque relaxam os músculos da garganta e apertam as vias aéreas.
O que fazer: é aconselhado evitar consumir alimentos e bebidas com cafeína até 8 horas antes de dormir. Para evitar os efeitos do álcool no sono, é recomendado parar de ingerir bebidas alcoólicas pelo menos 4 horas antes de ir para a cama.
6. Síndrome das pernas inquietas
Acordar cansado é um dos possíveis sintomas da síndrome das pernas inquietas, uma condição caracterizada pelo movimento involuntário das pernas. Além disso, essa síndrome também pode causar sintomas como desconforto nas pernas e pés, dificuldade para pegar no sono, cansaço frequente e sono durante o dia.
O que fazer: o tratamento pode ser feito com cuidados na alimentação, evitando-se alimentos e bebidas estimulantes, como café, chá verde ou álcool, por exemplo.
Além disso, o médico também pode prescrever o uso de alguns remédios, como agonistas da dopamina, benzodiazepinas e agonistas da Alfa 2.
7. Alimentação inadequada
A alimentação inadequada, incluindo grandes porções, alimentos ricos em carboidratos refinados ou preparações muito gordurosas ou picantes, pode provocar problemas de digestão em algumas pessoas, causando situações como insônia, má qualidade do sono e acordar cansado.
O que fazer: algumas dicas de alimentação para evitar acordar cansado incluem fazer uma refeição saudável e em quantidades moderadas, evitar o consumo de alimentos ricos em carboidratos refinados, como refrigerante, sorvete e pão branco, e evitar consumir alimentos muito gordurosos e picantes antes de dormir.
8. Tomar pouco sol
Tomar pouco sol pode provocar o surgimento de sintomas como acordar cansado. Isso porque a luz do sol é importante para equilibrar o ciclo do sono, ajudando a evitar a insônia ou a dificuldade para pegar no sono à noite.
O que fazer: é recomendado pegar sol por pelo menos 15 minutos, no caso de peles mais claras, e de 30 minutos a 1 hora, no caso de pessoas com pele morena ou negra. Saiba como e o melhor horário para pegar sol.
Pneumotórax é a presença e o acúmulo de ar fora dos pulmões, dentro do espaço pleural, que fica entre os pulmões e a parede torácica, causando colapso nos pulmões e sintomas como intensa dificuldade para respirar, dor no peito e tosse.
Geralmente, o pneumotórax surge após um trauma, especialmente quando existe um corte na cavidade torácica ou após um acidente de trânsito, mas também pode surgir devido a uma doença crônica ou até sem qualquer causa aparente, embora seja mais raro.
Por poder afetar gravemente a respiração e até alterar o funcionamento do coração, sempre que existe suspeita de pneumotórax deve-se ir imediatamente ao hospital para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento adequado, evitando complicações.
Sintomas de pneumotórax
Os principais sintomas de pneumotórax são:
Dor intensa e repentina, que piora ao inspirar;
Sensação de falta de ar;
Dificuldade para respirar;
Pele azulada, especialmente nos dedos e lábios;
Aumento dos batimentos cardíacos;
Tosse constante.
Inicialmente, os sintomas podem ser mais difíceis de identificar e, por isso, é comum que o pneumotórax apenas seja identificado numa fase mais avançada.
Estes sintomas também podem estar presentes em outros problemas respiratórios e, por esse motivo, devem ser sempre avaliados por um pneumologista.
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Como confirmar o diagnóstico
O diagnóstico do pneumotórax é feito pelo pneumologista ou clínico geral, no hospital, através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e de traumas no tórax, e exames físicos e de imagem.
Assim, o médico deve solicitar exames, como raio X do tórax, tomografia computadorizada ou ultrassonografia, para identificar mais detalhes que ajudem a adequar o tratamento.
O que causa o pneumotórax
Os principais tipos de pneumotórax, de acordo com a causa, são:
1. Pneumotórax primário
Surge em pessoas sem histórico de doença pulmonar e sem qualquer outra causa aparente, sendo mais comum em fumantes e em pessoas com outros casos de pneumotórax na família.
Além disso, pessoas altas ou com idade entre 15 e 34 anos também parecem ter maiores chances de desenvolver este tipo de pneumotórax.
2. Pneumotórax secundário
O pneumotórax secundário acontece como complicação de uma outra doença, geralmente um problema respiratório anterior.
Os tipos de doenças pulmonares mais comuns como causa do pneumotórax incluem as DPOC, fibrose cística, asma severa, infecções do pulmão e fibrose pulmonar.
Já outras doenças que também podem resultar em pneumotórax, mas que não estão relacionadas diretamente com o pulmão são a artrite reumatoide, a esclerose sistêmica ou a dermatomiosite, por exemplo.
3. Pneumotórax traumático
É possivelmente o tipo mais comum de pneumotórax que acontece quando surge um trauma na região torácica, devido a cortes profundos, fratura de costelas ou acidentes de trânsito, por exemplo.
Além disso, pessoas que fazem mergulho também pode ter este tipo de pneumotórax, especialmente se subirem muito rápido até à superfície, devido às diferenças de pressão.
4. Pneumotórax hipertensivo
Esta é uma das formas mais graves de pneumotórax, na qual o ar passa do pulmão para o espaço pleural e não consegue regressar ao pulmão, acumulando-se aos poucos e causando intensa pressão sobre o pulmão.
Neste tipo, é possível que os sintomas vão piorando muito rapidamente, sendo urgente ir no hospital para iniciar o tratamento.
Como é feito o tratamento
O tratamento do pneumotórax deve ser feito pelo pneumologista ou clínico geral e inclui:
1. Descompressão pulmonar
A descompressão pulmonar é feita pelo pneumologista através da aspiração do ar com uma agulha inserida entre as costelas para que o ar possa sair para fora do corpo.
Depois disso, a pessoa precisa ficar em observação para avaliar se o pneumotórax volta a surgir, fazendo exames regulares.
2. Toracotomia
A toracotomia é um procedimento cirúrgico feito após a descompressão pulmonar com agulha.
Esse tipo de tratamento para o pneumotórax é feito colocando um tubo torácico que retira constantemente o ar ou para corrigir qualquer alteração no pulmão que esteja causando o acúmulo de ar no espaço pleural.
A pleurodese é outro procedimento cirúrgico indicado principalmente para o pneumotórax recorrente, sendo feito pelo pneumologista para eliminar o espaço pleural, evitando o acúmulo de ar.
Além disso, é também importante identificar a causa correta do pneumotórax para saber se é necessário mais algum tipo de tratamento específico para a causa, de forma a evitar que o pneumotórax possa voltar a surgir.
4. Cirurgia toracoscópica assistida por vídeo
A cirurgia toracoscópica assistida por vídeo (VATS) pode ser feita pelo pneumologista ou cirurgião torácico para retirar as bolhas ou bolsas de ar pulmão, chamado bulectomia.
Além disso, durante essa cirurgia pode ser feita a pleurodese mecânica ou pleurectomia para retirar a pleura parietal.
O leite em pó é um produto feito a partir da evaporação do leite comum, onde a sua água é retirada e seus nutrientes são preservados, podendo ser reconstituído ao ser diluído em água ou outro líquido.
Por ter a mesma composição nutricional do leite comum, o leite em pó é rico em proteínas e minerais importantes para a prevenção da osteoporose e para promover o ganho de massa muscular, por exemplo. Conheça todos os benefícios do leite.
O leite em pó é comercializado na versão desnatada, semidesnatada ou integral, podendo ser diluído em água ou café ou ainda usado no preparo de vitaminas, bolos, tortas, purês, panquecas e molhos.
Leite em pó faz mal?
Assim como o leite comum, o leite em pó é um alimento rico em nutrientes importantes para a saúde, como proteínas, cálcio e vitamina A, e, por isso, o consumo desse tipo de leite geralmente não faz mal.
No entanto, o leite em pó pode causar sintomas como dor na barriga, diarreia, excesso de gases ou coceira na pele, por exemplo, em pessoas com síndrome do intestino irritável, intolerância à lactose, ou alergia à proteína do leite.
Entretanto, já existem versões de leite em pó sem lactose, que são seguras para pessoas com intolerância à lactose ou síndrome do intestino irritável.
Leite em pó engorda?
O leite em pó, quando é consumido com moderação e/ou em preparações saudáveis, não engorda.
Já o uso de grandes quantidades de leite em pó, ou ainda o uso desse alimento com açúcar, achocolatado ou em sobremesas, por exemplo, provoca o aumento das calorias da dieta, favorecendo o ganho de peso.
Leite em po faz mal para diabetes?
O leite em pó não faz mal para a diabetes, porque é um alimento de baixo índice glicêmico, equilibrando a glicemia no sangue por mais tempo e sendo, por isso, interessante para ajudar no controle da diabetes. Conheça outros alimentos de baixo índice glicêmico.
Benefícios do leite em pó
Os benefícios do leite em pó para a saúde são:
Promover o ganho de massa muscular, por ser rico em proteínas que estimulam o crescimento dos músculos;
Fortalecer o sistema imunológico, já que contém boas quantidades de selênio, um mineral que protege e melhora as funções das células do sistema imune;
Facilitar a perda de peso, pois as proteínas presentes no leite em pó aumentam o tempo de digestão, controlando a fome;
Prevenir a osteoporose, porque possui cálcio e fósforo, que são minerais importantes para fortalecer e manter a saúde dos ossos.
Além disso, o leite em pó também mantém a saúde da pele por conter vitamina A, um nutriente com potente ação antioxidante que ajuda a combater o excesso de radicais livres, que são um dos responsáveis pelos danos à células saudáveis da pele, levando à formação de rugas e flacidez.
A tabela a seguir contém a informação nutricional de 100 g, o que equivale a cerca de 5 colheres de sopa, de leite em pó integral e desnatado:
Componentes
100g de leite em pó integral
100 g de leite em pó desnatado
Energia
498 calorias
355 calorias
Proteínas
26 g
34,4 g
Gorduras
26,4 g
1,06 g
Carboidratos
39 g
52,1 g
Fibras
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Cálcio
886 mg
1364 mg
Fósforo
1237 mg
1674 mg
Selênio
16,2 mcg
16,2 mcg
Vitamina A
329 mcg
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Para se obter todos os benefícios do leite em pó, esse alimento deve fazer parte de uma alimentação saudável e variada, associada às práticas regulares de atividade física.
Marque uma consulta com o nutricionista mais perto de você, para saber como incluir o leite em pó em uma dieta saudável:
[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO]
Como consumir
O leite em pó pode ser consumido diluído em água ou café, onde geralmente é recomendado dissolver de 3 a 4 colheres de sopa em 200 a 250 ml de água.
Além disso, o leite em pó também pode ser usado no preparo de receitas como vitamina, bolo, pão, torta, mousse, panqueca, molhos e iogurte caseiro.