segunda-feira, 8 de junho de 2026

Ácidos nucleicos: o que são, estrutura, tipos (e função)

Os ácidos nucleicos são moléculas grandes presentes em todas as células e vírus, que têm a principal função de armazenar, transmitir e ajudar no uso da informação genética e hereditária, permitindo que a célula funcione e produza proteínas.

Essas moléculas são formadas por nucleotídeos, compostas por um grupo fosfato, um açúcar e uma base nitrogenada, são encontradas principalmente como DNA e RNA e se organizam de acordo com sua estrutura e função dentro da célula.

Leia também: DNA: o que é, estrutura, funções (e teste) tuasaude.com/dna

Nos seres humanos, os ácidos nucleicos ficam dentro das células, principalmente no núcleo e nas mitocôndrias, e também estão presentes em alimentos, pois estes provêm de organismos vivos, como plantas ou animais, cujas células têm material genético.

Imagem gerada por IA
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Como é a estrutura

Os ácidos nucleicos, como o DNA e o RNA, são compostos por unidades básicas chamadas nucleotídeos.

A estrutura desses nucleotídeos é baseada em três componentes principais:

  • Um grupo fosfato, que participa da ligação entre os nucleotídeos;
  • Um açúcar de cinco carbonos, que no DNA é a desoxirribose e no RNA é a ribose;
  • Uma base nitrogenada, que pode ser purinas (adenina e guanina, com dois anéis) ou pirimidinas (citosina, timina e uracila, com um único anel).

Os nucleotídeos são ligados entre si, formando uma cadeia contínua de açúcar e fosfato. Essa ligação ocorre quando o grupo fosfato de um nucleotídeo se conecta ao açúcar do seguinte.

No DNA, a molécula é formada por duas cadeias que se entrelaçam formando uma dupla hélice e são orientadas em direções opostas.

Essa disposição coloca as bases nitrogenadas no interior da estrutura, onde se emparelham especificamente: adenina com timina e guanina com citosina, unidas por ligações de hidrogênio.

Em contraste, o RNA geralmente é uma cadeia simples, que usa a ribose como açúcar e substitui a timina por uracila. Embora seja de fita simples, o RNA pode se dobrar sobre si mesmo para formar estruturas tridimensionais complexas.

Leia também: D-Ribose: o que é, para que serve, como tomar e efeitos colaterais tuasaude.com/d-ribose

Diferentes tipos e funções

Os diferentes tipos e funções dos ácidos nucleicos são:

1. Ácido desoxirribonucleico (DNA)

Nos seres humanos, o DNA é o material genético que serve como depósito de informações hereditárias.

Dependendo de sua localização dentro da célula humana, ele pode ser encontrado na forma de DNA genômico, que é organizado em cromossomos dentro do núcleo da célula, ou DNA mitocondrial, que se localiza dentro da mitocôndria.

Função: armazenar e transmitir as instruções exatas sobre como e quando construir as proteínas necessárias para o funcionamento das células e tecidos.

Além disso, o DNA também permite o armazenamento e a organização da informação genética necessária para o funcionamento das células humanas.

2. Ácido ribonucleico (RNA)

O ácido ribonucleico participa principalmente da produção de proteínas e da regulação dos genes.

Conforme o tipo, as funções do RNA incluem:

  • RNA mensageiro (mRNA): copia a informação do DNA e a transporta para os ribossomos, indicando qual proteína deve ser produzida;
  • RNA ribossômico (rRNA): faz parte dos ribossomos e ajuda a ligar os aminoácidos durante a formação de proteínas;
  • RNA transportador (tRNA): transporta os aminoácidos para o ribossomo, seguindo as instruções do mRNA;
  • RNAs regulatórios e não codificantes (miRNA e siRNA): regulam a expressão de outros genes e controlam a produção de proteínas.

Juntos, esses tipos de RNA permitem que a informação genética do DNA seja utilizada dentro da célula para a formação de proteínas e a regulação da expressão gênica.

Leia também: RNA: o que é, tipos e função tuasaude.com/rna

3. Análogos de ácidos nucleicos (sintéticos)

Os análogos de ácidos nucleicos (sintéticos) são moléculas criadas artificialmente que imitam a estrutura do DNA ou do RNA.

Os principais tipos incluem ácidos nucleicos bloqueados (LNAs), que têm modificações químicas que aumentam sua estabilidade e melhoram sua capacidade de ligação, e ácidos nucleicos peptídicos (PNAs), que substituem a estrutura natural do DNA ou do RNA por uma estrutura derivada de aminoácidos, facilitando sua interação com sequências específicas.

Funções: são usados ​​principalmente em diagnósticos moleculares e terapia gênica, devido à sua capacidade de se ligarem a sequências específicas com maior estabilidade e afinidade.

Alimentos têm ácidos nucleicos?

Os alimentos contêm ácidos nucleicos porque o DNA é o material genético presente em todos os organismos vivos, desde bactérias a plantas e animais.

Portanto, ao consumir alimentos de origem animal ou vegetal, também se ingere as células que contêm seus próprios ácidos nucleicos.

A análise desses ácidos nucleicos nos alimentos é uma ferramenta importante na biotecnologia e na segurança alimentar. Isso porque permite a detecção de adulterações e fraudes, como a verificação da origem da carne por meio da análise de DNA, incluindo casos de misturas não declaradas.

Também ajuda a identificar alérgenos, ao rastrear sequências específicas de DNA nos alimentos, bem como no controle de patógenos, detectando bactérias responsáveis ​​por doenças como Listeria, Salmonella, Campylobacter e Escherichia coli.

Os ácidos nucleicos também são usados no desenvolvimento e controle de alimentos geneticamente modificados, por meio da modificação do DNA para obter culturas com características específicas, como maior resistência, melhor valor nutricional ou alterações em suas propriedades.

Leia também: Alimentos transgênicos: o que são e porque podem fazer mal tuasaude.com/o-que-sao-alimentos-transgenicos

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sexta-feira, 5 de junho de 2026

Ressonância magnética da coluna: para que serve, como é feita (e tipos)

A ressonância magnética da coluna é um exame de imagem solicitado para investigar dores nas costas, no pescoço ou na região lombar, além de alterações neurológicas, hérnias de disco, compressão de nervos, lesões da medula espinhal, tumores, infecções e doenças degenerativas da coluna. 

Esse exame utiliza um campo magnético e ondas de rádio para produzir imagens detalhadas das estruturas da coluna vertebral, incluindo vértebras, discos intervertebrais, medula espinhal, nervos e tecidos ao redor. 

Leia também: Ressonância magnética: o que é, como é feita, tipos (e preparo) tuasaude.com/ressonancia-magnetica

Dependendo da área a ser avaliada, a ressonância magnética pode ser realizada na coluna cervical, torácica ou lombar, ou ainda abranger toda a coluna vertebral, com ou sem o uso de contraste para uma análise mais detalhada das estruturas.

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Para que serve

A ressonância magnética da coluna serve para identificar alterações, como:

  • Hérnia de disco;
  • Protusões discais;
  • Compressão de nervos espinhais;
  • Estenose do canal vertebral;
  • Lesões da medula espinhal;
  • Mielopatia cervical;
  • Inflamações e infecções da coluna;
  • Fraturas e lesões traumáticas;
  • Tumores da coluna vertebral ou da medula.

Além disso, a ressonância magnética da coluna pode auxiliar no diagnóstico e acompanhamento de doenças neurológicas, como a esclerose múltipla.

Leia também: Esclerose múltipla: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/esclerose-multipla

Também ajuda a identificar alterações degenerativas relacionadas ao envelhecimento, como o desgaste dos discos intervertebrais e das articulações da coluna, e detectar anomalias congênitas, que são alterações presentes desde o nascimento.

Marque uma consulta com o ortopedista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para avaliar a necessidade de realizar uma ressonância magnética da coluna:

[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO_SINTOMAS]

Preparo para a ressonância magnética da coluna

Na maioria dos casos, a ressonância magnética da coluna não exige preparo específico. No entanto, antes do exame, a pessoa deve informar ao médico e à equipe de radiologia sobre a presença de marcapasso, implantes metálicos, próteses, clipes cirúrgicos, aparelhos auditivos implantáveis ou qualquer outro dispositivo metálico no corpo. 

No dia do exame, normalmente é necessário retirar objetos metálicos, como relógios, brincos, colares, piercings, óculos e cartões magnéticos. 

Caso a pessoa tenha claustrofobia, o médico poderá recomendar medidas para aumentar o conforto durante o exame, como o uso de medicamentos calmantes ou sedação, quando necessário.

Leia também: Claustrofobia: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/claustrofobia

Ressonância magnética da coluna com sedação

A ressonância magnética da coluna com sedação pode ser indicada para pessoas que têm claustrofobia, ansiedade intensa, dificuldade para permanecer imóveis durante o exame ou para crianças que não conseguem colaborar. 

A sedação pode ser feita com medicamentos administrados por via oral ou intravenosa, dependendo das necessidades da pessoa e da orientação médica, ajudando a garantir maior conforto durante o exame. Entenda melhor como é feita a sedação.

Antes do exame, geralmente é necessário realizar jejum de 6 a 8 horas e passar por uma avaliação médica para verificar se a sedação pode ser realizada com segurança. 

Ressonância magnética da coluna com contraste

Nesse tipo de exame é administrado um contraste intravenoso, geralmente à base de gadolínio, para melhorar a visualização de determinadas estruturas. Em geral, esse exame não exige preparo especial. No entanto, alguns serviços podem recomendar jejum de 4 a 5 horas antes do procedimento. 

Além disso, é importante informar ao médico e à equipe de radiologia sobre alergias, gravidez ou problemas renais, pois essas condições podem influenciar o uso do contraste.

A ressonância com contraste pode ser indicada para avaliar tumores, inflamações, infecções, alterações vasculares ou para complementar a investigação de lesões já identificadas na ressonância convencional.

Leia também: Ressonância com contraste: para que serve, tipos e como é feita tuasaude.com/ressonancia-com-contraste

Como é feita

A ressonância magnética da coluna costuma seguir as seguintes etapas:

  1. Vestir uma bata hospitalar, especialmente se a roupa contiver botões, fechos ou outros componentes metálicos;
  2. Receber um acesso venoso, quando necessário, para permitir a administração do contraste ou de medicamentos utilizados na sedação durante o exame;
  3. Deitar-se na maca do equipamento, geralmente de barriga para cima, mantendo uma posição confortável para facilitar a obtenção das imagens;
  4. Colocar acessórios de apoio, como almofadas e dispositivos específicos que ajudam na captação das imagens, além de utilizar protetores auriculares para proteger dos ruídos repetitivos e intensos da máquina;
  5. Deslizar para o interior do aparelho, onde a região da coluna avaliada ficará posicionada no centro do equipamento para a realização das imagens;
  6. Permanecer imóvel durante todo o exame, pois movimentos podem comprometer a qualidade das imagens e tornar necessário repetir algumas sequências.

Após a conclusão das imagens, a maca é retirada do aparelho e, caso tenha sido utilizado contraste, o acesso venoso é removido. O exame costuma durar entre 15 e 60 minutos, dependendo da região avaliada e da necessidade de utilizar contraste.

Durante todo o procedimento, a pessoa pode comunicar-se com a equipe por meio de um interfone ou dispositivo de chamada. Na maioria dos casos, é possível retomar as atividades habituais logo após o exame.

Grávida pode fazer ressonância magnética da coluna?

Grávida pode fazer ressonância magnética da coluna quando o exame é considerado necessário pelo médico. 

Como a ressonância magnética utiliza um campo magnético e ondas de rádio para gerar imagens, e não radiação ionizante, como os raios X e a tomografia computadorizada, é geralmente considerada segura durante a gravidez. 

No entanto, o exame deve ser realizado apenas quando os benefícios para a mãe e o bebê superam os possíveis riscos, especialmente durante o primeiro trimestre de gestação.

Tipos de ressonância magnética da coluna

De acordo com a área da coluna que precisa ser analisada, a ressonância magnética pode ser classificada nos seguintes tipos:

1. Ressonância magnética da coluna lombar

A ressonância magnética da coluna lombar permite avaliar a parte inferior das costas e é frequentemente utilizada para diagnosticar hérnias de disco, compressão do nervo ciático, estenose lombar e outras causas de dor lombar com irradiação para as pernas.

Leia também: Dor na lombar: o que pode ser (e o que fazer) tuasaude.com/dor-no-final-da-coluna

2. Ressonância magnética da coluna cervical

A ressonância magnética da coluna cervical avalia a região do pescoço, formada pelas sete primeiras vértebras da coluna vertebral. 

Esse exame costuma ser solicitado para investigar dor cervical, formigamentos nos braços, perda de força muscular, compressão da medula espinhal, hérnias de disco cervicais e alterações degenerativas que podem comprometer os nervos da região. Veja as principais causas de dor na coluna cervical.

3. Ressonância magnética da coluna torácica

A ressonância magnética da coluna torácica analisa a região média das costas, onde as vértebras se conectam às costelas. 

É indicada para investigar dores persistentes, alterações neurológicas, tumores, infecções, fraturas e doenças que afetam a medula espinhal nessa parte da coluna.

Leia também: Dor no meio das costas: o que pode ser (e o que fazer) tuasaude.com/dor-no-meio-das-costas

4. Ressonância magnética da região sacra 

Esse tipo de ressonância magnética permite analisar o sacro e o cóccix, sendo indicada para investigar dores na região pélvica ou coccígea, traumatismos, alterações inflamatórias, tumores, malformações congênitas e doenças como a espondiloartrite axial, que pode afetar as articulações sacroilíacas.

5. Ressonância magnética da coluna total

Também chamada de ressonância magnética da coluna inteira, esse exame avalia simultaneamente as regiões cervical, torácica e lombar. 

Pode ser solicitado quando há necessidade de uma investigação mais abrangente, especialmente em casos de tumores, doenças inflamatórias, esclerose múltipla, infecções ou traumas extensos.

Cuidados após o exame

Após a ressonância magnética da coluna a pessoa pode retomar as atividades habituais logo em seguida. 

Quando o exame é feito com contraste, é recomendado manter uma boa hidratação ao longo do dia, para ajudar na eliminação da substância pelo organismo.

Já nos casos em que a ressonância é realizada com sedação, a pessoa deve permanecer em observação até a recuperação dos efeitos do medicamento e evitar dirigir ou realizar atividades que exijam atenção nas horas seguintes. Por isso, é recomendado estar acompanhada no retorno para casa.

Caso surjam sintomas como tontura intensa, dificuldade para respirar, náuseas persistentes ou qualquer reação incomum, deve-se procurar orientação médica imediatamente.



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quarta-feira, 3 de junho de 2026

10 remédios caseiros para a tosse (e como preparar)

Um ótimo remédio caseiro para tosse é o suco de guaco com cenoura que, devido à sua propriedade broncodilatadora, é capaz de aliviar a tosse com catarro e promover o bem-estar. Além disso, o chá de gengibre com limão também é uma boa opção, sendo indicado para a tosse seca devido à sua ação anti-inflamatória e antisséptica.

Para complementar estes remédios caseiros, também se pode tomar um copo de água à temperatura ambiente com 1 colher de mel, pois ajuda a hidratar as cordas vocais, acalmando toda a região da garganta e diminuindo os acessos de tosse.

No entanto, é importante consultar o otorrinolaringologista para identificar a causa da tosse, especialmente quando é constante, e assim ser indicado o melhor tratamento. Confira as principais causas de tosse persistente e o que fazer.

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Opções de remédios caseiros para tosse

Algumas opções de remédios caseiros para acabar com a tosse seca, alérgica, constante ou com catarro são:

1. Chá de gengibre com limão

Para tratar a tosse seca, um ótimo remédio caseiro é o chá de gengibre com limão, que possui propriedades anti-inflamatórias, ajudando a reduzir a irritação na garganta e nos pulmões, além de descongestionar as vias aéreas e aliviar a tosse seca.

Esse chá também pode ser utilizado como remédio caseiro para tosse em crianças, pois não apresenta efeitos colaterais.

Ingredientes​

  • 5 g de raiz de gengibre;
  • Suco de 2 limões;
  • 1 colher (de chá) de mel;
  • ½ litro de água.

Modo de preparo

Para preparar este remédio deve-se ferver o gengibre e a água em fogo brando até que a mistura fique reduzida a metade do volume inicial e depois desligar o fogo, coar e juntar o suco dos limões. Ao final, para adoçar pode ser adicionada 1 colher de chá de mel. O mel não deve ser usado no caso de bebês com menos de 2 anos.

Deve-se tomar 1 colher de sopa deste chá a cada 4 horas, enquanto a tosse persistir. Saiba mais outras opções de como acabar com a tosse seca.

2. Chá de limão com mel

A tosse do bebê pode ser controlado por meio do uso de alguns remédios caseiros, como o chá de limão com mel, no entanto, deve ser usado apenas em bebês maiores de 2 anos, pois antes desta idade o bebê não tem imunidade totalmente bem desenvolvida.

O chá de limão com mel ajuda a aliviar a tosse e a congestão nasal e dor de garganta e também é bom para melhorar a digestão.

Ingredientes

  • 500 mL de água;
  • 2 colheres (de sopa) de suco de limão;
  • 1 colher (de sopa) de mel.

Modo de preparo

Ferver a água na panela tapada durante cerca de 10 minutos e, em seguida, juntar o suco de limão e o mel. Deve-se oferecer ao bebê em pequenas quantidades quando estiver morno.

Outra dica é colocar algumas gotas de soro fisiológico no nariz do bebê antes de mamar e limpar o nariz com um cotonete próprio para bebês, o que também ajuda a aliviar a tosse. Confira outras dicas para combater a tosse no bebê.

3. Suco de guaco com cenoura

Uma opção de remédio caseiro para tosse com catarro é o suco de guaco com cenoura, pois possui propriedades broncodilatadoras e expectorantes, ajudando a eliminar o excesso de catarro e permitindo respirar melhor.

Além disso, ao adicionar a hortelã-pimenta ao suco, obtém-se a propriedade anti-inflamatória, que reduz as crises de tosse, principalmente nos casos de gripe, bronquite ou asma.

Ingredientes

  • 5 folhas de guaco;
  • 1 cenoura;
  • 2 ramos de hortelã;
  • 1 colher de chá de mel.

Modo de preparo

Para fazer o suco, basta misturar no liquidificador as folhas de guaco, a cenoura e os ramos de hortelã. Depois, coar e adoçar com 1 colher de chá de mel e beber 20 mL do suco várias vezes ao dia.

Outra ótima opção de remédio caseiro para tosse com catarro é infusão de tomilho, pois possui propriedades expectorantes, ajudando a liberar o catarro e fortalecer o sistema imune. Saiba mais para que serve o tomilho e como usar.

4. Chá de urtiga

Para aliviar a tosse alérgica, é possível utilizar algumas plantas medicinais, como a urtiga, rorela e tanchagem, por exemplo, pois tem propriedades calmantes, aliviando o desconforto na garganta e, consequentemente, a tosse.

Ingredientes

  • 1 colher (de sopa) de folhas de urtiga;
  • 200 mL de água.

Modo de preparo

Para fazer o chá é preciso colocar as folhas de urtiga na água e deixar ferver por 5 minutos. Em seguida coar, deixar esfriar e beber duas xícaras por dia. Caso haja necessidade, pode-se adicionar 1 colher de mel para adoçar. Conheça outros remédios caseiros para tosse alérgica.

5. Chá de hortelã-pimenta

O chá de hortelã-pimenta é rico em mentol, um óleo essencial com propriedade descongestionante natural que ajuda a aliviar a tosse causada por coriza ou ou nariz entupido.

Além disso, este chá tem propriedades anti-inflamatórias, que ajudam a reduzir a inflamação das vias respiratórias e a irritação dos seios nasais que causam a congestão nasal, especialmente nos casos de sinusite ou rinite alérgica.

Ingredientes

  • 6 folhas picadas de hortelã-pimenta;
  • 150 mL de água fervente.

Modo de preparo

Numa xícara adicionar a água sobre as folhas picadas de hortelã e deixar repousar por 5 a 7 minutos. Coar, adoçar com mel se desejar e tomar 3 a 4 xícaras por dia.

Outra opção para aproveitar os benefícios descongestionantes da hortelã-pimenta, é usar o óleo essencial para fazer inalações. Veja como fazer inalações com o óleo essencial de hortelã-pimenta.

6. Inalação com vapor de eucalipto

A inalação com vapor de eucalipto ajuda a aliviar a tosse e a congestão nasal causados por problemas respiratórios, como asma, bronquite, gripes, resfriados e sinusite, por exemplo.

No entanto, existem algumas pessoas que podem ser mais sensíveis ao óleo essencial liberado pelo eucalipto e, nesses casos, pode haver uma piora dos sintomas. Caso isso aconteça, deve-se evitar fazer esta inalação.

Ingredientes

  • 5 gotas de óleo essencial de eucalipto ou 1 punhado de folhas frescas de eucalipto;
  • 1 litro de água fervente.

Modo de preparo

Adicionar as gotas de óleo essencial de eucalipto na água fervente. Em seguida, deve-se cobrir a cabeça com uma toalha aberta, de modo que cubra também o recipiente contendo a solução do óleo essencial de eucalipto.

Inclinar a cabeça sobre o recipiente e inspirar o vapor o mais profundamente possível por até 10 minutos, repetindo 2 a 3 vezes ao dia. Esta toalha ajuda a manter o vapor da solução por mais tempo.

Ao terminar a inalação, é importante passar uma toalha molhada em água fria no rosto. Veja outras formas de usar o eucalipto.

A inalação com eucalipto também não devem ser usadas em crianças menores de 12 anos, pois podem causar alergias e falta de ar.

7. Chá de manjericão

O chá de manjericão ajuda a relaxar e dilatar os brônquicos, que pode ajudar a combater problemas respiratórios e melhorar a tosse causada por gripes, resfriados, asma, bronquite ou infecções respiratórias.

Ingredientes

  • 10 folhas frescas ou secas de manjericão;
  • 1 xícara de água.

Modo de preparo

Colocar a água para ferver e quando estiver fervendo, desligue o fogo. Adicionar a água fervente em uma xícara com as folhas de manjericão. Tapar e deixar repousar por 5 a 10 minutos. Em seguida, coar, esperar amornar e beber 1 xícara, até 3 vezes por dia.

A chá de manjericão não deve ser consumido por mulheres grávidas ou em amamentação, pois pode afetar o desenvolvimento do bebê.

8. Infusão de romã

A infusão de romã ajuda a combater a tosse, causada por garganta inflamada, pois é rico em polifenóis, flavonoides, alcaloides e triterpenos, que são substâncias com ação antioxidante e anti-inflamatória.

Ingredientes

  • 10 gramas da casca de romã;
  • 1 xícara de água.

Modo de preparo

Adicionar as cascas de romã em uma panela com a água. Quando começar a ferver, deixar por mais 5 minutos e desligar. Após esse tempo, tampar a panela deixando o chá repousar por mais 5 minutos. Esperar amornar e beber a seguir de 2 a 3 vezes por dia.

A infusão de romã não deve ser usada por crianças com menos de 2 anos, mulheres grávidas ou em amamentação ou por pessoas que tenham gastrite ou úlceras no estômago, pois pode causar irritação no estômago.

9. Xarope de agrião e abacaxi

O xarope de agrião e abacaxi é um excelente expectorante natural pois contém bromelina, e flavonoides, com propriedades expectorantes e descongestionantes que soltar o catarro e aliviar a tosse.

Além disso, esse xarope é rico em vitaminas C e A que ajudam a fortalecer o sistema imune e combater bronquite, sinusite e gripes, por exemplo.

Ingredientes

  • 200 g de nabo;
  • 1/3 do molho de agrião picado;
  • 1/2 abacaxi cortado em rodelas;
  • 2 beterrabas picadas;
  • 600 mL de água;
  • 1/2 xícara de mel.

Modo de preparo

Bater todos os ingredientes no liquidificador, exceto o mel, e depois levar a mistura ao fogo baixo durante 40 minutos. Esperar amornar, coar, adicionar 1/2 xícara de mel e misturar bem. Tomar 1 colher de sopa desse xarope 3 vezes ao dia. Para a criança, a medida deve ser de 1 colher de café, 3 vezes ao dia.

Esse xarope não deve ser usado por mulheres grávidas ou por pessoas alérgicas ao mel, própolis ou pólen.

10. Chá de alho

O chá de alho possui propriedades expectorantes, que ajudam a combater a tosse, pois deixa o catarro mais líquido, facilitando sua eliminação.

Além disso, o mel ajuda a lubrificar a garganta e a reduzir a irritação dos tecidos, aliviando a tosse.

Ingredientes

  • 1 dente de alho esmagado ou picado;
  • 1 colher (de sopa) de mel;
  • 1 xícara de água.

Modo de preparo

Ferver a água, desligar o fogo e adicioná-la na xícara com o alho esmagado. Deixar repousar por cerca de 5 minutos, coar, esperar amornar, adicionar o mel e beber 1 xícara do chá por dia.

O chá de alho não deve ser consumido por crianças menores de 2 anos ou por pessoas que tenham gastrite, úlceras, pressão baixa e hemorragia.

Além disso, no caso de grávidas ou lactantes, o chá de alho deve ser usado com orientação médica, pois quando utilizado em excesso, pode ter efeito abortivo, afetar o ciclo menstrual ou alterar o cheiro do leite materno.

Para pessoas alérgicas ao mel, própolis ou pólen, não se deve adicionar o mel na receita do chá.

Veja como preparar estes e outros remédios caseiros para tosse no vídeo a seguir:

Remédios Caseiros para a Tosse

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Goma guar: o que é, para que serve e como usar

A goma guar é um tipo de fibra que promove o equilíbrio da flora intestinal, facilita a formação das fezes e estimula a movimentação natural do intestino, ajudando, assim, a combater a prisão de ventre.

Além disso, a goma guar também ajuda a prolongar a saciedade, diminuindo a fome ao longo do dia, sendo, por isso, uma boa opção para incluir em dietas para perda de peso. Veja outros alimentos com fibras que também ajudam na perda de peso.

A goma guar é encontrada em lojas de produtos naturais e farmácias, em pó, podendo ser consumida diluída em água, sucos, iogurtes e frutas ou usada para dar consistência a molhos, pães, bolos ou purês. Além disso, a goma guar também pode ser encontrada na forma de gomas mastigáveis ou geleias.

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Para que serve

A goma guar pode ser indicada para:

1. Ajudar no emagrecimento

A goma guar é uma fibra que se dissolve em água, formando um tipo de gel no estômago, aumentando a sensação de saciedade e reduzindo a fome e a vontade de comer ao longo do dia, sendo, por isso, é uma boa opção para ajudar no emagrecimento.

No entanto, para promover o emagrecimento, a goma guar deve fazer parte de uma dieta saudável, associada à práticas regulares de atividade física.

2. Controlar o colesterol “ruim”

A goma guar se liga aos ácidos biliares no organismo, obrigando o fígado a usar o colesterol para produzir mais ácidos biliares. Assim, a goma guar controla os níveis de colesterol no sangue, ajudando a prevenir doenças como aterosclerose, infarto e angina.

[AFFILIATE_AMZN_GOMA-GUAR:2]

3. Prevenir a diabetes

A goma guar diminui a velocidade de absorção do açúcar dos alimentos, promovendo o equilíbrio dos níveis de glicose no sangue, ajudando a prevenir a resistência à insulina e a diabetes.

Além disso, a goma guar também ajuda no controle da glicemia em pessoas que já possuem a diabetes.

4. Fortalecer o sistema imunológico

A goma guar possui ação imunomoduladora, promovendo o aumento das bactérias benéficas e a redução das bactérias ruins no intestino, fortalecendo, assim, o sistema imunológico.

Por isso, a goma guar pode ajudar na prevenção de alergias e gripes, e no tratamento de doenças inflamatórias, como síndrome do intestino irritável, colite ulcerativa e doença de Crohn.

5. Combater a prisão de ventre

A goma guar é uma fibra solúvel que combate a prisão de ventre, porque estimula a movimentação natural do intestino, facilitando a eliminação das fezes.

Leia também: Acácia: o que é, para que serve (e como usar) tuasaude.com/acacia

No entanto, para combater a prisão de ventre é fundamental também beber bastante água, para a hidratar a goma guar e facilitar a passagem das fezes pelo intestino.

Como usar a goma guar

A goma guar em pó pode ser adicionada em água, sucos, frutas e iogurte, ou ainda pode ser usada para melhorar a textura e maciez de preparações, como pudins, pães, bolos, molhos ou sorvetes.

A recomendação de goma guar varia de acordo com as necessidades de cada pessoa e os objetivos a serem tratados. No entanto, a sugestão recomendada para adultos varia de 5 a 25 g de goma guar em pó por dia, que deve ser diluída em água e tomada antes das refeições.

Já a recomendação de ingestão da goma guar, na forma de gomas mastigáveis, é em torno de 2 gomas por dia.

[AFFILIATE_AMZN_GOMA-GUAR:2]

Possíveis efeitos colaterais

Quando consumida em excesso, a goma guar pode causar alguns efeitos colaterais como gases, cólicas, obstrução intestinal, náuseas, barriga inchada e diarreia.

Além disso, consumir goma guar e beber pouca água pode provocar engasgos, prisão de ventre.

Quem não deve usar

Mulheres grávidas ou que estejam amamentando devem usar a goma guar somente sob a recomendação de um médico.

A goma guar pode interferir na ação de alguns medicamentos, como metformina, etinilestradiol, penicilina e dioxina. Por isso, pessoas que usam estes tipos de medicamentos só devem consumir a goma guar sob a orientação de um médico.



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terça-feira, 2 de junho de 2026

Curva glicêmica: o que é, para que serve e (valor de referência)

A curva glicêmica é um exame que ajuda no diagnóstico de diabetes, pré-diabetes e resistência à insulina. Este exame é também importante durante a gravidez, para identificar a diabetes gestacional.

O exame de curva glicêmica, ou teste oral de tolerância à glicose (TOTG), é feito a partir da análise da concentração de glicose no sangue em jejum e após a ingestão de um líquido açucarado fornecido pelo laboratório. Assim, é possível avaliar como o organismo responde a elevadas concentrações de glicose.

Leia também: TOTG: o que é, quando fazer e o que significa o resultado do exame tuasaude.com/totg

Este exame costuma ser solicitado quando a glicemia em jejum está alterada e o médico precisa avaliar o risco de diabetes. Já nas grávidas, o médico recomenda fazer o exame de curva glicêmica entre 24 a 28 semanas de gestação para investigar o risco de diabetes gestacional.

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Para que serve

O exame da curva glicêmica serve para:

  • Investigar pré-diabetes e diabetes;
  • Investigar a hipoglicemia reativa;
  • Avaliar a resistência à insulina;
  • Investigar a diabetes gestacional.

Além disso, o exame da curva glicêmica faz parte do pré-natal, devendo ser realizado por todas as mulheres grávidas.

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Curva glicêmica para gestante

O exame de curva glicêmica para gestante faz parte do pré-natal, sendo fundamental para ajudar no diagnóstico da diabetes gestacional ou diabetes na mulher. Este exame geralmente é recomendado entre a 24ª e 28ª semana de gravidez.

O exame de curva glicêmica é importante, porque o excesso de açúcar no sangue da mulher pode causar o crescimento excessivo do bebê e aumentar os riscos de pré-eclâmpsia e problemas no parto.

Leia também: Diabetes gestacional: sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/diabetes-gestacional

Valores de referência da curva glicêmica

A interpretação das valores de glicose no sangue após 8 a 12 horas de jejum são:

  • Normal: inferior a 100 mg/dL;
  • Pré-diabetes: entre 100 e 125 mg/dL;
  • Diabetes: igual ou superior a 126 mg/dL.

Já em mulheres grávidas, o valor de glicose em jejum normal é de menos de 92 mg/dL.

Os valores de curva glicêmica após beber o líquido açucarado são:

  • Normal: inferior a 155 mg/dL, 1 hora após e abaixo de 140 mg/dL, 2 horas após ;
  • Pré-diabetes: 1 hora após, entre 155 e 208 mg/dL, e 2 horas após, entre 140 e 199 mg/dL;
  • Diabetes: 1 hora após, acima de 209 mg/dL, e 2 horas após, acima de 200 mg/dL.

Já os valores normais da curva glicêmica na gravidez são: abaixo de 180 mg/dL 1 hora, após a ingestão de glicose, e até 153 mg/dL, 2 horas após.

A curva glicêmica avalia amostras de sangue após 1 hora ou 2 horas após a ingestão de 75 gramas de glicose por via oral.

Quando o resultado é a tolerância diminuída à glicose, significa que há um grande risco de desenvolver diabetes, podendo ser considerada uma pré-diabetes.

Entretanto, somente uma amostra deste exame não é suficiente para o diagnóstico da diabetes, devendo-se ter uma coleta da glicemia de jejum em outro dia para confirmar.

Preparo para o exame

No preparo para o exame de curva glicêmica, a pessoa não deve fumar e deve fazer um jejum de 8 a 12 horas, sendo permitido beber apenas água neste período.

É recomendado também manter a dieta habitual e comer normalmente nos 3 dias antes do teste, e ingerir pelo menos 150 gramas de carboidratos por dia nesse período. Isso porque diminuir o consumo de carboidratos dias antes do exame pode elevar, de forma falsa, os níveis de glicose no exame.

Pode-se fazer atividade física, mas deve-se evitar atividades físicas extenuantes logo antes do exame.

Além disso, é importante também que a pessoa informe a equipe de saúde sobre os medicamentos em uso ou se ficou doente nos dias anteriores ao exame.

Como é feito o exame de curva glicêmica

O exame é feito conforme o passo a passo a seguir:

  1. Um profissional de saúde faz a primeira coleta de sangue, geralmente de uma veia do braço, para avaliar o nível de açúcar;
  2. Em seguida, a pessoa deve beber um líquido contendo cerca de 75 g de glicose, no caso dos adultos;
  3. Entre 1 e/ou 2 horas após a ingestão da bebida açucarada, o profissional de saúde tira novas amostras de sangue. Em alguns casos, o médico pode solicitar mais dosagens.

As amostras de sangue coletadas são enviadas para o laboratório, onde são feitas análises com o objetivo de identificar a quantidade de açúcar no sangue.

O resultado pode ser liberado na forma de gráfico, indicando a quantidade de glicose no sangue em cada momento. Esta forma permite uma visão mais direta do caso, devendo o médico fazer o gráfico para avaliar a condição de saúde do paciente.



source https://www.tuasaude.com/exame-da-curva-glicemica/

Skincare: o que é e como fazer (passo a passo)

O Skincare é uma rotina de cuidados com a pele que se deve ter para manter uma pele saudável, hidratada, suave, luminosa e jovem por mais tempo.

Esses cuidados devem ser feitos com produtos de skincare de acordo com o tipo de pele da pessoa, ou seja, se é seca, normal, mista ou oleosa, se apresenta ou não sensibilidade e se tem maior facilidade de surgimento de acne. Veja como saber qual o seu tipo de pele.

Assim, tendo em conta o tipo de pele, a rotina de cuidados diários e os produtos mais indicados podem ser indicados pelo dermatologista para que se tenham melhores resultados.

Veja no vídeo a seguir e entenda melhor como fazer um skincare simples e barato:

Skincare simples: rotina barata que funciona de verdade

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A ordem de skincare deve ser feita da seguinte forma:

1. Limpeza

A limpeza do rosto é essencial para manter a pele saudável, permitir a regeneração celular e potencializar a ação dos produtos que são aplicados no rosto.

Uma limpeza correta remove as impurezas, oleosidade em excesso, sujidade e poluição acumulada durante o dia, as células mortas e a maquiagem.

A limpeza pode ser feita com gel de limpeza, leite de limpeza ou água micelar, adaptado ao tipo de pele, e deve ser feita pelo menos 2 vezes por dia, de manhã e à noite. Saiba como usar o cleansing oil.

Como fazer: aplicar uma pequena quantidade do produto de skincare para limpeza do rosto, massageando suavemente e enxaguar em água corrente. Em seguida secar o rosto com uma toalha suave, limpa e seca.

Leia também: 6 passos para fazer limpeza de pele caseira tuasaude.com/como-fazer-uma-limpeza-de-pele

2. Tonificação

A tonificação da pele é outro passo importante do skincare, pois ajuda a refrescar e a manter o pH da pele balanceado, além remover os vestígios de impurezas, diminuir o tamanho dos poros e preparar a pele para receber os ingredientes ativos.

Alguns tipos de tônico facial que podem ser utilizados no skincare são o ácido glicólico ou o ácido salicílico, por exemplo, de acordo com o tipo de pele.

Como fazer: colocar um pouco do tonificante em uma bola de algodão e aplicar no rosto suavemente, deixando secar naturalmente, não sendo necessário enxaguar o rosto em seguida. A tonificação deve ser feita 2 vezes por dia após a limpeza.

3. Esfoliação

A esfoliação é um passo muito importante, porque ajuda a remover as células mortas, a desobstruir os poros e a promover a renovação celular.

Durante muito tempo, aconselhou-se a fazer este passo apenas 2 vezes por semana, de forma a não agredir a pele.

Porém, já existem produtos mais suaves com partículas menores, que permitem que este cuidado seja feito todos os dias, sem serem abrasivos para a pele.

Como fazer: a esfoliação pode ser feita com esfoliantes físicos, que são aqueles que têm microesferas na composição, ou com esfoliantes químicos, com alfa hidroxiácidos, como o ácido glicólico ou ácido láctico, que podem ser aplicados diariamente ou de acordo com a orientação do dermatologista.

Leia também: 8 esfoliantes caseiros para o rosto tuasaude.com/esfoliante-caseiro-para-pele-oleosa

4. Sérum

O sérum é um dos mais importantes na rotina de cuidados da pele, porque tem os componente ativos mais concentrados, em comparação aos cremes, e penetram em maior profundidade na pele, permitindo um tratamento mais eficaz.

O sérum pode ter ação hidratante, antioxidante, anti-envelhecimento ou anti-manchas, por exemplo, como a vitamina C, vitamina E, resveratrol ou cafeína, por exemplo, e deve ser escolhido tendo em conta a preocupação da pessoa em relação à sua pele.

Como usar: aplicar algumas gotas do sérum no rosto e pescoço, massageando suavemente. Pode-se aplicar o sérum 2 vezes por dia, após a tonificação ou esfoliação diária.

5. Tratamento para acne

Caso a pessoa tenha acne, após a aplicação do sérum, pode-se utilizar produtos recomendados pelo dermatologista para eliminar ou prevenir o surgimento de espinhas.

Essa etapa do skincare não precisa ser feita em pessoas que não tenham espinhas.

Como usar: aplicar um pouco do produto para espinhas em um cotonete e depois aplicar diretamente sobre a acne, deixando secar naturalmente. 

6. Hidratação do rosto

A hidratação do rosto pode ser feita com creme de dia e/ou de noite para hidratar, nutrir e proteger a pele contra as agressões externas, tais como a poluição.

O creme de dia deve ter filtro solar ou deve ser seguido da aplicação de um protetor solar.

Como usar: deve-se aplicar o creme hidratante no rosto, pescoço e colo, 2 vezes por dia, evitando a região dos olhos. 

Leia também: 10 hidratantes caseiros para o rosto tuasaude.com/pele-seca-o-que-fazer

7. Hidratação da área dos olhos

Os cremes de olhos servem para hidratar e proteger a região ocular, assim como prevenir o envelhecimento e evitar o surgimento de bolsas nos olhos e olheiras.

Estes produtos têm uma textura mais fina que os cremes de rosto, sendo mais facilmente absorvidos pela pele.

Como fazer: o creme de olhos deve ser aplicado de manhã e à noite, na região óssea do contorno dos olhos, com toques suaves.

8. Proteção solar

A proteção solar é fundamental no skincare para evitar os danos na pele causados pelos raios UV do sol, além de evitar o surgimento de manchas escuras na pele. Veja as principais causas de manchas escuras na pele.

O tipo de protetor solar deve ser, de preferência, indicado pelo dermatologista de acordo com o tipo de pele, e ter pelo menos FPS 30.

Como fazer: aplicar o protetor solar em todo o rosto e pescoço, e reaplicar sempre que necessário. Deve-se passar o protetor solar diariamente, mesmo em dias nublados.

Leia também: Protetor solar: qual o melhor, como usar (e porque usar diariamente) tuasaude.com/saiba-qual-e-o-melhor-protetor-solar-para-cada-pele

Além desses cuidados, é importante ter uma alimentação saudável e equilibrada para manter a saúde da pele.



source https://www.tuasaude.com/skincare/

segunda-feira, 1 de junho de 2026

8 motivos para levar a criança (ou bebê) ao pronto-socorro

É recomendado levar a criança ou o bebê ao pronto-socorro, se apresentar febre superior a 40 ºC ou que não melhora com o uso de remédios ou se durar mais de três dias, por exemplo.

Na presença de falta de ar ou dificuldade respiratória, desidratação grave, intoxicação, engasgos ou alergias graves, também é importante levar a criança à emergência imediatamente.

Leia também: Emergência pediátrica: o que é, como funciona (e quando ir) tuasaude.com/emergencia-pediatrica

Entretanto, situações como febre que diminui com hidratação e/ou uso de antitérmicos, picada de insetos sem sinais de alergia, conjuntivite e prisão de ventre, por exemplo, é aconselhado agendar uma consulta com o pediatra ou médico de família.

Imagem ilustrativa número 1

Quando levar à emergência

A criança ou o bebê devem ser levados à emergência se apresentarem:

1. Febre

É importante levar o bebê ao pronto-socorro, se apresentar febre e tiver menos de 3 meses, pois recém-nascidos e bebês pequenos podem piorar rapidamente.

Deve-se também levar a criança à emergência se a febre for superior a 40 ºC ou se não melhorar com o uso de remédios e durar mais de três dias.

Se, junto com a febre, a criança também tiver manchas no corpo, irritabilidade intensa, rigidez no pescoço, letargia ou dor abdominal forte, deve-se levá-la ao pronto-socorro.

2. Falta de ar e dificuldade respiratória

Deve-se levar a criança ou bebê ao pronto-socorro se tiverem sintomas de falta de ar ou dificuldade respiratória, como:

  • Lábios, língua, rosto, unhas ou extremidades com coloração azulada, roxa ou acinzentada;
  • Incapacidade de chorar emitindo som, de falar frases completas, cansaço extremo ou pausas na respiração;
  • Chiados intensos no peito (sibilos) ou som ofegante durante a inalação, que não melhoram com os tratamentos de inalação habituais.

A presença de respiração muito acelerada, ofegante ou com esforço visível, como o afundamento da pele entre as costelas ou no pescoço, também indicam a necessidade de levar a criança ou o bebê à emergência.

3. Problemas neurológicos

É recomendado levar a criança ou bebê ao pronto-socorro se apresentar convulsões, especialmente se for o primeiro episódio da criança, se durar mais de 3 a 5 minutos, ou se houver perda de consciência ou lesão durante o episódio.

Deve-se levar a criança ou o bebê ao pronto socorro, se tiver confusão, letargia extrema, dificuldade para acordar, sonolência incomum ou não reconhecerem os próprios pais ou responsáveis.

A dor de cabeça intensa, de início súbito, que não passa com analgésico comum, que acorda a criança durante o sono ou acompanhada de vômitos, também indica a necessidade de levar a criança à emergência.

4. Desidratação grave

Em casos de desidratação grave, com sintomas como diminuição da urina, boca e lábios secos, tontura, fraqueza ou letargia, olhos fundos, a criança ou o bebê devem ser levados à emergência.

Leia também: 13 sinais de desidratação em bebês e crianças (e o que fazer) tuasaude.com/sinais-de-desidratacao-nas-criancas

5. Problemas gastrointestinais

É importante levar a criança ou bebê ao pronto-socorro na presença de problemas gastrointestinais como vômitos frequentes, em jato ou amarelados / esverdeados.

Se a criança tiver diarreia persistente ou com presença de sangue ou dor de barriga muito intensa e contínua, também deve ser levada à emergência.

6. Traumas, quedas e ferimentos

É aconselhado levar a criança ou bebê ao pronto-socorro em casos de traumas, quedas e ferimentos, como:

  • Pancadas na cabeça, se, após bater a cabeça, a criança apresentar vômitos repetidos, perda de consciência mesmo que só por alguns segundos, confusão mental, convulsão, sono excessiva ou alterações na visão e equilíbrio;
  • Quedas graves, como quedas de alturas de mais de 1 metro para crianças com menos de 2 anos, ou mais de 1,5 metros para crianças maiores;
  • Fraturas, na suspeita de osso quebrado, inchaço que aumenta muito rápido, osso visivelmente torto ou exposto, ou incapacidade de usar o braço ou a perna.

Em casos de sangramentos graves, que não param com compressão de 10 minutos, cortes muito profundos, feridas extensas e queimaduras severas, também deve-se levar a criança ou bebê à emergência.

7. Alergia grave

A criança ou o bebê com alergia grave, ou anafilaxia, deve ser levado imediatamente para uma emergência pediátrica.

Alguns sintomas de alergia grave incluem dificuldade para respirar, placas vermelhas pelo corpo, coceira intensa, inchaço nos lábios, língua, rosto e olhos, tontura, palidez, suor excessivo, extremidades arroxeadas e desmaio.

A alergia grave é causada por uma reação de hipersensibilidade extrema e rápida do sistema imune, quando a criança ou bebê entra em contato com uma substância que é alérgica, como remédio, alimento ou picadas de insetos, por exemplo.

8. Intoxicação ou engasgo

Em casos de intoxicação por ingestão acidental de produtos de limpeza, medicamentos ou plantas tóxicas, por exemplo, a criança ou o bebê devem ser levados à emergência imediatamente.

A criança também deve ser levada ao pronto socorro em casos de engasgos, o que pode acontecer ao se alimentar, com a própria saliva ou ingestão de pequenos objetos, por exemplo.

Quando não levar a criança ao pronto-socorro

Não é aconselhado levar a criança ao pronto-socorro em situações como:

  • Febre que diminui com a hidratação e/ou o uso de antitérmicos;
  • Febre com sintomas leves de resfriado, mas a criança mantém boa energia;
  • Resfriados comuns ou infecções respiratórias leves;
  • Tosse isolada, sem falta de ar, sem respiração acelerada ou vômitos frequentes;
  • Picadas de insetos sem sinais de alergia ou assaduras comuns;
  • Conjuntivite;
  • Pancadas, pequenos hematomas, arranhões ou dores leves, onde a criança parece estável e com boa disposição;
  • Após uma queda leve, com um inchaço pequeno mas a criança consegue colocar peso no membro e não tem deformidade visível do osso;
  • Dor de cabeça leve após bater a cabeça, mas sem vômitos, confusão mental ou outros sinais de alerta;
  • Prisão de ventre há alguns dias, mas a criança está bem e não apresenta dor abdominal intensa.

Nestes casos, é preferível agendar uma consulta com o pediatra ou médico de família, ou usar os serviços de telemedicina.

Evitar levar a criança ao pronto-socorro sem necessidade é importante para não sobrecarregar o sistema de saúde e principalmente para proteger a criança contra microrganismos e vírus que podem causar novas infecções.

Leia também: Pronto-socorro: quando ir, tipos (e como escolher) tuasaude.com/pronto-socorro

source https://www.tuasaude.com/quando-levar-a-crianca-ao-pronto-socorro/

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