quarta-feira, 15 de abril de 2026

Calculadora de beta hCG

O exame de beta hCG é um tipo de exame de sangue que ajuda a confirmar uma possível gravidez, além de orientar para a idade gestacional da mulher, caso a gravidez seja confirmada.

Caso tenha o resultado do seu exame de beta hCG, por favor, preencha com o valor para saber se está grávida e qual a sua possível idade gestacional:

{CALCULADORA_BETA_HCG}

Como entender o resultado da calculadora?

De acordo com o valor de beta hCG inserido, a calculadora irá indicar as possíveis semanas de gestação, tendo por base os intervalos indicados na tabela anterior.

Caso o valor de beta hCG se insira em mais do que uma semana de gestação, a calculadora poderá oferecer múltiplos resultados. Dessa forma, é importante avaliar qual a semana de gestação indicada pela calculadora que parece ser mais fiável, de acordo com o desenvolvimento da gestação.

Por exemplo, uma mulher com valor de beta hCG de 3.800 mlU/ml poderá receber como resultado as semanas 5 e 6, assim como as semanas 25 a 40. Caso a mulher se encontre no início da gestação, significa que deverá estar nas semanas 5 a 6. Porém, se se encontrar numa fase mais avançada da gravidez, é possível que o resultado mais correto seja a idade gestacional de 25 a 40 semanas.

Marque uma consulta com o ginecologista ou obstetra mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para entender melhor o resultado do beta hCG:

[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO]

O que é beta hCG?

Beta hCG é a sigla que designa a gonadotrofina coriônica humana, um tipo de hormônio que apenas é produzido pela mulher durante a gravidez e que é responsável pelo surgimento do sintomas mais comuns de gravidez. Dessa forma, a medição deste hormônio através de um exame de sangue é muito utilizada como forma de confirmar uma possível gravidez.

Esse exame de sangue pode ser solicitado por seu médico de forma quantitativa ou qualitativa. O primeiro trará valores associados ao nível desse hormônio enquanto o segundo terá como resultado: positivo, no caso de uma gravidez, ou negativo.

Saiba mais sobre o beta hCG e o que pode dizer sobre a gravidez.

Como o beta hCG permite saber a idade gestacional?

A produção de beta hCG é iniciada logo após a fecundação do óvulo e, geralmente, seus níveis no sangue vão aumentando gradualmente até à 12º semana de gestação, momento em que estabilizam e voltam a diminuir até ao final da gravidez.

Por esse motivo, saber a quantidade de beta hCG no sangue ajuda o obstetra a entender melhor em que semana gestacional a mulher deverá estar, já que existem intervalos de valores estipulados para a quantidade de beta hCG em cada semana de gravidez:

Idade Gestacional Quantidade de Beta hCG no exame de sangue
Não está grávida - Negativo Inferior a 5 mlU/ml
3 semanas de gestação 5 a 50 mlU/ml
4 semanas de gestação 5 a 426 mlU/ml
5 semanas de gestação 18 a 7.340 mlU/ml
6 semanas de gestação 1.080 a 56.500 mlU/ml
7 a 8 semanas de gestação

7.650 a 229.000 mlU/ml

9 a 12 semanas de gestação 25.700 a 288.000 mlU/ml
13 a 16 semanas de gestação 13.300 a 254.000 mlU/ml
17 a 24 semanas de gestação 4.060 a 165.500 mlU/ml
25 a 40 semanas de gestação 3.640 a 117.000 mlU/ml

Por que o beta hCG não é detectável na 1ª e 2ª semana de gravidez?

O hormônio beta hCG é produzido pelo embrião pouco depois da implantação no útero, o que acontece entra a segunda e terceira semana de gestação. Antes disso, o embrião não está implantado, de forma que não há hormônio suficiente circulante no sangue para ser detectável no exame.



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Vacina BCG: para que serve, quando tomar (e reação)

A vacina BCG serve para prevenir as formas graves de tuberculose, como tuberculose miliar e meningite tuberculosa. Isso porque esta vacina estimula o organismo a produzir anticorpos contra a bactéria Mycobacterium tuberculosis.

Essa vacina contém a bactéria Mycobacterium bovis (Bacillus Calmette-Guérin) atenuada, ou seja, a bactéria viva e enfraquecida, mas que não é capaz de causar a tuberculose, sendo uma vacina muito segura.

Leia também: Tuberculose: sintomas, tipos, transmissão e tratamento tuasaude.com/tuberculose

A vacina BCG é disponibilizada gratuitamente pelo SUS, sendo normalmente administrada na maternidade logo após o nascimento ou no posto de saúde, fazendo parte do calendário de vacinação do bebê. Veja o calendário de vacinação do bebê.

Medico aplicando vacina no braço direito do bebê

Para que serve

A vacina BCG serve para evitar as formas graves da tuberculose, como a tuberculose miliar ou a meningite tuberculosa, por exemplo.

Leia também: Tuberculose miliar: o que é, sintomas, causas, tipos e tratamento tuasaude.com/tuberculose-miliar

Essa vacina contém bacilos vivos e enfraquecidos da bactéria Mycobacterium bovis . Quando entra em contato com o organismo, essa versão atenuada da bactéria estimula o sistema de defesa, produzindo anticorpos contra a Mycobacterium tuberculosis, que é a bactéria causadora da tuberculose.

A vacina BCG também oferece uma proteção parcial contra outras doenças, como a hanseníase, uma doença infecciosa que provoca manchas brancas ou avermelhadas e perda da sensibilidade na pele e fraqueza muscular.

Vacina BCG no recém-nascido

Como o sistema imunológico do bebê ainda está em desenvolvimento, a administração da vacina BCG no recém-nascido, logo após o nascimento e se possível nas 12 horas de vida, é fundamental para proteger a criança contra os efeitos da tuberculose.

Quando tomar

No Brasil, a vacina BCG é indicada para:

  • Recém-nascidos com peso igual ou maior a 2kg, logo após o nascimento ou nas primeiras 12 horas de vida do bebê;
  • Crianças menores de 5 anos (até os 4 anos, 11 meses e 29 dias), ainda não vacinadas com a BCG;
  • Pessoas em qualquer idade que convivem com portadores de hanseníase (lepra).

Em Portugal, a vacina BCG deixou de ser obrigatória, no entanto pode ser indicada para alguns bebês com risco elevado de desenvolver a infecção, sendo importante ter a recomendação do pediatra.

Qual a duração da proteção?

Não existem evidências sobre o tempo de duração da proteção da vacina BCG. Entretanto, esta vacina possui alta eficácia na proteção de bebês e crianças contra as formas graves da tuberculose.

O que se sabe é que a eficácia da vacina diminui com o passar dos anos, pela incapacidade de gerar uma quantidade de células de memória robusta e duradoura.

Por isso, a vacina não apresenta um bom desempenho entre adultos, não sendo indicada nesta fase.

Como é administrada

A vacina BCG deve ser administrada em dose única, diretamente na camada superior da pele (via intradérmica), por um médico, enfermeiro ou outro profissional de saúde treinado.

Geralmente, para crianças com idade inferior a 12 meses a dose recomendada é de 0,05 mL, e com idade superior a 1 ano é de 0,1 mL.

Esta vacina é sempre aplicada no braço direito e a resposta à vacina leva de 3 a 6 meses para aparecer, sendo notada por meio de uma pequena mancha vermelha elevada na pele, que evolui para uma pequena ferida com secreção e, finalmente, uma cicatriz.

Cuidados após a vacina

Alguns cuidados importantes após receber a vacina incluem não cobrir a lesão com faixas ou band-aids, deixando o local aberto para respirar e cicatrizar corretamente.

É importante também não aplicar pomadas, medicamentos ou qualquer outra substância sobre a ferida, e limpar a região apenas com água e sabão, durante o banho.

Possíveis reações adversas

As reações da vacina BCG normalmente incluem inchaço, vermelhidão e sensibilidade no local da injeção, que gradualmente muda para um pequeno nódulo e depois para uma ferida de até 1 cm em cerca de 2 a 4 semanas.

Embora seja raro, algumas crianças podem apresentar ínguas, caroços na pele e axilas, e feridas com mais de 1 cm ou que demoram muito tempo para cicatrizar. Na presença destas reações, deve-se consultar o pediatra imediatamente

Cicatriz da vacina BCG

A cicatriz da vacina BCG é uma reação natural e indica que o organismo reagiu às bactérias injetadas na pele, sendo considerado um sinal de que a vacina estimulou a imunidade do bebê.

A cicatriz normalmente mede até 1 cm e pode levar de 3 a 6 meses para se formar.

No entanto, a ausência da cicatriz na criança não indica necessariamente uma falta de imunização. E, por isso, não é mais recomendado que a vacina seja reaplicada se não existir cicatriz, já que não existem evidências científicas de que seja benéfico.

Quem não deve tomar

A vacina BCG não deve ser tomada por bebês, incluindo prematuros, com menos de 2 kg, sendo necessário esperar o bebê chegar aos 2kg para administrar a vacina.

Bebês de mães que usaram remédios durante a gestação que causam enfraquecimento do sistema imunológico, também não devem receber a vacina BCG nos primeiros seis meses de vida.

A vacina BCG também não deve ser aplicada em crianças com alergia a algum componente da fórmula ou que tenham o sistema imunológico enfraquecido, como em casos de infecção generalizada, em tratamento imunossupressor ou com HIV, por exemplo.



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terça-feira, 14 de abril de 2026

Dor de gases: como é, onde dói (e como aliviar)

A dor de gases pode ser sentida como uma cãibra, dor aguda e penetrante ou ainda como uma dor forte em qualquer parte da barriga. A pessoa com dor de gases também pode apresentar dor, pressão ou desconforto no peito.

Algumas formas de aliviar a dor de gases incluem tomar chás, fazer massagem na barriga, evitar alimentos que causam gases e tomar remédios, como simeticona e dimeticona.

Entretanto, é importante consultar o clínico geral se a dor de gases durar 3 semanas ou mais e/ou quando este sintoma é acompanhado de febre, perda de peso sem motivo aparente, diarreia , náuseas e vômitos, por exemplo.

Leia também: Gases: o que são, sintomas, causas e como eliminar tuasaude.com/sintomas-de-gases
Imagem ilustrativa número 1

Como é a dor de gases

A dor de gases pode ser sentida cãibras ou como uma dor aguda e penetrante, ou ainda como uma dor forte na barriga.

A pessoa com dor de gases também pode apresentar pressão ou desconforto do lado esquerdo ou direito da barriga, além de dor, pressão ou desconforto no peito.

[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO_SINTOMAS]

Dor de gases na barriga

A dor de gases na barriga geralmente é descrita como uma sensação de cãibras abdominais, dor aguda e penetrante ou como uma dor forte.

Esta dor pode surgir em qualquer lugar do abdômen: na parte superior, média inferior ou em toda a barriga.

A dor de gases também pode ser acompanhada por uma sensação de inchaço e pressão, distensão abdominal e ser aliviada com a eliminação de gases.

Dor de gases nas costas

Os gases podem provocar uma sensação de dor, desconforto ou pressão na região superior ou inferior das costas, no lado direito ou esquerdo.

Dor de gases no peito

A dor de gases no peito pode acontecer porque o gás pode se acumular na região de cima do intestino grosso, perto do diafragma.

Assim, o acúmulo de gases na região superior do intestino pode irradiar para o tórax, causando uma dor parecida com a de um ataque cardíaco.

Leia também: Dor no peito: 11 causas, o que fazer (e quando pode ser infarto) tuasaude.com/dor-no-peito

Onde dói a dor de gases

A dor de gases pode surgir em qualquer parte do abdômen, como área superior, média, inferior ou por toda a barriga.

Além disso, a dor de gases também pode surgir no peito e nas costas.

Sintomas de dor de gases

Os sintomas de dor de gases incluem:

  • Dor que varia de leve a intensa;
  • Inchaço abdominal;
  • Distensão abdominal;
  • Flatulência excessiva, que pode ter mau cheiro;
  • Eructação, ou arrotos;
  • Barulhos ou ruídos na barriga;
  • Sensação de pressão no abdômen.

É importante ressaltar que a dor de gases preso geralmente é aliviada por meio do arroto ou flatos, que são os gases intestinais.

Como saber se a dor é de gases

Uma forma de saber se a dor é de gases, é quando esse sintoma é aliviado ou se resolve após a liberação do gás, por meio de arroto ou flatos.

Além disso, a dor de gases pode ser observada após o consumo de alguns alimentos, bebidas, suplementos ou uso de medicamentos, por exemplo.

Como aliviar a dor de gases

Algumas formas de aliviar a dor de gases incluem:

  • Tomar remédios, como simeticona, dimeticona e alfa-D-galactosidase. Veja os remédios indicados para gases;
  • Fazer massagem na barriga, da direita para a esquerda, que pode ajudar a liberar gases presos;
  • Fazer exercícios, como caminhada, ioga e bicicleta, que estimulam a musculatura responsável pelos movimentos intestinais, ajudando na eliminação dos gases;
  • Tomar chás para gases, como de hortelã-pimenta, erva-doce, erva-cidreira e de louro.

Além disso, é importante também identificar os alimentos que causam gases e evitá-los, como leguminosas, como feijão, ervilha e grão-de-bico, couve-flor, brócolis e adoçantes, como sorbitol e xilitol.

Leia também: 8 formas para eliminar gases presos rapidamente tuasaude.com/como-eliminar-gases

Causas de gases

As principais causas de gases incluem Ingestão de ar ao comer rápido, beber, falar ou sorrir, refluxo, prisão de ventre, síndrome do intestino irritável e intolerância à lactose.

Além disso, os gases também podem ser causados pelo consumo de bebidas gaseificadas, como refrigerante, espumante e água com gás. Conheça as principais causas dos gases.

Quando ir ao médico

Embora a dor de gases seja geralmente simples, pode indicar problemas mais sérios.

Assim, é recomendado ir ao médico na presença de sintomas como:

  • Dor, inchaço ou distensão que não melhoram com mudanças na dieta e no estilo de vida;
  • Dor ou inchaço por 3 semanas ou mais;
  • Se os sintomas aumentaram quanto à frequência ou gravidade;
  • Febre;
  • Náuseas e vômitos;
  • Perda de peso sem motivo aparente.

É importante consultar o médico também se apresentar diarreia, sangue nas fezes, dificuldade para evacuar, urinar ou soltar os gases.

Desta forma, o médico poderá fazer uma avaliação completa e indicar o tratamento adequado.



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27 alimentos ricos em ferro (e principais benefícios)

segunda-feira, 13 de abril de 2026

Colonoscopia: o que é, como é feita (e preparo recomendado)

7 sintomas de malária (e o que fazer)

Os principais sintomas da malária incluem febre alta, calafrios, suor intenso e tremores, dor de cabeça, náuseas e vômitos, pele amarelada e dores nos músculos e articulações.

Já nos casos mais graves, quando a malária não é tratada rapidamente, a pessoa também pode apresentar cansaço extremo, delírios, confusão mental, convulsões, sonolência excessiva, excitação, rigidez na nuca e coma, por exemplo.

Leia também: Malária: o que é, sintomas, transmissão, ciclo e tratamento tuasaude.com/malaria

Por isso, em casos de suspeita de malária, é fundamental consultar o infectologista ou clínico geral. Assim, o médico poderá confirmar o diagnóstico e recomendar o tratamento adequado, que pode incluir o uso de medicamentos antimaláricos e a internação hospitalar.

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Quais são os sintomas da malária

Os principais sintomas da malária são:

  1. Febre alta, que pode ser contínua no início e, depois, ocorrer como picos a cada três dias;
  2. Calafrios, suor intenso e tremores;
  3. Dor de cabeça;
  4. Náuseas e vômitos;
  5. Dores musculares e nas articulações;
  6. Pele amarelada, ou icterícia;
  7. Batimentos cardíacos acelerados.

Entretanto, se a doença não for tratada rapidamente, pode evoluir para a malária grave, causando complicações e risco de óbito em poucas horas.

[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO_SINTOMAS]

Sintomas graves de malária

Os sintomas graves de malária incluem cansaço extremo e prostração, delírios, confusão mental, desorientação, sonolência excessiva, excitação, perturbações sensoriais, rigidez na nuca e coma.

Outros sintomas da malária grave incluem convulsões frequentes, dificuldade para respirar, hemorragias, urina escura ou com sangue, pressão baixa, estado de choque, anemia severa e falência múltipla de órgãos.

Entretanto, pessoas que vivem em áreas onde a malária é comum desenvolvem uma imunidade parcial à doença, o que reduz o risco de a infecção causar doença grave.

Sintomas da malária em mulheres grávidas

As mulheres grávidas têm um risco mais alto de contrair a malária e de desenvolver complicações graves.

Assim, a mulher grávida pode apresentar em sintomas como:

  • Anemia materna grave;
  • Aborto espontâneo;
  • Nascimento do bebê sem sinais vitais;
  • Morte do bebê durante ou logo após o nascimento;
  • Parto prematuro;
  • Baixo peso do bebê ao nascer.

Além disso, a mulher também pode apresentar os mesmos sintomas da malária grave, como dificuldade para respirar, pressão baixa e convulsões, por exemplo.

O que fazer

Na presença de sintomas que possam indicar a malária, é recomendado procurar um atendimento médico imediato, especialmente se a pessoa esteve recentemente em uma área onde a malária é comum.

Leia também: Especialistas em malária: qual médico consultar? tuasaude.com/especialistas-em-malaria

Assim, o médico poderá confirmar o diagnóstico, por meio de testes rápidos ou exames de sangue no microscópio, para identificar a presença do parasita Plasmodium.

O tratamento indicado pelo médico pode ser feito com o uso de medicamentos antimaláricos, como cloroquina e primaquina, que são fornecidos gratuitamente pelo SUS.

Já em casos graves da doença, a internação hospitalar imediata é indicada. Veja como deve ser o tratamento da malária.



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domingo, 12 de abril de 2026

Formigamento no rosto: o que pode ser (e o que fazer)

O formigamento no rosto pode ser causado por paralisia facial, ansiedade, enxaqueca, disfunção na ATM, infecção, AVC ou neuralgia do trigêmeo, como também após uma cirurgia dentária.

Dependendo da sua causa, o formigamento no rosto pode estar acompanhado de outros sintomas como dor de cabeça, zumbido no ouvido, dificuldade para falar ou sorrir, boca torta e rosto assimétrico, por exemplo.

É importante consultar o neurologista, clínico geral ou dentista sempre que surgirem sintomas de formigamento ou dormência no rosto, especialmente quando acompanhada de outros sintomas, para identificar a causa e realizar o tratamento mais adequado. No caso do AVC, deve-se procurar o pronto-socorro imediatamente.

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17 causas de formigamento no rosto

As causas mais comuns de formigamento no rosto são:

1. Problemas odontológicos

Uma causa comum de formigamento no rosto ou na cabeça são os problemas dentários como pulpites, periodontites ou mesmo uma abscesso dentário.

Essas condições podem causar estímulos em nervos da face e provocar dormência que, normalmente, está acompanhada de dor.

O que fazer: deve-se consultar o dentista para fazer o tratamento odontológico da condição que está causando a dor, o que pode ser feito com o uso de antibióticos ou anti-inflamatórios, obturação do dente, remoção da cárie ou canal, por exemplo. Veja como é feito o tratamento do canal.

[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO_SINTOMAS]

2. Paralisia facial

A paralisia facial, ou paralisia facial de Bell, é um transtorno neurológico que acontece quando o nervo facial é afetado.

Os sintomas da paralisia facial são falta de expressão em uma parte do rosto, sensação de formigamento no lado do rosto afetado e dificuldade para fechar o olho afetado. Veja mais sobre a paralisia facial.

O que fazer: nesses casos, é importante ir ao médico para que seja identificada a causa e, assim, seja indicado o tratamento mais adequado.

De forma geral, é indicado o uso de lágrimas artificiais, para evitar o ressecamento do olho, e realização de fisioterapia para fortalecer os músculos e melhorar a circulação sanguínea no local do nervo que foi afetado, massagem e eletroestimulação.

3. Disfunção têmporo-mandibular

A disfunção têmporo-mandibular é causada um distúrbio no funcionamento da articulação temporomandibular (ATM), que é responsável pelo movimento de abrir e fechar a boca.

Isso gera desconforto na região do rosto e da mandíbula, e formigamentos na face que podem ser acompanhados de dor de cabeça persistente ou até zumbido no ouvido. Confira outros sintomas da disfunção têmporo-mandibular.

As causas mais comuns da disfunção têmporo-mandibular são apertar muito os dentes durante o sono, ter sofrido alguma pancada na região ou ter o hábito de roer unhas, por exemplo.

O que fazer: o tratamento deve ser feito com orientação do dentista, que geralmente indica o uso de placa rígida que recobre os dentes para dormir, realização de fisioterapia, uso de analgésicos e anti-inflamatórios, técnicas de relaxamento, terapia a laser ou cirurgia.

Leia também: 6 principais tratamentos para dor na ATM tuasaude.com/tratamento-para-dor-na-atm

4. Alterações nos nervos faciais

As alterações nos nervos faciais, como nervos trigêmeo, facial, glossofaríngeo ou occipital, por exemplo, podem causar inflamações, levando ao surgimento de sensibilidade na face ou no crânio.

Desta forma, podem surgir sintomas como formigamentos ou dormência que são sentidos no rosto e na cabeça.

O que fazer: o tratamento depende do tipo de nervo afetado, e da gravidade dos sintomas, devendo ser feito com orientação do neurologista.

Geralmente o tratamento envolve o uso de relaxantes musculares, corticoides, anticonvulsivantes ou antidepressivos, por exemplo, para ajudar a aliviar os sintomas.

5. Cirurgia dentária

As cirurgias na face e dentes, como a remoção de dentes, implantes ou cirurgia ortognática podem implicar na manipulação e inflamação de nervos da região, o que pode resultar em dormência, formigamento ou dor no rosto.

O que fazer: geralmente, esta alteração costuma ser temporária, e não durar mais que alguns dias, pois pode ocorrer pelo inchaço dos tecidos da face.

No entanto, caso tenha havido alguma lesão do nervo, a alteração na sensibilidade pode durar muitos meses e necessitar de um tratamento prolongado orientado pelo o dentista ou cirurgião maxilofacial, que pode indicar o uso de analgésicos, anti-inflamatórios ou opioides, por exemplo. Veja como aliviar a dor após cirurgia dentária.

6. Enxaqueca

Apesar do principal sintoma da enxaqueca ser a dor de cabeça, essa condição pode também ser acompanhada de alterações na sensibilidade em alguns locais do corpo, como na face, podendo provocar dormência ou formigamento no rosto.

Além disso, a enxaqueca com aura pode provocar sintomas sensitivos antes mesmo da dor de cabeça surgir, como visão de pontos brilhantes ou dormências. Saiba identificar todos os sintomas da enxaqueca.

O que fazer: o tratamento da enxaqueca deve ser orientado pelo neurologista, que pode indicar o uso de remédios anti-inflamatórios ou triptanos, para aliviar a dor e evitar o surgimento de crises de enxaqueca. 

Leia também: 13 remédios para enxaqueca tuasaude.com/remedio-para-enxaqueca

7. Ansiedade

Uma crise de estresse e ansiedade pode provocar alterações na sensibilidade e sensação de formigamento em diversos locais do corpo.

Também é comum que surja localizada no rosto, língua ou na cabeça.

O que fazer: o formigamento no rosto nestes casos é leve, e passa após alguns minutos, quando a pessoa consegue acalmar-se, podendo ser usadas medidas naturais para aliviar o estresse e acabar com o formigamento. Confira algumas opções de calmantes naturais para aliviar o estresse e a ansiedade.

8. Alterações da face

O surgimento de nódulos, pólipos, infecções, como sinusites, inflamações, deformidades ou, até mesmo, um tumor na face ou no crânio, podem comprometer a sensibilidade de nervos.

Isso pode provocar alterações na circulação de sangue ou qualquer outro tipo de comprometimento da integridade dos tecidos que geram formigamentos.

O que fazer: o tratamento das alterações na face depende da sua causa, podendo nesses casos ser indicados pelo neurologista ou otorrinolaringologista o uso de analgésicos, anti-inflamatórios, antibióticos ou até cirurgia para remoção de pólipos ou nódulos por exemplo. Saiba como é feita a cirurgia para remoção de pólipos.

9. Neuralgia do trigêmeo

A neuralgia do trigêmeo é a compressão do nervo trigêmeo, que é responsável pelo controle dos músculos da mastigação e pelo transporte de informações sensitivas do rosto até o cérebro.

Essa condição pode causar formigamento, dormência ou dor no rosto, que pode irradiar para a região em volta do nariz e parte superior dos olhos.

A neuralgia do trigêmeo pode ser causada por deslocamento de um vaso sanguíneo, que acaba por se apoiar sobre o nervo, ou até por lesões cerebrais ou doenças autoimunes que afetam os nervos, como a esclerose múltipla, por exemplo.

O que fazer: deve-se consultar o neurologista que pode indicar o uso de remédios analgésicos, anticonvulsivantes,relaxantes musculares ou antidepressivos, para aliviar a dor e o formigamento no rosto.

Além disso, o médico pode indicar sessões de fisioterapia, ou nos casos mais graves, cirurgia. Confira todas as opções de tratamento para a neuralgia do trigêmeo.

10. Deficiências de vitaminas

A deficiência de vitaminas, como a vitamina B3, B12 ou E, pode causar danos nos nervos e levar ao surgimento de formigamento, especialmente nos pés, pernas ou mãos, mas que também pode afetar o rosto.

Além disso, a deficiência dessas vitaminas também podem causar outros sintomas, como dor muscular, dificuldade de concentração, diarréia, vômitos ou perda de peso, por exemplo.

O que fazer: deve-se consultar o clínico geral para realizar exames, de forma a identificar qual vitamina está deficiente no corpo, e realizar o tratamento que geralmente é feito com o uso de suplementos vitamínicos.

Além disso, é importante ter uma alimentação variada, ingerindo frutas, legumes e vegetais frescos, de acordo com a orientação do nutricionista. Veja uma lista completa de alimentos ricos em vitamina B12.

11. AVC

O AVC, ou derrame cerebral, é uma condição que pode causar sintomas de formigamento em apenas um lado do rosto, dificuldade para falar ou sorrir, boca torta e rosto assimétrico.

Além disso, podem ainda surgir outros sintomas, como alterações da visão, desmaio, dor de cabeça e até vômitos, dependendo da região afetada do cérebro. 

Leia também: 12 sintomas de AVC (e o que fazer) tuasaude.com/sintomas-de-avc-acidente-vascular-cerebral

O AVC é uma condição grave que pode colocar a vida em risco e geralmente ocorre devido a uma obstrução ou ruptura de algum vaso sanguíneo no cérebro, interrompendo a circulação de sangue, e comprometendo o fornecimento de oxigênio para o cérebro.

O que fazer: deve-se procurar o pronto socorro mais próximo imediatamente, para que seja feito o tratamento mais adequado que varia de acordo com o tipo de AVC, de forma a evitar complicações ou sequelas, como dificuldade de em movimentar o corpo ou confusão ou perda de memória, por exemplo. Saiba como é feito o tratamento do AVC.

12. Uso de medicamentos

Alguns medicamentos podem causar formigamento no rosto ou no corpo como um dos efeitos colaterais, como quimioterapia, remédios para HIV ou o antibiótico metronidazol, por exemplo. Veja outras causas de formigamento no corpo.

O que fazer: deve-se consultar o médico responsável pelo tratamento para avaliar a possibilidade de trocar a medicação ou receber orientações sobre o que fazer para diminuir os efeitos colaterais do remédio.

13. Herpes zoster

A herpes zoster é uma infecção causada pela reativação do vírus varicela-zóster em pessoas que já tiveram catapora.

Esse vírus fica \"adormecido\" dentro dos nervos, podendo ser reativado quando o sistema imunológico está enfraquecido.

A herpes zoster afeta principalmente a região do tórax e da barriga, mas também pode surgir a face, na região do nervo trigêmeo, causando formigamento, queimação, dor intensa e bolhas na pele.

Essa infecção pode ser prevenida através da aplicação da vacina contra herpes-zoster em pessoas com mais de 50 anos. Veja quando tomar e doses da vacina contra herpes-zoster.

O que fazer: o tratamento é feito pelo dermatologista ou neurologista com o uso de antivirais na forma de comprimidos, pois evitam a multiplicação do vírus, permitindo a cicatrização da pele, além de evitar controlar o aparecimento de outras bolhas e feridas. 

14. Esclerose múltipla

A esclerose múltipla é uma doença autoimune que leva à degradação da mielina que reveste os neurônios, comprometendo o funcionamento do sistema nervoso.

Essa condição pode causar formigamento em várias partes do corpo, incluindo o rosto, além de problemas de visão, falta de força nos membros, dificuldade para caminhar e coordenar os movimentos. 

O que fazer: o tratamento da esclerose múltipla é feito com orientação do reumatologista que pode indicar o uso de remédios como anticonvulsivantes, corticoides, imunossupressores, analgésicos e relaxantes musculares, além de sessões de fisioterapia.

Leia também: 11 tratamentos para esclerose múltipla (remédios, fisioterapia e mais) tuasaude.com/tratamento-para-esclerose-multipla

15. Doença de Lyme

A doença de Lyme é uma infecção causada pela bactéria Borrelia burgdorferi que é transmitida pela picada do carrapato infectado com essa bactéria.

Essa infecção pode se espalhar para várias partes do corpo, e afetar os nervos, resultando em dormência ou formigamento no rosto, paralisia facial ou alterações visuais, por exemplo.

O que fazer: o tratamento é feito pelo infectologista com o uso de antibióticos como a doxiciclina, por exemplo, e quanto mais cedo se inicia o tratamento, mais rápida é a recuperação, evitando as complicações. Veja como é feito o tratamento da doença de Lyme.

16. Quimioterapia

Alguns quimioterápicos usados na quimioterapia para o tratamento do câncer, como a oxaliplatina, a cisplatina ou a carboplatina, podem provocar neuropatia periférica.

Geralmente, essa neuropatia afeta as mãos ou os pés, mas em alguns casos também podem afetar a face e causar dormência ou formigamento no rosto.

O que fazer: deve-se evitar a exposição a temperaturas extremas ou objetos muito frios, pois podem piorar ou desencadear os sintomas.

Além disso, o oncologista pode indicar o uso de remédios como gabapentina ou pregabalina, por exemplo, para aliviar os sintomas da neuropatia periférica induzida por quimioterapia.

Leia também: Neuropatia periférica: o que é, sintomas e tratamento (é grave?) tuasaude.com/neuropatia-periferica

17. Diabetes

A diabetes não controlada pode provocar danos progressivos nos nervos periféricos, devido aos níveis altos de açúcar no sangue, e causar neuropatia diabética.

Essa condição pode resultar em dor, formigamento, sensação de queimação ou perda de sensibilidade, principalmente nas mãos ou pés, mas também pode afetar o rosto.

O que fazer: deve-se fazer o tratamento adequado da diabetes, conforme orientação do endocrinologista, podendo também ser indicado o uso de medicamentos como analgésicos e antidepressivos, para aliviar os sintomas da neuropatia diabética.



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