Urgência e emergência podem parecer duas palavras muito semelhantes, no entanto, em ambiente hospitalar, essas palavras têm significados muito diferentes que ajudam a avaliar os pacientes de acordo com o risco de vida que correm, otimizando o tempo que passa desde o início dos sintomas até o tratamento médico.
Independente de se tratar de uma urgência ou de uma emergência, qualquer caso que pareça colocar a vida em risco deve ser avaliado o mais rápido possível por um profissional de saúde, devendo-se pedir ajuda pelo 192 ou ir na urgência do hospital da região.
O que é uma emergência
Normalmente, o termo \"emergência\" é utilizado nos casos mais graves, quando a pessoa está em risco imediato de perder a vida e, por isso, o tratamento médico deve ser iniciado o mais rápido possível, mesmo que ainda não exista um diagnóstico bem definido.
O tratamento destes casos é especialmente direcionado para tentar controlar os sinais vitais e não para tratar a causa do problema. Encaixam nesta definição situações como hemorragias graves, AVC ou um infarto, por exemplo.
O que é uma urgência
A palavra \"urgência\" é usada para descrever uma situação que é grave, mas que não coloca a vida em risco imediato, embora possa evoluir ao longo do tempo para uma emergência. Nesta classificação estão incluídos casos como fraturas, queimaduras de 1º e 2º grau ou uma apendicite, por exemplo.
Nestes casos, existe mais tempo para fazer vários exames, identificar a causa e definir a melhor forma de tratamento, que deve ser direcionada para resolver a causa e não apenas para estabilizar os sinais vitais.
Situações de emergência vs urgência
A seguir, indicamos algumas situações que podem ser descritas como emergência ou urgência:
Situações EMERGENTE
Situações URGENTES
Dor muito intensa no peito (infarto, aneurisma da aorta...)
Dor abdominal muito intensa (perfuração do intestino, gravidez ectópica...)
Fraturas sem hemorragia grave
Hemorragia grave
Presença de sangue no catarro ou na urina
Dificuldade para respirar
Desmaio ou confusão mental
Traumatismo craniano grave
Pequenos cortes
Traumas causados acidentes ou armas, como pistola ou faca
Picadas ou mordidas de animais
Qualquer uma das situações apresentadas é motivo para ir ao hospital e fazer uma avaliação profissional por um médico, enfermeiro ou outro profissional de saúde.
Quando devo ir ao hospital
Nem sempre é fácil identificar quando é realmente preciso ir no hospital ou pronto socorro, e por isso aqui ficam alguns dos principais sintomas que justificam uma ida à urgência ou pronto-socorro:
1. Perda de consciência, desmaio ou confusão mental
Quando existe perda de consciência, desmaio, confusão ou tonturas severas é importante ir no hospital ou pronto socorro, especialmente se estiverem presentes outros sintomas como falta de ar ou vômito, por exemplo. A perda de consciência ou desmaio frequente pode indicar a presença de outros problemas mais graves, como doenças cardíacas, neurológicas ou hemorragias internas.
2. Acidente ou queda grave
Se sofreu ferimentos graves ou se se machucou em consequência de um acidente ou prática de esporte, é importante ir no hospital se:
Bateu com a cabeça ou se perdeu a consciência;
Tem algum hematoma extenso ou inchaço em alguma região do corpo;
Apresenta algum corte profundo ou sangramentos;
Tem dor forte em alguma região do corpo ou se suspeitar de alguma fratura.
É importante que estes sintomas sejam observados e avaliados por um especialista, podendo ser necessário a realização de alguns exames, para evitar que os sintomas piorem ou que provoquem sequelas mais graves.
3. Dificuldade para movimentar um lado do corpo ou dormência
Quando existe perda de memória e confusão mental, diminuição da força e da sensibilidade de um dos lados do corpo ou dor de cabeça forte, existem suspeitas de AVC, e por isso é muito importante procurar rapidamente ajuda médica.
4. Dor forte ou repentina
Qualquer dor forte que surja sem razão aparente deve ser analisada pelo médico, especialmente se não passar após alguns minutos. Porém, existem algumas dores que podem ser mais preocupantes que outras, como:
Dor súbita no peito, pode ser sinal de infarto, pneumotórax ou embolia pulmonar, por exemplo;
Em mulheres, dor forte e súbita no ventre pode indicar aborto;
Dor abdominal forte pode indicar apendicite ou infecção na vesícula ou pâncreas;
Dor forte na região dos rins, pode ser sinal de infecção urinária;
Dor de cabeça forte e sem razão pode ser sinal de AVC hemorrágico;
Dor forte nos testículos pode indicar a presença de uma infecção nos testículos.
Nestas situações e especialmente quando a dor não passa ou piora, é indicado ir no hospital ou pronto socorro.
5. Tosse que piora ao longo do tempo
Quando a tosse persistente não passa ou piora é recomendado consultar o médico logo que possível, pois ela pode indicar a presença de doenças respiratórias como gripe, infecção respiratória, pneumonia ou bronquite, por exemplo. Além disso, podem também estar presentes outros sintomas como falta de ar, dor no peito ou catarro.
6. Febre que dura mais de 3 dias
A febre é um sintoma comum, que ocorre devido a uma reação de defesa do organismo contra alguma infecção, como gripe, meningite, pneumonia, infecções respiratórias, infecções urinárias ou gastroenterite, por exemplo.
Quando a febre é o único sintoma de doença ou quando ela dura à menos de 3 dias, não é necessário procurar ajuda médica, sendo indicado esperar mais algum tempo.
Porém, quando a febre dura à mais de três dias ou quando vem acompanhada de outros sintomas como falta de ar ou convulsões, é indicado ir no hospital ou pronto socorro logo que possível.
Sintoma de resfriado, infecções leves, problemas de digestão, pequenos ferimentos ou dores leves são sintomas que não justificam uma ida ao hospital ou pronto socorro, sendo possível esperar pela consulta do clínico-geral ou do médico regular.
O veganismo é um estilo de vida que tem como objetivo excluir o uso de animais na alimentação, como carne, ovos, peixes, laticínios e mel. A pessoa vegana também não usa roupa feita de couro ou pelos naturais e produtos com ingredientes de origem animal ou testados em animais.
Assim, na dieta vegana é priorizado o consumo de alimentos de origem vegetal, como cereais, leguminosas, frutas, vegetais, tubérculos, óleos vegetais, sementes e oleaginosas, por exemplo.
Por ser uma dieta que geralmente é rica em fibras, vitaminas, minerais e compostos bioativos, o veganismo ajuda a diminuir o risco de doenças como pressão alta, infarto, aterosclerose, diabetes, câncer e obesidade.
O que comer na dieta vegana
A dieta vegana geralmente inclui alimentos saudáveis como:
Cereais integrais: arroz, trigo, milho, quinoa, aveia e amaranto;
Leguminosas: feijão, grão-de-bico, soja, ervilha e amendoim;
Tubérculos: batata, batata-baroa, batata-doce, mandioca e inhame;
Frutas: manga, laranja, limão, abacate, banana, mamão, maçã e pera;
Vegetais: couve, tomate, acelga, brócolis, chuchu e espinafre;
Sementes: chia, linhaça, gergelim, semente de abóbora e de girassol;
Derivados de soja: tofu, tempeh, proteína texturizada de soja, miso e seitan;
Outros: bebidas vegetais, azeite de oliva, óleo de coco.
Também é possível transformar receitas tradicionais em opções veganas, ou adquirir em supermercados ou lojas naturais, produtos prontos como, salsichas de soja, leite vegetal, hambúrguer de grão-de-bico, feijão ou lentilha, por exemplo.
Alimentos que devem ser evitados
Na dieta vegana deve-se evitar todos os alimentos de origem animal, como:
Carnes, como frango, ovos, peixes, carne bovina e frutos do mar;
Leite e derivados, como queijo, iogurte, requeijão e manteiga;
Embutidos, como salsicha, linguiça, presunto, mortadela, peito de peru e salame;
Gorduras de origem animal, como manteiga, óleo de fígado de bacalhau e banha;
Produtos apícolas, como mel, própolis e geleia real;
Fermentos com organismos vivos, como fermento fresco (de padeiro);
Gelatina e produtos feitos com colágeno.
Além disso, produtos que tenham sido testados em animais, ou produtos que utilizam partes de animais em sua produção, como roupas de seda ou couro, por exemplo, também não são usados no veganismo.
Cardápio da dieta vegana
A tabela a seguir traz um exemplo de cardápio de 3 dias da dieta vegana:
Refeição
Dia 1
Dia 2
Dia 3
Café da manhã
1 copo de bebida vegetal de amêndoas + 1 torrada integral com húmus + 1 pera
300 ml de bebida vegetal de aveia batido com morango e banana + 1 col de sopa de farinha de aveia
1 iogurte de soja + 1 colher de semente de girassol + 1 fatia de pão integral com pasta de berinjela
Lanche da Manhã
1 banana em rodelas com 1 col de sopa de manteiga de amendoim
10 castanhas-de-caju + 1 maçã
1 copo de suco verde + 2 castanhas-do-pará
Almoço
Tofu + arroz integral + brócolis, cenoura, cogumelos e couve-flor refogados no azeite + 1 laranja inteira
Macarrão integral com bolonhesa de proteína de soja + salada de espinafre, alface, tomate e beterraba ralada temperados com 1 col sobremesa de óleo de abacate + 1 copo de limonada
Hambúrguer de lentilha + quinoa cozida + ensopado de vagem, cenoura e abobrinha + 1 fatia média de mamão
Lanche da Tarde
1 iogurte de soja +6 morangos picados + 1 col de sopa de semente de abóbora
1 fatia de pão com guacamole de 1/2 abacate com cebola, tomate, azeite, suco de limão, sal e pimenta
300 ml de leite de coco batido com banana e 1 col sopa de linhaça + 3 nozes
Jantar
1 prato de sopa de feijão com batata, cenoura, couve e chuchu + 1 goiaba
1 prato de salada feita com macarrão integral e grão-de-bico cozidos, alface, tomate, abobrinha e cenoura crus e ralados, temperada com azeite e sal + 1 tangerina
1 sanduíche feito com pão, hambúrguer de lentilha, alface, tomate, cebola e pasta de berinjela
Este cardápio é apenas um modelo, podendo variar conforme as preferências individuais e o estado de saúde da pessoa. Assim, é aconselhado consultar o nutricionista para elaborar a dieta vegana de acordo com as necessidades nutricionais individuais.
Para saber como fazer a dieta no veganismo, marque uma consulta com o nutricionista mais perto de você:
[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO]
Suplementação para veganos
Embora a alimentação vegana normalmente seja variada e rica em fibras, vitaminas e minerais, é importante ter o acompanhamento periódico do nutricionista. Isso porque uma alimentação desequilibrada, pode causar a deficiência de alguns nutrientes, como vitamina B12, vitamina D, cálcio, ferro e proteínas.
No entanto, a suplementação em veganos só deve ser indicada após avaliação da dieta e de um exame de sangue, que pode ser solicitado por um médico ou nutricionista, para confirmar se existe deficiência de vitaminas ou minerais.
Dicas de como ser vegano
Uma dica para quem quer ser vegano, é reduzir gradativamente a quantidade de proteína animal e aumentar a ingestão de leguminosas, que são ricas em proteínas, como grão-de-bico, soja, lentilha e feijão. Saiba quais são os alimentos ricos em proteína vegetal.
Outra boa opção para diminuir o consumo de proteína animal gradativamente e se tornar vegano, é adotar uma dieta plant-based ou o flexitarianismo, que é um estilo de vida onde se prioriza a ingestão de alimentos de origem vegetal e se diminui o consumo de proteína animal.
O veganismo é um tipo de vegetarianismo, onde a pessoa tem um estilo de vida em que não consome nenhum item de origem animal, sejam alimentos, vestuários e produtos cosméticos, por exemplo.
Já o vegetarianismo é um estilo de alimentação onde não se consome nenhum tipo de carne. No entanto, o vegetariano pode ou não comer ovos, leite e derivados. O vegetarianismo pode ser dividido em vários tipos, como ovolactovegetarianismo, lactovegetarianismo, ovovegetarianismo, vegetarianismo estrito e veganismo.
Algumas receitas veganas saudáveis e saborosas para incluir no dia a dia são:
1. Hambúrguer de grão-de-bico
Ingredientes:
300g de grão-de-bico cozido;
1 cebola pequena picada;
1 dente de alho picado;
1 cenoura crua ralada;
5 colheres de sopa de azeite;
1 e 1/2 xícara (de chá) de farelo de aveia;
1/2 xícara (de chá) de fécula de batata ou polvilho doce;
1 colher (de chá) de sal;
1 colher (de sopa) de salsinha fresca picada;
Pimenta-do-reino a gosto.
Modo de preparo:
Deixar o grão-de-bico de molho em água por 12 horas. Escorrer e cozinhar em uma panela de pressão por 15 minutos após pegar pressão. Escorrer o grão e, após amornar, bater no liquidificador e reservar.
Refogar a cebola e o alho em uma frigideira com 2 colheres de sopa de azeite. Colocar este refogado com o sal, pimenta e salsinha em um processador ou liquidificador e bater até ficarem cremosos.Transferir o grão de bico e o refogado batido para uma tigela e adicionar a cenoura. Misturar bem e adicionar, aos poucos, a aveia e o polvilho, até o hambúrguer ficar moldável.
Modelar os hambúrgueres em tamanhos iguais. Em uma frigideira aquecer ½ colher de sopa de azeite e colocar os hambúrgueres para grelhar. Deixar dourar e virar. Ir adicionando azeite de acordo com a necessidade. Servir com pão, alface e tomate e outros vegetais à gosto.
2. Queijo vegano de amêndoas
Ingredientes:
1 xícara de amêndoas;
1/2 limão espremido;
1 colher (de chá) de agar-agar;
½ col (de chá) de sal;
1 pitada de cúrcuma (opcional);
2 xícaras (de chá) de água filtrada.
Modo de preparo:
Colocar as amêndoas de molho por 8 horas. Escorrer a água. Bater no liquidificador as amêndoas com a água. Coar a mistura em um pano fino e reservar os resíduos da amêndoa para outra receita.
Transferir o leite de amêndoas para uma panela. Juntar o restante dos ingredientes e levar ao fogo médio, mexendo com uma colher, por 4 a 5 minutos para ativar o agar-agar. Colocar a mistura em um recipiente de vidro e esperar esfriar e endurecer. Levar à geladeira e consumir em até 7 dias.
3. Brigadeiro vegano
Ingredientes:
1 xícara (de chá) de açúcar demerara;
1/2 xícara (de chá) de água fervente;
3/4 de xícara (de chá) de farinha de aveia;
2 colheres (de sopa) de cacau em pó.
Modo de preparo:
Bater no liquidificador o açúcar com a água fervente, com cuidado, por cerca de 3 minutos, e, em seguida, adicionar a farinha de aveia, batendo por mais 2 minutos até obter um creme liso, com a consistência de leite condensado.
Depois, acrescentar o cacau em pó e misturar com o creme em fogo baixo, até ferver e desgrudar da panela. Esperar esfriar e servir em seguida.
4. Bolo de milho vegano
Ingredientes:
2 xícaras (de chá) de milho-verde (pode ser em lata);
2 xícaras (de chá) de farinha de milho e em flocos para cuscuz;
1 xícara (de chá) de farinha de trigo;
1/2 xícara (de chá) de açúcar mascavo;
400 ml de leite de coco;
1/2 xícara (de chá) de coco ralado;
1/2 xícara (de chá) de óleo vegetal;
1 colher (de café) de sal;
2 colheres (de sopa) de fermento em pó químico.
Modo de preparo:
Adicionar no liquidificador o óleo de coco ou azeite, o açúcar e o leite de coco e bater. Adicionar, aos poucos, a farinha de trigo, a farinha de milho e o sal. Ir desligando o liquidificador e mexer com uma colher, se precisar. Reservar essa massa e bater separadamente o milho, mas não bater muito, para ficar com pedacinhos no bolo.
Juntar o milho batido com a massa que estava separada com uma colher e adicionar o fermento. Colocar a massa em uma assadeira untada com óleo e farinha de trigo. Assar no forno preaquecido a 180° C por 45 minutos e por mais 10 minutos a 200 ° C para dourar. Esperar esfriar, retirar da assadeira e servir.
A mamoplastia redutora é uma cirurgia plástica que pode ser indicada para mulheres com seios muito grandes, quando o volume das mamas causa dor, desconforto, limitações ou sofrimento emocional. Essa cirurgia também é usada em procedimentos reconstrutivos e em homens com ginecomastia.
Também conhecido como cirurgia de redução de mama, este procedimento reduz o tamanho dos seios retirando o excesso de gordura, tecido glandular e pele. Além de diminuir o volume, ajuda a melhorar a forma, a simetria e a proporção das mamas.
A mamoplastia redutora deve ser feita pelo cirurgião plástico, que fará uma avaliação completa e poderá aconselhar a pessoa a parar de fumar e a interromper o uso de suplementos ou remédios que aumentam o risco de sangramento durante a cirurgia.
A mamoplastia redutora é indicada principalmente em casos de hipertrofia mamária, quando o tamanho excessivo dos seios causa dor crônica nas costas, pescoço e ombros, marcas de sutiã nos ombros e irritação da pele abaixo dos seios.
Esse procedimento também pode ser recomendado quando o tamanho dos seios limita a atividade física, afeta a qualidade de vida ou causa sofrimento emocional, como baixa autoestima e dificuldade para encontrar roupas adequadas.
Em alguns casos, essa cirurgia é indicada para fins reconstrutivos, como corrigir assimetria mamária ou igualar o tamanho dos seios após cirurgia de câncer de mama.
A redução de mama também pode ser feita em homens, principalmente para tratar a ginecomastia, que é o aumento das mamas em homens, devido ao desequilíbrio nos níveis dos hormônios estrogênio e testosterona, e obesidade, por exemplo.
Se deseja fazer a mamoplastia redutora, marque uma consulta com o cirurgião plástico na região mais próxima de você:
[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO]
Como deve ser o preparo
O preparo para uma mamoplastia redutora inicia semanas antes do procedimento com uma avaliação médica completa.
Durante essa avaliação, o cirurgião analisa o estado de saúde da pessoa, mede as mamas e pode solicitar exames como mamografia ou ultrassonografia.
Nas semanas que antecedem a cirurgia, recomenda-se algumas mudanças importantes, como parar de fumar, idealmente entre duas e seis semanas antes.
É recomendado também evitar o uso de medicamentos ou suplementos que aumentam o risco de sangramento, como aspirina, anti-inflamatórios e alguns fitoterápicos, cerca de uma semana antes.
Antes da cirurgia, a pessoa deve cumprir o período de jejum prescrito pelo médico e convidar alguém para o acompanhamento para o retorno à casa.
Ao chegar ao hospital, o cirurgião marca as mamas, administra antibióticos para evitar infecções e implementa medidas de segurança. Uma solução especial também é injetada para ajudar a reduzir o sangramento e facilitar o procedimento.
Para fazer a mamoplastia redutora o cirurgião plástico segue o seguinte passo a passo:
É administrada anestesia, que pode ser geral ou, em alguns casos, local com sedação;
São feitos cortes para retirar o excesso de gordura, tecido glandular e pele das mamas, e a lipoaspiração às vezes também é usada para melhorar o contorno;
A mama é remodelada, e o mamilo e a aréola são reposicionados mais acima e de forma mais natural;
Diferentes técnicas cirúrgicas são aplicadas conforme o caso, o que determina o tipo de cortes e cicatrizes;
Os cortes são fechados com suturas, são aplicados curativos e um sutiã de compressão é usado para ajudar na recuperação.
Em alguns casos, o médico pode deixar pequenos drenos no local para evitar o acúmulo de fluidos durante os primeiros dias, e o procedimento geralmente dura entre 2 e 5 horas.
Cicatriz de mamoplastia redutora
A cicatriz da cirurgia de redução mamária geralmente fica ao redor da aréola e na parte inferior da mama, formando uma linha vertical e outra na dobra abaixo da mama, em formato de \"T\" invertido, que é o mais comum.
Em alguns casos, as cicatrizes podem ser menores, ficando apenas ao redor da aréola e na dobra abaixo da mama, ficando menos visíveis.
Com o tempo, as cicatrizes tendem a clarear e ficar menos perceptíveis, principalmente porque muitas ficam escondidas nas dobras naturais da mama.
Diferença entre mastopexia e mamoplastia redutora
Tanto a mastopexia como a mamoplastia redutora removem o excesso de pele e levantam o peito.
Entretanto, na mamoplastia redutora, é feita uma diminuição do tamanho da mama, enquanto na mastopexia o médico não muda o tamanho dos seios e nem o formato, podendo inclusive colocar prótese mamária para dar mais volume às mamas.
Após a cirurgia, a pessoa pode sentir alguma dor. Por isso, é importante usar um sutiã com bom suporte, tanto de dia quanto de noite, deitar de costas e tomar os analgésicos prescritos pelo médico, como paracetamol ou opioides.
Geralmente, os pontos são removidos entre 8 e 15 dias após a cirurgia. Durante esse período, a pessoa deve repousar, evitando movimentos excessivos dos braços e do tronco.
Em alguns casos, pode ser necessário o uso de um dreno por cerca de 1 a 2 dias, para retirar qualquer excesso de sangue e fluido que podem se acumular no corpo, evitando complicações como infecção ou seroma.
Nas primeiras 4 a 6 semanas após a cirurgia, é aconselhável evitar exercícios físicos intensos, especialmente aqueles que envolvam movimentos dos braços, como levantamento de peso ou musculação.
A mamoplastia redutora é uma cirurgia segura, mas, como qualquer procedimento, pode apresentar complicações como sangramento, hematomas, infecção ou acúmulo de líquido.
Problemas com cicatrizes, alterações na sensibilidade do mamilo ou pequenas diferenças no formato da mama também podem ocorrer, e até mesmo dificuldades na amamentação em alguns casos.
O risco de complicações é maior em pessoas fumantes e com obesidade.
O 3º trimestre de gravidez, corresponde do 7º ao 9º mês e às semanas 28 a 41 da gestação, é marcado pelo rápido crescimento do cérebro do bebê, o que permite reagir à dor, tato, som e luz, fazendo com que se mexa mais.
Durante o terceiro trimestre, algumas mulheres podem apresentar prisão de ventre ou excesso de gases intestinais. Além disso, ao final desse trimestre, a mulher deve estar atenta aos sinais do trabalho de parto.
Durante o 3º trimestre de gravidez, deve-se fazer pelo menos três consultas de pré-natal e os exames recomendados pelo obstetra, como ultrassom morfológico, perfil biofísico do bebê e medidas da pressão arterial, para avaliar a saúde da mulher e o desenvolvimento do bebê.
Desenvolvimento do bebê
O desenvolvimento do bebê no 3º trimestre da gravidez é marcado por:
Amadurecimento dos órgãos e dos principais sistemas do corpo.
Rápido crescimento do cérebro, que permite comandar melhor os movimentos e controlar melhor o ritmo da respiração e da temperatura do corpo.
Paladar mais desenvolvido, sendo capaz de diferenciar entre os sabores doces e salgados;
Reação à dor, ao tato e à luz;
Ouvir melhor e reagir frequentemente aos sons, podendo mexer-se ou saltar quando ouvir um barulho forte, uma música ou a voz da mãe.
Neste trimestre da gravidez, é possível a mulher sentir os movimentos do bebê e se olhar para a barriga, pode algumas vezes conseguir distinguir o contorno de um cotovelo, um pé ou da cabeça.
O terceiro trimestre da gestação, é a fase em que o bebê acumula mais gordura sobre a pele e ganha mais peso, sendo que ao final da gestação o seu peso é cerca de 4.1 Kg.
Além disso, na 40ª semana de gravidez, o bebê mede cerca de 53,3 centímetros medidos da cabeça aos pés.
Mudanças no corpo da mulher
No terceiro trimestre da gravidez, a barriga continua crescendo com o desenvolvimento do bebê, e algumas mulheres podem apresentar coceira na barriga ou estrias.
Também é comum a mulher apresentar insônia ou dificuldade para dormir devido às alterações hormonais normais da gravidez e ao tamanho da barriga que pode dificultar encontrar uma posição confortável para dormir.
Sintomas do 3º trimestre de gravidez
No 3º trimestre da gestação a mulher pode ter alguns sintomas, como:
1. Prisão de ventre
Devido a pressão do útero sobre o intestino e diminuição dos movimentos intestinais, a mulher pode apresentar prisão de ventre e excesso de gases intestinais.
Como aliviar: deve-se manter o corpo hidratado, bebendo pelo menos 8 copos de água por dia e comer mais fibras na forma de grãos inteiros, frutas e vegetais frescos.
Praticar exercícios físicos regularmente recomendados pelo médico, também podem ajudar a melhorar o trânsito intestinal e aliviar esse desconforto.
A hemorroida na gravidez pode surgir devido as alterações hormonais da gestação que promovem uma dilatação dos vasos sanguíneos.
Além disso, o peso do útero pode comprimir os vasos sanguíneos da região anal, favorecendo o desenvolvimento da hemorroida.
Como aliviar: fazer banho de assento com água morna, utilizar lenços umedecidos sem perfume ou lavar a região anal após defecar, podem ajudar a aliviar o desconforto da hemorroida.
Além disso, não permanecer sentada ou em pé por muito tempo, podem ajudar a diminuir a pressão que a barriga faz sobre o reto e evitar o desenvolvimento da hemorroida. Veja mais dicas de como tratar hemorroida na gravidez.
3. Falta de ar
A falta de ar é mais comum no final da gravidez e ocorre devido ao aumento do útero que pode causar compressão nos pulmões que não conseguem se expandir como antes da gestação, dificultando a respiração.
Como aliviar: evitar fazer esforços excessivos e procurar uma posição confortável, como sentar e colocar as pernas para cima para relaxar.
No entanto, se surgir intensa falta de ar, dificuldade para respirar, respiração rápida ou ofegante, dor no peito, lábios ou dedos azulados ou dormência nas mãos ou nos pés, deve-se procurar o pronto socorro mais próximo.
4. Corrimento vaginal
O corrimento vaginal no final do 3º trimestre de gravidez, corresponde a saída do tampão mucoso, sendo um sinal de que o corpo está se preparando para o trabalho de parto. Saiba identificar os sinais de trabalho de parto.
No entanto, isso não indica necessariamente que o parto está chegando, podendo demorar horas, dias ou até 3 semanas para ocorrer, mas deve-se sempre comunicar ao médico quando apresentar esse tipo de corrimento vaginal.
Como aliviar: a saída do tampão mucoso é normal no final da gravidez indicando que o parto está próximo.
No entanto, caso do sangramento ser intenso, a mulher apresentar contrações frequentes e regulares, rompimento da bolsa amniótica, ou diminuição ou ausência de movimentos fetais, deve-se ir ao hospital mais próximo.
No terceiro trimestre da gravidez, deve-se continuar seguindo todas as recomendações do obstetra, realizar as consultas pré-natais, e continuar tomando o ácido fólico ou suplementos.
Deve-se também fazer atividades físicas recomendados pelo obstetra, pois permitem controlar melhor o peso, melhorar a qualidade do sono e fortalecer a musculatura.
Além disso, deve-se beber pelo menos 8 copos de água por dia e fazer uma alimentação nutritiva e balanceada, para garantir o fornecimento de nutrientes essenciais para o desenvolvimento do bebê. Veja como deve ser a alimentação na gravidez.
Durante toda a gravidez, também é importante evitar o uso de remédios por conta própria, o consumo de bebidas alcoólicas, cigarro ou drogas de abuso, pois podem prejudicar o desenvolvimento do bebê.
Sinais de alerta para ir ao médico
Deve-se comunicar ao obstetra imediatamente quando as contrações se iniciam e ir para a maternidade ou hospital.
Além disso, quando a bolsa rompe é esperado que as contrações uterinas que marcam o início do trabalho de parto surjam em pouco tempo, ocorrendo geralmente cerca de 5 horas após a ruptura da bolsa.
No entanto, as contrações podem demorar até 48 horas para aparecer, todavia, é aconselhado ir para a maternidade após 6 horas do rompimento da bolsa porque este rompimento permite a entrada de microrganismos no útero aumentando o risco de infecções na mulher e no bebê.
Principais exames do 3º trimestre
No 3º trimestre da gestação, deve-se fazer pelo menos três consultas pré-natais e o acompanhamento com o obstetra é feito por meio de exames para verificar o desenvolvimento do bebê e para se certificar de que não haverá problemas durante o parto.
Além disso, a partir da 36ª semana da gestação, as consultas pré-natais devem ocorrer com maior frequência, pelo menos 1 vez por semana até o nascimento do bebê.
Os principais exames realizados pelo obstetra no 3º trimestre de gravidez incluem:
1. Pressão arterial
A avaliação da pressão arterial é muito importante nas consultas de pré-natal pois permite monitorar alterações na pressão sanguínea, evitando o surgimento de pré-eclâmpsia, que pode resultar em parto prematuro.
Geralmente, quando a pressão está elevada a gestante deve fazer alterações na sua alimentação e praticar exercício físico regularmente.
Alguns exames laboratoriais podem ser solicitados pelo obstetra como hemograma completo com plaquetas para avaliar a coagulação do sangue, além de avaliar a quantidade de hemácias, hemoglobinas, leucócitos e plaquetas da mulher e, assim, verificar se está ou não com anemia.
Além disso, poderá indicar a realização de outros exames como ureia, creatinina e ácido úrico, enzimas hepáticas, eletrocardiograma e MAPA para algumas grávidas.
Também podem ser prescritos exames de urina ou de avaliação do corrimento vaginal e do colo do útero, para identificar outras infecções sexualmente transmissíveis, como a gonorreia e a clamídia. Veja as ISTs mais comuns na gravidez.
3. Ultrassom fetal
O ultrassom fetal permite acompanhar o crescimento e desenvolvimento do bebê e estimar o tamanho, peso e as medidas da cabeça, abdômen e fêmur do feto.
Além disso, permite avaliar a quantidade de líquido amniótico no útero e perceber se existe algum problema com a placenta.
Este exame também ajuda a prever com maior precisão a data provável do parto.
O ultrassom fetal pode ser repetido regularmente durante a gravidez, especialmente se existir alguma situação especial, como gravidez múltipla ou sangramento vaginal em algum momento da gestação.
4. Ultrassom morfológico
O ultrassom morfológico do terceiro trimestre, pode ser indicado pelo obstetra, para ser feito da 28ª a 32ª semana da gestação, para avaliar possíveis anormalidades no feto, como doenças genéticas ou malformações.
Esse tipo de ultrassom permite imagens mais detalhadas do bebê e uma melhor avaliação física do feto.
A pesquisa da bactéria Streptococcus B, normalmente é feita entre as 35 e 37 semanas de gravidez, através da coleta de secreções da região genital da mulher com um cotonete.
Esse exame é importante pois quando essa bactéria entra em contato com o bebê durante o parto, pode causar infecções graves como meningite, pneumonia ou até uma infecção de todo o corpo.
Caso o resultado seja positivo, normalmente a grávida precisa fazer antibióticos durante o parto para diminuir o risco de passar a bactéria para o bebê.
6. Perfil biofísico do bebê
Na 28ª semana, que é o início do terceiro trimestre da gestação, o médico pode solicitar o perfil biofísico fetal, que é um exame que permite avaliar os movimentos do bebê, e a quantidade de líquido amniótico no útero.
No caso de algum destes valores estiver alterado, pode significar que o bebê está passando por algum problema e pode ser preciso fazer um parto precoce.
7. Batimento cardíaco fetal
O monitoramento do batimento cardíaco fetal permite avaliar o ritmo cardíaco do bebê dentro do útero e ajuda a identificar se existe algum problema com o seu desenvolvimento.
Este tipo de monitoramento também é feito durante o parto para garantir que tudo está correndo bem, e também pode ser feito várias vezes após a 20ª semana de gestação.
8. Cardiotocografia
A cardiotocografia é feita para avaliar os batimentos cardíacos e os movimentos do bebê e, para isso, o médico coloca um sensor na barriga da mãe que capta todos os sons.
Este exame demora entre 20 a 30 minutos e pode ser feito várias vezes após as 32 semanas, sendo indicado fazer 1 vez por mês em casos de gravidez de risco.
9. Teste de estresse
O teste de estresse avalia os batimentos cardíacos do bebê enquanto acontece uma contração.
Este exame ajuda também a avaliar a saúde da placenta, já que durante uma contração a placenta deve ser capaz de manter o fluxo de sangue correto, mantendo o ritmo cardíaco do bebê.
Caso isso não aconteça, o batimento do bebê diminui, e, por isso, o bebê pode não aguentar o estresse do trabalho de parto, podendo ser necessário fazer uma cesárea.
O exame de fibronectina fetal tem como objetivo verificar se há risco de parto prematuro, e deve ser feito até a 36ª semana de gestação através da coleta de secreção vaginal e do colo do útero.
Para que seja realizado o exame é recomendado que a mulher não apresente sangramento genital e nem tenha tido relações sexuais 24 horas antes do exame.
Quando o bebê vai nascer
Ao final do terceiro trimestre, o bebê está completamente formado e pronto para nascer a partir das 37 semanas de gestação, mas a mulher e o médico poderão aguardar até às 40 semanas de gestação, para esperar pelo parto normal.
No entanto, se chegar às 41 semanas, o médico pode decidir fazer a indução do parto para ajudar no nascimento, ou indicar a realização de uma cesariana.
Tanto a mulher que deseja uma cesariana, quanto a que deseja um parto normal, devem se preparar para o nascimento do bebê com antecedência.
Os exercícios de kegel são importantes para fortalecer a musculatura do interior da vagina, facilitando a saída do bebê e evitando a perda de urina de forma involuntária depois do parto. Saiba como fazer os exercícios de Kegel.
Existem aulas de preparação para o parto disponíveis em alguns postos de saúde e também na rede particular, sendo muito úteis para esclarecer as dúvidas sobre o nascimento e sobre como cuidar do recém-nascido.
Últimos preparativos
Nessa fase, o quarto ou o lugar onde o bebê vai dormir deve estar pronto, e a partir das 30ª semana, é recomendado que a mala da maternidade também esteja arrumada, ainda que possa sofrer algumas alterações até o dia de ir para o hospital.
Metilcobalamina, também conhecida como mecobalamina, é um suplemento que pode ser indicado para o tratamento da deficiência de vitamina B12, além de ajudar na sua prevenção.
A metilcobalamina é comercializada em farmácias e lojas de suplementos, com os nomes comercias Dozemast ou Mecobe, por exemplo, na dose de 1 mcg ou 500 mcg, por exemplo, na forma de comprimidos sublinguais ou injeção.
No entanto, a dose e o tipo de metilcobalamina, que é a forma ativa da vitamina B12, devem ser indicados por um médico, conforme as necessidades e os objetivos a serem tratados.
Para que serve a metilcobalamina?
A metilcobalamina é indicada para:
1. Tratar a deficiência de vitamina B12
A metilcobalamina pode ser prescrita para tratar deficiência de vitamina B12 causada por condições que diminuem a absorção dessa vitamina, como cirurgia bariátrica, doença de Crohn e uso de medicamentos como metformina.
Além disso, esse medicamento também pode ajudar a prevenir a deficiência de vitamina B12 que, quando não tratada adequadamente, pode provocar complicações neurológicas e hematológicas.
2. Tratar níveis elevados de homocisteína no sangue
A metilcobalamina pode ser usada para ajudar a reduzir níveis elevados de homocisteína no sangue (hiperhomocisteinemia), condição que ocorre quando esse aminoácido se acumula devido à deficiência de vitaminas como B12, B6 e ácido fólico.
Esse acúmulo pode aumentar o risco de problemas cardiovasculares e trombose.
3. Auxiliar no tratamento da neuropatia periférica
Por participar da produção de mielina, um composto que protege as fibras nervosas, restaurando os nervos danificados, a mecobalamina pode ser indicada no tratamento de neuropatia periférica, aliviando os sintomas dessa condição.
Como tomar metilcobalamina?
Conforme a apresentação, a metilcobalamina deve ser tomada como a seguir:
1. Metilcobalamina sublingual
A metilcobalamina sublingual (Mecobe ou Dozemast) é encontrada na forma de comprimidos, em doses de 500 mcg e 1000 mcg.
Essa forma de administração permite que a absorção da metilcobalamina seja mais rápida, pois ela é absorvida diretamente na corrente sanguínea.
Como tomar: a dose recomendada para adultos com deficiência de vitamina B12 em uso de metformina é de 500 mcg a 1000 mcg ao dia, por via sublingual, por até 3 meses de tratamento ou conforme orientação médica.
É indicado colocar o comprimido debaixo da língua, sem engolir ou mastigar, deixando dissolver naturalmente. Pode-se usar o comprimido sublingual após uma refeição do dia, como café da manhã, almoço ou jantar.
2. Metilcobalamina 1 mg
A metilcobalamina de 1 mg (ou 1000 mcg) é encontrada na forma de comprimidos sublinguais com os nomes Dozemast ou Cobi-12, e pode ser indicada para adultos com deficiência de vitamina B12.
Como tomar: geralmente é recomendado tomar 1 comprimido sublingual, 1 vez por dia, pelo tempo recomendado pelo médico.
3. Metilcobalamina 500 mcg
Assim como as outras formas, a metilcobalamina também pode ser encontrada na dosagem de 500 mg, em comprimidos sublinguais.
Como tomar: o comprimido sublingual deve ser colocado debaixo da língua até completa dissolvição.
4. Metilcobalamina injetável
A maior parte das injeções de vitamina B12 não é metilcobalamina, mas sim a forma sintética cianocobalamina, geralmente associada ao cloridrato de tiamina (vitamina B1) e cloridrato de piridoxina (vitamina B6).
Essa injeção pode ser indicados para auxiliar no tratamento de neuropatias ou neuralgias, sendo encontrada com os nomes Nevrix IM ou Cronobê Complex IM.
Além disso, outra versão inhetável é a hidroxicobalamina, encontrada com o nome comercial Bedoze, indicada para tratamento de deficiência da vitamina B12.
Como tomar: a injeção deve ser administrada via intramuscular por um médico ou enfermeiro. As doses são individualizadas, conforme condição a ser tratada.
Diferença entre cianocobalamina e metilcobalamina
A cianocobalamina é uma forma sintética da vitamina B12 que precisa ser convertida no fígado em metilcobalamina, para se tornar ativa e promover os seus benefícios. Essa forma é encontrada somente em suplementos.
Já a metilcobalamina é a forma natural e ativa da vitamina B12, estando pronta para ser usada pelo organismo. A metilcobalamina pode ser encontrada em suplementos, mas também em alimentos, como peixes, queijos e ovos.
Os possíveis efeitos colaterais da metilcobalamina oral são vômito, náusea, diarreia, sensação de picadas, formigamento ou dormência na pele e dor de cabeça.
Já a injeção pode causar coceira na pele, diarreia, produção excessiva de suor, aumento de peso rápido, dor ao respirar, sensação de falta de ar ao deitar, ansiedade e alteração nos batimentos cardíacos.
Na presença desses sintomas, é recomendado comunicar ao médico.
Reações alérgicas são incomuns, podendo incluir urticária e, raramente, reações de hipersensibilidade (anafilaxia) que deve ser tratada imediatamente no hospital. Saiba identificar os sintomas de anafilaxia.
Metilcobalamina engorda?
A metilcobalamina não contém calorias e, por isso, não engorda. Entretanto, como a deficiência de vitamina B12 pode diminuir o apetite, a metilcobalamina pode regular a fome, favorecendo o ganho de peso.
A metilcobalamina na forma oral não deve ser usada por pessoas com alergia a esse composto. Já a forma injetável da metilcobalamina não é indicada para mulheres grávidas ou amamentando.
Crianças e pessoas com alergia à cianocobalamina ou cobalto, problemas nos olhos ou doença de Leber, insuficiência renal ou hepática, deficiência de ácido fólico, ou outro tipo de infecção no corpo, também não devem usar a forma injetável de metilcobalamina.