quinta-feira, 21 de maio de 2026

Azeite extra virgem: benefícios, como usar (e qual o melhor)

O azeite extra virgem é um alimento obtido a partir do suco das azeitonas e que oferece muitos benefícios à saúde, como ajudar a proteger a saúde do coração, evitar a inflamação e controlar a glicose.

Esses benefícios se devem ao alto teor de polifenóis e ácidos graxos monoinsaturados do azeite, que lhe conferem ação antioxidante e anti-inflamatória.

Leia também: Azeite: 14 benefícios, tipos (e como usar) tuasaude.com/beneficios-do-azeite

Embora seja benéfico, o azeite de oliva extra virgem deve ser consumido com moderação devido ao seu alto teor calórico. Também é importante escolher um azeite de boa qualidade e evitar o seu reaquecimento.

Imagem ilustrativa número 1

Benefícios do azeite extra virgem

Os benefícios do azeite de extra virgem são:

1. Proteger a saúde do coração

O ácido oleico presente no azeite extra virgem ajuda a reduzir o colesterol \"ruim\", LDL, e a melhorar a função do colesterol \"bom\", HDL.

Os polifenóis do azeite protegem as artérias da formação de placas de gordura, o que ajuda a proteger a saúde do coração e a reduzir o risco de infarto, aterosclerose e acidente vascular cerebral (AVC).

2. Prevenir a inflamação

O azeite de oliva extra virgem contém oleocantal, um composto bioativo que, quando consumido diariamente e com moderação, pode ajudar a prevenir a inflamação, aliviar dores corporais e evitar doenças inflamatórias crônicas, como artrite reumatoide.

Portanto, o azeite extra virgem é um alimento valioso para atletas e idosos que buscam melhorar sua recuperação física.

Entretanto, o oleocantal se perde durante o processo de refinamento químico. Portanto, o azeite \"refinado\" ou o azeite rotulado simplesmente como \"azeite\" não contém esse composto.

3. Controlar a diabetes e a glicose

Substituir gorduras saturadas por azeite de oliva extravirgem melhora a sensibilidade à insulina e ajuda, assim, a regular os níveis de glicose após as refeições.

Alguns estudos indicam que os compostos bioativos do azeite extra virgem podem ajudar a reduzir os níveis de hemoglobina glicada em pessoas com diabetes tipo 2.

Além disso, este alimento também ajuda a retardar a absorção de açúcares e a prevenir os picos de glicose.

4. Prevenir o declínio cognitivo

Os polifenóis e antioxidantes presentes no azeite extra virgem atravessam a barreira protetora do cérebro, ajudando a combater os danos oxidativos e prevenir o declínio cognitivo.

Uma dieta rica em azeite tem sido associada a uma melhor memória e menor risco de desenvolver a doença de Alzheimer.

Esses compostos também ajudam a eliminar as proteínas nocivas que se acumulam nas células cerebrais ao longo do tempo.

5. Melhorar a digestão e a microbiota

O azeite extra virgem atua como um regulador da microbiota intestinal. Este alimento ajuda a aumentar a quantidade de bactérias benéficas no intestino e a reduzir a de microrganismos que podem causar danos.

Além disso, as propriedades antimicrobianas do azeite de oliva extra virgem ajudam a proteger a mucosa gástrica e a controlar as bactérias nocivas, como a Helicobacter pylori.

Qual é o melhor azeite extra virgem?

O melhor azeite extra virgem é aquele com alta concentração de polifenóis, acima de 250 mg/kg, baixa acidez livre, idealmente inferior a 0,8% e embalado em recipientes escuros para proteger da luz.

Para identificar um azeite de boa qualidade, é importante verificar se o rótulo indica extração a frio a temperaturas abaixo de 27 °C, pois isso ajuda a preservar melhor as vitaminas e os compostos antioxidantes.

Além disso, um azeite extra virgem de qualidade deve ter um aroma fresco, com notas herbáceas ou frutadas, e um sabor com um leve amargor e uma sensação picante na garganta.

Essas características sensoriais geralmente indicam que se trata de um azeite rico em antioxidantes.

Leia também: 7 dicas para escolher o melhor azeite tuasaude.com/como-identificar-um-bom-azeite

Tabela de informação nutricional

A tabela a seguir traz a informação nutricional média por 100 gramas do azeite extra virgem:

Componentes Quantidade por 100 g
Energia 899 calorias
Carboidratos 0 g
Gorduras totais 99,9 g
Ácidos graxos saturados 14,4 g
Ácidos graxos monoinsaturados (ácido oleico) 78,6 g
Ácidos graxos poli-insaturados 6,9 g
Ácido linoleico 6,2 g
Vitamina A 18 mcg
Alfa-tocoferol 9,2 mg
Betacarotenos 120 mcg
Vitamina K 57 mcg

Para obter todos os benefícios do azeite extra virgem, este alimento deve ser incorporado a uma dieta variada e equilibrada, junto com atividade física regular e outros hábitos de vida saudáveis.

Como consumir

A quantidade mínima recomendada para se obter os benefícios do azeite extra virgem é de 25 ml por dia, o que equivale cerca de duas colheres de sopa.

No entanto, a quantidade de gorduras na dieta, incluindo o azeite, deve ser ajustada conforme as necessidades nutricionais de cada pessoa.

O azeite extra virgem preserva melhor sua capacidade antioxidante quando consumido cru, como para temperar saladas, legumes cozidos ou torradas, por exemplo.

Além disso, o azeite de oliva extra virgem também pode ser usado para refogados de um modo geral.

Embora o azeite extra virgem possa ser usado para frituras, não é aconselhado. Isso porque a exposição a temperaturas acima de cerca de 85º C reduzem os compostos bioativos do azeite.

Para manter as propriedades do azeite extra virgem, recomenda-se armazená-lo em local fresco e escuro, longe de fontes de calor.

Se deseja saber como consumir o azeite em uma dieta saudável, marque uma consulta com o nutricionista mais perto de você:

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Características do azeite extra virgem

As principais características do azeite extra virgem são:

  • Baixa acidez: o teor de ácidos graxos livres deve ser igual ou inferior a 0,8%, refletindo o cuidado no manuseio da azeitona desde a sua colheita;
  • Extração mecânica: é obtido exclusivamente por meios físicos, sem o uso de solventes químicos ou processos de refino que alterem sua estrutura natural;
  • Rico em polifenóis: contém compostos bioativos, como o hidroxitirosol e o oleocantal, responsáveis ​​pelos efeitos benéficos e o sabor levemente apimentado;
  • Perfil de gorduras saudáveis: é composto principalmente de ácido oleico (ômega 9), uma gordura resistente à oxidação química e térmica;
  • Estabilidade térmica: possui um alto ponto de fumaça, entre 190 °C e 210 °C, tornando-o adequado para a maioria dos métodos de cozimento caseiro;
  • Atributos sensoriais: deve apresentar notas de fruta fresca e não possuir defeitos sensoriais, como odor rançoso ou sabor metálico.

Em conjunto, essas características fazem com que o azeite de oliva extra virgem se destaque como uma das gorduras mais saudáveis ​​e estáveis ​​para o consumo diário.



source https://www.tuasaude.com/azeite-extra-virgem/

Doença da vaca louca: o que é, sintomas e transmissão

A doença da vaca louca em humanos é uma doença rara neurodegenerativa que causa lesões cerebrais graduais e definitivas, provocando sintomas como perda de memória, dificuldade para pensar e tremores, por exemplo.

Conhecida cientificamente como Variante da Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJv), a doença da vaca louca é causada por príons, proteínas anormais que se instalam no cérebro e causam a destruição das células nervosas.

A doença da vaca louca é rara de acontecer em pessoas, no entanto o consumo de carne infectada de bovinos contaminados por príons pode levar ao desenvolvimento da doença em humanos.

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Sintomas de doença da vaca louca

Os principais sintomas da doença da vaca louca são:

  • Perda de memória;
  • Dificuldade para falar ou pensar;
  • Perda da capacidade para fazer movimentos coordenados;
  • Dificuldade para caminhar;
  • Tremores constantes;
  • Visão turva;
  • Insônia;
  • Ansiedade e depressão.

Com a progressão da doença, a pessoa também pode apresentar irritabilidade, alucinações, dificuldades para engolir e cegueira.

Geralmente as pessoas levam muito tempo para ficarem doentes, apresentando os sintomas somente cerca de 10 anos ou mais após a contaminação.

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico da doença da vaca louca é feito pelo neurologista com base nos sintomas apresentados, principalmente quando existem mais casos suspeitos na região da pessoa.

Marque uma consulta com o especialista mais perto de você, se deseja confirmar o risco de doença da vaca louca:

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Além disso, o médico também pode avaliar alterações específicas no cérebro que podem ser indicativas dessa doença, como o sinal pulvinar.

O diagnóstico pode também incluir a realização de eletroencefalograma, a análise do líquido cefalorraquidiano, o teste de príons e exames genéticos, a ressonância magnética.

No entanto, na maioria dos casos, a doença só é confirmada após realização de biópsia do cérebro.

Como acontece a transmissão

A principal forma de transmissão da doença da vaca louca é por meio do consumo de carne bovina contaminada por príons.

Outras possíveis formas de transmissão da doença são:

  • Transplante de córnea ou pele contaminada;
  • Uso de instrumentos contaminados em procedimentos cirúrgicos;
  • Implante inadequado de eletrodos cerebrais;
  • Injeções de hormônios de crescimento contaminados.

Entretanto, estas outras formas de transmissão da doença são muito raras, pois as técnicas modernas reduzem muito o risco de usar tecidos ou materiais contaminados.

Não existem evidências científicas de que a doença da vaca louca possa ser transmitida pelo ar ou ainda pelo uso da mesma roupa, mesmos copos e utensílios de cozinha ou contato íntimo com as pessoas contaminadas.

Possíveis complicações

O desenvolvimento da doença da vaca louca é rápido, uma vez que desde que os sintomas aparecem, a pessoa geralmente vem a óbito entre um período de até um ano.

Isso acontece porque desde o momento da infecção, a função neuronal é prejudicada, causando a perda progressiva das capacidades e maior necessidade da pessoa ficar acamada e dependente para comer e realizar os cuidados de higiene.

Embora ainda não exista tratamento e cura para essa doença, a pessoa deve ser acompanhada por um médico, que poderá indicar remédios, terapia nutricional e psicoterapia, para aliviar os sintomas e manter o bem-estar geral da pessoa.

Como é feito o tratamento

Até o momento, não existe tratamento específico ou cura para essa doença em humanos. É importante que a pessoa seja acompanhada por um médico para que sejam indicadas medidas que ajudem a manter o bem-estar geral e a aliviar os sintomas, como dor, ansiedade, depressão, rigidez muscular e movimentos involuntários.

A terapia nutricional também pode ser indicada, principalmente quando a pessoa possui dificuldade para engolir ou comer.

A psicoterapia e o suporte emocional podem ajudar a pessoa e a família a lidar melhor com o diagnóstico e as mudanças causadas pela doença. Nos casos mais avançados, a pessoa pode precisar de cuidados de enfermagem, em que um profissional ajuda na alimentação, higiene e atividades diárias.



source https://www.tuasaude.com/doenca-da-vaca-louca/

Azeite extra virgem: benefícios, como usar (e qual o melhor)

O azeite extra virgem é um alimento obtido a partir do suco das azeitonas e que oferece muitos benefícios à saúde, como ajudar a proteger a ...