quarta-feira, 27 de maio de 2026

Tratamento para gonorreia: medicamentos e opções caseiras

O tratamento da gonorreia é feito com o uso de antibióticos, principalmente a ceftriaxona, para eliminar a bactéria Neisseria gonorrhoeae. Em situações específicas, pode haver associação com outros antibióticos.

É importante seguir o tratamento corretamente pelo tempo recomendado pelo médico para evitar resistência bacteriana. Além disso, parceiros sexuais também devem realizar o tratamento e o contato íntimo deve ser evitado até a cura completa.

A gonorreia é uma infecção sexualmente transmissível transmitida (IST) principalmente por relações sexuais sem proteção. Os sintomas podem incluir corrimento, dor ao urinar e dor de garganta nos casos de transmissão oral. Saiba identificar os sintomas da gonorreia.

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Medicamentos para gonorreia

O medicamentos para gonorreia são antibióticos como:

1. Antibióticos injetáveis

O principal antibiótico injetável para gonorreia na uretra, colo do útero, reto e faringe é a ceftriaxona, aplicada por injeção intramuscular, geralmente em dose única.

A ceftriaxona também pode ser aplicada diretamente na veia em casos de infecção disseminada, quando a gonorreia se espalha pela corrente sanguínea para outras partes do corpo, ou em situações mais graves, como a conjuntivite gonocócica no recém-nascido.

Em situações específicas ou em casos de alergia às cefalosporinas, o médico pode indicar o uso da gentamicina, aplicada no músculo.

Leia também: Ceftriaxona: o que é, para que serve e como usar tuasaude.com/ceftriaxona-rocefin

2. Antibióticos orais

Os principais antibióticos orais para gonorreia são:

  • Azitromicina, em dose única;
  • Doxiciclina, nos casos de coinfecção por clamídia;
  • Ciprofloxacino, apenas em locais onde não há resistência elevada da bactéria e conforme protocolo local.

O uso desses antibióticos deve ser feito em casa de acordo com a orientação do médico.

Outros antibióticos, como cefixima, zoliflodacina ou gepotidacin, também podem ser indicados. No entanto, ainda não são aprovados no Brasil, sendo utilizados em alguns países da Europa e também nos Estados Unidos.

Como tratar a gonorreia resistente aos antibióticos

O tratamento da gonorreia resistente aos antibióticos, também conhecida como supergonorreia, deve ser definido pelo médico de acordo com o perfil de resistência da bactéria e os protocolos de saúde atualizados.

Normalmente, é feito com uma combinação de antibióticos e o tempo de tratamento costuma ser maior. Veja como deve ser o tratamento da gonorreia resistente a antibiótico.

Pomadas para gonorreia

Não existem pomadas ou cremes eficazes para tratar a gonorreia, pois a infecção é causada por uma bactéria que se multiplica internamente no organismo e precisa de antibióticos sistêmicos (orais ou injetáveis).

Cuidados durante o uso de antibióticos

Durante o tratamento para gonorreia, é importante:

  • Usar os antibióticos exatamente conforme a orientação médica;
  • Não interromper o tratamento antes do tempo indicado, mesmo com melhora dos sintomas;
  • Evitar relações sexuais até a confirmação da cura;
  • Tratar os parceiros sexuais para reduzir o risco de reinfecção e transmissão da bactéria;
  • Evitar automedicação ou reutilização de antibióticos antigos.

Para ter a certeza da cura definitiva da gonorreia, a pessoa pode precisar repetir exames específicos para gonorreia após o tratamento, conforme orientação médica.

Leia também: Como curar a gonorreia tuasaude.com/gonorreia-tem-cura

Tratamento caseiro

O tratamento caseiro para gonorreia deve apenas complementar o tratamento com os antibióticos indicados pelo médico.

Uma opção de remédio caseiro é o chá de equinácea, uma planta medicinal que tem propriedades imunoestimulantes, ajudando a aliviar sintomas e fortalecer o bem-estar geral. Conheça outros remédios caseiros para gonorreia.

No entanto, o tratamento caseiro não substitui o uso de antibióticos receitados pelo médico.

Sinais de melhora e piora da gonorreia

Os sinais de melhora da gonorreia incluem redução da dor ou ardor ao urinar, diminuição ou desaparecimento do corrimento e melhora da dor de garganta nos casos de infecção oral.

Mesmo com melhora dos sintomas, o tratamento deve ser mantido até o fim conforme orientação médica.

Leia também: 27 sintomas de gonorreia (feminina, masculina e no bebê) e teste online tuasaude.com/sintomas-da-gonorreia

Os sinais de piora aparecem quando o tratamento não é iniciado ou não é seguido corretamente, incluindo aumento da dor ao urinar, intensificação do corrimento e aparecimento de febre.

Também podem ocorrer sangramento vaginal, dor e inchaço testicular e dores nas articulações.

Possíveis complicações

As complicações da gonorreia ocorrem quando o tratamento não é feito corretamente e incluem:

  • Doença inflamatória pélvica (DIP);
  • Infecção e inflamação do epidídimo, podendo causar infertilidade no homem;
  • Disseminação da bactéria pela corrente sanguínea (infecção gonocócica disseminada);
  • Artrite séptica (quando a bactéria afeta as articulações);
  • Maior risco de infertilidade masculina e feminina.

Além disso, há um risco aumentado de complicações na gestação e transmissão ao recém-nascido.

Leia também: Gonorreia na gravidez: riscos e como deve ser o tratamento tuasaude.com/gonorreia-na-gravidez

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Asma infantil: o que é, sintomas e tratamento

A asma infantil é uma condição que afeta os pulmões de bebês e crianças, causando sintomas como chiado, tosse e alguma dificuldade para respirar, que podem surgir na infância ou apenas na adolescência.

A asma em bebês e crianças é mais comum quando um dos pais é asmático, mas também pode se desenvolver quando não existe histórico da doença na família.

Leia também: Asma: o que é, sintomas, causas, tipos e tratamento tuasaude.com/asma

A asma infantil é uma doença crônica e, por isso, não tem cura. No entanto, o tratamento adequado orientado pelo pediatra ajuda a aliviar os sintomas e a melhorar a qualidade de vida.

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Sintomas de asma infantil

Os sintomas da asma infantil incluem:

  • Chiado ao respirar;
  • Dificuldade e/ou esforço para respirar;
  • Tosse provocada por risos, choro intenso ou exercício físico;
  • Tosse mesmo quando o bebê não está com gripe, nem resfriado.

Há maiores risco do bebê ter asma quando um dos pais é asmático, e se existem fumantes dentro de casa. Além disso, o pelo dos animais podem também favorecer a asma, desde que exista uma predisposição genética e/ ou alergia a pelos, uma vez que os animais por si só não causam asma.

Leia também: 8 principais sintomas de asma tuasaude.com/sintomas-de-asma

O que fazer quando o bebê tem uma crise de asma

O que se deve fazer na crise de asma do bebê é fazer as nebulizações com remédios broncodilatadores, como Salbutamol ou Albuterol, prescritas pelo pediatra. Para isso deve-se:

  1. Colocar o número de gotas do remédio indicado pelo pediatra no copinho do nebulizador;
  2. Adicionar, no copinho do nebulizador, 5 a 10 ml de soro fisiológico;
  3. Posicionar a máscara corretamente no rosto do bebê ou colocar junto no nariz e boca;
  4. Ligar o nebulizador durante 10 minutos ou até que o remédio desapareça do copinho.

As nebulizações podem ser feitas várias vezes durante o dia, de acordo com indicação do médico, até que os sintomas do bebê diminuam.

Leia também: Crise de asma: sintomas, o que fazer e como evitar que aconteça tuasaude.com/primeiros-socorros-na-crise-de-asma

Teste online de sintomas

Para saber quais as chances da criança ter asma, por favor, selecione os sintomas que apresenta:

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O teste de sintomas é apenas uma ferramenta de orientação e, por isso, são serve como diagnóstico e nem substitui a consulta com o pediatra, pneumologista ou alergologista.

Como confirmar o diagnóstico

O diagnóstico da asma infantil deve ser feito pelo médico pneumologista ou alergologista pediátrico, inicialmente através da avaliação dos sinais e sintomas apresentados pela criança e avaliação clínica.

Além disso, para confirmar a asma, o médico pode indicar a realização de alguns exames, como espirometria, raio-X de tórax, exames laboratoriais e, em alguns casos, tomografia computadorizada.

Leia também: Espirometria: o que é, para que serve, como é feita e resultados tuasaude.com/espirometria

mas o pediatra poderá desconfiar da doença quando a criança apresenta os sinais e sintomas da asma, encaminhando para esses especialistas.

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Como é feito o tratamento

O tratamento da asma infantil é semelhante ao do adulto, e deve ser feito com o uso de remédios e evitando a exposição as substâncias que podem desencadear a crise asmática.

Nos bebês e nas crianças com menos de 3 anos, o pediatra ou pneumologista pediátrico orientar a nebulização com os remédios da asma diluídos em soro fisiológico, e só geralmente a partir dos 5 anos de idade, é que ela poderá começar usar a \"bombinha da asma\".

Leia também: Bombinha de asma: tipos, como usar e dúvidas comuns tuasaude.com/como-usar-a-bombinha-da-asma-corretamente

O pediatra também pode recomendar fazer nebulizações com remédios corticoides, como Prelone ou Pediapred, 1 vez por dia, para evitar o surgimento de crises de asma e fazer a vacina da gripe todos os anos, antes do início do inverno.

Se numa crise de asma o remédio parecer não ter efeito deve-se chamar uma ambulância ou levar o bebê o mais rápido possível para o hospital.

Além do uso do remédio o pediatra deverá orientar aos pais a ter alguns cuidados em casa, especialmente no quarto do bebê como evitar o acúmulo de poeira. Algumas medidas úteis são retirar tapetes, cortinas e carpetes da casa e limpar sempre a casa com um pano úmido para retirar sempre toda poeira.

Como deve ser o quarto do bebê com asma

Os principais cuidados ao preparar o quarto de um bebê/criança com asma são:

  • Usar capas antialérgicas no colchão e almofadas da cama;
  • Trocar os cobertores por edredões ou evitar usar cobertores com pelo;
  • Trocar a roupa da cama todas as semanas e lavá-la em água a 130ºC;
  • Colocar chão emborrachado lavável, como mostra a imagem 2, nos locais onde a criança brinca;
  • Limpar o quarto com aspirador de pó e pano úmido, pelo menos, 2 a 3 vezes por semana;
  • Limpar as pás dos ventiladores 1 vez por semana, evitando o acúmulo de poeira em cima do aparelho;
  • Retirar tapetes, cortinas e carpetes do quarto da criança;
  • Evitar a entrada de animais, como gato ou cão, dentro do quarto do bebê.

Já no caso do bebê que apresenta sintomas de asma devido a alterações na temperatura, também é importante utilizar roupas adequadas à estação de ano para evitar mudanças bruscas de temperatura.

Além disso, os bonecos de pelúcia devem ser evitados, pois acumulam muita poeira. No entanto, caso existam brinquedos com pelo é aconselhado mantê-los fechados em um armário e lavá-los, pelo menos, 1 vez por mês.

Estes cuidados devem ser mantidos por toda a casa para garantir que as substâncias alérgicas, como poeira ou pelo, não são transportadas para o local onde o bebê se encontra.

Quando ir ao médico

Os pais devem levar o bebê ao pronto-socorro quando:

  • Os sintomas de asma não diminuem após a nebulização;
  • São necessárias mais nebulizações para controlar os sintomas, do que as indicadas pelo médico;
  • O bebê apresenta dedos ou lábios arroxeados;
  • O bebê está com dificuldade para respirar, ficando muito irritado.

Além destas situações, os pais devem levar o bebê com asma a todas as consultas de rotina marcadas pelo pediatra para avaliar o seu desenvolvimento.



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terça-feira, 26 de maio de 2026

Isotônico: o que é, para que serve e quando tomar

O isotônico é uma bebida desenvolvida para repor os sais minerais e a água perdidos durante exercícios físicos intensos, para fornecer energia, melhorar o desempenho físico e prevenir a desidratação.

Os isotônicos apresentam uma concentração de minerais e açúcares semelhantes à do sangue e, devido às suas propriedades, também são popularmente usadas em caso de diarreia ou vômitos.

Leia também: Como parar a diarreia mais rápido: 8 dicas eficazes (e quando ir ao médico) tuasaude.com/como-parar-a-diarreia-mais-rapido

Entretanto, o consumo excessivo de isotônico pode aumentar o risco de problemas de saúde e, por isso, é aconselhado consultar o nutricionista ou nutrólogo para saber quando e como o seu consumo realmente é indicado.

Uma mulher e homem jovens tomando uma bebida na pausa entre exercícios

Para que serve

Os principais benefícios do isotônico para a saúde são:

1. Aumentar a disposição

É comum o isotônico conter grandes quantidades de açúcares na sua composição e, portanto, ajuda a aumentar a disposição para atividades físicas, fornecendo energia para o seu desempenho. Conheça os principais alimentos que dão energia e melhoram a disposição.

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2. Ajudar a manter o organismo hidratado

O isotônico apresenta concentrações de minerais e açúcares parecidas com a do sangue e, por isso, favorece a absorção de água pelo intestino, podendo ajudar a manter o organismo hidratado. 

As bebidas isotônicas também contêm água e, por isso, podem ajudar a repor a água perdida durante exercícios físicos ou, algumas vezes, devido a sintomas como diarreia e vômitos. Saiba como prevenir a desidratação.

3. Repor minerais no sangue

Acredita-se que o isotônico pode ajudar a repor minerais no sangue que normalmente são perdidos durante atividades físicas pelo suor.

Por isso, o isotônico também pode ser benéfico para condições de saúde que causam diarreia ou vômitos, por exemplo.

Os principais sais minerais presentes no isotônico são sódio e potássio, mas essa bebida também pode conter como cloreto, magnésio ou cálcio na sua composição, conforme o fabricante.

Leia também: Sais minerais: o que são, funções, tipos (e alimentos ricos) tuasaude.com/sais-minerais

4. Contribuir para o desempenho físico

O isotônico pode ajudar a melhorar o desempenho em atividades físicas, porque os minerais presentes nessa bebida, especialmente sódio e potássio, são fundamentais para que a contração muscular seja eficiente. 

Além disso, dependendo do isotônico, a bebida também pode conter vitaminas que são importantes para quem faz exercícios físicos, como vitamina A, C e B12.  

Leia também: Como ganhar massa muscular (rápido): 12 melhores dicas tuasaude.com/8-dicas-para-ganhar-massa-muscular

5. Auxiliar na recuperação após exercícios

Por facilitar a reposição de água e conter minerais e, algumas vezes, vitaminas na sua composição, o isotônico também pode auxiliar na recuperação após o treino.

Os isotônicos também podem ajudar a prevenir a fadiga muscular e as cãibras, por exemplo.

Leia também: O que comer depois do treino (com lanches saudáveis) tuasaude.com/o-que-comer-depois-do-treino

Quando tomar

O consumo de isotônico pode ser indicado em caso de:

  • Exercícios de alta intensidade e/ou que durem mais de uma hora;
  • Suor excessivo, que pode causar perda intensa de água e minerais em alguns casos;
  • Dias muito quentes, que podem favorecer a desidratação;
  • Diarreia ou vômitos, em alguns casos.

No entanto, na maioria dos casos e especialmente para atividades físicas leves a moderadas ou que durem uma hora ou menos, a ingestão de água é suficiente para reidratar o organismo de forma adequada, sendo desnecessário o consumo de isotônicos.

Se deseja saber como incluir o isotônico na sua dieta de forma saudável, marque uma consulta com o nutricionista mais perto de você:

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Como tomar

O isotônico deve ser tomado com moderação, pois o consumo excessivo pode favorecer o ganho de peso e o desenvolvimento ou piora de alguns problemas de saúde, como obesidade, diabetes e doenças cardíacas.

Assim, o consumo de isotônicos não deve substituir a ingestão de água, mesmo em caso atletas. Também é importante que sejam incluídos em uma alimentação saudável e equilibrada, além de se praticar atividades físicas regularmente.

Além disso, o isotônico normalmente não é recomendado para crianças, especialmente devido aos açúcares na sua composição, mesmo em caso de diarreia ou vômitos. Nestes casos, o mais indicado é o soro de reidratação oral. Conheça os sais e soluções para a terapia de reidratação oral.



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segunda-feira, 25 de maio de 2026

Pele ressecada: o que pode ser (e o que fazer)

A pele ressecada normalmente surge quando se fica muito tempo num ambiente muito frio ou muito quente ou quando se toma banho com água quente por muito tempo, por exemplo, pois esses são hábitos que acabam desidratando a pele e deixando-a mais seca.

No entanto, a pele ressecada também pode ser um sinal de alterações na produção do hormônio estrogênio ou ser efeito colateral de alguns remédios diuréticos. Nestes casos, além da pele seca, podem surgir outros sintomas como dor de cabeça, tonturas, boca e olhos secos ou momentos de confusão.

Para identificar a causa correta da pele ressecada é importante consultar um dermatologista de forma a avaliar os sintomas e iniciar o tratamento mais adequado, que pode ser feito usando cremes hidratantes, mantendo uma alimentação saudável e equilibrada ou tomando remédios que reponham hormônios que estejam faltando.

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O que pode ser

As principais causas da pele ressecada são:

1. Mudanças de temperatura

Ficar muito tempo no frio, como acontece no inverno, pode ressecar a pele, porque quando a temperatura ambiente diminui, a pele perde a sua hidratação.

No entanto, o mesmo também pode acontecer no verão, pois devido às temperaturas altas, as glândulas sebáceas e sudoríparas produzem menos óleos e suor, deixando a pele mais seca.

O que fazer: para tratar a pele ressecada é importante usar cremes hidratantes e proteger a pele das regiões que se encontram mais expostas, como as mãos e o rosto, colocando luvas, e mantendo o corpo quente.

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2. Tomar banho com água muito quente

Tomar banho com água muito quente é outra causa muito comum para a pele ressecada pois a temperatura elevada da água remove a gordura natural da pele, deixando-a ressecada.

Além disso, o uso de sabonetes que não foram testados dermatologicamente, ou tenham um ph que não é o adequado, também podem eliminar a camada oleosa da pele, tornando-a mais seca.

O que fazer: é importante tomar um banho, no máximo de 5 minutos, usando água morna e evitando o uso de esponjas porque diminuem a proteção da pele e deixam-na mais sensível. O sabonete deve ser ligeiramente ácido, com um ph entre 5-6, e a pele deve ser hidratada com cremes hidratantes logo após o banho pois os poros encontram-se mais abertos, tornando a hidratação mais eficaz.

3. Não comer frutas e vegetais

Ter uma alimentação pobre em vegetais e frutas pode deixar a pele mais ressecada pois esses alimentos são ricos em vitaminas e minerais que ajudam a proteger as camadas da pele, mantendo-a saudável e bonita.

O que fazer: é importante manter uma alimentação saudável e variada, incluindo frutas, legumes e gorduras boas, que se encontram no peixe, carne ou oleaginosas porque ajudam a manter a oleosidade da pele, evitando que fique ressecada.

4. Beber pouca água

Beber pouca água pode ser um motivo da pele ressecada pois a falta de hidratação torna a pele mais áspera e com menos elasticidade, podendo levar à sua descamação.

O que fazer: é importante beber, pelo menos, 2 litros de água por dia para garantir que o organismo está bem hidratado e a pele se mantém saudável.

5. Praticar natação ou hidroginástica

Os esportes que necessitam do contato frequente da pele com cloro, como acontece na natação ou hidroginástica, podem levar ao ressecamento da pele porque os químicos presentes na água, embora sejam seguros para a saúde, ao longo do tempo podem ir agredindo a pele, deixando-a mais seca.

O que fazer: é recomendado que depois de estar na água da piscina se tome um banho com água morna e se use um sabonete de pH ligeiramente ácido, entre 5-6, para retirar o excesso de cloro e evitar que continue ressecando a pele.

6. Usar roupas de tecido sintético

O uso frequente de roupas de tecido sintético, como poliéster ou elastano, impede que a pele transpire de forma adequada, deixando-a mais áspera e ressecada.

O que fazer: o tecido ideal para a roupa deve ser natural, como algodão, lã ou linho, porque evita o surgimento de alergias e permite que a pele respire, impedindo que fique ressecada.

7. Dermatite atópica

A dermatite atópica é uma doença que dificulta a retenção de água na pele porque impede que a pele produza a gordura necessária para manter a sua hidratação e, por isso, torna-se mais ressecada.

Além disso, podem ainda surgir outros sintomas como coceira e lesões avermelhadas na pele que aparecem, principalmente, nos joelhos, cotovelos, dorso das mãos, pés e região genital.

Esta condição, normalmente, surge na infância e tende a diminuir até à adolescência, podendo aparecer novamente na idade adulta.

O que fazer: é importante manter a hidratação da pele com o uso de cremes hidratantes. Além disso, em alguns casos, pode ser necessário consultar o dermatologista para iniciar um tratamento específico para a dermatite atópica. Saiba como é feito o tratamento para a dermatite atópica.

8. Idade avançada

O envelhecimento é uma das causas naturais da pele ressecada, porque a pele vai ficando com menos elasticidade e vai perdendo a sua oleosidade e hidratação ao longo dos anos. Isso acontece, mais frequentemente, no rosto, mãos, cotovelos e joelhos, embora também possa surgir na restante pele do corpo.

O que fazer: é importante manter cuidados como a hidratação da pele, beber cerca de 2 litros de água por dia e comer alimentos saudáveis pois ajudam a hidratar a pele e fornecem os nutrientes necessários para que se mantenha saudável e mais bonita.

9. Diminuição da produção de estrogênio

Quando os níveis de estrogênio diminuem, o que acontece na menopausa, a pele fica mais ressecada pois a quantidade de água retida na pele diminui, assim como, a sua oleosidade. Conheça outras alterações que acontecem com o corpo na menopausa.

O estrogênio é um hormônio importante na hidratação da pele pois estimula a produção de gordura, através das glândulas sebáceas, mantendo a pele macia e saudável. Além disso, o estrogênio estimula a produção de colágeno, tornando a pele mais elástica e firme.

O que fazer: é importante consultar o dermatologista para indicar o melhor tratamento, que pode ser feito com remédios que aumentem os valores do estrogênio. Além disso, é necessário hidratar a pele com cremes hidratantes porque ajudam a repor a gordura da pele, impedindo que fique ressecada.

10. Diabetes

O ressecamento da pele também pode ser um sinal de diabetes, pois a diabetes pode causar lesões nos nervos que controlam a produção de gordura da pele e de suor, diminuindo a sua oleosidade e hidratação e deixando-a mais ressecada.

Além disso, a diabetes pode provocar um aumento da fome, sede exagerada, boca seca, cansaço fácil e vontade de urinar mais vezes ao dia, fazendo com que o organismo fique com menos quantidade de água e a pele se torne mais seca. Confira outras complicações da diabetes.

O que fazer: é importante manter a hidratação da pele com o uso de cremes hidratantes para evitar que se descame ou que desenvolva feridas, pois estas são mais difíceis de cicatrizar com a diabetes. A alimentação deve ser saudável e orientada pela nutricionista pois permite indicar quais os melhores alimentos para cada pessoa, podendo manter estáveis os níveis de açúcar no sangue.

11. Uso de alguns remédios

O uso de remédios diuréticos, como a furosemida e a hidroclorotiazida, provocam a eliminação excessiva de água do organismo, podendo deixar a pele ressecada.

Além disso, outros medicamentos que também podem levar à desidratação e ressecamento da pele são os remédios para alergia, para a pressão alta e as estatinas usadas no tratamento do colesterol alto.

O que fazer: embora alguns remédios possam provocar ressecamento da pele, não devem ser interrompidos sem indicação do médico. Assim, é importante informar o médico sobre essa alteração, para avaliar a possibilidade de trocar de medicamento ou reajustar a dose.

Sintomas de pele ressecada

Os principais sintomas de pele ressecada são:

  • Pele áspera;
  • Descamação da pele;
  • Coceira excessiva;
  • Linhas finas esbranquiçadas, principalmente nas pernas;
  • Manchas vermelhas na pele;
  • Rachaduras.

Além disso, em alguns casos a pele pode ficar dolorida ou ocorrer sensação de ardor ou queimação no local, ou até o aparecimento de feridas pelo ato de coçar.

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sexta-feira, 22 de maio de 2026

Xerostomia: o que é, sintomas, causas e tratamento

A xerostomia é uma condição que pode causar alguns sintomas como boca seca ou pegajosa, língua seca, mau hálito, lábios rachados e dificuldade para mastigar, engolir, sentir o gosto ou falar.

Popularmente conhecida como boca seca, a xerostomia pode surgir devido aos efeitos colaterais de alguns remédios ou ser causada por situações como desidratação, diabetes mal controlada e síndrome de Sjögren, por exemplo.

Leia também: Boca seca: 7 causas, sintomas (e o que fazer) tuasaude.com/boca-seca

Na presença de xerostomia persistente ou contínua, é recomendado consultar o clínico geral. Assim, o médico pode identificar a causa desta condição e indicar o tratamento, que pode ser feito com ajustes nos remédios usados, autocuidados e o uso de medicamentos.

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Sintomas de xerostomia

Os sintomas de xerostomia são:

  • Boca pegajosa e seca;
  • Língua seca e áspera;
  • Mau hálito;
  • Dificuldade para mastigar, engolir, sentir o gosto ou falar;
  • Alteração do paladar ou intolerância a alimentos ou bebidas picantes, salgados ou ácidos;
  • Sensação de queimação ou coceira na boca ou garganta;
  • Lábios rachados, descamando ou pegajoso.

A pessoa com xerostomia também pode apresentar garganta seca ou dolorida, rouquidão, aftas na boca e infecções recorrentes na boca ou garganta, como candidíase.

Leia também: Garganta seca: 12 principais causas (e o que fazer) tuasaude.com/garganta-seca

Como confirmar o diagnóstico

O diagnóstico da xerostomia é feito pelo clínico geral, através do exame físico, da avaliação dos sintomas apresentados, do histórico de saúde da pessoa e dos remédios em uso.

Se deseja confirmar se tem xerostomia, marque uma consulta com o especialista mais perto de você:

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Para confirmar o diagnóstico, o médico pode solicitar a realização de testes de fluxo salivar, como a sialometria, exames de sangue e sorologia, exames de imagem, como ultrassonografia e, em alguns casos, a biópsia de glândulas salivares.

Possíveis causas

A xerostomia pode ser causada por condições como:

  • Desidratação, devido a baixa ingestão de líquidos, perda de sangue, diarreia crônica;
  • Uso de medicamentos, como antidepressivos, anti-hipertensivos, diuréticos, anti-histamínicos, analgésicos, relaxantes musculares e agentes colinérgicos;
  • Doenças, como diabetes mal controlada, HIV/Aids, cirrose biliar, doenças da tireoide e insuficiência renal;
  • Doenças autoimunes, como síndrome de Sjögren, lúpus eritematoso sistêmico e artrite reumatoide;
  • Condições neurológicas, como lesões na cabeça ou no pescoço e doença de Parkinson;
  • Alterações hormonais, como as presentes na gravidez e menopausa;
  • Tratamentos oncológicos, como radioterapia na região da cabeça e do pescoço, quimioterapia e imunoterapia;

Além disso, situações que também podem causar a xerostomia incluem respirar pela boca, consumo de tabaco, álcool ou cannabis ou a ingestão excessiva de cafeína ou alimentos picantes.

Como é o tratamento da xerostomia

O tratamento da xerostomia varia conforme a causa desta condição e inclui:

1. Ajuste do remédio em uso

Caso a xerostomia seja causada pelo uso de medicamentos, o médico pode avaliar e ajustar a dose, substituir ou ainda mudar o horário da toma do remédio, por exemplo.

2. Lubrificantes e/ou saliva artificial

Para aliviar os sintomas, o médico pode recomendar o uso de lubrificantes labiais, como vaselina ou lanolina, para evitar rachaduras e ressecamento dos lábios.

A saliva artificial, na forma de sprays, géis, colutórios e pastilhas, pode ser prescrita pelo médico. Isso porque contém carboximetilcelulose, glicerina ou mucinas, que aumentam a viscosidade e melhoram a lubrificação da saliva natural.

3. Medicamentos

Quando os estimulantes ou substitutos tópicos da saliva não são suficientes, o médico pode recomendar o uso de medicamentos sistêmicos que estimulam as glândulas salivares, aumentando a saliva e melhorando os sintomas de xerostomia.

O principal medicamento indicado é a pilocarpina, que pode ser administrada em doses que variam entre 5 a 10 mg, entre 3 a 4 x dia por pelo menos 3 meses ou conforme a orientação médica.

4. Autocuidados

Alguns autocuidados que podem ajudar a aliviar a xerostomia são:

  • Beber bastante água, entre 2 a 3 litros por dia;
  • Chupar cubos de gelo ou picolés sem açúcar;
  • Usar um umidificador á noite;
  • Mastigar chicletes sem açúcar ou chupar balas sem açúcar, principalmente as de sabor cítrico, canela ou menta;
  • Tomar pequenos goles de água ou bebidas sem açúcar durante as refeições, para facilitar a mastigação e deglutição;
  • Manter uma higiene oral rigorosa, escovando os dentes pelo menos 2 vezes ao dia e usando fio dental diariamente. Veja como escovar os dentes corretamente.
  • Evitar ou diminuir o consumo de bebidas alcoólicas, tabaco e alimentos duros, secos, picantes, muito salgados ou ácidos, ou ricos em açúcar.

Um enxaguante bucal caseiro, com 1 xícara de água morna com 1/4 de colher de chá de bicarbonato de sódio e 1/8 de colher de chá de sal, bochechar por alguns segundos e enxaguar com água, a cada 3 horas, também ajuda a aliviar a boca seca.

Leia também: Enxaguante bucal: para que serve (e como escolher o melhor) tuasaude.com/enxaguante-bucal

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quinta-feira, 21 de maio de 2026

Azeite extra virgem: benefícios, como usar (e qual o melhor)

O azeite extra virgem é um alimento obtido a partir do suco das azeitonas e que oferece muitos benefícios à saúde, como ajudar a proteger a saúde do coração, evitar a inflamação e controlar a glicose.

Esses benefícios se devem ao alto teor de polifenóis e ácidos graxos monoinsaturados do azeite, que lhe conferem ação antioxidante e anti-inflamatória.

Leia também: Azeite: 14 benefícios, tipos (e como usar) tuasaude.com/beneficios-do-azeite

Embora seja benéfico, o azeite de oliva extra virgem deve ser consumido com moderação devido ao seu alto teor calórico. Também é importante escolher um azeite de boa qualidade e evitar o seu reaquecimento.

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Benefícios do azeite extra virgem

Os benefícios do azeite de extra virgem são:

1. Proteger a saúde do coração

O ácido oleico presente no azeite extra virgem ajuda a reduzir o colesterol \"ruim\", LDL, e a melhorar a função do colesterol \"bom\", HDL.

Os polifenóis do azeite protegem as artérias da formação de placas de gordura, o que ajuda a proteger a saúde do coração e a reduzir o risco de infarto, aterosclerose e acidente vascular cerebral (AVC).

2. Prevenir a inflamação

O azeite de oliva extra virgem contém oleocantal, um composto bioativo que, quando consumido diariamente e com moderação, pode ajudar a prevenir a inflamação, aliviar dores corporais e evitar doenças inflamatórias crônicas, como artrite reumatoide.

Portanto, o azeite extra virgem é um alimento valioso para atletas e idosos que buscam melhorar sua recuperação física.

Entretanto, o oleocantal se perde durante o processo de refinamento químico. Portanto, o azeite \"refinado\" ou o azeite rotulado simplesmente como \"azeite\" não contém esse composto.

3. Controlar a diabetes e a glicose

Substituir gorduras saturadas por azeite de oliva extravirgem melhora a sensibilidade à insulina e ajuda, assim, a regular os níveis de glicose após as refeições.

Alguns estudos indicam que os compostos bioativos do azeite extra virgem podem ajudar a reduzir os níveis de hemoglobina glicada em pessoas com diabetes tipo 2.

Além disso, este alimento também ajuda a retardar a absorção de açúcares e a prevenir os picos de glicose.

4. Prevenir o declínio cognitivo

Os polifenóis e antioxidantes presentes no azeite extra virgem atravessam a barreira protetora do cérebro, ajudando a combater os danos oxidativos e prevenir o declínio cognitivo.

Uma dieta rica em azeite tem sido associada a uma melhor memória e menor risco de desenvolver a doença de Alzheimer.

Esses compostos também ajudam a eliminar as proteínas nocivas que se acumulam nas células cerebrais ao longo do tempo.

5. Melhorar a digestão e a microbiota

O azeite extra virgem atua como um regulador da microbiota intestinal. Este alimento ajuda a aumentar a quantidade de bactérias benéficas no intestino e a reduzir a de microrganismos que podem causar danos.

Além disso, as propriedades antimicrobianas do azeite de oliva extra virgem ajudam a proteger a mucosa gástrica e a controlar as bactérias nocivas, como a Helicobacter pylori.

Qual é o melhor azeite extra virgem?

O melhor azeite extra virgem é aquele com alta concentração de polifenóis, acima de 250 mg/kg, baixa acidez livre, idealmente inferior a 0,8% e embalado em recipientes escuros para proteger da luz.

Para identificar um azeite de boa qualidade, é importante verificar se o rótulo indica extração a frio a temperaturas abaixo de 27 °C, pois isso ajuda a preservar melhor as vitaminas e os compostos antioxidantes.

Além disso, um azeite extra virgem de qualidade deve ter um aroma fresco, com notas herbáceas ou frutadas, e um sabor com um leve amargor e uma sensação picante na garganta.

Essas características sensoriais geralmente indicam que se trata de um azeite rico em antioxidantes.

Leia também: 7 dicas para escolher o melhor azeite tuasaude.com/como-identificar-um-bom-azeite

Tabela de informação nutricional

A tabela a seguir traz a informação nutricional média por 100 gramas do azeite extra virgem:

Componentes Quantidade por 100 g
Energia 899 calorias
Carboidratos 0 g
Gorduras totais 99,9 g
Ácidos graxos saturados 14,4 g
Ácidos graxos monoinsaturados (ácido oleico) 78,6 g
Ácidos graxos poli-insaturados 6,9 g
Ácido linoleico 6,2 g
Vitamina A 18 mcg
Alfa-tocoferol 9,2 mg
Betacarotenos 120 mcg
Vitamina K 57 mcg

Para obter todos os benefícios do azeite extra virgem, este alimento deve ser incorporado a uma dieta variada e equilibrada, junto com atividade física regular e outros hábitos de vida saudáveis.

Como consumir

A quantidade mínima recomendada para se obter os benefícios do azeite extra virgem é de 25 ml por dia, o que equivale cerca de duas colheres de sopa.

No entanto, a quantidade de gorduras na dieta, incluindo o azeite, deve ser ajustada conforme as necessidades nutricionais de cada pessoa.

O azeite extra virgem preserva melhor sua capacidade antioxidante quando consumido cru, como para temperar saladas, legumes cozidos ou torradas, por exemplo.

Além disso, o azeite de oliva extra virgem também pode ser usado para refogados de um modo geral.

Embora o azeite extra virgem possa ser usado para frituras, não é aconselhado. Isso porque a exposição a temperaturas acima de cerca de 85º C reduzem os compostos bioativos do azeite.

Para manter as propriedades do azeite extra virgem, recomenda-se armazená-lo em local fresco e escuro, longe de fontes de calor.

Se deseja saber como consumir o azeite em uma dieta saudável, marque uma consulta com o nutricionista mais perto de você:

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Características do azeite extra virgem

As principais características do azeite extra virgem são:

  • Baixa acidez: o teor de ácidos graxos livres deve ser igual ou inferior a 0,8%, refletindo o cuidado no manuseio da azeitona desde a sua colheita;
  • Extração mecânica: é obtido exclusivamente por meios físicos, sem o uso de solventes químicos ou processos de refino que alterem sua estrutura natural;
  • Rico em polifenóis: contém compostos bioativos, como o hidroxitirosol e o oleocantal, responsáveis ​​pelos efeitos benéficos e o sabor levemente apimentado;
  • Perfil de gorduras saudáveis: é composto principalmente de ácido oleico (ômega 9), uma gordura resistente à oxidação química e térmica;
  • Estabilidade térmica: possui um alto ponto de fumaça, entre 190 °C e 210 °C, tornando-o adequado para a maioria dos métodos de cozimento caseiro;
  • Atributos sensoriais: deve apresentar notas de fruta fresca e não possuir defeitos sensoriais, como odor rançoso ou sabor metálico.

Em conjunto, essas características fazem com que o azeite de oliva extra virgem se destaque como uma das gorduras mais saudáveis ​​e estáveis ​​para o consumo diário.



source https://www.tuasaude.com/azeite-extra-virgem/

Doença da vaca louca: o que é, sintomas e transmissão

A doença da vaca louca em humanos é uma doença rara neurodegenerativa que causa lesões cerebrais graduais e definitivas, provocando sintomas como perda de memória, dificuldade para pensar e tremores, por exemplo.

Conhecida cientificamente como Variante da Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJv), a doença da vaca louca é causada por príons, proteínas anormais que se instalam no cérebro e causam a destruição das células nervosas.

A doença da vaca louca é rara de acontecer em pessoas, no entanto o consumo de carne infectada de bovinos contaminados por príons pode levar ao desenvolvimento da doença em humanos.

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Sintomas de doença da vaca louca

Os principais sintomas da doença da vaca louca são:

  • Perda de memória;
  • Dificuldade para falar ou pensar;
  • Perda da capacidade para fazer movimentos coordenados;
  • Dificuldade para caminhar;
  • Tremores constantes;
  • Visão turva;
  • Insônia;
  • Ansiedade e depressão.

Com a progressão da doença, a pessoa também pode apresentar irritabilidade, alucinações, dificuldades para engolir e cegueira.

Geralmente as pessoas levam muito tempo para ficarem doentes, apresentando os sintomas somente cerca de 10 anos ou mais após a contaminação.

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico da doença da vaca louca é feito pelo neurologista com base nos sintomas apresentados, principalmente quando existem mais casos suspeitos na região da pessoa.

Marque uma consulta com o especialista mais perto de você, se deseja confirmar o risco de doença da vaca louca:

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Além disso, o médico também pode avaliar alterações específicas no cérebro que podem ser indicativas dessa doença, como o sinal pulvinar.

O diagnóstico pode também incluir a realização de eletroencefalograma, a análise do líquido cefalorraquidiano, o teste de príons e exames genéticos, a ressonância magnética.

No entanto, na maioria dos casos, a doença só é confirmada após realização de biópsia do cérebro.

Como acontece a transmissão

A principal forma de transmissão da doença da vaca louca é por meio do consumo de carne bovina contaminada por príons.

Outras possíveis formas de transmissão da doença são:

  • Transplante de córnea ou pele contaminada;
  • Uso de instrumentos contaminados em procedimentos cirúrgicos;
  • Implante inadequado de eletrodos cerebrais;
  • Injeções de hormônios de crescimento contaminados.

Entretanto, estas outras formas de transmissão da doença são muito raras, pois as técnicas modernas reduzem muito o risco de usar tecidos ou materiais contaminados.

Não existem evidências científicas de que a doença da vaca louca possa ser transmitida pelo ar ou ainda pelo uso da mesma roupa, mesmos copos e utensílios de cozinha ou contato íntimo com as pessoas contaminadas.

Possíveis complicações

O desenvolvimento da doença da vaca louca é rápido, uma vez que desde que os sintomas aparecem, a pessoa geralmente vem a óbito entre um período de até um ano.

Isso acontece porque desde o momento da infecção, a função neuronal é prejudicada, causando a perda progressiva das capacidades e maior necessidade da pessoa ficar acamada e dependente para comer e realizar os cuidados de higiene.

Embora ainda não exista tratamento e cura para essa doença, a pessoa deve ser acompanhada por um médico, que poderá indicar remédios, terapia nutricional e psicoterapia, para aliviar os sintomas e manter o bem-estar geral da pessoa.

Como é feito o tratamento

Até o momento, não existe tratamento específico ou cura para essa doença em humanos. É importante que a pessoa seja acompanhada por um médico para que sejam indicadas medidas que ajudem a manter o bem-estar geral e a aliviar os sintomas, como dor, ansiedade, depressão, rigidez muscular e movimentos involuntários.

A terapia nutricional também pode ser indicada, principalmente quando a pessoa possui dificuldade para engolir ou comer.

A psicoterapia e o suporte emocional podem ajudar a pessoa e a família a lidar melhor com o diagnóstico e as mudanças causadas pela doença. Nos casos mais avançados, a pessoa pode precisar de cuidados de enfermagem, em que um profissional ajuda na alimentação, higiene e atividades diárias.



source https://www.tuasaude.com/doenca-da-vaca-louca/

Remédios para psoríase (comprimidos, pomadas e outros)

Alguns remédios para psoríase, como betametasona, calcipotriol, acitretina e metotrexato, por exemplo, podem ser indicados pelo dermatologis...