quarta-feira, 27 de maio de 2026

Remédios para psoríase (comprimidos, pomadas e outros)

Alguns remédios para psoríase, como betametasona, calcipotriol, acitretina e metotrexato, por exemplo, podem ser indicados pelo dermatologista, pois ajudam a aliviar o sintomas, como manchas vermelhas e ressecadas na pele, coceira ou descamação.

Esses remédios podem ser usados na forma de pomadas, comprimidos ou injeção, de acordo com a indicação do médico, que orienta o melhor tratamento de forma individualizada de acordo com o tipo, o local das lesões e a gravidade dos sintomas.

Leia também: Tratamento para psoríase (pomadas, remédios e opções naturais) tuasaude.com/tratamento-para-psoriase

Além disso, também é importante hidratar diariamente a pele, especialmente as regiões afetadas, assim como evitar produtos muito abrasivos que causem irritação da pele e ressecamento excessivo.

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Comprimidos e cápsulas

Os comprimidos e cápsulas para psoríase podem ser indicados pelo dermatologista na psoríase grave ou generalizada, por exemplo, quando o tratamento tópico não é eficaz para controlar os sintomas.

Os principais comprimidos que podem ser indicados pelo médico são:

1. Acitretina

A acitretina é um retinoide geralmente indicado para tratar formas graves de psoríase, incluindo psoríase eritrodérmica, psoríase pustular localizada ou generalizada.

Os comprimidos de acitretina podem ser encontrados nas doses de 10 mg ou 25 mg, vendido somente com prescrição médica e retenção da receita pela farmácia.

Quem não deve usar: a acitretina não deve ser usada por pessoas com alergia à acitretina, a outros retinoides ou aos demais componentes da fórmula.

Este remédio também é contraindicado para mulheres grávidas ou que desejam engravidar, lactantes e pessoas com insuficiência hepática ou renal graves.

Efeitos colaterais: alguns possíveis efeitos colaterais mais comuns da acitretina são dor de cabeça, ressecamento e inflamação da boca, olhos e mucosas nasais, queda de cabelo, descamação da pele, coceira, unhas quebradiças, e dores musculares e articulares, por exemplo.

2. Metotrexato

O metotrexato é indicado para o tratamento da psoríase grave, ou quando o tratamento tópico não foi eficaz, pois atua na modulação do sistema imunológico e da inflamação das células da pele.

Este remédio está disponível em farmácias ou drogarias na forma de comprimidos de 2,5 mg, em dose única ou fracionada semanalmente, devendo sempre ser usado com indicação do dermatologista.

Quem não deve usar: esse remédio não deve ser usado por pessoas com alergia ao metotrexato, grávidas e lactantes, ou nos casos de cirrose, doença etílica, hepatite ativa, insuficiência hepática, infecções graves, síndromes de imunodeficiência, aplasia ou hipoplasia medular, níveis baixos de plaqueta no sangue, anemia ou úlcera gástrica aguda.

Efeitos colaterais: os efeitos colaterais mais comuns do metotrexato são náusea, desconforto abdominal, cansaço excessivo, fadiga ou maior sensibilidade à luz.

O metotrexato também pode aumentar os riscos de infecções, feridas ou úlceras na boca, febre, calafrios, insuficiência renal e faringite.

O metotrexato também pode causar efeitos colaterais graves, como a síndrome de Stevens-Johnson ou a necrólise epidérmica tóxica.

Leia também: Metotrexato: para que serve, como usar e efeitos colaterais tuasaude.com/metotrexato

3. Ciclosporina

A ciclosporina na forma de cápsulas é um imunossupressor indicado para o tratamento da psoríase moderada a grave, pois age diminuindo a ação do sistema imunológico, o que ajuda a reduzir os sintomas da psoríase

O tratamento da psoríase com a ciclosporina pode ser feito tomando-se 2,5 mg do medicamento por kg de peso corporal, por dia, dividida em 2 doses, durante o 1º mês de tratamento.

Quem não deve usar: esse remédio não deve ser usado por mulheres amamentando, pessoas com alergia ao medicamento ou com pressão alta grave, instável e incontrolável com remédios, infecções ativas ou câncer.

Efeitos colaterais: os possíveis efeitos colaterais mais comuns são perda do apetite, tremores, dor de cabeça, náuseas, vômitos, dor abdominal, prisão de ventre ou diarreia.

Também podem ocorrer crescimento excessivo das gengivas ou de pelos no corpo e rosto, pressão alta, infecções, aumento dos níveis de açúcar no sangue ou alterações nos rins ou fígado.

A ciclosporina pode causar reações alérgicas graves ou anafilaxia. Nesses casos, deve-se ir imediatamente ao pronto-socorro.

Injeções para psoríase

As injeções indicadas para psoríase são geralmente os imunobiológicos, sendo recomendadas especialmente quando as outras opções de tratamento não reduzem a inflamação da pele e aliviam os sintomas da psoríase moderada a grave.

Algumas injeções de imunobiológicos indicadas são:

Esses remédios geralmente são utilizados em hospitais, através de injeções sob a pele ou diretamente na veia, aplicadas por um enfermeiro, sob supervisão médica.

Quem não deve usar: estas injeções não devem ser usadas por pessoas que tenham alergia aos componentes da fórmula, ou nos casos de insuficiência cardíaca, doença desmielinizante, história recente de câncer, infecção ativa, uso de vacinas vivas atenuadas e grávidas.

Efeitos colaterais: os efeitos colaterais mais comuns dos agentes biológicos são reações no local de injeção, infecções, tuberculose, reações cutâneas, neoplasias, doenças desmielinizantes, dor de cabeça, tonturas, diarreia, coceira, dores musculares e cansaço.

Pomadas, cremes e loções

As pomadas, os cremes e as loções, são normalmente indicados para tratar a psoríase leve a moderada, e devem ser usados com indicação do dermatologista.

Alguns remédios tópicos para psoríase são:

1. Corticoides

Os corticoides tópicos, como dexametasona, propionato de clobetasol ou dipropionato de betametasona, reduzem rapidamente a inflamação da pele, a vermelhidão e coceira.

Esses remédios podem ser usados na forma de pomadas, cremes ou solução capilar, devendo ser indicados pelo dermatologista, pois o tipo de corticoide a ser usado depende da região da pele a ser tratada.

As doses e o tempo do uso dos corticoides tópicos devem ser orientados pelo médico de forma individualizada.

Quem não deve usar: pessoas que tenham alergia aos componentes, com lesões na pele causadas por vírus, fungos ou bactérias, pessoas com rosácea ou dermatite perioral não controladas.

Efeitos colaterais: os efeitos colaterais mais comuns dos corticoides tópicos são coceira, dor, sensação de queimação na pele, afinamento da pele, estrias ou acne.

Leia também: Corticoide: o que é, para que serve, 6 tipos e efeitos colaterais tuasaude.com/corticoides

2. Hidratantes e emolientes

Os cremes e pomadas emolientes podem ser indicados pelo dermatologista para serem usados diariamente, principalmente para o tratamento de manutenção após o uso de corticoides, ajudando a evitar novas crises.

Estes produtos podem conter ureia em concentrações entre 5% a 20%, de 3% a 6% de ácido salicílico, vaselina ou lactato de amônio, por exemplo, conforme o tipo de pele e a quantidade de escamas.

O médico poderá recomendar aplicar o hidratante e emoliente diretamente nas lesões 1 vez ao dia.

Quem não deve usar: as contraindicações destes remédios variam conforme a sua composição. O ácido salicílico, por exemplo, não deve ser usado por mulheres grávidas ou em amamentação, crianças ou pessoas com alergia ao ácido salicílico ou outros salicilatos.

Já a vaselina não deve ser usada sobre feridas profundas nem utilizada em crianças sem orientação médica. Além disso, a vaselina deve ser usada com cautela por pessoas com acne, pois pode favorecer o surgimento de novas lesões.

Efeitos colaterais: irritação da pele, vermelhidão, descamação ou formação de bolhas na pele são alguns possíveis sintomas com o uso de ácido salicílico.

O ácido salicílico também pode causar reações alérgicas ou queimaduras na pele, dor de cabeça, zumbido no ouvido, vômitos ou diarreia. Nesses casos deve-se interromper seu uso e comunicar imediatamente ao médico responsável pelo tratamento.

3. Calcipotriol

O calcipotriol é um análogo da vitamina D, geralmente na concentração de 50 mcg/g, sendo indicado para o tratamento da psoríase no couro cabeludo ou psoríase vulgar leve a moderada no corpo.

Esse medicamento contribui para a diminuição da formação das placas psoriásicas na pele e pode ser indicado sozinho ou junto com corticoides como o dipropionato de betametasona.

O gel ou pomada contendo calcipotriol podem ser encontradas em farmácias ou drogarias e o médico poderá indicar aplicar este remédio 2 vezes ao dia na fase inicial e, depois, reduzir para 1 vez ao dia.

Quem não deve usar: o calcipotriol não deve ser usado por crianças ou adolescentes com menos de 18 anos, pessoas que têm alergia aos componentes da fórmula ou com níveis elevados de cálcio no sangue.

Efeitos colaterais: os efeitos colaterais mais comuns do calcipotriol são irritação transitória da pele, erupção cutânea, formigamento, queratose, coceira, eritema e dermatite de contato.

4. Imunossupressores

Os imunossupressores tópicos, como o tacrolimo e o pimecrolimo, são remédios indicados pelo dermatologista que agem reduzindo a ação do sistema imunológico, o que ajuda a aliviar os sintomas da psoríase, como vermelhidão ou coceira na pele.

Esses remédios podem ser usados na forma de pomada, mas podem ser aplicados em áreas de pele mais fina, como rosto, pescoço ou virilha, após a hidratação, no entanto, deve-se evitar a exposição solar após a sua aplicação.

Quem não deve usar: os imunossupressores tópicos não devem ser usados por pessoas com alergia a qualquer um dos componentes da fórmula.

Além disso, mulheres grávidas ou em amamentação, assim como crianças só devem usar os imunossupressores se recomendado pelo médico.

Efeitos colaterais: os imunossupressores podem causar sensação de queimação ou de agulhadas na pele, ou coceira.

Remédios caseiros

Alguns remédios caseiros que podem complementar o tratamento da psoríase são:

  • Compressa com chá de camomila, que ajuda a diminuir a inflamação na psoríase e acalmar a pele;
  • Compressa de babosa, por ter ação anti-inflamatória leve, cicatrizante e hidratante, que ajudam a aliviar a coceira e vermelhidão;
  • Pomada de cúrcuma, pois tem ação anti-inflamatória leve, podendo ajudar a reduzir os sintomas da psoríase.

Medidas como aplicar cremes emolientes, manter o peso corporal adequado, gerenciar o estresse e pegar sol, conforme orientação do dermatologista, também ajudam a melhorar a psoríase.

Leia também: 9 remédios caseiros para psoríase (comprovados!) tuasaude.com/remedio-natural-para-psoriase

É importante ressaltar que os remédios naturais não substituem o tratamento indicado pelo médico.



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Tratamento para gonorreia: medicamentos e opções caseiras

O tratamento da gonorreia é feito com o uso de antibióticos, principalmente a ceftriaxona, para eliminar a bactéria Neisseria gonorrhoeae. Em situações específicas, pode haver associação com outros antibióticos.

É importante seguir o tratamento corretamente pelo tempo recomendado pelo médico para evitar resistência bacteriana. Além disso, parceiros sexuais também devem realizar o tratamento e o contato íntimo deve ser evitado até a cura completa.

A gonorreia é uma infecção sexualmente transmissível transmitida (IST) principalmente por relações sexuais sem proteção. Os sintomas podem incluir corrimento, dor ao urinar e dor de garganta nos casos de transmissão oral. Saiba identificar os sintomas da gonorreia.

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Medicamentos para gonorreia

O medicamentos para gonorreia são antibióticos como:

1. Antibióticos injetáveis

O principal antibiótico injetável para gonorreia na uretra, colo do útero, reto e faringe é a ceftriaxona, aplicada por injeção intramuscular, geralmente em dose única.

A ceftriaxona também pode ser aplicada diretamente na veia em casos de infecção disseminada, quando a gonorreia se espalha pela corrente sanguínea para outras partes do corpo, ou em situações mais graves, como a conjuntivite gonocócica no recém-nascido.

Em situações específicas ou em casos de alergia às cefalosporinas, o médico pode indicar o uso da gentamicina, aplicada no músculo.

Leia também: Ceftriaxona: o que é, para que serve e como usar tuasaude.com/ceftriaxona-rocefin

2. Antibióticos orais

Os principais antibióticos orais para gonorreia são:

  • Azitromicina, em dose única;
  • Doxiciclina, nos casos de coinfecção por clamídia;
  • Ciprofloxacino, apenas em locais onde não há resistência elevada da bactéria e conforme protocolo local.

O uso desses antibióticos deve ser feito em casa de acordo com a orientação do médico.

Outros antibióticos, como cefixima, zoliflodacina ou gepotidacin, também podem ser indicados. No entanto, ainda não são aprovados no Brasil, sendo utilizados em alguns países da Europa e também nos Estados Unidos.

Como tratar a gonorreia resistente aos antibióticos

O tratamento da gonorreia resistente aos antibióticos, também conhecida como supergonorreia, deve ser definido pelo médico de acordo com o perfil de resistência da bactéria e os protocolos de saúde atualizados.

Normalmente, é feito com uma combinação de antibióticos e o tempo de tratamento costuma ser maior. Veja como deve ser o tratamento da gonorreia resistente a antibiótico.

Pomadas para gonorreia

Não existem pomadas ou cremes eficazes para tratar a gonorreia, pois a infecção é causada por uma bactéria que se multiplica internamente no organismo e precisa de antibióticos sistêmicos (orais ou injetáveis).

Cuidados durante o uso de antibióticos

Durante o tratamento para gonorreia, é importante:

  • Usar os antibióticos exatamente conforme a orientação médica;
  • Não interromper o tratamento antes do tempo indicado, mesmo com melhora dos sintomas;
  • Evitar relações sexuais até a confirmação da cura;
  • Tratar os parceiros sexuais para reduzir o risco de reinfecção e transmissão da bactéria;
  • Evitar automedicação ou reutilização de antibióticos antigos.

Para ter a certeza da cura definitiva da gonorreia, a pessoa pode precisar repetir exames específicos para gonorreia após o tratamento, conforme orientação médica.

Leia também: Como curar a gonorreia tuasaude.com/gonorreia-tem-cura

Tratamento caseiro

O tratamento caseiro para gonorreia deve apenas complementar o tratamento com os antibióticos indicados pelo médico.

Uma opção de remédio caseiro é o chá de equinácea, uma planta medicinal que tem propriedades imunoestimulantes, ajudando a aliviar sintomas e fortalecer o bem-estar geral. Conheça outros remédios caseiros para gonorreia.

No entanto, o tratamento caseiro não substitui o uso de antibióticos receitados pelo médico.

Sinais de melhora e piora da gonorreia

Os sinais de melhora da gonorreia incluem redução da dor ou ardor ao urinar, diminuição ou desaparecimento do corrimento e melhora da dor de garganta nos casos de infecção oral.

Mesmo com melhora dos sintomas, o tratamento deve ser mantido até o fim conforme orientação médica.

Leia também: 27 sintomas de gonorreia (feminina, masculina e no bebê) e teste online tuasaude.com/sintomas-da-gonorreia

Os sinais de piora aparecem quando o tratamento não é iniciado ou não é seguido corretamente, incluindo aumento da dor ao urinar, intensificação do corrimento e aparecimento de febre.

Também podem ocorrer sangramento vaginal, dor e inchaço testicular e dores nas articulações.

Possíveis complicações

As complicações da gonorreia ocorrem quando o tratamento não é feito corretamente e incluem:

  • Doença inflamatória pélvica (DIP);
  • Infecção e inflamação do epidídimo, podendo causar infertilidade no homem;
  • Disseminação da bactéria pela corrente sanguínea (infecção gonocócica disseminada);
  • Artrite séptica (quando a bactéria afeta as articulações);
  • Maior risco de infertilidade masculina e feminina.

Além disso, há um risco aumentado de complicações na gestação e transmissão ao recém-nascido.

Leia também: Gonorreia na gravidez: riscos e como deve ser o tratamento tuasaude.com/gonorreia-na-gravidez

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Asma infantil: o que é, sintomas e tratamento

A asma infantil é uma condição que afeta os pulmões de bebês e crianças, causando sintomas como chiado, tosse e alguma dificuldade para respirar, que podem surgir na infância ou apenas na adolescência.

A asma em bebês e crianças é mais comum quando um dos pais é asmático, mas também pode se desenvolver quando não existe histórico da doença na família.

Leia também: Asma: o que é, sintomas, causas, tipos e tratamento tuasaude.com/asma

A asma infantil é uma doença crônica e, por isso, não tem cura. No entanto, o tratamento adequado orientado pelo pediatra ajuda a aliviar os sintomas e a melhorar a qualidade de vida.

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Sintomas de asma infantil

Os sintomas da asma infantil incluem:

  • Chiado ao respirar;
  • Dificuldade e/ou esforço para respirar;
  • Tosse provocada por risos, choro intenso ou exercício físico;
  • Tosse mesmo quando o bebê não está com gripe, nem resfriado.

Há maiores risco do bebê ter asma quando um dos pais é asmático, e se existem fumantes dentro de casa. Além disso, o pelo dos animais podem também favorecer a asma, desde que exista uma predisposição genética e/ ou alergia a pelos, uma vez que os animais por si só não causam asma.

Leia também: 8 principais sintomas de asma tuasaude.com/sintomas-de-asma

O que fazer quando o bebê tem uma crise de asma

O que se deve fazer na crise de asma do bebê é fazer as nebulizações com remédios broncodilatadores, como Salbutamol ou Albuterol, prescritas pelo pediatra. Para isso deve-se:

  1. Colocar o número de gotas do remédio indicado pelo pediatra no copinho do nebulizador;
  2. Adicionar, no copinho do nebulizador, 5 a 10 ml de soro fisiológico;
  3. Posicionar a máscara corretamente no rosto do bebê ou colocar junto no nariz e boca;
  4. Ligar o nebulizador durante 10 minutos ou até que o remédio desapareça do copinho.

As nebulizações podem ser feitas várias vezes durante o dia, de acordo com indicação do médico, até que os sintomas do bebê diminuam.

Leia também: Crise de asma: sintomas, o que fazer e como evitar que aconteça tuasaude.com/primeiros-socorros-na-crise-de-asma

Teste online de sintomas

Para saber quais as chances da criança ter asma, por favor, selecione os sintomas que apresenta:

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O teste de sintomas é apenas uma ferramenta de orientação e, por isso, são serve como diagnóstico e nem substitui a consulta com o pediatra, pneumologista ou alergologista.

Como confirmar o diagnóstico

O diagnóstico da asma infantil deve ser feito pelo médico pneumologista ou alergologista pediátrico, inicialmente através da avaliação dos sinais e sintomas apresentados pela criança e avaliação clínica.

Além disso, para confirmar a asma, o médico pode indicar a realização de alguns exames, como espirometria, raio-X de tórax, exames laboratoriais e, em alguns casos, tomografia computadorizada.

Leia também: Espirometria: o que é, para que serve, como é feita e resultados tuasaude.com/espirometria

mas o pediatra poderá desconfiar da doença quando a criança apresenta os sinais e sintomas da asma, encaminhando para esses especialistas.

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Como é feito o tratamento

O tratamento da asma infantil é semelhante ao do adulto, e deve ser feito com o uso de remédios e evitando a exposição as substâncias que podem desencadear a crise asmática.

Nos bebês e nas crianças com menos de 3 anos, o pediatra ou pneumologista pediátrico orientar a nebulização com os remédios da asma diluídos em soro fisiológico, e só geralmente a partir dos 5 anos de idade, é que ela poderá começar usar a \"bombinha da asma\".

Leia também: Bombinha de asma: tipos, como usar e dúvidas comuns tuasaude.com/como-usar-a-bombinha-da-asma-corretamente

O pediatra também pode recomendar fazer nebulizações com remédios corticoides, como Prelone ou Pediapred, 1 vez por dia, para evitar o surgimento de crises de asma e fazer a vacina da gripe todos os anos, antes do início do inverno.

Se numa crise de asma o remédio parecer não ter efeito deve-se chamar uma ambulância ou levar o bebê o mais rápido possível para o hospital.

Além do uso do remédio o pediatra deverá orientar aos pais a ter alguns cuidados em casa, especialmente no quarto do bebê como evitar o acúmulo de poeira. Algumas medidas úteis são retirar tapetes, cortinas e carpetes da casa e limpar sempre a casa com um pano úmido para retirar sempre toda poeira.

Como deve ser o quarto do bebê com asma

Os principais cuidados ao preparar o quarto de um bebê/criança com asma são:

  • Usar capas antialérgicas no colchão e almofadas da cama;
  • Trocar os cobertores por edredões ou evitar usar cobertores com pelo;
  • Trocar a roupa da cama todas as semanas e lavá-la em água a 130ºC;
  • Colocar chão emborrachado lavável, como mostra a imagem 2, nos locais onde a criança brinca;
  • Limpar o quarto com aspirador de pó e pano úmido, pelo menos, 2 a 3 vezes por semana;
  • Limpar as pás dos ventiladores 1 vez por semana, evitando o acúmulo de poeira em cima do aparelho;
  • Retirar tapetes, cortinas e carpetes do quarto da criança;
  • Evitar a entrada de animais, como gato ou cão, dentro do quarto do bebê.

Já no caso do bebê que apresenta sintomas de asma devido a alterações na temperatura, também é importante utilizar roupas adequadas à estação de ano para evitar mudanças bruscas de temperatura.

Além disso, os bonecos de pelúcia devem ser evitados, pois acumulam muita poeira. No entanto, caso existam brinquedos com pelo é aconselhado mantê-los fechados em um armário e lavá-los, pelo menos, 1 vez por mês.

Estes cuidados devem ser mantidos por toda a casa para garantir que as substâncias alérgicas, como poeira ou pelo, não são transportadas para o local onde o bebê se encontra.

Quando ir ao médico

Os pais devem levar o bebê ao pronto-socorro quando:

  • Os sintomas de asma não diminuem após a nebulização;
  • São necessárias mais nebulizações para controlar os sintomas, do que as indicadas pelo médico;
  • O bebê apresenta dedos ou lábios arroxeados;
  • O bebê está com dificuldade para respirar, ficando muito irritado.

Além destas situações, os pais devem levar o bebê com asma a todas as consultas de rotina marcadas pelo pediatra para avaliar o seu desenvolvimento.



source https://www.tuasaude.com/sintomas-de-asma-no-bebe/

Remédios para psoríase (comprimidos, pomadas e outros)

Alguns remédios para psoríase, como betametasona, calcipotriol, acitretina e metotrexato, por exemplo, podem ser indicados pelo dermatologis...