quinta-feira, 25 de junho de 2026

Hipotermia em bebê: o que, sintomas, como confirmar e o que fazer

A hipotermia no bebê é uma situação relativamente comum, principalmente nos bebês prematuros, já que sua superfície corporal em relação ao seu peso é muito maior, facilitando a perda do calor corporal, especialmente quando está em ambientes frios.

É considerada hipotermia no bebê quando a temperatura corporal está abaixo dos 36,5 ºC.

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É importante que a hipotermia do bebê seja identificada e tratada de acordo com a orientação do pediatra, pois dessa forma é possível evitar complicações como hipoglicemia, acidez elevada do sangue e alterações respiratórias, o que pode colocar em risco a vida do bebê.

Ilustração médica educativa gerada por IA mostrando um bebê recém-nascido dormindo, agasalhado com m

Sintomas de hipotermia no bebê

Os principais sintomas de hipotermia no bebê são:

  • Pele fria, não somente nas mãos e nos pés, mas também no rosto, braços e pernas;
  • Mudança na cor da pele do bebê, que pode ficar mais azulada devido à diminuição do calibre dos vasos sanguíneos;
  • Diminuição dos reflexos;
  • Vômitos; 
  • Hipoglicemia; 
  • Diminuição da quantidade de urina produzida durante o dia.

Além da observação dos sinais e sintomas de hipotermia, é importante medir a temperatura corporal do bebê utilizando um termômetro que deve ser colocado na axila do bebê.

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Caso a hipotermia não seja identificada ou tratada, o bebê pode desenvolver complicações que podem colocar sua vida em risco, como insuficiência respiratória, alteração da frequência cardíaca e aumento da acidez do sangue.

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Quando é hipotermia

É considerada hipotermia temperatura do bebê está abaixo dos 36,5ºC, podendo ser classificada de acordo com a temperatura como:

  • Hipotermia leve: 36 - 36,4ºC
  • Hipotermia moderada: 32 - 35,9ºC
  • Hipotermia grave: abaixo de 32ºC 

Assim que for identificada diminuição da temperatura corporal do bebê é importante vestir o bebê com roupa adequada, na tentativa de regular a temperatura corporal.

Onde procurar atendimento especializado

Caso a temperatura do bebê esteja abaixo de 36,5ºC e alguns sintomas de hipotermia estejam presentes, como pele fria e azulada e diminuição da quantidade de urina produzida no dia, é importante que o pediatra seja consultado para que seja feita uma avaliação e, assim, sejam adotadas medidas que possam prevenir complicações.

Hospital Vila Nova Star, da Rede D\'Or, em São Paulo, possui pronto socorro pediátrico com equipe médica especializada para avaliar e atender o bebê de forma personalizada.

O que fazer

Ao observar que o bebê está com a temperatura abaixo do ideal deve-se buscar estratégias para esquentar a criança, com roupa adequada, gorro e manta. Deve-se levar o bebê ao hospital para iniciar o tratamento o quanto antes, se o bebê não aquecer ou apresentar dificuldade para sugar, diminuição dos movimentos, tremores ou extremidades azuladas.

O pediatra deve avaliar o bebê e identificar a causa da diminuição da temperatura, que pode estar relacionada com ambiente frio e roupa inadequada, hipoglicemia ou outros distúrbios metabólicos, problemas neurológicos ou cardíacos.

O tratamento consiste em esquentar o bebê com roupas adequadas, temperatura ambiente agradável, podendo ser preciso em alguns casos colocar o bebê numa incubadora com luz direta para elevar a temperatura corporal. Quando a baixa temperatura do corpo acontece devido a algum problema de saúde, este deve ser solucionado o quanto antes. 

Como vestir o bebê de forma adequada 

Para evitar que o bebê fique com hipotermia é recomendado que seja vestido com roupa adequada ao ambiente, mas o bebê recém nascido perde calor muito rapidamente, e por isso deve estar sempre com roupa de manga comprida, calça comprida, gorro e meias.

As luvas são necessárias quando a temperatura ambiente está abaixo de 17ºC, mas deve-se ter cuidado para não colocar roupa demais no bebê e causar sobreaquecimento, que é igualmente perigoso para saúde infantil.

Assim, uma boa forma de descobrir se o bebê está com a roupa adequada é colocar as costas da sua própria mão no pescoço e no peito do bebê. Se houver sinais de suor, pode-se eliminar uma camada de roupa, e se os braços ou pernas estiverem frios, deve-se acrescentar mais uma camada de roupa. 



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Sinusite crônica: o que é, sintomas, tratamento e remédios

A sinusite crônica é a inflamação da mucosa dos seios da face que acontece devido a infecção por bactérias, vírus ou fungos, alergia, alterações anatômicas, como desvio do septo, uso inadequado ou em excesso de antibióticos, e sistema imunológico mais enfraquecido.

Na sinusite crônica, os sintomas costumam durar mais de 12 semanas, como dor no rosto que piora ou abaixar a cabeça, nariz entupido ou escorrendo, presença de catarro amarelo-esverdeada ou com sangue, ou tosse que piora ao deitar.

O tratamento da sinusite crônica deve ser orientado pelo otorrinolaringologista e, geralmente, envolve a lavagem nasal com soro fisiológico e o uso de remédios, como antibióticos, anti-alérgicos ou corticoides, de acordo com a causa da inflamação. Veja mais detalhes do tratamento para sinusite.

Imagem ilustrativa número 1

Sintomas de sinusite crônica

Os principais sintomas de sinusite crônica são:

  • Nariz entupido ou escorrendo, o que dificulta a respiração;
  • Catarro de cor amarelada ou esverdeada;
  • Sangramentos pelo nariz;
  • Tosse crônica, que piora ao deitar;
  • Gotejamento pós-nasal, que é quando o catarro escorre pela garganta;
  • Dor no rosto, dor de cabeça e sensação de pressão, que piora ao abaixar a cabeça ou deitar;
  • Diminuição do olfato e paladar;
  • Dor de ouvido ou garganta;
  • Tontura e cansaço excessivo.

Os sintomas da sinusite crônica duram mais do que 12 semanas e podem acontecer após 1 ou vários episódios de sinusite aguda, em que há febre, dor no corpo e intensa secreção nasal.

Além disso, quando a sinusite tem causa alérgica ou acontece em pessoas com histórias de alergia ou rinite, pode haver crises de asma, coceira no nariz e garganta, além de piora dos sintomas quando contato com substâncias como poeira. Veja mais sintomas de sinusite.

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Como confirmar o diagnóstico

O diagnóstico da sinusite crônica é feito pelo otorrinolaringologista e, normalmente, é feito apenas com a avaliação dos sintomas e palpação dos seios nasais para avaliar se existe sensibilidade nessa região.

Além disso, o médico pode solicitar exames para confirmar o diagnóstico, como tomografia computadorizada ou ressonância magnética, que fornecem imagens detalhadas das cavidades e seios nasais, ou a endoscopia nasal, para avaliar interior dos seios nasais e identificar se existem outras causas da sinusite crônica, como pólipos nasais, desvio de septo ou tumores, por exemplo.

Outros exames que podem ser solicitados pelo médico são análise laboratorial das secreções nasais, para avaliar a presença de micro-organismos como bactérias ou vírus, ou o teste de alergia, para identificar uma causa alérgica.

Leia também: Teste de alergia: o que é, quando é indicado e como é feito tuasaude.com/teste-de-alergia

Possíveis causas

A sinusite crônica é causada por uma inflamação dos seios nasais que dura por mais de 12 semanas, devido a infecções por vírus, fungos ou bactérias, ou alergias.

Alguns fatores podem aumentar o risco de desenvolvimento da sinusite crônica, como:

  • Tratamento incorreto de outras sinusites agudas;
  • Uso de antibióticos de forma errada ou desnecessária, repetidas vezes;
  • Infecções do trato respiratório, como resfriados;
  • Alterações anatômicas, como desvio de septo, pólipos nasais, hipertrofia dos cornetos nasais;
  • Asma ou rinite alérgica intensa ou mal controladas;
  • Refluxo gastroesofágico;
  • Imunidade enfraquecida, como no caso de infecção pelo HIV, ou pessoas que usam corticoides de forma crônica;
  • Diabetes descontrolada;
  • Fibrose cística;
  • Infecções dentárias;
  • Otite média;
  • Exposição frequente à poluentes, como fumaça do cigarro.

Além disso, a disfunção dos cílios nasais, também chamada de discinesia ciliar primária ou síndrome de Kartagener, também pode aumentar o risco de desenvolvimento da sinusite crônica.

Assim, para se evitar um quadro de sinusite crônica ou para que ela seja tratada adequadamente, é muito importante resolver essas situações.

Como é feito o tratamento

Para tratar a sinusite crônica, o otorrino pode indicar o uso de remédios como:

  • Antibióticos, como amoxicilina/clavulonato, azitromicina ou levofloxacina, por exemplo, somente são usados para casos de infecção bacteriana. Geralmente, são feitos por 2 a 4 semanas, pois, na sinusite crônica, a infecção costuma ser resistente; 
  • Mucolíticos e descongestionantes, como ambroxol, para diminuir a viscosidade das secreções, facilitando sua eliminação;
  • Anti-inflamatórios ou corticoides, como nimesulida ou prednisona, ajudam a diminuir a inflamação e o inchaço local;
  • Antialérgicos, como loratadina, mais indicados para casos de sinusite em pessoas com alergia;
  • Corticoides nasais, como budesonida, fluticasona ou mometasona, ajudam a combater a inflamação e a alergia nas vias respiratórias;
  • Lavagem nasal com soro fisiológico ou preparações de água e sal. Confira a receita para preparar uma solução salina caseira para a sinusite;
  • Nebulização com vapor de água ou soro fisiológico para fluidificar as secreções.

Além disso, o uso de descongestionantes nasais que contenham nafazolina ou oximetazolina, por exemplo, pode ser indicado pelo médico em alguns casos, e deve ser feito com cautela, por no máximo 3 a 5 dias de tratamento, pois causam efeito rebote, podendo piorar os sintomas da sinusite crônica.

Quando é indicada a cirurgia? 

A cirurgia para a sinusite crônica tem como objetivo ampliar ou desobstruir os canais naturais de drenagem dos seios nasais, que podem estar fechados e impedindo a drenagem da secreção, que fica acumulada e estimula a proliferação de fungos e bactérias.

Além disso, o procedimento também pode ser combinado com a correção de algum defeito na anatomia do nariz, que também pode estar dificultando a cura da infecção, como correção do septo, retirada das adenoides ou redução do tamanho dos cornetos, que são os tecidos esponjosos dentro do nariz.

Leia também: Cirurgia de sinusite: quando é indicada, como é feita, preparo e riscos tuasaude.com/cirurgia-para-sinusite

Possíveis complicações

A sinusite crônica, quando não é devidamente tratada e controlada, pode piorar com o tempo e causar acúmulo de secreção, formando um abscesso, além de a inflamação e infecção poderem atingir órgãos próximos às cavidades nasais, como olhos ou o cérebro.

A infecção também pode desencadear crises de asma, principalmente em crianças, e pneumonias ou, até, atingir a circulação sanguínea e causar uma infecção generalizada.



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Cimegripe infantil: para que serve e como tomar

Cimegripe infantil é um remédio indicado para baixar a febre ou aliviar os sintomas de gripe ou resfriado como dor de cabeça ou dor de garganta.

Esse remédio pode ser encontrado com o nome Cimegripe bebê, contendo apenas paracetamol 32 mg/mL ou 100 mg/mL, ou Cimegripe pediátrico, contendo paracetamol, maleato de clorfeniramina e fenilefrina.

Leia também: Maleato de clorfeniramina: para que serve e como tomar tuasaude.com/maleato-de-clorfeniramina

O Cimegripe infantil deve ser usado somente com indicação do pediatra com doses de acordo com a idade e o peso do bebê ou da criança.

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Para que serve

O Cimegripe infantil é indicado para aliviar os sintomas da gripe e resfriado comum, como:

  • Febre;
  • Nariz escorrendo;
  • Nariz entupido;
  • Dor muscular;
  • Dor de cabeça.

Para crianças com menos de 2 anos ou que pesem menos de 11 Kg, deve-se consultar o pediatra antes de utilizar o Cimegripe infantil.

Leia também: 5 remédios caseiros para gripe em bebê tuasaude.com/remedio-caseiro-para-gripe-em-bebe

Como usar

O Cimegripe infantil deve ser usado por via oral, sendo que a suspensão oral do Cimegripe bebê deve ser utilizada medindo a dose na seringa dosadora, indicado para bebês com mais de 3 kg.

Já a dose do Cimegripe criança, na forma de gotas, é indicado para bebês a partir dos 2 anos, podendo-se usar uma colherzinha para adicionar as gotas e dar ao bebê.

Esse remédio deve ser tomado antes ou após a refeição, nos horários e pelo tempo de tratamento orientado pelo pediatra.

Posologia do Cimegripe infantil

A posologia do Cimegripe infantil varia com sua composição e idade, que inclui:

1. Cimegripe bebê (100 mg/mL)

O Cimegripe bebê é uma suspensão oral que contém apenas paracetamol 100 mg/mL, e pode ser utilizado por bebês de com mais de 3 kg de peso corporal.

A dose recomendada do Cimegripe bebê 100 mg/mL varia com o peso do bebê, que inclui:

Peso (Kg)

Dose (mL)

3

0,4 mL

4

0,5 mL

5

0,6 mL

6

0,8 mL

7

0,9 mL

8

1,0 mL

9

1,1 mL

10

1,3 mL

11

1,4 mL

Essas dose podem ser repetidas a cada 4 a 6 horas, até no máximo 5 vezes por dia, conforme orientação do pediatra.

Para dar o Cimegripe bebê deve-se encaixar a seringa dosadora no adaptador do frasco e encher a seringa até o nível que corresponde ao peso do bebê.

Em seguida, colocar o líquido aos poucos dentro da boca do bebê, entre a gengiva e o lado interno da bochecha.

É importante antes de usar o Cimegripe bebê, agitar bem o frasco para misturar os componentes da fórmula.

Leia também: Paracetamol: para que serve, como tomar e quando evitar tuasaude.com/paracetamol

2. Cimegripe criança (32 mg/mL)

O Cimegripe criança também é uma suspensão oral pode ser usado em crianças com mais de 11 kg ou 2 anos de idade e contém apenas o paracetamol 32 mg/mL.

A dose recomendada do Cimegripe criança varia de acordo com o peso da criança, que inclui:

Peso (Kg)

Dose (mL)

11 - 15

5 mL

16 - 21

7,5 mL

22 - 26

10 mL

27 - 31

12,5 mL

32 - 43

15 mL

Para dar o Cimegripe criança deve-se utilizar o copo dosador, enchendo até o nível, em mL, que corresponde ao peso da criança.

A dose de Cimegripe criança suspensão oral de 32 mg/mL não deve ultrapassar 5 administrações em um período de 24 horas.

3. Cimegripe gotas

O Cimegripe gotas contém paracetamol 100 mg/mL, maleato de clorfeniramina 2 mg/mL e cloridrato de fenilefrina 2 mg/mL.

As doses do Cimegripe gotas variam de acordo com a idade e incluem:

  • Crianças de 2 a 4 anos: 20 a 30 gotas, de 3 a 4 vezes por dia, conforme orientação médica;
  • Crianças de 4 a 6 anos: 30 a 40 gotas, de 3 a 4 vezes por dia, conforme orientação médica.

O Cimegripe gotas não deve ser usado por crianças com menos de 2 anos de idade e o tempo de tratamento depende da avaliação e orientação do pediatra.

Leia também: Fenilefrina: para que serve, como usar e efeitos colaterais tuasaude.com/fenilefrina

Possíveis efeitos colaterais

Os efeitos colaterais mais comuns do Cimegripe infantil são coceira ou vermelhidão no corpo ou reações alérgicas. Saiba identificar os sintomas de reação alérgica.

Por conter paracetamol, o Cimegripe infantil quando utilizado em doses maiores do que as recomendadas pode causar intoxicação no fígado e hepatite medicamentosa.

No caso de reações alérgicas ou hepatite medicamentosa, seve-se levar o bebê ou a criança ao pronto socorro imediatamente.

Leia também: Hepatite medicamentosa: o que é, causas, sintomas e tratamento tuasaude.com/hepatite-medicamentosa

Quem não deve usar

O Cimegripe infantil não deve ser usado por bebês ou crianças que têm alergia ao paracetamol, maleato de clorfeniramina ou cloridrato de fenilefrina, ou qualquer outro componente do remédio.

Além disso, não deve ser tomado p or mais de 5 dias para ou ou 3 dias para febre, a não ser que tenha sido indicado pelo pediatra.



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Hipotermia em bebê: o que, sintomas, como confirmar e o que fazer

A hipotermia no bebê é uma situação relativamente comum, principalmente nos bebês prematuros, já que sua superfície corporal em relação ao s...