sexta-feira, 10 de julho de 2026

Apolipoproteína B: exame, para que serve (e valor normal)

A apolipoproteína B, também chamada de ApoB, é uma proteína encontrada em algumas partículas de colesterol e gordura presentes no sangue. Essas partículas podem entrar nas paredes das artérias e contribuir para a formação de placas, o que pode aumentar o risco de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral.

O exame de ApoB mede a quantidade dessas partículas de forma mais direta do que o colesterol LDL isoladamente. Isso pode ser especialmente útil quando o colesterol LDL parece normal, mas o risco de doença cardíaca ainda pode ser alto.

Leia também: Colesterol ruim (LDL): o que é e como saber se está alto tuasaude.com/colesterol-ldl

Os níveis de apolipoproteína B podem estar altos em pessoas com triglicerídeos altos, diabetes, obesidade, síndrome metabólica ou algumas doenças hereditárias relacionadas ao colesterol. Estes níveis geralmente podem ser reduzidos com mudanças no estilo de vida e, quando necessário, com medicamentos para baixar o colesterol.

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Exame de apolipoproteína B

O exame de apolipoproteína B é feito para compreender melhor o risco de uma pessoa desenvolver doença cardiovascular aterosclerótica. Isso inclui condições causadas pelo acúmulo de placas nas artérias, como doença arterial coronariana, infarto e AVC.

Este teste pode ser especialmente útil quando os exames de colesterol padrão não explicam completamente o risco cardiovascular. Por exemplo, o teste de ApoB pode ser solicitado quando o colesterol LDL está normal, mas os triglicerídeos estão altos, ou quando uma pessoa tem diabetes, obesidade ou síndrome metabólica.

O exame de apolipoproteína B também pode ser útil em pessoas que já têm doença cardíaca e precisam de um acompanhamento mais rigoroso. Este teste pode ajudar a mostrar se o tratamento está reduzindo o número de partículas de colesterol nocivas, e não apenas a quantidade de colesterol dentro delas.

Os médicos também podem considerar este exame quando existe histórico familiar de doença cardíaca precoce ou suspeita de problemas hereditários de colesterol, como hiperlipidemia familiar combinada.

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Para que serve a apolipoproteína B

A apolipoproteína B serve para transportar gorduras, incluindo colesterol e triglicerídeos, através da corrente sanguínea. Ela é encontrada em diversos tipos de lipoproteínas, que são partículas responsáveis ​​pelo transporte de gorduras no sangue.

A principal forma medida em exames de sangue é a ApoB-100. A ApoB-100 é encontrada em LDL, VLDL, IDL e lipoproteína(a), também conhecida como Lp(a). Essas partículas são consideradas aterogênicas, o que significa que podem contribuir para a formação de placas nas artérias.

Leia também: Lipoproteína (a): o que é, quando fazer o exame (e o quando está alta) tuasaude.com/lipoproteina-a

Cada uma dessas partículas geralmente possui uma molécula de ApoB. Por isso, um exame de apolipoproteína B pode ajudar a estimar a quantidade de partículas transportadoras de colesterol nocivo no sangue.

A ApoB é diferente da ApoA-I, outra apolipoproteína encontrada principalmente no colesterol HDL. O colesterol HDL é frequentemente chamado de colesterol “bom”, porque ajuda a remover o colesterol do sangue e transportá-lo de volta para o fígado.

Valores de referência

Os valores de referência do exame de apolipoproteína B, conforme a Sociedade Brasileira de Cardiologia são:

Valor de ApoB Categoria de risco cardiovascular
Abaixo de 100 mg/dL Baixo
Abaixo de 90 mg/dL Intermediário
Abaixo de 70 mg/dL Alto
Abaixo de 55 mg/dL Muito alto
Abaixo de 45 mg/dL Extremo

Estes valores de referência são metas terapêuticas que variam de acordo com a categoria de risco de doença cardíaca de cada pessoa.

Os resultados da apolipoproteína B não devem ser interpretados isoladamente. Geralmente, são analisados ​​junto com o colesterol LDL, o colesterol HDL, os triglicerídeos, o colesterol não-HDL, a pressão arterial, os níveis de glicose no sangue, o histórico de tabagismo, o histórico familiar e outros fatores de risco para doenças cardíacas.

Apolipoproteína B alta

A Apolipoproteína B alta geralmente indica a presença de muitas partículas aterogênicas no sangue. Essas partículas podem transportar colesterol para as paredes das artérias e aumentar o risco de formação de placas.

As causas comuns e as condições relacionadas a Apolipoproteína B alta são:

  • Alterações no colesterol e triglicerídeos: A ApoB pode estar alta quando o colesterol LDL ou os triglicerídeos estão altos. Também pode estar elevada quando há muitas partículas pequenas transportadoras de colesterol no sangue, mesmo que o colesterol LDL não pareça muito alto;
  • Condições metabólicas: A ApoB costuma estar mais alta em pessoas com obesidade, resistência à insulina, síndrome metabólica ou diabetes tipo 2. Essas condições podem alterar a forma como o corpo processa as gorduras e o colesterol;
  • Problemas hereditários de colesterol: Algumas condições hereditárias, como hiperlipidemia combinada familiar, podem aumentar os níveis de ApoB. Essas condições também podem estar ligadas a um histórico familiar de colesterol alto ou doença cardíaca precoce;
  • Fatores de estilo de vida: A ApoB pode estar mais alta em pessoas que fazem uma dieta rica em gordura saturada, açúcar adicionado ou excesso de calorias, especialmente quando combinada com baixos níveis de atividade física.

Além disso, pessoas com doença cardiovascular estabelecida podem ter níveis altos de ApoB ou podem precisar de metas mais baixas, pois o risco de um futuro ataque cardíaco ou AVC é maior.

Como baixar a apolipoproteína B

Para baixar a apolipoproteína B, é aconselhado reduzir a quantidade de LDL, VLDL e outras partículas aterogênicas no sangue. Isso pode envolver mudanças no estilo de vida e/ou uso de medicamentos.

1. Mudanças no estilo de vida

As mudanças no estilo de vida podem ajudar a baixar a apolipoproteína B, especialmente quando também melhoram o colesterol LDL, os triglicerídeos, o peso e a resistência à insulina.

Essas mudanças podem incluir a redução do consumo de gordura saturada, encontrada em alimentos como carnes, manteiga, creme de leite e laticínios integrais.

Também pode ser útil limitar o consumo de gorduras trans, alimentos ultraprocessados, açúcar adicionado e carboidratos refinados, principalmente quando os triglicerídeos estão altos.

Uma alimentação saudável para o coração pode incluir mais alimentos ricos em fibras, como vegetais, frutas, feijões, lentilhas, aveia e cereais integrais, bem como gorduras insaturadas, como azeite de oliva, nozes, sementes e peixes.

A prática regular de atividade física, a perda de peso quando apropriada, evitar o tabagismo e limitar o consumo de álcool também podem ajudar a melhorar o risco cardiovascular geral. Esses hábitos podem contribuir para níveis mais saudáveis ​​de colesterol e triglicerídeos ao longo do tempo.

2. Medicamentos

Quando as mudanças no estilo de vida não são suficientes, os medicamentos podem ser recomendados pelo médico para reduzir o risco relacionado à apolipoproteína B.

As estatinas são os remédios mais comumente usados, pois ajudam a reduzir a produção de partículas de LDL e auxiliam o fígado a remover essas partículas do sangue.

Outras opções de tratamento podem incluir ezetimiba, inibidores de PCSK9, sequestrantes de ácidos biliares ou fibratos, especialmente quando os triglicerídeos estão elevados. O melhor tratamento depende do risco cardiovascular geral, dos níveis de colesterol, do histórico médico e da tolerância ao medicamento.

Estudos têm demonstrado que a redução da ApoB por meio de tratamento hipolipemiante está associada a um menor risco cardiovascular.

Apolipoproteína B baixa

A Apolipoproteína B baixa pode estar relacionada com condições como:

  • Uso de medicamentos hipolipemiantes, como estatinas ou inibidores de PCSK9;
  • Fatores genéticos, como hipobetalipoproteinemia familiar, que faz com que a pessoa tenha níveis naturalmente muito baixos de colesterol LDL e Apo B;
  • Condições de saúde, como doenças no fígado e sepse.

Ter um estilo de vida saudável, como fazer uma dieta saudável, manter o peso corporal adequado, praticar atividades físicas regulares e evitar fumar e consumir álcool em excesso, também pode deixar a Apolipoproteína B baixa.

Leia também: Qualidade de vida: o que é, como ter (e por que é importante) tuasaude.com/qualidade-de-vida

source https://www.tuasaude.com/apolipoproteina-b/

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Coceira no clitóris: o que pode ser (e o que fazer)

A coceira no clitóris pode ser causada por condições como herpes genital, candidíase, dermatite atópica, vaginose bacteriana e síndrome geniturinária da menopausa, por exemplo.

De acordo com a causa da coceira no clitóris, a mulher também pode apresentar vermelhidão, descamação e dor ou desconforto ao urinar e durante as relações sexuais.

Leia também: Coceira na vagina: 12 causas comuns (e o que fazer) tuasaude.com/coceira-na-vagina

Se este sintoma for persistente e/ou acompanhado de alterações na cor e textura, caroços ou feridas da região ou sangramento fora do período menstrual, é recomendado consultar o ginecologista. Assim, o médico pode identificar a causa e recomendar o tratamento adequado.

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As principais causas de coceira no clitóris são:

1. Herpes genital

O herpes genital é uma infecção sexualmente transmissível causada pelo vírus Herpes simplex, que pode ser transmitido pela relação sexual sem camisinha ou pelo contato direto com lesões da região genital.

O principal sinal desta infecção é o surgimento de bolhas e feridas na região genital, que podem causar dor, desconforto e coceira no clitóris e toda região genital, além de vermelhidão e inchaço.

O que fazer: é importante consultar o ginecologista, para fazer uma avaliação dos sintomas apresentados e indicar o tratamento adequado.

O tratamento indicado pelo médico pode incluir o uso de comprimidos antivirais, como aciclovir, fanciclovir e valaciclovir, durante 7 dias ou conforme a orientação médica.

O médico também pode indicar o uso de pomadas, que devem ser aplicadas diretamente nas feridas.

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2. Candidíase

A coceira intensa no clitóris é um possível sintoma de candidíase, que é uma infecção causada pelo fungo Candida albicans, que afeta mais frequentemente a região genital.

Outros sintomas podem incluir vermelhidão e corrimento vaginal de cor branca, tipo leite coalhado e sem cheiro, irritação na vulva e/ou vagina e dor ou desconforto ao urinar.

Leia também: Sintomas de candidíase (genital, garganta, pele, intestinal e unha) tuasaude.com/sintomas-de-candidiase

O que fazer: é aconselhado consultar o ginecologista, para avaliar a causa da coceira no clitóris.

Caso a candidíase seja confirmada, o médico poderá prescrever o uso de remédios antifúngicos na forma de pomadas, cremes, óvulos vaginais ou comprimidos.

3. Vaginose bacteriana

A vaginose bacteriana é a infecção da vagina causada pela multiplicação de bactérias que vivem normalmente na região íntima feminina, como a Gardnerella vaginalis.

Os sintomas da vaginose bacteriana podem incluir coceira no clitóris e em toda a vagina, corrimento branco-acinzentado, odor vaginal fétido, similar a peixe podre e queimação ao urinar.

O que fazer: caso essa condição seja confirmada, o ginecologista pode indicar o uso de antibióticos orais, como metronidazol e tinidazol.

O uso de pomadas com metronidazol ou clindamicina também pode ser recomendado. Veja como é o tratamento para vaginose bacteriana.

4. Líquen plano

Embora não seja muito comum, a coceira no clitóris também pode ser causada por líquen plano.

Essa condição é uma doença inflamatória da pele e mucosas que também causa pequenas placas vermelhas ou arroxeadas, dor, bolhas ou feridas e inchaço.

O que fazer: é recomendado consultar o ginecologista, para fazer o diagnóstico e prescrever o tratamento adequado.

O tratamento indicado pelo médico pode ser feito com o uso de ​​corticoides ou imunossupressores, de forma individualizada e de acordo com a gravidade dos sintomas.

Leia também: Líquen plano: o que é, sintomas, causas, tipos e tratamento tuasaude.com/liquen-plano

5. Líquen escleroso

A coceira no clitóris é um dos sintomas iniciais mais comuns e intensos no líquen escleroso vulvar. Conheça todos os sintomas do líquen escleroso.

O líquen escleroso é uma doença crônica da pele que causa o aparecimento de lesões esbranquiçadas na região genital, além de coceira, dor, irritação e descamação.

Leia também: Dor no clitóris: 15 causas (e o que fazer) tuasaude.com/dor-no-clitoris

O que fazer: se essa doença for confirmada pelo médico, o tratamento que pode ser indicado inclui o uso de pomadas corticoides contendo propionato de clobetasol ou furoato de mometasona.

O médico também recomenda o uso regular de hidratantes emolientes pelo menos duas vezes ao dia, para manter a umidade, proteger a pele e evitar fissuras.

Além disso, deve-se evitar o uso de sabonetes, preferindo a lavagem apenas com água ou substitutos sem sabão, usar roupas íntimas folgadas de algodão ou seda natural.

6. Tricomoníase

A tricomoníase pode causar coceira na região genital, incluindo a vulva e o clitóris, além de corrimento amarelado ou esverdeado e dor e ardor ao urinar.

Essa infecção sexualmente transmissível é transmitida por meio da relação sexual sem preservativo com uma pessoa infectada e pode afetar a vagina, a vulva, o colo do útero ou a uretra.

O que fazer: é importante consultar o ginecologista, para que seja feita uma avaliação completa e confirmado o diagnóstico.

O tratamento indicado pelo médico pode ser feito com o uso de antibióticos, como metronidazol e secnidazol.

É indicado também evitar a relação sexual durante todo o tratamento e até uma semana depois de este terminar.

7. Dermatite atópica

Outra possível causa de coceira no clitóris é a dermatite atópica, que é uma inflamação crônica da pele que pode surgir em qualquer pessoa, sendo mais comum em bebês e crianças com até 5 anos.

Outros sintomas da dermatite atópica são ressecamento, vermelhidão, placas e bolhas com coceira, que podem levar à formação de feridas.

O que fazer: caso essa condição seja confirmada, o ginecologista pode prescrever o uso de cremes ou pomadas corticoides como dexclorfeniramina e dexametasona.

O médico também pode prescrever o uso de antialérgicos ou corticoides em comprimidos, para diminuir as crises de coceira e inflamações graves.

Leia também: Dermatite atópica: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/dermatite-atopica

8. Síndrome geniturinária da menopausa

A síndrome geniturinária da menopausa pode causar coceira no clitóris e em toda a região da vulva, além de secura vaginal, dor ou desconforto a relação sexual

O que fazer: o tratamento é feito pelo ginecologista, que pode indicar o uso de hidratantes vaginais, lubrificantes íntimos, fisioterapia, reposição hormonal e laser, por exemplo.

9. Câncer de vulva

O câncer de vulva é um tumor que pode afetar os grandes e pequenos lábios, o clitóris e a região ao redor do orifício vaginal e da uretra.

Além da coceira no clitóris, este tipo de câncer também pode causar vermelhidão, dor ou queimação no local, nódulo ou massa palpável no local e sangramento.

O que fazer: é aconselhado consultar o ginecologista, para fazer a avaliação dos sintomas, o exame físico e o exame de biópsia, que confirma a presença do tumor e identifica seu tipo.

Caso essa condição seja confirmada, o médico pode indicar a realização de uma cirurgia, sessões de radioterapia, quimiorradiação ou terapia sistêmica, por exemplo.

Leia também: Câncer de vulva: o que é, sintomas, causas e tratamento (tem cura?) tuasaude.com/cancer-de-vulva

source https://www.tuasaude.com/coceira-no-clitoris/

Targifor C: para que serve, como tomar (e efeitos colaterais)

O Targifor C é um suplemento alimentar que pode ser indicado para ajudar no funcionamento do sistema imunológico, no combate à fadiga e na formação de colágeno, por exemplo.

Esses benefícios são possíveis pois este suplemento contém arginina e vitamina C. Estes nutrientes têm ação antioxidante e estimulam a produção de óxido nítrico, um gás natural produzido pelo corpo que relaxa e dilata os vasos sanguíneos.

O Targifor C está disponível em comprimidos efervescentes e pode ser comprado em farmácias. Entretanto, este suplemento deve ser usado somente com indicação do nutricionista ou médico, pois pode causar efeitos colaterais e possui contraindicações.

Leia também: Suplementos alimentares: o que são, para que servem, tipos (e como tomar) tuasaude.com/suplementos-alimentares
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Para que serve o Targifor C

O Targifor C pode servir para:

  • Ajudar no funcionamento do sistema imunológico;
  • Favorecer a formação do colágeno;
  • Combater os radicais livres;
  • Auxiliar na absorção de ferro;
  • Melhorar a circulação de sangue;
  • Ajudar a combater a fadiga.

No entanto, é importante ressaltar que os benefícios do Targifor C, assim como de outros suplementos alimentares, são observados principalmente em pessoas com deficiências de vitamina C e/ou arginina.

Por conter vitamina C, o Targifor C tem ação antioxidante, pode ajudar no sistema de defesa do organismo, na formação de colágeno e na absorção de ferro da alimentação.

Leia também: Vitamina C efervescente: para que serve, como tomar (e dúvidas comuns) tuasaude.com/vitamina-c-efervescente

Já o aminoácido arginina, presente no Targifor C, estimula a produção de óxido nítrico, um gás natural que é produzido pelo corpo e atua no relaxamento e dilatação dos vasos sanguíneos.

Como usar

Este suplemento pode ser usado tomando 1 comprimido efervescente por dia, via oral, dissolvido em 200 ml de água.

O Targifor C contém 1g de vitamina C e 1g de aspartato de arginina em cada comprimido. Além disso, este suplemento também contém carbonato de sódio, acidulante ácido cítrico, polietilenoglicol, sacarina sódica e corante amarelo crepúsculo FCF.

Possíveis efeitos colaterais

O Targifor C geralmente é seguro, mas a ingestão excessiva pode causar efeitos colaterais como dor abdominal, enjoo, azia, vômito, diarreia, gases e redução da pressão arterial.

Além disso, o uso de altas doses deste suplemento também pode causar rubor facial, dor de cabeça, aumento nos níveis de ácido úrico e oxalato, e pedras nos rins.

O Targifor C engorda?

O Targifor C não engorda, pois este produto não contém açúcares, além de fornecer apenas 12 calorias, 1,5 g de carboidratos e não conter gorduras. Assim, o consumo deste suplemento não promove o ganho de peso.

O Targifor C aumenta a pressão?

O Targifor C não aumenta a pressão, pois este suplemento contém apenas 40 mg de sódio em cada comprimido.

Na verdade, devido à presença de arginina, a ingestão de grandes quantidades de Targifor C pode provocar uma leve queda na pressão arterial.

Quem não deve usar

O Targifor C não deve ser usado por pessoas com alergias a qualquer componente do produto.

Este suplemento também é contraindicado para mulheres grávidas ou em período de amamentação e para crianças com menos de 19 anos.

O Targifor C não deve ser usado por pessoas com deficiência de GAMT, talassemia, deficiência de G6PD, anemia falciforme, hemocromatose, doença renal, pressão arterial baixa ou pedras nos rins.

Além disso, pessoas com problemas de saúde, em tratamentos contra o câncer ou que usam remédios e/ou outros suplementos, só devem usar este suplemento com a indicação do médico ou nutricionista.



source https://www.tuasaude.com/targifor/

quarta-feira, 8 de julho de 2026

Como prevenir a dengue: 4 medidas simples

Para prevenir a dengue é importante adotar medidas que evitam a reprodução do mosquito transmissor, como eliminar objetos que acumulem água parada como pneus, garrafas e plantas, por exemplo.

É recomendado também usar repelentes e roupas compridas para evitar a picada, e tomar a vacina contra a dengue, que é oferecida pelo SUS para pessoas entre 4 e 60 anos que nunca tiveram dengue ou que já tiveram a infecção anteriormente.

A dengue é uma doença transmitida pela picada da fêmea do mosquito Aedes Aegypti, que provoca sintomas como dor nas articulações, no corpo, na cabeça, náuseas, febre acima de 39ºC e manchas vermelhas no corpo.

Leia também: 12 principais sintomas de dengue (clássica e hemorrágica) tuasaude.com/sintomas-da-dengue
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Como evitar a dengue

Alguns dos cuidados mais importantes para evitar a dengue são:

1. Eliminar os focos de água parada

Para evitar a dengue, é essencial eliminar os focos de água parada, incluindo medidas como:

  • Colocar areia nos pratos de flores e plantas;
  • Manter sempre as tampas dos vasos sanitários baixadas e os ralos tampados;
  • Guardar garrafas com a boca virada para baixo;
  • Limpar sempre as calhas dos canos;
  • Não jogar lixo no quintal ou em terrenos baldios;
  • Colocar o lixo sempre em sacos fechados;
  • Manter baldes, caixas d´água e piscinas sempre tampados;
  • Deixar pneus protegidos contra chuva e água;
  • Eliminar copinhos plásticos, tampas de refrigerantes, cascas de coco em sacos que possam ser lacrados;
  • Furar latas de alumínio antes de ser descartadas para não acumular água;
  • Lavar as vasilhas de aves e animais;
  • Higienizar as bandejas de coleta de água do ar-condicionado e bandejas externas de geladeiras.

Essas ações devem ser feitas pelo menos uma vez por semana e são importantes, pois o mosquito que transmite a dengue se prolifera em locais com água parada.

Ao identificar um terreno baldio com lixo acumulado e objetos com água parada, deve-se avisar uma autoridade competente, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no telefone 0800 642 9782, ou a prefeitura da cidade.

2. Evitar a picada do mosquito

Algumas dicas para evitar a picada do mosquito Aedes aegypti são:

  • Passar repelentes diariamente as áreas expostas do corpo, como rosto, orelhas, pescoço e mãos;
  • Usar roupas de cor clara, folgadas e que cubram a maior parte do corpo possível, como blusas de mangas compridas e calças;
  • Instalar telas de proteção em todas as janelas e portas da casa;
  • Usar mosquiteiros, especialmente quando dormir durante o dia ou para proteger bebês;
  • Evitar ir em locais com epidemia da dengue.

Antes de aplicar qualquer repelente, é necessário ver se o produto é liberado pela Anvisa e se contém pelo menos 20% dos princípios ativos como DEET, icaridina e IR3535.

No entanto, alguns repelentes também podem ser feitos em casa com uso de plantas. Veja opções de repelentes caseiros e naturais.

Assista o vídeo seguinte e confira estas e outras dicas sobre como evitar a picada do mosquito:

PARA A DENGUE NÃO TE PEGAR

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3. Tomar a vacina da dengue

A vacina contra a dengue disponível no Brasil é a Qdenga, que é disponibilizada gratuitamente pelo SUS para pessoas de 10 a 60 anos, que nunca tiveram dengue ou que já tiveram a infecção anteriormente e/ou moram em áreas com muitos casos de dengue. Mas também é oferecida em clínicas particulares para pessoas entre 4 e 60 anos.

Além disso, existe outra vacina, a Dengvaxia, que é encontrada apenas em clínicas particulares e indicada apenas para pessoas de 6 a 45 anos e que já tiveram dengue.

Leia também: Vacinas da dengue: quem pode tomar, doses e efeitos colaterais tuasaude.com/vacina-contra-dengue

4. Aplicar larvicidas

Em locais com muitos focos de água parada, como depósitos de sucata, ferros-velhos ou lixões, pode ser feita a aplicação de larvicidas, que são produtos químicos ou biológicos que eliminam os ovos e as larvas do mosquito.

O tipo da aplicação depende da quantidade de larvas do mosquito. Essas aplicações podem ser:

  • Focal: aplicação de pequenas quantidades de larvicidas diretamente nos objetos com água parada, tipo vaso de planta e pneus;
  • Perifocal: colocação de larvicidas com aparelho que solta gotículas de produto;
  • Ultrabaixo volume: também conhecido como fumacê, que é quando um carro emite uma fumaça que ajuda a eliminar as larvas do mosquito, sendo realizado em casos em que há surto de dengue.

Entretanto, essa aplicação deve ser feita somente por agentes comunitários treinados, sendo indicada pelas secretarias de saúde das prefeituras.

Além disso, de acordo com o Ministério da Saúde, a aplicação de larvicida deve ser feita de forma complementar e somente para depósitos que não podem ser eliminados ou controlados de outra forma.

O Ministério da Saúde também recomenda o uso de larvicidas biológicos à base de Bacillus thuringiensis israelensis (BTI) e de espinosinas para controlar o Aedes aegypti, para evitar a resistência a inseticidas.

Cloro e sal previnem a dengue?

O uso de cloro e sal em ralos da casa não é indicado pela Anvisa para prevenir a dengue. Isso porque não existem comprovações científicas da sua eficácia além de poder provocar intoxicações.

Além disso, o sal não é capaz de eliminar as larvas do mosquito da dengue.

Os ralos de casa não acumulam água parada se estiverem funcionando adequadamente e, por isso, não existe a necessidade de aplicar cloro e sal ou qualquer outro tipo de produto.

No entanto, é recomendado aplicar uma solução de hipoclorito de sódio, que contém cloro, na água de vasos de plantas. Isso porque o cloro tem ação contra as larvas do mosquito da dengue. Veja como usar o hipoclorito de sódio.



source https://www.tuasaude.com/prevencao-da-dengue/

Espinheira-santa: para que serve, benefícios (e como fazer o chá)

A espinheira-santa é uma planta medicinal da espécie Maytenus ilicifolia, rica em flavonoides, taninos e triterpenos, que têm ação antioxidante, cicatrizante e protetora gástrica, sendo popularmente usada para auxiliar no tratamento de úlcera gástrica, azia, gastrite ou acne.

A parte normalmente utilizada da espinheira-santa, são as folhas de onde são extraídas as substâncias ativas que podem ser usadas na forma de chá, compressas, extrato fluido ou cápsulas, encontradas em ervanárias ou lojas de produtos naturais.

Embora tenha benefícios para a saúde, o uso desta planta medicinal não substitui o tratamento médico e deve ser sempre feito com orientação médica, ou de outro profissional de saúde que tenha experiência com o uso de plantas medicinais.

Assista ao vídeo a seguir e conheça melhor os benefícios da espinheira-santa:

Espinheira Santa: Benefícios e Quem NÃO Pode Tomar

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Para que serve e benefícios

As indicações e benefícios da espinheira-santa são:

1. Melhorar problemas no estômago

A espinheira-santa é rica taninos, como a epigalocatequina, e polissacarídeos, como o arabinogalactano, com forte ação antioxidante, anti-inflamatória e protetora gástrica, que ajudam a melhorar problemas de estômago como úlcera gástrica, azia, gastrite, má digestão ou dor de estômago.

Isto porque as substâncias ativas da espinheira-santa ajudam a diminuir a acidez estomacal e a proteger o estômago do próprio ácido que produz, aliviando sintomas gástricos como dor ou sensação de queimação no estômago.

Além disso, alguns estudos feitos com ratos em laboratório mostram ainda que a espinheira-santa tem efeito semelhante à cimetidina, um medicamento utilizado para reduzir a produção de ácido pelo estômago.

2. Combater o H. pylori

Alguns estudos mostram que a espinheira-santa tem ação antibacteriana, sendo muito útil para combater a infecção pela bactéria H. Pylori, que pode causar lesões e úlceras no estômago.

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3. Auxiliar no tratamento do câncer

Estudos usando células do câncer de pulmão, mama e fígado mostraram que a espinheira-santa pode diminuir a proliferação de células cancerosas, devido à presença do triterpenoide pristimerina.

No entanto, ainda são necessários mais estudos em humanos que comprovem esse possível benefício.

4. Melhorar o funcionamento intestinal

A espinheira-santa pode ajudar a melhorar o funcionamento intestinal por ter uma leve ação laxativa. Dessa forma, beber o chá desta planta pode ajudar a tratar casos de prisão de ventre leve a moderada.

5. Tem ação diurética

A espinheira-santa tem leve ação diurética, ajudando a eliminar o excesso de líquidos do corpo.

Assim, esta planta medicinal pode ser útil para auxiliar no tratamento da retenção de líquidos, mas também no tratamento de infecções urinárias, já que mantém o trato urinário limpo.

6. Ajudar na cicatrização da pele

A espinheira-santa tem ação analgésica e cicatrizante, que quando usada sobre a pele, pode ajudar no tratamento de problemas de pele como eczema ou acne.

7. Combater infecções bacterianas

Alguns estudos in vitro feitos em laboratório mostram que a espinheira-santa possui substâncias com ação antimicrobiana como maitenina e friedelina, que ajudam a combater bactérias como:

  • Staphylococcus aureus, que causam infecções pulmonares, de pele e ósseas;
  • Streptococcus sp., que causam infecção urinária, na pele ou nas gengivas;
  • Escherichia coli, que causa infecção urinária;

A espinheira-santa também possui ação contra o fungo Aspergillus nigrans que pode causar aspergilose. Saiba o que é aspergilose.

Como usar

A espinheira-santa pode ser usada na forma de chá ou cápsulas, feitos com as folhas secas ou frescas da planta.

1. Chá de espinheira-santa

O chá de espinheira-santa deve ser preparado com as folhas secas dessa planta e usado por um período máximo de 6 meses de tratamento, conforme orientação médica.

Ingredientes

  • 1 colher (de chá) de folhas secas de espinheira-santa;
  • 1 xícara de água fervente.

Modo de preparo

Colocar as folhas de espinheira-santa numa xícara de água fervente e deixar repousar por 5 a 10 minutos. Coar e beber morno, até 3 vezes por dia, em jejum, ou cerca de 30 minutos antes das refeições.

2. Cápsulas de espinheira-santa

As cápsulas de espinheira-santa podem ser encontradas na dose de 380 mg de extrato seco das folhas de Maytenus ilicifolia e devem ser tomadas inteiras com um copo de água, sem abrir as cápsulas ou mastigá-las.

A dose normalmente recomendada é de 2 cápsulas de 380 mg de espinheira-santa, 3 vezes ao dia, ou seja, de 8 em 8 horas, antes das principais refeições.

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3. Extrato-fluido de espinheira-santa

O extrato-fluido de espinheira-santa deve ser tomado por via oral, sendo que a dose recomendada é de 15 a 20 gotas diluídas em 200ml de água, 3 vezes por dia após as refeições, ou conforme recomendação médica.

4. Compressas de espinheira-santa

Para problemas de pele como eczema, cicatrizes ou acne, podem ser aplicadas compressas quentes com chá de espinheira-santa diretamente na lesão.

Ingredientes

  • 3 g de folhas secas de espinheira-santa;
  • 150 mL de água fervente.

Modo de preparo

Adicionar as folhas secas de espinheira-santa na água fervente. Esperar amornar e aplicar sobre a pele afetada diariamente.

Possíveis efeitos colaterais

Os efeitos colaterais mais comuns que podem surgir durante o uso da espinheira-santa são sensação de boca seca, náusea ou alteração do paladar, especialmente quando usada em quantidades maiores do que as recomendadas ou por mais de 6 meses.

Além disso, a espinheira-santa pode causar reações alérgicas e por isso, o seu uso deve ser feito somente com orientação médica ou de um profissional de saúde com experiência em plantas medicinais.

Quem não deve usar

A espinheira-santa não deve ser usada durante a gravidez, pois pode causar contrações uterinas e aborto, e também não deve ser usada por mulheres em amamentação, porque pode provocar redução da quantidade de leite materno.

A planta deve ainda ser evitada por crianças com menos de 12 anos ou pessoas que tenham alergia conhecida à espinheira-santa.

Além disso, pessoas com problemas de saúde ou que estejam usando remédios regulares, devem sempre consultar o médico antes de usar a espinheira-santa.



source https://www.tuasaude.com/espinheira-santa/

terça-feira, 7 de julho de 2026

18 efeitos colaterais do ciprofloxacino (e o que fazer)

Os efeitos colaterais do ciprofloxacino podem ser leves ou graves e incluir náuseas, diarreia, dor de cabeça, tontura, alterações na pele, dor nos tendões, formigamento, reações alérgicas e alterações no fígado.

O ciprofloxacino é um antibiótico da classe das fluoroquinolonas, que pode ser indicado pelo médico para tratar infecções respiratórias, urinárias, genitais, oftalmológicas, abdominais e da pele.

Leia também: Para que serve o ciprofloxacino (e como usar) tuasaude.com/ciprofloxacino-para-que-serve

Na presença de efeitos colaterais leves, é importante consultar o médico que indicou este remédio. Já em casos de sintomas graves, como diarreia intensa, tendinite, dor súbita e intensa no peito, costas ou abdômen, falta de ar, inchaço no rosto e convulsões, por exemplo, deve-se procurar um atendimento médico de urgência.

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Principais efeitos colaterais

Conforme a forma de administração, os efeitos colaterais do ciprofloxacino incluem:

  1. Náuseas e vômitos;
  2. Diarreia;
  3. Dor de cabeça;
  4. Tontura;
  5. Dor abdominal;
  6. Alteração do paladar e redução do apetite;
  7. Coceira, urticária ou vermelhidão na pele;
  8. Sensibilidade exagerada ao sol;
  9. Pancreatite ou hepatite;
  10. Alterações na função dos rins;
  11. Tendinite ou ruptura de tendão;
  12. Formigamento, dormência ou fraqueza muscular;
  13. Tremores, alterações do sono, agitação, alucinações e convulsões;
  14. Cãibras e dor muscular ou nas articulações;
  15. Alterações nos batimentos cardíacos;
  16. Mal-estar geral e febre;
  17. Hipoglicemia, principalmente em pessoas com diabetes em uso de insulina ou hipoglicemiantes orais;
  18. Aumento do risco de aneurisma e dissecção da aorta.

O ciprofloxacino também pode prejudicar a capacidade de dirigir ou operar máquinas, pois pode reduzir a atenção e causar fotofobia, visão turva e piorar a nitidez da visão.

Mais raramente, este remédio também pode provocar choque anafilático ou síndrome de Stevens-Johnson.

Leia também: Choque anafilático: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/choque-anafilatico

Na presença de sintomas graves, como falta de ar, inchaço no rosto ou garganta, dor súbita e intensa no peito, costas ou abdômen, convulsões, formigamento, pele ou olhos amarelados e diarreia intensa, deve-se procurar um atendimento médico imediatamente.

Quanto tempo dura os efeitos colaterais do ciprofloxacino?

Os efeitos colaterais do ciprofloxacino podem durar entre poucas horas até vários dias, conforme o tipo de sintoma e a resposta de cada pessoa. Os efeitos podem surgir durante o tratamento ou após o término do uso deste antibiótico.

Os efeitos colaterais mais comuns, como enjoos e diarreia leve, tendem a passar rapidamente.

Entretanto, o ciprofloxacino também pode causar efeitos colaterais que duram meses ou anos, como tendinite, ruptura do tendão, dor nas articulações, depressão, fadiga, distúrbios do sono e comprometimento da audição, visão, paladar e olfato.

Leia também: Quando o Ciprofloxacino começa a fazer efeito? tuasaude.com/medico-responde/ciprofloxacino-quando-comeca-a-fazer-efeito

Efeitos colaterais do ciprofloxacino de 500mg

Os efeitos colaterais do ciprofloxacino de 500mg podem incluir sintomas que variam de comuns a mais raros.

Alguns efeitos colaterais mais comuns incluem enjoo, diarreia. Já os menos comuns são dor de cabeça, tontura, vômitos, dor abdominal, distúrbios do sono, coceira, urticária, dor nas articulações, alteração do paladar e agitação, por exemplo.

Além disso, o ciprofloxacino de 500mg também pode causar efeitos colaterais raros, como taquicardia, confusão mental, ansiedade, depressão, alucinações, formigamento, tremores, convulsões, choque anafilático e hepatite.

O que fazer

O que fazer para aliviar ou evitar o agravamento dos efeitos colaterais do ciprofloxacino varia conforme o sintoma apresentado pela pessoa.

Em caso de náuseas, diarreia ou desconforto digestivo, é aconselhado consultar o médico, que poderá avaliar se o tratamento deve continuar ou se é necessário mudar o tipo do medicamento.

Já no caso de efeitos colaterais mais sérios, como alergia grave, diarreia intensa e persistente, tendinite, hipoglicemia, dor súbita e intensa no peito, costas ou abdômen, depressão grave, alucinações, confusão mental e reações psicóticas, deve-se interromper o uso do ciprofloxacino e procurar um atendimento médico imediatamente.



source https://www.tuasaude.com/ciprofloxacino-efeitos-colaterais/

segunda-feira, 6 de julho de 2026

Cirurgião geral: o que é, o que faz (e quando consultar)

O cirurgião geral é o médico especializado em avaliar e tratar doenças que precisam de cirurgia, como apendicite, hérnias, pedras na vesícula, feridas e algumas doenças da mama, tireoide ou pele, por exemplo.

Este médico pode tratar problemas especialmente no abdômen, trato digestivo, pele, tecidos moles, mama, sistema endócrino e situações de urgência.

É indicado consultar o cirurgião geral na presença de sintomas que podem indicar uma condição cirúrgica, como dor abdominal intensa, crise de vesícula ou sinais de complicação após uma cirurgia. Já em situações graves, como dor forte, febre, vômitos ou piora rápida dos sintomas, é importante procurar um atendimento médico de urgência.

Leia também: Urgência e emergência: qual a diferença? (e quando ir ao hospital) tuasaude.com/urgencia-e-emergencia
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O que faz um cirurgião geral

O cirurgião geral é um médico especialista que tem a responsabilidade de diagnosticar e gerenciar o pré-operatório, operatório e pós-operatório de diversos tipos de doenças.

Esse especialista é responsável principalmente pelo tratamento cirúrgico de doenças do sistema digestivo, parede abdominal, pele, tecidos moles, mama, algumas doenças endócrinas e situações de urgência e trauma.

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Cirurgias realizadas

As cirurgias realizadas pelo cirurgião geral incluem:

  • Colecistectomia, apendicectomia, ileostomia e colostomia;
  • Reparo de hérnia inguinal, umbilical e incisional;
  • Retirada de cistos e lipomas;
  • Tireoidectomia, paratireoidectomia e adrenalectomia;
  • Cirurgias para doenças benignas da mama;
  • Ressecção de tumores benignos e malignos da pele;
  • Cirurgia para hemorroidas, fissuras anais, fístulas, drenagem de abscessos perianais, ressecção de tumores ou prolapsos retais;
  • Cirurgias vitais, como traqueostomia, colocação de drenos torácicos e toracotomia de reanimação;
  • Tratamento cirúrgico de perfurações, obstruções ou hemorragias do trato digestivo.

O cirurgião geral também pode fazer cirurgias bariátricas e vasculares, cirurgia de remoção do útero e da próstata, por exemplo.

Leia também: Cirurgia bariátrica: tipos, quando fazer, vantagens e riscos tuasaude.com/obesidade-e-cirurgia-bariatrica

O cirurgião geral faz todo tipo de cirurgia?

Embora este especialista seja capacitado para fazer diversos tipos de procedimentos, o cirurgião geral não faz todo tipo de cirurgia.

Este especialista não pode realizar cirurgias como neurocirurgia, cirurgia cardíaca, ortopédica, plástica, de oftalmologia e de otorrinolaringologia, por exemplo.

Quando ir ao cirurgião geral

É recomendado consultar o cirurgião geral na suspeita de condições que possam exigir cirurgia.

Além disso, situações que podem indicar uma condição cirúrgica urgente e que é necessário consultar um cirurgião geral são:

  • Dor abdominal intensa ou persistente;
  • Suspeita de apendicite;
  • Hérnia inguinal, umbilical ou abdominal, especialmente se houver dor, aumento de tamanho ou desconforto;
  • Nódulos, cistos, lipomas ou lesões na pele que precisam de remoção;
  • Crises de dor por pedra na vesícula;
  • Abscesso, feridas ou lesões de pele que precisa de drenagem;
  • Feridas complexas ou que não cicatrizam bem.

Além disso, é aconselhado consultar o cirurgião geral para o acompanhamento após cirurgias, para avaliar a recuperação e identificar possíveis complicações.

Leia também: 6 dicas para recuperar mais rápido da cirurgia (e quando ir ao médico) tuasaude.com/cuidados-gerais-depois-de-qualquer-cirurgia

source https://www.tuasaude.com/cirurgiao-geral/

Semaglutida: para que serve, como usar e efeitos colaterais

Semaglutida é um remédio indicado para tratar o diabetes tipo 2, ajudando a reduzir a glicose no sangue ao estimular a insulina e diminuir o...