terça-feira, 4 de agosto de 2026

Cardiomiopatia: o que é, sintomas, tipos, causas e tratamento

A cardiomiopatia é uma doença que afeta o músculo do coração, dificultando o bombeamento do sangue e podendo causar sintomas como, falta de ar, dor no peito, inchaço no corpo, batimentos cardíacos irregulares e, em alguns casos, a morte súbita.

A cardiomiopatia, também conhecida como miocardiopatia, pode surgir em qualquer idade e ser causada por situações como pressão alta, infarto, insuficiência cardíaca, consumo excessivo de bebidas alcoólicas, diabetes, obesidade, ou alterações genéticas.

Leia também: Miocardiopatia: o que é, sintomas, tipos e tratamento tuasaude.com/miocardiopatia

Assim, na presença de sintomas que possam indicar a cardiomiopatia, é importante consultar o cardiologista ou clínico geral, para que seja feita uma avaliação completa e indicado o tratamento adequado, que pode incluir o uso de medicamentos, mudanças no estilo de vida, transplante de coração e cirurgias.

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Principais sintomas

Os principais sintomas de cardiomiopatia são:

  • Falta de ar ou dificuldade para respirar;
  • Dor no peito;
  • Fadiga;
  • Tornozelos, pés, pernas e barriga inchados;
  • Tontura;
  • Batimentos cardíacos irregulares;
  • Desmaios;
  • Barulhos incomuns durante os batimentos do coração.

Já os sintomas de cardiomiopatia em bebês e crianças podem incluir vômitos, diarreia, dificuldades para comer e respirar, agitação e crescimento deficiente.

Algumas pessoas com cardiomiopatia podem nunca desenvolver sintomas, já outras podem apresentar sinais conforme essa doença piora.

Tipos de cardiomiopatia

Os principais tipos de cardiomiopatia, que variam conforme o problema no músculo do coração, são:

1. Cardiomiopatia hipertrófica

A cardiomiopatia hipertrófica é uma doença genética que aumenta a espessura do músculo do coração, surgindo geralmente na infância ou no início da idade adulta. Conheça melhor sobre a cardiomiopatia hipertrófica.

Os principais sintomas que podem surgir na cardiomiopatia hipertrófica incluem fadiga, falta de ar, dor no peito, palpitações e síncope. Além disso, esse tipo de cardiomiopatia também pode causar morte súbita em adolescentes e atletas jovens.

2. Cardiomiopatia dilatada

A cardiomiopatia dilatada é caracterizada por uma alteração na contração e aumento e dilatação de um ou ambos os ventrículos do coração.

Esse tipo podendo não ter uma causa identificável ou surgir devido a uma predisposição familiar, infecções virais, doença de Chagas, doença de Lyme ou abuso de álcool, por exemplo.

A cardiomiopatia dilatada pode surgir em pessoas de qualquer idade, causando sintomas, como falta de ar durante o sono, dificuldade para respirar deitado, pernas inchadas, falta de ar, fadiga e mal-estar. Já nos casos mais graves, a pessoa pode apresentar tromboembolismo, arritmias, insuficiência cardíaca e morte.

3. Cardiomiopatia de Takotsubo

A cardiomiopatia de Takotsubo, ou cardiomiopatia do estresse, é uma condição onde o músculo do coração interrompe o suprimento de sangue do coração e a sua capacidade de bombear, podendo surgir após um estresse físico ou emocional inesperado.

Também conhecida como síndrome do coração partido, esse tipo de cardiomiopatia pode causar sintomas parecidos com os do infarto, como dor no peito, falta de ar, cansaço, alteração nos batimentos do coração, palpitação, pressão baixa e desmaio.

Leia também: Síndrome do coração partido: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/sindrome-do-coracao-partido

4. Cardiomiopatia chagásica

A cardiomiopatia chagásica surge devido a uma inflamação no coração provocada pela infecção pelo parasita Trypanosoma cruzi, podendo causar falta de ar, fadiga, arritmias, desmaio, inchaço nas pernas e braços, dor no peito, tromboembolismo e morte súbita.

5. Cardiomiopatia restritiva

Podendo ser causada por situações como radioterapia, uso de medicamentos, como antraciclinas, busulfan e metisergida, ou por doenças, como amiloidose, sarcoidose ou diabetes, a cardiomiopatia restritiva é rara e afeta principalmente adultos mais velhos.

Os sintomas que podem estar presentes na cardiomiopatia restritiva incluem barriga inchada, inchaço das pernas e pés, arritmias ou cansaço extremo durante atividades físicas.

6. Cardiomiopatia alcoólica

A cardiomiopatia alcoólica é uma condição que provoca o aumento e o enfraquecimento do coração, prejudicando o bombeamento do sangue, sendo comum em pessoas que sofrem de alcoolismo ou que possuem mutações genéticas que diminuem a velocidade no metabolismo do álcool.

Também conhecida como ou cardiomiopatia induzida por álcool, esse tipo de cardiomiopatia pode causar sintomas de insuficiência cardíaca, como falta de ar, palpitações e desmaios.

7. Cardiomiopatia periparto

Também conhecida como cardiomiopatia pós-parto, a cardiomiopatia periparto é um tipo raro de insuficiência cardíaca que surge no final da gravidez ou nos meses seguintes após o parto, e quando nenhuma outra causa de insuficiência cardíaca é identificada.

Alguns dos sintomas que podem surgir na cardiomiopatia periparto são fadiga, baixa pressão arterial, falta de ar, pernas e barriga inchadas.

8. Cardiomiopatia diabética

A cardiomiopatia diabética é uma complicação rara da diabetes mal controlada, que provoca alterações no funcionamento normal do músculo do coração, podendo, ao longo do tempo, causar uma insuficiência cardíaca.

Os principais sintomas desse tipo de cardiomiopatia são sensação de falta de ar constante, inchaço nas pernas, dor no peito e tosse seca e constante.

Como confirmar o diagnóstico

O  diagnóstico da cardiomiopatia deve ser feito pelo cardiologista, através da avaliação dos sintomas e sinais apresentados, e do histórico de saúde da pessoa.

Se deseja avaliar o risco de cardiomiopatia, marque uma consulta com o cardiologista mais próximo de você:

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Para confirmar o diagnóstico, o médico também solicita alguns exames, como hemograma completo, biópsia do coração e exames de imagem, como ressonância magnética, ecocardiograma, eletrocardiograma e radiografia de tórax.

Além disso, o cardiologista  também pode indicar o teste genético e o teste ergométrico, um teste que avalia o funcionamento do coração durante o esforço físico. Entenda melhor para que serve o teste ergométrico.

Possíveis causas

As possíveis causas da cardiomiopatia são:

  • Pressão alta por longos períodos;
  • Hemocromatose;
  • Consumo excessivo de álcool;
  • Infarto;
  • Doenças metabólicas, como obesidade e diabetes;
  • Sarcoidose;
  • Amiloidose.

Além disso, a história familiar de cardiomiopatia, insuficiência cardíaca ou parada cardíaca súbita também aumentam o risco do desenvolvimento de cardiomiopatia.

Diferença de cardiomiopatia e cardiopatia

A cardiopatia se refere a doenças que afetam qualquer parte do coração, incluindo as cardiomiopatias, doença arterial, pressão alta ou alterações nas válvulas cardíacas, por exemplo.

Já a cardiomiopatia é uma condição que indica as doenças que atingem apenas o músculo do coração, que é conhecido como miocárdio.

Como é o tratamento

O tratamento da cardiomiopatia varia conforme a sua causa e gravidade, incluindo:

1. Medicamentos

Alguns medicamentos que podem ser prescritos pelo médico incluem:

  • Anticoagulantes, como varfarina, aspirina e rivaroxabana, para prevenir coágulos em pessoas com cardiomiopatia dilatada, de Takotsubo e hipertrófica;
  • Betabloqueadores, como atenolol, metoprolol e bisoprolol, são indicados para tratar a cardiomiopatia hipertrófica, de Takotsubo, restritiva, alcoólica e dilatada;
  • Bloqueadores dos canais de cálcio não di-hidrostricnínicos, como verapamil, que são recomendados para pessoas com cardiomiopatia hipertrófica;
  • Diuréticos, que podem ser indicados para pessoas com cardiomiopatia hipertrófica, dilatada, periparto, alcoólica e restritiva;
  • Corticosteroides, que são prescritos para casos de cardiomiopatia causada por sarcoidose.

Além disso, os inibidores da enzima conversora de angiotensina, como enalapril, ramipril e captopril, são medicamentos que também podem ser indicados para tratar a cardiomiopatia dilatada, de Takotsubo, periparto ou restritiva.

2. Transplante de coração

O transplante de coração é a substituição do coração doente por outro saudável de um doador, que pode ser indicado em casos avançados de insuficiência cardíaca, na cardiomiopatia restritiva, hipertrófica ou dilatada, por exemplo.

Leia também: Transplante de coração: como é feito, indicação e recuperação tuasaude.com/transplante-de-coracao

3. Cirurgia

A ablação septal com álcool é uma cirurgia que pode ser indicada em casos de cardiomiopatia hipertrófica para melhorar os sintomas, aumentar a capacidade de exercício e melhorar a qualidade de vida da pessoa.

Já a cirurgia de miomectomia ventricular, substituição da válvula mitral, implante de marca-passo permanente ou cardioversor desfibrilador podem ser recomendadas em pessoas com cardiomiopatia hipertrófica ou restritiva

4. Mudanças no estilo de vida

A abstinência do álcool é uma mudança no estilo de vida recomendada para todas as pessoas com cardiomiopatia, principalmente em casos de cardiomiopatia alcoólica.

Outras mudanças no estilo de vida que ajudam a controlar a cardiomiopatia incluem praticar atividades físicas regularmente, manter o peso corporal adequado, ter boas noites de sono, evitar o estresse e manter uma alimentação saudável.

A cardiomiopatia tem cura?

A cardiomiopatia não tem cura, no entanto, o tratamento adequado e as mudanças no estilo de vida ajudam a controlar os sintomas e prevenir as complicações dessa doença.



source https://www.tuasaude.com/cardiomiopatia/

Bumetanida: o que é, para que serve e como tomar

Bumetanida é um diurético indicado para diminuir o inchaço e a retenção de líquidos no corpo (edema), causado por doenças do coração, rins ou fígado.

Esse remédio, da mesma classe que a furosemida, age diretamente nos rins, aumentando a eliminação de sódio e água pela urina, diminuindo inchaços e aliviando sintomas relacionados ao excesso de volume de água no corpo

Leia também: Diuréticos: o que são, tipos e quando não usar tuasaude.com/como-funcionam-os-diureticos

A bumetanida (Burinax) foi descontinuada no Brasil e está com o registro vencido na Anvisa, não sendo encontrada para venda. Caso o tratamento seja necessário, o médico poderá indicar outra opção adequada

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Para que serve

A bumetanida é indicada para o tratamento de inchaços (edemas) causados por:

  • Insuficiência cardíaca;
  • Doença renal crônica;
  • Lesão hepática grave;
  • Pressão alta.

Esse remédio reduz a reabsorção de sódio e cloro pelos rins, o que leva à eliminação desses minerais e de água pela urina, e redução do inchaço no corpo.

A ação da bumetanida é considerada rápida e potente, por isso o uso inadequado pode aumentar o risco de desidratação e alterações nos sais minerais.

Bumetanida ainda é vendida no Brasil?

Não, no momento a bumetanida não está disponível comercialmente no Brasil.

Isso porque em 2019 o laboratório fabricante comunicou que não produziria mais o Burinax (nome comercial da bumetanida) por motivos comerciais, e não por falta de segurança ou eficácia.

Por isso, caso o tratamento seja necessário, é importante consultar o médico para reavaliar a terapia e indicar outra opção adequada.

Leia também: 5 remédios diuréticos para desinchar (e como usar) tuasaude.com/remedios-diureticos

Como usar

A bumetanida 1mg deve ser usada por via oral, com um copo de água, antes ou após uma refeição.

A posologia geralmente recomendada para adultos é de 0,5 mg (meio comprimido) a 1 mg (um comprimido) por dia, conforme orientação médica

Essa dose pode ser ajustada pelo médico conforme a necessidade de cada pessoa. 

Qual o melhor horário para tomar a bumetanida?

Em geral, a bumetanida costuma ser tomada pela manhã, pois aumenta a produção de urina e isso pode reduzir o desconforto de acordar durante a noite para urinar.

No entanto, o horário de uso deve seguir a orientação do médico, que pode variar conforme a dose, a condição tratada e a resposta ao medicamento.

Cuidados durante o tratamento

Durante o uso da bumetanida, pode ser necessário acompanhar a função dos rins e os níveis de potássio e sódio no sangue, pois o medicamento pode causar alterações no equilíbrio de líquidos do organismo.

Além disso, a perda excessiva de líquidos pode aumentar o risco de desidratação, especialmente quando o medicamento é utilizado por períodos prolongados ou em doses elevadas. Saiba identificar os sintomas de desidratação

Possíveis efeitos colaterais

Os efeitos colaterais mais comuns da bumetanida são:

  • Aumento dos níveis de glicose no sangue;
  • Aumento do ácido úrico no sangue;
  • Redução dos níveis de cloro e potássio no sangue
  • Cãibras e tontura.

Também podem ocorrer, com menor frequência, náuseas, vômitos, queda da pressão arterial, dor de cabeça, fraqueza muscular, coceira, erupções na pele e, raramente, diarreia e aumento da sudorese.

Em casos menos frequentes, podem surgir alterações auditivas, reações na pele e mudanças em exames que avaliam a função dos rins.

Quem não deve usar

A bumetanida não deve ser usada por pessoas que tenham alergia ao medicamento e qualquer componente da fórmula.

Também é contraindicada em casos de ausência de produção de urina (anúria), alterações graves dos minerais do organismo ou algumas condições de comprometimento do fígado.

A bumetanida não deve ser usada durante a gravidez sem orientação médica.



source https://www.tuasaude.com/bumetanida/

Colonoscopia virtual: o que é, preparo, como é feita (e vantagens)

A colonoscopia virtual é um exame de diagnóstico que tem como objetivo visualizar  e detectar alterações no intestino, a partir de imagens obtidas através da tomografia computadorizada com baixa dose de radiação, utilizando modernos equipamentos em 3D.

Esse exame, também chamado de colonografia por tomografia computadorizada, normalmente é solicitado pelo gastroenterologista para identificar pólipos intestinais ou câncer colorretal, por exemplo.

A colonoscopia virtual pode ser realizada em hospitais ou em clínicas especializadas, e os resultados devem ser analisados pelo gastroenterologista, que podem também indicar a realização de outros exames complementares, como colonoscopia endoscópica ou retossigmoidoscopia. Saiba como é feita a retossigmoidoscopia. 

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Quando é indicada

A colonoscopia virtual é indicada para diagnosticar e identificar condições que afetam o intestino, como:

  • Câncer colorretal; 
  • Pólipos intestinais, com menos de 0,5 mm;
  • Obstrução intestinal.

Além disso, a colonoscopia virtual pode ser indicada nos casos de pessoas que utilizam anticoagulantes, devido ao menor risco de sangramento durante o procedimento, ou para pessoas que possuem contraindicação para anestesia geral, por exemplo.

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Como se preparar para o exame

O preparo para realizar a colonoscopia virtual inclui:

  • Fazer uma dieta específica, evitando alimentos gordurosos e com sementes. Veja como deve ser a alimentação antes da colonoscopia; 
  • Tomar o laxante e o remédio para gases intestinais recomendados pelo médico, no dia anterior ao exame, para limpar o intestino e eliminar os gases, que podem interferir na imagem;
  • Caminhar várias vezes ao dia para aumentar os movimentos do intestino e ajudar a limpar;
  • Beber pelo menos 2 L de água, no dia anterior ao exame, para ajudar a limpar o intestino e manter o corpo hidratado;
  • Informar ao médico se está grávida ou suspeita de gravidez, no caso de mulheres;
  • Informar ao médico sobre o uso de remédios anticoagulantes, como varfarina, heparina, rivaroxabana ou ácido acetilsalicílico;
  • Informar ao médico se apresenta alergia ao iodo ou qualquer outro tipo de contraste radiológico, látex, remédios, como penicilinas, ou alimentos, como mariscos ou frutos do mar, antes de fazer o exame;
  • Informar ao médico se são usados remédios orais para diabetes, como a metformina (Glucoformin ou Glifage), antes de fazer o exame;
  • Informar se tem problemas de saúde, como hipertireoidismo, insuficiência renal ou epilepsia;
  • Tomar os remédios de uso habitual normalmente, com pouca água, conforme orientação médica;
  • Não utilizar brincos, relógio, ou qualquer outra bijuteria no dia do exame.

Esse exame pode ser feito pela maioria dos pacientes, no entanto, não pode ser realizado por grávidas devido à radiação, apesar da radiação ser de baixa frequência.

Como é feita a colonoscopia virtual

A colonoscopia virtual é um exame rápido que dura em média 15 minutos, feito pelo gastroenterologista. Antes de iniciar o exame, é dado um contraste iodado, por via oral, retal ou aplicado diretamente na veia, o que permitirá uma melhor captação da imagem do intestino.

Durante o exame, a pessoa normalmente fica deitada de lado, com os joelhos dobrados em direção ao peito. Em seguida, é introduzida uma pequena sonda na parte inicial do intestino, através do ânus, por onde passa um gás responsável pela dilatação do intestino para tornar todas as suas porções visíveis.

Em seguida, a pessoa deve deitar no aparelho de tomografia computadorizada, onde são geradas as imagens do intestino em várias perspectivas, o que permite que o médico tenha uma visualização mais detalhada do intestino.

Vantagens da colonoscopia virtual

As vantagens da colonoscopia virtual são: 

  • Pode ser feita por pessoas que não podem tomar anestesia;
  • É uma técnica muito segura, com menor risco de perfuração do intestino;
  • Pode ser realizada em pessoas que não aguentam fazer a colonoscopia comum, pois implica a introdução da sonda no ânus;
  • Não causa dor, porque a sonda não percorre o intestino;
  • O desconforto abdominal desaparece ao final de 30 minutos porque são introduzidas pequenas quantidades de gás no intestino;
  • Pode ser feita em pacientes que não podem tomar anestesia e que têm síndrome do cólon irritável;
  • Após o exame pode-se realizar a atividade diária normal, porque não se usa anestesia.

Além disso, também permite diagnosticar alterações nos órgãos que envolvem o intestino, como fígado, pâncreas, vesícula biliar, baço, bexiga, próstata e mesmo útero, pois o exame é feito com aparelhos de tomografia computorizada.

Cuidados após o exame

Após a colonoscopia virtual, deve-se beber água ou outros líquidos, exceto bebidas alcoólicas, e urinar com frequência para eliminar o resto do contraste.

Quando não deve ser feita

A colonoscopia virtual não deve ser feita em caso suspeito ou confirmado de gravidez. Além disso, o contraste iodado não deve ser utilizado por pessoas que tenham alergia ao iodo ou tenham insuficiência renal.



source https://www.tuasaude.com/colonoscopia-virtual/

12 remédios para virose (e quando ir ao médico)

Os remédios para virose, como o paracetamol, o ibuprofeno ou a metoclopramida, ajudam a aliviar os sintomas, como febre, dor no muscular, ná...