terça-feira, 2 de junho de 2026

Skincare: o que é e como fazer (passo a passo)

O Skincare é uma rotina de cuidados com a pele que se deve ter para manter uma pele saudável, hidratada, suave, luminosa e jovem por mais tempo.

Esses cuidados devem ser feitos com produtos de skincare de acordo com o tipo de pele da pessoa, ou seja, se é seca, normal, mista ou oleosa, se apresenta ou não sensibilidade e se tem maior facilidade de surgimento de acne. Veja como saber qual o seu tipo de pele.

Assim, tendo em conta o tipo de pele, a rotina de cuidados diários e os produtos mais indicados podem ser indicados pelo dermatologista para que se tenham melhores resultados.

Veja no vídeo a seguir e entenda melhor como fazer um skincare simples e barato:

Skincare simples: rotina barata que funciona de verdade

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A ordem de skincare deve ser feita da seguinte forma:

1. Limpeza

A limpeza do rosto é essencial para manter a pele saudável, permitir a regeneração celular e potencializar a ação dos produtos que são aplicados no rosto.

Uma limpeza correta remove as impurezas, oleosidade em excesso, sujidade e poluição acumulada durante o dia, as células mortas e a maquiagem.

A limpeza pode ser feita com gel de limpeza, leite de limpeza ou água micelar, adaptado ao tipo de pele, e deve ser feita pelo menos 2 vezes por dia, de manhã e à noite. Saiba como usar o cleansing oil.

Como fazer: aplicar uma pequena quantidade do produto de skincare para limpeza do rosto, massageando suavemente e enxaguar em água corrente. Em seguida secar o rosto com uma toalha suave, limpa e seca.

Leia também: 6 passos para fazer limpeza de pele caseira tuasaude.com/como-fazer-uma-limpeza-de-pele

2. Tonificação

A tonificação da pele é outro passo importante do skincare, pois ajuda a refrescar e a manter o pH da pele balanceado, além remover os vestígios de impurezas, diminuir o tamanho dos poros e preparar a pele para receber os ingredientes ativos.

Alguns tipos de tônico facial que podem ser utilizados no skincare são o ácido glicólico ou o ácido salicílico, por exemplo, de acordo com o tipo de pele.

Como fazer: colocar um pouco do tonificante em uma bola de algodão e aplicar no rosto suavemente, deixando secar naturalmente, não sendo necessário enxaguar o rosto em seguida. A tonificação deve ser feita 2 vezes por dia após a limpeza.

3. Esfoliação

A esfoliação é um passo muito importante, porque ajuda a remover as células mortas, a desobstruir os poros e a promover a renovação celular.

Durante muito tempo, aconselhou-se a fazer este passo apenas 2 vezes por semana, de forma a não agredir a pele.

Porém, já existem produtos mais suaves com partículas menores, que permitem que este cuidado seja feito todos os dias, sem serem abrasivos para a pele.

Como fazer: a esfoliação pode ser feita com esfoliantes físicos, que são aqueles que têm microesferas na composição, ou com esfoliantes químicos, com alfa hidroxiácidos, como o ácido glicólico ou ácido láctico, que podem ser aplicados diariamente ou de acordo com a orientação do dermatologista.

Leia também: 8 esfoliantes caseiros para o rosto tuasaude.com/esfoliante-caseiro-para-pele-oleosa

4. Sérum

O sérum é um dos mais importantes na rotina de cuidados da pele, porque tem os componente ativos mais concentrados, em comparação aos cremes, e penetram em maior profundidade na pele, permitindo um tratamento mais eficaz.

O sérum pode ter ação hidratante, antioxidante, anti-envelhecimento ou anti-manchas, por exemplo, como a vitamina C, vitamina E, resveratrol ou cafeína, por exemplo, e deve ser escolhido tendo em conta a preocupação da pessoa em relação à sua pele.

Como usar: aplicar algumas gotas do sérum no rosto e pescoço, massageando suavemente. Pode-se aplicar o sérum 2 vezes por dia, após a tonificação ou esfoliação diária.

5. Tratamento para acne

Caso a pessoa tenha acne, após a aplicação do sérum, pode-se utilizar produtos recomendados pelo dermatologista para eliminar ou prevenir o surgimento de espinhas.

Essa etapa do skincare não precisa ser feita em pessoas que não tenham espinhas.

Como usar: aplicar um pouco do produto para espinhas em um cotonete e depois aplicar diretamente sobre a acne, deixando secar naturalmente. 

6. Hidratação do rosto

A hidratação do rosto pode ser feita com creme de dia e/ou de noite para hidratar, nutrir e proteger a pele contra as agressões externas, tais como a poluição.

O creme de dia deve ter filtro solar ou deve ser seguido da aplicação de um protetor solar.

Como usar: deve-se aplicar o creme hidratante no rosto, pescoço e colo, 2 vezes por dia, evitando a região dos olhos. 

Leia também: 10 hidratantes caseiros para o rosto tuasaude.com/pele-seca-o-que-fazer

7. Hidratação da área dos olhos

Os cremes de olhos servem para hidratar e proteger a região ocular, assim como prevenir o envelhecimento e evitar o surgimento de bolsas nos olhos e olheiras.

Estes produtos têm uma textura mais fina que os cremes de rosto, sendo mais facilmente absorvidos pela pele.

Como fazer: o creme de olhos deve ser aplicado de manhã e à noite, na região óssea do contorno dos olhos, com toques suaves.

8. Proteção solar

A proteção solar é fundamental no skincare para evitar os danos na pele causados pelos raios UV do sol, além de evitar o surgimento de manchas escuras na pele. Veja as principais causas de manchas escuras na pele.

O tipo de protetor solar deve ser, de preferência, indicado pelo dermatologista de acordo com o tipo de pele, e ter pelo menos FPS 30.

Como fazer: aplicar o protetor solar em todo o rosto e pescoço, e reaplicar sempre que necessário. Deve-se passar o protetor solar diariamente, mesmo em dias nublados.

Leia também: Protetor solar: qual o melhor, como usar (e porque usar diariamente) tuasaude.com/saiba-qual-e-o-melhor-protetor-solar-para-cada-pele

Além desses cuidados, é importante ter uma alimentação saudável e equilibrada para manter a saúde da pele.



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segunda-feira, 1 de junho de 2026

8 motivos para levar a criança (ou bebê) ao pronto-socorro

É recomendado levar a criança ou o bebê ao pronto-socorro, se apresentar febre superior a 40 ºC ou que não melhora com o uso de remédios ou se durar mais de três dias, por exemplo.

Na presença de falta de ar ou dificuldade respiratória, desidratação grave, intoxicação, engasgos ou alergias graves, também é importante levar a criança à emergência imediatamente.

Leia também: Emergência pediátrica: o que é, como funciona (e quando ir) tuasaude.com/emergencia-pediatrica

Entretanto, situações como febre que diminui com hidratação e/ou uso de antitérmicos, picada de insetos sem sinais de alergia, conjuntivite e prisão de ventre, por exemplo, é aconselhado agendar uma consulta com o pediatra ou médico de família.

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Quando levar à emergência

A criança ou o bebê devem ser levados à emergência se apresentarem:

1. Febre

É importante levar o bebê ao pronto-socorro, se apresentar febre e tiver menos de 3 meses, pois recém-nascidos e bebês pequenos podem piorar rapidamente.

Deve-se também levar a criança à emergência se a febre for superior a 40 ºC ou se não melhorar com o uso de remédios e durar mais de três dias.

Se, junto com a febre, a criança também tiver manchas no corpo, irritabilidade intensa, rigidez no pescoço, letargia ou dor abdominal forte, deve-se levá-la ao pronto-socorro.

2. Falta de ar e dificuldade respiratória

Deve-se levar a criança ou bebê ao pronto-socorro se tiverem sintomas de falta de ar ou dificuldade respiratória, como:

  • Lábios, língua, rosto, unhas ou extremidades com coloração azulada, roxa ou acinzentada;
  • Incapacidade de chorar emitindo som, de falar frases completas, cansaço extremo ou pausas na respiração;
  • Chiados intensos no peito (sibilos) ou som ofegante durante a inalação, que não melhoram com os tratamentos de inalação habituais.

A presença de respiração muito acelerada, ofegante ou com esforço visível, como o afundamento da pele entre as costelas ou no pescoço, também indicam a necessidade de levar a criança ou o bebê à emergência.

3. Problemas neurológicos

É recomendado levar a criança ou bebê ao pronto-socorro se apresentar convulsões, especialmente se for o primeiro episódio da criança, se durar mais de 3 a 5 minutos, ou se houver perda de consciência ou lesão durante o episódio.

Deve-se levar a criança ou o bebê ao pronto socorro, se tiver confusão, letargia extrema, dificuldade para acordar, sonolência incomum ou não reconhecerem os próprios pais ou responsáveis.

A dor de cabeça intensa, de início súbito, que não passa com analgésico comum, que acorda a criança durante o sono ou acompanhada de vômitos, também indica a necessidade de levar a criança à emergência.

4. Desidratação grave

Em casos de desidratação grave, com sintomas como diminuição da urina, boca e lábios secos, tontura, fraqueza ou letargia, olhos fundos, a criança ou o bebê devem ser levados à emergência.

Leia também: 13 sinais de desidratação em bebês e crianças (e o que fazer) tuasaude.com/sinais-de-desidratacao-nas-criancas

5. Problemas gastrointestinais

É importante levar a criança ou bebê ao pronto-socorro na presença de problemas gastrointestinais como vômitos frequentes, em jato ou amarelados / esverdeados.

Se a criança tiver diarreia persistente ou com presença de sangue ou dor de barriga muito intensa e contínua, também deve ser levada à emergência.

6. Traumas, quedas e ferimentos

É aconselhado levar a criança ou bebê ao pronto-socorro em casos de traumas, quedas e ferimentos, como:

  • Pancadas na cabeça, se, após bater a cabeça, a criança apresentar vômitos repetidos, perda de consciência mesmo que só por alguns segundos, confusão mental, convulsão, sono excessiva ou alterações na visão e equilíbrio;
  • Quedas graves, como quedas de alturas de mais de 1 metro para crianças com menos de 2 anos, ou mais de 1,5 metros para crianças maiores;
  • Fraturas, na suspeita de osso quebrado, inchaço que aumenta muito rápido, osso visivelmente torto ou exposto, ou incapacidade de usar o braço ou a perna.

Em casos de sangramentos graves, que não param com compressão de 10 minutos, cortes muito profundos, feridas extensas e queimaduras severas, também deve-se levar a criança ou bebê à emergência.

7. Alergia grave

A criança ou o bebê com alergia grave, ou anafilaxia, deve ser levado imediatamente para uma emergência pediátrica.

Alguns sintomas de alergia grave incluem dificuldade para respirar, placas vermelhas pelo corpo, coceira intensa, inchaço nos lábios, língua, rosto e olhos, tontura, palidez, suor excessivo, extremidades arroxeadas e desmaio.

A alergia grave é causada por uma reação de hipersensibilidade extrema e rápida do sistema imune, quando a criança ou bebê entra em contato com uma substância que é alérgica, como remédio, alimento ou picadas de insetos, por exemplo.

8. Intoxicação ou engasgo

Em casos de intoxicação por ingestão acidental de produtos de limpeza, medicamentos ou plantas tóxicas, por exemplo, a criança ou o bebê devem ser levados à emergência imediatamente.

A criança também deve ser levada ao pronto socorro em casos de engasgos, o que pode acontecer ao se alimentar, com a própria saliva ou ingestão de pequenos objetos, por exemplo.

Quando não levar a criança ao pronto-socorro

Não é aconselhado levar a criança ao pronto-socorro em situações como:

  • Febre que diminui com a hidratação e/ou o uso de antitérmicos;
  • Febre com sintomas leves de resfriado, mas a criança mantém boa energia;
  • Resfriados comuns ou infecções respiratórias leves;
  • Tosse isolada, sem falta de ar, sem respiração acelerada ou vômitos frequentes;
  • Picadas de insetos sem sinais de alergia ou assaduras comuns;
  • Conjuntivite;
  • Pancadas, pequenos hematomas, arranhões ou dores leves, onde a criança parece estável e com boa disposição;
  • Após uma queda leve, com um inchaço pequeno mas a criança consegue colocar peso no membro e não tem deformidade visível do osso;
  • Dor de cabeça leve após bater a cabeça, mas sem vômitos, confusão mental ou outros sinais de alerta;
  • Prisão de ventre há alguns dias, mas a criança está bem e não apresenta dor abdominal intensa.

Nestes casos, é preferível agendar uma consulta com o pediatra ou médico de família, ou usar os serviços de telemedicina.

Evitar levar a criança ao pronto-socorro sem necessidade é importante para não sobrecarregar o sistema de saúde e principalmente para proteger a criança contra microrganismos e vírus que podem causar novas infecções.

Leia também: Pronto-socorro: quando ir, tipos (e como escolher) tuasaude.com/pronto-socorro

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6 remédios caseiros para pedra na vesícula (e como preparar)

Alguns remédios caseiros, como chá de dente-de-leão, tintura de alcachofra e chá de cúrcuma, podem ajudar a aliviar as dores, eliminar pequenas pedras na vesícula e prevenir a formação de novas.

No entanto, na presença de sintomas que indiquem o bloqueio das vias biliares por pedras maiores, como vômitos, pele ou olhos amarelados e dor no lado direito superior da barriga, deve-se procurar o atendimento de urgência imediatamente.

É importante lembrar que os remédios caseiros devem ser usados apenas para complementar o tratamento de pequenas pedras na vesícula e somente sob a recomendação e o acompanhamento de um clínico geral ou gastroenterologista.

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Opções de remédios caseiros

Alguns remédios caseiros para pedra na vesícula são:

1. Chá de bardana

O chá de bardana é um bom remédio caseiro para pedra na vesícula, pois possui propriedades anti-inflamatórias que ajudam a aliviar a dor causada por esta condição.

A bardana também tem um efeito protetor sobre o fígado e aumenta o fluxo biliar, o que pode auxiliar na eliminação da pedra na vesícula.

Ingredientes:

  • 1 colher de sobremesa (de 2 a 6 g) de raízes secas de bardana;
  • 250 ml de água.

Modo de preparo:

Ferver a água, adicionar a raiz de bardana e deixar em infusão por 10 minutos. Em seguida, coar e beber até 3 xícaras deste chá diariamente.

Leia também: Bardana: o que é, para que serve e como fazer o chá tuasaude.com/bardana

2. Chá de dente-de-leão

Outro bom remédio caseiro para pedra na vesícula é o dente-de-leão, uma planta que pode ajudar a eliminar as pequenas pedras na vesícula, pois estimula o fígado a produzir mais bile e a contração da vesícula.

Ingredientes:

  • 1 a 2 colheres (de chá) de dente-de-leão (planta inteira com raiz);
  • 200 mL de água fervente.

Modo de preparo:

Em uma panela, colocar a água e o dente-de-leão e levar ao fogo para ferver por 10 minutos. Deixar amornar, coar e beber. Pode-se beber até 3 xícaras desse chá por dia.

3. Tintura de alcachofra

A alcachofra é uma planta que pode ajudar a eliminar das pequenas pedras na vesícula, pois estimula a produção de bile, auxiliando no funcionamento da vesícula biliar.

Ingredientes:

  • 2 ml a 5 ml de tintura de alcachofra;
  • 75 ml de água filtrada ou fervida.

Modo de preparo:

Diluir a tintura de alcachofra na água e tomar essa mistura até três vezes ao dia.

4. Chá de hortelã-pimenta

O chá de hortelã-pimenta é um bom remédio caseiro para pedra na vesícula, pois pode ajudar a dissolver pequenas pedras de colesterol e diminuir a inflamação neste órgão.

Ingredientes:

  • 1 colher de sopa de folhas de hortelã-pimenta;
  • 150 ml de água.

Modo de preparo:

Ferver a água em uma panela e, em seguida, apagar o fogo. Colocar as folhas de hortelã-pimenta na água e tampar.

Deixar a infusão repousar durante 5 a 10 minutos e coar. Pode-se beber até 3 xícaras por dia desse chá.

Leia também: Chá de hortelã: 7 benefícios e como fazer (com receitas deliciosas) tuasaude.com/beneficios-do-cha-de-hortela

5. Chá de boldo

chá de boldo, especialmente o boldo do Chile, possui substâncias como a boldina, que estimulam a produção de bile pela vesícula biliar, ajudando a eliminar pequenas pedras na vesícula.

Ingredientes:

  • 1 colher (de chá) de folhas frescas picadas do boldo brasileiro ou as folhas secas picadas do boldo do Chile;
  • 150 mL de água.

Modo de preparo:

Numa panela, ferver a água e, em seguida, apagar o fogo, adicionar o boldo picado e tampar, deixando descansar por 5 minutos.

Coar o chá, deixar amornar e tomar logo em seguida. Tomar este chá entre 2 a 3 vezes ao dia antes ou após as refeições, por no máximo 20 dias.

6. Chá de cardo mariano

O cardo mariano é um remédio caseiro muito usado para pedra na vesícula, pois ajuda a eliminar pequenas pedras neste órgão.

Alguns estudos mostram que esta planta medicinal consegue melhorar a fluidez da bile, evitando que ela fique espessa.

Ingredientes: 

  • De 3 a 5 g, cerca de 1 colher (chá) de sementes de cardo mariano;
  • 1 xícara (chá) de água.

Modo de preparo:

Ferver a água e, após desligar o fogo, adicionar as sementes de cardo mariano esmagadas.

Tampar a bebida e deixar descansar por 10 minutos, coar e beber o máximo de 3 xícaras desse chá por dia.

7. Chá de cúrcuma

O chá de cúrcuma, ou açafrão-da-terra, é outro remédio caseiro que pode ajudar a eliminar as pequenas pedras da vesícula, por estimular a contração e esvaziamento da vesícula biliar.

Ingredientes:

  • 1 colher de café de cúrcuma em pó;
  • 150 ml de água.

Modo de preparo:

Em uma panela, ou chaleira, colocar a água e ferver por 10 minutos. Apagar o fogo, adicionar a cúrcuma, tampar e deixar repousar por 10 a 15 minutos.

Após amornar, beber de 2 a 3 xícaras deste chá por dia entre as refeições.

Confira no vídeo a seguir outras dicas sobre como eliminar as pedras na vesícula:

Pedra na vesícula: principais sintomas e alimentação ideal

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Cuidados com os remédios caseiros

Os remédios caseiros para pedra na vesícula podem ser usados para ajudar a aliviar os sintomas dessa condição e/ou eliminar as pequenas pedras desse órgão.

No caso de pedras maiores, o estímulo da vesícula biliar pode bloquear as vias biliares causando diarreia, pele e olhos amarelados, dor abdominal, náusea, vômitos. Na presença desses sintomas, deve-se procurar um atendimento médico de emergência.

Além disso, alguns remédios caseiros também possuem contraindicações e podem provocar efeitos colaterais.

Por isso, antes de usar as opções naturais é recomendado sempre consultar um médico, que vai avaliar os sinais e sintomas apresentados pela pessoa e indicar o tratamento adequado, que poderá ou não incluir os remédios caseiros.



source https://www.tuasaude.com/remedio-caseiro-para-pedra-na-vesicula/

quinta-feira, 28 de maio de 2026

8 principais sintomas de aborto (e como confirmar)

Os sintomas do aborto são febre e calafrios, corrimento vaginal com mau cheiro, perda de sangue pela vagina, dor abdominal forte e ausência de movimentos fetais por mais de 5 horas.

O aborto espontâneo é a perda gestacional até a 20ª semana de gravidez e pode ocorrer de forma repentina. Entre as principais causas estão má formação fetal, infecções, traumas e doenças como diabetes e hipertensão sem controle adequado.

Leia também: Aborto espontâneo: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/causas-do-aborto-espontaneo

Em caso de suspeita de aborto, é importante que a mulher vá ao hospital o mais rápido possível para que seja feita uma avaliação e, se necessário, iniciar o tratamento mais adequado.

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Principais sintomas

Os principais sintomas de aborto são:

  1. Febre e calafrios;
  2. Corrimento vaginal com mau cheiro;
  3. Perda de sangue pela vagina, que pode começar com uma cor amarronzada;
  4. Dor abdominal forte, tipo uma intensa cólica menstrual;
  5. Perda de líquidos pela vagina, com ou sem dor;
  6. Perda de coágulos de sangue ou tecidos pela vagina;
  7. Dor de cabeça intensa ou constante;
  8. Ausência de movimentos fetais por mais de 5 horas.

Em caso de suspeita de aborto, o que se deve fazer é ir ao hospital o mais rápido possível e explicar ao médico os sintomas que apresenta.

O médico deve pedir alguns exames para verificar se o bebê está bem e, se necessário, indicar o tratamento adequado que pode incluir o uso de medicamentos e o repouso absoluto.

[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO_SINTOMAS]

Como confirmar o aborto

A confirmação do aborto espontâneo é feita principalmente por meio do ultrassom transvaginal, após a avaliação inicial dos sintomas e realização do exame ginecológico.

Além disso, o obstetra pode solicitar a dosagem de beta-hCG quantitativo, especialmente quando o ultrassom é inconclusivo ou quando não há gestação visualizada.

Como saber se é aborto ou menstruação?

Em algumas situações pode ser mais complicado diferenciar o sangramento de menstruação atrasada e de um aborto.

No caso do aborto, o sangramento costuma ser mais avermelhado e pode ter cheiro intenso, é abundante, sendo difícil de ser contido pelo absorvente, e é possível notar coágulos maiores e tecido mais acinzentado.

Por outro lado, o sangramento da menstruação atrasada é ligeiramente marrom avermelhado, pode ser facilmente contido pelo absorvente e podem ser observados pequenos coágulos, em alguns casos. Veja com mais detalhes como diferenciar menstruação atrasada e o aborto.

Como evitar um aborto

A prevenção do aborto pode ser feita através de algumas medidas, como, por exemplo não ingerir bebidas alcoólicas e evitar tomar qualquer tipo de medicamento sem o conhecimento do médico. Saiba os remédios que podem causar o aborto.

Além disso, a grávida só deve praticar exercícios físicos leves ou moderados ou especialmente indicados para gestantes e realizar o acompanhamento pré-natal, comparecendo a todas as consultas e realizando todos os exames solicitados.

Algumas mulheres possuem uma maior dificuldade em levar a gravidez até ao fim e tem maiores riscos de sofrer um aborto e, por isso, devem ser acompanhadas semanalmente pelo médico.

Tipos de aborto

Quando ocorre um aborto, a expulsão do conteúdo uterino pode ocorrer na totalidade, não ocorrer ou pode não se dar por completo, podendo ser classificado da seguinte forma:

  • Incompleto, quando ocorre a expulsão de apenas parte do conteúdo uterino ou há uma ruptura das membranas,
  • Completo, quando ocorre a expulsão de todo o conteúdo uterino;
  • Retido, quando o feto está retido morto no útero por 4 semanas ou mais.

O aborto pode também ser classificado como sendo precoce, quando a perda do feto acontece antes da 12ª semana de gestação ou tardio, quando a perda do feto se dá entre a 12ª e a 20ª semana de gestação.

Em alguns casos, ele pode ser induzido por um médico devido, geralmente, a motivos terapêuticos.

O que fazer após aborto

Após o aborto, a mulher deve ser analisada pelo médico, que verifica se ainda há vestígios do embrião dentro do útero e, caso isto aconteça, uma curetagem deverá ser realizada.

Em alguns casos, o médico pode indicar medicamentos que provocam a expulsão dos restos embrionários ou poderá realizar uma cirurgia para retirada do feto imediatamente.

Possíveis consequências

Após um aborto, algumas mulheres podem apresentar consequências psicológicas, como culpa, ansiedade, depressão e alterações no comportamento e na qualidade de vida.

As complicações físicas são mais comuns em abortos provocados, especialmente em condições inadequadas, podendo haver maior risco de:

  • Perfuração do útero;
  • Retenção de restos da placenta que pode levar à infecção uterina;
  • Tétano, quando o procedimento é realizado em um ambiente com condições sanitárias precárias;
  • Esterilidade, já que podem haver danos irreversíveis ao aparelho reprodutor da mulher;
  • Inflamações nas trompas e no útero que podem se espalhar por todo corpo, colocando em risco a vida da mulher.

As complicações do aborto podem se agravar conforme o avanço da gestação.

No aborto espontâneo, a falta de acompanhamento médico pode favorecer infecções devido à permanência de restos embrionários no organismo.



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quarta-feira, 27 de maio de 2026

Remédios para psoríase (comprimidos, pomadas e outros)

Alguns remédios para psoríase, como betametasona, calcipotriol, acitretina e metotrexato, por exemplo, podem ser indicados pelo dermatologista, pois ajudam a aliviar o sintomas, como manchas vermelhas e ressecadas na pele, coceira ou descamação.

Esses remédios podem ser usados na forma de pomadas, comprimidos ou injeção, de acordo com a indicação do médico, que orienta o melhor tratamento de forma individualizada de acordo com o tipo, o local das lesões e a gravidade dos sintomas.

Leia também: Tratamento para psoríase (pomadas, remédios e opções naturais) tuasaude.com/tratamento-para-psoriase

Além disso, também é importante hidratar diariamente a pele, especialmente as regiões afetadas, assim como evitar produtos muito abrasivos que causem irritação da pele e ressecamento excessivo.

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Comprimidos e cápsulas

Os comprimidos e cápsulas para psoríase podem ser indicados pelo dermatologista na psoríase grave ou generalizada, por exemplo, quando o tratamento tópico não é eficaz para controlar os sintomas.

Os principais comprimidos que podem ser indicados pelo médico são:

1. Acitretina

A acitretina é um retinoide geralmente indicado para tratar formas graves de psoríase, incluindo psoríase eritrodérmica, psoríase pustular localizada ou generalizada.

Os comprimidos de acitretina podem ser encontrados nas doses de 10 mg ou 25 mg, vendido somente com prescrição médica e retenção da receita pela farmácia.

Quem não deve usar: a acitretina não deve ser usada por pessoas com alergia à acitretina, a outros retinoides ou aos demais componentes da fórmula.

Este remédio também é contraindicado para mulheres grávidas ou que desejam engravidar, lactantes e pessoas com insuficiência hepática ou renal graves.

Efeitos colaterais: alguns possíveis efeitos colaterais mais comuns da acitretina são dor de cabeça, ressecamento e inflamação da boca, olhos e mucosas nasais, queda de cabelo, descamação da pele, coceira, unhas quebradiças, e dores musculares e articulares, por exemplo.

2. Metotrexato

O metotrexato é indicado para o tratamento da psoríase grave, ou quando o tratamento tópico não foi eficaz, pois atua na modulação do sistema imunológico e da inflamação das células da pele.

Este remédio está disponível em farmácias ou drogarias na forma de comprimidos de 2,5 mg, em dose única ou fracionada semanalmente, devendo sempre ser usado com indicação do dermatologista.

Quem não deve usar: esse remédio não deve ser usado por pessoas com alergia ao metotrexato, grávidas e lactantes, ou nos casos de cirrose, doença etílica, hepatite ativa, insuficiência hepática, infecções graves, síndromes de imunodeficiência, aplasia ou hipoplasia medular, níveis baixos de plaqueta no sangue, anemia ou úlcera gástrica aguda.

Efeitos colaterais: os efeitos colaterais mais comuns do metotrexato são náusea, desconforto abdominal, cansaço excessivo, fadiga ou maior sensibilidade à luz.

O metotrexato também pode aumentar os riscos de infecções, feridas ou úlceras na boca, febre, calafrios, insuficiência renal e faringite.

O metotrexato também pode causar efeitos colaterais graves, como a síndrome de Stevens-Johnson ou a necrólise epidérmica tóxica.

Leia também: Metotrexato: para que serve, como usar e efeitos colaterais tuasaude.com/metotrexato

3. Ciclosporina

A ciclosporina na forma de cápsulas é um imunossupressor indicado para o tratamento da psoríase moderada a grave, pois age diminuindo a ação do sistema imunológico, o que ajuda a reduzir os sintomas da psoríase

O tratamento da psoríase com a ciclosporina pode ser feito tomando-se 2,5 mg do medicamento por kg de peso corporal, por dia, dividida em 2 doses, durante o 1º mês de tratamento.

Quem não deve usar: esse remédio não deve ser usado por mulheres amamentando, pessoas com alergia ao medicamento ou com pressão alta grave, instável e incontrolável com remédios, infecções ativas ou câncer.

Efeitos colaterais: os possíveis efeitos colaterais mais comuns são perda do apetite, tremores, dor de cabeça, náuseas, vômitos, dor abdominal, prisão de ventre ou diarreia.

Também podem ocorrer crescimento excessivo das gengivas ou de pelos no corpo e rosto, pressão alta, infecções, aumento dos níveis de açúcar no sangue ou alterações nos rins ou fígado.

A ciclosporina pode causar reações alérgicas graves ou anafilaxia. Nesses casos, deve-se ir imediatamente ao pronto-socorro.

Injeções para psoríase

As injeções indicadas para psoríase são geralmente os imunobiológicos, sendo recomendadas especialmente quando as outras opções de tratamento não reduzem a inflamação da pele e aliviam os sintomas da psoríase moderada a grave.

Algumas injeções de imunobiológicos indicadas são:

Esses remédios geralmente são utilizados em hospitais, através de injeções sob a pele ou diretamente na veia, aplicadas por um enfermeiro, sob supervisão médica.

Quem não deve usar: estas injeções não devem ser usadas por pessoas que tenham alergia aos componentes da fórmula, ou nos casos de insuficiência cardíaca, doença desmielinizante, história recente de câncer, infecção ativa, uso de vacinas vivas atenuadas e grávidas.

Efeitos colaterais: os efeitos colaterais mais comuns dos agentes biológicos são reações no local de injeção, infecções, tuberculose, reações cutâneas, neoplasias, doenças desmielinizantes, dor de cabeça, tonturas, diarreia, coceira, dores musculares e cansaço.

Pomadas, cremes e loções

As pomadas, os cremes e as loções, são normalmente indicados para tratar a psoríase leve a moderada, e devem ser usados com indicação do dermatologista.

Alguns remédios tópicos para psoríase são:

1. Corticoides

Os corticoides tópicos, como dexametasona, propionato de clobetasol ou dipropionato de betametasona, reduzem rapidamente a inflamação da pele, a vermelhidão e coceira.

Esses remédios podem ser usados na forma de pomadas, cremes ou solução capilar, devendo ser indicados pelo dermatologista, pois o tipo de corticoide a ser usado depende da região da pele a ser tratada.

As doses e o tempo do uso dos corticoides tópicos devem ser orientados pelo médico de forma individualizada.

Quem não deve usar: pessoas que tenham alergia aos componentes, com lesões na pele causadas por vírus, fungos ou bactérias, pessoas com rosácea ou dermatite perioral não controladas.

Efeitos colaterais: os efeitos colaterais mais comuns dos corticoides tópicos são coceira, dor, sensação de queimação na pele, afinamento da pele, estrias ou acne.

Leia também: Corticoide: o que é, para que serve, 6 tipos e efeitos colaterais tuasaude.com/corticoides

2. Hidratantes e emolientes

Os cremes e pomadas emolientes podem ser indicados pelo dermatologista para serem usados diariamente, principalmente para o tratamento de manutenção após o uso de corticoides, ajudando a evitar novas crises.

Estes produtos podem conter ureia em concentrações entre 5% a 20%, de 3% a 6% de ácido salicílico, vaselina ou lactato de amônio, por exemplo, conforme o tipo de pele e a quantidade de escamas.

O médico poderá recomendar aplicar o hidratante e emoliente diretamente nas lesões 1 vez ao dia.

Quem não deve usar: as contraindicações destes remédios variam conforme a sua composição. O ácido salicílico, por exemplo, não deve ser usado por mulheres grávidas ou em amamentação, crianças ou pessoas com alergia ao ácido salicílico ou outros salicilatos.

Já a vaselina não deve ser usada sobre feridas profundas nem utilizada em crianças sem orientação médica. Além disso, a vaselina deve ser usada com cautela por pessoas com acne, pois pode favorecer o surgimento de novas lesões.

Efeitos colaterais: irritação da pele, vermelhidão, descamação ou formação de bolhas na pele são alguns possíveis sintomas com o uso de ácido salicílico.

O ácido salicílico também pode causar reações alérgicas ou queimaduras na pele, dor de cabeça, zumbido no ouvido, vômitos ou diarreia. Nesses casos deve-se interromper seu uso e comunicar imediatamente ao médico responsável pelo tratamento.

3. Calcipotriol

O calcipotriol é um análogo da vitamina D, geralmente na concentração de 50 mcg/g, sendo indicado para o tratamento da psoríase no couro cabeludo ou psoríase vulgar leve a moderada no corpo.

Esse medicamento contribui para a diminuição da formação das placas psoriásicas na pele e pode ser indicado sozinho ou junto com corticoides como o dipropionato de betametasona.

O gel ou pomada contendo calcipotriol podem ser encontradas em farmácias ou drogarias e o médico poderá indicar aplicar este remédio 2 vezes ao dia na fase inicial e, depois, reduzir para 1 vez ao dia.

Quem não deve usar: o calcipotriol não deve ser usado por crianças ou adolescentes com menos de 18 anos, pessoas que têm alergia aos componentes da fórmula ou com níveis elevados de cálcio no sangue.

Efeitos colaterais: os efeitos colaterais mais comuns do calcipotriol são irritação transitória da pele, erupção cutânea, formigamento, queratose, coceira, eritema e dermatite de contato.

4. Imunossupressores

Os imunossupressores tópicos, como o tacrolimo e o pimecrolimo, são remédios indicados pelo dermatologista que agem reduzindo a ação do sistema imunológico, o que ajuda a aliviar os sintomas da psoríase, como vermelhidão ou coceira na pele.

Esses remédios podem ser usados na forma de pomada, mas podem ser aplicados em áreas de pele mais fina, como rosto, pescoço ou virilha, após a hidratação, no entanto, deve-se evitar a exposição solar após a sua aplicação.

Quem não deve usar: os imunossupressores tópicos não devem ser usados por pessoas com alergia a qualquer um dos componentes da fórmula.

Além disso, mulheres grávidas ou em amamentação, assim como crianças só devem usar os imunossupressores se recomendado pelo médico.

Efeitos colaterais: os imunossupressores podem causar sensação de queimação ou de agulhadas na pele, ou coceira.

Remédios caseiros

Alguns remédios caseiros que podem complementar o tratamento da psoríase são:

  • Compressa com chá de camomila, que ajuda a diminuir a inflamação na psoríase e acalmar a pele;
  • Compressa de babosa, por ter ação anti-inflamatória leve, cicatrizante e hidratante, que ajudam a aliviar a coceira e vermelhidão;
  • Pomada de cúrcuma, pois tem ação anti-inflamatória leve, podendo ajudar a reduzir os sintomas da psoríase.

Medidas como aplicar cremes emolientes, manter o peso corporal adequado, gerenciar o estresse e pegar sol, conforme orientação do dermatologista, também ajudam a melhorar a psoríase.

Leia também: 9 remédios caseiros para psoríase (comprovados!) tuasaude.com/remedio-natural-para-psoriase

É importante ressaltar que os remédios naturais não substituem o tratamento indicado pelo médico.



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Tratamento para gonorreia: medicamentos e opções caseiras

O tratamento da gonorreia é feito com o uso de antibióticos, principalmente a ceftriaxona, para eliminar a bactéria Neisseria gonorrhoeae. Em situações específicas, pode haver associação com outros antibióticos.

É importante seguir o tratamento corretamente pelo tempo recomendado pelo médico para evitar resistência bacteriana. Além disso, parceiros sexuais também devem realizar o tratamento e o contato íntimo deve ser evitado até a cura completa.

A gonorreia é uma infecção sexualmente transmissível transmitida (IST) principalmente por relações sexuais sem proteção. Os sintomas podem incluir corrimento, dor ao urinar e dor de garganta nos casos de transmissão oral. Saiba identificar os sintomas da gonorreia.

Imagem ilustrativa número 1

Medicamentos para gonorreia

O medicamentos para gonorreia são antibióticos como:

1. Antibióticos injetáveis

O principal antibiótico injetável para gonorreia na uretra, colo do útero, reto e faringe é a ceftriaxona, aplicada por injeção intramuscular, geralmente em dose única.

A ceftriaxona também pode ser aplicada diretamente na veia em casos de infecção disseminada, quando a gonorreia se espalha pela corrente sanguínea para outras partes do corpo, ou em situações mais graves, como a conjuntivite gonocócica no recém-nascido.

Em situações específicas ou em casos de alergia às cefalosporinas, o médico pode indicar o uso da gentamicina, aplicada no músculo.

Leia também: Ceftriaxona: o que é, para que serve e como usar tuasaude.com/ceftriaxona-rocefin

2. Antibióticos orais

Os principais antibióticos orais para gonorreia são:

  • Azitromicina, em dose única;
  • Doxiciclina, nos casos de coinfecção por clamídia;
  • Ciprofloxacino, apenas em locais onde não há resistência elevada da bactéria e conforme protocolo local.

O uso desses antibióticos deve ser feito em casa de acordo com a orientação do médico.

Outros antibióticos, como cefixima, zoliflodacina ou gepotidacin, também podem ser indicados. No entanto, ainda não são aprovados no Brasil, sendo utilizados em alguns países da Europa e também nos Estados Unidos.

Como tratar a gonorreia resistente aos antibióticos

O tratamento da gonorreia resistente aos antibióticos, também conhecida como supergonorreia, deve ser definido pelo médico de acordo com o perfil de resistência da bactéria e os protocolos de saúde atualizados.

Normalmente, é feito com uma combinação de antibióticos e o tempo de tratamento costuma ser maior. Veja como deve ser o tratamento da gonorreia resistente a antibiótico.

Pomadas para gonorreia

Não existem pomadas ou cremes eficazes para tratar a gonorreia, pois a infecção é causada por uma bactéria que se multiplica internamente no organismo e precisa de antibióticos sistêmicos (orais ou injetáveis).

Cuidados durante o uso de antibióticos

Durante o tratamento para gonorreia, é importante:

  • Usar os antibióticos exatamente conforme a orientação médica;
  • Não interromper o tratamento antes do tempo indicado, mesmo com melhora dos sintomas;
  • Evitar relações sexuais até a confirmação da cura;
  • Tratar os parceiros sexuais para reduzir o risco de reinfecção e transmissão da bactéria;
  • Evitar automedicação ou reutilização de antibióticos antigos.

Para ter a certeza da cura definitiva da gonorreia, a pessoa pode precisar repetir exames específicos para gonorreia após o tratamento, conforme orientação médica.

Leia também: Como curar a gonorreia tuasaude.com/gonorreia-tem-cura

Tratamento caseiro

O tratamento caseiro para gonorreia deve apenas complementar o tratamento com os antibióticos indicados pelo médico.

Uma opção de remédio caseiro é o chá de equinácea, uma planta medicinal que tem propriedades imunoestimulantes, ajudando a aliviar sintomas e fortalecer o bem-estar geral. Conheça outros remédios caseiros para gonorreia.

No entanto, o tratamento caseiro não substitui o uso de antibióticos receitados pelo médico.

Sinais de melhora e piora da gonorreia

Os sinais de melhora da gonorreia incluem redução da dor ou ardor ao urinar, diminuição ou desaparecimento do corrimento e melhora da dor de garganta nos casos de infecção oral.

Mesmo com melhora dos sintomas, o tratamento deve ser mantido até o fim conforme orientação médica.

Leia também: 27 sintomas de gonorreia (feminina, masculina e no bebê) e teste online tuasaude.com/sintomas-da-gonorreia

Os sinais de piora aparecem quando o tratamento não é iniciado ou não é seguido corretamente, incluindo aumento da dor ao urinar, intensificação do corrimento e aparecimento de febre.

Também podem ocorrer sangramento vaginal, dor e inchaço testicular e dores nas articulações.

Possíveis complicações

As complicações da gonorreia ocorrem quando o tratamento não é feito corretamente e incluem:

  • Doença inflamatória pélvica (DIP);
  • Infecção e inflamação do epidídimo, podendo causar infertilidade no homem;
  • Disseminação da bactéria pela corrente sanguínea (infecção gonocócica disseminada);
  • Artrite séptica (quando a bactéria afeta as articulações);
  • Maior risco de infertilidade masculina e feminina.

Além disso, há um risco aumentado de complicações na gestação e transmissão ao recém-nascido.

Leia também: Gonorreia na gravidez: riscos e como deve ser o tratamento tuasaude.com/gonorreia-na-gravidez

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Asma infantil: o que é, sintomas e tratamento

A asma infantil é uma condição que afeta os pulmões de bebês e crianças, causando sintomas como chiado, tosse e alguma dificuldade para respirar, que podem surgir na infância ou apenas na adolescência.

A asma em bebês e crianças é mais comum quando um dos pais é asmático, mas também pode se desenvolver quando não existe histórico da doença na família.

Leia também: Asma: o que é, sintomas, causas, tipos e tratamento tuasaude.com/asma

A asma infantil é uma doença crônica e, por isso, não tem cura. No entanto, o tratamento adequado orientado pelo pediatra ajuda a aliviar os sintomas e a melhorar a qualidade de vida.

Imagem ilustrativa número 1

Sintomas de asma infantil

Os sintomas da asma infantil incluem:

  • Chiado ao respirar;
  • Dificuldade e/ou esforço para respirar;
  • Tosse provocada por risos, choro intenso ou exercício físico;
  • Tosse mesmo quando o bebê não está com gripe, nem resfriado.

Há maiores risco do bebê ter asma quando um dos pais é asmático, e se existem fumantes dentro de casa. Além disso, o pelo dos animais podem também favorecer a asma, desde que exista uma predisposição genética e/ ou alergia a pelos, uma vez que os animais por si só não causam asma.

Leia também: 8 principais sintomas de asma tuasaude.com/sintomas-de-asma

O que fazer quando o bebê tem uma crise de asma

O que se deve fazer na crise de asma do bebê é fazer as nebulizações com remédios broncodilatadores, como Salbutamol ou Albuterol, prescritas pelo pediatra. Para isso deve-se:

  1. Colocar o número de gotas do remédio indicado pelo pediatra no copinho do nebulizador;
  2. Adicionar, no copinho do nebulizador, 5 a 10 ml de soro fisiológico;
  3. Posicionar a máscara corretamente no rosto do bebê ou colocar junto no nariz e boca;
  4. Ligar o nebulizador durante 10 minutos ou até que o remédio desapareça do copinho.

As nebulizações podem ser feitas várias vezes durante o dia, de acordo com indicação do médico, até que os sintomas do bebê diminuam.

Leia também: Crise de asma: sintomas, o que fazer e como evitar que aconteça tuasaude.com/primeiros-socorros-na-crise-de-asma

Teste online de sintomas

Para saber quais as chances da criança ter asma, por favor, selecione os sintomas que apresenta:

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O teste de sintomas é apenas uma ferramenta de orientação e, por isso, são serve como diagnóstico e nem substitui a consulta com o pediatra, pneumologista ou alergologista.

Como confirmar o diagnóstico

O diagnóstico da asma infantil deve ser feito pelo médico pneumologista ou alergologista pediátrico, inicialmente através da avaliação dos sinais e sintomas apresentados pela criança e avaliação clínica.

Além disso, para confirmar a asma, o médico pode indicar a realização de alguns exames, como espirometria, raio-X de tórax, exames laboratoriais e, em alguns casos, tomografia computadorizada.

Leia também: Espirometria: o que é, para que serve, como é feita e resultados tuasaude.com/espirometria

mas o pediatra poderá desconfiar da doença quando a criança apresenta os sinais e sintomas da asma, encaminhando para esses especialistas.

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Como é feito o tratamento

O tratamento da asma infantil é semelhante ao do adulto, e deve ser feito com o uso de remédios e evitando a exposição as substâncias que podem desencadear a crise asmática.

Nos bebês e nas crianças com menos de 3 anos, o pediatra ou pneumologista pediátrico orientar a nebulização com os remédios da asma diluídos em soro fisiológico, e só geralmente a partir dos 5 anos de idade, é que ela poderá começar usar a \"bombinha da asma\".

Leia também: Bombinha de asma: tipos, como usar e dúvidas comuns tuasaude.com/como-usar-a-bombinha-da-asma-corretamente

O pediatra também pode recomendar fazer nebulizações com remédios corticoides, como Prelone ou Pediapred, 1 vez por dia, para evitar o surgimento de crises de asma e fazer a vacina da gripe todos os anos, antes do início do inverno.

Se numa crise de asma o remédio parecer não ter efeito deve-se chamar uma ambulância ou levar o bebê o mais rápido possível para o hospital.

Além do uso do remédio o pediatra deverá orientar aos pais a ter alguns cuidados em casa, especialmente no quarto do bebê como evitar o acúmulo de poeira. Algumas medidas úteis são retirar tapetes, cortinas e carpetes da casa e limpar sempre a casa com um pano úmido para retirar sempre toda poeira.

Como deve ser o quarto do bebê com asma

Os principais cuidados ao preparar o quarto de um bebê/criança com asma são:

  • Usar capas antialérgicas no colchão e almofadas da cama;
  • Trocar os cobertores por edredões ou evitar usar cobertores com pelo;
  • Trocar a roupa da cama todas as semanas e lavá-la em água a 130ºC;
  • Colocar chão emborrachado lavável, como mostra a imagem 2, nos locais onde a criança brinca;
  • Limpar o quarto com aspirador de pó e pano úmido, pelo menos, 2 a 3 vezes por semana;
  • Limpar as pás dos ventiladores 1 vez por semana, evitando o acúmulo de poeira em cima do aparelho;
  • Retirar tapetes, cortinas e carpetes do quarto da criança;
  • Evitar a entrada de animais, como gato ou cão, dentro do quarto do bebê.

Já no caso do bebê que apresenta sintomas de asma devido a alterações na temperatura, também é importante utilizar roupas adequadas à estação de ano para evitar mudanças bruscas de temperatura.

Além disso, os bonecos de pelúcia devem ser evitados, pois acumulam muita poeira. No entanto, caso existam brinquedos com pelo é aconselhado mantê-los fechados em um armário e lavá-los, pelo menos, 1 vez por mês.

Estes cuidados devem ser mantidos por toda a casa para garantir que as substâncias alérgicas, como poeira ou pelo, não são transportadas para o local onde o bebê se encontra.

Quando ir ao médico

Os pais devem levar o bebê ao pronto-socorro quando:

  • Os sintomas de asma não diminuem após a nebulização;
  • São necessárias mais nebulizações para controlar os sintomas, do que as indicadas pelo médico;
  • O bebê apresenta dedos ou lábios arroxeados;
  • O bebê está com dificuldade para respirar, ficando muito irritado.

Além destas situações, os pais devem levar o bebê com asma a todas as consultas de rotina marcadas pelo pediatra para avaliar o seu desenvolvimento.



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