A disfunção erétil pode ser causada pelo uso de alguns medicamentos, tabagismo, alcoolismo, diminuição da libido, depressão ou ser consequência de alterações hormonais.
A disfunção erétil é a dificuldade, ou incapacidade, para ter ou manter uma ereção, em pelo menos 50% das tentativas para ter um contato sexual. Em alguns casos, o que pode acontecer é que a ereção não é suficientemente rígida para que possa haver penetração.
Em caso de disfunção erétil, é importante que o urologista seja consultado para que seja identificada a causa da disfunção e, assim, iniciado o tratamento mais adequado, que pode envolver mudanças na alimentação, uso de medicamentos para estimular a ereção e/ou reposição hormonal.
Principais causas
As principais causas de disfunção erétil são:
1. Uso prolongado de remédios
Alguns remédios utilizados para tratar problemas crônicos, como pressão alta ou depressão, podem ter um efeito colateral a longo prazo que leva ao desenvolvimento de disfunção erétil.
Alguns dos casos mais frequentes acontecem com o uso prolongado de antidepressivos, anti-hipertensivos ou antipsicóticos, mas outros também podem causar esse problema.
Assim, caso se esteja utilizando algum medicamento por muito tempo, o melhor é consultar a bula para identificar se pode ter esse efeito ou, então, consultar o médico que o receitou.
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2. Consumo excessivo de bebidas alcoólicas ou cigarro
Além de afetar negativamente todo o corpo, a dependência de bebidas alcoólicas ou cigarro, também afeta a região genital, dificultando a circulação do sangue que é necessário para iniciar e manter a ereção.
Assim, homens que fumam ou que consomem bebidas alcoólicas em excesso, ao longo dos anos podem apresentar uma maior dificuldade para ter uma ereção, podendo acabar por desenvolver disfunção erétil.
3. Problemas hormonais
Problemas que causam alterações hormonais, como hipotireoidismo ou diabetes, por exemplo, podem afetar todo o metabolismo e funcionamento sexual do corpo, contribuindo para a disfunção erétil.
Além disso, existem casos em que o corpo do homem tem maior dificuldade para produzir hormônios sexuais, como a testosterona, que diminuem a libido e podem causar dificuldade para ter uma ereção.
4. Depressão e outra doenças psicológicas
As doença psicológicas, como a depressão ou os transtornos de ansiedade causam muitas vezes sentimentos negativos como medo, ansiedade, nervosismo e insatisfação, que acabam deixando o homem pouco confortável no momento do contato íntimo.
5. Uso de drogas
Uma boa parte das drogas, assim como o álcool ou o cigarro, também causam disfunção erétil ao longo prazo, não apenas devido à diminuição da circulação para a região genital, mas também devido às alterações psicológicas que causam, levando ao distanciamento do mundo real.
Algumas das drogas que são mais frequentemente relacionadas à disfunção eréctil incluem a cocaína, a maconha ou a heroína, por exemplo. Veja outros efeitos negativos da droga no corpo.
6. Excesso de peso ou obesidade
O excesso de peso pode causar disfunção erétil de duas formas diferentes: primeiro, aumenta o risco de ter doenças cardiovasculares, como a aterosclerose, que dificultam a circulação do sangue e impedem uma ereção satisfatória e, depois, também diminui a produção do hormônio testosterona, que é o principal responsável pela libido no homem.
Assim, a perda de peso e a prática regular de exercício físico é uma ótima forma de combater a disfunção erétil, especialmente quando se está acima do peso ideal.
7. Alterações no órgão sexual
Embora seja mais raro, o desenvolvimento de disfunção erétil também pode surgir devido a pequenas deformidades no pênis, como fibrose, cistos ou alterações anatômicas, que dificultam a passagem do sangue.
Por isso, se não existe nenhuma outra causa que possa justificar a disfunção, é aconselhado consultar um urologista para avaliar a anatomia do órgão sexual.
Alguns problemas neurológicos, como Alzheimer, Parkinson, tumores cerebrais e esclerose múltipla, por exemplo, podem aumentar o risco de disfunção erétil, já que pode haver maior dificuldade de haver comunicação entre o cérebro e o órgão genital, dificultando a ereção.
O que fazer em caso de disfunção erétil
Quando existem sintomas como dificuldade para ter ou manter uma ereção, ereção flácida, redução do tamanho do órgão sexual ou dificuldade em manter contato íntimo em algumas posições sexuais é recomendado consultar o urologista, para que este possa identificar a causa da disfunção e iniciar o tratamento mais adequado.
A disfunção pode ser tratada de diferentes formas que dependem da causa do problema, podendo ser recomendado o uso de remédios como Viagra ou Cialis, terapia com hormônios, uso de aparelhos de vácuo ou cirurgia para colocação de próteses no pênis.
Semaglutida é um remédio indicado para tratar o diabetes tipo 2, ajudando a reduzir a glicose no sangue ao estimular a insulina e diminuir o glucagon, especialmente quando combinada com dieta saudável e exercícios.
Além disso, a semaglutida, com o nome comercial Wegovy, é aprovada pela ANVISA para perda de peso em pessoas com obesidade ou sobrepeso, e teve sua indicação ampliada para o tratamento da gordura no fígado com inflamação.
A semaglutida pode ser encontrada em farmácias e drogarias, na forma de injeção, com o nome Ozempic, Wegovy ou Poviztra, ou na forma de comprimidos, como o Rybelsus, sendo vendida mediante apresentação de receita médica, conforme orientação do endocrinologista.
Para que serve
A semaglutida é indicada para o tratamento de:
Diabetes mellitus tipo 2descontrolada, quando somente dieta, exercícios físicos e/ou uso de outros antidiabéticos não foram suficientes para controlar os níveis de açúcar no sangue;
Obesidade em adultos com IMC superior a 30 kg/m2;
Excesso de pesoem adultos com IMC superior a 27 kg/m2, associado a doenças como pressão alta, diabetes mellitus, dislipidemia ou colesterol alto;
Obesidade infantil, em adolescentes com mais de 12 anos e com peso corporal maior que 60 Kg, usada em associação com dieta hipocalórica e aumento da prática de exercícios físicos;
Gordura no fígado com inflamação efibrose moderada a avançada, conhecida como esteatohepatite com disfunção metabólica (MASH, do inglês Metabolic dysfunction-associated steatohepatitis), em adultos.
No tratamento da diabetes, a semaglutida pode ser usada sozinha ou em associação com outros remédios antidiabéticos, como a metformina, por exemplo.
A semaglutida é um análogo sintético do hormônio GLP-1 que estimula a produção de insulina, ajudando a controlar o açúcar no sangue quando combinado com dieta equilibrada e exercícios físicos.
A semaglutida ajuda a controlar o apetite e aumenta a sensação de saciedade, reduzindo a ingestão diária de calorias e auxiliando na perda de peso em pessoas com obesidade ou sobrepeso.
Em pessoas com sobrepeso ou obesidade, que também têm diabetes, a semaglutida contribui para uma melhor regulação da glicemia, permitindo que o açúcar seja mais eficientemente utilizado pelas células e depositado em menor quantidade como gordura.
O uso da semaglutida para emagrecer deve ser sempre prescrito pelo médico e fazer parte de uma dieta saudável, orientada pelo nutricionista, que deve conter proteínas de alta qualidade, como peixes, aves sem pele, ovos ou proteínas vegetais, frutas, vegetais, além de 2 a 2,5 litros de água por dia.
Para emagrecer e preservar a massa muscular, durante o uso da semaglutida, é fundamental também praticar atividades físicas regulares, incluindo treinos aeróbicos e de força.
A forma de usar a semaglutida varia de acordo com sua apresentação e inclui:
1. Semaglutida comprimidos (Rybelsus)
A semaglutida em comprimidos, conhecida como Rybelsus, pode ser encontrada nas doses de 3 mg, 7 mg ou 14 mg, e pode ser usada sozinha ou associada a outros medicamentos para o controle da diabetes, de acordo com a orientação médica.
Os comprimidos devem ser ingeridos inteiros, com um copo de água, em jejum, de preferência antes do café da manhã, devendo-se esperar pelo menos 30 minutos para fazer a primeira refeição do dia ou tomar outros remédios.
A dose inicial normalmente recomendada para adultos é de 1 comprimido de 3 mg de semaglutida por dia, por 30 dias seguidos.
Após o primeiro mês, a dose pode ser aumentada pelo médico para 1 comprimido de 7 mg por dia. Caso seja necessário, após 30 dias, o médico poderá indicar a ingestão de 1 comprimido de 14 mg de semaglutida por dia.
A dose máxima diária de semaglutida não deve ultrapassar 14 mg e deve ser tomada com orientação médica.
A semaglutida na forma de caneta injetável, conhecida como Ozempic, deve ser utilizada através de injeções aplicadas na camada subcutânea da pele (sob a pele) da barriga, da coxa ou da parte superior do braço. Veja como aplicar injeção sob a pele corretamente.
A dose inicial normalmente recomendada para adultos é de 1 injeção de 0,25mg, 1 vez por semana. Após quatro semanas, a dose geralmente é aumentada pelo médico para 0,5 mg, 1 vez por semana. Caso a glicemia não esteja bem controlada, o médico poderá aumentar a dose do medicamento para 1 mg, 1 vez por semana.
O Wegovy contém semaglutida na forma de caneta injetável de 0,25 mg, 0,5 mg, 1,0 mg, 1,7 mg e 2,4 mg, e deve ser usada em aplicações sob a pele da barriga, da coxa ou da parte superior do braço.
A dose de semaglutida para adultos ou adolescentes com mais de 12 anos e peso acima de 60 kg deve ser feita uma vez por semana. O tratamento é iniciado com doses menores e aumentadas gradualmente pelo endocrinologista, de acordo com o seguinte esquema:
Mês de tratamento
Dose recomendada (semanal)
1º mês (semanas 1 a 4)
1 injeção de 0,25 mg, 1 vez por semana
2º mês (semanas 5 a 8)
1 injeção de 0,5 mg, 1 vez por semana
3º mês (semanas 9 a 12)
1 injeção de 1,0 mg, 1 vez por semana
4º mês (semanas 13 a 16)
1 injeção de 1,7 mg, 1 vez por semana
5º mês (semana 17 em diante)
1 injeção de 2,4 mg, 1 vez por semana
Essas doses devem ser aumentadas somente com orientação do endocrinologista, de acordo com a resposta ao tratamento e avaliação de efeitos colaterais.
Caso não se tenha alcançado esse resultado, o médico deverá reavaliar o tratamento com o Wegovy. Veja como usar o Wegovy corretamente.
O Wegovy na dose de 2,4 mg também pode ser usado para a gordura no fígado com cicatrizes hepáticas (fibrose) moderadas a avançadas, mas sem cirrose hepática. Seu uso deve ser feito com indicação médica e junto com uma dieta hipocalórica e aumento da atividade física.
4. Semaglutida caneta injetável (Poviztra)
A Semaglutida caneta injetável (Poviztra) é um remédio indicado para a perda e a manutenção de peso em adultos e adolescentes com 12 anos ou mais.
Além disso, este remédio também pode ser prescrito pelo médico para o tratamento de MASH em adultos e na redução do risco cardiovascular grave em casos específicos.
Este remédio diminui a vontade de comer, além de reduzir o acúmulo de gordura no fígado, a inflamação e o tecido cicatricial, diminuindo os danos neste órgão.
A dosagem inicial para adultos e adolescentes é de 1 injeção sob a pele de 0,25 mg, 1 vez por semana, entre as semanas 1 e 4.
A dose do Poviztra pode ser aumentada pelo médico a cada 4 semanas, até o máximo de 7,2 mg por semana, para adultos, e até 2,4 mg por semana, para adolescentes acima de 12 anos.
Possíveis efeitos colaterais
Os efeitos colaterais mais comuns do uso da semaglutida são:
Náuseas ou vômitos;
Dor no estômago, azia ou má digestão;
Diarreia ou prisão de ventre;
Excesso de gases ou arrotos frequentes;
Perda de apetite;
Dificuldade para engolir;
Hipoglicemia;
Dor de cabeça, tontura ou cansaço.
No caso das injeções, podem surgir efeitos colaterais no local da injeção, como dor, coceira, irritação, lesão e manchas roxas perto do local onde a semaglutida foi aplicada.
A semaglutida também pode causar efeitos menos comuns, como inflamação no pâncreas, pedra na vesícula, alterações no gosto dos alimentos e paralisia do estômago, chamada de gastroparesia.
Além disso, é importante informar ao médico em caso de alterações de humor ou comportamento, depressão, ansiedade, ideias de se machucar ou pensamentos suicidas.
Em caso de sintomas como diminuição da quantidade de urina, náuseas e vômitos intensos, dor na barriga intensa, visão turva, rouquidão, falta de ar e batimentos cardíacos acelerados, é indicado procurar atendimento médico imediato.
A semaglutida pode causar efeito rebote, que é o ganho do peso perdido ou até mais após a interrupção do tratamento, principalmente quando se para de usar o remédio sem orientação médica.
O rosto de Ozempic é um termo que vem sendo utilizado popularmente para indicar as alterações que a perda de peso rápida pode causar no rosto, como envelhecimento facial ou flacidez.
No entanto, esse não é um termo médico e não é utilizado na medicina, uma vez que qualquer procedimento que leve a uma perda de peso rápida, como cirurgia bariátrica, pode ter o mesmo efeito no rosto.
Além disso, o rosto de Ozempic parece reforçar o estigma do tratamento da obesidade, sendo por isso desaconselhada a sua utilização.
A semaglutida não deve ser usada por pessoas com alergia a qualquer um dos componentes da fórmula ou por pessoas com diabetes tipo 1 ou cetoacidose diabética.
Este medicamento também não deve ser usado por crianças e adolescentes menores de 18 anos, e por mulheres grávidas ou que estejam amamentando.
Além disso, pessoas com problemas nos rins ou pâncreas, problemas no estômago, como hérnia de hiato ou refluxo gastroesofágico, ou pessoas que estejam usando outros medicamentos, devem informar sobre essas condições ao médico, antes de iniciar o uso de semaglutida.
Cuidados durante o tratamento
Alguns cuidados durante o tratamento com a semaglutida são importantes, como:
Não utilizar a semaglutida sem que tenha sido indicado pelo médico;
Tomar ou aplicar a semaglutida nos horários certos, conforme orientado pelo médico;
Não aumentar a dose da semaglutida por conta própria, mas somente após avaliação e indicação médica;
Informar ao médico todos os medicamentos que utiliza, incluindo vitaminas ou suplementos alimentares, pois a semaglutida pode interferir na absorção desses medicamentos;
Comunicar ao médico imediatamente caso engravide durante o tratamento.
Para um melhor resultado, recomenda-se comer em pequenas quantidades e com mais frequência, manter a hidratação, evitar bebidas alcoólicas, além de praticar exercícios físicos regularmente.
Também deve-se fazer o acompanhamento médico regularmente e comunicar ao médico os efeitos colaterais da semaglutida, para que o tratamento seja reavaliado.
Semaglutida precisa de receita?
A semaglutida precisa de receita para ser comprado em farmácias e drogarias.
Desta forma, é necessário apresentar duas vias da receita da semaglutida, sendo que uma via fica retida na farmácia.
O tempo de validade da receita da semaglutida é de 90 dias a partir da data da prescrição assinada pelo médico.
Entenda melhor sobre o uso das canetas para emagrecer, assistindo ao vídeo a seguir:
A semaglutida em comprimido é um medicamento indicado para o tratamento da diabetes mellitus tipo 2 em adultos, ajudando a melhorar o controle dos níveis de açúcar no sangue.
Esse medicamento pertence à classe dos agonistas dos receptores de GLP-1 que estimulam a liberação de insulina e reduzem a liberação de glucagon quando a glicose no sangue está elevada.
A semaglutida comprimido pode ser encontrada com o nome comercial Rybelsus, nas doses de 3 mg, 7 mg e 14 mg, e deve ser usada com orientação médica em associação com uma alimentação adequada e à prática de exercícios físicos.
Para que serve
A semaglutida comprimido é indicada para:
Tratar a diabetes tipo 2 em adultos quando a alimentação e os exercícios não são suficientes para controlar a glicemia;
Reduzir o risco de infarto, AVC e morte cardiovascular, em adultos com diabetes tipo 2 e alto risco cardiovascular.
A semaglutida oral pode ser usada sozinha ou em associação com outros medicamentos antidiabéticos, conforme orientação do endocrinologista.
Em todos os casos, o uso deve ser feito junto com uma dieta balanceada orientada por um nutricionista e prática de exercícios físicos para melhorar o controle glicêmico.
A perda de peso pode acontecer durante o tratamento com semaglutida comprimido, como efeito colateral do tratamento.
No entanto, a semaglutida oral não é indicada para tratamento da obesidade ou para emagrecimento, mas apenas para o tratamento da diabetes tipo 2.
Como tomar
A semaglutida comprimido deve ser tomada por via oral, em jejum, preferencialmente pela manhã, antes do café da manhã.
O comprimido deve ser engolido inteiro com uma pequena quantidade de água, de até 120 mL. Não deve ser partido, esmagado ou mastigado.
Depois de tomar o comprimido, é necessário esperar pelo menos 30 minutos antes de comer, beber ou tomar outros medicamentos por via oral. Um intervalo menor pode reduzir a absorção da semaglutida.
A posologia normalmente recomendada da semaglutida comprimido para adultos é:
Período do tratamento
Posologia
Primeiro mês
1 comprimido de 3 mg, 1 vez por dia
A partir do segundo mês
1 comprimido de 7 mg, 1 vez por dia
Ajuste de dose, se necessário
1 comprimido de 14 mg, 1 vez por dia
A dose pode ser ajustada pelo médico conforme a resposta e tolerância ao tratamento, até o máximo de 14 mg por dia. Nessa dose, deve-se usar um comprimido de 14 mg, e não dois comprimidos de 7 mg.
Se uma dose for esquecida, deve-se pular a dose e tomar a próxima no dia seguinte. Não é recomendado tomar uma dose extra.
Qual a diferença entre semaglutida injetável e comprimido?
A principal diferença é a forma de administração. A semaglutida em comprimido é tomada diariamente por via oral, enquanto algumas apresentações injetáveis são aplicadas por via subcutânea uma vez por semana.
Além disso, a semaglutida oral é indicada primariamente para o tratamento do diabetes tipo 2, enquanto algumas apresentações injetáveis, como o Wegovy e o Poviztra, possuem indicação aprovada pela Anvisa para o tratamento do sobrepeso e da obesidade.
Possíveis efeitos colaterais
Os efeitos colaterais mais comuns da semaglutida comprimido são:
Náuseas, vômitos, diarreia ou prisão de ventre;
Dor ou desconforto no estômago;
Azia, refluxo ou má digestão;
Gases, sensação de estômago cheio ou inchado;
Diminuição do apetite, tontura, dor de cabeça e cansaço.
Embora sejam menos frequentes, podem ocorrer pancreatite aguda, reações alérgicas graves, complicações da retinopatia diabética, problemas na vesícula biliar ou obstrução intestinal, que devem ser avaliados imediatamente no pronto-socorro.
Quem não deve tomar
A semaglutida comprimido não deve ser usada nos seguintes casos:
Alergia à substância ativa ou aos componentes da fórmula;
Diabetes tipo 1 ou cetoacidose diabética;
Gravidez ou período de amamentação ativa;
Histórico pessoal ou familiar de câncer na tireoide ou síndrome de neoplasia endócrina múltipla tipo 2;
Gastroparesia ou problemas na vesícula biliar.
A semaglutida em comprimido também não é recomendada para menores de 18 anos, pois a segurança e a eficácia nessa faixa etária não foram estabelecidas.
Também não deve ser usada durante a gravidez nem durante a amamentação. Mulheres que pretendem engravidar devem conversar com o médico sobre a troca do tratamento e interrupção da semaglutida oral pelo menos dois meses antes de uma gravidez planejada.
Looksmaxing é o conjunto de práticas usadas para melhorar a aparência física, principalmente do rosto e do corpo, incluindo cuidados pessoais, alimentação, exercícios físicos, tratamentos estéticos e, em alguns casos, cirurgias.
O termo se popularizou em redes sociais e comunidades voltadas à aparência masculina, onde são compartilhadas dicas e técnicas para aumentar a atratividade física, ou seja, tornar a aparência mais próxima dos padrões de beleza considerados desejáveis.
Embora algumas práticas de looksmaxing sejam simples, a busca excessiva por mudanças na aparência pode levar a procedimentos desnecessários, métodos sem comprovação e impactos na saúde física e mental.
Como fazer
O looksmaxing pode envolver diferentes estratégias para melhorar a aparência, como:
1. Cuidados com a pele
Manter uma rotina de cuidados com a pele, chamada de skincare, pode ajudar a melhorar a aparência e prevenir problemas como acne e manchas.
Essa rotina pode incluir:
Limpeza da pele, que ajuda a remover sujeira, oleosidade, suor e resíduos de produtos acumulados ao longo do dia;
Hidratação, para manter a barreira de proteção da pele e evitar o ressecamento;
Uso diário de protetor solar, que serve para proteger contra a radiação ultravioleta e ajudar a prevenir manchas e o envelhecimento precoce da pele.
O skincare deve ser adaptado ao tipo e às necessidades da pele. Em caso de acne persistente, manchas ou outras alterações, um dermatologista pode indicar os produtos e tratamentos mais adequados. Saiba como fazer o skincare.
2. Higiene e cuidados pessoais
A higiene pessoal e os cuidados com a aparência fazem parte do looksmaxing e incluem manter os dentes, cabelos, barba, unhas e pelos corporais limpos e bem cuidados.
Além disso, escolher um corte de cabelo, manter a barba aparada e usar roupas que valorizem o corpo e estejam de acordo com o estilo pessoal podem contribuir para uma aparência mais cuidada.
3. Alimentação e hidratação
Outra estratégia usada no looksmaxing é manter uma alimentação equilibrada e uma boa hidratação. O consumo adequado de frutas, verduras, legumes, proteínas e outros nutrientes contribui para a saúde da pele, dos cabelos e do organismo em geral.
A prática regular de exercícios físicos também pode fazer parte do looksmaxing, pois ajuda a melhorar a composição corporal, aumentar a massa muscular e manter um peso saudável.
Além disso, dormir bem é importante para a recuperação do organismo e pode contribuir para uma aparência mais descansada.
Além disso, tentar destacar a linha do maxilar por meio de técnicas como o mewing é uma prática comum entre os adeptos do looksmaxing, que consiste em manter a língua apoiada no céu da boca, na tentativa de deixar a mandíbula mais definida. Veja para que serve o mewing.
Outra prática são os exercícios faciais, que envolvem movimentos repetitivos dos músculos do rosto e da mandíbula com o objetivo de melhorar o contorno facial.
No entanto, as evidências sobre os efeitos estéticos do mewing e dos exercícios faciais ainda são limitadas, não sendo possível afirmar que essas técnicas consigam modificar significativamente a estrutura ou o formato da mandíbula.
6. Procedimentos estéticos
O looksmaxing também pode envolver procedimentos estéticos para modificar ou melhorar determinadas características da aparência, como:
Preenchimentos faciais, que podem ser usados para modificar o contorno ou o volume de algumas regiões do rosto;
Aplicação de toxina botulínica, que pode suavizar rugas e linhas de expressão;
Tratamentos dermatológicos, como peelings químicos, laser, microagulhamento e tratamentos para acne, manchas e cicatrizes. Veja como é feito o microagulhamento;
Cirurgias plásticas, que podem modificar características específicas do rosto ou do corpo.
Entretanto, essas intervenções devem ser avaliadas individualmente, considerando os possíveis benefícios, riscos e expectativas de cada pessoa.
Softmaxxing
Uma das formas de praticar looksmaxing é por meio do softmaxxing, que reúne estratégias menos invasivas para melhorar a aparência, geralmente relacionadas a hábitos, cuidados pessoais e estilo de vida.
Pode incluir skincare, higiene, cuidados com cabelo e barba, alimentação equilibrada, exercícios físicos, sono adequado e escolha de roupas e estilo.
Hardmaxxing
Outra forma de praticar looksmaxing é por meio do hardmaxxing, que envolve estratégias mais invasivas para modificar características do rosto ou do corpo, como preenchimentos e aplicação de toxina botulínica, além de cirurgias e outras intervenções.
Essas práticas podem apresentar riscos, efeitos colaterais e resultados permanentes. Por isso, procedimentos médicos e estéticos devem ser realizados com avaliação e acompanhamento de profissionais qualificados.
Possíveis riscos
Embora algumas práticas de looksmaxing envolvam apenas cuidados pessoais e hábitos saudáveis, a busca excessiva por mudanças na aparência pode trazer riscos à saúde física e mental.
A comparação constante com padrões de beleza divulgados nas redes sociais pode aumentar a insatisfação com o próprio corpo e levar a expectativas irreais.
Entre os principais riscos estão:
Insatisfação com a aparência: a preocupação constante em melhorar características do rosto ou do corpo pode afetar a autoestima e a percepção da própria imagem;
Excesso de procedimentos: a busca por resultados cada vez maiores pode levar à realização repetida de procedimentos estéticos ou cirurgias, aumentando o risco de complicações;
Práticas perigosas: algumas técnicas podem causar lesões quando realizadas de forma inadequada;
Transtorno dismórfico corporal: preocupação intensa e persistente com pequenas ou inexistentes imperfeições na aparência, que pode causar sofrimento significativo e afetar a vida cotidiana.
Por isso, o desejo de melhorar a aparência deve ser diferenciado de uma preocupação excessiva que interfere na rotina, nos relacionamentos ou na qualidade de vida.
Quando existe sofrimento relacionado à própria aparência, pode ser importante buscar avaliação do psicólogo ou psiquiatra.
Para uma avaliação, marque consulta com o psicólogo mais próximo de você:
Prótese de silicone é um implante indicado para aumentar o tamanho e volume das mamas ou para reconstrução mamária após cirurgia de câncer de mama, por exemplo.
Existem diferentes tipos de prótese de silicone, como próteses redondas, ovais ou em forma de gota, e também com tamanhos diferentes que podem ser indicados pelo médico de acordo com as características da mama, pele e largura do tórax.
A cirurgia de prótese de silicone é feita pelo cirurgião plástico, no hospital, com anestesia geral, sendo necessário internamento hospitalar por 1 ou 2 dias e alguns cuidados em casa para acelerar a recuperação.
Tipos de prótese de silicone
Os principais tipos e modelos de prótese de silicone são:
1. Prótese redonda
A prótese redonda ou arredondada é um tipo de prótese de silicone indicada para pessoas que desejam ter mais volume na parte superior das mamas, deixando o colo mais evidenciado.
Esse tipo de prótese de silicone também proporciona um melhor contorno das mamas.
2. Prótese anatômica (em gota)
A prótese anatômica é uma prótese de silicone com formato de gota, sendo normalmente indicado para a cirurgia de reconstrução mamária após a mastectomia para o tratamento do câncer de mama, por exemplo.
Isso porque o maior volume da prótese anatômica fica na base da prótese, imitando o formato das mamas e dando um aspecto mais natural.
A prótese cônica é um tipo de prótese de silicone é indicada para pessoas que desejam ter um aspecto das mamas mais projetadas para frente.
Geralmente, esse tipo de prótese de silicone é indicada quando a pessoa tem o tórax mais estreito.
Assista o vídeo com o Dr. com os principais tipos de prótese de silicone:
Tudo sobre Prótese de Silicone: Formatos, Procedimento Cirúrgico e Pós-Operatório
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Modelos de prótese de silicone
Os modelos de prótese de silicone variam com a sua textura e projeção sendo os principais:
Características
Modelos de prótese de silicone
De acordo com a textura
- Prótese de silicone lisa: é a mais utilizado, sendo a superfície lisa, e proporciona um movimento mais suave e natural das mamas, porém tem maior risco de rotação;
- Prótese de silicone texturizada: possui a superfície áspera, com menor risco de rotação pois se adere aos tecidos e menor risco de contratura capsular;
- Prótese de silicone de poliuretano: possui uma superfície que adere melhor ao tecido mamário, sendo mais indicada nos casos de mamas caídas ou flácidas.
De acordo com a projeção
- Prótese de silicone de perfil baixo: é maior na sua base e possui uma projeção baixa, ou seja, deixa as mamas com aspecto mais natural, pois não tem grande volume e não marca muito o colo;
- Prótese de silicone de perfil moderado: indicado nos casos em que se deseja aumentar o volume das mamas e ter um pouco de projeção;
- Prótese de silicone de perfil alto: é menor na sua base e possui uma projeção maior, ou seja, deixa as mamas mais volumosas e preenchidas;
- Prótese de silicone de perfil super alto: tem a base mais estreita e projeção maior, deixando as mamas muito volumosas e também mais empinadas e destacadas.
Além disso, o modelo das próteses de silicone também variam com a consistência do silicone, podendo ser padrão feitas com gel coeso de silicone dando uma sensação mais natural ao toque ou ser mais consistentes como uma goma, sendo mais firmes e com menor risco de ruptura.
A escolha do tipo e modelo de prótese de silicone deve ser feito com indicação médica.
Isso porque o tipo e o modelo podem variar de acordo com estrutura física da pessoa, como largura do tórax, tamanho e volume das mamas e elasticidade da pele, por exemplo.
Além das mamas, a prótese de silicone também pode ser indicada para os glúteos, para dar mais volume e melhorar o contorno corporal. No entanto, nesses casos, as próteses de silicone são diferentes, pois devem ser mais resistentes e firmes.
A prótese de silicone é colocada pelo cirurgião plástico, no hospital, com anestesia geral.
Essa cirurgia pode ser feita utilizando técnicas diferentes, de acordo com a posição da colocação da prótese de silicone, que são:
Prótese de silicone subglandular: a prótese é colocada entre o tecido mamário e o músculo peitoral;
Prótese de silicone subfascial: a prótese é colocada debaixo da fáscia, que é um acamada que recobre o músculo peitoral;
Prótese de silicone submuscular: a prótese é colocada debaixo do músculo peitoral.
A posição da prótese de silicone varia com o tipo de prótese, anatomia da pessoa e indicação do cirurgião plástico.
Quando trocar a prótese de silicone
As próteses de silicone que tenham prazo de validade, como acontece com as mais antigas, devem ser trocadas entre 10 a 25 anos.
Já as próteses mais recentes, que são feitas de gel coeso, geralmente, não necessitam ser trocadas tão cedo, embora uma revisão a cada 10 anos seja recomendada.
Além disso, a prótese de silicone deve ser trocada quando rompida, mal posicionada ou gera rugas ou pregas na pele, por exemplo.
Prótese de silicone e amamentação
A prótese de silicone geralmente não impede a amamentação, e muitas mulheres conseguem produzir leite normalmente após a cirurgia.
Além disso, a prótese não costuma interferir na pega do bebê durante a amamentação e, em geral, não altera a qualidade do leite materno.
No entanto, a forma como a prótese é colocada pode influenciar a amamentação. Quando o corte é feito ao redor da aréola, por exemplo, pode haver alterações nos ductos que levam o leite ao mamilo ou nos nervos que ajudam na produção do leite.
Cuidados após a cirurgia
Após a cirurgia de prótese de silicone, alguns cuidados são importantes, como:
Usar o sutiã elástico para suportar as mamas durante pelo menos 3 semanas, não tirando nem mesmo para dormir;
Evitar movimentos de grande amplitude dos braços, como levantar ou carregar pesos, por 4 a 6 semanas;
Só tomar banho completo normalmente após 1 semana ou quando o médico indicar;
Não molhar nem trocar os curativos em casa;
Evitar deitar de barriga para baixo ou de lado nos primeiros 30 dias após a cirurgia;
Evitar exposição ao sol durante 3 meses após a cirurgia.
Além disso, deve-se beber bastante água, cerca de 1,5 a 2 litros de água por dia, conforme recomendação médica, e ter uma alimentação leve e de fácil digestão.
As principais complicações da prótese de silicone são dor no peito, hematoma, inchaço e vermelhidão da mama ou diminuição da sensibilidade na mama.
Além disso, podem ocorre infecções na cicatriz, celulite ou seromas.
Em alguns casos, também pode ocorrer endurecimento ao redor da prótese, rejeição ou ruptura da prótese ou doença do silicone, o que leva à necessidade de cirurgia para remover o silicone, chamado explante do silicone.
A contratura capsular é uma complicação da prótese de silicone em que ocorre a formação excessiva de cicatriz endurecida, que pode se contrair provocando alterações estéticas na mama.
Além disso, a contratura capsular pode causar dor ou endurecimento da mama.
O tratamento da contratura capsular é feito pelo cirurgião plástico através de cirurgia para remover o excesso de tecido cicatricial e substituição da prótese de silicone.
Rippling da prótese de silicone
O rippling é uma complicação estética da prótese de silicone em que surgem ondulações ou rugas na pele da mama.
Geralmente, esse tipo de complicação é mais comum com a prótese de silicone texturizada e quando a pessoa tem pouco tecido mamário natural para cobrir e amortecer o implante.
Além disso, também pode acontecer quando a cápsula se adere à prótese de silicone texturizada, a cápsula é pequena para o tamanho da prótese ou a pessoa perde muito peso.
Alergia na pele é uma reação inflamatória que surge devido a uma resposta exagerada do sistema imunológico a substâncias, causando sintomas como vermelhidão, coceira e bolinhas brancas ou avermelhadas na pele de qualquer região do corpo.
Existem diferentes tipos de alergia na pele, como urticária, dermatite de contato ou dermatite atópica, por exemplo, que podem ser controladas evitando a exposição às substâncias que as desencadeiam, ou realizando o tratamento com o uso de remédios indicados pelo dermatologista ou alergologista.
Em casos graves de alergia na pele, podem surgir sintomas de anafilaxia, como inchaço na boca, língua ou garganta, dificuldade para respirar, sendo importante procurar o pronto socorro mais próximo, pois pode colocar a vida em risco.
Sintomas de alergia na pele
Os principais sintomas de alergia na pele são:
Coceira intensa;
Vermelhidão, irritação ou descamação na pele;
Manchas avermelhadas ou bolinhas brancas;
Ressecamento da pele;
Crostas ou casquinhas;
Sensação de ardor ou queimação;
Alteração da sensibilidade da pele.
Estes sintomas podem aparecer poucos minutos ou até horas após o contato com o alérgeno, sendo importante, lavar a pele com água abundante e sabão com pH neutro assim que surgem os sintomas.
Nos casos mais graves e menos comuns, a alergia na pele pode também causar reação anafilática ou anafilaxia, como inchaço nos olhos e boca, dificuldade para respirar e desconforto na garganta.
Para saber a possibilidade de ter uma alergia, por favor, indique baixo os sintomas que apresenta:
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Este teste é apenas uma ferramenta de orientação. Portanto, não tem a finalidade de dar um diagnóstico e nem substituir a consulta com o alergista, imunologista ou clínico geral.
Como confirmar o diagnóstico
O diagnóstico da alergia na pele é feito pelo dermatologista ou alergologista através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e exame físico da pele.
Marque uma consulta com o dermatologista na região mais próxima de você:
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Além disso, o médico deve solicitar exames de sangue ou o teste de alergia, que é realizado no consultório médico aplicando diferentes substâncias na pele, para verificar o surgimento dos sintomas. Veja como é feito o teste de alergia.
Tipos de alergia na pele
Os principais tipos de alergia na pele são:
1. Urticária
A urticária é um tipo de alergia na pele, que pode ser causada por picadas de inseto, medicamentos, alergias a alimentos, como amendoim, ovo ou frutos do mar, alergia ao tecido da roupa, pólen, látex ou suor, por exemplo.
Além disso, variações de temperatura, como calor ou frio extremo, também podem causar urticária.
Normalmente, os sintomas da urticária duram até 24 horas, desaparecendo sem deixar marcas ou cicatrizes.
Porém, as manchas na pele podem voltar a surgir em outras partes do corpo, mantendo-se por cerca de 6 semanas, sendo este tipo de urticária chamada de urticária crônica.
2. Dermatite de contato
A dermatite de contato é um tipo de alergia na pele que surge após o contato com alguma substância ou objeto irritante, como cosméticos, perfumes, sabonete, produto de limpeza, bijuteria, planta ou poeira, por exemplo.
Além disso, a dermatite de contato também pode ser causada pelas fezes ou urina, sendo comum em bebês. Confira outras causas da dermatite de contato.
3. Dermatite atópica
A dermatite atópica, também conhecida como eczema atópico, é uma reação alérgica crônica da pele, mais comum em bebês e crianças com até 5 anos, mas também pode ocorrer em adultos.
Geralmente, a dermatite atópica é causada por várias fatores, como frio ou calor, fumaça, poluição, detergentes e sabão de lavar roupa muito concentrados e contato com tecidos sintéticos, por exemplo.
Esse tipo de alergia na pele é mais comum nas dobras dos braços e joelhos, mas também pode surgir nas bochechas e próximo às orelhas dos bebês, ou no pescoço, mãos e pés em adultos. Saiba identificar a dermatite atópica.
4. Rash cutâneo
O rash cutâneo, também conhecido como exantema, pode surgir devido ao contato com substâncias irritantes, como detergentes, borracha ou látex ou até mesmo por infecções virais como dengue ou Zika. Veja outras causas do rash cutâneo.
Conheça melhor sobre a alergia na pele no vídeo a seguir:
6 causas de COCEIRA e como tratar
08:27 | 957.652 visualizações
Possíveis causas
A alergia na pele pode ter diversas causas, que incluem:
Picadas de insetos;
Calor ou frio extremos;
Suor;
Bijuteria;
Medicamentos, como antibióticos, fenitoína, carbamazepina ou lamotrigina;
Alimentos, como amendoim, ovo, frutos do mar;
Plantas ou pelos de animais;
Poeira ou poluição;
Roupas, cintos ou a alguns tipos de tecido, como lã ou jeans;
Produtos de limpeza, como detergente ou sabão de lavar roupa;
Materiais, como látex ou borracha;
Substâncias irritantes, como produtos de beleza e cosméticos, maquiagem, perfume, shampoo, desodorante, gel de banho, sabonete, cera ou mesmo ao creme depilatório.
A alergia na pele pode manifestar-se causando diversos sintomas, sendo muito importante conseguir identificar sua causa para que esta possa ser evitada.
Como é feito o tratamento
O tratamento da alergia na pele deve ser feito com orientação do dermatologista ou alergologista, e varia de acordo com a causa, o tipo de alergia na pele e intensidade dos sintomas.
Os principais tratamentos para alergia na pele que podem ser indicados pelo médico são:
1. Pomadas para alergia na pele
As pomadas para alergia na pele que podem ser indicadas pelo médico são:
Corticoides, como a hidrocortisona ou mometasona;
Anti-histamínicos, como maleato de dexclorfeniramina;
Imunossupressores, como o pimecrolimo ou tacrolimo.
Essas pomadas ajudam a reduzir a inflamação na pele, aliviando os sintomas como coceira, vermelhidão ou inchaço na pele.
Os comprimidos para alergia na pele geralmente são indicados pelo médico quando o uso de pomadas não foi eficaz para melhorar os sintomas.
Geralmente, os comprimidos mais indicados são os antialérgicos, como a loratadina, cetirizina ou hidroxizina, ou corticoides, como a prednisona ou prednisolona.
Além disso, dependendo do tipo de alergia na pele, podem ser indicados o uso de imunossupressores, como ciclosporina, azatioprina, micofenolato ou metotrexato, por exemplo.
Esses remédios também podem ser indicados na forma de xaropes ou gotas, devendo ser usados somente com indicação médica.
Os hidratantes podem ser indicados pelo médico para hidratar e manter a umidade da pele, aliviar o ressecamento, a sensação de pele áspera, a coceira ou irritação da pele.
Os hidratantes mais recomendados para alergia na pele são aqueles sem perfume, neutros e que possuem maior quantidade de óleos, como Loção Corporal Hidratante Fisiogel AI Stiefel, Stelatopia Mustela Bebê creme hidratante infantil ou Loção Infantil Hidratante HidraKids Biolab, devendo ser aplicados logo após o banho, com a pele ainda úmida.
Opções de remédios caseiros
Algumas opções de remédios caseiros para alergia na pele são cremes ou loções com ação calmante como camomila ou alfazema, para aliviar o desconforto e acalmar a irritação na pele, ajudando também a manter a sua hidratação
O uso destes, ou de qualquer outro remédio caseiro, não deve substituir os remédios indicados pelo médico, sendo apenas uma forma de ajudar a aliviar mais rapidamente os sintomas.
Alergia na pele é mais comum na gravidez?
A alergia na pele na gravidez pode acontecer devido às alterações hormonais e do sistema imune que ocorrem naturalmente durante este período, o que pode deixar a grávida mais sensível ao surgimento de uma alergia na pele indesejada.
Nestes casos, é recomendado que tente acalmar a pele com cremes ou loções que ajudam a aliviar o desconforto e a irritação na pele, sendo recomendado que consulte o dermatologista ou alergologista logo que possível.
Geralmente, a alergia na pele na gravidez não prejudica o bebê, porém se os sintomas da alergia forem intensos é recomendado ir no pronto socorro ou hospital.
Lisdexanfetamina é um medicamento estimulante estimulante do sistema nervoso central indicado para o tratamento do transtorno do deficit de atenção e hiperatividade (TDAH) ou compulsão alimentar.
Esse medicamento é uma pró-droga, que precisa ser convertido pelo organismo em dextroanfetamina, para ter sua ação no cérebro reduzindo a impulsividade e a hiperatividade.
A lisdexanfetamina pode ser encontrada na forma de cápsulas ou gotas, como genérico ou com os nomes comerciais Venvanse, Lyberdia ou Juneve, e deve ser usada somente com prescrição e acompanhamento médico.
Para que serve
A lisdexanfetamina é indicada para:
TDAH em crianças acima de 6 anos de idade, adolescentes e adultos;
No TDAH, o medicamento pode ajudar a aumentar a atenção e reduzir a impulsividade e a hiperatividade. No transtorno de compulsão alimentar, pode reduzir o número de episódios de compulsão.
O tratamento deve ser feito somente com orientação do psiquiatra, neurologista ou pediatra, e faz parte de um cuidado mais amplo que pode incluir acompanhamento psicológico e outras medidas.
A lisdexanfetamina deve ser tomada 1 vez por dia, pela manhã, com ou sem alimentos. O uso à tarde deve ser evitado devido ao risco de dificuldade para dormir.
As cápsulas podem ser engolidas inteiras ou abertas, com o conteúdo misturado em iogurte, água ou suco de laranja. A mistura deve ser consumida imediatamente e não deve ser guardada.
A solução gotas também pode ser adicionada a iogurte, água ou suco de laranja. A mistura deve ser homogeneizada e consumida imediatamente.
Posologia da lisdexanfetamina
A dose do dimesilato de lisdexanfetamina deve ser individualizada pelo médico de acordo com a necessidade e a resposta ao medicamento, utilizando-se sempre a menor dose eficaz.
1. Lisdexanfetamina 30 mg
A posologia do dimesilato de lisdexanfetamina 30 mg é de 1 cápsula por dia como dose inicial para o tratamento do TDAH em crianças acima de 6 anos, adolescentes e adultos ou compulsão alimentar em adultos.
Essa dose pode ser ajustada pelo médico com aumentos de 20 mg em intervalos de aproximadamente 1 semana, conforme resposta e tolerância ao tratamento.
2. Lisdexanfetamina 50 mg
A dose do dimesilato de lisdexanfetamina 50 mg é de 1 cápsula por dia, usado como ajuste de dose para TDAH e transtorno alimentar. Esse aumento de dose só deve ser feito com orientação médica.
Em pessoas com insuficiência renal grave, a dose máxima pode ser limitada a 50 mg por dia, conforme avaliação médica.
3. Lisdexanfetamina 70 mg
O dimesilato de lisdexanfetamina 70 mg é a dose máxima recomendada.
A dose é de 1 cápsula de 70 mg por dia para o tratamento da compulsão alimentar em adultos ou TDAH em crianças com mais de 6 anos, adolescentes e adultos.
4. Lisdexanfetamina gotas
A lisdexanfetamina gotas 40 mg/mL é usada por via oral. Cada 1 mL corresponde a cerca de 20 gotas, e cada gota contém 2 mg do medicamento.
A dose inicial é de 15 gotas (30 mg), uma vez ao dia, para TDAH em adultos e crianças a partir de 6 anos ou compulsão alimentar em adultos.
Conforme a resposta ao tratamento, a dose pode ser ajustada pelo médico em aumentos de 10 gotas (20 mg), podendo chegar a 25 gotas (50 mg) ou 35 gotas (70 mg) por dia.
Possíveis efeitos colaterais
Os efeitos colaterais mais comuns da lisdexanfetamina são:
Redução do apetite e perda de peso;
Insônia, dor de cabeça e boca seca;
Dor abdominal, náusea, vômito ou diarreia;
Ansiedade, irritabilidade, agitação ou tremor;
Aumento da frequência cardíaca e da pressão arterial.
Além disso, também apresenta potencial de uso indevido, abuso, tolerância e dependência, especialmente quando utilizado de forma diferente da prescrita.
Mais raramente, podem ocorrer alterações importantes de humor, sintomas psicóticos, convulsões e problemas cardiovasculares.
Dor no peito, falta de ar, desmaio, convulsão ou alterações importantes de comportamento precisam de avaliação médica urgente.
Lisdexanfetamina emagrece?
A lisdexanfetamina pode reduzir o apetite e causar perda de peso como efeito colateral, mas não é indicada como medicamento para emagrecimento.
O uso com finalidade estética ou para melhorar o desempenho acadêmico ou cognitivo, sem indicação médica, não é recomendado e pode causar riscos à saúde, incluindo problemas cardiovasculares.
Quem não deve usar
A lisdexanfetamina não deve ser usada nas seguintes situações:
Menores de 6 anos;
Alergia ou sensibilidade a medicamentos estimulantes;
Doença cardíaca ou pressão alta moderada a grave;
Glaucoma ou feocromocitoma;
Hipertireoidismo ou estados de agitação acentuada;
Histórico de abuso ou dependência química de drogas.
Pessoas em uso de inibidores da monoaminoxidase (IMAOs), como fenelzina, selegilina, isocarboxazida, moclobemida ou tranilcipromina, devem aguardar pelo menos 14 dias após a interrupção do IMAO, para iniciar a lisdexanfetamina.
Durante a gravidez e a amamentação, o uso deve ser avaliado individualmente pelo médico. Pessoas com alterações renais também devem informar o profissional, pois pode ser necessário ajustar a dose.