segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Lipoproteína (a): o que é, quando fazer o exame (e o quando está alta)

A lipoproteína (a), também chamada de Lp(a), é uma partícula formada por proteínas e gorduras, que tem a função de transportar o colesterol através da corrente sanguínea para as células do corpo.

A lipoproteína (a) alta pode ser causada principalmente por alteração genética e está relacionada com maior risco de doenças cardíacas e problemas nos vasos sanguíneos, como infarto agudo do miocárdio, doença arterial coronariana, AVC e trombose.

Leia também: Lipoproteína: o que é, tipos, valor do exame (e para que serve) tuasaude.com/lipoproteina

O exame de lipoproteína (a) pode ser solicitado pelo médico para pessoas com histórico pessoal ou familiar de doença cardiovascular prematura, diagnóstico ou suspeita de hipercolesterolemia familiar e parentes de primeiro grau com níveis elevados de Lp(a), por exemplo.

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Exame de lipoproteína (a)

De acordo com a Sociedade Brasileira de cardiologia, o exame de lipoproteína (a) deve ser feito em situações como:

  • População geral: uma vez na vida em todos os adultos, para ajudar a avaliar o risco cardiovascular e/ou no tratamento;
  • Populações específicas: uma vez na vida, em casos de doença arterial coronariana precoce, estenose aórtica, hipercolesterolemia familiar, história familiar de doença cardiovascular aterosclerótica precoce ou de Lp(a) alta, para ajudar a avaliar o risco e/ou o tratamento;
  • Pessoas com níveis altos de Lp(a) (≥ 50 mg/dL ou ≥ 125 nmol/L): onde a concentração é determinada geneticamente, sendo recomendada a investigação nos familiares para auxiliar na identificação de outros portadores e na avaliação precoce do risco cardiovascular.

É recomendado como método preferencial para medir a Lp(a), a medição em número de partículas por litro (nmol/L). A dosagem por unidade de massa (mg/dL) e o uso de fórmulas matemáticas para conversão entre as unidades devem ser evitados.

Entretanto, a medida da Lp(a) que mede unidades de massa (mg/dL), pode ser usada quando for a única disponível.

Como é feito o exame

O exame de lipoproteína (a) é feito por meio de uma amostra de sangue, que é coletada de uma veia do braço por um profissional de saúde.

Para fazer este exame normalmente não é necessário realizar nenhum preparo ou jejum.

Entretanto, como este exame geralmente é solicitado junto com o lipidograma completo, o laboratório ou o médico pode solicitar que a pessoa faça um jejum de 9 a 12 horas.

Leia também: Lipidograma (exame de perfil lipídico): o que é e o que indica tuasaude.com/lipidograma

Valores do exame de lipoproteína (a)

O valor de referência do exame de lipoproteína (a), conforme a Sociedade Brasileira de Cardiologia, é de menos de 75 nmol/L, ou menor que 30 mg/dL, em jejum de 12 horas ou sem a realização de jejum.

Lipoproteína (a) alta

A lipoproteína (a) é considerada alta, quando está acima de 75 nmol/L, ou maior que 30 mg/dL, sendo causada principalmente pela genética, sendo herdada dos pais.

Diferentemente de outros tipos de colesterol, as concentrações de Lp(a) não são influenciadas pela dieta, prática de exercícios físicos, idade ou jejum.

Devido à sua ação aterogênica, inflamatória e trombótica, a lipoproteína (a) alta está relacionada com o risco de situações como:

  • Infarto agudo do miocárdio;
  • Calcificação da valva aórtica;
  • Doença cardiovascular aterosclerótica recorrente;
  • Trombose arterial e venosa;
  • Complicações maternas e neonatais, quando acontece durante a gravidez, como pré-eclâmpsia e parto prematuro.

É importante lembrar que  a lipoproteína (a) aumentada é um fator de risco mesmo em pessoas com níveis baixos de LDL.

O que fazer

Quando a lipoproteína (a) está alta em pessoas sem histórico de doença cardíaca, o médico pode recomendar que em casos de Lp(a) igual ou superior a 125 nmol/L modifiquem o estilo de vida e tratem outros fatores de risco.

O médico também pode recomendar para algumas pessoas a realização de exames de imagem vascular, para identificar precocemente a aterosclerose subclínica.

O uso mais precoce de estatina ou outro remédio hipolipemiante, especialmente em pessoas com risco intermediário e/ou de baixo risco com elevações moderadas de LDL, também pode ser indicado.

Já em pessoas com histórico de doença cardiovascular e com a lipoproteína (a) alta, o médico pode intensificar o tratamento para reduzir o colesterol LDL e um controlar ainda mais os outros fatores de risco.

Para que serve a lipoproteína (a)

A lipoproteína (a) serve para transportar o colesterol, por meio da corrente sanguínea, para as células do corpo. Na medicina, a lipoproteína (a) serve como um marcador de risco cardiovascular.

A Lp(a) é uma variante da lipoproteína de baixa densidade (LDL), ou colesterol \"ruim\", e consiste em uma partícula de LDL que contém a apolipoproteína B ligada a uma proteína extra chamada apolipoproteína (a).

Leia também: Apolipoproteína B: exame, para que serve (e valor normal) tuasaude.com/apolipoproteina-b

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Lipoproteína: o que é, tipos, valor do exame (e para que serve)

A lipoproteína é uma partícula formada por gorduras e proteínas, e que tem funções como diluir e transportar as gorduras no sangue, participar na formação de hormônios, bile e vitamina D, e armazenar energia, por exemplo.

Existem diversos tipos de lipoproteína, como lipoproteína (a), HDL, LDL, IDL, VLDL e quilomícrons, que variam conforme o tamanho, a densidade e a composição.

Em casos de lipoproteína alta, é aconselhado consultar o clínico geral ou cardiologista. Assim, o médico poderá avaliar a causa desta condição e, se for necessário, indicar o tratamento adequado que pode ser feito com mudanças no estilo de vida ou uso de remédios.

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Tipos de lipoproteína

Os tipos de lipoproteína são:

1. Lipoproteína (a)

A lipoproteína (a) é uma partícula similar ao LDL, formada por proteínas e gorduras, sendo responsável por transportar o colesterol através da corrente sanguínea para as células do corpo.

A lipoproteína (a) alta pode ser causada por alteração genética e está relacionada com maior risco de problemas como infarto agudo do miocárdio, doença arterial coronariana, AVC e trombose.

Leia também: Lipoproteína (a): o que é, quando fazer o exame (e o quando está alta) tuasaude.com/lipoproteina-a

2. Lipoproteína de alta intensidade (HDL)

A lipoproteína de alta intensidade, também conhecida como colesterol HDL ou colesterol \"bom\", é produzida no no fígado, no intestino e na própria circulação.

Esta lipoproteína é importante, pois atua captando o excesso de colesterol dos tecidos e vasos sanguíneos periféricos e o leva de volta ao fígado para ser eliminado.

3. Lipoproteína de baixa densidade (LDL)

A lipoproteína de alta intensidade, conhecida como colesterol LDL ou colesterol \"ruim\" é importante para o bom funcionamento do corpo, dentro dos valores desejáveis, pois participa da formação de hormônios, vitamina D e bile.

No entanto, em excesso, o LDL está associado ao acúmulo de placas de gordura nas artérias, que dificultam a passagem do sangue e aumentam o risco de aterosclerose, infarto e AVC.

Leia também: Colesterol ruim (LDL): o que é e como saber se está alto tuasaude.com/colesterol-ldl

4. Lipoproteína de densidade muito baixa (VLDL)

A lipoproteína de densidade muito baixa, ou colesterol VLDL, é formada no fígado e liberada na corrente sanguínea, e tem como função transportar os triglicerídeos e o colesterol para os tecidos para serem armazenados e usados como fonte de energia.

Quando o VLDL está elevado, pode se acumular na parede dos vasos sanguíneos, aumentando o risco de doenças cardíacas, como aterosclerose, AVC e infarto.

5. Lipoproteína de densidade intermediária (IDL)

A lipoproteína de densidade intermediária, IDL, é formada durante a transformação da VLDL em LDL.

Este tipo de lipoproteína é rapidamente removida pelo fígado ou transformada em LDL.

6. Quilomícrons

Os quilomícrons são um tipo de lipoproteína produzida pelas células do intestino a partir das gorduras consumidas na dieta.

Essas partículas são as maiores e possuem uma grande quantidade de triglicerídeos.

Lipoproteína b

A lipoproteína b na verdade não existe. Na medicina, o termo correto usado é apolipoproteína B. Conheça para que serve a apolipoproteína B.

A apolipoproteína B é uma proteína encontrada em algumas partículas de colesterol e gordura presentes no sangue.

Essas partículas podem entrar nas paredes das artérias e contribuir para a formação de placas, o que pode aumentar o risco de ataque cardíaco e AVC.

Diferença entre lipoproteína e apolipoproteína

A lipoproteína é uma partícula que circula no sangue para transportar gorduras. Entretanto, por ser uma gordura e não se dissolver em água, a lipoproteína é composta por uma \"casca\" externa composta por fosfolipídeos, colesterol livre e proteínas, que são as apolipoproteínas.

Já a apolipoproteína é a parte proteica que fica na superfície, ou \"casca\" da lipoproteína, permitindo a formação e a estabilização da lipoproteína dentro das células que as produzem.

Exame de lipoproteína

O exame de lipoproteína pode ser indicado em situações como:

  • Rastreamento geral, para pessoas acima de 10 anos;
  • Sinais de hipercolesterolemia familiar;
  • Histórico de colesterol alto, doença arterial coronariana precoce e estenose aórtica;
  • Crianças com outros fatores de risco, como pressão alta, diabetes mellitus, fumo ou obesidade;
  • Pessoas que tiveram síndrome coronariana aguda;
  • De 2 a 3 meses após a realização de transplante;
  • Pelo menos uma vez na vida para todas as pessoas;
  • Histórico de lipoproteína (a) alta;
  • Triglicerídeos altos.

O tipo de exame solicitado, varia de acordo com a avaliação do médico sobre os riscos e sinais apresentados por cada pessoa.

Este exame é feito por meio da coleta de uma amostra de sangue numa veia do braço por um profissional de saúde.

Valores do exame

Os valores de referência das lipoproteínas no sangue variam conforme o jejum e o risco cardiovascular da pessoa.

  • Lipoproteína (a): menos de 75 nmol/L, ou menor que 30 mg/dL;
  • Lipoproteína de alta intensidade (HDL): acima de 40 mg/dL em adultos;
  • Lipoproteína de densidade muito baixa (VLDL): este valor deve ser interpretado considerando-se o valor de LDL, triglicerídeos e colesterol total;
  • Quilomícrons: devem estar ausente no jejum de 12 a 14 horas;
  • Lipoproteína de densidade intermediária (IDL): é avaliada através dos valores do colesterol não-HDL e da apolipoproteína B.

Já a lipoproteína de alta intensidade, LDL, deve ser menor que 115 mg/dl em pessoas com baixo risco cardiovascular e menor que 70 mg/dl em pessoas com risco cardiovascular alto, por exemplo.

Leia também: Valores de colesterol: LDL, HDL, VLDL, não-HDL e total (com calculadora) tuasaude.com/colesterol

Para que serve

As lipoproteínas servem para diluir e transportar as gorduras no plasma sanguíneo, que é a parte líquida do sangue.

A lipoproteína atua na formação de hormônios esteroides, ácidos biliares e vitamina D, armazenamento de energia nos músculos e tecido adiposo, e formação da membrana de todas as células.

Conforme o tipo da lipoproteína, essa partícula também pode ajudar a remover lipídeos oxidados de outras partículas e inibir a oxidação da LDL.

Lipoproteína alta

A lipoproteína alta pode ser causada por condições como:

  • Hipercolesterolemia familiar;
  • Síndrome da quilomicronemia familiar;
  • Estilo de vida inadequado, como sedentarismo, consumo excessivo de bebidas alcoólicas e excesso de peso;
  • Resistência à insulina e diabetes tipo 2;
  • Hipotireoidismo;
  • Doença renal crônica e síndrome nefrótica;
  • Gravidez;
  • Doenças inflamatórias crônicas, como lúpus, artrite reumatoide e psoríase;

O uso de alguns remédios, como corticoides, anticoncepcionais orais, anabolizantes, imunossupressores e estrógenos orais, também pode levar a lipoproteína alta.

O que fazer em casos de lipoproteína alta

Em casos de lipoproteína alta, é recomendado consultar um médico para que sejam avaliados os resultados do exame e o risco cardíaco.

Para tratar a lipoproteína alta, o médico pode recomendar medidas como:

1. Mudanças no estilo de vida

As mudanças no estilo de vida é a principal medida que deve ser adotada por pessoas com lipoproteína alta, incluindo:

  • Dieta saudável, priorizando alimentos ricos em fibra, como frutas, cereais integrais, vegetais, e evitando alimentos ultraprocessados;
  • Exercício físico regular, fazendo pelo menos 150 minutos de atividade física aeróbica de intensidade moderada por semana (ou 75 minutos de atividade vigorosa);
  • Controle do peso, mantendo o peso corporal saudável.

É fundamental também parar de fumar e interromper ou diminuir a ingestão de bebidas alcoólicas.

Em alguns casos, o médico também pode indicar o uso de suplementos, como probióticos e ômega 3, para ajudar a controlar os triglicerídeos e o colesterol LDL.

2. Uso de medicamentos

Se as mudanças no estilo de vida não forem suficientes para equilibrar os níveis das lipoproteínas, ou se a pessoa for classificada como de alto risco, o médico pode indicar o uso de medicamentos.

Os remédios que poderão ser prescritos incluem estatinas e/ou ezetimiba, evolocumabe, ácido bempedoico e fibratos, por exemplo.



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Couve-flor: benefícios, informação nutricional e receitas saudáveis

A couve-flor é uma hortaliça rica em glucosinolatos, sulforafanos e isotiocianatos, que são compostos bioativos com potente ação antioxidante e anti-inflamatória, ajudando a prevenir o surgimento de doenças cardiovasculares, diabetes e câncer.

Além disso, a couve-flor, que é um vegetal crucífero, também ajuda no emagrecimento, já que contém boas quantidades de fibras que ajudam a aumentar a sensação de saciedade, controlando a fome ao longo do dia.

Leia também: Vegetais crucíferos: o que são, lista (e benefícios) tuasaude.com/vegetais-cruciferos

A couve-flor pode ser encontrada nas cores branca, verde, amarela ou roxa, que variam quanto aos tipos de compostos antioxidantes. A roxa é rica em antocianinas, a laranja contém betacarotenos e a verde é rica em clorofila.

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Benefícios da couve-flor

Os principais benefícios da couve-flor para a saúde são:

1. Facilita o emagrecimento

Por ter ótimas quantidades de fibras, a couve-flor prolonga a saciedade, diminuindo a fome ao longo do dia e ajudando, assim, no emagrecimento.

Além disso, a couve-flor também é rica em triptofano, um aminoácido que ajuda a controlar a ansiedade e melhorar o bem-estar. Por isso, essa hortaliça pode ajudar na perda de peso em pessoas com compulsão alimentar. Veja mais alimentos ricos em triptofano.

2. Previne doenças cardiovasculares

A couve-flor contém vitamina C, glucosinolatos, isotiocianatos e sulforafanos, que são compostos bioativos antioxidantes e anti-inflamatórios que melhoram a saúde das artérias e a circulação de sangue, prevenindo doenças como derrame e pressão alta.

Além disso, a couve-flor roxa é rica em antocianina, que é um pigmento antioxidante responsável pela cor roxa e que ajuda a evitar a oxidação das células de gordura, ajudando a controlar os níveis de colesterol e triglicerídeos no sangue.

3. Combate e prisão de ventre

A couve-flor combate a prisão de ventre por ser rica em fibras que estimulam os movimentos do intestino e deixam as fezes mais macias, facilitando a evacuação. Conheça outros alimentos que combatem a prisão de ventre.

4. Melhora o sono e humor

O triptofano e a vitamina C, que estão presentes em boas quantidades na couve-flor, participam da produção de serotonina e dopamina, que são neurotransmissores que melhoram o sono, o humor, o prazer e o bem-estar geral.

5. Mantém a saúde dos ossos

Por conter fósforo e vitamina K, a couve-flor ajuda na fixação do cálcio, mantendo a saúde dos ossos e prevenindo situações como osteopenia e osteoporose.

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6. Diminuir o risco de câncer

A couve-flor é rica em antioxidantes como vitamina C e sulforafanos, que são compostos bioativos que protegem as células saudáveis contra os danos causados pelos radicais livres, ajudando a diminuir o risco de câncer.

7. Evita a diabetes

As fibras, que são presentem em ótimas quantidades na couve-flor, aumentam o tempo de absorção dos carboidratos dos alimentos, controlando os níveis de glicose no sangue e evitando, assim, a resistência à insulina e a diabetes.

8. Previne o envelhecimento precoce

Por conter compostos bioativos como clorofila, antocianinas, betacaroteno, vitamina C, a couve-flor combate os radicais livres e favorece a formação de colágeno, prevenindo o surgimento de rugas, a flacidez e o envelhecimento precoce.

9. Fortalece o sistema imunológico

Devido ao seu alto teor de vitamina C, a couve-flor fortalece o sistema imunológico, porque melhora as funções das células de defesa no organismo, ajudando a combater vírus, bactérias e fungos.

10. Previne a gastrite

A couve-flor contém sulforafano, uma substância que controla o crescimento de bactérias no estômago, como a Helicobacter pylori, prevenindo o surgimento da gastrite e úlceras.

Tabela de informação nutricional

A tabela a seguir traz a informação nutricional para cada 100 g de couve-flor crua e cozida:

Componente

100 g de couve-flor crua

100 g de couve-flor cozida

Energia

23 calorias

19 calorias

Carboidratos

4,5 g

3,9 g

Proteínas

1,9 g

1,2 g

Gorduras

0,2 g

0,3 g

Fibras

2,4 g

2,1 g

Vitamina C

36,1 mg

23,7 mg

Vitamina K

15,5 mcg

13,8 mcg

Fósforo

57 mg

25 mg

Triptofano

21 mg

22 mg

Para se obter os benefícios com o consumo da couve-flor, é fundamental manter uma alimentação saudável e variada, e praticar atividades físicas regularmente.

Como fazer

Para ajudar a preservar os seus nutrientes, a couve-flor pode ser consumida crua ou cozida al dente no vapor ou no micro-ondas, podendo ser usada em preparações como saladas, gratinados, tortas, base para pizzas e como substituto do arroz.

Já as folhas e o caule mais grosso da couve-flor podem ser usados em refogados, sopas e ensopados.

No entanto, ao usar a couve-flor cozida em água, como sopas e ensopados, deve-se aguardar a água ferver antes de adicionar essa hortaliça e cozinhar somente até ficar no ponto al dente.

Quando não é indicada

A couve-flor tem efeito laxativo e favorece a formação de gases e, por isso, não é indicada para pessoas que estão com diarreia ou excesso de gases.

Além disso, por conter glucosinolatos, compostos que podem diminuir a produção de hormônios na tireoide, a couve-flor deve ser consumida com moderação por quem tem problemas na tireoide.

Receitas saudáveis com couve-flor

Algumas receitas saudáveis com a couve-flor são:

1. Arroz de couve-flor

Ingredientes:

  • ½ couve-flor;
  • ½ xícara de chá de cebola ralada;
  • 1 colher de sopa de azeite;
  • 1 dente de alho amassado;
  • 1 colher de sopa de salsinha picada;
  • Sal e pimenta do reino a gosto.

Modo de preparo:

Lavar e secar bem a couve-flor. Em seguida, ralar a couve-flor em um ralo grosso ou bater em um processador, usando a função pulsar, até ficar com uma consistência parecida com a do arroz.

Em uma frigideira, refogar a cebola e o alho no azeite, acrescentar a couve-flor e refogar por cerca de 5 minutos. Temperar com sal, pimenta e salsa, apagar o fogo e servir.

2. Couve-flor gratinada

Ingredientes:

  • 1 couve-flor;
  • 1,5 litros de água;
  • 1 copo e meio de leite;
  • 1 colher de sopa de azeite;
  • 1 colher de sopa de farinha de trigo;
  • 4 colheres de sopa de queijo parmesão ralado;
  • 2 colheres de sopa de farinha de rosca;
  • Sal a gosto.

Modo de preparo:

Retirar as folhas e lavar a couve-flor. Cortar a couve-flor em 4 partes iguais. Numa panela, colocar a água e levar ao fogo para ferver. Ao levantar fervura, adicionar a couve-flor e o sal, deixando cozinhar por 5 minutos. Escorrer bem e distribuir a couve-flor em um pirex fundo untado com azeite.

Dissolver a farinha de trigo no leite, temperar com sal e levar ao fogo. Mexer essa mistura até engrossar, juntar o azeite e o queijo, misturando bem, e apagar o fogo. Distribuir o creme sobre a couve-flor, polvilhar com farinha de rosca e levar ao forno para assar até ficar dourada.

3. Pizza de couve-flor

Ingredientes:

  • 1 couve-flor cozida no vapor;
  • 1 ovo;
  • 1 xícara de muçarela;
  • 3 colheres de sopa de molho de tomate caseiro;
  • 200 g de queijo muçarela;
  • 2 tomates em rodelas;
  • ½ cebola em rodelas;
  • ½ pimentão vermelho em tiras;
  • 50 g de azeitonas;
  • 1 colher de sobremesa de azeite;
  • Sal, pimenta, folhas de manjericão e orégano a gosto.

Modo de Preparo:

Triturar a couve-flor em um processador e, depois, colocar em uma tigela. Acrescentar o ovo, metade do queijo, o sal e a pimenta, misturando bem.

Untar uma assadeira com manteiga e farinha, e modelar a massa de couve-flor em forma de pizza. Levar ao forno preaquecido a 220°C por cerca de 10 minutos ou até que as bordas comecem a dourar.

Retirar a massa do forno, adicionar o molho de tomate, o restante do queijo, o tomate, a cebola, o pimentão e as azeitonas, o orégano, as folhas de manjericão e o azeite por cima. Levar ao forno novamente por mais 10 minutos ou até derreter o queijo.



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