quinta-feira, 17 de setembro de 2026

Câncer de mama: sintomas, tipos, causas e tratamento (tem cura?)

Câncer de mama é um tipo de câncer que se desenvolve no tecido mamário, e que pode ser identificado, numa fase inicial, através de alterações no formato da mama ou mamilo, assim como do surgimento de um caroço na mama ou axila.

O câncer de mama pode afetar tanto homens, como mulheres, mas é mais comum em mulheres, especialmente quando existe histórico familiar de câncer de mama, tabagismo, obesidade ou consumo excessivo de álcool.

Em caso de suspeita de câncer de mama é importante consultar o clínico geral, mastologista ou ginecologista. Quando o tratamento é indicado, pode envolver desde o uso de medicamentos até cirurgia e as chances de cura são maiores nos estágios iniciais.

Entenda melhor sobre o câncer de mama assistindo ao vídeo a seguir:

CÂNCER DE MAMA: como surge, fatores de risco e mitos

13:30 | 3.643 visualizações

Sintomas de câncer de mama

Os principais sintomas do câncer de mama são:

  • Surgimento de caroço na mama ou axila;
  • Dor no seio, nas fases mais avançadas ou quando o tumor é grande;
  • Alteração da posição ou forma do mamilo;
  • Saída de secreção do mamilo diferente de leite; 
  • Vermelhidão na área do mamilo;
  • Inchaço ou espessamento da pele sobre a mama;
  • Alteração no tamanho ou forma da mama;
  • Ferida na mama ou mamilo.

O câncer de mama nos estágios iniciais tende a causar nenhum ou poucos sintomas. Por isso, é importante que mulheres realizem o acompanhamento regular com o ginecologista e, quando indicado, o rastreamento do câncer de mama por meio da mamografia.

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Além disso, em caso de suspeita de câncer de mama é importante consultar um clínico geral, mastologista ou ginecologista para uma avaliação, porque a chance de cura é maior quando identificado ainda no início. Conheça mais sintomas do câncer de mama.

Câncer de mama masculino

O câncer de mama também pode ocorrer em homens, no entanto é raro, e os sintomas tendem a ser semelhantes àqueles vistos em mulheres, como alterações na posição ou formato do mamilo e surgimento de um caroço na mama.

Leia também: Câncer de mama masculino: sintomas, tipos e tratamento tuasaude.com/cancer-de-mama-masculino

Câncer de mama maligno

O câncer de mama maligno é quando há um tumor na mama formado por células que crescem de forma descontrolada e pode se espalhar para outras partes do corpo, processo chamado de metástase. Entenda o que é metástase.

O termo “maligno” não se refere a um tipo específico de câncer, mas sim ao comportamento do tumor, indicando sua agressividade, ou seja, sua capacidade de crescer de forma descontrolada e de se espalhar para outras partes do corpo.

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Tipos de câncer de mama

Os principais tipos de câncer de mama são:

  • Carcinoma lobular in situ: é uma alteração considerada mais um fator de risco para o desenvolvimento de câncer do que um tumor em si;
  • Carcinoma ductal in situ: é uma alteração das células da mama que se não tratada geralmente se desenvolve em um câncer;
  • Carcinoma ductal invasivo: é o tipo mais frequente de câncer de mama;
  • Carcinoma lobular invasivo: é o segundo tipo de câncer de mama mais comum.

A identificação do tipo de câncer de mama normalmente é feita por meio da biópsia da mama e é útil para indicar o tratamento mais apropriado.

Leia também: Carcinoma: o que é, sintomas, causas, tipos e tratamento tuasaude.com/carcinoma

Câncer de mama triplo negativo

O câncer de mama triplo negativo é um tipo de câncer de mama em que as células tumorais não possuem três receptores importantes: estrogênio, progesterona e a proteína HER2. Isso significa que não é estimulado por hormônios e nem por proteína específica.

Esse tipo de câncer costuma ser mais agressivo e pode crescer mais rápido. Também aparece com mais frequência em mulheres mais jovens, embora possa ocorrer em qualquer idade.

Possíveis causas

O câncer de mama é causado por mutação nas células que passam a se multiplicar de forma descontrolada devido a fatores genéticos e ambientais.

Os principais fatores que podem contribuir para o desenvolvimento do câncer de mama, são:

1. Idade

A idade aumenta o risco de desenvolvimento de câncer de mama, sendo que para mulheres há um maior risco após os 45 anos, e para homens após os 60 anos.

No entanto, o câncer de mama também pode surgir em pessoas mais jovens, especialmente se têm histórico familiar de câncer de mama.

2. Histórico de alterações na mama

As mulheres que têm maiores chances de desenvolver este tipo de câncer são aquelas que já tiveram câncer de mama, o que aumenta o risco de desenvolver o câncer na outra mama. 

O risco também é maior nas mulheres que apresentam alterações benignas na mama, como hiperplasia atípica ou carcinoma lobular in situ e alta densidade mamária avaliada em uma mamografia.

3. Histórico familiar de câncer 

Pessoas com familiares que já tiveram câncer de mama ou de ovário, principalmente quando um parente é de primeiro grau como pai, mãe, irmã/o ou filha/o, também apresentam um risco 2 a 3 vezes maior. 

Nestes casos, existe um teste genético para identificar mutações nos genes BRCA1 e BRCA2, que ajuda a confirmar se realmente existe risco de desenvolver a doença, e realizar um acompanhamento médico com mais frequência e identificar o câncer de forma precoce.

4. Menarca precoce

A menarca corresponde a primeira menstruação da mulher, que quando surge de forma precoce, antes dos 12 anos, aumenta o risco de desenvolvimento do câncer de mama, pelo maior tempo de exposição ao estrogênio ao longo da vida.

5. Menopausa

Algumas mulheres na menopausa fazem terapia de reposição hormonal com remédios compostos por estrogênio e progesterona, o que pode aumentar o risco de desenvolver câncer, principalmente quando o seu uso é por mais de 5 anos.

No entanto, o risco diminui quando a terapia de reposição hormonal é interrompida.

Além disso, a menopausa tardia, que ocorre após os 55 anos, também aumenta o risco de desenvolvimento do câncer de mama, uma vez que a mulher fica mais tempo exposta ao estrogênio ao longo da vida.

Além disso, o risco também é mais elevado em em mulheres que usam de contraceptivos hormonais combinados.

6. Gravidez tardia ou ausência de gravidez

Quando a primeira gestação surge após os 30 anos ou a mulher nunca ter uma gestação, o risco de desenvolver câncer de mama também é maior.

7. Estilo de vida pouco saudável

Como em quase todos os tipos de câncer, a falta de atividade física regular aumenta as chances de ter câncer da mama, especialmente devido ao aumento do peso corporal, que favorece o desenvolvimento de mutações nas células. 

Além disso, o consumo de bebidas alcoólicas ao longo da vida também aumenta o risco de ter câncer.

8. Radioterapia anterior

O risco de mama também aumenta em pessoas que fizeram radioterapia na região do tórax, especialmente quando jovens, como acontece em outros tipos de câncer nessa região ou no tratamento do linfoma de Hodgkin, por exemplo.

9. Hormonioterapia para câncer de próstata 

Em homens, a hormonioterapia contendo estrogênio para o câncer de próstata, pode aumentar o risco de câncer de mama.

Além disso, homens com histórico de criptorquidia, inflamação nos testículos, remoção dos testículos, e algumas doenças, como a síndrome de Klinefelter e cirrose hepática também podem aumentar o risco de câncer de mama. 

Como confirmar o diagnóstico

O diagnóstico de câncer de mama é feito pelo clínico geral, ginecologista ou mastologista que pode indicar exames de imagem, como a mamografia, ultrassom ou ressonância magnética, e a biópsia da mama para confirmar o diagnóstico. Veja mais detalhes dos exames indicados para o câncer de mama.

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Estadiamento do câncer de mama

No estadiamento do câncer de mama, o tumor é classificado como T1, quando seu tamanho é menor que 2 cm; T2, quando entre 2 e 5 cm; T3, quando maior que 5 cm; ou T4, caso exista envolvimento da pele ou parede do tórax, por exemplo.  

O tumor também é classificado de acordo com o envolvimento de linfonodos como N1, quando afetada linfonodos axilares, que são móveis e do mesmo lado do tumor; N2 quando estes linfonodos estão aderidos; e N3, quando outros linfonodos estão afetados.

Além disso, quando o câncer de mama surge em outras partes do corpo, como ossos, pulmões e fígado, também pode ser classificado como M1.

Enquanto, nos estágios iniciais o câncer de mama é pequeno e não afeta outras partes do corpo, nos estágios mais avançados, o tumor pode ser difícil de ser operado devido ao seu tamanho e envolvimento de órgãos distantes, vasos e nervos, por exemplo.

Como é feito o tratamento

O tratamento do câncer de mama pode envolver:

1. Cirurgia para câncer de mama

A cirurgia para o câncer de mama consiste na remoção do tumor e pode necessitar da retirada completa da mama em alguns casos. Algumas vezes a cirurgia pode ser combinada com a radioterapia.

Leia também: Mastectomia: o que é, quando é indicada, como é feita e pós-operatório tuasaude.com/mastectomia

É possível também realizar a cirurgia plástica reconstrutora da mama, que além de garantir resultado estético, também possui segurança oncológica.

2. Radioterapia

A radioterapia consiste na destruição das células do câncer usando radiação e pode ser indicada para reduzir o tamanho do tumor antes da sua remoção ou para eliminar as células cancerígenas restantes após a cirurgia. Veja como funciona e quais os tipos de radioterapia.

3. Quimioterapia

A quimioterapia normalmente é feita usando medicamentos capazes de eliminar ou bloquear o crescimento das células do tumor e pode ser indicada por um período de 3 a 6 meses antes ou após a remoção do tumor por cirurgia. Entenda o que é quimioterapia e seus efeitos colaterais.

4. Terapia hormonal

A terapia hormonal envolve o uso de medicamentos, como tamoxifeno ou inibidores da aromatase (anastrozol, letrozol ou exemestano), para impedir o crescimento de células tumorais.

Pode ser indicada em alguns casos como tratamento após a remoção do tumor por cirurgia, para diminuir o risco do câncer voltar a surgir.

Esse tipo de tratamento geralmente é indicado quando o câncer de mama é do tipo \"receptor hormonal positivo\", ou seja, que é sensível à terapia com medicamentos hormonais.

5. Terapia alvo

A terapia alvo é um tipo de tratamento que utiliza medicamentos específicos para combater as células tumorais e pode ser indicada em alguns casos de câncer de mama que apresentam receptores específicos para esses medicamentos.

Alguns dos medicamentos utilizados são ribociclibe, abemaciclibe, trastuzumabe, pertuzumabe, bevacizumabe e nivolumabe.

Leia também: 15 tratamentos para câncer de mama (e chance de cura) tuasaude.com/tratamento-cancer-de-mama

Câncer de mama tem cura?

O câncer de mama pode ser curado em alguns casos, principalmente quando identificado nos estágios iniciais, quando os tumores são pequenos e não afetam outros órgãos ou partes do corpo.

Como prevenir

As principais medidas para prevenir o câncer de mama incluem:

  • Realizar exercícios físicos regularmente;
  • Perder peso em caso de obesidade;
  • Evitar o consumo excessivo de álcool;
  • Parar de fumar.

Além disso, em alguns casos, como aqueles em que o risco de desenvolvimento de câncer de mama é muito elevado, o uso de medicamentos, como tamoxifeno ou inibidores da aromatase (anastrozol, letrozol ou exemestano), e até mesmo a remoção preventiva da mama, por meio de cirurgia, podem ser indicados.

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quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Dormência nos pés: o que pode ser (e o que fazer)

A dormência nos pés pode indicar condições como compressão temporária de um nervo, deficiências nutricionais, neuropatia diabética ou hérnia de disco lombar, por exemplo.

Conforme a causa deste sintoma, a pessoa também pode apresentar perda da sensibilidade dor, fraqueza e feridas nos pés ou dedos que demoram para cicatrizar.

Leia também: Formigamento nos pés: 14 causas (e como tratar) tuasaude.com/formigamento-pernas-e-pes

Quando a dormência é persistente, piora gradativamente e/ou é acompanhada de feridas ou bolhas nos pés e dificuldade para andar, é recomendado consultar o clínico geral. Assim, o médico pode identificar a causa e recomendar o tratamento adequado.

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Principais causas

As principais causas de dormência nos pés são:

1. Compressão temporária de um nervo

Ficar muito tempo na mesma posição, cruzar as pernas ou usar calçados que apertam muito o pé, provoca a compressão temporária de um nervo e dormência nos pés.

Nesses casos, a sensação geralmente surge após uma posição específica e melhora em poucos minutos após a pressão ser retirada.

O que fazer: mudar de posição, evitar ficar muito tempo sobre a região afetada e tirar ou afrouxar calçados que estejam apertando o pé costumam ser suficientes para aliviar a dormência nos pés.

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2. Deficiências nutricionais

As deficiências nutricionais de vitamina B12, vitamina B1, folato, vitamina E, vitamina B6 e/ou cobre, podem causar dormência nos pés e mãos. Isso porque estes nutrientes são importantes para a manutenção do sistema nervoso periférico.

A deficiência destas vitaminas também pode causar a perda da sensibilidade a toques ou mudanças de temperatura, dor em queimação ou choque, sensação de agulhadas, fraqueza e dificuldades de equilíbrio.

O que fazer: é aconselhado consultar um médico para confirmar estas deficiências e as suas causas por meio de exames.

Quando a deficiência é confirmada, o médico pode recomendar a reposição de suplementos alimentares por via oral ou injetável, para controlar os sintomas e evitar a progressão das lesões nos nervos.

Leia também: Avitaminose: o que é, sintomas, tipos e tratamento tuasaude.com/avitaminose-falta-de-vitaminas

3. Neuropatia diabética

A diabetes pode causar danos aos nervos periféricos e pequenos vasos sanguíneos, provocando a neuropatia diabética, especialmente quando a glicose fica elevada durante períodos prolongados.

O que fazer: é importante controlar a diabetes e as metas de glicemia definidas pelo médico, e examinar os pés diariamente em busca de feridas, bolhas, vermelhidão ou outras alterações na pele.

O médico poderá indicar o uso de remédios como injeções de insulina ou antidiabéticos orais, anticonvulsivantes e analgésicos opioides, por exemplo, para controlar os níveis de açúcar no sangue e aliviar a dor.

4. Hérnia de disco lombar

A hérnia de disco lombar pode causar dormência nos pés, porque esta condição pode comprimir ou irritar as raízes nervosas que vão da medula espinhal até as pernas e os pés.

O que fazer: o tratamento indicado pelo médico pode ser feito com o uso de remédios como anti-inflamatórios, analgésicos ou relaxantes musculares.

Sessões de fisioterapia também são indicadas pelo médico, porque ajudam a aliviar os sintomas e a recuperar os movimentos.

Leia também: Hérnia de disco lombar: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/hernia-de-disco-lombar

Na presença de dormência na região genital ou ao redor do ânus, dificuldade para urinar, perda do controle da urina ou das fezes ou fraqueza nas duas pernas, deve-se procurar um atendimento de emergência. Isso porque pode indicar uma compressão grave dos nervos da região lombar, como a síndrome da cauda equina.

5. Síndrome do túnel do tarso

A síndrome do túnel do tarso acontece quando existe uma compressão do nervo tibial na região do tornozelo, podendo causar dormência nos pés, formigamento ou dor principalmente na planta do pé e nos dedos.

O que fazer: caso essa condição seja confirmada pelo médico, poderá ser indicado realizar repouso, reduzir temporariamente as atividades que causam os sintomas e usar palmilhas sob medida e órteses.

O tratamento também pode incluir sessões de  fisioterapia, uso de medicamentos analgésicos, anti-inflamatórios ou corticoides ou ainda a realização de uma cirurgia. Veja como é o tratamento da síndrome do túnel do tarso.

6. Consumo excessivo e prolongado de álcool

O consumo excessivo e prolongado de álcool causa a neuropatia periférica e dormência nos pés.

Isso porque os efeitos tóxicos do álcool e/ou as deficiências de vitamina B1, B6 e B12 provocadas por esta bebida, causam danos aos nervos.

O que fazer: é recomendado consultar um médico para investigar os danos nos nervos e as possíveis deficiências nutricionais.

Assim, pode ser recomendado pelo médico diminuir ou interromper o consumo de álcool. Além disso, o médico também poderá indicar o uso de suplementos alimentares para corrigir as possíveis deficiências de vitaminas.

Leia também: Bebidas alcoólicas: tipos, calorias (e possíveis riscos) tuasaude.com/beneficios-das-bebidas-alcoolicas

7. Remédios e tratamentos médicos

Alguns remédios podem causar neuropatia periférica como efeito colateral, principalmente medicamentos usados na quimioterapia, mas também pode surgir com alguns antibióticos e remédios para epilepsia.

Na neuropatia induzida por quimioterapia, por exemplo, a pessoa pode apresentar formigamento, queimação, redução da sensibilidade e dormência nos pés e mãos.

O que fazer: deve-se informar ao médico que prescreveu o remédio ou tratamento, caso a dormência surja durante ou após o início de um medicamento ou tratamento.

Assim, o médico avalia a possibilidade de ajuste na dosagem ou mudança do remédio, por exemplo. Não é recomendado interromper, diminuir ou trocar o medicamento ou tratamento por conta própria.

8. Doença arterial periférica

A doença arterial periférica é uma condição que estreita os vasos e diminui a circulação sanguínea nos membros inferiores, podendo causar sensação de \"agulhadas\" ou dormência nos pés e pernas, e fraqueza.

Outros sinais que também podem surgir são um pé mais frio que o outro, palidez ou pele com coloração azulada e feridas nos pés ou dedos que demoram para cicatrizar ou não cicatrizam.

O que fazer: é importante consultar um médico para verificar a circulação e identificar fatores de risco cardiovascular.

Caso a doença arterial periférica seja confirmada, o tratamento pode ser feito com mudanças no estilo de vida, como parar de fumar, manter uma alimentação saudável e praticar atividade física supervisionada.

O uso de remédios, como aspirina, estatinas e clopidogrel, e procedimentos para melhorar o fluxo de sangue, como a angioplastia, também podem ser recomendados pelo médico.

9. Problemas de tireoide

Problemas na tireoide, como hipotireoidismo e hipertireoidismo, podem danificar os nervos periféricos e prejudicar a transmissão de sinais sensoriais para as extremidades do corpo, causando dormência nos pés e nas pernas.

O que fazer: é recomendado consultar um clínico geral ou endocrinologista para que seja feita uma avaliação e indicado o tratamento adequado.

Se essas condições forem confirmadas, o tratamento prescrito pelo médico pode ser feito com o uso de remédios como levotiroxina, propiltiouracil ou metimazol, iodoterapia e mudanças nos hábitos alimentares, por exemplo.

Leia também: Hipertireoidismo: sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/hipertireoidismo

10. Síndrome de Guillain-Barré

A síndrome de Guillain-Barré é uma doença neurológica onde o sistema imunológico ataca os nervos periféricos, causando alterações de sensibilidade e dormência nos pés e mãos, e subindo pelas pernas em direção ao tronco e braços

Esta condição também pode provocar formigamento, sensação de \"agulhadas\", dor, fraqueza, dificuldade para engolir, falar ou respirar e alterações do ritmo cardíaco ou da pressão arterial.

O que fazer: é recomendado procurar um atendimento médico urgente quando o formigamento ou a dormência aparecem junto com fraqueza progressiva, dificuldade para respirar ou engolir.

O tratamento indicado pelo médico pode incluir a plasmaférese, injeção de imunoglobulina e sessões de fisioterapia.

Remédio para dormência nos pés

O remédio para dormência nos pés indicado pelo médico, varia conforme a causa deste sintoma, podendo incluir:

  • Anticonvulsivantes, como gabapentina e pregabalina;
  • Antidepressivos, como amitriptilina, nortriptilina e imipramina;
  • Antiagregantes plaquetários, como aspirina, cilostazol e clopidogrel;
  • Estatinas, para controle do colesterol;
  • Capsaicina, na forma de cremes.

Além disso, se a dormência nos pés for causada por diabetes, o médico poderá indicar o uso de insulina injetável ou remédios antidiabéticos orais.

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Hipotireoidismo: o que é, sintomas, causas, tipos e tratamento

Hipotireoidismo é a diminuição da produção de hormônios T3 e T4 pela tireoide, resultando em sintomas como cansaço, fraqueza e indisposição, pele seca e áspera, queda de cabelo ou aumento do peso.

A causa do hipotireoidismo pode ser autoimune, ou ocorrer por deficiência de iodo ou alterações na glândula hipófise no cérebro que produz o hormônio TSH, que estimula a tireoide a produzir T3 e T4.

O tratamento do hipotireoidismo é feito pelo endocrinologista e normalmente envolve o uso de remédios, como a levotiroxina, para repor os hormônios tireoidianos.

Veja com o Dr. Guilherme mais detalhes sobre o hipotireoidismo:

Cansaço, frio ou calor? Pode ser a TIREOIDE!

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Sintomas de hipotireoidismo

Os principais sintomas de hipotireoidismo são:

  • Dor de cabeça, nos músculos e articulações;
  • Menstruação irregular;
  • Unhas frágeis, quebradiça;
  • Pele áspera e seca;
  • Pálpebras inchadas;
  • Queda de cabelo, cabelos mais finos, secos e sem brilho;
  • Batimentos cardíacos mais lentos que o normal;
  • Aumento de peso sem causa aparente.

A pessoa também pode apresentar cansaço excessivo, dificuldade de concentração ou memória fraca e diminuição da libido.

Em alguns casos, a pessoa pode apresentar mudanças de personalidade, depressão e demência. No entanto, esses sintomas acontecem em pessoas com níveis muito baixos de T3 e T4.

No caso das crianças, o hipotireoidismo também pode interferir no desenvolvimento, de forma que na adolescência pode ter a puberdade atrasada e baixa estatura, por exemplo.

Leia também: 13 principais sintomas de hipotireoidismo (e o que fazer) tuasaude.com/hipotireoidismo-sintomas

Como saber se é hipotireoidismo

Para saber se é hipotireoidismo, o endocrinologista avalia os sintomas apresentados pela pessoa e o histórico de saúde e familiar de hipotireoidismo, além de fazer o exame físico palpando a tireoide.

Além disso, para confirmar o diagnóstico do hipotireoidismo, o médico deve solicitar exames de sangue e eventualmente de imagem.

Marque uma consulta com o endocrinologista mais próximo para avaliar a possibilidade de hipotireoidismo:

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Exames para hipotireoidismo

Os principais exames para diagnosticar o hipotireoidismo são:

  • Hormônios da tireoide, como T3 e T4, que normalmente estão diminuídos;
  • Dosagem de TSH, que normalmente está aumentado;
  • Ultrassonografia da tireoide, quando são notados nódulos durante a palpação da tireoide.

Além disso, o médico pode indicar a realização de pesquisa de anticorpos antitireoidianos, como os anti-tireoperoxidase (anti-TPO), e anti-tireoglobulina. Veja todos os exames que avaliam a tireoide.

Tipos de hipotireoidismo

Os principais tipos de hipotireoidismo são:

1. Hipotireoidismo primário

O hipotireoidismo primário acontece quando a própria glândula tireoide não é capaz de produzir quantidades adequadas dos hormônios T3 e T4.

Geralmente esse tipo de hipotireoidismo está relacionado à Tireoidite de Hashimoto, que é uma condição autoimune da tireoide.

2. Hipotireoidismo secundário

O hipotireoidismo secundário acontece quando a glândula tireoide funciona normalmente, mas a glândula hipófise não produz o hormônio TSH em quantidades suficientes.

Leia também: TSH baixo: sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/tsh-baixo

O hormônio TRH (hormônio liberador de tireotrofina) estimula a glândula pituitária a produzir o TSH (hormônio tireoestimulante), que estimula a glândula tireoide a produzir os hormônios tireoidianos, T3 e T4.

3. Hipotireoidismo terciário

O hipotireoidismo terciário ocorre devido a uma deficiência na produção do hormônio TRH pela hipotálamo, o que afeta a produção de TSH pela glândula hipófise.

Como nem sempre é possível distinguir o hipotireoidismo secundário do terciário, é preferível utilizar o termo hipotireoidismo central para denominar o hipotireoidismo secundário a alterações da hipófise e hipotálamo.

4. Hipotireoidismo subclínico

O hipotireoidismo subclínico é caracterizado por níveis normais de T4 e TSH aumentado, sendo que normalmente a pessoa apresenta poucos ou nenhum sintoma do hipotireoidismo.

Mesmo quando não há sintomas envolvidos, o médico pode indicar o uso de medicamentos porque estes podem ajudar a diminuir o risco de problemas cardiovasculares, o que pode ser importante para pessoas que tenham colesterol alto e problemas cardíacos.

5. Hipotireoidismo congênito

O hipotireoidismo congênito acontece quando a glândula tireoide não consegue produzir quantidades adequadas de hormônios tireoidianos, como T3 e T4, estando presente desde o nascimento.

Caso esse tipo de hipotireoidismo não seja detectado logo na primeira semana após o nascimento, a criança pode ter alterações neurológicas, havendo risco de desenvolver retardo mental. Veja mais sobre o hipotireoidismo congênito.

6. Hipotireoidismo na gravidez

O hipotireoidismo na gravidez geralmente é causado por alterações autoimunes, chamada tireoidite de Hashimoto, em que o próprio sistema imune produz anticorpos que atacam e destroem as células da tireoide como se fossem estranhas ao corpo.

Esse tipo de hipotireoidismo deve ser tratado de forma a evitar problemas para a mulher o o bebê.

Leia também: Tireoidite de Hashimoto: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/tiroidite-de-hashimoto

O hipotireoidismo pode também acontecer no pós-parto, alguns meses após o nascimento do bebê, de forma transitória e que também necessita de cuidados com o tratamento.

Possíveis causas

As principais causas de hipotireoidismo são:

  • Deficiência de iodo;
  • Tireoidite de Hashimoto;
  • Terapia com iodo radioativo na tireoide;
  • Radioterapia na área da cabeça ou do pescoço, ou no cérebro;
  • Cirurgia da tireoide;
  • Tumor na hipófise ou hipotálamo.

Além disso, o uso de medicamentos, como lítio, amiodarona, talidomida, fenitoína, fenobarbital, carbamazepina, interferon ou imatinibe, por exemplo, pode aumentar o risco de hipotireoidismo.

É importante que o endocrinologista seja consultado para que seja identificada a causa do hipotireoidismo e iniciado o tratamento.

Como é feito o tratamento

O tratamento para hipotireoidismo deve ser feito pelo endocrinologista, que pode indicar:

1. Medicamentos

O uso de medicamentos, como a levotiroxina, é indicado pelo endocrinologista para repor os hormônios que normalmente são produzidos pela glândula tireoide, permitindo, assim, manter seus níveis no sangue em valores normais.

A dose do medicamento deve ser prescrita pelo endocrinologista e pode variar ao longo do tratamento de acordo com os níveis dos hormônios no sangue..

Leia também: 6 remédios para tratar as doenças da tireoide (e como usar) tuasaude.com/remedios-para-tireoide

2. Mudança nos hábitos alimentares

As mudanças nos hábitos alimentares normalmente envolvem o consumo de alimentos ricos em fibras, antioxidantes e gorduras saudáveis, como castanha do Pará, laranja e ovos, por exemplo. Confira mais detalhes da alimentação para hipotireoidismo.

Sinais de melhora ou piora

Os sinais de melhora no hipotireoidismo surgem mais ou menos 2 semanas após o início do tratamento, podendo ser observada diminuição do cansaço e melhora do humor.

Além disso, a longo prazo o tratamento do hipotireoidismo também ajuda a controlar o peso e a reduzir os níveis de colesterol no sangue.

Quando a dose da levotiroxina não é suficiente, pode não ocorrer melhora dos sintomas do hipotireoidismo. Em caso de dose excessiva, pode haver sintomas como insônia, nervosismo, palpitações e tremores.

Possíveis complicações

Quando o hipotireoidismo é grave e não é tratado corretamente, pode causar mixedema caracterizado por retenção de líquidos encefalopatia, diminuição da temperatura corporal, convulsões, hiponatremia, hipoglicemia, arritmias, choque cardiogênico ou insuficiência respiratória.

O tratamento do mixedema é feito no hospital com internamento, pois é uma emergência médica que pode colocar a vida em risco. Veja como é feito o tratamento do mixedema.



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terça-feira, 15 de setembro de 2026

Vacinas da meningite: tipos e quando tomar

As vacinas ajudam a prevenir a meningite meningocócica causada por Neisseria meningitidis dos sorogrupos A, B, C, W-135 e Y, meningite pneumocócica causada por Streptococcus pneumoniae e meningite causada por Haemophilus influenzae tipo b.

Algumas destas vacinas já estão incluídas no plano nacional de vacinação, como é o caso da vacina pentavalente, Pneumo10 e a MeningoC. Veja as vacinas incluídas no calendário nacional de vacinação.

É importante sempre consultar o pediatra que pode orientar o tipo de vacina e as fases da vacinação contra a meningite para crianças de acordo com a idade.

Imagem ilustrativa número 1

Principais vacinas contra a meningite

As principais vacinas que protegem da meningite são:

1. Vacina meningocócica C

A vacina meningocócica C, chamada vacina MenC, é indicada para crianças a partir de 3 meses, adolescentes e adultos para a prevenção da meningite causada por Neisseria meningitidis do sorogrupo C.

Quando tomar:

  • Crianças a partir de 3 meses: são recomendadas duas doses, sendo a primeira aplicada aos 3 meses de idade e a segunda aos 5 meses. O reforço deve ser feito aos 12 meses e entre os 11 a 14 anos de idade, com a vacina ACWY;
  • Crianças vacinadas contra meningite antes dos 10 anos: 1 dose de reforço com a vacina ACWY aos 11 anos ou cinco anos após a última dose;
  • Adultos entre 20 e 59 anos de idade: apenas uma dose é recomendada e a sua indicação depende da situação epidemiológica.

Essa vacina geralmente é fornecida de forma gratuita no Programa Nacional de Imunizações (PNI) pelas unidades básicas de saúde até os 5 anos de idade.

Leia também: Meningite infantil: sintomas, causas, tratamento e prevenção tuasaude.com/meningite-infantil

2. Vacina meningocócica ACWY

A vacina meningocócica ACWY geralmente é indicada para crianças a partir de 6 semanas. No entanto, a idade de início da vacinação e o esquema de aplicação podem variar conforme o fabricante.

Esta vacina fornece maior proteção, sendo efetiva contra Neisseria meningitidis dos sorogrupos A, C, W-135 e Y. Assim, a meningocócica ACWY normalmente é preferida, inclusive para substituir os reforços da vacina meningocócica C.

Quando tomar:

  • Crianças a partir de 6 semanas: onde a vacina MenQuadfi é a recomendada pela Anvisa, que deve ser tomada em 2 ou 3 doses, com intervalo de pelo menos 2 meses entre elas, e uma dose de reforço durante o 2º ano de vida;
  • Crianças a partir de 3 meses: as recomendações variam conforme o fabricante da vacina, devendo-se ter um intervalo mínimo de 2 meses entre as doses. De acordo com a Sociedade Brasileira de Imunizações, a recomendação é de 1 dose aos 3 meses e a 2ª dose aos 5 meses, com 1 dose de reforço entre os 12 e 15 meses, entre os 5 e 6 anos e entre os 11 a 14 anos;
  • Adolescentes de 10 a 19 anos: caso nunca tenham recebido a vacina, podem receber 2 doses com um intervalo de 5 anos entre elas. Para crianças que receberam a vacina na infância, é recomendado uma dose de reforço aos 11 anos ou cinco anos após a última dose;

A vacina meningocócica ACWY está disponível gratuitamente pelo SUS, como dose de reforço para bebês com 12 meses, após as 2 doses iniciais da vacina MenC, ou crianças até 4 anos, 11 meses e 29 dias que não receberam a ACWY de reforço.

Adolescentes entre 11 e 14 anos podem receber a vacina ACWY pelo SUS, como dose única ou reforço.

3. Vacina meningocócica B

A vacina meningocócica B é indicada para auxiliar na proteção de crianças com idade superior a 2 meses e adultos até os 59 anos de idade, contra doenças causadas pela bactéria Neisseria meningitidis do grupo B.

Quando tomar:

  • Bebês a partir de 2 meses de idade são recomendadas 2 doses da vacina, sendo a primeira aos 3 meses e segunda aos 5 meses, além de uma dose de reforço entre 12 e 15 meses;
  • Crianças entre 10 e 19 anos: 2 doses, com intervalo mínimo de 1 mês no caso da vacina Bexsero, ou 6 meses no caso da vacina Trumenba;
  • Adultos de 20 a 59 anos: a indicação dessa vacina depende da situação epidemiológica. Normalmente, são recomendadas 2 doses com intervalo mínimo de 1 mês para a vacina Bexsero ou 6 meses para a vacina Trumenba.

Não existem recomendações para administração desta vacina em adultos com 60 anos ou mais.

Leia também: Vacina meningite B: para que serve, quando é indicada, doses (e reações) tuasaude.com/vacina-meningite-b

4. Vacina pneumocócica conjugada 10-valente

A vacina pneumocócica conjugada 10-valente geralmente é indicada para crianças até 5 anos de idade.

Quando tomar:

  • Crianças até 5 anos de idade: geralmente são recomendadas duas doses da vacina, uma aos 2 meses e outra aos 5 meses, seguidas de um reforço aos 12 meses de idade.

Essa vacina ajuda na prevenção de infecções causadas pela bactéria S. pneumoniae de 10 sorotipos diferentes e é aquela que normalmente se encontra disponível de forma gratuita nas unidades básicas de saúde.

5. Vacina pneumocócica conjugada 13-valente

Esta vacina também é indicada para crianças até 5 anos de idade na prevenção de infecções causadas pela bactéria S. pneumoniae.

No entanto, confere maior proteção que a vacina pneumocócica conjugada 10-valente, porque inclui a proteção contra 3 sorotipos adicionais.

Quando tomar:

  • Crianças até 5 anos de idade geralmente são recomendadas 3 doses no primeiro ano de vida, e uma dose de reforço entre 12 e 15 meses.

Embora, esta vacina geralmente seja preferida em relação à vacina pneumocócica conjugada 10-valente, encontra-se disponível apenas em clínicas privadas de vacinação.

6. Vacina conjugada contra Haemophilus influenzae b

Esta vacina é indicada para crianças entre 2 meses e 5 anos de idade na prevenção de infecções causadas pela bactéria Haemophilus influenzae tipo b, como meningite, epiglotite ou pneumonia, por exemplo.

Quando tomar:

  • Crianças a partir de 2 meses de idade geralmente são indicadas 3 doses, que são aplicadas aos 2, 4 e 6 meses. Além disso, pode ser indicado um reforço entre 12 e 18 meses de idade.

Atualmente, a proteção contra Haemophilus influenzae do tipo b é fornecida por meio da vacina pentavalente no PNI, sendo encontrada nas unidades básicas de saúde no Brasil e fornecida gratuitamente.

Quando não tomar a vacina da meningite

As vacinas da meningite estão contraindicadas quando existem sintomas de febre ou sinais de inflamação ou para pacientes com alergia a algum dos componentes da fórmula.

Além disso, as vacinas da meningite não devem ser usadas por mulheres grávidas ou amamentando.



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segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Dor ao respirar: 9 causas (e o que fazer)

A dor ao respirar pode acontecer devido ao excesso de gases, crise de ansiedade, lesão muscular, gripe ou resfriado ou costocondrite. No entanto, é possível também que seja causada por situações mais graves como pleurisia, pneumotórax, doenças pulmonares ou pericardite.

Em alguns casos, a dor ao respirar pode ser acompanhada por outros sintomas, como dor no peito, falta de ar, dificuldade para respirar, tonturas e/ ou suor frio.

Leia também: Dificuldade para respirar: o que pode ser (e o que fazer) tuasaude.com/dificuldade-para-respirar

Assim, quando a dor ao respirar dura mais de 24 horas e está acompanhada por outros sintomas, é importante consultar o pneumologista ou clínico geral para identificar a causa correta e iniciar o tratamento mais adequado.

Imagem ilustrativa número 7

Algumas causas mais comuns da dor ao respirar são:

1. Gases

O excesso de gases é uma das principais causas de dor ao respirar, já que os gases acumulados são capazes de fazer pressão sobre os órgãos abdominais, provocando dor que irradia para o peito e que pode ser sentida ao respirar.

O que fazer: é importante adotar estratégias que ajudem a eliminar os gases, como fazer uma massagem na região abdominal, pressionar o abdômen ou tomar chás com propriedades digestivas, por exemplo. Veja mais dicas do que fazer para eliminar o excesso de gases.

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2. Crises de ansiedade

As crises de ansiedade são caracterizadas por sintomas como batimentos cardíacos acelerados, respiração mais rápida que o normal, sensação de calor, suores e dor no peito que pode agravar ao respirar.

O que fazer: nesse caso, é importante tentar pensar em algo diferente daquilo que possa ter provocado a crise de ansiedade, realizar alguma atividade que se goste e fazer exercícios respiratórios de forma a controlar a respiração, inspirando lentamente pelo nariz e expirando pela boca até que a crise comece a diminuir.

Leia também: Crise de ansiedade: sintomas, causas e o que fazer tuasaude.com/crise-de-ansiedade

3. Lesão muscular

A dor ao respirar é frequente em situações de lesões musculares, como a distensão muscular e, pode ser devido excesso de esforços, por exemplo, na academia ou enquanto se pratica esporte, ao pegar em objetos muito pesadas ou, até, em situações mais simples como tossir, devido à má postura ou durante um momento de estresse.

Geralmente a dor surge mais localizada na região do peito, sob as costelas ou nas costas.

O que fazer: é recomendado descansar e evitar esforços, especialmente carregar pesos, mesmo que nas tarefas diárias, para permitir a recuperação da lesão.

Aplicar uma compressa gelada no local também pode ajudar a reduzir o desconforto. Porém, quando a dor é muito forte, é aconselhado consultar um clínico geral, para iniciar um tratamento mais adequado. Saiba mais sobre como é feito o tratamento da distensão muscular.

No caso de a dor ter surgido como consequência do treino, deve-se consultar um treinador para receber orientações importantes sobre prevenção de lesões, para evitar que a dor volte a surgir.

4. Costocondrite

A costocondrite pode ser uma causa da dor ao respirar e é caracterizada pela inflamação das cartilagens que ligam o osso do esterno às costelas superiores. Além da dor ao respirar, a dor no peito, falta de ar e dor no esterno são sintomas comuns da costocondrite.

O que fazer: em alguns casos a dor desaparece sem ser necessário um tratamento médico, devendo-se evitar fazer esforços e repousar sempre que possível, uma vez que a dor se agrava com os movimentos. No entanto, se a dor for muito intensa é importante ir no clínico geral para confirmar a causa e iniciar o melhor tratamento.

Leia também: Costocondrite: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/costocondrite

5. Gripe e resfriado

A gripe e o resfriado podem provocar dor ao respirar devido, por exemplo, ao acúmulo de secreções no trato respiratório e, podem apresentar sintomas como tosse, coriza, dor no corpo, cansaço e, em alguns casos, febre.

O que fazer: os sintomas normalmente diminuem com o repouso e a ingestão de líquidos porque ajudam a manter úmido o trato respiratório e a limpar as secreções. Além disso, é importante adotar alguns cuidados, como por exemplo, com a alimentação, que ajudem a fortalecer o sistema imunológico.

6. Doenças nos pulmões

É comum que as doenças pulmonares como, a asma, a pneumonia, a embolia pulmonar ou o câncer de pulmão tenham associada a dor ao respirar, principalmente localizada nas costas, uma vez que grande parte dos pulmões se encontram na região das costas.

A asma é uma doença com sintomas como falta de ar e tosse, além da dor ao respirar. Embora a dor ao respirar possa ser um sintoma de situações simples como a gripe ou o resfriado, pode em casos mais graves significar, por exemplo, uma pneumonia que, além da dor ao respirar, pode apresentar outros sintomas como tosse, coriza, febre e secreções que podem conter sangue.

Por outro lado, a dor ao respirar também pode acontecer numa situação de embolia pulmonar, que é uma situação de emergência e que acontece onde um vaso do pulmão fica obstruído devido a um coágulo. Nestes casos, a dor tende a piorar muito rapidamente, provocar tosse com sangue e causar dificuldade para respirar. Em caso de suspeita de embolia é importante ir imediatamente ao hospital.

Leia também: Embolia pulmonar: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/sintomas-da-embolia-pulmonar

O que fazer: o tratamento depende da doença pulmonar e, por isso, deve ser prescrito pelo pneumologista após identificar a causa correta através de exames como raio X do tórax ou tomografia computadorizada. Em casos graves, em que existe falta de ar muito intensa ou quando existe suspeita de pneumonia ou embolia pulmonar é importante ir rapidamente ao hospital.

7. Pneumotórax

O pneumotórax se caracteriza pela presença de ar no espaço pleural, que se localiza entre a parede do tórax e o pulmão, o que causa aumento da pressão sobre o pulmão, provocando sintomas como elevada dificuldade para respirar, tosse e dor no peito, além de dor ao respirar.

Este tipo de problema é mais comum após sofrer alguma lesão no peito, como pode acontecer após quedas ou perfurações, mas também pode surgir como sequela de pneumonia ou asma, por exemplo.

O que fazer: caso exista suspeita de pneumotórax é importante ir no hospital para fazer exames e confirmar o diagnóstico, iniciando o tratamento mais adequado, que tem como objetivo principal retirar o excesso de ar, aliviando a pressão do pulmão, através de uma aspiração do ar com uma agulha. Veja mais sobre o que é o pneumotórax e o seu tratamento.

8. Pleurisia

A dor ao respirar é muito comum em situações de pleurisia, que é caracterizada pela inflamação da pleura, a membrana que envolve os pulmões e o interior do tórax. É frequente que a dor seja mais intensa ao inspirar porque o pulmão se enche de ar e a pleura toca nos órgãos em volta, provocando uma maior sensação de dor.

Além da dor ao respirar, podem também surgir outros sintomas como dificuldade para respirar, tosse e dor no peito e costelas.

O que fazer: é importante ir ao hospital para que o médico possa avaliar os sintomas e prescrever os remédios mais adequados ao tratamento, como os anti-inflamatórios. Entenda melhor o que é a pleurisia, seus sintomas e tratamento.

9. Pericardite

A dor ao respirar pode ainda estar associada a uma pericardite, caracterizada pela inflamação da membrana que reveste o coração e o pericárdio, causando uma dor intensa na região do peito, principalmente ao tentar respirar fundo. A pericardite geralmente surge como sequela de outras doenças, como lúpus, de infecções ou acidentes de trânsito.

O que fazer: o tratamento deve ser indicado pelo cardiologista tendo por base os sintomas e a situação clínica de cada pessoa. No entanto, é importante que a pessoa mantenha o repouso. Entenda mais sobre o tratamento para a pericardite.



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sexta-feira, 11 de setembro de 2026

O que fazer quando a pressão está baixa

Quando a pessoa tem uma crise de pressão baixa, é recomendado deitá-la em local fresco e arejado com as pernas elevadas até que a pressão volte ao normal e os sintomas da pressão baixa passem.

A pressão baixa, também chamada de hipotensão, geralmente não é um problema, especialmente quando a pessoa sempre teve pressão baixa. No entanto, caso a pressão baixe muito rapidamente pode causar sintomas como fraqueza, cansaço, tonturas ou desmaio.

Leia também: Pressão baixa: sintomas, como saber, causas e o que fazer tuasaude.com/pressao-baixa

Embora nem sempre seja preocupante, especialmente se as crises de pressão baixa forem frequentes, é recomendado consultar um cardiologista ou clínico geral para verificar se existe algum problema de saúde que necessite de tratamento.

Assista ao vídeo a seguir e conheça melhor o que fazer quando a pressão está baixa:

Pressão Baixa: Sintomas e o Que Fazer na Hora

07:31 | 6.241 visualizações

O que fazer em caso de pressão baixa

Para uma pessoa que tem pressão normal ou alta, mas que sofreu uma crise de pressão baixa deve-se:

  1. Deitar a pessoa, de preferência num local fresco e arejado;
  2. Afrouxar as roupas, especialmente em volta do pescoço;
  3. Levantar as pernas acima do nível do coração, mais ou menos a 45º do chão;
  4. Oferecer líquidos como água, café ou suco de fruta, quando a pessoa está recuperada, para ajudar a estabilizar a pressão.

Levantar as pernas permite que o sangue flua em direção ao coração e ao cérebro mais facilmente, aumentando a pressão. A pessoa deve permanecer nesta posição por alguns minutos até que os sintomas de pressão baixa diminuam.

Leia também: Primeiros socorros: o que são, para que servem, kit (e principais técnicas) tuasaude.com/primeiros-socorros

Calculadora online de pressão arterial

Se acha que pode estar com pressão arterial baixa, por favor insira os dados na nossa calculadora a seguir:

{CALCULADORA_PRESSAO_ARTERIAL}

A calculadora é apenas uma ferramenta de orientação, não servindo como diagnóstico e nem substituindo a consulta com o cardiologista.

Quando ir ao médico

Em pessoas saudáveis que sempre tiveram uma pressão arterial baixa, mas não apresentam sintomas, o valor de pressão normalmente não é preocupante. 

No entanto, caso as crises sejam frequentes, é recomendado consultar um cardiologista para avaliação.

Caso deseje marcar uma consulta, encontre um cardiologista mais próximo de você utilizando a ferramenta abaixo:

[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO]

Além disso, se os sintomas da pressão baixa demorem a passar ou exista suspeita de algum problema de saúde, é recomendado procurar uma emergência.

A pressão baixa pode ser causada pelo efeito colateral de medicamentos, desidratação, reação alérgica ou doenças cardíacas, por exemplo.

Leia também: 8 principais causas da pressão baixa tuasaude.com/o-que-pode-causar-pressao-baixa

Como evitar crises de pressão baixa

Para evitar crises de pressão baixa deve-se ter alguns cuidados como:

  • Tomar os remédios para pressão alta corretamente, de acordo com as orientações do médico e nunca em doses superiores à indicada;
  • Evitar locais muito quentes e fechados, sendo aconselhado usar roupas leves e fáceis de tirar;
  • Beber 1 a 2 litros de água por dia, a menos que o médico tenha dado outra orientação em relação à quantidade;
  • Fazer refeições pouco volumosas a cada 2 ou 3 horas e não sair de casa sem tomar o café da manhã;
  • Evitar fazer exercício físico de estômago vazio, ingerindo pelo menos um copo de suco antes de treinar;
  • Praticar atividade física regular para fortalecer os músculos dos braços e das pernas, pois ajuda o sangue a chegar mais facilmente ao coração e ao cérebro.

Normalmente, a pressão baixa é benigna e não traz graves consequências, mas a pessoa corre o risco de desmaiar e com a queda fraturar algum osso ou bater a cabeça, por exemplo, o que pode ser potencialmente grave.

Por isso, caso se note alguma frequência nas quedas da pressão ou caso surjam outros sintomas como palpitações cardíacas recorrentes, aconselha-se uma consulta médica.



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quinta-feira, 10 de setembro de 2026

11 tipos de transtornos mentais (e como tratar)

Os transtornos mentais são definidos como uma alteração significativa na cognição, regulação emocional e/ou comportamental, e que podem causar sofrimento, incapacidade e afetar atividades sociais e profissionais.

Existem diversos tipos de transtornos mentais, onde os mais comuns incluem o transtorno de ansiedade generalizada, o transtorno bipolar, a fobia social e o transtorno obsessivo-compulsivo, por exemplo.

Na presença de sinais e sintomas sugestivos de transtorno mental, é recomendado consultar o psiquiatra. Assim, o médico poderá fazer o diagnóstico e indicar o tratamento adequado, que pode ser feito por meio de psicoterapia e uso de remédios.

Imagem ilustrativa número 1

Os principais tipos de transtornos mentais são:

1. Transtorno de ansiedade generalizada

transtorno de ansiedade generalizada é um transtorno mental caracterizado por preocupação excessiva e incontroláveis no dia a dia.

Este tipo de transtorno pode causar sintomas psicológicos e físicos, como inquietação, fadiga, dificuldade de concentração, irritabilidade, tensão muscular e perturbação do sono, por exemplo.

Como tratar: em casos de confirmação dessa condição, o psiquiatra pode recomendar a realização de sessões de psicoterapia.

Em alguns casos, o médico também pode indicar o uso de remédios que aliviam os sintomas, como antidepressivos e ansiolíticos. Também é orientada a realização de atividade física e atividades que promovam o relaxamento, como meditação, mindfulness, dança ou yoga.

[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO_SINTOMAS]

2. Transtorno bipolar

O transtorno bipolar é um transtorno mental grave que provoca oscilações de humor, variando entre depressão, que consiste em tristeza e desânimo, mania, em que há euforia extrema, ou hipomania, que é uma versão mais leve da mania. Entenda o que é o transtorno bipolar.

Este transtorno, pode afetar homens e mulheres, e pode começar no final da adolescência ou no início da idade adulta, precisando de tratamento para toda a vida.

Como tratar: o tratamento costuma ser feito com o uso de medicamentos recomendados pelo médico, como estabilizadores do humor, antipsicóticos, antidepressivos e/ou ansiolíticos.

Sessões de psicoterapia também são muito importantes para complementar o tratamento da bipolaridade e podem ser feitas individualmente, em família ou em grupos.

Leia também: Psicoterapia: o que é, para que serve, tipos e como é feita tuasaude.com/o-que-e-psicoterapia

3. Fobia social

A fobia social é um transtorno mental onde a pessoa apresenta ansiedade e medo excessivo diante de situações sociais, como reunião com pessoas desconhecidas, ter uma entrevista de trabalho ou dar uma palestra, por exemplo.

Essa condição pode causar sintomas como suor excessivo, palpitações, tremores, sensação de falta de ar, tonturas e náuseas.

Como tratar: em casos de fobia social, podem ser indicadas sessões de psicoterapia, para ensinar a pessoa a controlar os sintomas da ansiedade, superar os seus medos e a praticar as suas habilidades sociais em grupo.

Quando somente a terapia não é suficiente, o psicólogo pode encaminhar a pessoa para um psiquiatra, que poderá prescrever remédios ansiolíticos ou antidepressivos.

4. Transtorno obsessivo-compulsivo

O transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) é um transtorno mental caracterizado pela presença de obsessões, com pensamentos, impulsos ou imagens recorrentes e persistentes, intrusivos e indesejados.

A pessoa com esse transtorno também pode apresentar compulsões, incluindo comportamentos repetitivos ou atos mentais onde a pessoa se sente obrigada a executar em resposta a uma obsessão ou conforme regras rígidas.

Como tratar: se essa condição for confirmada, o tratamento indicado pelo psiquiatra poderá ser feito com o uso de remédios antidepressivos ou antidepressivos, como clomipramina, fluoxetina ou sertralina.

É recomendado também fazer terapia cognitivo-comportamental, que é realizada pelo psicólogo e onde a pessoa é direcionada a entender melhor porque os pensamentos obsessivos surgem e o resultado racional de não realizar as compulsões.

Leia também: 6 tratamentos para transtorno obsessivo-compulsivo tuasaude.com/tratamentos-para-transtorno-obsessivo-compulsivo

5. Transtorno do estresse pós traumático

O estresse pós-traumático é um transtorno mental caracterizado pelo desenvolvimento de sintomas específicos, como intrusão, evitação persistente de estímulos, alterações negativas na cognição e no humor, e alterações na excitação e reatividade.

Esta condição pode ser causada por eventos traumáticos, como ter participado de uma guerra, um assalto ou ter sofrido violência sexual, por exemplo. Confira todas as causas do estresse pós-traumático.

Como tratar: o tratamento é feito com sessões de psicoterapia, onde o psicólogo procura ajudar a pessoa a perceber quais os eventos que estão provocando os medos involuntários e como podem liberar as memórias traumáticas desses eventos.

No entanto, em alguns casos, pode também ser necessário recorrer ao psiquiatra para que seja indicado o uso de medicamentos, como antidepressivos ou ansiolíticos para aliviar os sintomas.

6. Transtorno do espectro autista

O transtorno do espectro autista (TEA) engloba o autismo infantil precoce, a síndrome de Asperger e o transtorno global do desenvolvimento sem outra especificação.

A pessoa com este transtorno mental pode apresentar dificuldades na comunicação e interação social e/ou o comportamento e atividades restritas e repetitivas.

Os sintomas transtorno do espectro autista podem incluir uso repetitivo de objetos, fala repetitiva, adesão excessiva a rotinas, interesses limitados e hiper ou hiporreatividade a estímulos sensoriais.

Como tratar: o tratamento deve ser feito por uma equipe multidisciplinar, incluindo pediatra, psicólogo, psiquiatra, fonoaudiólogo e terapeuta ocupacional.

Assim, a terapia ocupacional, sessões de fonoaudiologia e uso de medicamentos que ajudam a aliviar alguns sintomas, podem ser recomendados.

7. Transtorno de deficit de atenção e hiperatividade

O transtorno de deficit de atenção e hiperatividade, ou TDAH, é caracterizado por sintomas de desatenção e/ou hiperatividade, como distração com frequência, e dificuldade em manter o foco e completar tarefas no tempo determinado, por exemplo.

Como tratar: em casos de confirmação deste transtorno mental, o médico pode prescrever medicamentos, como metilfenidato e lisdexanfetamina, que ajudam a controlar os sintomas de desatenção e hiperatividade.

Sessões de psicoterapia também são recomendadas para ajudar a pessoa a desenvolver estratégias para lidar com as dificuldades.

Leia também: TDAH: o que é, 12 sintomas, teste online e tratamento tuasaude.com/sintomas-de-hiperatividade

8. Depressão

A depressão é um transtorno mental caracterizado por tristeza persistente e falta de interesse em realizar atividades que antes eram consideradas divertidas.

Na depressão, a tristeza é muito forte e dura por muito tempo, afetando toda a vida da pessoa e podendo impedir a realização de tarefas básicas como dormir ou comer e, em alguns casos, levar a pessoa a ter vontade de morrer.

Como tratar: para tratar a depressão, o psiquiatra poderá indicar a realização de psicoterapia e o uso de medicamentos antidepressivos, como sertralina, amitriptilina e venlafaxina, por exemplo.

9. Esquizofrenia

A esquizofrenia é um transtorno mental caracterizado por alterações no pensamento, emoções e comportamento, que pode ser causado por fatores genéticos, ambientais e alteração em neurotransmissores.

Os possíveis sintomas de esquizofrenia são: alucinações, delírios, fala desordenada e alteração no comportamento.

Como tratar: é necessário o acompanhamento psiquiátrico, que indicará o uso de medicamentos antipsicóticos, como risperidona, quetiapina, clozapina e olanzapina, por exemplo.

Leia também: Esquizofrenia: o que é, sintomas, causas, tipos e tratamento tuasaude.com/esquizofrenia

10. Transtornos alimentares

Os transtornos alimentares são alterações graves do comportamento alimentar, onde a pessoa pode apresentar sintomas como ficar várias horas sem comer, usar laxantes frequentemente, comer de maneira excessiva e/ou provocar vômito, por exemplo.

Esse transtorno mental pode ser causado por fatores socioculturais ou individuais, como mudanças nos padrões de beleza, conflitos familiares e experiências traumáticas, por exemplo.

Como tratar: o tratamento destas condições devem ser feitos por uma equipe multidisciplinar, incluindo psiquiatra, psicólogo e nutricionista.

Assim, o médico poderá indicar sessões de psicoterapia, uso de remédios antidepressivos e ansiolíticos, e o acompanhamento nutricional para orientar uma alimentação saudável e indicar o uso de suplementos alimentares em casos de deficiências nutricionais.

11. Síndrome de borderline

A síndrome de borderline é um transtorno mental caracterizado por mudanças rápidas de humor, medo de abandono, relacionamentos instáveis e comportamentos impulsivos.

Embora não tenha uma causa específica, a síndrome de borderline parece ter uma predisposição genética. Além disso, essa condição é mais frequente em pessoas com histórico de maus tratos na infância e abuso de álcool pelos pais, por exemplo.

Como tratar: se essa condição for confirmada, o médico pode indicar a realização de sessões de psicoterapia, terapia de mentalização e psicoeducação.

Em alguns casos, o médico pode prescrever o uso de remédios, como antidepressivos, antipsicóticos e estabilizadores do humor.



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