segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Como evitar os cabelos brancos

Cabelos brancos surgem quando os folículos capilares deixam de produzir melanina, o pigmento responsável pela cor dos fios. Esse processo acontece principalmente com o envelhecimento e é influenciado pela genética, além de fatores como tabagismo, estresse e deficiências nutricionais.

Por isso, não existe uma forma de evitar completamente os cabelos brancos. No entanto, não fumar, corrigir deficiências nutricionais e controlar o estresse podem ajudar a reduzir alguns fatores associados ao aparecimento dos fios brancos.

Quando os cabelos brancos surgem muito cedo ou de forma repentina, é importante consultar o dermatologista para avaliar possíveis causas e indicar os exames e tratamentos necessários.

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Algumas dicas que podem ajudar a evitar os cabelos brancos, incluem:

1. Evitar fumar

O tabagismo está associado a um maior risco de surgimento precoce de cabelos brancos. Isso pode acontecer porque as substâncias do cigarro aumentam o estresse oxidativo, que pode danificar as células responsáveis pela produção de melanina. Entenda melhor o que é estresse oxidativo.

Por isso, evitar o cigarro pode ajudar a reduzir um dos fatores relacionados ao aparecimento precoce dos fios brancos. No entanto, parar de fumar não garante que os fios que já perderam a pigmentação voltem a ter a cor natural.

2. Controlar o estresse

O estresse pode contribuir para o embranquecimento dos cabelos ao afetar o funcionamento dos melanócitos, células que produzem a melanina e mantêm a pigmentação dos fios.

Em situações de estresse intenso ou prolongado, esse processo pode ser prejudicado, favorecendo o surgimento de cabelos brancos. Conheça os sintomas de estresse.

Então, controlar o estresse com atividade física, técnicas de respiração ou relaxamento e manter uma rotina que favoreça o bem-estar, como ter boas noites de sono, momentos de lazer e uma alimentação equilibrada, pode ajudar a reduzir esse fator.

3. Proteger o cabelo do sol

A exposição frequente ao sol pode danificar os fios e favorecer alterações na sua estrutura e aparência. Para protegê-los, pode-se usar chapéus ou bonés, além de produtos capilares com proteção contra a radiação UV, como leave-in, cremes ou sprays com filtro solar.

Leia também: Leave-in: o que é, para que serve, tipos (e como usar) tuasaude.com/leave-in

No entanto, ainda não existem evidências suficientes de que proteger o cabelo do sol evite o surgimento de cabelos brancos.

4. Corrigir deficiências nutricionais

A deficiência de alguns nutrientes pode estar relacionada ao surgimento precoce de cabelos brancos. Os principais são:

  • Vitamina B12, presente no salmão, frango, peru, leite, queijo, ovos, ostras e fígado, participa do funcionamento dos folículos e pode ajudar a manter a pigmentação dos fios. Veja mais alimentos ricos em vitamina B12;
  • Ácido fólico, que participa da renovação das células do folículo, contribuindo para o crescimento saudável dos fios, sendo encontrado em espinafre, brócolis, feijão, lentilha e laranja;
  • Ferro, ajuda a transportar oxigênio para os tecidos e contribui para o funcionamento dos folículos. Está presente em carnes, fígado, feijão, lentilha e vegetais verde-escuros;
  • Biotina, encontrada em ovos, amêndoas, nozes, sementes e peixes, participa da formação dos fios e ajuda a manter a saúde do cabelo. Saiba para que serve a biotina.

Além disso, a vitamina B5 também é importante para o metabolismo das células e para o funcionamento dos folículos capilares, podendo ser obtida por meio de alimentos como carnes, ovos, leite, abacate e leguminosas.

Para entender melhor a relação entre a vitamina B5 e como evitar os cabelos brancos, assista ao vídeo a seguir:

Vitamina B5 e o Cabelo Branco: o que a ciência diz

05:10 | 8.962 visualizações

Quando há suspeita de deficiência nutricional, o médico pode solicitar exames e indicar a reposição adequada. Corrigir a deficiência pode ajudar a tratar uma possível causa dos cabelos brancos, mas não garante a recuperação da pigmentação dos fios.

Cabelos brancos precoces

Os cabelos brancos precoces, também chamados de canície precoce, surgem antes da idade esperada, que geralmente é entre 30 e 40 anos, podendo variar de acordo com fatores genéticos e individuais.

Além dos fatores genéticos, alterações da tireoide, obesidade, deficiências nutricionais e tabagismo também podem estar relacionados ao aparecimento precoce dos fios brancos.

Estratégias para cobrir os cabelos brancos

As estratégias para cobrir os cabelos brancos podem incluir o uso de tinturas permanentes, semipermanentes ou tonalizantes, que ajudam a disfarçar ou uniformizar a cor dos fios. Conheça tintas naturais para pintar o cabelo em casa.

Outra opção são as mechas, que podem criar um efeito de iluminação e misturar os fios brancos à cor do cabelo, tornando-os menos aparentes.

Para quem prefere uma alternativa temporária, também podem ser usados sprays, máscaras ou pós para retoque da raiz, que cobrem os fios brancos até a próxima lavagem.



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Psicoterapia: o que é, para que serve, tipos e como é feita

A psicoterapia é um conjunto de estratégias e técnicas psicológicas que podem ser usadas em pessoas que buscam lidar com suas emoções e sentimentos de forma positiva, além de reduzir e/ou tratar sintomas, transtornos e doenças mentais. De acordo com o objetivo, existem vários tipos de psicoterapia, mas todos devem ser realizados por um psicólogo ou psiquiatra.

A duração e o tipo de terapia utilizada dependerão dos sintomas, gravidade da situação, necessidades pessoais e desejos da pessoa. Muitas vezes, para ajudar na terapia, também pode ser aconselhado o acompanhamento farmacológico por um psiquiatra, que poderá indicar o uso de medicamentos.

A psicoterapia não é um aconselhamento e não busca dar respostas diretas a questões pessoais, mas sim desenvolver ferramentas e estratégias que ajudem a pessoa a resolver seus problemas pessoais e restaurar a função psicológica e social.

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Para que serve

A psicoterapia pode ser indicada para:

  • Ajudar na resolução de conflitos;
  • Aliviar o estresse e a ansiedade;
  • Ajudar no luto;
  • Auxiliar na recuperação de traumas;
  • Ajudar a aliviar os sentimentos negativos causados pelo diagnóstico de outras doenças, como câncer ou diabetes, por exemplo.

Além disso, a psicoterapia é muito útil no tratamento de vários problemas de saúde mental, como:

  • Transtornos de ansiedade, como transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), fobias, transtorno do pânico ou transtorno de estresse pós-traumático;
  • Transtornos do humor, como depressão ou transtorno bipolar;
  • Vícios, como alcoolismo, fumo, dependência de drogas ou jogo compulsivo;
  • Transtornos alimentares, como anorexia ou bulimia;
  • Transtornos de personalidade, como transtorno de personalidade limítrofe;
  • Transtornos psiquiátricos, como esquizofrenia ou outros transtornos psicóticos.

Em alguns casos, a psicoterapia pode ser complementada com a psiquiatria para a prescrição de medicamentos que ajudem a aliviar sintomas de ansiedade ou depressão, por exemplo.

Marque uma consulta com o psicólogo mais próximo usando a ferramenta a seguir:

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Por que fazer psicoterapia?

A psicoterapia é um importante recurso em psicologia que promove o autoconhecimento, melhora a qualidade de vida e estimula o bem-estar físico e emocional, ajudando a pessoa a controlar suas emoções e a lidar melhor com o meio ambiente.

As sessões de psicoterapia são sempre confidenciais e livres de juízos pessoais, por isso a pessoa pode sentir-se confortável para expressar seus sentimentos sem medo de julgamentos.

Como é feita

A psicoterapia pode ser feita em adultos ou crianças e pode ser realizada individualmente ou em grupo, como família, colegas de trabalho ou amigos. A quantidade de sessões necessárias deve ser sempre indicada pelo terapeuta, tendo por base os sintomas apresentados e os objetivos de cada pessoa.

Geralmente, as sessões de psicoterapia são realizadas no consultório do psicólogo ou psiquiatra e duram entre 45 a 60 minutos. Porém, em casos de terapia de casal, família ou de grupo, esse tempo pode variar e chegar até aos 90 minutos.

Na maioria das terapias individuais, a pessoa fica sentada em uma poltrona de frente para o terapeuta, mas também existem outros tipos de terapia, como a terapia psicanalítica, em que a pessoa fica deitada enquanto o terapeuta fica sentado atrás, do lado ou na frente.

A psicoterapia pode ser feita online?

Sim, desde que seja realizada por um psicólogo capacitado, pois assim é possível conduzir a sessão da melhor forma.

A psicoterapia online é vantajosa para pessoas que possuem menos tempo livre na rotina e/ ou que não conseguem se deslocar para o local em que haveria o atendimento presencial, de forma que a pessoa pode realizar a psicoterapia com profissionais de outros estados e/ ou países.

No entanto, no caso de transtornos mais graves e/ ou emergências, o profissional pode recomendar que as sessões sejam realizadas de forma presencial com frequência que pode variar de acordo com a necessidade da pessoa.

Psicoterapia infantil

A psicoterapia infantil é um tipo de de terapia direcionada para crianças e adolescentes com o objetivo de ajudá-los a entender e expressar suas emoções, resolver conflitos e desenvolver habilidades sociais e emocionais de maneira saudável.

Alguns aspectos importantes da psicoterapia infantil são:

  • Idade e foco: a psicoterapia é adaptada à idade da criança, nível de desenvolvimento e suas necessidades emocionais e cognitivas;
  • Técnicas lúdicas e criativas: são utilizados jogos, desenhos, dramatizações ou atividades manuais para facilitar a expressão emocional e comunicação da criança;
  • Participação familiar: os pais ou responsáveis pela criança participam da terapia para melhorar a dinâmica familiar a reforçar as estratégias de apoio;
  • Problemas tratados: ansiedade, medo, luto, dificuldades na escola, conflitos familiares, alterações no comportamento, deficit de atenção, entre outros;
  • Duração e frequência: as sessões da psicoterapia infantil costumam ser mais curtas em comparação à duração das sessões dos adultos, cerca de 30 a 40 minutos, e a frequência de sessões depende da idade, necessidade e objetivos terapêuticos.

De forma geral, a psicoterapia infantil permite que as crianças aprendam a melhorar as suas emoções, enfrentar as suas dificuldades e melhorar o seu bem-estar, oferecendo um espaço seguro e guiado por um profissional para promover o desenvolvimento saudável e fortalecer a comunicação com a família.

Tipos de psicoterapia

Existem vários tipos de psicoterapia, dependendo dos objetivos e das técnicas utilizadas:

Tipo de psicoterapia Foco principal Principais características Exemplo de técnicas
Psicoterapia cognitivo-condutual Mudar pensamentos e comportamentos Busca modificar padrões negativos de pensamentos para melhorar emoções e comportamentos Reestruturação cognitiva, exposição, treinamento de habilidades
Psicoterapia Gestalt Consciência do \"aqui e agora\" Se concentra na experiência presente, emoções e sensações, promovendo o autoconhecimento e responsabilidade pessoal Diálogo terapêutico, dramatização, exercícios e visualizações
Psicoanalítica Conflitos inconscientes e internos Explora experiências passadas e desejos inconscientes que influenciam no comportamento atual Associação livre, interpretação de sonhos, análise de resistência
Humanista-existencial Desenvolvimento pessoal e auto-realização Promove o crescimento pessoal, autenticidade e sentido da vida Escuta empática, diálogo e reflexão
Psicodinâmica Experiências infantis e emoções inconscientes Relaciona vivências passadas com problemas atuais, porém não de forma tão profunda como na psicanálise Interpretação, análise de relações e conflitos internos
Interpessoal Relações e comunicação Melhora a forma de relacionamento com as pessoas e promove a resolução de conflitos interpessoais Role-playing (fingimento, \"teatro\"), análise de interações sociais
Dialética comportamental Gerenciamento de emoções prejudiciais Ensina estratégias para regular emoções intensas e comportamentos impulsivos Mindfulness, tolerância a frustração, treinamento de habilidades

A psicoterapia também pode ser dividida de acordo com número de pacientes em tratamento, que pode ser individual, familiar, de casal ou de grupo.

Também existe a psicoterapia de psico-educação, que é voltada especialmente para pessoas com doenças como hipertensão ou diabetes, e que ajuda a pessoa a entender um pouco mais sobre a sua doença e como lidar com ela.

Resultados da psicoterapia

Os resultados alcançados com a psicoterapia dependem do empenho da pessoa em mudar a situação que produz seus sintomas e desconfortos, além do tipo de terapia que utiliza.

Por isso, é muito importante que a psicoterapia sempre seja orientada por um profissional da área, como psicólogo ou psiquiatra, que irá determinar o melhor tipo de terapia de acordo os objetivos pessoais, assim como a duração das sessões.

Alguns fatores que impedem um bom resultado da psicoterapia são o desinteresse da pessoa em melhorar, o mau relacionamento com o terapeuta, a má técnica e o tipo de psicoterapia utilizada. Portanto, caso não sejam observados resultados, é recomendável procurar uma segunda opinião profissional.



source https://www.tuasaude.com/o-que-e-psicoterapia/

Ludopatia: o que é, sintomas e como tratar (tem cura?)

Ludopatia é uma condição de saúde mental caracterizada pela dificuldade de controlar o impulso de jogar, fazendo com que o jogo passe a ocupar cada vez mais espaço na vida da pessoa.

Também chamada de transtorno do jogo, a ludopatia pode fazer com que a pessoa continue jogando mesmo quando isso causa problemas financeiros, familiares, profissionais ou emocionais, tanto em jogos presenciais quanto online.

O tratamento da ludopatia pode envolver principalmente psicoterapia e, em alguns casos, medicamentos, além de medidas para ajudar a reduzir ou interromper o acesso aos jogos.

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Sintomas de ludopatia

Os principais sintomas de ludopatia incluem:

  • Dificuldade para controlar o impulso de jogar;
  • Pensar frequentemente em jogos ou apostas;
  • Sentir irritação ou ansiedade ao tentar parar de jogar;
  • Necessidade de aumentar o valor das apostas para obter prazer;
  • Tentar recuperar o dinheiro perdido com novas apostas;
  • Deixar de realizar atividades pessoais, familiares ou profissionais para jogar;
  • Continuar jogando mesmo após sofrer prejuízos.

Alguns sinais também podem ser percebidos por familiares ou pessoas próximas, como esconder ou mentir sobre o tempo e o dinheiro gastos com jogos ou pedir dinheiro emprestado.

Além disso, os prejuízos relacionados ao jogo também podem surgir antes do desenvolvimento da ludopatia. Segundo a OMS, usar dinheiro destinado a necessidades básicas para jogar já pode indicar danos relacionados ao jogo.

Ludopatia tem cura?

A ludopatia pode ser tratada, e algumas pessoas conseguem parar de jogar e manter o comportamento sob controle, com redução ou desaparecimento dos sintomas e retomada das atividades pessoais, familiares e profissionais.

No entanto, por ser um transtorno que pode apresentar recaídas, o acompanhamento é necessário mesmo após a melhora dos sintomas.

Como saber se é ludopatia

O diagnóstico da ludopatia é feito pelo profissional de saúde mental, como psiquiatra ou psicólogo, a partir da avaliação dos hábitos de jogo, da perda de controle e dos prejuízos causados pelo comportamento.

Para uma avaliação dos sinais e sintomas de ludopatia, marque consulta com o psiquiatra mais próximo de você:

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Durante a avaliação, são investigados o início e a evolução do comportamento, a frequência e duração dos jogos, tentativas de parar ou reduzir as apostas e possíveis prejuízos financeiros, familiares, sociais ou profissionais. 

Também podem ser avaliados problemas associados, como ansiedade, depressão e abuso de álcool ou outras drogas.

Questionários podem ser utilizados para identificar problemas relacionados ao jogo e avaliar sua gravidade, mas servem como apoio e não substituem a avaliação clínica.

Como ocorre a ludopatia

Os principais fatores envolvidos na ludopatia são:

  • Ativação do sistema de recompensa: durante o jogo, são ativados circuitos cerebrais relacionados à dopamina, que participa da motivação, da aprendizagem e da resposta às recompensas. Entenda para que serve a dopamina;
  • Alterações no controle do comportamento: com a repetição do jogo, podem ocorrer alterações nos processos cerebrais ligados à recompensa, à tomada de decisões e ao controle dos impulsos, dificultando a interrupção do comportamento mesmo diante de consequências negativas.

Além disso, a incerteza sobre ganhar ou perder também pode reforçar esse processo, levando a pessoa a continuar buscando a próxima aposta.

O desenvolvimento da ludopatia pode envolver fatores individuais, familiares e sociais, além de estresse, dificuldades financeiras, outros transtornos mentais e uso de álcool ou outras drogas. 

Jogos e apostas online também podem facilitar o acesso frequente ao comportamento, enquanto a publicidade e exposição contribuem para a normalização, especialmente entre pessoas mais jovens.

Como tratar

O tratamento da ludopatia deve ser individualizado e pode envolver:

1. Psicoterapia

A psicoterapia, especialmente a terapia cognitivo-comportamental (TCC), é uma das principais formas de tratamento da ludopatia. Saiba como funciona a terapia cognitivo-comportamental.

Durante as sessões, podem ser tratados:

  • Identificação dos gatilhos, para ajudar a reconhecer situações, pensamentos ou emoções que aumentam a vontade de jogar, como estresse, tédio, ansiedade ou problemas financeiros;
  • Mudança de pensamentos relacionados ao jogo, para identificar e questionar ideias que favorecem as apostas, como acreditar que uma sequência de perdas aumenta a chance de ganhar na próxima aposta;
  • Controle da vontade de jogar, com estratégias para lidar com o impulso de apostar, como evitar situações de risco;
  • Mudança de hábitos, substituindo o tempo e os comportamentos relacionados ao jogo por outras atividades e uma rotina mais saudável;
  • Prevenção de recaídas, reconhecendo sinais de alerta e definindo estratégias para evitar o retorno às apostas.

O objetivo da psicoterapia é ajudar a pessoa com ludopatia a compreender o que mantém o comportamento de jogar e desenvolver formas mais saudáveis de lidar com essas situações.

Leia também: Psicoterapia: o que é, para que serve, tipos e como é feita tuasaude.com/o-que-e-psicoterapia

2. Medicamentos

Entre os medicamentos que podem ser considerados pelo médico está a naltrexona, um antagonista opioide que pode ser utilizado em algumas pessoas quando a psicoterapia não apresenta o resultado esperado ou ocorrem recaídas.

Antidepressivos, estabilizadores do humor e antipsicóticos podem ser utilizados quando existem outros transtornos de saúde mental associados, como depressão, transtorno bipolar ou psicose, mas não são considerados tratamentos específicos.

Por isso, a escolha do medicamento depende das características de cada pessoa e da presença de outros problemas de saúde.

3. Medidas para reduzir o acesso ao jogo

Reduzir a facilidade de acesso aos jogos e apostas pode ajudar a controlar o comportamento e prevenir recaídas. 

Algumas medidas incluem a autoexclusão de plataformas de apostas, bloqueio de sites e aplicativos, estabelecimento de limites financeiros e restrição do acesso a cartões ou outras formas de pagamento utilizadas para jogar.

Essas medidas podem ser combinadas com a psicoterapia e outras formas de tratamento, conforme as necessidades de cada pessoa.

4. Grupos de apoio

Os grupos de apoio podem complementar o tratamento da ludopatia, oferecendo um espaço para compartilhar experiências, dificuldades e estratégias para lidar com o jogo. 

O contato com outras pessoas que passaram por situações semelhantes também pode ajudar a reduzir o isolamento e favorecer a continuidade do tratamento.

Consequências da ludopatia

A ludopatia pode afetar diferentes áreas da vida e não se limita às perdas financeiras. 

Entre as possíveis consequências da ludopatia estão:

  • Endividamento e dificuldades para pagar despesas básicas;
  • Problemas no relacionamento com familiares e parceiros;
  • Isolamento social;
  • Dificuldades no trabalho ou nos estudos;
  • Ansiedade, depressão e sofrimento emocional;
  • Consumo excessivo de álcool ou outras drogas;
  • Conflitos familiares e violência doméstica.

Em casos mais graves, a ludopatia está associada a maior risco de pensamentos e comportamentos suicidas, especialmente quando existem perdas importantes, depressão ou outras condições psiquiátricas. Veja alguns sinais de comportamento suicida e saiba como prevenir.



source https://www.tuasaude.com/ludopatia/

Como evitar os cabelos brancos

Cabelos brancos surgem quando os folículos capilares deixam de produzir melanina, o pigmento responsável pela cor dos fios. Esse processo ac...