terça-feira, 14 de julho de 2026

Resfriado: sintomas, causas, remédio e tratamentos

O resfriado é uma infecção viral que afeta as vias respiratórias superiores, causando sintomas leves como coriza, espirros, tosse, nariz entupido, olhos lacrimejando e febre baixa, em alguns casos.

Essa condição é causada por vírus, principalmente o rinovírus, e pode ser transmitida por meio do contato direto e com secreções respiratórias de uma pessoa infectada, que ficam suspensas no ar após tosse e espirro, por exemplo.

O resfriado comum normalmente cura sozinho após 4 a 10 dias, sem a necessidade de fazer tratamento específico. Entretanto, o médico pode recomendar fazer repouso, beber bastantes líquidos e usar remédios que ajudam a aliviar os sintomas.

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Sintomas de resfriado

Os principais sintomas de resfriado são:

  • Nariz escorrendo ou entupido;
  • Espirros frequentes;
  • Tosse seca;
  • Olhos lacrimejando;
  • Dor ou irritação leves na garganta;
  • Dor de cabeça leve;
  • Dor leve no corpo;
  • Mal-estar geral.

Em alguns casos também pode surgir perda temporária do olfato e do paladar ou febre baixa, por exemplo. Veja mais sobre os sintomas de resfriado.

É importante sempre consultar o clínico geral ou o pediatra em casos de sintomas intensos e que duram mais de 10 dias, febre alta, dificuldade para respirar, vômitos persistentes ou sinais de desidratação.

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Resfriado dura quantos dias?

O resfriado comum normalmente dura de 2 a 4 dias, podendo durar até 10 dias e melhorando sem que seja necessário realizar tratamento específico.

Diferença entre gripe e resfriado

A tabela a seguir mostra as diferenças entre gripe, resfriado e rinite alérgica:

Características Resfriado comum Gripe (influenza) Rinite alérgica
Início dos sintomas Surge ao longo de 2 a 3 dias Pode surgir em poucas horas Imediata
Fadiga e cansaço Às vezes e leve Comum e intenso Às vezes
Febre Rara em adultos ( mais comum em crianças) e geralmente baixa Muito comum e pode durar de 3 a 4 dias Nunca
Calafrios Raro Muito comum Nunca
Dor no corpo e músculos Raro ou leve Muito comum e intensa Nunca
Dor de cabeça Raro ou leve Muito comum Nunca
Espirros Comum Às vezes Comum
Dor de garganta Comum Às vezes Às vezes
Tosse Comum Comum e pode ser intensa Às vezes
Desconforto no peito Leve a moderado Comum Raro, exceto em pessoas com asma alérgica.
Nariz entupido Comum Às vezes Comum
Vômitos ou diarreia Raro a inexistente Raro em adultos, sendo mais comum em crianças Nunca

Além disso, o resfriado comum e a rinite alérgica podem causar situações mais simples, como otite, sinusite e asma.

Já a gripe pode provocar bronquite, pneumonia e, em alguns casos, levar ao óbito. Estas complicações podem surgir principalmente em bebês, crianças, idosos, mulheres grávidas e pessoas com doenças preexistentes ou com o sistema imunológico enfraquecido.

Leia também: Gripe ou resfriado: qual a diferença? tuasaude.com/diferenca-entre-gripe-e-resfriado

Como confirmar o diagnóstico

O diagnóstico do resfriado é feito pelo clínico geral ou pediatra, através da avaliação dos sintomas e do histórico de saúde da pessoa.

Em caso de suspeita de outras condições de saúde, como COVID-19 ou pneumonia, o médico também pode solicitar exames como teste de COVID-19 e raio X de tórax, por exemplo.

O que causa o resfriado

O resfriado pode ser causado por mais de 200 tipos de vírus, porém a infecção pelo rinovírus é a mais comum e acontece com mais frequência na primavera e no outono.

Além disso, outros vírus que também podem causar resfriado são o adenovírus, o parainfluenza, o vírus sincicial respiratório, o enterovírus e o metapneumovírus humano.

Leia também: Adenovírus: o que é, sintomas, transmissão e tratamento tuasaude.com/adenovirus

Como acontece a transmissão

A transmissão do resfriado acontece através do contato direto com pessoas infectadas pelos vírus ou por meio da inalação de gotículas de saliva ou secreções nasais liberadas quando a pessoa infectada tosse, espirra ou fala, por exemplo.

O vírus do resfriado penetra no organismo através do nariz, olhos ou boca. Por isso, tocar objetos contaminados com o vírus, como maçanetas, pratos, copos, toalhas ou celulares, e, em seguida, tocar os olhos, o nariz ou a boca, também é uma forma de transmissão indireta do resfriado.

O que é bom para gripe

Os principais tratamentos para o resfriado são:

1. Autocuidados

Alguns autocuidados que ajudam no tratamento do resfriado são:

  • Fazer repouso, para ajudar a poupar energia para que o corpo combata a infecção;
  • Aumentar o consumo de líquidos, como água, sucos de fruta e chás, para evitar a desidratação;
  • Fazer gargarejo com água morna e sal, por ter ação anti-inflamatória e antisséptica, ajudando a diminuir a inflamação e a dor na garganta;
  • Manter uma alimentação saudável e de fácil digestão, para ajudar o corpo a se recuperar mais rápido.

Além disso, quando o nariz escorrendo ou entupido causa muito desconforto, pode-se também fazer a lavagem nasal com soro fisiológico 0,9%.

Esta lavagem ajuda a fluidificar as secreções nasais, facilitando a sua eliminação e aliviando o nariz entupido.

Leia também: Lavagem nasal: para que serve e como fazer (4 passos simples) tuasaude.com/como-desentupir-o-nariz

2. Remédio para resfriado

Os remédios para resfriado que podem ser indicados pelo médico são:

  • Analgésicos, antitérmicos ou anti-inflamatórios, como paracetamol, dipirona e ibuprofeno, para aliviar a febre, a dor no corpo, garganta e cabeça, e o cansaço;
  • Descongestionante nasal em gotas ou spray, para desentupir o nariz;
  • Xaropes expectorantes, como ambroxol e guaifenesina, que facilitam a eliminação das secreções nasais;
  • Xaropes mucolíticos, como acetilcisteína e bromexina, pois deixam as secreções nasais mais fluidas, facilitando sua eliminação.

Além disso, o médico também pode indicar o uso de anti-histamínicos, como loratadina e desloratadina, para abrir as vias nasais e ajudar a aliviar o nariz entupido e os espirros.

Durante a gravidez, os remédios para gripe só devem ser usados se forem indicados pelo obstetra, pois podem interferir no desenvolvimento no bebê.

Leia também: Remédios para gripe e resfriado na gravidez tuasaude.com/remedio-para-resfriado-na-gravidez

3. Chá para resfriado

Alguns chás podem ser usados para o resfriado, pois ajudam a melhorar os sintomas como dor de garganta, tosse e nariz entupido ou escorrendo, além de promoverem a hidratação.

Algumas opções de chás que podem ser tomados em caso de resfriado são o chá de limão, alho e gengibre, o chá de hortelã e o chá de anis-estrelado, por exemplo. Confira outras opções de chás para resfriado.

Estes chás são ricos em compostos bioativos antioxidantes, anti-inflamatórios e imunoestimulantes que fortalecem as defesas naturais do corpo.

Como prevenir o resfriado

Algumas medidas que ajudam a prevenir o resfriado são:

  • Evitar o contato com pessoas com suspeita de resfriado;
  • Cobrir sempre o nariz e a boca ao tossir ou espirrar, usando um lenço de papel e descartando-o em seguida;
  • Lavar as mãos com água e sabão, por pelo menos 20 segundos, com frequência, principalmente após tocar o nariz ou a boca, depois de usar o banheiro e antes de tocar em alimentos;
  • Evitar tocar em superfícies e levar as mãos nos olhos, boca ou nariz;
  • Limpar superfícies que possam estar contaminadas;
  • Evitar compartilhar objetos  pessoais como toalhas, talheres e copos;
  • Ficar em casa, em casos suspeitos ou confirmados de resfriado.
  • Evitar ficar muito tempo em ambientes fechados ou com pouca circulação de ar.

Além disso, é aconselhado também manter uma dieta saudável, controlar o estresse e ter boas noites de sono, dormindo pelo menos 7 horas por noite.

Leia também: Prevenção da gripe: 7 atitudes simples para se proteger tuasaude.com/como-evitar-a-gripe

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segunda-feira, 13 de julho de 2026

Uretrite: o que é, sintomas, causas e tratamento

A uretrite é uma infecção urinária que provoca a inflamação da uretra e causar sintomas como dor para urinar, desconforto ou queimação na região íntima e corrimento com pus.

A uretrite pode ser causada por bactérias transmitidas durante a relação sexual, como Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis, ou ser consequência do uso de sonda vesical.

Em caso de suspeita de uretrite é importante consultar o urologista, ginecologista ou clínico geral para que seja feito o diagnóstico e iniciado o tratamento mais adequado, que normalmente envolve  o uso de antibióticos.

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Sintomas de uretrite

Os principais sintomas de uretrite são:

  • Saída de secreção amarelo-esverdeada, esbranquiçada ou com sangue ou pus pela uretra;
  • Coceira nas partes íntimas;
  • Dor para urinar;
  • Sensação de queimação ou desconforto na região genital;
  • Vermelhidão na região em torno da uretra;
  • Surgimento de ínguas na virilha;
  • Bolhas e feridas na região genital, em alguns casos.

Na uretrite masculina, também pode haver desconforto ou dor ao toque da região dos testículos e vermelhidão na ponta do pênis. Já em mulheres, pode também ser notado sangramento após a relação sexual ou dor durante as relações.

Algumas vezes, os sintomas da uretrite são confundidos com os da síndrome uretral, que é uma inflamação da uretra que causa sintomas como dor abdominal, urgência urinária, dor e irritação ao urinar e sensação de pressão no abdômen.

Leia também: Síndrome uretral: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/sindrome-uretral

Como confirmar o diagnóstico

O diagnóstico da uretrite pode ser feito pelo urologista, ginecologista ou clínico geral levando em consideração os sintomas apresentados, podendo ser também indicada a realização de exame de urina para confirmar o diagnóstico.

Além disso, a análise das secreções da uretra ou urina geralmente é indicada para identificar a causa da uretrite e iniciar o tratamento mais adequado.

Marque uma consulta com o médico mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para confirmar a uretrite e, assim, ser iniciado o tratamento mais adequado:

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Possíveis causas

As principais causas da uretrite são:

  • Infecção por bactérias, como Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis;
  • Infecção por vírus, como o herpes simplex;
  • Protozoários, como Trichomonas vaginalis.

Os agentes infecciosos normalmente associados com a uretrite são transmitidos por via sexual. Conheça as principais causas de infecções sexualmente transmissíveis.

Tipos de uretrite

De acordo com a causa, a uretrite pode ser classificada em:

  • Uretrite gonocócica, quando causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae, que é a mesma bactéria que provoca a gonorreia;
  • Uretrite não-gonocócica, quando a inflamação da uretra é causada por outros microrganismos.

É importante que o tipo de uretrite seja confirmado pelo médico para que o tratamento mais adequado possa ser iniciado.

Leia também: Uretrite não gonocócica: sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/uretrite-nao-gonococica

Como é feito o tratamento

O tratamento da uretrite depende da causa e normalmente envolve o uso de antibiótico de acordo com o tipo de uretrite:

No tratamento da uretrite não-gonocócica, normalmente é utilizado:

  • Azitromicina: 1g, por via oral em dose única ou;
  • Doxiciclina: 100 mg, por via oral, 2 vezes ao dia, por 7 dias.

Já para tratar a uretrite gonocócica, geralmente é indicado o uso de:

  • Ceftriaxona: 250 mg, por injeção intramuscular em dose única e;
  • Azitromicina: 1g, por via oral em dose única.

Além disso, quando a uretrite é provocada pelo uso de sonda vesical, produtos antissépticos ou atrito, é indicado trocar ou suspender o produto que está causando a irritação, usar roupas mais folgadas ou remover a sonda vesical, por exemplo. 

A uretrite cura sozinha?

A uretrite normalmente não se cura sozinha, porque na maioria dos casos acontece devido a infecção por bactérias e o seu tratamento envolve o uso de antibióticos.

No entanto, quando o tratamento é realizado de acordo com a orientação do médico é possível alcançar a cura da uretrite.



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Dor no meio das costas: o que pode ser (e o que fazer)

A dor no meio das costas geralmente está relacionada com problemas na coluna, podendo ser sinal de má postura, hérnia de disco osteoartrite e até pequenas fraturas.

Em alguns casos, essa dor, que também é conhecida como dorsalgia, também pode acontecer em casos de fibromialgia, escoliose ou ainda quando existe alguma alteração no pulmão, como pneumonia e pleurite, por exemplo.

Leia também: Dorsalgia: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/dorsalgia

Se a dor no meio das costas não melhorar, for muito intensa ou acompanhada de sintomas como suor frio, falta de ar ou desmaio, por exemplo é recomendado consultar o clínico geral. Assim, o médico irá identificar a causa da dor e indicar o tratamento adequado.

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Principais causas

As principais causas de dor no meio das costas são:

1. Má postura e inatividade

A má postura ao longo do dia ao usar o computador, ou ficar sentado muitas horas no dia, é uma das principais causas de dor no meio das costas e também em outras regiões.

Isso acontece porque, nestas condições, a coluna fica sujeita a uma pressão constante, o que sobrecarrega os músculos e ligamentos das costas, resultando na dor.

O que fazer: é recomendado mudar de posição frequentemente, alternando entre sentar e ficar em pé a cada 30 minutos e levantando por 5 minutos a cada hora, para caminhar um pouco ou alongar.

É importante também fazer exercícios para melhorar a postura, como retração do queixo, alongamento no batente da porta e retração dos ombros, por exemplo. Confira mais dicas de como melhorar a postura.

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2. Lesões e sobrecarga

Outra possível causa da dor forte no meio das costas é a lesão, como entorse ou distensão, provocada por acidentes, técnicas incorretas ao levantar peso e movimentos repetitivos excessivos.

A sobrecarga, ao carregar mochilas ou bolsas muito pesadas, por exemplo, também causa forte tensão nas estruturas da região média e superior das costas, provocando a dor no meio das costas.

O que fazer: caso seja confirmada a lesão ou a sobrecarga, o médico pode indicar o repouso.Também é recomendado fazer a terapia frio-calor, com o uso de compressas frias e quentes, para ajudar a diminuir a inflamação e relaxar a musculatura das costas.

Esta terapia usa compressas de gelo durante as primeiras 48 a 72 horas, aplicada na região dorsal da coluna, deixando agir por 15 a 20 minutos, 2 a 3 vezes por dia.

Após o período inicial, deve-se fazer as compressas com água quente, aplicadas na região dorsal por 20 a 30 minutos, de 2 a 3 vezes por dia.

3. Estresse

O estresse pode levar à tensão muscular, principalmente na parte superior e média das costas, resultando em rigidez, espasmos ou dor no meio das costas.

O que fazer: para aliviar essa dor causada pelo estresse, é aconselhado praticar técnicas de relaxamento, como yoga, respiração diafragmática, caminhadas na natureza, pintura e meditação, e exercícios físicos regulares.

É importante também ter o acompanhamento de um psicólogo ou psiquiatra, para ajudar a identificar e resolver a causa do estresse.

4. Hérnia de disco torácica

A hérnia de disco torácica é uma condição que afeta os discos entre as vértebras da coluna, que quando são pressionados mudam de forma, o que pode pressionar as raízes dos nervos próximos e causar dor no meio das costas.

Além disso, a pessoa também pode apresentar dor das costelas ou sensação de formigamento e/ou perda de força no braço, mãos, pernas ou pés.

O que fazer: se existir suspeita de hérnia de disco, deve-se consultar o ortopedista para fazer uma avaliação completa e prescrever o tratamento adequado.

O tratamento indicado pelo médico pode incluir o uso de remédios analgésicos, corticoides, relaxantes musculares e anti-inflamatórios, exercícios e, em alguns casos, a cirurgia.

5. Osteoartrite

Embora seja mais raro, a osteoartrite na coluna, ou artrose, também pode causar dor forte no meio das costas. Isto porque esta doença causa o desgaste das cartilagens que ficam entre as vértebras.

Quando isso acontece, os ossos acabam raspando um no outro, causando a dor, que vai piorando ao longo do tempo.

O que fazer: é aconselhado ir ao ortopedista para confirmar o diagnóstico e, se for necessário, iniciar o tratamento com o uso de remédios e sessões de fisioterapia.

Caso esse tipo de tratamento não seja suficiente para aliviar a dor, o médico pode indicar a infiltração ou a realização de uma cirurgia.

Leia também: Artrose na coluna: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/artrose-na-coluna

6. Fraturas nas vértebras

Traumas e acidentes podem causar fraturas nas vértebras, levando ao surgimento de dor no meio das costas.

Além disso, fraturas por compressão são comuns em adultos mais velhos que sofrem de osteoporose, pois com o avanço da idade os ossos vão ficando mais frágeis.

O que fazer: na suspeita de uma fratura, deve-se evitar fazer muito esforço e consultar o ortopedista.

O tratamento médico pode incluir o uso de colete ortopédico, a realização de fisioterapia, o uso de remédios e, em alguns casos, a realização de cirurgia.

7. Curvaturas anormais da coluna

As curvaturas anormais da coluna, como escoliose e doença de Scheuermann, causam estresse mecânico constante sobre os músculos e os discos da região, causando dor no meio das costas.

O que fazer: é recomendado consultar o ortopedista, para fazer o diagnóstico e indicar o tratamento de acordo com a gravidade da curvatura.

Assim, o tratamento pode ser feito com sessões de fisioterapia, uso de colete, medicamentos analgésicos e, em alguns casos, a cirurgia.

8. Problemas no pulmão

Algumas vezes, a dor nas costas pode surgir quando existem problemas no pulmão, como pneumonia, pleurite ou câncer de pulmão, especialmente ao respirar, tossir ou espirrar.

Nestes casos, a pessoa também pode ter outros sintomas, como falta de ar, tosse persistente, perda de peso sem motivo aparente e rouquidão, por exemplo.

O que fazer: se a dor nas costas estiver associada a outros sinais de problemas no pulmão, deve-se consultar o clínico geral ou pneumologista para fazer o diagnóstico e recomendar o tratamento.

Conforme a causa da dor no meio das costas, o médico pode recomendar o uso de remédios antibióticos, imunossupressores ou anticoagulantes.

Além disso, pode ser indicado o repouso, a fisioterapia respiratória, a quimioterapia e/ou a radioterapia, e a realização de uma cirurgia.

9. Fibromialgia

A fibromialgia é uma condição neurológica crônica caracterizada por dor musculoesquelética generalizada, que também pode causar dor no meio das costas.

Outros sintomas que também podem surgir incluem dor intensa ao toque de pontos específicos no corpo, rigidez muscular e síndrome do intestino irritável.

O que fazer: caso seja confirmada a fibromialgia, o tratamento indicado pelo médico pode ser feito com o uso de remédios, terapia cognitivo comportamental, exercícios físicos, acupuntura e fisioterapia.

Leia também: Fibromialgia: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/fibromialgia

Dor no meio das costas que reflete na frente

A dor no meio das costas que reflete na frente, na região do peito ou abdômen, pode indicar problemas nas costelas, como a costocondrite, uma inflamação das cartilagens que conectam as costelas ao osso do peito.

Esta dor também pode surgir em problemas no esôfago, estômago, pâncreas, vesícula biliar ou rins, que podem causar dores no meio das costas e no tórax ou abdômen.

Se a dor nas costas e no peito for acompanhada de sintomas como falta de ar, suor frio, náusea, tontura ou sensação de aperto e pressão no peito, deve-se chamar o atendimento médico de emergência imediatamente. Pois estes sintomas podem indicar um possível infarto.

Dor no meio das costas na parte de cima

A dor no meio das costas na parte de cima pode ser causada por situações como má postura, sobrecarga muscular, estresse e problemas nas costelas, como costocondrite, escoliose ou hipercifose.

Nestes casos, é recomendado consultar o ortopedista para que seja feita uma avaliação completa e prescrito o tratamento conforme a causa desta dor.

Dor no meio das costas entre os pulmões e a coluna vertebral

A bursite da escápula, a osteoartrite, a pleurisia, e a tensão, são condições que podem causar dor no meio das costas entre os pulmões e a coluna vertebral.

Leia também: Dor na escápula: o que pode ser (e o que fazer) tuasaude.com/dor-na-escapula

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sexta-feira, 10 de julho de 2026

8 tratamentos para câncer de próstata

O tratamento para o câncer de próstata pode incluir vigilância ativa, cirurgia, radioterapia, hormonioterapia, quimioterapia, imunoterapia ou terapias-alvo, por exemplo.

A escolha do tratamento é feita pelo urologista ou oncologista de acordo com o estágio do câncer, agressividade do tumor, idade e estado de saúde da pessoa. Em casos de tumores de baixo risco, pode ser indicado apenas o acompanhamento periódico.

Leia também: Câncer de próstata: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/cancer-de-prostata

Já nos casos mais avançados ou agressivos, pode ser necessária a combinação de diferentes tratamentos, como cirurgia, radioterapia e hormonioterapia, para controlar o crescimento do tumor, aliviar os sintomas e reduzir o risco de progressão.

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Os tratamentos de câncer de próstata que podem ser indicadas pelo urologista ou oncologista são:

1. Vigilância ativa

A vigilância ativa é uma estratégia indicada principalmente para homens com câncer de próstata de baixo risco, crescimento lento e sem sintomas.

Nesse caso, o tratamento não é iniciado imediatamente. Em vez disso, o médico acompanha regularmente a evolução da doença por meio de exames, como PSA, toque retal, ressonância magnética e, em alguns casos, novas biópsias. Conheça os exames de próstata.

Se forem identificados sinais de progressão do tumor, o tratamento pode ser iniciado.

2. Cirurgia

A cirurgia, chamada de prostatectomia radical, consiste na retirada completa da próstata e, em alguns casos, dos linfonodos próximos.

Esse tratamento é indicado principalmente para tumores localizados, quando existe possibilidade de cura. A cirurgia pode ser realizada pela técnica aberta, laparoscópica ou robótica. Veja como é feita e os tipos de prostatectomia.

Após o procedimento, algumas pessoas podem apresentar efeitos colaterais, como incontinência urinária e disfunção erétil, que tendem a melhorar com o tempo e podem ser tratados com fisioterapia, medicamentos ou outros procedimentos.

3. Radioterapia

A radioterapia utiliza radiações de alta energia para destruir as células cancerígenas ou impedir seu crescimento.

Leia também: Radioterapia: o que é, para que serve e efeitos colaterais tuasaude.com/radioterapia

Pode ser indicada como tratamento principal para tumores localizados, após a cirurgia para reduzir o risco de recorrência ou para aliviar sintomas em casos mais avançados.

Os principais tipos incluem:

  • Radioterapia externa: utiliza um aparelho que direciona feixes de radiação para a próstata;
  • Braquiterapia: consiste na implantação de pequenas sementes radioativas diretamente na próstata, que liberam radiação de forma localizada para destruir as células do câncer, causando menor exposição dos tecidos ao redor.

Os efeitos colaterais variam conforme a técnica utilizada e podem incluir irritação urinária, alterações intestinais, fadiga e disfunção erétil.

4. Hormonioterapia

A hormonioterapia, também chamada de terapia de privação androgênica, é um tratamento que reduz a produção ou bloqueia a ação da testosterona, hormônio que favorece o crescimento da maioria dos cânceres de próstata. Com isso, ajuda a retardar a evolução da doença e a controlar o tumor.

Esse tratamento pode ser indicado antes, durante ou após a radioterapia para aumentar sua eficácia. Também é uma das principais opções para tratar o câncer de próstata que se espalhou para outros órgãos ou que está localmente avançado.

A hormonioterapia pode ser feita com medicamentos injetáveis ou comprimidos. Em alguns casos, o médico pode indicar a orquiectomia, cirurgia para retirada dos testículos, que reduz de forma permanente a produção de testosterona. Saiba quando é indicada a orquiectomia.

Entre os possíveis efeitos colaterais estão ondas de calor, diminuição da libido, perda de massa muscular, ganho de gordura corporal e redução da densidade óssea.

5. Terapia ablativa

A terapia ablativa utiliza técnicas que destroem as células do câncer de próstata por meio de calor, frio ou outras formas de energia, sem a necessidade de remover toda a próstata. 

Esse tratamento busca eliminar a área onde o tumor está localizado, preservando o máximo possível dos tecidos ao redor.

Entre as principais técnicas estão: 

  • Crioablação, que utiliza temperaturas muito baixas para congelar e destruir as células cancerígenas;
  • Terapia focal com ultrassom de alta intensidade (HIFU), que utiliza ondas de ultrassom para aquecer e eliminar o tumor.

Esse tratamento pode ser uma opção para alguns homens com câncer de próstata localizado, especialmente quando o tumor é de baixo ou intermediário risco.

6. Quimioterapia

A quimioterapia utiliza medicamentos capazes de destruir as células cancerígenas ou impedir sua multiplicação.

Geralmente é indicada quando o câncer se espalhou para outras partes do corpo ou deixou de responder adequadamente à hormonioterapia.

Os medicamentos são administrados em ciclos, normalmente diretamente na veia, podendo ser associados a outros tratamentos. Entre os mais utilizados estão o docetaxel, mitoxantrona, estramustina, cisplatina e o cabazitaxel.

Os efeitos colaterais dependem do medicamento utilizado e podem incluir queda de cabelo, náuseas, fadiga, diminuição da imunidade e alterações nas células do sangue. Conheça mais sobre os efeitos colaterais da quimioterapia.

7. Imunoterapia

A imunoterapia estimula o próprio sistema imunológico a reconhecer e combater as células do câncer.

Embora não seja indicada para todas as pessoas, pode ser utilizada em casos específicos de câncer de próstata avançado, principalmente quando existem determinadas características moleculares ou após falha de outros tratamentos.

O tipo de imunoterapia mais adequado é definido pelo oncologista após avaliação individual.

8. Terapias-alvo

As terapias-alvo utilizam medicamentos que identificam e atacam características específicas das células do câncer, dificultando seu crescimento e sua multiplicação.

Esse tratamento não é indicado para todos os casos, sendo geralmente recomendado para pessoas com câncer de próstata avançado ou metastático que apresentam determinadas alterações genéticas, como mutações em genes envolvidos no reparo do DNA.

Antes de iniciar a terapia, o médico pode solicitar testes genéticos ou moleculares para identificar essas alterações e avaliar se esse tipo de tratamento pode trazer benefícios para a pessoa.



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Batata: 10 benefícios e como consumir (com receitas)

A batata, conhecida também como batata inglesa, é um tubérculo com boas quantidade de fibras e amido resistente, um carboidrato que age como fibras no organismo, ajudando a prolongar a saciedade e ajudando na perda de peso.

Por conter boas quantidades de polifenóis, flavonoides e antocianinas, que são compostos com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, esse tubérculo também ajuda a diminuir o risco de situações como câncer, diabetes e pressão alta.

Leia também: Antioxidantes: o que são, para que servem, tipos e alimentos ricos tuasaude.com/antioxidante

Existem diferentes tipos de batata, como lisa, Asterix e bolinha, que variam de acordo com a textura; a cor da polpa, amarela ou branca; e a cor da casca, que pode ser branca, amarela, rosada ou roxa. A batata geralmente é encontrada em feiras e supermercados, podendo ser usada para diversas preparações, como purê, pão, sopa, batata sauté ou gratinada.

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Benefícios da batata para a saúde

Os principais benefícios da batata para a saúde são:

1. Ajudar na perda de peso

A batata contém fibras e ótimas quantidades de amido resistente, nutrientes que ajudam a controlar a saciedade e reduzir a vontade de comer entre as refeições, diminuindo a ingestão de alimentos e ajudando na perda de peso.

Além disso, a batata também contém menos calorias que outros tipos de tubérculos, como a batata-doce e a batata-baroa. Por isso, incluir a batata na alimentação pode ser uma boa opção para dietas de emagrecimento, desde que consumida com porções controladas, já que é rica em carboidratos.

2. Melhorar a disposição

Por ser rica em carboidratos, a batata fornece energia para o cérebro, aumentando a disposição.

Além disso, esse tubérculo também pode ser uma ótima opção para quem pratica atividades, aumentando a energia e a força durante os treinos. Conheça outros alimentos ricos em carboidratos para melhorar a disposição.

3. Controlar a pressão arterial

A batata é um tubérculo que contém potássio, um mineral que ajuda a manter o equilíbrio do sódio no organismo e a favorecer o controle da pressão arterial. Veja como o potássio ajuda no controle da pressão arterial.

Além disso, a batata contém compostos antioxidantes, como as catequinas, epicatequinas e carotenoides, que promovem a saúde das artérias, ajudando a relaxar os vasos sanguíneos e, consequentemente, prevenir a pressão alta.

Consumir a batata com casca também fornece fibras para o organismo, o que pode potencializar os benefícios para a saúde cardiovascular.

4. Favorecer a saúde gastrointestinal

A batata pode trazer benefícios para saúde gastrointestinal porque ajudar a proteger a equilibrar o sistema digestivo.

Quando consumida na forma de suco, por exemplo, fornece compostos com efeito antioxidante e anti-inflamatório que ajudam a proteger a mucosa do estômago, diminuindo a irritação, o que contribui para uma melhor digestão.

A batata também contém amido resistente, um tipo de carboidrato que atua como fibra, já que não consegue ser digerido no intestino delgado.

Assim, o amido serve como alimento para as bactérias benéficas, ajudando a manter a microbiota intestinal equilibrada e favorecendo o bom funcionamento digestivo através dos compostos que são produzidos durante a sua fermentação.

5. Manter a saúde dos olhos

A batata possui ótimas quantidades de luteína e zeaxantina, especialmente na casca e as de polpa com cor amarela ou alaranjada, que são compostos com propriedades antioxidantes que protegem os olhos contra os radicais livres.

Esses nutrientes ajudam a prevenir cataratas e a degeneração macular, uma doença que diminui a capacidade da visão.

Leia também: Degeneração macular: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/degeneracao-da-retina

6. Ajudar a controlar a diabetes

Por conter boas quantidades de fibra e amido resistente, a batata ajuda a diminuir a velocidade de absorção dos carboidratos, promovendo o controle dos níveis de insulina e glicose no sangue, ajudando no controle da diabetes.

Como todo tipo de carboidrato, a batata também pode aumentar os níveis de açúcar no sangue. Por isso, é aconselhado ingerir pequenas porções e com casca, para aumentar a quantidade de fibras na dieta e o impacto na resposta glicêmica.

Para potencializar seus benefícios, é recomendado cozinhar a batata e deixar esfriar antes de consumi-la, pois isso ajuda a aumentar a sua quantidade de amido resistente e reduzir seu índice glicêmico.

Leia também: Índice glicêmico: o que é, classificação e como controlar tuasaude.com/indice-glicemico

7. Manter a saúde do sistema nervoso

A batata contém magnésio, vitaminas do complexo B e triptofano, nutrientes que são responsáveis pela manutenção do sistema nervoso e a produção de serotonina, promovendo o funcionamento adequado do organismo.

8. Ajudar diminuir o risco de câncer

Por conter compostos antioxidantes e anti-inflamatórias, como carotenos, flavonoides, ácido fenólicos e antocianinas, a batata ajuda a proteger as células contra os danos causados pelos radicais livres, ajudando a diminuir o risco de câncer.

Alguns estudos sugerem que os compostos presentes na batata, junto com as fibras e os glicoalcaloides, contribuem para a modulação de processos celulares, podendo inibir a proliferação e induzir a morte de células tumorais associadas ao desenvolvimento de certos tipos de câncer, como de cólon, fígado, próstata e estômago.

9. Regular o sistema imunológico

Por conter carotenoides, vitamina C e flavonoides, a batata ajuda regular as funções das células do sistema imunológico, protegendo o organismo contra situações como alergias, resfriados e gripes.

10. Ajudar no controle do colesterol

A batata pode ajudar a controlar os níveis de colesterol no sangue e a saúde do coração, já que seus peptídeos, junto com o amido resistente e a fibra, diminuem a absorção do colesterol no intestino.

Além disso, esses composto também  favorecem a eliminação dos ácidos biliares, o que contribui para a diminuição do colesterol total, triglicerídeos e LDL, ao mesmo tempo que contribui para o aumento do colesterol \"bom, HDL.

A batata engorda?

Quando consumida com moderação, incluída em uma alimentação balanceada e variada, associada à práticas regulares de atividades físicas, a batata não engorda.

Isso porque nenhum alimento sozinho é capaz de engordar ou emagrecer. Para engordar, é necessário gastar menos calorias do que se gasta, como aumentar as calorias da dieta ou não praticar atividades físicas, por exemplo.

Tabela de informação nutricional

A tabela a seguir contém a informação nutricional de 140g, o que corresponde a cerca de uma batata média cozida com e sem casca:

Componentes

1 batata cozida com casca (140g)

1 batata cozida sem casca (140g)

Energia

118 calorias

106,62 calorias

Proteína

2,54 g

1,91 g

Carboidratos

27,3 g

24,47 g

Gordura

0,13 g

0,19 g

Fibras

2,45 g

3,5 g

Vitamina C

17,7 mg

17,89 mg

Potássio

515 mg

321,72 mg

Magnésio

29,9 mg

25,21 mg

Fósforo

59,8 mg

44,78 mg

Vitamina B1 0,14 mg 0,08 mg
Vitamina B2 0, 03 mg 0,06 mg
Vitamina B3 1,96 mg 0,75 mg

Para se obter os benefícios da batata, é fundamental também manter uma alimentação variada e  saudável, e praticar exercícios físicos regularmente.

Como consumir

A batata pode ser consumida crua, na forma de suco, cozida, assada ou ensopada. Esse tubérculo também pode ser usado em receitas como sopa, purê, pão, batata sauté e batata recheada.

Para aproveitar todos os benefícios da batata, é recomendado consumir a casca também, por ter boas quantidades de fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes. Além disso, é importante priorizar as formas de preparo mais saudáveis, evitando as frituras, por exemplo.

Receitas com a batata

Algumas receitas saborosas e saudáveis com a batata incluem:

1. Purê de batata com ervas

Ingredientes:

  • 1 Kg de batata;
  • ¼ de xícara de chá de azeite;
  • 3 dentes de alho;
  • ¼ de xícara de chá de folhas de coentro;
  • ¼ de xícara de chá de folhas de salsinha;
  • 4 talos de cebolinha;
  • 1 colher de chá de sal;
  • Pimenta do reino à gosto.

Modo de preparo:

Lavar bem, descascar e cortar as batatas em 4 pedaços. Colocar as batatas em uma panela, cobrir com água e colocar o sal. Ferver as batatas em fogo médio até ficarem bem macias. Reservar 1/2 xícara de chá da água do cozimento e escorrer as batatas.

Transferir as batatas para uma tigela e amassar, ainda quentes, com um garfo. Acrescentar a água do cozimento aos poucos à batata, misturando com uma colher.

Lavar bem, escorrer e picar o coentro, a salsinha e a cebolinha. Descascar e picar o alho. Em uma panela, colocar o azeite e o alho, refogando por 2 minutos. Desligar o fogo e adicionar as ervas picadas, misturando bem. Colocar esse refogado sobre as batatas amassadas, misturando bem, e servir.

2. Batata sauté

Ingredientes:

  • 1Kg de batata bolinha (pequena);
  • 2 colheres de sopa de manteiga;
  • 3 colheres de sopa de salsinha picada;
  • 2 e ½ colheres de café de sal;
  • Pimenta do reino à gosto.

Modo de preparo:

Lavar bem as batatas. Colocar em uma panela e cobrir com água e 2 colheres de café de sal, deixando cozinhar em fogo médio até as batatas ficarem macias mas firmes. Escorrer as batatas em um escorredor, até secarem bem.

Em uma frigideira antiaderente, derreter a manteiga, adicionar as batatas, o restante do sal e a pimenta, deixando dourar por aproximadamente 10 minutos e mexendo as batatas de vez em quando. Desligar o fogo, adicionar a salsinha picada e servir.

3. Batata recheada com vegetais

Ingredientes:

  • 1 batata grande;
  • 1 colher de sopa de azeite;
  • 2 colheres de sopa de brócolis cozido picado;
  • 1 colher de sopa de cenoura cozida picada;
  • 1 colher de sopa de vagem cozida picada;
  • 1 colher de café de manjericão fresco;
  • Pimenta do reino à gosto;
  • 3 colheres de sopa de queijo cottage;
  • 1 colher de sopa de queijo parmesão ralado;
  •  1 pitada de sal.

Modo de preparo:

Lavar bem e secar a batata. Fazer furos na batata com um garfo. Colocar a batata em um prato e levar para cozinhar no micro-ondas por 15 minutos, virando na metade do tempo.

Misturar, em um pote, o sal, o manjericão, o queijo cottage e a pimenta do reino.

Após amornar, abrir a batata ao meio no sentido do comprimento e retirar um pouco da polpa com uma colher. Rechear a batata com uma camada do creme de cottage, colocar os legumes cozidos e finalizar com outra camada do creme.

Polvilhar o queijo parmesão sobre a batata, levar para cozinhar no micro-ondas por mais 2 ou 3 minutos e servir.



source https://www.tuasaude.com/batata/

Lipoproteína (a): o que é, quando fazer o exame (e o quando está alta)

A lipoproteína (a), também chamada de Lp(a), é uma partícula formada por proteínas e gorduras, que tem a função de transportar o colesterol através da corrente sanguínea para as células do corpo.

A lipoproteína (a) alta pode ser causada principalmente por alteração genética e está relacionada com maior risco de doenças cardíacas e problemas nos vasos sanguíneos, como infarto agudo do miocárdio, doença arterial coronariana, AVC e trombose.

O exame de lipoproteína (a) pode ser solicitado pelo médico para pessoas com histórico pessoal ou familiar de doença cardiovascular prematura, diagnóstico ou suspeita de hipercolesterolemia familiar e parentes de primeiro grau com níveis elevados de Lp(a), por exemplo.

Imagem ilustrativa número 1

Exame de lipoproteína (a)

De acordo com a Sociedade Brasileira de cardiologia, o exame de lipoproteína (a) deve ser feito em situações como:

  • População geral: uma vez na vida em todos os adultos, para ajudar a avaliar o risco cardiovascular e/ou no tratamento;
  • Populações específicas: uma vez na vida, em casos de doença arterial coronariana precoce, estenose aórtica, hipercolesterolemia familiar, história familiar de doença cardiovascular aterosclerótica precoce ou de Lp(a) alta, para ajudar a avaliar o risco e/ou o tratamento;
  • Pessoas com níveis aumentados de Lp(a) (≥ 50 mg/dL ou ≥ 125 nmol/L): onde a concentração é determinada geneticamente, sendo recomendada a investigação nos familiares para auxiliar na identificação de outros portadores e na avaliação precoce do risco cardiovascular.

É recomendado como método preferencial para medir a Lp(a), a medição em número de partículas por litro (nmol/L). A dosagem por unidade de massa (mg/dL) e o uso de fórmulas matemáticas para conversão entre as unidades devem ser evitados.

Entretanto, a medida da Lp(a) que mede unidades de massa (mg/dL), pode ser usada quando for a única disponível.

Como é feito o exame

O exame de lipoproteína (a) é feito por meio de uma amostra de sangue, que é coletada de uma veia do braço por um profissional de saúde.

Para fazer este exame normalmente não é necessário realizar nenhum preparo ou jejum.

Entretanto, como este exame geralmente é solicitado junto com o lipidograma completo, o laboratório ou o médico pode solicitar que a pessoa faça um jejum de 9 a 12 horas.

Leia também: Lipidograma (exame de perfil lipídico): o que é e o que indica tuasaude.com/lipidograma

Valores do exame de lipoproteína (a)

O valor de referência do exame de lipoproteína (a), conforme a Sociedade Brasileira de Cardiologia, é de menos de 75 nmol/L, ou menor que 30 mg/dL, em jejum de 12 horas ou sem a realização de jejum.

Lipoproteína (a) alta

A lipoproteína (a) é considerada alta, quando está acima de 75 nmol/L, ou maior que 30 mg/dL, sendo causada principalmente pela genética, sendo herdada dos pais.

Diferentemente de outros tipos de colesterol, as concentrações de Lp(a) não são influenciadas pela dieta, prática de exercícios físicos, idade ou jejum.

Devido à sua ação aterogênica, inflamatória e trombótica, a lipoproteína (a) alta está relacionada com o risco de situações como:

  • Infarto agudo do miocárdio;
  • Calcificação da valva aórtica;
  • Doença cardiovascular aterosclerótica recorrente;
  • Trombose arterial e venosa;
  • Complicações maternas e neonatais, quando acontece durante a gravidez, como pré-eclâmpsia e parto prematuro.

É importante lembrar que  a lipoproteína (a) aumentada é um fator de risco mesmo em pessoas com níveis baixos de LDL.

O que fazer

Quando a lipoproteína (a) está alta em pessoas sem histórico de doença cardíaca, o médico pode recomendar que em casos de Lp(a) igual ou superior a 125 nmol/L modifiquem o estilo de vida e tratem outros fatores de risco.

O médico também pode recomendar para algumas pessoas a realização de exames de imagem vascular, para identificar precocemente a aterosclerose subclínica.

O uso mais precoce de estatina ou outro remédio hipolipemiante, especialmente em pessoas com risco intermediário e/ou de baixo risco com elevações moderadas de LDL, também pode ser indicado.

Já em pessoas com histórico de doença cardiovascular e com a lipoproteína (a) alta, o médico pode intensificar o tratamento para reduzir o colesterol LDL e um controlar ainda mais os outros fatores de risco.

Para que serve a lipoproteína (a)

A lipoproteína (a) serve para transportar o colesterol, por meio da corrente sanguínea, para as células do corpo. Na medicina, a lipoproteína (a) serve como um marcador de risco cardiovascular.

A Lp(a) é uma variante da lipoproteína de baixa densidade (LDL), ou colesterol \"ruim\", e consiste em uma partícula de LDL que contém a apolipoproteína B ligada a uma proteína extra chamada apolipoproteína (a).

Leia também: Apolipoproteína B: exame, para que serve (e valor normal) tuasaude.com/apolipoproteina-b

source https://www.tuasaude.com/lipoproteina-a/

Apolipoproteína B: exame, para que serve (e valor normal)

A apolipoproteína B, também chamada de ApoB, é uma proteína encontrada em algumas partículas de colesterol e gordura presentes no sangue. Essas partículas podem entrar nas paredes das artérias e contribuir para a formação de placas, o que pode aumentar o risco de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral.

O exame de ApoB mede a quantidade dessas partículas de forma mais direta do que o colesterol LDL isoladamente. Isso pode ser especialmente útil quando o colesterol LDL parece normal, mas o risco de doença cardíaca ainda pode ser alto.

Leia também: Colesterol ruim (LDL): o que é e como saber se está alto tuasaude.com/colesterol-ldl

Os níveis de apolipoproteína B podem estar altos em pessoas com triglicerídeos altos, diabetes, obesidade, síndrome metabólica ou algumas doenças hereditárias relacionadas ao colesterol. Estes níveis geralmente podem ser reduzidos com mudanças no estilo de vida e, quando necessário, com medicamentos para baixar o colesterol.

Imagem ilustrativa número 1

Exame de apolipoproteína B

O exame de apolipoproteína B é feito para compreender melhor o risco de uma pessoa desenvolver doença cardiovascular aterosclerótica. Isso inclui condições causadas pelo acúmulo de placas nas artérias, como doença arterial coronariana, infarto e AVC.

Este teste pode ser especialmente útil quando os exames de colesterol padrão não explicam completamente o risco cardiovascular. Por exemplo, o teste de ApoB pode ser solicitado quando o colesterol LDL está normal, mas os triglicerídeos estão altos, ou quando uma pessoa tem diabetes, obesidade ou síndrome metabólica.

O exame de apolipoproteína B também pode ser útil em pessoas que já têm doença cardíaca e precisam de um acompanhamento mais rigoroso. Este teste pode ajudar a mostrar se o tratamento está reduzindo o número de partículas de colesterol nocivas, e não apenas a quantidade de colesterol dentro delas.

Os médicos também podem considerar este exame quando existe histórico familiar de doença cardíaca precoce ou suspeita de problemas hereditários de colesterol, como hiperlipidemia familiar combinada.

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Para que serve a apolipoproteína B

A apolipoproteína B serve para transportar gorduras, incluindo colesterol e triglicerídeos, através da corrente sanguínea. Ela é encontrada em diversos tipos de lipoproteínas, que são partículas responsáveis ​​pelo transporte de gorduras no sangue.

A principal forma medida em exames de sangue é a ApoB-100. A ApoB-100 é encontrada em LDL, VLDL, IDL e lipoproteína(a), também conhecida como Lp(a). Essas partículas são consideradas aterogênicas, o que significa que podem contribuir para a formação de placas nas artérias.

Leia também: Lipoproteína (a): o que é, quando fazer o exame (e o quando está alta) tuasaude.com/lipoproteina-a

Cada uma dessas partículas geralmente possui uma molécula de ApoB. Por isso, um exame de apolipoproteína B pode ajudar a estimar a quantidade de partículas transportadoras de colesterol nocivo no sangue.

A ApoB é diferente da ApoA-I, outra apolipoproteína encontrada principalmente no colesterol HDL. O colesterol HDL é frequentemente chamado de colesterol “bom”, porque ajuda a remover o colesterol do sangue e transportá-lo de volta para o fígado.

Valores de referência

Os valores de referência do exame de apolipoproteína B, conforme a Sociedade Brasileira de Cardiologia são:

Valor de ApoB Categoria de risco cardiovascular
Abaixo de 100 mg/dL Baixo
Abaixo de 90 mg/dL Intermediário
Abaixo de 70 mg/dL Alto
Abaixo de 55 mg/dL Muito alto
Abaixo de 45 mg/dL Extremo

Estes valores de referência são metas terapêuticas que variam de acordo com a categoria de risco de doença cardíaca de cada pessoa.

Os resultados da apolipoproteína B não devem ser interpretados isoladamente. Geralmente, são analisados ​​junto com o colesterol LDL, o colesterol HDL, os triglicerídeos, o colesterol não-HDL, a pressão arterial, os níveis de glicose no sangue, o histórico de tabagismo, o histórico familiar e outros fatores de risco para doenças cardíacas.

Apolipoproteína B alta

A Apolipoproteína B alta geralmente indica a presença de muitas partículas aterogênicas no sangue. Essas partículas podem transportar colesterol para as paredes das artérias e aumentar o risco de formação de placas.

As causas comuns e as condições relacionadas a Apolipoproteína B alta são:

  • Alterações no colesterol e triglicerídeos: A ApoB pode estar alta quando o colesterol LDL ou os triglicerídeos estão altos. Também pode estar elevada quando há muitas partículas pequenas transportadoras de colesterol no sangue, mesmo que o colesterol LDL não pareça muito alto;
  • Condições metabólicas: A ApoB costuma estar mais alta em pessoas com obesidade, resistência à insulina, síndrome metabólica ou diabetes tipo 2. Essas condições podem alterar a forma como o corpo processa as gorduras e o colesterol;
  • Problemas hereditários de colesterol: Algumas condições hereditárias, como hiperlipidemia combinada familiar, podem aumentar os níveis de ApoB. Essas condições também podem estar ligadas a um histórico familiar de colesterol alto ou doença cardíaca precoce;
  • Fatores de estilo de vida: A ApoB pode estar mais alta em pessoas que fazem uma dieta rica em gordura saturada, açúcar adicionado ou excesso de calorias, especialmente quando combinada com baixos níveis de atividade física.

Além disso, pessoas com doença cardiovascular estabelecida podem ter níveis altos de ApoB ou podem precisar de metas mais baixas, pois o risco de um futuro ataque cardíaco ou AVC é maior.

Como baixar a apolipoproteína B

Para baixar a apolipoproteína B, é aconselhado reduzir a quantidade de LDL, VLDL e outras partículas aterogênicas no sangue. Isso pode envolver mudanças no estilo de vida e/ou uso de medicamentos.

1. Mudanças no estilo de vida

As mudanças no estilo de vida podem ajudar a baixar a apolipoproteína B, especialmente quando também melhoram o colesterol LDL, os triglicerídeos, o peso e a resistência à insulina.

Essas mudanças podem incluir a redução do consumo de gordura saturada, encontrada em alimentos como carnes, manteiga, creme de leite e laticínios integrais.

Também pode ser útil limitar o consumo de gorduras trans, alimentos ultraprocessados, açúcar adicionado e carboidratos refinados, principalmente quando os triglicerídeos estão altos.

Uma alimentação saudável para o coração pode incluir mais alimentos ricos em fibras, como vegetais, frutas, feijões, lentilhas, aveia e cereais integrais, bem como gorduras insaturadas, como azeite de oliva, nozes, sementes e peixes.

A prática regular de atividade física, a perda de peso quando apropriada, evitar o tabagismo e limitar o consumo de álcool também podem ajudar a melhorar o risco cardiovascular geral. Esses hábitos podem contribuir para níveis mais saudáveis ​​de colesterol e triglicerídeos ao longo do tempo.

2. Medicamentos

Quando as mudanças no estilo de vida não são suficientes, os medicamentos podem ser recomendados pelo médico para reduzir o risco relacionado à apolipoproteína B.

As estatinas são os remédios mais comumente usados, pois ajudam a reduzir a produção de partículas de LDL e auxiliam o fígado a remover essas partículas do sangue.

Outras opções de tratamento podem incluir ezetimiba, inibidores de PCSK9, sequestrantes de ácidos biliares ou fibratos, especialmente quando os triglicerídeos estão elevados. O melhor tratamento depende do risco cardiovascular geral, dos níveis de colesterol, do histórico médico e da tolerância ao medicamento.

Estudos têm demonstrado que a redução da ApoB por meio de tratamento hipolipemiante está associada a um menor risco cardiovascular.

Apolipoproteína B baixa

A Apolipoproteína B baixa pode estar relacionada com condições como:

  • Uso de medicamentos hipolipemiantes, como estatinas ou inibidores de PCSK9;
  • Fatores genéticos, como hipobetalipoproteinemia familiar, que faz com que a pessoa tenha níveis naturalmente muito baixos de colesterol LDL e Apo B;
  • Condições de saúde, como doenças no fígado e sepse.

Ter um estilo de vida saudável, como fazer uma dieta saudável, manter o peso corporal adequado, praticar atividades físicas regulares e evitar fumar e consumir álcool em excesso, também pode deixar a Apolipoproteína B baixa.

Leia também: Qualidade de vida: o que é, como ter (e por que é importante) tuasaude.com/qualidade-de-vida

source https://www.tuasaude.com/apolipoproteina-b/

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