quinta-feira, 21 de maio de 2026

Azeite extra virgem: benefícios, como usar (e qual o melhor)

O azeite extra virgem é um alimento obtido a partir do suco das azeitonas e que oferece muitos benefícios à saúde, como ajudar a proteger a saúde do coração, evitar a inflamação e controlar a glicose.

Esses benefícios se devem ao alto teor de polifenóis e ácidos graxos monoinsaturados do azeite, que lhe conferem ação antioxidante e anti-inflamatória.

Leia também: Azeite: 14 benefícios, tipos (e como usar) tuasaude.com/beneficios-do-azeite

Embora seja benéfico, o azeite de oliva extra virgem deve ser consumido com moderação devido ao seu alto teor calórico. Também é importante escolher um azeite de boa qualidade e evitar o seu reaquecimento.

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Benefícios do azeite extra virgem

Os benefícios do azeite de extra virgem são:

1. Proteger a saúde do coração

O ácido oleico presente no azeite extra virgem ajuda a reduzir o colesterol \"ruim\", LDL, e a melhorar a função do colesterol \"bom\", HDL.

Os polifenóis do azeite protegem as artérias da formação de placas de gordura, o que ajuda a proteger a saúde do coração e a reduzir o risco de infarto, aterosclerose e acidente vascular cerebral (AVC).

2. Prevenir a inflamação

O azeite de oliva extra virgem contém oleocantal, um composto bioativo que, quando consumido diariamente e com moderação, pode ajudar a prevenir a inflamação, aliviar dores corporais e evitar doenças inflamatórias crônicas, como artrite reumatoide.

Portanto, o azeite extra virgem é um alimento valioso para atletas e idosos que buscam melhorar sua recuperação física.

Entretanto, o oleocantal se perde durante o processo de refinamento químico. Portanto, o azeite \"refinado\" ou o azeite rotulado simplesmente como \"azeite\" não contém esse composto.

3. Controlar a diabetes e a glicose

Substituir gorduras saturadas por azeite de oliva extravirgem melhora a sensibilidade à insulina e ajuda, assim, a regular os níveis de glicose após as refeições.

Alguns estudos indicam que os compostos bioativos do azeite extra virgem podem ajudar a reduzir os níveis de hemoglobina glicada em pessoas com diabetes tipo 2.

Além disso, este alimento também ajuda a retardar a absorção de açúcares e a prevenir os picos de glicose.

4. Prevenir o declínio cognitivo

Os polifenóis e antioxidantes presentes no azeite extra virgem atravessam a barreira protetora do cérebro, ajudando a combater os danos oxidativos e prevenir o declínio cognitivo.

Uma dieta rica em azeite tem sido associada a uma melhor memória e menor risco de desenvolver a doença de Alzheimer.

Esses compostos também ajudam a eliminar as proteínas nocivas que se acumulam nas células cerebrais ao longo do tempo.

5. Melhorar a digestão e a microbiota

O azeite extra virgem atua como um regulador da microbiota intestinal. Este alimento ajuda a aumentar a quantidade de bactérias benéficas no intestino e a reduzir a de microrganismos que podem causar danos.

Além disso, as propriedades antimicrobianas do azeite de oliva extra virgem ajudam a proteger a mucosa gástrica e a controlar as bactérias nocivas, como a Helicobacter pylori.

Qual é o melhor azeite extra virgem?

O melhor azeite extra virgem é aquele com alta concentração de polifenóis, acima de 250 mg/kg, baixa acidez livre, idealmente inferior a 0,8% e embalado em recipientes escuros para proteger da luz.

Para identificar um azeite de boa qualidade, é importante verificar se o rótulo indica extração a frio a temperaturas abaixo de 27 °C, pois isso ajuda a preservar melhor as vitaminas e os compostos antioxidantes.

Além disso, um azeite extra virgem de qualidade deve ter um aroma fresco, com notas herbáceas ou frutadas, e um sabor com um leve amargor e uma sensação picante na garganta.

Essas características sensoriais geralmente indicam que se trata de um azeite rico em antioxidantes.

Leia também: 7 dicas para escolher o melhor azeite tuasaude.com/como-identificar-um-bom-azeite

Tabela de informação nutricional

A tabela a seguir traz a informação nutricional média por 100 gramas do azeite extra virgem:

Componentes Quantidade por 100 g
Energia 899 calorias
Carboidratos 0 g
Gorduras totais 99,9 g
Ácidos graxos saturados 14,4 g
Ácidos graxos monoinsaturados (ácido oleico) 78,6 g
Ácidos graxos poli-insaturados 6,9 g
Ácido linoleico 6,2 g
Vitamina A 18 mcg
Alfa-tocoferol 9,2 mg
Betacarotenos 120 mcg
Vitamina K 57 mcg

Para obter todos os benefícios do azeite extra virgem, este alimento deve ser incorporado a uma dieta variada e equilibrada, junto com atividade física regular e outros hábitos de vida saudáveis.

Como consumir

A quantidade mínima recomendada para se obter os benefícios do azeite extra virgem é de 25 ml por dia, o que equivale cerca de duas colheres de sopa.

No entanto, a quantidade de gorduras na dieta, incluindo o azeite, deve ser ajustada conforme as necessidades nutricionais de cada pessoa.

O azeite extra virgem preserva melhor sua capacidade antioxidante quando consumido cru, como para temperar saladas, legumes cozidos ou torradas, por exemplo.

Além disso, o azeite de oliva extra virgem também pode ser usado para refogados de um modo geral.

Embora o azeite extra virgem possa ser usado para frituras, não é aconselhado. Isso porque a exposição a temperaturas acima de cerca de 85º C reduzem os compostos bioativos do azeite.

Para manter as propriedades do azeite extra virgem, recomenda-se armazená-lo em local fresco e escuro, longe de fontes de calor.

Se deseja saber como consumir o azeite em uma dieta saudável, marque uma consulta com o nutricionista mais perto de você:

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Características do azeite extra virgem

As principais características do azeite extra virgem são:

  • Baixa acidez: o teor de ácidos graxos livres deve ser igual ou inferior a 0,8%, refletindo o cuidado no manuseio da azeitona desde a sua colheita;
  • Extração mecânica: é obtido exclusivamente por meios físicos, sem o uso de solventes químicos ou processos de refino que alterem sua estrutura natural;
  • Rico em polifenóis: contém compostos bioativos, como o hidroxitirosol e o oleocantal, responsáveis ​​pelos efeitos benéficos e o sabor levemente apimentado;
  • Perfil de gorduras saudáveis: é composto principalmente de ácido oleico (ômega 9), uma gordura resistente à oxidação química e térmica;
  • Estabilidade térmica: possui um alto ponto de fumaça, entre 190 °C e 210 °C, tornando-o adequado para a maioria dos métodos de cozimento caseiro;
  • Atributos sensoriais: deve apresentar notas de fruta fresca e não possuir defeitos sensoriais, como odor rançoso ou sabor metálico.

Em conjunto, essas características fazem com que o azeite de oliva extra virgem se destaque como uma das gorduras mais saudáveis ​​e estáveis ​​para o consumo diário.



source https://www.tuasaude.com/azeite-extra-virgem/

Doença da vaca louca: o que é, sintomas e transmissão

A doença da vaca louca em humanos é uma doença rara neurodegenerativa que causa lesões cerebrais graduais e definitivas, provocando sintomas como perda de memória, dificuldade para pensar e tremores, por exemplo.

Conhecida cientificamente como Variante da Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJv), a doença da vaca louca é causada por príons, proteínas anormais que se instalam no cérebro e causam a destruição das células nervosas.

A doença da vaca louca é rara de acontecer em pessoas, no entanto o consumo de carne infectada de bovinos contaminados por príons pode levar ao desenvolvimento da doença em humanos.

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Sintomas de doença da vaca louca

Os principais sintomas da doença da vaca louca são:

  • Perda de memória;
  • Dificuldade para falar ou pensar;
  • Perda da capacidade para fazer movimentos coordenados;
  • Dificuldade para caminhar;
  • Tremores constantes;
  • Visão turva;
  • Insônia;
  • Ansiedade e depressão.

Com a progressão da doença, a pessoa também pode apresentar irritabilidade, alucinações, dificuldades para engolir e cegueira.

Geralmente as pessoas levam muito tempo para ficarem doentes, apresentando os sintomas somente cerca de 10 anos ou mais após a contaminação.

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico da doença da vaca louca é feito pelo neurologista com base nos sintomas apresentados, principalmente quando existem mais casos suspeitos na região da pessoa.

Marque uma consulta com o especialista mais perto de você, se deseja confirmar o risco de doença da vaca louca:

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Além disso, o médico também pode avaliar alterações específicas no cérebro que podem ser indicativas dessa doença, como o sinal pulvinar.

O diagnóstico pode também incluir a realização de eletroencefalograma, a análise do líquido cefalorraquidiano, o teste de príons e exames genéticos, a ressonância magnética.

No entanto, na maioria dos casos, a doença só é confirmada após realização de biópsia do cérebro.

Como acontece a transmissão

A principal forma de transmissão da doença da vaca louca é por meio do consumo de carne bovina contaminada por príons.

Outras possíveis formas de transmissão da doença são:

  • Transplante de córnea ou pele contaminada;
  • Uso de instrumentos contaminados em procedimentos cirúrgicos;
  • Implante inadequado de eletrodos cerebrais;
  • Injeções de hormônios de crescimento contaminados.

Entretanto, estas outras formas de transmissão da doença são muito raras, pois as técnicas modernas reduzem muito o risco de usar tecidos ou materiais contaminados.

Não existem evidências científicas de que a doença da vaca louca possa ser transmitida pelo ar ou ainda pelo uso da mesma roupa, mesmos copos e utensílios de cozinha ou contato íntimo com as pessoas contaminadas.

Possíveis complicações

O desenvolvimento da doença da vaca louca é rápido, uma vez que desde que os sintomas aparecem, a pessoa geralmente vem a óbito entre um período de até um ano.

Isso acontece porque desde o momento da infecção, a função neuronal é prejudicada, causando a perda progressiva das capacidades e maior necessidade da pessoa ficar acamada e dependente para comer e realizar os cuidados de higiene.

Embora ainda não exista tratamento e cura para essa doença, a pessoa deve ser acompanhada por um médico, que poderá indicar remédios, terapia nutricional e psicoterapia, para aliviar os sintomas e manter o bem-estar geral da pessoa.

Como é feito o tratamento

Até o momento, não existe tratamento específico ou cura para essa doença em humanos. É importante que a pessoa seja acompanhada por um médico para que sejam indicadas medidas que ajudem a manter o bem-estar geral e a aliviar os sintomas, como dor, ansiedade, depressão, rigidez muscular e movimentos involuntários.

A terapia nutricional também pode ser indicada, principalmente quando a pessoa possui dificuldade para engolir ou comer.

A psicoterapia e o suporte emocional podem ajudar a pessoa e a família a lidar melhor com o diagnóstico e as mudanças causadas pela doença. Nos casos mais avançados, a pessoa pode precisar de cuidados de enfermagem, em que um profissional ajuda na alimentação, higiene e atividades diárias.



source https://www.tuasaude.com/doenca-da-vaca-louca/

quarta-feira, 20 de maio de 2026

Endocrinologista: o que é, o que faz (e quando consultar)

O endocrinologista é o médico que se dedica ao estudo das glândulas do corpo e alterações hormonais, que podem gerar vários tipos de doenças, incluindo diabetes, síndrome dos ovários policísticos e problemas na tireoide.

É recomendado consultar um endocrinologista quando existem sinais que fazem suspeitar de alguma alteração na produção de hormônios, como alterações rápidas do peso, aumento do volume de urina e da sede, excesso de pelos em mulheres ou crescimento das mamas em meninos, por exemplo.

A partir da avaliação clínica e de dosagens hormonais, o endocrinologista consegue identificar a causa dos sintomas e, assim, indicar o tratamento mais adequado.

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Que doenças cuida o endocrinologista

O endocrinologista pode ajudar no tratamento de diversas doenças, incluindo:

  • Distúrbios da tireoide, como hipo e hipertireoidismo, tireoidites, nódulos e câncer;
  • Diabetes ou pré-diabetes;
  • Hirsutismo, que é uma condição que causa o aparecimento de pelo na mulher, em locais tipicamente masculinos;
  • Obesidade;
  • Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP), atualmente conhecida como Síndrome Ovariana Metabólica Poliendócrina (SOMP), menopausa e andropausa;
  • Distúrbios ósseos, como osteopenia e osteoporose;
  • Síndrome de Cushing;
  • Acromegalia, que é uma condição caracterizada pelo excesso de hormônio do crescimento.

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Quando marcar consulta

É recomendado consultar o endocrinologista quando forem percebidos sinais ou sintomas que possam ser indicativos de alteração na produção de hormônios, como:

  • Excesso de peso;
  • Aumento rápido de peso;
  • Cansaço excessivo;
  • Alterações no ciclo menstrual;
  • Atraso na puberdade ou puberdade precoce;
  • Aumento da tireoide;
  • Excesso de pelos nas mulheres;
  • Crescimento das mamas nos meninos;
  • Sinais e sintomas de andropausa e menopausa;
  • Presença de sintomas relacionados com a diabetes como sede excessiva e aumento da vontade para urinar, por exemplo.

Na presença deste tipo de sintomas, o endocrinologista irá fazer uma avaliação clínica e poderá indicar a realização de exames de sangue.

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Como é a primeira consulta

Na primeira consulta com o endocrinologista, o médico avalia a história clínica da pessoa através de uma entrevista, em que pergunta o motivo da consulta, ou seja, os sinais e sintomas que a pessoa apresenta.

Além disso, o médico pode questionar a idade, antecedentes de saúde da família e pessoais, hábitos de vida relacionados com a alimentação e a prática de atividade física, uso de medicamentos e alergias.

Em seguida, o endocrinologista pode realizar um exame físico focado na região relacionada com os sinais e sintomas, como pescoço, pele, mãos ou região abdominal, por exemplo.

Também podem ser solicitados exames laboratoriais, como exames de sangue para avaliar os níveis hormonais, exame de urina e exames de imagem, como tomografia ou ressonância magnética.

Endocrinologista para emagrecer

É interessante procurar o endocrinologista quando existe muita dificuldade para perder peso, mesmo seguindo uma alimentação saudável e praticando atividade física regularmente.

Na consulta, o endocrinologista irá avaliar o histórico de saúde, fazer o exame físico e poderá pedir, também, alguns exames complementares, se necessários.

Para saber se você está acima do peso, utilize a nossa calculadora online:

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terça-feira, 19 de maio de 2026

15 alongamentos para dor nas costas e no pescoço

Os exercícios de alongamento, como dobrar o corpo à frente, esticar a perna, torcer as costas e posição de gato, são boas formas para aliviar e prevenir a dor nas costas e pescoço.

Os alongamentos também ajudam a relaxar e aumentam a amplitude dos movimentos e podem ser feitos em qualquer hora do dia, sendo especialmente úteis para pessoas que passam muito tempo sentadas ou na mesma posição.

Leia também: 8 alongamentos simples para fazer no trabalho tuasaude.com/exercicios-de-alongamento-para-fazer-no-trabalho

Os alongamentos para dor nas costas e pescoço podem ser feitos várias vezes ao dia e melhorar a qualidade do sono, pois ajudam a relaxar o corpo. Para melhorar esse efeito, pode-se tomar um banho quente antes dos exercícios, que ajuda a relaxar os músculos, aumentando a eficácia dos alongamentos.

Principais exercícios

Os principais exercícios de alongamento para dor nas costas e no pescoço são:

1. Dobrar o corpo à frente

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Com as pernas juntas, dobrar o corpo para frente como mostra a imagem, mantendo os braços e os joelhos esticados.

2. Esticar a perna

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Sentar no chão e dobrar uma das pernas, até colocar o pé próximo da coxa da perna oposta, e deixar a outra perna bem esticada para a frente.

Dobrar o corpo para frente, tentando encostar a mão no pé, conforme mostra a imagem, e mantendo o joelho esticado. Se não for possível alcançar o pé, chegar até o meio da perna ou tornozelo. Repetir com a outra perna.

3. Tocar o chão

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Este alongamento é semelhante ao primeiro exercício, mas pode ser feito com mais intensidade. Deve-se esforçar para tentar encostar as mãos no chão, sem dobrar os joelhos. 

4. Esticar o pescoço

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Inclinar a cabeça para o lado e manter uma mão segurando a cabeça, forçando levemente o alongamento. A outra mão pode estar apoiada no ombro ou ficar ao longo do corpo. Repetir para o outro lado.

5. Inclinar a cabeça para trás

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Manter a coluna reta e os ombros alinhados e olhar para cima, inclinando a cabeça para trás. Pode-se colocar uma mão na nuca para uma maior conforto, ou não.

6. Inclinar a cabeça para baixo

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Com a coluna reta, colocar as duas mãos sobrepostas sobre a região posterior da cabeça e inclinar a cabeça para frente, sentindo esticar as costas.

7. Sentar sobre os calcanhares

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Ficar de joelhos no chão, e depois encostar os glúteos sobre os calcanhares e aproximar o tronco do chão, mantendo as mãos esticadas à frente, como mostra a imagem.

8. Encostar as mãos nas costas

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Sentar com as pernas dobradas, em posição de borboleta, e com as costas eretas, tentar aproximar as palmas das mãos, como mostra a imagem. 

9. Torcer as costas 

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Sentar no chão, apoiar uma mão próximo do bumbum e inclinar o tronco para trás. Para ajudar a manter essa posição, pode-se dobrar uma das pernas e usá-la como apoio para o braço, como mostra a imagem. Depois repetir para o outro lado.

10. Pirâmide com a mão no chão

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Com as pernas afastadas a uma largura maior que a dos quadris, abrir os braços horizontalmente, e inclinar o corpo para frente.

Apoiar uma das mãos no chão, no centro, e virar o corpo para o lado oposto ao da mão, mantendo a outra esticada ao alto. Depois repetir para o outro lado.

11. Joelho no peito

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Deitar com as costas no chão e os joelhos dobrados. Trazer os joelhos próximos ao peito, podendo ajudar com as mãos.

Ao mesmo tempo, manter os ombros e a cabeça encostados no chão. Em seguida, deve-se trazer a cabeça em direção aos joelhos, fazendo com que a parte superior das costas se estique.

12. Alongamento da parte de baixo das costas

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Deitar com as costas no chão, os joelhos dobrados e juntos ao peito e os braços estendidos. Deixar os joelhos caírem para o lado esquerdo, fazendo uma pequena rotação na coluna.

A intensidade pode ser aumentada com a ajuda da mão esquerda. A cabeça fica voltada para a direção oposta das pernas, ou seja, para a direita. Em seguida, deve-se repetir o exercício do lado oposto.

13. Posição do gato

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Para a posição inicial, deve-se ficar na posição de quatro apoios, colocando as mãos e os joelhos na largura do quadril.

Em seguida, deve-se arquear lentamente as costas, como se fosse levar o abdômen para o teto. Manter nessa posição por alguns segundos e depois voltar à posição inicial.

14. Posição da vaca

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A posição da vaca é o inverso da posição do gato. A posição inicial é também de quatro apoios, com os braços e os joelhos na largura do quadril.

Em seguida, levantar a cabeça e deixar a pélvis cair, dobrando as costas em direção ao chão.

15. Alongamento sentado para frente

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Sentar no chão com as pernas esticadas para frente e dobrar suavemente os quadris para frente, abaixando a barriga até as coxas, tentando tocar no calcanhar.

Deve-se esticar até sentir uma leve tensão na parte de trás das pernas e na parte inferior das costas.

Como alongar corretamente

Durante o alongamento é normal sentir o músculo esticando, mas é importante não forçar muito para não lesionar a coluna.

Deve-se manter cada posição durante 20 a 30 segundos e repetir o movimento pelo menos 3 vezes, ou manter cada posição durante 1 minuto, seguido.

Na presença de dor ou sensação de formigamento, deve-se consultar o ortopedista ou fisioterapeuta, para que seja avaliada a presença de alguma alteração e sejam indicados exercícios de alongamento específicos.

Veja melhor como fazer os alongamentos para dor nas costas, no vídeo a seguir:

Alongamento para Dor nas Costas e Lombar para fazer em Casa

06:26 | 1.015 visualizações


source https://www.tuasaude.com/exercicios-de-alongamento/

segunda-feira, 18 de maio de 2026

Hantavírus: o que é, sintomas, transmissão e tratamento

O hantavírus é o microrganismo responsável por causar a hantavirose, uma infecção viral grave que provoca sintomas como febre, dor de cabeça e nas articulações, dificuldade para respirar ou batimentos cardíacos acelerados.

O Hantavírus é um vírus pertencente à família Bunyaviridae, que pode ser transmitido através das fezes, urina e saliva de alguns roedores, principalmente ratos silvestres.

Na suspeita de infecção pelo Hantavírus, é importante ir ao hospital imediatamente para que seja feito o diagnóstico e iniciado o tratamento adequado, que é feito por meio de medidas de suporte.

Homem vestido de botas e carregando um fardo de feno no celeiro

Sintomas de hantavirose

Os principais sintomas de infecção pelo Hantavírus são:

  • Febre;
  • Dor de cabeça;
  • Dor muscular e nas articulações;
  • Cansaço excessivo;
  • Dor abdominal, náuseas e vômitos;
  • Tosse seca, que evolui para produtiva com muco e sangue;
  • Dificuldade para respirar;
  • Pressão baixa e batimentos cardíacos acelerados.

Os primeiros sintomas de infecção pelo hantavírus podem demorar entre 3 a 60 dias, em média 14 dias, para aparecer e podem ser confundidos com outras doenças.

Após o início dos primeiros sintomas, existe o comprometimento da função de alguns órgãos, como pulmões, coração e rins, indicando que o vírus está se espalhando e a doença está num estágio mais avançado.

Os sintomas cardiopulmonares da hantavirose são conhecidos como síndrome cardiopulmonar pelo Hantavírus (SCPH), sendo mais comuns no Brasil.

Já os sintomas de febre hemorrágica com síndrome renal, como manchas vermelhas e roxas corpo, sangramentos, falência de vários órgãos e diminuição na produção de urina, surgem principalmente na Ásia e Europa.

Leia também: 19 sintomas de hantavírus (e o que fazer) tuasaude.com/sintomas-de-hantavirus

Como confirmar o diagnóstico

O diagnóstico da hantavirose é feito pelo clínico geral ou infectologista através da avaliação dos sintomas, histórico de contato da pessoa com saliva ou excrementos de roedores ou sua mordida.

Marque uma consulta com o infectologista na região mais próxima de você:

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Além disso, o médico deve solicitar teste RT-PCR, imunohistoquímica ou ELISA, para identificar a presença de anticorpos contra o vírus ou o genoma do vírus. Entenda melhor para que serve o teste ELISA.

Como acontece a transmissão

O hantavírus é transmitido principalmente pela inalação de poeira contaminada com urina, fezes ou saliva de roedores infectados, especialmente durante a limpeza de espaços fechados ou áreas infestadas por ratos.

Também pode ser transmitido pelo contato com materiais contaminados e posterior contato com a boca, nariz ou olhos. Uma mordida ou arranhão de um roedor infectado também pode transmitir o vírus, embora isso seja raro.

A transmissão de pessoa para pessoa não foi confirmada para a maioria dos hantavírus. No entanto, em alguns surtos do vírus Andes, particularmente na Argentina, a transmissão de pessoa para pessoa por contato próximo foi relatada.

Para prevenir a infecção, deve-se evitar varrer ou aspirar fezes secas de roedores e limpar com precauções de segurança. Se a pessoa apresentar febre, dificuldade para respirar ou tiver sido exposta a roedores, deve-se consultar um médico e evitar a automedicação.

Diferença de hantavirose e leptospirose

Tanto a hantavirose e a leptospirose são infecções que podem ser transmitidas pelo contato com excrementos ou saliva de roedores, principalmente ratos.

No entanto, a hantavirose é causada por um vírus, o Hantavírus, enquanto a leptospirose é causada pela bactéria Leptospira.

Leia também: Leptospirose: o que é, sintomas, como se pega e tratamento tuasaude.com/leptospirose

O que é o vírus Andes?

O vírus Andes é um tipo de hantavírus que circula principalmente na América do Sul, especialmente na Argentina e no Chile.

Este tipo é encontrado em alguns roedores selvagens e pode causar uma doença grave chamada síndrome cardiopulmonar por hantavírus.

A maioria das pessoas se infecta ao inalar partículas contaminadas com urina, fezes ou saliva de roedores infectados.

O vírus Andes é um dos poucos onde a transmissão de pessoa para pessoa foi observada, principalmente após contato próximo e prolongado com uma pessoa infectada. Essa forma de transmissão é rara.

Como é feito o tratamento

O tratamento para a hantavirose deve ser feito pelo clínico geral ou infectologista e consiste em controlar os sintomas da doença, pois não existe um medicamento específico para essa doença.

Normalmente, é necessário internamento hospitalar e, nos casos mais graves, em unidades de terapia intensiva (UTI).

Durante o tratamento, o médico realiza o suporte da capacidade respiratória e da função cardíaca.

Além disso, é feito o controle da função renal e outros dados vitais, podendo ser necessário, em alguns casos, a realização de hemodiálise ou respiração por aparelhos.

Hantavirose tem cura?

A hantavirose tem cura, quando o tratamento é feito no hospital assim que surgem os sintomas.

No entanto, a hantavirose pode provocar algumas sequelas como insuficiência renal crônica ou pressão alta.

Como prevenir a hantavirose

Para prevenir a infecção pelo hantavírus é recomendado:

  • Manter o terreno em volta da casa limpo e livre de vegetações e entulhos que possam abrigar roedores;
  • Evitar varrer ou espanar locais que podem ser passagem de roedores, preferindo passar um pano úmido;
  • Ao entrar em locais fechados por muito tempo, abrir as janelas e as portas para deixar o ar e a luz entrarem;
  • Sempre deixar os alimentos bem estocados e fora do acesso a roedores;
  • Lavar utensílios de cozinha que estejam guardados por muito tempo, antes de usá-los.

Além disso, deve-se sempre higienizar bem as mãos e os alimentos antes de comer, pois podem conter partículas de vírus.

Veja como lavar as mãos corretamente assistindo ao vídeo a seguir:

Como lavar as mãos do jeito certo | com Drauzio Varella

05:00 | 54.020 visualizações


source https://www.tuasaude.com/hantavirose/

domingo, 17 de maio de 2026

Bolha na gengiva: 7 causas (e como tratar)

A bolha na gengiva normalmente surge devido a alguma inflamação ou infecção na gengiva ou no dente, como no caso da gengivite, periodontite, ou cárie não tratada ou profunda, mas também pode surgir devido a aftas ou mucocele.

Geralmente, a presença de bolha na gengiva não causa qualquer outro sintoma, no entanto pode aparecer sangramento na gengiva, inchaço, febre, dificuldade para abrir a boca e dor, ou mau hálito persistente, por exemplo.

É importante consultar o dentista para que seja identificada a causa bolha na gengiva e iniciado o tratamento mais adequado, podendo ser recomendado a melhora dos hábitos de higienização da boca, além do uso de antibióticos, em alguns casos.

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Foto de bolha na gengiva

As principais causas de bolhas na gengiva são:

1. Mucocele

A mucocele é um cisto de muco benigno que ocorre devido a obstrução das glândulas salivares ou traumas na boca levando a formação de um bolha que contém saliva em seu interior, sendo mais frequente nos lábios, mas também pode afetar a gengiva, céu da boca, língua ou bochecha.

A mucocele não é grave e geralmente não causa dor, a não ser quando há algum outro ferimento associado.

Como tratar: o caroço normalmente desaparece em poucos dias, não sendo necessário tratamento. No entanto, quando cresce demais ou não desaparece em até 2 semanas, é importante ir ao dentista para que possa ser removido por meio de um pequeno procedimento cirúrgico para tirar a glândula salivar e diminuir o inchaço. Saiba como é feita a remoção da mucocele.

2. Infecção

A infecção na boca, como abscessos ou fístulas, também pode levar ao aparecimento de bolhas na gengiva, sendo normalmente uma tentativa do corpo em eliminar a causa da infecção.

Essa infecção é normalmente resultado do acúmulo de resto de alimentos entre os dentes e falta de higienização adequada da boca, o que faz com que as bactérias presentes na boca se proliferem, podendo resultar na cárie ou na formação de placas bacterianas, chamadas de tártaro.

Como tratar: a forma mais eficaz de evitar o aparecimento de bolhas devido a infecções que são resultados do acúmulo de resto de alimentos na boca, por exemplo, é a escovação correta dos dentes. É recomendado que os dentes e a língua sejam escovados pelo menos 3 vezes ao dia e seja utilizado fio dental, para remover o resto de comida que poderia estar entre os dentes, e o uso de enxaguante bucal. Veja como escovar os dentes corretamente.

3. Aftas

As aftas podem aparecer em qualquer parte da boca, incluindo na gengiva, causando dor e desconforto para falar e mastigar, por exemplo, e podem surgir devido à imunidade baixa, uso de aparelhos dentários ou alimentos muito ácidos, por exemplo. Conheça outras causas de aftas.

Como tratar: para aliviar a dor e o desconforto causado pela presença de afta na gengiva, pode-se fazer bochecho de água e sal, por exemplo, pois ajuda na cicatrização e diminui o risco de infecção. No entanto, caso as aftas não desapareçam depois de algumas semanas ou surjam outros sintomas é importante ir ao dentista, pois pode ser indicativo de outras situações, como doença de Crohn e Síndrome de Sjögren, por exemplo.

4. Fístula dental

A fístula dental corresponde à tentativa do organismo de eliminar uma infeção, o que resulta na formação de bolhas com pus no interior da boca ou na gengiva e que não devem ser estouradas. Saiba como identificar a fístula dental.

Como tratar: o melhor a se fazer no caso de fístula dental, é ir ao dentista para que seja avaliada e seja indicado o melhor tratamento para prevenir infecções, sendo normalmente realizada a limpeza bucal para eliminar a possível causa da fístula e, em alguns casos, pode ser indicado o uso de antibióticos.

Além disso, é importante que a higienização da boca seja feita corretamente, com uso de fio dental e enxaguante bucal.

5. Gengivite e periodontite

A gengivite é uma inflamação na gengiva normalmente causada pelo acúmulo de placa bacteriana ou tártaro no sulco gengival, devido à má higiene oral, sendo que os primeiros sintomas são vermelhidão na gengiva, sangramento na gengiva ao escovar os dentes ou mau hálito persistente.

Quando a gengivite não é tratada, a infecção pode atingir os tecidos que sustentam o dente, como o ligamento periodontal ou o osso alveolar, por exemplo, provocando sua destruição e perda óssea, e formação de um abscesso periodontal, que é uma bolha cheia de pus.

Leia também: Gengivite: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/gengivite

Como tratar: deve-se consultar o dentista para que seja feita uma avaliação e diagnosticada a gengivite ou a periodontite. O dentista deve remover completamente todo tártaro acumulado, sendo importante manter uma escovação dos dentes de forma correta, com uma escova macia ou elétrica e utilizar o fio dental diariamente. Além disso, no caso da periodontite, o dentista pode indicar o uso de antibióticos ou até cirurgia. Veja como é feito o tratamento da periodontite.

6. Cárie não tratada ou profunda

A cárie não tratada ou profunda pode afetar a polpa do dente e formar um abscesso apical, que é uma bolha cheia de pus na ponta da raiz do dente, o que logo pode virar uma fístula que sai na parte do fundo da gengiva.

Como tratar: o tratamento da cárie deve ser feito pelo dentista através através do canal, sendo que pode ser indicado o uso de antibióticos antes de fazer o tratamento do canal. Em alguns casos, pode ser necessária a remoção do dente afetado. Veja como é feito o tratamento do canal.

Leia também: Cárie: o que é, sintomas, tipos, causas e como tratar tuasaude.com/carie-dentaria

7. Pênfigo vulgar

O pênfigo vulgar é uma doença autoimune rara em que o sistema imunológico produz anticorpos que atacam e destroem as células da mucosa da boca, formando bolhas ou feridas na gengiva, bochecha, céu da boca, língua ou garganta, que causam dor, ardor e sensação de queimação, e, ao desaparecer, deixam manchas escuras que permanecem por vários meses.

Geralmente, as bolhas começam na boca ou na garganta e muitas vezes são confundidas com aftas, mas que em seguida podem surgir na pele e nas mucosas como nariz, olhos, órgãos genitais, ânus ou esôfago. Essas bolhas podem se romper e levar ao surgimento de úlceras.

Como tratar: o pênfigo é uma doença grave e que precisa ser tratado, por isso, ao surgirem os primeiros sinais da doença é importante consultar o clínico geral ou dermatologista para que possa ser iniciado o tratamento, que normalmente é feito com o uso de corticoides, imunossupressores ou antibióticos. Veja todas as opções de tratamento para o pênfigo vulgar.



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sexta-feira, 15 de maio de 2026

Micronutrientes: o que são, quais são (e exemplos)

Os micronutrientes são nutrientes essenciais que o corpo necessita em pequenas quantidades para funcionar corretamente. Os micronutrientes incluem principalmente as vitaminas e os minerais e atuam na produção de energia, funcionamento do sistema imunológico e desenvolvimento celular.

Esses nutrientes não fornecem calorias, mas são fundamentais para a manutenção da saúde, pois participam da formação de enzimas, hormônios e outras substâncias necessárias para o crescimento, a reparação de tecidos e o equilíbrio do organismo.

Quando existe uma deficiência de micronutrientes, a pessoa pode apresentar sintomas como fadiga, fraqueza ou doenças mais graves. O tratamento desta deficiência geralmente envolve mudanças na dieta ou uso de suplementos, sempre sob a orientação de um médico ou nutricionista.

Imagem ilustrativa número 1

Quais são os micronutrientes

Os micronutrientes, que devem ser obtidos principalmente através da alimentação, são:

1. Vitaminas

As vitaminas são substâncias orgânicas que o corpo precisa para realizar diversas funções e manter a saúde. Como o corpo não produz a maioria delas em quantidades suficientes, é importante obtê-las por meio da alimentação.

A principais funções das vitaminas incluem:

  • Auxiliar na produção de energia;
  • Favorecer o funcionamento do sistema imunológico;
  • Contribuir para a saúde da pele, visão e ossos;
  • Participar da formação de células e tecidos;
  • Apoiar o funcionamento do sistema nervoso.

As vitaminas são necessárias em pequenas quantidades, mas desempenham funções essenciais para o equilíbrio do organismo.

Quando a ingestão de vitaminas é insuficiente, podem ocorrer problemas como fadiga, fraqueza, alterações na pele, problemas de visão ou enfraquecimento do sistema imunológico, conforme a vitamina que estiver em falta.

Exemplos de vitaminas: vitamina A, vitamina C, vitamina D, vitamina E, vitamina K e vitaminas do complexo B, como B1, B6, B9 e B12.

Leia também: Vitaminas: o que são, funções, tipos e alimentos ricos tuasaude.com/vitaminas

2. Minerais

Os minerais são nutrientes inorgânicos que o corpo necessita para formar estruturas e regular diversos processos vitais.

Entre as suas principais funções estão:

  • Formação de ossos e dentes;
  • Regulação da contração muscular;
  • Participação na transmissão de impulsos nervosos;
  • Auxílio na produção de hormônios;
  • Manutenção do equilíbrio de fluidos no corpo.

Embora necessários em pequenas quantidades, os minerais desempenham funções muito importantes para manter a saúde.

Os minerais são classificados como macrominerais e oligoelementos, dependendo da quantidade que o corpo necessita. Entretanto, todos são importantes para o bom funcionamento do organismo e para a prevenção de deficiências nutricionais.

Exemplos de minerais: cálcio, fósforo, magnésio, sódio, potássio, cloro, ferro, zinco, iodo, selênio, cobre, manganês, cromo, molibdênio e flúor.

Leia também: Sais minerais: o que são, funções, tipos (e alimentos ricos) tuasaude.com/sais-minerais

Diferente entre macronutrientes e micronutrientes

Os macronutrientes incluem carboidratos, proteínas e gorduras, e são necessários em grandes quantidades, porque fornecem energia ao corpo e contribuem para a formação das estruturas corporais.

Leia também: Macronutrientes: o que são, quais são (e como incluir no dia a dia) tuasaude.com/macronutrientes

Por outro lado, os micronutrientes, como vitaminas e minerais, são necessários em quantidades muito menores e não fornecem energia. No entanto, são essenciais para regular os processos metabólicos, fortalecer o sistema imunológico e garantir o bom funcionamento do organismo.

Deficiência de micronutrientes

A deficiência de micronutrientes ocorre quando o corpo não recebe ou absorve vitaminas ou minerais em quantidades suficientes.

Os sintomas de deficiência de micronutrientes podem variar dependendo do tipo de nutriente em falta, mas geralmente causam fadiga, baixa energia, diminuição da clareza mental e redução da capacidade física e intelectual.

As deficiências mais comuns são as de ferro, vitamina A e iodo, e afetam com mais frequência crianças e mulheres grávidas.

O tratamento depende da causa e da deficiência de micronutriente específica. Geralmente, pode incluir ajustes na dieta, o consumo de alimentos fortificados ou o uso de suplementos prescritos por um médico ou nutricionista, já que o excesso de alguns micronutrientes também pode ser prejudicial.

Leia também: Avitaminose: o que é, sintomas, tipos e tratamento tuasaude.com/avitaminose-falta-de-vitaminas

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