terça-feira, 19 de maio de 2026

15 alongamentos para dor nas costas e no pescoço

Os exercícios de alongamento, como dobrar o corpo à frente, esticar a perna, torcer as costas e posição de gato, são boas formas para aliviar e prevenir a dor nas costas e pescoço.

Os alongamentos também ajudam a relaxar e aumentam a amplitude dos movimentos e podem ser feitos em qualquer hora do dia, sendo especialmente úteis para pessoas que passam muito tempo sentadas ou na mesma posição.

Leia também: 8 alongamentos simples para fazer no trabalho tuasaude.com/exercicios-de-alongamento-para-fazer-no-trabalho

Os alongamentos para dor nas costas e pescoço podem ser feitos várias vezes ao dia e melhorar a qualidade do sono, pois ajudam a relaxar o corpo. Para melhorar esse efeito, pode-se tomar um banho quente antes dos exercícios, que ajuda a relaxar os músculos, aumentando a eficácia dos alongamentos.

Principais exercícios

Os principais exercícios de alongamento para dor nas costas e no pescoço são:

1. Dobrar o corpo à frente

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Com as pernas juntas, dobrar o corpo para frente como mostra a imagem, mantendo os braços e os joelhos esticados.

2. Esticar a perna

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Sentar no chão e dobrar uma das pernas, até colocar o pé próximo da coxa da perna oposta, e deixar a outra perna bem esticada para a frente.

Dobrar o corpo para frente, tentando encostar a mão no pé, conforme mostra a imagem, e mantendo o joelho esticado. Se não for possível alcançar o pé, chegar até o meio da perna ou tornozelo. Repetir com a outra perna.

3. Tocar o chão

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Este alongamento é semelhante ao primeiro exercício, mas pode ser feito com mais intensidade. Deve-se esforçar para tentar encostar as mãos no chão, sem dobrar os joelhos. 

4. Esticar o pescoço

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Inclinar a cabeça para o lado e manter uma mão segurando a cabeça, forçando levemente o alongamento. A outra mão pode estar apoiada no ombro ou ficar ao longo do corpo. Repetir para o outro lado.

5. Inclinar a cabeça para trás

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Manter a coluna reta e os ombros alinhados e olhar para cima, inclinando a cabeça para trás. Pode-se colocar uma mão na nuca para uma maior conforto, ou não.

6. Inclinar a cabeça para baixo

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Com a coluna reta, colocar as duas mãos sobrepostas sobre a região posterior da cabeça e inclinar a cabeça para frente, sentindo esticar as costas.

7. Sentar sobre os calcanhares

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Ficar de joelhos no chão, e depois encostar os glúteos sobre os calcanhares e aproximar o tronco do chão, mantendo as mãos esticadas à frente, como mostra a imagem.

8. Encostar as mãos nas costas

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Sentar com as pernas dobradas, em posição de borboleta, e com as costas eretas, tentar aproximar as palmas das mãos, como mostra a imagem. 

9. Torcer as costas 

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Sentar no chão, apoiar uma mão próximo do bumbum e inclinar o tronco para trás. Para ajudar a manter essa posição, pode-se dobrar uma das pernas e usá-la como apoio para o braço, como mostra a imagem. Depois repetir para o outro lado.

10. Pirâmide com a mão no chão

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Com as pernas afastadas a uma largura maior que a dos quadris, abrir os braços horizontalmente, e inclinar o corpo para frente.

Apoiar uma das mãos no chão, no centro, e virar o corpo para o lado oposto ao da mão, mantendo a outra esticada ao alto. Depois repetir para o outro lado.

11. Joelho no peito

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Deitar com as costas no chão e os joelhos dobrados. Trazer os joelhos próximos ao peito, podendo ajudar com as mãos.

Ao mesmo tempo, manter os ombros e a cabeça encostados no chão. Em seguida, deve-se trazer a cabeça em direção aos joelhos, fazendo com que a parte superior das costas se estique.

12. Alongamento da parte de baixo das costas

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Deitar com as costas no chão, os joelhos dobrados e juntos ao peito e os braços estendidos. Deixar os joelhos caírem para o lado esquerdo, fazendo uma pequena rotação na coluna.

A intensidade pode ser aumentada com a ajuda da mão esquerda. A cabeça fica voltada para a direção oposta das pernas, ou seja, para a direita. Em seguida, deve-se repetir o exercício do lado oposto.

13. Posição do gato

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Para a posição inicial, deve-se ficar na posição de quatro apoios, colocando as mãos e os joelhos na largura do quadril.

Em seguida, deve-se arquear lentamente as costas, como se fosse levar o abdômen para o teto. Manter nessa posição por alguns segundos e depois voltar à posição inicial.

14. Posição da vaca

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A posição da vaca é o inverso da posição do gato. A posição inicial é também de quatro apoios, com os braços e os joelhos na largura do quadril.

Em seguida, levantar a cabeça e deixar a pélvis cair, dobrando as costas em direção ao chão.

15. Alongamento sentado para frente

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Sentar no chão com as pernas esticadas para frente e dobrar suavemente os quadris para frente, abaixando a barriga até as coxas, tentando tocar no calcanhar.

Deve-se esticar até sentir uma leve tensão na parte de trás das pernas e na parte inferior das costas.

Como alongar corretamente

Durante o alongamento é normal sentir o músculo esticando, mas é importante não forçar muito para não lesionar a coluna.

Deve-se manter cada posição durante 20 a 30 segundos e repetir o movimento pelo menos 3 vezes, ou manter cada posição durante 1 minuto, seguido.

Na presença de dor ou sensação de formigamento, deve-se consultar o ortopedista ou fisioterapeuta, para que seja avaliada a presença de alguma alteração e sejam indicados exercícios de alongamento específicos.

Veja melhor como fazer os alongamentos para dor nas costas, no vídeo a seguir:

Alongamento para Dor nas Costas e Lombar para fazer em Casa

06:26 | 1.015 visualizações


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segunda-feira, 18 de maio de 2026

Hantavírus: o que é, sintomas, transmissão e tratamento

O hantavírus é o microrganismo responsável por causar a hantavirose, uma infecção viral grave que provoca sintomas como febre, dor de cabeça e nas articulações, dificuldade para respirar ou batimentos cardíacos acelerados.

O Hantavírus é um vírus pertencente à família Bunyaviridae, que pode ser transmitido através das fezes, urina e saliva de alguns roedores, principalmente ratos silvestres.

Na suspeita de infecção pelo Hantavírus, é importante ir ao hospital imediatamente para que seja feito o diagnóstico e iniciado o tratamento adequado, que é feito por meio de medidas de suporte.

Homem vestido de botas e carregando um fardo de feno no celeiro

Sintomas de hantavirose

Os principais sintomas de infecção pelo Hantavírus são:

  • Febre;
  • Dor de cabeça;
  • Dor muscular e nas articulações;
  • Cansaço excessivo;
  • Dor abdominal, náuseas e vômitos;
  • Tosse seca, que evolui para produtiva com muco e sangue;
  • Dificuldade para respirar;
  • Pressão baixa e batimentos cardíacos acelerados.

Os primeiros sintomas de infecção pelo hantavírus podem demorar entre 3 a 60 dias, em média 14 dias, para aparecer e podem ser confundidos com outras doenças.

Após o início dos primeiros sintomas, existe o comprometimento da função de alguns órgãos, como pulmões, coração e rins, indicando que o vírus está se espalhando e a doença está num estágio mais avançado.

Os sintomas cardiopulmonares da hantavirose são conhecidos como síndrome cardiopulmonar pelo Hantavírus (SCPH), sendo mais comuns no Brasil.

Já os sintomas de febre hemorrágica com síndrome renal, como manchas vermelhas e roxas corpo, sangramentos, falência de vários órgãos e diminuição na produção de urina, surgem principalmente na Ásia e Europa.

Leia também: 19 sintomas de hantavírus (e o que fazer) tuasaude.com/sintomas-de-hantavirus

Como confirmar o diagnóstico

O diagnóstico da hantavirose é feito pelo clínico geral ou infectologista através da avaliação dos sintomas, histórico de contato da pessoa com saliva ou excrementos de roedores ou sua mordida.

Marque uma consulta com o infectologista na região mais próxima de você:

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Além disso, o médico deve solicitar teste RT-PCR, imunohistoquímica ou ELISA, para identificar a presença de anticorpos contra o vírus ou o genoma do vírus. Entenda melhor para que serve o teste ELISA.

Como acontece a transmissão

O hantavírus é transmitido principalmente pela inalação de poeira contaminada com urina, fezes ou saliva de roedores infectados, especialmente durante a limpeza de espaços fechados ou áreas infestadas por ratos.

Também pode ser transmitido pelo contato com materiais contaminados e posterior contato com a boca, nariz ou olhos. Uma mordida ou arranhão de um roedor infectado também pode transmitir o vírus, embora isso seja raro.

A transmissão de pessoa para pessoa não foi confirmada para a maioria dos hantavírus. No entanto, em alguns surtos do vírus Andes, particularmente na Argentina, a transmissão de pessoa para pessoa por contato próximo foi relatada.

Para prevenir a infecção, deve-se evitar varrer ou aspirar fezes secas de roedores e limpar com precauções de segurança. Se a pessoa apresentar febre, dificuldade para respirar ou tiver sido exposta a roedores, deve-se consultar um médico e evitar a automedicação.

Diferença de hantavirose e leptospirose

Tanto a hantavirose e a leptospirose são infecções que podem ser transmitidas pelo contato com excrementos ou saliva de roedores, principalmente ratos.

No entanto, a hantavirose é causada por um vírus, o Hantavírus, enquanto a leptospirose é causada pela bactéria Leptospira.

Leia também: Leptospirose: o que é, sintomas, como se pega e tratamento tuasaude.com/leptospirose

O que é o vírus Andes?

O vírus Andes é um tipo de hantavírus que circula principalmente na América do Sul, especialmente na Argentina e no Chile.

Este tipo é encontrado em alguns roedores selvagens e pode causar uma doença grave chamada síndrome cardiopulmonar por hantavírus.

A maioria das pessoas se infecta ao inalar partículas contaminadas com urina, fezes ou saliva de roedores infectados.

O vírus Andes é um dos poucos onde a transmissão de pessoa para pessoa foi observada, principalmente após contato próximo e prolongado com uma pessoa infectada. Essa forma de transmissão é rara.

Como é feito o tratamento

O tratamento para a hantavirose deve ser feito pelo clínico geral ou infectologista e consiste em controlar os sintomas da doença, pois não existe um medicamento específico para essa doença.

Normalmente, é necessário internamento hospitalar e, nos casos mais graves, em unidades de terapia intensiva (UTI).

Durante o tratamento, o médico realiza o suporte da capacidade respiratória e da função cardíaca.

Além disso, é feito o controle da função renal e outros dados vitais, podendo ser necessário, em alguns casos, a realização de hemodiálise ou respiração por aparelhos.

Hantavirose tem cura?

A hantavirose tem cura, quando o tratamento é feito no hospital assim que surgem os sintomas.

No entanto, a hantavirose pode provocar algumas sequelas como insuficiência renal crônica ou pressão alta.

Como prevenir a hantavirose

Para prevenir a infecção pelo hantavírus é recomendado:

  • Manter o terreno em volta da casa limpo e livre de vegetações e entulhos que possam abrigar roedores;
  • Evitar varrer ou espanar locais que podem ser passagem de roedores, preferindo passar um pano úmido;
  • Ao entrar em locais fechados por muito tempo, abrir as janelas e as portas para deixar o ar e a luz entrarem;
  • Sempre deixar os alimentos bem estocados e fora do acesso a roedores;
  • Lavar utensílios de cozinha que estejam guardados por muito tempo, antes de usá-los.

Além disso, deve-se sempre higienizar bem as mãos e os alimentos antes de comer, pois podem conter partículas de vírus.

Veja como lavar as mãos corretamente assistindo ao vídeo a seguir:

Como lavar as mãos do jeito certo | com Drauzio Varella

05:00 | 54.020 visualizações


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domingo, 17 de maio de 2026

Bolha na gengiva: 7 causas (e como tratar)

A bolha na gengiva normalmente surge devido a alguma inflamação ou infecção na gengiva ou no dente, como no caso da gengivite, periodontite, ou cárie não tratada ou profunda, mas também pode surgir devido a aftas ou mucocele.

Geralmente, a presença de bolha na gengiva não causa qualquer outro sintoma, no entanto pode aparecer sangramento na gengiva, inchaço, febre, dificuldade para abrir a boca e dor, ou mau hálito persistente, por exemplo.

É importante consultar o dentista para que seja identificada a causa bolha na gengiva e iniciado o tratamento mais adequado, podendo ser recomendado a melhora dos hábitos de higienização da boca, além do uso de antibióticos, em alguns casos.

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Foto de bolha na gengiva

As principais causas de bolhas na gengiva são:

1. Mucocele

A mucocele é um cisto de muco benigno que ocorre devido a obstrução das glândulas salivares ou traumas na boca levando a formação de um bolha que contém saliva em seu interior, sendo mais frequente nos lábios, mas também pode afetar a gengiva, céu da boca, língua ou bochecha.

A mucocele não é grave e geralmente não causa dor, a não ser quando há algum outro ferimento associado.

Como tratar: o caroço normalmente desaparece em poucos dias, não sendo necessário tratamento. No entanto, quando cresce demais ou não desaparece em até 2 semanas, é importante ir ao dentista para que possa ser removido por meio de um pequeno procedimento cirúrgico para tirar a glândula salivar e diminuir o inchaço. Saiba como é feita a remoção da mucocele.

2. Infecção

A infecção na boca, como abscessos ou fístulas, também pode levar ao aparecimento de bolhas na gengiva, sendo normalmente uma tentativa do corpo em eliminar a causa da infecção.

Essa infecção é normalmente resultado do acúmulo de resto de alimentos entre os dentes e falta de higienização adequada da boca, o que faz com que as bactérias presentes na boca se proliferem, podendo resultar na cárie ou na formação de placas bacterianas, chamadas de tártaro.

Como tratar: a forma mais eficaz de evitar o aparecimento de bolhas devido a infecções que são resultados do acúmulo de resto de alimentos na boca, por exemplo, é a escovação correta dos dentes. É recomendado que os dentes e a língua sejam escovados pelo menos 3 vezes ao dia e seja utilizado fio dental, para remover o resto de comida que poderia estar entre os dentes, e o uso de enxaguante bucal. Veja como escovar os dentes corretamente.

3. Aftas

As aftas podem aparecer em qualquer parte da boca, incluindo na gengiva, causando dor e desconforto para falar e mastigar, por exemplo, e podem surgir devido à imunidade baixa, uso de aparelhos dentários ou alimentos muito ácidos, por exemplo. Conheça outras causas de aftas.

Como tratar: para aliviar a dor e o desconforto causado pela presença de afta na gengiva, pode-se fazer bochecho de água e sal, por exemplo, pois ajuda na cicatrização e diminui o risco de infecção. No entanto, caso as aftas não desapareçam depois de algumas semanas ou surjam outros sintomas é importante ir ao dentista, pois pode ser indicativo de outras situações, como doença de Crohn e Síndrome de Sjögren, por exemplo.

4. Fístula dental

A fístula dental corresponde à tentativa do organismo de eliminar uma infeção, o que resulta na formação de bolhas com pus no interior da boca ou na gengiva e que não devem ser estouradas. Saiba como identificar a fístula dental.

Como tratar: o melhor a se fazer no caso de fístula dental, é ir ao dentista para que seja avaliada e seja indicado o melhor tratamento para prevenir infecções, sendo normalmente realizada a limpeza bucal para eliminar a possível causa da fístula e, em alguns casos, pode ser indicado o uso de antibióticos.

Além disso, é importante que a higienização da boca seja feita corretamente, com uso de fio dental e enxaguante bucal.

5. Gengivite e periodontite

A gengivite é uma inflamação na gengiva normalmente causada pelo acúmulo de placa bacteriana ou tártaro no sulco gengival, devido à má higiene oral, sendo que os primeiros sintomas são vermelhidão na gengiva, sangramento na gengiva ao escovar os dentes ou mau hálito persistente.

Quando a gengivite não é tratada, a infecção pode atingir os tecidos que sustentam o dente, como o ligamento periodontal ou o osso alveolar, por exemplo, provocando sua destruição e perda óssea, e formação de um abscesso periodontal, que é uma bolha cheia de pus.

Leia também: Gengivite: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/gengivite

Como tratar: deve-se consultar o dentista para que seja feita uma avaliação e diagnosticada a gengivite ou a periodontite. O dentista deve remover completamente todo tártaro acumulado, sendo importante manter uma escovação dos dentes de forma correta, com uma escova macia ou elétrica e utilizar o fio dental diariamente. Além disso, no caso da periodontite, o dentista pode indicar o uso de antibióticos ou até cirurgia. Veja como é feito o tratamento da periodontite.

6. Cárie não tratada ou profunda

A cárie não tratada ou profunda pode afetar a polpa do dente e formar um abscesso apical, que é uma bolha cheia de pus na ponta da raiz do dente, o que logo pode virar uma fístula que sai na parte do fundo da gengiva.

Como tratar: o tratamento da cárie deve ser feito pelo dentista através através do canal, sendo que pode ser indicado o uso de antibióticos antes de fazer o tratamento do canal. Em alguns casos, pode ser necessária a remoção do dente afetado. Veja como é feito o tratamento do canal.

Leia também: Cárie: o que é, sintomas, tipos, causas e como tratar tuasaude.com/carie-dentaria

7. Pênfigo vulgar

O pênfigo vulgar é uma doença autoimune rara em que o sistema imunológico produz anticorpos que atacam e destroem as células da mucosa da boca, formando bolhas ou feridas na gengiva, bochecha, céu da boca, língua ou garganta, que causam dor, ardor e sensação de queimação, e, ao desaparecer, deixam manchas escuras que permanecem por vários meses.

Geralmente, as bolhas começam na boca ou na garganta e muitas vezes são confundidas com aftas, mas que em seguida podem surgir na pele e nas mucosas como nariz, olhos, órgãos genitais, ânus ou esôfago. Essas bolhas podem se romper e levar ao surgimento de úlceras.

Como tratar: o pênfigo é uma doença grave e que precisa ser tratado, por isso, ao surgirem os primeiros sinais da doença é importante consultar o clínico geral ou dermatologista para que possa ser iniciado o tratamento, que normalmente é feito com o uso de corticoides, imunossupressores ou antibióticos. Veja todas as opções de tratamento para o pênfigo vulgar.



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sexta-feira, 15 de maio de 2026

Micronutrientes: o que são, quais são (e exemplos)

Os micronutrientes são nutrientes essenciais que o corpo necessita em pequenas quantidades para funcionar corretamente. Os micronutrientes incluem principalmente as vitaminas e os minerais e atuam na produção de energia, funcionamento do sistema imunológico e desenvolvimento celular.

Esses nutrientes não fornecem calorias, mas são fundamentais para a manutenção da saúde, pois participam da formação de enzimas, hormônios e outras substâncias necessárias para o crescimento, a reparação de tecidos e o equilíbrio do organismo.

Quando existe uma deficiência de micronutrientes, a pessoa pode apresentar sintomas como fadiga, fraqueza ou doenças mais graves. O tratamento desta deficiência geralmente envolve mudanças na dieta ou uso de suplementos, sempre sob a orientação de um médico ou nutricionista.

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Quais são os micronutrientes

Os micronutrientes, que devem ser obtidos principalmente através da alimentação, são:

1. Vitaminas

As vitaminas são substâncias orgânicas que o corpo precisa para realizar diversas funções e manter a saúde. Como o corpo não produz a maioria delas em quantidades suficientes, é importante obtê-las por meio da alimentação.

A principais funções das vitaminas incluem:

  • Auxiliar na produção de energia;
  • Favorecer o funcionamento do sistema imunológico;
  • Contribuir para a saúde da pele, visão e ossos;
  • Participar da formação de células e tecidos;
  • Apoiar o funcionamento do sistema nervoso.

As vitaminas são necessárias em pequenas quantidades, mas desempenham funções essenciais para o equilíbrio do organismo.

Quando a ingestão de vitaminas é insuficiente, podem ocorrer problemas como fadiga, fraqueza, alterações na pele, problemas de visão ou enfraquecimento do sistema imunológico, conforme a vitamina que estiver em falta.

Exemplos de vitaminas: vitamina A, vitamina C, vitamina D, vitamina E, vitamina K e vitaminas do complexo B, como B1, B6, B9 e B12.

Leia também: Vitaminas: o que são, funções, tipos e alimentos ricos tuasaude.com/vitaminas

2. Minerais

Os minerais são nutrientes inorgânicos que o corpo necessita para formar estruturas e regular diversos processos vitais.

Entre as suas principais funções estão:

  • Formação de ossos e dentes;
  • Regulação da contração muscular;
  • Participação na transmissão de impulsos nervosos;
  • Auxílio na produção de hormônios;
  • Manutenção do equilíbrio de fluidos no corpo.

Embora necessários em pequenas quantidades, os minerais desempenham funções muito importantes para manter a saúde.

Os minerais são classificados como macrominerais e oligoelementos, dependendo da quantidade que o corpo necessita. Entretanto, todos são importantes para o bom funcionamento do organismo e para a prevenção de deficiências nutricionais.

Exemplos de minerais: cálcio, fósforo, magnésio, sódio, potássio, cloro, ferro, zinco, iodo, selênio, cobre, manganês, cromo, molibdênio e flúor.

Leia também: Sais minerais: o que são, funções, tipos (e alimentos ricos) tuasaude.com/sais-minerais

Diferente entre macronutrientes e micronutrientes

Os macronutrientes incluem carboidratos, proteínas e gorduras, e são necessários em grandes quantidades, porque fornecem energia ao corpo e contribuem para a formação das estruturas corporais.

Leia também: Macronutrientes: o que são, quais são (e como incluir no dia a dia) tuasaude.com/macronutrientes

Por outro lado, os micronutrientes, como vitaminas e minerais, são necessários em quantidades muito menores e não fornecem energia. No entanto, são essenciais para regular os processos metabólicos, fortalecer o sistema imunológico e garantir o bom funcionamento do organismo.

Deficiência de micronutrientes

A deficiência de micronutrientes ocorre quando o corpo não recebe ou absorve vitaminas ou minerais em quantidades suficientes.

Os sintomas de deficiência de micronutrientes podem variar dependendo do tipo de nutriente em falta, mas geralmente causam fadiga, baixa energia, diminuição da clareza mental e redução da capacidade física e intelectual.

As deficiências mais comuns são as de ferro, vitamina A e iodo, e afetam com mais frequência crianças e mulheres grávidas.

O tratamento depende da causa e da deficiência de micronutriente específica. Geralmente, pode incluir ajustes na dieta, o consumo de alimentos fortificados ou o uso de suplementos prescritos por um médico ou nutricionista, já que o excesso de alguns micronutrientes também pode ser prejudicial.

Leia também: Avitaminose: o que é, sintomas, tipos e tratamento tuasaude.com/avitaminose-falta-de-vitaminas

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Dorsalgia: o que é, sintomas, causas e tratamento

Dorsalgia é a dor nas costas na coluna torácica, entre o pescoço e a região lombar, causando sintomas dor entre as omoplatas, sensação de dormência nos braços ou pescoço ou rigidez na coluna.

Esse tipo de dor nas costas pode ser causado por traumas, má postura, distensão muscular, hérnia de disco, artrose na coluna, infecções ou fibromialgia, por exemplo.

Leia também: Dor nas costas: o que pode ser, tipos (e o que fazer) tuasaude.com/dor-nas-costas

O tratamento da dorsalgia é feito pelo ortopedista ou reumatologista e varia de acordo com sua causa, podendo ser indicado  uso de remédios, fisioterapia e, em alguns casos, cirurgia.

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Sintomas de dorsalgia

Os principais sintomas de dorsalgia são:

  • Dor na coluna torácica, entre as omoplatas;
  • Dor que pode irradiar para o pescoço, ombros ou braços;
  • Sensação de dormência ou formigamento nos braços ou pescoço;
  • Dor no tórax, sensação de peso ou dormência no peito;
  • Rigidez na coluna, que dificulta as atividades do dia a dia;
  • Dor ou tensão muscular.

Além disso, a dorsalgia pode estar acompanhada de sintomas como febre, perda de peso sem motivo aparente, hematomas ou feridas na região dorsal.

Na presença de sintomas de dorsalgia, deve-se consultar o ortopedista ou reumatologista para que sua causa seja identificada e indicado o tratamento mais adequado. 

Onde dói na dorsalgia?

A dorsalgia dói no meio das costas, que é a região região dorsal da coluna, que fica entre a região do pescoço e a lombar ou fundo das costas.

Leia também: Dor no meio das costas: o que pode ser (e o que fazer) tuasaude.com/dor-no-meio-das-costas

Essa dor pode estar localizada somente no meio das costas ou irradiar para os ombros, pescoço ou braços.

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico da dorsalgia é feito pelo ortopedista ou reumatologista através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e exame físico.

Marque uma consulta com o ortopedista na região mais próxima de você:

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Além disso, o médico pode solicitar exames para identificar a causa da dorsalgia.

Qual exame detecta dorsalgia?

Os principais exames para detectar a causa da dorsalgia são raio X da coluna, ressonância magnética, tomografia computadorizada ou eletromiografia.

Em alguns casos, também podem ser solicitados exames, como hemograma completo, proteína C reativa, fator antinuclear (FAN), fator reumatoide ou hemocultura, por exemplo.

Leia também: Hemocultura: o que é, quando é indicada e como é feita tuasaude.com/hemocultura

Possíveis causas

As principais causas da dorsalgia são:

  • Má postura;
  • Distensão ou espasmos musculares;
  • Traumas na coluna torácica, por quedas ou acidentes;
  • Fraturas na coluna dorsal ou hérnia de disco torácica;
  • Artrose na coluna, osteoporose, artrite reumatoide ou espondilite anquilosante;
  • Infecções, como osteomielite.

Além disso, outras causas são fibromialgia, mieloma múltiplo, metástase de outro tipo de câncer, estresse excessivo ou cifoescoliose congênita.

A dorsalgia também pode ser causada por pedra na vesícula, pneumonia ou pleurisia, provocando dor que pode irradiar para as costas.

Leia também: Dor no tórax: 15 causas principais (e o que fazer) tuasaude.com/dor-no-torax

Quando a dorsalgia é grave

A dorsalgia é grave quando a dor nas costas está acompanhada de outros sintomas como febre, perda de peso sem motivo aparente, hematomas nas costas, ou diminuição da amplitude dos movimentos.

Além disso, quando a dorsalgia surge após queda, acidente ou devido a fraturas, também é uma situação mais grave.

Nesses casos, é recomendado ir ao pronto-socorro imediatamente.

Tipos de dorsalgia

Os principais tipos de dorsalgia são:

1. Dorsalgia aguda

A dorsalgia aguda é a dor na região dorsal ou torácica intensa, que surge de repente e dura menos de 6 semanas.

Esse tipo de dorsalgia geralmente é causada por má postura, distensão muscular, fratura na coluna ou hérnia de disco, por exemplo.

Leia também: Hérnia de disco: o que é, tipos, sintomas e tratamento tuasaude.com/hernia-de-disco

2. Dorsalgia subaguda

A dorsalgia subaguda é caracterizada pela presença de dor na região dorsal que dura entre 6 a 12 semanas.

3. Dorsalgia crônica

A dorsalgia crônica é a dor nas costas, na região dorsal, que dura 12 semanas ou mais.

Geralmente, esse tipo de dor pose ser constante ou ir e voltar.

A dorsalgia crônica, normalmente, é causada por artrose na coluna, artrite reumatoide, espondilite anquilosante, artrite ou fibromialgia, por exemplo.

Leia também: Artrose na coluna: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/artrose-na-coluna

Tratamentos para dorsalgia

O tratamento para dorsalgia deve ser feito com orientação do ortopedista ou reumatologista de varia de acordo com sua causa.

Os principais tratamentos para dorsalgia são:

1. Repouso

O repouso para dorsalgia pode ser indicado pelo médico para ajudar a aliviar a dor, evitando esforços excessivos ou repetitivos que podem piorar a dor nas costas.

No entanto, o repouso deve ser feito por pouco tempo, de acordo com a orientação médica, pois ficar na cama pode causar rigidez na coluna e músculos fracos.

2. Terapia frio-calor

A terapia frio-calor é feita com a utilização de compressas frias e quentes, para ajudar a diminuir a inflamação e relaxar a musculatura das costas.

Este tipo de terapia utiliza compressas de gelo durante as primeiras 48 a 72 horas, aplicada na região dorsal da coluna, deixando agir por 15 a 20 minutos, 2 a 3 vezes por dia. 

Após o período inicial, deve-se fazer as compressas quente, aplicadas na região dorsal por 20 a 30 minutos, de 2 a 3 vezes por dia.

3. Remédios para dorsalgia

Os remédios para dorsalgia podem ser indicados pelo médico para ajudar a aliviar a dor nas costas e varia de acordo com sua intensidade e causa.

Os principais remédios para dorsalgia são: 

  • Analgésicos ou anti-inflamatórios, como paracetamol, ibuprofeno ou diclofenaco;
  • Opioides, como tramadol ou codeína;
  • Relaxantes musculares, como ciclobenzaprina ou diazepam;
  • Antidepressivos, como amitriptilina;
  • Anticonvulsivante, como gabapentina ou pregabalina.

Além disso, em alguns casos, o médico também pode fazer injeções de corticoide ou anestésicos na coluna, para aliviar a dorsalgia.

Nos casos de infecções, o médico pode indicar o uso de antibióticos.

Leia também: 9 remédios para dor na coluna (e quando ir ao médico) tuasaude.com/remedio-para-dor-na-coluna

4. Fisioterapia

A fisioterapia para dorsalgia é indicada pelo médico para aliviar os sintomas e a inflamação na coluna dorsal, sendo feita pelo fisioterapeuta.

Esse tipo de tratamento envolve a realização de exercícios de alongamentos e fortalecimento para as costas, métodos de aquecimento ou uso de aparelhos, como o TENS. Saiba o que é e como é feito o TENS.

Além disso, pode ser feita a recuperação postural global (RPG) principalmente quando a dorsalgia é causada por má postura.

Confira no vídeo a seguir mais dicas que pode fazer para combater a dor nas costas:

O que fazer para aliviar a dor nas costas

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5. Cirurgia na coluna

A cirurgia para dorsalgia é feita nos casos mais graves como fraturas na coluna torácica ou quando existe compressão de nervos na coluna.

Além disso, a cirurgia também pode ser indicada nos casos de dorsalgia crônica, quando os outros tratamentos não foram eficazes para aliviar os sintomas.

Leia também: Cuidados para recuperar da cirurgia na coluna tuasaude.com/cuidados-apos-cirurgia-da-coluna

6. Terapia cognitivo comportamental

A terapia cognitivo comportamental pode ser indicada pelo médico quando a dorsalgia é causada por estresse excessivo ou doenças crônicas.

Esse tipo de tratamento é feito pelo psicólogo com desenvolvimento de estratégias para ajudar a pessoa a lidar com as emoções, ansiedade ou estresse, e melhorar a qualidade de vida.

7. Mudanças no estilo de vida

As mudanças no estilo de vida ajudam a complementar o tratamento da dorsalgia e a evitar novas crises de dor nas costas.

Desta forma, é recomendado parar de fumar, no caso de pessoas que têm o hábito de fumar, beber pelo menos 2 litros de água por dia, praticar atividades físicas e exercícios de alongamento e fortalecimento muscular, e manter o peso adequado.

Além disso, deve-se evitar carregar muito peso ou realizar atividades repetitivas que possam causar dor nas costas, principalmente pessoas 



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quinta-feira, 14 de maio de 2026

7 semanas de gestação: desenvolvimento do bebê

O desenvolvimento do bebê com 7 semanas de gestação é marcado pelo desenvolvimento acelerado do cérebro com a formação de novos neurônios, e a cabeça começa a ficar mais definida com olhos mais centralizados, formação das pálpebras e o desenvolvimento da boca, das narinas e das orelhas.

Além disso, a cartilagem nas protuberâncias começam a se formar, que vai se desenvolver nos ossos das pernas e braços. Os relevos dos braços ficam mais longos e as pontas achatadas, que formarão as mãos.

Nesta semana da gestação, com o crescimento do útero e o desenvolvimento do bebê, a barriga começa a ser notada, e a mulher pode continuar a ter enjoos matinais, prisão de ventre, cansaço ou vontade de urinar com frequência.

Imagem ilustrativa número 1

Desenvolvimento do bebê

Na sétima semana da gestação, o embrião tem mais que o dobro do tamanho da semana anterior. Esta semana é caracterizada pelo crescimento acelerado da cabeça e do cérebro do bebê, onde novas células cerebrais e neurônios são formados. Ao final desta semana, o cérebro já possui três regiões que serão responsáveis pelo raciocínio, memória, aprendizado, e por coordenar a respiração, os músculos e os batimentos cardíacos.

Os botões dos braços e das pernas já se desenvolveram e começam a se formar os dedos das mãos e dos pés, ao mesmo tempo em que os órgãos continuam a ser formados, mas ainda é muito cedo para desempenharem alguma função.

Nesta semana da gestação, a placenta é muito maior que o bebê e o cordão umbilical está tomando forma. Os olhos que estavam na lateral da cabeça, começam a se aproximar e as pálpebras começam a se desenvolver. O rosto do embrião começa a ficar mais definido com o desenvolvimento da boca, narinas e orelhas.

Nesta fase o bebê poderá se mexer, mas a mulher provavelmente só sentirá o movimento com 18 semanas de gestação.

Tamanho do bebê

O tamanho do bebê com 7 semanas de gestação é de 12 a 18 milímetros, sendo equivalente ao tamanho de um mirtilo.

Mudanças no corpo da mulher

Na sétima semana de gravidez, o útero da mulher começa a ficar mais inclinado para frente e já pode-se ver a barriga crescendo. Os sintomas de enjoos matinais, prisão de ventre, cansaço, dor e aumento dos seios e vontade frequente de urinar podem ficar mais evidentes. Além disso, a mulher também pode apresentar maior sensibilidade a cheiros.

Devido às alterações hormonais e aumento do fluxo sanguíneo no útero, pode ocorrer aumento da produção de muco cervical, que é percebido como um corrimento fino, branco leitoso e sem cheiro. Esse muco é normal e faz parte do tampão mucoso, que é uma substância que tem como objetivo proteger o bebê contra infecções.

Leia também: Tampão mucoso: o que é, como identificar e o que fazer quando sai tuasaude.com/como-identificar-o-tampao-mucoso

Além disso, podem ocorrer alterações na pele que fica mais oleosa, podendo causar aparecimento de acne no rosto, e um brilho mais rosado, devido ao aumento do fluxo sanguíneo e dos hormônios.

Cuidados durante a 7ª semana

Na 7ª semana da gestação, alguns cuidados são importantes para ajudar a aliviar os desconfortos que podem surgir como:

  • Enjoo matinal: Em caso de enjoos muito intensos, o médico poderá receitar o uso de remédios ou suplementos para enjoos. Uma boa dica para aliviar é comer 1 bolacha de água e sal logo ao levantar pela manhã e só depois de alguns minutos tomar o café da manhã. Veja outras formas para aliviar o enjoo na gravidez;
  • Prisão de ventre: Beber bastante líquido, fazer uma alimentação rica em fibras, com frutas, verduras, leguminosas e cereais integrais, e praticar atividades físicas regularmente;
  • Sensibilidade a cheiros: evitar cheiros fortes, como de alimentos e bebidas quentes, perfumes, sabonetes ou produtos de limpeza;
  • Oleosidade e acne: lavar o rosto com um sabonete suave todos os dias e usar um hidratantes faciais sem óleos.

É importante também evitar o uso de medicamentos, exceto os prescritos pelo médico, ter uma alimentação balanceada, praticar atividades físicas liberadas pelo médico, descansar sempre que possível e reservar um tempo para cuidar de si mesma.

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29 semanas de gestação: desenvolvimento do bebê

Na 29ª semana de gestação, o bebê pesa 1,25 kg, aproximadamente, e mede cerca de 37 cm.

O desenvolvimento do bebê é marcado pelo melhor controle do ritmo da respiração e da temperatura do corpo devido ao desenvolvimento do cérebro que comanda melhor essas funções. Além disso, o bebê já tem a pele menos enrugada devido ao acúmulo de gordura sobre a pele e os ossos estão ficando cada vez mais rígidos.

Durante essa semana, a mulher pode continuar a ter sintomas de cãibras nas pernas, ou contrações de Braxton-Hicks, e podem surgir cansaço excessivo e aumento dos pés que podem ficar mais largos e compridos.

Imagem ilustrativa número 1

Desenvolvimento do bebê

Na 29ª semana da gestação, os principais marcos do desenvolvimento são:

  • Os órgãos e os sentidos do bebê continuam se desenvolvendo e novas células se multiplicam a todo instante;
  • A cabeça está crescendo e o cérebro encontra-se bastante ativo, ganhando nesta semana a função de controlar o ritmo da respiração e da temperatura do corpo;
  • A pele do bebê começa a ficar mais grossa e menos enrugada, estando com a cor mais avermelhada;
  • Os ossos encontram-se cada vez mais rígidos, consumindo mais cálcio proveniente da dieta da mulher.

Nesta semana da gestação, se o bebê for um menino, os testículos descem de perto dos rins até a virilha, na direção do saco escrotal.

No caso das meninas, o clitóris fica um pouco mais saliente, porque ainda não foi coberto pelos lábios vaginais, o que só irá ocorrer por completo nas últimas semanas antes do nascimento.

Tamanho e peso do bebê

O tamanho do bebê com 29 semanas de gestação é de cerca de 37 centímetros medidos da cabeça aos pés e cerca de 26,4 centímetros da cabeça ao bumbum, sendo equivalente ao tamanho de uma abóbora verde. 

O peso do bebê nessa semana é cerca de 1,25 Kg.

Mudanças no corpo da mulher

Na 29ª semana de gravidez, devido a pressão do útero sobre o intestino e diminuição dos movimentos intestinais, a mulher pode apresentar prisão de ventre. Além disso, os sintomas de contração de Braxton Hicks, cãibras nas pernas ou azia podem continuar.  

Nesta fase da gestação, também é comum a mulher apresentar cansaço excessivo, e devido às alterações hormonais normais na gravidez, os pés podem ficar mais largos e longos, sendo recomendado usar sapatos maiores.

Cuidados durante a 29ª semana

Na 29ª semana da gestação, alguns cuidados são importantes para ajudar a aliviar os desconfortos que podem surgir como: 

  • Prisão de ventre: deve-se manter o corpo hidratado, bebendo pelo menos 8 copos de água por dia e comer mais fibras na forma de grãos inteiros, frutas e vegetais frescos. Praticar exercícios físicos regularmente recomendados pelo médico, também podem ajudar a melhorar o trânsito intestinal e aliviar esse desconforto;
  • Azia: não deitar após as refeições e comer em pequenas quantidades em intervalos menores de 2 a 3 horas podem ajudar a aliviar esse desconforto. Outra medida importante é evitar beber líquidos durante as refeições e evitar comer frituras, comidas apimentadas ou muito condimentadas. Veja outras dicas de como aliviar a azia na gravidez;
  • Contrações de Braxton-Hicks: movimentar o corpo ou fazer exercícios físicos recomendados pelo médico ajudam a aliviar o desconforto das contrações. No entanto se a contração for forte, muito frequente ou acompanhada de outros sintomas como dor nas costas, sangramento vaginal ou corrimento líquido, deve-se procurar ajuda médica imediatamente, pois a mulher pode ter entrado em trabalho de parto. Saiba identificar os sinais de trabalho de parto;
  • Cãibras nas pernas: fazer um pouco de exercício físicos, alongando suavemente a panturrilha, massagear a panturrilha, aplicar compressas quentes, ou utilizar suplementos como cálcio, magnésio ou vitamina B recomendados pelo médico, podem ajudar a diminuir as cãibras. Além disso, é importante manter o corpo hidratado, tomando pelo menos 8 copos de água por dia, para ajudar a melhorar a circulação sanguínea nas pernas e evitar as cãibras; 
  • Cansaço excessivo: descansar durante o dia, se possível, ir para a cama um pouco mais cedo à noite, podem ajudar a diminuir o cansaço e aumentar a disposição.

É importante manter uma alimentação balanceada incluindo frutas, verduras e legumes frescos e comer pequenas porções, mas de forma frequente para garantir que os nutrientes cheguem ao bebê, beber pelo menos 8 copos de água por dia, praticar atividades físicas recomendadas pelo médico e descansar sempre que possível. Confira como deve ser a alimentação na gravidez

Além disso, é recomendado aumentar o consumo de alimentos ricos em cálcio como leite, queijo, espinafre, sardinha e brócolis, que é essencial para fortalecer os ossos do bebê. Veja a lista completa de alimentos ricos em cálcio.

Durante toda a gravidez, é importante continuar tomando as vitaminas e suplementos indicados pelo médico e evitar o uso de medicamentos por conta própria.

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