segunda-feira, 6 de julho de 2026

Cirurgião geral: o que é, o que faz (e quando consultar)

O cirurgião geral é o médico especializado em avaliar e tratar doenças que precisam de cirurgia, como apendicite, hérnias, pedras na vesícula, feridas e algumas doenças da mama, tireoide ou pele, por exemplo.

Este médico pode tratar problemas especialmente no abdômen, trato digestivo, pele, tecidos moles, mama, sistema endócrino e situações de urgência.

É indicado consultar o cirurgião geral na presença de sintomas que podem indicar uma condição cirúrgica, como dor abdominal intensa, crise de vesícula ou sinais de complicação após uma cirurgia. Já em situações graves, como dor forte, febre, vômitos ou piora rápida dos sintomas, é importante procurar um atendimento médico de urgência.

Leia também: Urgência e emergência: qual a diferença? (e quando ir ao hospital) tuasaude.com/urgencia-e-emergencia
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O que faz um cirurgião geral

O cirurgião geral é um médico especialista que tem a responsabilidade de diagnosticar e gerenciar o pré-operatório, operatório e pós-operatório de diversos tipos de doenças.

Esse especialista é responsável principalmente pelo tratamento cirúrgico de doenças do sistema digestivo, parede abdominal, pele, tecidos moles, mama, algumas doenças endócrinas e situações de urgência e trauma.

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Cirurgias realizadas

As cirurgias realizadas pelo cirurgião geral incluem:

  • Colecistectomia, apendicectomia, ileostomia e colostomia;
  • Reparo de hérnia inguinal, umbilical e incisional;
  • Retirada de cistos e lipomas;
  • Tireoidectomia, paratireoidectomia e adrenalectomia;
  • Cirurgias para doenças benignas da mama;
  • Ressecção de tumores benignos e malignos da pele;
  • Cirurgia para hemorroidas, fissuras anais, fístulas, drenagem de abscessos perianais, ressecção de tumores ou prolapsos retais;
  • Cirurgias vitais, como traqueostomia, colocação de drenos torácicos e toracotomia de reanimação;
  • Tratamento cirúrgico de perfurações, obstruções ou hemorragias do trato digestivo.

O cirurgião geral também pode fazer cirurgias bariátricas e vasculares, cirurgia de remoção do útero e da próstata, por exemplo.

Leia também: Cirurgia bariátrica: tipos, quando fazer, vantagens e riscos tuasaude.com/obesidade-e-cirurgia-bariatrica

O cirurgião geral faz todo tipo de cirurgia?

Embora este especialista seja capacitado para fazer diversos tipos de procedimentos, o cirurgião geral não faz todo tipo de cirurgia.

Este especialista não pode realizar cirurgias como neurocirurgia, cirurgia cardíaca, ortopédica, plástica, de oftalmologia e de otorrinolaringologia, por exemplo.

Quando ir ao cirurgião geral

É recomendado consultar o cirurgião geral na suspeita de condições que possam exigir cirurgia.

Além disso, situações que podem indicar uma condição cirúrgica urgente e que é necessário consultar um cirurgião geral são:

  • Dor abdominal intensa ou persistente;
  • Suspeita de apendicite;
  • Hérnia inguinal, umbilical ou abdominal, especialmente se houver dor, aumento de tamanho ou desconforto;
  • Nódulos, cistos, lipomas ou lesões na pele que precisam de remoção;
  • Crises de dor por pedra na vesícula;
  • Abscesso, feridas ou lesões de pele que precisa de drenagem;
  • Feridas complexas ou que não cicatrizam bem.

Além disso, é aconselhado consultar o cirurgião geral para o acompanhamento após cirurgias, para avaliar a recuperação e identificar possíveis complicações.

Leia também: 6 dicas para recuperar mais rápido da cirurgia (e quando ir ao médico) tuasaude.com/cuidados-gerais-depois-de-qualquer-cirurgia

source https://www.tuasaude.com/cirurgiao-geral/

6 principais tipos de diarreia (e o que fazer)

A diarreia pode ser classificada em aguda ou crônica conforme a duração dos sintomas ou a causa. Algumas causas de diarreia são infecções intestinais por vírus, parasitas ou bactérias, e as doenças intestinais, como colite ulcerativa e síndrome do intestino irritável.

É considerada diarreia quando a pessoa vai ao banheiro mais de 3 vezes ao dia e a consistência das fezes é líquida ou pastosa. É importante ir ao gastroenterologista se a diarreia for persistente e surgirem outros sintomas, como lábios rachados, cansaço, menor volume de urina e confusão mental, por exemplo.

A diarreia pode apresentar diferentes cores, sendo importante isso ao médico, para avaliar as possíveis causas e indicar o tratamento adequado. Saiba o que a cor do cocô pode dizer sobre a saúde.

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Os principais tipos de diarreia são:

1. Diarreia aguda e crônica

A classificação em diarreia aguda e crônica é de acordo com a duração dos sintomas.

A diarreia aguda é quando tem duração de até 14 dias, enquanto que a crônica é quando os sintomas duram 30 dias ou mais.

O que fazer: é importante que o gastroenterologista seja consultado para que seja investigada a causa da diarreia e, assim, seja indicado o melhor tratamento para para a diarreia e prevenir complicações.

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2. Diarreia infecciosa

A diarreia infecciosa é normalmente um dos sintomas da infecção por parasitas, vírus ou bactérias que podem ser transmitidos por meio do consumo de alimentos ou água contaminados, levando ao aparecimento de sintomas intestinais.

Dentre as principais bactérias responsáveis por diarreia infecciosa estão E. coli, Salmonella sp. e Shigella sp., que podem ser encontrados em alimentos contaminados.

As infecções por parasitas são mais frequentes em crianças, devido à imaturidade do sistema imunológico e ao fato de sempre levarem às mãos à boca, sendo os parasitas mais frequentes Giardia lamblia, Entamoeba histolytica e Ascaris lumbricoides.

O que fazer: no caso da diarreia ser devido a infecções, o médico normalmente solicita exames específicos para identificar o microrganismo causador da infecção e, assim, ser iniciado o tratamento adequado.

No caso de infecções parasitárias, o médico geralmente solicita a realização de exame de fezes para que seja identificada a presença do parasita. Entenda como é feito o exame de fezes.

3. Diarreia com sangue

A presença de sangue nas fezes é, na maioria das vezes, indicativo da presença de hemorroidas ou fissuras anais.

No entanto quando ocorre diarreia com sangue normalmente significa problemas mais crônicos, como por exemplo doença de Crohn, colite ulcerativa e infecção bacteriana, viral ou parasitária.

A diarreia com sangue também pode acontecer como efeito colateral de alguns remédios ou ser um sinal de câncer de intestino, por exemplo, sendo importante consultar o médico o mais breve possível para que seja identificada a causa da diarreia.

Leia também: Diarreia com sangue: 11 principais causas (e o que fazer) tuasaude.com/diarreia-com-sangue

O que fazer: caso a diarreia seja acompanhada por sangue, é importante que a pessoa vá o mais rápido possível para o pronto-socorro mais próximo para que seja feito o diagnóstico e iniciado o tratamento.

Isso porque no caso da diarreia ser provocada por uma bactéria, a presença de sangue nas fezes pode ser indicativa de que a bactéria pode ser encontrada no sangue, podendo resultar em sepse, que é grave.

Assim, no caso de diarreia com sangue, o médico normalmente solicita exames laboratoriais para realizar o diagnóstico e indicar o tratamento mais adequado.

Veja com o Dr. Antônio Carlos Moraes outras causas da diarreia com sangue:

4. Diarreia amarela

A diarreia amarela normalmente está relacionada com dificuldade na digestão de gorduras e diminuição da capacidade de absorção intestinal, sendo mais frequente em pessoas com intolerância e alergias alimentares.

Normalmente a diarreia amarela é passageira, com duração máxima de 2 dias e está relacionada com fatores emocionais, como estresse e ansiedade, por exemplo.

No entanto, quando persiste por mais tempo e é acompanhada por outros sintomas pode ser indicativo de alterações intestinais, pancreáticas ou biliares que devem ser tratadas, como a síndrome do intestino irritável e infecção intestinais, por exemplo.

O que fazer: é importante ir ao gastroenterologista quando a diarreia dura mais de 2 dias para que seja identificada a causa e seja iniciado o tratamento.

No caso da doença celíaca, é recomendado que a pessoa evite o consumo de alimentos que contenham glúten, por exemplo.

Quando a diarreia amarela é decorrente de uma infecção intestinal, o tratamento normalmente é feito com o uso de medicamentos para eliminar o agente causador da infecção, podendo ser feito com antibióticos ou antiparasitários, por exemplo.

Na suspeita de síndrome do intestino irritável, problemas pancreáticos ou relacionados à vesícula biliar, o gastroenterologista normalmente recomenda a realização de exames laboratoriais e de imagem para que se possa ser feito o diagnóstico correto.

Leia também: Diarreia amarela: 10 principais causas (e o que fazer) tuasaude.com/diarreia-amarela

5. Diarreia verde

A diarreia verde normalmente está relacionada com o aumento da velocidade de funcionamento do intestino, o que faz com que a bile não seja digerida completamente e resulte na coloração esverdeada das fezes.

Esse tipo de diarreia pode acontecer como consequência de estresse e doenças intestinais, como parasitoses, doença de Crohn e Síndrome do Intestino Irritável, por exemplo.

A diarreia verde também pode acontecer como consequência do consumo de muito vegetais, alimentos com corante verde e uso constante de laxantes, por exemplo. Saiba mais sobre as causas da diarreia verde

O que fazer: assim como em todos os outros tipos de diarreia, é fundamental que a pessoa beba bastante líquidos e tenha uma alimentação adequada para evitar que aconteça desidratação.

É importante também ir ao gastroenterologista para que seja identificada a causa da diarreia verde e seja iniciado o tratamento, podendo ser indicado o uso de antiparasitários, no caso de infecção intestinal, ou melhora nos hábitos alimentares, por exemplo.

6. Diarreia do viajante

A diarreia do viajante é um tipo de diarreia infeciosa causada por bactérias como  E. coliCampylobacter jejuniShigella ou Salmonella sp, por exemplo.

Leia também: Campylobacter: o que é, sintomas, transmissão e tratamento tuasaude.com/campylobacter

Geralmente, esse tipo de diarreia afeta pessoas que viajam para países com pouco saneamento básico ou má higiene e armazenamento de alimentos, provocando diarreia aquosa, náuseas, vômitos ou cólicas abdominais.

O que fazer: o tratamento da diarreia do viajante, normalmente, é feito com o uso de antibióticos receitados pelo gastroenterologista ou clínico geral. è importante também manter a hidratação do corpo bebendo bastante água.

Confira no vídeo a seguir algumas dicas do que fazer para parar a diarreia mais facilmente:

Como PARAR a DIARREIA mais rápido

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source https://www.tuasaude.com/tipos-de-diarreia/

Gastroenterite: sintomas, tipos, o que causa (e tratamento)

Gastroenterite é uma inflamação do trato gastrointestinal, que inclui o estômago e os intestinos, e provoca sintomas como diarreia, vômitos, dor abdominal, febre e mal-estar geral.

Normalmente, a gastroenterite é causada pela ingestão de alimentos ou bebidas contaminados por vírus, bactérias ou, menos frequentemente, por parasitas, mas também pode surgir após o contato com pessoas ou superfícies contaminadas. 

O tratamento da gastroenterite consiste em beber bastante líquidos, para evitar a desidratação, manter uma dieta com alimentos de fácil digestão e, em alguns casos, medicamentos específicos para controlar sintomas ou tratar infecções bacterianas.

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Sintomas de gastroenterite

Os principais sintomas indicativos de gastroenterite são:

  • Diarreia intensa e repentina;
  • Mal-estar geral;
  • Dor de barriga;
  • Náuseas e vômitos;
  • Dor de cabeça e no corpo;
  • Febre baixa;
  • Perda de apetite.

Os sintomas de gastroenterite podem surgir entre 12 a 48 horas após o consumo do alimento contaminado, embora esse período possa variar dependendo do tipo de vírus, bactéria ou parasita envolvido. 

Em situações graves, especialmente em crianças pequenas, idosos ou pessoas com imunidade comprometida, os sintomas podem evoluir rapidamente para desidratação, exigindo atenção médica imediata. Conheça os sintomas da desidratação.

Quanto tempo dura a gastroenterite?

A maioria dos casos de gastroenterite duram entre 3 a 7 dias. No entanto, os sintomas dessa inflamação variam conforme a causa da gastroenterite, podendo durar até 10 dias em algumas pessoas.

Teste online de gastroenterite

Para saber se pode estar com gastroenterite, indique os sintomas que apresenta para avaliar:

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O teste de sintomas é apenas uma ferramenta de orientação e não serve como diagnóstico e nem substitui a avaliação feita pelo médico.

Tipos de gastroenterite

Os principais tipos de gastroenterite são:

1. Gastroenterite viral

A gastroenterite viral é a inflamação do estômago e/ou do intestino causada por vários tipos de vírus, sendo os mais comuns o rotavírus, norovírus e adenovírus. Conheça mais sobre a gastroenterite viral.

É uma doença muito comum e contagiosa, cujos sintomas costumam aparecer entre 24 a 72 horas após a exposição ao vírus e, em geral, duram entre 3 a 5 dias, podendo persistir por até 10 dias.

A transmissão ocorre principalmente pelo contato com superfícies ou objetos contaminados pelo vírus, pelo compartilhamento de alimentos, bebidas ou utensílios com pessoas infectadas, ou pela ingestão de água e alimentos contaminados.

2. Gastroenterite bacteriana

A gastroenterite bacteriana é a inflamação causada por bactérias como Salmonella sp., Shigella sp., Campylobacter sp., Escherichia coli ou Staphylococcus aureus, entre outras.

Este tipo de gastroenterite é causada pela ingestão de alimentos ou água contaminada com a bactéria ou com as substâncias tóxicas que ela produz. 

Além disso, esse tipo de gastroenterite também pode ocorrer pela falta de higiene, como não lavar as mãos antes do preparo de alimentos, após ir ao banheiro ou após contato com animais, por exemplo.

Leia também: Gastroenterite bacteriana: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/gastroenterite-bacteriana

3. Gastroenterite parasitária

A gastroenterite parasitária pode ser causada por parasitas como Giardia Lamblia, Entamoeba histolytica ou Cryptosporidium

Esses parasitas produzem alterações a nível intestinal, sendo transmitidos principalmente através da ingestão de alimentos e água contaminados com fezes ou pela relação sexual anal.

4. Gastroenterite não infecciosa

A gastroenterite não infecciosa costuma ser aguda, sendo causada principalmente pelo uso de medicamentos como os anti-inflamatórios não esteroides usados ​​para tratar dor, inflamação e febre, como ácido acetilsalicílico, ibuprofeno ou diclofenaco.

Além disso, doenças como a doença de Crohn e a doença celíaca também podem causar inflamação da mucosa intestinal, gerando a gastroenterite não infecciosa.

Esta doença também pode surgir da ingestão de toxinas de alimentos, como botulismo ou intoxicação por ciguatera, que é uma toxina acumulada em alguns tipos de peixes e mariscos. Entenda o que é o botulismo.

É importante ressaltar que esse tipo de gastroenterite não é contagiosa.

Como confirmar o diagnóstico

O diagnóstico da gastroenterite é realizado pelo clínico geral ou gastroenterologista, na maioria das vezes com base nos sintomas relatados pela pessoa e na análise do histórico de saúde.

Para uma avaliação dos sintomas, marque uma avaliação com o gastroenterologista mais próximo de você:

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Em casos persistentes ou quando há suspeita de infecção bacteriana ou parasitária, o médico pode solicitar exames de fezes, sangue ou cultura de patógenos para identificar a causa e orientar o tratamento mais adequado.

O que causa a gastroenterite

A gastroenterite é causada principalmente por vírus, bactérias ou parasitas, e sua transmissão ocorre através de:

  • Consumo de alimentos ou água contaminados;
  • Contato direto com pessoas infectadas;
  • Contato com superfícies ou objetos contaminados;
  • Compartilhamento de utensílios, talheres ou copos com pessoas infectadas;
  • Condições de higiene inadequadas, como mãos sujas ao manusear alimentos.

Assim, após o consumo de alimentos contaminados, as toxinas produzidas pelos microrganismos causam irritação da mucosa gástrica e chegam até a corrente sanguínea, causando infecção.

A gastroenterite também pode ocorrer por fatores como o uso de medicamentos, como antibióticos e anti-inflamatórios, ou como consequência de doenças inflamatórias que irritam o estômago e os intestinos.

Tratamento da gastroenterite 

O tratamento da gastroenterite é indicado pelo gastroenterologista ou clínico geral, e geralmente inclui: 

1. Hidratação

A reposição de líquidos é a parte mais importante do tratamento da gastroenterite, pois evita a desidratação. 

Deve-se beber água, soluções de reidratação oral ou bebidas isotônicas em pequenas quantidades ao longo do dia, especialmente após episódios de diarreia ou vômitos.

Leia também: Sais e soluções para terapia de reidratação oral (TRO) tuasaude.com/sais-para-reidratacao-oral

2. Repouso

O repouso é importante porque permite que o corpo direcione mais energia para combater a infeção e recuperar o funcionamento normal do sistema digestivo. 

Além disso, ajuda a reduzir o cansaço, a fraqueza e o risco de desidratação, especialmente quando há episódios frequentes de vômitos e diarreia.

3. Alimentação

A alimentação durante a gastroenterite deve ser leve, de fácil digestão e pobre em gorduras e fibras, ajudando a reduzir a irritação do estômago e do intestino. 

Recomenda-se consumir alimentos como arroz branco, batata, sopas, frutas sem casca, como maçã e banana, vegetais cozidos e proteínas magras, como frango, peixe ou ovos. Veja o que comer durante a gastroenterite.

Os alimentos devem ser introduzidos de forma gradual, em pequenas quantidades ao longo do dia, conforme a tolerância. 

É importante evitar alimentos gordurosos, condimentados, cafeína e laticínios mais pesados, pois podem piorar os sintomas e dificultar a recuperação

4. Medicamentos

Em alguns casos, podem ser utilizados medicamentos para aliviar sintomas como náuseas, vómitos ou diarreia, como antieméticos, por exemplo, como domperidona ou metoclopramida, e antidiarreicos, como loperamida ou difenoxilato. Confira os remédios indicados para vômitos e enjoos.

O uso de antibióticos só é indicado quando a causa é bacteriana e confirmada, podendo incluir medicamentos como azitromicina, ciprofloxacino ou metronidazol, dependendo do microrganismo identificado.

Leia também: 9 remédios para infecção intestinal (antibióticos, analgésicos e opções caseiras) tuasaude.com/remedio-para-infeccao-intestinal

Além disso, o médico pode recomendar o uso de probióticos para ajudar a regular a flora intestinal, contribuindo para reduzir a diarreia e acelerar a recuperação do trato digestivo. Saiba mais sobre os benefícios dos probióticos.

Como prevenir a gastroenterite

Algumas formas de prevenir a gastroenterite são:

  • Lavar bem as mãos depois de ir ao banheiro, antes de cozinhar e antes de comer; 
  • Evitar partilhar talheres e outros objetos com pessoas doentes; 
  • Manter as superfícies limpas, principalmente na cozinha; 
  • Evitar comer carne e peixe crus ou vegetais não lavados.

Além disso, as crianças têm maior risco de gastroenterite causada pelo rotavírus, especialmente ao iniciar a creche. Por isso, é recomendada a vacinação contra o vírus no primeiro ano de vida.

Leia também: Vacina rotavírus: para que serve, como tomar e cuidados tuasaude.com/vacina-contra-rotavirus

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sexta-feira, 3 de julho de 2026

Creatinofosfoquinase(CPK): o que significa e porque está alta ou baixa

A creatinofosfoquinase, é uma enzima presente nos tecidos musculares, no cérebro e no coração. Na presença de lesão nesses órgãos, essa enzima é liberada na corrente sanguínea, havendo aumento na sua concentração.

Dessa forma, o exame CPK, é indicado para investigar ataque cardíaco, infarto ou lesão muscular, por exemplo.

Apesar da CPK ser útil para identificar alterações, não é específica, já que pode ser classificada em tipos diferentes de acordo com o local de atuação. Por isso, é importante que o resultado da CPK seja avaliado pelo médico juntamente com outros resultados laboratoriais para confirmar o diagnóstico.

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Valores de referência da creatinofosfoquinase

Os valores de referência da creatinofosfoquinase (CPK total) são de 32 e 294 U/L para homens e 33 a 211 U/L para mulheres mas podem variar dependendo do laboratório onde é realizado o exame.

Tipos de CPK

Essa enzima é subdividida em três tipos de acordo com o seu local de atuação:

  • CPK 1 ou BB: Pode ser encontrada nos pulmões e no cérebro, principalmente;
  • CPK 2 ou MB: É encontrada no músculo cardíaco e por isso pode ser utilizada como marcador de infarto, por exemplo;
  • CPK 3 ou MM: Está presente em o tecido muscular e representa 95% de todas as creatinofosfoquinases (BB e MB).

A dosagem de cada tipo de CK é feito por diferentes métodos laboratoriais de acordo com as suas propriedades e de acordo com a indicação médica. Quando é solicitada a dosagem de CPK para avaliar o infarto, por exemplo, é dosada a CK MB além de outros marcadores cardíacos, como a mioglobina e a troponina, principalmente.

É considerado normal o valor de CK MB igual ou inferior a 5 ng/ mL e sua concentração normalmente está elevada em caso de infarto. Os níveis de CK MB costumam aumentar 3 a 5 horas após o infarto, atinge um pico em até 24 horas e o valor volta a ser normalizado entre 48 a 72 horas após o infarto.

Apesar de ser considerado um bom marcador cardíaco, a dosagem de CK MB para diagnóstico do infarto deve ser feita juntamente com a troponina, principalmente, pois os valores de troponina voltam ao normal cerca de 10 dias após o infarto, sendo, portanto, mais específico. Veja para que serve o exame da troponina.

Para que serve o exame

O exame creatinofosfoquinase (CPK) é útil para ajudar no diagnóstico de doenças como infarto, insuficiência renal ou pulmonar, dentre outras.

Como é feito

Para realizar a dosagem de CPK o jejum não é obrigatório, podendo ser recomendado ou não pelo médico. No entanto, é importante evitar realizar exercícios físicos extenuantes pelo menos 2 dias antes de realizar o exame, já que essa enzima pode estar elevada após exercícios devido à sua produção pelos músculos.

É também importante informar ao médico sobre o uso de medicamentos, como a Anfotericina B e o Clofibrato, por exemplo, pois podem interferir no resultado do exame.

Caso o exame seja solicitado com o objetivo de diagnosticar o infarto, é recomendado que seja a avaliada a relação entre CPK MB e CPK através da seguinte fórmula: 100% x (CK MB/ CK total). Caso o resultado dessa relação seja superior a 6%, é indicativo de lesões no músculo cardíaco, porém caso seja inferior a 6%, é sinal de lesões no músculo esquelético, devendo o médico investigar a causa.

O que significa o resultado

De acordo com o resultado do exame, é possível haver:

CPK alto

É preciso ter atenção ao tipo de CPK que está aumentado e o valor de referência indicado no exame, já que pode ser indicativo de diferentes situações.

Assim, de acordo com o tipo indicado no exame, o CPK alto pode ser indicativo de:

O CPK alto pode ser indicativo de diferentes situações de acordo com o tipo indicado no exame:

  • CPK BB: infarto, AVC, tumor no cérebro, convulsões, insuficiência pulmonar;
  • CPK MB: inflamação cardíaca, lesão no peito, choque elétrico, em caso de desfibrilação cardíaca, cirurgia ao coração;
  • CPK MM: lesão por esmagamento, exercício físico intenso, longa imobilização, uso de drogas ilícitas, inflamação no corpo, distrofia muscular, após eletromiografia;
  • CPK total: ingestão exagerada de bebidas alcoólicas, devido ao uso de remédios como anfotericina B, clofibrato, etanol, carbenoxolona, halotano e succinilcolina administrados juntos, intoxicação com barbitúricos

De forma geral, o aumento da concentração de creatinofosfoquinase não causa sintomas e, em muitas situações, é detectada de forma incidental no exame de sangue.

Quando surgem sintomas, estes são consequência da doença ou lesão que provocou o aumento da concentração da enzima, podendo ser notada dor e fraqueza muscular, cãibras, cansaço excessivo, dor no feito, falta de ar, desmaio e urina mais escura, nos casos mais graves.

CPK baixo

O CPK baixo normalmente está relacionado com a diminuição da CPK MM, o que pode ser indicativo de perda de massa muscular, desnutrição e caquexia, que corresponde à perda progressiva da massa muscular, gordura e massa óssea.

A diminuição da concentração dessa enzima pode ser consequência do envelhecimento, diminuição brusca da realização de atividade física, artrite reumatoide e lúpus, por exemplo.



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Óleo de coco: benefícios, para que serve, tipos e como fazer

O óleo de coco é um óleo vegetal que pode oferecer alguns benefícios para a saúde, como manter a pele e os cabelos saudáveis, ajudar a tratar a candidíase e promover a saúde oral.

Existem diferentes tipos de óleo de coco, como extra virgem e refinado. O óleo de coco extra virgem é obtido pela prensagem da polpa do fruto, mantendo os seus nutrientes, sabor e aroma. Já o refinado, é aquecido e filtrado, perdendo o aroma e o sabor.

O óleo de coco é vendido em frasco, sachê, cápsula ou spray, podendo ser usado na alimentação para temperar saladas ou preparar receitas, como suplemento alimentar ou ainda como hidratante para o rosto, a pele e o cabelo.

Conheça mais sobre o óleo de coco assistindo o vídeo a seguir:

Benefícios do ÓLEO DE COCO e como usar

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Benefícios e para que serve o óleo de coco

Os principais benefícios e indicações do óleo de coco são:

1. Mantém a pele saudável

O óleo de coco possui propriedade hidratante, diminuindo a perda de água e ajudando a melhorar o aspecto da pele seca e áspera, podendo ser aplicado diretamente na pele na forma de óleo ou creme.

Além disso, por ter ação antimicrobiana e hidratante, o óleo de coco também pode ser indicado para complementar o tratamento da dermatite atópica em bebês.

Leia também: Dermatite atópica em bebê: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/dermatite-atopica-bebe

2. Pode ajudar no emagrecimento

Alguns estudos indicam que o óleo de coco poderia ajudar no emagrecimento, por conter ácidos graxos de cadeia média.

Os ácidos graxos de cadeia média são moléculas de gordura que não são armazenadas no tecido adiposo.

No entanto, ainda são necessários mais estudos para avaliar os efeitos do óleo de coco no emagrecimento, pois as pesquisas científicas atuais ainda são muito limitadas.

3. Cuida do cabelo

O óleo de coco cuida do cabelo, pois parece diminuir a perda de proteínas, quando é usado como um produto de limpeza antes, como pré-poo, ou após a lavagem dos fios.

Isso acontece porque o ácido láurico, que é o principal ácido graxo presente no óleo de coco, tem uma afinidade maior pelas proteínas capilares e uma capacidade de penetrar nos fios de cabelos, promovendo a hidratação.

Leia também: 6 dicas para hidratar o cabelo ressecado tuasaude.com/5-dicas-para-hidratar-o-cabelo

4. Pode ajudar a tratar a candidíase

O óleo de coco contém ácido láurico, um ácido graxo com propriedades antifúngicas e antimicrobianas, que podem diminuir o desenvolvimento e crescimento da Candida sp.

Assim, o óleo de coco poderia ser indicado para complementar o tratamento da candidíase indicado pelo médico.

Entretanto, mais estudos científicos em seres humanos são necessários para avaliar o possível benefício do óleo de coco no combate à candidíase.

5. Mantém a saúde oral

Alguns estudos mostram que o óleo de coco pode ajudar a manter a saúde bucal, por diminuir a quantidade de bactérias na saliva.

Assim, o óleo de coco pode complementar as ações de prevenção, como escovação e uso de fio dental, para manter a saúde e higiene oral.

6. Pode tratar o Alzheimer

O óleo de coco pode ajudar a tratar o Alzheimer. Isso porque acredita-se que o cérebro da pessoa com Alzheimer não use a glicose corretamente.

Assim, os ácidos graxos de cadeia média presentes no óleo de coco poderiam funcionar como uma fonte alternativa de energia para o cérebro, ajudando na função cognitiva.

No entanto, ainda são necessários estudos mais completos e em seres humanos que avaliem a atividade do óleo de coco no Alzheimer.

Tipos de óleo de coco

Os tipos de óleo de coco incluem:

1. Óleo de coco extra virgem

O óleo de coco extra virgem, ou virgem, é obtido a partir da secagem rápida e prensa da polpa fresca e madura do coco, sem a adição de produtos químicos ou uso do calor, preservando os seus nutrientes.

Este tipo de óleo de coco possui um sabor e aroma leves e suaves, e, por ter um ponto de fumaça de cerca de 175 ºC, pode ser usado para refogar ou assar, mas não é indicado para uso em temperaturas muito altas, como em frituras.

2. Óleo de coco sem sabor (refinado)

O óleo de coco sem sabor é um óleo vegetal refinado, sendo obtido por meio da prensa da polpa do fruto. Em seguida, o óleo é vaporizado ou aquecido e filtrado através de argilas para remover impurezas e bactérias.

Em alguns casos, solventes químicos também podem ser usados ​​para retirar o óleo de coco da polpa.

O óleo de coco refinado não tem cheiro nem sabor e tem um ponto de fumaça que varia entre 204 e 232 ºC, podendo ser usado em frituras.

3. Óleo de coco spray

O óleo de coco spray é uma versão mais prática do óleo de coco, indicado para o preparo de refeições do dia a dia.

Para usar esse tipo de óleo de coco, basta borrifar o produto na frigideira, panela ou assadeira e acrescentar os ingredientes, como vegetais, frango, carne e panqueca, por exemplo.

4. Óleo de coco em cápsulas

O óleo de coco em cápsulas é um suplemento obtido através da prensagem da polpa do coco, sendo popularmente usado para ajudar a emagrecer, fortalecer o sistema imune e melhorar a disposição.

Leia também: Óleo de Coco em Cápsulas: para que serve (e como tomar) tuasaude.com/oleo-de-coco-em-capsulas

Como fazer o óleo de coco em casa

Para fazer o óleo de coco em casa é preciso apenas 3 cocos frescos e maduros e 4 xícaras de chá de água de coco.

O passo a passo para fazer o óleo de coco é:

  1. Retirar a pele marrom do coco e cortá-lo em cubos pequenos;
  2. Bater a polpa e a água e o coco no liquidificador até ficar uma mistura bem homogênea;
  3. Coar a mistura com a ajuda de um pano limpo e seco ou um coador de pano;
  4. Colocar a mistura num pote de vidro com tampa e deixar em um local escuro por 48 horas;
  5. Colocar a garrafa em um ambiente fresco, ao abrigo da luz, por mais 6 horas;
  6. Após as 48 horas, pode-se perceber que o óleo de coco está na parte superior e os resíduos na parte de baixo do pote;
  7. Armazenar o pote, em pé, na geladeira até que o óleo de coco endureça;
  8. Descartar a água e retirar o óleo de coco, que estará endurecido;
  9. Armazenar o óleo num recipiente com tampa.

O óleo de coco pode ser armazenado em um local seco e fresco ou na geladeira, podendo ser consumido por até dois anos.

Tabela de informação nutricional

A tabela a seguir traz a informação nutricional de 100 gramas e 1 colher de sopa de óleo de coco:

Componentes

Quantidade em 100 g de óleo de coco

Quantidade em 1 colher de sopa (13,6 g) de óleo de coco

Energia

892 calorias

121 calorias

Gorduras totais

99,1 g

13,5 g

Gordura saturada

82,5 g

11,2 g

Gorduras monoinsaturadas

6,33 g

0,861 g

Gorduras poli-insaturadas

1,7 g

0,231 g

Proteínas

0 g

0 g

Carboidratos

0 g

0 g

Para se obter os benefícios do óleo de coco, é importante consumí-lo em pequenas porções, junto com uma alimentação saudável e a prática regular de atividades físicas.

Como usar o óleo de coco

Algumas das formas de usar o óleo de coco são:

1. Óleo de coco na cozinha

O óleo de coco também pode ser usado na cozinha, como tempero de saladas, para refogados e no preparo de molhos, bolos, pães e tortas, por exemplo.

Entretanto, por ser rico em gordura saturada, o óleo de coco deve ser consumido com moderação.

A Organização Mundial da Saúde recomenda ingerir até 10% do valor calórico total da dieta de gordura saturada por dia. Assim, em uma dieta de 2.000 calorias, é indicado ingerir até 22,2 g de gordura saturada por dia, por exemplo, o que equivale a 2 colheres de sopa de óleo de coco.

2. Óleo de coco na vagina

Conforme a recomendação médica, o óleo de coco pode ser usado na vagina para melhorar a lubrificação em mulheres que possuem atrofia vaginal, também conhecida como síndrome geniturinária da menopausa.

Além disso, o óleo de coco também pode ser usado na vagina, para complementar o tratamento médico da candidíase.

Para isso, pode-se aplicar o óleo de coco puro na região genital ou ainda diluir 2 gotas de óleo essencial de tea tree em 1 colher de sopa de óleo de coco e aplicar na vagina 1 vez ao dia.

3. Óleo de coco no cabelo

O óleo de coco no cabelo pode ser usado das seguintes formas:

  • Pré-poo: para aplicar no comprimento dos fios antes da lavagem usual, que melhora o brilho, reduz o atrito e a perda de proteínas;
  • Umectação diurna: podendo ser aplicado diretamente na raiz e fios de cabelo, massageando e deixando agir por 15 minutos. Em seguida, deve-se lavar os cabelos normalmente, com shampoo e condicionador;
  • Umectação durante a noite: aplicar o óleo de coco nos fios, massagear bem e colocar uma touca ou toalha nos cabelos, e dormir. Na manhã seguinte, lavar os cabelos com shampoo e condicionador de preferência;
  • Máscara de hidratação: misturar o óleo de coco ao creme de hidratação. Para isso, é recomendado lavar os cabelos com o shampoo, aplicar a máscara sobre os cabelos úmidos e massagear bem. Deixar agir por 30 minutos e enxaguar;
  • Finalização: ajuda a diminuir o ressecamento e o frizz e melhorar o brilho. Aplicar uma pequena quantidade nas mãos e aplicar nas pontas dos cabelos limpos, molhados ou secos, massageando bem.

O óleo de coco no cabelo é indicado principalmente para cabelos normais e secos. Em cabelos oleosos, o óleo de coco pode deixar os fios mais oleosos e pesados.

4. Óleo de coco no rosto

Pode-se passar óleo de coco no rosto, podendo ajudar na hidratação em pessoas com pele normal, ressecada ou sensível.

Para isso, pode-se aplicar uma fina camada de óleo de coco na pele limpa e seca. Entretanto, é importante evitar o queixo, o nariz e a testa, por serem regiões com mais oleosidade.

Além disso, o óleo de coco também pode ser usado como hidratante labial.

5. Óleo de coco na pele

Devido às suas propriedades hidratantes, o óleo de coco também pode ser usado para hidratar a pele ressecada, podendo ser aplicado uma pequena quantidade diretamente na pele, massageando até ser totalmente absorvido.

Dúvidas comuns sobre o óleo de coco

Algumas dúvidas comuns sobre o óleo de coco são:

1. Óleo de coco pode ser usado como lubrificante?

Por possuir ação hidratante, o óleo de coco pode ser usado como lubrificante natural. 

Entretanto, o óleo de coco não deve ser usado junto com preservativos, porque pode romper o produto durante a relação sexual, aumentando o risco de infecções sexualmente transmissíveis e gravidez.

Leia também: Lubrificante íntimo: para que serve, tipos (e como usar) tuasaude.com/lubrificante-intimo

2. Óleo de coco faz mal?

Quando consumido em grandes quantidades, o óleo de coco pode fazer mal à saúde.

Isso acontece porque o óleo de coco é rico em gordura saturada, um tipo de ácido graxo que pode aumentar os níveis sanguíneos de colesterol total e colesterol “ruim”, o LDL, aumentando o risco de doenças cardiovasculares, como derrame e aterosclerose.

Leia também: Gordura saturada: o que é, tipos, alimentos e por que faz mal tuasaude.com/gordura-saturada

source https://www.tuasaude.com/como-usar-o-oleo-de-coco/

quinta-feira, 2 de julho de 2026

10 melhores exercícios de mobilidade (e como fazer)

Os exercícios de mobilidade, como perdigueiro, rotação de tronco e extensão de quadril, aumentam a amplitude das articulações, ajudando a melhorar qualidade de vida, reduzir as dores nos músculos e articulações, melhorar a performance física e evitar lesões.

Os exercícios de mobilidade podem ser feitos em casa ou em academias, como parte do aquecimento antes dos treinos, no dia a dia ou para ajudar na recuperação de lesões, podendo incluir articulações como ombros, pernas, quadril, coluna, punhos e tornozelos.

No entanto, é recomendado que os exercícios de mobilidade sejam feitos com a orientação do educador físico, para que sejam realizados de forma correta, evitando o surgimento ou a piora de lesões.

Veja o vídeo a seguir com a Sabrina e confira outros exercícios de mobilidade:

Exercícios de Mobilidade: Alongamento Antes do Treino

04:40 | 2.951 visualizações

1. Mobilidade de ombro

Imagem ilustrativa número 1

A mobilidade de ombro é um exercício que trabalha o tórax e a parte superior das costas, podendo ser indicado para aquecer as articulações antes dos treinos, além de melhorar a postura. Confira outros exercícios para melhorar a postura.

Como fazer: Ficar de pé com os pés afastados na largura dos ombros e segurar um cabo de vassoura, ou cano de PVC, paralelos ao chão e com os braços mais abertos o possível.

Mantendo os braços esticados, levantar lentamente a vassoura, passando sobre a cabeça.

Levar a vassoura para as costas o máximo que puder. Segurar por 2 segundos e retornar à posição inicial. Fazer esse movimento 10 vezes. Durante a mobilidade, deve-se manter o abdômen contraído para manter uma boa postura e equilíbrio.

2. Agachamento lateral alternado

Imagem ilustrativa número 2

O agachamento lateral alternado é um exercício de mobilidade de pernas, que aumenta a amplitude dos quadris e trabalha os músculos adutores, os glúteos, o quadríceps e as panturrilhas.

Como fazer: De pé, afastar bem as pernas além da largura do quadris. Deixar as pontas dos pés levemente apontadas para a diagonal.

Agachar para um dos lados, flexionando bem o joelho e movendo os quadris para trás. Repetir 10 vezes para cada lado. É importante manter o abdômen contraído e os pés bem apoiados no chão durante o exercício.

Leia também: 8 exercícios de mobilidade para treino de pernas (e como fazer) tuasaude.com/mobilidade-para-treino-de-perna

3. Extensão de quadril

Imagem ilustrativa número 3

A extensão de quadril é um exercício de mobilidade indicado para aumentar a amplitude das articulações do quadril. Além disso, esse exercício de mobilidade também melhora a  nas articulações dos joelhos e tornozelos.

Como fazer: Com as pernas um pouco afastadas da largura dos quadris, ficar na posição de cócoras, segurando as mãos nas pontas dos pés.

Estender os joelhos, levando o quadril para o alto, sem soltar as mãos dos pés e deixar o topo da cabeça voltado para o chão.Voltar para a posição inicial e repetir esse movimento 10 vezes.

Leia também: 9 exercícios de mobilidade de quadril (e como fazer) tuasaude.com/mobilidade-de-quadril

4. Perdigueiro

Imagem ilustrativa número 4

O perdigueiro é um exercícios de mobilidade que ajuda a melhorar a fortalecer as costas, os glúteos e o abdômen, aumentando a resistência e diminuindo as dores na região lombar.

Como fazer: Num colchão, ou tapete, ficar na posição de quatro apoios. Deixar a coluna alinhada, os braços esticados, os punhos alinhados com os ombros e os joelhos com o quadril.

Inspirar e retirar a mão direita e a perna esquerda do chão, esticando-os bem. Expirar, ao mesmo tempo que se encolhe o braço e a perna, aproximando bem o cotovelo do joelho. Fazer esse movimento 10 vezes e, depois, repetir do outro lado.

5. Alongamento gato-vaca

Imagem ilustrativa número 5

O alongamento gato-vaca é um exercício de mobilidade que trabalha os músculos e articulações da coluna e dos quadris, sendo uma boa opção para evitar lesões nessas regiões e melhorar a postura.

Como fazer: Ficar na posição de quatro apoios num colchão ou tapete. Deixar os pulsos bem alinhados com os ombros e os joelhos com os quadris. Inspirar, enquanto ao arredondar as costas, separando as escápulas e trazendo o queixo em direção ao peito.

Em seguida, expirar enquanto se arqueia a coluna, olhando para bem cima e levando os glúteos para cima. Pode-se fazer de 10 a 15 repetições desse exercício.

6. Mobilidade de quadril, joelho e tornozelo

Imagem ilustrativa número 6

A mobilidade de quadril, joelho e tornozelo é um exercício indicado para trabalhar as articulações do quadril, joelhos e tornozelos, podendo ser feito como aquecimento antes dos treinos ou para melhorar a mobilidade no dia a dia.

Como fazer: Num colchonete, ou tapete, ficar de joelhos, levar uma das pernas à frente, mantendo o joelho flexionado e as mãos apoiadas no chão.

Inspirar e, ao expirar, inclinar o tronco para frente, abaixando bem o quadril. Repetir esse exercícios 10 vezes e, em seguida, fazer do outro lado.

7. Mobilidade de punho

Imagem ilustrativa número 7

A mobilidade de punho é um exercício indicado para prevenir lesões e dores nas articulações, e aumentar a mobilidade e flexibilidade dos punhos.

Como fazer: Ficar de pé, colocar os braços à frente do corpo e flexionados a 90º. Juntar as mãos, cruzando os dedos, e girar os punhos para um lado por 10 vezes. Em seguida, repetir e girar os punhos para o outro lado.

8.  Rotação de tronco

Imagem ilustrativa número 8

A rotação de tronco é um exercício de mobilidade que ajuda a melhorar a postura e aliviar dores e tensões nos músculos das costas.

Como fazer: Num tapete, ficar na posição de prancha e levar a perna direita à frente, posicionando-a fora da mão direita e deixando o joelho flexionado.

Esticar bem a perna esquerda, inspirar fundo e ao expirar, levar o braço direito em direção estendendo par ao alto, acompanhando com o pescoço e a cabeça, e rotacionando o tronco. Voltar à posição inicial e retomar ao movimento, totalizando 10 repetições. Fazer o mesmo do outro lado.

9. Círculos de pescoço

Imagem ilustrativa número 9

Os círculos de pescoço é um exercício de mobilidade indicado para evitar dor e problemas nas articulações e músculos do pescoço e da parte superior das costas.

Como fazer: Ficar de pé e deixar os braços estendidos ao longo do corpo. Inclinar a cabeça para o lado direito até alongar.

Rolar a cabeça para a frente, levando o queixo para junto do peito. Rolar a cabeça para o lado esquerdo até sentir alongar. Repetir esse exercício 5 vezes.

10. Rotação de ombros

Imagem ilustrativa número 10

A rotação de ombros é um exercício de mobilidade que melhora a mobilidade das escápulas, dos músculos do peito, da articulação dos ombros e da coluna.

Como fazer: Ficar na posição de quatro apoios, apoiando os antebraços no chão e contraindo bem o abdômen.

Colocar a mão direita na orelha e fazer uma rotação dos ombros para fora e para cima, acompanhando com o pescoço e o olhar. Fazer esse movimento 10 vezes e repetir no lado esquerdo.



source https://www.tuasaude.com/exercicios-de-mobilidade/

quarta-feira, 1 de julho de 2026

Ondas de calor: o que pode ser (e o que fazer)

As ondas de calor são mais frequentes na menopausa, mas também podem surgir em pessoas com histórico de câncer de mama, na andropausa, na gravidez, ou ser consequência do uso de alguns medicamentos, por exemplo.

Os sintomas de onda de calor são uma sensação repentina de calor a espalhar-se pelo corpo, vermelhidão e manchas na pele, aumento dos batimentos cardíacos e da transpiração e sensação de frio ou arrepios quando a onda de calor passa.

Caso as ondas de calor sejam frequentes, é importante consultar o clínico geral para que seja identificada a causa do sintoma e, assim, seja possível iniciar o tratamento, caso seja necessário.

Imagem ilustrativa número 1

As principais causas de ondas de calor são:

1. Menopausa

As ondas de calor são um dos sintomas mais comuns da menopausa, que surgem devido às alterações hormonais que se dão no corpo da mulher.

Essas ondas de calor podem surgir alguns meses antes da mulher entrar na menopausa e manifestar-se repentinamente em vários momentos do dia, variando de intensidade de acordo com cada mulher.

O que fazer: o tratamento vai depender da intensidade dos sintomas e deve ser determinado pelo ginecologista, que pode recomendar terapia de reposição hormonal ou outros medicamentos que ajudam a controlar estes sintomas, suplementos naturais ou mesmo alterações na dieta. Saiba mais sobre como combater as ondas de calor da menopausa.

[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO_SINTOMAS]

2. Andropausa

Os sintomas mais comuns da andropausa são alterações repentinas de humor, cansaço, ondas de calor e diminuição do desejo sexual e da capacidade de ereção, que se deve a uma redução na produção da testosterona, por volta dos 50 anos de idade.

Leia também: 9 sintomas da andropausa (e o que fazer) tuasaude.com/andropausa-sintomas

O que fazer: geralmente, o tratamento consiste no uso de medicamentos que aumentam os níveis de testosterona no sangue, através de comprimidos ou injeções, mas só devem ser usados se forem recomendados pelo urologista ou endocrinologista.

3. História de câncer de mama

Mulheres que tiveram câncer de mama, ou que fizeram tratamentos de quimioterapia que induzem falência do ovário, também podem sofrer de ondas de calor com sintomas semelhantes aos relatados por mulheres que estão a entrar na menopausa.

O que fazer: nestes casos, não é recomendado realizar terapia de reposição hormonal. A pessoa deve falar com o médico que pode recomendar terapias alternativas ou produtos naturais para aliviar os sintomas.

Leia também: Câncer de mama: sintomas, tipos, causas e tratamento (tem cura?) tuasaude.com/cancer-de-mama

4. Remoção dos ovários

A cirurgia de remoção dos ovários pode ser necessária em algumas situações, como em casos de abcesso ovariano, câncer, endometriose ou cistos no ovário.

A remoção dos ovários leva ao surgimento de menopausa precoce, que também provoca sintomas como ondas de calor, já que deixa de haver produção de hormônios por parte dos ovários.

O que fazer: o tratamento depende da idade em que se encontra a pessoa, podendo ser necessário recorrer a terapia de reposição hormonal.

5. Efeitos colaterais de medicamentos

Alguns medicamentos, principalmente aqueles que inibem a liberação de hormônios, também podem causar ondas de calor, como é o caso do acetato de leuprorrelina, que é a substância ativa do medicamento Lupron.

Este é um medicamento indicado para tratar o câncer de próstata, mioma, endometriose, puberdade precoce e câncer de mama avançado.

Este remédio age diminuindo a produção do hormônio gonadotrofina, bloqueando a produção nos ovários e testículos e causando sintomas semelhantes à menopausa.

O que fazer: geralmente, os sintomas desaparecem quando o medicamento é descontinuado, mas isto só deve ser feito quando indicado pelo médico.

6. Terapia para câncer de próstata

A terapia de supressão androgênica é utilizada no tratamento do câncer da próstata e, por reduzirem os hormônios testosterona e dihidrotestosterona no corpo, podem levar ao surgimento de ondas de calor como efeito colateral.

O que fazer: geralmente, os sintomas desaparecem quando se suspende o medicamento, que só deve acontecer quando indicado pelo médico.

7. Hipogonadismo

O hipogonadismo masculino acontece quando os testículos produzem pouca ou nenhuma testosterona, levando ao surgimento de sintomas como impotência, desenvolvimento anormal dos caracteres sexuais masculinos e ondas de calor.

O hipogonadismo feminino ocorre quando os ovários produzem poucos ou nenhum hormônio sexual, como o estrogênio e a progesterona.

O que fazer: este problema não tem cura, mas os sintomas podem ser melhorados através de terapia de reposição hormonal. Veja mais sobre o tratamento do hipogonadismo.

8. Hipertireoidismo

O hipertireoidismo caracteriza-se por uma produção excessiva de hormônios pela tireoide, que pode ser causado por alterações no sistema imunológico, inflamação ou presença de nódulos na tireoide, por exemplo.

Essa condição leva ao surgimento de sintomas, como ansiedade, nervosismo, palpitações, sensação de calor, tremores, suor excessivo ou cansaço frequente, por exemplo.

O que fazer: o tratamento depende da causa que está na origem da doença, da idade da pessoa e dos sintomas apresentados, podendo ser feito com medicamentos, iodo radioativo ou através da remoção cirúrgica da tireoide.

Leia também: Hipertireoidismo: sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/hipertireoidismo

9. Gravidez

A gravidez é uma fase da vida da mulher em que acontecem diversas mudanças hormonais, o que pode provocar aumento da temperatura corporal e, consequentemente, ondas de calor.

As ondas de calor na gravidez podem surgir durante o dia ou a noite, podendo também ser acompanhado por suor noturno e mal-estar.

O que fazer: é recomendado que a mulher beba água durante o dia, use roupas de algodão para deixar a pele respirar, tome banho com água morna e mantenha a casa ventilada.



source https://www.tuasaude.com/ondas-de-calor/

Cirurgião geral: o que é, o que faz (e quando consultar)

O cirurgião geral é o médico especializado em avaliar e tratar doenças que precisam de cirurgia, como apendicite, hérnias, pedras na vesícul...