terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Pré-poo: o que é, como fazer em casa (e para que serve)

O pré-poo é um tratamento aplicado no cabelo ou couro cabeludo antes da lavagem normal, sendo indicado para proteger a fibra capilar dos danos causados pela limpeza.

Esse tratamento, que também é conhecido como pré-shampoo, também pode ser indicado para tratar condições no couro cabeludo como caspa, excesso de oleosidade, coceira e inflamação.

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Conforme os objetivos, os tipos de produtos que podem ser usados durante o pré-poo incluem óleo de coco e de argan, manteiga de karité e de cacau, séruns e o gel de babosa, por exemplo.

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Como fazer pré-poo

Para fazer o pré-poo em casa é recomendado:

  1. Escolher o produto, que pode ser óleo vegetal, sérum ou creme;
  2. Dividir o cabelo, seco ou levemente úmido, em seções para ajudar numa distribuição uniforme;
  3. Aplicar o produto escolhido, óleo, condicionador ou creme específico ao longo dos fios;
  4. Aplicar o produto no couro cabeludo, em casos de tratamentos específicos, como caspa;
  5. Massagear suavemente o couro cabeludo e/ou os fios;
  6. Deixar o produto agir por 30 minutos. Em alguns casos, pode-se deixar durante a noite para uma hidratação mais profunda;
  7. Deixar o produto agir entre 5 a 20 minutos, para tratamentos no couro cabeludo;

Após o tempo de ação do produto, deve-se molhar o cabelo e fazer a lavagem normal dos fios com shampoo para retirar o excesso do produto e resíduos.

Se for necessário, aplicar o condicionador no comprimento dos fios, enxaguando em seguida.

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Para que serve o pré-poo

O pré-poo serve para:

1. Proteger a fibra capilar

O pré-poo protege a fibra capilar, porque ajuda a diminuir os danos causados pelos agentes de limpeza presentes nos shampoos, como o lauril éter sulfato de sódio, que podem causar a perda de proteínas e danos à estrutura da cutícula.

A aplicação de óleos como óleo de coco, mineral e de girassol no pré-poo, por exemplo, preenche a haste capilar e forma uma camada que melhora o brilho, reduz o atrito, impede a entrada excessiva de água e surfactantes na fibra, reduzindo a perda de proteínas.

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2. Tratar o couro cabeludo

O pré-poo contendo antifúngicos, anti-inflamatórios, adstringentes e calmantes, como piroctona olamina, niacinamida e hamamélis, ajuda a tratar condições no couro cabeludo, como a caspa, a inflamação e o excesso de sebo.

Esses tratamentos devem ser aplicados por curtos períodos, cerca de 5 minutos, antes da lavagem, e ajudam a melhorar a hidratação do couro cabeludo e diminuir sintomas como descamação, coceira e vermelhidão.

Além disso, o uso do gel de babosa no couro cabeludo, como pré-poo, também ajuda a aliviar inflamações, caspa ou micoses.

3. Ajudar a desembaraçar os fios

A aplicação do pré-poo antes da lavagem ajuda a desembaraçar os fios e diminuir a quebra, porque promove a hidratação e diminui o atrito entre as fibras de cabelo.

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Tipos de produtos pré-poo

Os principais tipos de produtos pré-poo são:

  • Óleos capilares, como óleo de coco, argan, girassol, abacate, azeite de oliva e óleo mineral, que são recomendados para aplicar no comprimento dos fios;
  • Manteigas capilares, como manteiga de karité, manga, cacau e semente de cânhamo, sendo indicadas para aplicar no comprimento dos fios;
  • Séruns, contendo ingredientes ativos como piroctona olamina, niacinamida e hamamélis, que devem ser aplicados no couro cabeludo para tratar condições específicas;

O gel de babosa também pode ser aplicado no couro cabeludo e nos fios, como pré-poo, para ajudar a hidratar os fios e aliviar coceiras, inflamações, caspa ou micoses.

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source https://www.tuasaude.com/pre-poo/

Dieta DASH: o que é, para que serve e como fazer (com cardápio)

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Leave-in: o que é, para que serve, tipos (e como usar)

O leave-in é um produto cosmético que serve para controlar o frizz e proteger os cabelos contra os danos causados pelo calor de secadores, chapinhas e modeladores, clima, poluição e radiação ultravioleta, por exemplo.

Também conhecido como condicionador sem enxágue, existem diferentes tipos desse produto, conforme a textura, a função e o tipo de cabelo, como o leave-in protetor térmico, o masculino e o para cabelo cacheado.

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O leave-in pode ser aplicado diariamente após a lavagem com shampoo nos cabelos limpos, úmidos ou secos, sendo importante evitar aplicar no couro cabeludo, para evitar o excesso de oleosidade e irritações.

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Para que serve o leave-in

O leave-in é indicado para:

  • Proteger os fios de cabelo contra o calor de secadores, chapinhas e modeladores;
  • Controlar o frizz e a eletricidade estática, por selar as cutículas do cabelo e manter os fios alinhados;
  • Proteger o cabelo contra danos causados pelo clima, poluição e radiação ultravioleta;
  • Hidratar o cabelo e deixar os fios brilhosos, sedosos e macios, por reter a umidade;
  • Ajudar a desembaraçar os fios, reduzindo o atrito e a quebra dos fios ao pentear;
  • Definir as curvas dos fios, em cabelos ondulados, cacheados ou crespos.

O leave-in é especialmente indicado para pessoas com cabelos longos, secos, com produtos químicos ou que usam fontes de calor frequentemente.

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Diferença entre creme de pentear e leave-in

O creme de pentear é um produto mais denso e cremoso, ajudando a desembaraçar, hidratar e definir os fios. Assim, o creme de pentear pode ser indicado para pessoas que têm fios ondulados, cacheados ou crespos, pois ajuda a controlar o frizz e a definir os caracóis.

Já o leave-in geralmente tem uma textura mais leve e fluida, podendo ser usado por todos os tipos de cabelo. O leave-in hidrata e também pode oferecer proteção térmica e reparação de danos dos fios.

Tipos de leave-in

Conforme a textura, a função e o tipo de cabelo, os tipos de leave-in são:

1. Leave-in protetor térmico

O leave-in protetor térmico protege o cabelo contra danos causados por fontes de calor, como secadores, chapinhas e modeladores.

Além de conter óleos vegetais e silicones, esse produto também forma uma fina camada protetora sobre a fibra de cabelo.

2. Leave-in masculino

O leave-in masculino possui os mesmos ingredientes e indicações das versões femininas. Assim, esse produto pode ser usado por homens para melhorar a textura, a maleabilidade e a saúde geral dos cabelos.

Além disso, muitos tipos de leave-in masculino também podem ser usados na barba.

3. Leave-in para cabelo cacheado e ondulado

O leave-in para cabelo cacheado e ondulado pode ser usado para ajudar a manter a curvatura definida por mais tempo, a controlar o frizz e o volume, a combater o ressecamento e reduzir a quebra dos fios.

As formulações de leave-in para cabelos cacheados devem ser ricas em componentes que garantam hidratação e nutrição profunda, como óleo de coco, semente de uva, amora e buriti, manteiga de cacau e murumuru, e silicones específicos.

4. Leave-in spray

O leave-in spray possui uma textura líquida e leve, sendo, por isso, recomendado para pessoas com cabelos finos ou oleosos.

Isso porque esse tipo de produto fornece umidade e proteção sem deixar os fios pesados ou com aspecto gorduroso.

5. Leave-in creme ou loção

O leave-in creme ou loção são produtos mais densos, sendo indicado para cabelos secos, cacheados ou crespos, porque oferecem maior concentração de ingredientes ativos, nutrição profunda e controle de volume.

Como usar

O passo a passo para usar o leave-in é:

  1. Lavar o cabelo normalmente, com shampoo e condicionador de enxágue;
  2. Secar o cabelo após o banho, deixando-o levemente úmido
  3. Aplicar a menor quantidade possível de leave-in no cabelo úmido, evitando o couro cabeludo;
  4. Amassar as mechas de baixo para cima, com as mãos, para moldar as ondas, no caso de cabelos ondulados ou cacheados ou crespos;
  5. Se o leave-in for na forma de creme, colocar uma pequena quantidade na palma da mão, esfregar as mãos e passar pelo cabelo;
  6. Se o leave-in estiver na forma de spray, é aconselhado borrifar o produto do meio do cabelo até as pontas e usar as mãos para espalhar bem o produto pelos fios;
  7. Evitar aplicar o produto no couro cabeludo, para evitar o acúmulo de resíduos, oleosidade e irritações.

O leave-in pode ser usado diariamente após a lavagem com shampoo.

Se o cabelo continuar seco ou com frizz após a aplicação do leave-in, pode-se aplicar uma pequena quantidade de óleo, como o de argan, por cima.

Leia também: Óleo de argan: o que é, para que serve e como usar tuasaude.com/oleo-de-argan

Melhor leave-in

O melhor leave-in varia conforme o tipo de cabelo da pessoa. Para cabelos ondulados e com frizz, o leave-in com óleo de argan pode ser a melhor opção.

Já para pessoas com cabelos cacheados, crespos ou afros, é recomendado priorizar leave-ins com óleos e manteigas vegetais, como buriti e murumuru, que ajudam a nutrir profundamente e reconstruir os fios.

Leave-in contendo queratina hidrolisada e óleo de semente de uva, pode ser indicado para pessoas com cabelos secos, quebradiços ou difíceis de pentear.

Leia também: Óleo de Semente de uva: para que serve e como usar tuasaude.com/beneficios-do-oleo-de-semente-de-uva

Pessoas com cabelos finos e lisos devem optar por produtos com fórmulas mais leves, como sprays, para evitar que os fios fiquem com aspecto oleosos.



source https://www.tuasaude.com/leave-in/

7 calmantes naturais (para ansiedade, insônia e nervosismo)

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Como saber se o freio do pênis é curto (e quando fazer a cirurgia)

O freio do pênis curto, cientificamente conhecido como frênulo bálano-prepucial curto, acontece quando o pedaço de pele que liga o prepúcio à glande é mais curto que o normal, criando muita tensão ao puxar a pele para trás ou durante a ereção.

Isso faz com que o freio possa acabar rompendo durante atividades mais vigorosas, como o contato íntimo, resultando em dor intensa e sangramento.

Uma vez que este problema não melhora sozinho ao longo do tempo, é aconselhado consultar um urologista para avaliar o prepúcio e fazer uma cirurgia, conhecida como frenuloplastia, onde o freio é cortado de forma a liberar a pele e diminuir a tensão durante a ereção.

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Como saber se o freio é curto

Na maior parte dos casos é fácil identificar se o freio é mais curto do normal, uma vez que não é possível puxar completamente a pele sobre a glande sem sentir uma ligeira pressão sobre o freio. No entanto outros sinais que podem indicar este problema incluem:

  • Dor ou desconforto que atrapalha o contato íntimo;
  • Cabeça do pênis dobra para baixo quando a pele é puxada para trás;
  • Pele da glande não pode ser completamente puxada para trás.

Este problema pode muitas vezes ser confundido com a fimose, no entanto, na fimose, geralmente não é possível observar-se o freio completo. Assim, nos casos de freio curto pode não ser possível puxar toda a pele do prepúcio para trás mas, normalmente, é possível observar-se todo o freio. Veja melhor como identificar a fimose.

Porém, se existir suspeita de freio do pênis curto ou de fimose é recomendado consultar o urologista para iniciar o tratamento adequado, especialmente antes de se iniciar a vida sexual ativa, pois pode evitar o surgimento de desconforto.

Como tratar o freio curto

O tratamento para freio do pênis curto deve ser sempre orientado por um urologista, pois de acordo com o grau de tensão provocado pelo freio podem ser usadas diferentes técnicas como pomadas com betametasona ou exercícios de alongamento da pele. No entanto, a forma de tratamento utilizada em quase todos os casos é a cirurgia para cortar o freio e diminuir a tensão.

Como é feita a cirurgia

A cirurgia para o freio do pênis curto, também conhecida como frenuloplastia, é uma forma de tratamento muito simples e rápida que pode ser feita no consultório do urologista ou cirurgião plástico, utilizando-se apenas anestesia local. Normalmente, a técnica demora cerca de 30 minutos e o homem pode voltar a casa logo após a cirurgia.

Após a cirurgia, há boa cicatrização normalmente em cerca 2 semanas, sendo recomendado, durante o mesmo período, evitar ter relações sexuais e entrar em piscinas ou mar para facilitar a cicatrização e evitar infecções locais.



source https://www.tuasaude.com/freio-do-prepucio-curto/

Refluxo biliar: o que é, sintomas, causas e tratamento

O refluxo biliar acontece quando a bile, que é liberada da vesícula biliar para a primeira porção do intestino, volta para o estômago ou mesmo para o esôfago, causando inflamação da mucosa gástrica.

Quando isso acontece, podem ocorrer alterações nas camadas protetoras de muco e aumento do pH no estômago, o que leva ao aparecimento de alguns sintomas como dor abdominal, sensação de queimação no peito e vômitos amarelos, por exemplo.

Para aliviar os sintomas e tratar o refluxo biliar, também chamado de refluxo duodenogástrico, o gastroenterologista pode recomendar a o uso de remédios que aliviam os sintomas e favorecem a circulação da bile, no entanto nos casos mais graves, em que não há melhora com o uso de remédios, pode ser necessário realizar uma cirurgia.

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Sintomas de refluxo biliar

Os principais sintomas de refluxo biliar são:

  • Dor abdominal superior;
  • Sensação de queimação no peito;
  • Náusea;
  • Vômito verde ou de cor amarelada;
  • Tosse ou rouquidão;
  • Perda de peso;
  • Maior risco de proliferação bacteriana.

Embora os sintomas sejam muito semelhantes com os do refluxo gastroesofágico, estes são considerados problemas distintos e, por isso, o diagnóstico deve ser sempre feito por um gastroenterologista.

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico do refluxo biliar é feito pelo gastroenterologista a partir da avaliação dos sinais e sintomas apresentados pela pessoa e histórico de saúde. Além disso, para confirmar o diagnóstico, o médico deve indicar a realização de exames, como endoscopia e impedância esofágica, que ajudam a verificar se existe refluxo da bile para o esôfago.

Marque uma consulta com o gastroenterologista mais próximo para investigar a possibilidade de refluxo biliar:

[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO]

Possíveis causas

O refluxo biliar acontece quando o esfíncter pilórico, que separa o estômago do duodeno, não funciona corretamente, o que pode acontecer como consequência de complicação de cirurgia gástrica, cirurgia de vesícula biliar ou presença de úlceras no estômago.

Em condições normais, a bile é produzida pelo fígado e armazenada na vesícula biliar, sendo liberada quando há hemácias desgastadas e substâncias tóxicas para serem eliminadas e quando há gordura para ser degradadas, sendo nesse caso transportada até o duodeno e misturada com o alimento para que haja o processo de degradação. Em seguida, a válvula pilórica abre e permite apenas a passagem do alimento.

No entanto, como consequência das situações já citadas, a válvula não fecha corretamente, o que permite que a bile volte para o estômago e esôfago, resultando no refluxo biliar.

Como é feito o tratamento

O refluxo biliar tem cura, porém seu tratamento pode ser mais demorado e, por esse motivo, é muito importante seguir adequadamente as orientações do gastroenterologista.

O mais comum é que sejam utilizados remédios indicados pelo médico, como o ácido ursodesoxicólico, que é uma substância que ajuda a promover a circulação da bile, reduzindo assim a frequência e intensidade dos sintomas. No entanto, também podem ser indicados outros medicamentos, conhecidos como sequestradores dos ácidos biliares, que se ligam a estes no intestino, impedindo a sua reabsorção.

No entanto, quando os sintomas não melhoram com o uso de medicamentos, o gastroenterologista pode aconselhar a realização de uma cirurgia. Nesta cirurgia, conhecida por cirurgia de desvio, o cirurgião cria uma nova conexão para a drenagem da bile mais abaixo no intestino delgado, desviando a bile do estômago.



source https://www.tuasaude.com/refluxo-biliar/

Pré-poo: o que é, como fazer em casa (e para que serve)

O pré-poo é um tratamento aplicado no cabelo ou couro cabeludo antes da lavagem normal, sendo indicado para proteger a fibra capilar dos dan...