segunda-feira, 29 de junho de 2026

Magnésio taurato: para que serve, como tomar (e efeitos colaterais)

O magnésio taurato, ou taurato de magnésio, é um suplemento que pode ser indicado para ajudar na saúde cardiovascular, controlar os níveis de açúcar no sangue e promover o relaxamento.

Esses benefícios se devem ao fato deste suplemento conter o mineral magnésio e o aminoácido taurina, nutrientes que estão envolvidos nas funções do sistema cardiovascular e no metabolismo da glicose.

Leia também: Suplemento de magnésio: qual o melhor, para que serve (e tipos) tuasaude.com/suplemento-de-magnesio

O magnésio taurato é comercializado em farmácias e lojas de suplementos na forma de cápsulas. No entanto, este suplemento deve ser tomado de preferência com a recomendação e a orientação de um nutricionista ou médico.

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Para que serve o magnésio taurato

O magnésio taurato poderia servir para:

  • Ajudar na saúde cardiovascular, por regular a pressão arterial de forma geral;
  • Controlar os níveis de açúcar no sangue, pois o magnésio atua no metabolismo da glicose e na sensibilidade e secreção da insulina;
  • Promover o relaxamento, podendo ajudar no sono, pois interage com neurotransmissores do cérebro, como o GABA, a serotonina e a melatonina;
  • Ajudar na contração e relaxamento muscular, auxiliando a prevenir cãibras e espasmos;
  • Combater a fadiga, pois o magnésio é essencial para converter os alimentos em energia para as células.

Este tipo de suplemento de magnésio é facilmente absorvido e utilizado pelo organismo.

Entretanto, apesar desses potenciais benefícios, ainda não existem evidências científicas robustas e conclusivas sobre os efeitos do suplemento de magnésio taurato em seres humanos.

Magnésio taurato emagrece?

Não existem dados que indiquem que o magnésio taurato promova o emagrecimento. Por isso, este suplemento não é indicado para a perda de peso.

Leia também: Dieta saudável: como fazer, cardápio para emagrecer (e como manter) tuasaude.com/como-fazer-uma-alimentacao-saudavel-para-emagrecer

Diferença entre magnésio bisglicinato, dimalato e taurato

O magnésio bisglicinato está ligado ao aminoácido glicina, sendo uma opção geralmente indicada para promover o relaxamento, melhorar o sono e aliviar o estresse e a ansiedade.

Leia também: Bisglicinato de magnésio: o que é, para que serve e como usar tuasaude.com/bisglicinato-de-magnesio

Já o magnésio dimalato é combinado com o ácido málico, sendo normalmente indicado para melhorar a energia, aliviar a fadiga muscular e reduzir as dores crônicas.

Enquanto o magnésio taurato está ligado ao aminoácido taurina, que possui ação antioxidante e anti-inflamatória. Assim, esse suplemento é mais indicado para apoiar a saúde do coração e ajudar a regular os níveis de açúcar no sangue.

Como tomar

O suplemento magnésio taurato é comercializado na forma de cápsulas e deve ser tomado junto com um copo de água.

A dosagem geralmente recomendada é de até 110 mg por dia, para crianças, e o máximo de 350 mg por dia, para adultos, por exemplo.

Para ajudar no sono, é aconselhado tomar o taurato de magnésio de 30 a 60 minutos antes de dormir e sempre no mesmo horário, pois a taurina tem um efeito acumulativo.

Entretanto, a dose recomendada depende dos objetivos a serem tratados, sendo importante, por isso, usar este suplemento conforme as orientações do médico ou nutricionista.

Possíveis efeitos colaterais

De um modo geral, o magnésio taurato é bem tolerado e seguro para a maioria das pessoas.

No entanto, os possíveis efeitos colaterais que podem surgir da ingestão excessiva do magnésio taurato incluem diarreia, náuseas, dor de estômago e cólicas abdominais.

Em casos de ingestão de doses muito altas, a pessoa pode ter sintomas de toxicidade, como pressão arterial baixa, fraqueza muscular, letargia, sonolência, vermelhidão facial e retenção de urina.

A toxicidade também pode progredir para dificuldade respiratória, batimentos cardíacos irregulares, coma e parada cardíaca.

Quem não deve usar

O magnésio taurato não deve ser usado por crianças com menos de 4 anos, bem como por pessoas com alergia a qualquer componente do produto.

Mulheres grávidas ou pessoas que tenham insuficiência renal ou doenças neuromusculares, como a miastenia gravis, só devem usar o taurato de magnésio com indicação e acompanhamento do médico.

Além disso, pessoas que estejam usando medicamentos, como antibióticos, bifosfonatos, diuréticos e inibidores da bomba de prótons, devem sempre consultar o médico ou nutricionista antes de usar o magnésio taurato. Isso porque este suplemento pode aumentar ou diminuir a ação de outros remédios.



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Magnésio quelato: o que é, para que serve, como usar (e efeitos colaterais)

O magnésio quelato, ou quelado, é um suplemento que normalmente é indicado para ajudar a evitar cãibras, manter a saúde cardíaca, tratar a ansiedade e o estresse, e melhorar o sono.

Existem diferentes tipos de magnésio quelato, como magnésio glicinato, magnésio lisinato e magnésio aspartato, que variam conforme o tipo de composto ligado ao magnésio.

Leia também: Magnésio: para que serve, alimentos (e quantidade recomendada) tuasaude.com/magnesio

O magnésio quelato é encontrado na forma de cápsulas, em doses entre 200, 300 e 500 mg. No entanto, ainda não existem evidências científicas sobre os seus benefícios em casos de pessoas com níveis adequados de magnésio no organismo e, por isso, esse suplemento deve ser usado com a recomendação de um médico ou nutricionista.

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Para que serve o magnésio quelato

As principais indicações do magnésio quelato são:

1. Evitar cãibras

Por promover o relaxamento muscular, o magnésio quelato ajuda a evitar cãibras, principalmente em pessoas que apresentam deficiência excessiva de magnésio.

Leia também: Câimbra: 8 principais causas e quando pode ser grave tuasaude.com/caimbra

2. Manter a saúde cardiovascular

O magnésio quelato, ou quelado, pode ajudar a manter a saúde cardiovascular, porque favorece o relaxamento dos vasos sanguíneos, ajudando a baixar a pressão alta

Além disso, o magnésio quelato do tipo bisglicinato, também possui ação antioxidante, ajudando a combater os radicais livres e diminuindo o risco de doenças cardíacas.

Leia também: Bisglicinato de magnésio: o que é, para que serve e como usar tuasaude.com/bisglicinato-de-magnesio

3. Evitar pedras nos rins

O magnésio quelato ajuda a evitar as pedras nos rins formadas por cristais de oxalato de cálcio, em pessoas com deficiência desse mineral.

Isso acontece porque o magnésio se liga ao oxalato no intestino, diminuindo a sua eliminação e absorção pelos rins.

4. Manter a saúde dos ossos

O magnésio quelato pode manter a saúde dos ossos, pois atua na concentração da vitamina D, que é essencial para aumentar a absorção de cálcio e fósforo no intestino, regulando o processo de formação do osso.

5. Ajudar a tratar a ansiedade e estresse

O magnésio quelato pode ajudar no tratamento da ansiedade e do estresse, porque o magnésio atua na produção de serotonina, um neurotransmissor responsável por regular o humor e o bem-estar.

Além disso, o magnésio quelato também pode ajudar a regular os níveis de cortisol no organismo, que é um dos hormônios do estresse.

No entanto, é importante lembrar que o suplemento de magnésio quelato não substitui o tratamento recomendado pelo médico.

6. Controlar os níveis de açúcar no sangue

O magnésio quelato pode ajudar no metabolismo da glicose, favorecendo a secreção e a ação da insulina, e aumentando a sensibilidade das células a esse hormônio, controlando os níveis de açúcar no sangue.

Assim, esse suplemento poderia evitar a resistência à insulina e diabetes tipo 2, e ajudar no controle da diabetes, em pessoas que já apresentam a doença.

Entretanto, ainda são necessárias mais pesquisas para comprovar se o magnésio realmente ajuda a tratar a diabetes. Além disso, o suplemento de magnésio quelato não deve substituir o tratamento indicado pelo médico, que inclui medicamentos, alimentação saudável e prática regular de atividades físicas.

7. Melhorar o sono

Por ter ação relaxante, o magnésio quelado pode ajudar a melhorar a duração e qualidade do sono.

Leia também: Magnésio para dormir: qual o melhor, tipos (e como tomar) tuasaude.com/magnesio-para-dormir

Esse possível benefício acontece porque o magnésio ajuda a evitar cãibras e influencia nos níveis de neurotransmissores e hormônios relacionados com o sono, como GABA, melatonina, renina e cortisol.

8. Melhorar o funcionamento do intestino

O magnésio quelato ajuda a melhorar o funcionamento do intestino, pois o magnésio promove o relaxamento dos músculos no intestino, combatendo a prisão de ventre.

Magnésio quelato emagrece?

O magnésio quelado pode ajudar a emagrecer em casos de deficiência de magnésio. Isso acontece porque esse mineral ajuda a aumentar a energia, melhorando o metabolismo e reduzindo a fraqueza muscular e o cansaço.

No entanto, é importante ressaltar que o emagrecimento só é possível quando o suplemento de magnésio quelado é incluído em uma dieta saudável e prática regular de atividades físicas.

Tipos de magnésio quelato

Conforme o componente associado e os benefícios, os tipos de magnésio quelato são:

  • Magnésio glicinato: associado com o aminoácido glicina, possui uma ótima absorção pelo organismo, pode ajudar a evitar doenças cardiovasculares e insônia;
  • Magnésio lisinato: associado ao aminoácido lisina, este tipo ajuda a manter a saúde dos ossos;
  • Magnésio aspartato: este suplemento é ligado ao aminoácido aspartato, ou ácido aspártico, que ajuda a manter a saúde do sistema nervoso e regular a produção de hormônios.

O magnésio quelato é melhor utilizado pelo organismo que somente o suplemento de magnésio isolado. Isso acontece pois os outros componentes que se ligam ao magnésio protegem, facilitando a absorção desse mineral pelo intestino.

Diferença entre magnésio quelato e dimalato

O magnésio dimalato é um tipo de magnésio quelato, onde este mineral está ligado a duas moléculas de ácido málico.

Leia também: Magnésio dimalato: para que serve e como tomar tuasaude.com/magnesio-dimalato

Já no magnésio quelato é um termo geral para indicar que o magnésio está ligado a aminoácidos ou ácidos orgânicos.

Como tomar

O magnésio quelato pode ser tomado por via oral, com um copo de água, sendo geralmente indicado de 1 a 2 cápsulas por dia.

Esse suplemento pode ser encontrado na forma de cápsulas, na dosagem de 200 mg, 300 mg e 500 mg, por exemplo. No entanto, a dose diária de magnésio quelato a ser tomada, deve ser indicada pelo nutricionista ou médico, conforme o objetivo a ser tratado.

O magnésio quelato deve ser ingerido junto de uma refeição, como café da manhã, almoço ou jantar, para evitar o desconforto gástrico.

Possíveis efeitos colaterais

Os possíveis efeitos colaterais do magnésio quelato incluem diarreia, náusea e dor ou irritação no estômago.

Além disso, quando usado em excesso, o magnésio quelato também pode causar dormência ou sensação de formigamento no rosto, fraqueza muscular, náusea, vômito, pressão baixa e cansaço.

Magnésio quelato engorda?

O magnésio quelato não engorda, pois este suplemento não atua reduzindo o metabolismo ou promovendo o acúmulo de gordura corporal.

O ganho de peso com o uso do magnésio quelato pode estar relacionado com outros fatores, como sedentarismo, dieta não saudável ou problemas hormonais, por exemplo.

Quem não deve usar

O magnésio quelado não deve ser usado por pessoas com alergia aos componentes deste suplemento ou por pessoas com problemas renais.

Além disso, mulheres grávidas ou amamentando, assim como crianças, só devem usar o magnésio quelato com a indicação de um médico.

Esse suplemento também não deve ser usado por pessoas que tenham insuficiência renal, úlceras no estômago ou intestino ou diarreia crônica.

Pessoas que usam medicamentos ou suplementos regularmente, devem sempre consultar o médico antes de tomar o bisglicinato de magnésio.



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10 sintomas de infarto (e quando ir ao médico)

Os sintomas de infarto, como dor no peito e suor frio, podem surgir quando ocorre um bloqueio ou entupimento de um vaso sanguíneo do coração.

Geralmente, o infarto, também conhecido como ataque cardíaco, acontece devido ao aparecimento de placas de gordura ou coágulo, prejudicando a passagem de sangue e provocando a morte das células musculares do coração.

Leia também: Ataque cardíaco: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/ataque-cardiaco

No entanto, os sintomas do infarto podem variar em jovens, mulheres e idosos, desde casos que apresentam nenhum ou poucos sintomas até sintomas diferentes do habitual, como dor no estômago, desmaios ou enjoos. Por isso, o infarto nem sempre é facilmente reconhecido.

Veja como identificar os sintomas do infarto no vídeo a seguir:

7 sintomas de INFARTO que você precisa reconhecer

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Sintomas de infarto

Os principais sintomas que podem indicar um infarto incluem:

  1. Dor no peito, que pode ser descrita como em aperto, queimação, pressão ou sensação de facada;
  2. Dor que irradia para o ombro, pescoço, mandíbula, costas ou braço, geralmente do lado esquerdo;
  3. Sensação de tontura;
  4. Palpitações;
  5. Dificuldade para respirar ou respiração rápida;
  6. Dor e/ ou sensação de queimação no estômago;
  7. Náusea;
  8. Suor frio e palidez;
  9. Cansaço excessivo e fraqueza;
  10. Perda de consciência.

A dor de infarto geralmente não piora ou diminui com a mudança de posição e tende a continuar mesmo com o repouso, geralmente durando mais de 20 minutos.

Em alguns casos, é possível também sentir dor no estômago, pois os mesmos nervos que irradiam para o coração também irradiam para o estômago, causando dor e pressão na parte superior do abdômen.

Em caso de suspeita de infarto, é recomendado procurar uma emergência para uma avaliação detalhada e iniciar o tratamento mais adequado.

[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO_SINTOMAS]

Teste online de sintomas

Para saber as chances de ter um infarto, por favor, indique abaixo os sintomas que apresenta:

{TESTE_SINTOMAS_INFARTO}

Este teste é uma ferramenta que serve apenas como meio de orientação. Portanto, não tem a finalidade de dar um diagnóstico e nem substitui a consulta com um cardiologista ou clínico geral.

1. Sintomas de infarto em mulheres

As mulheres tendem a apresentar sintomas de infarto diferentes dos mais comuns, incluindo sintomas como dor no peito em pontada ou que piora com a respiração, fraqueza, cansaço, falta de ar e indigestão.

Além disso, sintomas como dor nas costas, braço, pescoço ou mandíbula, náusea, vômitos, e sensação de medo são mais comuns de ocorrer nas mulheres, em comparação aos homens. Confira mais detalhes sobre os sintomas de infarto na mulher.

2. Sintomas de infarto em jovens

Os sintomas de infarto em jovens geralmente não são muito diferentes daqueles que normalmente ocorrem.

No entanto, enquanto pessoas mais velhas podem apresentar dor no peito meses ou anos antes de terem um infarto, quando a dor no peito surge em jovens, este intervalo geralmente é menor, podendo ser de até uma semana antes do episódio.

Pessoas mais jovens têm também maior chance de ter um infarto fulminante, aquele que surge de repente e que muitas vezes pode levar à morte antes mesmo do atendimento pelo médico. Entenda mais sobre o infarto fulminante.

3. Sintomas de infarto em idosos

Os idosos apresentam maior risco de ter um infarto silencioso, que causa poucos sintomas, além de sintomas diferentes daqueles que normalmente ocorrem em pessoas mais novas, como sonolência ou confusão repentinas.

Além disso, o infarto em idosos tende a causar menos sintomas como dor no peito ou suor excessivo, sendo mais frequente o aparecimento de sintomas semelhantes à insuficiência cardíaca, como falta de ar e tosse. Confira outros sintomas e as causas de insuficiência cardíaca.

Teste online de problemas cardíacos

Veja o risco de desenvolver problemas do coração inserindo seus dados na calculadora:

{CALCULADORA_CC_CQ}

Quando ir ao médico

É importante procurar uma emergência caso ocorra dor intensa entre a boca e o umbigo que dura mais de 20 minutos associada a outros sintomas que podem ser causados por um infarto, como suor frio, falta de ar ou mal-estar, especialmente em casos de histórico de diabetes, pressão alta, obesidade e colesterol elevado.

Em caso de desmaios causados por um infarto, a massagem cardíaca geralmente é indicada enquanto espera a chegada da ambulância, pois aumenta as chances de sobrevivência da pessoa. Veja como fazer a massagem cardíaca corretamente.



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sexta-feira, 26 de junho de 2026

5 remédios para candidíase masculina (e como usar)

Os remédios para candidíase masculina, como o clotrimazol, a nistatina ou o fluconazol, possuem ação antifúngica que ajudam a eliminar o fungo Candida albicans e aliviar os sintomas de coceira, vermelhidão, aumento da sensibilidade da glande e/ou prepúcio, ou até secreção esbranquiçada, podendo ser usados na forma de pomadas ou comprimido.

Além dos remédios, alguns cuidados diários como manter a região íntima sempre seca, evitar ter contato íntimo durante o tratamento e adotar uma alimentação com pouca quantidade de carboidratos, como arroz, batata e pão, e em açúcar, também são importantes para tratar a candidíase peniana e ajudar a curá-la mais rápido.

O tratamento para a candidíase masculina deve ser feito pelo urologista, após avaliação do pênis e do estado geral de saúde, que pode indicar o melhor remédio para aliviar os sintomas, de forma individualizada, e evitar complicações como feridas ou fimose, por exemplo.

Veja, no vídeo a seguir, como é o tratamento da candidíase masculina:

Como se livrar da CANDIDÍASE MASCULINA rapidamente

06:45 | 1.008.570 visualizações

Principais remédios para candidíase masculina

Os principais remédios para candidíase masculina são:

1. Clotrimazol

O clotrimazol é uma pomada para candidíase no homem que tem ação antifúngica, que inibe o crescimento do fungo Candida albicans, aliviando os sintomas de coceira, placas avermelhadas ou esbranquiçadas no pênis, dor, ardor ou inchaço na glande ou no prepúcio.

Essa pomada pode ser encontrada na forma de creme dermatológico contendo clotrimazol 10 mg/g, como genérico ou com os nomes comerciais Canesten ou Dermobene, por exemplo.

Como usar: a pomada de clotrimazol deve ser aplicada na glande e no prepúcio 2 a 3 vezes por dia, por 1 a 2 semanas, conforme orientado pelo urologista.

2. Miconazol

A pomada antifúngica para candidíase no homem contendo nistatina impede o crescimento e a multiplicação do fungo Candida albicans, aliviando os sintomas da candidíase masculina.

Essa pomada antifúngica pode ser encontrada como genérico \"nitrato de miconazol\" creme dermatológico 20 mg/g, e deve ser usada com orientação do urologista.

Como usar: aplicar a pomada de nitrato de miconazol, na glande e no prepúcio, 2 vezes por dia, de manhã e à noite, por 1 a 3 semanas, conforme orientação do urologista.

3. Nistatina

A nistatina para candidíase masculina é outra pomada antifúngica que pode ser indicada pelo urologista pois impede o crescimento e a multiplicação do fungo Candida albicans, aliviando os sintomas.

Geralmente, essa pomada é encontrada como pomada vaginal com aplicadores, mas que pode ser usada em homens sobre a glande e prepúcio, sem necessidade de usar o aplicadores.

Como usar: aplicar a pomada de nistatina, 1 ou 2 vezes por dia, durante 1 a 3 semanas, passando a pomada na glande e no prepúcio, conforme orientação do urologista.

Leia também: Antifúngicos: o que são, para que servem e tipos (oral, cremes e mais) tuasaude.com/antifungico

4. Hidrocortisona

A hidrocortisona é uma pomada corticoide que pode ser indicada pelo médico para aliviar a inflamação na glande e no prepúcio, aliviando os sintomas, quando são mais intensos.

No entanto, essa pomada não elimina o fungo Candida albicans, mas pode ser associada ao tratamento com pomadas antifúngicas.

A pomada de hidrocortisona pode ser encontrada na forma de creme dermatológico 10 mg/g, como genérico \"acetato de hidrocortisona\".

Como usar: aplicar uma fina camada da pomada de acetato de hidrocortisona na glande e no prepúcio, 2 a 3 vezes por dia, massageando levemente. O tempo de uso da hidrocortisona pomada deve ser orientado pelo urologista. Saiba como usar a hidrocortisona corretamente.

5. Fluconazol

O fluconazol é um antifúngico de dose única que inibe o crescimento da Candida albicans, sendo indicado nos casos mais graves com inflamação mais intensa na glande ou no prepúcio.

Em alguns casos, o urologista pode recomendar a combinação do tratamento com antifúngicos na forma de cremes e pomadas, junto com a cápsula de fluconazol.

Como usar: a cápsula deve ser ingerida por via oral, sendo que a dose recomendada é de 1 cápsula de fluconazol 150 mg em dose única. Saiba como tomar o fluconazol corretamente.

Cuidados durante o tratamento 

Além do uso de remédios prescritos pelo médico, para tratar a candidíase peniana, deve-se sempre seguir alguns cuidados a fim de curar mais rapidamente a doença, incluindo:

  • Aplicar a pomada indicada pelo médico na glande e no prepúcio após higiene local;
  • Fazer o tratamento pelo tempo recomendado pelo urologista, mesmo que os sintomas melhorem rapidamente;
  • Manter a região genital sempre limpa e seca;
  • Evitar relações sexuais no período em que estiver em crise ou em tratamento;
  • Evitar comer alimentos ricos em gorduras e açúcares;
  • Aumentar o consumo de vitamina C com o objetivo de aumentar o sistema imunológico;
  • Beber muita água;
  • Comer mais verduras e hortaliças;
  • Evitar o consumo de bebidas alcoólicas;
  • Não fumar;
  • Usar preservativo em todas as relações sexuais;
  • Evitar roupas justas e de material sintético.

O tratamento para candidíase deve ser realizado tanto pelo homem, quanto pela (o) parceira (o), caso tenho havido relação sexual, para que a doença seja totalmente eliminada. Saiba como identificar a candidíase no homem.

Sinais de melhora

Os sinais de melhora da candidíase masculina incluem a diminuição da dor durante o contato íntimo, assim como da vermelhidão e do inchaço, e o desaparecimento das placas esbranquiçadas no pênis e do corrimento.

Sinais de piora

Os sinais de piora da candidíase no homem surgem quando o tratamento não é feito ou é feito de forma incorreta e incluem aumento da dor, da vermelhidão e do inchaço, assim como, do aparecimento das placas esbranquiçadas no pênis.



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USG pélvica: para que serve, preparo e como é feita

A USG pélvica, ou ultrassonografia pélvica, é um exame de imagem não invasivo realizado para avaliar os órgãos da região pélvica feminina, como ovários, tubas uterinas, útero e colo do útero e vagina.

Assim, a USG pélvica ajuda a investigar a causa de alterações no ciclo menstrual, identificar sinais de endometriose e adenomiose, acompanhar o desenvolvimento do bebê durante a gestação e avaliar a presença de cistos e pólipos uterinos, por exemplo.

A ultrassonografia pélvica é normalmente indicada como rotina, sendo muitas vezes solicitada com outros exames ginecológicos como papanicolau, ultrassonografia das mamas e exames laboratoriais. Conheça os principais exames ginecológicos de rotina.

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Para que serve

A ultrassonografia pélvica serve para:

  • Avaliar os órgãos pélvicos;
  • Diagnosticar endometriose e adenomiose;
  • Avaliar a presença de pólipos, cistos e miomas uterinos;
  • Investigar gravidez ectópica;
  • Investigar a causa de alterações menstruais;
  • Acompanhar o desenvolvimento do bebê durante a gravidez;
  • Investigar e confirmar a presença de tumores pélvicos;
  • Auxiliar a realização de biópsia do endométrio;
  • Avaliar alterações do assoalho pélvico, como prolapso de órgãos pélvicos;
  • Ajudar no diagnóstico da doença inflamatória pélvica e torção ovariana;
  • Avaliar causas de infertilidade e acompanhar procedimentos de reprodução assistida;
  • Confirmar a presença e a posição do DIU (Dispositivo Intrauterino);
  • Avaliar a presença de líquido livre na região pélvica.

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Esse exame é normalmente indicado para mulheres como exame de rotina, já que permite uma avaliação mais detalhada do útero, colo do útero, vagina, tubas uterinas, ovários e bexiga.

No caso dos homens, a ultrassonografia pélvica serve para avaliar e investigar alterações na próstata, nas vesículas seminais e no sistema urinário. Veja mais indicações do ultrassom.

Tipos de USG pélvica

A USG pélvica pode ser classificada em dois tipos de acordo com a forma que é realizada:

O tipo de USG pélvico deve ser indicado pelo médico de acordo com o objetivo do exame, podendo, em alguns casos, ser solicitados os dois tipos ao mesmo tempo.

Preparo da ultrassonografia

O preparo da ultrassonografia pélvica varia de acordo com o tipo de USG indicado. Nos casos em que é feita a ultrassonografia suprapúbica, pode ser indicado que a pessoa beba bastante água antes do exame para ajudar a visualizar melhor as estruturas pélvicas. Por outro lado, no caso da ultrassonografia transvaginal, é indicado que a mulher esvazie totalmente a bexiga antes do exame.

É importante que, em ambos os casos, sejam seguidas as orientações do médico e do centro de diagnóstico.

É possível fazer a ultrassonografia pélvica durante a menstruação?

É possível realizar a ultrassonografia pélvica mesmo menstruada, já que não interfere no resultado do exame, sendo apenas indicado que a mulher fique sem absorvente durante a realização do exame.

Como é feita a USG pélvica

A ultrassonografia pélvica é feita usando um transdutor que é colocado na região e as imagens obtidas são transmitidas para um monitor, de forma que o médico consegue observar com detalhes os órgãos da região e identificar alterações.

No caso da USG transvaginal, a mulher é colocada em posição ginecológica para que seja possível colocar o transdutor e obter imagens detalhadas da região.

A ultrassonografia pélvica é um exame rápido e indolor, porém algumas pessoas podem sentir um pequeno desconforto, devido à ligeira pressão que é colocada na região abdominal.



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Obstrução intestinal: o que é, sintomas e tratamento (é grave?)

Obstrução intestinal é o bloqueio total ou parcial em qualquer parte do intestino, causando sintomas como dificuldade para evacuar ou eliminar gases, inchaço da barriga, náuseas ou dor abdominal, que pode ir piorando com o tempo.

A obstrução intestinal impede a passagem dos alimentos digeridos pelo intestino e, por isso, as fezes, os gases intestinais e as secreções digestivas acabam se acumulando, o que aumenta a pressão dentro do intestino e o risco de complicações graves, como perfuração intestinal, infecção generalizada ou morte do tecido intestinal.

Sempre que existir suspeita de uma obstrução no intestino é aconselhado procurar imediatamente atendimento médico, para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento que, normalmente, é feito com a administração de líquidos pela veia, passagem de uma sonda nasogástrica ou cirurgia, dependendo da gravidade.

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Sintomas de obstrução intestinal

Os principais sintomas de obstrução intestinal são:

  • Dor abdominal em cólica que piora com o tempo;
  • Dificuldade para evacuar ou eliminar gases;
  • Inchaço na barriga;
  • Náuseas e vômitos.
  • Perda do apetite.

A intensidade dos sintomas varia de acordo com a causa e a gravidade da obstrução, podendo ainda surgir febre caso ocorra ruptura do intestino.

Além disso, os sintomas podem ainda variar de acordo com o local afetado, sendo que vômitos e as náuseas são mais comuns na obstrução do intestino delgado, enquanto o inchaço abdominal e a prisão de ventre são mais frequentes na obstrução do intestino grosso, por exemplo.

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A obstrução intestinal é grave?

Sim, a obstrução intestinal é grave. Isso porque quando o intestino está obstruído, os alimentos, gases e líquidos não conseguem passar, ficando acumulados no local e aumentando o risco de complicações, como infecção generalizada, ruptura ou perfuração do intestino e abscesso abdominal, por exemplo, o que pode colocar a vida em risco.

Por isso, na presença de sintomas de obstrução intestinal deve-se ir imediatamente ao pronto-socorro, pois é uma emergência médica que necessita de tratamento imediato.

Quem tem obstrução intestinal consegue evacuar?

Existem alguns casos em que a obstrução intestinal é parcial, isto é, que ainda permite a passagem de algum conteúdo.

Nesses casos, pode ainda haver eliminação de gases, e em casos mais raros, diarreia, e os sintomas podem ser um pouco mais leves, no entanto, é comum que o desconforto abdominal seja persistente.

Como confirmar o diagnóstico

A obstrução intestinal pode ser suspeitada pelo gastroenterologista ou clínico geral através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e exame físico fazendo a palpação da barriga com as mãos, para tentar identificar alguma alteração.

O médico pode também utilizar o estetoscópio para auscultar o abdome e verificar se existem barulhos na barriga que indiquem se o intestino está funcionando corretamente ou não.

Para confirmar o diagnóstico, o médico deve solicitar exames de imagem, como tomografia computadorizada com contraste oral, que ajuda a identificar a causa, local do intestino que está obstruído e se a obstrução é total ou parcial.

Marque uma consulta com o gastroenterologista mais próximo usando a ferramenta a seguir:

[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO]

Possíveis causas

As principais causas de obstrução intestinal são:

  • Aderências intestinais pós cirurgia abdominal;
  • Cicatrizes intestinais após cirurgia abdominal ou pélvica, ou infecções, chamadas bridas intestinais;
  • Hérnias inguinais ou umbilicais;
  • Doenças inflamatórias intestinais, como doença de Crohn ou colite ulcerativa;
  • Torção do intestino, conhecida como vôlvulo;
  • Diverticulite.

Além disso, outra causa de obstrução são tumores intestinais, principalmente no intestino grosso. Veja uma lista dos sintomas de câncer no intestino.

Outras causas de obstrução intestinal são acúmulo de vermes, enterite pós-radiação no tratamento de câncer, intussuscepção ou paralisia dos movimentos intestinais, chamada de íleo paralítico.

Como é feito o tratamento

O tratamento para a obstrução intestinal varia de acordo com a localização e a gravidade dos sintomas e deve ser sempre feito no hospital, para evitar o surgimento de complicações, que podem ser agravados caso se tente utilizar laxantes em casa, por exemplo.

Os principais tratamentos para obstrução intestinal são:

1. Aplicação de soro na veia

A aplicação de soro na veia é recomendada para melhorar a hidratação e facilitar a passagem das fezes e líquidos.

O soro na veia também é importante nos casos de desidratação devido aos vômitos ou diarreia.

Além disso, também se deve fazer repouso intestinal e, por isso, é preciso ficar de jejum até que o problema esteja resolvido.

2. Sonda nasogástrica

O uso da sonda nasogástrica é feito para retirar o excesso de gases e líquidos, aliviando a pressão no intestino e o inchaço na barriga.

A sonda nasogástrica também ajuda a controlar os vômitos, reduzindo o risco de aspiração do vômito.

Leia também: Sonda nasogástrica: o que é, para que serve (e passo a passo de como alimentar) tuasaude.com/como-alimentar-uma-pessoa-com-sonda

3. Enema 

O enema pode ser indicado pelo médico nos casos de intussuscepção do intestino em crianças, para recolocar o intestino no local correto.

Geralmente, são usados enema de bário ou enema de ar.

4. Cirurgia

A cirurgia para obstrução intestinal é indicada para obstrução completa ou de alto grau, sendo uma cirurgia de emergência, devido ao risco aumentado de isquemia do intestino, que é o bloqueio do fluxo sanguíneo, que pode resultar em gangrena ou perfuração intestinal.

Além disso, hernias estranguladas também necessitam de cirurgia emergencial. Veja como é feita a cirurgia de hérnia e recuperação.

Possíveis complicações

O tratamento da obstrução intestinal deve ser iniciado o mais rápido possível para evitar possíveis complicações como:

  • Desidratação;
  • Ruptura ou perfuração do intestino;
  • Infecção generalizada;
  • Morte de uma parte do intestino;
  • Abscesso abdominal;
  • Abdome agudo;
  • Pneumonia por aspiração. 

Todas estas complicações podem colocar a vida em risco, pois contribuem para a inflamação, infecção generalizada e falha de vários órgãos.

Assim, sempre que existir suspeita de que o intestino não está funcionando corretamente deve-se procurar atendimento médico para identificar se existe algum problema que precise ser tratado.



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quinta-feira, 25 de junho de 2026

Hipotermia em bebê: o que, sintomas, como confirmar e o que fazer

A hipotermia no bebê é uma situação relativamente comum, principalmente nos bebês prematuros, já que sua superfície corporal em relação ao seu peso é muito maior, facilitando a perda do calor corporal, especialmente quando está em ambientes frios.

É considerada hipotermia no bebê quando a temperatura corporal está abaixo dos 36,5 ºC.

Leia também: Qual é a temperatura normal do corpo humano? tuasaude.com/medico-responde/qual-a-temperatura-normal-do-corpo-humano

É importante que a hipotermia do bebê seja identificada e tratada de acordo com a orientação do pediatra, pois dessa forma é possível evitar complicações como hipoglicemia, acidez elevada do sangue e alterações respiratórias, o que pode colocar em risco a vida do bebê.

Ilustração médica educativa gerada por IA mostrando um bebê recém-nascido dormindo, agasalhado com m

Sintomas de hipotermia no bebê

Os principais sintomas de hipotermia no bebê são:

  • Pele fria, não somente nas mãos e nos pés, mas também no rosto, braços e pernas;
  • Mudança na cor da pele do bebê, que pode ficar mais azulada devido à diminuição do calibre dos vasos sanguíneos;
  • Diminuição dos reflexos;
  • Vômitos; 
  • Hipoglicemia; 
  • Diminuição da quantidade de urina produzida durante o dia.

Além da observação dos sinais e sintomas de hipotermia, é importante medir a temperatura corporal do bebê utilizando um termômetro que deve ser colocado na axila do bebê.

Leia também: Como usar o termômetro digital, de vidro ou infravermelhos tuasaude.com/como-usar-o-termometro

Caso a hipotermia não seja identificada ou tratada, o bebê pode desenvolver complicações que podem colocar sua vida em risco, como insuficiência respiratória, alteração da frequência cardíaca e aumento da acidez do sangue.

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Quando é hipotermia

É considerada hipotermia temperatura do bebê está abaixo dos 36,5ºC, podendo ser classificada de acordo com a temperatura como:

  • Hipotermia leve: 36 - 36,4ºC
  • Hipotermia moderada: 32 - 35,9ºC
  • Hipotermia grave: abaixo de 32ºC 

Assim que for identificada diminuição da temperatura corporal do bebê é importante vestir o bebê com roupa adequada, na tentativa de regular a temperatura corporal.

Onde procurar atendimento especializado

Caso a temperatura do bebê esteja abaixo de 36,5ºC e alguns sintomas de hipotermia estejam presentes, como pele fria e azulada e diminuição da quantidade de urina produzida no dia, é importante que o pediatra seja consultado para que seja feita uma avaliação e, assim, sejam adotadas medidas que possam prevenir complicações.

Hospital Vila Nova Star, da Rede D\'Or, em São Paulo, possui pronto socorro pediátrico com equipe médica especializada para avaliar e atender o bebê de forma personalizada.

O que fazer

Ao observar que o bebê está com a temperatura abaixo do ideal deve-se buscar estratégias para esquentar a criança, com roupa adequada, gorro e manta. Deve-se levar o bebê ao hospital para iniciar o tratamento o quanto antes, se o bebê não aquecer ou apresentar dificuldade para sugar, diminuição dos movimentos, tremores ou extremidades azuladas.

O pediatra deve avaliar o bebê e identificar a causa da diminuição da temperatura, que pode estar relacionada com ambiente frio e roupa inadequada, hipoglicemia ou outros distúrbios metabólicos, problemas neurológicos ou cardíacos.

O tratamento consiste em esquentar o bebê com roupas adequadas, temperatura ambiente agradável, podendo ser preciso em alguns casos colocar o bebê numa incubadora com luz direta para elevar a temperatura corporal. Quando a baixa temperatura do corpo acontece devido a algum problema de saúde, este deve ser solucionado o quanto antes. 

Como vestir o bebê de forma adequada 

Para evitar que o bebê fique com hipotermia é recomendado que seja vestido com roupa adequada ao ambiente, mas o bebê recém nascido perde calor muito rapidamente, e por isso deve estar sempre com roupa de manga comprida, calça comprida, gorro e meias.

As luvas são necessárias quando a temperatura ambiente está abaixo de 17ºC, mas deve-se ter cuidado para não colocar roupa demais no bebê e causar sobreaquecimento, que é igualmente perigoso para saúde infantil.

Assim, uma boa forma de descobrir se o bebê está com a roupa adequada é colocar as costas da sua própria mão no pescoço e no peito do bebê. Se houver sinais de suor, pode-se eliminar uma camada de roupa, e se os braços ou pernas estiverem frios, deve-se acrescentar mais uma camada de roupa. 



source https://www.tuasaude.com/hipotermia-nos-bebes/

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