segunda-feira, 18 de maio de 2026

Hantavírus: o que é, sintomas, transmissão e tratamento

O hantavírus é o microrganismo responsável por causar a hantavirose, uma infecção viral grave que provoca sintomas como febre, dor de cabeça e nas articulações, dificuldade para respirar ou batimentos cardíacos acelerados.

O Hantavírus é um vírus pertencente à família Bunyaviridae, que pode ser transmitido através das fezes, urina e saliva de alguns roedores, principalmente ratos silvestres.

Na suspeita de infecção pelo Hantavírus, é importante ir ao hospital imediatamente para que seja feito o diagnóstico e iniciado o tratamento adequado, que é feito por meio de medidas de suporte.

Homem vestido de botas e carregando um fardo de feno no celeiro

Sintomas de hantavirose

Os principais sintomas de infecção pelo Hantavírus são:

  • Febre;
  • Dor de cabeça;
  • Dor muscular e nas articulações;
  • Cansaço excessivo;
  • Dor abdominal, náuseas e vômitos;
  • Tosse seca, que evolui para produtiva com muco e sangue;
  • Dificuldade para respirar;
  • Pressão baixa e batimentos cardíacos acelerados.

Os primeiros sintomas de infecção pelo hantavírus podem demorar entre 3 a 60 dias, em média 14 dias, para aparecer e podem ser confundidos com outras doenças.

Após o início dos primeiros sintomas, existe o comprometimento da função de alguns órgãos, como pulmões, coração e rins, indicando que o vírus está se espalhando e a doença está num estágio mais avançado.

Os sintomas cardiopulmonares da hantavirose são conhecidos como síndrome cardiopulmonar pelo Hantavírus (SCPH), sendo mais comuns no Brasil.

Já os sintomas de febre hemorrágica com síndrome renal, como manchas vermelhas e roxas corpo, sangramentos, falência de vários órgãos e diminuição na produção de urina, surgem principalmente na Ásia e Europa.

Leia também: 19 sintomas de hantavírus (e o que fazer) tuasaude.com/sintomas-de-hantavirus

Como confirmar o diagnóstico

O diagnóstico da hantavirose é feito pelo clínico geral ou infectologista através da avaliação dos sintomas, histórico de contato da pessoa com saliva ou excrementos de roedores ou sua mordida.

Marque uma consulta com o infectologista na região mais próxima de você:

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Além disso, o médico deve solicitar teste RT-PCR, imunohistoquímica ou ELISA, para identificar a presença de anticorpos contra o vírus ou o genoma do vírus. Entenda melhor para que serve o teste ELISA.

Como acontece a transmissão

O hantavírus é transmitido principalmente pela inalação de poeira contaminada com urina, fezes ou saliva de roedores infectados, especialmente durante a limpeza de espaços fechados ou áreas infestadas por ratos.

Também pode ser transmitido pelo contato com materiais contaminados e posterior contato com a boca, nariz ou olhos. Uma mordida ou arranhão de um roedor infectado também pode transmitir o vírus, embora isso seja raro.

A transmissão de pessoa para pessoa não foi confirmada para a maioria dos hantavírus. No entanto, em alguns surtos do vírus Andes, particularmente na Argentina, a transmissão de pessoa para pessoa por contato próximo foi relatada.

Para prevenir a infecção, deve-se evitar varrer ou aspirar fezes secas de roedores e limpar com precauções de segurança. Se a pessoa apresentar febre, dificuldade para respirar ou tiver sido exposta a roedores, deve-se consultar um médico e evitar a automedicação.

Diferença de hantavirose e leptospirose

Tanto a hantavirose e a leptospirose são infecções que podem ser transmitidas pelo contato com excrementos ou saliva de roedores, principalmente ratos.

No entanto, a hantavirose é causada por um vírus, o Hantavírus, enquanto a leptospirose é causada pela bactéria Leptospira.

Leia também: Leptospirose: o que é, sintomas, como se pega e tratamento tuasaude.com/leptospirose

O que é o vírus Andes?

O vírus Andes é um tipo de hantavírus que circula principalmente na América do Sul, especialmente na Argentina e no Chile.

Este tipo é encontrado em alguns roedores selvagens e pode causar uma doença grave chamada síndrome cardiopulmonar por hantavírus.

A maioria das pessoas se infecta ao inalar partículas contaminadas com urina, fezes ou saliva de roedores infectados.

O vírus Andes é um dos poucos onde a transmissão de pessoa para pessoa foi observada, principalmente após contato próximo e prolongado com uma pessoa infectada. Essa forma de transmissão é rara.

Como é feito o tratamento

O tratamento para a hantavirose deve ser feito pelo clínico geral ou infectologista e consiste em controlar os sintomas da doença, pois não existe um medicamento específico para essa doença.

Normalmente, é necessário internamento hospitalar e, nos casos mais graves, em unidades de terapia intensiva (UTI).

Durante o tratamento, o médico realiza o suporte da capacidade respiratória e da função cardíaca.

Além disso, é feito o controle da função renal e outros dados vitais, podendo ser necessário, em alguns casos, a realização de hemodiálise ou respiração por aparelhos.

Hantavirose tem cura?

A hantavirose tem cura, quando o tratamento é feito no hospital assim que surgem os sintomas.

No entanto, a hantavirose pode provocar algumas sequelas como insuficiência renal crônica ou pressão alta.

Como prevenir a hantavirose

Para prevenir a infecção pelo hantavírus é recomendado:

  • Manter o terreno em volta da casa limpo e livre de vegetações e entulhos que possam abrigar roedores;
  • Evitar varrer ou espanar locais que podem ser passagem de roedores, preferindo passar um pano úmido;
  • Ao entrar em locais fechados por muito tempo, abrir as janelas e as portas para deixar o ar e a luz entrarem;
  • Sempre deixar os alimentos bem estocados e fora do acesso a roedores;
  • Lavar utensílios de cozinha que estejam guardados por muito tempo, antes de usá-los.

Além disso, deve-se sempre higienizar bem as mãos e os alimentos antes de comer, pois podem conter partículas de vírus.

Veja como lavar as mãos corretamente assistindo ao vídeo a seguir:

Como lavar as mãos do jeito certo | com Drauzio Varella

05:00 | 54.020 visualizações


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domingo, 17 de maio de 2026

Bolha na gengiva: 7 causas (e como tratar)

A bolha na gengiva normalmente surge devido a alguma inflamação ou infecção na gengiva ou no dente, como no caso da gengivite, periodontite, ou cárie não tratada ou profunda, mas também pode surgir devido a aftas ou mucocele.

Geralmente, a presença de bolha na gengiva não causa qualquer outro sintoma, no entanto pode aparecer sangramento na gengiva, inchaço, febre, dificuldade para abrir a boca e dor, ou mau hálito persistente, por exemplo.

É importante consultar o dentista para que seja identificada a causa bolha na gengiva e iniciado o tratamento mais adequado, podendo ser recomendado a melhora dos hábitos de higienização da boca, além do uso de antibióticos, em alguns casos.

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Foto de bolha na gengiva

As principais causas de bolhas na gengiva são:

1. Mucocele

A mucocele é um cisto de muco benigno que ocorre devido a obstrução das glândulas salivares ou traumas na boca levando a formação de um bolha que contém saliva em seu interior, sendo mais frequente nos lábios, mas também pode afetar a gengiva, céu da boca, língua ou bochecha.

A mucocele não é grave e geralmente não causa dor, a não ser quando há algum outro ferimento associado.

Como tratar: o caroço normalmente desaparece em poucos dias, não sendo necessário tratamento. No entanto, quando cresce demais ou não desaparece em até 2 semanas, é importante ir ao dentista para que possa ser removido por meio de um pequeno procedimento cirúrgico para tirar a glândula salivar e diminuir o inchaço. Saiba como é feita a remoção da mucocele.

2. Infecção

A infecção na boca, como abscessos ou fístulas, também pode levar ao aparecimento de bolhas na gengiva, sendo normalmente uma tentativa do corpo em eliminar a causa da infecção.

Essa infecção é normalmente resultado do acúmulo de resto de alimentos entre os dentes e falta de higienização adequada da boca, o que faz com que as bactérias presentes na boca se proliferem, podendo resultar na cárie ou na formação de placas bacterianas, chamadas de tártaro.

Como tratar: a forma mais eficaz de evitar o aparecimento de bolhas devido a infecções que são resultados do acúmulo de resto de alimentos na boca, por exemplo, é a escovação correta dos dentes. É recomendado que os dentes e a língua sejam escovados pelo menos 3 vezes ao dia e seja utilizado fio dental, para remover o resto de comida que poderia estar entre os dentes, e o uso de enxaguante bucal. Veja como escovar os dentes corretamente.

3. Aftas

As aftas podem aparecer em qualquer parte da boca, incluindo na gengiva, causando dor e desconforto para falar e mastigar, por exemplo, e podem surgir devido à imunidade baixa, uso de aparelhos dentários ou alimentos muito ácidos, por exemplo. Conheça outras causas de aftas.

Como tratar: para aliviar a dor e o desconforto causado pela presença de afta na gengiva, pode-se fazer bochecho de água e sal, por exemplo, pois ajuda na cicatrização e diminui o risco de infecção. No entanto, caso as aftas não desapareçam depois de algumas semanas ou surjam outros sintomas é importante ir ao dentista, pois pode ser indicativo de outras situações, como doença de Crohn e Síndrome de Sjögren, por exemplo.

4. Fístula dental

A fístula dental corresponde à tentativa do organismo de eliminar uma infeção, o que resulta na formação de bolhas com pus no interior da boca ou na gengiva e que não devem ser estouradas. Saiba como identificar a fístula dental.

Como tratar: o melhor a se fazer no caso de fístula dental, é ir ao dentista para que seja avaliada e seja indicado o melhor tratamento para prevenir infecções, sendo normalmente realizada a limpeza bucal para eliminar a possível causa da fístula e, em alguns casos, pode ser indicado o uso de antibióticos.

Além disso, é importante que a higienização da boca seja feita corretamente, com uso de fio dental e enxaguante bucal.

5. Gengivite e periodontite

A gengivite é uma inflamação na gengiva normalmente causada pelo acúmulo de placa bacteriana ou tártaro no sulco gengival, devido à má higiene oral, sendo que os primeiros sintomas são vermelhidão na gengiva, sangramento na gengiva ao escovar os dentes ou mau hálito persistente.

Quando a gengivite não é tratada, a infecção pode atingir os tecidos que sustentam o dente, como o ligamento periodontal ou o osso alveolar, por exemplo, provocando sua destruição e perda óssea, e formação de um abscesso periodontal, que é uma bolha cheia de pus.

Leia também: Gengivite: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/gengivite

Como tratar: deve-se consultar o dentista para que seja feita uma avaliação e diagnosticada a gengivite ou a periodontite. O dentista deve remover completamente todo tártaro acumulado, sendo importante manter uma escovação dos dentes de forma correta, com uma escova macia ou elétrica e utilizar o fio dental diariamente. Além disso, no caso da periodontite, o dentista pode indicar o uso de antibióticos ou até cirurgia. Veja como é feito o tratamento da periodontite.

6. Cárie não tratada ou profunda

A cárie não tratada ou profunda pode afetar a polpa do dente e formar um abscesso apical, que é uma bolha cheia de pus na ponta da raiz do dente, o que logo pode virar uma fístula que sai na parte do fundo da gengiva.

Como tratar: o tratamento da cárie deve ser feito pelo dentista através através do canal, sendo que pode ser indicado o uso de antibióticos antes de fazer o tratamento do canal. Em alguns casos, pode ser necessária a remoção do dente afetado. Veja como é feito o tratamento do canal.

Leia também: Cárie: o que é, sintomas, tipos, causas e como tratar tuasaude.com/carie-dentaria

7. Pênfigo vulgar

O pênfigo vulgar é uma doença autoimune rara em que o sistema imunológico produz anticorpos que atacam e destroem as células da mucosa da boca, formando bolhas ou feridas na gengiva, bochecha, céu da boca, língua ou garganta, que causam dor, ardor e sensação de queimação, e, ao desaparecer, deixam manchas escuras que permanecem por vários meses.

Geralmente, as bolhas começam na boca ou na garganta e muitas vezes são confundidas com aftas, mas que em seguida podem surgir na pele e nas mucosas como nariz, olhos, órgãos genitais, ânus ou esôfago. Essas bolhas podem se romper e levar ao surgimento de úlceras.

Como tratar: o pênfigo é uma doença grave e que precisa ser tratado, por isso, ao surgirem os primeiros sinais da doença é importante consultar o clínico geral ou dermatologista para que possa ser iniciado o tratamento, que normalmente é feito com o uso de corticoides, imunossupressores ou antibióticos. Veja todas as opções de tratamento para o pênfigo vulgar.



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sexta-feira, 15 de maio de 2026

Micronutrientes: o que são, quais são (e exemplos)

Os micronutrientes são nutrientes essenciais que o corpo necessita em pequenas quantidades para funcionar corretamente. Os micronutrientes incluem principalmente as vitaminas e os minerais e atuam na produção de energia, funcionamento do sistema imunológico e desenvolvimento celular.

Esses nutrientes não fornecem calorias, mas são fundamentais para a manutenção da saúde, pois participam da formação de enzimas, hormônios e outras substâncias necessárias para o crescimento, a reparação de tecidos e o equilíbrio do organismo.

Quando existe uma deficiência de micronutrientes, a pessoa pode apresentar sintomas como fadiga, fraqueza ou doenças mais graves. O tratamento desta deficiência geralmente envolve mudanças na dieta ou uso de suplementos, sempre sob a orientação de um médico ou nutricionista.

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Quais são os micronutrientes

Os micronutrientes, que devem ser obtidos principalmente através da alimentação, são:

1. Vitaminas

As vitaminas são substâncias orgânicas que o corpo precisa para realizar diversas funções e manter a saúde. Como o corpo não produz a maioria delas em quantidades suficientes, é importante obtê-las por meio da alimentação.

A principais funções das vitaminas incluem:

  • Auxiliar na produção de energia;
  • Favorecer o funcionamento do sistema imunológico;
  • Contribuir para a saúde da pele, visão e ossos;
  • Participar da formação de células e tecidos;
  • Apoiar o funcionamento do sistema nervoso.

As vitaminas são necessárias em pequenas quantidades, mas desempenham funções essenciais para o equilíbrio do organismo.

Quando a ingestão de vitaminas é insuficiente, podem ocorrer problemas como fadiga, fraqueza, alterações na pele, problemas de visão ou enfraquecimento do sistema imunológico, conforme a vitamina que estiver em falta.

Exemplos de vitaminas: vitamina A, vitamina C, vitamina D, vitamina E, vitamina K e vitaminas do complexo B, como B1, B6, B9 e B12.

Leia também: Vitaminas: o que são, funções, tipos e alimentos ricos tuasaude.com/vitaminas

2. Minerais

Os minerais são nutrientes inorgânicos que o corpo necessita para formar estruturas e regular diversos processos vitais.

Entre as suas principais funções estão:

  • Formação de ossos e dentes;
  • Regulação da contração muscular;
  • Participação na transmissão de impulsos nervosos;
  • Auxílio na produção de hormônios;
  • Manutenção do equilíbrio de fluidos no corpo.

Embora necessários em pequenas quantidades, os minerais desempenham funções muito importantes para manter a saúde.

Os minerais são classificados como macrominerais e oligoelementos, dependendo da quantidade que o corpo necessita. Entretanto, todos são importantes para o bom funcionamento do organismo e para a prevenção de deficiências nutricionais.

Exemplos de minerais: cálcio, fósforo, magnésio, sódio, potássio, cloro, ferro, zinco, iodo, selênio, cobre, manganês, cromo, molibdênio e flúor.

Leia também: Sais minerais: o que são, funções, tipos (e alimentos ricos) tuasaude.com/sais-minerais

Diferente entre macronutrientes e micronutrientes

Os macronutrientes incluem carboidratos, proteínas e gorduras, e são necessários em grandes quantidades, porque fornecem energia ao corpo e contribuem para a formação das estruturas corporais.

Leia também: Macronutrientes: o que são, quais são (e como incluir no dia a dia) tuasaude.com/macronutrientes

Por outro lado, os micronutrientes, como vitaminas e minerais, são necessários em quantidades muito menores e não fornecem energia. No entanto, são essenciais para regular os processos metabólicos, fortalecer o sistema imunológico e garantir o bom funcionamento do organismo.

Deficiência de micronutrientes

A deficiência de micronutrientes ocorre quando o corpo não recebe ou absorve vitaminas ou minerais em quantidades suficientes.

Os sintomas de deficiência de micronutrientes podem variar dependendo do tipo de nutriente em falta, mas geralmente causam fadiga, baixa energia, diminuição da clareza mental e redução da capacidade física e intelectual.

As deficiências mais comuns são as de ferro, vitamina A e iodo, e afetam com mais frequência crianças e mulheres grávidas.

O tratamento depende da causa e da deficiência de micronutriente específica. Geralmente, pode incluir ajustes na dieta, o consumo de alimentos fortificados ou o uso de suplementos prescritos por um médico ou nutricionista, já que o excesso de alguns micronutrientes também pode ser prejudicial.

Leia também: Avitaminose: o que é, sintomas, tipos e tratamento tuasaude.com/avitaminose-falta-de-vitaminas

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Dorsalgia: o que é, sintomas, causas e tratamento

Dorsalgia é a dor nas costas na coluna torácica, entre o pescoço e a região lombar, causando sintomas dor entre as omoplatas, sensação de dormência nos braços ou pescoço ou rigidez na coluna.

Esse tipo de dor nas costas pode ser causado por traumas, má postura, distensão muscular, hérnia de disco, artrose na coluna, infecções ou fibromialgia, por exemplo.

Leia também: Dor nas costas: o que pode ser, tipos (e o que fazer) tuasaude.com/dor-nas-costas

O tratamento da dorsalgia é feito pelo ortopedista ou reumatologista e varia de acordo com sua causa, podendo ser indicado  uso de remédios, fisioterapia e, em alguns casos, cirurgia.

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Sintomas de dorsalgia

Os principais sintomas de dorsalgia são:

  • Dor na coluna torácica, entre as omoplatas;
  • Dor que pode irradiar para o pescoço, ombros ou braços;
  • Sensação de dormência ou formigamento nos braços ou pescoço;
  • Dor no tórax, sensação de peso ou dormência no peito;
  • Rigidez na coluna, que dificulta as atividades do dia a dia;
  • Dor ou tensão muscular.

Além disso, a dorsalgia pode estar acompanhada de sintomas como febre, perda de peso sem motivo aparente, hematomas ou feridas na região dorsal.

Na presença de sintomas de dorsalgia, deve-se consultar o ortopedista ou reumatologista para que sua causa seja identificada e indicado o tratamento mais adequado. 

Onde dói na dorsalgia?

A dorsalgia dói no meio das costas, que é a região região dorsal da coluna, que fica entre a região do pescoço e a lombar ou fundo das costas.

Leia também: Dor no meio das costas: o que pode ser (e o que fazer) tuasaude.com/dor-no-meio-das-costas

Essa dor pode estar localizada somente no meio das costas ou irradiar para os ombros, pescoço ou braços.

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico da dorsalgia é feito pelo ortopedista ou reumatologista através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e exame físico.

Marque uma consulta com o ortopedista na região mais próxima de você:

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Além disso, o médico pode solicitar exames para identificar a causa da dorsalgia.

Qual exame detecta dorsalgia?

Os principais exames para detectar a causa da dorsalgia são raio X da coluna, ressonância magnética, tomografia computadorizada ou eletromiografia.

Em alguns casos, também podem ser solicitados exames, como hemograma completo, proteína C reativa, fator antinuclear (FAN), fator reumatoide ou hemocultura, por exemplo.

Leia também: Hemocultura: o que é, quando é indicada e como é feita tuasaude.com/hemocultura

Possíveis causas

As principais causas da dorsalgia são:

  • Má postura;
  • Distensão ou espasmos musculares;
  • Traumas na coluna torácica, por quedas ou acidentes;
  • Fraturas na coluna dorsal ou hérnia de disco torácica;
  • Artrose na coluna, osteoporose, artrite reumatoide ou espondilite anquilosante;
  • Infecções, como osteomielite.

Além disso, outras causas são fibromialgia, mieloma múltiplo, metástase de outro tipo de câncer, estresse excessivo ou cifoescoliose congênita.

A dorsalgia também pode ser causada por pedra na vesícula, pneumonia ou pleurisia, provocando dor que pode irradiar para as costas.

Leia também: Dor no tórax: 15 causas principais (e o que fazer) tuasaude.com/dor-no-torax

Quando a dorsalgia é grave

A dorsalgia é grave quando a dor nas costas está acompanhada de outros sintomas como febre, perda de peso sem motivo aparente, hematomas nas costas, ou diminuição da amplitude dos movimentos.

Além disso, quando a dorsalgia surge após queda, acidente ou devido a fraturas, também é uma situação mais grave.

Nesses casos, é recomendado ir ao pronto-socorro imediatamente.

Tipos de dorsalgia

Os principais tipos de dorsalgia são:

1. Dorsalgia aguda

A dorsalgia aguda é a dor na região dorsal ou torácica intensa, que surge de repente e dura menos de 6 semanas.

Esse tipo de dorsalgia geralmente é causada por má postura, distensão muscular, fratura na coluna ou hérnia de disco, por exemplo.

Leia também: Hérnia de disco: o que é, tipos, sintomas e tratamento tuasaude.com/hernia-de-disco

2. Dorsalgia subaguda

A dorsalgia subaguda é caracterizada pela presença de dor na região dorsal que dura entre 6 a 12 semanas.

3. Dorsalgia crônica

A dorsalgia crônica é a dor nas costas, na região dorsal, que dura 12 semanas ou mais.

Geralmente, esse tipo de dor pose ser constante ou ir e voltar.

A dorsalgia crônica, normalmente, é causada por artrose na coluna, artrite reumatoide, espondilite anquilosante, artrite ou fibromialgia, por exemplo.

Leia também: Artrose na coluna: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/artrose-na-coluna

Tratamentos para dorsalgia

O tratamento para dorsalgia deve ser feito com orientação do ortopedista ou reumatologista de varia de acordo com sua causa.

Os principais tratamentos para dorsalgia são:

1. Repouso

O repouso para dorsalgia pode ser indicado pelo médico para ajudar a aliviar a dor, evitando esforços excessivos ou repetitivos que podem piorar a dor nas costas.

No entanto, o repouso deve ser feito por pouco tempo, de acordo com a orientação médica, pois ficar na cama pode causar rigidez na coluna e músculos fracos.

2. Terapia frio-calor

A terapia frio-calor é feita com a utilização de compressas frias e quentes, para ajudar a diminuir a inflamação e relaxar a musculatura das costas.

Este tipo de terapia utiliza compressas de gelo durante as primeiras 48 a 72 horas, aplicada na região dorsal da coluna, deixando agir por 15 a 20 minutos, 2 a 3 vezes por dia. 

Após o período inicial, deve-se fazer as compressas quente, aplicadas na região dorsal por 20 a 30 minutos, de 2 a 3 vezes por dia.

3. Remédios para dorsalgia

Os remédios para dorsalgia podem ser indicados pelo médico para ajudar a aliviar a dor nas costas e varia de acordo com sua intensidade e causa.

Os principais remédios para dorsalgia são: 

  • Analgésicos ou anti-inflamatórios, como paracetamol, ibuprofeno ou diclofenaco;
  • Opioides, como tramadol ou codeína;
  • Relaxantes musculares, como ciclobenzaprina ou diazepam;
  • Antidepressivos, como amitriptilina;
  • Anticonvulsivante, como gabapentina ou pregabalina.

Além disso, em alguns casos, o médico também pode fazer injeções de corticoide ou anestésicos na coluna, para aliviar a dorsalgia.

Nos casos de infecções, o médico pode indicar o uso de antibióticos.

Leia também: 9 remédios para dor na coluna (e quando ir ao médico) tuasaude.com/remedio-para-dor-na-coluna

4. Fisioterapia

A fisioterapia para dorsalgia é indicada pelo médico para aliviar os sintomas e a inflamação na coluna dorsal, sendo feita pelo fisioterapeuta.

Esse tipo de tratamento envolve a realização de exercícios de alongamentos e fortalecimento para as costas, métodos de aquecimento ou uso de aparelhos, como o TENS. Saiba o que é e como é feito o TENS.

Além disso, pode ser feita a recuperação postural global (RPG) principalmente quando a dorsalgia é causada por má postura.

Confira no vídeo a seguir mais dicas que pode fazer para combater a dor nas costas:

O que fazer para aliviar a dor nas costas

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5. Cirurgia na coluna

A cirurgia para dorsalgia é feita nos casos mais graves como fraturas na coluna torácica ou quando existe compressão de nervos na coluna.

Além disso, a cirurgia também pode ser indicada nos casos de dorsalgia crônica, quando os outros tratamentos não foram eficazes para aliviar os sintomas.

Leia também: Cuidados para recuperar da cirurgia na coluna tuasaude.com/cuidados-apos-cirurgia-da-coluna

6. Terapia cognitivo comportamental

A terapia cognitivo comportamental pode ser indicada pelo médico quando a dorsalgia é causada por estresse excessivo ou doenças crônicas.

Esse tipo de tratamento é feito pelo psicólogo com desenvolvimento de estratégias para ajudar a pessoa a lidar com as emoções, ansiedade ou estresse, e melhorar a qualidade de vida.

7. Mudanças no estilo de vida

As mudanças no estilo de vida ajudam a complementar o tratamento da dorsalgia e a evitar novas crises de dor nas costas.

Desta forma, é recomendado parar de fumar, no caso de pessoas que têm o hábito de fumar, beber pelo menos 2 litros de água por dia, praticar atividades físicas e exercícios de alongamento e fortalecimento muscular, e manter o peso adequado.

Além disso, deve-se evitar carregar muito peso ou realizar atividades repetitivas que possam causar dor nas costas, principalmente pessoas 



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quinta-feira, 14 de maio de 2026

7 semanas de gestação: desenvolvimento do bebê

O desenvolvimento do bebê com 7 semanas de gestação é marcado pelo desenvolvimento acelerado do cérebro com a formação de novos neurônios, e a cabeça começa a ficar mais definida com olhos mais centralizados, formação das pálpebras e o desenvolvimento da boca, das narinas e das orelhas.

Além disso, a cartilagem nas protuberâncias começam a se formar, que vai se desenvolver nos ossos das pernas e braços. Os relevos dos braços ficam mais longos e as pontas achatadas, que formarão as mãos.

Nesta semana da gestação, com o crescimento do útero e o desenvolvimento do bebê, a barriga começa a ser notada, e a mulher pode continuar a ter enjoos matinais, prisão de ventre, cansaço ou vontade de urinar com frequência.

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Desenvolvimento do bebê

Na sétima semana da gestação, o embrião tem mais que o dobro do tamanho da semana anterior. Esta semana é caracterizada pelo crescimento acelerado da cabeça e do cérebro do bebê, onde novas células cerebrais e neurônios são formados. Ao final desta semana, o cérebro já possui três regiões que serão responsáveis pelo raciocínio, memória, aprendizado, e por coordenar a respiração, os músculos e os batimentos cardíacos.

Os botões dos braços e das pernas já se desenvolveram e começam a se formar os dedos das mãos e dos pés, ao mesmo tempo em que os órgãos continuam a ser formados, mas ainda é muito cedo para desempenharem alguma função.

Nesta semana da gestação, a placenta é muito maior que o bebê e o cordão umbilical está tomando forma. Os olhos que estavam na lateral da cabeça, começam a se aproximar e as pálpebras começam a se desenvolver. O rosto do embrião começa a ficar mais definido com o desenvolvimento da boca, narinas e orelhas.

Nesta fase o bebê poderá se mexer, mas a mulher provavelmente só sentirá o movimento com 18 semanas de gestação.

Tamanho do bebê

O tamanho do bebê com 7 semanas de gestação é de 12 a 18 milímetros, sendo equivalente ao tamanho de um mirtilo.

Mudanças no corpo da mulher

Na sétima semana de gravidez, o útero da mulher começa a ficar mais inclinado para frente e já pode-se ver a barriga crescendo. Os sintomas de enjoos matinais, prisão de ventre, cansaço, dor e aumento dos seios e vontade frequente de urinar podem ficar mais evidentes. Além disso, a mulher também pode apresentar maior sensibilidade a cheiros.

Devido às alterações hormonais e aumento do fluxo sanguíneo no útero, pode ocorrer aumento da produção de muco cervical, que é percebido como um corrimento fino, branco leitoso e sem cheiro. Esse muco é normal e faz parte do tampão mucoso, que é uma substância que tem como objetivo proteger o bebê contra infecções.

Leia também: Tampão mucoso: o que é, como identificar e o que fazer quando sai tuasaude.com/como-identificar-o-tampao-mucoso

Além disso, podem ocorrer alterações na pele que fica mais oleosa, podendo causar aparecimento de acne no rosto, e um brilho mais rosado, devido ao aumento do fluxo sanguíneo e dos hormônios.

Cuidados durante a 7ª semana

Na 7ª semana da gestação, alguns cuidados são importantes para ajudar a aliviar os desconfortos que podem surgir como:

  • Enjoo matinal: Em caso de enjoos muito intensos, o médico poderá receitar o uso de remédios ou suplementos para enjoos. Uma boa dica para aliviar é comer 1 bolacha de água e sal logo ao levantar pela manhã e só depois de alguns minutos tomar o café da manhã. Veja outras formas para aliviar o enjoo na gravidez;
  • Prisão de ventre: Beber bastante líquido, fazer uma alimentação rica em fibras, com frutas, verduras, leguminosas e cereais integrais, e praticar atividades físicas regularmente;
  • Sensibilidade a cheiros: evitar cheiros fortes, como de alimentos e bebidas quentes, perfumes, sabonetes ou produtos de limpeza;
  • Oleosidade e acne: lavar o rosto com um sabonete suave todos os dias e usar um hidratantes faciais sem óleos.

É importante também evitar o uso de medicamentos, exceto os prescritos pelo médico, ter uma alimentação balanceada, praticar atividades físicas liberadas pelo médico, descansar sempre que possível e reservar um tempo para cuidar de si mesma.

Confirme em que mês da gravidez está inserindo aqui os seus dados:

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29 semanas de gestação: desenvolvimento do bebê

Na 29ª semana de gestação, o bebê pesa 1,25 kg, aproximadamente, e mede cerca de 37 cm.

O desenvolvimento do bebê é marcado pelo melhor controle do ritmo da respiração e da temperatura do corpo devido ao desenvolvimento do cérebro que comanda melhor essas funções. Além disso, o bebê já tem a pele menos enrugada devido ao acúmulo de gordura sobre a pele e os ossos estão ficando cada vez mais rígidos.

Durante essa semana, a mulher pode continuar a ter sintomas de cãibras nas pernas, ou contrações de Braxton-Hicks, e podem surgir cansaço excessivo e aumento dos pés que podem ficar mais largos e compridos.

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Desenvolvimento do bebê

Na 29ª semana da gestação, os principais marcos do desenvolvimento são:

  • Os órgãos e os sentidos do bebê continuam se desenvolvendo e novas células se multiplicam a todo instante;
  • A cabeça está crescendo e o cérebro encontra-se bastante ativo, ganhando nesta semana a função de controlar o ritmo da respiração e da temperatura do corpo;
  • A pele do bebê começa a ficar mais grossa e menos enrugada, estando com a cor mais avermelhada;
  • Os ossos encontram-se cada vez mais rígidos, consumindo mais cálcio proveniente da dieta da mulher.

Nesta semana da gestação, se o bebê for um menino, os testículos descem de perto dos rins até a virilha, na direção do saco escrotal.

No caso das meninas, o clitóris fica um pouco mais saliente, porque ainda não foi coberto pelos lábios vaginais, o que só irá ocorrer por completo nas últimas semanas antes do nascimento.

Tamanho e peso do bebê

O tamanho do bebê com 29 semanas de gestação é de cerca de 37 centímetros medidos da cabeça aos pés e cerca de 26,4 centímetros da cabeça ao bumbum, sendo equivalente ao tamanho de uma abóbora verde. 

O peso do bebê nessa semana é cerca de 1,25 Kg.

Mudanças no corpo da mulher

Na 29ª semana de gravidez, devido a pressão do útero sobre o intestino e diminuição dos movimentos intestinais, a mulher pode apresentar prisão de ventre. Além disso, os sintomas de contração de Braxton Hicks, cãibras nas pernas ou azia podem continuar.  

Nesta fase da gestação, também é comum a mulher apresentar cansaço excessivo, e devido às alterações hormonais normais na gravidez, os pés podem ficar mais largos e longos, sendo recomendado usar sapatos maiores.

Cuidados durante a 29ª semana

Na 29ª semana da gestação, alguns cuidados são importantes para ajudar a aliviar os desconfortos que podem surgir como: 

  • Prisão de ventre: deve-se manter o corpo hidratado, bebendo pelo menos 8 copos de água por dia e comer mais fibras na forma de grãos inteiros, frutas e vegetais frescos. Praticar exercícios físicos regularmente recomendados pelo médico, também podem ajudar a melhorar o trânsito intestinal e aliviar esse desconforto;
  • Azia: não deitar após as refeições e comer em pequenas quantidades em intervalos menores de 2 a 3 horas podem ajudar a aliviar esse desconforto. Outra medida importante é evitar beber líquidos durante as refeições e evitar comer frituras, comidas apimentadas ou muito condimentadas. Veja outras dicas de como aliviar a azia na gravidez;
  • Contrações de Braxton-Hicks: movimentar o corpo ou fazer exercícios físicos recomendados pelo médico ajudam a aliviar o desconforto das contrações. No entanto se a contração for forte, muito frequente ou acompanhada de outros sintomas como dor nas costas, sangramento vaginal ou corrimento líquido, deve-se procurar ajuda médica imediatamente, pois a mulher pode ter entrado em trabalho de parto. Saiba identificar os sinais de trabalho de parto;
  • Cãibras nas pernas: fazer um pouco de exercício físicos, alongando suavemente a panturrilha, massagear a panturrilha, aplicar compressas quentes, ou utilizar suplementos como cálcio, magnésio ou vitamina B recomendados pelo médico, podem ajudar a diminuir as cãibras. Além disso, é importante manter o corpo hidratado, tomando pelo menos 8 copos de água por dia, para ajudar a melhorar a circulação sanguínea nas pernas e evitar as cãibras; 
  • Cansaço excessivo: descansar durante o dia, se possível, ir para a cama um pouco mais cedo à noite, podem ajudar a diminuir o cansaço e aumentar a disposição.

É importante manter uma alimentação balanceada incluindo frutas, verduras e legumes frescos e comer pequenas porções, mas de forma frequente para garantir que os nutrientes cheguem ao bebê, beber pelo menos 8 copos de água por dia, praticar atividades físicas recomendadas pelo médico e descansar sempre que possível. Confira como deve ser a alimentação na gravidez

Além disso, é recomendado aumentar o consumo de alimentos ricos em cálcio como leite, queijo, espinafre, sardinha e brócolis, que é essencial para fortalecer os ossos do bebê. Veja a lista completa de alimentos ricos em cálcio.

Durante toda a gravidez, é importante continuar tomando as vitaminas e suplementos indicados pelo médico e evitar o uso de medicamentos por conta própria.

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11 alternativas para substituir o arroz e o macarrão

Para substituir o arroz e o macarrão nas refeições, pode-se usar alimentos como quinoa, amaranto e trigo sarraceno, por exemplo. Estes alimentos são ricos em carboidratos complexos, proteínas, fibras, minerais, vitaminas e antioxidantes.

Assim, estes alimentos podem contribuir para o controle do açúcar no sangue e para a saúde cardiovascular quando incluídos em uma dieta equilibrada. Esses alimentos também podem auxiliar na perda de peso, pois as fibras ajudam a aumentar a sensação de saciedade e a reduzir o apetite entre as refeições.

Leia também: Alimentos ricos em fibras (e principais benefícios) tuasaude.com/alimentos-ricos-em-fibras

Esses alimentos podem ser adicionados a diversas preparações, como sopas, saladas, sucos e smoothies, principalmente na forma de farinha ou flocos, ou usados ​​como base para receitas como hambúrgueres, massas, pães e panquecas.

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1. Quinoa

A quinoa é uma boa alternativa para substituir o arroz e o macarrão, sendo rica em proteínas, fibras, minerais e vitaminas do complexo B.

Este alimento também contém antioxidantes e gorduras saudáveis, contribuindo para uma dieta equilibrada e à saúde cardiovascular, intestinal e metabólica.

Além disso, a quinoa é naturalmente isenta de glúten, sendo uma boa opção para pessoas com doença celíaca ou intolerância ao glúten, desde que o produto seja certificado como isento de glúten para evitar contaminação cruzada.

Como consumir: o preparo dos grãos é semelhante ao do arroz, usando 2 xícaras de água para cada 1 xícara de quinoa. Antes do cozimento, é aconselhável lavá-la bem em água corrente para remover seu amargor natural.

Além dos grãos, a quinoa também pode ser encontrada em flocos ou farinha, que podem ser adicionados a saladas, sopas, sucos, smoothies, pães, panquecas ou bolos.

Leia também: Quinoa: 10 benefícios e como consumir (com receitas saudáveis) tuasaude.com/quinoa-emagrece

2. Amaranto

Outra alternativa para substituir o arroz e o macarrão é o amaranto, que é um pseudocereal com boas quantidades de proteínas, fibras, ferro, magnésio e potássio.

Devido ao seu conteúdo nutricional e antioxidantes, o amaranto pode ajudar a proteger as células contra os danos causados ​​pelos radicais livres e contribuir para a saúde do coração, ossos e músculos.

Além disso, o amaranto ajuda a promover a saúde intestinal, aumentar a sensação de saciedade e a controlar o colesterol quando incluído em uma dieta saudável.

Como consumir: os grãos de amaranto podem ser cozidos da mesma forma que o arroz e adicionados a pratos de carne, sopas, ensopados ou salada. Além disso, eles também podem ser consumidos crus com frutas, leite ou iogurte.

Para fazer a farinha de amaranto, basta triturar os grãos no liquidificador. Essa farinha pode ser adicionada a smoothies, mingaus, bolos, pães e outras receitas.

3. Espaguete de abobrinha

O espaguete de abobrinha é uma alternativa saudável e baixa em calorias para substituir o arroz e o macarrão. Além disso, esta opção não contém glúten, sendo uma boa opção para pessoas com intolerância ao gl​​​​​​úten, doença celíaca ou para quem busca reduzir a ingestão de carboidratos.

A abobrinha tem alto teor de água e nutrientes como vitamina A, carotenoides, vitamina C, potássio, além de fibras, que ajudam a promover a saciedade e uma digestão saudável. Veja todos os benefícios da abobrinha.

Como consumir: lavar bem as abobrinhas e cortá-las em tiras finas usando um espiralizador, ralador ou descascador de legumes. Em seguida, refogar a abobrinha em uma frigideira com um pouco de azeite por 2 a 3 minutos, até que fiquem levemente macias.

Depois, servir com molho de tomate natural, legumes refogados, frango, carne, peixe ou queijo, de acordo com a preferência.

4. Batata-doce

A batata-doce é uma boa alternativa para substituir o arroz e o macarrão, sendo uma boa fonte de carboidratos complexos, fibras, vitamina A, carotenoides, vitamina C, potássio, cálcio, fósforo e magnésio.

Devido ao seu teor de antioxidantes, a batata-doce pode contribuir para a proteção celular e para a manutenção da saúde dos olhos, do intestino e do sistema imunológico.

Quando consumida cozida e em porções moderadas, a batata-doce é uma opção saudável dentro de uma dieta equilibrada, inclusive para pessoas com diabetes, desde que acompanhada por um nutricionista.

Leia também: Batata-doce: 9 benefícios e como consumir (com receitas) tuasaude.com/beneficios-da-batata-doce

Como consumir: a batata-doce pode ser preparada cozida, na forma de purê, assada ou grelhada. Também pode ser combinada com carne, frango, peixe, ovos ou legumes.

Embora também possa ser frita, essa preparação deve ser reservada para consumo ocasional, pois aumenta o teor de gordura e calorias da refeição.

5. Trigo sarraceno

O trigo sarraceno é um pseudocereal rico em proteínas, fibras, antioxidantes e minerais como magnésio, ferro e fósforo, sendo uma boa alternativa para substituir o arroz e o macarrão. Apesar do seu nome, este alimento não é da família do trigo e é naturalmente isento de glúten.

Devido ao seu teor de fibras, o trigo sarraceno pode ajudar a manter a saúde intestinal, aumentar a sensação de saciedade e controlar o açúcar no sangue, sendo uma boa opção para dietas equilibradas e para controle de peso.

Como consumir: este grão pode ser preparado da mesma forma que o arroz. Para isso, deve-se colocar 1 xícara de trigo sarraceno por cada 2 xícaras de água, deixando cozinhar por cerca de 15 a 20 minutos, ou até ficar macio.

A farinha do trigo sarraceno pode ser usada para preparar bolos, tortas, pães e panquecas, por exemplo. Além disso, também se pode comprar macarrão preparado com trigo sarraceno.

6. Bulgur

Outra boa alternativa para substituir o arroz e o macarrão é bulgur, que é um grão de trigo integral rico em carboidratos complexos, fibras, proteínas, vitaminas do complexo B, minerais e antioxidantes.

Assim, este cereal pode contribuir para a saúde intestinal, promover a saciedade e fornecer energia.

No entanto, o bulgur contém glúten e não deve ser consumido por pessoas com doença celíaca, alergia ao trigo ou sensibilidade ao glúten não celíaca.

Como consumir: para fazer o bulgur basta colocar 1 xícara de bulgur em 2 xícaras de água quente e cozinhar até que o grão esteja macio.

O bulgur pode ser acrescentado em saladas, como acompanhamento de carnes, salteado com vegetais ou para preparar hambúrguer vegetariano, por exemplo.

Este cereal também pode ser deixado de molho em água quente, dependendo do tipo de bulgur e das instruções do fabricante.

O bulgur pode ser usado em saladas, ensopados, como acompanhamento para carnes, refogados com legumes ou em receitas de hambúrgueres vegetarianos.

Leia também: Bulgur: o que é, benefícios e como consumir (com receitas) tuasaude.com/bulgur

7. Cuscuz

O cuscuz é um prato feito com farinha de milho, com boas quantidades de carboidratos, fibras e proteínas, sendo uma ótima alternativa para substituir o arroz e o macarrão.

Assim, o cuscuz fornece energia para o bom funcionamento do organismo, além de ajudar a evitar a prisão de ventre e a promover a saciedade.

O cuscuz não contém glúten, sendo, por isso, adequado para pessoas com doença celíaca, alergia ao trigo ou sensibilidade ao glúten.

Como consumir: para preparar o cuscuz deve-se colocar 2 xícaras de farinha de milho e uma pitada de sal em uma tigela. Adicionar, aos poucos, 1 xícara de água filtrada, mexendo bem com uma colher para umedecer a farinha. Deixar hidratar por 10 minutos.

Em seguida, preencher o fundo de uma cuscuzeira com água e colocar a farinha hidratada no cesto, sem apertar. Levar ao fogo alto e, assim, começar a ferver, baixar o fogo e deixar cozinhar por 10 minutos, até o cuscuz ficar bem macio.

Desligar o fogo, transferir o cuscuz para uma tigela e servir com manteiga. O cuscuz também pode ser usado em receitas como saladas e cuscuz paulista, por exemplo.

8. Massa de leguminosas

A massa feita com leguminosas como lentilhas, grão-de-bico, ervilha ou feijão, é uma ótima alternativa para substituir o arroz e o macarrão.

Este tipo de massa geralmente contêm mais proteínas e fibras do que a massa tradicional, o que ajuda a aumentar a saciedade e a controlar o apetite.

Como consumir: preparar de forma similar à massa tradicional, seguindo as instruções do fabricante. Esta massa pode ser servida com molho de tomate natural, legumes, frango, atum e azeite, por exemplo.

9. Painço

O painço é um grão naturalmente sem glúten, rico em carboidratos complexos, fibras, magnésio, fósforo e antioxidantes. Este cereal pode ser usado como alternativa para substituir o arroz e o macarrão, adicionando variedade à dieta.

Como consumir: o painço pode ser usado em grãos germinados ou farinha, podendo ser consumido no preparo de saladas, pães, bolos, mingaus, doces e muffins.

Leia também: Painço: o que é, para que serve e como preparar (com receitas) tuasaude.com/painco

10. Cevada

A cevada é um cereal rico em fibras, especialmente as betaglucanas, que podem contribuir para a saciedade e o controle do colesterol quando consumida como parte de uma dieta equilibrada.

Este cereal é uma alternativa para substituir o arroz e o macarrão em sopas, saladas e ensopados. Saiba mais sobre os benefícios da cevada.

Como consumir: pode ser cozida em água até ficar macia e usada como base para saladas, acompanhamentos ou preparações de vegetais.

No entanto, a cevada contém glúten e não deve ser consumida por pessoas com doença celíaca ou sensibilidade ao glúten.

11. Macarrão de konjac

O macarrão de konjac, também chamado de shirataki, é uma alternativa para substituir o arroz e o macarrão com baixíssimo teor calórico e de carboidratos.

Este macarrão é feito da raiz de konjac e é rico em glucomanano, um tipo de fibra solúvel que pode aumentar a sensação de saciedade.

Como consumir: esta massa geralmente é vendida já pronta para enxaguar e aquecer. Pode ser usada com molhos, vegetais refogados, carnes ou frango.

Por ser um alimento com baixo teor calórico, recomenda-se combiná-lo com alimentos ricos em proteínas e gorduras saudáveis ​​para tornar a refeição mais completa e nutritiva.



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