quinta-feira, 30 de abril de 2026

Pontada nas costas: 10 principais causas (e o que fazer)

A pontada nas costas pode ser causada por situações simples, como lesão muscular, má postura ou infecção urinária, ou ainda pode surgir devido a condições mais sérias, como infarto e embolia pulmonar.

De acordo com a causa dessa dor, a pontada nas costas também pode ser acompanhada de sintomas como febre, dor ao urinar, falta de ar, e sensação de dormência nas pernas ou pés.

Em caso de pontada nas costas causada por traumas ou ainda se for persistente ou acompanhada de cansaço, falta de ar ou desmaio, por exemplo, deve-se consultar um clínico geral, para confirmar o diagnóstico e indicar o tratamento mais adequado, que pode incluir sessões de fisioterapia, uso de medicamentos e, em alguns casos, a cirurgia.

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Causas de pontada nas costas

As principais causas da pontada nas costas são:

1. Infecção urinária

A infecção urinária é uma infecção causada por bactérias, vírus e fungos, que pode surgir na uretra, bexiga, ureteres e rins, causando sintomas como vontade frequente, dor e queimação ao urinar, urina com mal cheiro, e, em alguns casos, também pode causar febre e dor na parte inferior das costas. Conheça todos os sintomas da infecção urinária.

O que fazer: o tratamento da infeção urinária  é feito com o uso de antibióticos; como nitrofurantoína, fosfomicina ou ciprofloxacino, e analgésicos, como fenazopiridina, ibuprofeno ou paracetamol, que devem ser prescritos pelo clínico geral, ginecologista ou urologista.

Além disso, alguns remédios caseiros, como chá de cavalinha, de dente-de-leão e suco de cranberry também ajudam a complementar o tratamento da infecção urinária. Conheça todos os tratamentos indicados para infeção urinária.

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2. Embolia pulmonar

A embolia pulmonar é o entupimento de uma artéria do pulmão causando sintomas, como falta de ar repentina, dor do tipo pontada nas costas, dor no peito ao respirar fundo, tossir ou movimentar o tórax, tosse intensa que pode ter sangue, pele pálida fria e azulada, por exemplo. Entenda melhor sobre a embolia pulmonar.

O que fazer: o tratamento deve ser feito sob a orientação de um pneumologista ou clínico geral, no hospital, através da oxigenoterapia. Além disso, o médico também prescreve medicamentos intravenosos para dissolver o coágulo, analgésicos para aliviar as dores e, em casos mais graves, a cirurgia também pode ser recomendada.Veja mais sobre como é o tratamento da embolia pulmonar.

3. Distensão muscular

A distensão muscular pode ser surgir quando se pega muito peso nos exercícios físicos ou como consequência de atividade profissional, como no caso de manicures, jardineiros ou dentistas, por exemplo. Esse tipo de lesão pode causar pontadas nas costas, no lado direito ou esquerdo, podendo piorar com a movimentação, além de vermelhidão no local.

O que fazer: para aliviar a lesão muscular, é recomendado evitar fazer esforços, manter uma postura adequada e fazer uma compressa fria na região durante 15 minutos, 2 vezes por dia. Além disso, o médico também pode recomendar o uso de medicamentos na forma de comprimidos ou pomadas para aliviar a dor e a inflamação, como analgésicos, anti-inflamatórios e relaxantes musculares.

4. Cálculo renal

O cálculo renal, ou pedra nos rins, é um tipo de pedra que surge nos rins e vias urinárias, que podem se acumular quando presentes em excesso na urina, podendo causar sintomas como pontada intensa na parte inferior das costas, na barriga ou virilha, dor ao urinar, febre e urina com sangue. Confira todos os sintomas do cálculo renal.

O que fazer: o médico pode recomendar o o uso de anti-inflamatórios, como diclofenaco ou cetorolaco, e analgésicos, como paracetamol ou tramadol, para controlar a dor. Quando os cálculos são pequenos, remédios como bloqueadores de canais de cálcio ou alfa-adrenérgicos podem ser indicados para ajudar na sua eliminação.

Além disso, a cirurgia também pode ser indicada para remover os cálculos maiores ou na presença de complicações como obstrução das vias urinárias. Conheça melhor as opções de tratamento da pedra nos rins.

5. Pancreatite

A pancreatite é a inflamação do pâncreas que pode surgir devido ao consumo excessivo de bebidas alcoólicas, presença de pedras na vesícula ou infecções virais, por exemplo, causando sintomas como dor do tipo pontada intensa na parte superior da barriga que pode irradiar para as costas, vômitos, dor na barriga que piora ao comer e febre.

O que fazer: o tratamento da pancreatite aguda deve ser feito em hospital e consiste em deixar a pessoa em jejum, sendo hidratada com soro fisiológico na veia. Além disso, o médico também pode receitar o uso de analgésicos, como paracetamol ou tramadol, assim como antibióticos, para aliviar os sintomas e evitar novas infecções.

Já o tratamento da pancreatite crônica, além de ser feito com o uso de analgésicos e anti-inflamatórios, para diminuir a inflamação e aliviar a dor, ainda pode incluir a realização de bloqueio do nervo vago ou. cirurgia para remover uma parte do pâncreas ou retirar as pedras que estejam bloqueando os canais ou ductos pancreáticos. Veja como é o tratamento da pancreatite crônica.

6. Infarto

Embora seja mais raro, o infarto também pode causar uma dor em forma de pontada forte na parte de cima das costas. Outros sintomas que também podem estar presentes no infarto são dor ou desconforto no peito em forma de aperto, queimação ou peso, que afeta também o ombro, pescoço, mandíbula, e braço, geralmente do lado esquerdo. Saiba reconhecer todos os sintomas do infarto.

O que fazer: o tratamento é feito no hospital, com o uso de máscara de oxigênio ou ventilação mecânica, e a administração de medicamentos prescritos pelo médico, como antiagregantes plaquetários, anticoagulantes, beta-bloqueadores, estatinas e analgésicos, que atuam aliviando os sintomas e diminuindo as complicações.

7. Má postura

A má postura pode alterar as estruturas da coluna, enrijecer as articulações e encurtar dos músculos, causando dor em forma de pontada em várias regiões das costas. Além da dor nas costas, a má postura também aumenta o risco de outras alterações na coluna, como escoliose ou torcicolo, por exemplo.

O que fazer: manter a coluna numa posição neutra, e caminhar periodicamente durante o trabalho, ajudam a aliviar a dor nas costas. No entanto, o médico também pode indicar fazer sessões de fisioterapia, pilates e praticar atividades físicas, para ajudar a corrigir a postura e aliviar a dor nas costas através de alongamentos e fortalecimento muscular. Veja alguns alongamentos para dor nas costas.

8. Hérnia de disco

A hérnia de disco surge quando um disco que constitui a coluna sai da posição correta, provocando a compressão de nervos da região e causando sintomas como dor do tipo pontada no meio ou na parte inferior das costas, que pode afetar as nádegas, as coxas, as perna e os calcanhares, e sensação de dormência nas pernas ou pés. Confira todos os sintomas da hérnia de disco.

O que fazer: o tratamento recomendado inclui o uso de remédios, como anti-inflamatórios, analgésicos, relaxantes musculares ou ainda o uso de injeções de corticoides, que ajudam a diminuir a inflamação, a dor e o desconforto.

Além disso, o ortopedista também pode indicar a realização de sessões de fisioterapia, que é feita através de exercícios e alongamentos importantes para reduzir a dor. Veja como é a fisioterapia para hérnia de disco.

9. Fratura

A fratura na coluna pode causar intensa pontada nas costas, dor nas pernas e nos braços, sendo um tipo de fratura ou ruptura que acontece nas vértebras, que são os ossos que formam a coluna.

A fratura na coluna pode ser provocada acidentes esportivos ou de carro, ou ainda pode surgir devido ao enfraquecimento dos ossos, como acontece nos caso da osteoporose ou câncer nos ossos.

O que fazer: o tratamento varia conforme a causa da fratura e pode incluir o repouso, uso de suplementos de cálcio e vitamina D e a realização de fisioterapia. Além disso, o médico também pode indicar o uso de coletes ortopédicos e prescrever analgésicos para aliviar a dor ou, em alguns casos, a cirurgia para corrigir a fratura. Saiba como é o tratamento da fratura na coluna.

10. Aneurisma da aorta

O aneurisma da aorta é a dilatação das paredes da aorta, uma artéria que passa pelo coração, tórax e abdômen, e que geralmente não provoca sintomas. No entanto, se o aneurisma crescer muito, pode afetar nervos, músculos e outros órgãos, causando dor do tipo pontada intensa nas costas, peito e barriga, falta de ar e chiado no peito ao respirar.

O que fazer: o tratamento do aneurisma de aorta deve ser feito pelo cardiologista ou cirurgião vascular, podendo incluir o acompanhamento médico, o uso de remédios anti-hipertensivos, ou a realização de uma cirurgia, que é indicada quando o aneurisma é maior do que 5 cm, ou quando o médico observa um rápido crescimento do aneurisma, por exemplo.

Regiões de pontada nas costas

A região onde a pontada nas costas surge, pode ajudar a identificar a causa dessa dor, como por exemplo:

  • Pontada nas costas, no lado esquerdo: a pontada nas costas lado esquerdo pode indicar a presença de distensão muscular, hernia de disco, infarto ou pedra nos rins;
  • Pontada nas costas, no lado direito: pode estar presente em situações como lesão muscular, fraturas ou hernia de disco;
  • Pontada nas costas, no meio: pode surgir devido a má postura, lesão muscular, fraturas, embolia pulmonar hérnia de disco, por exemplo.

É importante lembrar que muitos problemas de saúde podem causar a pontada em diversas partes das costas. Assim, na presença de pontada nas costas, é aconselhado consultar o medico para identificar a causa da dor e recomendar o tratamento adequado.

Quando ir ao médico

É importante ir ao médico caso a pontada nas costas possa indique situações de urgência. Assim, é aconselhado ir ao hospital se apresentar sintomas como:

  • Dor ou desconforto no peito em aperto, queimação ou peso;
  • Coração acelerado;
  • Palidez e suor frio;
  • Dificuldade para respirar;
  • Náusea;
  • Cansaço excessivo.

Além disso, se a a pontada nas costas demorar mais de 1 semana para desaparecer, é importante consultar o clínico geral ou ortopedista, para identificar a possível causa e recomendar o tratamento mais adequado.



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quarta-feira, 29 de abril de 2026

Lactosil Flora: para que serve, como tomar (e efeitos colaterais)

O Lactosil Flora é um suplemento alimentar que contém a enzima lactase, que é responsável por quebrar a lactose em açúcares mais simples, sendo indicado principalmente para evitar os sintomas da intolerância à lactose.

Além disso, este suplemento também contém o probiótico Lactobacillus acidophilus, que atua no equilíbrio da flora intestinal, contribuindo para a saúde gastrointestinal e reduzindo desconfortos digestivos.

O Lactosil Flora é comercializado em farmácias e drogarias, em caixas com 8 ou 30 cápsulas. Entretanto, este suplemento deve ser usado apenas com indicação do nutricionista ou médico, pois é contraindicado em algumas situações e pode causar alguns efeitos colaterais.

Leia também: Lactosil: para que serve, tipos (e como tomar) tuasaude.com/lactosil
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Para que serve o Lactosil Flora

O Lactosil Flora serve para:

1. Melhorar a digestão da lactose

A enzima lactase presente no Lactosil Flora quebra a lactose em glicose e galactose, melhorando a digestão da lactose ao facilitar a sua absorção e evitar a fermentação intestinal.

Leia também: Lactase: o que é, para que serve e como tomar tuasaude.com/lactase

2. Evitar os sintomas da intolerância à lactose

Ao melhorar a digestão da lactose, o Lactosil Flora ajuda a evitar sintomas como gases, cólicas, inchaço abdominal e diarreia. Conheça todos os sintomas de intolerância à lactose.

3. Promover a saúde intestinal

Os Lactobacillus acidophilus, presentes no Lactosil Flora, são bactérias benéficas que ajudam a equilibrar a microbiota intestinal, promovendo a saúde intestinal.

Como tomar

O Lactosil Flora contém 10.000 FCC da enzima lactase e 1 x 109 UFC do probiótico Lactobacillus acidophilus por cápsula.

A cápsula de Lactosil Flora deve ser tomada, com um copo de água, antes do consumo de alimentos que contenham lactose, como leite e derivados.

A dose geralmente recomendada deste suplemento é de 1 cápsula por dia, podendo variar de acordo com a orientação de médico ou nutricionista.

Leia também: 6 remédios para intolerância à lactose (e como tomar) tuasaude.com/remedio-para-intolerancia-a-lactose

Possíveis efeitos colaterais

O Lactosil Flora geralmente é bem tolerado. Entretanto, algumas pessoas podem apresentar efeitos colaterais como náuseas, diarreia, excesso de gases e barriga inchada.

Embora seja raro, o Lactosil Flora também pode causar reações alérgicas graves, incluindo sintomas como vermelhidão ou coceira na pele e inchaço do rosto, lábios, língua ou garganta. Neste caso, deve-se suspender o uso deste suplemento e procurar ajuda médica imediata.

Quem não pode usar

O Lactosil Flora é contraindicado para pessoas que têm alergia à lactase ou qualquer outro componente da fórmula.

Além disso, este suplemento é contraindicado para pessoas com doenças graves, infecção por HIV / AIDS ou que usam de remédios imunossupressores.

Mulheres grávidas ou em período de amamentação, assim como crianças, só devem usar o Lactosil Flora com indicação do médico ou nutricionista.



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terça-feira, 28 de abril de 2026

Pinhão: 9 benefícios e como consumir (com receitas)

O pinhão é uma semente que pode trazer muitos benefícios à saúde, como diminuir os níveis de colesterol no sangue, evitar a diabetes, promover a perda de peso, prevenir o envelhecimento e melhorar a saúde cognitiva.

Esses benefícios se devem ao fato dessas sementes serem ricas em fitoesterois, fibras, ácidos graxos essenciais e antioxidantes, além de terem ótimas quantidades de proteínas e minerais, como potássio, magnésio e fósforo.

Embora seja geralmente chamado de oleaginosa, o pinhão é uma semente de diferentes tipos de pinha, que é a flor da árvore pinheiro, que pode ser consumida cozida ou assada, adicionada ao iogurte, frutas, farofas e saladas, por exemplo.

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Principais benefícios do pinhão

Os principais benefícios do pinhão para a saúde são:

1. Prevenir doenças cardiovasculares

O pinhão é rico em antioxidantes, fitoesterois e gorduras monoinsaturadas, nutrientes que ajudam a controlar os níveis de colesterol “ruim”, o LDL, no sangue, prevenindo doenças cardiovasculares, como infarto, aterosclerose e acidente vascular cerebral.

Além disso, esta semente também é rica em potássio, um mineral que promove o relaxamento das artérias e favorece a eliminação do excesso de sódio do organismo pela urina, facilitando a circulação do sangue e prevenindo a pressão alta. Conheça outros alimentos que podem ajudar a prevenir a pressão alta.

2. Evitar a diabetes

Essa semente é rica em fibras que diminuem a velocidade de absorção do açúcar dos alimentos, controlando os níveis de glicose no sangue após as refeições e prevenindo, assim, a resistência à insulina e a diabetes.

Além disso, o pinhão também contém manganês, um mineral que atua no metabolismo dos carboidratos, além de ter efeito antioxidante, melhorando as funções da insulina, o hormônio responsável por equilibrar os níveis de glicose no sangue.

3. Ajudar na perda de peso

O pinhão é rico em fitoesterois como campesterol e estigmasterol, compostos bioativos que promovem a perda de peso, pois ajudam a diminuir a absorção de gorduras dos alimentos e promovem o aumento do gasto energético.

Além disso, por serem ricas em fibras, essas sementes também aumentam a saciedade, reduzindo a quantidade de alimentos consumidos durante o dia, ajudando na perda de peso.

4. Prevenir o envelhecimento

Por conter vitamina E e compostos antioxidantes, o pinhão ajuda a combater os radicais livres que danificam as células, melhorando a saúde da pele, evitando a formação de rugas e prevenindo o envelhecimento. Veja outros alimentos que previnem o envelhecimento.

5. Melhorar a capacidade cognitiva

O pinhão contém ácidos graxos ômega-3 e compostos antioxidantes que ajudam na formação e reparo das células cerebrais, além de diminuir a o estresse oxidativo e a inflamação celular, melhorar a capacidade cognitiva, a memória e o raciocínio, prevenindo doenças neurodegenerativas, como demência e doença de Alzheimer.

6. Ajudar a diminuir o risco de câncer

O pinhão tem boas quantidades de vitamina E e compostos antioxidantes que neutralizam o excesso de radicais livres, prevenindo o dano às células saudáveis e o desenvolvimento de células cancerígenas, ajudando a diminuir o risco de câncer.

7. Aumentar a imunidade

O pinhão contém manganês e zinco, minerais que participam na formação e fortalecimento das células do sistema imunológico, aumentando a imunidade, protegendo o corpo contra infecções e estimulando a cicatrização de feridas.

8. Prevenir a anemia

O pinhão ajuda a prevenir a anemia por ser rico em ferro, um mineral essencial para a produção de hemoglobina, o componente dos glóbulos vermelhos no sangue e que normalmente está diminuído na anemia.

Além disso, essa semente também contém cobre, um mineral necessário para que o ferro seja absorvido e cumpra suas funções no organismo, prevenindo, assim, a anemia.

9. Combater a prisão de ventre

Por ser rico em fibras, o pinhão aumenta o volume das fezes e estimula os movimentos naturais do intestino, facilitando a evacuação e combatendo, assim, a prisão de ventre.

O pinhão engorda?

O pinhão é rico em fibras que aumentam o tempo de digestão dos alimentos, prolongando a saciedade ao longo do dia e ajudando, assim, na perda de peso.

No entanto, por ser um alimento com alto teor de carboidratos e calorias, o consumo de altas quantidades de pinhão pode engordar.

Tabela de informação nutricional

A tabela a seguir contém a informação nutricional de 100 g, o que corresponde a  de pinhão cozido

Componentes

Quantidade para cada 100 g de pinhão cozido

Energia

161 calorias

Proteínas

3,6 g

Carboidratos

33,2 g

Fibras

5,5 g

Gorduras

1,4 g

Ferro

1,5 mg

Manganês

0,2 mg

Magnésio

53 mg

Potássio

727 mg

Fósforo

166 mg

Zinco

0,8 mg

Cobre

0,2 mg

Para se obter todos os benefícios do pinhão é importante manter uma alimentação saudável e variada e praticar exercícios físicos regularmente.

Como consumir

O pinhão pode ser cozido ou assado, consumido inteiro ou triturado, sozinho ou adicionado em iogurtes, saladas, farofas, saladas de fruta ou ainda como acompanhamento de massas ou carnes, por exemplo.

Além disso, o pinhão também pode ser  triturado e usado como farinha para o preparo de bolos, pães e biscoitos.

No entanto, essa semente é rica em calorias e, por isso, deve ser consumida com moderação. Para se obter os benefícios do pinhão, recomenda-se o consumo de 15 unidades, ou seja, 75 g de pinhão por dia.

Receitas saudáveis com pinhão

Algumas receitas saudáveis e saborosas com pinhão incluem o pinhão cozido simples, a farofa e bolo de pinhão:

1. Pinhão cozido

Ingredientes:

  • 1 kg de pinhão;
  • 1 litro de água;
  • 1 colher de sopa de sal.

Modo de preparo:

Lavar bem, cortar as pontas dos pinhões e colocá-los em uma panela de pressão. Adicionar a água e o sal, levando ao fogo médio. Quando a panela pegar pressão, deixar cozinhar por 30 minutos. Apagar o fogo e escorrer os pinhões, descartando a água. Descascar os pinhões e servir.

2. Farofa de pinhão

Ingredientes:

  • 1 cebola pequena picada;
  • 1 dente de alho picado;
  • 3 colheres de sopa de azeite;
  • 200 g de pinhão cozido e picado;
  • 1 colher de chá de sal;
  • Pimenta-do-reino a gosto;
  • 1 e 1 ⁄ 2 xícara de farinha de mandioca torrada.

Modo de preparo:

Colocar a cebola, o alho e o azeite em uma frigideira. Levar essa mistura ao fogo médio, refogando bem. Diminuir o fogo, acrescentar os pinhões picados, o sal, a pimenta e a farinha de mandioca, misturando bem com uma colher ou espátula. Misturar bem todos os ingredientes por 3 minutos, apagar o fogo e servir.

3. Bolo de pinhão

Ingredientes:

  • 1 colher de sopa de manteiga;
  • 2 xícaras de pinhão cozido e triturado;
  • 3 ovos;
  • ¾ de xícara de açúcar mascavo;
  • 1 copo de leite ou bebida vegetal;
  • 1 xícara de farinha de trigo;
  • 1 colher de chá de fermento químico em pó.

Modo de preparo:

Preaquecer o forno a 180 ºC. Colocar todos os ingredientes no liquidificador e bater até ficar uma mistura bem homogênea. Despejar a massa em uma forma, ou tabuleiro untado. Assar em por 30 minutos ou até a massa ficar dourada.



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Corrimento branco: 7 causas comuns (e o que fazer)

O corrimento branco pode ser causado por uma infecção vaginal, como candidíase, vaginite ou vaginose bacteriana. No entanto, também pode ser normal, principalmente se acontecer antes da menstruação e não estiver acompanhado por outros sintomas, já que ajuda a manter a vagina lubrificada.

Quando o corrimento possui cheiro forte, consistência diferente e é acompanhado por outros sintomas como coceira na vagina e/ou ardor, pode ser sinal de infecção. Nesses casos, é importante que o ginecologista seja consultado para que seja feita uma avaliação que permita identificar a causa do corrimento e, assim, iniciar o tratamento mais adequado.

Apesar do corrimento branco ser mais comum nas mulheres, também pode surgir nos homens, sendo quase sempre indicativo de tricomoníase, uma infecção sexualmente transmissível. Nesses casos, é importante que o urologista seja consultado.

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Principais causas

As principais causas de corrimento branco na mulher são:

1. Ciclo menstrual normal

É normal que antes de menstruar a mulher apresente corrimento branco leitoso e grosso, considerado parte do ciclo menstrual e relacionado com as alterações hormonais desse período.

Esse corrimento não tem cheiro, não está associado a nenhum outro sintoma e é formado principalmente por leucócitos, possuindo como objetivo a proteção do organismo da mulher e a promoção da lubrificação.

O que fazer: como é um tipo de alteração normal do ciclo menstrual, não é necessário fazer qualquer tipo de tratamento.

2. Candidíase vaginal

A candidíase vaginal é uma infecção muito comum que surge devido ao desenvolvimento do fungo do gênero Candida sp., mais frequentemente Candida albicans, que além do corrimento branco pastoso, semelhante a tipo leite coalhado, causa também coceira na região genital, ardor ao urinar, dor durante a relação sexual e vermelhidão na região íntima.

O que fazer: é importante consultar o ginecologista para que seja indicado o tratamento mais adequado, sendo normalmente recomendado o uso de remédios antifúngicos, em comprimidos, pomada ou comprimidos vaginais, como o Fluconazol. O tratamento pode durar entre 3 a 7 dias, de acordo com a orientação do ginecologista. Entenda como é feito o tratamento da candidíase.

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3. Vaginose bacteriana

A vaginose bacteriana é uma alteração na flora vaginal normal, em que existe um maior desenvolvimento da bactéria Gardnerella vaginalis, que pode causar corrimento de cor branca, cinza ou amarela, cheiro desagradável semelhante a peixe podre, coceira e ardência na região genital. Saiba como identificar os sintomas de vaginose bacteriana.

O que fazer: é recomendado que o ginecologista faça o exame ginecológico para confirmar a vaginose e, assim, ser iniciado o tratamento.

O tratamento para a infecção é feito por meio do uso do antibiótico Metronidazol, em forma de comprimido ou de pomada vaginal, que deve ser usado conforme orientação do médico. Além disso, durante o período de recuperação, é recomendado o uso de preservativo e cuidados relacionados com a higiene.

4. Vaginite

A vaginite é a inflamação da vagina e do colo uterino que pode ser causada por bactérias, fungos ou protozoários. Essa condição pode provocar um fluxo branco e cremoso e, em alguns casos, com mau cheiro.

Outros sintomas frequentes são coceira, ardor, dor ao urinar e/ou durante as relações sexuais, e sensação de incômodo na região genital.

O que fazer: o tratamento da vaginite depende da sua causa e deve ser orientado pelo ginecologista, podendo ser recomendado o uso de medicamentos antifúngicos, antibióticos ou antiparasitários na forma de comprimidos, pomada ou óvulos vaginais.

Além disso, é importante evitar o uso de produtos que alterem o pH vaginal, manter uma boa higiene íntima e dar preferência a roupas íntimas de algodão para favorecer a recuperação.

5. Colpite

A colpite é uma inflamação da vagina e do colo do útero que pode acontecer devido a bactérias, fungos ou protozoários, resultando em corrimento branco leitoso, podendo ser também bolhoso, mau cheiro na região íntima em alguns casos, e presença de pequenos pontos ou manchas vermelhas e inchaço do colo do útero que são observados durante exame ginecológico. Veja como identificar os sintomas de colpite.

O que fazer: o mais indicado é consultar o ginecologista para que sejam feitos exames que ajudem a confirmar a colpite, como o teste do KOH, do pH e a colposcopia.

Dessa forma, após a confirmação do diagnóstico e identificação do agente infeccioso responsável pela inflamação, pode ser indicado o melhor tratamento, sendo normalmente indicado o uso de antimicrobianos em forma de pomada ou comprimido.

6. Vaginose citolítica

A vaginose citolítica é uma situação caracterizada pelo aumento da quantidade de Lactobacillus, que são bactérias naturalmente presentes na vagina, o que pode acontecer devido a um desbalanço do pH vaginal ou ser consequência do uso de lubrificantes ou absorvente interno, por exemplo.

Assim, como resultado do aumento da quantidade dessas bactérias, é possível notar corrimento vaginal esbranquiçado de consistência pegajosa e homogênea. Veja outros sintomas da vaginose citolítica.

O que fazer: nesse caso é importante seguir as recomendações do ginecologista para promover o equilíbrio do pH vaginal e normalizar a concentração de Lactobacillus, podendo ser indicado realizar um banho de assento com bicarbonato de sódio ou fazer uso de supositório vaginal. Saiba como fazer o banho de assento com bicarbonato de sódio para vaginose citolítica.

Nos casos em que a vaginose citolítica é acompanhada por outros sintomas como dor ao urinar e/ ou durante a relação sexual, vermelhidão e coceira na região genital, é possível que exista uma infecção associada, de forma que o médico pode indicar o uso de medicamentos mais específicos.

7. Gravidez

Durante a gravidez é possível também que seja observado pequeno corrimento branco pastoso, o que acontece como consequência das alterações hormonais típicas desse período.

O que fazer: como se trata de uma alteração normal, não é necessário tratamento. No entanto, é importante que a mulher seja acompanhada pelo ginecologista para garantir que a gravidez esteja acontecendo corretamente.

Corrimento branco no homem

A presença de corrimento branco no pênis normalmente é sinal de tricomoníase, uma infecção sexualmente transmissível que pode causar, além do corrimento, vermelhidão no pênis, queimação e dor ao urinar. Saiba reconhecer os sintomas de tricomoníase.

Na presença de sintomas indicativos de tricomoníase, é importante que o urologista seja consultado para que seja feito o diagnóstico correto e iniciado o tratamento, que pode ser feito com o uso de Tinidazol ou Secnidazol, de acordo com a orientação médica.

Além disso, é recomendado evitar as relações sexuais durante o período de tratamento e a realização do tratamento pela parceira/o, mesmo que não existam sintomas aparentes, para evitar uma nova infecção.

Como evitar o corrimento branco

Como o corrimento branco pode ser indicativo de infecções, é importante que a mulher tenha alguns cuidados para evitar alteração na microbiota vaginal e desenvolvimento da infecção, como por exemplo:

  1. Evitar ficar com a roupa íntima úmida ou molhada;
  2. Não usar calcinhas de material sintético, optando pelas peças de algodão;
  3. Usar roupas leves e evitar as calças jeans e shorts muito apertados;
  4. Evitar os alimentos doces e os ricos em carboidratos, pois diminuem a imunidade potenciando o surgimento de infecções;
  5. Não usar as duchas vaginais diretamente sobre a região genital e lavar a região externa da vagina usando um sabonete íntimo;
  6. Dormir sem calcinha;
  7. Depois de evacuar, limpar sempre no sentido da frente para trás, para evitar que as bactérias fecais entrem na vagina e provoquem infecções.

Além disso, os lenços umedecidos perfumados ou o papel higiênico com perfume também podem prejudicar a saúde íntima da mulher, aumentando o risco do desenvolvimento de infecções. Confira como deve ser feita a higiene íntima para evitar infecções.



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Treino full body: o que é, como funciona (com exemplo)

O treino full body, ou treino de corpo inteiro, é um método onde se trabalha todos os principais grupos musculares, como peitoral, costas, pernas, ombros e core, em uma única sessão.

Esse tipo de treino funciona pela combinação de exercícios multiarticulares e isolados, realizados geralmente em 2 a 3 sessões por semana, o que permite que todo o corpo seja estimulado com maior frequência ao longo do tempo.

Dessa forma, o treino full body pode ser uma estratégia eficiente para otimizar o tempo, facilitar a adaptação de iniciantes ao treinamento e contribuir tanto para o ganho de massa muscular quanto para o emagrecimento, dependendo da intensidade, do volume e da alimentação.

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Benefícios do treino full body

Os principais benefícios do treino full body são:

1. Ajudar na hipertrofia

O treino full body pode ajudar no ganho de massa muscular porque cada músculo é estimulado mais vezes ao longo da semana, o que pode favorecer o crescimento muscular. Saiba como ganhar massa muscular.

Essa repetição mais frequente pode favorecer o crescimento muscular, desde que o volume total de treino e a intensidade estejam adequados para o nível de treinamento de cada pessoa.

Além disso, a hipertrofia também é influenciada por fatores como a alimentação e recuperação muscular.

2. Auxiliar no emagrecimento

Por envolver vários grupos musculares na mesma sessão, o treino tende a gastar mais energia durante o exercício. 

Além disso, a maior frequência de treinos ao longo da semana pode aumentar o gasto calórico total, o que pode ajudar na perda de gordura quando combinado com uma alimentação adequada. Veja o que comer para emagrecer.

3. Otimizar o tempo de treino 

O treino full body permite trabalhar o corpo inteiro em uma única sessão. Por isso, ao invés de dividir os músculos em vários treinos ao longo da semana, tudo é organizado em poucas sessões mais completas.

Na prática, o treino full body ajuda a manter uma rotina mais simples e sustentável, principalmente para quem tem pouco tempo disponível ou dificuldade em treinar muitos dias seguidos. 

4. Melhorar a adaptação do iniciante

Esse tipo de treino pode facilitar o processo de adaptação de quem está começando, já que permite a repetição frequente dos principais movimentos ao longo da semana.

Em vez de concentrar o esforço em um único grupo muscular até a fadiga, os exercícios são distribuídos, o que facilita o aprendizado gradual.

Essa repetição ajuda o corpo a se familiarizar mais rápido com os movimentos, contribuindo para melhorar a técnica de execução, a coordenação motora e a segurança durante os exercícios. 

5. Contribuir para recuperação muscular

O treino full body pode ajudar o corpo a se recuperar de forma mais equilibrada entre as sessões, já que o esforço não fica concentrado em uma única sessão muito intensa para cada grupo muscular.

Dessa forma, o organismo consegue lidar melhor com a fadiga acumulada e se preparar para o próximo treino com mais consistência e estabilidade ao longo da semana.

Como funciona o treino full body

O treino full body funciona a partir da organização dos exercícios de forma que todos os principais grupos musculares sejam trabalhados na mesma sessão, incluindo normalmente exercícios para pernas, costas, peito, ombros e core.

O estímulo é concentrado em poucos treinos semanais, geralmente de 2 a 3 vezes por semana, com pelo menos um dia de descanso entre as sessões para permitir a recuperação muscular.

A base desse tipo de treino é a utilização de exercícios multiarticulares, que são movimentos que envolvem mais de uma articulação ao mesmo tempo e, por isso, recrutam vários grupos musculares simultaneamente. 

Por exemplo, ao fazer um agachamento, não estão sendo trabalhadas apenas as pernas, mas também glúteos e músculos do core, que ajudam na estabilidade do movimento. 

O mesmo acontece com o supino, que envolve peito, ombros e tríceps, ou com a remada, que ativa costas, bíceps e musculatura estabilizadora.

Entre os exercícios mais utilizados nesse tipo de treino, estão os movimentos para:

A estrutura da sessão é organizada com menor volume por músculo, já que o corpo inteiro é trabalhado várias vezes ao longo da semana. Em geral, são realizados de 1 a 2 exercícios por grupo muscular em cada treino.

A ordem dos exercícios costuma começar pelos grandes grupos musculares, como pernas e costas, que exigem mais energia e coordenação, e depois segue para músculos menores, como braços e abdômen.

Dessa forma, o treino aproveita melhor a energia disponível e ajuda a manter a qualidade de execução durante toda a sessão.

Exemplo de treino full body

Exemplos de treino full body masculino e feminino são:

1. Treino full body masculino

No treino full body masculino, pode-se incluir: 

  • Agachamento livre: 4 séries de 8 a 10 repetições;
  • Supino reto com barra: 4 séries de 8 a 10 repetições;
  • Barra fixa: 3 séries de 8 a 10 repetições;
  • Desenvolvimento com halteres: 3 séries de 10 a 12 repetições;
  • Mesa flexora: 3 séries de 10 a 12 repetições;
  • Abdominal remador: 3 a 4 séries de 12 a 15 repetições.

Os exercícios são feitos um por vez, completando todas as séries de cada movimento antes de iniciar o próximo. Isso permite melhor foco na execução e controle da carga em cada exercício, mantendo a qualidade do treino.

O tempo de descanso entre as séries nos movimentos principais, como agachamento, supino e barra fixa, o descanso é de 60 a 120 segundos.

Já nos exercícios auxiliares, como desenvolvimento e mesa flexora, fica entre 60 a 90 segundos, e nos abdominais, o intervalo é de 30 a 60 segundos entre as séries.

2. Treino full body feminino

Um exemplo de treino full body feminino pode incluir:

  • Leg press: 4 séries de 10 a 12 repetições;
  • Supino com halteres: 3 a 4 séries de 10 a 12 repetições;
  • Remada curvada: 3 séries de 10 a 12 repetições;
  • Stiff: 3 séries de 10 a 12 repetições;
  • Elevação lateral: 3 séries de 8 a 10 repetições;
  • Prancha abdominal: 3 a 4 séries de 30 a 60 segundos.

A execução acontece de forma sequencial, ou seja, cada exercício é feito individualmente até completar todas as séries antes de iniciar o próximo movimento.

Nos movimentos principais, como leg press, supino, remada e stiff, o descanso entre as séries deve ficar entre 60 a 120 segundos. Na elevação lateral, pode variar entre 60 a 90 segundos e no abdominal, entre 30 a 60 segundos.

Possíveis desvantagens

O treino full body pode apresentar algumas desvantagens, principalmente em relação à fadiga acumulada, já que vários grupos musculares são trabalhados na mesma sessão, o que pode tornar o treino mais cansativo.

Além disso, é comum chegar ao final do treino com pouca energia para os músculos menores, que acabam não recebendo a mesma atenção.

Para pessoas mais avançadas, que buscam um trabalho mais específico para cada músculo, pode ser mais difícil aplicar estímulos suficientes sem que o treino fique excessivamente longo ou menos eficiente.



source https://www.tuasaude.com/treino-full-body/

segunda-feira, 27 de abril de 2026

Lavitan kids: para que serve, como usar e efeitos colaterais

O Lavitan kids, ou Lavitan infantil, é um suplemento vitamínico para bebês e crianças que tem como objetivo complementar a nutrição das crianças, favorecendo o seu desenvolvimento, já que esse suplemento é rico em vitaminas do complexo B, como a B2, B1, B6, B3, B5 e B12, vitamina C, vitamina A e vitamina D3.

Assim, ao fornecer essas vitaminas para a criança, é possível melhorar o funcionamento do sistema imune, a produção de células do sangue, a absorção de ferro e cálcio e o crescimento.

O Lavitan kids pode ser encontrado em farmácias e drogarias na forma de xarope ou comprimidos mastigáveis que podem ter sabor de uva, limão, laranja e tutti-frutti, e deve ser usado de acordo com a orientação do pediatra.

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Para que serve

O Lavitan kids serve para complementar a nutrição das crianças que estão em fase de desenvolvimento, pois fornece uma série de vitaminas que são essenciais para o bom funcionamento do corpo:

  • Vitamina A, que promove a saúde dos olhos e o bom funcionamento do sistema imunológico, além de combater os radicais livres devido à sua ação antioxidante;
  • Vitamina B1, que é capaz de estimular o apetite, regular os gastos energéticos e o metabolismo dos carboidratos;
  • Vitamina B2, que está relacionada com a produção das células sanguíneas, o metabolismo adequado e o crescimento;
  • Vitamina B3, que é capaz de promover melhora da circulação sanguínea, regulando os níveis de glicose e colesterol;
  • Vitamina B5, que está relacionada com a regulação dos níveis de colesterol, com a produção de hormônios, com o fornecimento de energia e com o processo de cicatrização;
  • Vitamina B6, que está envolvida no processo de formação da hemoglobina;
  • Vitamina B12, que está envolvida na produção das células sanguíneas, no metabolismo de aminoácidos e na prevenção de doenças cardíacas e neuronais;
  • Vitamina C, que possui propriedade antioxidante, aumenta a absorção de ferro no organismo e favorece o bom funcionamento do sistema imune;
  • Vitamina D, que contribui para a saúde dos ossos e dentes, pois aumenta a absorção de cálcio no organismo.

É importante que o uso do Lavitan kids seja orientado pelo pediatra, isso porque nem todas as crianças necessitam de suplementação, obtendo as quantidades ideais de vitaminas por meio da alimentação.

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Como usar

O Lavitan kids deve ser tomado por via oral, sendo que a forma de uso depende da apresentação do produtos, que pode ser comprimidos mastigáveis saborizados ou xarope.

No caso do xarope, deve-se usar o dosador fornecido na embalagem e as doses normalmente recomendadas são:

  • Bebês entre 0 e 11 meses: a dose normalmente recomendada é de 2 mL do xarope, 1 vez ao dia;
  • Crianças entre 1 e 10 anos: a dose normalmente recomendada é de 5 mL do xarope, 1 vez ao dia.

No caso dos comprimidos mastigáveis, são recomendados 2 comprimidos por dia ou de acordo com a orientação do pediatra, sendo essa forma de uso normalmente indicada para crianças que já conseguem mastigar e não engasgam facilmente.

Possíveis efeitos colaterais

O Lavitan Kids geralmente é bem tolerado, no entanto, quando tomado em doses maiores do que as recomendadas, podem surgir efeitos colaterais ou sintomas de overdose, como dor ou cólica no estômago, diarréia, pele seca, dor de cabeça, tontura, náuseas, vômitos, sonolência, irritabilidade, febre, calafrios, urina escura ou amarelecimento da pele ou dos olhos.

Além disso, embora seja raro, caso a criança apresente alergia a algum dos componentes do Lavitan Kids, podem acontecer reações alérgicas graves, como anafilaxia, sendo importante procurar a emergência, especialmente em caso de sintomas como inchaço no rosto e vermelhidão na pele. Veja mais sintomas de anafilaxia.

Lavitan Kids engorda?

O Lavitan Kids normalmente não engorda, mas pode estimular o apetite, especialmente em crianças com deficiências nutricionais, como baixos níveis de vitamina B1 e B12, e com dificuldade para ganhar peso.

Quem não deve usar

O Lavitan kids comprimidos mastigáveis não deve ser usado em crianças com idade inferior a 4 anos. Já o xarope de Lavitan Kids não deve ser usados por crianças com fenilcetonúria, pois possui fenilalanina na sua composição.

Além disso, o Lavitan Kids não deve ser usado por crianças que tenham alergia a qualquer um dos componentes da fórmula.

As crianças até aos 3 anos, só devem usar este suplemento depois de ser recomendado pelo pediatra.



source https://www.tuasaude.com/lavitan-kids/

sexta-feira, 24 de abril de 2026

Maltodextrina: o que é, para que serve e como tomar

A maltodextrina é um tipo de carboidrato que é rapidamente absorvido pelo organismo, sendo indicado para melhorar o desempenho físico e favorecer o ganho de massa muscular em praticantes de atividades de alta resistência.

Além disso, a maltodextrina também é usada pela indústria para adoçar e espessar alimentos e bebidas, como fórmulas infantis, produtos dietéticos, sorvetes, manteiga, molhos e cerveja.

A maltodextrina é comercializada em lojas de suplementos alimentares e farmácias, na forma de gel ou em pó, podendo ser consumida sozinha ou junto com outros suplementos, como creatina e whey protein, antes, durante ou após os exercícios.

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Para que serve a maltodextrina

As principais indicações da maltodextrina são:

1. Melhorar o desempenho físico

A maltodextrina melhora o desempenho físico, pois fornece energia de forma rápida e de longa duração para o organismo.

Assim, a maltodextrina é uma boa opção para ser usada antes ou durante as atividades de longa duração, como futebol, triatlo, maratona, remo, ciclismo e corrida.

Além disso, em casos de mais de uma competição no mesmo dia, a maltodextrina também pode ser usada após as atividades por ajudar a repor rapidamente o glicogênio muscular, promovendo a recuperação muscular.

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2. Favorecer o ganho de massa muscular

Por ser um carboidrato, um nutriente que melhora a performance durante os treinos além de fornecer energia para que aconteça a formação de massa muscular, a maltodextrina é um suplemento que favorece o ganho de massa muscular.

Leia também: 10 suplementos para ganhar massa muscular (e como usar) tuasaude.com/suplementos-para-ganhar-massa-muscular

Além disso, as células musculares também armazenam a glicose na forma de glicogênio para ser usado como fonte de energia durante os exercícios e para ajudar na recuperação muscular após os treinos.

3. Ajudar na recuperação após cirurgias

A maltodextrina pode ser indicada pelo médico ou nutricionista para ajudar na recuperação após cirurgias, porque fornece energia, além de ajudar a diminuir as inflamações e o tempo de internação hospitalar.

Assim, a maltodextrina é usada em ambiente hospitalar, por via oral ou através de nutrição enteral por meio de uma sonda.

4. Tratar a desidratação

Em ambiente hospitalar, a maltodextrina pode ser usada em soluções orais, sendo indicada para ajudar no tratamento da desidratação, principalmente quando for causada por diarreias.

5. Aumentar as calorias da dieta

A maltodextrina pode ser indicada pelo médico ou nutricionista para pessoas que precisam aumentar de peso ou que possuem dificuldade para suprir as necessidades energéticas, como no caso de caquexia, desnutrição ou atletas que fazem treinos muito intensos.

Como tomar maltodextrina

A maltodextrina pode ser tomada antes, durante ou após os treinos, conforme os objetivos de cada pessoa. A quantidade de maltodextrina geralmente indicada é de 10 a 30 gramas, que deve ser diluída em 200 a 300 ml de água ou outra bebida. Após a ingestão, a maltodextrina começa a atuar no organismo em torno de 20 minutos.

No entanto, o uso da maltodextrina deve ser feito de preferência com a orientação de um médico ou nutricionista, para que a quantidade seja ajustada conforme o gasto energético individual.

A maltodextrina também pode ser consumida associada a outros carboidratos, como frutose e glicose ou com outros suplementos, como creatina e whey protein. Conheça mais sobre os suplementos indicados para aumentar massa muscular.

Na forma de soluções orais, nutrição enteral ou parenteral, a maltodextrina deve ser usada somente conforme a orientação do médico, ou nutricionista.

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Maltodextrina engorda?

Por ser um carboidrato de alto índice glicêmico, a maltodextrina pode engordar, principalmente se for consumida em uma dieta rica em calorias, associada com inatividade física.

Maltodextrina faz mal?

Até o momento não existem estudos que indiquem que maltodextrina faz mal para a saúde ou cause problemas nos rins, fígado ou coração.

Diferença entre dextrose e maltodextrina

A dextrose é um carboidrato simples que é rapidamente convertido em glicose e absorvido pelo organismo, sendo indicada para melhorar a recuperação de praticantes de exercícios intensos, como levantamento de peso e treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT).

Leia também: Dextrose: o que é, para que serve e como tomar tuasaude.com/dextrose

Já a maltodextrina é um carboidrato complexo formado por dextrose, maltose e frutose, que fornece energia para o organismo de forma gradativa. Por isso, a maltodextrina é muito usada por atletas de resistência, como jogadores de futebol, corredores ou ciclistas, pois atrasa o surgimento do cansaço durante os exercícios.

Possíveis efeitos colaterais

O consumo da maltodextrina normalmente não causa efeitos colaterais. No entanto, o uso não orientado e em excesso de maltodextrina pode favorecer o ganho de peso e o surgimento de resistência à insulina e diabetes.

Quem não deve tomar

Mulheres grávidas ou em período de amamentação, idosos, crianças, além de pessoas com diabetes, obesidade ou outros problemas de saúde, devem sempre consultar um médico, ou nutricionista, antes de usar a maltodextrina.



source https://www.tuasaude.com/maltodextrina/

Pontada nas costas: 10 principais causas (e o que fazer)

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