A Isosporabelli é um parasita que causa a isosporíase, também chamada de cistoisosporíase, uma doença infecciosa que tem como principais sintomas diarreia prolongada, cólicas abdominais e aumento dos gases que normalmente passam depois de algumas semanas.
A isosporíase é comum de acontecer em locais quentes em que as condições de higiene e saneamento básico são precárias, havendo o favorecimento do desenvolvimento desse parasita até a sua forma infectante.
É importante que o clínico geral ou infectologista seja consultado assim que surgirem sintomas sugestivos de infecção por Isosporabelli para que seja feita uma avaliação. Após confirmação do diagnóstico é iniciado o tratamento, que normalmente é feito com medicamentos antibióticos e/ ou antiparasitários.
Sintomas de Isosporíase
Os principais sintomas de infecção por Isosporabelli são:
Diarreia;
Cólicas;
Dor abdominal;
Febre;
Náuseas e vômitos;
Perda de peso;
Fraqueza.
De forma geral, a cistoisosporíase não provoca sintomas, melhorando espontaneamente. No entanto, quando há alterações no sistema imunológico.
Em pessoas que possuem qualquer alteração no sistema imunológico, a isosporíase pode favorecer a ocorrência de outras infecções crônicas, além de aumentar o risco de desidratação, já que a diarreia é aquosa e prolongada, sendo necessária hospitalização da pessoa.
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Como é feito o diagnóstico
O diagnóstico da infecção por Isosporabelli é feito por meio da identificação da presença de oocistos nas fezes, mas também pode ser indicado pelo médico a realização de endoscopia, em que pode ser observada alteração na mucosa do intestino e atrofia das vilosidades intestinais, sendo indicativo de infecção por Isospora belli.
Marque uma consulta com o médico mais próximo para investigar a possibilidade de cistoisosporíase:
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Como acontece a transmissão
A transmissão da Isospora belli acontece por meio do consumo de alimentos ou água contaminados com esse parasita, por isso é importante ter atenção aos hábitos de higiene tanto alimentar quanto pessoal.
Ciclo de vida da Isospora belli
O ciclo de vida da Isospora belli tem início a partir do consumo de alimentos ou água contaminadas por oocistos desse parasita. No intestino acontece a liberação da forma responsável pela doença, os esporocistos, que reproduzem-se de forma assexuada e sexuada e evoluem até oocisto, que é eliminado nas fezes.
Os oocistos liberados nas fezes necessitam de cerca de 24 horas para evoluírem e se tornarem infectantes, no entanto esse tempo também varia de acordo com as condições climáticas. Quando mais quente o ambiente, maior é a rapidez com que pode acontecer a infecção.
Tratamento para Isosporíase
O tratamento para a Isosporíase tem como objetivo promover a eliminação do agente causador da doença, sendo normalmente indicado pelo médico o uso de Sulfametoxazol-Trimetoprim.
O médico também pode recomendar o uso de outro remédio caso a pessoa apresente alergia a algum componente do medicamento ou caso o tratamento não esteja sendo eficaz, podendo ser indicado Metronidazol, Sulfadiazina-Pirimetamina ou Sulfadoxina-Pirimetamina.
Além disso, como é frequente que haja quadro de diarreia crônica, é recomendado que a pessoa beba bastante água e permaneça em repouso para evitar que haja desidratação.
Como prevenir
A prevenção da isosporíase consiste em evitar o consumo de água e alimentos que provavelmente estiveram em contato com fezes. Além disso, é importante adotar medidas que evitem a contaminação, como por exemplo lavagem correta das mãos e dos alimentos e melhora das condições sanitárias do ambiente. Confira algumas estratégias para evitar as doenças causadas por parasitas.
O hematoma subdural é uma condição caracterizada pelo acúmulo de sangue entre o crânio e a dura-máter, uma membrana que cobre o cérebro, podendo causar sintomas como dor de cabeça persistente, confusão mental, sonolência, fala arrastada e tonturas.
O hematoma subdural pode ser causado principalmente por traumatismo craniano, que pode acontecer durante quedas, acidentes de carro, moto ou bicicleta, ou ainda durante atividades esportivas, por exemplo.
Assim, na presença de sintomas indicativos de hematoma subdural, é recomendado consultar o clínico geral para que seja feita uma avaliação completa e indicado o tratamento mais adequado, incluindo o uso de medicamentos diuréticos, corticoides e anticonvulsivantes ou a cirurgia de descompressão.
Principais sintomas
Os principais sintomas do hematoma subdural são:
Dor de cabeça intensa e persistente;
Confusão mental;
Sonolência;
Fala arrastada;
Alterações na visão;
Paralisia em um lado do corpo;
Tonturas;
Convulsões.
Os sintomas do hematoma subdural variam conforme o tamanho do hematoma e podem surgir logo após uma lesão na cabeça, mas também podem se desenvolver depois de dias ou semanas.
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Sintomas de hematoma subdural em bebês
Os bebês com hematoma subdural podem apresentar sintomas como aumento do volume das fontanelas, conhecidas popularmente como moleira, convulsões, choro intenso, irritabilidade, vômito persistente, aumento do tamanho da cabeça e aumento do sono ou moleza.
Diferença entre hematoma epidural e subdural
O hematoma epidural é um sangramento entre a parte interna do crânio e a dura-máter, que é a cobertura externa do cérebro, podendo causar dor de cabeça intensa, confusão mental e convulsões.
O hematoma subdural pode provocar os mesmos sintomas do hematoma epidural, no entanto, o hematoma subdural é caracterizado pelo acúmulo de sangue entre a dura-máter e a superfície do cérebro.
Como confirmar o diagnóstico
O diagnóstico do hematoma subdural deve ser feito pelo clínico geral, ou neurologista, por meio da avaliação dos sintomas apresentados e do histórico de saúde da pessoa.
Para confirmar o diagnóstico, o médico também solicita exames como tomografia computadorizada, ressonância magnética e ainda o exame de sangue, para avaliar a coagulação sanguínea.
Além disso, o médico também poderá aplicar a Escala de Glasgow, um teste usado para avaliar o nível de consciência da pessoa e determinar a gravidade da lesão cerebral. Entenda melhor para que serve a Escala de Glasgow.
Principais tipos
Os tipos de hematoma subdural variam conforme o tempo de surgimento dos sintomas e incluem:
1. Hematoma subdural crônico
O hematoma subdural crônico é mais comum em pessoas idosas, onde o sangramento acontece lentamente e os sintomas podem levar semanas ou meses para surgir.
Por isso, nesse tipo de hematoma subdural, a pessoa pode não se lembrar de como aconteceu a lesão na cabeça e não perceber os sintomas.
2. Hematoma subdural agudo
O hematoma subdural agudo é o tipo mais grave dessa condição, onde os sintomas surgem dentro de alguns minutos ou horas após um trauma na cabeça.
Nesse tipo de hematoma subdural, a pressão no cérebro aumenta rapidamente e, se não for tratado rapidamente, pode causar a perda de consciência, paralisia e até a morte.
Hematoma subdural extenso
O hematoma subdural extenso é caracterizado por uma quantidade elevada de sangue acumulado entre o cérebro e o crânio, podendo causar sintomas graves, como dores de cabeça intensas, confusão e perda de consciência, por exemplo.
Possíveis causas
O hematoma subdural é geralmente causado por lesões na cabeça provocadas por quedas, acidentes de carro, moto ou bicicleta, ou atividades esportivas.
Além disso, algumas condições que também aumentam o risco de hematoma subdural são:
Uso de medicamentos anticoagulantes ou antiplaquetários;
Consumo excessivo de bebidas alcoólicas;
Epilepsia;
Hemofilia;
Aneurisma cerebral.
Já em bebês e crianças pequenas, o hematoma subdural pode surgir após abuso infantil, sendo observado durante a síndrome do bebê sacudido, uma lesão cerebral grave causada por sacudir o bebê com força para frente e para trás, causando sangramentos e diminuição de oxigênio no cérebro. Conheça melhor sobre a síndrome do bebê sacudido.
Como é feito o tratamento
O tratamento do hematoma subdural varia conforme a gravidade dessa condição e inclui:
Cirurgia, incluindo a perfuração do crânio para drenar o sangue e aliviar a pressão no cérebro, ou a remoção de coágulos através da craniotomia;
Medicamentos, como diuréticos, anticonvulsivantes e corticoides.
O tempo de recuperação após o hematoma subdural varia conforme a idade da pessoa e a gravidade da lesão, podendo acontecer num prazo de algumas semanas ou meses, ou até mesmo levar alguns anos.
Possíveis complicações
As possíveis complicações do hematoma subdural em adultos são hérnia cerebral, hemorragia, convulsões, coma e morte.
Além disso, essa condição também pode causar sequelas em algumas pessoas, como alterações no humor, problemas de concentração ou memória e problemas de fala.
Já em crianças, o hematoma subdural pode causar problemas neurológicos graves, como convulsões e atraso no desenvolvimento neurológico com paralisia cerebral.
Algumas causas de dor no ombro direito incluem tendinite, bursite, artrite, luxação e síndrome do ombro congelado, que podem surgir devido a inflamações, movimentos repetitivos ou impactos, por exemplo.
No entanto, quando a dor no ombro direito for acompanhada de sintomas como dor no peito, formigamento ou dormência no braço e sensação de falta de ar, pode ser um sinal de infarto ou angina. Nestes casos, deve-se procurar um atendimento médico imediatamente.
Na presença de dor no ombro direito, é recomendado consultar o clínico geral ou ortopedista para fazer uma avaliação completa e indicar o tratamento mais adequado, que pode incluir o uso de remédios anti-inflamatórios e analgésicos, fisioterapia ou cirurgia.
O que pode ser a dor no ombro direito
As principais causas de dor no ombro direito são:
1. Tendinite
A dor no ombro direito pode surgir devido à tendinite, que é uma inflamação no tendão, que pode também provocar outros sintomas como câimbras, fraqueza ou dificuldade em movimentar o braço, ou sensação de fisgadas no ombro. Conheça outros sintomas de tendinite.
A tendinite no ombro pode ser causada por lesões, em casos de atividades físicas intensas, movimentos repetitivos, como pessoas que trabalham no computador, carpinteiros, professores ou pintores.
O que fazer: para aliviar a dor e inflamação, pode-se aplicar uma compressa de gelo no ombro por 20 minutos seguidos, repetindo de 2 a 4 vezes por dia. Além disso, o médico também pode recomendar sessões de fisioterapia e uso de remédios anti-inflamatórios e analgésicos, como paracetamol e ibuprofeno.
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2. Bursite
A bursite no ombro é a inflamação da bolsa sinovial do ombro, ou bursa, um tecido localizado na articulação do ombro. Além da dor no ombro direito, a bursite também pode causar formigamento, dificuldade para levantar os braços e fazer atividades do dia a dia.
O que fazer: o tratamento pode ser feito com sessões de fisioterapia e medicamentos anti-inflamatórios, como diclofenaco e betametasona, que devem ser usados somente sob a indicação de um médico.
Além disso, pode-se também consumir alguns alimentos anti-inflamatórios e analgésicos, como chá verde, açafrão e chocolate amargo, que ajudam a reduzir a inflamação e a dor. Confira outros alimentos anti-inflamatórios.
3. Lesão do manguito rotador
A dor no ombro direito pode ser causada pela lesão do manguito rotador, uma condição que pode surgir devido ao desgaste, inflamação ou impacto na articulação, sendo mais comum em atletas e pessoas que trabalham carregando peso com os braços.
Outros sintomas que também podem surgir durante esse tipo de lesão são dor no braço e fraqueza no braço ou dificuldade nas atividades do dia a dia.
O que fazer: para diminuir a inflamação e aliviar as dores, o tratamento inclui o repouso e a aplicação diária de compressas de gelo no ombro. Além disso, o médico também pode recomendar algumas sessões de fisioterapia e o uso de medicamentos, como ibuprofeno, aspirina e paracetamol.
4. Síndrome do ombro congelado
A síndrome do ombro congelado, conhecida cientificamente como capsulite adesiva, é uma inflamação no tecido que cobre a articulação do ombro, podendo causar dor no ombro direito, que piora à noite, e sensação de que o ombro está preso. Entenda melhor como é a capsulite adesiva.
Essa síndrome também pode afetar a parte superior do braço, limitando os movimentos e dificultando as atividades do dia a dia.
O que fazer: o tratamento deve ser feito conforme indicação do ortopedista e inclui sessões de fisioterapia, o uso de anti-inflamatórios e analgésicos e, em alguns casos, cirurgia.
5. Angina
A angina é uma situação que surge devido à diminuição do fluxo de sangue pelas artérias que levam sangue com oxigênio ao coração (coronárias), podendo causar sintomas como sensação de peso, aperto ou dor no peito, que pode irradiar para o ombro direito, formigamento no braço, ombros ou punhos e suor frio, por exemplo. Conheça todos os sintomas de angina.
O que fazer: ir imediatamente para o hospital para iniciar o tratamento sob a orientação do cardiologista, podendo ser indicado o uso de remédios para melhorar o fluxo de sangue, regular a pressão arterial e diminuir a formação de coágulos, como metoprolol, morfina, AAS e captopril, por exemplo.
6. Infarto
O infarto acontece quando a falta de sangue no coração causa lesões no seu tecido, provocando sintomas como dor no peito que irradia para os braços, dor no ombro direito ou esquerdo, náuseas, suor frio, sensação de falta de ar e palidez, por exemplo. Confira outros sintomas de infarto.
O que fazer: deve-se ir imediatamente para o hospital para iniciar o tratamento com o uso de máscara de oxigênio ou ventilação mecânica, e a administração de medicamentos indicados pelo médico, como aspirina, anticoagulantes venosos, Inibidores da ECA e betabloqueadores, estatinas e nitratos, para regular a passagem de sangue para o coração.
7. Artrite reumatoide
A dor no ombro direito pode surgir devido à artrite reumatoide, que é uma doença autoimune que causa inflamação nas articulações, levando também outros sintomas, como inchaço, calor, vermelhidão e dificuldade para movimentar os braços e os ombros.
O que fazer: é recomendado tratar a artrite reumatoide com a orientação do reumatologista, podendo incluir a fisioterapia e o uso de remédios anti-inflamatórios, corticoides e imunossupressores.
Além disso, pode-se complementar o tratamento com o uso de plantas medicinais anti-inflamatórias e analgésicas, como chá de gengibre, de cúrcuma e chá verde, por exemplo. Veja todos os tratamentos para artrite reumatoide.
8. Luxação
A luxação é uma lesão que pode ser causada por situações como quedas, fraqueza muscular, pancadas ou pegar pesos de forma inadequada, resultando em sintomas como dor intensa no ombro direito, deformação na articulação, inchaço ou dificuldade para movimentar o ombro.
O que fazer: o tratamento é feito com orientação do ortopedista e pode incluir a manipulação, que é feita através da realização de manobras para colocar os ossos da articulação afetada de volta à posição normal; a imobilização; e a realização de fisioterapia. Entenda como é o tratamento para a luxação.
9. Hérnia cervical
A dor no ombro direito pode ser causada por hérnia cervical, uma condição que acontece quando há uma compressão do disco intervertebral localizado na região do pescoço, provocando alguns sintomas como dor no pescoço que irradia para o ombro, braço, ou mãos, sensação de formigamento e dormência, por exemplo.
O que fazer: é recomendado fazer o tratamento conforme a orientação do ortopedista, que pode incluir a aplicação diária de compressas de água quente, o uso de remédios analgésicos e anti-inflamatórios, e a realização de fisioterapia e alongamentos para ajudar a combater a dor.
10. Síndrome do desfiladeiro torácico
A dor do ombro direito pode surgir devido à síndrome do desfiladeiro torácico, que é uma compressão dos nervos e/ou vasos sanguíneos que estão localizados entre a clavícula e a primeira costela.
Além da dor no ombro direito, essa síndrome também pode causar dor no braço, pescoço ou mão, sensação de formigamento ou dificuldade para movimentar os braços e inchaço nos braços, mãos ou dedos.
O que fazer: é aconselhado fazer o tratamento sob a orientação do ortopedista, que pode indicar a realização de fisioterapia e o uso de remédios para aliviar a dor, diminuir a inflamação e dissolver os coágulos de sangue, como varfarina, paracetamol e ibuprofeno, por exemplo.
11. Artrose
A artrose, ou osteoartrose, no ombro é uma doença que provoca a degeneração da cartilagem do ombro, causando a dor no ombro direito que irradia para o pescoço e que pode piorar ao movimentar os braços.
O que fazer: os principais tratamentos indicados pelo reumatologista ou ortopedista incluem o uso de medicamentos como anti-inflamatórios e analgésicos, a fisioterapia e a infiltração, que é feita com injeções de corticoide nas articulações para melhorar a dor.
12. Câncer de pulmão
O câncer de pulmão, principalmente quando atinge a parte superior do pulmão, pode causar inchaço e dor no ombro direito e no braço, fraqueza na mão e aumento da temperatura do rosto.
Essa condição é conhecida como síndrome de Pancoast que ocorre pela compressão de estruturas vasculares e neurais e estruturas adjacentes por um tumor, que pode ser um câncer, principalmente um carcinoma broncogênico.
O quefazer: o tratamento do câncer de pulmão varia conforme o tipo e o tamanho do tumor, e o estado geral de saúde da pessoa. Assim, o oncologista poderá indicar cirurgia, quimioterapia, imunoterapia ou radioterapia, por exemplo.
Quando ir ao médico
É recomendado consultar o clínico geral ou ortopedista, quando a dor no ombro direito não melhora após 2 semanas, ou ainda quando é acompanhada de sintomas como febre, dificuldade para mexer o ombro ou braço, calor, inchaço ou vermelhidão no ombro.
Além disso, quando a dor no ombro direito for acompanhada de sintomas como dor no peito, formigamento ou dormência no braço e sensação de falta de ar, deve-se procurar um atendimento médico imediatamente.
O cochilo é um pequeno período de sono durante o dia que ajuda o corpo e a mente a se recuperar, sendo útil para reduzir o cansaço, melhorar a atenção, o humor e o desempenho físico e mental.
Para que seja mais eficaz, o cochilo deve ser curto, geralmente entre 10 e 30 minutos, e feito no início da tarde, evitando atrapalhar o sono da noite.
No entanto, quando surge a necessidade de cochilos longos e frequentes, isso pode prejudicar a qualidade do sono à noite ou indicar algum problema de saúde, como insônia, fadiga crônica ou apneia do sono.
Benefícios do cochilo
Alguns benefícios do cochilo, quando feito de forma adequada, podem incluir:
Melhora da atenção e da concentração ao longo do dia;
Redução da sensação de cansaço;
Melhor desempenho cognitivo;
Melhora do humor;
Auxílio na recuperação física em situações de maior desgaste.
Além disso, o cochilo pode estar associado a menor risco de déficit cognitivo em adultos mais velhos, sugerindo um possível efeito protetor sobre algumas funções mentais ao longo do envelhecimento. Entenda o que é déficit cognitivo.
Entretanto, esses benefícios costumam estar mais ligados a cochilos curtos. Já cochilos muito longos e muito frequentes podem não trazer os mesmos efeitos e, em alguns casos, podem estar relacionados a problemas de saúde.
Cochilo depois do almoço
O cochilo depois do almoço, conhecido como “sesta”, é uma prática comum em muitas culturas ao redor do mundo e ajuda a dar uma pausa para o corpo e a mente no meio do dia.
Esse período de sono curto, entre os horários de 13h e 15h, é ideal para não atrapalhar o sono da noite e ainda trazer benefícios para o humor, a atenção e a recuperação mental e física.
Tempo ideal de um cochilo
O tempo ideal de um cochilo costuma ser curto, entre 10 e 30 minutos, especialmente porque nesse período o sono permanece nos estágios mais leves, o que ajuda a acordar mais disposto e sem a sensação de confusão.
Já cochilos mais longos podem fazer com que o sono entre na fase profunda, o que aumenta a chance de acordar com sonolência, confusão ou sensação de cansaço.
Dor de cabeça após o cochilo
Algumas pessoas podem sentir dor de cabeça após o cochilo, especialmente se ele for longo ou em horários inadequados.
Esse desconforto costuma ocorrer por entrar em estágios mais profundos do sono ou por alterar o ritmo do sono noturno, e geralmente desaparece pouco tempo depois de acordar.
Cuidados com o cochilo
É importante tomar alguns cuidados para que o cochilo não prejudique o sono da noite, como evitar cochilar no final da tarde ou à noite, especialmente após as 15h, e procurar manter sempre a mesma duração e horário.
A necessidade de cochilos longos e frequentes também pode indicar algum distúrbio, como insônia, fadiga crônica ou apneia do sono, já que o corpo está tentando compensar a falta de descanso adequado durante a noite. Conheça os sintomas da apneia do sono.
Além disso, cochilos prolongados podem estar associados a um maior risco de problemas de saúde, como doenças cardiovasculares, diabetes e obesidade, mostrando que dormir demais durante o dia pode refletir ou contribuir para alterações na saúde geral.
Portanto, os cochilos não devem substituir uma noite completa de sono, mas sim ser vistos como um complemento para ajudar a recuperar energia e manter o corpo e a mente mais alertas.
Como ter um sono de qualidade
Para um sono de qualidade, os cochilos devem ser curtos e feitos no período adequado do dia, assim como:
Manter horários regulares para dormir e acordar, inclusive nos fins de semana;
Criar um ambiente tranquilo e confortável, com pouca luz e barulho;
Evitar cafeína, álcool e refeições pesadas perto da hora de dormir;
Praticar atividade física regularmente, mas sem exercícios intensos pouco antes de se deitar;
Tomar um chá calmante antes de ir dormir, pode ajudar a induzir o sono. Veja alguns chás calmantes.
Seguindo essas práticas, as noites tendem a ser mais reparadoras, permitindo acordar descansado e com mais energia e atenção ao longo do dia. Saiba como programar uma noite reparadora.
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Exames com contraste são exames de imagem realizados usando meios de contraste pois permitem realçar, evidenciar e deixar mais nítido a parte do corpo que está sendo analisada, obtendo uma melhor definição das imagens de órgãos, ossos ou vasos sanguíneos.
Existem diferentes tipos de meios de contraste, como o sulfato de bário, contraste iodado ou gadolínio, que são escolhidos de acordo com o exame que será realizado, podendo ser utilizados por via oral, injetados na veia ou na cavidade desejada.
No entanto, o uso de contraste em exames também tem riscos, podendo causar efeitos colaterais como reações alérgicas, queda da pressão arterial ou afetar o funcionamento dos rins. Por isso, os contrastes devem ser utilizados somente com indicação médica.
Para que servem
Os exames contrastados servem para tornar visível uma doença ou aumentar a clareza de anormalidades que não poderiam ser visualizadas sem o meio de contraste.
Quando são indicados
Os exames de contraste são indicados para diagnosticar ou avaliar lesões, alterações ou tumores em diversas partes do corpo, como:
Sistema nervoso central, como cérebro e medula espinhal;
Coluna vertebral, ossos, ligamentos ou articulações;
Sistema gastrointestinal, como faringe, esôfago, estômago, intestino delgado, intestino grosso ou reto;
Órgãos, como mamas, coração, pulmões, fígado, glândulas suprarrenais, pâncreas, vesícula biliar ou baço;
Sistema urinário, como rins, ureteres ou bexiga;
Sistema reprodutor, como útero, ovários e tubas uterinas;
Veias e artérias do artérias do coração, cérebro, pescoço, tórax, abdômen, pélvis ou pernas.
Além disso, os exames de contraste podem ser indicados para avaliar a perfusão sanguínea de órgãos ou avaliar a resposta ao tratamento do câncer.
Tipos de contrastes radiológicos
Os principais tipos de contrastes radiológicos são:
Contraste
Via de administração
Contraste iodado iônico
Via endovenosa (na veia), intra-arterial, intra-articular, via linfática
Contraste iodado não-iônico
Via endovenosa (na veia), intra-arterial e intratecal
Sulfato de bário
Via oral ou retal
Gadolínio
Via endovenosa (na veia)
Tecnécio-99m
Via endovenosa (na veia)
O tipo de contraste a ser utilizado varia com a condição e órgão a ser avaliados, sendo indicado pelo radiologista.
Quanto tempo dura o efeito do contraste?
O tempo que dura o efeito do contraste no organismo geralmente é de cerca de 2 horas, no entanto, é possível que os efeitos colaterais aconteçam até 48 horas após o uso do contraste.
Os meios de contraste são eliminados principalmente pelos rins através da urina e, por isso, após a realização do exame é recomendado beber bastante água para ajudar na eliminação do contraste.
Como se preparar para o exame
Para se preparar para o exame de contraste, devem ser tomados alguns cuidados, como:
Fazer jejum pelo tempo orientado pelo médico;
Informar ao médico se apresenta alergia ao iodo, sulfato de bário ou gadolínio;
Informar se tem alergia a látex, remédios, como penicilinas, ou alimentos, como mariscos ou frutos do mar;
Informar se está grávida ou suspeita de gravidez, no caso de mulheres;
Levar uma lista com todos os medicamentos, vitaminas e suplementos nutricionais que toma com frequência;
Informar se tem problemas de saúde, como doença renal, cardíaca, hepática ou asma brônquica;
Tomar os remédios de uso habitual normalmente, com pouca água, conforme orientação médica e evitar automedicação;
Não utilizar brincos, relógio, ou qualquer outra bijuteria no dia do exame.
Além disso, é importante informar ao médico se tem próteses, marcapasso, aparelho auditivo, desfibrilador implantável, cateter venoso, placas, parafusos ou hastes metálicas, por exemplo.
É importante levar todos os exames realizados anteriormente, como exames de sangue, raio X, tomografia computadorizada ou ressonância magnética cardíaca, por exemplo.
Principais exames com contraste
Alguns dos principais exames utilizados com contraste são:
1. Tomografia computadorizada
A tomografia computadorizada geralmente é feita com contraste iodado, podendo ser indicada para avaliar órgãos do corpo, como cérebro, pulmões e fígado, identificar tumores e alterações nos vasos sanguíneos, por exemplo. Saiba como é feita e para que serve a tomografia computadorizada.
2. Ressonância magnética
A ressonância magnética é um exame que costuma utilizar o gadolínio como contraste, sendo indicado para detectar lesões cerebrais ou na coluna vertebral, assim como em partes moles do corpo, como ligamentos, articulações e vasos sanguíneos.
Na angiografia, o contraste iodado é o mais utilizado neste exame, que permite visualizar melhor o interior dos vasos sanguíneos e identificar doenças como aneurisma ou aterosclerose, por exemplo. Entenda como é feita e para que serve a angiografia.
4. Urografia
A urografia é um dos exames que permite visualizar a anatomia do aparelho urinário e avaliar o funcionamento dos rins.
5. Cintilografia
A cintilografia é um exame normalmente indicado para avaliar órgãos como coração, ossos, pulmões, tireoide ou cérebro, podendo utilizar como contraste substâncias como tecnécio e gálio.
6. Estudo radiológico do trato gastrointestinal
Existem diversos exames para avaliar o trato digestório, como o enema opaco ou estudo de trânsito intestinal, que costumam utilizar o sulfato de bário como contraste.
7. Colangiografia
A colangiografia é um tipo de tomografia feita para avaliar as vias biliares, sendo comum a utilização do contraste iodado.
Além destes exames, existem outros, como a mamografia, para avaliar alterações da circulação na mama, e a histerossalpingografia, para avaliar o sistema reprodutor feminino, que também podem ser indicados pelo médico.
Cuidados após o exame de contraste
Após o exame de contraste, deve-se beber água ou outros líquidos, exceto bebidas alcoólicas, e urinar com frequência para eliminar o resto do contraste.
Principais riscos
Alguns dos principais efeitos colaterais do uso de contraste em exames incluem:
1. Reações alérgicas
O uso de contraste em exames pode provocar reações alérgicas que podem demorar até 10 dias para surgir e causar sintomas como vermelhidão na pele e coceira no corpo.
Nos casos mais graves, essas reações podem se desenvolver em minutos após a injeção do contraste e provocar inchaço em partes do corpo, falta de ar e pressão baixa, por exemplo, podendo indicar anafilaxia, uma reação alérgica grave. Confira mais sintomas de anafilaxia.
Uma forma de tentar evitar este tipo de reação é perguntar à pessoa se tem algum tipo de alergia. Além disso, também é comum o médico indicar remédios antialérgicos, como anti-histamínicos ou corticoides, antes de alguns exames com maior risco.
2. Efeitos tóxicos da substância
Dependendo da substância utilizada, o contraste pode causar efeitos tóxicos em diferentes partes do corpo, como:
Pele: dor no local da aplicação, vermelhidão, inchaço ou formação de caroços;
Estômago e intestino: náuseas ou vômitos;
Rins: redução da formação de urina ou insuficiência renal;
Cérebro: dor de cabeça, tontura, confusão mental ou convulsão;
Pulmões: falta de ar ou broncoespasmo;
Coração: aumento da pressão arterial, arritmias e parada cardíaca.
Geralmente, estes efeitos estão relacionados à dose ou concentração do contraste utilizado, podendo variar também de acordo com a velocidade de infusão e forma de uso da substância, se por via oral ou venosa, por exemplo.
3. Reações do sistema nervoso
Estas reações, também conhecidas como reações vasomotoras ou vaso vagais, não são diretamente provocadas pelo contraste e, normalmente, acontecem em caso de ansiedade ou dor durante a sua administração, o que provoca certos estímulos no sistema nervoso e vasos.
Estas reações podem provocar sintomas como queda da pressão arterial, diminuição dos batimentos cardíacos, desmaios, confusão mental, palidez ou suor frio, por exemplo.
Os principais sintomas de epilepsia são convulsões, rigidez muscular, salivação excessiva, morder a língua e ranger os dentes ou dificuldade para respirar, que caracterizam a crise convulsiva.
No entanto, a crise de epilepsia, ou crise convulsiva, pode ter diferentes sintomas de acordo com sua fase, podendo surgir confusão mental ou irritabilidade, na fase prodrômica que surge dias ou horas antes da crise, ou tontura, sensação de gosto amargo na boca, náuseas ou dor de estômago, que surge na fase de aura epiléptica, logo antes da crise.
A epilepsia acontece devido a alterações na condução de impulsos nervosos no cérebro, ocorrendo uma atividade elétrica excessiva, podendo causar diferentes sintomas de acordo com o tipo de epilepsia. Conheça mais sobre a epilepsia.
Sintomas de epilepsia
Os principais sintomas de crise de epilepsia generalizada são:
Convulsões, que são contrações violentas e involuntárias dos músculos;
Rigidez muscular, principalmente dos braços, pernas e tórax;
Salivação excessiva;
Incontinência urinária e/ou fecal;
Confusão mental;
Fala imperceptível;
Morder a língua e ranger os dentes;
Dificuldade para respirar;
Agressividade;
Perda da consciência, de forma que a pessoa pode não lembrar do episódio.
Os sintomas de epilepsia, também conhecido como fase ictal, muitas vezes ocorrem sem aviso e, podem ocorrer de dia ou durante o sono, podendo afetar pessoas de todas as idades, desde bebês até idosos.
Quando a crise de epilepsia dura mais de 5 minutos deve-se pedir ajuda médica, ligando para o 192, ou levar a vítima imediatamente para o hospital. Veja o que fazer na crise de epilepsia.
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O que a pessoa sente antes de ter uma crise de epilepsia?
Geralmente, antes da pessoa ter uma crise de epilepsia ou crise convulsiva, a pessoa pode apresentar alguns sinais, como confusão mental, ansiedade, irritabilidade, raiva ou medo, dor de cabeça ou tremores, por exemplo.
Esses sintomas, chamada fase prodrômica, podem surgir várias horas ou até dias antes da crise convulsiva.
Já para algumas pessoas, logo antes da crise epiléptica podem surgir sintomas de aura epiléptica.
Déja vu, que é a sensação de já ter visto uma pessoa, lugar ou uma cena, sem que isso tenha acontecido;
Dor de cabeça, no braço ou perna;
Visão trêmula, embaçada ou perda da visão;
Dormência, formigamento ou tremores leves nos braços ou pernas.
Além disso, podem surgir sensação de estar fora do corpo, zumbido no ouvido, sensação de cheiros estranhos ou sentimentos de medo, raiva, tristeza ou alegria.
Esses sintomas de aura epiléptica, também chamada de fase ictal inicial, podem não surgir em todas as pessoas, e quando surgem variam de uma pessoa para a outra de acordo com o tipo e gravidade da epilepsia, e da região do cérebro afetada.
Os sintomas da aura epiléptica podem surgir logo antes da crise de epilepsia, que também é conhecida como fase ictal.
Sintomas pós-crise epiléptica
Os principais sintomas após uma crise epiléptica são:
Dor no corpo ou mal estar geral;
Fraqueza nos braços ou nas pernas;
Sonolência;
Dor de cabeça, enxaqueca ou confusão mental;
Náuseas ou vômitos;
Medo, constrangimento ou tristeza;
Sede.
Esses sintomas ocorrem na fase de recuperação após a crise convulsiva, também conhecida como fase pós-ictal, e variam de uma pessoa para outra de acordo como o tipo de epilepsia e a gravidade da crise epiléptica.
Algumas pessoas podem se recuperar em alguns minutos após a crise, já outras podem levar horas ou dias para se recuperar.
Sintomas de epilepsia infantil
Os sintomas de epilepsia infantil são os mesmo da epilepsia em adultos ou adolescentes, como convulsões, rigidez muscular ou perda ou perda da consciência.
Além disso, em crianças entre os 3 e 13 anos, é muito comum surgir sintomas de crise de ausência, como permanecer com um olhar vazio, mexer descontroladamente os músculos do rosto ou ausência de reação a estímulos. Saiba identificar todos os sintomas da crise de ausência.
Esses sintomas variam de acordo com a parte do cérebro afetada e o tipo de epilepsia.
Teste online de sintomas
Para saber as chances de ter epilepsia, por favor, selecione os sintomas que apresenta:
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Este teste é uma ferramenta que serve apenas como meio de orientação e, portanto, não tem a finalidade de dar um diagnóstico e nem substituir a consulta com um neurologista ou clínico geral.
O que fazer
Em caso de crise epilética, é recomendado colocar a pessoa que está em crise de lado, com um apoio em baixo da cabeça, desapertar roupas apertadas e não segurar braços e pernas.
Além disso, é indicado não colocar a mão na boca da pessoa e nem dar líquidos ou alimentos durante a crise, sendo recomendado contar o tempo da crise e chamar ajuda médica.
É importante que o neurologista seja consultado para que seja feito o diagnóstico e iniciado o tratamento mais adequado, que normalmente envolve o uso de medicamentos anticonvulsivantes, como carbamazepina, fenitoína ou ácido valproico, por exemplo. Confira mais detalhes do tratamento para epilepsia.
Durante o tratamento, as pessoas com crises de epilepsia devem evitar situações que causem convulsões, tais como ficar muito tempo sem dormir, beber álcool em excesso ou estar em ambientes com muitos estímulos visuais, como é o caso das discotecas.
A clorexidina é um remédio com ação antimicrobiana, que evita a proliferação de bactérias na pele e nas mucosas, sendo utilizado como antisséptico na desinfecção das mãos e da pele para cirurgias ou na prevenção de infecções de feridas.
Esse remédio está disponível em solução degermante, solução tópica, spray e enxaguante bucal. Cada forma tem modo de aplicação específico, podendo ser aplicado na pele, boca ou em feridas.
A clorexidina deve ser usada somente com orientação do médico ou dentista, pois a forma de aplicação depende da condição a ser tratada e da via de uso, garantindo segurança e evitando efeitos colaterais como irritação, vermelhidão ou coceira.
Para que serve
A clorexidina pode ser utilizada para:
Desinfectar a pele antes de cirurgias e procedimentos invasivos;
Limpar e desinfetar as mãos em ambiente clínico;
Prevenir infeções em cateteres e outros dispositivos médicos;
Limpar e proteger feridas superficiais;
Tratar e controlar doença periodontal, como gengivite e periodontite;
Reduzir bactérias na boca antes e depois de procedimentos dentários;
Ajudar na higiene oral de pessoas hospitalizadas, especialmente em UTI.
A clorexidina é um antisséptico usado para eliminar bactérias, alguns fungos e outros microorganismos presentes na pele e na boca.
Como usar
A clorexidina deve ser usada conforme orientação do médico, podendo incluir:
1. Clorexidina degermante
A clorexidina degermante pode ser encontrada em:
Solução alcoólica: aplicada diretamente na pele, mãos e antebraços, esfregando até secar naturalmente. O processo geralmente leva de 20 a 30 segundos e não necessita enxágue;
Solução aquosa ou sabonete líquido: com concentrações de 0,5 a 4% de digluconato de clorexidina, deve ser aplicada sobre a pele, mãos e antebraços, massageando por 2 a 3 minutos, seguida de enxágue com água.
A clorexidina degermante já vem pronta para uso e é usada para limpar e desinfetar as mãos de profissionais de saúde e para preparar a pele antes de cirurgias.
2. Clorexidina spray
Clorexidina spray é indicada para limpeza e desinfecção de pequenas feridas na pele. Para aplicar, deve-se posicionar o frasco a cerca de 5 a 10 cm da ferida e pressionar a válvula de 2 a 3 vezes, conforme o tamanho do ferimento.
A clorexidina spray contém 10 mg de digluconato de clorexidina para cada mL da solução, ou seja, 1% de clorexidina e já vem pronta para uso, sem necessidade de diluição.
A aplicação deve ser feita conforme orientação do profissional de saúde, evitando contato com olhos, mucosas e feridas profundas.
3. Clorexidina enxaguante bucal
A clorexidina enxaguante bucal deve ser usada em bochechos de 15 mL da solução durante 30 segundos, duas vezes ao dia, após escovar os dentes e usar fio dental, cuspindo a solução em seguida.
É importante não enxaguar a boca com água após o uso da clorexidina enxaguante bucal para não diminuir a sua eficácia.
Clorexidina enxaguante bucal é usada na odontologia para reduzir bactérias na boca, controlar gengivite e placa bacteriana e melhorar o mau hálito. Confira outras formas de tratamento da inflamação na gengiva.
O enxaguante contém digluconato de clorexidina em concentração de 0,12 a 0,2%, e deve ser usado por períodos curtos, conforme orientação do dentista, geralmente de 2 a 4 semanas.
O uso prolongado sem acompanhamento pode causar manchas nos dentes, alteração do paladar ou irritação da mucosa.
4. Clorexidina solução
A clorexidina solução deve ser aplicada sobre a ferida com gaze, cotonete ou aplicador limpo, descartando após o uso, e pode ser repetida 2 a 4 vezes ao dia conforme orientação médica. Veja como fazer curativo de feridas.
Clorexidina solução é usada para limpar e desinfetar feridas superficiais na pele, devendo ser evitada em mucosas, olhos e feridas profundas, e não deve ser diluída em água ou qualquer outro líquido.
Esse produto pode ser encontrado com 10 mg de digluconato de clorexidina para cada mL da solução.
Possíveis efeitos colaterais
Embora seja bem tolerada, a clorexidina pode causar efeitos colaterais como:
Irritação ou vermelhidão da pele;
Ressecamento ou descamação na pele;
Sensação de queimação intensa ou coceira;
Inchaço no local da aplicação.
Além disso, o enxaguante bucal de clorexidina, pode causar irritação na boca, manchas na superfície dos dentes, gosto metálico na boca, sensação de queimação, perda de paladar e descamação da mucosa.
Embora seja raro, a clorexidina também pode causar reação alérgica grave, como dificuldade para respirar, inchaço na boca, língua ou rosto ou sensação de garganta fechada, devendo procurar atendimento médico imediatamente. Saiba identificar os sintomas de reação alérgica grave.
Quem não deve usar
A clorexidina não deve ser usada por mulheres grávidas ou em amamentação, ou por pessoas que tenham alergia à clorexidina ou qualquer outro componente das fórmulas.
Além disso, a clorexidina não deve ser usada nos olhos ou ouvidos, devendo-se ter cuidado ao utilizar próximo dessas regiões. Em caso de contato acidental com os olhos ou ouvidos, deve-se lavar abundantemente com água.