quarta-feira, 29 de julho de 2026

Como fazer uma dieta para emagrecer rápido (com cardápio)

Para fazer uma dieta para emagrecer rápido e de forma saudável, é importante manter uma alimentação equilibrada, ingerindo menos calorias e priorizando o consumo de proteínas magras, gorduras saudáveis, frutas e vegetais frescos, e cereais integrais.

Já alimentos, como queijos gordos, sorvetes, e alimentos industrializados, como refrigerantes, temperos prontos ou macarrão instantâneo, devem ser evitados, pois têm muitas calorias, açúcar e aditivos químicos que podem atrapalhar a perda de peso.

Assista ao vídeo a seguir e conheça outras dicas para emagrecer rápido:

3 DICAS para EMAGRECER fácil, rápido e de vez

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O que comer

Antes de escolher o que comer durante a dieta, é importante saber a quantidade de calorias que se pode ingerir no dia. Para isso, basta usar a nossa calculadora e descobrir quantas calorias precisa ingerir para emagrecer.

Os alimentos que podem ser incluídos na dieta para emagrecer rápido são:

1. Proteínas magras

As proteínas magras, como frango, peixes, tofu, e queijos brancos, como ricota, cottage e queijo minas, contêm menor teor de gordura, o que ajuda a diminuir a quantidade de calorias da dieta. Além disso, por serem digeridas de forma mais lenta, as proteínas ajudam a controlar a fome e diminuir o impulso de comer, facilitando o emagrecimento. Veja uma lista com mais alimentos fontes de proteínas magras.

Como consumir: é importante comer proteínas magras em todas as refeições do dia. A ingestão diária recomendada das proteínas deve ser em torno de 30% do valor calórico total da dieta.

2. Gorduras saudáveis

Os alimentos ricos em gorduras saudáveis, como o azeite extra virgem, as oleaginosas, como nozes, amendoim, e as sementes de abóbora, de girassol e chia ajudam a acelerar o metabolismo, além de promover a saciedade, contribuindo para o emagrecimento. Conheça outros alimentos ricos em gorduras saudáveis para ajudar no emagrecimento.

Como consumir: as gorduras saudáveis devem ser incluídas todos os dias na dieta para emagrecimento, idealmente divididas em pequenas porções ao longo do dia. Apesar de serem saudáveis, estes alimentos são muito calóricos e, por isso, a ingestão diária não deve ultrapassar os 20% do valor calórico total da dieta.

3. Frutas e vegetais frescos

Algumas frutas frescas como morango, mamão, kiwi, pera e melão, têm poucas calorias e são ricas em água e fibra, que ajudam a controlar a fome, contribuindo para o emagrecimento. Saiba quais são as outras frutas que podem ajudar a emagrecer.

Já os vegetais frescos, como vagem, tomate, alface e couve-flor, também promovem o emagrecimento, pois são ricos em vitaminas, água e fibras que ajudam a evitar a prisão de ventre, além de controlar o apetite.

Como consumir: é importante comer frutas frescas e inteiras ao menos 3 vezes por dia e vegetais frescos, crus, ou em preparações assadas, grelhadas ou ensopadas no almoço e no jantar. Por também serem boas fontes de carboidratos, as frutas e vegetais frescos devem ser consumidos todos os dias em até 40% do valor calórico total da dieta.

4. Cereais integrais

Os cereais, como o arroz integral, o pão integral e o macarrão integral, são alimentos ricos em fibras, importantes para a eliminar e diminuir a absorção de gordura no organismo. Além disso, esses cereais ainda ajudam a controlar a fome, favorecendo o emagrecimento rápido. Saiba quais são e como consumir os cereais integrais.

Como consumir: para ajudar na saciedade e no emagrecimento, é importante consumir os cereais integrais diariamente, como arroz integral, no almoço e pão integral, no lanche da tarde. Por serem fonte de carboidratos, devem ser consumidos com moderação, em uma quantidade máxima de 40% do valor calórico da dieta por dia, juntamente com as frutas e os vegetais.

5. Alimentos termogênicos

Os alimentos termogênicos, como canela, pimenta, chá verde, hibisco e maca peruana, contêm substâncias como cafeína, capsaicina ou gingerol, que ajudam a acelerar o metabolismo, contribuindo para o emagrecimento. Descubra outros tipos de alimentos termogênicos e como usar na dieta.

Como consumir: para ajudar no emagrecimento rápido, os alimentos termogênicos podem ser consumidos ao longo do dia, podendo acompanhar iogurtes, frutas, ensopados ou sopas, por exemplo.

Cardápio de 3 dias para emagrecer rápido

A tabela a seguir traz um exemplo de cardápio de 3 dias para emagrecer rápido:

Refeição

Dia 1

Dia 2

Dia 3

Café da manhã

1 xícara de chá de hibisco + 1 fatia de pão integral com 1 col de sopa de creme de ricota

1 iogurte desnatado natural com 1 col sopa de sementes de girassol + 1 kiwi

1 fatia pequena de mamão com 1 colher de sobremesa de aveia em flocos + 1 omelete com 1 ovo

Lanche da manhã

4 avelãs + 1 maçã com canela

1 xícara de chá verde + 1 fatia média de melancia

6 castanhas-de-caju + 1 fatia pequena de melão

Almoço / Jantar

1 filé pequeno de peito de frango grelhado + 2 col de sopa de arroz integral + 3 colheres de sopa de salada de repolho cozido, tomate e beterraba ralada + 1 laranja pequena

1 posta de peixe assado + 3 col de sopa de batata e brócolis assados + 2 col de sopa de couve refogada + 1 fatia pequena de melancia

1 hambúrguer de tofu grelhado + 1 berinjela média assada com molho de tomate + 2 col sopa de salada de cenoura, chuchu e abobrinha cozidos + 5 morangos médios

Lanche da tarde

1 iogurte desnatado natural + 2 castanhas-do-pará

3 nozes + 1 pera

200 ml de suco detox com couve, laranja e linhaça

Este cardápio é apenas um modelo que pode variar de acordo com as preferências pessoais, o estado de saúde e o gasto calórico total individual. Por serem muito restritas, as dietas para emagrecer rápido devem ser feitas por pouco tempo e, de preferência, com a orientação de um nutricionista.

Se deseja fazer uma dieta para emagrecer, marque uma consulta com o nutricionista na região mais próxima de você:

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O que evitar

Durante uma dieta para emagrecer rápido, é importante evitar os seguintes alimentos:

  • Cereais refinados: arroz branco, macarrão branco e pão branco;
  • Açúcar: açúcar de todos os tipos, sorvetes, chocolates, biscoitos, sucos de caixinha e em pó;
  • Carnes processadas: salsicha, linguiça, mortadela, bacon, salame, presunto e peito de peru;
  • Laticínios ricos em gordura: leite integral, manteiga, margarina, creme de leite e queijos amarelos, como gouda, prato e cheddar;
  • Alimentos ricos em sal: tempero em cubos, molho inglês, molho shoyu, macarrão instantâneo e comida pronta congelada.

Além disso, durante a dieta para emagrecimento rápido é recomendado evitar consumir bebidas alcoólicas, refrigerantes, frituras em geral, pizza, salgadinhos de pacote e lasanha, pois favorecem o aumento do acúmulo de gordura corporal, gerando o ganho de peso.

Confira, no vídeo a seguir, mais informações sobre os alimentos que podem atrapalhar o emagrecimento:

5 ERROS que NÃO te deixam EMAGRECER

12:40 | 91.091 visualizações

Como complementar a dieta

Para ajudar no emagrecimento rápido, é importante adotar outras mudanças na rotina diária, além da dieta. Estas incluem:

  1. Beber chás termogênicos diariamente, como o chá verde e o chá de hibisco, ajuda a eliminar o excesso de líquido do organismo, diminuindo o inchaço do corpo. Além disso, ajuda a acelerar o metabolismo, promovendo o emagrecimento rápido;
  2. Beber água, nos intervalos entre as refeições e ao longo do dia, pois essa bebida ajuda a controlar o apetite, pois o organismo pode confundir sede com fome;
  3. Praticar exercícios físicos regularmente, como musculação, dança ou corrida, pois aceleram o metabolismo, fazendo com que se gaste mais calorias e ajudando no emagrecimento rápido. Veja quais exercícios físicos ajudam a emagrecer.

Além disso, ter boas noites de sono, com duração de 7 a 9 horas por noite, ajuda no controle dos hormônios responsáveis pela fome e saciedade, contribuindo diretamente para o emagrecimento. Confira outras dicas para emagrecer mais rápido.



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Poviztra: para que serve, como usar (e efeitos colaterais)

Poviztra é um medicamento indicado para a perda e manutenção de peso, tratamento do acúmulo de gordura associado à inflamação e fibrose (MASH) e redução do risco cardiovascular grave em casos específicos.

Este remédio contém a semaglutida, um agonista do receptor GLP-1, que ajuda a controlar o apetite e aumentar a saciedade, além de diminuir o acúmulo de gordura, a inflamação e o tecido cicatricial, diminuindo os danos ao fígado.

Leia também: Semaglutida: para que serve, como usar e efeitos colaterais tuasaude.com/semaglutida

O Poviztra é vendido como solução injetável em caneta preenchida, nas doses de 0,25 mg, 0,5 mg, 1 mg, 1,7 mg e 2,4 mg. No entanto, este remédio deve ser usado somente com indicação médica, após avaliação adequada.

Imagem ilustrativa número 1

Para que serve o Poviztra

O Poviztra é indicado para:

  • Obesidade em adultos com IMC igual ou maior que 30 kg/m²;
  • Sobrepeso em adultos com IMC acima de 27 kg/m², associado a doenças como pressão alta, diabetes, pré-diabetes, dislipidemia ou apneia obstrutiva do sono;
  • Obesidade infantil em adolescentes com 12 anos ou mais e peso corporal acima de 60 kg;
  • Doença hepática associada ao acúmulo de gordura no fígado, inflamação e fibrose moderada a avançada, sem cirrose (esteato-hepatite associada à disfunção metabólica (MASH) em adultos;
  • Redução do risco cardiovascular, incluindo eventos como infarto, AVC ou morte cardiovascular, em adultos com doença cardiovascular estabelecida e excesso de peso.

O uso do Poviztra deve estar associado a mudanças no estilo de vida, como dieta e exercício físico, conforme orientação médica.

Leia também: 11 canetas para emagrecer: quais são, como funcionam (e qual a melhor) tuasaude.com/caneta-para-emagrecer

Como o medicamento funciona

O Poviztra contém a semaglutida, uma substância semelhante a um hormônio natural peptídeo semelhante ao glucagon-1 (GLP-1), liberado pelo intestino após as refeições.

Leia também: GLP-1: o que é, funções e medicamentos tuasaude.com/glp-1

Esse medicamento age nos receptores do cérebro que controlam o apetite, fazendo com que a pessoa se sinta mais satisfeita, com menos fome e menos vontade de comer. Assim, o Poviztra ajuda a diminuir a ingestão de alimentos e a reduzir o peso corporal.

Além disso, no fígado, o Poviztra reduz o acúmulo de gordura, a inflamação e o tecido cicatricial, diminuindo os danos ao fígado.

Apresentações do Poviztra

As apresentações incluem:

  • Poviztra 0,25 mg: dose inicial de adaptação;
  • Poviztra 0,5 mg: dose intermediária, usada em aumentos graduais de dose;
  • Poviztra 1 mg: dose intermediária, ajustada conforme resposta ao tratamento;
  • Poviztra 1,7 mg: dose intermediária avançada, pode ser indicada conforme resposta e antes da dose de manutenção;
  • Poviztra 2,4 mg: dose de manutenção, recomendada para controle de peso em adultos, quando indicada.

As doses disponíveis são utilizadas de forma gradual, conforme orientação médica, para permitir a adaptação do organismo ao medicamento.

Como usar

O Poviztra é uma injeção subcutânea que deve ser aplicada sob a pele na parte da frente da coxa, parte anterior da cintura (abdome) e parte superior do braço.

A aplicação deve ser realizada uma vez por semana, preferencialmente no mesmo dia da semana, podendo ser feita em qualquer horário do dia e independentemente das refeições.

Antes de utilizar a caneta pela primeira vez, é importante receber orientação de um médico, farmacêutico ou enfermeiro para aprender a técnica correta de aplicação.

Recomenda-se alternar os locais de aplicação a cada semana para reduzir o risco de irritação na pele.

O que fazer em caso de esquecimento

As recomendações para caso a dose seja esquecida, inclui:

  • Até 5 dias após o dia habitual: aplicar a dose assim que lembrar e continuar o tratamento no dia programado normalmente;
  • Mais de 5 dias após o dia habitual: não aplicar a dose esquecida e realizar a próxima aplicação no dia previsto.

Não deve ser aplicada uma dose extra para compensar uma aplicação esquecida.

Caso mais de uma dose seja esquecida, é recomendado procurar orientação médica para avaliar se será necessário reiniciar o aumento gradual da dose.

Posologia

A posologia do Poviztra varia conforme a idade e a condição a ser tratada, podendo incluir:

Indicação Posologia
Controle de peso e redução de risco cardíaco em adultos

Semana 1 a 4: 0,25 mg;

Semana 5 a 8: 0,5 mg;

Semana 9 a 12: 1 mg;

Semana 13 a 16: 1,7 mg;

A partir da semana 17 (dose de manutenção): 2,4 mg.

A aplicação da dose deve ser feita 1 vez por semana.

Se necessário após pelo menos 4 semanas de uso da dose de manutenção com 2,4 mg, o médico pode aumentar a dose para 7,2 mg (dose máxima), conforme resposta ao tratamento.

Controle de peso em adolescentes acima de 12 anos e com mais de 60 kg Mesmo esquema de dose que para adultos. Entretanto, a dose máxima deve ser de até 2,4 mg.
Esteato-hepatite associada à disfunção metabólica (MASH) em adultos Mesmo esquema de dose que o indicado para controle de peso em adultos. Entretanto, a dosagem máxima deve ser de até 2,4 mg.

As doses devem ser aumentadas somente com orientação do médico, conforme a resposta ao tratamento e os efeitos colaterais.

A dose de 7,2 mg deve ser feita com três aplicações de 2,4 mg, devendo-se manter pelo menos 5 cm de distância entre os pontos de aplicação. 

Possíveis efeitos colaterais

Os efeitos colaterais mais comuns do Poviztra são:

  • Náuseas, vômitos, diarreia ou prisão de ventre;
  • Dor inchaço ou desconforto no estômago e má digestão;
  • Gases, arrotos, refluxo ou azia;
  • Dor de cabeça, tontura, cansaço ou fraqueza;
  • Queda de cabelo;
  • Reações no local da injeção;
  • Alteração no gosto de alimentos ou bebidas.

Em pessoas com diabetes tipo 2, especialmente quando o Poviztra é utilizado junto com insulina ou medicamentos da classe das sulfonilureias, pode ocorrer hipoglicemia (queda dos níveis de açúcar no sangue). Saiba identificar os sintomas de hipoglicemia.

Em situações mais raras, o uso do Poviztra pode estar associado a eventos graves, como pancreatite aguda, reações alérgicas graves, obstrução intestinal ou neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica, uma alteração rara que pode afetar a visão.

Leia também: Pancreatite aguda: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/pancreatite-aguda

Quando buscar ajuda médica

É recomendado ir imediatamente ao pronto-socorro em caso de falta de ar, inchaço no rosto ou garganta, desmaio, dor intensa e persistente na barriga, inchaço abdominal ou vômitos que não melhoram.

Também deve-se procurar atendimento médico imediatamente se ocorrer alteração súbita ou piora da visão.

Quem não deve usar

O Poviztra não deve ser usado nas seguintes situações:

  • Alergia à semaglutida ou a qualquer componente da fórmula;
  • Gravidez ou amamentação;
  • Crianças com menos de 12 anos;
  • Diabetes tipo 1 ou cetoacidose diabética;
  • Uso junto com outros medicamentos agonistas de GLP-1 ou outros produtos para perda de peso;
  • Histórico pessoal ou familiar de carcinoma medular da tireoide ou com síndrome de neoplasia endócrina múltipla tipo 2 (NEM 2).

Algumas pessoas precisam de avaliação médica cuidadosa antes de iniciar o tratamento, incluindo aquelas com função dos rins ou fígado gravemente reduzida, insuficiência cardíaca grave, histórico de pancreatite, retinopatia diabética ou gastroparesia.

Além disso, pessoas que estejam usando anticoagulantes, sulfonilureia e insulina, remédios de venda livre ou fitoterápicos, devem sempre consultar o médico antes de usar o Poviztra.



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terça-feira, 28 de julho de 2026

16 frutas para emagrecer (com poucas calorias)

Algumas frutas que ajudam a emagrecer são morango, maçã, pera e kiwi, por exemplo, pois são ricas em fibras e antioxidantes, ajudando na perda de peso desde que inseridas em uma alimentação saudável e equilibrada.

Uma boa estratégia para baixar o peso e diminuir a gordura acumulada é comer diariamente frutas que favoreçam a perda de peso, seja por causa da baixa quantidade de calorias, pela sua grande quantidade de fibras ou pelo seu baixo índice glicêmico.

As frutas, geralmente são baixas em calorias, no entanto devem ser consumidas com moderação e podem ser incluídas em lanches ou sobremesas. A porção recomendada é de 2 a 3 frutas diferentes por dia, sendo importante incluí-las em uma dieta saudável e hipocalórica, associada à atividades físicas regulares, para favorecer, assim, no emagrecimento.

Conheça algumas frutas que podem ajudar a emagrecer, assistindo ao vídeo a seguir:

6 frutas para EMAGRECER mais rápido

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1. Morango

Calorias em 100 g: 30 calorias e 2 gramas de fibra.

Porção recomendada: 1/4 de xícara de morango fresco inteiro.

O morango ajuda a emagrecer pois contém calorias negativas e além disso, é rica em compostos bioativos devido a sua elevada quantidade de vitamina C, folato e compostos fenólicos, que proporcionam efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios.

Além disso, os morangos são ricos em fibras, ajudando a controlar os níveis de açúcar no sangue, já que aumentam a sensação de saciedade, diminuindo as calorias ingeridas e favorecendo a perda de peso. Também são ricas em potássio, o que ajuda a regular a pressão arterial.

2. Maçã

Calorias em 100 g: 56 calorias e 1,3 gramas de fibra.

Porção recomendada: 1 unidade média de 110 g.

A maçã ajuda a emagrecer pois é rica em antioxidantes como catequinas e ácido clorogênico, além de conter fibras como a quercetina, que ajuda a regular os níveis de açúcar no sangue, a melhorar a digestão e a diminuir os níveis de colesterol e triglicerídeos. Além disso, o consumo regular de maçã pode ajudar a diminuir o risco da pessoa ter doenças cardíacas, câncer e asma.

A maçã assada com canela ou com cravo da índia contém poucas calorias e é uma sobremesa deliciosa e nutritiva. Conheça todos os benefícios da maçã.

3. Pera

Calorias em 100 gramas: cerca de 53 calorias e 3 gramas de fibras.

Porção recomendada: 1/2 unidade ou 110 gramas.

A pera ajuda a emagrecer porque é rica em fibras, que ajudam a melhorar o trânsito intestinal e tirar a fome, além de ajudar a regular os níveis de colesterol no sangue. Para ter mais vantagens na perda de peso, é recomendado consumir essa fruta 20 minutos antes do almoço ou do jantar, pois assim é possível garantir a sensação de saciedade e comer menos na refeição.

4. Kiwi

Calorias em 100 g: 50 calorias e 2,7 gramas de fibras.

Porção recomendada: 1 unidade média ou 100 gramas.

O kiwi tem efeito laxativo e é rico em vitamina C e fibras, ajudando a melhorar o funcionamento do intestino, aumentar a sensação de saciedade e favorecer a atividade do sistema imune. Além disso, por conter clorofila em sua composição, também possui efeito detox.

Leia também: Kiwi: 11 benefícios, tipos e como consumir (com receitas) tuasaude.com/emagrecer-com-kiwi

5. Mamão

Calorias em 100 g: 55 calorias e 1,8 gramas de fibras.

Porção recomendada: 1 xícara de mamão cortada em cubos ou 100 gramas

O mamão possui poucas calorias e é rico em fibras, ajudando a melhorar o funcionamento do intestino. Além disso, por ser rico em vitamina C e água, também ajuda a diminuir a retenção hídrica, aliviando a sensação de barriga inchada, por exemplo. Veja outros benefícios do mamão.

O mamão também é bom para ajudar no controle da diabetes e aliviar os sintomas da gastrite. Uma fatia de mamão picado com 1 potinho de iogurte natural ou frutos secos é uma ótima opção para o lanche da manhã.

6. Limão

Calorias em 100 gramas: 14 calorias e 2,1 gramas de fibras.

É diurético, rico em vitamina C e um potente antioxidante, ajudando a eliminar as toxinas e a deixar a pele mais viçosa. Tomar uma xícara de chá da casca de limão diariamente é uma ótima forma de consumir o limão sem açúcar e aproveitar todos os seus benefícios.

Além disso, o limão também ajuda a reduzir o colesterol e o açúcar no sangue. Saiba como o limão pode ajudar a emagrecer.

7. Tangerina

Calorias em 100 g: 44 calorias e 1,7 gramas de fibras.

Porção recomendada: 2 unidades pequenas ou 225 gramas.

A tangerina ajuda a emagrecer porque é rica em água e fibras, além de ser pouco calórica. Essa fruta é rica em vitamina C, o que ajuda na absorção do ferro no intestino e fortalece o sistema imune. Suas fibras melhoram o trânsito intestinal, reduzem a absorção de gordura e ajudam a controlar a glicemia. Conheça os benefícios da tangerina para a saúde.

8. Cambuci

Calorias em 100 g: 38 calorias e 4,5 g de fibras.

Porção recomendada: 2 unidades, ou 100 g.

O cambuci é uma fruta com poucas calorias e, por isso, é uma ótima opção de fruta para ajudar a emagrecer. Além disso, o cambuci também é rico em fibras que prolongam a digestão dos alimentos, aumentando a saciedade ao longo do dia e diminuindo a ingestão de alimentos.

9. Mirtilo

Calorias em 100 g: 57 calorias e 2,4 gramas de fibras.

Porção recomendada: 3/4 de xícara.

Os mirtilos são uma fruta que possuem diversos benefícios para a saúde, pois não só possuem baixa quantidade de calorias mas também possuem grande concentração de fibras, ajudando a controlar os níveis de açúcar no sangue e a diminuir o colesterol LDL.

Além disso, o mirtilo é rico em antioxidantes, diminuindo a inflamação do organismo e os danos provocados pelos radicais livres.

10. Melão

Calorias em 100 g: 29 calorias e 0,9 g de fibras.

Porção recomendada: 1 xícara de melão em cubos.

O melão ajuda a baixar o peso devido às suas propriedades diuréticas, que ajudam a diminuir a retenção de líquido por ser rica em água. Além disso, é rica em potássio, fibras e antioxidantes como a vitamina C, betacarotenos e licopeno.

11. Pitaya

Calorias em 100 g: 50 calorias e 3 gramas de fibras.

Porção recomendada: 1 unidade média.

A pitaya é uma fruta com poucas calorias, rica em antioxidantes, como as betalaínas e flavonoides, além de possuir vitamina C, ferro e fibra, entre outros compostos que favorecem a perda de peso, a melhora do sistema imune, o controle do açúcar no sangue e a diminuição da gordura acumulada no fígado. Conheça outros benefícios da pitaya.

12. Toranja

Calorias em 100 g: 42 calorias e 1,6 g de fibras.

Porção recomendada: 1 unidade média ou 200 gramas.

A toranja é uma fruta cítrica com poucas calorias, rica em fibras e água que ajuda a aumentar a sensação de saciedade, diminuindo a ingestão de alimentos. Além disso, essa fruta possui boas quantidades de vitamina A e vitamina C, carotenoides e flavonoides, com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. Confira todos os benefícios da toranja.

13. Tomate

Calorias em 100 g: 15 calorias e 1,2 g de fibras.

Porção recomendada: 1 unidade média ou 150 gramas.

O tomate é uma fruta rica em vitamina C, A e K, potássio e licopeno, um potente antioxidante. Além disso, o tomate possui propriedade diurética, anti-inflamatória, possui poucas calorias e é rico em fibras, ajudando a reduzir o peso corporal.

14. Pêssego

Calorias em 100 g: 44 calorias e 2,3 gramas de fibras.

Porção recomendada: 1 unidade médica ou 180 g.

O pêssego é rico em antioxidantes, como carotenoides, polifenois e vitamina C e E. Devido aos seus componentes bioativos, o pêssego ajuda a melhorar o funcionamento do intestino, diminuir a retenção de líquidos, ajudando a eliminar as toxinas do corpo, e promover a perda de peso, já que aumenta a sensação de saciedade.

15. Ameixa

Calorias em 100 g: 46 calorias e 1,4 gramas de fibras.

Porção recomendada: 1 unidade e meia ou 100 gramas.

A ameixa pode ajudar a reduzir o peso devido ao fato de ser rica em fibras, diminuindo o tempo de digestão e aumentando a sensação de saciedades logo após a refeição, diminuindo o apetite. Além disso, essa fruta contém polifenois, que possuem efeito anti adipogênico, ou seja, ajudam a diminuir a formação de tecido adiposo no corpo.

16. Framboesa

Calorias em 100 g: 49 calorias e 6,7 g de fibras.

Porção recomendada: 1 xícara ou 120 g, aproximadamente.

A framboesa é uma fruta rica em diversos compostos bioativos, como antocianinas, quercetina, vitamina C e elagitaninos, que ajudam na prevenção de doenças crônicas como diabetes e obesidade.

A framboesa também é rica em fibras, além de ser pobre em calorias, sendo uma ótima fruta para ajudar na perda de peso. Veja outros benefícios da framboesa para a saúde.

Veja com a nutricionista Tatiana Zanin outros alimentos com poucas calorias que ajudam a emagrecer:

CALORIAS NEGATIVAS: como emagrecer comendo mais

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Ocrevus: para que serve e efeitos colaterais

Ocrevus é um anticorpo monoclonal indicado para o tratamento da esclerose múltipla, nas formas recorrente e progressiva, e atua diminuindo a atividade de algumas células de defesa ajudando a proteger o sistema nervoso central.

Essa medicação tem como princípio ativo o ocrelizumabe, sendo encontrada em frascos de 300 mg/10 mL para aplicação na veia ou 920 mg/23 mL para injeção sob a pele do abdômen.

O Ocrevus deve ser usado em ambiente hospitalar ou clínica, sempre com supervisão médica, para monitorar possíveis reações durante sua aplicação, como febre, calor, dor ou mal-estar.

Imagem ilustrativa número 1

Para que serve

O Ocrevus pode ser indicado para:

  • Esclerose múltipla na forma recorrente (EMR);
  • Esclerose múltipla primária progressiva (EMPP);
  • Esclerose múltipla recorrente-remitente (EMRR).

Para adultos, o Ocrevus é indicado para pessoas com esclerose múltipla recorrente, quando a doença causa surtos que podem ser seguidos por períodos de melhora, e para a forma primária progressiva, em que os sintomas pioram gradualmente ao longo do tempo.

Em crianças e adolescentes a partir de 12 anos que pesem pelo menos 40 kg, é indicado apenas para a forma recorrente-remitente (EMRR) da doença, caracterizada por surtos intercalados com períodos de melhora parcial ou completa.

Leia também: Esclerose múltipla: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/esclerose-multipla

Como o Ocrevus funciona

O ocrelizumabe atua nos linfócitos, células do sistema imunológico que contribuem para as lesões da esclerose múltipla, ajudando assim a reduzir a inflamação e o ataque à bainha de mielina no cérebro e na medula.

Para entender melhor como funciona o Ocrevus, fale com um profissional Rede D\'Or especializado no uso de imunobiológicos. 

Como usar

O Ocrevus pode ser usado por aplicação na veia (intravenosa) ou sob a pele (subcutânea), feita pelo enfermeiro em ambiente hospitalar ou clínicas especializadas, sempre sob supervisão médica.

1. Ocrevus subcutâneo 

O Ocrevus subcutâneo 920 mg/23 mL deve ser aplicado sob a pele, geralmente na região do abdômen, evitando a área próxima ao umbigo.

A dose recomendada para adultos é de 1 aplicação de 920 mg por cerca de 10 minutos, realizada a cada 6 meses. Deve haver um intervalo mínimo de 5 meses entre uma dose e outra.

Após a primeira aplicação, a pessoa costuma permanecer em observação por pelo menos 1 hora, para que a equipe médica possa identificar e tratar rapidamente qualquer reação ao medicamento, caso ela ocorra.

2. Ocrevus intravenoso

O Ocrevus intravenoso 300 mg/10 mL deve ser aplicado diretamente na veia. 

A posologia do Ocrevus para para adultos e crianças com mais de 12 anos e com peso igual ou maior que 40 Kg são:

Fase

Posologia

Dose Inicial

1 aplicação de 300 mg feita no início do tratamento (semana 1) e a segunda cerca de uma semana depois (semana 2)

Doses de manutenção

600 mg em infusão única, administrada a cada 6 meses.

Em casos de insuficiência renal ou hepática, não há necessidade de ajustar a dose.

Antes da aplicação, o Ocrevus é diluído em soro fisiológico e administrado lentamente por infusão na veia, que costuma durar entre 2 e 3 horas. O médico também pode indicar medicamentos antes da infusão para reduzir o risco de reações.

Após a aplicação, a pessoa permanece em observação por cerca de 1 hora. Se uma dose for perdida, ela deve ser administrada assim que possível, mantendo um intervalo mínimo de 5 meses entre as doses seguintes.

Cuidados no uso

Antes e durante o uso do Ocrevus, alguns cuidados são importantes para garantir a segurança e a eficácia do tratamento, como:

  • Realizar sorologia para hepatite B, antes de iniciar o tratamento, prevenindo a reativação do vírus;
  • Evitar vacinas com vírus vivos, se forem necessárias, aplicá-las pelo menos seis semanas antes do início do tratamento;
  • Observar sinais de infecção, incluindo herpes, e informar ao médico caso utilize outros medicamentos que afetem o sistema imunológico;
  • Realizar consultas e exames de acompanhamento conforme orientação médica.

Além disso, mulheres em idade fértil devem utilizar um método contraceptivo eficaz durante o tratamento e por 6 meses após a última dose do medicamento.

Possíveis efeitos colaterais

Os efeitos colaterais mais comuns do Ocrevus incluem infecções respiratórias, como resfriados e sinusite, e reações durante ou após a infusão, como febre, vermelhidão, coceira, dor de cabeça, calor, mal-estar ou queda da pressão arterial.

Outros efeitos podem incluir infecções por herpes, tosse, dor nas extremidades ou nas costas e outros sintomas relacionados às infecções ou às reações à infusão.

Entre os efeitos graves estão infecções graves, reativação do vírus da hepatite B, leucoencefalopatia multifocal progressiva (uma infecção rara do cérebro) e reações alérgicas graves durante a infusão.

É fundamental buscar atendimento médico imediatamente, se surgir febre alta, sinais de infecção, sangramentos, alterações na visão, dificuldade para falar ou caminhar, fraqueza em um lado do corpo ou sinais de reação alérgica grave (anafilaxia). Entenda os sintomas da anafilaxia.

Quem não deve usar

O Ocrevus não deve ser usado nas seguintes situações:

  • Alergia ao ocrelizumabe ou a qualquer componente da fórmula;
  • Infecção ativa pelo vírus da hepatite B;
  • Leucoencefalopatia multifocal progressiva (LMP) confirmada;
  • Crianças com menos de 12 anos e com peso menor que 40 Kg.

Além disso, o uso durante a gravidez deve ser avaliado pelo médico, considerando os benefícios e os possíveis riscos para a mãe e o bebê.

Em pessoas com mais de 65 anos, a experiência clínica é limitada e o tratamento deve ser avaliado individualmente.

Leia também: Hepatite B: sintomas, transmissão, tratamento e cura tuasaude.com/hepatite-b

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segunda-feira, 27 de julho de 2026

Síndrome de lázaro: o que é, como identificar (e possíveis sequelas)

A síndrome de Lázaro é uma situação em que ocorre o retorno espontâneo da circulação sanguínea após a interrupção das manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP), mesmo depois da pessoa ser considerada sem sinais vitais.

Também chamada de fenômeno de Lázaro ou autoresuscitação, a causa ainda não é totalmente conhecida, mas pode estar relacionada com fatores como o efeito tardio de medicamentos usados durante a reanimação, alterações na pressão dentro do tórax e recuperação tardia da função cardíaca.

Apesar de ser muito rara, a síndrome de Lázaro reforça a importância de uma avaliação cuidadosa após a suspensão da reanimação, com monitorização dos sinais vitais durante um período adequado antes da confirmação definitiva da morte.

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Por que acontece 

A causa exata da síndrome de Lázaro ainda não é totalmente esclarecida, mas existem algumas hipóteses que podem explicar o retorno espontâneo da circulação após a interrupção da reanimação cardiopulmonar. 

Entre os principais mecanismos estão:

  • Efeito tardio dos medicamentos: alguns medicamentos usados na reanimação podem demorar para atuar completamente, contribuindo para o retorno da atividade cardíaca após algum tempo;
  • Alterações na pressão no tórax: o aumento da pressão durante a ventilação ou compressões pode dificultar o retorno do sangue ao coração e, quando reduzida, favorecer a recuperação da circulação;
  • Recuperação gradual do coração: em alguns casos, o coração pode recuperar lentamente a capacidade de contrair após um período sem batimentos eficazes;
  • Hipotermia ou intoxicações: temperaturas muito baixas ou algumas substâncias podem reduzir temporariamente as funções do organismo e atrasar a recuperação dos sinais vitais.

Além disso, alterações no equilíbrio do organismo, como mudanças nos níveis de potássio e oxigênio, podem interferir no funcionamento do coração e, quando corrigidas, favorecer o retorno da circulação sanguínea.

Catalepsia e síndrome de Lázaro

A catalepsia é uma perda súbita e temporária da força muscular, geralmente desencadeada por emoções intensas, como surpresa ou medo. Apesar da respiração lenta, a pessoa permanece consciente e continua com as funções vitais preservadas.

Leia também: Catalepsia: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/catalepsia

Já na síndrome de Lázaro, ocorre o retorno inesperado da circulação após uma parada cardíaca e tentativa de reanimação, mesmo depois da pessoa ter sido considerada sem sinais vitais. Saiba o que são os sinais vitais.

Como identificar

Para identificar um possível caso de síndrome de Lázaro, é feita uma avaliação clínica cuidadosa, que inclui:

  1. Interrupção das manobras de reanimação cardiopulmonar, após a avaliação da equipe médica de que não houve retorno da circulação espontânea durante as tentativas de reanimação;
  2. Ausência inicial de sinais vitais, como ausência de pulso, respiração espontânea e atividade cardíaca identificável;
  3. Período de observação, com monitorização dos sinais vitais para identificar um possível retorno espontâneo da circulação, geralmente nos primeiros minutos após a suspensão das manobras;
  4. Retorno inesperado da circulação sanguínea, identificado por sinais como reaparecimento do pulso, batimentos cardíacos, respiração espontânea ou alterações nos parâmetros monitorados;
  5. Confirmação da autoresuscitação pela equipe médica, com nova avaliação clínica para verificar a recuperação da função cardíaca e respiratória.

É importante destacar que a maioria dos casos descritos ocorre nos primeiros minutos após o fim da reanimação, mas não há um tempo exato que confirme ou descarte a síndrome de Lázaro. 

Quanto tempo dura a síndrome de Lázaro

A síndrome de Lázaro não possui uma duração definida, pois trata-se de um fenômeno raro e imprevisível. 

Em alguns casos, o retorno espontâneo da circulação geralmente acontece nos primeiros minutos após a interrupção da reanimação cardiopulmonar, sendo a maioria dos episódios relatada em até 10 minutos após o fim das manobras.

No entanto, existem casos em que a circulação retornou após períodos mais longos, chegando a cerca de 20 a 30 minutos ou mais após a suspensão da RCP.

Possíveis sequelas

Uma possível consequência após a síndrome de Lázaro é a lesão cerebral por falta de oxigênio, já que a redução temporária do fluxo sanguíneo para o cérebro pode causar danos nos neurônios.

Leia também: Anoxia cerebral: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/anoxia-cerebral

Essa lesão cerebral pode levar a sequelas, como:

  • Alterações de memória e concentração, podendo afetar a capacidade de lembrar informações, manter a atenção e realizar atividades do dia a dia;

  • Alterações motoras, como fraqueza muscular, dificuldade de movimentação ou problemas de coordenação;

  • Alterações na fala e comunicação, podendo afetar a capacidade de falar, compreender ou expressar pensamentos;

  • Dependência para atividades diárias, como se alimentar, vestir-se ou locomover-se, em casos mais graves.

No entanto, as sequelas da síndrome de Lázaro dependem principalmente do tempo em que o cérebro ficou sem receber oxigênio durante a parada cardíaca, da causa da parada e das condições gerais de saúde da pessoa.

Além disso, algumas pessoas podem se recuperar completamente, principalmente quando o retorno da circulação ocorre rapidamente.



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Endometriose: o que é, sintomas, causas e tratamento

Endometriose é o crescimento anormal de células do endométrio fora do útero, causando sintomas como cólica menstrual intensa, menstruação abundante, vontade frequente ou urgência para urinar, ou prisão de ventre com cólicas muito fortes, por exemplo.

A endometriose é mais comum de afetar os ovários ou trompa de Falópio, mas também pode ocorrer dentro ou na superfície da bexiga, ou intestinos, por exemplo, sendo que sua causa não é completamente conhecida, no entanto, sabe-se que depende de estrogênio para crescer.

O tratamento para endometriose deve ser feito de acordo com a orientação do ginecologista e envolve o uso de medicamentos que ajudam a aliviar e controlar os sintomas, além de também poder ser necessário, nos casos mais graves, a realização de cirurgia.

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Sintomas de endometriose

Os principais sintomas de endometriose são:

  • Cólica intensa antes ou durante a menstruação;
  • Dor durante o contato íntimo;
  • Menstruação abundante;
  • Sangramento fora do período menstrual;
  • Dor ao urinar;
  • Prisão de ventre ou diarreia;
  • Dor para evacuar;
  • Inchaço na barriga;
  • Cansaço excessivo.

Além disso, a endometriose pode dificultar a gravidez, sendo muitas vezes diagnosticada durante exames para identificar a causa da infertilidade feminina. Veja os principais exames para identificar a infertilidade.

A intensidade e a frequência dos sintomas da endometriose podem variar a cada mês e de uma mulher para outra, e também varia de acordo com a localização da endometriose.

Leia também: 9 sintomas de endometriose (no intestino, bexiga e ovários) tuasaude.com/sintomas-de-endometriose

Na presença dos sintomas de endometriose, é importante consultar o ginecologista para que sejam realizados exames que ajudem a confirmar o diagnóstico da endometriose e, assim, possa ser iniciado o tratamento mais adequado.

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Endometriose engorda?

A endometriose provoca inchaço abdominal e retenção de líquidos, porque acaba provocando uma inflamação nos órgãos em que se encontra, como ovários, bexiga, intestino ou peritônio. Apesar de não haver um grande aumento de peso na maioria das mulheres, pode-se notar um aumento do volume abdominal, principalmente pélvico nos casos mais severos de endometriose.

Teste online de endometriose

Para saber o risco de ter endometriose, selecione no teste a seguir seus sintomas:

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O teste de sintomas é apenas uma ferramenta de orientação, não servindo como diagnóstico e nem substituindo a consulta com o ginecologista.

Veja com mais detalhes no vídeo a seguir com o Dr Maurício Abrão como identificar a endometriose:

6 sintomas para descobrir ENDOMETRIOSE · com Dr. Mauricio Abrão

14:03 | 22.908 visualizações

Como confirmar o diagnóstico

O diagnóstico da endometriose é feito pelo ginecologista através da avaliação dos sintomas, exame pélvico e exames de imagem, como ultrassom pélvico ou transvaginal, ou ressonância magnética. Veja a lista completa de exames para endometriose.

Além disso, o médico pode solicitar uma videolaparoscopia, que é um procedimento cirúrgico, que permite confirmar a endometriose e verificar a localização, tamanho e quantidade de implantes endometrióticos, que são os focos de endometriose fora do útero. Saiba como é feita a videolaparoscopia.

Endometriose vira câncer?

Não necessariamente, mas uma vez que o tecido encontra-se espalhado por áreas onde ele não deveria estar,provocando inflamação, isso somado a fatores genéticos, poderá facilitar o desenvolvimento de células malignas.

Se a mulher apresentar endometriose, deverá fazer o acompanhamento com o ginecologista, realizando com maior regularidade e deverá seguir o tratamento indicado pelo médico.

Possíveis causas

A endometriose não tem causa muito bem estabelecida, no entanto, algumas teorias explicam o que poderia favorecer o crescimento de tecido endometrial fora do útero.

As duas principais teorias que explicam a endometriose são:

  • Menstruação retrógrada, que é uma situação em que a menstruação não é eliminada corretamente, podendo seguir em direção aos outros órgãos pélvicos. Dessa forma, os fragmentos do endométrio que deveriam ser eliminados na menstruação permanecem nos outros órgãos, dando origem à endometriose e aos sintomas;
  • Fatores ambientais como a presença de poluentes que estão presente na gordura das carnes e refrigerantes poderiam alterar o sistema imune fazendo com que o corpo não reconheça estes tecidos. No entanto mais pesquisas científicas devem ser realizadas para comprovar estas teorias.

Além disso se sabe que mulheres com casos de endometriose na família têm mais chances de desenvolver a doença e por isso fatores genéticos também estariam envolvidos.

Tipos de endometriose

Os principais tipos de endometriose são:

1. Endometriose superficial

A endometriose superficial é o tipo mais comum, também chamada de endometriose peritoneal superficial, caracterizada pela presença de tecido do endométrio no peritôneo, que é uma membrana que recobre a cavidade pélvica e abdominal.

Nesse tipo de endometriose, os focos da endometriose são mais superficiais, com menos de 5 mm de profundidade, e são pequenos, não se infiltrando profundamente no peritôneo ou órgãos pélvicos.

2. Endometriose profunda

A endometriose profunda, também chamada de endometriose infiltrativa profunda, é o tipo mais grave de endometriose, em que os focos de tecido do endométrio afeta órgãos fora da cavidade pélvica, como ovários, bexiga, ureteres, intestinos, reto ou vagina.

Esse tipo de endometriose apresenta lesões mais profundas e mais espessas, e embora seja mais raro, também pode afetar os órgãos torácicos, como pleura nos pulmões ou o pericárdio no coração, causando endometriose torácica, ou até o cérebro.

3. Endometriose na bexiga

A endometriose na bexiga é a implantação do tecido do endométrio dentro ou na superfície da bexiga.

Esse tipo de endometriose pode causar dor na bexiga quando está cheia de urina, além de outros sintomas como irritação na bexiga, vontade frequente ou urgência para urinar, sensação de dor ou ardor ao urinar ou dor pélvica. Veja outros sintomas da endometriose na bexiga.

4. Endometriose intestinal

A endometriose intestinal ocorre quando o tecido do endométrio se infiltra na superfície externa dos intestinos delgado e grosso, causando aderências.

Esse tipo de endometriose pode alterar o funcionamento dos intestinos e causar sintomas como dor ou dificuldade para evacuar, diarreia persistente ou sangue nas fezes, por exemplo.

5. Endometriose ovariana

A endometriose no ovário, também chamada de endometrioma, ocorre devido ao crescimento do tecido do endométrio nos ovários, formando um cisto benigno preenchido com sangue, conhecido como cisto de chocolate.

Esse tipo de endometriose pode causar dor pélvica intensa no lado em que se encontra o cisto, aumento da frequência urinária ou dificuldade para engravidar.

Leia também: Quem tem endometriose pode engravidar? tuasaude.com/quem-tem-endometriose-pode-engravidar

Como é feito o tratamento

O tratamento da endometriose deve ser orientado pelo ginecologista de acordo com os sintomas apresentados pela mulher, idade e gravidade da endometriose.

Assim, os principais tratamentos para endometriose são:

1. Anti-inflamatórios

Os remédios anti-inflamatórios, como ibuprofeno ou ácido mefenâmico, podem ser indicados para aliviar as dores ou a cólica menstrual, porém não reduz os focos de endometriose e nem impedem o desenvolvimento da doença.

Leia também: Remédios para cólica menstrual (e opções naturais) tuasaude.com/remedio-para-colica

2. Anticoncepcionais

Os anticoncepcionais combinados ou apenas de progesterona podem ser indicados para regular e reduzir o fluxo menstrual, diminuir a inflamação no peritôneo, além de provocar atrofia dos focos de endometriose.

Esses anticoncepcionais podem ser usados na forma de ciclos ou tomados de forma contínua, sem pausa, conforme orientação do ginecologista.

Leia também: Pílula anticoncepcional: como funciona, como tomar e dúvidas tuasaude.com/pilula-anticoncepcional

3. DIU para endometriose

O DIU para endometriose que pode ser indicado pelo ginecologista é o DIU hormonal de levonorgestrel, como o Mirena, pode ser indicado para reduzir os sintomas da endometriose, bloquear a ovulação, atrofiar a camada interna do útero e dos focos de endometriose. Entenda como funciona o DIU para endometriose.

4. Remédios anti-hormonais

Os remédios anti-hormonais, como o danazol ou a goserelina, reduzem a produção de estrogênio pelos ovários, bloqueando o ciclo menstrual e impedindo o desenvolvimento da endometriose.

Leia também: 7 dicas para viver melhor com endometriose tuasaude.com/dicas-para-viver-melhor-com-a-endometriose

5. Remédios para engravidar

Os remédios para engravidar, como o clomifeno ou o a gonadotropina, podem ser indicados pelo médico nos casos de infertilidade, pois ajudam os ovários a produzir mais óvulos, aumentando as chances de uma gravidez. Veja os principais remédios para engravidar.

Além disso, se necessário podem ser indicados procedimentos de reprodução assistida, com a fertilização in vitro, por exemplo.

Leia também: Reprodução assistida: o que é, técnicas (e quando fazer) tuasaude.com/reproducao-assistida

6. Cirurgia para endometriose

A cirurgia para endometriose pode ser indicada pelo médico para remover os focos de tecido endometrial do peritôneo o órgãos pélvicos, além de desfazer aderências, preservando o útero e os ovários.

Geralmente, essa cirurgia é feita por videolaparoscopia podendo ser a melhor solução para os casos mais graves, quando o tecido se espalhou por diversas áreas causando dores e aderências. Saiba tudo sobre a cirurgia para endometriose.

Opções de tratamento natural

O tratamento natural para endometriose pode ser feito tomando chás, como o chá de gengibre ou o chá de lavanda, pois possuem propriedades analgésicas e anti-inflamatórias que ajudam a aliviar as cólicas causadas pela endometriose. Veja como preparar e outras opções de remédios caseiros para cólica.

Além disso, é recomendado aumentar o consumo de ômega-3 na alimentação ou através de suplementos alimentares, pois é capaz de diminuir a inflamação e aliviar os sintomas.

É importante ressaltar que o tratamento natural não substitui o tratamento indicado pelo médico, podendo ser usado como um complemento.

Endometriose tem cura?

A endometriose tem cura através da cirurgia para retirar todo o tecido endometrial espalhado na região pélvica, mas também pode ser necessário retirar o útero e os ovários, se a mulher não deseja engravidar.

Existem outras opções como analgésicos e remédios hormonais, que ajudam a controlar a doença e aliviam os sintomas, mas se o tecido estiver espalhado em outras regiões, somente a cirurgia será capaz de fazer a sua remoção completa.

Endometriose na gravidez

A endometriose na gravidez não afeta o desenvolvimento do bebê, podendo a mulher ter uma gestação normal na maioria dos casos.

Raramente, a endometriose na gravidez causa complicações, como parto prematuro ou aborto espontâneo, estando mais relacionados a endometriose profunda e grave. Saiba mais sobre endometriose na gravidez.

Desta forma, o mais importante é fazer o acompanhamento pré-natal com o obstetra, de forma a acompanhar a gestação e detectar precocemente qualquer alteração ou complicação na gravidez.

Endometriose aumenta o risco de aborto?

Normalmente, os sintomas da endometriose melhoram durante a gravidez e as complicações na gestação são muito raras.

Apesar disso, há um risco um pouco maior da mulher ter placenta prévia, o que pode ser observado com ultrassons mais frequentes, solicitados pelo obstetra.



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sexta-feira, 24 de julho de 2026

8 esfoliantes caseiros para o rosto

Os esfoliantes caseiros para o rosto ajudam a desobstruir os poros e a manter uma pele mais saudável e limpa, isso porque os ingredientes usados para fazer os esfoliantes promovem a limpeza dos poros, eliminam as células mortas da pele e estimulam a renovação celular.

Para que os esfoliantes caseiros tenham o efeito desejado é recomendado que a esfoliação seja feita uma a duas vezes por semana, realizando movimentos circulares suaves para não agredir a pele e, em seguida, deve-se lavar o rosto com água fria e secar com uma toalha macia.

Antes de utilizar o esfoliante caseiro no rosto, é indicado fazer um teste de alergia, passando um pouco de esfoliante no dorso da mão e aguardar por 15 minutos. Se a pele ficar vermelha ou irritada, não é indicado o uso do esfoliante caseiro. Além disso, pessoas que têm alergia ao pólen, mel ou própolis, não devem usar os esfoliantes que têm como ingrediente o mel.

Mulher se olhando no espelho enquanto passa esfoliante no rosto

Opções de esfoliantes

Algumas opções de esfoliantes caseiros para o rosto são:

1. Esfoliante de mel e canela

O esfoliante caseiro de mel e canela é uma boa opção de esfoliante caseiro para pele oleosa, pois ajuda a limpar os poros, remover os cravos e o excesso de oleosidade da pele.

Além disso, a canela possui propriedades antibacterianas, antioxidantes e anti-inflamatórias, ajudando a combater as espinhas, sendo uma boa opção de esfoliante caseiro para o rosto oleoso com acne. Esse esfoliante não deve ser usado por pessoas que têm alergia ao pólen, mel ou própolis.

Ingredientes:

  • 3 colheres de sopa de mel orgânico;
  • 1 colher de sopa de canela em pó.

Modo de preparo:

Adicionar os ingredientes em um recipiente limpo e seco e misturar até obter uma pasta lisa e fina. Aplicar no rosto limpo, esfregando suavemente com movimentos circulares, por cerca de 3 minutos.

Em seguida, lavar o rosto com água fria e secar com uma toalha macia. Esse esfoliante pode ser usado 1 vez por semana.

2. Esfoliante de fubá e óleo de coco

O esfoliante de fubá e óleo de coco promovem uma limpeza profunda da pele e ajudam a remover as células mortas, estimular a renovação celular e hidratar a pele, sendo uma boa opção de esfoliante caseiro para pele oleosa.

Ingredientes:

  • 1 colher de sopa de fubá;
  • 1 colher de sopa de óleo de coco.

Modo de preparo:

Misturar todos os ingredientes num recipiente limpo e seco, até formar uma mistura uniforme. Aplicar no rosto, realizando movimentos circulares e, em seguida, lavar o rosto com água morna e secar com uma toalha macia, sem esfregar.

3. Esfoliante de açúcar e iogurte natural

O esfoliante de açúcar e iogurte natural é uma excelente opção de esfoliante caseiro para rosto, pois remove as células mortas e estimula a renovação celular, deixando a pele mais bonita, sedosa e hidratada.

Ingredientes:

  • 3 colheres de chá de açúcar branco refinado;
  • ½ copo de iogurte natural.

Modo de preparo:

Misturar os ingredientes em um recipiente limpo e seco, até obter uma mistura homogênea e deixar agir por 5 minutos. Aplicar o esfoliante no rosto limpo, fazendo movimentos circulares ascendentes, por cerca de 5 a 10 minutos.

Em seguida, lavar o rosto com água fria até retirar todo o resíduo. Esse esfoliante pode ser usado de 1 a 2 vezes por semana e deve ser preparado imediatamente antes de usar. Descartar qualquer porção não utilizada.

4. Esfoliante de aveia e iogurte natural

O esfoliante de aveia e iogurte natural ajuda a promover a limpeza profunda da pele e a remover as células mortas, além de hidratar deixando a pele saudável, sendo uma boa opção de esfoliante caseiro para o rosto para tirar cravos e espinhas, especialmente no caso de pele oleosa.

Ingredientes:

  • 2 colheres sopa de farelo ou farinha de aveia;
  • 3 colheres de sopa de iogurte natural.

Modo de preparo:

Misturar a aveia e o iogurte, em um recipiente limpo e seco, até formar uma pasta. Aplicar essa mistura no rosto limpo e seco, com movimentos leves e circulares e deixar por 10 minutos.

Em seguida, lavar o rosto com água fria e sabonete neutro até eliminar todo o resíduo do esfoliante. Esse esfoliante pode ser usado 1 vez por semana e deve ser preparado imediatamente antes de usar. Descartar qualquer porção não utilizada.

5. Esfoliante de mel e açúcar mascavo

O esfoliante caseiro de mel e açúcar mascavo é uma boa opção de esfoliante para pele oleosa, pois ajuda a remover as células mortas da pele, promovendo a renovação celular, além de limpar os poros e hidratar a pele.

Esse esfoliante não deve ser usado por pessoas que têm alergia ao pólen, mel ou própolis.

Ingredientes:

  • 1 colheres de sopa de mel;
  • 1 colheres de sopa de açúcar mascavo;

Modo de preparo:

Misturar os ingredientes, em um recipiente limpo e seco, até formar uma pasta e passar no rosto delicadamente, fazendo movimentos circulares.

Deixar agir por até 10 minutos e enxaguar com água fria. Esse esfoliante pode ser usado de 1 a 2 vezes por semana. Para pessoas alérgicas ao mel, pólen ou própolis, pode-se substituir o mel por iogurte natural.

6. Esfoliante de açúcar e óleo de jojoba

O esfoliante de açúcar e óleo de jojoba ajuda a remover as células mortas da pele, estimular a renovação celular e prevenir a formação de cravos. Além disso, ajuda a hidratar a pele, sendo uma boa opção de esfoliante caseiro para pele oleosa.

Veja onde comprar óleo de jojoba online - link afiliado da Amazon.

Ingredientes:

  • 3 colheres de sopa de óleo de jojoba;
  • 3 colheres de sopa de açúcar branco refinado.

Modo de preparo:

Misturar o óleo de jojoba e o açúcar até formar uma pasta fina. Aplicar a mistura no rosto limpo e seco, massageando com movimentos leves e circulares e deixar por 10 a 15 minutos.

Lavar o rosto com água fria e sabonete neutro. Para obter melhores resultados, pode-se repetir o uso de 2 a 3 vezes por semana.

7. Esfoliante de argila verde e camomila

Este esfoliante é ideal para hidratar e eliminar células mortas, presentes na primeira camada da pele, devido às propriedades antioxidantes da argila, além de revitalizar e tonificar a pele, provenientes da camomila, dando uma sensação de frescor.

Confira uma opção de argila verde para comprar - link afiliado da Amazon.

Ingredientes:

  • 2 colheres de argila;
  • 1 xícara de chá de camomila gelado.

Modo de preparo:

Misturar os ingredientes até obter uma mistura homogênea. Aplicar a máscara em todo o rosto e deixar atuar por cerca de 20 minutos e, depois, retirar com água fria, realizando movimentos circulares com a ponta dos dedos. É indicada a aplicação dessa máscara 1 vez por semana.

8. Esfoliante de café

O café possui propriedades antioxidantes, emolientes e hidratantes, ajudando, portanto, a remover as impurezas da pele e diminuindo a oleosidade. Algumas opções de esfoliantes caseiros com café, que podem ser feitos em casa, são:

Ingredientes:

  • 2 colheres de sopa de água morna;
  • 1 colher de sopa de café em pó ou borra de café.

Modo de preparo:

Misturar os ingredientes até obter uma pasta homogênea e aplicar no rosto, realizando movimentos circulares suaves durante 1 minuto. Em seguida, lavar com água fria ou morna, retirando todo o produto. Veja mais opções de esfoliantes de café.

Cuidados antes e após a esfoliação

Existem alguns cuidados que devem ser tomados antes e após a esfoliação, para manter a pele íntegra e hidratada:

  • Lavar o rosto com água morna e sabonete neutro, antes de aplicar o esfoliante e, após, para retirar todo o resíduo do esfoliante natural;
  • Secar a pele com uma toalha macia e de forma leve, não esfregando o rosto;
  • Usar protetor solar diariamente, para evitar o surgimento de manchas escuras na pele. Confira qual o melhor protetor solar para cada tipo de pele;
  • Realizar movimentos circulares no rosto suavemente, principalmente em regiões mais sensíveis, como próximo aos olhos;
  • Manter a pele hidratada, evitando o uso de cremes que estimulam a formação de novas espinhas, como hidratantes à base de óleos. Uma boa opção é utilizar séruns, pois tem uma maior absorção da pele, deixando um toque mais seco. Conheça 10 opções de hidratantes faciais.

Os esfoliantes naturais são ótimas opções para eliminar as impurezas presentes na primeira camada da pele, estimulando a regeneração e o crescimento de novas células.

Porém, se a pele apresentar alguma irritação ou vermelhidão, ou aumentar a oleosidade da pele, é recomendado procurar um dermatologista, que vai orientar qual o melhor tratamento para cada tipo de pele.



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