sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Sapato do bebê e da criança: como escolher, tipos e tamanho

Nos primeiros meses, o bebê pode usar sapatos de lã ou tecido. No entanto, quando começa a caminhar, entre os 10 e 18 meses, é interessante investir em um sapato de qualidade que protejam seus pés e que dê segurança para os primeiros passos sem causar danos ou deformações.

Usar sapatos pouco apropriados pode ser mais econômico no primeiro momento, mas isso pode acabar prejudicando o desenvolvimento motor do bebê, assim como prejudicar o desenvolvimento de todas as curvaturas do pé, favorecendo o aparecimento de pé chato ou causar bolhas e calos

Por isso, a escolha do sapato de acordo com a idade e etapa do desenvolvimento do bebê é importante para o seu crescimento adequado e para a prevenção de problemas de coluna, postura e pés, sendo recomendado que o pediatra seja consultado em caso de dúvidas ou presença de sintomas que indiquem alteração na caminhada do bebê.

Imagem ilustrativa número 3

Tipos de sapatos para bebês e crianças

A criança e o bebê necessitam de um sapato especial ao longo do seu desenvolvimento, pois os seus pés não estão completamente formados e estão em constante crescimento.

O tipo de sapato deve estar adequado a cada uma das etapas do desenvolvimento:

Idade entre 0 a 6 meses

Nessa etapa de desenvolvimento, os sapatos não são necessários, já que o bebê não começou a caminhar, podendo o bebê usar meias sem costura. No entanto, tanto a meia quanto o sapato devem ter como objetivo proteger os pés do frio, pancadas e umidade.

Os sapatos para essa idade devem ser:

  • De material flexível;
  • Com fecho de velcro;
  • Interior macio e sem costuras;
  • Com sola de tecido, liso e macio.

O sapato para criança de 0 a 6 meses deve ter uma ponta redonda ou quadrada e não deve ser muito apertado. Além disso, a parte de trás deve ser flexível e macia e ter uma elevação.

Idade entre 6 a 18 meses

Os sapatos para esta idade continuam sendo opcionais, no entanto o seu uso é recomendado para proteger os pés do bebê dos diferentes tipos de solo. As características dos sapatos seguem sendo as mesmas que na idade mencionada anteriormente, levando em consideração que a parte traseira pode ser alta e sempre tendo atenção à maciez e flexibilidade dessa parte.

Idade entre 1 ano e meio a 3 anos

Nesta idade, o bebê já caminha com os dois pés e, por isso, é necessário mudar os sapatos, que devem:

  • Ter ponta redonda ou quadrada com um reforço para proteger os dedos;
  • Serem macio e flexível;
  • Ter solado plano e, caso tenha alguma altura, esta deve ter entre 3 a 5 mm;
  • Não ter costuras internas.

A parte do sapato onde ele é preso, deve ser no peito do pé. Além disso, o material deve permitir a transpiração do pé para evitar a umidade.

Idade entre 4 e 7 anos

As crianças entre 4 a 7 anos tendem a brincar mais, correndo e saltando com maior frequência, por exemplo. Por isso, o sapato deve ter uma sola flexível de 5 a 10 mm de espessura e que proporcione o amortecimento, além de que a altura deve ter entre 5 e 10 mm. O tipo de fechamento recomendado é do tipo velcro, para que seja mais fácil da criança tirar e colocar.

É importante que caso seja notado algum sinal de dor, mudança na forma de caminhar ou alterações no pé, o pediatra seja informado, pois assim é possível que seja indicado um calçado mais adequado à idade.

Como saber o tamanho do sapato

Para saber o número que a criança calça, é necessário medir o tamanho da sola do pé utilizando uma régua ou um medidor especial que normalmente está presente em lojas de calçados, em que é possível retirar o gabarito presente nos sapatos e comparar com o pé da criança.

A ideia é que a palmilha seja pelo menos 1 dedo maior que o pé, para que fique confortável. Essa margem de tamanho é fundamental para garantir que o pé fique confortável e para permitir o movimento natural dos dedos durante a caminhada, evitando qualquer tipo de pressão ou deformidade a longo prazo.

Tabela com o tamanho do sapato para crianças de 0 meses a 5 anos

A tabela a seguir mostra o possível tamanho do pê do bebê e da criança, levando em consideração o pé em centímetros e a idade da criança:

Tamanho do pé (em centímetros) Número do sapato (BR) Número do sapato (U.S) Número do sapato (U.E) Idade da criança
7,9 - 8,3 cm 13 0 - 0,5 15 - 16 0 a 1 mês e meio
8,9 - 9,2 cm 13 - 14 1 - 1,5 16 - 17 1 mês e meio a 3 meses
9,5 - 10,2 cm 14 - 16 2 - 2,5 17 -18 3 a 6 meses
10,5 - 10,8 cm 15 - 18 3 - 3,5 18 - 19 6 a 9 meses
11,4- 11,7 cm 17 - 19 4 - 4,5 19 - 20 9 a 12 meses
12,1 - 12,7 - 13 cm 18 - 22 5 - 5,5 20 - 21 -22 12 a 18 meses
13,3 - 14 cm 20 - 22 6,5 - 7 22 - 23 18 a 24 meses
14,3 - 14,6 cm 21 - 25 7,5 - 8 24 - 24 24 a 30 meses
15,2 - 15,6 -15,9 cm 22 - 27 8,5 - 9 - 9,5 25 - 25 -26 30 meses até 4 anos
16,5 - 16,8 - 17,1 cm 26 - 27 10 - 10,5 - 11 27 - 27 -28 4 anos
17,8 - 18,1 - 18,4 cm 27 11,5 - 12 - 12,5 29 - 30 - 30 5 anos

Tabela com o tamanho do sapato para crianças entre 6 e 10 anos

A partir dos 6 anos, o tamanho do pé varia de acordo com a velocidade de crescimento da criança. A tabela abaixo indica o número de sapato de acordo com o tamanho do pé em centímetros:

Tamanho do pé (em centímetros) Número do sapato (BR) Número do sapato (U.S) Número do sapato (U.E)
19,1 28 13 31
19,4 28 13,5 31
19,7 29 1 32
20,3 30 1,5 33
20,6 30 2 33
21 31 2,5 34
21,6 31 3 34
21,9 32 3,5 35
22,2 32 4 36
22,9 33 - 34 4,5 36
23,2 34 - 35 5

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O tamanho do sapatos podem variar de acordo com o fabricante e, por isso, algumas lojas utilizam um medidor para verificar o tamanho mais adequado do calçado para a criança.

Os sapatos são realmente necessários quando o bebê começa a caminhar, sendo recomendado trocar a cada 2 a 3 meses, devendo ser substituído por um calçado de número maior, porém não tão grande, já que há risco de que o bebê caia.

Quando trocar o sapato da criança

O pé da criança e do bebê estão em constante crescimento e, por isso, é importante que o tamanho do calçado seja adequado ao seu crescimento, devendo mudar regularmente para evitar complicações que possam alterar a forma de caminhar, a postura e a coluna.

Por isso, a troca de calçado deve acontecer de acordo com a idade da criança:

  • De 0 a 18 meses: troca a cada 2 meses;
  • De 18 meses a 3 anos: troca a cada 3 ou 4 meses;
  • De 3 a 6 anos: troca a cada 4 ou 6 meses;
  • De 6 a 9 anos: troca a cada 6 meses ou de acordo com o ritmo de crescimento da criança.

É importante observar com frequência o calçado e os pés da criança para avaliar o desgaste dos sapatos e se existem sinais nos pés que indiquem que o calçado está causando dor ou irritação, por exemplo, sendo necessário trocar o sapato.

Cuidados ao escolher o sapato da criança

Para comprar o sapato da criança, os pais devem observar se o calçado é cômodo, verificando se ao colocar o sapato fechado e como meia, fica sobrando 1 a 2 cm na frente do dedão do pé. Outro cuidado é verificar a qualidade do tecido, já que as crianças correm, saltam e arrastam os pés no solo e, por isso, o tecido deve ser resistente e de alta duração.

Uma das características mais importantes do sapato da criança é que a palmilha tenha uma curva para cima para auxiliar na formação do arco do pé da criança.

Todos os bebês possuem o pé chato desde o nascimento e por volta dos 3 ou 4 anos, o arco do pé vai se formando e, por isso, escolher um sapato ou sandália semi-ortopédica é uma excelente estratégia para evitar que a criança tenha pé plano e necessite de tratamento.

Os sapatos e tênis de velcro ajudam as crianças a se calçarem sozinhos e não desamarrarem acidentalmente, evitando quedas. Se a palmilha do calçado tiver amortecimento, melhor, pois assim é possível garantir todo o conforto para a criança. Ter esses cuidados evita a formação de bolhas e garante o bom desenvolvimento do pé do bebê.



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Flexibilidade: o que é, benefícios (e como alcançar)

A flexibilidade é a capacidade dos músculos e tecidos de se alongarem, permitindo que o corpo realize movimentos com maior amplitude. Com o passar do tempo, principalmente com o envelhecimento, essa capacidade tende a diminuir.

Manter uma boa flexibilidade ajuda a melhorar a postura, reduzir tensões musculares e facilitar tarefas do dia a dia, como pegar algo no chão ou alcançar um objeto, trazendo mais conforto e bem-estar.

Exercícios e atividades que contribuem para a flexibilidade incluem principalmente yoga, pilates, e movimentos de alongamentos, que podem ser feitos antes ou depois dos treinos para manter o corpo mais ágil e funcional.

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Benefícios da flexibilidade

Alguns benefícios da flexibilidade para a saúde são:

1. Melhorar a amplitude de movimento

A flexibilidade permite que os músculos se movimentem com maior amplitude, ou seja, que o corpo consiga dobrar, esticar e girar sem dificuldade ou dor. Isso facilita movimentos do dia a dia, como agachar, alcançar objetos altos ou caminhar.

Também melhora o desempenho em atividades físicas, pois músculos e articulações conseguem trabalhar de forma mais eficiente e coordenada.

2. Reduzir a rigidez muscular

Alongar os músculos regularmente ajuda a diminuir a sensação de rigidez e desconforto, principalmente após longos períodos parado ou sentado, como no trabalho ou em viagens.

3. Contribuir para a postura

Aumentar a flexibilidade também pode melhorar a postura, já que ajuda a alongar os músculos das costas, ombros e quadris e contribui para o alinhamento da coluna.

Com isso, reduz sobrecargas na coluna, facilita a manutenção de uma posição equilibrada e previne dores posturais no dia a dia.

4. Prevenir dores e lesões

Quando os músculos estão mais flexíveis, os movimentos do corpo tendem a ocorrer de forma mais suave e natural. Isso ajuda a reduzir o esforço durante as atividades diárias e exercícios físicos, contribuindo para a prevenção de dores e lesões.

5. Preservar a independência no envelhecimento

Manter a flexibilidade ao envelhecer é fundamental para melhorar o equilíbrio, permitindo que os idosos realizem tarefas cotidianas com mais independência e segurança.

Em pessoas idosas, a redução da flexibilidade está associada à dificuldade para se movimentar e a um maior risco de quedas.

Alongamento e flexibilidade

A flexibilidade refere-se à capacidade do corpo de movimentar músculos e tecidos com amplitude adequada. Já o alongamento é uma prática que contribui para o desenvolvimento da flexibilidade. 

Dessa forma, o alongamento funciona como um recurso para manter ou aumentar a flexibilidade do corpo. Veja os benefícios dos alongamentos.

Mobilidade e flexibilidade

A flexibilidade está relacionada principalmente à capacidade dos músculos e tecidos de se alongarem. 

Já a mobilidade envolve não apenas os músculos, mas também as articulações, tendões e ligamentos, pois depende da combinação de amplitude, controle e estabilidade para que os movimentos ocorram.

Leia também: 10 melhores exercícios de mobilidade (e como fazer) tuasaude.com/exercicios-de-mobilidade

Testes de flexibilidade

Alguns testes podem ajudar a avaliar a flexibilidade do corpo, como:

  • Teste de sentar e alcançar: feito sentado no chão com as pernas esticadas, a pessoa tenta alcançar os pés ou ultrapassar os dedos com as mãos, avaliando a flexibilidade da lombar e da parte posterior das pernas;
  • Teste de flexibilidade de ombros: consiste em levar uma mão atrás das costas pelo ombro e a outra mão por baixo, tentando que os dedos se encontrem, verificando a mobilidade dos ombros;
  • Teste de extensão de tronco: realizado deitado de barriga para baixo, a pessoa levanta o tronco mantendo o quadril no chão, medindo a flexibilidade da coluna;
  • Teste de elevação da perna estendida: feito deitado de costas, uma perna é levantada mantendo-a esticada, avaliando a flexibilidade dos músculos posteriores da coxa.

Esses testes fazem parte de uma avaliação chamada FlexTest, que mede a flexibilidade do corpo de forma prática, ajudando a identificar limitações e acompanhar melhorias com a prática regular de exercícios.

O FlexTest pode incluir outros movimentos para avaliar diferentes grupos musculares, sendo indicado que a avaliação seja realizada pelo profissional de educação física ou fisioterapia, que poderá interpretar os resultados corretamente.

Perda de flexibilidade

A flexibilidade tende a diminuir com o tempo devido a fatores como o excesso de horas sentado, a falta de alongamento ou atividades físicas regulares e o envelhecimento natural.

Além disso, lesões, rigidez muscular e desequilíbrios posturais também contribuem para essa perda, tornando os movimentos do dia a dia mais difíceis e aumentando o risco de dores e desconfortos.

No entanto, a perda de flexibilidade não precisa ser definitiva. Com exercícios simples, é possível recuperar movimentos, melhorar a saúde e favorecer uma vida mais ativa e longa, especialmente na terceira idade.

Como alcançar a flexibilidade

Para melhorar a flexibilidade, é recomendado manter uma rotina regular de exercícios e atividades que podem incluir:

1. Alongamentos

Os tipos mais comuns de alongamentos são: 

  • Alongamento estático, consiste em manter uma posição alongada por cerca de 30 segundos, realizando de 3 a 4 repetições por músculo. Deve-se evitar movimentos bruscos ou alongar até sentir dor intensa;
  • Alongamento dinâmico, é a realização de movimentos controlados e repetitivos, que ajudam a ativar os músculos. 

Alguns movimentos de alongamento dinâmico incluem balanços de pernas, rotações de braços e agachamentos com amplitude completa, realizados antes de atividades físicas ou esportes.

Já o alongamento estático é indicado realizar em momentos de relaxamento, após o aquecimento leve ou após atividades aeróbicas. Veja alguns exercícios de alongamentos.

Entretanto, o alongamento estático não é recomendado imediatamente antes ou logo após exercícios de força, como a musculação, pois pode reduzir temporariamente a potência muscular. 

Além disso, deve-se ter cuidado ao alongar músculos lesionados ou sobrecarregados, para evitar agravar a lesão ou causar desconforto adicional.

O ideal é alongar-se pelo menos 2 a 3 vezes por semana, respeitando os limites do corpo.

2. Cuidados diários

Alguns cuidados diários para pessoas que passam longos períodos sentadas, seja no trabalho ou nos estudos, incluem pausas ativas ao longo do dia, levantando-se, alongando braços, ombros, coluna e pernas por alguns minutos.

Alongamentos simples, como flexão lateral do tronco, extensão da coluna, rotação de ombros e elevação de pernas esticadas, ajudam a aliviar a tensão acumulada.

Além disso, pequenos cuidados como ajustar a altura da cadeira, apoiar corretamente os pés no chão e alternar posições, contribuem para manter a flexibilidade e o bem-estar ao longo do dia. Veja como manter uma boa postura sentado.

3. Yoga e Pilates

Atividades como yoga e pilates são excelentes para melhorar a flexibilidade, pois combinam alongamentos com fortalecimento muscular, controle corporal e respiração. 

Durante as aulas, os movimentos trabalham diferentes grupos musculares de forma contínua, ajudando a aumentar a amplitude de movimento, melhorar a postura e reduzir tensões. Conheça alguns exercícios da yoga.

Além disso, essas práticas promovem consciência corporal, equilíbrio e relaxamento, tornando o corpo mais ágil e os movimentos mais fluidos no dia a dia.

4. Treino de força com amplitude

O treino de força com amplitude completa envolve realizar exercícios como agachamentos, supino ou elevações de braços, executando o movimento com a amplitude adequada.

Essa prática não só fortalece os músculos e articulações, mas também ajuda a manter ou aumentar a flexibilidade, pois os músculos trabalham ao longo de toda a sua amplitude.

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Transferrina: o que é, para que serve e porque está alta ou baixa

A transferrina é uma proteína principalmente produzida pelo fígado e que tem como principal função transportar o ferro para a medula, baço, fígado e músculos, mantendo o bom funcionamento do organismo.

A avaliação da transferrina é normalmente indicada para confirmar e diferenciar as anemias, sendo a sua dosagem normalmente indicada juntamente com a dosagem de ferro e ferritina.

A avaliação da concentração de transferrina no sangue deve ser feita em jejum de 8 a 12 horas, dependendo da orientação do médico e do laboratório.

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Para que serve

A dosagem de transferrina normalmente é solicitada pelo médico para fazer o diagnóstico diferencial das anemias microcíticas, que são aquelas caracterizadas pela presença de hemácias menores do que o normal. Dessa forma, além da transferrina, o médico solicita a dosagem de ferro sérico e da ferritina. Saiba mais sobre a ferritina.

Além desses exames, pode ser solicitada a realização da eletroforese de hemoglobina com o objetivo de identificar o tipo de hemoglobina do paciente e, assim, confirmar o diagnóstico de talassemia, por exemplo. Conheça mais sobre a eletroforese de hemoglobina.

É importante que o resultado dos exames seja interpretado pelo médico, pois além da concentração de ferro, transferrina e ferritina, é preciso analisar outros exames para que seja possível verificar o quadro clínico geral do paciente.

O que é Índice de Saturação da Transferrina

O Índice de Saturação da Transferrina corresponde ao percentual de transferrina que está ocupado pelo ferro. Em condições normais, 20 a 50% dos locais de ligação de ligação da transferrina está ocupado com o ferro. Entenda melhor o que é o Índice de Saturação de Transferrina e o resultado.

Valores de referência

Os valores normais da transferrina no sangue são:

  • Homens: 215 - 365 mg/dL;
  • Mulheres: 250 - 380 mg/dL.

Os valores de referência podem variar de acordo com o laboratório, sendo importante avaliar o resultado conforme os valores apresentados no laudo do exame.

[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO_EXAMES]

O que significa transferrina alta

A transferrina alta normalmente é percebida na anemia por falta de ferro, conhecida por anemia ferropriva, na gravidez e no tratamento com reposição hormonal, principalmente estrogênio.

O que significa transferrina baixa

As principais situações em que a transferrina está baixa são:

  • Talassemia;
  • Anemia sideroblástica;
  • Inflamações;
  • Situações em que há a perda de proteínas, como infecções crônicas e queimaduras, por exemplo;
  • Doenças hepáticas e renais;
  • Neoplasias;
  • Nefrose;
  • Desnutrição.

Além disso, a concentração de transferrina no sangue também pode estar diminuída na anemia da doença crônica, que é um tipo de anemia que normalmente acontece em pessoas hospitalizadas e que têm doenças infecciosas crônicas, inflamações ou neoplasias.

Leia também: Transferrina baixa: o que significa (e o que fazer) tuasaude.com/transferrina-baixa

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Sapato do bebê e da criança: como escolher, tipos e tamanho

Nos primeiros meses, o bebê pode usar sapatos de lã ou tecido. No entanto, quando começa a caminhar, entre os 10 e 18 meses, é interessante ...