quarta-feira, 19 de novembro de 2025

Eletroneuromiografia: o que é, para que serve e como é feito

A eletroneuromiografia, ou ENMG, é um exame que avalia os nervos e músculos do corpo. Nesse exame são utilizados sensores que registram a condução de um impulso elétrico no em um nervo, permitindo avaliar a atividade do músculo durante a realização de um movimento.

Dessa forma, a ENMG é útil para auxiliar no diagnóstico e planejar o tratamento de doenças como esclerose lateral amiotrófica, neuropatia diabética, síndrome do túnel do carpo ou doença de Guillain Barré.

A eletroneuromiografia não é o exame considerado padrão para o diagnóstico de doenças nervosas e musculares, no entanto o seu resultado é interpretado de acordo com a história clínica e resultado de exames neurológicos do paciente.

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Para que serve

O exame de eletroneuromiografia serve para avaliar o funcionamento dos nervos e músculos, sendo útil para o diagnóstico de doenças que estejam relacionadas com os impulsos nervosos ou com a atividade elétrica muscular.

Assim, a eletroneuromiografia pode ser indicada em caso de:

  • Síndrome de Guillain Barré;
  • Polineuropatia, provocada por diabetes ou por alguma doença inflamatória;
  • Atrofia muscular progressiva;
  • Hérnia de disco ou outras radiculopatias, que provocam lesões nos nervos da coluna.
  • Síndrome do túnel do carpo;
  • Paralisia facial;
  • Esclerose lateral amiotrófica;
  • Poliomielite;
  • Alteração da força ou sensibilidade provocada por um trauma ou pancada;
  • Doenças musculares, como miopatias ou distrofias musculares.

Com as informações obtidas durante o exame, o médico poderá confirmar o diagnóstico, indicar as melhores formas de tratamento ou, em alguns casos, acompanhar a gravidade e evolução da doença.

Marque uma consulta com o médico mais próximo para avaliar a necessidade de realizar a eletroneuromiografia:

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Como se preparar para o exame

Para a realização da eletroneuromiografia, recomenda-se comparecer ao local do exame bem alimentado e levar roupas folgadas ou de fácil remoção, como saias ou shorts. Não se deve usar óleos ou cremes hidratantes nas 24h anteriores ao exame, pois estes cosméticos podem dificultar a aderência dos eletrodos.

É importante informar ao médico se usa medicamentos, pois alguns, como os anticoagulantes, podem interferir ou contraindicar o exame, e se tem um marca-passo se sofre de doenças de sangue, como a hemofilia.

Além disso, deve-se lembrar que a eletroneuromiografia costuma ser feita em ambos os lados (ambas as pernas ou braços), pois é importante comparar as alterações encontradas entre o lado afetado e o lado sadio.

Como é feita a eletroneuromiografia

O exame de eletroneuromiografia é realizado em duas etapas:

  • Eletroneurografia ou neurocondução: pequenos sensores são estrategicamente posicionados sobre a pele para avaliar determinados músculos ou trajetos de nervos, e, em seguida, pequenos estímulos elétricos são feitos para produzir atividades nesses nervos e músculos, que são captadas pelo aparelho. Esta etapa pode provocar um desconforto semelhante a pequenas pancadas, mas que são suportáveis;
  • Eletromiografia: um eletrodo em forma de agulha é inserido na pele até alcançar o músculo, para avaliar diretamente a atividade. Para isso, é pedido para que o paciente realize alguns movimentos enquanto o eletrodo detecta os sinais. Nesta etapa, há uma dor de picada durante a inserção da agulha, e pode haver um desconforto durante o exame, que é tolerável.

O exame de eletroneuromiografia é feito pelo médico, e está disponível em hospitais ou clínicas especializadas. Este exame é feito gratuitamente pelo SUS e coberto por alguns planos de saúde, mas também pode ser feito de forma particular.

Quem não deve fazer

A eletroneuromiografia não traz riscos à saúde, no entanto, não deve ser realizado por pessoas que usam marca-passo cardíaco ou que utilizam medicamentos anticoagulantes, como Varfarina, Marevan ou Rivaroxaban, por exemplo. Nestes casos, deve-se informar ao médico, que irá avaliar a contraindicação ou que tipo de tratamento poderá ser feito.

Há algumas contraindicações absolutas para realização do exame, sendo elas: a não cooperação do paciente para a realização do exame, a recusa do paciente para a realização do procedimento e a presença de lesões do local em que seria feita a investigação.

Possíveis riscos

O exame de eletroneuromiografia é seguro na maioria dos casos, no entanto podem haver situações cujo procedimento por apresentar risco, como por exemplo:

  • Pacientes em tratamento com anticoagulantes;
  • Doenças de sangue, como hemofilia e alterações plaquetárias;
  • Doenças que enfraquecem o sistema imunológico, como AIDS, diabetes, e doenças autoimunes;
  • Pessoas que possuem marcapasso;
  • Lesões infecciosas ativas no local em que seria realizado o exame.

Dessa forma, é importante comunicar ao médico caso apresente alguma das condições em que é considerado risco, além do uso de medicamentos para que assim se possa diminuir o risco de complicações.



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Coluna travada: o que pode causar (e o que fazer)

A coluna travada é uma condição caracterizada por rigidez súbita e dor intensa na região da coluna, que limita a movimentação do tronco e dificulta atividades diárias como levantar, caminhar ou sentar.

Geralmente, a coluna travada ocorre devido a espasmos musculares, postura inadequada, sedentarismo ou alterações degenerativas, como hérnia de disco ou osteoartrite.

Em caso de coluna travada, recomenda-se evitar movimentos bruscos, aplicar calor local para relaxar a musculatura e buscar avaliação médica, que pode orientar o uso de analgésicos ou relaxantes musculares para aliviar a dor intensa.

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Sintomas de coluna travada

Alguns sintomas de coluna travada são:

  • Dor súbita e intensa na região afetada da coluna;
  • Rigidez ou dificuldade de movimentar o tronco;
  • Sensação de “travamento” ou bloqueio ao tentar se inclinar ou girar;
  • Formigamento ou dormência em casos associados à compressão nervosa;
  • Sensibilidade ao toque na musculatura da coluna;
  • Limitação para realizar atividades como levantar, caminhar ou sentar.

Além disso, a coluna travada pode levar a dor que irradia para braços ou pernas, dependendo da região afetada.

O que pode causar

A coluna travada pode ocorrer por:

1. Espasmo Muscular

Uma das causas mais comuns da coluna travada é o espasmo muscular, situação em que os músculos ao redor da coluna se contraem de forma involuntária e intensa, permanecendo rígidos e incapazes de relaxar.

Esse espasmo pode surgir como reação de proteção do corpo após um movimento brusco, esforço excessivo ou levantamento de peso de forma incorreta. 

Os espasmos provocam sensação de tensão, dor localizada e limitação importante dos movimentos, podendo até impedir a pessoa de se levantar, virar o tronco ou caminhar normalmente.

O que fazer: Deve-se consultar o ortopedista para avaliação, que pode orientar repouso e o uso de calor local, como bolsa térmica ou banho quente, para reduzir a tensão. Veja como fazer a compressa quente.

Quando necessário, o médico pode prescrever analgésicos ou relaxantes musculares, como dipirona ou ciclobenzaprina, e em alguns casos a fisioterapia é indicada para fortalecer a musculatura e prevenir novos episódios.

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2. Sedentarismo

O sedentarismo também pode causar coluna travada, pois a falta de atividade física enfraquece os músculos de sustentação, diminui a flexibilidade e aumenta a rigidez das articulações, tornando a coluna mais suscetível a tensões e pequenas lesões.

Além disso, permanecer longos períodos sentado sobrecarrega a coluna e dificulta a circulação sanguínea nos músculos, o que pode intensificar a dor e a sensação de coluna travada, especialmente após acordar ou ao tentar se movimentar.

O que fazer: É recomendado, na fase inicial, fazer repouso das atividades, aplicar compressas quentes para relaxar a musculatura e buscar avaliação médica, principalmente quando a dor é intensa ou persiste por mais de alguns dias.

Após a melhora da dor, a introdução gradual de exercícios de alongamento e fortalecimento, além de caminhadas ou atividades de baixo impacto, pode ajudar a recuperar a mobilidade e aumentar a resistência muscular, devendo ser feita com orientação do educador físico. 

3. Postura inadequada

Manter a coluna em posturas inadequadas por longos períodos pode ser uma causa de coluna travada, como sentar curvado, inclinar o tronco para frente ou permanecer em posições que sobrecarregam músculos e articulações.

A postura incorreta pode levar a espasmos musculares e desconforto, dificultando movimentos simples do dia a dia.

O que fazer: É indicado evitar movimentos que aumentem a dor e realizar alongamentos leves, dentro do limite de conforto, além de reorganizar o ambiente de trabalho ou estudo, utilizando cadeiras e mesas adequadas para manter a coluna alinhada.

Deve-se consultar o ortopedista, que pode orientar ajustes posturais e exercícios de alongamento para aliviar a tensão, como alongamento de coluna e dos músculos posteriores da coxa, após a fase de dor intensa. Conheça exercícios para melhorar a postura em casa.

Além disso, o fortalecimento do abdômen e dos músculos paravertebrais contribui para manter a coluna estável e reduzir a sobrecarga muscular, prevenindo novos episódios de coluna travada. 

4. Hérnia de Disco

A hérnia de disco pode causar sensação de coluna travada, especialmente ao inclinar-se, levantar ou girar o tronco. Isso acontece quando o núcleo do disco intervertebral se projeta para fora, pressionando nervos e provocando dor intensa.

Leia também: Hérnia de disco: o que é, tipos, sintomas e tratamento tuasaude.com/hernia-de-disco

Além da dor local, a hérnia pode gerar formigamento, dormência ou fraqueza nos braços ou pernas, dependendo da região afetada.

O que fazer: Deve-se consultar o ortopedista, que pode indicar o uso de analgésicos e anti-inflamatórios, como ibuprofeno, naproxeno ou paracetamol, e relaxantes musculares, como ciclobenzaprina.

Também é recomendado a fisioterapia com exercícios de alongamento e fortalecimento da musculatura, e, em alguns casos, procedimentos específicos como infiltrações ou cirurgia, dependendo da gravidade dos sintomas.

5. Osteoartrose da coluna

A osteoartrose da coluna, também conhecida como artrose na coluna, é a degeneração das articulações vertebrais que pode levar a coluna travada. Entenda melhor o que é artrose na coluna.

Com o desgaste da cartilagem e a formação de “bicos de papagaio”, as articulações se tornam mais rígidas, aumentando a probabilidade de coluna travada, especialmente após períodos de inatividade ou esforços repetitivos.

O que fazer: É indicado procurar o ortopedista, que definirá o tratamento mais adequado, podendo incluir analgésicos, como paracetamol, anti-inflamatórios, como ibuprofeno ou naproxeno, e relaxantes musculares.

Em casos mais difíceis de controlar a dor, pode ser indicada uma infiltração ou bloqueio com corticoide. 

Além da fisioterapia, através de recursos como TENS, ultrassons ou laser, mobilizações articulares e exercícios de fortalecimento, e modalidades de menor impacto como hidroginástica ou Pilates.

Leia também: Tratamento para artrose na coluna: remédios, fisioterapia e cirurgia tuasaude.com/tratamento-para-artrose-na-coluna

Injeção para coluna travada

Em caso de coluna travada, quando a dor é intensa, e os medicamentos orais não trazem alívio suficiente, o médico pode indicar injeções intramusculares de analgésicos ou anti-inflamatórios para proporcionar alívio rápido da dor.

Em situações mais graves, quando a dor persiste ou há compressão de nervos, podem ser recomendadas injeções diretamente na coluna, geralmente com corticoides, que ajudam a reduzir a inflamação e o inchaço nas articulações.

Apesar de proporcionar alívio rápido, as injeções não tratam a causa da coluna travada, sendo indicada como complemento à fisioterapia, exercícios de fortalecimento e cuidados posturais.



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20 alimentos ricos em vitamina D (e quantidade recomendada)

Os alimentos ricos em vitamina D são principalmente os de origem animal, como salmão, ostras, carnes, queijo, leite e ovos. No entanto, existem outros alimentos que podem ser fortificados com esta vitamina, como é o caso dos cereais do café da manhã, por exemplo.

Apesar de poder ser obtida por meio de alimentos de origem animal, a principal fonte de produção da vitamina é através da exposição da pele aos raios de sol, e, por isso, é importante que a pele seja exposta diariamente ao sol entre 10h e 15h, entre 15 a 30 minutos, de 2 a 3 vezes por semana. Confira o melhor horário para tomar sol.

A vitamina D favorece a absorção do cálcio no intestino, sendo importante para fortalecer os ossos e os dentes, além de evitar diversas doenças como raquitismo, osteoporose, câncer, problemas cardíacos, diabetes e hipertensão.

Leia também: Vitamina D: o que é, para que serve, fontes e como medir tuasaude.com/para-que-serve-a-vitamina-d
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Lista de alimentos ricos em vitamina D

A tabela a seguir indica a quantidade desta vitamina em cada 100 g de alimento:

Alimento Quantidade de vitamina D
1. Óleo de fígado de bacalhau 252 mcg
2. Óleo de salmão 100 mcg
3. Salmão 5 mcg
4. Salmão defumado 20 mcg
5. Ostras cruas 8 mcg
6. Arenque fresco 23,5 mcg
7. Leite fortificado 2,45 mcg
8. Ovo cozido 1,3 mcg
9. Carnes (frango, peru, porco) e vísceras em geral 0,3 mcg
10. Carne de boi 0,18 mcg
11. Fígado de galinha 2 mcg
12. Sardinhas enlatadas no azeite 40 mcg
13. Fígado de boi 1,1 mcg
14. Manteiga 1,53 mcg
15. Iogurte 0,04 mcg
16. Queijo cheddar 0,32 mcg
17. Peixe espada 13,9 mcg
18. Truta 3,9 mcg
19. Leite de soja fortificado 0,68 mcg
20. Cogumelos*  0,02 mcg

* Os fungos (cogumelos) podem ser uma boa fonte de vitamina D, pois necessitam dos raios UV do sol para sintetizar essa vitamina. No entanto, para que possam fornecer a vitamina D ao serem consumidos, é indicado que sejam colhidos ao sol e, por isso, uma boa opção é escolher os cogumelos de origem orgânica.

As frutas contém vitamina D?

Não, as frutas naturalmente não possuem vitamina D, no entanto existem alguns sucos pasteurizados que são fortificados com essa vitamina, como o suco de laranja.

Quantidade diária recomendada

Caso a exposição solar não seja suficiente para obter as quantidades diárias de vitamina D, é importante que a quantidade seja alcançada através da alimentação ou de suplementos vitamínicos. Nas crianças a partir de 1 ano de idade e em adultos saudáveis, a recomendação diária é de 15 mcg de vitamina D, enquanto que pessoas mais velhas devem consumir 20 mcg por dia.

Veja como tomar sol corretamente para produzir vitamina D.

Vitamina D para vegetarianos

A vitamina D só está presente em alimentos de origem animal e em alguns produtos fortificados, não sendo possível encontrá-la em fontes vegetais como frutas, verduras e grãos como arroz, trigo, aveia e quinoa.

Por isso, os vegetarianos estritos ou veganos que não consomem ovo, leite e derivados, precisam obter a vitamina através de banhos de sol ou por meio de suplementação indicada pelo médico ou nutricionista.

Quando tomar suplemento de vitamina D

Os suplementos de vitamina D devem ser usados quando os níveis desta vitamina o sangue estão abaixo do normal, o que pode acontecer quando a pessoa tem pouca exposição ao sol ou quando a pessoa possui alterações no processo de absorção de gordura, como pode acontecer em pessoas que realizaram cirurgia bariátrica, por exemplo.

A deficiência grave dessa vitamina em crianças é conhecida como raquitismo e nos adultos, osteomalácia, sendo necessário realizar exame que permita identificar a quantidade dessa vitamina no sangue, chamado de 25-hidroxivitamina D, para determinar sua deficiência.

Geralmente, os suplementos de vitamina D são acompanhados por outro mineral, o cálcio, já que a vitamina D é fundamental para a absorção do cálcio no organismo, tratando um conjunto de alterações no metabolismo ósseo, como a osteoporose.

Estes suplementos devem ser usados sob orientação de um profissional, podendo ser recomendado pelo médico ou pelo nutricionista em cápsulas ou em gotas. Veja mais sobre o suplemento de vitamina D.



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Especialistas em tireoidite de hashimoto: qual médico consultar?

Os médicos especialistas no diagnóstico e tratamento da tireoidite de Hashimoto, conforme a ordem de prioridade, são:

1. Endocrinologista

O endocrinologista é o principal especialista responsável pelo diagnóstico e tratamento da tireoidite de Hashimoto, uma doença autoimune que afeta a glândula tiroide.

Este profissional solicita exames hormonais e de anticorpos específicos, para avaliar o funcionamento da tiroide e confirmar a presença de inflamação crônica.

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Outras condições que também podem ser avaliadas e tratadas por um endocrinologista incluem:

  • Hipotireoidismo;

  • Hipertireoidismo;

  • Diabetes;

  • Síndrome dos ovários policísticos;

  • Alterações do colesterol;

  • Distúrbios da glândula suprarrenal;

  • Alterações do crescimento e puberdade;

  • Osteoporose.

Além dessas condições, o endocrinologista também trata outros distúrbios hormonais que envolvem o metabolismo, o peso corporal e o equilíbrio dos hormônios no organismo.

2. Clínico geral

O clínico geral pode ser o primeiro médico especialista a identificar sinais de tireoidite de Hashimoto. Este médico realiza uma avaliação inicial com base nos sintomas e pode solicitar exames de sangue para investigar alterações nos níveis hormonais.

Caso identifique alterações na função da tiroide, o clínico encaminha a pessoa para um endocrinologista, que fará a confirmação do diagnóstico e o acompanhamento a longo prazo.

3. Imunologista

O imunologista é o especialista que pode ser consultado em casos de tireoidite de Hashimoto com outros problemas autoimunes associados ou quando há dúvidas quanto ao diagnóstico.

Esse especialista tem experiência no funcionamento do sistema imunológico e em condições autoimunes mais complexas.

Quando marcar consulta

É recomendado marcar consulta com um especialista em tireoidite de Hashimoto sempre que surgirem sintomas, como:

  • Cansaço excessivo;

  • Ganho de peso sem causa aparente;

  • Queda de cabelo;

  • Pele pálida e fria;

  • Prisão de ventre;

  • Inchaço no pescoço.

O diagnóstico da tireoidite de Hashimoto é feito por meio de avaliação clínica e exames laboratoriais que medem os níveis de TSH, T4 e anticorpos antitireoidianos.

O tratamento normalmente inclui o uso de medicamentos à base de levotiroxina. O acompanhamento regular com o endocrinologista é essencial para ajustar a dose do medicamento e avaliar a evolução da função da tireoide ao longo do tempo.

Leia também: Tireoidite de Hashimoto: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/tiroidite-de-hashimoto

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