sexta-feira, 28 de novembro de 2025
Sistema reprodutor feminino (interno e externo): funções e doenças
O sistema reprodutor feminino é o conjunto de órgãos internos e externos que permitem a reprodução e a produção de hormônios sexuais, como estrogênio e progesterona. Esse sistema também influencia a saúde geral da mulher, ajudando a manter a saúde dos ossos, coração, sistema imunológico e metabolismo.
Os órgãos do sistema reprodutor feminino são: ovários, trompas de Falópio, útero, colo do útero, vagina e genitália externa, que trabalham em conjunto para tornar possíveis a ovulação, a fertilização e a gravidez.
Na presença de sintomas como dor pélvica persistente, sangramento irregular ou dificuldade para engravidar, é importante consultar o ginecologista, Isso porque podem indicar alguma doença que pode ser tratada com eficácia quando diagnosticadas precocemente.

Sistema reprodutor feminino externo
A anatomia do sistema reprodutor feminino externo, conhecido como vulva, inclui:
- Grandes lábios: envolvem e protegem os outros órgãos reprodutivos externos. Na puberdade, acontece o crescimento de pelos na pele dos lábios maiores, que também possuem glândulas sudoríparas e sebáceas.
- Pequenos lábios: podem ter diversos tamanhos e formatos, e são muito delicados. Se localizam logo abaixo dos grandes lábios e envolvem a abertura da vagina e a uretra;
- Clitóris: é uma pequena protuberância sensível comparável a um pênis, sendo coberto por uma dobra de pele chamada prepúcio e é muito sensível à estimulação;
- Vestíbulo vaginal: é a região entre os pequenos lábios e atrás do clitóris, que contém as aberturas da uretra e da vagina e é cercado pelas glândulas vestibulares;
- Glândulas vestibulares: também conhecidas por glândulas de Bartholin, liberam muco para manter a área vestibular úmida;
As estruturas do sistema reprodutor feminino externo formam a primeira linha de defesa contra infecções e desempenham um importante papel na função sexual.
Sistema reprodutor feminino interno
A anatomia dos órgãos internos do sistema reprodutor feminino inclui:
1. Ovários
Os ovários são as glândulas reprodutoras femininas localizadas em ambos os lados do útero, na pelve. Cada ovário contém milhares de óvulos e produz os hormônios sexuais femininos, principalmente o estrogênio e a progesterona.
Durante cada ciclo menstrual, um dos ovários libera um óvulo maduro em um processo chamado ovulação.
Leia também: Ovulação: o que é, como acontece e sintomas (com calculadora) tuasaude.com/o-que-e-ovulacao2. Trompas de Falópio
As trompas de Falópio são dois canais finos que ligam os ovários ao útero. Essas estruturas possuem pequenos pelos chamados cílios que ajudam a transportar o óvulo do ovário para o útero.
A fertilização do óvulo pelo espermatozoide geralmente ocorre nas trompas de Falópio.
3. Útero
O útero é um órgão oco e muscular com formato de pera invertida, onde o bebê se desenvolve durante a gravidez.
A parede do útero é composta por três camadas: o endométrio (revestimento interno que se renova a cada mês), o miométrio (camada muscular intermediária) e o perimétrio (camada externa).
Durante o ciclo menstrual, o endométrio engrossa para se preparar para uma possível gravidez.
Leia também: Qual o tamanho normal do útero? tuasaude.com/tamanho-do-utero-normal4. Colo do útero
O colo do útero, ou colo uterino, é a parte inferior e estreita do útero que se conecta à vagina. Essa estrutura produz muco que muda de consistência durante o ciclo menstrual e ajuda a regular a passagem dos espermatozoides para o útero.
Durante o parto, o colo do útero dilata para permitir o nascimento do bebê.
5. Vagina
A vagina é um canal muscular elástico que conecta o útero à parte externa do corpo. Ela desempenha diversas funções: permite a passagem do fluxo menstrual, é o órgão receptivo durante a relação sexual e forma o canal de parto.
A vagina possui uma população natural de bactérias benéficas, especialmente Lactobacillus, que mantêm a saúde desse órgão.
Diferença entre sistema reprodutor masculino e feminino
O sistema reprodutor masculino é composto por órgãos internos e externos. Estes órgãos atuam na reprodução, produção de espermatozoides e hormônios que regulam funções, como desenvolvimento de pelos faciais, engrossamento da voz e aumento da massa muscular.
Já o sistema reprodutor feminino possui órgãos internos e externos que permitem a produção de hormônios sexuais, a ovulação, a fertilização e a gravidez. Além disso, esse sistema também influencia a saúde geral da mulher.
Qual a função do sistema reprodutor feminino?
O sistema reprodutor feminino desempenha diversas funções, sendo as principais:
- Produção de óvulos maduros a cada mês durante a vida reprodutiva da mulher;
- Produção de hormônios sexuais, como estrogênio e progesterona, que regulam o ciclo menstrual;
- Preparação do endométrio a cada mês para receber um óvulo fertilizado;
- Transporte dos espermatozoides da vagina para as trompas de Falópio;
- Proporcionar prazer à mulher, durante a relação sexual;
- Local onde ocorre a fertilização do óvulo pelo espermatozoide;
- Desenvolvimento e nutrição do embrião e do bebê durante a gravidez;
- Proteção do bebê em desenvolvimento dentro do útero;
- Participação no parto por meio de contrações uterinas e dilatação cervical;
- Regulação da saúde cardiovascular, óssea e imunológica por meio dos hormônios ovarianos.
O ciclo menstrual é um dos processos mais importantes do sistema reprodutor feminino. Neste ciclo, que dura cerca de 28 dias, o corpo se prepara para uma possível gravidez por meio de alterações hormonais coordenadas.
Leia também: Ciclo menstrual: o que é, fases, como contar e quanto tempo dura tuasaude.com/ciclo-menstrualSe a fertilização não ocorrer, os níveis hormonais diminuem e o revestimento uterino se desprende, causando a menstruação. Esse processo se repete da puberdade até a menopausa.
Doenças do sistema reprodutor feminino
Algumas doenças que podem afetar o sistema reprodutivo feminino são:
1. Endometriose
A endometriose é uma condição na qual um tecido semelhante ao revestimento do útero cresce fora da cavidade uterina, principalmente na pelve.
Essa condição causa inflamação, dor pélvica crônica, dor durante a relação sexual, cólicas menstruais intensas e infertilidade.
2. Síndrome dos ovários policísticos
A síndrome dos ovários policísticos (SOP) é um distúrbio endócrino que afeta muitas mulheres em idade reprodutiva. Essa condição é caracterizada pelo aumento da produção do hormônio LH em relação ao FSH, causando um desequilíbrio hormonal.
Os sintomas da síndrome dos ovários policísticos incluem menstruação irregular, excesso de pelos faciais e corporais, acne e dificuldade para engravidar.
Leia também: Ovário policístico: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/ovario-policistico3. Miomas uterinos
Os miomas uterinos são os tumores benignos mais comuns do sistema reprodutivo feminino. Eles causam sangramento uterino anormal, dor pélvica, sintomas de massa pélvica, infertilidade e complicações durante a gravidez.
Aproximadamente um terço das mulheres com miomas necessitará de tratamento devido aos sintomas. Os fatores de risco incluem menarca precoce, ascendência africana e nunca ter tido filhos.
4. Adenomiose
A adenomiose é uma condição benigna na qual as glândulas endometriais crescem dentro do músculo uterino. Os sintomas mais comuns incluem sangramento uterino anormal, dor pélvica crônica, menstruação dolorosa e infertilidade.
Essa condição frequentemente é identificada junto com endometriose e miomas uterinos, o que pode complicar o diagnóstico. O diagnóstico é feito por meio de ultrassonografia transvaginal ou ressonância magnética.
5. Câncer do colo do útero
O câncer do colo do útero é causado principalmente pela infecção persistente pelo papilomavírus humano (HPV).
Essa condição pode causar sintomas em fases mais avançadas da doença, como sangramento vaginal fora do período menstrual ou após as relações sexuais, corrimento com mau cheiro, dor abdominal e sensação de pressão na parte inferior da barriga.
Essa doença pode ser prevenida por meio da vacinação contra o HPV, exames regulares de Papanicolau ou testes de HPV e tratamento de lesões pré-cancerosas.
Leia também: Câncer de colo do útero: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/sintomas-de-cancer-de-colo-de-utero6. Câncer de ovário
O câncer de ovário é um dos tipos de câncer ginecológico mais comum e pode atingir um ou os dois ovários.
O câncer no ovário normalmente não provoca sinais ou sintomas, no entanto, à medida que se desenvolve a mulher pode apresentar sangramento fora do período menstrual, dor abdominal e sensação de pressão no abdômen, por exemplo.
7. Infecções
Infecções sexualmente transmissíveis e outras infecções podem afetar o sistema reprodutivo feminino.
A doença inflamatória pélvica ocorre quando bactérias infectam o útero, as trompas de Falópio ou os ovários, causando dor abdominal, febre e corrimento vaginal anormal. Se não for tratada, pode causar infertilidade e gravidez ectópica.
Já infecções vaginais, como vaginose bacteriana e candidíase vulvovaginal, também são comuns e necessitam de tratamento médico.
É importante consultar o ginecologista na presença de sintomas como dor pélvica persistente ou intensa, sangramento menstrual muito intenso ou prolongado, entre os períodos menstruais ou após a menopausa, corrimento com odor fétido ou coloração incomum, dor durante a relação sexual, dificuldade para engravidar ou qualquer alteração incomum nos órgãos genitais.
A detecção e o tratamento precoces dessas condições podem prevenir complicações graves e preservar a saúde reprodutiva.
source https://www.tuasaude.com/sistema-reprodutor-feminino/
Síndrome de Asperger: o que é, sintomas e tratamento
A síndrome de Asperger é uma condição psicológica que faz parte do espectro autista e que é caracterizada pela dificuldade para se relacionar e comunicar com os outros. No entanto, a pessoa com síndrome de Asperger não apresenta alteração de aprendizado, podendo ter, inclusive, uma capacidade de aprender acima da média.
Ao contrário do autismo, a síndrome de Asperger não causa dificuldade generalizada de aprendizado e é comum que pessoas diagnosticadas com essa síndrome tenham a necessidade de criar rotinas fixas.
Leia também: 8 sinais e sintomas de autismo (TEA) tuasaude.com/sintomas-de-autismoA intensidade dos sintomas pode variar bastante de uma criança para a outra e, por isso, casos menos aparentes podem ser mais difíceis de identificar. É por esse motivo que muitas pessoas descobrem a síndrome de Asperger apenas durante a idade adulta, quando apresentam depressão ou quando começam a ter episódios intensos e recorrentes de ansiedade.

Principais sintomas de Asperger
A síndrome de Asperger pode causar alguns sinais e sintomas característicos, sendo os principais:
1. Dificuldade para se relacionar com outras pessoas
As crianças e adultos com esta síndrome geralmente demonstram dificuldade de se relacionar com outras pessoas, pois apresentam um pensamento rígido e dificuldades para entender as próprias emoções e emoções alheias, o que pode parecer que não se preocupam com os sentimentos e necessidades de outras pessoas.
2. Dificuldade para se comunicar
Pessoas com a síndrome de Asperger têm dificuldade para compreender o significado de sinais indiretos, como alterações do tom da voz, de expressões faciais, gestos corporais, ironias ou sarcasmo, portanto só conseguem entender o que foi dito de forma literal.
Assim, também apresentam dificuldades para expressar aquilo que pensam ou sentem, não compartilhando interesses ou aquilo que pensam com outras pessoas, além de evitarem manter contato com os olhos de outra pessoa.
3. Não compreender as regras
É comum que, na presença desta síndrome, a criança não consiga aceitar o senso comum ou respeitar regras simples como esperar a sua vez na fila ou esperar sua vez para falar, por exemplo. Isto faz com que a interação social destas crianças seja cada vez mais difícil à medida que vão crescendo.
4. Nenhum atraso na linguagem, desenvolvimento ou inteligência
As crianças com esta síndrome têm um desenvolvimento normal, não precisando de mais tempo para aprender a falar ou escrever. Além disso, seu nível de inteligência também é normal ou, muitas vezes, acima da média.
5. Necessidade de criar rotinas fixas
Para tornar o mundo um pouco menos confuso, pessoas com síndrome de Asperger tendem a criar rituais e rotinas bastante fixas. Modificações na ordem ou nos horários para atividades ou compromissos não são bem aceitas, pois as mudanças não são bem-vindas.
No caso das crianças, esta característica pode ser observada quando a criança precisa caminhar sempre pelo mesmo caminho para chegar na escola, fica chateada quando se atrasa para sair de casa ou não consegue entender que alguém também pode se sentar na mesma cadeira que utiliza, por exemplo.
6. Interesses muito específicos e intensos
É comum que estas pessoas mantenham o foco por muito tempo em determinadas atividades, e fiquem entretidos com a mesma coisa, como um assunto ou objeto, por exemplo, por muito tempo.
7. Pouca paciência
Na síndrome de Asperger, é comum que a pessoa apresente muita impaciência e dificuldade para entender a necessidade dos outros, sendo, muitas vezes, consideradas rudes. Além disto, é comum que não gostem de conversar com pessoas da sua idade, pois preferem um discurso mais formal e com muita profundidade em um tema específico.
8. Descoordenação motora
Pode haver uma descoordenação dos movimentos, que costumam ser desengonçados e desajeitados. É comum que as crianças com esta síndrome fiquem com uma postura corporal incomum ou estranha.
9. Descontrole emocional
Na síndrome de Asperger, há dificuldade em compreender os sentimentos e emoções. Por isso, quando estão sobrecarregados emocionalmente podem ter dificuldade em regular suas reações.
10. Hipersensibilidade a estímulos
Pessoas com Asperger geralmente apresentam uma intensificação dos sentidos e, dessa forma, é comum que reajam de forma exagerada a estímulos, como luzes, sons ou texturas.
No entanto, também existem alguns casos de Asperger em que os sentidos parecem estar menos desenvolvidos que o normal, o que acaba agravando sua incapacidade para se relacionar com o mundo ao redor.
Como confirmar o diagnóstico
Para diagnosticar a síndrome de Asperger, os pais devem levar a criança à consulta com o pediatra ou um psicólogo infantil para que seja realizada uma avaliação.
Marque uma consulta com o médico ou psicólogo mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para entender melhor sobre a Síndrome de Asperger:
[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO]
De forma geral, o médico e/ ou psicólogo irá interagir diretamente com a criança e realizar diversos testes para observar o comportamento que a criança apresenta durante a interação com outras pessoas, além de avaliar suas capacidades linguísticas e intelectuais. O profissional também deve consultar os pais sobre o desenvolvimento da criança, assim como suas habilidades e problemas que apresentem.
É importante ressaltar que o processo de diagnóstico pode levar algum tempo e é possível que mais de um profissional seja consultado para que seja feita a diferenciação com outras condições semelhantes, como Transtorno do Déficit de Atenção e HIperatividade (TDAH), Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) ou Transtorno do Opositor Desafiador (TOD), por exemplo.
Como é feito o tratamento
O tratamento para a síndrome de Asperger tem como objetivo promover a qualidade de vida e sensação de bem-estar. Assim, é importante que o tratamento seja iniciado logo após o diagnóstico e, idealmente, ainda durante a infância, para que seja possível obter melhores resultados ao longo do tratamento.
Normalmente o tratamento é feito por uma equipe multidisciplinar, que coordena as terapias de forma a que se complementem ao longo do tempo:
1. Acompanhamento psicológico
O acompanhamento psicológico é fundamental na síndrome de Asperger, pois durante as sessões são observadas as principais características da síndrome, sendo possível identificar situações em que essas características são evidenciadas. Além disso, durante o tratamento com o psicólogo, a pessoa é estimulada a conversar e conviver com alguém "desconhecido", que não faz parte do seu dia a dia.
É também importante que os pais, amigos e professores participem do processo de acompanhamento psicológico, já que podem reforçar o que foi desenvolvido durante as sessões e apoiar a evolução. Alguns exemplos do que os pais e professores podem fazer para ajudar ajudar uma criança com síndrome de Asperger, por exemplo, são:
- Dar ordens simples, curtas e claras. Por exemplo: "Guarde o quebra-cabeça dentro da caixa, depois de brincar" e não: "Guarde os seus brinquedos, depois de brincar";
- Perguntar à criança o porquê da forma que está agindo no momento da ação;
- Explicar de forma clara e calma que a atitude "estranha", como falar um palavrão ou jogar algo em outra pessoa, é desagradável ou não é aceitável pelos outros, para que a criança não repita o erro;
- Evitar julgar a criança pelos comportamentos que tem.
Além disso, de acordo com o comportamento que a criança apresenta, o psicólogo pode fazer jogos que possam ajudar a facilitar a convivência ou ajudar a criança a entender o porquê de ter tido determinada atitude e o impacto de suas ações, por exemplo, umas vez que muitas vezes não conseguem entender o que é certo e errado.
2. Sessões de fonoaudiologia
Como em alguns casos a pessoa com síndrome de Asperger pode ter dificuldades para falar com outras pessoas, as sessões com o fonoaudiólogo podem ajudar a estimular a fala e a construção de frases. Além disso as sessões também podem ajudar na modulação do tom de voz, já que em alguns casos a pessoa pode gritar ou falar com mais força em situações em que isso não é necessário.
Além de ajudar na convivência com outras pessoas por meio do estímulo da fala, o fonoaudiólogo também pode ajudar na expressão adequada dos sentimentos, que são identificados com a ajuda do psicólogo.
3. Uso de medicamentos
Não existe um medicamento específico para tratar de vez a síndrome de Asperger, no entanto quando existem sinais de ansiedade, depressão, hiperatividade ou déficit de atenção, o psicólogo pode encaminhar para o psiquiatra para que seja recomendado o uso de medicamentos (como antidepressivos ou ansiolíticos) que ajudam a controlar os sinais e sintomas dessas alterações, ajudando a promover a qualidade de vida.
source https://www.tuasaude.com/sintomas-da-sindrome-de-asperger/
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