segunda-feira, 9 de março de 2026
sexta-feira, 6 de março de 2026
quinta-feira, 5 de março de 2026
10 sintomas de vermes intestinais
Os principais sintomas de vermes são dor e inchaço abdominal, diarreia, náuseas, vômitos, cansaço, perda de peso sem causa aparente e alterações do apetite, podendo variar de acordo com o verme associado à infecção.
Os sintomas de vermes intestinais surgem devido à ingestão dos ovos e cistos desses microrganismos, que podem estar presentes na terra, em carnes cruas ou em superfícies sujas, e que conseguem se desenvolver no intestino, depois de ingeridos.
Leia também: Vermes intestinais: o que são, sintomas, transmissão e tratamento tuasaude.com/vermes-intestinaisNa presença de sintomas de vermes intestinais, é importante que o médico seja identificado o verme responsável pela infecção e, assim, indicado o tratamento mais adequado, que normalmente é feito com o uso de medicamentos antiparasitários.

Principais sintomas
Os principais sintomas de vermes intestinais são:
- Dor abdominal, podendo haver desconforto ao redor do umbigo;
- Inchaço abdominal ou excesso de gases;
- Diarreia frequente;
- Náuseas e vômitos;
- Coceira no ânus;
- Sensação de barriga inchada;
- Cansaço excessivo;
- Perda de peso sem razão aparente;
- Presença de pontos brancos nas fezes;
- Fome excessiva ou reduzida.
Apesar de ser mais comum o aparecimento de sintomas intestinais, é possível que o verme desenvolva-se em outros locais fora do intestino, como no estômago, pulmões ou cérebro, por exemplo, resultando no aparecimento de outros sintomas como náuseas, vômitos, azia, tosse, febre, dificuldade para respirar e alterações neurológicas.
[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO_SINTOMAS]
Teste online para saber se está com vermes
Para saber se você pode estar com vermes no intestino, selecione o que está sentindo:
{TESTE_SINTOMAS_VERMES}
O teste de sintomas é apenas uma ferramenta de orientação, não servindo como diagnóstico e nem substituindo a consulta com o médico.
Sintomas de vermes no bebê
Os sintomas de vermes no bebê e em crianças podem ser:
- Vômitos, diarreia ou cólicas;
- Falta de vontade de brincar;
- Barriga inchada, que não desaparece após massagem abdominal;
- Coceira no ânus, especialmente à noite, dificultando o sono;
- Presença de vermes na fralda, ânus ou fezes do bebê;
- Pele amarelada;
- Retardo no crescimento.
Os sintomas de vermes na infância surgem, principalmente, nos bebês com mais de 6 meses de idade, pois têm maior contato com o chão e a sujeira, além do fato do sistema imunológico ser menos desenvolvido. Nestes casos é importante consultar o pediatra para iniciar o tratamento adequado.
Quando fazer exame para vermes
É recomendado fazer exame para vermes todos os anos, no entanto, na presença de sinais e sintomas de vermes, o médico pode indicar a realização desse exame com maior frequência.
O principal exame realizado para o diagnóstico de parasitoses intestinais é o exame parasitológico de fezes, já que ovos ou cistos desses parasitas podem ser encontrados nas fezes, uma vez que são parasitas intestinais. Veja como é feito o diagnóstico de vermes.
Tratamento para vermes
O melhor tratamento para vermes é feito com medicamentos, mas também é importante durante e após o tratamento lavar bem as mãos para evitar a transmissão dos ovos dos vermes para outras pessoas, especialmente após defecar ou antes de cozinhar, por exemplo.
É importante também que sejam adotadas medidas de higiene e prevenção para evitar a transmissão para outras pessoas. Assim, é importante lavar bem as mãos após ir ao banheiro e antes de preparar os alimentos, evitar o consumo de água e alimentos potencialmente contaminados, manter as unhas aparadas e cozinhar bem a carne. Saiba mais sobre o tratamento para vermes.
O que tomar para vermes
Os remédios mais utilizados no tratamento de vermes intestinais são o Albendazol e o Mebendazol, mas deve-se consultar o clínico geral antes de se fazer uso de qualquer um dos dois medicamentos, uma vez que existem diversos tipos de vermes, podendo ser recomendado o uso de outros antiparasitários, como secnidazol, tinidazol e metronidazol, por exemplo.
Esses remédios podem ser comprados na farmácia na forma de comprimido de dose única ou xarope para adultos e crianças com mais de 2 anos, porém seu uso varia de acordo com o tipo de verme sendo necessária uma consulta ao médico antes de tomá-lo.
source https://www.tuasaude.com/sintomas-de-vermes/
7 principais sintomas de herpes genital
Os sintomas de herpes genital podem surgir em até 15 dias após a relação sexual desprotegida com uma pessoa portadora do vírus, sendo notado o aparecimento de feridas e bolhas na região genital, que podem causar dor, desconforto, ardor e vermelhidão na região genital.
Além disso, as bolhas e feridas do herpes genital podem ser acompanhados por sintomas mais gerais, em alguns casos, como febre baixa, calafrios e mal estar geral.
O herpes genital é uma infecção sexualmente transmissível (IST), que é transmitida através da relação sexual desprotegida ao entrar em contato direto com o líquido liberado pelas bolhas formadas pelo vírus Herpes simplex encontradas na região genital da pessoa infectada, levando ao surgimento de sintomas como ardência, coceira, dor e desconforto na região genital. Conheça mais sobre o herpes genital.

Sintomas de herpes genital
Os principais sintomas de herpes genital são:
- Aparecimento de bolhas na região genital, que se rompem e são origem a pequenas feridas;
- Coceira e desconforto;
- Vermelhidão na região;
- Ardor ao urinar caso as bolhas estejam perto da uretra;
- Dor;
- Ardor e dor ao defecar, caso as bolhas estejam próximas do ânus;
- Ínguas na virilha.
Os sintomas de herpes genital surgem entre 10 a 15 dias após o contato com o agente infeccioso responsável pela infecção e as feridas do herpes genital podem aparecer no pênis, vulva, vagina, região perianal, uretra ou colo do útero.
Além disso, é possível que sejam notados sintomas mais gerais, como febre baixa, calafrios, dor de cabeça, mal estar geral, perda de apetite, dor muscular e cansaço, por exemplo.

Teste online de sintomas
Para saber a possibilidade de ter herpes genital, por favor, selecione os sintomas que apresenta:
{TESTE_SINTOMAS_HERPES_GENITAL}
Este teste é uma ferramenta que serve apenas como meio de orientação. Portanto, não tem a finalidade de dar um diagnóstico e nem substitui a consulta com o urologista ou ginecologista ou infectologista.
Diagnóstico do herpes genital
O diagnóstico do herpes genital é feito pelo ginecologista, urologista, clínico geral ou infectologista a partir da avaliação inicial da região genital. Além disso, para confirmar o diagnóstico, o médico pode solicitar a realização de sorologia para identificação do vírus ou raspagem da ferida para que seja analisada em laboratório.
Marque uma consulta com o especialista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para investigar a possibilidade de herpes genital e, assim, iniciar o tratamento mais adequado:
[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO]
Como acontece a transmissão
A transmissão do herpes genital acontece por meio da relação sexual desprotegida, ou seja, camisinha, podendo a pessoa ser infectada ao entrar em contato com o líquido das bolhas que podem estar presentes na região genital, coxa ou ânus, por exemplo. Veja mais detalhes da transmissão do herpes genital.
Leia também: Herpes: o que é, sintomas, tipos, transmissão e tratamento tuasaude.com/herpes-o-que-eComo é feito o tratamento
O tratamento do herpes genital deve ser feito de acordo com a orientação do ginecologista, urologista ou clínico geral, sendo recomendo o uso de medicamentos antivirais como Aciclovir ou Valaciclovir em comprimidos ou pomadas, para aliviar os sintomas, prevenir complicações, diminuir a taxa de replicação do vírus no corpo e, consequentemente, diminuir o risco de transmissão para outras pessoas. Confira os principais medicamentos para herpes genital.
Além disso, como as bolhas do herpes na região genital podem ser bem dolorosas, para ajudar a passar pelo episódio o médico pode também recomendar a utilização de pomadas ou géis anestésicos locais, como Lidocaína ou Xilocaína, que ajudam a hidratar a pele e anestesiar a zona afetada, aliviando assim a dor e desconforto. Entenda como é feito o tratamento para herpes genital.
source https://www.tuasaude.com/sintomas-de-herpes-genital/
HTLV: o que é, sintomas, transmissão e tratamento
O HTLV, que significa Vírus Linfotrópico de Células T humanas, é um retrovírus que infecta células do sistema imunológico, especialmente as células T, fazendo com que percam a sua função e, geralmente, não causa sintomas.
No entanto, quando o HTLV causa doenças, como mielopatia associada ao HTLV-1, linfoma e leucemia, a pessoa pode apresentar sintomas como fraqueza, rigidez e espasticidade nas pernas, incontinência urinária e disfunção erétil, por exemplo.
Leia também: Fraqueza nas pernas: 10 principais causas (e o que fazer) tuasaude.com/fraqueza-nas-pernasComo ainda não existe um tratamento específico para o HTLV, o médico pode indicar o uso de medicamentos, quimioterapia e transplante de medula óssea, por exemplo, para controlar as doenças e os sintomas que podem ser causados por este vírus.

Sintomas de HTLV
Os principais sintomas da infecção pelo HTLV são:
- Fraqueza, rigidez e espasticidade nas pernas;
- Incontinência urinária e urgência para urinar;
- Perda do controle intestinal;
- Disfunção erétil;
- Suor excessivo ou ausência de suor;
- Dores intensas nas costas, principalmente na região torácica e lombar;
- Dormência, formigamento ou dificuldade de sentir vibrações;
- Quedas bruscas de pressão ao levantar.
Outros sintomas que podem surgir são ínguas no corpo, dor nos ossos, articulações e músculos, prisão de ventre, fadiga, confusão mental, olhos e boca ressecados, disfunções na tireoide e aumento do fígado e baço.
Infecções oportunistas como pneumonia, meningite, infecções parasitárias graves, pneumonite, bronquiectasia e maior risco de desenvolver asma e tuberculose, também podem surgir.
A pessoa com HTLV também pode apresentar visão turva e percepção de moscas volantes associadas à inflamação no olho associadas à inflamação no olho, ou uveíte.
Os sintomas do HTLV são causados pelas doenças que ele provoca ao longo do tempo, como mielopatia associada ao HTLV-1, linfoma, leucemia e doenças inflamatórias.
Entretanto, a maioria das pessoas que têm o vírus HTLV não apresenta sintomas, onde esse vírus é descoberto apenas em exames de rotina.
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Sintomas de HTLV na pele
Os sintomas de HTLV na pele podem ser provocados por condições como linfoma, leucemia e inflamações.
Estes sintomas podem incluir lesões e manchas na pele, dermatite e dermatite infecciosa, especialmente no rosto e couro cabeludo.
Sintomas iniciais de HTLV
A infecção pelo HTLV geralmente não causa sintomas iniciais e raramente é diagnosticada nesse estágio.
Quando o vírus evolui para causar doença, os sintomas costumam aparecer décadas após a infecção inicial.
Portanto, os sintomas iniciais não são do vírus em si, mas sim o estágio inicial de condições crônicas que ele pode causar, como mielopatia associada ao HTLV-1, a leucemia ou o linfoma de células T do adulto.
Como confirmar o diagnóstico
O diagnóstico do vírus HTLV é feito pelo clínico geral ou infectologista, através de exames de sangue sendo normalmente realizado o teste de ELISA ou EIA.
Se o teste ELISA ou EIA derem positivo, a confirmação do diagnóstico é feita por meio do método de Western blot, PCR ou imunofluorescência indireta.
Esses exames identificam os anticorpos produzidos pelo organismo contra os vírus HTLV e avaliam se a pessoa está infectada pelo subtipo HTLV-1 ou HTLV-2.
Se a pessoa desenvolver doenças inflamatórias ou oncológicas causadas pelo HTLV-1, o médico também pode solicitar exames como biópsia da medula óssea, ressonância magnética e análise do líquido cefalorraquidiano.
HTLV 1 e 2
Os vírus HTLV 1 e 2 são os mais comuns e que possuem algumas características diferentes.
1. HTLV-1
O HTLV 1 é o subtipo mais comum e afeta principalmente os linfócitos T do tipo CD4, que são células essenciais do sistema imunológico, sendo o principal responsável por causar doenças.
Este tipo de HTLV está associado ao desenvolvimento de leucemia ou linfoma de células T e mielopatia associada ao HTLV-1.
O HTLV 1 também está associado a uveíte, dermatite infecciosa grave na infância e maior risco de problemas pulmonares, como a bronquiectasia.
2. HTLV-2
O vírus HTLV 2 afeta principalmente os linfócitos T do tipo CD8 e não está associado a qualquer tipo de infecção ou câncer.
No entanto, este tipo de de HTLV pode causar problemas neurológicos em algumas pessoas, que apresentam sintomas muito semelhantes aos da Mielopatia
Como acontece a transmissão
A transmissão dos vírus HTLV 1 e 2 acontece por meio do contato com fluidos corporais que contenham células infectadas.
Assim, as principais vias de transmissão do vírus HTLV são:
- Aleitamento materno;
- Relação sexual desprotegida;
- Transfusão sanguínea e transplantes;
- Compartilhamento de objetos perfurocortantes contaminados, como agulhas e alicates de unha.
A transmissão do HTLV também pode acontecer durante a gravidez, mas essa via é muito rara.
Como é feito o tratamento do HTLV
Como não existe cura ou tratamento específico que elimine o HTLV, o tratamento médico tem o objetivo de controlar as doenças e os sintomas que esse vírus pode causar.
Assim, os tratamentos que podem ser indicados são:
1. Quimioterapia
Já no caso da leucemia de células T, o tratamento indicado pelo médico pode ser a quimioterapia, principalmente nas formas agudas e agressivas da doença.
Leia também: Quimioterapia: o que é, como é feita, efeitos colaterais (e cuidados) tuasaude.com/efeitos-colaterais-da-quimioterapia2. Medicamentos
Os medicamentos que podem ser indicados pelo médico para aliviar os sintomas do HTLV são:
- Antivirais e imunomoduladores: zidovudina (AZT), junto com interferon alfa, para alguns subtipos de Linfoma de Células T do Adulto;
- Corticosteroides e interferon: para tentar reduzir a inflamação na medula espinhal e prevenir danos no nervos;
- Relaxantes musculares: baclofeno e a tizanidina, para combater espasticidade e dores musculares nas pernas;
O médico também pode indicar o uso de remédios urológicos, como a oxibutinina, que podem ajudar a controlar a incontinência e as disfunções urinárias.
3. Transplante de medula óssea
O transplante de medula óssea é um tratamento médico que substitui uma medula doente por células saudáveis.
Esse tratamento pode ser recomendado pelo médico para pessoas mais jovens e elegíveis, ajudando a aumentar a expectativa de vida.
Leia também: Transplante de medula: o que é, quando fazer e como é feito tuasaude.com/transplante-de-medula4. Acompanhamento multidisciplinar
O acompanhamento multidisciplinar para pessoas que apresentam sintomas de HTLV, principalmente as neurológicas, é recomendado para.
Assim, a equipe multidisciplinar deve incluir médicos neurologistas, infectologistas, urologistas, dermatologistas e oftalmologistas, fisioterapeutas, nutricionistas e psicólogos.
Além de indicar cirurgias e tratamentos médicos, estes especialistas também ajudam no suporte, na reabilitação motora e na manutenção da mobilidade.
Como prevenir a infecção pelo HTLV
A prevenção da infecção pelo HTLV pode ser feita por meio de:
- Usar preservativo em todas as relações sexuais;
- Não compartilhar materiais perfurocortantes, como seringa, agulhas e alicates de unha, por exemplo;
- Não doar sangue ou órgãos, se tiver infectado pelo HTLV.
Além disso, é importante que a mulher que esteja grávida ou planejando uma gravidez, faça o rastreio do HTLV nos exames pré-natais, pois a amamentação é contraindicada caso a mulher seja portadora do vírus. Nesses casos, é recomendado o uso de fórmulas infantis indicadas pelo médico.
HTLV tem cura?
Atualmente a infecção pelo HTLV não tem cura, assim como ainda não existe um tratamento específico ou vacina aprovada que seja capaz de eliminar o vírus do organismo.
Por isso, o tratamento médico é concentrado nas doenças que o HTLV pode causar e no alívio dos sintomas.
HTLV e HIV são a mesma coisa?
Os vírus HTLV e HIV, apesar de invadirem as células brancas do organismo, os linfócitos, não são a mesma coisa.
O vírus HTLV e o HIV possuem em comum o fato de serem retrovírus e de possuírem a mesma forma de transmissão.
No entanto, o vírus HTLV não é capaz de se transformar em vírus HIV e nem de causar AIDS.
Leia também: HIV: o que é, sintomas e tratamento (tem cura?) tuasaude.com/hiv-aidssource https://www.tuasaude.com/htlv/
quarta-feira, 4 de março de 2026
Chikungunya: o que é, sintomas, transmissão e tratamento
Chikungunya é uma doença febril causada pelo alphavirus transmitido através da picada do mosquito Aedes aegypti, causando sintomas como febre alta, calafrios, dor intensa nas articulações, dor atrás dos olhos ou manchas vermelhas na pele.
Esta arbovirose, assim como a dengue e a Zika, possuem sintomas semelhantes, no entanto, a dor nas articulações é mais intensa, além de poder provocar sequelas, como rigidez articular e dor no corpo, que podem persistir por anos.
Leia também: Como identificar o Aedes aegypti (mosquito da dengue) tuasaude.com/como-identificar-o-mosquito-da-dengueEm caso de suspeita de Chikungunya é recomendado consultar um infectologista ou clínico geral para iniciar o tratamento mais adequado, que geralmente envolve repouso, aumento da ingestão de líquidos e remédios para aliviar os sintomas.

Sintomas de Chikungunya
Os principais sintomas de Chikungunya são:
- Febre alta e calafrios;
- Dor intensa nas articulações ou dor muscular;
- Manchas vermelhas no tronco, braços, pernas e rosto;
- Coceira nas palmas das mãos ou sola dos pés, ou por todo corpo;
- Inchaço no rosto, mãos e pés;
- Dor de cabeça ou dor atrás dos olhos;
- Ínguas no corpo;
- Dor abdominal, diarreia ou vômitos;
- Olhos vermelhos e lacrimejando.
A febre alta e a dor muscular normalmente são os primeiros sintomas de Chikungunya, surgindo cerca de 3 a 7 dias após a picada do mosquito, seguida pela dor intensa nas articulações.
Essa dor nas articulações tende a ser intensa, prejudicando nas tarefas diárias e afetando de forma simétrica os dois lados do corpo, principalmente as mãos, cotovelos, tornozelos e joelhos. Saiba identificar todos os sintomas de Chikungunya e a sua duração.
Além disso, quando grave, a Chikungunya também pode afetar órgãos como o cérebro, coração ou rins, causando complicações como insuficiência cardíaca, insuficiência renal ou meningite.
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Quais são as fases da Chikungunya?
Após a picada do mosquito Aedes aegypti, o vírus da Chikungunya fica encubado no corpo por cerca de 3 a 7 dias, até o surgimento dos primeiros sintomas, dando início à fase aguda da infecção, que pode durar de 5 a 10 dias.
Geralmente, os sintomas, principalmente a dor nas articulações, duram cerca de 1 a 3 semanas, podendo persistir por até 3 meses, sendo a fase pós-aguda da Chikungunya.
Já a fase crônica da Chikungunya é caracterizada pela dor nas articulações que dura mais de 3 meses.
Como confirmar o diagnóstico
O diagnóstico de Chikungunya é feito pelo infectologista ou clínico geral através da avaliação dos sintomas, principalmente a febre alta e a dor intensa em várias articulações. Além disso, podem ser realizados exames para descartar outras infecções que provocam sintomas semelhantes.
Exames que identificam a Chikungunya
Os principais exames que identificam a Chikungunya são:
- RT-PCR: principalmente durante a fase aguda da infecção, nos primeiros 5 dias após o início dos sintomas;
- Sorologia viral por ELISA ou anticorpo fluorescente indireto (IFA): detecta anticorpos anti-Chikungunya IgM, presentes de 5 dias a várias semanas após o início dos sintomas, ou IgG presente de 2 a várias semanas.
Além disso, o médico deve solicitar um hemograma completo para ajudar no diagnóstico, já que a Chikungunya, a dengue e a Zika possuem sintomas semelhantes.
Na Chikungunya é mais comum observar uma diminuição da quantidade de linfócitos no sangue, chamada linfopenia, enquanto na dengue é mais comum de ocorrer a diminuição de neutrófilos e plaquetas do sangue.
Marque uma consulta com o infectologista na região mais próxima de você usando a ferramenta a seguir:
[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO]
Diferença entre Chikungunya, dengue e Zika
Tanto a Chikungunya quanto a dengue e a Zika são arboviroses causadas pela picada do mesmo mosquito, o Aedes aegypti.
No entanto, a Chikungunya é causada pelo alphavírus da família Togavírus, enquanto a dengue é causada pelo Flavivírus sorotipos DENV-1, 2, 3 ou 4, e a Zika pelo vírus ZIKV.
Além disso, apesar dos sintomas serem semelhantes, existem diferenças, como a febre da Chikungunya é alta e surge de forma repentinas. Já na dengue, a febre é alta e está sempre presente, enquanto na Zika a febre pode estar presente mas é baixa. Saiba diferenciar os sintomas de dengue, Zika e Chikungunya.
Outra diferença é que a Chikungunya causa dor intensa em várias articulações ao mesmo tempo, de forma simétrica, ou seja, nos dois lados do corpo, enquanto a dengue causa dor moderada nas articulações, e a Zika pode causar dor leve.
Leia também: Dengue, Zika ou Chikungunya: qual a diferença? (com tabela comparativa) tuasaude.com/pode-nao-ser-dengueComo acontece a transmissão
O vírus da Chikungunya é transmitido pela picada do mosquito Aedes aegypti, que é o mesmo transmissor da dengue e Zika, acontecendo após o mosquito ter adquirido o alphavírus ao se alimentar do sangue de uma pessoa doente.
No entanto, a Chikungunya pode também ser transmitida da gestante para o bebê ou por meio de transfusão de sangue, no entanto essas formas de transmissão são mais raras.
Como é feito o tratamento
O tratamento da Chikungunya deve ser feito com orientação do infectologista ou clínico geral de acordo com a fase da doença e gravidade dos sintomas.
1. Tratamento da fase aguda
Na fase aguda Chikungunya, nas primeiras semanas da infecção, o médico pode indicar o uso de remédios antitérmicos e analgésicos, como paracetamol ou dipirona, para aliviar os sintomas.
Remédios anti-inflamatórios não esteroides, como ibuprofeno e diclofenaco, e AAS geralmente não são indicados devido ao risco de sangramento nos primeiros nos primeiros 2 dias do início dos sintomas, ou até 14 dias caso ainda exista a suspeita de dengue.
Além disso, é importante repousar, aumentar a ingestão de líquidos e fazer uma alimentação leve e anti-inflamatória. Veja a lista completa de alimentos anti-inflamatórios.
Leia também: 13 remédios caseiros para Chikungunya (e como preparar) tuasaude.com/remedio-caseiro-para-febre-chikungunya2. Tratamento da fase crônica
Na fase crônica da Chikungunya, o tratamento das sequelas pode envolver o uso de outros medicamentos, como corticoides ou hidroxicloroquina, que devem ser utilizados apenas com orientação médica. Entenda melhor para que serve a hidroxicloroquina.
Possíveis sequelas
As principais sequelas da Chikungunya são:
- Dor nas articulações e outras partes do corpo;
- Inchaço;
- Dificuldade de movimentar as articulações;
- Alterações do humor;
- Pressão baixa ao mudar de posição.
Embora os sintomas da Chikungunya geralmente desapareçam com a melhora da infecção, as sequelas podem persistir por até 6 anos ou mais.
Assim, em caso de suspeita de sequelas da Chikungunya, é recomendado consultar o infectologista ou clínico geral para confirmar o diagnóstico e, se necessário, iniciar o tratamento. Confira outras sequelas da Chikungunya e como tratar.
Prevenção da Chikungunya
A prevenção da Chikungunya pode ser feita por meio de medidas para evitar a picada pelo mosquito, como o uso de repelentes, telas nas janelas e mosquiteiros sobre as camas.
Além disso, é importante adotar outras medidas para controlar a proliferação dos mosquitos transmissores, como eliminar reservatórios de água parada em casa e o uso de inseticidas. Veja mais medidas para prevenir doenças como a Chikungunya.
Vacina contra Chikungunya
A vacina contra Chikungunya é a melhor forma de prevenção da infecção, sendo recomendada para adultos com mais de 18 anos, em dose única, fornecida gratuitamente pelo SUS.
Essa vacina, chamada IXCHIQ, é uma vacina recombinante atenuada, ou seja, contém o vírus enfraquecido, capaz de estimular o corpo a produzir anticorpos contra o vírus da Chikungunya, sem causar a infecção.
A vacina contra Chikungunya não deve ser usada por menores de 18 anos, grávidas ou pessoas com o sistema imunológico enfraquecido.
source https://www.tuasaude.com/chikungunya/
terça-feira, 3 de março de 2026
Aneurisma: o que é, sintomas, tipos, causas e tratamento
O aneurisma é uma condição provocada pelo enfraquecimento da parede de uma artéria, que pode dilatar ou romper, causando sintomas como dor no peito, falta de ar, confusão mental e sangramentos, em casos mais graves.
O aneurisma é mais comum em pessoas idosas, fumantes e pessoas com histórico familiar dessa doença. Além disso, algumas condições que aumentam o risco do aneurisma são aterosclerose, colesterol alto e pressão alta.
Assim, em caso de suspeita de aneurisma, é recomendado consultar o cardiologista, clínico geral ou angiologista, para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento mais adequado, que pode envolver o seu monitoramento, mudança de estilo de vida e até a cirurgia.

Sintomas de aneurisma
Os principais sintomas de aneurisma são:
- Sensação de barriga pulsando;
- Dor na cabeça, peito, barriga ou costas;
- Fadiga
- Tosse;
- Visão dupla ou embaçada;
- Rouquidão.
Geralmente, os aneurismas pequenos causam nenhum ou poucos sintomas, demorando meses ou anos até serem descobertos. No entanto, os aneurismas podem aumentar de tamanho com o tempo, provocando sintomas e aumentando o risco de complicações como sangramento ou infecções respiratórias. Conheça mais sobre os sintomas de aneurisma.
A presença de tosse com sangue, suor excessivo, falta de ar, confusão mental, palidez da pele e desmaio, podem indicar complicações do aneurisma, sendo recomendado procurar atendimento médico de emergência, pois em casos extremos o rompimento do aneurisma pode causar hemorragia interna e alto risco de óbito.
Diferença entre aneurisma e AVC
O AVC é uma condição na qual uma obstrução ou rompimento de algum vaso sanguíneo no cérebro interrompe ou diminui o fornecimento de sangue e oxigênio para o cérebro.
Leia também: AVC: o que é, sintomas, causas, tipos, tratamento e sequelas tuasaude.com/avcJá o aneurisma é causado por um enfraquecimento da parede de uma artéria, que leva à sua dilatação, podendo se romper.
Como confirmar o diagnóstico
O diagnóstico de aneurisma é feito pelo cardiologista, clínico geral ou angiologista, através da avaliação dos sinais e sintomas apresentados, e do histórico de saúde familiar e da pessoa.
Se deseja confirmar o risco de aneurisma, marque uma consulta com o cardiologista na região mais perto de você:
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Para confirmar o diagnóstico, o médico também solicita exames de imagem, como ecocardiografia, angiografia, tomografia computadorizada, ressonância magnética ou ultrassonografia, que são capazes de identificar a dilatação no vaso.
Tipos de aneurisma
De acordo com a sua localização, o aneurisma pode ser classificado em alguns tipos, sendo os principais:
1. Aneurisma cerebral
O aneurisma cerebral ocorre quando um aneurisma se forma em artérias no cérebro. Embora geralmente não provoque sintomas, quando o aneurisma se rompe, pode causar AVC hemorrágico.
Os principais sintomas que podem surgir no aneurisma cerebral são dor de cabeça intensa, náuseas e vômitos, rigidez ou dor no pescoço, visão embaçada ou dupla, sonolência e, em alguns casos, convulsões.
Leia também: Aneurisma cerebral: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/aneurisma-cerebral2. Aneurisma da aorta abdominal
O aneurisma da aorta abdominal acontece quando o aneurisma surge na porção abdominal da artéria aorta e que, quando está grande, pode causar dor e a sensação de pulsação na barriga, dor forte nas costas, na região do glúteo, virilha e pernas, vômitos, e aumento da frequência cardíaca.
Além disso, quando se rompe, também pode causar sangramento intenso, provocando queda de pressão e choque hemorrágico, e colocando a vida da pessoa em risco. Confira os principais sintomas dos aneurismas na aorta.
3. Aneurisma da artéria pulmonar
O aneurisma da artéria pulmonar ocorre quando um aneurisma se desenvolve no tronco pulmonar, em uma das artérias pulmonares ou outras artérias que levam sangue aos pulmões, podendo causar sintomas como falta de ar ou tosse.
Além disso, também podem surgir outros sintomas como febre e calafrios quando o aneurisma é causado por infecções.
4. Aneurisma da aorta torácica
Quando o aneurisma acontece na porção torácica da artéria aorta, é chamado de aneurisma da aorta torácica.
Este tipo de aneurisma geralmente não causa sintomas, no entanto, o aneurisma pode complicar e cursar com um processo chamado de dissecção que pode provocar dor intensa no peito ou nas costas acompanhada de pressão baixa e simular um quadro de infarto.
Possíveis causas
O aneurisma normalmente é causado devido a uma fraqueza da parede do vaso, sendo mais comum de acontecer em pessoas idosas, fumantes e pessoas com histórico familiar de aneurisma.
Além disso, situações como pressão alta, aterosclerose, tumores, colesterol elevado, traumatismos e infecções, como sífilis e tuberculose, também aumentam o risco do desenvolvimento de aneurisma.
Como é feito o tratamento
O tratamento do aneurisma varia conforme a localização, o tamanho e a existência ou não de rompimentos, podendo ser feito somente com o acompanhamento médico, o uso de medicamentos ou a cirurgia.
1. Acompanhamento médico
O acompanhamento médico é feito através de consultas e exames de rotina, como ressonância magnética e ultrassonografia, sendo geralmente recomendado quando não existe rompimento da artéria.
2. Medicamentos
Em casos de complicação de um aneurisma cerebral, o tratamento geralmente é feito em uma unidade de terapia intensiva e inclui a administração de medicamentos como nimodipina, um bloqueador dos canais de cálcio que previne a isquemia cerebral.
O uso de medicamentos betabloqueadores, como bisoprolol ou metoprolol, pode ser indicado para o aneurisma da aorta abdominal e torácica, pois ajudam a diminuir a pressão arterial e a contração das artérias.
Para pessoas com pequenos aneurismas da aorta, o médico pode recomendar o uso de medicamentos anti-hipertensivos e hipolipemiantes, para equilibrar a pressão alta, o perfil lipídico e a aterosclerose, retardando a expansão da aorta e diminuindo o risco de complicações.
3. Cirurgia
A cirurgia pode ser indicada em casos de complicações do aneurisma, como sangramentos ou rompimento da artéria, podendo incluir procedimentos como clipping cirúrgico, embolização, reparo endovascular da aorta torácica, enrolamento endovascular e cirurgia aberta.
Leia também: Embolização: o que é, para que serve, como é feita (e cuidados) tuasaude.com/embolizacaoO aneurisma tem cura?
O aneurisma tem cura principalmente quando é feita uma cirurgia para a sua retirada. No entanto, quando o risco de sangramento é baixo, o aneurisma é controlado apenas com o monitoramento e o tratamento de outras doenças existentes.
source https://www.tuasaude.com/aneurisma/
segunda-feira, 2 de março de 2026
HTLV: o que é, sintomas, transmissão e tratamento
O HTLV, que significa Vírus Linfotrópico de Células T humanas, é um retrovírus que infecta células do sistema imunológico, especialmente as células T, fazendo com que percam a sua função e, geralmente, não causa sintomas.
No entanto, quando o HTLV causa doenças, como mielopatia associada ao HTLV-1, linfoma e leucemia, a pessoa pode apresentar sintomas como fraqueza, rigidez e espasticidade nas pernas, incontinência urinária e disfunção erétil, por exemplo.
Leia também: Fraqueza nas pernas: 10 principais causas (e o que fazer) tuasaude.com/fraqueza-nas-pernasComo ainda não existe um tratamento específico para o HTLV, o médico pode indicar o uso de medicamentos, quimioterapia e transplante de medula óssea, por exemplo, para controlar as doenças e os sintomas que podem ser causados por este vírus.

Sintomas de HTLV
Os principais sintomas da infecção pelo HTLV são:
- Fraqueza, rigidez e espasticidade nas pernas;
- Incontinência urinária e urgência para urinar;
- Perda do controle intestinal;
- Disfunção erétil;
- Suor excessivo ou ausência de suor;
- Dores intensas nas costas, principalmente na região torácica e lombar;
- Dormência, formigamento ou dificuldade de sentir vibrações;
- Quedas bruscas de pressão ao levantar.
Outros sintomas que podem surgir são ínguas no corpo, dor nos ossos, articulações e músculos, prisão de ventre, fadiga, confusão mental, olhos e boca ressecados, disfunções na tireoide e aumento do fígado e baço.
Infecções oportunistas como pneumonia, meningite, infecções parasitárias graves, pneumonite, bronquiectasia e maior risco de desenvolver asma e tuberculose, também podem surgir.
A pessoa com HTLV também pode apresentar visão turva e percepção de moscas volantes associadas à inflamação no olho associadas à inflamação no olho, ou uveíte.
Os sintomas do HTLV são causados pelas doenças que ele provoca ao longo do tempo, como mielopatia associada ao HTLV-1, linfoma, leucemia e doenças inflamatórias.
Entretanto, a maioria das pessoas que têm o vírus HTLV não apresenta sintomas, onde esse vírus é descoberto apenas em exames de rotina.
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Sintomas de HTLV na pele
Os sintomas de HTLV na pele podem ser provocados por condições como linfoma, leucemia e inflamações.
Estes sintomas podem incluir lesões e manchas na pele, dermatite e dermatite infecciosa, especialmente no rosto e couro cabeludo.
Sintomas iniciais de HTLV
A infecção pelo HTLV geralmente não causa sintomas iniciais e raramente é diagnosticada nesse estágio.
Quando o vírus evolui para causar doença, os sintomas costumam aparecer décadas após a infecção inicial.
Portanto, os sintomas iniciais não são do vírus em si, mas sim o estágio inicial de condições crônicas que ele pode causar, como mielopatia associada ao HTLV-1, a leucemia ou o linfoma de células T do adulto.
Como confirmar o diagnóstico
O diagnóstico do vírus HTLV é feito pelo clínico geral ou infectologista, através de exames de sangue sendo normalmente realizado o teste de ELISA ou EIA.
Se o teste ELISA ou EIA derem positivo, a confirmação do diagnóstico é feita por meio do método de Western blot, PCR ou imunofluorescência indireta.
Esses exames identificam os anticorpos produzidos pelo organismo contra os vírus HTLV e avaliam se a pessoa está infectada pelo subtipo HTLV-1 ou HTLV-2.
Se a pessoa desenvolver doenças inflamatórias ou oncológicas causadas pelo HTLV-1, o médico também pode solicitar exames como biópsia da medula óssea, ressonância magnética e análise do líquido cefalorraquidiano.
HTLV 1 e 2
Os vírus HTLV 1 e 2 são os mais comuns e que possuem algumas características diferentes.
1. HTLV-1
O HTLV 1 é o subtipo mais comum e afeta principalmente os linfócitos T do tipo CD4, que são células essenciais do sistema imunológico, sendo o principal responsável por causar doenças.
Este tipo de HTLV está associado ao desenvolvimento de leucemia ou linfoma de células T e mielopatia associada ao HTLV-1.
O HTLV 1 também está associado a uveíte, dermatite infecciosa grave na infância e maior risco de problemas pulmonares, como a bronquiectasia.
2. HTLV-2
O vírus HTLV 2 afeta principalmente os linfócitos T do tipo CD8 e não está associado a qualquer tipo de infecção ou câncer.
No entanto, este tipo de de HTLV pode causar problemas neurológicos em algumas pessoas, que apresentam sintomas muito semelhantes aos da Mielopatia
Como acontece a transmissão
A transmissão dos vírus HTLV 1 e 2 acontece por meio do contato com fluidos corporais que contenham células infectadas.
Assim, as principais vias de transmissão do vírus HTLV são:
- Aleitamento materno;
- Relação sexual desprotegida;
- Transfusão sanguínea e transplantes;
- Compartilhamento de objetos perfurocortantes contaminados, como agulhas e alicates de unha.
A transmissão do HTLV também pode acontecer durante a gravidez, mas essa via é muito rara.
Como é feito o tratamento do HTLV
Como não existe cura ou tratamento específico que elimine o HTLV, o tratamento médico tem o objetivo de controlar as doenças e os sintomas que esse vírus pode causar.
Assim, os tratamentos que podem ser indicados são:
1. Quimioterapia
Já no caso da leucemia de células T, o tratamento indicado pelo médico pode ser a quimioterapia, principalmente nas formas agudas e agressivas da doença.
Leia também: Quimioterapia: o que é, como é feita, efeitos colaterais (e cuidados) tuasaude.com/efeitos-colaterais-da-quimioterapia2. Medicamentos
Os medicamentos que podem ser indicados pelo médico para aliviar os sintomas do HTLV são:
- Antivirais e imunomoduladores: zidovudina (AZT), junto com interferon alfa, para alguns subtipos de Linfoma de Células T do Adulto;
- Corticosteroides e interferon: para tentar reduzir a inflamação na medula espinhal e prevenir danos no nervos;
- Relaxantes musculares: baclofeno e a tizanidina, para combater espasticidade e dores musculares nas pernas;
O médico também pode indicar o uso de remédios urológicos, como a oxibutinina, que podem ajudar a controlar a incontinência e as disfunções urinárias.
3. Transplante de medula óssea
O transplante de medula óssea é um tratamento médico que substitui uma medula doente por células saudáveis.
Esse tratamento pode ser recomendado pelo médico para pessoas mais jovens e elegíveis, ajudando a aumentar a expectativa de vida.
Leia também: Transplante de medula: o que é, quando fazer e como é feito tuasaude.com/transplante-de-medula4. Acompanhamento multidisciplinar
O acompanhamento multidisciplinar para pessoas que apresentam sintomas de HTLV, principalmente as neurológicas, é recomendado para.
Assim, a equipe multidisciplinar deve incluir médicos neurologistas, infectologistas, urologistas, dermatologistas e oftalmologistas, fisioterapeutas, nutricionistas e psicólogos.
Além de indicar cirurgias e tratamentos médicos, estes especialistas também ajudam no suporte, na reabilitação motora e na manutenção da mobilidade.
Como prevenir a infecção pelo HTLV
A prevenção da infecção pelo HTLV pode ser feita por meio de:
- Usar preservativo em todas as relações sexuais;
- Não compartilhar materiais perfurocortantes, como seringa, agulhas e alicates de unha, por exemplo;
- Não doar sangue ou órgãos, se tiver infectado pelo HTLV.
Além disso, é importante que a mulher que esteja grávida ou planejando uma gravidez, faça o rastreio do HTLV nos exames pré-natais, pois a amamentação é contraindicada caso a mulher seja portadora do vírus. Nesses casos, é recomendado o uso de fórmulas infantis indicadas pelo médico.
HTLV tem cura?
Atualmente a infecção pelo HTLV não tem cura, assim como ainda não existe um tratamento específico ou vacina aprovada que seja capaz de eliminar o vírus do organismo.
Por isso, o tratamento médico é concentrado nas doenças que o HTLV pode causar e no alívio dos sintomas.
HTLV e HIV são a mesma coisa?
Os vírus HTLV e HIV, apesar de invadirem as células brancas do organismo, os linfócitos, não são a mesma coisa.
O vírus HTLV e o HIV possuem em comum o fato de serem retrovírus e de possuírem a mesma forma de transmissão.
No entanto, o vírus HTLV não é capaz de se transformar em vírus HIV e nem de causar AIDS.
Leia também: HIV: o que é, sintomas e tratamento (tem cura?) tuasaude.com/hiv-aidssource https://www.tuasaude.com/htlv/
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026
Síncope vasovagal: o que é, sintomas, causas e tratamento
A síncope vasovagal é a perda súbita e transitória da consciência causada por uma diminuição da pressão arterial e dos batimentos cardíacos devido ao estímulo do nervo vago, que pode provocar também outros sintomas como palidez, suor excessivo, náusea e/ou vômitos.
As causas exatas da síncope vasovagal, também chamada de síndrome vasovagal, síncope reflexa, síncope neuromediada ou desmaio comum, ainda não estão bem esclarecidas, mas sabe-se que esta condição é mais frequente em pessoas jovens.
Em caso de suspeita de síncope vasovagal, é recomendado consultar um cardiologista. O tratamento pode envolver medidas para prevenir os desmaios, como evitar estresse excessivo e se manter hidratado, medicamentos e, nos casos mais graves, colocação de um marca-passo cardíaco.

Sintomas de síncope vasovagal
Os principais sintomas de síncope vasovagal são:
- Perda repentina e transitória da consciência;
- Suor excessivo;
- Palidez;
- Sensação de calor, fraqueza e/ou que a cabeça está vazia;
- Batimentos cardíacos lentos;
- Náusea e/ou vômitos;
- Alterações visuais.
A perda da consciência tende a surgir após o aparecimento de outros sintomas como náusea, tontura ou alterações visuais e, quando acontece, a pessoa normalmente desperta espontaneamente após cerca de 30 segundos.
Embora seja menos comum, algumas vezes a síncope vasovagal também pode causar pequenas contrações musculares repentinas e/ou levar a pessoa a urinar enquanto está desacordada, por exemplo, podendo ser confundida com um crise de epilepsia.
Leia também: 10 sintomas de epilepsia (e o que fazer) tuasaude.com/sintomas-de-epilepsiaSíncope vasovagal é grave?
A síncope vasovagal normalmente não é uma condição grave.
No entanto, como há perda da consciência e desmaio, há maior risco de queda e ferimentos, podendo colocar a vida da pessoa em risco dependendo do que esteja fazendo no momento. Por exemplo: alguém que esteja dirigindo pode bater o carro ou mesmo qualquer queda com uma batida na cabeça.
Como confirmar o diagnóstico
O diagnóstico da síndrome vasovagal é feito pelo cardiologista ou clínico geral baseado nos sintomas e histórico de saúde da pessoa, podendo ser indicados exames, como eletrocardiograma, holter e exames de sangue, para avaliar o coração e confirmar o diagnóstico. Confira outros exames que avaliam a saúde do coração.
Caso deseje marcar uma consulta, é possível encontrar o cardiologista mais próximo de você utilizando a ferramenta abaixo:
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Especialmente quando os sintomas não são característicos de síncope vasovagal, o médico também pode indicar o tilt test para confirmar o diagnóstico, um exame que avalia a pressão arterial, batimentos cardíacos e o surgimento de sintomas durante mudanças de posição.
Possíveis causas
A síncope vasovagal é causada por um reflexo do organismo que estimula o nervo vago e leva a uma queda da pressão arterial e dos batimentos cardíacos, o que reduz brevemente o fluxo de sangue para o cérebro.
A causa exata que provoca essa reação ainda não é conhecida, mas algumas das principais situações que desencadeiam a síncope vasovagal são:
- Ansiedade;
- Estresse emocional extremo;
- Medo;
- Dor;
- Alterações na temperatura do ambiente;
- Ficar de pé por muito tempo;
- Exercícios físicos.
A síncope vasovagal é uma causa comum de desmaio, especialmente em pessoas com menos de 40 anos.
No entanto, o desmaio também pode ser provocado por outras doenças, como arritmias ou epilepsia. Confira as principais causas de desmaio e como evitar.
Síncope vasovagal pode levar à a morte?
Na maioria dos casos, a síncope vasovagal é uma condição benigna que não leva à morte, de forma que a pessoa recupera os sentidos logo após o episódio de desmaio.
No entanto, a síncope vasovagal pode ser causada por problemas cerebrais ou cardíacos e, nesses casos, pode causar morte súbita, embora seja muito raro.
Leia também: Morte súbita: o que é, sintomas, causas (e como evitar) tuasaude.com/morte-subitaComo é feito o tratamento
O tratamento da síncope vasovagal é feito com medidas para evitar as situações que provocam as crises, como evitar ficar muito tempo de pé, levantar-se rapidamente, permanecer em ambientes muito quentes ou estresse excessivo.
Também é recomendado ingerir bastantes líquidos para se manter bem hidratado e, caso surjam sintomas que indiquem uma crise, deitar com as pernas elevadas, se possível, para evitar quedas e ferimentos.
source https://www.tuasaude.com/sincope-vasovagal/
Quais os sintomas da fase terminal do lúpus?
O lúpus não tem uma “fase terminal” definida, especialmente porque nem todas as pessoas têm complicações tão graves e existem vários órgãos que podem ser afetados no decorrer da evolução da doença. Ainda assim, alguns sinais de alerta que podem indicar a necessidade de atendimento médico de emergência são: falta de ar intensa, inchaço importante, dor no peito, confusão mental ou febre alta que não melhora.
Dependendo dos órgãos afetados, sintomas mais específicos podem surgir. Quando o lúpus afeta gravemente os rins, por exemplo, podem surgir sinais como inchaço forte nas pernas, pés e ao redor dos olhos, além de cansaço intenso e diminuição da quantidade de urina. Já se estiver afetando o coração ou os pulmões, a pessoa pode sentir falta de ar frequente, dor no peito, cansaço extremo e aumento da barriga ou das pernas. Veja como o lúpus pode afetar diferentes partes do corpo.
O cérebro também pode ser afetado em quadros graves, causando confusão mental, alterações de comportamento, convulsões ou desmaios. Além disso, como o sistema de defesa pode ficar enfraquecido pela própria doença ou pelo tratamento, infecções graves, como pneumonia, podem surgir com febre alta persistente, fraqueza intensa e piora rápida do estado geral.
Pessoas com lúpus devem manter um acompanhamento regular com o reumatologista, que é o especialista indicado para tratar a doença. Evitar a automedicação e fazer consultas periódicas são as melhores formas de prevenir complicações graves e proteger a saúde. Veja também como é feito o tratamento do lúpus e quais medicamentos podem ser indicados.
source https://www.tuasaude.com/medico-responde/sintomas-lupus-fase-terminal/
Câncer de pele no rosto: sintomas, tipos (e tratamento)
O câncer de pele no rosto corresponde ao crescimento anormal de células nessa região, podendo manifestar-se como feridas que não cicatrizam, manchas persistentes ou pintas que apresentam mudanças de cor, forma ou tamanho.
Em geral, o câncer de pele no rosto está associado à exposição excessiva ao sol ao longo da vida. Entre os tipos mais frequentes destacam-se o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma, sendo este último o mais agressivo.
Leia também: Câncer de pele: o que é, sintomas, tipos e tratamento tuasaude.com/cancer-de-peleO tratamento do câncer de pele no rosto varia conforme o tipo, tamanho e localização da lesão, e pode incluir cirurgia, radioterapia e/ou medicamentos, com o objetivo de eliminar o tumor e preservar a aparência e função do rosto.

Sintomas de câncer de pele no rosto
Os sinais de câncer de pele no rosto podem surgir de forma discreta no início, tornando-se mais perceptíveis com o passar do tempo, como:
- Ferida que não cicatriza ou que sangra com facilidade;
- Mancha avermelhada ou escamosa que persiste;
- Caroço brilhante, perolado ou com aspecto transparente;
- Pinta que muda de cor, formato ou tamanho;
- Lesão que coça, dói ou forma crostas repetidamente.
Essas alterações geralmente aparecem em áreas mais expostas ao sol, como nariz, testa, bochechas e orelhas.
Leia também: 5 sinais e sintomas de câncer de pele (melanoma e não-melanoma) tuasaude.com/sinais-de-cancer-de-peleInício dos sintomas
No início, o câncer de pele no rosto pode surgir de maneira discreta, muitas vezes parecendo uma pequena mancha, uma pinta diferente ou uma ferida que demora para cicatrizar. Por serem alterações sutis, é comum que passem despercebidas nas fases iniciais.
Tipos de câncer de pele no rosto
Os principais tipos de câncer de pele no rosto são:
1. Carcinoma basocelular
O carcinoma basocelular é considerado o tipo mais comum de câncer de pele e costuma surgir em áreas muito expostas ao sol, como o nariz, a testa e as bochechas. Entenda melhor o que é o carcinoma basocelular.
Geralmente apresenta crescimento lento e pode aparecer como uma pequena lesão brilhante, perolada ou como uma ferida que não cicatriza. Embora raramente se espalhe para outras partes do corpo, pode causar danos locais se não for tratado.
2. Carcinoma espinocelular
O carcinoma espinocelular é o segundo tipo mais frequente e também está relacionado à exposição solar prolongada ao longo da vida.
Leia também: Carcinoma espinocelular: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/carcinoma-espinocelularPode manifestar-se como uma mancha avermelhada, áspera ou uma lesão endurecida que pode formar crostas ou sangrar.
Em alguns casos, apresenta comportamento mais agressivo do que o carcinoma basocelular, podendo se espalhar se não houver tratamento adequado.
3. Melanoma
O melanoma é considerado o tipo mais agressivo de câncer de pele, embora seja menos comum. Pode surgir a partir de uma pinta já existente ou como uma nova lesão escura na pele, apresentando mudanças de cor, formato ou tamanho.
Por ter maior risco de disseminação para outros órgãos, o diagnóstico precoce é especialmente importante. Saiba como é feito o diagnóstico e tratamento do melanoma.
Como identificar
O diagnóstico do câncer de pele no rosto geralmente é feito pelo dermatologista, através da avaliação da pele, observando o aspecto, o tamanho, a cor e as características da lesão, podendo utilizar um aparelho chamado dermatoscópio. Veja como é feita a dermatoscopia.
Em caso de sintomas de câncer de pele do rosto, marque uma avaliação com o dermatologista mais próximo de você:
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Para confirmar o diagnóstico, o médico pode indicar uma biópsia da pele, que consiste na retirada de um pequeno fragmento da lesão para análise em laboratório. Saiba como é feita a biópsia da pele.
Além disso, podem ser solicitados exames de imagem, como tomografia ou ultrassom, para avaliar a extensão da lesão ou a possível disseminação para linfonodos ou outros órgãos.
Após o diagnóstico inicial, a pessoa pode ser encaminhada para um cirurgião dermatológico ou oncologista especializado em pele.
Câncer de pele no rosto é perigoso?
O câncer de pele no rosto pode ser perigoso, principalmente se não for identificado e tratado precocemente.
Os tipos mais comuns, como o carcinoma basocelular e o espinocelular, costumam crescer devagar e raramente se espalham, mas podem causar danos locais e deformidades se ignorados.
Já o melanoma, embora menos frequente, é mais agressivo e pode se espalhar para outras partes do corpo, tornando o diagnóstico precoce importante.
O que causa
Entre as possíveis causas de câncer de pele no rosto, estão:
- Exposição prolongada e intensa ao sol sem proteção adequada;
- Uso frequente de camas de bronzeamento artificial;
- Queimaduras solares graves, especialmente na infância ou adolescência;
- Pele clara que se queima facilmente e tem pouca pigmentação;
- Histórico familiar de câncer de pele.
Além disso, o câncer de pele no rosto pode estar ligado à imunidade enfraquecida, seja por doenças como HIV, transplantes de órgãos ou uso de medicamentos que reduzem a defesa do organismo, como corticosteroides ou imunossupressores.
Tratamento de câncer de pele no rosto
O tratamento do câncer de pele no rosto depende do tipo, tamanho e profundidade da lesão, podendo combinar mais de uma das seguintes abordagens:
1. Medicamento
Alguns cânceres de pele no rosto superficiais podem ser tratados com cremes ou pomadas que atacam diretamente as células do tumor, como imiquimode e 5-fluorouracil.
Enquanto casos mais avançados ou agressivos podem exigir medicamentos orais ou injetáveis, incluindo imunoterapia com pembrolizumabe e nivolumabe, que ajudam o corpo a reconhecer e combater as células cancerosas.
A medicação oral ou injetável é usada em casos de tumores de difícil acesso no rosto, como nariz, olhos ou boca, em casos avançados ou recorrentes, ou como tratamento adjuvante para reduzir o risco de recidiva em tumores de alto risco.
2. Cirurgia
A cirurgia é o tratamento mais comum e envolve a remoção da lesão cancerosa, geralmente com uma margem de pele saudável ao redor.
Em alguns casos, técnicas específicas, como a cirurgia de Mohs, são usadas para retirar o tumor camada por camada, preservando o máximo possível de pele saudável, o que é importante no rosto. Conheça outras cirurgias para o tratamento de câncer de pele.
Além disso, quando tumores grandes são removidos, pode ser preciso fazer reconstrução usando enxertos ou retalhos de pele para reduzir cicatrizes e manter a forma e a expressão natural do rosto.
3. Criocirurgia
A criocirurgia consiste em congelar a lesão com nitrogênio líquido, destruindo as células cancerosas.
Esse método é usado principalmente em casos de carcinomas basocelulares pequenos e superficiais e é rápido, simples e geralmente feito no consultório.
4. Radioterapia
A radioterapia utiliza radiação para destruir células cancerosas e pode ser indicada quando a cirurgia não é possível ou para lesões de difícil acesso. Também pode ser usada como complemento após a cirurgia para reduzir o risco de recidiva.
Leia também: Radioterapia: o que é, para que serve e efeitos colaterais tuasaude.com/radioterapia5. Quimioterapia
A quimioterapia é menos usada para os tipos mais comuns de câncer de pele, mas pode ser indicada para melanomas avançados ou quando há risco de metástase, ajudando a reduzir ou controlar o tumor. Veja como é feita a quimioterapia.
Como prevenir
Algumas medidas podem ajudar a reduzir o risco de desenvolver câncer de pele no rosto, como:
- Evitar a exposição direta ao sol, especialmente entre 10h e 16h, quando os raios ultravioleta são mais fortes;
- Usar protetor solar diariamente, mesmo em dias nublados, reaplicando a cada duas horas ou após suar ou se molhar;
- Usar chapéus de aba larga, óculos de sol e roupas que protejam a pele do rosto e pescoço;
- Evitar camas de bronzeamento artificial, que também emitem radiação UV;
- Observar a pele regularmente, procurando alterações em pintas, manchas ou feridas que não cicatrizam.
Além disso, é indicado consultar o dermatologista periodicamente, principalmente para pessoas com histórico familiar de câncer de pele, pele clara ou com muita exposição solar ao longo da vida.
source https://www.tuasaude.com/cancer-de-pele-no-rosto/
10 doenças do intestino: sintomas e o que fazer
Algumas das doenças intestinais incluem a síndrome do intestino irritável, a gastroenterite, a prisão de ventre, as hemorroidas, a doença de Crohn e a intolerância à lactose, por exemplo.
Dependendo do tipo de doença intestinal, a pessoa pode apresentar sintomas como dor, desconforto ou inchaço no abdome, náusea, vômitos, febre, mudanças na frequência de evacuação, perda de peso, além de sangue e muco nas fezes.
Em caso de suspeita de doenças do intestino, é indicado consultar o gastroenterologista ou proctologista para uma avaliação. O tratamento depende da causa dos sintomas intestinais e pode envolver mudanças na alimentação, uso de medicamentos, cirurgia e quimioterapia, por exemplo.

As principais doenças do intestino são:
1. Síndrome do intestino irritável
A síndrome do intestino irritável é uma doença que, embora não tenha uma causa específica, é mais comum em mulheres jovens que tiveram histórico prévio de intolerâncias alimentares, uso de antibióticos e infecções intestinais, por exemplo.
Sintomas: os principais sintomas da síndrome do intestino irritável são dor, inchaço ou desconforto no abdome e alteração da frequência de evacuação, podendo existir períodos de prisão de ventre e diarreia.
O que fazer: em caso de suspeita de síndrome do intestino irritável, é indicado consultar o gastroenterologista.
O tratamento depende dos sintomas presentes e pode envolver alterações na dieta, como aumento da ingestão de alimentos com fibra e água, uso de probióticos, medicamentos antidiarreicos ou antidepressivos e psicoterapia.
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2. Doença de Crohn
A doença de Crohn é uma inflamação crônica que atinge principalmente o intestino delgado, mas que pode comprometer qualquer segmento do tubo digestivo desde a boca até o ânus, sendo caracterizada pela presença de úlceras ou aftas.
Sintomas: essa doença pode dificultar a absorção de nutrientes, além de poder causar diarreia, fezes com sangue e/ou muco, dor abdominal, perda de apetite e de peso e vontade repentina para evacuar. Pode ocorrer também despertar noturno para evacuar.
O que fazer: é aconselhado consultar o gastroenterologista, para que seja feita uma avaliação completa. Caso essa condição seja confirmada, o médico poderá indicar o uso de remédios, como corticoides, imunossupressores, terapia biológica e antibióticos.
Além disso, o nutricionista também pode indicar mudanças na dieta e, em alguns casos, a nutrição enteral ou parenteral.
Leia também: Doença de Crohn: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/doenca-de-crohn3. Gastroenterite
A gastroenterite é a infecção do estômago e intestino que normalmente é causada por vírus como rotavírus, norovírus e adenovírus ou bactérias como a Escherichia coli, Shigella sp. e Campylobacter sp.
Sintomas: os principais sintomas causados pela gastroenterite são diarreia, náusea, vômitos, febre, dor no abdome e, algumas vezes, sangue nas fezes.
O que fazer: a gastroenterite normalmente melhora mesmo sem tratamento específico em menos de 1 semana, sendo recomendado ingerir bastantes líquidos neste período para evitar a desidratação, e tentar manter uma dieta leve. Saiba o que comer durante a gastroenterite.
Além disso, o médico também pode indicar o uso do soro de reidratação oral e medicamentos como antieméticos, para aliviar sintomas como náusea ou vômitos, antitérmicos e, em caso de suspeita de infecção bacteriana, antibióticos.
4. Prisão de ventre
A prisão de ventre é uma doença intestinal comum em todas as idades e afeta especialmente pessoas que têm uma alimentação pobre em fibras, como verduras, legumes e frutas, ingerem pouca água e são sedentárias.
Sintomas: a prisão de ventre pode causar sintomas como fezes endurecidas, dor ou dificuldade para evacuar, evacuar menos de 2 vezes na semana, incontinência fecal, desconforto e inchaço no abdome.
O que fazer: a prisão de ventre normalmente melhora com medidas como ingerir mais alimentos com fibra, como frutas, verduras e legumes, beber mais líquidos e praticar atividades físicas regularmente. Veja mais dicas para curar a prisão de ventre.
No entanto, especialmente quando os sintomas não melhoram, o médico pode indicar medicamentos laxantes para permitir que o intestino volte a funcionar normalmente.
5. Hemorroidas
As hemorroidas são veias inchadas que normalmente surgem na região do ânus e são mais frequentes em pessoas mais velhas e em caso de obesidade, prisão de ventre ou esforço excessivo para evacuar.
Sintomas: os principais sintomas das hemorroidas são sangue vivo nas fezes ou no papel higiênico ao limpar-se, dor, coceira, inchaço ou desconforto na região do ânus.
O que fazer: em caso de suspeita de hemorroidas, é importante consultar o proctologista para confirmar o diagnóstico.
O tratamento depende da gravidade da hemorroida e pode envolver medidas, como aumentar a quantidade de fibras na alimentação e ingerir mais líquidos, pomadas para hemorroidas e cirurgia. Entenda melhor como é o tratamento das hemorroidas.
6. Intolerância à lactose
A intolerância à lactose é quando o intestino não consegue digerir a lactose adequadamente, uma substância presente em alimentos como leite e seus derivados.
Normalmente, esta intolerância é causada pela deficiência de lactase, a enzima que digere a lactose, sendo mais comum ser identificada a partir da adolescência. No entanto, também pode ser causada por doenças como gastroenterite ou doença Crohn.
Principais sintomas:os principais sintomas da intolerância à lactose são dor e inchaço no abdome, náusea, vômitos, diarreia e excesso de gases, que tendem a surgir de 30 minutos a 2 horas após a ingestão de produtos contendo leite.
O que fazer: se houver a suspeita de intolerância à lactose é recomendado consultar o gastroenterologista para uma avaliação.
O tratamento normalmente é feito evitando ingerir alimentos que contenham lactose, como leite e queijos, e o uso de suplementos com lactase. Saiba como deve ser a dieta para intolerância à lactose.
7. Doença celíaca
A doença celíaca é a intolerância do intestino ao glúten, uma proteína presente em alimentos como centeio, trigo, malte e cevada, provocando a inflamação do intestino e afetando o seu funcionamento quando ingerido.
Sintomas: a doença celíaca pode provocar diarreia, fezes gordurosas, perda de peso, anemia, osteoporose, dor de cabeça e infertilidade, por exemplo, embora algumas vezes nenhum sintoma possa estar presente.
O que fazer: em caso de suspeita de doença celíaca, é recomendado consultar o gastroenterologista para confirmar o diagnóstico e o tratamento é feito com a retirada de alimentos que contêm glúten da dieta. Conheça os principais alimentos que contém glúten.
8. Diverticulite
A diverticulite é a inflamação de um divertículo, que é uma alteração na parede do intestino em forma de saco que acontece especialmente em pessoas mais velhas que têm uma alimentação com poucas fibras e excesso de gordura e carnes vermelhas.
Acredita-se que a diverticulite seja causada pela perfuração do divertículo devido ao aumento da pressão na parede do intestino durante a passagem de alimentos.
Sintomas: a diverticulite pode causar dor no abdome, alteração na frequência de evacuação, náusea, vômitos, febre e, algumas vezes, necessidade frequente de urinar, por exemplo. Confira mais sintomas de diverticulite.
O que fazer: em caso de suspeita de diverticulite, é recomendado procurar uma emergência para uma avaliação. O tratamento normalmente é feito com antibióticos e, nos casos mais graves, pode necessitar ser feito com a pessoa internada no hospital.
9. Câncer no intestino
O câncer no intestino é um tumor maligno que pode se desenvolver principalmente no intestino grosso, como cólon, reto e ânus. Embora seja raro, esse tumor também pode surgir no intestino delgado.
Sintomas: diarreia ou prisão de ventre, sangue nas fezes, dor abdominal, cansaço frequente e perda de peso sem causa aparente são um dos possíveis sintomas.
O que fazer: é aconselhado consultar o proctologista ou gastroenterologista, para que sejam avaliados os sintomas, solicitados exames e, se for necessário, recomendados os tratamentos adequados.
O tratamento pode incluir a realização de uma cirurgia para retirar a porção do intestino afetada e sessões de quimioterapia e/ou radioterapia.
10. Retocolite ulcerativa
A retocolite ulcerativa, também conhecida como colite ulcerativa, é uma doença inflamatória intestinal que provoca a inflamação e ulceração da parede do cólon, sendo mais frequente em pessoas que consomem muitos alimentos gordurosos ou com histórico familiar de colite ulcerativa.
Sintomas: a pessoa com colite ulcerativa pode apresentar diarreia ou prisão de ventre, sangue nas fezes, vontade urgente de evacuar, dor no abdome, perda de peso e febre.
O que fazer: se houver a suspeita de colite ulcerativa, deve-se consultar o gastroenterologista. Desta forma o médico poderá fazer uma avaliação geral e, se houver necessidade, indicar o tratamento adequado.
O tratamento pode ser feito com o uso de medicamentos anti-inflamatórios orais, na forma de supositórios e/ou enemas. Em alguns casos, o médico também pode indicar o uso de corticoides e imunossupressores ou a cirurgia para remover o cólon doente.
Leia também: Colite ulcerativa: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/colite-ulcerativasource https://www.tuasaude.com/doencas-do-intestino/
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
Ora-pro-nóbis: 10 benefícios, chá (e outras receitas)
A ora-pro-nóbis é uma planta comestível que fornece diversos benefícios para a saúde, como prevenção da anemia, melhora do funcionamento do intestino, perda de peso, prevenção do envelhecimento precoce e diminuição do colesterol.
Os benefícios dessa planta alimentícia não convencional (PANC), são devido ao fato da ora-pro-nóbis conter fibras, proteínas, ferro, vitamina A e vitamina B3, que são nutrientes com ação antioxidante, hipolipemiante e laxante.
Leia também: PANCs: o que são, principais plantas e como consumir (com receitas) tuasaude.com/pancsO nome científico da ora-pro-nóbis é Pereskia aculeata e essa planta pode ser consumida cozida em saladas, sopas ou no arroz, por exemplo. A ora-pro-nóbis pode ser cultivada em casa ou encontrada em feiras de rua e lojas de produtos naturais na forma fresca, desidratada ou em farinha.
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10 benefícios da ora-pro-nóbis
Os 10 principais benefícios da ora-pro-nóbis para a saúde são:
1. Ajuda no emagrecimento
A ora-pro-nóbis ajuda no emagrecimento, porque é rica em fibras que formam um tipo de gel no estômago, promovendo a saciedade e ajudando a diminuir a ingestão de alimentos.
Além disso, a ora-pro-nóbis é um alimento pobre em calorias, sendo uma boa opção de hortaliça para incluir em dietas de perda de peso.
2. Melhora o funcionamento do intestino
Devido a grande quantidade de fibras que possui, a ora-pro-nóbis ajuda na digestão e melhora o funcionamento do intestino, evitando a prisão de ventre, a formação de pólipos e, até mesmo ajudando a prevenir tumores intestinais.
3. Fortalece o sistema imunológico
Por ser uma planta rica em niacina, uma vitamina que tem ação antioxidante, a ora-pro-nóbis melhora as funções e protege as células de defesa contra os danos causados pelos radicais livres, fortalecendo o sistema imunológico.
4. Previne a anemia
A ora-pro-nóbis possui uma grande quantidade de ferro, um mineral que é necessário para a formação de glóbulos vermelhos saudáveis, ajudando a prevenir a anemia. Confira outros alimentos que também ajudam a prevenir a anemia.
No entanto, para a prevenção da anemia, a ora-pro-nóbis deve ser consumida de junto com alimentos fonte de vitamina C, um nutriente fundamental para a absorção do ferro presente em alimentos de origem vegetal.
5. Mantém a saúde dos olhos
Por ter ótimas quantidades de luteína e zeaxantina, carotenoides que têm ação antioxidante e fotoprotetora, a ora-pro-nóbis protege os olhos contra os danos causados raios ultravioletas do sol e contra a luz azul emitida por computadores e celulares, mantendo a saúde dos olhos e ajudando a prevenir a catarata e a degeneração macular.
6. Evita o envelhecimento precoce
Por ser rica em antioxidantes como vitamina A e betacaroteno, a ora-pro-nóbis ajuda a diminuir os danos causados pelos radicais livres às células saudáveis da pele, evitando o envelhecimento precoce.
7. Previne a diabetes
A ora-pro-nóbis é rica em fibras, um nutriente que controla os níveis de glicose no sangue, por que diminui a velocidade de absorção dos carboidratos, ajudando a prevenir a resistência à insulina e a diabetes.
8. Diminui o colesterol
A ora-pro-nóbis ajuda a diminuir o colesterol por ser uma planta rica em fibras, nutriente que reduzem a absorção de gorduras a nível intestinal, diminuindo o colesterol sanguíneo.
Além disso, a presença de compostos antioxidantes na ora-pro-nóbis, como flavonoides e betacaroteno, também evita a oxidação das células de gordura, controlando os níveis de colesterol e triglicerídeos no sangue e ajudando, assim, a evitar o surgimento de situações como infarto, aterosclerose e derrame.
9. Regular o metabolismo
A ora-pro-nóbis ajuda a regular o metabolismo, porque é rica em niacina, uma vitamina que transforma os carboidratos, as proteínas e as gorduras em energia, promovendo o bom funcionamento das células e dos órgãos do corpo.
Leia também: 15 alimentos ricos em vitamina B3 (niacina) tuasaude.com/alimentos-ricos-em-vitamina-b310. Ajuda a evitar o câncer
Sendo uma planta com grande quantidade de flavonoides, luteína e zeaxantina na ora-pro-nóbis, que são compostos bioativos com propriedades antioxidantes, a ora-pro-nóbis diminui o estresse oxidativo e a inflamação, ajudando a evitar o surgimento do câncer.
A ora-pro-nóbis é fonte de proteína?
Embora a ora-pro-nóbis seja popularmente conhecida “carne de pobres”, essa planta contém pouca quantidade de proteínas e por isso, não é considerada uma boa fonte desse nutriente.
Isso porque, para um alimento ser considerado fonte de proteínas, ele precisa fornecer o mínimo de 6 g desse nutriente em cada 100 g de alimento e a ora-pro-nóbis fornece apenas 3g. Confira a quantidade diária recomendada de proteína.
No entanto, a ora-pro-nóbis pode ser usada para complementar a dieta, junto com outras fontes de proteína vegetal, como arroz e feijão, podendo ser indicada para pessoas que seguem estilo de alimentação vegana, flexitariana ou vegetariana, por exemplo.
Leia também: Flexitarianismo: o que é, benefícios e como começar tuasaude.com/flexitarianismoTabela de informação nutricional
A tabela a seguir traz a informação nutricional de 100 g, o que corresponde a 7 colheres de sopa, de ora-pro-nóbis cozida:
| Componentes | 7 colheres de sopa (100 g) de ora-pro-nóbis cozida |
|---|---|
| Energia | 37 calorias |
| Proteínas | 3 g |
| Carboidratos | 3 g |
| Gorduras | 0,3 g |
| Fibras | 5,6 g |
| Ferro | 7 mg |
| Vitamina A | 342 mcg |
| Betacaroteno | 2377 mcg |
| Luteína | 497 mcg |
| Zeaxantina | 532 mcg |
| Vitamina B3 | 11,7 mg |
| Vitamina C | 23 mg |
É importante mencionar que para obter todos os benefícios da ora-pro-nóbis, essa planta deve fazer parte de uma alimentação equilibrada e saudável, associada à prática de atividade física de forma regulares.
Consulte o nutricionista mais próximo para saber como incluir a ora-pro-nóbis na alimentação do dia a dia:
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Como consumir
As folhas, frutos e flores de ora-pro-nóbis podem ser consumidas em saladas, omeletes, compotas, tortas, pães, sucos, refogados, molho pesto e massas.
Embora não exista uma quantidade específica indicada para o consumo de ora-pro-nóbis, a recomendação mínima diária de vegetais é entre 2 a 3 porções, o que corresponde entre 160g e 240g por dia.
Essa PANC também pode ser obtida na forma de suplemento alimentar. Entretanto, a Anvisa proibiu recentemente a comercialização de suplementos de ora-pro-nóbis. Isso porque para ser aprovada como suplemento, as empresas precisam comprovar cientificamente que a ora-pro-nóbis é segura e eficaz para ser usada desta forma.
Como fazer o chá de ora-pro-nóbis
O chá de ora-pro-nóbis pode ser feito com folhas frescas ou folhas e caules secos dessa planta, e possui ação antioxidante, diurética e anti-inflamatória.
Ingredientes:
- 5 folhas frescas picadas ou 1 colher (sopa) de folhas e caules secos de ora-pro-nóbis;
- 200 ml de água.
Modo de preparo:
Numa panela, colocar a água e levar ao fogo para ferver. Apagar o fogo, adicionar as folhas de ora-pro-nóbis, tampar a panela e deixar repousar por 5 minutos. Coar e beber em seguida.
Se desejado, pode-se fazer esse chá junto com outras ervas, como hortelã, alecrim e camomila, ou acrescentar algumas gostas de limão após o preparo.
Receitas saudáveis com ora-pro-nóbis
Algumas receitas saudáveis e saborosas com ora-pro-nóbis são:
1. Torta salgada
Ingredientes:
- 4 ovos inteiros;
- 1 xícara (de chá) de óleo;
- 2 xícaras (de chá) de leite;
- 2 xícaras (de chá) de farinha de trigo;
- ½ xícara (de chá) de cebola picada;
- 1 colher (de sopa) de fermento em pó;
- 1 xícara (de chá) de folhas de ora-pro-nóbis picadas;
- 2 xícaras (de chá) de queijo fresco ralado;
- 2 latas de sardinha;
- Orégano e sal a gosto.
Modo de preparo:
Bater todos os ingredientes no liquidificador, exceto a ora-pro-nóbis, o queijo e a sardinha. Untar uma forma com óleo, colocar a metade da massa, a ora-pro-nóbis, o queijo e orégano por cima.
Cobrir com o restante da massa. Bater um ovo inteiro e passar por cima da massa pincelando. Assar em forno médio até ficar dourada.
2. Molho pesto
Ingredientes:
- 1 xícara (de chá) de folhas de ora-pro-nóbis previamente rasgadas com as mãos;
- ½ dente de alho;
- ½ xícara (de chá) de queijo minas curado ralado;
- 1/3 de xícara (de chá) de castanha do pará;
- ½ xícara (de chá) de azeite de oliva ou azeite de castanha do pará.
Modo de preparo:
Amassar a ora-pro-nóbis no pilão, acrescentar o alho, a castanha e o queijo. Juntar o azeite aos poucos. Amassar até se transformar em uma pasta homogênea.
3. Suco verde
Ingredientes:
- 4 maçãs;
- 200 ml de água;
- 6 folhas de azedinha;
- 8 folhas de ora-pro-nóbis;
- 1 colher (de café) de gengibre fresco picado.
Modo de preparo:
Bater todos os ingredientes no liquidificador até virar um suco bem grosso. Transferir para um copo e beber em seguida, de preferência sem adoçar ou coar.
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