O hematócrito é um exame que mede a porcentagem de hemácias no sangue, também chamadas de glóbulos vermelhos, sendo considerado normal entre 40 a 50% no homem e 35 a 45% na mulher.
Normalmente, o hematócrito está alterado em caso de desidratação, sangramentos, anemia e doenças pulmonares, como DPOC, sendo comum também existirem alterações na quantidade de hemácias ou hemoglobina no sangue. Veja o que significa a hemoglobina alta e baixa no sangue.
Em caso de alteração do hematócrito, especialmente se surgirem outros sintomas como fraqueza e coração acelerado, é recomendado consultar o hematologista ou clínico geral para que a causa seja identificada e iniciar o tratamento mais adequado.
Valores de referência do hematócrito
Os valores de referência do hematócrito variam de laboratório, mas geralmente o valor normal do hematócrito é:
Mulher: entre 35 e 45%. No caso das mulheres grávidas, o valor de referência normalmente é entre 34 e 47%;
Homem: entre 40 e 50%;
Crianças a partir de 1 ano: entre 37 e 44%.
Normalmente, o médico interpreta o valor do hematócrito levando em consideração o histórico de saúde da pessoa e o resultado de outros exames como o hemograma, para identificar a causa das alterações. Saiba como entender os resultados do hemograma.
Como saber se está normal
Para saber se o hematócrito está normal, insira o resultado do seu exame na calculadora a seguir:
{CALCULADORA_ANALISES_CLINICAS:HEMATOCRITO}
Esta calculadora deve ser usada apenas como uma ferramenta de orientação. Assim, não deve ser usada como diagnóstico ou substituir a consulta com o clínico geral.
O que pode ser hematócrito baixo
O hematócrito baixo pode ser causado por:
Anemia;
Sangramento;
Desnutrição;
Infecções;
Falta de vitamina B12, ácido fólico ou ferro;
Leucemia;
Excesso de hidratação.
Além disso, o hematócrito baixo também é comum de acontecer em caso de gravidez e pode ser um sinal de anemia, especialmente se o valor da hemoglobina e da ferritina também estiverem baixos. Entenda o que é a anemia na gravidez.
O hematócrito alto pode ser causado por desidratação, doenças pulmonares, como DPOC, e algumas doenças cardíacas, especialmente as cardiopatias congênitas, por exemplo, sendo mais comum em pessoas que fumam.
O hematócrito baixo significa que a porcentagem do volume total de sangue está abaixo do normal, podendo indicar condições como anemia ferropriva, gravidez, hemorragia e doenças inflamatórias, por exemplo.
O hematócrito é considerado baixo quando está abaixo de 40% no homem e 36% na mulher, podendo causar sintomas como fadiga, tontura, fraqueza, arritmia, dor de cabeça e batimentos cardíacos acelerados.
Para identificar a causa de hematócrito baixo, é recomendado consultar o clínico geral, para solicitar exames e indicar o tratamento, que pode ser feito com o uso de remédios e suplementos ou, em alguns casos, a transfusão de sangue e o transplante de medula óssea, por exemplo.
Os sintomas de hematócrito baixo geralmente surgem porque o corpo não consegue obter oxigênio adequado para todas as células do corpo.
[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO_SINTOMAS]
O que significa hematócrito baixo
O hematócrito baixo pode significar condições como:
1. Anemia ferropriva
A anemia ferropriva é um tipo de anemia onde a quantidade de ferro circulante no corpo é insuficiente, o que causa sintomas como fraqueza, cansaço fácil, dor de cabeça, queda de cabelo e pele ou mucosas pálidas, por exemplo.
O que fazer: em casos de suspeita de anemia, é recomendado consultar o clínico geral para confirmar o diagnóstico.
O tratamento da anemia ferropriva geralmente inclui o uso de 60 mg de suplemento de ferro por dia, conforme orientação do médico.
Também pode ser recomendado pelo nutricionista o consumo de alimentos ricos em ferro como carnes vermelhas, frango, ovos, lentilha e feijão, por exemplo. Veja como fazer dieta para anemia.
2. Gravidez
O hematócrito baixo na gravidez pode surgir, porque o corpo da mulher grávida possui maior volume do plasma, que é a parte líquida do sangue.
Esse aumento do plasma sanguíneo diminui o percentual de glóbulos vermelhos no sangue, resultando em um nível de hematócrito mais baixo.
O hematócrito baixo leve na gravidez geralmente não é considerado um problema. Entretanto, se o valor da hemoglobina e da ferritina também estiverem baixos, pode ser um sinal de anemia.
O que fazer: na suspeita de anemia, deve-se consultar o obstetra ou clínico geral, para que seja feita uma avaliação completa e indicado o tratamento adequado.
Se a anemia for confirmada, o médico poderá indicar o uso de suplementos de ferro e o aumento do consumo de alimentos ricos em ferro e ácido fólico, como carnes, bife de fígado, feijão, espinafre, lentilha e couve.
O hematócrito baixo pode significar hemorragias, que podem ser causadas por situações como menstruação intensa, lesão recente ou de longo prazo, por exemplo.
O que fazer: na presença de sangramentos deve-se ir imediatamente ao pronto-socorro, para que seja avaliada as possíveis causas e recomendado o tratamento mais adequado.
Assim, em casos de hemorragias externas, deve-se realizar uma compressão forte no local com um pano limpo.
Em outros casos de hemorragia, pode ser indicado pelo médico o uso de remédios, suplementos de ferro e ácido fólico ou a realização de transfusões sanguíneas ou uma cirurgia.
A deficiência de vitaminas, como vitamina B12 e ácido fólico, pode causar o hematócrito baixo no sangue.
Essa condição pode ser causada pela baixa ingestão de alimentos fontes dessas vitaminas ou por condições que diminuem a absorção de nutrientes, como cirurgia bariátrica e doença inflamatória intestinal, por exemplo.
O que fazer: após o diagnóstico feito pelo médico ou nutricionista, o tratamento indicado pode ser feito com o uso de suplementos, por via intramuscular, intravenosa ou oral.
O nutricionista também pode recomendar o aumento da ingestão de alimentos fonte dos nutrientes que estão em deficiência no organismo.
Outra possível condição que pode significar o hematócrito baixo é a hemólise, que é a destruição prematura dos glóbulos vermelhos do sangue.
Essa condição pode ser causada por dificuldades na coleta do sangue, ao guardar a amostra por muito tempo, ou por doenças, como anemia e infecções, válvulas cardíacas artificiais ou hemodiálise recente.
O que fazer: o tratamento varia conforme a causa da hemólise e a gravidade dos sintomas, podendo incluir suplementos, medicamentos, cirurgia, transfusões de sangue, por exemplo.
6. Problemas na medula óssea
O hematócrito baixo pode significar problemas na medula óssea, como anemia aplásica, leucemia, linfoma e mieloma múltiplo. Isso acontece porque a medula óssea é o local onde os glóbulos vermelhos são produzidos.
O que fazer: caso seja confirmado um problema na medula óssea, o médico poderá recomendar a realização de tratamentos como transfusão de sangue e o uso de remédios orais, como antibióticos e imunossupressores.
Conforme o tipo de problema diagnosticado, o médico também poderá indicar a realização de quimioterapia, transplante de medula, radioterapia e imunoterapia.
7. Doenças inflamatórias
O hematócrito baixo pode significar doenças inflamatórias como artrite reumatoide e cirrose hepática. Isso acontece porque as doenças inflamatórias interferem no metabolismo do ferro e na produção dos glóbulos vermelhos do sangue.
O que fazer: é recomendado consultar o clínico geral, para que sejam feitos exames e avaliação física que ajudem, assim, na identificação de doenças inflamatórias e na recomendação do tratamento.
Conforme o tipo de doença inflamatória, o médico pode indicar o uso de remédios anti-inflamatórios, corticoides, diuréticos e anti-hipertensivos e/ou a realização de fisioterapia ou cirurgia.
Hemoglobina e hematócrito baixo
A hemoglobina e hematócrito baixos normalmente indicam a presença de anemia, onde existe uma quantidade insuficiente de glóbulos vermelhos no sangue circulante em relação ao volume total de sangue.
Sons binaurais são uma técnica sonora em que cada ouvido recebe uma frequência diferente, e o cérebro cria um terceiro som percebido como a diferença entre essas frequências.
Essa técnica pode promover alguns benefícios, como relaxamento, melhora do sono, aumento da concentração e estímulo da memória e bem-estar mental, por exemplo.
Para aproveitar seus efeitos, os sons binaurais devem ser ouvidos com fones estéreo, em volumes moderados e por sessões de duração adequada, ajustando frequências e tempos conforme o objetivo desejado.
Para que servem
Os sons binaurais podem trazer benefícios como:
Ajudar na memória;
Facilitar o foco e a concentração;
Estimular a criatividade;
Aumentar a percepção e clareza mental;
Melhorar o humor;
Aumentar o relaxamento a sensação de bem-estar;
Melhorar a qualidade e duração do sono.
Além disso, o uso frequente de sons binaurais pode favorecer a neuroplasticidade, que é a capacidade do cérebro de se adaptar e reorganizar suas conexões em resposta a novos aprendizados, experiências ou mudanças no ambiente.
Os sons binaurais também podem ajudar a relaxar após exercícios, controlar a dor, e potencializar o desempenho acadêmico.
Sons binaurais são perigosos?
Sons binaurais são geralmente seguros para a maioria das pessoas, funcionando como um estímulo sonoro suave que, quando ouvido em volume adequado, não oferece riscos.
Como usar
Para usar os sons binaurais é necessário seguir os seguintes passos:
Escolher um ambiente tranquilo e sem distrações;
Colocar fones de ouvido estéreo;
Escolher a frequência base, que será transmitida em um ouvido;
Determinar a frequência do outro ouvido;
Manter o uso durante 20 a 40 minutos, dependendo do objetivo.
Ao receber duas frequências próximas, o cérebro gera uma terceira pulsação rítmica, que harmoniza as ondas cerebrais e altera o estado mental do ouvinte.
Esse efeito não é um som real no ambiente, mas uma experiência auditiva interna criada pelo cérebro.
Sons binaurais funcionam?
Cada pessoa pode reagir de forma diferente aos sons binaurais, por isso é importante testar pequenas variações, como ajustes nas frequências ou na duração das sessões, para identificar quais produzem os melhores efeitos.
No entanto, em alguns casos os efeitos benéficos podem não surgir para todas as pessoas, pois a resposta ao estímulo varia de acordo com fatores individuais, como sensibilidade auditiva e padrão de ondas cerebrais de cada um.
Como combinar
A diferença entre as frequências determina o tipo de onda cerebral estimulada, que está ligada a diferentes estados mentais, como:
Delta (0,5–4 Hz): estimula o sono profundo, recuperação física e mental, regeneração celular e memória intuitiva;
Theta (4–8 Hz): promove o relaxamento profundo, meditação, criatividade, redução da ansiedade e percepção da dor;
Alpha (8–13 Hz): favorece o relaxamento leve, foco e visualização, melhora da memória e modulação da dor;
Beta (13–30 Hz): gera concentração, atenção, cognição e autoconfiança;
Gamma (30–70 Hz): potencializa o processamento de informações e memória.
Para criar o batimento binaural desejado, basta escolher duas frequências de modo que a diferença entre elas seja igual à frequência alvo; por exemplo, para estimular ondas Alpha de 10 Hz, um ouvido recebe 400 Hz e o outro 410 Hz.
Atualmente, existem aplicativos que oferecem combinações de frequências binaurais prontas de acordo com o objetivo, facilitando a criação de sons.
Sons binaurais para dormir
Para obter os melhores resultados, é recomendado ouvi-los por cerca de 30 a 45 minutos antes de dormir, ajudando a reduzir o tempo para adormecer, melhorar a qualidade do sono e deixar o corpo e a mente mais descansados.
Sons binaurais para estudar
É indicado ouvir por cerca de 20 a 30 minutos antes ou durante sessões de estudo, ajudando a manter o foco, melhorar a retenção de informações e potencializar o desempenho acadêmico.
Sons binaurais para relaxamento
Para aproveitar seus efeitos para o relaxamento, pode-se utilizar diariamente dos sons binaurais por cerca de 20 minutos, alternando frequências Alpha, Theta e Delta, para reduzir o estresse, acalmar a mente e aumentar a sensação geral de bem-estar.
Cuidados durante o uso
Ao usar sons binaurais, é indicado evitar volumes altos para não causar desconforto ou danos auditivos, e interromper o uso caso sinta tontura, dor de cabeça ou irritação.
Também é importante não escolher frequências inadequadas para o objetivo desejado, pois isso pode gerar efeitos indesejados, como agitação ou insônia.
Pessoas com condições como epilepsia ou distúrbios auditivos, devem consultar o médico antes de usar sons binaurais.
Além disso, os sons binaurais não substituem práticas já comprovadas para o bem-estar, como sono adequado, meditação ou exercícios físicos, mas podem ser um complemento para potencializar seus efeitos.
O brócolis é uma verdura que oferece muitos benefícios à saúde, como regular as defesas do organismo, ajudar a manter a saúde cardíaca, óssea e digestiva, proteger os olhos e favorecer o controle do peso.
Esses benefícios são devido ao fato desse vegetal crucífero ser fonte de fibras, vitamina C, carotenoides e glucosinolatos, nutrientes e compostos bioativos que têm propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e cardioprotetoras.
Todas as partes do brócolis são comestíveis, incluindo as folhas, as flores e os talos, e esse vegetal pode ser feito na forma cozida no vapor, grelhado ou assado, e também pode ser consumido cru, no preparo de saladas e sucos naturais.
Benefícios do brócolis
Os principais benefícios do brócolis são:
1. Ajuda a manter a saúde cardíaca
O brócolis ajuda a reduzir os níveis de colesterol total, colesterol \"ruim\", LDL, e triglicerídeos no sangue, além de ajudar a aumentar o colesterol \"bom\", HDL, mantendo a saúde cardíaca.
Esses benefícios são possíveis porque essa hortaliça tem ação anti-inflamatória e antioxidante, devido à presença de glucosinolatos, compostos bioativos que se transformam em isotiocianatos, como sulforafano e indóis.
O brócolis favorece a saúde digestiva por ser fonte de fibras, que aumentam o volume das fezes e, junto com a ingestão adequada de água, facilita as evacuações.
Além disso, o brócolis também oferece boas quantidades de compostos bioativos, como flavonoides e polifenóis, que ajudam a diminuir a inflamação, o estresse oxidativo e os danos na barreira intestinal.
3. Protege os olhos
A luteína e a zeaxantina são carotenoides presentes no brócolis, que ajudam a proteger os olhos contra os danos causados pelos radicais livres e contra a luz azul emitida por aparelhos, como computadores, tablets e celulares.
Assim, essa hortaliça ajuda a prevenir condições como catarata e degeneração macular induzida pelo envelhecimento.
4. Ajuda a controlar o peso
O brócolis é uma verdura baixa em calorias e com ótimas quantidades de fibras, que favorecem a saciedade entre as refeições.
Por isso, o brócolis é um alimento que pode ser incluído em dietas para controlar e diminuir o peso corporal.
5. Atua na coagulação sanguínea
Por ser um vegetal rico em vitamina K, um nutriente que é necessário para formar as proteínas que ajudam a controlar o sangramento, o brócolis atua na coagulação sanguínea, ajudando a evitar hemorragias e favorecendo a cicatrização de feridas.
Por ser rico em vitamina K, um nutriente que é necessário para a produção de osteocalcina, uma proteína que fixa o cálcio nos ossos, o brócolis mantém a saúde dos óssea, diminuindo o risco de osteoporose.
No entanto, para que a vitamina K melhore a saúde dos ossos, é fundamental também manter uma boa ingestão de cálcio na dieta.
7. Ajuda a prevenir a anemia
Por ser rico em vitamina C, o brócolis melhora a absorção do ferro presente nos alimentos, ajudando na formação da hemoglobina, um componente das hemácias que é responsável pelo transporte de oxigênio pelo organismo.
Devido à sua quantidade de vitamina C e glucosinolatos, o consumo regular de brócolis pode ajudar as defesas do organismo e melhorar o sistema imune, protegendo contra infecções.
9. Pode diminuir o risco de câncer
O brócolis pode ajudar a diminuir o risco de alguns tipos de câncer, como colorretal, de mama, de próstata, gástrico, de pulmão e de ovário.
Isso acontece porque as brássicas, incluindo o brócolis, têm glucosinolatos, compostos bioativos que se transformam em isotiocianatos, como sulforafano e indóis.
Em testes laboratoriais e animais, os isotiocianatos protegeram o DNA das células, inibiram enzimas que ativam compostos carcinógenos e estimularam enzimas que os desativam, e também promoveram a autodestruição de células anormais e retardaram o crescimento celular.
Tipos de brócolis
Os principais tipos de brócolis são:
1. Brócolis japonês
O brócolis japonês, também conhecido como brócolis ninja, brócolis americano ou brócolis-de-cabeça, possui uma flor central grande e compacta, parecendo uma única cabeça.
Esse tipo de brócolis também possui o talo mais espesso e poucas folhas.
O brócolis japonês pode ser congelado, já que esse procedimento não provoca a perda das suas características sensoriais e de qualidade.
2. Brócolis ramoso
O brócolis ramoso tem as flores pequenas, menos compactas e mais abertas, e os talos mais finos, sendo comercializado na forma de maços.
Este tipo de brócolis não pode ser congelado, porque o congelamento pode causar a perda de suas características sensoriais, como crocância, cor e sabor.
Tabela de informação nutricional
A tabela a seguir traz as informações nutricionais em 100 gramas de brócolis cru e cozido:
Componentes
100 g de brócolis cru
100 g de brócolis cozido
Energia
34 calorias
35 calorias
Gorduras
0,37 g
0,41 g
Carboidratos
6,64 g
7,18 g
Proteínas
2,82 g
2,38 g
Fibras
2,6 g
3,3 g
Potássio
316 mg
293 mg
Vitamina K
102 mcg
141 mcg
Vitamina C
89,2 mg
64,9 mg
Luteína + zeaxantina
1400 mcg
1080 mcg
Para se obter os benefícios do brócolis, é importante que esse vegetal faça parte de uma alimentação equilibrada e saudável, associada a práticas de atividades físicas regularmente.
Como fazer brócolis
O brócolis pode ser feito cozido em receitas como sopas, refogados, suflês, massas, omeletes e tortas, usando-se as flores, as folhas e os talos. No entanto, a melhor forma para aproveitar todos os seus nutrientes, é consumí-lo cru em saladas ou sucos naturais, por exemplo.
Apesar de não existir uma quantidade específica indicada para o consumo de brócolis, a recomendação mínima diária de vegetais é entre 2 a 3 porções, o que corresponde entre 160g e 240g por dia.
A quantidade de brócolis indicada também pode variar conforme as necessidades nutricionais de cada pessoa. Por isso, é indicado consultar o nutricionista para fazer uma avaliação completa e indicar o consumo de brócolis de forma individualizada.
Se deseja seguir uma dieta adequada para as suas necessidades, marque uma consulta com um nutricionista na região mais próxima de você:
[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO]
Como cozinhar brócolis
Assim como outros vegetais crucíferos, o brócolis pode ser cozido no vapor, salteado, assado ou no micro-ondas.
No entanto, é indicado cozinhá-los por pouco tempo, até que fiquem \"al dente\", ou seja, macios e crocantes, e com as folhas brilhantes.
Isso porque cozinhar o brócolis por muito tempo ou cozinhá-los imersos em água, aumenta a perda de glucosinolatos.
Como congelar brócolis
Para congelar o brócolis japonês, é recomendado retirar as folhas e talos, que podem ser usados em receitas como sopas, tortas e arroz, por exemplo. Em seguida, deve-se cortar as flores em pedaços menores e higienizar bem.
Em seguida, deve-se cozinhar o brócolis no vapor até que fiquem al dente e, depois, colocá-los imediatamente em uma vasilha com água e cubos de gelo até que fiquem frios, que é o processo chamado de branqueamento.
Quando estiver frio, deve-se escorrer e secar bem o brócolis e colocá-lo em um saco de plástico, retirando-se todo o ar. Por fim, levar os sacos para congelar no freezer.
Para descongelar, pode-se retirar o brócolis do freezer e colocá-lo diretamente no vapor por alguns minutos ou salteá-lo, por exemplo.
Como higienizar brócolis
Para higienizar o brócolis, é recomendado lavar bem as mãos com água e sabão, e, em seguida, tirar as partes danificadas desta hortaliça e cortar os floretes do talo mais grosso.
Em seguida, lavar bem as folhas, os talos e as flores do brócolis, em água corrente. Depois, colocar o brócolis de molho em uma bacia com solução diluída de hipoclorito de sódio, por cerca de 15 minutos.
Por fim, lavar o brócolis em água corrente potável, para retirar o excesso de água sanitária, deixar escorrer bem e usar.
Pessoas com hipotireoidismo devem evitar consumir os vegetais crucíferos, incluindo o brócolis, em excesso. Nestes casos, é aconselhado o consumo regular em quantidades normais, como na forma de salada, algumas vezes na semana, por exemplo.
Isso porque, em excesso, o brócolis pode diminuir a captação do iodo pela glândula tireoide, afetando a produção dos hormônios tireoidianos.
Além disso, o consumo de brócolis em grandes quantidades pode causar gases e estufamento em algumas pessoas.
Receitas com brócolis
Algumas receitas simples e saudáveis que podem ser preparados com brócolis são:
1. Arroz com brócolis
Ingredientes:
2 xícaras (de chá) de arroz integral;
1 xícara (de chá) de flores, folhas e talos de brócolis picados;
3 dentes de alho picado;
1 colher (de sopa) de azeite;
6 xícaras (de chá) de água;
sal e pimenta-do-reino a gosto.
Modo de preparo:
Numa panela, colocar o azeite e o alho, e levar ao fogo médio, refogando por 3 minutos. Acrescentar o arroz, o sal, a pimenta e mexer bem com uma colher ou espátula por 2 minutos. Adicionar a água e deixar cozinhar em fogo baixo por 20 minutos ou até os grãos ficarem bem cozidos.
Quando estiver faltando 10 minutos para o arroz ficar pronto, colocar as folhas, os talos e as flores de brócolis, misturando delicadamente. Apagar o fogo, aguardar amornar e servir em seguida.
2. Brócolis gratinado
Ingredientes:
1 brócolis limpo e cortado em pedaços pequenos;
2 dentes de alho picados;
2 colheres (de sopa) de farinha de trigo;
2 colheres (de sopa) de manteiga;
Sal e pimenta-do-reino a gosto;
200 g de creme de leite;
1 cebola média ralada;
2 e 1/2 xícaras de leite;
Queijo parmesão ralado grosso a gosto.
Modo de preparo:
Cozinhar o brócolis no vapor até ficar al dente. Arrumar o brócolis em uma travessa e reservar.
Em uma panela, colocar a manteiga e deixe derreter. Adicionar o alho, a cebola e deixe dourar, mexendo bem. Acrescentar a farinha de trigo e mexer bem.
Adicionar o leite aos poucos, mexendo sempre, os temperos e deixar a mistura engrossar. Desligar o fogo e acrescentar o creme de leite.
Distribuir o molho sobre o brócolis, polvilhar com o queijo parmesão e levar ao forno preaquecido à 200 ºC para gratinar e dourar bem.
3. Macarrão com brócolis
Ingredientes:
1 maço de brócolis japonês;
4 xícaras (de chá) de macarrão cru;
5 dentes de alho picados;
½ xícara (de chá) de azeite ou outro óleo vegetal;
Sal e pimenta-do-reino a gosto;
Parmesão ralado a gosto.
Modo de preparo:
Cortar e descartar a base grossa dos talos do brócolis e cortar o maço em floretes pequenos. Com o descascador de legumes, raspar a fibra externa dos talos mais grossos.
Cortar os talos e as folhas em pedaços de 5 cm, colocar numa peneira e lavar bem sob água corrente. Higienizar o brócolis e cozinhar no vapor até ficarem bem al dente. Em seguida, passar o brócolis sob água fria e potável e reservar.
Numa panela, colocar água e levar ao fogo para ferver. Acrescentar o macarrão e deixar cozinhar pelo tempo indicado na embalagem.
Em uma frigideira grande, colocar o alho e o azeite, e levar ao fogo médio. Refogar por 2 minutos, acrescentar o brócolis, temperar com o sal e a pimenta e refogar por mais 3 minutos.
Escorrer o macarrão, mas reservar 1 xícara (chá) da água do cozimento. Adicionar o macarrão ao brócolis refogado, misturando bem e adicionar a água do cozimento do macarrão aos poucos. Servir a seguir com parmesão.
Dúvidas comuns sobre o brócolis
Algumas dúvidas comuns sobre o brócolis são:
1. Brócolis é verdura ou legume?
Do ponto de vista nutricional, o brócolis é considerado uma verdura, pois as suas partes comestíveis são as folhas, as flores e os talos. Além disso, as verduras também podem ser consumidas cruas, após correta higienização.
Já os legumes são aqueles que as partes comestíveis são os frutos, as sementes ou as partes que se desenvolvem na terra. Diferentes das verduras, os legumes precisam ser cozidos antes de serem consumidos.
2. Pode congelar brócolis cru?
Não se pode congelar o brócolis cru, porque isso provoca a perda de nutrientes, principalmente a vitamina C.
Além disso, congelar o brócolis cru também causa alteração na textura, cor e sabor dessa verdura. Assim, antes de congelar o brócolis, é recomendado fazer o branqueamento.
3. Brócolis tem ferro?
O brócolis tem ferro, no entanto, a quantidade deste mineral no vegetal é muito pequena. Cada 100 g de brócolis contém cerca de 0,7 mg de ferro apenas.
4. Brócolis é uma flor?
Do ponto de vista botânico, o brócolis é uma flor. Isso pode ser observado se o brócolis for deixado no pé por muito tempo ou se começar a estragar, onde os botões se abrem e se transformam em pequenas flores amarelas.
Entretanto, quando isso acontece, o brócolis normalmente perde o seu sabor e a sua textura ideal para consumo.
O aparecimento de pequenas bolhas no pênis na maioria das vezes é sinal de alergia ao tecido ou ao suor, por exemplo, no entanto quando as bolhas aparecem acompanhadas de outros sintomas, como dor e desconforto na região genital pode ser sinal de doença de pele ou de infeção sexualmente transmissível.
Por isso, ao ser notado o aparecimento de bolinhas no pênis, o mais indicado é que o homem vá ao urologista para que as bolhas sejam avaliadas, assim como outros sintomas, e para que possa ser feitos exames, caso exista necessidade, e seja iniciado o tratamento adequado.
As bolinhas no pênis podem aparecer independente da idade, no entanto o surgimento dessas bolhas é mais comum em homens sexualmente ativos, uma vez que possuem mais risco de adquirir uma infecção sexualmente transmissível e por estarem expostos a mais produtos que podem causar alergias, como os lubrificantes, por exemplo.
Principais causas de bolhas no pênis
As principais causas de bolhas ou bolinhas no pênis são:
1. Glândulas de Tyson/ Pápula perolada
As glândulas de Tyson são pequenas glândulas presentes na glande e que é responsável pela produção de líquido lubrificante que facilita a penetração na relação sexual.
Em alguns homens essas glândulas estão mais evidentes, sendo semelhantes a bolinhas e passam a ser denominadas pápulas peroladas.
O que fazer: o surgimento das pápulas peroladas é inofensivo e não é necessário qualquer tratamento. No entanto, essas pápulas podem crescer e causar incômodo estético e, nesses casos, o urologista pode recomendar a realização de tratamentos para remover as glândulas e, assim, solucionar a situação. Entenda como é feito o tratamento para as pápulas peroladas.
[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO_SINTOMAS]
2. Herpes genital
A herpes genital é uma infecção sexualmente transmissível (IST) causada pelo Herpes vírus-simplex e que leva ao aparecimento de bolhas na região genital cerca de 10 a 15 dias após a relação sexual desprotegida.
Além do aparecimento das bolhas, é possível perceber também ardência, coceira, dor e desconforto na região genital. Saiba identificar os sintomas de herpes genital.
O que fazer: No caso de herpes genital, o urologista deve examinar e pode solicitar exames complementares que confirmem a presença desse vírus. O tratamento geralmente se dá através do uso de medicamentos antivirais, pois assim é possível diminuir a taxa de replicação do vírus, a frequência de aparecimento dos sintomas e o risco de transmissão.
A herpes genital é uma infecção sexualmente transmissível, ou seja, é transmitida por meio da relação sexual sem camisinha através do contato do líquido liberado pelas bolhas presentes da região genital de uma pessoa infectada pelo vírus. Por isso, a melhor forma de prevenir a infecção pelo Herpes vírus é por meio do uso de camisinha durantes as relações sexuais.
O líquen escleroso e atrófico, ou simplesmente líquen escleroso, é uma dermatose crônica caracterizada por alterações na região genital, sendo normalmente a primeira alteração o aparecimento de bolhas. Apesar dessa alteração ser mais frequente em mulheres na pós-menopausa, também pode aparecer nos homens.
Além de surgirem bolhas, também podem surgir lesões esbranquiçadas, coceira, irritação local, descamação e descoloração da região. A causa do líquen escleroso e atrófico ainda não é muito bem estabelecida, no entanto acredita-se que possa estar relacionada com fatores genéticos e imunológicos.
O que fazer: O tratamento para o líquen escleroso e atrófico deve ser recomendado pelo dermatologista ou urologista e na maioria das vezes é indicado o uso de pomadas que contenham corticoesteroides, além de medicamentos anti-histamínicos, com o objetivo de aliviar os sinais e sintomas apresentados.
4. Molusco contagioso
O molusco contagioso é uma doença infecciosa de pele causada por um vírus que leva ao aparecimento de bolhas em qualquer parte do corpo, incluindo a região genital.
Essa doença é mais comum em crianças, mas também podem surgir em adultos que possuem sistema imunológico mais enfraquecido. Veja mais sobre o molusco contagioso.
O que fazer: O mais indicado nesses casos é buscar orientação de um dermatologista ou urologista para que o tratamento seja iniciado e existam maiores chances de cura, podendo ser recomendado o uso de pomadas, crioterapia ou tratamento com laser de acordo com a gravidade da doença, sintomas e condições do paciente.
5. Alergia
A presença de bolinhas no pênis também podem ser um sinal de alergias, além de também poder ser notado nesse caso coceira no local, dor ao urinar, incômodo e aparecimento de pequenos pontinhos vermelhos, por exemplo.
A alergia pode acontecer devido ao suor, tecido das roupas, produtos de higiene pessoal como sabonetes, lubrificantes ou ser desencadeada pelo material do preservativo.
O que fazer: O melhor a se fazer em caso de alergia é identificar o fator desencadeante e evitá-lo o máximo possível. Além disso, é interessante ir ao urologista para que os sintomas da alergia sejam identificados e possa ser indicado um anti-histamínico mais adequado.