segunda-feira, 12 de janeiro de 2026
sábado, 10 de janeiro de 2026
Como respirar corretamente: 4 técnicas e benefícios
Algumas técnicas para respirar corretamente incluem, a respiração diafragmática, a respiração quadrada, a respiração 4-7-8 e a respiração frenolabial, que podem ser feitas na posição sentada ou deitada.
A respiração correta promove muitos benefícios à saúde, como aliviar os sintomas de estresse e ansiedade, melhorar a saúde respiratória, a concentração e a qualidade do sono, além de aliviar problemas gastrointestinais.
Leia também: 7 exercícios de respiração para respirar melhor tuasaude.com/exercicios-para-respirar-melhorEmbora as técnicas para respirar corretamente sejam seguras para muitas pessoas, em algumas situações elas podem ser contraindicadas ou devem ser feitas sob supervisão médica. Por isso, pessoas com problemas cardíacos ou pulmonares graves, com transtornos de ansiedade e pânico, e mulheres grávidas, devem sempre consultar um médico antes de iniciar as técnicas de respiração.

4 principais técnicas para respirar corretamente
As principais técnicas para respirar corretamente são:
1. Respiração diafragmática
A respiração diafragmática, também conhecida como respiração abdominal, é a forma mais eficiente de se respirar no dia a dia.
Este tipo de respiração envolve o uso de todo o diafragma, que é um músculo grande localizado na base dos pulmões, logo abaixo da caixa torácica.
Como fazer: a respiração diafragmática pode ser feita na posição deitada, em uma superfície plana ou na cama, com os joelhos dobrados e a cabeça apoiada em um travesseiro.
Colocar uma mão na parte superior do peito e a outra na barriga, abaixo da caixa torácica, para sentir o movimento do diafragma. Inspirar lentamente pelo nariz, sentindo a barriga subir enquanto a mão no peito deve ficar o mais imóvel possível.
Em seguida, expirar lentamente pela boca, de preferência com os lábios franzidos, como se fosse soprar uma vela. Ao expirar, deve-se contrair levemente os músculos abdominais, sentindo a mão na barriga descer para a posição original.
Após dominar essa técnica, pode-se fazer a respiração diafragmática na posição sentada em uma cadeira confortável, mantendo os ombros, a cabeça e o pescoço relaxados.
É recomendado praticar essa respiração de 5 a 10 minutos, cerca de 3 a 4 vezes por dia.
Leia também: Respiração diafragmática: o que é, 10 benefícios (e como fazer) tuasaude.com/respiracao-diafragmatica2. Respiração quadrada (box breathing)
A respiração quadrada, também conhecida como box breathing, é uma técnica de respiração profunda, sendo feita em quatro tempos iguais para promover o relaxamento e o foco mental.
Esta técnica pode ser feita para situações que exigem maior foco e, ao mesmo tempo, calma, como antes de uma apresentação em público ou exames importantes, por exemplo.
Ao segurar a respiração durante o ciclo, os níveis de dióxido de carbono no sangue aumentam temporariamente. Esse aumento ajuda a diminuir a frequência cardíaca e ativa o sistema nervoso parassimpático, combatendo a resposta de \"luta ou fuga\" causada pelo estresse.
Como fazer: escolher uma posição relaxante, que pode ser sentado com as costas retas, de pé ou deitado com os braços ao lado do corpo, com os ombros e a mandíbula relaxados.
Inspirar lentamente pelo nariz, sentindo a barriga expandir como um balão, e contando mentalmente até 4. Manter o ar nos pulmões por mais 4 segundos e soltar o ar lentamente pela boca, contando até 4.
Manter os pulmões vazios por mais 4 segundos e, em seguida, repetir todo o processo. Pode-se fazer essa respiração pelo tempo desejado ou até que a pessoa se sinta mais relaxada.
3. Respiração 4-7-8
A respiração 4-7-8 é um método rítmico profundo baseado em práticas milenares de pranayama, que é um controle da respiração praticado no yoga.
Essa técnica é muito indicada para diminuir a ansiedade, gerenciar o estresse e ajudar a dormir mais rapidamente.
A respiração 4-7-8 ativa o sistema nervoso parassimpático e estimula o nervo vago, enviando para o corpo um sinal para desacelerar a frequência cardíaca e relaxar. Essa respiração também permite que o oxigênio circule melhor e o dióxido de carbono se estabilize, acalmando o sistema nervoso.
Como fazer: sentar com as costas eretas ou deitar de forma confortável, e colocar a ponta da língua contra o céu da boca, logo atrás dos dentes superiores da frente, e mantê-la assim durante todo o exercício.
Soltar todo o ar pela boca de forma audível e, em seguida, inspirar de forma silenciosa pelo nariz contando mentalmente até 4. Segurar o ar, contando até 7.
Em seguida, expirar, soltando o ar com força pela boca, fazendo um som de sopro ou chiado, podendo-se franzir os lábios. Repetir todo o processo até completar 4 ciclos.
No início, é aconselhado praticar apenas 4 ciclos por vez. À medida que o corpo se acostuma, pode-se aumentar gradualmente para até 8 ciclos.
É normal sentir uma leve tontura ou vertigem nas primeiras vezes que praticar essa técnica, mas essa sensação tende a passar com o tempo e o treino.
4. Respiração frenolabial
A respiração frenolabial é uma técnica simples que ajuda a tornar cada respiração mais eficaz, sendo especialmente útil para controlar a falta de ar e reduzir o esforço necessário para respirar.
Este tipo de respiração é muito ensinado para pessoas com doenças pulmonares crônicas, como asma e DPOC, mas pode ser feita por qualquer pessoa em momentos de esforço físico ou ansiedade.
A respiração frenolabial consiste em inspirar pelo nariz e expirar pelos lábios quase fechados. Ao criar essa resistência na saída do ar, essa respiração mantém as vias aéreas abertas por mais tempo, permitindo que o ar rico em dióxido de carbono, que ficou preso nos pulmões, seja expelido, abrindo espaço para a entrada de ar fresco e oxigenado.
Como fazer: relaxar os músculos do pescoço e ombros. Inspirar lentamente pelo nariz, e com a boca fechada, contando até 2. Em seguida, deixar os lábios na posição como se fosse apagar uma vela. Soltar o ar de forma lenta e suave através dos lábios franzidos e contando até 4 ou mais.
Durante a respiração frenolabial não é necessário fazer uma respiração profunda, assim como não se deve forçar o ar para fora ou segurar a respiração durante a técnica.
É recomendado praticar essa técnica de 4 a 5 vezes por dia e sempre que fizer atividades que causem falta de ar, como subir escadas, caminhar, levantar objetos pesados, praticar exercícios físicos e em momentos de estresse ou pânico, por exemplo.
Principais benefícios
Os principais benefícios de respirar corretamente incluem:
- Ajudar a diminuir os sintomas de estresse e ansiedade;
- Ajudar a estabilizar a pressão arterial;
- Melhorar a saúde respiratória;
- Fortalecer os pulmões e controlar a falta de ar, em pessoas com asma e DPOC;
- Ajudar a aliviar problemas gastrointestinais, como prisão de ventre e refluxo;
- Melhorar a qualidade do sono.
Além disso, respirar corretamente também ajuda a gerenciar as dores e melhora a concentração. Confira outros exercícios para concentração.
Cuidados importantes
Embora as técnicas de respiração sejam consideradas seguras para a maioria das pessoas, em algumas situações elas podem ser contraindicadas ou devem ser praticadas sob supervisão médica.
Assim, pessoas com problemas cardíacos ou pulmonares graves, ou com transtornos de ansiedade e pânico, devem sempre consultar um médico antes de praticar técnicas de respiração. Isso porque, essas técnicas podem piorar essas condições.
Para garantir que sejam seguras tanto para a mãe quanto para o bebê, mulheres grávidas também só devem fazer essas técnicas de respiração sob orientação e supervisão do médico. Isso porque as técnicas de respiração alteram a quantidade de sangue bombeado pelo coração, podendo alterar a frequência cardíaca e a pressão arterial da mulher, por exemplo.
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source https://www.tuasaude.com/como-respirar-corretamente/
sexta-feira, 9 de janeiro de 2026
Sapato do bebê e da criança: como escolher, tipos e tamanho
Nos primeiros meses, o bebê pode usar sapatos de lã ou tecido. No entanto, quando começa a caminhar, entre os 10 e 18 meses, é interessante investir em um sapato de qualidade que protejam seus pés e que dê segurança para os primeiros passos sem causar danos ou deformações.
Usar sapatos pouco apropriados pode ser mais econômico no primeiro momento, mas isso pode acabar prejudicando o desenvolvimento motor do bebê, assim como prejudicar o desenvolvimento de todas as curvaturas do pé, favorecendo o aparecimento de pé chato ou causar bolhas e calos
Por isso, a escolha do sapato de acordo com a idade e etapa do desenvolvimento do bebê é importante para o seu crescimento adequado e para a prevenção de problemas de coluna, postura e pés, sendo recomendado que o pediatra seja consultado em caso de dúvidas ou presença de sintomas que indiquem alteração na caminhada do bebê.

Tipos de sapatos para bebês e crianças
A criança e o bebê necessitam de um sapato especial ao longo do seu desenvolvimento, pois os seus pés não estão completamente formados e estão em constante crescimento.
O tipo de sapato deve estar adequado a cada uma das etapas do desenvolvimento:
Idade entre 0 a 6 meses
Nessa etapa de desenvolvimento, os sapatos não são necessários, já que o bebê não começou a caminhar, podendo o bebê usar meias sem costura. No entanto, tanto a meia quanto o sapato devem ter como objetivo proteger os pés do frio, pancadas e umidade.
Os sapatos para essa idade devem ser:
- De material flexível;
- Com fecho de velcro;
- Interior macio e sem costuras;
- Com sola de tecido, liso e macio.
O sapato para criança de 0 a 6 meses deve ter uma ponta redonda ou quadrada e não deve ser muito apertado. Além disso, a parte de trás deve ser flexível e macia e ter uma elevação.
Idade entre 6 a 18 meses
Os sapatos para esta idade continuam sendo opcionais, no entanto o seu uso é recomendado para proteger os pés do bebê dos diferentes tipos de solo. As características dos sapatos seguem sendo as mesmas que na idade mencionada anteriormente, levando em consideração que a parte traseira pode ser alta e sempre tendo atenção à maciez e flexibilidade dessa parte.
Idade entre 1 ano e meio a 3 anos
Nesta idade, o bebê já caminha com os dois pés e, por isso, é necessário mudar os sapatos, que devem:
- Ter ponta redonda ou quadrada com um reforço para proteger os dedos;
- Serem macio e flexível;
- Ter solado plano e, caso tenha alguma altura, esta deve ter entre 3 a 5 mm;
- Não ter costuras internas.
A parte do sapato onde ele é preso, deve ser no peito do pé. Além disso, o material deve permitir a transpiração do pé para evitar a umidade.
Idade entre 4 e 7 anos
As crianças entre 4 a 7 anos tendem a brincar mais, correndo e saltando com maior frequência, por exemplo. Por isso, o sapato deve ter uma sola flexível de 5 a 10 mm de espessura e que proporcione o amortecimento, além de que a altura deve ter entre 5 e 10 mm. O tipo de fechamento recomendado é do tipo velcro, para que seja mais fácil da criança tirar e colocar.
É importante que caso seja notado algum sinal de dor, mudança na forma de caminhar ou alterações no pé, o pediatra seja informado, pois assim é possível que seja indicado um calçado mais adequado à idade.
Como saber o tamanho do sapato
Para saber o número que a criança calça, é necessário medir o tamanho da sola do pé utilizando uma régua ou um medidor especial que normalmente está presente em lojas de calçados, em que é possível retirar o gabarito presente nos sapatos e comparar com o pé da criança.
A ideia é que a palmilha seja pelo menos 1 dedo maior que o pé, para que fique confortável. Essa margem de tamanho é fundamental para garantir que o pé fique confortável e para permitir o movimento natural dos dedos durante a caminhada, evitando qualquer tipo de pressão ou deformidade a longo prazo.
Tabela com o tamanho do sapato para crianças de 0 meses a 5 anos
A tabela a seguir mostra o possível tamanho do pê do bebê e da criança, levando em consideração o pé em centímetros e a idade da criança:
| Tamanho do pé (em centímetros) | Número do sapato (BR) | Número do sapato (U.S) | Número do sapato (U.E) | Idade da criança |
|---|---|---|---|---|
| 7,9 - 8,3 cm | 13 | 0 - 0,5 | 15 - 16 | 0 a 1 mês e meio |
| 8,9 - 9,2 cm | 13 - 14 | 1 - 1,5 | 16 - 17 | 1 mês e meio a 3 meses |
| 9,5 - 10,2 cm | 14 - 16 | 2 - 2,5 | 17 -18 | 3 a 6 meses |
| 10,5 - 10,8 cm | 15 - 18 | 3 - 3,5 | 18 - 19 | 6 a 9 meses |
| 11,4- 11,7 cm | 17 - 19 | 4 - 4,5 | 19 - 20 | 9 a 12 meses |
| 12,1 - 12,7 - 13 cm | 18 - 22 | 5 - 5,5 | 20 - 21 -22 | 12 a 18 meses |
| 13,3 - 14 cm | 20 - 22 | 6,5 - 7 | 22 - 23 | 18 a 24 meses |
| 14,3 - 14,6 cm | 21 - 25 | 7,5 - 8 | 24 - 24 | 24 a 30 meses |
| 15,2 - 15,6 -15,9 cm | 22 - 27 | 8,5 - 9 - 9,5 | 25 - 25 -26 | 30 meses até 4 anos |
| 16,5 - 16,8 - 17,1 cm | 26 - 27 | 10 - 10,5 - 11 | 27 - 27 -28 | 4 anos |
| 17,8 - 18,1 - 18,4 cm | 27 | 11,5 - 12 - 12,5 | 29 - 30 - 30 | 5 anos |
Tabela com o tamanho do sapato para crianças entre 6 e 10 anos
A partir dos 6 anos, o tamanho do pé varia de acordo com a velocidade de crescimento da criança. A tabela abaixo indica o número de sapato de acordo com o tamanho do pé em centímetros:
| Tamanho do pé (em centímetros) | Número do sapato (BR) | Número do sapato (U.S) | Número do sapato (U.E) |
|---|---|---|---|
| 19,1 | 28 | 13 | 31 |
| 19,4 | 28 | 13,5 | 31 |
| 19,7 | 29 | 1 | 32 |
| 20,3 | 30 | 1,5 | 33 |
| 20,6 | 30 | 2 | 33 |
| 21 | 31 | 2,5 | 34 |
| 21,6 | 31 | 3 | 34 |
| 21,9 | 32 | 3,5 | 35 |
| 22,2 | 32 | 4 | 36 |
| 22,9 | 33 - 34 | 4,5 | 36 |
| 23,2 | 34 - 35 | 5 |
37 |
O tamanho do sapatos podem variar de acordo com o fabricante e, por isso, algumas lojas utilizam um medidor para verificar o tamanho mais adequado do calçado para a criança.
Os sapatos são realmente necessários quando o bebê começa a caminhar, sendo recomendado trocar a cada 2 a 3 meses, devendo ser substituído por um calçado de número maior, porém não tão grande, já que há risco de que o bebê caia.
Quando trocar o sapato da criança
O pé da criança e do bebê estão em constante crescimento e, por isso, é importante que o tamanho do calçado seja adequado ao seu crescimento, devendo mudar regularmente para evitar complicações que possam alterar a forma de caminhar, a postura e a coluna.
Por isso, a troca de calçado deve acontecer de acordo com a idade da criança:
- De 0 a 18 meses: troca a cada 2 meses;
- De 18 meses a 3 anos: troca a cada 3 ou 4 meses;
- De 3 a 6 anos: troca a cada 4 ou 6 meses;
- De 6 a 9 anos: troca a cada 6 meses ou de acordo com o ritmo de crescimento da criança.
É importante observar com frequência o calçado e os pés da criança para avaliar o desgaste dos sapatos e se existem sinais nos pés que indiquem que o calçado está causando dor ou irritação, por exemplo, sendo necessário trocar o sapato.
Cuidados ao escolher o sapato da criança
Para comprar o sapato da criança, os pais devem observar se o calçado é cômodo, verificando se ao colocar o sapato fechado e como meia, fica sobrando 1 a 2 cm na frente do dedão do pé. Outro cuidado é verificar a qualidade do tecido, já que as crianças correm, saltam e arrastam os pés no solo e, por isso, o tecido deve ser resistente e de alta duração.
Uma das características mais importantes do sapato da criança é que a palmilha tenha uma curva para cima para auxiliar na formação do arco do pé da criança.
Todos os bebês possuem o pé chato desde o nascimento e por volta dos 3 ou 4 anos, o arco do pé vai se formando e, por isso, escolher um sapato ou sandália semi-ortopédica é uma excelente estratégia para evitar que a criança tenha pé plano e necessite de tratamento.
Os sapatos e tênis de velcro ajudam as crianças a se calçarem sozinhos e não desamarrarem acidentalmente, evitando quedas. Se a palmilha do calçado tiver amortecimento, melhor, pois assim é possível garantir todo o conforto para a criança. Ter esses cuidados evita a formação de bolhas e garante o bom desenvolvimento do pé do bebê.
source https://www.tuasaude.com/como-comprar-sapatos-para-o-bebe/
Flexibilidade: o que é, benefícios (e como alcançar)
A flexibilidade é a capacidade dos músculos e tecidos de se alongarem, permitindo que o corpo realize movimentos com maior amplitude. Com o passar do tempo, principalmente com o envelhecimento, essa capacidade tende a diminuir.
Manter uma boa flexibilidade ajuda a melhorar a postura, reduzir tensões musculares e facilitar tarefas do dia a dia, como pegar algo no chão ou alcançar um objeto, trazendo mais conforto e bem-estar.
Exercícios e atividades que contribuem para a flexibilidade incluem principalmente yoga, pilates, e movimentos de alongamentos, que podem ser feitos antes ou depois dos treinos para manter o corpo mais ágil e funcional.

Benefícios da flexibilidade
Alguns benefícios da flexibilidade para a saúde são:
1. Melhorar a amplitude de movimento
A flexibilidade permite que os músculos se movimentem com maior amplitude, ou seja, que o corpo consiga dobrar, esticar e girar sem dificuldade ou dor. Isso facilita movimentos do dia a dia, como agachar, alcançar objetos altos ou caminhar.
Também melhora o desempenho em atividades físicas, pois músculos e articulações conseguem trabalhar de forma mais eficiente e coordenada.
2. Reduzir a rigidez muscular
Alongar os músculos regularmente ajuda a diminuir a sensação de rigidez e desconforto, principalmente após longos períodos parado ou sentado, como no trabalho ou em viagens.
3. Contribuir para a postura
Aumentar a flexibilidade também pode melhorar a postura, já que ajuda a alongar os músculos das costas, ombros e quadris e contribui para o alinhamento da coluna.
Com isso, reduz sobrecargas na coluna, facilita a manutenção de uma posição equilibrada e previne dores posturais no dia a dia.
4. Prevenir dores e lesões
Quando os músculos estão mais flexíveis, os movimentos do corpo tendem a ocorrer de forma mais suave e natural. Isso ajuda a reduzir o esforço durante as atividades diárias e exercícios físicos, contribuindo para a prevenção de dores e lesões.
5. Preservar a independência no envelhecimento
Manter a flexibilidade ao envelhecer é fundamental para melhorar o equilíbrio, permitindo que os idosos realizem tarefas cotidianas com mais independência e segurança.
Em pessoas idosas, a redução da flexibilidade está associada à dificuldade para se movimentar e a um maior risco de quedas.
Alongamento e flexibilidade
A flexibilidade refere-se à capacidade do corpo de movimentar músculos e tecidos com amplitude adequada. Já o alongamento é uma prática que contribui para o desenvolvimento da flexibilidade.
Dessa forma, o alongamento funciona como um recurso para manter ou aumentar a flexibilidade do corpo. Veja os benefícios dos alongamentos.
Mobilidade e flexibilidade
A flexibilidade está relacionada principalmente à capacidade dos músculos e tecidos de se alongarem.
Já a mobilidade envolve não apenas os músculos, mas também as articulações, tendões e ligamentos, pois depende da combinação de amplitude, controle e estabilidade para que os movimentos ocorram.
Leia também: 10 melhores exercícios de mobilidade (e como fazer) tuasaude.com/exercicios-de-mobilidadeTestes de flexibilidade
Alguns testes podem ajudar a avaliar a flexibilidade do corpo, como:
- Teste de sentar e alcançar: feito sentado no chão com as pernas esticadas, a pessoa tenta alcançar os pés ou ultrapassar os dedos com as mãos, avaliando a flexibilidade da lombar e da parte posterior das pernas;
- Teste de flexibilidade de ombros: consiste em levar uma mão atrás das costas pelo ombro e a outra mão por baixo, tentando que os dedos se encontrem, verificando a mobilidade dos ombros;
- Teste de extensão de tronco: realizado deitado de barriga para baixo, a pessoa levanta o tronco mantendo o quadril no chão, medindo a flexibilidade da coluna;
- Teste de elevação da perna estendida: feito deitado de costas, uma perna é levantada mantendo-a esticada, avaliando a flexibilidade dos músculos posteriores da coxa.
Esses testes fazem parte de uma avaliação chamada FlexTest, que mede a flexibilidade do corpo de forma prática, ajudando a identificar limitações e acompanhar melhorias com a prática regular de exercícios.
O FlexTest pode incluir outros movimentos para avaliar diferentes grupos musculares, sendo indicado que a avaliação seja realizada pelo profissional de educação física ou fisioterapia, que poderá interpretar os resultados corretamente.
Perda de flexibilidade
A flexibilidade tende a diminuir com o tempo devido a fatores como o excesso de horas sentado, a falta de alongamento ou atividades físicas regulares e o envelhecimento natural.
Além disso, lesões, rigidez muscular e desequilíbrios posturais também contribuem para essa perda, tornando os movimentos do dia a dia mais difíceis e aumentando o risco de dores e desconfortos.
No entanto, a perda de flexibilidade não precisa ser definitiva. Com exercícios simples, é possível recuperar movimentos, melhorar a saúde e favorecer uma vida mais ativa e longa, especialmente na terceira idade.
Como alcançar a flexibilidade
Para melhorar a flexibilidade, é recomendado manter uma rotina regular de exercícios e atividades que podem incluir:
1. Alongamentos
Os tipos mais comuns de alongamentos são:
- Alongamento estático, consiste em manter uma posição alongada por cerca de 30 segundos, realizando de 3 a 4 repetições por músculo. Deve-se evitar movimentos bruscos ou alongar até sentir dor intensa;
- Alongamento dinâmico, é a realização de movimentos controlados e repetitivos, que ajudam a ativar os músculos.
Alguns movimentos de alongamento dinâmico incluem balanços de pernas, rotações de braços e agachamentos com amplitude completa, realizados antes de atividades físicas ou esportes.
Já o alongamento estático é indicado realizar em momentos de relaxamento, após o aquecimento leve ou após atividades aeróbicas. Veja alguns exercícios de alongamentos.
Entretanto, o alongamento estático não é recomendado imediatamente antes ou logo após exercícios de força, como a musculação, pois pode reduzir temporariamente a potência muscular.
Além disso, deve-se ter cuidado ao alongar músculos lesionados ou sobrecarregados, para evitar agravar a lesão ou causar desconforto adicional.
O ideal é alongar-se pelo menos 2 a 3 vezes por semana, respeitando os limites do corpo.
2. Cuidados diários
Alguns cuidados diários para pessoas que passam longos períodos sentadas, seja no trabalho ou nos estudos, incluem pausas ativas ao longo do dia, levantando-se, alongando braços, ombros, coluna e pernas por alguns minutos.
Alongamentos simples, como flexão lateral do tronco, extensão da coluna, rotação de ombros e elevação de pernas esticadas, ajudam a aliviar a tensão acumulada.
Além disso, pequenos cuidados como ajustar a altura da cadeira, apoiar corretamente os pés no chão e alternar posições, contribuem para manter a flexibilidade e o bem-estar ao longo do dia. Veja como manter uma boa postura sentado.
3. Yoga e Pilates
Atividades como yoga e pilates são excelentes para melhorar a flexibilidade, pois combinam alongamentos com fortalecimento muscular, controle corporal e respiração.
Durante as aulas, os movimentos trabalham diferentes grupos musculares de forma contínua, ajudando a aumentar a amplitude de movimento, melhorar a postura e reduzir tensões. Conheça alguns exercícios da yoga.
Além disso, essas práticas promovem consciência corporal, equilíbrio e relaxamento, tornando o corpo mais ágil e os movimentos mais fluidos no dia a dia.
4. Treino de força com amplitude
O treino de força com amplitude completa envolve realizar exercícios como agachamentos, supino ou elevações de braços, executando o movimento com a amplitude adequada.
Essa prática não só fortalece os músculos e articulações, mas também ajuda a manter ou aumentar a flexibilidade, pois os músculos trabalham ao longo de toda a sua amplitude.
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Transferrina: o que é, para que serve e porque está alta ou baixa
A transferrina é uma proteína principalmente produzida pelo fígado e que tem como principal função transportar o ferro para a medula, baço, fígado e músculos, mantendo o bom funcionamento do organismo.
A avaliação da transferrina é normalmente indicada para confirmar e diferenciar as anemias, sendo a sua dosagem normalmente indicada juntamente com a dosagem de ferro e ferritina.
A avaliação da concentração de transferrina no sangue deve ser feita em jejum de 8 a 12 horas, dependendo da orientação do médico e do laboratório.

Para que serve
A dosagem de transferrina normalmente é solicitada pelo médico para fazer o diagnóstico diferencial das anemias microcíticas, que são aquelas caracterizadas pela presença de hemácias menores do que o normal. Dessa forma, além da transferrina, o médico solicita a dosagem de ferro sérico e da ferritina. Saiba mais sobre a ferritina.
Além desses exames, pode ser solicitada a realização da eletroforese de hemoglobina com o objetivo de identificar o tipo de hemoglobina do paciente e, assim, confirmar o diagnóstico de talassemia, por exemplo. Conheça mais sobre a eletroforese de hemoglobina.
É importante que o resultado dos exames seja interpretado pelo médico, pois além da concentração de ferro, transferrina e ferritina, é preciso analisar outros exames para que seja possível verificar o quadro clínico geral do paciente.
O que é Índice de Saturação da Transferrina
O Índice de Saturação da Transferrina corresponde ao percentual de transferrina que está ocupado pelo ferro. Em condições normais, 20 a 50% dos locais de ligação de ligação da transferrina está ocupado com o ferro. Entenda melhor o que é o Índice de Saturação de Transferrina e o resultado.
Valores de referência
Os valores normais da transferrina no sangue são:
- Homens: 215 - 365 mg/dL;
- Mulheres: 250 - 380 mg/dL.
Os valores de referência podem variar de acordo com o laboratório, sendo importante avaliar o resultado conforme os valores apresentados no laudo do exame.
[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO_EXAMES]
O que significa transferrina alta
A transferrina alta normalmente é percebida na anemia por falta de ferro, conhecida por anemia ferropriva, na gravidez e no tratamento com reposição hormonal, principalmente estrogênio.
O que significa transferrina baixa
As principais situações em que a transferrina está baixa são:
- Talassemia;
- Anemia sideroblástica;
- Inflamações;
- Situações em que há a perda de proteínas, como infecções crônicas e queimaduras, por exemplo;
- Doenças hepáticas e renais;
- Neoplasias;
- Nefrose;
- Desnutrição.
Além disso, a concentração de transferrina no sangue também pode estar diminuída na anemia da doença crônica, que é um tipo de anemia que normalmente acontece em pessoas hospitalizadas e que têm doenças infecciosas crônicas, inflamações ou neoplasias.
Leia também: Transferrina baixa: o que significa (e o que fazer) tuasaude.com/transferrina-baixasource https://www.tuasaude.com/transferrina/
quinta-feira, 8 de janeiro de 2026
Prednisolona: para que serve, como tomar (e efeitos colaterais)
Prednisolona é um corticoide indicado para o tratamento de reumatismo, alterações hormonais, colagenoses, infecções, alergias e problemas na pele e nos olhos, além de também poder ser usado no tratamento do câncer.
Este medicamento está disponível na forma de comprimidos, suspensão oral ou gotas e pode ser comprado em farmácias, mediante a apresentação de receita médica.
Leia também: Corticoide: o que é, para que serve, tipos e efeitos colaterais tuasaude.com/corticoidesO uso da prednisolona deve ser sempre feito de acordo com a recomendação do médico, pois o uso prolongado e indevido deste medicamento pode levar ao aparecimento de efeitos colaterais, como aumento do colesterol e triglicerídeos, por exemplo.

Para que serve
A prednisolona é indicada para:
- Insuficiência adrenal;
- Artrite reumatoide, artrite gotosa aguda ou osteoartrite pós-traumática;
- Bursite, tenossinovite, sinovites osteoartríticas ou epicondilites;
- Lúpus eritematoso sistêmico ou cardite reumática aguda;
- Pênfigo, dermatites de contato e atópica ou psoríase grave;
- Rinite alérgica ou asma brônquica;
- Tuberculose ou pneumonite por aspiração;
Além disso, a prednisolona pode ser indicada para espondilite anquilosante, herpes zoster oftálmico, úlcera na córnea, uveíte, ceratite, púrpura trombocitopênica idiopática ou trombocitopenia secundária em adultos.
Leia também: Prednisolona para que serve (e como tomar) tuasaude.com/prednisolona-para-que-serveA prednisolona também pode ser indicada para reações alérgica a medicamentos, tratamento do paliativo de leucemias e linfomas, ou para exacerbações agudas da esclerose múltipla.
Como tomar
A posologia de prednisolona varia muito em função do peso, idade, doença a tratar e forma farmacêutica e deve ser sempre determinada pelo médico.
1. Comprimidos de 5 ou 20 mg
Os comprimidos de prednisolona de 5 mg ou 20 mg podem ser usados por adultos ou crianças, sendo que a dose normalmente recomendada é:
- Adultos: a dose inicial varia de 5 mg a 60 mg, por dia, o equivalente a 1 comprimido de 5 mg ou 3 comprimidos de 20 mg.
- Crianças: a dose inicial varia de 5 mg a 20 mg, por dia, o equivalente a 1 comprimido de 5 mg ou 1 comprimido de 20 mg.
A dose deve ser reduzida gradualmente pelo médico quando a prednisolona for administrado por mais do que alguns dias.
Os comprimidos devem ser engolidos inteiros, juntamente com um copo de água, sem partir ou mastigar.
2. Xarope de 3 mg/mL ou 1 mg/mL
O xarope de fosfato sódico de prednisolona de 3 mg/mL ou 1 mg/mL pode ser usado por bebês, crianças ou adultos, de acordo com a recomendação médica.
A posologia do xarope de prednisolona é:
- Adultos: a dose recomendada varia de 5 a 60 mg por dia;
- Bebês e crianças: a dose recomendada varia de 0,14 a 2 mg por cada 1 kg de peso da criança, por dia, dividida em 3 a 4 administrações diárias.
O volume a medir depende da concentração da solução oral, já que existem duas apresentações diferentes, devendo-se usar a seringa dosadora fornecida na embalagem.
A dose deve ser reduzida gradualmente pelo médico quando o medicamento for administrado por mais do que alguns dias.
3. Solução em gotas de 11 mg/mL
A solução em gotas de fosfato sódico de prednisolona 11 mg/mL pode ser usada por adultos ou crianças, sendo que cada gota equivale a 0,55 mg de prednisolona.
- Adultos: a dose recomendada varia de 5 a 60 mg por dia, o equivalente a 9 gotas ou 109 gotas, por dia.
- Crianças: a dose recomendada varia de 0,14 a 2 mg por cada 1 kg de peso da criança, administradas 1 a 4 vezes por dia.
A dose deve ser reduzida gradualmente pelo médico quando o medicamento for administrado por mais do que alguns dias.
A dose recomendada e a duração do tratamento com a prednisolona devem ser indicadas pelo médico, pois estas dependem da condição a tratar, idade e resposta individual do paciente ao tratamento.
Possíveis efeitos colaterais
Os efeitos colaterais mais comuns que podem ocorrer durante o tratamento com prednisolona são aumento do apetite, má digestão, úlcera péptica, pancreatite, esofagite ulcerativa, nervosismo, fadiga e insônia.
Além disso, podem ocorrer reações alérgicas, catarata, glaucoma, infecções secundárias por fungos ou vírus dos olhos, redução da tolerância aos carboidratos, diabetes mellitus e aumento das necessidades de insulina ou hipoglicemiantes orais em diabéticos.
O tratamento com doses elevadas de corticoides pode causar aumento acentuado dos triglicerídeos no sangue.
Leia também: 12 efeitos colaterais dos corticoides (e o que fazer para aliviar) tuasaude.com/efeitos-colaterais-dos-corticoidesQuem não deve tomar
A prednisolona está contraindicada para pessoas com infecções fúngicas sistêmicas ou infecções não controladas e para pacientes com alergia à prednisolona ou a algum dos componentes da fórmula.
Além disso, este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas ou que estejam a amamentar, a não ser que seja recomendado pelo médico.
Qual a diferença entre a prednisolona e prednisona?
A prednisona é um profármaco da prednisolona, ou seja, a prednisona é uma substância inativa, que para se tornar ativa precisa de ser transformada no fígado em prednisolona, para exercer a sua ação.
Assim, se a pessoa ingerir prednisona ou prednisolona, a ação exercida pelo medicamento será a mesma, já que a prednisona é transformada e ativada, no fígado, em prednisolona.
Por esta razão, a prednisolona apresenta mais vantagens para pessoas com problemas de fígado, já que não precisa de ser transformada no fígado para exercer atividade no organismo.
Leia também: Prednisona: para que serve, posologia (e efeitos colaterais) tuasaude.com/prednisonasource https://www.tuasaude.com/prednisolona/
Florais de Bach: o que são, como funcionam e como tomar (com tabela)
Os florais de Bach são uma terapêutica desenvolvida pelo Dr. Edward Bach baseada no uso de essências florais. Apresenta possíveis benefícios para o tratamento de condições de saúde como ansiedade, depressão ou problemas no sono.
Embora seus efeitos não sejam comprovados, acredita-se que a terapia com os florais possa aliviar sentimentos negativos e restaurar o equilíbrio interior, favorecendo o processo de cura do organismo. Este tratamento é completamente natural, não tem contraindicações e utiliza ao todo 38 tipos diferentes de essências.
Os florais de Bach devem ser utilizados como complemento ao tratamento médico convencional e não devem substituir as orientações do médico, especialmente se estiverem sendo utilizados sem supervisão de um terapeuta floral.

Para que servem
Os florais de Bach apresentam possíveis benefícios para o tratamento de condições, como:
- Ansiedade;
- Depressão;
- Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH);
- Problemas do sono;
- Dor.
No entanto, faltam estudos que comprovem os benefícios dos florais de Bach para saúde e, por isso, estes medicamentos normalmente não são indicados, nem devem substituir o tratamento indicado pelo médico.
Florais de Bach servem para ansiedade?
É possível que os florais de Bach ajudem a controlar os sintomas de ansiedade em algumas pessoas. No entanto, são necessários mais estudos para comprovar os seus benefícios no tratamento dessa condição.
Como funcionam os florais de Bach
Segundo o criador dos florais de Bach, Dr. Edward Bach, os sentimentos negativos estão envolvidos no desenvolvimento de problemas de saúde. Assim, emoções ruins, como medo ou insegurança, poderiam causar desequilíbrios internos e levar ao surgimento de doenças.
Os florais de Bach são baseados na crença de que a energia presente nas flores poderia ser difundida na água e utilizada para tratar problemas de saúde. Quando utilizada por uma pessoa doente, poderia melhorar a sua energia e favorecer o seu tratamento. É um princípio diferente da homeopatia ou medicina tradicional.
Leia também: Homeopatia: o que é, para que serve e como funciona tuasaude.com/entenda-o-que-e-e-como-funciona-a-homeopatiaO objetivo dos florais de Bach é restaurar o equilíbrio interno, aliviando os sentimentos negativos relacionados a problemas específicos. Por exemplo, quando alguém sente medo, deve trabalhar a coragem, já quem sente muito estresse, deve melhorar sua capacidade para relaxar.
Tabela de florais de Bach
A lista completa de florais de Bach inclui 38 essências que são divididas em 7 categorias, de acordo com a tabela abaixo:
| Categoria | Florais de Bach |
|---|---|
| Medo | Mimulus, Cherry Plum, Aspen, Rock Rose, Red Chestnut |
| Insegurança | Cerato, Gentian, Scleranthus, Gorse, Wild Oat, Hornbeam |
| Perda de interesse | Clematis, White Chestnut, Olive, Mustard, Wild Rose, Chestnut Bud, Honeysuckle |
| Solidão | Heather, Water Violet, Impatiens |
| Hipersensibilidade | Holly, Agrimony, Walnut, Centaury |
| Desesperança e desespero | Star of Bethlehem, Sweet Chestnut, Crab Apple, Willow, Larch, Pine, Elm, Oak |
| Preocupação | Rock Water, Chicory, Vervain, Vine, Beech |
Mesmo dentro da mesma categoria, cada floral tem sua indicação específica e, por isso, para escolher o melhor floral é sempre recomendado consultar um terapeuta floral, que irá avaliar a pessoa e tentar identificar as emoções que podem estar em desequilíbrio.
Assim, caso um problema tenha várias emoções na sua base, poderão ser utilizados mais que um ou dois florais no tratamento, geralmente até 6 ou 7, no máximo.
Como usar os florais corretamente
Existem 3 principais tipos de métodos para utilizar os florais de Bach:
1. Diluição num copo de água
Este método consiste em diluir 2 gotas de cada essência floral indicada pelo terapeuta num copo de água e, depois, ir bebendo ao longo do dia ou, pelo menos, 4 vezes ao dia. Caso não se beba o copo inteiro num dia, é possível guardar na geladeira para consumir no dia seguinte.
Este método é mais utilizado para tratamentos curtos.
2. Diluição num frasco conta-gotas
Colocar 2 gotas de cada floral de Bach indicado pelo terapeuta no interior de um conta gotas de 30 mL e, em seguida, preencher o restante espaço com água filtrada. Depois, deve-se beber 4 gotas da mistura, pelo menos, 4 vezes ao dia. O frasco conta-gotas pode ser guardado na geladeira até 3 semanas.
Este método é mais usado por quem precisa fazer um tratamento mais longo, pois ajuda a diminuir o desperdício da essência floral.
3. Colocar diretamente na língua
Este é o método que pode ser mais difícil para quem está começando a usar os florais, pois os florais não são diluídos, possuindo um sabor muito intenso. Neste método, as gotas do floral devem ser pingadas diretamente na língua, ou seja, 2 gotas, sempre que necessário.
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