quinta-feira, 30 de abril de 2026

Pontada nas costas: 10 principais causas (e o que fazer)

A pontada nas costas pode ser causada por situações simples, como lesão muscular, má postura ou infecção urinária, ou ainda pode surgir devido a condições mais sérias, como infarto e embolia pulmonar.

De acordo com a causa dessa dor, a pontada nas costas também pode ser acompanhada de sintomas como febre, dor ao urinar, falta de ar, e sensação de dormência nas pernas ou pés.

Em caso de pontada nas costas causada por traumas ou ainda se for persistente ou acompanhada de cansaço, falta de ar ou desmaio, por exemplo, deve-se consultar um clínico geral, para confirmar o diagnóstico e indicar o tratamento mais adequado, que pode incluir sessões de fisioterapia, uso de medicamentos e, em alguns casos, a cirurgia.

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Causas de pontada nas costas

As principais causas da pontada nas costas são:

1. Infecção urinária

A infecção urinária é uma infecção causada por bactérias, vírus e fungos, que pode surgir na uretra, bexiga, ureteres e rins, causando sintomas como vontade frequente, dor e queimação ao urinar, urina com mal cheiro, e, em alguns casos, também pode causar febre e dor na parte inferior das costas. Conheça todos os sintomas da infecção urinária.

O que fazer: o tratamento da infeção urinária  é feito com o uso de antibióticos; como nitrofurantoína, fosfomicina ou ciprofloxacino, e analgésicos, como fenazopiridina, ibuprofeno ou paracetamol, que devem ser prescritos pelo clínico geral, ginecologista ou urologista.

Além disso, alguns remédios caseiros, como chá de cavalinha, de dente-de-leão e suco de cranberry também ajudam a complementar o tratamento da infecção urinária. Conheça todos os tratamentos indicados para infeção urinária.

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2. Embolia pulmonar

A embolia pulmonar é o entupimento de uma artéria do pulmão causando sintomas, como falta de ar repentina, dor do tipo pontada nas costas, dor no peito ao respirar fundo, tossir ou movimentar o tórax, tosse intensa que pode ter sangue, pele pálida fria e azulada, por exemplo. Entenda melhor sobre a embolia pulmonar.

O que fazer: o tratamento deve ser feito sob a orientação de um pneumologista ou clínico geral, no hospital, através da oxigenoterapia. Além disso, o médico também prescreve medicamentos intravenosos para dissolver o coágulo, analgésicos para aliviar as dores e, em casos mais graves, a cirurgia também pode ser recomendada.Veja mais sobre como é o tratamento da embolia pulmonar.

3. Distensão muscular

A distensão muscular pode ser surgir quando se pega muito peso nos exercícios físicos ou como consequência de atividade profissional, como no caso de manicures, jardineiros ou dentistas, por exemplo. Esse tipo de lesão pode causar pontadas nas costas, no lado direito ou esquerdo, podendo piorar com a movimentação, além de vermelhidão no local.

O que fazer: para aliviar a lesão muscular, é recomendado evitar fazer esforços, manter uma postura adequada e fazer uma compressa fria na região durante 15 minutos, 2 vezes por dia. Além disso, o médico também pode recomendar o uso de medicamentos na forma de comprimidos ou pomadas para aliviar a dor e a inflamação, como analgésicos, anti-inflamatórios e relaxantes musculares.

4. Cálculo renal

O cálculo renal, ou pedra nos rins, é um tipo de pedra que surge nos rins e vias urinárias, que podem se acumular quando presentes em excesso na urina, podendo causar sintomas como pontada intensa na parte inferior das costas, na barriga ou virilha, dor ao urinar, febre e urina com sangue. Confira todos os sintomas do cálculo renal.

O que fazer: o médico pode recomendar o o uso de anti-inflamatórios, como diclofenaco ou cetorolaco, e analgésicos, como paracetamol ou tramadol, para controlar a dor. Quando os cálculos são pequenos, remédios como bloqueadores de canais de cálcio ou alfa-adrenérgicos podem ser indicados para ajudar na sua eliminação.

Além disso, a cirurgia também pode ser indicada para remover os cálculos maiores ou na presença de complicações como obstrução das vias urinárias. Conheça melhor as opções de tratamento da pedra nos rins.

5. Pancreatite

A pancreatite é a inflamação do pâncreas que pode surgir devido ao consumo excessivo de bebidas alcoólicas, presença de pedras na vesícula ou infecções virais, por exemplo, causando sintomas como dor do tipo pontada intensa na parte superior da barriga que pode irradiar para as costas, vômitos, dor na barriga que piora ao comer e febre.

O que fazer: o tratamento da pancreatite aguda deve ser feito em hospital e consiste em deixar a pessoa em jejum, sendo hidratada com soro fisiológico na veia. Além disso, o médico também pode receitar o uso de analgésicos, como paracetamol ou tramadol, assim como antibióticos, para aliviar os sintomas e evitar novas infecções.

Já o tratamento da pancreatite crônica, além de ser feito com o uso de analgésicos e anti-inflamatórios, para diminuir a inflamação e aliviar a dor, ainda pode incluir a realização de bloqueio do nervo vago ou. cirurgia para remover uma parte do pâncreas ou retirar as pedras que estejam bloqueando os canais ou ductos pancreáticos. Veja como é o tratamento da pancreatite crônica.

6. Infarto

Embora seja mais raro, o infarto também pode causar uma dor em forma de pontada forte na parte de cima das costas. Outros sintomas que também podem estar presentes no infarto são dor ou desconforto no peito em forma de aperto, queimação ou peso, que afeta também o ombro, pescoço, mandíbula, e braço, geralmente do lado esquerdo. Saiba reconhecer todos os sintomas do infarto.

O que fazer: o tratamento é feito no hospital, com o uso de máscara de oxigênio ou ventilação mecânica, e a administração de medicamentos prescritos pelo médico, como antiagregantes plaquetários, anticoagulantes, beta-bloqueadores, estatinas e analgésicos, que atuam aliviando os sintomas e diminuindo as complicações.

7. Má postura

A má postura pode alterar as estruturas da coluna, enrijecer as articulações e encurtar dos músculos, causando dor em forma de pontada em várias regiões das costas. Além da dor nas costas, a má postura também aumenta o risco de outras alterações na coluna, como escoliose ou torcicolo, por exemplo.

O que fazer: manter a coluna numa posição neutra, e caminhar periodicamente durante o trabalho, ajudam a aliviar a dor nas costas. No entanto, o médico também pode indicar fazer sessões de fisioterapia, pilates e praticar atividades físicas, para ajudar a corrigir a postura e aliviar a dor nas costas através de alongamentos e fortalecimento muscular. Veja alguns alongamentos para dor nas costas.

8. Hérnia de disco

A hérnia de disco surge quando um disco que constitui a coluna sai da posição correta, provocando a compressão de nervos da região e causando sintomas como dor do tipo pontada no meio ou na parte inferior das costas, que pode afetar as nádegas, as coxas, as perna e os calcanhares, e sensação de dormência nas pernas ou pés. Confira todos os sintomas da hérnia de disco.

O que fazer: o tratamento recomendado inclui o uso de remédios, como anti-inflamatórios, analgésicos, relaxantes musculares ou ainda o uso de injeções de corticoides, que ajudam a diminuir a inflamação, a dor e o desconforto.

Além disso, o ortopedista também pode indicar a realização de sessões de fisioterapia, que é feita através de exercícios e alongamentos importantes para reduzir a dor. Veja como é a fisioterapia para hérnia de disco.

9. Fratura

A fratura na coluna pode causar intensa pontada nas costas, dor nas pernas e nos braços, sendo um tipo de fratura ou ruptura que acontece nas vértebras, que são os ossos que formam a coluna.

A fratura na coluna pode ser provocada acidentes esportivos ou de carro, ou ainda pode surgir devido ao enfraquecimento dos ossos, como acontece nos caso da osteoporose ou câncer nos ossos.

O que fazer: o tratamento varia conforme a causa da fratura e pode incluir o repouso, uso de suplementos de cálcio e vitamina D e a realização de fisioterapia. Além disso, o médico também pode indicar o uso de coletes ortopédicos e prescrever analgésicos para aliviar a dor ou, em alguns casos, a cirurgia para corrigir a fratura. Saiba como é o tratamento da fratura na coluna.

10. Aneurisma da aorta

O aneurisma da aorta é a dilatação das paredes da aorta, uma artéria que passa pelo coração, tórax e abdômen, e que geralmente não provoca sintomas. No entanto, se o aneurisma crescer muito, pode afetar nervos, músculos e outros órgãos, causando dor do tipo pontada intensa nas costas, peito e barriga, falta de ar e chiado no peito ao respirar.

O que fazer: o tratamento do aneurisma de aorta deve ser feito pelo cardiologista ou cirurgião vascular, podendo incluir o acompanhamento médico, o uso de remédios anti-hipertensivos, ou a realização de uma cirurgia, que é indicada quando o aneurisma é maior do que 5 cm, ou quando o médico observa um rápido crescimento do aneurisma, por exemplo.

Regiões de pontada nas costas

A região onde a pontada nas costas surge, pode ajudar a identificar a causa dessa dor, como por exemplo:

  • Pontada nas costas, no lado esquerdo: a pontada nas costas lado esquerdo pode indicar a presença de distensão muscular, hernia de disco, infarto ou pedra nos rins;
  • Pontada nas costas, no lado direito: pode estar presente em situações como lesão muscular, fraturas ou hernia de disco;
  • Pontada nas costas, no meio: pode surgir devido a má postura, lesão muscular, fraturas, embolia pulmonar hérnia de disco, por exemplo.

É importante lembrar que muitos problemas de saúde podem causar a pontada em diversas partes das costas. Assim, na presença de pontada nas costas, é aconselhado consultar o medico para identificar a causa da dor e recomendar o tratamento adequado.

Quando ir ao médico

É importante ir ao médico caso a pontada nas costas possa indique situações de urgência. Assim, é aconselhado ir ao hospital se apresentar sintomas como:

  • Dor ou desconforto no peito em aperto, queimação ou peso;
  • Coração acelerado;
  • Palidez e suor frio;
  • Dificuldade para respirar;
  • Náusea;
  • Cansaço excessivo.

Além disso, se a a pontada nas costas demorar mais de 1 semana para desaparecer, é importante consultar o clínico geral ou ortopedista, para identificar a possível causa e recomendar o tratamento mais adequado.



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quarta-feira, 29 de abril de 2026

Lactosil Flora: para que serve, como tomar (e efeitos colaterais)

O Lactosil Flora é um suplemento alimentar que contém a enzima lactase, que é responsável por quebrar a lactose em açúcares mais simples, sendo indicado principalmente para evitar os sintomas da intolerância à lactose.

Além disso, este suplemento também contém o probiótico Lactobacillus acidophilus, que atua no equilíbrio da flora intestinal, contribuindo para a saúde gastrointestinal e reduzindo desconfortos digestivos.

O Lactosil Flora é comercializado em farmácias e drogarias, em caixas com 8 ou 30 cápsulas. Entretanto, este suplemento deve ser usado apenas com indicação do nutricionista ou médico, pois é contraindicado em algumas situações e pode causar alguns efeitos colaterais.

Leia também: Lactosil: para que serve, tipos (e como tomar) tuasaude.com/lactosil
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Para que serve o Lactosil Flora

O Lactosil Flora serve para:

1. Melhorar a digestão da lactose

A enzima lactase presente no Lactosil Flora quebra a lactose em glicose e galactose, melhorando a digestão da lactose ao facilitar a sua absorção e evitar a fermentação intestinal.

Leia também: Lactase: o que é, para que serve e como tomar tuasaude.com/lactase

2. Evitar os sintomas da intolerância à lactose

Ao melhorar a digestão da lactose, o Lactosil Flora ajuda a evitar sintomas como gases, cólicas, inchaço abdominal e diarreia. Conheça todos os sintomas de intolerância à lactose.

3. Promover a saúde intestinal

Os Lactobacillus acidophilus, presentes no Lactosil Flora, são bactérias benéficas que ajudam a equilibrar a microbiota intestinal, promovendo a saúde intestinal.

Como tomar

O Lactosil Flora contém 10.000 FCC da enzima lactase e 1 x 109 UFC do probiótico Lactobacillus acidophilus por cápsula.

A cápsula de Lactosil Flora deve ser tomada, com um copo de água, antes do consumo de alimentos que contenham lactose, como leite e derivados.

A dose geralmente recomendada deste suplemento é de 1 cápsula por dia, podendo variar de acordo com a orientação de médico ou nutricionista.

Leia também: 6 remédios para intolerância à lactose (e como tomar) tuasaude.com/remedio-para-intolerancia-a-lactose

Possíveis efeitos colaterais

O Lactosil Flora geralmente é bem tolerado. Entretanto, algumas pessoas podem apresentar efeitos colaterais como náuseas, diarreia, excesso de gases e barriga inchada.

Embora seja raro, o Lactosil Flora também pode causar reações alérgicas graves, incluindo sintomas como vermelhidão ou coceira na pele e inchaço do rosto, lábios, língua ou garganta. Neste caso, deve-se suspender o uso deste suplemento e procurar ajuda médica imediata.

Quem não pode usar

O Lactosil Flora é contraindicado para pessoas que têm alergia à lactase ou qualquer outro componente da fórmula.

Além disso, este suplemento é contraindicado para pessoas com doenças graves, infecção por HIV / AIDS ou que usam de remédios imunossupressores.

Mulheres grávidas ou em período de amamentação, assim como crianças, só devem usar o Lactosil Flora com indicação do médico ou nutricionista.



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terça-feira, 28 de abril de 2026

Pinhão: 9 benefícios e como consumir (com receitas)

O pinhão é uma semente que pode trazer muitos benefícios à saúde, como diminuir os níveis de colesterol no sangue, evitar a diabetes, promover a perda de peso, prevenir o envelhecimento e melhorar a saúde cognitiva.

Esses benefícios se devem ao fato dessas sementes serem ricas em fitoesterois, fibras, ácidos graxos essenciais e antioxidantes, além de terem ótimas quantidades de proteínas e minerais, como potássio, magnésio e fósforo.

Embora seja geralmente chamado de oleaginosa, o pinhão é uma semente de diferentes tipos de pinha, que é a flor da árvore pinheiro, que pode ser consumida cozida ou assada, adicionada ao iogurte, frutas, farofas e saladas, por exemplo.

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Principais benefícios do pinhão

Os principais benefícios do pinhão para a saúde são:

1. Prevenir doenças cardiovasculares

O pinhão é rico em antioxidantes, fitoesterois e gorduras monoinsaturadas, nutrientes que ajudam a controlar os níveis de colesterol “ruim”, o LDL, no sangue, prevenindo doenças cardiovasculares, como infarto, aterosclerose e acidente vascular cerebral.

Além disso, esta semente também é rica em potássio, um mineral que promove o relaxamento das artérias e favorece a eliminação do excesso de sódio do organismo pela urina, facilitando a circulação do sangue e prevenindo a pressão alta. Conheça outros alimentos que podem ajudar a prevenir a pressão alta.

2. Evitar a diabetes

Essa semente é rica em fibras que diminuem a velocidade de absorção do açúcar dos alimentos, controlando os níveis de glicose no sangue após as refeições e prevenindo, assim, a resistência à insulina e a diabetes.

Além disso, o pinhão também contém manganês, um mineral que atua no metabolismo dos carboidratos, além de ter efeito antioxidante, melhorando as funções da insulina, o hormônio responsável por equilibrar os níveis de glicose no sangue.

3. Ajudar na perda de peso

O pinhão é rico em fitoesterois como campesterol e estigmasterol, compostos bioativos que promovem a perda de peso, pois ajudam a diminuir a absorção de gorduras dos alimentos e promovem o aumento do gasto energético.

Além disso, por serem ricas em fibras, essas sementes também aumentam a saciedade, reduzindo a quantidade de alimentos consumidos durante o dia, ajudando na perda de peso.

4. Prevenir o envelhecimento

Por conter vitamina E e compostos antioxidantes, o pinhão ajuda a combater os radicais livres que danificam as células, melhorando a saúde da pele, evitando a formação de rugas e prevenindo o envelhecimento. Veja outros alimentos que previnem o envelhecimento.

5. Melhorar a capacidade cognitiva

O pinhão contém ácidos graxos ômega-3 e compostos antioxidantes que ajudam na formação e reparo das células cerebrais, além de diminuir a o estresse oxidativo e a inflamação celular, melhorar a capacidade cognitiva, a memória e o raciocínio, prevenindo doenças neurodegenerativas, como demência e doença de Alzheimer.

6. Ajudar a diminuir o risco de câncer

O pinhão tem boas quantidades de vitamina E e compostos antioxidantes que neutralizam o excesso de radicais livres, prevenindo o dano às células saudáveis e o desenvolvimento de células cancerígenas, ajudando a diminuir o risco de câncer.

7. Aumentar a imunidade

O pinhão contém manganês e zinco, minerais que participam na formação e fortalecimento das células do sistema imunológico, aumentando a imunidade, protegendo o corpo contra infecções e estimulando a cicatrização de feridas.

8. Prevenir a anemia

O pinhão ajuda a prevenir a anemia por ser rico em ferro, um mineral essencial para a produção de hemoglobina, o componente dos glóbulos vermelhos no sangue e que normalmente está diminuído na anemia.

Além disso, essa semente também contém cobre, um mineral necessário para que o ferro seja absorvido e cumpra suas funções no organismo, prevenindo, assim, a anemia.

9. Combater a prisão de ventre

Por ser rico em fibras, o pinhão aumenta o volume das fezes e estimula os movimentos naturais do intestino, facilitando a evacuação e combatendo, assim, a prisão de ventre.

O pinhão engorda?

O pinhão é rico em fibras que aumentam o tempo de digestão dos alimentos, prolongando a saciedade ao longo do dia e ajudando, assim, na perda de peso.

No entanto, por ser um alimento com alto teor de carboidratos e calorias, o consumo de altas quantidades de pinhão pode engordar.

Tabela de informação nutricional

A tabela a seguir contém a informação nutricional de 100 g, o que corresponde a  de pinhão cozido

Componentes

Quantidade para cada 100 g de pinhão cozido

Energia

161 calorias

Proteínas

3,6 g

Carboidratos

33,2 g

Fibras

5,5 g

Gorduras

1,4 g

Ferro

1,5 mg

Manganês

0,2 mg

Magnésio

53 mg

Potássio

727 mg

Fósforo

166 mg

Zinco

0,8 mg

Cobre

0,2 mg

Para se obter todos os benefícios do pinhão é importante manter uma alimentação saudável e variada e praticar exercícios físicos regularmente.

Como consumir

O pinhão pode ser cozido ou assado, consumido inteiro ou triturado, sozinho ou adicionado em iogurtes, saladas, farofas, saladas de fruta ou ainda como acompanhamento de massas ou carnes, por exemplo.

Além disso, o pinhão também pode ser  triturado e usado como farinha para o preparo de bolos, pães e biscoitos.

No entanto, essa semente é rica em calorias e, por isso, deve ser consumida com moderação. Para se obter os benefícios do pinhão, recomenda-se o consumo de 15 unidades, ou seja, 75 g de pinhão por dia.

Receitas saudáveis com pinhão

Algumas receitas saudáveis e saborosas com pinhão incluem o pinhão cozido simples, a farofa e bolo de pinhão:

1. Pinhão cozido

Ingredientes:

  • 1 kg de pinhão;
  • 1 litro de água;
  • 1 colher de sopa de sal.

Modo de preparo:

Lavar bem, cortar as pontas dos pinhões e colocá-los em uma panela de pressão. Adicionar a água e o sal, levando ao fogo médio. Quando a panela pegar pressão, deixar cozinhar por 30 minutos. Apagar o fogo e escorrer os pinhões, descartando a água. Descascar os pinhões e servir.

2. Farofa de pinhão

Ingredientes:

  • 1 cebola pequena picada;
  • 1 dente de alho picado;
  • 3 colheres de sopa de azeite;
  • 200 g de pinhão cozido e picado;
  • 1 colher de chá de sal;
  • Pimenta-do-reino a gosto;
  • 1 e 1 ⁄ 2 xícara de farinha de mandioca torrada.

Modo de preparo:

Colocar a cebola, o alho e o azeite em uma frigideira. Levar essa mistura ao fogo médio, refogando bem. Diminuir o fogo, acrescentar os pinhões picados, o sal, a pimenta e a farinha de mandioca, misturando bem com uma colher ou espátula. Misturar bem todos os ingredientes por 3 minutos, apagar o fogo e servir.

3. Bolo de pinhão

Ingredientes:

  • 1 colher de sopa de manteiga;
  • 2 xícaras de pinhão cozido e triturado;
  • 3 ovos;
  • ¾ de xícara de açúcar mascavo;
  • 1 copo de leite ou bebida vegetal;
  • 1 xícara de farinha de trigo;
  • 1 colher de chá de fermento químico em pó.

Modo de preparo:

Preaquecer o forno a 180 ºC. Colocar todos os ingredientes no liquidificador e bater até ficar uma mistura bem homogênea. Despejar a massa em uma forma, ou tabuleiro untado. Assar em por 30 minutos ou até a massa ficar dourada.



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Corrimento branco: 7 causas comuns (e o que fazer)

O corrimento branco pode ser causado por uma infecção vaginal, como candidíase, vaginite ou vaginose bacteriana. No entanto, também pode ser normal, principalmente se acontecer antes da menstruação e não estiver acompanhado por outros sintomas, já que ajuda a manter a vagina lubrificada.

Quando o corrimento possui cheiro forte, consistência diferente e é acompanhado por outros sintomas como coceira na vagina e/ou ardor, pode ser sinal de infecção. Nesses casos, é importante que o ginecologista seja consultado para que seja feita uma avaliação que permita identificar a causa do corrimento e, assim, iniciar o tratamento mais adequado.

Apesar do corrimento branco ser mais comum nas mulheres, também pode surgir nos homens, sendo quase sempre indicativo de tricomoníase, uma infecção sexualmente transmissível. Nesses casos, é importante que o urologista seja consultado.

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Principais causas

As principais causas de corrimento branco na mulher são:

1. Ciclo menstrual normal

É normal que antes de menstruar a mulher apresente corrimento branco leitoso e grosso, considerado parte do ciclo menstrual e relacionado com as alterações hormonais desse período.

Esse corrimento não tem cheiro, não está associado a nenhum outro sintoma e é formado principalmente por leucócitos, possuindo como objetivo a proteção do organismo da mulher e a promoção da lubrificação.

O que fazer: como é um tipo de alteração normal do ciclo menstrual, não é necessário fazer qualquer tipo de tratamento.

2. Candidíase vaginal

A candidíase vaginal é uma infecção muito comum que surge devido ao desenvolvimento do fungo do gênero Candida sp., mais frequentemente Candida albicans, que além do corrimento branco pastoso, semelhante a tipo leite coalhado, causa também coceira na região genital, ardor ao urinar, dor durante a relação sexual e vermelhidão na região íntima.

O que fazer: é importante consultar o ginecologista para que seja indicado o tratamento mais adequado, sendo normalmente recomendado o uso de remédios antifúngicos, em comprimidos, pomada ou comprimidos vaginais, como o Fluconazol. O tratamento pode durar entre 3 a 7 dias, de acordo com a orientação do ginecologista. Entenda como é feito o tratamento da candidíase.

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3. Vaginose bacteriana

A vaginose bacteriana é uma alteração na flora vaginal normal, em que existe um maior desenvolvimento da bactéria Gardnerella vaginalis, que pode causar corrimento de cor branca, cinza ou amarela, cheiro desagradável semelhante a peixe podre, coceira e ardência na região genital. Saiba como identificar os sintomas de vaginose bacteriana.

O que fazer: é recomendado que o ginecologista faça o exame ginecológico para confirmar a vaginose e, assim, ser iniciado o tratamento.

O tratamento para a infecção é feito por meio do uso do antibiótico Metronidazol, em forma de comprimido ou de pomada vaginal, que deve ser usado conforme orientação do médico. Além disso, durante o período de recuperação, é recomendado o uso de preservativo e cuidados relacionados com a higiene.

4. Vaginite

A vaginite é a inflamação da vagina e do colo uterino que pode ser causada por bactérias, fungos ou protozoários. Essa condição pode provocar um fluxo branco e cremoso e, em alguns casos, com mau cheiro.

Outros sintomas frequentes são coceira, ardor, dor ao urinar e/ou durante as relações sexuais, e sensação de incômodo na região genital.

O que fazer: o tratamento da vaginite depende da sua causa e deve ser orientado pelo ginecologista, podendo ser recomendado o uso de medicamentos antifúngicos, antibióticos ou antiparasitários na forma de comprimidos, pomada ou óvulos vaginais.

Além disso, é importante evitar o uso de produtos que alterem o pH vaginal, manter uma boa higiene íntima e dar preferência a roupas íntimas de algodão para favorecer a recuperação.

5. Colpite

A colpite é uma inflamação da vagina e do colo do útero que pode acontecer devido a bactérias, fungos ou protozoários, resultando em corrimento branco leitoso, podendo ser também bolhoso, mau cheiro na região íntima em alguns casos, e presença de pequenos pontos ou manchas vermelhas e inchaço do colo do útero que são observados durante exame ginecológico. Veja como identificar os sintomas de colpite.

O que fazer: o mais indicado é consultar o ginecologista para que sejam feitos exames que ajudem a confirmar a colpite, como o teste do KOH, do pH e a colposcopia.

Dessa forma, após a confirmação do diagnóstico e identificação do agente infeccioso responsável pela inflamação, pode ser indicado o melhor tratamento, sendo normalmente indicado o uso de antimicrobianos em forma de pomada ou comprimido.

6. Vaginose citolítica

A vaginose citolítica é uma situação caracterizada pelo aumento da quantidade de Lactobacillus, que são bactérias naturalmente presentes na vagina, o que pode acontecer devido a um desbalanço do pH vaginal ou ser consequência do uso de lubrificantes ou absorvente interno, por exemplo.

Assim, como resultado do aumento da quantidade dessas bactérias, é possível notar corrimento vaginal esbranquiçado de consistência pegajosa e homogênea. Veja outros sintomas da vaginose citolítica.

O que fazer: nesse caso é importante seguir as recomendações do ginecologista para promover o equilíbrio do pH vaginal e normalizar a concentração de Lactobacillus, podendo ser indicado realizar um banho de assento com bicarbonato de sódio ou fazer uso de supositório vaginal. Saiba como fazer o banho de assento com bicarbonato de sódio para vaginose citolítica.

Nos casos em que a vaginose citolítica é acompanhada por outros sintomas como dor ao urinar e/ ou durante a relação sexual, vermelhidão e coceira na região genital, é possível que exista uma infecção associada, de forma que o médico pode indicar o uso de medicamentos mais específicos.

7. Gravidez

Durante a gravidez é possível também que seja observado pequeno corrimento branco pastoso, o que acontece como consequência das alterações hormonais típicas desse período.

O que fazer: como se trata de uma alteração normal, não é necessário tratamento. No entanto, é importante que a mulher seja acompanhada pelo ginecologista para garantir que a gravidez esteja acontecendo corretamente.

Corrimento branco no homem

A presença de corrimento branco no pênis normalmente é sinal de tricomoníase, uma infecção sexualmente transmissível que pode causar, além do corrimento, vermelhidão no pênis, queimação e dor ao urinar. Saiba reconhecer os sintomas de tricomoníase.

Na presença de sintomas indicativos de tricomoníase, é importante que o urologista seja consultado para que seja feito o diagnóstico correto e iniciado o tratamento, que pode ser feito com o uso de Tinidazol ou Secnidazol, de acordo com a orientação médica.

Além disso, é recomendado evitar as relações sexuais durante o período de tratamento e a realização do tratamento pela parceira/o, mesmo que não existam sintomas aparentes, para evitar uma nova infecção.

Como evitar o corrimento branco

Como o corrimento branco pode ser indicativo de infecções, é importante que a mulher tenha alguns cuidados para evitar alteração na microbiota vaginal e desenvolvimento da infecção, como por exemplo:

  1. Evitar ficar com a roupa íntima úmida ou molhada;
  2. Não usar calcinhas de material sintético, optando pelas peças de algodão;
  3. Usar roupas leves e evitar as calças jeans e shorts muito apertados;
  4. Evitar os alimentos doces e os ricos em carboidratos, pois diminuem a imunidade potenciando o surgimento de infecções;
  5. Não usar as duchas vaginais diretamente sobre a região genital e lavar a região externa da vagina usando um sabonete íntimo;
  6. Dormir sem calcinha;
  7. Depois de evacuar, limpar sempre no sentido da frente para trás, para evitar que as bactérias fecais entrem na vagina e provoquem infecções.

Além disso, os lenços umedecidos perfumados ou o papel higiênico com perfume também podem prejudicar a saúde íntima da mulher, aumentando o risco do desenvolvimento de infecções. Confira como deve ser feita a higiene íntima para evitar infecções.



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Treino full body: o que é, como funciona (com exemplo)

O treino full body, ou treino de corpo inteiro, é um método onde se trabalha todos os principais grupos musculares, como peitoral, costas, pernas, ombros e core, em uma única sessão.

Esse tipo de treino funciona pela combinação de exercícios multiarticulares e isolados, realizados geralmente em 2 a 3 sessões por semana, o que permite que todo o corpo seja estimulado com maior frequência ao longo do tempo.

Dessa forma, o treino full body pode ser uma estratégia eficiente para otimizar o tempo, facilitar a adaptação de iniciantes ao treinamento e contribuir tanto para o ganho de massa muscular quanto para o emagrecimento, dependendo da intensidade, do volume e da alimentação.

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Benefícios do treino full body

Os principais benefícios do treino full body são:

1. Ajudar na hipertrofia

O treino full body pode ajudar no ganho de massa muscular porque cada músculo é estimulado mais vezes ao longo da semana, o que pode favorecer o crescimento muscular. Saiba como ganhar massa muscular.

Essa repetição mais frequente pode favorecer o crescimento muscular, desde que o volume total de treino e a intensidade estejam adequados para o nível de treinamento de cada pessoa.

Além disso, a hipertrofia também é influenciada por fatores como a alimentação e recuperação muscular.

2. Auxiliar no emagrecimento

Por envolver vários grupos musculares na mesma sessão, o treino tende a gastar mais energia durante o exercício. 

Além disso, a maior frequência de treinos ao longo da semana pode aumentar o gasto calórico total, o que pode ajudar na perda de gordura quando combinado com uma alimentação adequada. Veja o que comer para emagrecer.

3. Otimizar o tempo de treino 

O treino full body permite trabalhar o corpo inteiro em uma única sessão. Por isso, ao invés de dividir os músculos em vários treinos ao longo da semana, tudo é organizado em poucas sessões mais completas.

Na prática, o treino full body ajuda a manter uma rotina mais simples e sustentável, principalmente para quem tem pouco tempo disponível ou dificuldade em treinar muitos dias seguidos. 

4. Melhorar a adaptação do iniciante

Esse tipo de treino pode facilitar o processo de adaptação de quem está começando, já que permite a repetição frequente dos principais movimentos ao longo da semana.

Em vez de concentrar o esforço em um único grupo muscular até a fadiga, os exercícios são distribuídos, o que facilita o aprendizado gradual.

Essa repetição ajuda o corpo a se familiarizar mais rápido com os movimentos, contribuindo para melhorar a técnica de execução, a coordenação motora e a segurança durante os exercícios. 

5. Contribuir para recuperação muscular

O treino full body pode ajudar o corpo a se recuperar de forma mais equilibrada entre as sessões, já que o esforço não fica concentrado em uma única sessão muito intensa para cada grupo muscular.

Dessa forma, o organismo consegue lidar melhor com a fadiga acumulada e se preparar para o próximo treino com mais consistência e estabilidade ao longo da semana.

Como funciona o treino full body

O treino full body funciona a partir da organização dos exercícios de forma que todos os principais grupos musculares sejam trabalhados na mesma sessão, incluindo normalmente exercícios para pernas, costas, peito, ombros e core.

O estímulo é concentrado em poucos treinos semanais, geralmente de 2 a 3 vezes por semana, com pelo menos um dia de descanso entre as sessões para permitir a recuperação muscular.

A base desse tipo de treino é a utilização de exercícios multiarticulares, que são movimentos que envolvem mais de uma articulação ao mesmo tempo e, por isso, recrutam vários grupos musculares simultaneamente. 

Por exemplo, ao fazer um agachamento, não estão sendo trabalhadas apenas as pernas, mas também glúteos e músculos do core, que ajudam na estabilidade do movimento. 

O mesmo acontece com o supino, que envolve peito, ombros e tríceps, ou com a remada, que ativa costas, bíceps e musculatura estabilizadora.

Entre os exercícios mais utilizados nesse tipo de treino, estão os movimentos para:

A estrutura da sessão é organizada com menor volume por músculo, já que o corpo inteiro é trabalhado várias vezes ao longo da semana. Em geral, são realizados de 1 a 2 exercícios por grupo muscular em cada treino.

A ordem dos exercícios costuma começar pelos grandes grupos musculares, como pernas e costas, que exigem mais energia e coordenação, e depois segue para músculos menores, como braços e abdômen.

Dessa forma, o treino aproveita melhor a energia disponível e ajuda a manter a qualidade de execução durante toda a sessão.

Exemplo de treino full body

Exemplos de treino full body masculino e feminino são:

1. Treino full body masculino

No treino full body masculino, pode-se incluir: 

  • Agachamento livre: 4 séries de 8 a 10 repetições;
  • Supino reto com barra: 4 séries de 8 a 10 repetições;
  • Barra fixa: 3 séries de 8 a 10 repetições;
  • Desenvolvimento com halteres: 3 séries de 10 a 12 repetições;
  • Mesa flexora: 3 séries de 10 a 12 repetições;
  • Abdominal remador: 3 a 4 séries de 12 a 15 repetições.

Os exercícios são feitos um por vez, completando todas as séries de cada movimento antes de iniciar o próximo. Isso permite melhor foco na execução e controle da carga em cada exercício, mantendo a qualidade do treino.

O tempo de descanso entre as séries nos movimentos principais, como agachamento, supino e barra fixa, o descanso é de 60 a 120 segundos.

Já nos exercícios auxiliares, como desenvolvimento e mesa flexora, fica entre 60 a 90 segundos, e nos abdominais, o intervalo é de 30 a 60 segundos entre as séries.

2. Treino full body feminino

Um exemplo de treino full body feminino pode incluir:

  • Leg press: 4 séries de 10 a 12 repetições;
  • Supino com halteres: 3 a 4 séries de 10 a 12 repetições;
  • Remada curvada: 3 séries de 10 a 12 repetições;
  • Stiff: 3 séries de 10 a 12 repetições;
  • Elevação lateral: 3 séries de 8 a 10 repetições;
  • Prancha abdominal: 3 a 4 séries de 30 a 60 segundos.

A execução acontece de forma sequencial, ou seja, cada exercício é feito individualmente até completar todas as séries antes de iniciar o próximo movimento.

Nos movimentos principais, como leg press, supino, remada e stiff, o descanso entre as séries deve ficar entre 60 a 120 segundos. Na elevação lateral, pode variar entre 60 a 90 segundos e no abdominal, entre 30 a 60 segundos.

Possíveis desvantagens

O treino full body pode apresentar algumas desvantagens, principalmente em relação à fadiga acumulada, já que vários grupos musculares são trabalhados na mesma sessão, o que pode tornar o treino mais cansativo.

Além disso, é comum chegar ao final do treino com pouca energia para os músculos menores, que acabam não recebendo a mesma atenção.

Para pessoas mais avançadas, que buscam um trabalho mais específico para cada músculo, pode ser mais difícil aplicar estímulos suficientes sem que o treino fique excessivamente longo ou menos eficiente.



source https://www.tuasaude.com/treino-full-body/

segunda-feira, 27 de abril de 2026

Lavitan kids: para que serve, como usar e efeitos colaterais

O Lavitan kids, ou Lavitan infantil, é um suplemento vitamínico para bebês e crianças que tem como objetivo complementar a nutrição das crianças, favorecendo o seu desenvolvimento, já que esse suplemento é rico em vitaminas do complexo B, como a B2, B1, B6, B3, B5 e B12, vitamina C, vitamina A e vitamina D3.

Assim, ao fornecer essas vitaminas para a criança, é possível melhorar o funcionamento do sistema imune, a produção de células do sangue, a absorção de ferro e cálcio e o crescimento.

O Lavitan kids pode ser encontrado em farmácias e drogarias na forma de xarope ou comprimidos mastigáveis que podem ter sabor de uva, limão, laranja e tutti-frutti, e deve ser usado de acordo com a orientação do pediatra.

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Para que serve

O Lavitan kids serve para complementar a nutrição das crianças que estão em fase de desenvolvimento, pois fornece uma série de vitaminas que são essenciais para o bom funcionamento do corpo:

  • Vitamina A, que promove a saúde dos olhos e o bom funcionamento do sistema imunológico, além de combater os radicais livres devido à sua ação antioxidante;
  • Vitamina B1, que é capaz de estimular o apetite, regular os gastos energéticos e o metabolismo dos carboidratos;
  • Vitamina B2, que está relacionada com a produção das células sanguíneas, o metabolismo adequado e o crescimento;
  • Vitamina B3, que é capaz de promover melhora da circulação sanguínea, regulando os níveis de glicose e colesterol;
  • Vitamina B5, que está relacionada com a regulação dos níveis de colesterol, com a produção de hormônios, com o fornecimento de energia e com o processo de cicatrização;
  • Vitamina B6, que está envolvida no processo de formação da hemoglobina;
  • Vitamina B12, que está envolvida na produção das células sanguíneas, no metabolismo de aminoácidos e na prevenção de doenças cardíacas e neuronais;
  • Vitamina C, que possui propriedade antioxidante, aumenta a absorção de ferro no organismo e favorece o bom funcionamento do sistema imune;
  • Vitamina D, que contribui para a saúde dos ossos e dentes, pois aumenta a absorção de cálcio no organismo.

É importante que o uso do Lavitan kids seja orientado pelo pediatra, isso porque nem todas as crianças necessitam de suplementação, obtendo as quantidades ideais de vitaminas por meio da alimentação.

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Como usar

O Lavitan kids deve ser tomado por via oral, sendo que a forma de uso depende da apresentação do produtos, que pode ser comprimidos mastigáveis saborizados ou xarope.

No caso do xarope, deve-se usar o dosador fornecido na embalagem e as doses normalmente recomendadas são:

  • Bebês entre 0 e 11 meses: a dose normalmente recomendada é de 2 mL do xarope, 1 vez ao dia;
  • Crianças entre 1 e 10 anos: a dose normalmente recomendada é de 5 mL do xarope, 1 vez ao dia.

No caso dos comprimidos mastigáveis, são recomendados 2 comprimidos por dia ou de acordo com a orientação do pediatra, sendo essa forma de uso normalmente indicada para crianças que já conseguem mastigar e não engasgam facilmente.

Possíveis efeitos colaterais

O Lavitan Kids geralmente é bem tolerado, no entanto, quando tomado em doses maiores do que as recomendadas, podem surgir efeitos colaterais ou sintomas de overdose, como dor ou cólica no estômago, diarréia, pele seca, dor de cabeça, tontura, náuseas, vômitos, sonolência, irritabilidade, febre, calafrios, urina escura ou amarelecimento da pele ou dos olhos.

Além disso, embora seja raro, caso a criança apresente alergia a algum dos componentes do Lavitan Kids, podem acontecer reações alérgicas graves, como anafilaxia, sendo importante procurar a emergência, especialmente em caso de sintomas como inchaço no rosto e vermelhidão na pele. Veja mais sintomas de anafilaxia.

Lavitan Kids engorda?

O Lavitan Kids normalmente não engorda, mas pode estimular o apetite, especialmente em crianças com deficiências nutricionais, como baixos níveis de vitamina B1 e B12, e com dificuldade para ganhar peso.

Quem não deve usar

O Lavitan kids comprimidos mastigáveis não deve ser usado em crianças com idade inferior a 4 anos. Já o xarope de Lavitan Kids não deve ser usados por crianças com fenilcetonúria, pois possui fenilalanina na sua composição.

Além disso, o Lavitan Kids não deve ser usado por crianças que tenham alergia a qualquer um dos componentes da fórmula.

As crianças até aos 3 anos, só devem usar este suplemento depois de ser recomendado pelo pediatra.



source https://www.tuasaude.com/lavitan-kids/

sexta-feira, 24 de abril de 2026

Maltodextrina: o que é, para que serve e como tomar

A maltodextrina é um tipo de carboidrato que é rapidamente absorvido pelo organismo, sendo indicado para melhorar o desempenho físico e favorecer o ganho de massa muscular em praticantes de atividades de alta resistência.

Além disso, a maltodextrina também é usada pela indústria para adoçar e espessar alimentos e bebidas, como fórmulas infantis, produtos dietéticos, sorvetes, manteiga, molhos e cerveja.

A maltodextrina é comercializada em lojas de suplementos alimentares e farmácias, na forma de gel ou em pó, podendo ser consumida sozinha ou junto com outros suplementos, como creatina e whey protein, antes, durante ou após os exercícios.

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Para que serve a maltodextrina

As principais indicações da maltodextrina são:

1. Melhorar o desempenho físico

A maltodextrina melhora o desempenho físico, pois fornece energia de forma rápida e de longa duração para o organismo.

Assim, a maltodextrina é uma boa opção para ser usada antes ou durante as atividades de longa duração, como futebol, triatlo, maratona, remo, ciclismo e corrida.

Além disso, em casos de mais de uma competição no mesmo dia, a maltodextrina também pode ser usada após as atividades por ajudar a repor rapidamente o glicogênio muscular, promovendo a recuperação muscular.

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2. Favorecer o ganho de massa muscular

Por ser um carboidrato, um nutriente que melhora a performance durante os treinos além de fornecer energia para que aconteça a formação de massa muscular, a maltodextrina é um suplemento que favorece o ganho de massa muscular.

Leia também: 10 suplementos para ganhar massa muscular (e como usar) tuasaude.com/suplementos-para-ganhar-massa-muscular

Além disso, as células musculares também armazenam a glicose na forma de glicogênio para ser usado como fonte de energia durante os exercícios e para ajudar na recuperação muscular após os treinos.

3. Ajudar na recuperação após cirurgias

A maltodextrina pode ser indicada pelo médico ou nutricionista para ajudar na recuperação após cirurgias, porque fornece energia, além de ajudar a diminuir as inflamações e o tempo de internação hospitalar.

Assim, a maltodextrina é usada em ambiente hospitalar, por via oral ou através de nutrição enteral por meio de uma sonda.

4. Tratar a desidratação

Em ambiente hospitalar, a maltodextrina pode ser usada em soluções orais, sendo indicada para ajudar no tratamento da desidratação, principalmente quando for causada por diarreias.

5. Aumentar as calorias da dieta

A maltodextrina pode ser indicada pelo médico ou nutricionista para pessoas que precisam aumentar de peso ou que possuem dificuldade para suprir as necessidades energéticas, como no caso de caquexia, desnutrição ou atletas que fazem treinos muito intensos.

Como tomar maltodextrina

A maltodextrina pode ser tomada antes, durante ou após os treinos, conforme os objetivos de cada pessoa. A quantidade de maltodextrina geralmente indicada é de 10 a 30 gramas, que deve ser diluída em 200 a 300 ml de água ou outra bebida. Após a ingestão, a maltodextrina começa a atuar no organismo em torno de 20 minutos.

No entanto, o uso da maltodextrina deve ser feito de preferência com a orientação de um médico ou nutricionista, para que a quantidade seja ajustada conforme o gasto energético individual.

A maltodextrina também pode ser consumida associada a outros carboidratos, como frutose e glicose ou com outros suplementos, como creatina e whey protein. Conheça mais sobre os suplementos indicados para aumentar massa muscular.

Na forma de soluções orais, nutrição enteral ou parenteral, a maltodextrina deve ser usada somente conforme a orientação do médico, ou nutricionista.

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Maltodextrina engorda?

Por ser um carboidrato de alto índice glicêmico, a maltodextrina pode engordar, principalmente se for consumida em uma dieta rica em calorias, associada com inatividade física.

Maltodextrina faz mal?

Até o momento não existem estudos que indiquem que maltodextrina faz mal para a saúde ou cause problemas nos rins, fígado ou coração.

Diferença entre dextrose e maltodextrina

A dextrose é um carboidrato simples que é rapidamente convertido em glicose e absorvido pelo organismo, sendo indicada para melhorar a recuperação de praticantes de exercícios intensos, como levantamento de peso e treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT).

Leia também: Dextrose: o que é, para que serve e como tomar tuasaude.com/dextrose

Já a maltodextrina é um carboidrato complexo formado por dextrose, maltose e frutose, que fornece energia para o organismo de forma gradativa. Por isso, a maltodextrina é muito usada por atletas de resistência, como jogadores de futebol, corredores ou ciclistas, pois atrasa o surgimento do cansaço durante os exercícios.

Possíveis efeitos colaterais

O consumo da maltodextrina normalmente não causa efeitos colaterais. No entanto, o uso não orientado e em excesso de maltodextrina pode favorecer o ganho de peso e o surgimento de resistência à insulina e diabetes.

Quem não deve tomar

Mulheres grávidas ou em período de amamentação, idosos, crianças, além de pessoas com diabetes, obesidade ou outros problemas de saúde, devem sempre consultar um médico, ou nutricionista, antes de usar a maltodextrina.



source https://www.tuasaude.com/maltodextrina/

Urgência ou emergência: qual a diferença? (e quando ir ao hospital)

Urgência e emergência podem parecer duas palavras muito semelhantes, no entanto, em ambiente hospitalar, essas palavras têm significados muito diferentes que ajudam a avaliar os pacientes de acordo com o risco de vida que correm, otimizando o tempo que passa desde o início dos sintomas até o tratamento médico.

Independente de se tratar de uma urgência ou de uma emergência, qualquer caso que pareça colocar a vida em risco deve ser avaliado o mais rápido possível por um profissional de saúde, devendo-se pedir ajuda pelo 192 ou ir na urgência do hospital da região.

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O que é uma emergência

Normalmente, o termo \"emergência\" é utilizado nos casos mais graves, quando a pessoa está em risco imediato de perder a vida e, por isso, o tratamento médico deve ser iniciado o mais rápido possível, mesmo que ainda não exista um diagnóstico bem definido.

O tratamento destes casos é especialmente direcionado para tentar controlar os sinais vitais e não para tratar a causa do problema. Encaixam nesta definição situações como hemorragias graves, AVC ou um infarto, por exemplo.

O que é uma urgência

A palavra \"urgência\" é usada para descrever uma situação que é grave, mas que não coloca a vida em risco imediato, embora possa evoluir ao longo do tempo para uma emergência. Nesta classificação estão incluídos casos como fraturas, queimaduras de 1º e 2º grau ou uma apendicite, por exemplo.

Nestes casos, existe mais tempo para fazer vários exames, identificar a causa e definir a melhor forma de tratamento, que deve ser direcionada para resolver a causa e não apenas para estabilizar os sinais vitais.

Situações de emergência vs urgência

A seguir, indicamos algumas situações que podem ser descritas como emergência ou urgência:

Situações EMERGENTE Situações URGENTES
Dor muito intensa no peito (infarto, aneurisma da aorta...) Febre persistente
Suspeita de AVC

Diarreia constante

Queimadura de 3º grau ou muito extensas Tosse persistente
Reação alérgica severa (com dificuldade respiratória) Dor que não melhora
Dor abdominal muito intensa (perfuração do intestino, gravidez ectópica...) Fraturas sem hemorragia grave
Hemorragia grave Presença de sangue no catarro ou na urina
Dificuldade para respirar Desmaio ou confusão mental
Traumatismo craniano grave Pequenos cortes
Traumas causados acidentes ou armas, como pistola ou faca Picadas ou mordidas de animais

Qualquer uma das situações apresentadas é motivo para ir ao hospital e fazer uma avaliação profissional por um médico, enfermeiro ou outro profissional de saúde.

Quando devo ir ao hospital

Nem sempre é fácil identificar quando é realmente preciso ir no hospital ou pronto socorro, e por isso aqui ficam alguns dos principais sintomas que justificam uma ida à urgência ou pronto-socorro:

1. Perda de consciência, desmaio ou confusão mental

Quando existe perda de consciência, desmaio, confusão ou tonturas severas é importante ir no hospital ou pronto socorro, especialmente se estiverem presentes outros sintomas como falta de ar ou vômito, por exemplo. A perda de consciência ou desmaio frequente pode indicar a presença de outros problemas mais graves, como doenças cardíacas, neurológicas ou hemorragias internas.

2. Acidente ou queda grave

Se sofreu ferimentos graves ou se se machucou em consequência de um acidente ou prática de esporte, é importante ir no hospital se:

  • Bateu com a cabeça ou se perdeu a consciência;
  • Tem algum hematoma extenso ou inchaço em alguma região do corpo;
  • Apresenta algum corte profundo ou sangramentos;
  • Tem dor forte em alguma região do corpo ou se suspeitar de alguma fratura.

É importante que estes sintomas sejam observados e avaliados por um especialista, podendo ser necessário a realização de alguns exames, para evitar que os sintomas piorem ou que provoquem sequelas mais graves.

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3. Dificuldade para movimentar um lado do corpo ou dormência

Quando existe perda de memória e confusão mental, diminuição da força e da sensibilidade de um dos lados do corpo ou dor de cabeça forte, existem suspeitas de AVC, e por isso é muito importante procurar rapidamente ajuda médica.

4. Dor forte ou repentina

Qualquer dor forte que surja sem razão aparente deve ser analisada pelo médico, especialmente se não passar após alguns minutos. Porém, existem algumas dores que podem ser mais preocupantes que outras, como:

  • Dor súbita no peito, pode ser sinal de infarto, pneumotórax ou embolia pulmonar, por exemplo;
  • Em mulheres, dor forte e súbita no ventre pode indicar aborto;
  • Dor abdominal forte pode indicar apendicite ou infecção na vesícula ou pâncreas;
  • Dor forte na região dos rins, pode ser sinal de infecção urinária;
  • Dor de cabeça forte e sem razão pode ser sinal de AVC hemorrágico;
  • Dor forte nos testículos pode indicar a presença de uma infecção nos testículos.

Nestas situações e especialmente quando a dor não passa ou piora, é indicado ir no hospital ou pronto socorro.

5. Tosse que piora ao longo do tempo

Quando a tosse persistente não passa ou piora é recomendado consultar o médico logo que possível, pois ela pode indicar a presença de doenças respiratórias como gripe, infecção respiratória, pneumonia ou bronquite, por exemplo. Além disso, podem também estar presentes outros sintomas como falta de ar, dor no peito ou catarro.

6. Febre que dura mais de 3 dias

A febre é um sintoma comum, que ocorre devido a uma reação de defesa do organismo contra alguma infecção, como gripe, meningite, pneumonia, infecções respiratórias, infecções urinárias ou gastroenterite, por exemplo.

Quando a febre é o único sintoma de doença ou quando ela dura à menos de 3 dias, não é necessário procurar ajuda médica, sendo indicado esperar mais algum tempo.

Porém, quando a febre dura à mais de três dias ou quando vem acompanhada de outros sintomas como falta de ar ou convulsões, é indicado ir no hospital ou pronto socorro logo que possível.

Sintoma de resfriado, infecções leves, problemas de digestão, pequenos ferimentos ou dores leves são sintomas que não justificam uma ida ao hospital ou pronto socorro, sendo possível esperar pela consulta do clínico-geral ou do médico regular.



source https://www.tuasaude.com/urgencia-e-emergencia/

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Doença arterial coronariana: o que é, sintomas, causas e tratamento

Veganismo: o que é ser vegano e como é a dieta (com cardápio)

O veganismo é um estilo de vida que tem como objetivo excluir o uso de animais na alimentação, como carne, ovos, peixes, laticínios e mel. A pessoa vegana também não usa roupa feita de couro ou pelos naturais e produtos com ingredientes de origem animal ou testados em animais.

Assim, na dieta vegana é priorizado o consumo de alimentos de origem vegetal, como cereais, leguminosas, frutas, vegetais, tubérculos, óleos vegetais, sementes e oleaginosas, por exemplo.

Por ser uma dieta que geralmente é rica em fibras, vitaminas, minerais e compostos bioativos, o veganismo ajuda a diminuir o risco de doenças como pressão alta, infarto, aterosclerose, diabetes, câncer e obesidade.

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O que comer na dieta vegana

A dieta vegana geralmente inclui alimentos saudáveis como:

  • Cereais integrais: arroz, trigo, milho, quinoa, aveia e amaranto;
  • Leguminosas: feijão, grão-de-bico, soja, ervilha e amendoim;
  • Tubérculos: batata, batata-baroa, batata-doce, mandioca e inhame;
  • Frutas: manga, laranja, limão, abacate, banana, mamão, maçã e pera;
  • Vegetais: couve, tomate, acelga, brócolis, chuchu e espinafre;
  • Sementes: chia, linhaça, gergelim, semente de abóbora e de girassol;
  • Oleaginosas: castanha-do-pará, amêndoas, nozes, avelãs;
  • Derivados de soja: tofu, tempeh, proteína texturizada de soja, miso e seitan;
  • Outros: bebidas vegetais, azeite de oliva, óleo de coco.

Também é possível transformar receitas tradicionais em opções veganas, ou adquirir em supermercados ou lojas naturais, produtos prontos como, salsichas de soja, leite vegetal, hambúrguer de grão-de-bico, feijão ou lentilha, por exemplo.

Alimentos que devem ser evitados

Na dieta vegana deve-se evitar todos os alimentos de origem animal, como:

  • Carnes, como frango, ovos, peixes, carne bovina e frutos do mar;
  • Leite e derivados, como queijo, iogurte, requeijão e manteiga;
  • Embutidos, como salsicha, linguiça, presunto, mortadela, peito de peru e salame;
  • Gorduras de origem animal, como manteiga, óleo de fígado de bacalhau e banha;
  • Produtos apícolas, como mel, própolis e geleia real;
  • Fermentos com organismos vivos, como fermento fresco (de padeiro);
  • Gelatina e produtos feitos com colágeno.

Além disso, produtos que tenham sido testados em animais, ou produtos que utilizam partes de animais em sua produção, como roupas de seda ou couro, por exemplo, também não são usados no veganismo.

Cardápio da dieta vegana

A tabela a seguir traz um exemplo de cardápio de 3 dias da dieta vegana:

Refeição

Dia 1

Dia 2

Dia 3

Café da manhã

1 copo de bebida vegetal de amêndoas + 1 torrada integral com húmus + 1 pera

300 ml de bebida vegetal de aveia batido com morango e banana + 1 col de sopa de farinha de aveia

1 iogurte de soja + 1 colher de semente de girassol + 1 fatia de pão integral com pasta de berinjela

Lanche da Manhã

1 banana em rodelas com 1 col de sopa de manteiga de amendoim

10 castanhas-de-caju + 1 maçã

1 copo de suco verde +  2 castanhas-do-pará

Almoço

Tofu + arroz integral + brócolis, cenoura, cogumelos e couve-flor refogados no azeite + 1 laranja inteira

Macarrão integral com bolonhesa de proteína de soja + salada de espinafre, alface, tomate e beterraba ralada temperados com 1 col sobremesa de óleo de abacate + 1 copo de limonada

Hambúrguer de lentilha + quinoa cozida + ensopado de vagem, cenoura e abobrinha + 1 fatia média de mamão

Lanche da Tarde

1 iogurte de soja +6 morangos picados + 1 col de sopa de semente de abóbora

1 fatia de pão com guacamole de 1/2 abacate com cebola, tomate, azeite, suco de limão, sal e pimenta

300 ml de leite de coco batido com banana e 1 col sopa de linhaça + 3 nozes

Jantar 1 prato de sopa de feijão com batata, cenoura, couve e chuchu + 1 goiaba 1 prato de salada feita com macarrão integral e grão-de-bico cozidos, alface, tomate, abobrinha e cenoura crus e ralados, temperada com azeite e sal + 1 tangerina 1 sanduíche feito com pão, hambúrguer de lentilha, alface, tomate, cebola e pasta de berinjela

Este cardápio é apenas um modelo, podendo variar conforme as preferências individuais e o estado de saúde da pessoa. Assim, é aconselhado consultar o nutricionista para elaborar a dieta vegana de acordo com as necessidades nutricionais individuais.

Para saber como fazer a dieta no veganismo, marque uma consulta com o nutricionista mais perto de você:

[REDE_DOR_ENCONTRE_O_MEDICO]

Suplementação para veganos

Embora a alimentação vegana normalmente seja variada e rica em fibras, vitaminas e minerais, é importante ter o acompanhamento periódico do nutricionista. Isso porque uma alimentação desequilibrada, pode causar a deficiência de alguns nutrientes, como vitamina B12, vitamina D, cálcio, ferro e proteínas.

Assim, é importante que o vegano seja acompanhado por um nutricionista para avaliar possíveis deficiências e, se necessário, recomendar a suplementação desses nutrientes. Veja como evitar a deficiência de nutrientes na dieta vegetariana.

No entanto, a suplementação em veganos só deve ser indicada após avaliação da dieta e de um exame de sangue, que pode ser solicitado por um médico ou nutricionista, para confirmar se existe deficiência de vitaminas ou minerais.

Dicas de como ser vegano

Uma dica para quem quer ser vegano, é reduzir gradativamente a quantidade de proteína animal e aumentar a ingestão de leguminosas, que são ricas em proteínas, como grão-de-bico, soja, lentilha e feijão. Saiba quais são os alimentos ricos em proteína vegetal.

Outra boa opção para diminuir o consumo de proteína animal gradativamente e se tornar vegano, é adotar uma dieta plant-based ou o flexitarianismo, que é um estilo de vida onde se prioriza a ingestão de alimentos de origem vegetal e se diminui o consumo de proteína animal.

Leia também: Flexitarianismo: o que é, benefícios e como começar tuasaude.com/flexitarianismo

Diferença entre veganismo e vegetarianismo

O veganismo é um tipo de vegetarianismo, onde a pessoa tem um estilo de vida em que não consome nenhum item de origem animal, sejam alimentos, vestuários e produtos cosméticos, por exemplo.

Já o vegetarianismo é um estilo de alimentação onde não se consome nenhum tipo de carne. No entanto, o vegetariano pode ou não comer ovos, leite e derivados. O vegetarianismo pode ser dividido em vários tipos, como ovolactovegetarianismo, lactovegetarianismo, ovovegetarianismo, vegetarianismo estrito e veganismo.

Leia também: 5 tipos de vegetarianismo (e suas diferenças) tuasaude.com/vegetarianismo

Receitas veganas

Algumas receitas veganas saudáveis e saborosas para incluir no dia a dia são:

1. Hambúrguer de grão-de-bico

Ingredientes:

  • 300g de grão-de-bico cozido;
  • 1 cebola pequena picada;
  • 1 dente de alho picado;
  • 1 cenoura crua ralada;
  • 5 colheres de sopa de azeite;
  • 1 e 1/2 xícara (de chá) de farelo de aveia;
  • 1/2 xícara (de chá) de fécula de batata ou polvilho doce;
  • 1 colher (de chá) de sal;
  • 1 colher (de sopa) de salsinha fresca picada;
  • Pimenta-do-reino a gosto.

Modo de preparo:

Deixar o grão-de-bico de molho em água por 12 horas. Escorrer e cozinhar em uma panela de pressão por 15 minutos após pegar pressão. Escorrer o grão e, após amornar, bater no liquidificador e reservar.

Refogar a cebola e o alho em uma frigideira com 2 colheres de sopa de azeite. Colocar este refogado com o sal, pimenta e salsinha em um processador ou liquidificador e bater até ficarem cremosos.Transferir o grão de bico e o refogado batido para uma tigela e adicionar a cenoura. Misturar bem e adicionar, aos poucos, a aveia e o polvilho, até o hambúrguer ficar moldável.

Modelar os hambúrgueres em tamanhos iguais. Em uma frigideira aquecer ½ colher de sopa de azeite e colocar os hambúrgueres para grelhar. Deixar dourar e virar. Ir adicionando azeite de acordo com a necessidade. Servir com pão, alface e tomate e outros vegetais à gosto.

2. Queijo vegano de amêndoas

Ingredientes:

  • 1 xícara de amêndoas;
  • 1/2 limão espremido;
  • 1 colher (de chá) de agar-agar;
  • ½ col (de chá) de sal;
  • 1 pitada de cúrcuma (opcional);
  • 2 xícaras (de chá) de água filtrada.

Modo de preparo:

Colocar as amêndoas de molho por 8 horas. Escorrer a água. Bater no liquidificador as amêndoas com a água. Coar a mistura em um pano fino e reservar os resíduos da amêndoa para outra receita.

Transferir o leite de amêndoas para uma panela. Juntar o restante dos ingredientes e levar ao fogo médio, mexendo com uma colher, por 4 a 5 minutos para ativar o agar-agar. Colocar a mistura em um recipiente de vidro e esperar esfriar e endurecer. Levar à geladeira e consumir em até 7 dias.

3. Brigadeiro vegano

Ingredientes:

  • 1 xícara (de chá) de açúcar demerara;
  • 1/2 xícara (de chá) de água fervente;
  • 3/4 de xícara (de chá) de farinha de aveia;
  • 2 colheres (de sopa) de cacau em pó.

Modo de preparo:

Bater no liquidificador o açúcar com a água fervente, com cuidado, por cerca de 3 minutos, e, em seguida, adicionar a farinha de aveia, batendo por mais 2 minutos até obter um creme liso, com a consistência de leite condensado.

Depois, acrescentar o cacau em pó e misturar com o creme em fogo baixo, até ferver e desgrudar da panela. Esperar esfriar e servir em seguida.

4. Bolo de milho vegano

Ingredientes:

  • 2 xícaras (de chá) de milho-verde (pode ser em lata);
  • 2 xícaras (de chá) de farinha de milho e em flocos para cuscuz;
  • 1 xícara (de chá) de farinha de trigo;
  • 1/2 xícara (de chá) de açúcar mascavo;
  • 400 ml de leite de coco;
  • 1/2 xícara (de chá) de coco ralado;
  • 1/2 xícara (de chá) de óleo vegetal;
  • 1 colher (de café) de sal;
  • 2 colheres (de sopa) de fermento em pó químico.

Modo de preparo:

Adicionar no liquidificador o óleo de coco ou azeite, o açúcar e o leite de coco e bater. Adicionar, aos poucos, a farinha de trigo, a farinha de milho e o sal. Ir desligando o liquidificador e mexer com uma colher, se precisar. Reservar essa massa e bater separadamente o milho, mas não bater muito, para ficar com pedacinhos no bolo.

Juntar o milho batido com a massa que estava separada com uma colher e adicionar o fermento. Colocar a massa em uma assadeira untada com óleo e farinha de trigo. Assar no forno preaquecido a 180° C por 45 minutos e por mais 10 minutos a 200 ° C para dourar. Esperar esfriar, retirar da assadeira e servir.



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Mamoplastia redutora: o que é, como é feita (e recuperação)

A mamoplastia redutora é uma cirurgia plástica que pode ser indicada para mulheres com seios muito grandes, quando o volume das mamas causa dor, desconforto, limitações ou sofrimento emocional. Essa cirurgia também é usada em procedimentos reconstrutivos e em homens com ginecomastia.

Também conhecido como cirurgia de redução de mama, este procedimento reduz o tamanho dos seios retirando o excesso de gordura, tecido glandular e pele. Além de diminuir o volume, ajuda a melhorar a forma, a simetria e a proporção das mamas.

A mamoplastia redutora deve ser feita pelo cirurgião plástico, que fará uma avaliação completa e poderá aconselhar a pessoa a parar de fumar e a interromper o uso de suplementos ou remédios que aumentam o risco de sangramento durante a cirurgia.

Leia também: 4 principais opções de cirurgia plástica na mama tuasaude.com/cirurgia-plastica-nos-seios
Imagem ilustrativa número 1

Quando é indicada

A mamoplastia redutora é indicada principalmente em casos de hipertrofia mamária, quando o tamanho excessivo dos seios causa dor crônica nas costas, pescoço e ombros, marcas de sutiã nos ombros e irritação da pele abaixo dos seios.

Esse procedimento também pode ser recomendado quando o tamanho dos seios limita a atividade física, afeta a qualidade de vida ou causa sofrimento emocional, como baixa autoestima e dificuldade para encontrar roupas adequadas.

Em alguns casos, essa cirurgia é indicada para fins reconstrutivos, como corrigir assimetria mamária ou igualar o tamanho dos seios após cirurgia de câncer de mama.

A redução de mama também pode ser feita em homens, principalmente para tratar a ginecomastia, que é o aumento das mamas em homens, devido ao desequilíbrio nos níveis dos hormônios estrogênio e testosterona, e obesidade, por exemplo.

Se deseja fazer a mamoplastia redutora, marque uma consulta com o cirurgião plástico na região mais próxima de você:

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Como deve ser o preparo

O preparo para uma mamoplastia redutora inicia semanas antes do procedimento com uma avaliação médica completa.

Durante essa avaliação, o cirurgião analisa o estado de saúde da pessoa, mede as mamas e pode solicitar exames como mamografia ou ultrassonografia.

Nas semanas que antecedem a cirurgia, recomenda-se algumas mudanças importantes, como parar de fumar, idealmente entre duas e seis semanas antes.

É recomendado também evitar o uso de medicamentos ou suplementos que aumentam o risco de sangramento, como aspirina, anti-inflamatórios e alguns fitoterápicos, cerca de uma semana antes.

Antes da cirurgia, a pessoa deve cumprir o período de jejum prescrito pelo médico e convidar alguém para o acompanhamento para o retorno à casa.

Ao chegar ao hospital, o cirurgião marca as mamas, administra antibióticos para evitar infecções e implementa medidas de segurança. Uma solução especial também é injetada para ajudar a reduzir o sangramento e facilitar o procedimento.

Leia também: 3 formas para diminuir os seios sem cirurgia tuasaude.com/como-diminuir-o-peito-grande

Como é feita a cirurgia

Para fazer a mamoplastia redutora o cirurgião plástico segue o seguinte passo a passo:

  1. É administrada anestesia, que pode ser geral ou, em alguns casos, local com sedação;
  2. São feitos cortes para retirar o excesso de gordura, tecido glandular e pele das mamas, e a lipoaspiração às vezes também é usada para melhorar o contorno;
  3. A mama é remodelada, e o mamilo e a aréola são reposicionados mais acima e de forma mais natural;
  4. Diferentes técnicas cirúrgicas são aplicadas conforme o caso, o que determina o tipo de cortes e cicatrizes;
  5. Os cortes são fechados com suturas, são aplicados curativos e um sutiã de compressão é usado para ajudar na recuperação.

Em alguns casos, o médico pode deixar pequenos drenos no local para evitar o acúmulo de fluidos durante os primeiros dias, e o procedimento geralmente dura entre 2 e 5 horas.

Cicatriz de mamoplastia redutora

A cicatriz da cirurgia de redução mamária geralmente fica ao redor da aréola e na parte inferior da mama, formando uma linha vertical e outra na dobra abaixo da mama, em formato de \"T\" invertido, que é o mais comum.

Em alguns casos, as cicatrizes podem ser menores, ficando apenas ao redor da aréola e na dobra abaixo da mama, ficando menos visíveis.

Com o tempo, as cicatrizes tendem a clarear e ficar menos perceptíveis, principalmente porque muitas ficam escondidas nas dobras naturais da mama.

Diferença entre mastopexia e mamoplastia redutora

Tanto a mastopexia como a mamoplastia redutora removem o excesso de pele e levantam o peito.

Entretanto, na mamoplastia redutora, é feita uma diminuição do tamanho da mama, enquanto na mastopexia o médico não muda o tamanho dos seios e nem o formato, podendo inclusive colocar prótese mamária para dar mais volume às mamas.

Leia também: Mastopexia: quando é indicada, como é feita e recuperação tuasaude.com/mastopexia

Como é a recuperação

Após a cirurgia, a pessoa pode sentir alguma dor. Por isso, é importante usar um sutiã com bom suporte, tanto de dia quanto de noite, deitar de costas e tomar os analgésicos prescritos pelo médico, como paracetamol ou opioides.

Geralmente, os pontos são removidos entre 8 e 15 dias após a cirurgia. Durante esse período, a pessoa deve repousar, evitando movimentos excessivos dos braços e do tronco.

Em alguns casos, pode ser necessário o uso de um dreno por cerca de 1 a 2 dias, para retirar qualquer excesso de sangue e fluido que podem se acumular no corpo, evitando complicações como infecção ou seroma.

Nas primeiras 4 a 6 semanas após a cirurgia, é aconselhável evitar exercícios físicos intensos, especialmente aqueles que envolvam movimentos dos braços, como levantamento de peso ou musculação.

Leia também: 6 dicas para recuperar mais rápido da cirurgia (e quando ir ao médico) tuasaude.com/cuidados-gerais-depois-de-qualquer-cirurgia

Possíveis complicações

A mamoplastia redutora é uma cirurgia segura, mas, como qualquer procedimento, pode apresentar complicações como sangramento, hematomas, infecção ou acúmulo de líquido.

Problemas com cicatrizes, alterações na sensibilidade do mamilo ou pequenas diferenças no formato da mama também podem ocorrer, e até mesmo dificuldades na amamentação em alguns casos.

O risco de complicações é maior em pessoas fumantes e com obesidade.



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quarta-feira, 22 de abril de 2026

3º trimestre de gravidez: sintomas, cuidados e exames

O 3º trimestre de gravidez, corresponde do 7º ao 9º mês e às semanas 28 a 41 da gestação, é marcado pelo rápido crescimento do cérebro do bebê, o que permite reagir à dor, tato, som e luz, fazendo com que se mexa mais.

Durante o terceiro trimestre, algumas mulheres podem apresentar prisão de ventre ou excesso de gases intestinais. Além disso, ao final desse trimestre, a mulher deve estar atenta aos sinais do trabalho de parto.

Leia também: Fases do trabalho de parto (e o que fazer em cada uma) tuasaude.com/fases-do-trabalho-de-parto

Durante o 3º trimestre de gravidez, deve-se fazer pelo menos três consultas de pré-natal e os exames recomendados pelo obstetra, como ultrassom morfológico, perfil biofísico do bebê e medidas da pressão arterial, para avaliar a saúde da mulher e o desenvolvimento do bebê.

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Desenvolvimento do bebê

O desenvolvimento do bebê no 3º trimestre da gravidez é marcado por:

  • Amadurecimento dos órgãos e dos principais sistemas do corpo.
  • Rápido crescimento do cérebro, que permite comandar melhor os movimentos e controlar melhor o ritmo da respiração e da temperatura do corpo.
  • Paladar mais desenvolvido, sendo capaz de diferenciar entre os sabores doces e salgados;
  • Reação à dor, ao tato e à luz;
  • Ouvir melhor e reagir frequentemente aos sons, podendo mexer-se ou saltar quando ouvir um barulho forte, uma música ou a voz da mãe.

Neste trimestre da gravidez, é possível a mulher sentir os movimentos do bebê e se olhar para a barriga, pode algumas vezes conseguir distinguir o contorno de um cotovelo, um pé ou da cabeça. 

O terceiro trimestre da gestação, é a fase em que o bebê acumula mais gordura sobre a pele e ganha mais peso, sendo que ao final da gestação o seu peso é cerca de 4.1 Kg.

Além disso, na 40ª semana de gravidez, o bebê mede cerca de 53,3 centímetros medidos da cabeça aos pés.  

Mudanças no corpo da mulher

No terceiro trimestre da gravidez, a barriga continua crescendo com o desenvolvimento do bebê, e algumas mulheres podem apresentar coceira na barriga ou estrias.

Também é comum a mulher apresentar insônia ou dificuldade para dormir devido às alterações hormonais normais da gravidez e ao tamanho da barriga que pode dificultar encontrar uma posição confortável para dormir.

Sintomas do 3º trimestre de gravidez

No 3º trimestre da gestação a mulher pode ter alguns sintomas, como:

1. Prisão de ventre

Devido a pressão do útero sobre o intestino e diminuição dos movimentos intestinais, a mulher pode apresentar prisão de ventre e excesso de gases intestinais.

Como aliviar: deve-se manter o corpo hidratado, bebendo pelo menos 8 copos de água por dia e comer mais fibras na forma de grãos inteiros, frutas e vegetais frescos.

Praticar exercícios físicos regularmente recomendados pelo médico, também podem ajudar a melhorar o trânsito intestinal e aliviar esse desconforto.

Leia também: Prisão de ventre na gravidez: sintomas e como tratar tuasaude.com/prisao-de-ventre-na-gravidez

2. Hemorroidas

A hemorroida na gravidez pode surgir devido as alterações hormonais da gestação que promovem uma dilatação dos vasos sanguíneos.

Além disso, o peso do útero pode comprimir os vasos sanguíneos da região anal, favorecendo o desenvolvimento da hemorroida.

Como aliviar: fazer banho de assento com água morna, utilizar lenços umedecidos sem perfume ou lavar a região anal após defecar, podem ajudar a aliviar o desconforto da hemorroida.

Além disso, não permanecer sentada ou em pé por muito tempo, podem ajudar a diminuir a pressão que a barriga faz sobre o reto e evitar o desenvolvimento da hemorroida. Veja mais dicas de como tratar hemorroida na gravidez.

3. Falta de ar

A falta de ar é mais comum no final da gravidez e ocorre devido ao aumento do útero que pode causar compressão nos pulmões que não conseguem se expandir como antes da gestação, dificultando a respiração.

Esse sintoma é considerado normal e não afeta a oxigenação do bebê pois durante toda a gestação o corpo da mulher sofre adaptações para fornecer o oxigênio para o bebê. Confira todas as mudanças no corpo da mulher semana a semana no terceiro trimestre da gravidez.

Como aliviar: evitar fazer esforços excessivos e procurar uma posição confortável, como sentar e colocar as pernas para cima para relaxar.

No entanto, se surgir intensa falta de ar, dificuldade para respirar, respiração rápida ou ofegante, dor no peito, lábios ou dedos azulados ou dormência nas mãos ou nos pés, deve-se procurar o pronto socorro mais próximo.

4. Corrimento vaginal

O corrimento vaginal no final do 3º trimestre de gravidez, corresponde a saída do tampão mucoso, sendo um sinal de que o corpo está se preparando para o trabalho de parto. Saiba identificar os sinais de trabalho de parto.

No entanto, isso não indica necessariamente que o parto está chegando, podendo demorar horas, dias ou até 3 semanas para ocorrer, mas deve-se sempre comunicar ao médico quando apresentar esse tipo de corrimento vaginal.

Como aliviar: a saída do tampão mucoso é normal no final da gravidez indicando que o parto está próximo. 

No entanto, caso do sangramento ser intenso, a mulher apresentar contrações frequentes e regulares, rompimento da bolsa amniótica, ou diminuição ou ausência de movimentos fetais, deve-se ir ao hospital mais próximo.

Leia também: 17 desconfortos na gravidez (e quando ir ao médico) tuasaude.com/desconfortos-na-gravidez

Cuidados no 3º trimestre de gravidez

No terceiro trimestre da gravidez, deve-se continuar seguindo todas as recomendações do obstetra, realizar as consultas pré-natais, e continuar tomando o ácido fólico ou suplementos.

Deve-se também fazer atividades físicas recomendados pelo obstetra, pois permitem controlar melhor o peso, melhorar a qualidade do sono e fortalecer a musculatura. 

Além disso, deve-se beber pelo menos 8 copos de água por dia e fazer uma alimentação nutritiva e balanceada, para garantir o fornecimento de nutrientes essenciais para o desenvolvimento do bebê. Veja como deve ser a alimentação na gravidez.

Durante toda a gravidez, também é importante evitar o uso de remédios por conta própria, o consumo de bebidas alcoólicas, cigarro ou drogas de abuso, pois podem prejudicar o desenvolvimento do bebê.

Sinais de alerta para ir ao médico

Deve-se comunicar ao obstetra imediatamente quando as contrações se iniciam e ir para a maternidade ou hospital.

Além disso, quando a bolsa rompe é esperado que as contrações uterinas que marcam o início do trabalho de parto surjam em pouco tempo, ocorrendo geralmente cerca de 5 horas após a ruptura da bolsa.

No entanto, as contrações podem demorar até 48 horas para aparecer, todavia, é aconselhado ir para a maternidade após 6 horas do rompimento da bolsa porque este rompimento permite a entrada de microrganismos no útero aumentando o risco de infecções na mulher e no bebê.

Principais exames do 3º trimestre 

No 3º trimestre da gestação, deve-se fazer pelo menos três consultas pré-natais e o acompanhamento com o obstetra é feito por meio de exames para verificar o desenvolvimento do bebê e para se certificar de que não haverá problemas durante o parto. 

Além disso, a partir da 36ª semana da gestação, as consultas pré-natais devem ocorrer com maior frequência, pelo menos 1 vez por semana até o nascimento do bebê.

Os principais exames realizados pelo obstetra no 3º trimestre de gravidez incluem:

1. Pressão arterial

A avaliação da pressão arterial é muito importante nas consultas de pré-natal pois permite monitorar alterações na pressão sanguínea, evitando o surgimento de pré-eclâmpsia, que pode resultar em parto prematuro. 

Geralmente, quando a pressão está elevada a gestante deve fazer alterações na sua alimentação e praticar exercício físico regularmente.

Porém, se isso não for suficiente, o médico pode aconselhar o uso de alguns medicamentos. Entenda melhor o que é a pré-eclâmpsia e como é feito o tratamento.

2. Exames laboratoriais

Alguns exames laboratoriais podem ser solicitados pelo obstetra como hemograma completo com plaquetas para avaliar a coagulação do sangue, além de avaliar a quantidade de hemácias, hemoglobinas, leucócitos e plaquetas da mulher e, assim, verificar se está ou não com anemia.

Além disso, poderá indicar a realização de outros exames como ureia, creatinina e ácido úrico, enzimas hepáticas, eletrocardiograma e MAPA para algumas grávidas.

Também podem ser prescritos exames de urina ou de avaliação do corrimento vaginal e do colo do útero, para identificar outras infecções sexualmente transmissíveis, como a gonorreia e a clamídia. Veja as ISTs mais comuns na gravidez.

3. Ultrassom fetal

O ultrassom fetal permite acompanhar o crescimento e desenvolvimento do bebê e estimar o tamanho, peso e as medidas da cabeça, abdômen e fêmur do feto.

Além disso, permite avaliar a quantidade de líquido amniótico no útero e perceber se existe algum problema com a placenta.

Este exame também ajuda a prever com maior precisão a data provável do parto.

O ultrassom fetal pode ser repetido regularmente durante a gravidez, especialmente se existir alguma situação especial, como gravidez múltipla ou sangramento vaginal em algum momento da gestação.

4. Ultrassom morfológico

O ultrassom morfológico do terceiro trimestre, pode ser indicado pelo obstetra, para ser feito da 28ª a 32ª semana da gestação, para avaliar possíveis anormalidades no feto, como doenças genéticas ou malformações. 

Esse tipo de ultrassom permite imagens mais detalhadas do bebê e uma melhor avaliação física do feto.

Leia também: Ultrassom morfológico: o que é, para que serve e quando fazer tuasaude.com/ultrassom-morfologico

5. Pesquisa da bactéria Streptococcus B

A pesquisa da bactéria Streptococcus B, normalmente é feita entre as 35 e 37 semanas de gravidez, através da coleta de secreções da região genital da mulher com um cotonete.

Esse exame é importante pois quando essa bactéria entra em contato com o bebê durante o parto, pode causar infecções graves como meningite, pneumonia ou até uma infecção de todo o corpo.

Caso o resultado seja positivo, normalmente a grávida precisa fazer antibióticos durante o parto para diminuir o risco de passar a bactéria para o bebê.

6. Perfil biofísico do bebê

Na 28ª semana, que é o início do terceiro trimestre da gestação, o médico pode solicitar o perfil biofísico fetal, que é um exame que permite avaliar os movimentos do bebê, e a quantidade de líquido amniótico no útero. 

Leia também: Perfil biofísico fetal: o que é, para que serve e como é feito tuasaude.com/perfil-biofisico-fetal

No caso de algum destes valores estiver alterado, pode significar que o bebê está passando por algum problema e pode ser preciso fazer um parto precoce.

7. Batimento cardíaco fetal

O monitoramento do batimento cardíaco fetal permite avaliar o ritmo cardíaco do bebê dentro do útero e ajuda a identificar se existe algum problema com o seu desenvolvimento.

Este tipo de monitoramento também é feito durante o parto para garantir que tudo está correndo bem, e também pode ser feito várias vezes após a 20ª semana de gestação.

8. Cardiotocografia

A cardiotocografia é feita para avaliar os batimentos cardíacos e os movimentos do bebê e, para isso, o médico coloca um sensor na barriga da mãe que capta todos os sons.

Este exame demora entre 20 a 30 minutos e pode ser feito várias vezes após as 32 semanas, sendo indicado fazer 1 vez por mês em casos de gravidez de risco.

9. Teste de estresse 

O teste de estresse avalia os batimentos cardíacos do bebê enquanto acontece uma contração.

Essa contração geralmente é provocada pelo médico através da injeção de ocitocina diretamente no sangue. Entenda melhor o que é o teste de estresse e como é feito.

Este exame ajuda também a avaliar a saúde da placenta, já que durante uma contração a placenta deve ser capaz de manter o fluxo de sangue correto, mantendo o ritmo cardíaco do bebê.

Caso isso não aconteça, o batimento do bebê diminui, e, por isso, o bebê pode não aguentar o estresse do trabalho de parto, podendo ser necessário fazer uma cesárea. 

Leia também: Cesárea: passo a passo, quando é indicada e possíveis complicações tuasaude.com/como-e-uma-cesarea

10. Fibronectina fetal

O exame de fibronectina fetal tem como objetivo verificar se há risco de parto prematuro, e deve ser feito até a 36ª semana de gestação através da coleta de secreção vaginal e do colo do útero.

Para que seja realizado o exame é recomendado que a mulher não apresente sangramento genital e nem tenha tido relações sexuais 24 horas antes do exame.

Quando o bebê vai nascer

Ao final do terceiro trimestre, o bebê está completamente formado e pronto para nascer a partir das 37 semanas de gestação, mas a mulher e o médico poderão aguardar até às 40 semanas de gestação, para esperar pelo parto normal.

No entanto, se chegar às 41 semanas, o médico pode decidir fazer a indução do parto para ajudar no nascimento, ou indicar a realização de uma cesariana. 

Leia também: 8 situações em que a cesárea é recomendada (e quando fazer) tuasaude.com/6-boas-razoes-para-fazer-uma-cesarea

Como se preparar para o parto

Tanto a mulher que deseja uma cesariana, quanto a que deseja um parto normal, devem se preparar para o nascimento do bebê com antecedência.

Os exercícios de kegel são importantes para fortalecer a musculatura do interior da vagina, facilitando a saída do bebê e evitando a perda de urina de forma involuntária depois do parto. Saiba como fazer os exercícios de Kegel.

Existem aulas de preparação para o parto disponíveis em alguns postos de saúde e também na rede particular, sendo muito úteis para esclarecer as dúvidas sobre o nascimento e sobre como cuidar do recém-nascido.

Últimos preparativos 

Nessa fase, o quarto ou o lugar onde o bebê vai dormir deve estar pronto, e a partir das 30ª semana, é recomendado que a mala da maternidade também esteja arrumada, ainda que possa sofrer algumas alterações até o dia de ir para o hospital. 

Leia também: O que levar para a maternidade (para a mãe e bebê) tuasaude.com/enxoval-da-mamae-no-hospital

Se ainda não fez, poderá pensar no chá de bebê ou num chá de fraldas, já que o bebê irá usar em média 7 fraldas por dia, nos próximos meses.

Saiba exatamente quantas fraldas deve ter em casa, e quais os tamanhos ideais, usando essa calculadora:

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