sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Sapato do bebê e da criança: como escolher, tipos e tamanho

Nos primeiros meses, o bebê pode usar sapatos de lã ou tecido. No entanto, quando começa a caminhar, entre os 10 e 18 meses, é interessante investir em um sapato de qualidade que protejam seus pés e que dê segurança para os primeiros passos sem causar danos ou deformações.

Usar sapatos pouco apropriados pode ser mais econômico no primeiro momento, mas isso pode acabar prejudicando o desenvolvimento motor do bebê, assim como prejudicar o desenvolvimento de todas as curvaturas do pé, favorecendo o aparecimento de pé chato ou causar bolhas e calos

Por isso, a escolha do sapato de acordo com a idade e etapa do desenvolvimento do bebê é importante para o seu crescimento adequado e para a prevenção de problemas de coluna, postura e pés, sendo recomendado que o pediatra seja consultado em caso de dúvidas ou presença de sintomas que indiquem alteração na caminhada do bebê.

Imagem ilustrativa número 3

Tipos de sapatos para bebês e crianças

A criança e o bebê necessitam de um sapato especial ao longo do seu desenvolvimento, pois os seus pés não estão completamente formados e estão em constante crescimento.

O tipo de sapato deve estar adequado a cada uma das etapas do desenvolvimento:

Idade entre 0 a 6 meses

Nessa etapa de desenvolvimento, os sapatos não são necessários, já que o bebê não começou a caminhar, podendo o bebê usar meias sem costura. No entanto, tanto a meia quanto o sapato devem ter como objetivo proteger os pés do frio, pancadas e umidade.

Os sapatos para essa idade devem ser:

  • De material flexível;
  • Com fecho de velcro;
  • Interior macio e sem costuras;
  • Com sola de tecido, liso e macio.

O sapato para criança de 0 a 6 meses deve ter uma ponta redonda ou quadrada e não deve ser muito apertado. Além disso, a parte de trás deve ser flexível e macia e ter uma elevação.

Idade entre 6 a 18 meses

Os sapatos para esta idade continuam sendo opcionais, no entanto o seu uso é recomendado para proteger os pés do bebê dos diferentes tipos de solo. As características dos sapatos seguem sendo as mesmas que na idade mencionada anteriormente, levando em consideração que a parte traseira pode ser alta e sempre tendo atenção à maciez e flexibilidade dessa parte.

Idade entre 1 ano e meio a 3 anos

Nesta idade, o bebê já caminha com os dois pés e, por isso, é necessário mudar os sapatos, que devem:

  • Ter ponta redonda ou quadrada com um reforço para proteger os dedos;
  • Serem macio e flexível;
  • Ter solado plano e, caso tenha alguma altura, esta deve ter entre 3 a 5 mm;
  • Não ter costuras internas.

A parte do sapato onde ele é preso, deve ser no peito do pé. Além disso, o material deve permitir a transpiração do pé para evitar a umidade.

Idade entre 4 e 7 anos

As crianças entre 4 a 7 anos tendem a brincar mais, correndo e saltando com maior frequência, por exemplo. Por isso, o sapato deve ter uma sola flexível de 5 a 10 mm de espessura e que proporcione o amortecimento, além de que a altura deve ter entre 5 e 10 mm. O tipo de fechamento recomendado é do tipo velcro, para que seja mais fácil da criança tirar e colocar.

É importante que caso seja notado algum sinal de dor, mudança na forma de caminhar ou alterações no pé, o pediatra seja informado, pois assim é possível que seja indicado um calçado mais adequado à idade.

Como saber o tamanho do sapato

Para saber o número que a criança calça, é necessário medir o tamanho da sola do pé utilizando uma régua ou um medidor especial que normalmente está presente em lojas de calçados, em que é possível retirar o gabarito presente nos sapatos e comparar com o pé da criança.

A ideia é que a palmilha seja pelo menos 1 dedo maior que o pé, para que fique confortável. Essa margem de tamanho é fundamental para garantir que o pé fique confortável e para permitir o movimento natural dos dedos durante a caminhada, evitando qualquer tipo de pressão ou deformidade a longo prazo.

Tabela com o tamanho do sapato para crianças de 0 meses a 5 anos

A tabela a seguir mostra o possível tamanho do pê do bebê e da criança, levando em consideração o pé em centímetros e a idade da criança:

Tamanho do pé (em centímetros) Número do sapato (BR) Número do sapato (U.S) Número do sapato (U.E) Idade da criança
7,9 - 8,3 cm 13 0 - 0,5 15 - 16 0 a 1 mês e meio
8,9 - 9,2 cm 13 - 14 1 - 1,5 16 - 17 1 mês e meio a 3 meses
9,5 - 10,2 cm 14 - 16 2 - 2,5 17 -18 3 a 6 meses
10,5 - 10,8 cm 15 - 18 3 - 3,5 18 - 19 6 a 9 meses
11,4- 11,7 cm 17 - 19 4 - 4,5 19 - 20 9 a 12 meses
12,1 - 12,7 - 13 cm 18 - 22 5 - 5,5 20 - 21 -22 12 a 18 meses
13,3 - 14 cm 20 - 22 6,5 - 7 22 - 23 18 a 24 meses
14,3 - 14,6 cm 21 - 25 7,5 - 8 24 - 24 24 a 30 meses
15,2 - 15,6 -15,9 cm 22 - 27 8,5 - 9 - 9,5 25 - 25 -26 30 meses até 4 anos
16,5 - 16,8 - 17,1 cm 26 - 27 10 - 10,5 - 11 27 - 27 -28 4 anos
17,8 - 18,1 - 18,4 cm 27 11,5 - 12 - 12,5 29 - 30 - 30 5 anos

Tabela com o tamanho do sapato para crianças entre 6 e 10 anos

A partir dos 6 anos, o tamanho do pé varia de acordo com a velocidade de crescimento da criança. A tabela abaixo indica o número de sapato de acordo com o tamanho do pé em centímetros:

Tamanho do pé (em centímetros) Número do sapato (BR) Número do sapato (U.S) Número do sapato (U.E)
19,1 28 13 31
19,4 28 13,5 31
19,7 29 1 32
20,3 30 1,5 33
20,6 30 2 33
21 31 2,5 34
21,6 31 3 34
21,9 32 3,5 35
22,2 32 4 36
22,9 33 - 34 4,5 36
23,2 34 - 35 5

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O tamanho do sapatos podem variar de acordo com o fabricante e, por isso, algumas lojas utilizam um medidor para verificar o tamanho mais adequado do calçado para a criança.

Os sapatos são realmente necessários quando o bebê começa a caminhar, sendo recomendado trocar a cada 2 a 3 meses, devendo ser substituído por um calçado de número maior, porém não tão grande, já que há risco de que o bebê caia.

Quando trocar o sapato da criança

O pé da criança e do bebê estão em constante crescimento e, por isso, é importante que o tamanho do calçado seja adequado ao seu crescimento, devendo mudar regularmente para evitar complicações que possam alterar a forma de caminhar, a postura e a coluna.

Por isso, a troca de calçado deve acontecer de acordo com a idade da criança:

  • De 0 a 18 meses: troca a cada 2 meses;
  • De 18 meses a 3 anos: troca a cada 3 ou 4 meses;
  • De 3 a 6 anos: troca a cada 4 ou 6 meses;
  • De 6 a 9 anos: troca a cada 6 meses ou de acordo com o ritmo de crescimento da criança.

É importante observar com frequência o calçado e os pés da criança para avaliar o desgaste dos sapatos e se existem sinais nos pés que indiquem que o calçado está causando dor ou irritação, por exemplo, sendo necessário trocar o sapato.

Cuidados ao escolher o sapato da criança

Para comprar o sapato da criança, os pais devem observar se o calçado é cômodo, verificando se ao colocar o sapato fechado e como meia, fica sobrando 1 a 2 cm na frente do dedão do pé. Outro cuidado é verificar a qualidade do tecido, já que as crianças correm, saltam e arrastam os pés no solo e, por isso, o tecido deve ser resistente e de alta duração.

Uma das características mais importantes do sapato da criança é que a palmilha tenha uma curva para cima para auxiliar na formação do arco do pé da criança.

Todos os bebês possuem o pé chato desde o nascimento e por volta dos 3 ou 4 anos, o arco do pé vai se formando e, por isso, escolher um sapato ou sandália semi-ortopédica é uma excelente estratégia para evitar que a criança tenha pé plano e necessite de tratamento.

Os sapatos e tênis de velcro ajudam as crianças a se calçarem sozinhos e não desamarrarem acidentalmente, evitando quedas. Se a palmilha do calçado tiver amortecimento, melhor, pois assim é possível garantir todo o conforto para a criança. Ter esses cuidados evita a formação de bolhas e garante o bom desenvolvimento do pé do bebê.



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Flexibilidade: o que é, benefícios (e como alcançar)

A flexibilidade é a capacidade dos músculos e tecidos de se alongarem, permitindo que o corpo realize movimentos com maior amplitude. Com o passar do tempo, principalmente com o envelhecimento, essa capacidade tende a diminuir.

Manter uma boa flexibilidade ajuda a melhorar a postura, reduzir tensões musculares e facilitar tarefas do dia a dia, como pegar algo no chão ou alcançar um objeto, trazendo mais conforto e bem-estar.

Exercícios e atividades que contribuem para a flexibilidade incluem principalmente yoga, pilates, e movimentos de alongamentos, que podem ser feitos antes ou depois dos treinos para manter o corpo mais ágil e funcional.

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Benefícios da flexibilidade

Alguns benefícios da flexibilidade para a saúde são:

1. Melhorar a amplitude de movimento

A flexibilidade permite que os músculos se movimentem com maior amplitude, ou seja, que o corpo consiga dobrar, esticar e girar sem dificuldade ou dor. Isso facilita movimentos do dia a dia, como agachar, alcançar objetos altos ou caminhar.

Também melhora o desempenho em atividades físicas, pois músculos e articulações conseguem trabalhar de forma mais eficiente e coordenada.

2. Reduzir a rigidez muscular

Alongar os músculos regularmente ajuda a diminuir a sensação de rigidez e desconforto, principalmente após longos períodos parado ou sentado, como no trabalho ou em viagens.

3. Contribuir para a postura

Aumentar a flexibilidade também pode melhorar a postura, já que ajuda a alongar os músculos das costas, ombros e quadris e contribui para o alinhamento da coluna.

Com isso, reduz sobrecargas na coluna, facilita a manutenção de uma posição equilibrada e previne dores posturais no dia a dia.

4. Prevenir dores e lesões

Quando os músculos estão mais flexíveis, os movimentos do corpo tendem a ocorrer de forma mais suave e natural. Isso ajuda a reduzir o esforço durante as atividades diárias e exercícios físicos, contribuindo para a prevenção de dores e lesões.

5. Preservar a independência no envelhecimento

Manter a flexibilidade ao envelhecer é fundamental para melhorar o equilíbrio, permitindo que os idosos realizem tarefas cotidianas com mais independência e segurança.

Em pessoas idosas, a redução da flexibilidade está associada à dificuldade para se movimentar e a um maior risco de quedas.

Alongamento e flexibilidade

A flexibilidade refere-se à capacidade do corpo de movimentar músculos e tecidos com amplitude adequada. Já o alongamento é uma prática que contribui para o desenvolvimento da flexibilidade. 

Dessa forma, o alongamento funciona como um recurso para manter ou aumentar a flexibilidade do corpo. Veja os benefícios dos alongamentos.

Mobilidade e flexibilidade

A flexibilidade está relacionada principalmente à capacidade dos músculos e tecidos de se alongarem. 

Já a mobilidade envolve não apenas os músculos, mas também as articulações, tendões e ligamentos, pois depende da combinação de amplitude, controle e estabilidade para que os movimentos ocorram.

Leia também: 10 melhores exercícios de mobilidade (e como fazer) tuasaude.com/exercicios-de-mobilidade

Testes de flexibilidade

Alguns testes podem ajudar a avaliar a flexibilidade do corpo, como:

  • Teste de sentar e alcançar: feito sentado no chão com as pernas esticadas, a pessoa tenta alcançar os pés ou ultrapassar os dedos com as mãos, avaliando a flexibilidade da lombar e da parte posterior das pernas;
  • Teste de flexibilidade de ombros: consiste em levar uma mão atrás das costas pelo ombro e a outra mão por baixo, tentando que os dedos se encontrem, verificando a mobilidade dos ombros;
  • Teste de extensão de tronco: realizado deitado de barriga para baixo, a pessoa levanta o tronco mantendo o quadril no chão, medindo a flexibilidade da coluna;
  • Teste de elevação da perna estendida: feito deitado de costas, uma perna é levantada mantendo-a esticada, avaliando a flexibilidade dos músculos posteriores da coxa.

Esses testes fazem parte de uma avaliação chamada FlexTest, que mede a flexibilidade do corpo de forma prática, ajudando a identificar limitações e acompanhar melhorias com a prática regular de exercícios.

O FlexTest pode incluir outros movimentos para avaliar diferentes grupos musculares, sendo indicado que a avaliação seja realizada pelo profissional de educação física ou fisioterapia, que poderá interpretar os resultados corretamente.

Perda de flexibilidade

A flexibilidade tende a diminuir com o tempo devido a fatores como o excesso de horas sentado, a falta de alongamento ou atividades físicas regulares e o envelhecimento natural.

Além disso, lesões, rigidez muscular e desequilíbrios posturais também contribuem para essa perda, tornando os movimentos do dia a dia mais difíceis e aumentando o risco de dores e desconfortos.

No entanto, a perda de flexibilidade não precisa ser definitiva. Com exercícios simples, é possível recuperar movimentos, melhorar a saúde e favorecer uma vida mais ativa e longa, especialmente na terceira idade.

Como alcançar a flexibilidade

Para melhorar a flexibilidade, é recomendado manter uma rotina regular de exercícios e atividades que podem incluir:

1. Alongamentos

Os tipos mais comuns de alongamentos são: 

  • Alongamento estático, consiste em manter uma posição alongada por cerca de 30 segundos, realizando de 3 a 4 repetições por músculo. Deve-se evitar movimentos bruscos ou alongar até sentir dor intensa;
  • Alongamento dinâmico, é a realização de movimentos controlados e repetitivos, que ajudam a ativar os músculos. 

Alguns movimentos de alongamento dinâmico incluem balanços de pernas, rotações de braços e agachamentos com amplitude completa, realizados antes de atividades físicas ou esportes.

Já o alongamento estático é indicado realizar em momentos de relaxamento, após o aquecimento leve ou após atividades aeróbicas. Veja alguns exercícios de alongamentos.

Entretanto, o alongamento estático não é recomendado imediatamente antes ou logo após exercícios de força, como a musculação, pois pode reduzir temporariamente a potência muscular. 

Além disso, deve-se ter cuidado ao alongar músculos lesionados ou sobrecarregados, para evitar agravar a lesão ou causar desconforto adicional.

O ideal é alongar-se pelo menos 2 a 3 vezes por semana, respeitando os limites do corpo.

2. Cuidados diários

Alguns cuidados diários para pessoas que passam longos períodos sentadas, seja no trabalho ou nos estudos, incluem pausas ativas ao longo do dia, levantando-se, alongando braços, ombros, coluna e pernas por alguns minutos.

Alongamentos simples, como flexão lateral do tronco, extensão da coluna, rotação de ombros e elevação de pernas esticadas, ajudam a aliviar a tensão acumulada.

Além disso, pequenos cuidados como ajustar a altura da cadeira, apoiar corretamente os pés no chão e alternar posições, contribuem para manter a flexibilidade e o bem-estar ao longo do dia. Veja como manter uma boa postura sentado.

3. Yoga e Pilates

Atividades como yoga e pilates são excelentes para melhorar a flexibilidade, pois combinam alongamentos com fortalecimento muscular, controle corporal e respiração. 

Durante as aulas, os movimentos trabalham diferentes grupos musculares de forma contínua, ajudando a aumentar a amplitude de movimento, melhorar a postura e reduzir tensões. Conheça alguns exercícios da yoga.

Além disso, essas práticas promovem consciência corporal, equilíbrio e relaxamento, tornando o corpo mais ágil e os movimentos mais fluidos no dia a dia.

4. Treino de força com amplitude

O treino de força com amplitude completa envolve realizar exercícios como agachamentos, supino ou elevações de braços, executando o movimento com a amplitude adequada.

Essa prática não só fortalece os músculos e articulações, mas também ajuda a manter ou aumentar a flexibilidade, pois os músculos trabalham ao longo de toda a sua amplitude.

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Transferrina: o que é, para que serve e porque está alta ou baixa

A transferrina é uma proteína principalmente produzida pelo fígado e que tem como principal função transportar o ferro para a medula, baço, fígado e músculos, mantendo o bom funcionamento do organismo.

A avaliação da transferrina é normalmente indicada para confirmar e diferenciar as anemias, sendo a sua dosagem normalmente indicada juntamente com a dosagem de ferro e ferritina.

A avaliação da concentração de transferrina no sangue deve ser feita em jejum de 8 a 12 horas, dependendo da orientação do médico e do laboratório.

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Para que serve

A dosagem de transferrina normalmente é solicitada pelo médico para fazer o diagnóstico diferencial das anemias microcíticas, que são aquelas caracterizadas pela presença de hemácias menores do que o normal. Dessa forma, além da transferrina, o médico solicita a dosagem de ferro sérico e da ferritina. Saiba mais sobre a ferritina.

Além desses exames, pode ser solicitada a realização da eletroforese de hemoglobina com o objetivo de identificar o tipo de hemoglobina do paciente e, assim, confirmar o diagnóstico de talassemia, por exemplo. Conheça mais sobre a eletroforese de hemoglobina.

É importante que o resultado dos exames seja interpretado pelo médico, pois além da concentração de ferro, transferrina e ferritina, é preciso analisar outros exames para que seja possível verificar o quadro clínico geral do paciente.

O que é Índice de Saturação da Transferrina

O Índice de Saturação da Transferrina corresponde ao percentual de transferrina que está ocupado pelo ferro. Em condições normais, 20 a 50% dos locais de ligação de ligação da transferrina está ocupado com o ferro. Entenda melhor o que é o Índice de Saturação de Transferrina e o resultado.

Valores de referência

Os valores normais da transferrina no sangue são:

  • Homens: 215 - 365 mg/dL;
  • Mulheres: 250 - 380 mg/dL.

Os valores de referência podem variar de acordo com o laboratório, sendo importante avaliar o resultado conforme os valores apresentados no laudo do exame.

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O que significa transferrina alta

A transferrina alta normalmente é percebida na anemia por falta de ferro, conhecida por anemia ferropriva, na gravidez e no tratamento com reposição hormonal, principalmente estrogênio.

O que significa transferrina baixa

As principais situações em que a transferrina está baixa são:

  • Talassemia;
  • Anemia sideroblástica;
  • Inflamações;
  • Situações em que há a perda de proteínas, como infecções crônicas e queimaduras, por exemplo;
  • Doenças hepáticas e renais;
  • Neoplasias;
  • Nefrose;
  • Desnutrição.

Além disso, a concentração de transferrina no sangue também pode estar diminuída na anemia da doença crônica, que é um tipo de anemia que normalmente acontece em pessoas hospitalizadas e que têm doenças infecciosas crônicas, inflamações ou neoplasias.

Leia também: Transferrina baixa: o que significa (e o que fazer) tuasaude.com/transferrina-baixa

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quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Prednisolona: para que serve, como tomar (e efeitos colaterais)

Prednisolona é um corticoide indicado para o tratamento de reumatismo, alterações hormonais, colagenoses, infecções, alergias e problemas na pele e nos olhos, além de também poder ser usado no tratamento do câncer.

Este medicamento está disponível na forma de comprimidos, suspensão oral ou gotas e pode ser comprado em farmácias, mediante a apresentação de receita médica.

Leia também: Corticoide: o que é, para que serve, tipos e efeitos colaterais tuasaude.com/corticoides

O uso da prednisolona deve ser sempre feito de acordo com a recomendação do médico, pois o uso prolongado e indevido deste medicamento pode levar ao aparecimento de efeitos colaterais, como aumento do colesterol e triglicerídeos, por exemplo.

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Para que serve

A prednisolona é indicada para:

  • Insuficiência adrenal;
  • Artrite reumatoide, artrite gotosa aguda ou osteoartrite pós-traumática;
  • Bursite, tenossinovite, sinovites osteoartríticas ou epicondilites;
  • Lúpus eritematoso sistêmico ou cardite reumática aguda;
  • Pênfigo, dermatites de contato e atópica ou psoríase grave;
  • Rinite alérgica ou asma brônquica;
  • Tuberculose ou pneumonite por aspiração;

Além disso, a prednisolona pode ser indicada para espondilite anquilosante, herpes zoster oftálmico, úlcera na córnea, uveíte, ceratite, púrpura trombocitopênica idiopática ou trombocitopenia secundária em adultos.

Leia também: Prednisolona para que serve (e como tomar) tuasaude.com/prednisolona-para-que-serve

A prednisolona também pode ser indicada para reações alérgica a medicamentos, tratamento do paliativo de leucemias e linfomas, ou para exacerbações agudas da esclerose múltipla.

Como tomar 

A posologia de prednisolona varia muito em função do peso, idade, doença a tratar e forma farmacêutica e deve ser sempre determinada pelo médico. 

1. Comprimidos de 5 ou 20 mg

Os comprimidos de prednisolona de 5 mg ou 20 mg podem ser usados por adultos ou crianças, sendo que a dose normalmente recomendada é:

  • Adultos: a dose inicial varia de 5 mg a 60 mg, por dia, o equivalente a 1 comprimido de 5 mg ou 3 comprimidos de 20 mg. 
  • Crianças: a dose inicial varia de 5 mg a 20 mg, por dia, o equivalente a 1 comprimido de 5 mg ou 1 comprimido de 20 mg. 

A dose deve ser reduzida gradualmente pelo médico quando a prednisolona for administrado por mais do que alguns dias. 

Os comprimidos devem ser engolidos inteiros, juntamente com um copo de água, sem partir ou mastigar. 

2. Xarope de 3 mg/mL ou 1 mg/mL

O xarope de fosfato sódico de prednisolona de 3 mg/mL ou 1 mg/mL pode ser usado por bebês, crianças ou adultos, de acordo com a recomendação médica.

A posologia do xarope de prednisolona é:

  • Adultos: a dose recomendada varia de 5 a 60 mg por dia;
  • Bebês e crianças: a dose recomendada varia de 0,14 a 2 mg por cada 1 kg de peso da criança, por dia, dividida em 3 a 4 administrações diárias.

O volume a medir depende da concentração da solução oral, já que existem duas apresentações diferentes, devendo-se usar a seringa dosadora fornecida na embalagem. 

A dose deve ser reduzida gradualmente pelo médico quando o medicamento for administrado por mais do que alguns dias. 

3. Solução em gotas de 11 mg/mL

A solução em gotas de fosfato sódico de prednisolona 11 mg/mL pode ser usada por adultos ou crianças, sendo que cada gota equivale a 0,55 mg de prednisolona.

  • Adultos: a dose recomendada varia de 5 a 60 mg por dia, o equivalente a 9 gotas ou 109 gotas, por dia.
  • Crianças: a dose recomendada varia de 0,14 a 2 mg por cada 1 kg de peso da criança, administradas 1 a 4 vezes por dia.

A dose deve ser reduzida gradualmente pelo médico quando o medicamento for administrado por mais do que alguns dias. 

A dose recomendada e a duração do tratamento com a prednisolona devem ser indicadas pelo médico, pois estas dependem da condição a tratar, idade e resposta individual do paciente ao tratamento.

Possíveis efeitos colaterais 

Os efeitos colaterais mais comuns que podem ocorrer durante o tratamento com prednisolona são aumento do apetite, má digestão, úlcera péptica, pancreatite, esofagite ulcerativa, nervosismo, fadiga e insônia.

Além disso, podem ocorrer reações alérgicas, catarata, glaucoma, infecções secundárias por fungos ou vírus dos olhos, redução da tolerância aos carboidratos, diabetes mellitus e aumento das necessidades de insulina ou hipoglicemiantes orais em diabéticos.

O tratamento com doses elevadas de corticoides pode causar aumento acentuado dos triglicerídeos no sangue. 

Leia também: 12 efeitos colaterais dos corticoides (e o que fazer para aliviar) tuasaude.com/efeitos-colaterais-dos-corticoides

Quem não deve tomar

A prednisolona está contraindicada para pessoas com infecções fúngicas sistêmicas ou infecções não controladas e para pacientes com alergia à prednisolona ou a algum dos componentes da fórmula.

Além disso, este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas ou que estejam a amamentar, a não ser que seja recomendado pelo médico.

Qual a diferença entre a prednisolona e prednisona?

A prednisona é um profármaco da prednisolona, ou seja, a prednisona é uma substância inativa, que para se tornar ativa precisa de ser transformada no fígado em prednisolona, para exercer a sua ação.

Assim, se a pessoa ingerir prednisona ou prednisolona, a ação exercida pelo medicamento será a mesma, já que a prednisona é transformada e ativada, no fígado, em prednisolona.

Por esta razão, a prednisolona apresenta mais vantagens para pessoas com problemas de fígado, já que não precisa de ser transformada no fígado para exercer atividade no organismo.

Leia também: Prednisona: para que serve, posologia (e efeitos colaterais) tuasaude.com/prednisona

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Florais de Bach: o que são, como funcionam e como tomar (com tabela)

Os florais de Bach são uma terapêutica desenvolvida pelo Dr. Edward Bach baseada no uso de essências florais. Apresenta possíveis benefícios para o tratamento de condições de saúde como ansiedade, depressão ou problemas no sono. 

Embora seus efeitos não sejam comprovados, acredita-se que a terapia com os florais possa aliviar sentimentos negativos e restaurar o equilíbrio interior, favorecendo o processo de cura do organismo. Este tratamento é completamente natural, não tem contraindicações e utiliza ao todo 38 tipos diferentes de essências.

Os florais de Bach devem ser utilizados como complemento ao tratamento médico convencional e não devem substituir as orientações do médico, especialmente se estiverem sendo utilizados sem supervisão de um terapeuta floral.

Frascos de florais de Bach

Para que servem

Os florais de Bach apresentam possíveis benefícios para o tratamento de condições, como:

  • Ansiedade;
  • Depressão;
  • Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH);
  • Problemas do sono;
  • Dor.

No entanto, faltam estudos que comprovem os benefícios dos florais de Bach para saúde e, por isso, estes medicamentos normalmente não são indicados, nem devem substituir o tratamento indicado pelo médico. 

Florais de Bach servem para ansiedade?

É possível que os florais de Bach ajudem a controlar os  sintomas de ansiedade em algumas pessoas. No entanto, são necessários mais estudos para comprovar os seus benefícios no tratamento dessa condição.

Como funcionam os florais de Bach

Segundo o criador dos florais de Bach, Dr. Edward Bach, os sentimentos negativos estão envolvidos no desenvolvimento de problemas de saúde. Assim, emoções ruins, como medo ou insegurança, poderiam causar desequilíbrios internos e levar ao surgimento de doenças.

Os florais de Bach são baseados na crença de que a energia presente nas flores poderia ser difundida na água e utilizada para tratar problemas de saúde. Quando utilizada por uma pessoa doente, poderia melhorar a sua energia e favorecer o seu tratamento. É um princípio diferente da homeopatia ou medicina tradicional.

Leia também: Homeopatia: o que é, para que serve e como funciona tuasaude.com/entenda-o-que-e-e-como-funciona-a-homeopatia

O objetivo dos florais de Bach é restaurar o equilíbrio interno, aliviando os sentimentos negativos relacionados a problemas específicos. Por exemplo, quando alguém sente medo, deve trabalhar a coragem, já quem sente muito estresse, deve melhorar sua capacidade para relaxar.

Tabela de florais de Bach

A lista completa de florais de Bach inclui 38 essências que são divididas em 7 categorias, de acordo com a tabela abaixo:

Categoria Florais de Bach
Medo Mimulus, Cherry Plum, Aspen, Rock Rose, Red Chestnut
Insegurança Cerato, Gentian, Scleranthus, Gorse, Wild Oat, Hornbeam 
Perda de interesse Clematis, White Chestnut, Olive, Mustard, Wild Rose, Chestnut Bud, Honeysuckle
Solidão Heather, Water Violet, Impatiens
Hipersensibilidade Holly, Agrimony, Walnut, Centaury
Desesperança e desespero Star of Bethlehem, Sweet Chestnut, Crab Apple, Willow, Larch, Pine, Elm, Oak
Preocupação Rock Water, Chicory, Vervain, Vine, Beech 

Mesmo dentro da mesma categoria, cada floral tem sua indicação específica e, por isso, para escolher o melhor floral é sempre recomendado consultar um terapeuta floral, que irá avaliar a pessoa e tentar identificar as emoções que podem estar em desequilíbrio.

Assim, caso um problema tenha várias emoções na sua base, poderão ser utilizados mais que um ou dois florais no tratamento, geralmente até 6 ou 7, no máximo.

Como usar os florais corretamente

Existem 3 principais tipos de métodos para utilizar os florais de Bach:

1. Diluição num copo de água

Este método consiste em diluir 2 gotas de cada essência floral indicada pelo terapeuta num copo de água e, depois, ir bebendo ao longo do dia ou, pelo menos, 4 vezes ao dia. Caso não se beba o copo inteiro num dia, é possível guardar na geladeira para consumir no dia seguinte.

Este método é mais utilizado para tratamentos curtos.

2. Diluição num frasco conta-gotas

Colocar 2 gotas de cada floral de Bach indicado pelo terapeuta no interior de um conta gotas de 30 mL e, em seguida, preencher o restante espaço com água filtrada. Depois, deve-se beber 4 gotas da mistura, pelo menos, 4 vezes ao dia. O frasco conta-gotas pode ser guardado na geladeira até 3 semanas.

Este método é mais usado por quem precisa fazer um tratamento mais longo, pois ajuda a diminuir o desperdício da essência floral.

3. Colocar diretamente na língua

Este é o método que pode ser mais difícil para quem está começando a usar os florais, pois os florais não são diluídos, possuindo um sabor muito intenso. Neste método, as gotas do floral devem ser pingadas diretamente na língua, ou seja, 2 gotas, sempre que necessário.



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Calendário de vacinação do bebê 2026: do nascimento aos 4 anos

O calendário de vacinação do bebê 2026 inclui as vacinas que a criança deve tomar desde o nascimento até aos 4 anos, pois o sistema imunológico do bebê não está completamente desenvolvido ao nascer.

As vacinas ajudam a estimular a proteção do organismo, diminuindo o risco infecções graves e complicações, e ajudando no crescimento saudável e desenvolvimento adequado.

Leia também: Vacinas: para que servem, tipos e calendário de vacinação tuasaude.com/tudo-sobre-vacinas

As vacinas do calendário são recomendadas pelo Ministério da Saúde, sendo fornecidas gratuitamente na maternidade ou em um posto de saúde e são registradas na caderneta de vacinação do bebê. Veja os motivos para vacinar e ter a caderneta atualizada.

Imagem ilustrativa número 2

Vacinas que o bebê deve tomar

Conforme o calendário de vacinação de 2026 do Ministério da Saúde, as vacinas que o bebê deve tomar do nascimento até os 4 anos são:

Nascimento

Ao nascimento são recomendadas apenas 2 vacinas. A vacina BCG é administrada em dose única e evita as formas graves de tuberculose, sendo aplicada na maternidade em bebês com peso igual ou maior a 2 Kg.

É recomendada também a 1ª dose da vacina da Hepatite B, que protege contra uma doença causada pelo vírus HBV, que pode causar inflamação no fígado. A administração dessa vacina é recomendada nas primeiras 12 horas após o nascimento.

A vacina com o Nirsevimabe também é indicada pela Sociedade Brasileira de Imunizações a partir do nascimento do bebê até 8 meses, em especial se a mãe não tiver sido vacinada durante a gravidez. Essa vacina protege contra o vírus sincicial respiratório (VSR), que pode causar bronquiolite, pneumonia ou insuficiência respiratória, por exemplo.

2 meses

  • Vacina pentavalente (DTP / Hib / HB): 1ª dose, protegendo contra difteria, tétano, coqueluche, infecções causadas por Haemophilus influenzae B e hepatite B;
  • Vacina VIP (vírus inativado): 1ª dose da vacina que protege contra a poliomielite, ou paralisia infantil. Veja mais sobre a vacina contra a poliomielite;
  • Vacina rotavírus humano: 1ª dose, que deve ser aplicada entre 1 mês e 15 dias e 11 meses e 29 dias. Essa vacina protege contra a gastrenterite viral;

Além disso, também é recomendada a 1ª dose da vacina pneumocócica 10-valente, uma vacina da pneumonia que protege contra 10 sorotipos de pneumococos responsáveis por doenças como meningite, pneumonia e otite.

Leia também: Vacina da pneumonia: tipos, quando é indicada e contraindicações tuasaude.com/vacina-pneumonia

3 meses

Aos 3 meses, o Ministério da Saúde recomenda apenas a 1ª dose da vacina meningocócica C, que evita doenças como meningite, encefalite, meningoencefalite, causadas pela bactéria Neisseria meningitidis do tipo C.

4 meses

  • Vacina pentavalente (DTP / Hib / HB): 2ª dose, contra difteria, tétano, coqueluche, infecções causadas por Haemophilus influenzae B e hepatite B;
  • Vacina VIP (vírus inativado): 2ª dose da vacina que protege contra a poliomielite ou paralisia infantil;
  • Vacina contra o rotavírus: 2ª dose da vacina monovalente ou pentavalente que protege contra o rotavírus. A 2ª dose deve ser administrada entre 3 meses e 15 dias e 23 meses e 29 dias do bebê.

A 2ª dose da vacina pneumocócica 10-valente também é recomendada aos 4 meses. Essa vacina ajuda a prevenir doenças como meningite, pneumonia e otite.

5 meses

Nesta idade, é recomendada apenas a 2ª dose da vacina meningocócica C, que protege contra doenças como meningite, encefalite e meningoencefalite.

Leia também: Vacinas que protegem da meningite tuasaude.com/vacina-da-meningite

6 meses

  • Vacina pentavalente (DTP / Hib / HB): 3ª dose, que protege contra difteria, tétano, coqueluche, infecções causadas por Haemophilus influenzae B e hepatite B;
  • Vacina VIP (vírus inativado): 3ª dose da vacina que protege contra a poliomielite ou paralisia infantil;
  • Vacina COVID-19: 1ª dose da vacina que ajuda a prevenir as formas graves e óbitos causados pelo vírus SARS-CoV-2;
  • Vacina influenza trivalente: que protege contra a gripe. Inicialmente é recomendado 2 doses com intervalo de 30 dias entre elas. Saiba mais sobre a vacina da gripe.

A vacina da influenza é recomendada pelo Ministério da Saúde para todas as crianças de 6 meses a menores de 6 anos, todos os anos.

7 meses

A vacina recomendada para bebês com 7 meses é a 2ª dose contra a COVID-19, que ajuda a evitar formas graves e óbitos causados pelo vírus SARS-CoV-2.

Leia também: Vacina COVID-19 em crianças: quando tomar, doses e efeitos colaterais tuasaude.com/vacina-infantil-covid

8 meses

Segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações e conforme a avaliação do pediatra, a vacina Nirsevimabe poderá ser indicada para o bebê com dos 8 aos 23 meses, que possui risco para infecção grave por VSR.

Esta vacina está disponível apenas nas clínicas particulares de vacinação.

Leia também: Vírus sincicial respiratório: o que é, sintomas e tratamento tuasaude.com/virus-sincicial-respiratorio

9 meses

Ao bebê aos nove meses é recomendada a 3ª dose da vacina contra a COVID-19.

Nessa fase, também é recomendada a 1ª dose da vacina contra a febre amarela. Saiba quando tomar a vacina da febre amarela.

Em casos excepcionais, o Ministério da Saúde também recomenda 1 dose da vacina contra a febre amarela para bebês entre 6 e 8 meses, quando existe alto risco de contrair a doença e não é possível adiar a vacinação. Assim, essa vacina pode ser recomendada para quem vive ou vai viajar para áreas com transmissão ativa, sempre após avaliação do serviço de saúde.

12 meses

As vacinas recomendadas para o bebê com 12 meses incluem 1 dose de reforço da vacina pneumocócica 10-valente e 1 dose da vacina meningocócica ACWY, que evita doenças meningocócicas causadas por meningococos do tipo A, C, W e Y.

Além disso, também é recomendada 1 dose da vacina tríplice viral, que protege contra o sarampo, a rubéola, a caxumba e a síndrome da rubéola congênita (futuramente, durante a gravidez).

15 meses

  • Vacina tríplice bacteriana (DTP): 1ª dose de reforço da vacina que protege contra difteria, tétano e coqueluche, que pode ser feita dos 15 aos 18 meses;
  • Vacina VIP (vírus inativado): 1ª dose de reforço contra poliomielite ou paralisia infantil;
  • Vacina tetra viral (SCR-V): 1 dose, que protege contra sarampo, caxumba, rubéola, catapora e síndrome da rubéola congênita (futuramente, na gravidez);
  • Vacina Hepatite A (inativada): dose única contra o vírus da hepatite A.

A dose de reforço da vacina contra poliomielite deve ser feita com a vacina VIP (Vacina Injetável da Poliomielite) que contém o vírus da paralisia infantil inativado.

Isso porque a vacina VOP (Vacina Oral da Poliomielite) que contém o vírus da paralisia infantil vivo atenuado não é mais utilizada, sendo recomendado pelo Ministério da Saúde que todas as doses sejam feitas com a vacina VIP.

4 anos

  • Vacina tríplice bacteriana (DTP): 2º dose de reforço da vacina que protege contra difteria, tétano e coqueluche;
  • Vacina contra febre amarela (vírus atenuado): 1 dose de reforço;
  • Vacina contra catapora: 1 dose, ajudando a evitar a varicela ou catapora.
  • Vacina da dengue (Qdenga): sendo recomendado pela Sociedade Brasileira de Imunizações a 1ª dose para crianças que nunca tiveram ou que já tiveram dengue anteriormente e a dose de reforço 3 meses depois da 1ª dose.

Em caso de esquecimento é importante vacinar a criança assim que for possível ir no posto de saúde e tomar todas as doses de cada vacina para o bebê ficar totalmente protegido.

O Ministério da Saúde recomenda manter 1 dose de reforço com a vacina dT a cada 10 anos após a última dose DTP, antecipando para 5 anos em caso de exposição ao risco de tétano ou difteria.

Vacinas da COVID-19 em bebês

Para bebês e crianças até 4 anos, existem 2 possíveis vacinas contra a COVID-19:

  • Vacina SpikeVax (monovalente XBB): aplicada em 2 doses, aos 6 e 7 meses de idade, com intervalos de 4 semanas entre elas;
  • Vacina Comirnaty (Pfizer): aplicada em 3 doses, aos 6, 7 e 9 meses de idade, com intervalos de 4 semanas entre a 1ª e a 2ª dose e 8 semanas entre a 2ª e a 3ª dose.

Essas vacinas são oferecidas gratuitamente pelo SUS, podendo ser aplicadas nos postos de saúde. Saiba mais sobre a vacina contra COVID-19 em crianças.

Para crianças imunocomprometidas, o Ministério da Saúde recomenda a administração de 3 doses da vacina contra a COVID-19, com reforço a cada 6 meses até os 4 anos.

Quando ir ao médico após a vacinação

Após a vacinação, é recomendado ir ao médico se o bebê apresentar:

  • Alterações na pele como bolinhas vermelhas ou irritação;
  • Febre superior a 39ºC;
  • Convulsões;
  • Dificuldade para respirar;
  • Excesso de tosse ou barulho ao respirar.

Estes sinais geralmente surgem até 2 horas depois da vacinação podem indicar reação à vacina. Por isso, ao surgirem estes sintomas, deve-se ir imediatamente ao médico para evitar o agravamento da situação.

Também é indicado ir ao pediatra caso as reações normais à vacina, como vermelhidão ou dor no local, não desapareçam ao final de uma semana. Veja como aliviar as reações das vacinas



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