Uma convulsão pode ser um sintoma de epilepsia, mas também pode acontecer por outros motivos, como febre alta, infecções, redução acentuada do nível de açúcar no sangue ou um traumatismo na cabeça, por exemplo. Por isso, o episódio precisa ser avaliado por um médico para entender a causa correta. Saiba mais sobre as situações que podem provocar uma convulsão.
A suspeita de epilepsia costuma ser maior quando as crises são recorrentes, já que episódios repetidos podem indicar um problema neurológico que precisa de acompanhamento. Para investigar, o médico normalmente avalia os sintomas, o histórico de saúde e pode pedir exames como eletroencefalograma (EEG), tomografia e/ou ressonância magnética.
De qualquer forma, uma convulsão sempre merece avaliação médica, e é recomendado procurar uma emergência se a crise durar mais de 5 minutos, se voltar a acontecer rapidamente ou se a pessoa não recuperar a consciência após o episódio. Até chegar ajuda, deve-se colocar a pessoa de lado, afastar objetos que possam machucar e não colocar nada dentro da boca, nem oferecer água ou comida. Veja os principais cuidados a ter durante uma convulsão.
O pré-poo é um tratamento aplicado no cabelo ou couro cabeludo antes da lavagem normal, sendo indicado para proteger a fibra capilar dos danos causados pela limpeza.
Esse tratamento, que também é conhecido como pré-shampoo, também pode ser indicado para tratar condições no couro cabeludo como caspa, excesso de oleosidade, coceira e inflamação.
Conforme os objetivos, os tipos de produtos que podem ser usados durante o pré-poo incluem óleo de coco e de argan, manteiga de karité e de cacau, séruns e o gel de babosa, por exemplo.
Como fazer pré-poo
Para fazer o pré-poo em casa é recomendado:
Escolher o produto, que pode ser óleo vegetal, sérum ou creme;
Dividir o cabelo, seco ou levemente úmido, em seções para ajudar numa distribuição uniforme;
Aplicar o produto escolhido, óleo, condicionador ou creme específico ao longo dos fios;
Aplicar o produto no couro cabeludo, em casos de tratamentos específicos, como caspa;
Massagear suavemente o couro cabeludo e/ou os fios;
Deixar o produto agir por 30 minutos. Em alguns casos, pode-se deixar durante a noite para uma hidratação mais profunda;
Deixar o produto agir entre 5 a 20 minutos, para tratamentos no couro cabeludo;
Após o tempo de ação do produto, deve-se molhar o cabelo e fazer a lavagem normal dos fios com shampoo para retirar o excesso do produto e resíduos.
Se for necessário, aplicar o condicionador no comprimento dos fios, enxaguando em seguida.
O pré-poo protege a fibra capilar, porque ajuda a diminuir os danos causados pelos agentes de limpeza presentes nos shampoos, como o lauril éter sulfato de sódio, que podem causar a perda de proteínas e danos à estrutura da cutícula.
A aplicação de óleos como óleo de coco, mineral e de girassol no pré-poo, por exemplo, preenche a haste capilar e forma uma camada que melhora o brilho, reduz o atrito, impede a entrada excessiva de água e surfactantes na fibra, reduzindo a perda de proteínas.
O pré-poo contendo antifúngicos, anti-inflamatórios, adstringentes e calmantes, como piroctona olamina, niacinamida e hamamélis, ajuda a tratar condições no couro cabeludo, como a caspa, a inflamação e o excesso de sebo.
Esses tratamentos devem ser aplicados por curtos períodos, cerca de 5 minutos, antes da lavagem, e ajudam a melhorar a hidratação do couro cabeludo e diminuir sintomas como descamação, coceira e vermelhidão.
Além disso, o uso do gel de babosa no couro cabeludo, como pré-poo, também ajuda a aliviar inflamações, caspa ou micoses.
3. Ajudar a desembaraçar os fios
A aplicação do pré-poo antes da lavagem ajuda a desembaraçar os fios e diminuir a quebra, porque promove a hidratação e diminui o atrito entre as fibras de cabelo.
Óleos capilares, como óleo de coco, argan, girassol, abacate, azeite de oliva e óleo mineral, que são recomendados para aplicar no comprimento dos fios;
Manteigas capilares, como manteiga de karité, manga, cacau e semente de cânhamo, sendo indicadas para aplicar no comprimento dos fios;
Séruns, contendo ingredientes ativos como piroctona olamina, niacinamida e hamamélis, que devem ser aplicados no couro cabeludo para tratar condições específicas;
O gel de babosa também pode ser aplicado no couro cabeludo e nos fios, como pré-poo, para ajudar a hidratar os fios e aliviar coceiras, inflamações, caspa ou micoses.
O leave-in é um produto cosmético que serve para controlar o frizz e proteger os cabelos contra os danos causados pelo calor de secadores, chapinhas e modeladores, clima, poluição e radiação ultravioleta, por exemplo.
Também conhecido como condicionador sem enxágue, existem diferentes tipos desse produto, conforme a textura, a função e o tipo de cabelo, como o leave-in protetor térmico, o masculino e o para cabelo cacheado.
O leave-in pode ser aplicado diariamente após a lavagem com shampoo nos cabelos limpos, úmidos ou secos, sendo importante evitar aplicar no couro cabeludo, para evitar o excesso de oleosidade e irritações.
Para que serve o leave-in
O leave-in é indicado para:
Proteger os fios de cabelo contra o calor de secadores, chapinhas e modeladores;
Controlar o frizz e a eletricidade estática, por selar as cutículas do cabelo e manter os fios alinhados;
Proteger o cabelo contra danos causados pelo clima, poluição e radiação ultravioleta;
Hidratar o cabelo e deixar os fios brilhosos, sedosos e macios, por reter a umidade;
Ajudar a desembaraçar os fios, reduzindo o atrito e a quebra dos fios ao pentear;
Definir as curvas dos fios, em cabelos ondulados, cacheados ou crespos.
O leave-in é especialmente indicado para pessoas com cabelos longos, secos, com produtos químicos ou que usam fontes de calor frequentemente.
O creme de pentear é um produto mais denso e cremoso, ajudando a desembaraçar, hidratar e definir os fios. Assim, o creme de pentear pode ser indicado para pessoas que têm fios ondulados, cacheados ou crespos, pois ajuda a controlar o frizz e a definir os caracóis.
Já o leave-in geralmente tem uma textura mais leve e fluida, podendo ser usado por todos os tipos de cabelo. O leave-in hidrata e também pode oferecer proteção térmica e reparação de danos dos fios.
Tipos de leave-in
Conforme a textura, a função e o tipo de cabelo, os tipos de leave-in são:
1. Leave-in protetor térmico
O leave-in protetor térmico protege o cabelo contra danos causados por fontes de calor, como secadores, chapinhas e modeladores.
Além de conter óleos vegetais e silicones, esse produto também forma uma fina camada protetora sobre a fibra de cabelo.
2. Leave-in masculino
O leave-in masculino possui os mesmos ingredientes e indicações das versões femininas. Assim, esse produto pode ser usado por homens para melhorar a textura, a maleabilidade e a saúde geral dos cabelos.
Além disso, muitos tipos de leave-in masculino também podem ser usados na barba.
3. Leave-in para cabelo cacheado e ondulado
O leave-in para cabelo cacheado e ondulado pode ser usado para ajudar a manter a curvatura definida por mais tempo, a controlar o frizz e o volume, a combater o ressecamento e reduzir a quebra dos fios.
As formulações de leave-in para cabelos cacheados devem ser ricas em componentes que garantam hidratação e nutrição profunda, como óleo de coco, semente de uva, amora e buriti, manteiga de cacau e murumuru, e silicones específicos.
4. Leave-in spray
O leave-in spray possui uma textura líquida e leve, sendo, por isso, recomendado para pessoas com cabelos finos ou oleosos.
Isso porque esse tipo de produto fornece umidade e proteção sem deixar os fios pesados ou com aspecto gorduroso.
5. Leave-in creme ou loção
O leave-in creme ou loção são produtos mais densos, sendo indicado para cabelos secos, cacheados ou crespos, porque oferecem maior concentração de ingredientes ativos, nutrição profunda e controle de volume.
Como usar
O passo a passo para usar o leave-in é:
Lavar o cabelo normalmente, com shampoo e condicionador de enxágue;
Secar o cabelo após o banho, deixando-o levemente úmido
Aplicar a menor quantidade possível de leave-in no cabelo úmido, evitando o couro cabeludo;
Amassar as mechas de baixo para cima, com as mãos, para moldar as ondas, no caso de cabelos ondulados ou cacheados ou crespos;
Se o leave-in for na forma de creme, colocar uma pequena quantidade na palma da mão, esfregar as mãos e passar pelo cabelo;
Se o leave-in estiver na forma de spray, é aconselhado borrifar o produto do meio do cabelo até as pontas e usar as mãos para espalhar bem o produto pelos fios;
Evitar aplicar o produto no couro cabeludo, para evitar o acúmulo de resíduos, oleosidade e irritações.
O leave-in pode ser usado diariamente após a lavagem com shampoo.
Se o cabelo continuar seco ou com frizz após a aplicação do leave-in, pode-se aplicar uma pequena quantidade de óleo, como o de argan, por cima.
O melhor leave-in varia conforme o tipo de cabelo da pessoa. Para cabelos ondulados e com frizz, o leave-in com óleo de argan pode ser a melhor opção.
Já para pessoas com cabelos cacheados, crespos ou afros, é recomendado priorizar leave-ins com óleos e manteigas vegetais, como buriti e murumuru, que ajudam a nutrir profundamente e reconstruir os fios.
Leave-in contendo queratina hidrolisada e óleo de semente de uva, pode ser indicado para pessoas com cabelos secos, quebradiços ou difíceis de pentear.
O freio do pênis curto, cientificamente conhecido como frênulo bálano-prepucial curto, acontece quando o pedaço de pele que liga o prepúcio à glande é mais curto que o normal, criando muita tensão ao puxar a pele para trás ou durante a ereção.
Isso faz com que o freio possa acabar rompendo durante atividades mais vigorosas, como o contato íntimo, resultando em dor intensa e sangramento.
Uma vez que este problema não melhora sozinho ao longo do tempo, é aconselhado consultar um urologista para avaliar o prepúcio e fazer uma cirurgia, conhecida como frenuloplastia, onde o freio é cortado de forma a liberar a pele e diminuir a tensão durante a ereção.
Como saber se o freio é curto
Na maior parte dos casos é fácil identificar se o freio é mais curto do normal, uma vez que não é possível puxar completamente a pele sobre a glande sem sentir uma ligeira pressão sobre o freio. No entanto outros sinais que podem indicar este problema incluem:
Dor ou desconforto que atrapalha o contato íntimo;
Cabeça do pênis dobra para baixo quando a pele é puxada para trás;
Pele da glande não pode ser completamente puxada para trás.
Este problema pode muitas vezes ser confundido com a fimose, no entanto, na fimose, geralmente não é possível observar-se o freio completo. Assim, nos casos de freio curto pode não ser possível puxar toda a pele do prepúcio para trás mas, normalmente, é possível observar-se todo o freio. Veja melhor como identificar a fimose.
Porém, se existir suspeita de freio do pênis curto ou de fimose é recomendado consultar o urologista para iniciar o tratamento adequado, especialmente antes de se iniciar a vida sexual ativa, pois pode evitar o surgimento de desconforto.
Como tratar o freio curto
O tratamento para freio do pênis curto deve ser sempre orientado por um urologista, pois de acordo com o grau de tensão provocado pelo freio podem ser usadas diferentes técnicas como pomadas com betametasona ou exercícios de alongamento da pele. No entanto, a forma de tratamento utilizada em quase todos os casos é a cirurgia para cortar o freio e diminuir a tensão.
Como é feita a cirurgia
A cirurgia para o freio do pênis curto, também conhecida como frenuloplastia, é uma forma de tratamento muito simples e rápida que pode ser feita no consultório do urologista ou cirurgião plástico, utilizando-se apenas anestesia local. Normalmente, a técnica demora cerca de 30 minutos e o homem pode voltar a casa logo após a cirurgia.
Após a cirurgia, há boa cicatrização normalmente em cerca 2 semanas, sendo recomendado, durante o mesmo período, evitar ter relações sexuais e entrar em piscinas ou mar para facilitar a cicatrização e evitar infecções locais.