quinta-feira, 26 de março de 2026

7 principais sintomas de herpes genital

Os sintomas de herpes genital podem surgir em até 12 dias após a relação sexual desprotegida com uma pessoa portadora do vírus, sendo notado o aparecimento de feridas e bolhas na região genital, que podem causar dor, desconforto, ardor e vermelhidão na região genital.

Além disso, as bolhas e feridas do herpes genital podem ser acompanhados por sintomas mais gerais, em alguns casos, como febre baixa, calafrios e mal estar geral.

O herpes genital é uma infecção sexualmente transmissível (IST), que é transmitida através da relação sexual desprotegida ao entrar em contato direto com o líquido liberado pelas bolhas formadas pelo vírus Herpes simplex encontradas na região genital da pessoa infectada, levando ao surgimento de sintomas como ardência, coceira, dor e desconforto na região genital. Conheça mais sobre o herpes genital.

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Herpes genital feminina (imagem gerada por IA)

Sintomas de herpes genital

Os principais sintomas de herpes genital são:

  1. Aparecimento de bolhas na região genital, que se rompem e são origem a pequenas feridas;
  2. Coceira e desconforto;
  3. Vermelhidão na região;
  4. Ardor ao urinar caso as bolhas estejam perto da uretra;
  5. Dor;
  6. Ardor e dor ao defecar, caso as bolhas estejam próximas do ânus;
  7. Ínguas na virilha.

Os sintomas de herpes genital podem surgir, de forma geral, entre 2 a 12 dias após o contato com o agente infeccioso responsável pela infecção e as feridas do herpes genital podem aparecer no pênis, vulva, vagina, região perianal, uretra ou colo do útero.

Além disso, é possível que sejam notados sintomas mais gerais, como febre baixa, calafrios, dor de cabeça, mal estar geral, perda de apetite, dor muscular e cansaço, por exemplo.

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Herpes genital em homens (imagem gerada por IA)

Teste online de sintomas

Para saber a possibilidade de ter herpes genital, por favor, selecione os sintomas que apresenta:

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Este teste é uma ferramenta que serve apenas como meio de orientação. Portanto, não tem a finalidade de dar um diagnóstico e nem substitui a consulta com o urologista ou ginecologista ou infectologista.

Diagnóstico do herpes genital

O diagnóstico do herpes genital é feito pelo ginecologista, urologista, clínico geral ou infectologista a partir da avaliação inicial da região genital. Além disso, para confirmar o diagnóstico, o médico pode solicitar a realização de sorologia para identificação do vírus ou raspagem da ferida para que seja analisada em laboratório.

Marque uma consulta com o especialista mais próximo, usando a ferramenta a seguir, para investigar a possibilidade de herpes genital e, assim, iniciar o tratamento mais adequado:

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Como acontece a transmissão

A transmissão do herpes genital acontece por meio da relação sexual desprotegida, ou seja, camisinha, podendo a pessoa ser infectada ao entrar em contato com o líquido das bolhas que podem estar presentes na região genital, coxa ou ânus, por exemplo. Veja mais detalhes da transmissão do herpes genital.

Leia também: Herpes: o que é, sintomas, tipos, transmissão e tratamento tuasaude.com/herpes-o-que-e

Como é feito o tratamento

O tratamento do herpes genital deve ser feito de acordo com a orientação do ginecologista, urologista ou clínico geral, sendo recomendo o uso de medicamentos antivirais como Aciclovir ou Valaciclovir em comprimidos ou pomadas, para aliviar os sintomas, prevenir complicações, diminuir a taxa de replicação do vírus no corpo e, consequentemente, diminuir o risco de transmissão para outras pessoas. Confira os principais medicamentos para herpes genital.

Além disso, como as bolhas do herpes na região genital podem ser bem dolorosas, para ajudar a passar pelo episódio o médico pode também recomendar a utilização de pomadas ou géis anestésicos locais, como Lidocaína ou Xilocaína, que ajudam a hidratar a pele e anestesiar a zona afetada, aliviando assim a dor e desconforto. Entenda como é feito o tratamento para herpes genital.



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Exame toxicológico: o que é, para que serve (e como é feito)

O exame toxicológico é um teste laboratorial indicado para avaliar traços de drogas ou substâncias tóxicas no organismo nos últimos 1 a 90 dias, ou mais, em casos de envenenamento e para emissão ou renovação da carteira de motorista das categorias C, D e E, por exemplo.

No Brasil, este exame também passou a ser solicitado para pessoas que vão obter a primeira carteira de habilitação nas categorias A e B.

O exame toxicológico deve ser feito quando solicitado pelo médico e pode ser feito com uma amostra de sangue, urina, cabelo, pelo ou suor. Este exame permite identificar substâncias como maconha, anfetamina, LSD, ecstasy, heroína, cocaína e morfina, por exemplo.

HOmem colhendo amostra de sangue de uma mulher

Para que serve

O exame toxicológico pode ser indicado pelo médico para ajudar a diagnosticar tratar pessoas com suspeita de envenenamento, overdose ou tentativas de automutilação e monitorar a abstinência em pessoas que estão em tratamento contra o vício.

Além disso, o exame toxicológico também serve para avaliar o consumo de substâncias psicoativas.

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Quando é indicado

O exame toxicológico é indicado para:

  • Emissão ou renovação da carteira de habilitação nas categorias C, D e E;
  • Obtenção da primeira carteira de habilitação nas categorias A e B;
  • Mudança de categoria da carteira de habilitação;
  • Exame admissional ou exame demissional para justificar a demissão por justa causa;
  • Suspeita de envenenamento por substâncias tóxicas;
  • Overdose de drogas de abuso;
  • Pessoas em tratamento de dependência química ou que estejam em uso de medicamentos por longo período de tempo.

O teste toxicológico também pode ser indicado nos casos de processos judiciais, como quando a pessoa é acusada de ter cometido algum crime ou acidente.

Além disso, este exame também é indicado como prevenção e segurança em áreas e profissões que envolvem alta responsabilidade e risco, como o transporte aéreo e forças de segurança, como as polícias militares e rodoviárias.

Prazo para fazer o exame toxicológico

O exame toxicológico para renovação da carteira de habilitação C, D e E, que correspondem a veículos de grande porte, como ônibus, caminhões e carretas, o prazo para fazer o exame é a cada 2 anos e meio, para pessoas com menos de 70 anos.

Já na renovação da carteira de habilitação das categorias C, D e E em pessoas com 70 anos ou mais, deve-se fazer o exame toxicológico a cada 3 anos.

Principais substâncias detectadas

As principais substâncias detectadas no exame toxicológico são:

  • Maconha e derivados, como haxixe e tetrahidrocanabinol (THC);
  • Anfetaminas e outros estimulantes, como anfetamina, metanfetamina, MDA, ecstasy, anfepramona, femproporex e mazindol
  • LSD;
  • Cocaína e metabólitos, como cocaína, Benzoilecgonina, Cocaetileno e Norcocaína;
  • Fenciclidina;
  • Opiáceos, como morfina, heroína e codeína;
  • Remédios barbitúricos ou benzodiazepínicos.

Entretanto, esse exame não detecta o uso de antidepressivos, esteroides ou anabolizantes, devendo ser feito outro tipo de análise caso seja necessário verificar se a pessoa faz uso dessas substâncias.

Leia também: Anabolizantes: para que servem, tipos, efeitos colaterais (e riscos) tuasaude.com/anabolizantes

No exame toxicológico também não está incluído o teste para consumo de bebidas alcoólicas, não havendo problema de se realizar o exame 1 dia depois de beber uma cerveja, por exemplo.

Algumas empresas podem optar por, além de solicitar o exame toxicológico, solicitar também o exame para detectar a quantidade de álcool no sangue ou até mesmo no cabelo.

Preparo para o exame

Para fazer o exame toxicológico, não é necessário qualquer tipo de preparo.

É necessário apenas que a pessoa se dirija, com a documentação obrigatória, para o laboratório que realiza esse tipo de exame para que o material seja coletado e enviado para análise.

Como é feito o exame toxicológico

A forma como é feito o exame toxicológico varia conforme a amostra a ser coletada e inclui:

1. Sangue

A amostra de sangue para o exame toxicológico é coletada no laboratório ou no hospital, da mesma forma que se coleta sangue para outros exames.

Para isso, é introduzida uma agulha em uma veia do braço e é colocado em um tubo de ensaio para ser analisado no laboratório.

Janela de detecção: o exame toxicológico com a amostra de sangue permite a detecção do consumo de drogas ou substâncias tóxicas de 1 a 2 dias, sendo útil nos casos de envenenamento ou overdose.

2. Urina

O exame de urina toxicológico é feito coletando uma amostra da urina em um frasco estéril.

Este exame geralmente é feito com a presença de uma pessoa para supervisionar a coleta e evitar qualquer adulteração  ou manipulação da amostra.

Janela de detecção: o exame toxicológico de urina permite a detecção do consumo de substâncias tóxicas ou drogas entre 1 a 3 dias após o uso de uma dose pequena.

Já quando o uso da droga é feito de forma crônica e em grandes quantidades, a janela de detecção é de 10 dias a 3 meses.

3. Suor

O exame toxicológico usando uma amostra de suor pode ser feito colocando um adesivo na pele, durante um a 14 dias, para coletar o suor nesse período.

Após o período indicado, o tecido absorvente deve ser levado ao laboratório, onde as substâncias são extraídas e analisadas.

Janela de detecção: a amostra de suor permite identificação do uso de drogas de 1 a 14 dias.

4. Saliva

A amostra de saliva para o exame toxicológico é recolhida com o uso de uma zaragatoa, que é um tipo de \"cotonete\", que em seguida é colocado em um tubo de ensaio para análise no laboratório.

Janela de detecção: a amostra de saliva permite a detecção do uso de drogas nas últimas 12 a 48 horas.

5. Cabelo

A amostra de cabelo para o exame toxicológico é o mais rigoroso para identificar o consumo retrospectivo de drogas. Este exame é feito cortando-se uma pequena mecha de cabelo, equivalente a espessura de um lápis.

Para recolher essa amostra, o cabelo deve ter pelo menos 3 cm de comprimento, e deve-se retirar a amostra bem próximo à raiz do cabelo.

A mecha de cabelo é então colocada em um papel alumínio, dobrado e em seguida, a amostra é dividida em duas e colocadas em envelopes invioláveis e lacrados na frente da pessoa.

Janela de detecção: a amostra de cabelo permite a identificação do consumo de drogas nos últimos 90 dias ou mais.

6. Pelos

A amostra de pelos para o exame toxicológico é feita raspando a pele com uma lâmina do braço ou perna, por exemplo.

Esse tipo de exame normalmente é feito quando o cabelo do couro cabeludo da pessoa é menor do que 3 cm.

Janela de detecção: o exame toxicológico com a amostra de pele detecta o uso de drogas nos últimos 6 meses.

O exame toxicológico no cabelo ou pelos é o mais indicado, já que quando a droga é consumida, espalha-se rapidamente pela corrente sanguínea e nutre os bulbos capilares, permitindo a identificação do consumo de drogas nos últimos 3 a 6 meses.

Resultado do exame toxicológico

Os possíveis resultados do exame toxicológico são:

Resultado O que significa
Positivo Indica a presença de drogas ou substâncias tóxicas na amostra ou seus níveis estão acima do ponto de corte.
Negativo Indica que não foram encontradas substâncias tóxicas ou drogas na amostra ou seus níveis estão abaixo do ponto de corte.

As técnicas de detecção variam entre os laboratórios e material analisado. No entanto, todos os métodos são seguros.

Algumas substâncias podem interferir no exame e fornecer um resultado falso positivo, como descongestionantes nasais, anti-inflamatórios, anestésicos tópicos, antialérgicos ou antiepilépticos, por exemplo. Entretanto, quando o exame toxicológico dá positivo, o teste é feito novamente para confirmar o resultado.

Validade do exame toxicológico

A validade do exame toxicológico, no Brasil, é de 90 dias contados a partir da data da coleta da amostra.

Se esse prazo expirar, o exame perde a validade e a pessoa precisa fazer um novo exame para renovação ou processos de habilitação da CNH.

Se alguém fumar maconha no mesmo ambiente, é detectado no exame?

Caso alguém esteja fumando maconha no mesmo ambiente, a maconha não é detectada no exame toxicológico, pois o exame detecta os metabólitos gerados pelo consumo em altas concentrações da droga.

Por isso, respirar a fumaça da maconha que uma pessoa no mesmo ambiente esteja fumando, não interfere no resultado do exame.

No entanto, se a pessoa respirar muito rápido, permanecer muito tempo exposta à fumaça em um ambiente pouco ventilado, é possível haver contaminação externa.

Porém, para evitar que exista interferência da contaminação externa no resultado, a amostra é preparada no laboratório antes da análise, evitando resultado falso positivo.



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10 principais causas de suor frio (e o que fazer)

O suor frio é uma resposta do corpo com o objetivo de proteger o organismo em situações perigosas ou nos casos em há uma diminuição da quantidade de oxigênio circulando no sangue, podendo ser notado o suor frio em caso de hipoglicemia, hipotensão, ansiedade, hipóxia, infecção generalizada e choque.

O suor frio normalmente não acontece como o suor normal, em todo o corpo, podendo ser localizado. Ou seja, pode aparecer na palma das mãos, nas axilas e na planta dos pés, acontecendo de forma repentina.

Apesar do suor desaparecer naturalmente, caso seja frequente, é importante que o clínico geral seja consultado para que seja verificado se existe alguma condição que leve ao suor frio e, assim, seja iniciado o tratamento mais adequado.

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As principais causas de suor frio são:

1. Hipoglicemia

A hipoglicemia geralmente acontece quando os níveis de açúcar no sangue descem abaixo de 70 mg/dl, provocando sintomas como suores frios, dor de cabeça, desmaio, visão turva, confusão mental, fraqueza, mal estar, náuseas ou sonolência. Veja mais sintomas que podem ocorrer durante uma hipoglicemia.

Para saber quais os valores de glicose no sangue pode-se fazer um teste rápido com o aparelho de mão, chamado glicosímetro, ou ir ao posto de saúde para que seja feita a medição, sendo na maioria das vezes gratuito.

O que fazer: aos primeiros sintomas de hipoglicemia, a pessoa deve-se sentar assim que possível e ingerir alimentos ricos em açúcar ou carboidratos de fácil digestão, como por exemplo um suco de fruta, uma bala ou um bolo.

Se os sintomas persistirem, ou a pessoa desmaiar, deve-se colocar um pouco de açúcar debaixo da língua e procurar o pronto socorro para obter ajuda médica.

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2. Pressão arterial baixa

Quando ocorre a pressão baixa, pode haver uma diminuição de oxigênio que chega no cérebro e em alguns órgãos, podendo não só provocar suores frios, mas também tonturas, palpitações, fraqueza, visão turva, mal estar, palidez ou desmaio.

O que fazer: durante uma crise de hipotensão, a pessoa deve tentar elevar as pernas de forma a que fiquem numa posição acima do tronco e ingerir líquidos. Saiba o que pode fazer para evitar ter pressão baixa.

3. Estresse e ansiedade

Em situações de estresse e ansiedade o organismo reage produzindo suores frios principalmente na testa, mãos, pés e axilas. Além destes sintomas, a pessoa que sofre de ansiedade pode também sentir tensão muscular, mal estar, náuseas, ânsia de vômito, palpitações e tremores. Veja outros sintomas que pode ter em situações de ansiedade.

O que fazer: existem algumas formas que podem ajudar no controle da ansiedade como receber uma massagem relaxante ou tomar um banho morno, tomar remédios naturais como chá de camomila ou suco de maracujá.

Em casos mais graves em que é difícil controlar a ansiedade, pode ser necessário acompanhamento psicológico ou mesmo medicamentos que podem ser receitados pelo médico.

É importante também que nos casos em que os sintomas da crise de ansiedade são intensos, a pessoa seja encaminhada para o hospital para que seja descartada a possibilidade de infarto.

4. Diminuição do oxigênio

Em casos de hipóxia, que é a diminuição da oferta de oxigênio aos tecidos do corpo, podem ocorrer sintomas como suor frio, falta de ar, fraqueza, confusão mental, tontura e em casos mais graves desmaio e coma que podem levar ao óbito. Por isso, deve-se ir ao pronto-socorro com urgência mal ocorram os primeiros sintomas.

A diminuição de oxigênio pode ocorrer em situações em que a circulação sanguínea é pobre, em casos de intoxicação, quando se está em locais com altitudes superiores a 3000 metros, em pessoas com doenças pulmonares ou com anemia.

O que fazer: o tratamento consiste no uso de máscara de oxigênio para normalizar os níveis no sangue e na resolução da causa da hipóxia com tratamentos específicos como nebulização para asma, medicamentos para melhorar o funcionamento dos pulmões ou coração, tratamentos para anemia ou antídotos para os envenenamentos, por exemplo. Em casos graves, pode ser necessário o uso da respiração artificial. 

5. Infecção generalizada

A infecção generalizada ou sepse consiste numa infecção por bactérias, vírus ou fungos que afeta vários órgãos do corpo, podendo levar à sua falência e dificultando a sua oxigenação, podendo provocar suores frios, febre alta, tremores, queda de pressão ou taquicardia.

O que fazer: o tratamento para a infecção generalizada consiste na toma de antibióticos, analgésicos e anti-inflamatórios e na reposição de líquidos.

No entanto estas medidas podem não ser suficientes, podendo ser necessário respiração artificial numa unidade de cuidados intensivos.

Leia também: Infecção generalizada: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/infeccao-generalizada

6. Choque

Durante um estado de choque, que pode ocorrer devido a um grande trauma, pancada, reação alérgica ou um acidente, pode ocorrer uma queda de oxigênio nos órgãos, causando sintomas como suore frio, palidez, aumento da pulsação, náuseas e vômitos, fraqueza, tonturas ou ansiedade.

O que fazer: a pessoa que entra em estado de choque pode estar ou não consciente, mas em todos os casos o aconselhável é busca ajuda médica imediatamente, chamar a ambulância ou levar a pessoa ao serviço de urgência para que receba o tratamento mais rápido possível.

Leia também: Choque: 5 tipos, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/tipos-de-choque

8. Hemorragia interna

A hemorragia interna pode levar à redução do volume de sangue circulando no corpo.

Isto faz com que o sistema nervoso simpático tente compensar as perdas de volume, levando a sintomas como suor frio, batimentos cardíacos rápidos e aumento das taxas respiratórias.

Os sintomas de hemorragia interna também incluem tonturas, confusão, dor abdominal, vômito de sangue ou hematomas súbitos.

O que fazer: deve-se ir imediatamente a um hospital para avaliação para determinar a fonte da hemorragia. O sangramento leve pode ser controlado com medicamentos, procedimentos menores como embolizações e reparos cirúrgicos, enquanto casos mais graves podem exigir transfusões de sangue e soro na veia.

Leia também: Hemorragia interna: o que é, sintomas, causas e tratamento tuasaude.com/hemorragia-interna

9. Infarto

Durante o infarto, o corpo pode produzir suor frio em resposta à diminuição do fluxo sanguíneo, pressão arterial reduzida e redução do oxigênio indo para o coração. Esses fatores podem levar ao aumento da produção de suor.

Além disso, o infarto também pode ativar o sistema nervoso, que sinaliza as glândulas sudoríparas para produzir quantidades excessivas de suores.

Outros sintomas do infarto são dor no peito, falta de ar, dor que irradia para o ombro, braço ou mandíbula e tontura. Saiba identificar os sintomas de infarto.

O que fazer: o infarto é uma emergência médica que requer atenção imediata. Desta forma, no caso de suspeita de infarto, deve-se ligar para SAMU no 192 ou procurar atendimento urgente no pronto-socorro mais próximo.

Uma vez que o infarto é confirmado pelo médico, o tratamento é feito com oxigenoterapia e medicamentos, como nitrofurantoína, analgésicos e anticoagulantes, cirurgia para colocação de stent nas artérias coronárias ou realização de ponte de safena, para restaurar o fluxo sanguíneo ao coração.

 [articleLink_simple:tratamento-do-infarto]

10. Exaustão por calor

A exaustão por calor é uma das fases da hipertermia, uma condição ocorre aumento anormal da temperatura corporal, podendo ultrapassar 40ºC, devido à desidratação ou exposição prolongada ao calor. Na tentativa de resfriar e regular a temperatura corporal, o corpo começa a suar frio.

Além de suores frios, a exaustão por calor também se apresenta com pele fria ou úmida, tonturas, pulso fraco e náuseas, e se

Leia também: Hipertermia: o que é, sintomas, causas, tipos e tratamento tuasaude.com/hipertermia

O que fazerdeve-se descansar em um local fresco e com sombra e beber bastante líquidos.

Se os sintomas piorarem, deve-se ir imediatamente ao pronto-socorro, pois quando a exaustão por calor não é tratada adequadamente pode resultar em insolação, com confusão mental, desmaio e pulso fraco e rápido, e colocar a vida em risco. 



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Caroço na nuca: 9 causas comuns (e o que fazer)

O caroço na nuca pode acontecer devido a uma contratura muscular ou surgir devido a inflamações ou infecções, como no caso do furúnculo ou mononucleose infecciosa, ou ser indicativo de câncer.

Dependendo da sua causa, o caroço na nuca pode ser acompanhado de outros sintomas, como aumento da temperatura local, vermelhidão e sensibilidade ao toque, formação de pus ou febre.

Na presença do caroço na nuca, é importante consultar o clínico geral ou dermatologista, para que sejam avaliadas as suas características e os sintomas associados, e indicar o  tratamento adequado, que pode ser feito com uso de remédios ou cirurgia, por exemplo.

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As principais causas de caroço na nuca são:

1. Contratura muscular

A contratura muscular ocorre quando o músculo contrai de maneira incorreta e não volta ao seu estado normal de relaxamento, causando o surgimento de um caroço no músculo da nuca, e outros sintomas como dor, desconforto e, algumas vezes.

A contratura muscular pode surgir devido a traumas por carregar excesso de peso nos ombros como bolsas ou mochilas, não fazer aquecimento antes de exercícios físicos, ou por fraqueza muscular ou estresse, por exemplo.

O que fazer: pode-se massagear o músculo com movimentos fortes e circulares usando um creme hidratante ou óleo essencial relaxante, usar bolsa de água quente durante 15 a 20 minutos, de 2 a 3 vezes por dia, ou fazer alongamentos para o pescoço.

No caso de não melhorar, deve-se consultar o clínico geral ou ortopedista que pode indicar o uso de anti-inflamatórios ou relaxantes musculares, ou fisioterapia. Saiba como é feita a fisioterapia para contratura muscular

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2. Cisto sebáceo

O cisto sebáceo é um caroço que se forma sob a pele, de formato arredondado, que mede poucos centímetros, mas que pode aumentar de tamanho ao longo do tempo, podendo ser duro ou mole, e se mover durante a palpação, podendo surgir na nuca ou em qualquer outra região do corpo.

Esse tipo de cisto é benigno, causado por uma obstrução na glândula sebácea, o que faz  com que o sebo se acumule sob a pele, e geralmente não causa sintomas. No entanto, quando fica inflamado, pode haver dor, aumento da temperatura na região, sensibilidade ou vermelhidão.

O que fazer: geralmente não é necessário um tratamento específico, especialmente quando é pequeno, podendo ser indicado pelo dermatologista o uso de compressa morna por 15 minutos no local ou remoção cirúrgica por motivos estéticos.

No caso de inflamação ou infecção do cisto, o médico pode fazer uma drenagem e indicar o uso de antibióticos. Veja outras opções de tratamento para o cisto sebáceo.  

3. Furúnculo

O furúnculo é um caroço com pus que pode crescer ao longo do tempo, causando dor, aumento da temperatura local, vermelhidão e sensibilidade ao toque, e ocorrer na região da nuca ou qualquer outra região do corpo que sua muito ou sofre maior fricção.

O furúnculo pode surgir devido a uma inflamação na raiz do pelo, obstrução de uma glândula sebácea ou uma ferida na região da nuca, e está na maioria dos casos associado à infecção pela bactéria Staphylococcus aureus, que pode ser encontrada naturalmente nas mucosas e na pele.

O que fazer: pode-se fazer uma compressa com água morna cerca de 3 vezes por dia, além de lavar bem a região com água morna e sabonete neutro. Nunca se deve espremer o furúnculo, pois isso pode piorar a inflamação e a infecção, sendo mais difícil de tratar.

Em alguns casos, o dermatologista pode recomendar a realização da drenagem do abscesso, que consiste na retirada do pus, além do uso de antibióticos para combater a infecção. Confira os principais remédios para furúnculo

4. Lipoma

O lipoma é um caroço redondo e macio, que se forma sob a pele  e é composto por células de gordura, podendo surgir na nuca, pescoço, costas, ombros, axilas ou qualquer local do corpo onde as células de gordura estão presentes.

Geralmente, o lipoma não causa dor, no entanto, em alguns casos pode crescer e pressionar os nervos em volta e causar dor e até inflamação com sintoma de vermelhidão ou aumento da temperatura no local.

O que fazer: geralmente, não é necessário nenhum tratamento para o lipoma, no entanto, quando o lipoma é muito grande ou causa desconforto estético, o dermatologista pode realizar uma cirurgia para retirada. 

5. Inflamação dos gânglios linfáticos

A inflamação dos gânglios linfáticos na região da nuca, pode levar ao surgimento de caroço na nuca, conhecido como íngua, além de dor, vermelhidão ou sensibilidade na pele da nuca ou febre.

A inflamação dos gânglios linfáticos, também chamada de adenite ou linfadenite cervical, geralmente indicam uma infecção da região, podendo também surgir devido a doenças autoimunes, uso de remédios ou mesmo câncer de cabeça, pescoço ou linfoma, por exemplo. Veja outras causas da inflamação dos gânglios linfáticos

O que fazer: o tratamento deve ser feito com orientação do clínico geral, de acordo com a causa da inflamação no linfonodo, podendo ser indicado o uso de remédios anti-inflamatórios, antibióticos, antivirais, corticoides ou terapia biológica, por exemplo.

Já no caso de ter sido causada por câncer pode ser recomendado a remoção cirúrgica do gânglio ou do tumor que está causando o seu inchaço, além da realização de sessões de quimioterapia ou radioterapia. 

6. Acne queloidiana da nuca

A acne queloidiana da nuca é uma inflamação da raiz do pelo, que leva ao surgimento de um ou mais caroços arredondados, sólidos, e com menos de 1 cm, ao longo da linha do cabelo, causando inchaço, coceira, formação de queloide ou até perda de cabelo na região.

Esse tipo de acne é mais comum em homens que possuem cabelos mais grossos e encaracolados, podendo surgir por irritação crônica da pele, por golas de camisas, ou ainda por cortes de cabelo frequentes ou por raspar o cabelo da nuca.

O que fazer: deve-se evitar raspar os cabelos da nuca e usar golas apertadas, para evitar a fricção dos pelos e surgimento da acne queloidiana.

Além disso, é importante manter a região sempre limpa, lavando com sabonete neutro. No caso de não ter melhora, deve-se consultar o dermatologista que pode indicar o uso de pomadas corticoides ou antibióticos, depilação a laser ou até cirurgia.

7. Mononucleose infecciosa

O caroço na nuca ou no pescoço pode surgir devido a mononucleose infecciosa, também chamada de doença do beijo, que é uma infecção causada pelo vírus Epstein-Barr, transmitido através da saliva, levando ao surgimento de ínguas, dor de garganta, febre, placas esbranquiçadas na boca, língua e/ou na garganta ou dor de cabeça constante. Confira outros sintomas da mononucleose infecciosa.

O que fazer: ​​deve-se fazer repouso e aumentar a ingestão de líquidos, como água ou chás para acelerar a recuperação, uma vez que não existe um tratamento específico para a mononucleose.

No entanto, o clínico geral pode recomendar o uso de analgésicos ou anti-inflamatórios para reduzir as ínguas e a febre. 

8. Alergias

A alergia é uma reação inflamatória que surge devido a uma resposta exagerada do sistema imunológico a substâncias como shampoos, condicionador, protetor solar, ou até o tecido da roupa, por exemplo, levando ao surgimento de caroço na nuca, irritação, coceira intensa bolinhas ou manchas avermelhadas na pele.

O que fazer: deve-se tentar identificar a causa da alergia, e assim, evitar a exposição às substâncias que as desencadeiam.

No caso de não ocorrer melhora dos sintomas, deve-se consultar o dermatologista que pode fazer um teste de alergia para identificar o tipo de substância que está causando os sintomas, e se necessário, indicar o tratamento com antialérgicos ou corticoides. Veja os principais remédios que podem ser indicados para alergia na pele

9. Linfoma

O caroço na nuca pode surgir devido ao linfoma, que é um tipo de câncer dos linfonodos, levando ao surgimento de caroço duro na nuca, que não some após 1 ou 2 meses e não para de crescer.

Geralmente, neste tipo de câncer outros sintomas podem estar presentes além do caroço na nuca, como febre, suor noturno, cansaço excessivo e emagrecimento sem motivo aparente.

O que fazer: deve-se consultar o clínico geral, o hematologista ou o oncologista para que sejam feitos exames de sangue, tomografia ou PET-CT, por exemplo, para identificar o tipo de linfoma, e iniciar o tratamento mais adequado, que geralmente é feito com quimioterapia ou radioterapia. Confira todas as opções de tratamento para o linfoma.



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7 principais sintomas de herpes genital

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