terça-feira, 28 de abril de 2026

Corrimento branco: 7 causas comuns (e o que fazer)

O corrimento branco pode ser causado por uma infecção vaginal, como candidíase, vaginite ou vaginose bacteriana. No entanto, também pode ser normal, principalmente se acontecer antes da menstruação e não estiver acompanhado por outros sintomas, já que ajuda a manter a vagina lubrificada.

Quando o corrimento possui cheiro forte, consistência diferente e é acompanhado por outros sintomas como coceira na vagina e/ou ardor, pode ser sinal de infecção. Nesses casos, é importante que o ginecologista seja consultado para que seja feita uma avaliação que permita identificar a causa do corrimento e, assim, iniciar o tratamento mais adequado.

Apesar do corrimento branco ser mais comum nas mulheres, também pode surgir nos homens, sendo quase sempre indicativo de tricomoníase, uma infecção sexualmente transmissível. Nesses casos, é importante que o urologista seja consultado.

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Principais causas

As principais causas de corrimento branco na mulher são:

1. Ciclo menstrual normal

É normal que antes de menstruar a mulher apresente corrimento branco leitoso e grosso, considerado parte do ciclo menstrual e relacionado com as alterações hormonais desse período.

Esse corrimento não tem cheiro, não está associado a nenhum outro sintoma e é formado principalmente por leucócitos, possuindo como objetivo a proteção do organismo da mulher e a promoção da lubrificação.

O que fazer: como é um tipo de alteração normal do ciclo menstrual, não é necessário fazer qualquer tipo de tratamento.

2. Candidíase vaginal

A candidíase vaginal é uma infecção muito comum que surge devido ao desenvolvimento do fungo do gênero Candida sp., mais frequentemente Candida albicans, que além do corrimento branco pastoso, semelhante a tipo leite coalhado, causa também coceira na região genital, ardor ao urinar, dor durante a relação sexual e vermelhidão na região íntima.

O que fazer: é importante consultar o ginecologista para que seja indicado o tratamento mais adequado, sendo normalmente recomendado o uso de remédios antifúngicos, em comprimidos, pomada ou comprimidos vaginais, como o Fluconazol. O tratamento pode durar entre 3 a 7 dias, de acordo com a orientação do ginecologista. Entenda como é feito o tratamento da candidíase.

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3. Vaginose bacteriana

A vaginose bacteriana é uma alteração na flora vaginal normal, em que existe um maior desenvolvimento da bactéria Gardnerella vaginalis, que pode causar corrimento de cor branca, cinza ou amarela, cheiro desagradável semelhante a peixe podre, coceira e ardência na região genital. Saiba como identificar os sintomas de vaginose bacteriana.

O que fazer: é recomendado que o ginecologista faça o exame ginecológico para confirmar a vaginose e, assim, ser iniciado o tratamento.

O tratamento para a infecção é feito por meio do uso do antibiótico Metronidazol, em forma de comprimido ou de pomada vaginal, que deve ser usado conforme orientação do médico. Além disso, durante o período de recuperação, é recomendado o uso de preservativo e cuidados relacionados com a higiene.

4. Vaginite

A vaginite é a inflamação da vagina e do colo uterino que pode ser causada por bactérias, fungos ou protozoários. Essa condição pode provocar um fluxo branco e cremoso e, em alguns casos, com mau cheiro.

Outros sintomas frequentes são coceira, ardor, dor ao urinar e/ou durante as relações sexuais, e sensação de incômodo na região genital.

O que fazer: o tratamento da vaginite depende da sua causa e deve ser orientado pelo ginecologista, podendo ser recomendado o uso de medicamentos antifúngicos, antibióticos ou antiparasitários na forma de comprimidos, pomada ou óvulos vaginais.

Além disso, é importante evitar o uso de produtos que alterem o pH vaginal, manter uma boa higiene íntima e dar preferência a roupas íntimas de algodão para favorecer a recuperação.

5. Colpite

A colpite é uma inflamação da vagina e do colo do útero que pode acontecer devido a bactérias, fungos ou protozoários, resultando em corrimento branco leitoso, podendo ser também bolhoso, mau cheiro na região íntima em alguns casos, e presença de pequenos pontos ou manchas vermelhas e inchaço do colo do útero que são observados durante exame ginecológico. Veja como identificar os sintomas de colpite.

O que fazer: o mais indicado é consultar o ginecologista para que sejam feitos exames que ajudem a confirmar a colpite, como o teste do KOH, do pH e a colposcopia.

Dessa forma, após a confirmação do diagnóstico e identificação do agente infeccioso responsável pela inflamação, pode ser indicado o melhor tratamento, sendo normalmente indicado o uso de antimicrobianos em forma de pomada ou comprimido.

6. Vaginose citolítica

A vaginose citolítica é uma situação caracterizada pelo aumento da quantidade de Lactobacillus, que são bactérias naturalmente presentes na vagina, o que pode acontecer devido a um desbalanço do pH vaginal ou ser consequência do uso de lubrificantes ou absorvente interno, por exemplo.

Assim, como resultado do aumento da quantidade dessas bactérias, é possível notar corrimento vaginal esbranquiçado de consistência pegajosa e homogênea. Veja outros sintomas da vaginose citolítica.

O que fazer: nesse caso é importante seguir as recomendações do ginecologista para promover o equilíbrio do pH vaginal e normalizar a concentração de Lactobacillus, podendo ser indicado realizar um banho de assento com bicarbonato de sódio ou fazer uso de supositório vaginal. Saiba como fazer o banho de assento com bicarbonato de sódio para vaginose citolítica.

Nos casos em que a vaginose citolítica é acompanhada por outros sintomas como dor ao urinar e/ ou durante a relação sexual, vermelhidão e coceira na região genital, é possível que exista uma infecção associada, de forma que o médico pode indicar o uso de medicamentos mais específicos.

7. Gravidez

Durante a gravidez é possível também que seja observado pequeno corrimento branco pastoso, o que acontece como consequência das alterações hormonais típicas desse período.

O que fazer: como se trata de uma alteração normal, não é necessário tratamento. No entanto, é importante que a mulher seja acompanhada pelo ginecologista para garantir que a gravidez esteja acontecendo corretamente.

Corrimento branco no homem

A presença de corrimento branco no pênis normalmente é sinal de tricomoníase, uma infecção sexualmente transmissível que pode causar, além do corrimento, vermelhidão no pênis, queimação e dor ao urinar. Saiba reconhecer os sintomas de tricomoníase.

Na presença de sintomas indicativos de tricomoníase, é importante que o urologista seja consultado para que seja feito o diagnóstico correto e iniciado o tratamento, que pode ser feito com o uso de Tinidazol ou Secnidazol, de acordo com a orientação médica.

Além disso, é recomendado evitar as relações sexuais durante o período de tratamento e a realização do tratamento pela parceira/o, mesmo que não existam sintomas aparentes, para evitar uma nova infecção.

Como evitar o corrimento branco

Como o corrimento branco pode ser indicativo de infecções, é importante que a mulher tenha alguns cuidados para evitar alteração na microbiota vaginal e desenvolvimento da infecção, como por exemplo:

  1. Evitar ficar com a roupa íntima úmida ou molhada;
  2. Não usar calcinhas de material sintético, optando pelas peças de algodão;
  3. Usar roupas leves e evitar as calças jeans e shorts muito apertados;
  4. Evitar os alimentos doces e os ricos em carboidratos, pois diminuem a imunidade potenciando o surgimento de infecções;
  5. Não usar as duchas vaginais diretamente sobre a região genital e lavar a região externa da vagina usando um sabonete íntimo;
  6. Dormir sem calcinha;
  7. Depois de evacuar, limpar sempre no sentido da frente para trás, para evitar que as bactérias fecais entrem na vagina e provoquem infecções.

Além disso, os lenços umedecidos perfumados ou o papel higiênico com perfume também podem prejudicar a saúde íntima da mulher, aumentando o risco do desenvolvimento de infecções. Confira como deve ser feita a higiene íntima para evitar infecções.



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Treino full body: o que é, como funciona (com exemplo)

O treino full body, ou treino de corpo inteiro, é um método onde se trabalha todos os principais grupos musculares, como peitoral, costas, pernas, ombros e core, em uma única sessão.

Esse tipo de treino funciona pela combinação de exercícios multiarticulares e isolados, realizados geralmente em 2 a 3 sessões por semana, o que permite que todo o corpo seja estimulado com maior frequência ao longo do tempo.

Dessa forma, o treino full body pode ser uma estratégia eficiente para otimizar o tempo, facilitar a adaptação de iniciantes ao treinamento e contribuir tanto para o ganho de massa muscular quanto para o emagrecimento, dependendo da intensidade, do volume e da alimentação.

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Benefícios do treino full body

Os principais benefícios do treino full body são:

1. Ajudar na hipertrofia

O treino full body pode ajudar no ganho de massa muscular porque cada músculo é estimulado mais vezes ao longo da semana, o que pode favorecer o crescimento muscular. Saiba como ganhar massa muscular.

Essa repetição mais frequente pode favorecer o crescimento muscular, desde que o volume total de treino e a intensidade estejam adequados para o nível de treinamento de cada pessoa.

Além disso, a hipertrofia também é influenciada por fatores como a alimentação e recuperação muscular.

2. Auxiliar no emagrecimento

Por envolver vários grupos musculares na mesma sessão, o treino tende a gastar mais energia durante o exercício. 

Além disso, a maior frequência de treinos ao longo da semana pode aumentar o gasto calórico total, o que pode ajudar na perda de gordura quando combinado com uma alimentação adequada. Veja o que comer para emagrecer.

3. Otimizar o tempo de treino 

O treino full body permite trabalhar o corpo inteiro em uma única sessão. Por isso, ao invés de dividir os músculos em vários treinos ao longo da semana, tudo é organizado em poucas sessões mais completas.

Na prática, o treino full body ajuda a manter uma rotina mais simples e sustentável, principalmente para quem tem pouco tempo disponível ou dificuldade em treinar muitos dias seguidos. 

4. Melhorar a adaptação do iniciante

Esse tipo de treino pode facilitar o processo de adaptação de quem está começando, já que permite a repetição frequente dos principais movimentos ao longo da semana.

Em vez de concentrar o esforço em um único grupo muscular até a fadiga, os exercícios são distribuídos, o que facilita o aprendizado gradual.

Essa repetição ajuda o corpo a se familiarizar mais rápido com os movimentos, contribuindo para melhorar a técnica de execução, a coordenação motora e a segurança durante os exercícios. 

5. Contribuir para recuperação muscular

O treino full body pode ajudar o corpo a se recuperar de forma mais equilibrada entre as sessões, já que o esforço não fica concentrado em uma única sessão muito intensa para cada grupo muscular.

Dessa forma, o organismo consegue lidar melhor com a fadiga acumulada e se preparar para o próximo treino com mais consistência e estabilidade ao longo da semana.

Como funciona o treino full body

O treino full body funciona a partir da organização dos exercícios de forma que todos os principais grupos musculares sejam trabalhados na mesma sessão, incluindo normalmente exercícios para pernas, costas, peito, ombros e core.

O estímulo é concentrado em poucos treinos semanais, geralmente de 2 a 3 vezes por semana, com pelo menos um dia de descanso entre as sessões para permitir a recuperação muscular.

A base desse tipo de treino é a utilização de exercícios multiarticulares, que são movimentos que envolvem mais de uma articulação ao mesmo tempo e, por isso, recrutam vários grupos musculares simultaneamente. 

Por exemplo, ao fazer um agachamento, não estão sendo trabalhadas apenas as pernas, mas também glúteos e músculos do core, que ajudam na estabilidade do movimento. 

O mesmo acontece com o supino, que envolve peito, ombros e tríceps, ou com a remada, que ativa costas, bíceps e musculatura estabilizadora.

Entre os exercícios mais utilizados nesse tipo de treino, estão os movimentos para:

A estrutura da sessão é organizada com menor volume por músculo, já que o corpo inteiro é trabalhado várias vezes ao longo da semana. Em geral, são realizados de 1 a 2 exercícios por grupo muscular em cada treino.

A ordem dos exercícios costuma começar pelos grandes grupos musculares, como pernas e costas, que exigem mais energia e coordenação, e depois segue para músculos menores, como braços e abdômen.

Dessa forma, o treino aproveita melhor a energia disponível e ajuda a manter a qualidade de execução durante toda a sessão.

Exemplo de treino full body

Exemplos de treino full body masculino e feminino são:

1. Treino full body masculino

No treino full body masculino, pode-se incluir: 

  • Agachamento livre: 4 séries de 8 a 10 repetições;
  • Supino reto com barra: 4 séries de 8 a 10 repetições;
  • Barra fixa: 3 séries de 8 a 10 repetições;
  • Desenvolvimento com halteres: 3 séries de 10 a 12 repetições;
  • Mesa flexora: 3 séries de 10 a 12 repetições;
  • Abdominal remador: 3 a 4 séries de 12 a 15 repetições.

Os exercícios são feitos um por vez, completando todas as séries de cada movimento antes de iniciar o próximo. Isso permite melhor foco na execução e controle da carga em cada exercício, mantendo a qualidade do treino.

O tempo de descanso entre as séries nos movimentos principais, como agachamento, supino e barra fixa, o descanso é de 60 a 120 segundos.

Já nos exercícios auxiliares, como desenvolvimento e mesa flexora, fica entre 60 a 90 segundos, e nos abdominais, o intervalo é de 30 a 60 segundos entre as séries.

2. Treino full body feminino

Um exemplo de treino full body feminino pode incluir:

  • Leg press: 4 séries de 10 a 12 repetições;
  • Supino com halteres: 3 a 4 séries de 10 a 12 repetições;
  • Remada curvada: 3 séries de 10 a 12 repetições;
  • Stiff: 3 séries de 10 a 12 repetições;
  • Elevação lateral: 3 séries de 8 a 10 repetições;
  • Prancha abdominal: 3 a 4 séries de 30 a 60 segundos.

A execução acontece de forma sequencial, ou seja, cada exercício é feito individualmente até completar todas as séries antes de iniciar o próximo movimento.

Nos movimentos principais, como leg press, supino, remada e stiff, o descanso entre as séries deve ficar entre 60 a 120 segundos. Na elevação lateral, pode variar entre 60 a 90 segundos e no abdominal, entre 30 a 60 segundos.

Possíveis desvantagens

O treino full body pode apresentar algumas desvantagens, principalmente em relação à fadiga acumulada, já que vários grupos musculares são trabalhados na mesma sessão, o que pode tornar o treino mais cansativo.

Além disso, é comum chegar ao final do treino com pouca energia para os músculos menores, que acabam não recebendo a mesma atenção.

Para pessoas mais avançadas, que buscam um trabalho mais específico para cada músculo, pode ser mais difícil aplicar estímulos suficientes sem que o treino fique excessivamente longo ou menos eficiente.



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segunda-feira, 27 de abril de 2026

Lavitan kids: para que serve, como usar e efeitos colaterais

O Lavitan kids, ou Lavitan infantil, é um suplemento vitamínico para bebês e crianças que tem como objetivo complementar a nutrição das crianças, favorecendo o seu desenvolvimento, já que esse suplemento é rico em vitaminas do complexo B, como a B2, B1, B6, B3, B5 e B12, vitamina C, vitamina A e vitamina D3.

Assim, ao fornecer essas vitaminas para a criança, é possível melhorar o funcionamento do sistema imune, a produção de células do sangue, a absorção de ferro e cálcio e o crescimento.

O Lavitan kids pode ser encontrado em farmácias e drogarias na forma de xarope ou comprimidos mastigáveis que podem ter sabor de uva, limão, laranja e tutti-frutti, e deve ser usado de acordo com a orientação do pediatra.

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Para que serve

O Lavitan kids serve para complementar a nutrição das crianças que estão em fase de desenvolvimento, pois fornece uma série de vitaminas que são essenciais para o bom funcionamento do corpo:

  • Vitamina A, que promove a saúde dos olhos e o bom funcionamento do sistema imunológico, além de combater os radicais livres devido à sua ação antioxidante;
  • Vitamina B1, que é capaz de estimular o apetite, regular os gastos energéticos e o metabolismo dos carboidratos;
  • Vitamina B2, que está relacionada com a produção das células sanguíneas, o metabolismo adequado e o crescimento;
  • Vitamina B3, que é capaz de promover melhora da circulação sanguínea, regulando os níveis de glicose e colesterol;
  • Vitamina B5, que está relacionada com a regulação dos níveis de colesterol, com a produção de hormônios, com o fornecimento de energia e com o processo de cicatrização;
  • Vitamina B6, que está envolvida no processo de formação da hemoglobina;
  • Vitamina B12, que está envolvida na produção das células sanguíneas, no metabolismo de aminoácidos e na prevenção de doenças cardíacas e neuronais;
  • Vitamina C, que possui propriedade antioxidante, aumenta a absorção de ferro no organismo e favorece o bom funcionamento do sistema imune;
  • Vitamina D, que contribui para a saúde dos ossos e dentes, pois aumenta a absorção de cálcio no organismo.

É importante que o uso do Lavitan kids seja orientado pelo pediatra, isso porque nem todas as crianças necessitam de suplementação, obtendo as quantidades ideais de vitaminas por meio da alimentação.

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Como usar

O Lavitan kids deve ser tomado por via oral, sendo que a forma de uso depende da apresentação do produtos, que pode ser comprimidos mastigáveis saborizados ou xarope.

No caso do xarope, deve-se usar o dosador fornecido na embalagem e as doses normalmente recomendadas são:

  • Bebês entre 0 e 11 meses: a dose normalmente recomendada é de 2 mL do xarope, 1 vez ao dia;
  • Crianças entre 1 e 10 anos: a dose normalmente recomendada é de 5 mL do xarope, 1 vez ao dia.

No caso dos comprimidos mastigáveis, são recomendados 2 comprimidos por dia ou de acordo com a orientação do pediatra, sendo essa forma de uso normalmente indicada para crianças que já conseguem mastigar e não engasgam facilmente.

Possíveis efeitos colaterais

O Lavitan Kids geralmente é bem tolerado, no entanto, quando tomado em doses maiores do que as recomendadas, podem surgir efeitos colaterais ou sintomas de overdose, como dor ou cólica no estômago, diarréia, pele seca, dor de cabeça, tontura, náuseas, vômitos, sonolência, irritabilidade, febre, calafrios, urina escura ou amarelecimento da pele ou dos olhos.

Além disso, embora seja raro, caso a criança apresente alergia a algum dos componentes do Lavitan Kids, podem acontecer reações alérgicas graves, como anafilaxia, sendo importante procurar a emergência, especialmente em caso de sintomas como inchaço no rosto e vermelhidão na pele. Veja mais sintomas de anafilaxia.

Lavitan Kids engorda?

O Lavitan Kids normalmente não engorda, mas pode estimular o apetite, especialmente em crianças com deficiências nutricionais, como baixos níveis de vitamina B1 e B12, e com dificuldade para ganhar peso.

Quem não deve usar

O Lavitan kids comprimidos mastigáveis não deve ser usado em crianças com idade inferior a 4 anos. Já o xarope de Lavitan Kids não deve ser usados por crianças com fenilcetonúria, pois possui fenilalanina na sua composição.

Além disso, o Lavitan Kids não deve ser usado por crianças que tenham alergia a qualquer um dos componentes da fórmula.

As crianças até aos 3 anos, só devem usar este suplemento depois de ser recomendado pelo pediatra.



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sexta-feira, 24 de abril de 2026

Maltodextrina: o que é, para que serve e como tomar

A maltodextrina é um tipo de carboidrato que é rapidamente absorvido pelo organismo, sendo indicado para melhorar o desempenho físico e favorecer o ganho de massa muscular em praticantes de atividades de alta resistência.

Além disso, a maltodextrina também é usada pela indústria para adoçar e espessar alimentos e bebidas, como fórmulas infantis, produtos dietéticos, sorvetes, manteiga, molhos e cerveja.

A maltodextrina é comercializada em lojas de suplementos alimentares e farmácias, na forma de gel ou em pó, podendo ser consumida sozinha ou junto com outros suplementos, como creatina e whey protein, antes, durante ou após os exercícios.

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Para que serve a maltodextrina

As principais indicações da maltodextrina são:

1. Melhorar o desempenho físico

A maltodextrina melhora o desempenho físico, pois fornece energia de forma rápida e de longa duração para o organismo.

Assim, a maltodextrina é uma boa opção para ser usada antes ou durante as atividades de longa duração, como futebol, triatlo, maratona, remo, ciclismo e corrida.

Além disso, em casos de mais de uma competição no mesmo dia, a maltodextrina também pode ser usada após as atividades por ajudar a repor rapidamente o glicogênio muscular, promovendo a recuperação muscular.

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2. Favorecer o ganho de massa muscular

Por ser um carboidrato, um nutriente que melhora a performance durante os treinos além de fornecer energia para que aconteça a formação de massa muscular, a maltodextrina é um suplemento que favorece o ganho de massa muscular.

Leia também: 10 suplementos para ganhar massa muscular (e como usar) tuasaude.com/suplementos-para-ganhar-massa-muscular

Além disso, as células musculares também armazenam a glicose na forma de glicogênio para ser usado como fonte de energia durante os exercícios e para ajudar na recuperação muscular após os treinos.

3. Ajudar na recuperação após cirurgias

A maltodextrina pode ser indicada pelo médico ou nutricionista para ajudar na recuperação após cirurgias, porque fornece energia, além de ajudar a diminuir as inflamações e o tempo de internação hospitalar.

Assim, a maltodextrina é usada em ambiente hospitalar, por via oral ou através de nutrição enteral por meio de uma sonda.

4. Tratar a desidratação

Em ambiente hospitalar, a maltodextrina pode ser usada em soluções orais, sendo indicada para ajudar no tratamento da desidratação, principalmente quando for causada por diarreias.

5. Aumentar as calorias da dieta

A maltodextrina pode ser indicada pelo médico ou nutricionista para pessoas que precisam aumentar de peso ou que possuem dificuldade para suprir as necessidades energéticas, como no caso de caquexia, desnutrição ou atletas que fazem treinos muito intensos.

Como tomar maltodextrina

A maltodextrina pode ser tomada antes, durante ou após os treinos, conforme os objetivos de cada pessoa. A quantidade de maltodextrina geralmente indicada é de 10 a 30 gramas, que deve ser diluída em 200 a 300 ml de água ou outra bebida. Após a ingestão, a maltodextrina começa a atuar no organismo em torno de 20 minutos.

No entanto, o uso da maltodextrina deve ser feito de preferência com a orientação de um médico ou nutricionista, para que a quantidade seja ajustada conforme o gasto energético individual.

A maltodextrina também pode ser consumida associada a outros carboidratos, como frutose e glicose ou com outros suplementos, como creatina e whey protein. Conheça mais sobre os suplementos indicados para aumentar massa muscular.

Na forma de soluções orais, nutrição enteral ou parenteral, a maltodextrina deve ser usada somente conforme a orientação do médico, ou nutricionista.

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Maltodextrina engorda?

Por ser um carboidrato de alto índice glicêmico, a maltodextrina pode engordar, principalmente se for consumida em uma dieta rica em calorias, associada com inatividade física.

Maltodextrina faz mal?

Até o momento não existem estudos que indiquem que maltodextrina faz mal para a saúde ou cause problemas nos rins, fígado ou coração.

Diferença entre dextrose e maltodextrina

A dextrose é um carboidrato simples que é rapidamente convertido em glicose e absorvido pelo organismo, sendo indicada para melhorar a recuperação de praticantes de exercícios intensos, como levantamento de peso e treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT).

Leia também: Dextrose: o que é, para que serve e como tomar tuasaude.com/dextrose

Já a maltodextrina é um carboidrato complexo formado por dextrose, maltose e frutose, que fornece energia para o organismo de forma gradativa. Por isso, a maltodextrina é muito usada por atletas de resistência, como jogadores de futebol, corredores ou ciclistas, pois atrasa o surgimento do cansaço durante os exercícios.

Possíveis efeitos colaterais

O consumo da maltodextrina normalmente não causa efeitos colaterais. No entanto, o uso não orientado e em excesso de maltodextrina pode favorecer o ganho de peso e o surgimento de resistência à insulina e diabetes.

Quem não deve tomar

Mulheres grávidas ou em período de amamentação, idosos, crianças, além de pessoas com diabetes, obesidade ou outros problemas de saúde, devem sempre consultar um médico, ou nutricionista, antes de usar a maltodextrina.



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Urgência ou emergência: qual a diferença? (e quando ir ao hospital)

Urgência e emergência podem parecer duas palavras muito semelhantes, no entanto, em ambiente hospitalar, essas palavras têm significados muito diferentes que ajudam a avaliar os pacientes de acordo com o risco de vida que correm, otimizando o tempo que passa desde o início dos sintomas até o tratamento médico.

Independente de se tratar de uma urgência ou de uma emergência, qualquer caso que pareça colocar a vida em risco deve ser avaliado o mais rápido possível por um profissional de saúde, devendo-se pedir ajuda pelo 192 ou ir na urgência do hospital da região.

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O que é uma emergência

Normalmente, o termo \"emergência\" é utilizado nos casos mais graves, quando a pessoa está em risco imediato de perder a vida e, por isso, o tratamento médico deve ser iniciado o mais rápido possível, mesmo que ainda não exista um diagnóstico bem definido.

O tratamento destes casos é especialmente direcionado para tentar controlar os sinais vitais e não para tratar a causa do problema. Encaixam nesta definição situações como hemorragias graves, AVC ou um infarto, por exemplo.

O que é uma urgência

A palavra \"urgência\" é usada para descrever uma situação que é grave, mas que não coloca a vida em risco imediato, embora possa evoluir ao longo do tempo para uma emergência. Nesta classificação estão incluídos casos como fraturas, queimaduras de 1º e 2º grau ou uma apendicite, por exemplo.

Nestes casos, existe mais tempo para fazer vários exames, identificar a causa e definir a melhor forma de tratamento, que deve ser direcionada para resolver a causa e não apenas para estabilizar os sinais vitais.

Situações de emergência vs urgência

A seguir, indicamos algumas situações que podem ser descritas como emergência ou urgência:

Situações EMERGENTE Situações URGENTES
Dor muito intensa no peito (infarto, aneurisma da aorta...) Febre persistente
Suspeita de AVC

Diarreia constante

Queimadura de 3º grau ou muito extensas Tosse persistente
Reação alérgica severa (com dificuldade respiratória) Dor que não melhora
Dor abdominal muito intensa (perfuração do intestino, gravidez ectópica...) Fraturas sem hemorragia grave
Hemorragia grave Presença de sangue no catarro ou na urina
Dificuldade para respirar Desmaio ou confusão mental
Traumatismo craniano grave Pequenos cortes
Traumas causados acidentes ou armas, como pistola ou faca Picadas ou mordidas de animais

Qualquer uma das situações apresentadas é motivo para ir ao hospital e fazer uma avaliação profissional por um médico, enfermeiro ou outro profissional de saúde.

Quando devo ir ao hospital

Nem sempre é fácil identificar quando é realmente preciso ir no hospital ou pronto socorro, e por isso aqui ficam alguns dos principais sintomas que justificam uma ida à urgência ou pronto-socorro:

1. Perda de consciência, desmaio ou confusão mental

Quando existe perda de consciência, desmaio, confusão ou tonturas severas é importante ir no hospital ou pronto socorro, especialmente se estiverem presentes outros sintomas como falta de ar ou vômito, por exemplo. A perda de consciência ou desmaio frequente pode indicar a presença de outros problemas mais graves, como doenças cardíacas, neurológicas ou hemorragias internas.

2. Acidente ou queda grave

Se sofreu ferimentos graves ou se se machucou em consequência de um acidente ou prática de esporte, é importante ir no hospital se:

  • Bateu com a cabeça ou se perdeu a consciência;
  • Tem algum hematoma extenso ou inchaço em alguma região do corpo;
  • Apresenta algum corte profundo ou sangramentos;
  • Tem dor forte em alguma região do corpo ou se suspeitar de alguma fratura.

É importante que estes sintomas sejam observados e avaliados por um especialista, podendo ser necessário a realização de alguns exames, para evitar que os sintomas piorem ou que provoquem sequelas mais graves.

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3. Dificuldade para movimentar um lado do corpo ou dormência

Quando existe perda de memória e confusão mental, diminuição da força e da sensibilidade de um dos lados do corpo ou dor de cabeça forte, existem suspeitas de AVC, e por isso é muito importante procurar rapidamente ajuda médica.

4. Dor forte ou repentina

Qualquer dor forte que surja sem razão aparente deve ser analisada pelo médico, especialmente se não passar após alguns minutos. Porém, existem algumas dores que podem ser mais preocupantes que outras, como:

  • Dor súbita no peito, pode ser sinal de infarto, pneumotórax ou embolia pulmonar, por exemplo;
  • Em mulheres, dor forte e súbita no ventre pode indicar aborto;
  • Dor abdominal forte pode indicar apendicite ou infecção na vesícula ou pâncreas;
  • Dor forte na região dos rins, pode ser sinal de infecção urinária;
  • Dor de cabeça forte e sem razão pode ser sinal de AVC hemorrágico;
  • Dor forte nos testículos pode indicar a presença de uma infecção nos testículos.

Nestas situações e especialmente quando a dor não passa ou piora, é indicado ir no hospital ou pronto socorro.

5. Tosse que piora ao longo do tempo

Quando a tosse persistente não passa ou piora é recomendado consultar o médico logo que possível, pois ela pode indicar a presença de doenças respiratórias como gripe, infecção respiratória, pneumonia ou bronquite, por exemplo. Além disso, podem também estar presentes outros sintomas como falta de ar, dor no peito ou catarro.

6. Febre que dura mais de 3 dias

A febre é um sintoma comum, que ocorre devido a uma reação de defesa do organismo contra alguma infecção, como gripe, meningite, pneumonia, infecções respiratórias, infecções urinárias ou gastroenterite, por exemplo.

Quando a febre é o único sintoma de doença ou quando ela dura à menos de 3 dias, não é necessário procurar ajuda médica, sendo indicado esperar mais algum tempo.

Porém, quando a febre dura à mais de três dias ou quando vem acompanhada de outros sintomas como falta de ar ou convulsões, é indicado ir no hospital ou pronto socorro logo que possível.

Sintoma de resfriado, infecções leves, problemas de digestão, pequenos ferimentos ou dores leves são sintomas que não justificam uma ida ao hospital ou pronto socorro, sendo possível esperar pela consulta do clínico-geral ou do médico regular.



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quinta-feira, 23 de abril de 2026

Doença arterial coronariana: o que é, sintomas, causas e tratamento

Veganismo: o que é ser vegano e como é a dieta (com cardápio)

O veganismo é um estilo de vida que tem como objetivo excluir o uso de animais na alimentação, como carne, ovos, peixes, laticínios e mel. A pessoa vegana também não usa roupa feita de couro ou pelos naturais e produtos com ingredientes de origem animal ou testados em animais.

Assim, na dieta vegana é priorizado o consumo de alimentos de origem vegetal, como cereais, leguminosas, frutas, vegetais, tubérculos, óleos vegetais, sementes e oleaginosas, por exemplo.

Por ser uma dieta que geralmente é rica em fibras, vitaminas, minerais e compostos bioativos, o veganismo ajuda a diminuir o risco de doenças como pressão alta, infarto, aterosclerose, diabetes, câncer e obesidade.

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O que comer na dieta vegana

A dieta vegana geralmente inclui alimentos saudáveis como:

  • Cereais integrais: arroz, trigo, milho, quinoa, aveia e amaranto;
  • Leguminosas: feijão, grão-de-bico, soja, ervilha e amendoim;
  • Tubérculos: batata, batata-baroa, batata-doce, mandioca e inhame;
  • Frutas: manga, laranja, limão, abacate, banana, mamão, maçã e pera;
  • Vegetais: couve, tomate, acelga, brócolis, chuchu e espinafre;
  • Sementes: chia, linhaça, gergelim, semente de abóbora e de girassol;
  • Oleaginosas: castanha-do-pará, amêndoas, nozes, avelãs;
  • Derivados de soja: tofu, tempeh, proteína texturizada de soja, miso e seitan;
  • Outros: bebidas vegetais, azeite de oliva, óleo de coco.

Também é possível transformar receitas tradicionais em opções veganas, ou adquirir em supermercados ou lojas naturais, produtos prontos como, salsichas de soja, leite vegetal, hambúrguer de grão-de-bico, feijão ou lentilha, por exemplo.

Alimentos que devem ser evitados

Na dieta vegana deve-se evitar todos os alimentos de origem animal, como:

  • Carnes, como frango, ovos, peixes, carne bovina e frutos do mar;
  • Leite e derivados, como queijo, iogurte, requeijão e manteiga;
  • Embutidos, como salsicha, linguiça, presunto, mortadela, peito de peru e salame;
  • Gorduras de origem animal, como manteiga, óleo de fígado de bacalhau e banha;
  • Produtos apícolas, como mel, própolis e geleia real;
  • Fermentos com organismos vivos, como fermento fresco (de padeiro);
  • Gelatina e produtos feitos com colágeno.

Além disso, produtos que tenham sido testados em animais, ou produtos que utilizam partes de animais em sua produção, como roupas de seda ou couro, por exemplo, também não são usados no veganismo.

Cardápio da dieta vegana

A tabela a seguir traz um exemplo de cardápio de 3 dias da dieta vegana:

Refeição

Dia 1

Dia 2

Dia 3

Café da manhã

1 copo de bebida vegetal de amêndoas + 1 torrada integral com húmus + 1 pera

300 ml de bebida vegetal de aveia batido com morango e banana + 1 col de sopa de farinha de aveia

1 iogurte de soja + 1 colher de semente de girassol + 1 fatia de pão integral com pasta de berinjela

Lanche da Manhã

1 banana em rodelas com 1 col de sopa de manteiga de amendoim

10 castanhas-de-caju + 1 maçã

1 copo de suco verde +  2 castanhas-do-pará

Almoço

Tofu + arroz integral + brócolis, cenoura, cogumelos e couve-flor refogados no azeite + 1 laranja inteira

Macarrão integral com bolonhesa de proteína de soja + salada de espinafre, alface, tomate e beterraba ralada temperados com 1 col sobremesa de óleo de abacate + 1 copo de limonada

Hambúrguer de lentilha + quinoa cozida + ensopado de vagem, cenoura e abobrinha + 1 fatia média de mamão

Lanche da Tarde

1 iogurte de soja +6 morangos picados + 1 col de sopa de semente de abóbora

1 fatia de pão com guacamole de 1/2 abacate com cebola, tomate, azeite, suco de limão, sal e pimenta

300 ml de leite de coco batido com banana e 1 col sopa de linhaça + 3 nozes

Jantar 1 prato de sopa de feijão com batata, cenoura, couve e chuchu + 1 goiaba 1 prato de salada feita com macarrão integral e grão-de-bico cozidos, alface, tomate, abobrinha e cenoura crus e ralados, temperada com azeite e sal + 1 tangerina 1 sanduíche feito com pão, hambúrguer de lentilha, alface, tomate, cebola e pasta de berinjela

Este cardápio é apenas um modelo, podendo variar conforme as preferências individuais e o estado de saúde da pessoa. Assim, é aconselhado consultar o nutricionista para elaborar a dieta vegana de acordo com as necessidades nutricionais individuais.

Para saber como fazer a dieta no veganismo, marque uma consulta com o nutricionista mais perto de você:

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Suplementação para veganos

Embora a alimentação vegana normalmente seja variada e rica em fibras, vitaminas e minerais, é importante ter o acompanhamento periódico do nutricionista. Isso porque uma alimentação desequilibrada, pode causar a deficiência de alguns nutrientes, como vitamina B12, vitamina D, cálcio, ferro e proteínas.

Assim, é importante que o vegano seja acompanhado por um nutricionista para avaliar possíveis deficiências e, se necessário, recomendar a suplementação desses nutrientes. Veja como evitar a deficiência de nutrientes na dieta vegetariana.

No entanto, a suplementação em veganos só deve ser indicada após avaliação da dieta e de um exame de sangue, que pode ser solicitado por um médico ou nutricionista, para confirmar se existe deficiência de vitaminas ou minerais.

Dicas de como ser vegano

Uma dica para quem quer ser vegano, é reduzir gradativamente a quantidade de proteína animal e aumentar a ingestão de leguminosas, que são ricas em proteínas, como grão-de-bico, soja, lentilha e feijão. Saiba quais são os alimentos ricos em proteína vegetal.

Outra boa opção para diminuir o consumo de proteína animal gradativamente e se tornar vegano, é adotar uma dieta plant-based ou o flexitarianismo, que é um estilo de vida onde se prioriza a ingestão de alimentos de origem vegetal e se diminui o consumo de proteína animal.

Leia também: Flexitarianismo: o que é, benefícios e como começar tuasaude.com/flexitarianismo

Diferença entre veganismo e vegetarianismo

O veganismo é um tipo de vegetarianismo, onde a pessoa tem um estilo de vida em que não consome nenhum item de origem animal, sejam alimentos, vestuários e produtos cosméticos, por exemplo.

Já o vegetarianismo é um estilo de alimentação onde não se consome nenhum tipo de carne. No entanto, o vegetariano pode ou não comer ovos, leite e derivados. O vegetarianismo pode ser dividido em vários tipos, como ovolactovegetarianismo, lactovegetarianismo, ovovegetarianismo, vegetarianismo estrito e veganismo.

Leia também: 5 tipos de vegetarianismo (e suas diferenças) tuasaude.com/vegetarianismo

Receitas veganas

Algumas receitas veganas saudáveis e saborosas para incluir no dia a dia são:

1. Hambúrguer de grão-de-bico

Ingredientes:

  • 300g de grão-de-bico cozido;
  • 1 cebola pequena picada;
  • 1 dente de alho picado;
  • 1 cenoura crua ralada;
  • 5 colheres de sopa de azeite;
  • 1 e 1/2 xícara (de chá) de farelo de aveia;
  • 1/2 xícara (de chá) de fécula de batata ou polvilho doce;
  • 1 colher (de chá) de sal;
  • 1 colher (de sopa) de salsinha fresca picada;
  • Pimenta-do-reino a gosto.

Modo de preparo:

Deixar o grão-de-bico de molho em água por 12 horas. Escorrer e cozinhar em uma panela de pressão por 15 minutos após pegar pressão. Escorrer o grão e, após amornar, bater no liquidificador e reservar.

Refogar a cebola e o alho em uma frigideira com 2 colheres de sopa de azeite. Colocar este refogado com o sal, pimenta e salsinha em um processador ou liquidificador e bater até ficarem cremosos.Transferir o grão de bico e o refogado batido para uma tigela e adicionar a cenoura. Misturar bem e adicionar, aos poucos, a aveia e o polvilho, até o hambúrguer ficar moldável.

Modelar os hambúrgueres em tamanhos iguais. Em uma frigideira aquecer ½ colher de sopa de azeite e colocar os hambúrgueres para grelhar. Deixar dourar e virar. Ir adicionando azeite de acordo com a necessidade. Servir com pão, alface e tomate e outros vegetais à gosto.

2. Queijo vegano de amêndoas

Ingredientes:

  • 1 xícara de amêndoas;
  • 1/2 limão espremido;
  • 1 colher (de chá) de agar-agar;
  • ½ col (de chá) de sal;
  • 1 pitada de cúrcuma (opcional);
  • 2 xícaras (de chá) de água filtrada.

Modo de preparo:

Colocar as amêndoas de molho por 8 horas. Escorrer a água. Bater no liquidificador as amêndoas com a água. Coar a mistura em um pano fino e reservar os resíduos da amêndoa para outra receita.

Transferir o leite de amêndoas para uma panela. Juntar o restante dos ingredientes e levar ao fogo médio, mexendo com uma colher, por 4 a 5 minutos para ativar o agar-agar. Colocar a mistura em um recipiente de vidro e esperar esfriar e endurecer. Levar à geladeira e consumir em até 7 dias.

3. Brigadeiro vegano

Ingredientes:

  • 1 xícara (de chá) de açúcar demerara;
  • 1/2 xícara (de chá) de água fervente;
  • 3/4 de xícara (de chá) de farinha de aveia;
  • 2 colheres (de sopa) de cacau em pó.

Modo de preparo:

Bater no liquidificador o açúcar com a água fervente, com cuidado, por cerca de 3 minutos, e, em seguida, adicionar a farinha de aveia, batendo por mais 2 minutos até obter um creme liso, com a consistência de leite condensado.

Depois, acrescentar o cacau em pó e misturar com o creme em fogo baixo, até ferver e desgrudar da panela. Esperar esfriar e servir em seguida.

4. Bolo de milho vegano

Ingredientes:

  • 2 xícaras (de chá) de milho-verde (pode ser em lata);
  • 2 xícaras (de chá) de farinha de milho e em flocos para cuscuz;
  • 1 xícara (de chá) de farinha de trigo;
  • 1/2 xícara (de chá) de açúcar mascavo;
  • 400 ml de leite de coco;
  • 1/2 xícara (de chá) de coco ralado;
  • 1/2 xícara (de chá) de óleo vegetal;
  • 1 colher (de café) de sal;
  • 2 colheres (de sopa) de fermento em pó químico.

Modo de preparo:

Adicionar no liquidificador o óleo de coco ou azeite, o açúcar e o leite de coco e bater. Adicionar, aos poucos, a farinha de trigo, a farinha de milho e o sal. Ir desligando o liquidificador e mexer com uma colher, se precisar. Reservar essa massa e bater separadamente o milho, mas não bater muito, para ficar com pedacinhos no bolo.

Juntar o milho batido com a massa que estava separada com uma colher e adicionar o fermento. Colocar a massa em uma assadeira untada com óleo e farinha de trigo. Assar no forno preaquecido a 180° C por 45 minutos e por mais 10 minutos a 200 ° C para dourar. Esperar esfriar, retirar da assadeira e servir.



source https://www.tuasaude.com/veganismo/

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