sexta-feira, 17 de abril de 2026

Gases vaginais: 5 principais causas (e como tratar)

Os gases vaginais, ou flatos vaginais, podem ser causados por situações simples, como relações sexuais ou exercícios físicos, ou por condições mais importantes como enfraquecimento do assoalho pélvico e fístulas vaginais.

Conforme a causa dessa condição, os gases vaginais também podem ser acompanhados de outros sintomas, como corrimento e xixi com mau cheiro, dor na barriga ou durante as relações sexuais, incontinência urinária e fecal.

Por isso, se gases vaginais forem acompanhados de outros sintomas, é recomendado consultar o ginecologista para fazer uma avaliação completa e indicar o tratamento mais adequado, que pode incluir o uso de medicamentos, os exercícios de kegel, laserterapia ou, em alguns casos, a cirurgia.

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Principais causas

As principais causas de gases vaginais são:

1. Flacidez vaginal

Os gases vaginais podem estar presentes na flacidez vaginal, que é uma condição onde os músculos da vagina perdem o tônus e a força muscular, além de perderem as fibras de colágeno e elastina na mucosa vaginal.

A flacidez vaginal pode ser causada por múltiplas gestações, parto com bebês muito grandes ou partos muito prolongados ou envelhecimento, por exemplo, podendo ser acompanhada de perda de sensibilidade durante a relação sexual, diminuição da libido, perda da autoestima e dificuldade de atingir o orgasmo.

2. Relação sexual

A relação sexual é uma das possíveis causas de gases vaginais, porque a entrada e saída do pênis ou brinquedo sexual, por exemplo, pode empurrar o ar para dentro, que quando são removidos, liberam o ar da vagina.

Durante as relações sexuais, os gases vaginais geralmente acontecem em determinadas posições, como quando a mulher está em quatro apoios, ou quando os joelhos estão dobrados sobre o abdômen, por exemplo. Nestas posições, a musculatura da vagina relaxa um pouco, diminuindo o contato com o pênis e permitindo assim a entrada ou saída de ar.

3. Fístula vaginal

A fístula vaginal é uma abertura entre o canal vaginal e órgãos como bexiga ou intestino, podendo causar a formação de gases vaginais e outros sintomas como corrimento e xixi com mau cheiro, dor na barriga, dor durante as relações sexuais, incontinência urinária e fecal.

A fístula vaginal geralmente é causada por um trauma, como trabalho de parto prolongado, rupturas vaginais durante o parto ou episiotomia, cesarianas, histerectomias, câncer na região pélvica, doenças inflamatórias intestinais, diverticulite ou radioterapia na região pélvica.

4. Exercícios físicos

Alguns exercícios físicos, como ioga, abdominais ou corrida podem causar os gases vaginais, porque a vagina fica levemente aberta durante essas atividades, favorecendo a entrada de ar.

5. Enfraquecimento do assoalho pélvico

O enfraquecimento do assoalho pélvico pode ser causado por situações, como menopausa, envelhecimento, cesarianas, tosse crônica, por exemplo, que favorecem a entrada de ar, provocando os gases vaginais.

Outros sintomas e sinais que também podem surgir com o enfraquecimento do assoalho pélvico são incontinência urinária e fecal, 

Como é feito o tratamento

O tratamento dos gases vaginais varia conforme a causa dessa condição, podendo incluir:

  • Medicamentos, como antibióticos orais, para combater infecções em casos de fístulas vaginais;
  • Cateter urinário, que é um dispositivo indicado para tratar pequenas fístulas entre a vagina e a bexiga;
  • Cirurgia, para fechar a fístula, sendo recomendada para o tratamento dos gases vaginais causados por fístula;
  • Exercícios de kegel, que ajudam a fortalecer os músculos da região pélvica, sendo indicados para tratar o enfraquecimento dessa musculatura;
  • Vaginoplastia, uma cirurgia íntima que ajuda a recuperar o tônus muscular, melhorando a flacidez na vagina;
  • Laser ou radiofrequência, que são tratamentos indicados para flacidez na vagina, pois aquecem os tecidos, estimulando a formação de colágeno.

Já os gases vaginais causados por atividades sexuais ou exercícios físicos, não precisam de tratamento.

Como evitar os gases vaginais

Algumas dicas que podem ajudar a evitar os gases vaginais são evitar algumas posições sexuais, como de quatro apoios ou com os joelhos dobrados sobre o abdômen, e fazer pompoarismo e kegel, exercícios que ajudam a fortalecer os músculos do assoalho pélvico.

Leia também: Exercícios de Kegel: para que servem (e como fazer) tuasaude.com/exercicios-de-kegel

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Dor de gases: como é, onde dói (e como aliviar)

A dor de gases pode ser sentida como uma cãibra, dor aguda e penetrante ou ainda como uma dor forte em qualquer parte da barriga. A pessoa com dor de gases também pode apresentar dor, pressão ou desconforto no peito.

Algumas formas de aliviar a dor de gases incluem tomar chás, fazer massagem na barriga, evitar alimentos que causam gases e tomar remédios, como simeticona e dimeticona.

Entretanto, é importante consultar o clínico geral se a dor de gases durar 3 semanas ou mais e/ou quando este sintoma é acompanhado de febre, perda de peso sem motivo aparente, diarreia , náuseas e vômitos, por exemplo.

Leia também: Gases: o que são, sintomas, causas e como eliminar tuasaude.com/sintomas-de-gases
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Como é a dor de gases

A dor de gases pode ser sentida cãibras ou como uma dor aguda e penetrante, ou ainda como uma dor forte na barriga.

A pessoa com dor de gases também pode apresentar pressão ou desconforto do lado esquerdo ou direito da barriga, além de dor, pressão ou desconforto no peito.

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Dor de gases na barriga

A dor de gases na barriga geralmente é descrita como uma sensação de cãibras abdominais, dor aguda e penetrante ou como uma dor forte.

Esta dor pode surgir em qualquer lugar do abdômen: na parte superior, média inferior ou em toda a barriga.

A dor de gases também pode ser acompanhada por uma sensação de inchaço e pressão, distensão abdominal e ser aliviada com a eliminação de gases.

Dor de gases nas costas

Os gases podem provocar uma sensação de dor, desconforto ou pressão na região superior ou inferior das costas, no lado direito ou esquerdo.

Dor de gases no peito

A dor de gases no peito pode acontecer porque o gás pode se acumular na região de cima do intestino grosso, perto do diafragma.

Assim, o acúmulo de gases na região superior do intestino pode irradiar para o tórax, causando uma dor parecida com a de um ataque cardíaco.

Leia também: Dor no peito: 11 causas, o que fazer (e quando pode ser infarto) tuasaude.com/dor-no-peito

Onde dói a dor de gases

A dor de gases pode surgir em qualquer parte do abdômen, como área superior, média, inferior ou por toda a barriga.

Além disso, a dor de gases também pode surgir no peito e nas costas.

Sintomas de dor de gases

Os sintomas de dor de gases incluem:

  • Dor que varia de leve a intensa;
  • Inchaço abdominal;
  • Distensão abdominal;
  • Flatulência excessiva, que pode ter mau cheiro;
  • Eructação, ou arrotos;
  • Barulhos ou ruídos na barriga;
  • Sensação de pressão no abdômen.

É importante ressaltar que a dor de gases preso geralmente é aliviada por meio do arroto ou flatos, que são os gases intestinais.

Como saber se a dor é de gases

Uma forma de saber se a dor é de gases, é quando esse sintoma é aliviado ou se resolve após a liberação do gás, por meio de arroto ou flatos.

Além disso, a dor de gases pode ser observada após o consumo de alguns alimentos, bebidas, suplementos ou uso de medicamentos, por exemplo.

Como aliviar a dor de gases

Algumas formas de aliviar a dor de gases incluem:

  • Tomar remédios, como simeticona, dimeticona e alfa-D-galactosidase. Veja os remédios indicados para gases;
  • Fazer massagem na barriga, da direita para a esquerda, que pode ajudar a liberar gases presos;
  • Fazer exercícios, como caminhada, ioga e bicicleta, que estimulam a musculatura responsável pelos movimentos intestinais, ajudando na eliminação dos gases;
  • Tomar chás para gases, como de hortelã-pimenta, erva-doce, erva-cidreira e de louro.

Além disso, é importante também identificar os alimentos que causam gases e evitá-los, como leguminosas, como feijão, ervilha e grão-de-bico, couve-flor, brócolis e adoçantes, como sorbitol e xilitol.

Leia também: 8 formas para eliminar gases presos rapidamente tuasaude.com/como-eliminar-gases

Causas de gases

As principais causas de gases incluem Ingestão de ar ao comer rápido, beber, falar ou sorrir, refluxo, prisão de ventre, síndrome do intestino irritável e intolerância à lactose.

Além disso, os gases também podem ser causados pelo consumo de bebidas gaseificadas, como refrigerante, espumante e água com gás. Conheça as principais causas dos gases.

Quando ir ao médico

Embora a dor de gases seja geralmente simples, pode indicar problemas mais sérios.

Assim, é recomendado ir ao médico na presença de sintomas como:

  • Dor, inchaço ou distensão que não melhoram com mudanças na dieta e no estilo de vida;
  • Dor ou inchaço por 3 semanas ou mais;
  • Se os sintomas aumentaram quanto à frequência ou gravidade;
  • Febre;
  • Náuseas e vômitos;
  • Perda de peso sem motivo aparente.

É importante consultar o médico também se apresentar diarreia, sangue nas fezes, dificuldade para evacuar, urinar ou soltar os gases.

Desta forma, o médico poderá fazer uma avaliação completa e indicar o tratamento adequado.



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O bebê mexe mais quando deitamos de barriga pra cima?

Não existem evidências que comprovem que o bebê mexe mais quando a grávida deita de barriga para cima. Embora muitas mulheres tenham essa percepção, não é possível estabelecer uma relação direta entre essa posição e um aumento real na atividade fetal. Na verdade, por volta da 20ª semana de gestação, o bebê já consegue realizar movimentos mais coordenados, como rolar e virar, independentemente da posição da mãe. Entenda quando o bebê começa a mexer.

Durante o terceiro trimestre, deitar de barriga para cima pode até ser bastante desconfortável, pois o peso do útero pode comprimir vasos importantes, causando falta de ar ou mal-estar, por exemplo. Por isso, a recomendação geral é priorizar o repouso deitada de lado, utilizando travesseiros entre as pernas para alinhar a coluna e garantir mais conforto durante o sono. Veja qual a melhor posição para a gestante dormir.

É fundamental manter o acompanhamento regular com o obstetra para esclarecer dúvidas sobre a movimentação fetal e garantir a saúde durante a gestação. Caso tenha outras dúvidas ou note qualquer alteração incomum ou ausência de movimentos por longos períodos, procure orientação médica imediatamente e evite o uso de qualquer medicação sem prescrição.



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