sexta-feira, 26 de junho de 2026

5 remédios para candidíase masculina (e como usar)

Os remédios para candidíase masculina, como o clotrimazol, a nistatina ou o fluconazol, possuem ação antifúngica que ajudam a eliminar o fungo Candida albicans e aliviar os sintomas de coceira, vermelhidão, aumento da sensibilidade da glande e/ou prepúcio, ou até secreção esbranquiçada, podendo ser usados na forma de pomadas ou comprimido.

Além dos remédios, alguns cuidados diários como manter a região íntima sempre seca, evitar ter contato íntimo durante o tratamento e adotar uma alimentação com pouca quantidade de carboidratos, como arroz, batata e pão, e em açúcar, também são importantes para tratar a candidíase peniana e ajudar a curá-la mais rápido.

O tratamento para a candidíase masculina deve ser feito pelo urologista, após avaliação do pênis e do estado geral de saúde, que pode indicar o melhor remédio para aliviar os sintomas, de forma individualizada, e evitar complicações como feridas ou fimose, por exemplo.

Veja, no vídeo a seguir, como é o tratamento da candidíase masculina:

Como se livrar da CANDIDÍASE MASCULINA rapidamente

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Principais remédios para candidíase masculina

Os principais remédios para candidíase masculina são:

1. Clotrimazol

O clotrimazol é uma pomada para candidíase no homem que tem ação antifúngica, que inibe o crescimento do fungo Candida albicans, aliviando os sintomas de coceira, placas avermelhadas ou esbranquiçadas no pênis, dor, ardor ou inchaço na glande ou no prepúcio.

Essa pomada pode ser encontrada na forma de creme dermatológico contendo clotrimazol 10 mg/g, como genérico ou com os nomes comerciais Canesten ou Dermobene, por exemplo.

Como usar: a pomada de clotrimazol deve ser aplicada na glande e no prepúcio 2 a 3 vezes por dia, por 1 a 2 semanas, conforme orientado pelo urologista.

2. Miconazol

A pomada antifúngica para candidíase no homem contendo nistatina impede o crescimento e a multiplicação do fungo Candida albicans, aliviando os sintomas da candidíase masculina.

Essa pomada antifúngica pode ser encontrada como genérico \"nitrato de miconazol\" creme dermatológico 20 mg/g, e deve ser usada com orientação do urologista.

Como usar: aplicar a pomada de nitrato de miconazol, na glande e no prepúcio, 2 vezes por dia, de manhã e à noite, por 1 a 3 semanas, conforme orientação do urologista.

3. Nistatina

A nistatina para candidíase masculina é outra pomada antifúngica que pode ser indicada pelo urologista pois impede o crescimento e a multiplicação do fungo Candida albicans, aliviando os sintomas.

Geralmente, essa pomada é encontrada como pomada vaginal com aplicadores, mas que pode ser usada em homens sobre a glande e prepúcio, sem necessidade de usar o aplicadores.

Como usar: aplicar a pomada de nistatina, 1 ou 2 vezes por dia, durante 1 a 3 semanas, passando a pomada na glande e no prepúcio, conforme orientação do urologista.

Leia também: Antifúngicos: o que são, para que servem e tipos (oral, cremes e mais) tuasaude.com/antifungico

4. Hidrocortisona

A hidrocortisona é uma pomada corticoide que pode ser indicada pelo médico para aliviar a inflamação na glande e no prepúcio, aliviando os sintomas, quando são mais intensos.

No entanto, essa pomada não elimina o fungo Candida albicans, mas pode ser associada ao tratamento com pomadas antifúngicas.

A pomada de hidrocortisona pode ser encontrada na forma de creme dermatológico 10 mg/g, como genérico \"acetato de hidrocortisona\".

Como usar: aplicar uma fina camada da pomada de acetato de hidrocortisona na glande e no prepúcio, 2 a 3 vezes por dia, massageando levemente. O tempo de uso da hidrocortisona pomada deve ser orientado pelo urologista. Saiba como usar a hidrocortisona corretamente.

5. Fluconazol

O fluconazol é um antifúngico de dose única que inibe o crescimento da Candida albicans, sendo indicado nos casos mais graves com inflamação mais intensa na glande ou no prepúcio.

Em alguns casos, o urologista pode recomendar a combinação do tratamento com antifúngicos na forma de cremes e pomadas, junto com a cápsula de fluconazol.

Como usar: a cápsula deve ser ingerida por via oral, sendo que a dose recomendada é de 1 cápsula de fluconazol 150 mg em dose única. Saiba como tomar o fluconazol corretamente.

Cuidados durante o tratamento 

Além do uso de remédios prescritos pelo médico, para tratar a candidíase peniana, deve-se sempre seguir alguns cuidados a fim de curar mais rapidamente a doença, incluindo:

  • Aplicar a pomada indicada pelo médico na glande e no prepúcio após higiene local;
  • Fazer o tratamento pelo tempo recomendado pelo urologista, mesmo que os sintomas melhorem rapidamente;
  • Manter a região genital sempre limpa e seca;
  • Evitar relações sexuais no período em que estiver em crise ou em tratamento;
  • Evitar comer alimentos ricos em gorduras e açúcares;
  • Aumentar o consumo de vitamina C com o objetivo de aumentar o sistema imunológico;
  • Beber muita água;
  • Comer mais verduras e hortaliças;
  • Evitar o consumo de bebidas alcoólicas;
  • Não fumar;
  • Usar preservativo em todas as relações sexuais;
  • Evitar roupas justas e de material sintético.

O tratamento para candidíase deve ser realizado tanto pelo homem, quanto pela (o) parceira (o), caso tenho havido relação sexual, para que a doença seja totalmente eliminada. Saiba como identificar a candidíase no homem.

Sinais de melhora

Os sinais de melhora da candidíase masculina incluem a diminuição da dor durante o contato íntimo, assim como da vermelhidão e do inchaço, e o desaparecimento das placas esbranquiçadas no pênis e do corrimento.

Sinais de piora

Os sinais de piora da candidíase no homem surgem quando o tratamento não é feito ou é feito de forma incorreta e incluem aumento da dor, da vermelhidão e do inchaço, assim como, do aparecimento das placas esbranquiçadas no pênis.



source https://www.tuasaude.com/tratamento-da-candidiase-no-homem/

USG pélvica: para que serve, preparo e como é feita

A USG pélvica, ou ultrassonografia pélvica, é um exame de imagem não invasivo realizado para avaliar os órgãos da região pélvica feminina, como ovários, tubas uterinas, útero e colo do útero e vagina.

Assim, a USG pélvica ajuda a investigar a causa de alterações no ciclo menstrual, identificar sinais de endometriose e adenomiose, acompanhar o desenvolvimento do bebê durante a gestação e avaliar a presença de cistos e pólipos uterinos, por exemplo.

A ultrassonografia pélvica é normalmente indicada como rotina, sendo muitas vezes solicitada com outros exames ginecológicos como papanicolau, ultrassonografia das mamas e exames laboratoriais. Conheça os principais exames ginecológicos de rotina.

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Para que serve

A ultrassonografia pélvica serve para:

  • Avaliar os órgãos pélvicos;
  • Diagnosticar endometriose e adenomiose;
  • Avaliar a presença de pólipos, cistos e miomas uterinos;
  • Investigar gravidez ectópica;
  • Investigar a causa de alterações menstruais;
  • Acompanhar o desenvolvimento do bebê durante a gravidez;
  • Investigar e confirmar a presença de tumores pélvicos;
  • Auxiliar a realização de biópsia do endométrio;
  • Avaliar alterações do assoalho pélvico, como prolapso de órgãos pélvicos;
  • Ajudar no diagnóstico da doença inflamatória pélvica e torção ovariana;
  • Avaliar causas de infertilidade e acompanhar procedimentos de reprodução assistida;
  • Confirmar a presença e a posição do DIU (Dispositivo Intrauterino);
  • Avaliar a presença de líquido livre na região pélvica.

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Esse exame é normalmente indicado para mulheres como exame de rotina, já que permite uma avaliação mais detalhada do útero, colo do útero, vagina, tubas uterinas, ovários e bexiga.

No caso dos homens, a ultrassonografia pélvica serve para avaliar e investigar alterações na próstata, nas vesículas seminais e no sistema urinário. Veja mais indicações do ultrassom.

Tipos de USG pélvica

A USG pélvica pode ser classificada em dois tipos de acordo com a forma que é realizada:

O tipo de USG pélvico deve ser indicado pelo médico de acordo com o objetivo do exame, podendo, em alguns casos, ser solicitados os dois tipos ao mesmo tempo.

Preparo da ultrassonografia

O preparo da ultrassonografia pélvica varia de acordo com o tipo de USG indicado. Nos casos em que é feita a ultrassonografia suprapúbica, pode ser indicado que a pessoa beba bastante água antes do exame para ajudar a visualizar melhor as estruturas pélvicas. Por outro lado, no caso da ultrassonografia transvaginal, é indicado que a mulher esvazie totalmente a bexiga antes do exame.

É importante que, em ambos os casos, sejam seguidas as orientações do médico e do centro de diagnóstico.

É possível fazer a ultrassonografia pélvica durante a menstruação?

É possível realizar a ultrassonografia pélvica mesmo menstruada, já que não interfere no resultado do exame, sendo apenas indicado que a mulher fique sem absorvente durante a realização do exame.

Como é feita a USG pélvica

A ultrassonografia pélvica é feita usando um transdutor que é colocado na região e as imagens obtidas são transmitidas para um monitor, de forma que o médico consegue observar com detalhes os órgãos da região e identificar alterações.

No caso da USG transvaginal, a mulher é colocada em posição ginecológica para que seja possível colocar o transdutor e obter imagens detalhadas da região.

A ultrassonografia pélvica é um exame rápido e indolor, porém algumas pessoas podem sentir um pequeno desconforto, devido à ligeira pressão que é colocada na região abdominal.



source https://www.tuasaude.com/ultrassonografia-pelvica/

Obstrução intestinal: o que é, sintomas e tratamento (é grave?)

Obstrução intestinal é o bloqueio total ou parcial em qualquer parte do intestino, causando sintomas como dificuldade para evacuar ou eliminar gases, inchaço da barriga, náuseas ou dor abdominal, que pode ir piorando com o tempo.

A obstrução intestinal impede a passagem dos alimentos digeridos pelo intestino e, por isso, as fezes, os gases intestinais e as secreções digestivas acabam se acumulando, o que aumenta a pressão dentro do intestino e o risco de complicações graves, como perfuração intestinal, infecção generalizada ou morte do tecido intestinal.

Sempre que existir suspeita de uma obstrução no intestino é aconselhado procurar imediatamente atendimento médico, para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento que, normalmente, é feito com a administração de líquidos pela veia, passagem de uma sonda nasogástrica ou cirurgia, dependendo da gravidade.

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Sintomas de obstrução intestinal

Os principais sintomas de obstrução intestinal são:

  • Dor abdominal em cólica que piora com o tempo;
  • Dificuldade para evacuar ou eliminar gases;
  • Inchaço na barriga;
  • Náuseas e vômitos.
  • Perda do apetite.

A intensidade dos sintomas varia de acordo com a causa e a gravidade da obstrução, podendo ainda surgir febre caso ocorra ruptura do intestino.

Além disso, os sintomas podem ainda variar de acordo com o local afetado, sendo que vômitos e as náuseas são mais comuns na obstrução do intestino delgado, enquanto o inchaço abdominal e a prisão de ventre são mais frequentes na obstrução do intestino grosso, por exemplo.

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A obstrução intestinal é grave?

Sim, a obstrução intestinal é grave. Isso porque quando o intestino está obstruído, os alimentos, gases e líquidos não conseguem passar, ficando acumulados no local e aumentando o risco de complicações, como infecção generalizada, ruptura ou perfuração do intestino e abscesso abdominal, por exemplo, o que pode colocar a vida em risco.

Por isso, na presença de sintomas de obstrução intestinal deve-se ir imediatamente ao pronto-socorro, pois é uma emergência médica que necessita de tratamento imediato.

Quem tem obstrução intestinal consegue evacuar?

Existem alguns casos em que a obstrução intestinal é parcial, isto é, que ainda permite a passagem de algum conteúdo.

Nesses casos, pode ainda haver eliminação de gases, e em casos mais raros, diarreia, e os sintomas podem ser um pouco mais leves, no entanto, é comum que o desconforto abdominal seja persistente.

Como confirmar o diagnóstico

A obstrução intestinal pode ser suspeitada pelo gastroenterologista ou clínico geral através da avaliação dos sintomas, histórico de saúde e exame físico fazendo a palpação da barriga com as mãos, para tentar identificar alguma alteração.

O médico pode também utilizar o estetoscópio para auscultar o abdome e verificar se existem barulhos na barriga que indiquem se o intestino está funcionando corretamente ou não.

Para confirmar o diagnóstico, o médico deve solicitar exames de imagem, como tomografia computadorizada com contraste oral, que ajuda a identificar a causa, local do intestino que está obstruído e se a obstrução é total ou parcial.

Marque uma consulta com o gastroenterologista mais próximo usando a ferramenta a seguir:

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Possíveis causas

As principais causas de obstrução intestinal são:

  • Aderências intestinais pós cirurgia abdominal;
  • Cicatrizes intestinais após cirurgia abdominal ou pélvica, ou infecções, chamadas bridas intestinais;
  • Hérnias inguinais ou umbilicais;
  • Doenças inflamatórias intestinais, como doença de Crohn ou colite ulcerativa;
  • Torção do intestino, conhecida como vôlvulo;
  • Diverticulite.

Além disso, outra causa de obstrução são tumores intestinais, principalmente no intestino grosso. Veja uma lista dos sintomas de câncer no intestino.

Outras causas de obstrução intestinal são acúmulo de vermes, enterite pós-radiação no tratamento de câncer, intussuscepção ou paralisia dos movimentos intestinais, chamada de íleo paralítico.

Como é feito o tratamento

O tratamento para a obstrução intestinal varia de acordo com a localização e a gravidade dos sintomas e deve ser sempre feito no hospital, para evitar o surgimento de complicações, que podem ser agravados caso se tente utilizar laxantes em casa, por exemplo.

Os principais tratamentos para obstrução intestinal são:

1. Aplicação de soro na veia

A aplicação de soro na veia é recomendada para melhorar a hidratação e facilitar a passagem das fezes e líquidos.

O soro na veia também é importante nos casos de desidratação devido aos vômitos ou diarreia.

Além disso, também se deve fazer repouso intestinal e, por isso, é preciso ficar de jejum até que o problema esteja resolvido.

2. Sonda nasogástrica

O uso da sonda nasogástrica é feito para retirar o excesso de gases e líquidos, aliviando a pressão no intestino e o inchaço na barriga.

A sonda nasogástrica também ajuda a controlar os vômitos, reduzindo o risco de aspiração do vômito.

Leia também: Sonda nasogástrica: o que é, para que serve (e passo a passo de como alimentar) tuasaude.com/como-alimentar-uma-pessoa-com-sonda

3. Enema 

O enema pode ser indicado pelo médico nos casos de intussuscepção do intestino em crianças, para recolocar o intestino no local correto.

Geralmente, são usados enema de bário ou enema de ar.

4. Cirurgia

A cirurgia para obstrução intestinal é indicada para obstrução completa ou de alto grau, sendo uma cirurgia de emergência, devido ao risco aumentado de isquemia do intestino, que é o bloqueio do fluxo sanguíneo, que pode resultar em gangrena ou perfuração intestinal.

Além disso, hernias estranguladas também necessitam de cirurgia emergencial. Veja como é feita a cirurgia de hérnia e recuperação.

Possíveis complicações

O tratamento da obstrução intestinal deve ser iniciado o mais rápido possível para evitar possíveis complicações como:

  • Desidratação;
  • Ruptura ou perfuração do intestino;
  • Infecção generalizada;
  • Morte de uma parte do intestino;
  • Abscesso abdominal;
  • Abdome agudo;
  • Pneumonia por aspiração. 

Todas estas complicações podem colocar a vida em risco, pois contribuem para a inflamação, infecção generalizada e falha de vários órgãos.

Assim, sempre que existir suspeita de que o intestino não está funcionando corretamente deve-se procurar atendimento médico para identificar se existe algum problema que precise ser tratado.



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5 remédios para candidíase masculina (e como usar)

Os remédios para candidíase masculina, como o clotrimazol, a nistatina ou o fluconazol, possuem ação antifúngica que ajudam a eliminar o fun...