quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Mancha de sol: tipos, como tirar (e como prevenir)

A mancha de sol é uma alteração na cor da pele causada principalmente pela exposição acumulada à radiação ultravioleta (UV). Geralmente, aparece em áreas mais expostas ao sol, como rosto, mãos, braços, ombros e colo.

Existem diferentes tipos de manchas relacionadas ao sol, como lentigos solares, sardas e manchas brancas, que podem surgir ou ficar mais evidentes após a exposição solar.

O tratamento deve ser indicado pelo dermatologista, após avaliar a mancha, e pode incluir cremes clareadores, laser e peelings. Além disso, a proteção solar diária ajuda a prevenir novas manchas e evita que as existentes escureçam.

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Tipos de mancha de sol

Os principais tipos de mancha de sol são:

1. Melasma

O melasma provoca manchas acastanhadas, geralmente no rosto, principalmente nas bochechas, testa, nariz e acima do lábio. Saiba como identificar o melasma.

A exposição à radiação UV pode estimular e piorar a pigmentação, mas o melasma não é considerado simplesmente uma mancha causada pelo sol, pois também envolve outros fatores, como alterações hormonais e predisposição individual.

2. Mancha branca de sol

A chamada mancha branca de sol pode estar relacionada à hipomelanose gutata idiopática, uma alteração benigna da pigmentação que provoca pequenas manchas brancas ou mais claras, principalmente nos braços, pernas e colo.

Essas manchas são mais comuns com o avanço da idade e podem estar relacionadas à exposição solar acumulada e ao envelhecimento da pele, embora sua causa exata não seja totalmente conhecida.

Geralmente, as manchas brancas de sol são pequenas, arredondadas, não causam dor ou coceira e não apresentam sintomas.

3. Lentigos solares

Os lentigos solares, também conhecidos como manchas do envelhecimento, são o tipo mais característico de mancha de sol. Geralmente são manchas planas, marrons ou castanhas e bem delimitadas, que podem aumentar ao longo dos anos.

Esse tipo de mancha está relacionado à exposição crônica ao sol e ao fotoenvelhecimento da pele, sendo mais comum em áreas frequentemente expostas à radiação ultravioleta, como rosto, mãos, braços, ombros e colo.

4. Sardas

As sardas são pequenas manchas planas e castanhas e estão relacionadas à predisposição genética e ao aumento da produção de melanina em resposta à radiação ultravioleta (UV).

As sardas costumam surgir desde a infância e ficam mais escuras e numerosas durante o verão, quando há maior exposição solar, podendo clarear ou até desaparecer nos meses de menor exposição. Entenda melhor por que as sardas aparecem.

Mancha de limão no sol

A mancha de limão no sol é uma reação chamada fitofotodermatite, que pode acontecer quando o suco ou outras partes do limão entram em contato com a pele e, em seguida, a região é exposta à luz solar.

Algumas substâncias presentes nos cítricos, chamadas furocumarinas, reagem com a radiação ultravioleta e provocam uma lesão na pele.

Leia também: Mancha de limão na pele: o que fazer para tirar tuasaude.com/fitofotomelanose

Inicialmente, a pele pode ficar vermelha, ardida e dolorida, podendo surgir bolhas. Após a inflamação, é comum aparecer uma mancha marrom no local, que pode permanecer por semanas ou meses.

Mancha de queimadura de sol

A queimadura de sol ocorre quando a pele é exposta por tempo excessivo à radiação ultravioleta, causando uma lesão que pode deixar a região vermelha, quente, dolorida e sensível. Após alguns dias, a pele pode descamar enquanto se recupera.

Apesar disso, a queimadura de sol não é uma mancha de pigmentação, como o lentigo solar. No entanto, a exposição solar excessiva e repetida pode causar alterações persistentes na cor da pele, incluindo manchas escuras.

Como tirar

A mancha de sol pode ser clareada ou removida com diferentes tratamentos, escolhidos de acordo com o tipo de pele, a localização e a quantidade de manchas.

As opções que podem ser indicadas pelo dermatologista, incluem:

1. Cremes clareadores

Entre os cremes clareadores que podem ser utilizados para manchas de sol, destacam-se cremes com:

  • Retinoides, como tretinoína e adapaleno, que ajudam a acelerar a renovação das células da pele e a eliminar gradualmente o pigmento acumulado;
  • Hidroquinona, que reduz a produção de melanina, o pigmento que dá cor à pele, ajudando a clarear as manchas. Saiba como usar a hidroquinona;
  • Mequinol, é uma substância que também reduz a produção de melanina e pode ser encontrada em combinação com a tretinoína;
  • Vitamina C, que pode ajudar a reduzir a pigmentação e melhorar a luminosidade da pele.

Os cremes clareadores tornam as manchas de sol gradualmente mais claras e podem ser usados por várias semanas ou meses antes que os resultados sejam percebidos.

No entanto, a escolha do ativo depende do tipo de mancha e da pele, e deve ser acompanhado de proteção solar diária para evitar o escurecimento das manchas e favorecer os resultados.

2. Terapia a laser

O laser utiliza feixes de luz para atingir a melanina da mancha, para que essa seja eliminada gradualmente pelo organismo. É uma das opções mais eficazes para tratar lentigos solares, e também pode ser utilizado para sardas.

Entre os exemplos estão o laser Q-switched e o laser de picossegundos, que apresentam bons resultados no clareamento dessas manchas. O número de sessões depende do tipo, tamanho e quantidade das manchas e do tipo de pele.

Após o procedimento, podem ocorrer vermelhidão, formação de crostas e alterações temporárias na pigmentação, especialmente em pessoas com maior tendência à hiperpigmentação.

Leia também: Tratamentos a laser para o rosto tuasaude.com/tratamentos-a-laser-para-o-rosto

3. Peeling químico

O peeling químico promove uma descamação controlada da pele, ajudando a clarear principalmente os lentigos solares e outras manchas relacionadas ao fotoenvelhecimento. Veja para que serve o peeling químico.

Os mais utilizados incluem o ácido tricloroacético (TCA), principalmente para manchas de sol no rosto, mãos, braços e colo, e o ácido glicólico, mais usado no rosto, pescoço e colo por promover uma esfoliação mais superficial.

Leia também: Ácido glicólico: o que é, para que serve e como usar tuasaude.com/acido-glicolico

A concentração deve ser escolhida pelo dermatologista, pois peelings muito intensos podem causar irritação e aumentar o risco de hiperpigmentação.

4. Microdermoabrasão

A microdermoabrasão é uma esfoliação superficial feita com um aparelho que utiliza microcristais ou uma ponteira abrasiva para remover as células da camada mais externa da pele, ajudando a suavizar manchas de sol leves e deixar a pele mais uniforme.

Pode ser usada principalmente no rosto, colo, pescoço, braços e mãos, e também pode ser combinada com outros tratamentos, como o peeling químico. Entenda como é feita a microdermoabrasão.

5. Luz intensa pulsada (IPL)

A luz intensa pulsada utiliza flashes de luz para atingir a melanina e clarear principalmente lentigos solares e sardas. Pode ser usada em áreas como rosto, mãos, braços, colo e ombros, especialmente quando há várias manchas na mesma região.

Após o tratamento, as manchas podem ficar mais escuras e formar pequenas crostas, que desaparecem durante a recuperação da pele. 

Leia também: Luz pulsada: o que é, quando é indicada e como é feita tuasaude.com/beneficios-da-luz-pulsada

Como prevenir a mancha de sol

Para prevenir a mancha de sol é indicado:

  • Evitar a exposição excessiva ao sol, principalmente nos horários em que a radiação UV é mais intensa, geralmente entre 10h e 16h, procurando ficar na sombra sempre que possível;

  • Aplicar protetor solar todos os dias, escolhendo um produto de amplo espectro, FPS 30 ou superior e resistente à água. Reaplicando a cada 2 horas ou após nadar ou suar. Saiba como escolher o melhor protetor solar

  • Usar roupas e acessórios de proteção, como camisetas de manga longa, chapéu de abas largas e óculos de sol, que ajudam a reduzir a exposição aos raios UV;

  • Evitar bronzeamento artificial, já que as radiações ultravioletas das câmaras de bronzeamento também contribuem para o envelhecimento da pele, manchas e aumento do risco de câncer de pele.

Além disso, depois de tratar uma mancha de sol, é importante manter a proteção solar, pois a exposição aos raios pode fazer a mancha voltar ou ficar mais escura.



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8 principais causas de disfunção erétil (e o que fazer)

A disfunção erétil pode ser causada pelo uso de alguns medicamentos, tabagismo, alcoolismo, diminuição da libido, depressão ou ser consequência de alterações hormonais.

A disfunção erétil é a dificuldade, ou incapacidade, para ter ou manter uma ereção, em pelo menos 50% das tentativas para ter um contato sexual. Em alguns casos, o que pode acontecer é que a ereção não é suficientemente rígida para que possa haver penetração.

Leia também: 8 principais causas de disfunção erétil (e o que fazer) tuasaude.com/causas-da-impotencia-sexual

Em caso de disfunção erétil, é importante que o urologista seja consultado para que seja identificada a causa da disfunção e, assim, iniciado o tratamento mais adequado, que pode envolver mudanças na alimentação, uso de medicamentos para estimular a ereção e/ou reposição hormonal.

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Principais causas

As principais causas de disfunção erétil são:

1. Uso prolongado de remédios

Alguns remédios utilizados para tratar problemas crônicos, como pressão alta ou depressão, podem ter um efeito colateral a longo prazo que leva ao desenvolvimento de disfunção erétil.

Alguns dos casos mais frequentes acontecem com o uso prolongado de antidepressivos, anti-hipertensivos ou antipsicóticos, mas outros também podem causar esse problema.

Assim, caso se esteja utilizando algum medicamento por muito tempo, o melhor é consultar a bula para identificar se pode ter esse efeito ou, então, consultar o médico que o receitou.

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2. Consumo excessivo de bebidas alcoólicas ou cigarro

Além de afetar negativamente todo o corpo, a dependência de bebidas alcoólicas ou cigarro, também afeta a região genital, dificultando a circulação do sangue que é necessário para iniciar e manter a ereção.

Assim, homens que fumam ou que consomem bebidas alcoólicas em excesso, ao longo dos anos podem apresentar uma maior dificuldade para ter uma ereção, podendo acabar por desenvolver disfunção erétil.

3. Problemas hormonais

Problemas que causam alterações hormonais, como hipotireoidismo ou diabetes, por exemplo, podem afetar todo o metabolismo e funcionamento sexual do corpo, contribuindo para a disfunção erétil.

Além disso, existem casos em que o corpo do homem tem maior dificuldade para produzir hormônios sexuais, como a testosterona, que diminuem a libido e podem causar dificuldade para ter uma ereção.

4. Depressão e outra doenças psicológicas

As doença psicológicas, como a depressão ou os transtornos de ansiedade causam muitas vezes sentimentos negativos como medo, ansiedade, nervosismo e insatisfação, que acabam deixando o homem pouco confortável no momento do contato íntimo.

5. Uso de drogas

Uma boa parte das drogas, assim como o álcool ou o cigarro, também causam disfunção erétil ao longo prazo, não apenas devido à diminuição da circulação para a região genital, mas também devido às alterações psicológicas que causam, levando ao distanciamento do mundo real.

Algumas das drogas que são mais frequentemente relacionadas à disfunção eréctil incluem a cocaína, a maconha ou a heroína, por exemplo. Veja outros efeitos negativos da droga no corpo.

6. Excesso de peso ou obesidade

O excesso de peso pode causar disfunção erétil de duas formas diferentes: primeiro, aumenta o risco de ter doenças cardiovasculares, como a aterosclerose, que dificultam a circulação do sangue e impedem uma ereção satisfatória e, depois, também diminui a produção do hormônio testosterona, que é o principal responsável pela libido no homem.

Assim, a perda de peso e a prática regular de exercício físico é uma ótima forma de combater a disfunção erétil, especialmente quando se está acima do peso ideal.

7. Alterações no órgão sexual

Embora seja mais raro, o desenvolvimento de disfunção erétil também pode surgir devido a pequenas deformidades no pênis, como fibrose, cistos ou alterações anatômicas, que dificultam a passagem do sangue.

Por isso, se não existe nenhuma outra causa que possa justificar a disfunção, é aconselhado consultar um urologista para avaliar a anatomia do órgão sexual.

Leia também: Sistema reprodutor masculino: anatomia, função (e doenças mais comuns) tuasaude.com/sistema-reprodutor-masculino

8. Doenças neurológicas

Alguns problemas neurológicos, como Alzheimer, Parkinson, tumores cerebrais e esclerose múltipla, por exemplo, podem aumentar o risco de disfunção erétil, já que pode haver maior dificuldade de haver comunicação entre o cérebro e o órgão genital, dificultando a ereção.

O que fazer em caso de disfunção erétil

Quando existem sintomas como dificuldade para ter ou manter uma ereção, ereção flácida, redução do tamanho do órgão sexual ou dificuldade em manter contato íntimo em algumas posições sexuais é recomendado consultar o urologista, para que este possa identificar a causa da disfunção e iniciar o tratamento mais adequado.

A disfunção pode ser tratada de diferentes formas que dependem da causa do problema, podendo ser recomendado o uso de remédios como Viagra ou Cialis, terapia com hormônios, uso de aparelhos de vácuo ou cirurgia para colocação de próteses no pênis.



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Mancha de sol: tipos, como tirar (e como prevenir)

A mancha de sol é uma alteração na cor da pele causada principalmente pela exposição acumulada à radiação ultravioleta (UV). Geralmente, apa...